Podcasts about artes c

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Fronteiras no Tempo
Fronteiras no Tempo: Giro Histórico – Especial Histórias da Copa do Mundo #1 – Como tudo começou (Uruguai 1930)

Fronteiras no Tempo

Play Episode Listen Later Jun 17, 2026 7:13


Preparem suas camisas e bandeiras, fronteiriços e fronteiriças! O clima da Copa do Mundo de 2026 já está no ar, e o Giro Histórico não poderia ficar de fora dessa festa. Lançamos hoje o primeiro episódio de uma série especial que vai nos levar em uma viagem fascinante pelas Histórias da Copa do Mundo ao longo do tempo. Neste episódio de estreia, apresentado por Willian Spengler, mergulhamos nas origens daquele que se tornaria o maior evento esportivo do planeta: a Copa do Mundo de 1930, realizada no Uruguai. Prepare-se para descobrir por que essa edição foi tão única e cheia de peculiaridades que jamais se repetiram! Descubra os desafios logísticos e financeiros, a persistência de Rimet e a decisão de apenas quatro países europeus (Bélgica, França, Iugoslávia e Romênia) de se juntarem às sete nações sul-americanas e duas norte-americanas para fazer história. Uma verdadeira odisseia que moldou o futuro do futebol mundial. Não perca este pontapé inicial da nossa série especial e venha desvendar os bastidores da primeira Copa do Mundo, um evento que, apesar de suas particularidades, lançou as bases para a paixão global que conhecemos hoje! Artes do Episódio: C. A. Financiamento Coletivo Se você é apaixonado por história e quer nos ajudar a continuar produzindo conteúdo de qualidade, apoie o Fronteiras no Tempo: Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo Redes Sociais: Facebook, Youtube, Instagram Contato: fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo: Giro Histórico – Especial Histórias da Copa do Mundo #1 – Como tudo começou (Uruguai 1930). Locução William Spangler. [S.l.] Portal Deviante, 17/06/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=67240&preview=true Expediente Produção Geral, Edição e Artes: C. A. Host: Willian Spengler Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Edimilson Borges, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Podcast – Fronteiras no Tempo
Fronteiras no Tempo: Giro Histórico – Especial Histórias da Copa do Mundo #1 – Como tudo começou (Uruguai 1930)

Podcast – Fronteiras no Tempo

Play Episode Listen Later Jun 17, 2026 7:13


Preparem suas camisas e bandeiras, fronteiriços e fronteiriças! O clima da Copa do Mundo de 2026 já está no ar, e o Giro Histórico não poderia ficar de fora dessa festa. Lançamos hoje o primeiro episódio de uma série especial que vai nos levar em uma viagem fascinante pelas Histórias da Copa do Mundo ao longo do tempo. Neste episódio de estreia, apresentado por Willian Spengler, mergulhamos nas origens daquele que se tornaria o maior evento esportivo do planeta: a Copa do Mundo de 1930, realizada no Uruguai. Prepare-se para descobrir por que essa edição foi tão única e cheia de peculiaridades que jamais se repetiram! Descubra os desafios logísticos e financeiros, a persistência de Rimet e a decisão de apenas quatro países europeus (Bélgica, França, Iugoslávia e Romênia) de se juntarem às sete nações sul-americanas e duas norte-americanas para fazer história. Uma verdadeira odisseia que moldou o futuro do futebol mundial. Não perca este pontapé inicial da nossa série especial e venha desvendar os bastidores da primeira Copa do Mundo, um evento que, apesar de suas particularidades, lançou as bases para a paixão global que conhecemos hoje! Artes do Episódio: C. A. Financiamento Coletivo Se você é apaixonado por história e quer nos ajudar a continuar produzindo conteúdo de qualidade, apoie o Fronteiras no Tempo: Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo Redes Sociais: Facebook, Youtube, Instagram Contato: fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo: Giro Histórico – Especial Histórias da Copa do Mundo #1 – Como tudo começou (Uruguai 1930). Locução William Spangler. [S.l.] Portal Deviante, 17/06/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=67240&preview=true Expediente Produção Geral, Edição e Artes: C. A. Host: Willian Spengler Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Edimilson Borges, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.

UFOP CAST
ISSO TAMBÉM É CIÊNCIA: Pataxó em cena

UFOP CAST

Play Episode Listen Later Jun 15, 2026 27:42


No Isso também é Ciência de hoje vamos entender as relações possíveis entre a memória, tradição, artes cênicas e os povos indígenas no Brasil. Através da pesquisa “Pataxó em cena: flechas contracoloniais no palco da invasão Pindorama”, Isabela de Paula Gomes, mestra em Artes Cênicas pela Ufop, investiga o diálogo entre o teatro e o povo Pataxó do sul da Bahia, através da oficina “Pataxó em Cena” (2024). Saiba mais sobre a pesquisa no episódio de hoje.Ficha TécnicaProdução: Isabela Vilela e Lauana CarvalhoEdição de Texto: Isabela VilelaEdição de áudio e sonoplastia: Luís Otávio Xavier

Primeiro Tratamento
Primeiro Tratamento – Juliana Vedovato – # 373

Primeiro Tratamento

Play Episode Listen Later May 14, 2026 72:29


Produtora há mais de 20 anos, formada em Comunicação Social e Artes Cênicas, possui MBA em Gestão e Liderança pela Saint Paul/ESMT (Brasil – Alemanha). Como produtora teatral trouxe para o Brasil grandes nomes do teatro inglês como Harold Pinter e Moira Buffini. No audiovisual foi produtora de desenvolvimento de diversos projetos trabalhando para players … Continue lendo "Primeiro Tratamento – Juliana Vedovato – # 373"

Artes
À descoberta da artista portuguesa Rita RA em Paris

Artes

Play Episode Listen Later Apr 27, 2026 15:23


Neste programa, fomos até a um atelier em Belleville, em Paris, para conhecermos Rita RA, uma artista multidisciplinar, de 34 anos, que se define como “caçadora recolectora” de materiais e de momentos. Entre instalação, vídeo, arte digital, design, fotografia, pintura, colagem e tanto mais, Rita RA vive a arte como uma forma de aproximar as pessoas e isso reflecte-se nos seus workshops, exposições e projectos associativos. Rita Rebelo de Andrade, nome artístico Rita RA, chegou a Paris em 2023 e vive e trabalha entre a capital francesa e a portuguesa. A aventura Paris-Lisboa começou com um estágio em Paris com a artista portuguesa Carolina E. Santo e com a sua associação, a "Assembler du Dehors", agora instalada num acolhedor atelier no bairro de Belleville. Depois do estágio, a artista continuou a trabalhar com Carolina E. Santo e alguns dos seus trabalhos poderão ser vistos entre 28 e 31 de Maio neste atelier, no âmbito das chamadas “portas abertas dos artistas de Belleville”. Rita RA formou-se em Design de Comunicação na Faculdade de Belas Artes de Lisboa, fez Erasmus em Arte Multimédia em Ljubljana, na Eslovénia, e um mestrado em Artes Cénicas na Universidade Nova de Lisboa. Trabalhou na produção de eventos da Galeria Underdogs (fundada por um dos mais internacionais artistas portugueses contemporâneos, Alexandre Farto, aka Vhils) e na produção artística do Festival Iminente, em Lisboa, que junta música, artes visuais e cultura urbana. Também ajudou a desenvolver o Centro Cultural Brotéria e está a co-criar o projecto associativo Casa Redonda, igualmente em Lisboa (que vai ser oficialmente lançado a 21 de Maio). Para ela, a arte é uma forma de se estar na vida e reflecte-se em projectos criativos colaborativos com outros artistas e com o próprio público. Rita diz que quer "aproximar pessoas, gerar pensamento crítico e desenvolver pontes" e é isso que tem feito e promete continuar a fazer. Uma das peças que ela mais acarinha chama-se “Comunhão” e é uma obra impressa em papel hóstia e destinada a ser comida pelos visitantes. No dia da entrevista à RFI, em cima da mesa de trabalho do atelier de Belleville, estavam livros, postais e uma resma enigmática de papéis de tom pastel que têm muitas histórias para contar. Quisemos conhecer algumas dessas histórias, das criações em curso, dos projectos e ambições e foi por essas andanças que a conversa divagou. Para ouvir neste programa.

ADunicamp
CONEXÃO ADUNICAMP | #Ep 94 | A vida e obra de Plinio Marcos

ADunicamp

Play Episode Listen Later Apr 23, 2026 41:06


A trajetória de Plínio Marcos segue pulsando no Brasil de hoje. Escritor, ator, diretor de teatro e jornalista brasileiro, Plinio escreveu inúmeras peças de teatro, especialmente durante o regime militar.  Conhecido como o “repórter de um tempo mau”, o dramaturgo construiu uma obra profundamente ligada às quebradas, aos invisibilizados e à resistência cultural.  Essa história é revisitada pelo ator, diretor e escritor Oswaldo Mendes, que em 2009 lançou a biografia de Plínio Marcos "Bendito Maldito" (Editora Leya) trabalho premiado com o Prêmio Jabuti e o Prêmio APCA, e que recoloca Plínio no centro do debate sobre arte e compromisso social.  Agora, Mendes leva essa reflexão para o palco com a peça “Eu Fiz Por Merecer”, que propõe um encontro entre gerações para pensar o passado e o presente do teatro e do país. A peça será apresentada no auditório da ADunicamp no dia 23 de abril, as 20h com entrada gratuita. Nesta entrevista, ao lado professor Wanderley Martins, docente no Departamento de Artes Cênicas (IA/Unicamp) e diretor de Cultura da ADunicamp, Oswaldo Mendes fala sobre o legado de Plínio Marcos, a atualidade de sua obra e o papel do teatro diante das tensões do nosso tempo. Acompanhe o videocast ConexãoADunicamp pelo Spotify  ou pelo canal oficial da ADunicamp no Youtube.  CRÉDITOSRoteiro e apresentação: Cristina Segatto e Paulo San MartinEdição: Paula Vianna e Flávia CatussoVinheta: Magrão PercussionistaProdução e Coordenação: Fernando PivaRealização: ADunicamp Acesse nosso sitewww.adunicamp.org.br Siga nossas redes sociais!instagram.com/adunicampfacebook.com/adunicamptwitter.com/adunicampwww.youtube.com/@adunicamp-secaosindical3742 Inscreva-se, curta e compartilhe!ADunicamp (Associação de Docentes da Unicamp)Av. Érico Veríssimo, 1479 – Cidade Universitária, Campinas/SPTelefones: (19) 3521 2470 / (19) 3521 2471E-mail: imprensa@adunicamp.org.br

Brasil-Mundo
Uma bailarina brasileira na Alemanha em defesa da dança “que incomoda”

Brasil-Mundo

Play Episode Listen Later Apr 18, 2026 8:52


Estamos no Ballethaus, o impressionante complexo de ensaios da companhia de dança Ballett am Rhein, o Balé do Reno, em Düsseldorf, na Alemanha. Por estes corredores, a bailarina brasileira Norma Magalhães caminha como se estivesse em casa. Aqui é onde ela passa a maior parte do seu tempo. Gabriel Brust, correspondente da RFI em Düsseldorf “Basicamente o dia inteiro. A gente começa a trabalhar às dez, com aula de balé, todo mundo, por uma uma hora e vinte. E depois começam os ensaios, as criações, até às seis da tarde. Isso é uma semana comum para a gente.” O prédio de 3000 metros quadrados desenhado pelos arquitetos Gerkan und Marg & Partner foi inaugurado em 2015, justamente no ano em que a brasileira de 33 anos, na época com apenas 22, se tornou parte do corpo de 45 bailarinos do Ballett am Rhein. Abrimos uma porta, e nos deparamos com um dos quatro enormes estúdios de ensaio. Outra porta, e damos de cara com um spa completinho. “A gente aqui é super privilegiado”, conta Norma. “Não é toda companhia na Alemanha que tem essa estrutura. Tem sauna, para quando a gente está meio quebrado, tem banheira de gelo, fisioterapeuta, academia”. Os espetáculos ocorrem nos dois teatros de ópera da região: o Theater Duisburg e a Opernhaus Düsseldorf, a casa da Deutsche Oper am Rhein, a Ópera Alemã do Reno. Eu já vi Norma se apresentar algumas vezes na Opernhaus e sempre fiquei impressionado com a complexidade de suas performances. Então é claro que eu preciso começar a nossa conversa perguntando sobre como ela gera o medo do palco em um ambiente tão exigente. “Quando estou no palco é mais prazer, eu não penso muito. Mas os segundinhos antes de entrar parece que tem aquele momento de realização: ‘Meu Deus, essa casa com mil pessoas, qualquer coisa pode dar errado!'”, conta Norma. “E isso é o legal do ao vivo, você pode trabalhar e se preparar o quanto for, mas se você pisar naquele lugar, escorregar e cair… Erros coreográficos são muito comuns, mas a gente aprende a esconder”. “Não sabia o que esperar da Alemanha” Voltamos no tempo para entender como é que esta bailarina de Ribeirão Preto veio parar em um dos corpos de balé mais prestigiados da Alemanha. “Meu interesse pela dança foi sempre um mistério na minha família. De alguma forma, sempre tive certeza de que eu queria ser bailarina. Fazia tudo na meia-ponta. Minha mãe sempre dizia que, se ela me pedisse um copo d'água, eu fazia duas piruetas, pegava no copo e voltava com o copo vazio, porque a água caía no chão.” Norma encontrou suporte para começar a carreira na ONG cultural FINAC, de Ribeirão Preto, e o passaporte para estudar balé fora do Brasil veio quando venceu o Festival Internacional de Dança de Brasília. A bolsa de estudos oferecida à ganhadora a levou para estudar na Universidade de Música e Artes Cênicas de Mannheim, no sudoeste da Alemanha. “Eu vim realmente sem nenhuma expectativa, sem saber nada do que esperar daqui. Eu sabia que era frio e que era um idioma em que eu ia ficar super perdida, mas o resto foram surpresas e novidades.” Na escola, ela teve de lidar com a disciplina exigida pela profissão e pela cultura alemã: “Era uma coisa meio militar, não podia ter um fiozinho de cabelo fora do lugar, não podia esquecer nenhum passo, era uma coisa bem mais puxada. O balé tem essas regrinhas, coisinhas bobas tipo: não pode bocejar, porque aí parece que você está desinteressado, ou você não pode necessariamente demonstrar cansaço, dependendo de quem está ali na frente levando o ensaio.” Autógrafos na rua Depois dos estudos, Norma passou pelo teatro de ópera de Karlsruhe e pelo Balé da Turíngia, até desembarcar no Ballett am Rhein, em Düsseldorf, onde está há 11 anos e onde diz ter se encontrado. “Eu cresci aqui, então o pessoal fala que eu sou uma brasileira já alemanizada. Aqui não só o bailarino e a companhia dão muito valor ao balé, mas também as pessoas. Às vezes estou andando na rua e as pessoas param para dizer que me viram no teatro e pedem um autógrafo.” O envolvimento da sociedade faz com que boa parte da Ópera e do Balé do Reno sejam financiados por um clube de mecenas e patrocinadores, em conjunto com o estado. A casa cheia em quase todas as apresentações também demonstra que o balé e a ópera estão mais vivos do que nunca, ao contrário do que disse o ator franco-americano Timothée Chalamet no início do ano. “Ele fez um comentário muito infeliz, mas também bem ignorante”, crava Norma. “Estando nessa profissão por tantos anos, consigo ver como está crescendo. As pessoas têm sede de ver ao vivo, não só pela televisão. Acontece o mesmo no balé, os teatros estão lotando.” Balé contra a lógica dos algoritmos Nestes 11 anos de carreira em Düsseldorf – e 16 na Alemanha –, Norma Magalhães interpretou clássicos como a Rainha das Neves, em "O Quebra-Nozes", mas é também uma ferrenha defensora do balé mais conceitual, que é uma das especialidades do Ballett am Rhein, mesmo que ele seja mais difícil para a compreensão do público. “Às vezes a gente também tem que se colocar em lugares e viver experiências que não são confortáveis para a gente. Em uma era de algoritmos que te mostram no Instagram ou na Netflix somente coisas que você vai curtir, é importante sentir esse desconforto e aprender o quê o desconforto pode te ensinar, pode trazer para te fazer questionar. Então não tem que ser sempre uma historinha ou uma experiência agradável para te fazer sentir coisas. A gente está desacostumado a ‘se incomodar' um pouquinho.” Na saída do Ballethaus, em Düsseldorf, eu cruzo com o francês Raphaël Coumes-Marquet, que é um dos atuais diretores do Ballett am Rhein, ao lado de Bridget Breiner. Peço para ele encerrar nosso passeio falando sobre o trabalho de Norma Magalhães: “Norma é um verdadeiro raio de sol. Ela traz uma positividade e um olhar fresco sobre a criação e o trabalho no estúdio de ensaio.”

Brasil-Mundo
Uma bailarina brasileira na Alemanha em defesa da dança “que incomoda”

Brasil-Mundo

Play Episode Listen Later Apr 18, 2026 8:52


Estamos no Ballethaus, o impressionante complexo de ensaios da companhia de dança Ballett am Rhein, o Balé do Reno, em Düsseldorf, na Alemanha. Por estes corredores, a bailarina brasileira Norma Magalhães caminha como se estivesse em casa. Aqui é onde ela passa a maior parte do seu tempo. Gabriel Brust, correspondente da RFI em Düsseldorf “Basicamente o dia inteiro. A gente começa a trabalhar às dez, com aula de balé, todo mundo, por uma uma hora e vinte. E depois começam os ensaios, as criações, até às seis da tarde. Isso é uma semana comum para a gente.” O prédio de 3000 metros quadrados desenhado pelos arquitetos Gerkan und Marg & Partner foi inaugurado em 2015, justamente no ano em que a brasileira de 33 anos, na época com apenas 22, se tornou parte do corpo de 45 bailarinos do Ballett am Rhein. Abrimos uma porta, e nos deparamos com um dos quatro enormes estúdios de ensaio. Outra porta, e damos de cara com um spa completinho. “A gente aqui é super privilegiado”, conta Norma. “Não é toda companhia na Alemanha que tem essa estrutura. Tem sauna, para quando a gente está meio quebrado, tem banheira de gelo, fisioterapeuta, academia”. Os espetáculos ocorrem nos dois teatros de ópera da região: o Theater Duisburg e a Opernhaus Düsseldorf, a casa da Deutsche Oper am Rhein, a Ópera Alemã do Reno. Eu já vi Norma se apresentar algumas vezes na Opernhaus e sempre fiquei impressionado com a complexidade de suas performances. Então é claro que eu preciso começar a nossa conversa perguntando sobre como ela gera o medo do palco em um ambiente tão exigente. “Quando estou no palco é mais prazer, eu não penso muito. Mas os segundinhos antes de entrar parece que tem aquele momento de realização: ‘Meu Deus, essa casa com mil pessoas, qualquer coisa pode dar errado!'”, conta Norma. “E isso é o legal do ao vivo, você pode trabalhar e se preparar o quanto for, mas se você pisar naquele lugar, escorregar e cair… Erros coreográficos são muito comuns, mas a gente aprende a esconder”. “Não sabia o que esperar da Alemanha” Voltamos no tempo para entender como é que esta bailarina de Ribeirão Preto veio parar em um dos corpos de balé mais prestigiados da Alemanha. “Meu interesse pela dança foi sempre um mistério na minha família. De alguma forma, sempre tive certeza de que eu queria ser bailarina. Fazia tudo na meia-ponta. Minha mãe sempre dizia que, se ela me pedisse um copo d'água, eu fazia duas piruetas, pegava no copo e voltava com o copo vazio, porque a água caía no chão.” Norma encontrou suporte para começar a carreira na ONG cultural FINAC, de Ribeirão Preto, e o passaporte para estudar balé fora do Brasil veio quando venceu o Festival Internacional de Dança de Brasília. A bolsa de estudos oferecida à ganhadora a levou para estudar na Universidade de Música e Artes Cênicas de Mannheim, no sudoeste da Alemanha. “Eu vim realmente sem nenhuma expectativa, sem saber nada do que esperar daqui. Eu sabia que era frio e que era um idioma em que eu ia ficar super perdida, mas o resto foram surpresas e novidades.” Na escola, ela teve de lidar com a disciplina exigida pela profissão e pela cultura alemã: “Era uma coisa meio militar, não podia ter um fiozinho de cabelo fora do lugar, não podia esquecer nenhum passo, era uma coisa bem mais puxada. O balé tem essas regrinhas, coisinhas bobas tipo: não pode bocejar, porque aí parece que você está desinteressado, ou você não pode necessariamente demonstrar cansaço, dependendo de quem está ali na frente levando o ensaio.” Autógrafos na rua Depois dos estudos, Norma passou pelo teatro de ópera de Karlsruhe e pelo Balé da Turíngia, até desembarcar no Ballett am Rhein, em Düsseldorf, onde está há 11 anos e onde diz ter se encontrado. “Eu cresci aqui, então o pessoal fala que eu sou uma brasileira já alemanizada. Aqui não só o bailarino e a companhia dão muito valor ao balé, mas também as pessoas. Às vezes estou andando na rua e as pessoas param para dizer que me viram no teatro e pedem um autógrafo.” O envolvimento da sociedade faz com que boa parte da Ópera e do Balé do Reno sejam financiados por um clube de mecenas e patrocinadores, em conjunto com o estado. A casa cheia em quase todas as apresentações também demonstra que o balé e a ópera estão mais vivos do que nunca, ao contrário do que disse o ator franco-americano Timothée Chalamet no início do ano. “Ele fez um comentário muito infeliz, mas também bem ignorante”, crava Norma. “Estando nessa profissão por tantos anos, consigo ver como está crescendo. As pessoas têm sede de ver ao vivo, não só pela televisão. Acontece o mesmo no balé, os teatros estão lotando.” Balé contra a lógica dos algoritmos Nestes 11 anos de carreira em Düsseldorf – e 16 na Alemanha –, Norma Magalhães interpretou clássicos como a Rainha das Neves, em "O Quebra-Nozes", mas é também uma ferrenha defensora do balé mais conceitual, que é uma das especialidades do Ballett am Rhein, mesmo que ele seja mais difícil para a compreensão do público. “Às vezes a gente também tem que se colocar em lugares e viver experiências que não são confortáveis para a gente. Em uma era de algoritmos que te mostram no Instagram ou na Netflix somente coisas que você vai curtir, é importante sentir esse desconforto e aprender o quê o desconforto pode te ensinar, pode trazer para te fazer questionar. Então não tem que ser sempre uma historinha ou uma experiência agradável para te fazer sentir coisas. A gente está desacostumado a ‘se incomodar' um pouquinho.” Na saída do Ballethaus, em Düsseldorf, eu cruzo com o francês Raphaël Coumes-Marquet, que é um dos atuais diretores do Ballett am Rhein, ao lado de Bridget Breiner. Peço para ele encerrar nosso passeio falando sobre o trabalho de Norma Magalhães: “Norma é um verdadeiro raio de sol. Ela traz uma positividade e um olhar fresco sobre a criação e o trabalho no estúdio de ensaio.”

da ideia à luz
Criação Ep#205 - 10/03/2026 - Vanessa Croft e a criação de Cenografia e Site Specific para Fotografia

da ideia à luz

Play Episode Listen Later Apr 16, 2026 146:57


Vanessa Cássia Rodrigues Silva, nome artístico Vanessa Croft, é multiartista, goiana, doutoranda no programa de Pós- Graduação em Artes, Culturas e Tecnologias - (MEDIALAB UFG), mestra pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena na linha de pesquisa em Estudos transversais em teatro, dança e direção de Arte pela Universidade Federal de Goiás, bacharel em Direção de Arte pela mesma Universidade. Também foi professora no curso de Direção de Arte e Artes Cênicas na Universidade Federal de Goiás – UFG - 2016/2017 e na Escola do Futuro em Artes Basileu França. Atuou como diretora de arte no Primeiro Festival Internacional de Ópera de Goiânia (2018), e teve seu trabalho de mestrado selecionado e exposto na Quadrienal de Praga (2023), evento dedicado à arte da cenografia no mundo.

Reportagem
Professora brasileira leva teatro paulistano à universidade em Paris e amplia repertório dos alunos

Reportagem

Play Episode Listen Later Mar 9, 2026 7:15


A autora, diretora e atriz brasileira Viviane Dias vem despertando o interesse dos estudantes da Universidade Paris 8 com um curso acadêmico dedicado ao teatro brasileiro. A partir de figuras do teatro nacional, das ressonâncias modernistas e de referenciais decoloniais, ela apresenta a inventividade da cena paulista a alunos que pouco conhecem da riqueza cultural do país. Em sua segunda edição, a formação voltou a lotar rapidamente as 40 vagas disponíveis e deve permanecer na grade universitária no próximo ano letivo, fortalecendo o intercâmbio artístico entre o Brasil e a Europa. O curso integra o Departamento de Artes, Filosofia e Estética da Universidade Paris 8 e reúne estudantes de teatro, cinema, artes plásticas e filosofia. Para Viviane Dias, a iniciativa surgiu do desejo de apresentar aos jovens franceses outras referências para além do repertório europeu tradicional.  “A gente fala das invenções do Teatro de São Paulo, das invenções de linguagem”, explica. “Fazemos um caminho que começa desde o modernismo, nesse primeiro momento em que se buscou uma arte emancipada da Europa. Em que foram formuladas questões mais próprias da cultura brasileira. Seguimos até o momento em que essas ideias acabaram se materializando na cena por meio do José Celso e do Teatro Oficina, que é uma grande referência, e que oferecem uma cena completamente diferente do que eles estão habituados a ver.”  Segundo a professora, muitos alunos buscam o curso justamente porque sentem “saturação” de referências tradicionais e precisam de novos estímulos. “Normalmente, eles vêm de formações muito logocêntricas. Tento deslocar um pouquinho essa percepção”, conta.  Perspectiva decolonial e o ensino do Sul Global  A professora ressalta que compreender melhor a produção do Sul Global é fundamental para jovens que, no futuro, atuarão em novas cenas culturais da Europa. Nesse sentido, autores como o contemporâneo Ailton Krenak, o modernista Oswald de Andrade e artistas como Tarsila do Amaral têm gerado grande interesse entre os estudantes. “Eles têm poucas referências sobre o Brasil, e quando têm, é muito raso, às vezes o clichê do Brasil, do carnaval”, afirma. “É importante falar do Brasil e mostrar que a gente é ótimo para fazer festa, mas a gente também é excelente em fazer teatro, cinema e artes visuais.  Além disso, a gente produz pensamento, que é muito interessante e pode nos ajudar a pensar melhor o século 21”, afirma Viviane Dias. Alunos veem o curso como abertura de horizontes  Entre os inscritos está Kayij Baku‑Carlos, de 18 anos, estudante de Cinema e francês de origem angolana. Ele considera essencial compreender outras tradições artísticas para construir sua identidade profissional. “Aqui na França, muitas vezes, quando aprendemos História na escola recebemos, inevitavelmente, um ponto de vista mais eurocêntrico e francocêntrico”, diz.  “Na universidade, somos expostos a diferentes percursos culturais ligados à arte de vários países. Preciso ampliar meu olhar e entender como esse trabalho é feito em outros lugares. Como sou angolano por parte de pai, pensei que o curso poderia me ajudar a compreender melhor uma parte da minha cultura e da minha herança lusófona, de um país PALOP”, conclui o jovem.  Para Ryod Caldas, de 19 anos, estudante de Teatro, o impacto é semelhante: “Quase nunca vemos o que acontece fora do nosso próprio país. Geralmente ouvimos falar de Shakespeare e dramaturgos europeus. Explorar outras referências amplia nossa visão e nossas inspirações”.  A única brasileira da turma, Mayara Marçal, de 25 anos, destaca a importância de mostrar à universidade que há interesse por temas ligados ao Brasil e a outros continentes.  “Aqui a gente costuma estudar muito autores franceses. Quando vi que tinha um curso na grade curricular ministrado por uma professora brasileira, um curso de descolonização do teatro, eu achei incrível! É uma forma de mostrar para a universidade que a gente se interessa por professores de outros países, por aulas que falem sobre arte de outros continentes, não só da França”. Um curso em Paris e São Paulo ao mesmo tempo  O alcance do trabalho fez com que a formação chamasse a atenção da pós-graduação em Artes Cênicas da USP. Com isso, o curso será oferecido simultaneamente na Universidade Paris 8 e na ECA‑USP, em parceria com o professor Ferdinando Martins – algo inédito, segundo Viviane.  “É a primeira vez que um curso dedicado às invenções cênicas brasileiras contemporâneas é oferecido ao mesmo tempo em uma universidade parisiense e na USP”, afirma.  Para ela, essa articulação reflete um espírito do século 21 de ampliação de caminhos possíveis e inovadores para a educação. “Vivemos entre mundos e espaços, mas ainda somos muito caretas na nossa maneira de pensar processos pedagógicos. Espero que eu possa fazer mais pontes entre as coisas do Brasil e daqui. Eu também faço uma pesquisa de criação. Eu sou uma artista e pesquisadora. As duas coisas são importantes e andam juntas na minha vida”, conclui Viviane Dias.

da ideia à luz
Férias - 27/01/2026 - O trabalho de Cenografia na cidade de São Paulo

da ideia à luz

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 162:44


André CortezFormado em arquitetura pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Após ter participado de um curso de cenografia do FIT (Festival Internacional de Teatro, Palco e Rua) e de realizar seus primeiros trabalhos em Belo Horizonte, se mudou para São Paulo na intenção de seguir na sua formação no curso de cenografia do CPT (Centro de Pesquisa Teatral). Ali encontra Daniela Thomas onde inicia uma parceria e também, como considera, uma continuação de sua formação. A partir de então já assinou mais de cem projetos de cenografia, incluindo teatro, exposições, desfiles e eventos. Atualmente trabalha com grandes diretores brasileiros, tendo recebido importantes prêmios nacionais pela categoria “Melhor Cenário”.Julio DojcsarCenógrafo e grafiteiro. Desenvolve seu trabalho com base em intervenções urbanas e seus desdobramentos em outras mídias (teatro, moda, vídeo e instalações).  Pesquisador da utilização de espaços alternativos como provocação dramatúrgica e performatividade dos corpos. Artista participante da 35º Bienal de São Paulo, com a instalação Inteligência Ancestral. No Teatro é integrante do movimento do teatro de grupos da cidade de São Paulo. Esteve como professor especialista convidado do Departamento de Artes Cênicas da Unicamp – 2019, onde ministrou entre outros projetos o  curso  Intervenção Urbana e Teatro.  Prêmio de Melhor Cenografia festival internacional de Gazenga – Angola 2017 com o espetáculo Revolver do Coletivo Negro. Prêmio Shell de Figurino em conjunto com Silvana Marcondes – O Santo guerreiro e o Herói Desajustado – Cia São Jorge de Variedades – 2008. Osvaldo Miguel GabrieliEstudou em duas escolas de Belas Artes na cidade de Buenos Aires.Estudou Direção Teatral com Ariel Bufano participando também como ator da companhia no Teatro Municipal Gral. San Martin de Buenos Aires. Em 1980, viaja ao Brasil, radicando-se na cidade de São Paulo. De 1980 a 1984, trabalha como ator do grupo Vento Forte, dirigido por Ilo Krugli. Em 1984, funda e passa a dirigir, desde então, o grupo XPTO realizando 28 montagens e recebendo 22 dos mais importantes prêmios da categoria. Em 1993, estuda Direção Teatral com a diretora Romena Margareta Niculescu. Entre 2003 e 2007, realiza a Direção de Arte do espetáculo Os Sertões (O Homem 2 parte e A Luta parte 1 e 2) Teatro Oficina Dir. Zé Celso Martinez Correa.Renato Bolelli RebouçasDiretor de arte, cenógrafo, arquiteto, professor e pesquisador do Centro de Artes Cênicas da USP. Pesquisador no depto. de Performance Studies da Universidade de Nova Iorque e artista residente do Instituto Hemisférico de Performance e Política (2018-2019). Atua em teatro, ópera, dança, performance, artes visuais e exposições junto a diferentes artistas, cias. e instituições no Brasil e na Inglaterra, desenvolvendo projetos a partir de espaços abandonados e do reuso de materiais descartados. É integrante da ABRACE, OISTAT e da plataforma teiabr. É co-coordenador do núcleo de Cenografia do IFTR (International Federation for Theatre Research) e co-curador da edição de 2027 da Quadrienal de Praga do Design da Cena e da Performance.Carol BučekProfissional brasileira do setor cultural, formada em Design Industrial pela UEMG, com mais de 28 anos de experiência em cenografia, produção executiva e produção de cenários. Desde 2015, é coordenadora de cenografia da Mostra Internacional de Teatro de São Paulo (MITsp), tendo contribuído também para o festival Mirada desde 2010 e, mais recentemente, para a Bienal SESC de Dança. Entre seus trabalhos mais recentes, destacam-se as óperas Macbeth e O Navio Fantasma (TMSP), Ariadne de Naxos e Os Montecchios e os Capuletos (Theatro São Pedro).Entre 2018 e 2020, atuou como professora no curso de Cenografia da EBAC e, desde 2022, coordena o curso Técnicas de Palco no Instituto de Teatro Brasileiro (ITB).

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Férias – 20/01/2026 - O trabalho de cenografia no Acre

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Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 142:26


Esta série de programas especiais será um espaço para dialogarmos sobre o mercado de trabalho existente para o/a profissional de cenografia em várias regiões brasileiras. Queremos conhecer sobre as diversas realidades existentes no país. Para isso, chamaremos alguns convidados e convidadas do Acre para compor essa “mesa” de diálogos. Dani MiriniArtista, pesquisadora e gestora cultural. É Artista das Artes Ajuremadas e ayahuasqueira, de Rua e Floresta Decoloniais, Cabocla Yubã. Com sólida formação acadêmica, Dani é Mestra e Doutoranda em Artes Cênicas pela UNIRIO, bacharela em Artes Visuais e graduanda em Música, com especialização em Gestão Pública da Cultura (UFAC). Dani conta que é a mente por trás do Grupo Experimental de Teatro de Rua e Floresta Vivarte, onde exerce a direção artística. Sua investigação foca na ancestralidade feminina, na cultura popular e nas artes do corpo e da voz como ferramentas de cura. Écio Rogério da CunhaAcreano, atua no Teatro e na Música desde 1979 em vários grupos, como: Grupo Brazinha, Fragmentos, Cirkistilo. Esquadrão da Vida, Orquestra de Violões de Brasília, O Barulho do Acre, Cia Visee & Versa. Em todos estes grupos, atua como ator e como diretor musical com várias dramaturgias sonoras. Em 2023 participou da exposição brasileira na Quadrienal de Praga - República Tcheca, que ganhou o Prêmio de Melhor Trabalho em Equipe. É compositor, arranjador e dramaturgo, tem 16 peças de Teatro, todas com dramaturgia sonora acentuada. Participou dos Audiovisuais Andrelino Caetano, o poeta da 6, Mauani, o silêncio de Maria, Rio Torto. É professor do ABI Teatro da Universidade Federal do Acre e é pesquisador das dramaturgias sonoras no teatro no Acre e diretor do Grupo Macaco Prego da Macaca Colorida.Marilia BomfimArte-educadora e atriz. Mestra em Artes Cênicas pela UFAC, é também especialista em Pedagogia do Lazer e Recreação no Tempo Livre pela Universidade Federal do Acre (UFAC, 1999) e em Ensino, Arte e Cultura pelo NACE/NUPAE da ECA-USP (2001), além de graduada em Pedagogia pela UFAC (2001) e licenciada em Teatro pela UAB/UNB (2011). É integrante fundadora do Grupo do Palhaço Tenorino (GPT), em Rio Branco-AC, desde 1991, onde trabalha como atriz, dramaturga e diretora teatral. Como contadora de histórias, dedica-se à valorização da tradição oral acreana, além de atuar como mediadora de oficinas para professores.Yuri Montezuma Ator, diretor e dramaturgo. Fundador da Cia Tanto de Lá Quanto de Cá. É licenciado em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Acre (UFAC) e mestre em Artes – Teoria e Prática pela mesma instituição. É criador e diretor do Festival Internacional do Circuito Amazônico de Teatro (FICATE). Atualmente, desenvolve pesquisas em teatro voltadas para a vida contemporânea.

PodeCircus
Ep. 110 - Carlos Sugawara

PodeCircus

Play Episode Listen Later Dec 26, 2025 8:44


E finalmente chegamos ao nosso último episódio da sexta temporada do PodeCircus. Essa temporada foi dedicada a ouvir formadores e refletir sobre o processo de se tormar um professor/formador/mestre. Para finalizar vamos com nosso último, mas não menos importate, convidado. Ele é artista e produtor com ampla atuação internacional, parceiro de casting do Cirque du Soleil desde 2009 e integrante do Fórum Nacional de Pareceristas. Formado em Música e Artes Cênicas pela UNESP e em Circo pela École Nationale de Cirque de Montréal, atua também em produções como o Ringling Bros e Aida Cruises. Possui pós-graduações em Personal Training e Educação Musical e Ensino de Arte. Com vocês, em nosso picadeiro sonoro, Carlos Sugawara!!!Para saber mais:https://www.instagram.com/carlos_sugawara/Conheça o Grupo Circus: https://linktr.ee/CircusFef

PodeCircus
Ep. 109 - Rodrigo Mallet Duprat

PodeCircus

Play Episode Listen Later Dec 22, 2025 7:31


E a sexta temporada do PodeCircus se aproxima do final. Hoje recebemos mais um professor/pesquisador vinculado ao grupo Circus. Ele é acrobata, malabarista, palhaço e ator. Atualmente, Professor Doutor do Departamento de Artes Cênicas do Instituto de Artes da Unicamp. Fundador e integrante da Cia Bravata de Circo e Teatro, membro do CIRCUS – Grupo de Pesquisa em Circo e da Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-Graduação em Artes Cênicas – ABRACE. Foi coordenador e professor da área circense da Escola do Futuro do Estado de Goiás em Artes Basileu França e professor de Circo no Circo da Cidade - Curitiba PR. Integrou a cia Los Circo Los (2004/2016). Pós-Doutorado, Doutor e Mestre em Educação Física pela Universidade Estadual de Campinas–UNICAMP. Atualmente, desenvolve pesquisas nas áreas de: corpo, linguagem e arte; circo e teatro de rua; pedagogia do circo; formação do profissional circense; comicidade, acrobacia, malabarismo, equilibrismo e mímica. Com vocês, em nosso picadeiro sonoro, Rodrigo Mallet Duprat!!!Para saber mais:https://www.instagram.com/rodrigomallet/ Conheça o Grupo Circus: https://linktr.ee/CircusFef

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Férias - 02/12/25 – O trabalho de cenografia no Distrito Federal

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Play Episode Listen Later Dec 19, 2025 171:51


Esta série de programas especiais será um espaço para dialogarmos sobre o mercado de trabalho existente para o/a profissional de cenografia em várias regiões brasileiras. Queremos conhecer sobre as diversas realidades existentes no país. Para isso, chamaremos alguns convidados e convidadas do Distrito Federal para compor essa “mesa” de diálogos.Heloisa Lyra BulcãoCenógrafa e figurinista, desde 1982, com atuação em teatro, dança, cinema e exposições. É pesquisadora e professora independente, com 2 pós-doutorados em educação (UERJ/CNPq e UERJ/Faperj) e doutorado em artes cênicas (UNIRIO). Autora dos livros Luiz Carlos Ripper para além da cenografia (FAPERJ, 2014) - indicado a prêmios APTR e Questão de Crítica - e Luiz Carlos Ripper: poesia e subversão (FUNARTE, 2016). Foi uma das curadoras da exposição brasileira na Quadrienal de Praga 2023, que recebeu o prêmio de Melhor Trabalho em Equipe na Mostra dos Países e Regiões. Maria CarmenÉ cenógrafa e figurinista há 53 anos, formada pela Escola de Belas Artes da UFRJ. Criou cenários e figurinos para mais de 100 peças teatrais e megaespetáculos de rua. Trabalhou no Rio com Aderbal Freire F.º, Cecil Thiré e Domingos de Oliveira, organizou o Departamento de Figurino da TVE e traduziu o livro "Espaço–Teatro" de Bepi Pastore. Especializou-se em arquitetura cênica na Itália, revitalizando 33 teatros históricos. Em Brasília, fundou o NAC, coordenou cursos do ESTEC, projetou o Teatro Goldoni e fundou o Atelier Cenográfico. Atuou como Coordenadora de Difusão Cultural da FUNARTE (2007-2009). Maíra CarvalhoÉ diretora de arte, produtora e pesquisadora desde 2002. Em seu currículo, tem cerca de cinquenta produções de conteúdo audiovisual, dentre longas-metragens, séries, telefilmes, curtas, além de dezenas de produções publicitárias, espetáculos teatrais e cenografias de eventos. Em maio de 2025, foi agraciada com a Sigla da Associação Brasileira de Cinematografia, assinando a partir de então como Maíra Carvalho, ABC.De 2006 a 2015, foi professora de audiovisual e direção de arte em faculdades do DF. É graduada em História e Mestre em Comunicação pela Universidade de Brasília, especialista em História e Estética do Cinema pela Universidad de Valladolid (Espanha) e em História da Arte pela Faculdade Dulcina de Moraes.É sócia criadora da produtora Quartinho Direções Artísticas e sócia da BRADA (Coletivo de Diretoras de Arte do Brasil) e da API (Associação das Produtoras Independentes) da ABC (Associação Brasileira de Cinematografia).Cyntia CarlaFigurinista, diretora, professora, circense, atriz, cenógrafa e maquiadora.  É professora efetiva na UnB- Universidade de Brasília, lecionando disciplinas em diferentes áreas com ênfase em maquiagem e figurino. Graduou-se como bacharel em artes cênicas e é mestra na linha de pesquisa poéticas contemporâneas com a dissertação “O Livro de Lilitt: a construção de um corpo performático”, ambos pela UnB – Universidade de Brasília. Doutora pela Universidade de Lisboa - Doutoramento em Artes (Artes Performativas e da Imagem em Movimento), com a tese “De Ponta-cabeça: Percursos Feministas No Circo”. Como figurinista, cenógrafa e maquiadora atuou principalmente na cidade da Brasília assinando mais de 60 projetos incluindo; dança, cinema, circo, teatro e ópera. Foi integrante e membro fundadora do grupo de teatro-circo “Trupe de Argonautas” no Brasil e do grupo Soul Circus Almada em Portugal.Roustang CarrilhoÉ multiartista, Mestre em Artes Cênicas pela UnB e Técnico em Canto Popular pela Escola de Música de Brasília. Referência como cenógrafo e figurinista no Distrito Federal, reúne mais de 25 anos de atuação em projetos de dança, música, cinema e teatro. Sua pesquisa articula estética, performance e processos colaborativos de criação.Atua também como diretor de palco e ator. Integra a Andaime Cia. de Teatro (desde 2008) e o Coletivo Antônia (desde 2010). Realizou trabalhos em Portugal, Nova York, Chile, México e Praga.

Alvorada Social
Alvorada Social - Processos seletivos do IBGE; Fecomércio MG está com inscrições abertas para a segunda edição do TRUPI

Alvorada Social

Play Episode Listen Later Dec 10, 2025 1:49


Terminam nesta quinta-feira as inscrições para dois processos seletivos do IBGE de nível médio; O Sistema Fecomércio MG está com inscrições abertas para a segunda edição do TRUPI – Festival Itinerante de Artes Cênicas.See omnystudio.com/listener for privacy information.

UFOP CAST
UFOP ENTREVISTA: 20 Anos do projeto CIA da Gente

UFOP CAST

Play Episode Listen Later Dec 5, 2025 28:44


O projeto de extensão da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), CIA da gente comemora 20 anos de atuação em 2025. A iniciativa desenvolve ações socioassistenciais que envolvem arte, educação e saúde em diversas instituições e comunidades de Ouro Preto, especialmente no distrito de Antônio Pereira. As atividades contam com a participação de estudantes bolsistas dos cursos de Farmácia, Medicina, Nutrição, Educação Física, Artes Cênicas, Música e História, além de envolver ativamente professores da Universidade. Nesse UFOP entrevista, conversamos com o coordenador do projeto o professor da Escola de Medicina (Emed), Aisllan Assis para conhecer e entender como o CIA da gente beneficia centenas de participantes e fortalece o vínculo entre arte e educação, contribuindo para a formação de cidadãos mais críticos e criativos.Ficha TécnicaProdução: Elis Cristina e Wasigton ReisEdição de Texto: Elis Cristina e Lucas PorfírioEdição de áudio e sonoplastia: Elis Cristina e Wasigton Reis

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Pesquisa Ep#26 - 28/10/2025 - Arquivos sonoros de teatro: ferramentas para pesquisa da sonoridade nas art. cênicas-Rafaella Uhiara

da ideia à luz

Play Episode Listen Later Nov 19, 2025 130:50


Rafaella Uhiara coordena o projeto de pesquisa “Arquivos Sonoros de Teatro”, desenvolvido no Centro de Documentação Teatral da Universidade de São Paulo (CDT-USP) com auxílio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). Docente credenciada ao Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade de São Paulo (PPGAC-USP), possui mestrado e doutorado em Estudos Teatrais pela Université Sorbonne Nouvelle e bacharelado em Artes Cênicas com habilitação em Direção Teatral pela USP.Como estudar os sons dos espetáculos do passado e do presente? Que palavras, documentos e métodos utilizar para pensar a sonoridade dos espetáculos? O projeto “Arquivos Sonoros de Teatro”, implementado em outubro de 2023 no Centro de Documentação Teatral da USP com auxílio da FAPESP (2022/15032-4), responde a essas necessidades básicas para a pesquisa sonora em artes cênicas. O projeto foi criado segundo uma demanda do Centro de Documentação Teatral quando ele adquiriu o acervo de Tunica Teixeira, sonoplasta que trabalhou durante 48 anos com os principais nomes do teatro paulista.Dada a extensão do trabalho, nossa equipe multidisciplinar e multinacional, com pesquisadores experientes e pioneiros na área, se organiza em torno de 4 eixos de trabalho: um primeiro dedicado ao vocabulário e aos conceitos do som do teatro; um segundo, ao estudo do processo de criação sonora, para que se compreenda quais arquivos são gerados, por quais agentes e como interpretá-los; um terceiro, ao estudo da constituição de acervos multimídia, que interrelacionam documentos em diferentes suportes, e, por fim, um quarto e último eixo é voltado para o uso de arquivos sonoros em cena e em processos criativos, estudo que visa aproximar os arquivos e as comunidades técnica e artística.Palavras chaves: Arquivos sonoros | Arquivos Teatrais | Documentação Teatral | história do teatro | Sonologia | sonoplastia | Sound Studies | Arquivos SonorosSite/Rede social do trabalho: Biblioteca Virtual da FAPESP - https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/113362/arquivos-sonoros-de-teatro-implementacao-de-uma-base-para-a-pesquisa-da-dimensao-sonora-em-artes-cen/Ficha de Colaboração:Pesquisadora Responsável (coordenadora): Rafaella UhiaraDireção do Centro de Documentação Teatral: Elizabeth Azevedo e Sérgio de CarvalhoArquivista Responsável: Ana Sara Cunha LaraDigitalização e Tratamento de Áudio: Miguel Diaz AntarPesquisador Visitante: César Lignelli (UnB)Bolsistas de Pós-Doutorado: Ana Cristine Wegner e Luiz Paulo Pimentel de Souza Bolsistas de Doutorado: Ísis Arrais Padilha e Renata Simões SoaresBolsistas de Mestrado: Amanda Ferraresi Nascimento e Eduardo Duarte Joly Bolsistas de Iniciação Científica: Gabriel Wander Maas da Silva, JoãoAlexandre Simões Banietti, José Kauã de Amorim, Juliana Álvares Veríssimo, Polyana Alves Araujo Silva e Tarsila de Oliveira TrevisanBolsistas (Tratamento dos Arquivos): João Pedro Cabral Faria, Marcella Ishii Costa Duarte, Ozzy Ferreira de Araújo e Lorenna Peixoto VerzaPesquisadores Associados: Aline Filócomo Moreira (UNESP);Angeliki Poulou (Universidade de Atenas); Berilo Luigi Deiró Nosella (UFSJ); Carlos José Ferreira dos Santos (UESC); Chloé Larmet (Université Paris-Nanterre); Eric Lewis (McGill University); Fábio Cardozo de Mello Cintra (USP); Fernando de Oliveira Magre (FAMES); Francisco Mendes de Freitas Leal (sonoplasta); Jose Augusto Mannis (UNICAMP); José Batista Dal Farra Martins (USP); José Geraldo Vinci de Moraes (USP); José Raul Córdula Teixeira (USP); Ligia Souza de Oliveira (Unicamp); Manuel Silveira Falleiros (Unicamp); María Denise Cobello (Universidad Nacional de las Artes);Marie-Madeleine Mervant-Roux (THALIM - Centre National de la Recherche Scientifique); Marilia Velardi (USP); Melissa Lynn Van Drie (Orpheus Instituut); Noemie Fargier (THALIM); Rogério Luiz Moraes Costa (USP); Sayonara Sousa Pereira (USP); Wania Mara Agostini Storolli (Unesp)

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Criação Ep#196 - 14/10/2025 - Sol Zofiro e a criação da caracterização para o curta-metragem “Um vestido para ver a mamãe”

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Play Episode Listen Later Oct 29, 2025 129:43


Sol Zofiro é Mestre em Ensino de Artes Cênicas pela UNIRIO, maquiartista, figurinista e artista da cena. Trabalha como docente desde 2001. Lecionou maquiagem e figurino nos cursos técnicos Figurino Cênico, Teatro e Artes Circenses, do eixo Tecnológico, Produção Cultural e Design do Centro Interescolar Arte, Cultura, Linguagens e Tecnologia – CICALT/SEEMG, onde também atuou na fundação e na coordenação do Curso de Figurino Cênico, no Curso Figurinista do Palácio das Artes/CEFART e FUNEC. Atua como maquiartista desde 1999, atuando principalmente em espetáculos cênicos (teatro e ópera), no audiovisual e na dança.“O curta-metragem “Um Vestido para ver a Mamãe”, é um filme de Karen Suzane, com produção da Limonada Audiovisual, coprodução da Filtro Filmes e com mais uma equipe maravilhosa que contribuiu imensamente para o nascimento desse projeto.O filme é um drama, com tom de surrealismo, no qual a protagonista Márcia resiste pela ausência de sua mãe durante quatro meses. Ela então se vê sozinha nas tarefas domésticas e no cuidado com seus irmãos. Esse momento marca profundamente sua forma de viver e de valorizar a presença e existência da mulher. Uma história, sobretudo sobre afeto e conexão entre mãe e filha.” (Karen Suzane, 2025)“Este filme conta uma história real, que aconteceu com a família da própria diretora. Com um tom surrealista e sensível, o filme conta a história de Márcia, uma criança de 10 anos que se vê diante dos desafios de cuidar de casa, quando sua mãe é hospitalizada com uma infecção viral comum nos anos 70. O filme aborda temas como infância, saudade e desigualdade de gênero, culminando em uma reviravolta que traz um raio de felicidade à protagonista." (Limonada Audiovisual)Ficha Técnica:Diretora criativa: Karen Suzane @‌karen.suzane1AD: Samuela Fávero @‌samuelfaveroAD: Lucas Tunes @‌lucastunesbFotográfo: Gustavo Barske @‌gustavobarskeFoquista: Renan Távora @‌renan.tavoraAssistente de câmera: Guilherme Jardim @‌guilhermejdmElétrica: Washington Henrique @‌ursocineDiretora de som: Yara Tôrres @‌yatosomPreparação de elenco: Bruna Chiaradia @‌brunachiaradiaElenco: Yasmin Castro, Talita Braga, Sofia Ramalho, Thaes Barbosa Matheus Smith, Gabriela Itelvino, Digo CorreaDireção de arte: Vic Estevs @‌vicestevsProdução de objetos: Labibe Araujo @‌labibearaujoMaquiagem e cabelos: Sol Zofiro @‌solzfAssistente de Maquiagem: Thais Lorena @‌thaislorenapsApoio de maquiagens: @‌catharinehilloficial @‌idea.atelieFigurino: Clarice RenaProdução executiva: Iasmim Marques @‌iasmim_marquesssProdução de set: Amanda Maga @‌mandy_magaApoio: @‌limonadaaudiovisual @‌centralmotos.mgPatrocínio: @‌mgsadm_oficialEstagiaries: Dario Reis, Tepha Nascimento, Jessica JeSite/Rede social do trabalho:  @‌solzofiro_maquiagens @‌limonadaaudiovisual (produção do filme)Gênero: Vídeo

Rádio Gazeta Online - Podcasts
Claquete Gazeta (Júlio Paulucci)

Rádio Gazeta Online - Podcasts

Play Episode Listen Later Oct 24, 2025 63:31


Nesta edição, você acompanha a entrevista com o ator, comediante, músico e criador de conteúdo Júlio Paulucci.Durante o bate-papo, o convidado disse se sente pressionado a ser sempre engraçado. Além disso, ele contou em que momento descobriu sua veia humorística no curso de Artes Cênicas e como é trabalhar ao lado de Defante.

da ideia à luz
Criação Ep#194 - 23/09/2025 - Séphora Silva e a criação da cenografia para o espetáculo "Um minuto para dizer que te amo"

da ideia à luz

Play Episode Listen Later Oct 22, 2025 136:30


Séphora Silva é arquiteta (UFPE) com vasta experiência no campo das Artes Cênicas e Audiovisual, onde atua principalmente como diretora de arte e cenógrafa. Fez direção de arte para varios longas e no teatro fez cenografia para diversas produções pernambucanas, entre elas a peça “Um minuto para dizer que te amo”(Dir. Rudimar Constâncio). Já ganhou prêmios de cenografia e direção de arte, tanto no cinema quanto no teatro."Um minuto para dizer que te amo" é um espetáculo que aborda a doença de Alzheimer através de duas histórias entrelaçadas, focando no impacto do amor e da perda, mas sem se deter na doença em si. A peça, que conta com música ao vivo, atuações marcantes, iluminação e cenários delicados, foi premiada nacionalmente e propõe uma reflexão poética sobre a memória, a vida, as relações familiares e o tempo.Ficha Técnica:Texto: Luiz de Lima NavarroEncenação: Rudimar ConstâncioElenco: Carlos Lira, Célia Regina Rodrigues Siqueira, Vanise Souza, Edes di Oliveira, Douglas Duan e Lucas FerrDramaturgia e cenas adicionais: Moisés Monteiro de Melo NetoAssistente de direção e partitura do ator: Sandra PossaniPartitura do corpo: Paulo Henrique FerreiraPartitura da voz do ator: Leila FreitasDireção musical, músicas originais e arranjos: Samuel LiraDireção de Arte, Cenografia, figurinos e adereços: Séphora SilvaMaquiagem e visagismo: Vinicius VieiraProjeto de luz e execução: João Guilherme de PaulaProgramação visual: Claudio LiraOrientação da pesquisa e organização do programa: Rudimar ConstâncioRevisão dos textos: Acrimôri AraújoCenotécnico e contrarregra: Elias VilarExecução de cenário, adereços e figurinos: Manuel CarlosPintura da malha do espectro: Altino FranciscoCostureiras: Helena Beltrão, Irani Galdino e Ana Paula TavaresSerralheiro: Israel GaldinoDireção de produção: Ana JúliaDireção geral: Rudimar ConstâncioRealização: Grupo Matraca de Teatro/Sesc PiedadeGênero: Teatro

BINGO!
MARCUS GROZA | AUTOR DE "GOIÁS", ROMANCE VECEDOR DO PRÊMIO SESC DE LITERATURA (PLIN Talks #009)

BINGO!

Play Episode Listen Later Oct 17, 2025 42:55


Marcus Groza é poeta, dramaturgo, professor e encenador. Com formação em Filosofia pela USP e doutorado em Artes Cênicas pela UNIRIO, ele é um artista completo.Groza já teve suas obras encenadas no teatro e concebeu espetáculos de dança-teatro. Sua poesia cruzou fronteiras, sendo apresentada em festivais no México e no programa 'Manos e Minas', da TV Cultura.Em 2025, ele alcançou um enorme feito: venceu o Prêmio Sesc de Literatura na categoria Romance com seu livro 'Goiás', consolidando seu talento também na prosa.=

Jornal da USP
Cultura na USP #107: O acervo e as pesquisas do Centro de Documentação Teatral

Jornal da USP

Play Episode Listen Later Oct 16, 2025 57:19


O espaço acadêmico de custódia foi criado no Departamento de Artes Cênicas da Escola de Comunicações e Artes (ECA)

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Livro Ep#21 - 26/08/2025 - Sons e(m) Cena: parâmetros do som - Tomo I - César Lignelli

da ideia à luz

Play Episode Listen Later Oct 15, 2025 106:14


César Lignelli é professor de voz e performance do Departamento de Artes Cênicas da UnB. Atualmente César coordena e lidera grupos, projetos de pesquisa e periódicos acadêmicos, além de ser membro de associações e autor de dezenas de artigos. É autor do livro “Sons e(m) Cenas” e coorganizador do livro “Práticas, Poéticas e Devaneios Vocais”. Dentre as produções destaca-se o espetáculo “DeBanda” e o longa-metragem de animação “O Sonho de Clarice”, premiado internacionalmente.Os sons povoam a vida dos ouvintes. Provocam infindas sensações, mas também a indiferença de suas presenças. Manifestar-se sonoramente com palavras, requer escuta, vontade, organização de pensamento e sagacidade em como se dizer o que se quer dizer, considerando para quem e onde se diz. No ato, essas dimensões dão a sensação de ocorrer praticamente em simultaneidade, num fluxo complexo e vertiginoso dos trânsitos que vão do desejo ao discurso. Sons e(m) Cena: parâmetros do som destina-se a qualquer pessoa que tenha interesse nesses jogos que permeiam corpos, sonoridades e efeitos. De forma acessível, o livro apresenta conceitos e práticas pedagógicas ponderadas por aspectos sociais, históricos, artísticos, anátomo-fisiológicos, físicos e tecnológicos que nos tecem. Didaticamente, letras são entremeadas por imagens e possíveis acessos a vídeos demonstrativos, num esforço contundente de dar atenção e alcance às intensidades, frequências, timbres, ruídos, durações e ritmos presentes em qualquer balbucio, palavra, trovão, canto.

Naruhodo
Naruhodo Entrevista #52: Gustavo Sol

Naruhodo

Play Episode Listen Later Sep 29, 2025 154:45


Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez do ator, diretor e pesquisador, com bacharelado em Artes Cênicas, mestrado em Comunicação e Semiótica e doutorado em Artes Cênicas, Gustavo Sol.Só vem!>> OUÇA (154min 45s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*Gustavo Garcia da Palma, que se autodenomina Gustavo Sol, é performer, ator, diretor e pesquisador, atuando também como professor de teatro e preparador de atores para cinema, teatro e dança.Pesquisa a relação entre computação, neurociência e performatividade, utilizando técnicas de biosensoriamento como Near Infrared Espectroscopy (NIRS), Eletroencefalografia (EEG), Eletrocardiografia (ECG), Eletromiografia (EMG), Resistência Galvânica da Pele (GSR) entre outras, para coletar dados durante a performance como interface cérebro máquina em ambientes poéticos multimídia.​É Pós Doutorando pela UFABC, Programa de Neurociência e Cognição, no Laboratório de Neurociências Aplicadas, sob a supervisão de João Ricardo Sato.​É Doutor pela ECA/USP (2013 - 2017 - bolsa CAPES), sob orientação do Dr. Luiz Fernando Ramos. Fez Doutorado Sanduíche na Universidade Paul-Valery Montpellier III, em 2016, com curso em Berlim (Alemanha) sobre Dramaturgia Digital com a equipe criadora do software Isadora (Troika Tronix), além de estágio no Centro de Epilepsia de Zurique (EPI Klinik, Zurich, Suíça, 2016). Ainda em 2016, elaborou residência artística junto com Daniel Romero, artista multimídia e diretor do Laboratório de Artes e Tecnologia no hTh - CND, Montpellier, França. Seu trabalho performático "Objeto Descontínuo" (2013) utiliza um equipamento de EEG como interface cérebro computador para interagir com os elementos multimídia (sons e vídeos) através do sensoriamento neuronal ao vivo. Assuntos que marcam seu processo criativo são as narrativas e memórias autobiográficas e ficcionais associadas à situações de alteração de consciência como procedimentos para uma dramaturgia digital (DDL). É Mestre pela PUC/SP, (Orient. Helena Katz, 2008), e sua dissertação leva o título de Estados Alterados de Consciência em Artemídia: o papel do corpo no trabalho do ator.​Fez Bacharelado em Artes Cênicas na UNICAMP - Universidade Estadual de Campinas (2000), foi orientado por Eusébio Lobo e Luiz Monteiro Jr.​Atualmente é pesquisador colaborador do Laboratório de Pesquisas em Robótica e Reabilitação (LABORE), do Instituto Federal de São Paulo que tem parcerias com a Escola de Engenharia de São Carlos da USP, com a Associação de Assistência à Criança com Deficiência (AACD) e com a Imperial College London, Londres, UK.​Possui trabalhos em Cinema, destacando-se como ator em Instruções Para Matar Maíra (2011), dose única (2007), O Pracinha de Odessa (2013 - gravado em Russo) e Popókas (2009 - ganhador do prêmio de melhor ator no Aruanda Fest e também gravado em Russo).Lattes: http://lattes.cnpq.br/1414652576334230Site Pessoal: https://www.gustavosol.com.br/*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo

SENTA DIREITO GAROTA!
#217 • SABERES ONÍRICOS | Com Joana Kannenberg

SENTA DIREITO GAROTA!

Play Episode Listen Later Sep 26, 2025 56:38


Nesse episódio, Juliana Amador recebe Joana Kannenberg, atriz, escritora e criadora do projeto @roda.sonhos, dedicado à investigação da potência criativa dos sonhos. Formada em Artes Cênicas, Joana integra o elenco da série Pedaço de Mim (Netflix) e de Necrópolis (Globoplay), além de ter atuado na peça Onde Vivem os Bárbaros. Como escritora, lançou o livro Portal, em parceria com a Cadernicos, e criou a série autoral Lúcida, premiada no Rio WebFest e exibida em festivais internacionais. Também roteirizou o curta Noturna, selecionado para o Festival do Rio. Sua pesquisa parte da convicção de que os sonhos são um caminho potente para a criatividade e para novas criações. Esse programa é completamente independente e precisa muito da colaboração de vcs para seguir nessa luta incansável, vem apoiar a gente para ampliar as vozes de diversas mulheres. ✅ APOIA-SE: https://apoia.se/sentadireitogarota ✅ FACEBOOK: https://www.facebook.com/profile.php?id=61558474657149 ✅ INSTAGRAM: https://www.instagram.com/sentadireitogarota/?hl=pt ✅ TIKTOK: https://www.tiktok.com/@sentadireitogarota?_t=8nYG2q5V72L&_r=1 ✅ @sentadireitogarota ✅ @jujuamador ✅ @joanakannenberg #podcastfeminista #lugardemulheréondeelaquiser #sentadireitogarota #lutecomoumagarota #feminismo #fortecomoumamãe#podcast #podcastbrasil #videocasting #videocast #PodcastFeminista #Feminismo #Antirracismo #FeminismoInterseccional #empoderamentofeminino #MulheresPodcasters #PodcastsDeEsquerda #JustiçaSocial #IgualdadeDeGênero #ResistênciaFeminista #MovimentosSociais #Diversidade #Inclusão #EquidadeRacial #VozesFemininas #MulheresNoPodcast #LutaAntirracista #PolíticaDeEsquerda #FeministasUnidas #HistóriasDeMulheres #Feminismo #Antirracismo #FeminismoInterseccional #JustiçaSocial #empoderamentofeminino #DireitosDasMulheres #IgualdadeDeGênero #LutaAntirracista #PolíticaDeEsquerda #MovimentosSociais #Diversidade #Inclusão #EquidadeRacial #FeministasUnidas #ResistênciaFeminista #fofoca #fofocas #fofocasdosfamosos Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

da ideia à luz
Criação Ep#189 - 05/08/2025 - Eduardo Andrade e Morgana Mafra na criação da cenografia para a peça "Aquela que eu (não) fui"

da ideia à luz

Play Episode Listen Later Sep 24, 2025 113:43


"Aquela que eu (não) fui" é um espetáculo da Cia. Luna LuneraEduardo Andrade possui graduação em Arquitetura e Urbanismo e Mestrado em Artes pela UFMG, Doutorado em Artes Cênicas pela UFRJ, com sanduíche na Columbia University (EUA) pelo CNPq. Tem experiência nas áreas de Arquitetura e Artes, com ênfase em Cenografia, tendo desenvolvido dezenas de trabalhos para teatro e dança, além de algumas produções em cinema e TV (portifólio disponível no site www.edandrade.com.br). Recebeu diversas indicações e prêmios na área e teve a oportunidade de participar de festivais e montagens em variadas localidades do país e do exterior. Desde 2008 é professor efetivo da Escola de Belas Artes da UFMG, onde coordena o Laboratório de Cenografia e Iluminação Cênica (LIC), atuando na pesquisa e no ensino na área da realização plástica do espetáculo. É cofundador e líder do Grupo de Pesquisa "Barracão - Cenografia e outras práticas espaciais cênico-performáticas" que investiga a prática da cenografia e sua relação com os elementos constituintes do discurso cênico. Integra o quadro docente do Programa de Pós-Graduação em Artes da UFMG, atuando na linha de Pesquisa Poéticas Tecnológicas. Suas pesquisas envolvem o campo da iluminação cênica, o uso de tecnologias na cena e, mais especificamente, as noções de teatralidade e performatividade aplicadas às artes visuais e à cenografia teatral. É autor do livro "O espaço encena: teatralidade e performatividade na cenografia contemporânea", fruto de sua tese de doutorado, laureada com Menção Honrosa no Prêmio Capes de Tese 2020.@‌edsandrade | edandrade.comMorgana Mafra é artista, pesquisadora e professora de dança e performance. Doutora em Artes, na linha de Artes Cênicas, pela UFMG (2024) e mestre em Estudos de Linguagens pelo CEFET-MG (2018), onde investigou corpo e performance, é também graduada em Artes Plásticas pela Escola Guignard–UEMG (2013), com habilitação em fotografia e escultura. Sua formação atravessa a dança contemporânea, com ênfase na improvisação e na educação somática. Sua pesquisa e criação se dão no entrelaçamento de linguagens — dança, performance, videodança, videoperformance, fotografia, escultura, instalação, peças sonoras — e também cenografia e direção de arte —, explorando o corpo como lugar de escuta e composição. Trabalha com estruturas improvisadas e procedimentos que emergem da interação entre gesto, matéria e forças ambientais, em diálogo com objetos e materialidade que atravessam o corpo e a cena. É idealizadora e coordenadora do projeto transdisciplinar Residir a Cava, que reúne artistas e pesquisadores em territórios minerados para criar a partir das relações entre corpo e paisagem.Release: O espetáculo revela momentos decisivos na vida de pessoas que não conseguiram esconder o que sentiam, expondo suas emoções no exato momento em que se manifestaram. Quando o sentimento se torna palavra, não há como silenciar – quem se cala, falha. Ao longo da trama, acompanhamos gestos de coragem de indivíduos que se recusaram a aceitar uma vida insatisfatória, buscando sempre a verdade em seus próprios corações.Ficha Técnica:Concepção: Cia. Luna LuneraDramaturgia: Diogo LiberanoDireção: Isabela Paes, Lucas Fabrício, Marina Arthuzzi, Vinícius ArneiroAssistência de direção: Zé Walter AlbinatiAtuação: Cláudio Dias, Joyce Athiê, Marcelo Soul, Renata PazConcepção cenográfica: Ed Andrade e Morgana MafraAssessoria de cenografia: Matheus LukashevichEstagiária de cenografia: Isabella SaibertCenotecnia: Nilson Santos e Artes Cênica Produções LTDAMontagem de cenário: Henrique Fonseca e Israel SilvaIluminação: PRISMA – Marina Arthuzzi, Rodrigo Marçal, Wellington Santos (Baiano)Operação de luz: PRISMAFigurino: Marney HeitmannAssistente de figurino: Vinicius de AndradeCostureira: Maria Vieira LimaDireção de movimento e preparação corporal: Eliatrice GischewskiAmbientação sonora: Daniel NunesOperação de som: Matheus Fleming@‌cia.lunalunera.oficial

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#216 • O CÉU NO MEIO DA CARA | Com Júlia Portes

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Play Episode Listen Later Sep 19, 2025 43:25


Nesse episódio, Juliana Amador recebe Júlia Portes, atriz e escritora, finalista do Prêmio Jabuti com o livro O céu no meio da cara. Formada em Artes Cênicas, Júlia integra o elenco da série Emergência Radioativa, com direção de Fernando Coimbra e Iberê Carvalho, e já foi premiada como Melhor Atriz e Melhor Texto no Festival de Teatro do Rio. Entre literatura, teatro e audiovisual, sua trajetória é marcada por força criativa e pela busca de novas formas de contar histórias. Atualmente, está em cartaz com a peça Noite de Estreia, em parceria com o músico Frederico Santiago e a poeta e diretora Gabriela Perigo. Além disso, ela ministra imersões de criação e escrita e ensaia o espetáculo baseado em seu livro, que estreia no Rio de Janeiro em dezembro de 2025, com direção de Caio Riscado. Esse programa é completamente independente e precisa muito da colaboração de vcs para seguir nessa luta incansável, vem apoiar a gente para ampliar as vozes de diversas mulheres. ✅ APOIA-SE: https://apoia.se/sentadireitogarota ✅ FACEBOOK: https://www.facebook.com/profile.php?id=61558474657149 ✅ INSTAGRAM: https://www.instagram.com/sentadireitogarota/?hl=pt ✅ TIKTOK: https://www.tiktok.com/@sentadireitogarota?_t=8nYG2q5V72L&_r=1 ✅ @sentadireitogarota ✅ @jujuamador ✅ @julia_portes #podcastfeminista #lugardemulheréondeelaquiser #sentadireitogarota #lutecomoumagarota #feminismo #fortecomoumamãe#podcast #podcastbrasil #videocasting #videocast #PodcastFeminista #Feminismo #Antirracismo #FeminismoInterseccional #empoderamentofeminino #MulheresPodcasters #PodcastsDeEsquerda #JustiçaSocial #IgualdadeDeGênero #ResistênciaFeminista #MovimentosSociais #Diversidade #Inclusão #EquidadeRacial #VozesFemininas #MulheresNoPodcast #LutaAntirracista #PolíticaDeEsquerda #FeministasUnidas #HistóriasDeMulheres #Feminismo #Antirracismo #FeminismoInterseccional #JustiçaSocial #empoderamentofeminino #DireitosDasMulheres #IgualdadeDeGênero #LutaAntirracista #PolíticaDeEsquerda #MovimentosSociais #Diversidade #Inclusão #EquidadeRacial #FeministasUnidas #ResistênciaFeminista #fofoca #fofocas #fofocasdosfamosos Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Sala TUSP
SALA TUSP #58 : GRUPO DE TEATRO DA ESCOLA POLITÉCNICA DA USP com Néia Barbosa

Sala TUSP

Play Episode Listen Later Sep 11, 2025 45:55


SALA TUSP #58 - GRUPO DE TEATRO DA ESCOLA POLITÉCNICA DA USP com Néia BarbosaO GTP – Grupo de Teatro da Poli é um grupo de teatro não profissional que existe desde a década de 40, na Escola Politécnica da USP e pertence ao Departamento de Cultura do Grêmio Politécnico. O Grêmio atualmente é o sustentáculo financeiro do GTP, pois propicia a remuneração necessária aos profissionais da área de artes cênicas que faz parte do Grupo: uma coordenadora e quatro diretores de núcleo. Desde 2011 o GTP é coordenado por Néia Barbosa. Néia Barbosa é formada em Relações Públicas, na Faculdade Cásper Líbero, mestre em Comunicação e Mídia e possui pós graduação em Psicodrama eе Artes Cênicas. Atua como coordenadora de relação sócioemocional no GTP - Grupo de Teatro da Poli/ Universidade de São Paulo. Trabalhou, entre outras faculdades, no Insper - Ensino Superior em Negócios, Direito e Engenharia, desde 2018 a 2023, na área de Softskills, Relação sócio emocional, Storytelling e Comunicação Corporativa. Tem uma trajetória que abrange experiências em diversas áreas, desde instituições acadêmicas e nas artes cênicas até gestão de negócios.Os Causos do Cadopô - podcast do Grupo de Teatro da Poli

Manda Notícias
EP #02 | Criativos da Quebrada | Artes Cênicas e Literárias com Ademir Almeida, Juninho e Suzi Soares

Manda Notícias

Play Episode Listen Later Sep 11, 2025 81:49


No segundo episódio de “Criativos da Quebrada”, três vozes que transformam a arte em instrumento político e de resistência falam sobre como a cultura e o entretenimento podem ser ferramentas de ativismo nas periferias. Ademir Almeida, integrante da Brava Companhia, compartilha sua experiência no teatro popular e na pesquisa sobre a cena ativista brasileira. Juselicio Junior, mais conhecido como Juninho, que é jornalista e diretor editorial da Dandara Editora, traz a perspectiva das batalhas de slam e da literatura periférica como espaços de mobilização social. Já Suzi Soares, produtora cultural e uma das criadoras do Sarau do Binho, relembra sua trajetória e a importância de fortalecer a literatura e os saraus na zona sul.Com apresentação de Gisele Alexandre, o episódio mergulha em histórias e reflexões sobre como a arte resiste, provoca e constrói caminhos de transformação social.Ficha técnicaApresentação e Direção de Jornalismo: Gisele AlexandreDireção Audiovisual: Raquel Hisse e Luanna SampaioFilmmaker: Beatriz RibeiroAssistente de Áudio: Ingrid HoraPesquisa e editorial: Carolina RosaFotografia: Roberta CarvalhoProdução: Rose Martins e Regiane LimaIdentidade visual: Ariane de Oliveira

Podcast MiranteFM 96,1
PLUGADO #425 - Jovens atrizes representam o Maranhão em festival na Bahia

Podcast MiranteFM 96,1

Play Episode Listen Later Sep 4, 2025 13:12


O grupo teatral Narra(iz), formado pelas atrizes Mariana Madeira, Nicolle Duarte e Sofia Cartágenes, foi selecionado para participar do FESTAC Ano 7 – Festival Estudantil de Artes Cênicas da Bahia, que ocorre entre os dias 8 e 14 deste mês, em Salvador (BA). Em entrevista ao quadro TROCA DE IDEIA, no PLUGADO na MIRANTE FM, Mariana, Nicolle e Sofia afirmaram que a participação marca um importante momento de projeção do teatro maranhense em um

Desculpa o Audio Longo
#127 - A face humana de uma trilogia involuntária

Desculpa o Audio Longo

Play Episode Listen Later Sep 3, 2025 50:43


No episódio de hoje conversamos sobre a nossa humanidade tão bem retratada nos livros da escritora Aline Bei. Para tanto, nada melhor que conversar com a própria Aline! Aline Bei é formada em Letras pela PUC-SP, em Artes Cênicas pelo Teatro Escola Célia-Helena e pós-graduada em Escritas Performáticas pela PUC-RIO. O peso do pássaro morto, finalista do prêmio Rio de Literatura e vencedor do prêmio São Paulo de Literatura e do prêmio Toca, é o seu primeiro livro. Foi traduzido para o francês pela editora Aldeia em 2022 e adaptado para o Teatro por Helena Cerello, com direção de Nelson Baskerville.Em 2021 lançou seu segundo livro, Pequena Coreografia do Adeus, pela Companhia das Letras. O romance foi finalista do prêmio Jabuti e do prêmio São Paulo de Literatura e já vendeu mais de 140 mil cópias. Está sendo adaptado para o teatro por Tarcila Tanhã, foi adaptado para uma videodança por Georgia Palomino e Suzane Rossan e será adaptado para um espetáculo de Flamenco por Elissandro Aquino. As obras estão com os direitos reservados para o cinema.Em julho de 2025 lançou seu novo romance pela Companhia das Letras, Uma delicada coleção de ausência.Que currículo, não? Dê o play, que temos certeza que vocês vão amar essa conversa!Quer estar por dentro de todos os eventos, cursos e muito mais que o IEP realiza? Entre no @iep_rp e fique por dentro.Quer fazer inscrição para a Quinta edição da Jornada de Psicanálise da USP de Ribeirão Preto? Entre no @jornadadepsicanaliseusprp e saiba mais.Styling: @cordui.ferborgesTenha sua marca registrada pela @sabiamarcasepatentes . Com o cupom AudioLongoSabiá10 você tem 10% de desconto!Apoie o Desculpa o Áudio Longo: www.catarse.me/desculpaoaudiolongo ou PIX: desculpaoaudiolongo@gmail.com

da ideia à luz
FÉRIAS - 29/07/2025 - O Trabalho de Cenografia no Goiás

da ideia à luz

Play Episode Listen Later Aug 29, 2025 176:13


Esta série de programas especiais será um espaço para dialogarmos sobre o mercado de trabalho existente para o/a profissional de cenografia em várias regiões brasileiras. Queremos conhecer sobre as diversas realidades existentes no país. Para isso, chamaremos alguns convidados e convidadas no Goiás para compor essa “mesa” de diálogos.- Vanessa Cássia Rodrigues Silva, nome artístico Vanessa Croft, é multiartista, goiana, doutoranda no programa de Pós- Graduação em Artes, Culturas e Tecnologias - (MEDIALAB UFG), mestra pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena na linha de pesquisa em Estudos transversais em teatro, dança e direção de Arte pela Universidade Federal de Goiás, bacharel em Direção de Arte pela mesma Universidade. Também foi professora no curso de Direção de Arte e Artes Cênicas na Universidade Federal de Goiás – UFG - 2016/2017 e na Escola do Futuro em Artes Basileu França. Atuou como diretora de arte no Primeiro Festival Internacional de Ópera de Goiânia (2018), e teve seu trabalho de mestrado selecionado e exposto na Quadrienal de Praga (2023), evento dedicado à arte da cenografia no mundo.- Carolina Mendes é diretora de arte e cenógrafa, com atuação em cinema, publicidade e cenografia. Formada em direção de arte pela UFG e pós-graduada em design de ambientes, tem trabalho e pesquisa focada na criação universos visuais que conectam narrativas, sensações e experiências. Atualmente, lidera o departamento de arte da produtora audiovisual Plural Imagem e Som, em Goiânia.- Luis Guilherme Barbosa dos Santos é Arquiteto e Urbanista, Mestre e Doutor em Performances Culturais (UFG), orientado pelo Prof. Dr. Robson Corrêa de Camargo (mestrado e doutorado). Atua como professor na Escola do Futuro de Goiás em Artes Basileu França, em Goiânia, no Curso Superior de Tecnologia em Produção Cênica. Professor das disciplinas Laboratório de Espaço Cênico, Cenografia e as Novas Tecnologias, Teorias da Arte e Fotografia. Pesquisa relações entre Arquitetura e Cenografia a partir do encenador britânico Edward Gordon Craig, do arquiteto franco-suíço Le Corbusier e do arquiteto e professor finlandês Juhani Pallasmaa. Nessa interdisciplinaridade: observações, reflexões e práticas para teatro em suas possibilidades técnicas, artísticas, históricas, materiais, multissensoriais e simbólicas, também a partir de croquis esquemáticos e maquetes volumétricas para cenografia teatral.- Johnathan Gonçalves tem 8 anos de experiência no mercado de cenografia, atuando como cenotécnico. Nesse tempo, trabalhou diretamente na montagem de cenários para comerciais de publicidade e vídeo clipe, contribuindo para produções de diferentes portes e estilos.Sua atuação vai desde a leitura dos projetos cenográficos até a execução prática, com foco em agilidade, acabamento, segurança e fidelidade ao conceito criativo. Já participou de trabalhos para marcas nacionais e internacionais, sempre em parceria com a direção de arte- Wagner Gonçalves é cenógrafo.

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FÉRIAS - 22/07/2025 - O Trabalho de Cenografia no Paraná

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Play Episode Listen Later Aug 28, 2025 147:20


Esta série de programas especiais será um espaço para dialogarmos sobre o mercado de trabalho existente para o/a profissional de cenografia em várias regiões brasileiras. Queremos conhecer sobre as diversas realidades existentes no país. Para isso, chamaremos alguns convidados e convidadas do Paraná para compor essa “mesa” de diálogos.- Ivana Lima é É artista visual, bacharel em Gravura pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná (Embap, 2008). Iniciou seu percurso artístico aos 14 anos, estudando pintura com Luis Carlos Andrade Lima e Ronald Simon, e desde 1997 frequenta os ateliês do Museu da Gravura Cidade de Curitiba, onde atualmente também atua como orientadora no ateliê de xilogravura. Teve orientação de importantes nomes como Ana Gonzalez, Nelson Hohmann, Andréia Las e Denise Roman, espaço que também proporcionou a aproximação com o saudoso artista Carlos Henrique Tullio, resultando na colaboração com o projeto Jardim das Esculturas, da Sociedade Giuseppe Garibaldi.- Paulo Vinícius é artista de teatro (cenógrafo, figurinista, ator e diretor) desde 1990. Multiartista, sua formação ocorreu de maneira transdisciplinar, com trabalhos realizados na Moda, no Cinema, nas Artes Visuais, na Dança, na Música e, principalmente, no Teatro. Atuante em Curitiba desde 2004, já trabalhou com diferentes artistas, coletivos, diretores e companhias. Professor na universidade desde 2014, ministrou diferentes disciplinas na área do Design Cênico. Sua pesquisa acadêmica está focada no desenvolvimento de projetos cenográficos e seus diferentes processos criativos, entrelaçando teoria e prática, através de metodologias específicas de ensino-aprendizagem para a disciplina de Cenografia. É graduado em Filosofia pela UNESP, graduado em Artes Cênicas pela UNESPAR, especialista em Cenografia pela UTFPR, mestre em Filosofia e doutor em Educação pela PUCPR. No decorrer da sua trajetória já recebeu importantes prêmios por sua prática artística. Seu portfólio pode ser visitado no endereço www.figurinoecena.ato.br@‌pv_paulovinicius - Eduardo Giacomini é ator, figurinista, cenógrafo e produtor com atuação profissional contínua há mais de 30 anos. Formado em Artes Cênicas pela PUC-PR, é especialista em Teatro pela FAP-PR. Fundou, ao lado da artista Olga Nenevê, o Grupo Obragem, cuja pesquisa cênica é centrada no intérprete criador, com ênfase nos registros autênticos de corpo e voz.Desde 1995, Giacomini assina figurinos, cenários e adereços para espetáculos de teatro, dança, ópera e circo, em parceria com diversas companhias e produtoras de Curitiba. É autor dos livros de figurinos Alegorias da Alteridade (2003) e Alegorias da Alteridade – Figuras Santificadas (2023), obras que elaboram um diálogo entre a indumentária cênica, o mito e as culturas tradicionais do Paraná, a partir de lendas indígenas e personagens do imaginário popular.Reconhecido por sua contribuição ao teatro paranaense, foi homenageado em 2021 em cerimônia solene da Câmara Municipal de Curitiba. Também é atuante no movimento de teatro de grupo da cidade e nas discussões sobre a democratização do acesso à arte e à cultura.@‌giacomini.eduardo- Fernando Marés é cenógrafo, figurinista e cenotécnico com atuação autônoma desde 1980. É formado pelo Curso Permanente de Teatro do Centro Cultural Teatro Guaíra, licenciado em Teatro e mestre em Teatro pela UDESC – Universidade do Estado de Santa Catarina. Em sua dissertação de mestrado, intitulada “Através das Paredes: A Cenografia como escrita alegórica”, investigou a cenografia como linguagem simbólica dentro do campo das artes cênicas.Sua trajetória inclui a criação de cenários e figurinos para espetáculos de teatro, dança e audiovisual, além da realização de oficinas e cursos voltados à cenografia e cenotécnica.

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FÉRIAS - 08/07/2025 - O Trabalho de Cenografia em Pernambuco

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Play Episode Listen Later Aug 21, 2025 160:43


Esta série de programas especiais será um espaço para dialogarmos sobre o mercado de trabalho existente para o/a profissional de cenografia em várias regiões brasileiras. Queremos conhecer sobre as diversas realidades existentes no país. Para isso, chamaremos alguns convidados e convidadas de Pernambuco para compor essa “mesa” de diálogos.Séphora Silva é arquiteta e urbanista e atua no mercado principalmente como Diretora de Arte e Cenógrafa na área do audiovisual e teatro. Fez a Direção de Arte de longas metragens pernambucanos, entre eles Amores de Chumbo (2016), Recife Assombrado (2018), e Baile do Menino Deus – o filme (2021), Jorge Quer Ser Reporter (2024). Em teatro fez cenografia e direção de arte para diversos espetaculos, entre eles Um minuto para dizer que te amo (2017 - em cartaz ha 8 anos), onde também fez o figurino, Proxima (2019) , Yerma Atemporal (2023/25), Noite (2024) e o Baile do Menino Deus, espetaculo ao ar livre encenado anualmente. Já ganhou premios de Direção de Arte no cinema e no teatro. Dirige a produtora Arquicênicas Audiovisual.https://sephorasilva.com/Mário Almeida vem desde 1989 trabalhando em vários espetáculos como ator, Iluminador, cenotécnico e cenógrafo. Hoje ele é proprietário da Masarte Produções onde fornece, loca, confecciona e cria cenografia e elementos cênicos para vário seguimentos artísticos. Nesses anos como cenógrafo e cenotécnico trabalhou em espetáculos ou festivais da Metron Produões, Carol Lemos Dançarte, Duas Compainha Produções, Chocolate Produções, Grupo Grial de Dança, Twygge Produções dentre outros.Marcondes Gomes Lima é Licenciado em Educação Artística – Artes Cênicas pela UFPE, tem Especialisação (pós-graduação latu sensu) em Artes Cênicas pela UFPE e Mestre em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia. Pesquisador e Professor do Departamento de Artes da UFPE, desde 1992. Ministra aulas nas disciplinas referentes aos elementos visuais do espetáculo (Cenografia, Figurino e Maquiagem), no Curso de Licenciatura em Teatro mas também vivencia processos criativos fora da UFPE, como artista da cena pernambucana como encenador, ator, bonequeiro, figurinista, cenógrafo e diretor de arte em espetáculos teatrais, circo-teatro, dança, ópera, teatro de formas animadas, shows musicais e diretor de arte em audiovisual - cinema e vídeo. Atualmente finaliza o Doutorado em Artes Performativas e da Imagem em Movimento na Universidade de Lisboa. Também integra dois grupos de teatro sediados em Recife: o Mão Molenga Teatro de Bonecos (1986) e o Coletivo Angú de Teatro(2003).

Sala TUSP
SALA TUSP #57: OS FESTIVAIS DE TEATRO UNIVERSITÁRIO DO TUSP NA DÉCADA DE 1990, com Abílio Tavares

Sala TUSP

Play Episode Listen Later Aug 21, 2025 51:42


SALA TUSP #57: OS FESTIVAIS DE TEATRO UNIVERSITÁRIO DO TUSP NA DÉCADA DE 1990.Este episódio da temporada especial Teatro Universitário, falamos com Abílio Tavares sobre o TUSP e seus festivais universitários.Os festivais de Teatro do TUSP ocorreram na década de 1990 e, como conta Abílio, foi uma iniciativa do órgão para promover o teatro universitário.Abilio Tavares é diretor e ator teatral, pesquisador e professor. Professor convidado do Departamento de Artes Cênicas da Escola de Comunicações e Artes CAC - ECA USP, de 2012 a 2017. Mestrado em Artes (2008) e Doutorado em Artes (2013), pela ECA USP, (Menção Honrosa no Prêmio Tese Destaque USP 2013) Membro do Conselho Acadêmico da Cátedra Ingmar Bergman en Cine y Teatro da Universidade Nacional Autonoma de México - UNAM (2012 - 2014). Foi diretor do TUSP - TEATRO DA USP (1989 a 2006) e de seu conjunto artístico - Grupo TUSP -(1997)-(2005). Coordenou o Projeto Ademar Guerra de Estímulo ao Teatro no Interior do Estado, da Secretaria de Estado da Cultura de são Paulo (2008 - 2010) e o Projeto Tenda Cultural Ortega y Gasset (2013 - 2014) da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP, onde atua na Assessoria Para Projetos Especiais (2010 - 2016). Atua, desde 2017, na assessoria para projetos especiais da Faculdade de Filosofia, letras e Ciências Humanas - FFLCH / USP e colabora, a partir de 2022 na Vice-Reitoria da Universidade de São Paulo com a implantação de Projetos Especiais.Livro citado: LIRA, José Tavares Correia de (org.). HISTÓRIA E CULTURA ESTUDANTIL: Revistas na USP. EDUSP; CPC, São Paulo, 2012.

da ideia à luz
FÉRIAS - 01/07/2025 - O trabalho de cenografia no Rio de Janeiro

da ideia à luz

Play Episode Listen Later Aug 18, 2025 187:46


Esta série de programas especiais será um espaço para dialogarmos sobre o mercado de trabalho existente para o/a profissional de cenografia em várias regiões brasileiras. Sophia Ázara habita o universo da invencionice, encantada por materiais que sobram, trabalha com a criação de atmosferas que unem subjetividade e imaginação. É Arquiteta, Cenógrafa, Diretora de Arte, Fotógrafa, Marceneira, Coordenadora do cineclube e escola de cinema Cine Pagu e sócia na produtora Engenhoca Filmes. Atua no universo do audiovisual desde 2015, em 2018 iniciou em trabalhos como assistente de arte em longa metragem, clipe musical e curta metragem. Em 2019 fez sua primeira direção de arte no filme “A Incrível Aventura das Sonhadoras Crianças Contra Lixeira Furada e Capitão Sujeira”, pelo qual ganhou o prêmio de Melhor Direção de Arte pelo Juri Oficial do Festival Sercine 2021. Além dos trabalhos no audiovisual, também cria e executa projetos expográficos para exposições de artes visuais.Daniele Geammal é cenógrafa, figurinista e professora da Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Penna. Entre seus projetos mais recentes estão: “Cabaré do Gláucio”, onde foi responsável pelos figurinos de uma série de cabarés no Teatro Gláucio Gil; cenário de “Temperos de Frida”, da Quinti Companhia; direção de arte de “Constituição: o ovo ou a galinha?”; cenários e figurinos dos projetos “Louise/ os Ursos”, da Pandorga Cia de Teatro, com direção de Cleiton Echeveste, e “Comédia Social”, da Multifoco Cia de Teatro, sob a direção de Ricardo Rocha. Em 2020 tornou-se mestra em Ensino das Artes Cênicas na UNIRIO, com uma pesquisa sobre as visualidades da cena na formação de intérpretes. Em 2021 iniciou doutorado no programa de Artes da Cena na UFRJ, dando continuidade à pesquisa sobre formação. SÉRGIO MARIMBA é artista plástico, cenógrafo. Artista múltiplo, autodidata, iniciou sua carreira em 1982 no carnaval, desenvolvendo estruturas e esculturas em metal para alegorias e fantasias para as escolas de samba no Rio de Janeiro. Paralelo ao carnaval, criou inúmeras cenografias para televisão, cinema, shows e eventos. Especialmente nas artes-cênicas trabalhou com renomados diretores em mais de 200 produções de espetáculos de teatro, música e dança, tendo recebido e sido indicado a vários prêmios de relevância nacional como Mambembe, Rio Dança e APTR. Também assina a cenografia/direção de arte do trabalho de importantes artistas como os músicos Pedro Luís, Anna Ratto, Roberta Sá, Marcelo D2 e Nando Reis.Nas artes plásticas, Marimba desenvolve suas criações - colagens, assemblages, esculturas e objetos poéticos - tendo como conceito a memória do objeto e o tempo da matéria.Natália Lana é cenógrafa com mais de 25 anos de intensa atuação na área teatral, criou cenários para diversos musicais e atua em outras áreas da cenografia, como em shows, eventos, audiovisual, carnaval e, até mesmo, em circo. Com trabalhos constantes com renomados diretores da atualidade, recebeu os prêmios Brasil Musical, Botequim Cultural, É Sobre Musicais, Destaque Imprensa Digital, CENYM e CBTI, além de 21 indicações nos últimos quatro anos. Autora de A EVOLUÇÃO DO ESPAÇO CÊNICO e MANUAL BÁSICO DE CENOGRAFIA TEATRAL, livro este que é referência no ensino da cenografia, lecionou durante dois anos na UFRJ e ministra diversas oficinas livres, além de ter criado, junto com a cenógrafa Marieta Spada, o canal no YouTube CENOGRAVANDO, com conteúdos diversos na área da cenografia.Beto de Almeida é cenotécnico e já trabalhou no Teatro Municipal Carlos Gomes, Espaço Cultural Sergio Porto, Teatro Tablado, Teatro Delfin e espaço CCBB Rio. Foi responsável pelo projeto de adequação do espaço Cine Teatro Clube Piraquê e do palco Biblioteca Rio de Janeiro. Acompanhou como cenotécnico os shows de Maria Bethânia e Vanessa da Mata. Participou da construção de carro alegórico da Beija Flor e de diversos eventos corporativos, festivais de música, dança e teatro além de musicais.

da ideia à luz
Debate Ep#20 -24/06/2025 - A criação do espetáculo Cabaré Coragem pelo olhar das áreas técnicas criativas

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Play Episode Listen Later Aug 14, 2025 127:53


Trabalho apresentado: Cabaré Coragem do grupo GalpãoRelease: Ao percorrer o universo do cabaré, de Brecht à contemporaneidade, o novo espetáculo do Grupo Galpão, apresenta uma trupe envelhecida e decadente que, apesar das intempéries e dos revezes, reafirma a arte como lugar de identidade e permanência. Ao mesclar um repertório de músicas interpretadas ao vivo com números de variedades e danças, fragmentos de textos da obra de Brecht e cenas de dramaturgia própria, o Cabaré Coragem convida o público a uma viagem sonora e visual.Ficha Técnica:ELENCOAntonio EdsonEduardo MoreiraInês PeixotoLuiz RochaLydia Del PicchiaSimone OrdonesTeuda BaraFICHA TÉCNICADireção: Júlio MacielDireção musical, arranjos e trilha sonora: Luiz RochaDiretor Assistente: David MaurityCenografia e figurino: Márcio MedinaDramaturgia: ColetivaSupervisão de dramaturgia: Vinícius de SouzaDireção de cena e coreografia: Rafael BacelarIluminação: Rodrigo MarçalAdereços e pintura de arte: Marney HeitmannPreparação corporal e do gesto: Fernanda ViannaPreparação vocal: BabayaAssistência de figurino: Paulo André e Gilma OliveiraAssistência de cenografia: Vinícius de AndradeAssessoria de iluminação: Marina ArthuzziDireção de Experimentos Cênicos: Ernani Maletta, Luiz Rocha e Cida MoreiraColaboração artística: Paulo André e João SantosMaquiagem e perucaria: Gabriela DominguezAssistente de maquiagem e perucaria: Ana Rosa OliveiraConstrução cenário: Artes Cênica ProduçõesConfecção de figurinos: Taires ScatolinTécnico de palco: William BililiuInstalação de luminárias cênicas: Wellington SantosAssessoria de Imprensa: Polliane Eliziário (Personal Press)Comunicação on-line: Rizoma Comunicação & ArteFotos: Mateus LustosaRegistro e cobertura audiovisual: AlicateProjeto gráfico: Filipe Lampejo e Rita DavisOperação de luz: Rodrigo MarçalSonorização e operação de som: Fábio SantosAssistente técnico: William TelesAssistente de produção: Idylla SilmaroviProdução Executiva: Beatriz RadicchiDireção de Produção: Gilma OliveiraProdução: Grupo Galpão Integrantes: Rodrigo Marçal (Iluminação) é bacharel em Engenharia de Produção (FUMEC) e mestrando na linha de pesquisa de Poéticas Tecnológicas (UFMG/ EBA). Atualmente é coordenador técnico do Grupo Galpão de Belo Horizonte/MG (desde 2013). Assinou a criação de luz dos espetáculos “De tempo somos”, “Cabaré Coragem” e, mais recentemente, “(Um) Ensaio sobre a Cegueira” em parceria com o diretor Rodrigo Portella. Júlio Maciel (diretor) é ator e diretor teatral, formado pelo curso técnico do Teatro Universitário da UFMG em 1989. Passou a integrar o Grupo Galpão desde 1990, tendo participado como ator de vários espetáculos do grupo além da direção de Till a Saga De Um Herói Torto em 2009.Nos últimos vinte anos vem sendo convidado por vários grupos de teatro de diversas cidades brasileiras para dirigir e ministrar oficinas sobre a arte do ator.Márcio Medina (cenografia e figurino) é cenógrafo há mais de trinta anos, do Centro de Experimentação e Pesquisa Teatral de Pontedera Itália, legendário centro que abrigou e trabalha a partir dos conceitos de Jersy Grotowski.Marney Heitmann (adereços e pintura de arte) é formando em Ciências Biológicas pela PUCMG (1989 a 1992), em Teatro pela CEFAR – Fundação Clóvis Salgado-Palácio das Artes (1993 a 1995) e em Design de Moda pelo Centro Universitário Estácio (2014 a 2016)Luiz Rocha (direção musical, arranjos e trilha sonora) é cantor, compositor e ator, e desde 2001 compõe trilhas sonoras para teatro, cinema e dança, no teatro como ator, diretor e compositor e também na criação de canções e músicas para publicidade e cinema. Luiz já dividiu o palco com Arnaldo Antunes, Bem Gil e Grupo Galpão. No teatro trabalhou no musical "Chico Rosa", no papel de Noel Rosa; como ator e músico no espetáculo “Os Gigantes da Montanha”; como ator, músico, diretor musical, arranjador e trilha sonora original do espetáculo “De Tempo Somos – Um sarau do Grupo Galpão”.

Sala TUSP
SALA TUSP #56: ESPECIAL TEATRO UNIVERSITÁRIO - O FESTIVAL INTERNACIONAL DE TEATRO UNIVERSITÁRIO DE BLUMENAU, com Pita Belli

Sala TUSP

Play Episode Listen Later Jul 31, 2025 50:50


Neste episódio da temporada especial Teatro Universitário, falamos com Pita Belli sobre o histórico Festival Internacional de Teatro de Blumenau.O FITUB, com 28 edições anuais desde 1987, é um dos mais importantes eventos de ensino, pesquisa e extensão do calendário do teatro universitário brasileiro e sul-americano, seja pela sua natureza arrojada seja pela sua permanência e regularidade. As apresentações dos espetáculos estão vinculadas a debates e análises, que por seu elevado nível didático pedagógico, graças ao corpo de professores-artistas, cumpre papel decisivo no estímulo à criação e à indução de novas experiências cênicas por meio de uma crítica fortemente reflexiva de caráter eminentemente construtivo.https://www.furb.br/web/3686/fitub-festival-internacional-de-teatro-universitario-de-blumenau/o-festival/fitubPita Belli (Patrícia de Borba) é atriz e diretora teatral. Graduada em Direção Teatral pela PUC/PR, especialista em Ensino da Arte pela Universidade de Blumenau - FURB, mestre em Teatro pela Universidade do Estado de Santa Catarina -UDESC, pesquisa com ênfase em Improvisação Teatral. Foi coordenadora e professora do Curso de Teatro da FURB, diretora do Grupo Teatral Phoenix e coordenadora do Festival Internacional de Teatro Universitário de Blumenau por 15 edições. Atualmente integra o corpo da revista Olhares do Escola Superior de Artes Célia Helena, São Paulo.

da ideia à luz
Tecnologia Ep#06 - 26/05/2025 - Os Avanços da Tecnoclogia no Palco

da ideia à luz

Play Episode Listen Later Jul 24, 2025 132:45


Nesse programa promoveremos um encontro entre diferentes áreas técnicas, reunindo profissionais de Luz, Som, Cenografia, Vídeo e Direção de Palco. Conversaremos sobre o cotidiano de cada um desses setores, explorando como cada área se desenvolveu ao longo do tempo, especialmente em relação aos avanços tecnológicos.Convidadas e convidados:Maristela Mota - Com 45 anos a Experiencia fez Maristela Mota uma expert em coordenação e desenvolvimento de projetos artísticos e culturais. Responsável técnica no Teatro Oficina do Estudante Iguatemi Campinas, ela é especialista com 28 anos de experiencia em iluminação cênica. Já participou de incontáveis espetáculos, desde criação, montagem e operação de luz. Inclusive ao lado de grandes nomes da cultura brasileira como Claudia Raia, Miguel Falabella, Osvaldo Montenegro, Isabela Taviani, ANAVITORIA, Manu Gavassi, Fernando Anitelli , Wanderleia, Luís Salem, Murilo Rosa, Bruna Louise, Gabriel Vilela, Duo Nuze'z (Chico Burque de Holanda outro olhar) . No currículo podemos contar com a presença dela em importantes Festivais de Dança. E como reconhecimento, já ganhou vários prêmios como melhor IluminaçãoLua Melo Franco - É bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Ouro Preto. Começou sua carreira na área técnica de palco durante a universidade com a Iluminação Cênica. Inicialmente, o seu ambiente principal de criação foi o teatro e, com o passar dos anos, expandiu seu repertório para concertos e teatros musicais. O interesse pelas tecnologias da cena abriu portas Transatlânticas: atualmente trabalha em navios de cruzeiro internacionais como Iluminadora e Stage Manager. Há três anos, é a principal responsável técnica, especialmente pela Iluminação Cênica, nos teatros de cruzeiro, onde tem contato com artistas, tripulantes e passageiros de diversos países e continentes.Ney Silveira - Diretor de Palco | Cenotécnico | ContrarregraNo universo do entretenimento desde 1993.Da operação de galpão à direção de palco, transformo estruturas em experiênciasAndré Boneco - Técnico de espetáculos e Coordenador de equipe técnica com mais de 25 anos de experiência na área, nas funções de Operador de Luz e Video, operador de som, Diretor de Cena, Maquinista e Contrarregra em mais 50grandes produções artísticas e culturais, dentre espetáculos teatrais, musicais, ballets, exposições e concertos no Brasil e em Portugal, como Os Ignorantes de Pedro Cardoso, Simplesmente Eu, Clarice Lispector com Beth Goulart, O Escândalo Philipe D'ussart com Marcos Caruso, A AlmaI moral com Clarice Niskier no Brasil e em Portugal A peça que dá para oTorto no Casino Lisboa, Trair e coçar e é só começar no Casino Lisboa e em digressão pelo pais, Subterraneo, um musical obscuro no teatro São Luis, e como tecnico de iluminação no Casino Lisboa de outubro 2022 a fevereiro 2024, atualmente técnico de luz no Teatro meridional desde setembro de 2024. Em 2015 fiz uma Especialização Profissional em Edição e Motion Design no Porto (PT), desde 2016 atuo também como Editor de Vídeo e Operador de vídeo, projeções e video mapping para espetáculos, concertos, videoclipes e palestras. Desde 2020 venho me especializando em iluminação cênica e desenho de luz.

Jornal da USP
Cultura na USP #91: Exposição de pinturas no Centro MariAntonia e lançamento da biografia do dramaturgo argentino Tulio Carella

Jornal da USP

Play Episode Listen Later Jun 26, 2025 57:06


Confira as conversas com os artistas Beatriz Buendia e Bruno Neves e o pesquisador Alvaro Machado, doutor em Artes Cênicas pela USP

Jornal da USP
Estudo de pós doutorado analisa produção acadêmica de centro de artes cênicas da USP

Jornal da USP

Play Episode Listen Later Jun 12, 2025 12:01


A pesquisa envolve os primeiros dez anos (2007 a 2017) do Centro de Pesquisa em Experimentação Cênica do Ator (Cepeca) da Escola de Comunicações e Artes (ECA) e analisa a sua produção acadêmica em teses e dissertações

Novos Cientistas - USP
Estudo de pós doutorado analisa produção acadêmica de centro de artes cênicas da USP

Novos Cientistas - USP

Play Episode Listen Later Jun 12, 2025 12:01


A pesquisa envolve os primeiros dez anos (2007 a 2017) do Centro de Pesquisa em Experimentação Cênica do Ator (Cepeca) da Escola de Comunicações e Artes (ECA) e analisa a sua produção acadêmica em teses e dissertações

da ideia à luz
Criação Ep#182 - 22/04/2025 - Morgana martins e criação da geografia sonora para a peça "Por Visões"

da ideia à luz

Play Episode Listen Later Jun 4, 2025 118:00


Morgana Martins é compositora de repertório sonoro para espetáculos cênicos há vinte e dois anos. Suas composições e pesquisas abordam diferentes poéticas e estéticas do som. Doutora em Artes Cênicas pela UNIRIO com pesquisas em musicalidades da cena e do corpo, fundamentadas na Biomecânica Teatral de Meierhold, realizou estudos em diferentes lugares do Brasil, Itália e Rússia. É especialista em Música e Cognição, além de técnica em sonorização de áudio fundamentos e áudio equipamentos. Compõe, dentre os diversos formatos, músicas, paisagens sonoras, instalações sonoras, além de trabalhar como professora e preparadora corpóreo-vocal de elenco de trabalhos cênicos.@‌morganafmartinsSinopse do trabalho: Tomando Cassandra como metáfora, o espetáculo desenvolve o formato e a dinâmica de enunciação de uma palestra composta de três experimentos. Apoiando-se na capacidade de elaboração e demonstração do pensamento pela fala e conduzindo os participantes a pensarem ao vivo, as atrizes/palestrantes tratam do valor da palavra nos dias atuais, da possibilidade de se dar crédito e/ou de se questionar o significado de confiar, discutindo as existências ameaçadas do amor; das diferenças; dos silêncios e pausas; da sensibilidade; do viver como terceira via entre matar e morrer, e a onipresença da guerra. Tecendo canto e fala, tramando movimento e projeção de imagens, a performance traz à tona a materialidade das palavras e desafia a relação presente com o espectador.@‌ciapassoa2deteatroFicha Técnica:Direção e dramaturgia: Maria Clara FerrerAtuação: Juliana Monteiro E Maria CordéliaDireção musical: Maria CordéliaComposições musicais: Cia Passo A 2 De TeatroOrientação e captação sonora: Morgana MartinsPreparação corporal: Claudia Barreto HaddadDesign de cena e figurinos: Phamela DadamoInstalação cenográfica: Taísa CamposIluminação e operação de luz: Diego MachadoAssistente de direção e operação de câmera: Luísa AmorimRedes sociais: Gustavo TraveniskDireção de produção: Amora PinheiroConcepção e realização: Cia Passo A 2 De Teatro

da ideia à luz
Criação Ep#181 - 15/04/2025 - Jéssica Luiza Cardoso e a criação da caracterização cênica da peça "Novo Hotel Paraíso"

da ideia à luz

Play Episode Listen Later Jun 2, 2025 136:23


Jéssica iniciou seus estudos em teatro em 2011 quando cursou Artes Cênicas pela UFOP, cursando tanto o bacharelado como a licenciatura. Possui experiencias e atua nos seguintes temas: elementos visuais da cena (maquiagem, figurino, confecção de adereços, confecção de máscaras e caracterização cênica), atuação, arte-educação e produção cultural.Possui 10 anos de atuação profissional na área, e durante a sua trajetória, colaborou com diferentes grupos teatrais como Grupo Galpão, Toda Deseo, Armatrux, Coletivo Anticorpos, e atualmente integra o Núcleo Cena Crítica. Já participou da área técnica de maquiagem e figurino em produções de cinema, tais como “Vovó” e “Perfeito”. Trabalhou como professora de CARACTERIZAÇÃO CÊNICA no Curso de Capacitação Profissional de Artes Cênicas de Contagem de 2019 a 2023. Já participou de Festivais Nacionais como: Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana (tanto como artista como na produção do evento), FENTEP - Festival Nacional de Teatro de Presidente Prudente; FESCETE (Festival de Cenas Teatrais) 2021, FESTEAR (Festival de Teatro Arte e Rua de ITABIRA/MG) 2022; e Festivais Internacionais como: II Encuentro Latinoamericano de Investigadores/as sobre cuerpos y corporalidades en las culturas, em Bogotá, Colômbia.@‌jessluiza.artRelease do trabalho:“Novo Hotel Paraíso: estudos para um melodrama” é uma visita ressignificada ao gênero melodramático, enraizado na cultura popular brasileira, especialmente em novelas e filmes que marcaram gerações. Ela é construída em três planos: um processo de seleção para uma vaga de barista no Bar & Café Novo Hotel, que envolve a relação das personagens com os integrantes do público, tratados como candidatos à vaga; a reinauguração do bar, concebida a partir de uma situação dramática, em que os personagens cuidam dos preparativos para a reabertura em meio às incertezas e desconfortos provocados por um trauma recente; e uma palestra performance, que compreende uma narrativa conduzida pela personagem Ângela (ocupante anterior da vaga em aberto) sobre o tempo em que trabalhou no estabelecimento.Questões que perpassam o melodrama estão presentes no enredo, como a imagem feminina ameaçada, os segredos, as revelações, os moralismos, a obsessão masculina, a vilania, as expectativas em relação à vida e às relações. “As personagens são imperfeitas e também complexas, porque isso é a vida real. Não há mocinhos ou bandidos, apenas seres humanos, com suas contradições e fraquezas”, explica Maurity. “A intenção é entender, no encontro com o público, como esses temas se comportam hoje”, completa.Ficha Técnica:Elenco: David Maurity, Idylla Silmarovi, Ju Abreu, Thales Brener.Direção: Thalita MottaDramaturgia: Daniel ToledoColaboração artística: Rafael BacelarTrilha Sonora: Karim ÂngeloCriação de luz: Régeles QueirozLocação de equipamentos: Gato de IluminaçãoFigurinos: Jessica Luiza Cardoso e Thálita MottaCaracterização Cênica: Jéssica Luiza CardosoCenografia: Cacau Lustosa e Thálita MottaDesign gráfico: Bianca Perdigão e Mateus LustosaFotografia e vídeo do espetáculo: Estúdio VentanaRedes Sociais: Thales BrenerFotografia para divulgação na imprensa: Edgar Kanaykó XacriabáCoordenação de produção: Vina Amorim, David Maurity e Ju AbreuProdução executiva: Vina Amorim, Showme produções artísticasApoios: Gruta, Cobre BrechósRealização: Companhia de Teatro Toda Deseo.

Podcast Página Cinco
#194 – Por que falar dos clássicos?

Podcast Página Cinco

Play Episode Listen Later May 15, 2025 34:47


Não faz muito tempo que tivemos por aqui um episódio sobre a leitura de clássicos. Foi com a Amara Moira, lá na edição 182 do podcast. Hoje volto ao tema. Não por ter necessariamente novas perguntas para fazer, mas porque acho que sempre vale a pena ouvir como outros leitores se relacionam com os livros fundamentais da história literária. Por que lê-los? Como lê-los? Tá tudo bem amar uns e odiar outros? O que fazer diante da impossibilidade de ler tudo o que gostaríamos? Como, afinal, lidar com os clássicos? Há muitas respostas tão possíveis quanto válidas para cada uma dessas questões. Hoje, quem responde parte delas é Livia Piccolo. Formada em Artes Cênicas na USP e mestre em interlinguagem, Lívia está à frente do canal da editora Antofágica no Youtube, onde os vídeos sobre autores clássicos costumam ser alguns dos mais assistidos pelos leitores. * Aqui o caminho para a newsletter da Página Cinco: https://paginacinco.substack.com/ ** Na imagem do episódio, Dama com Arminho, de Leonardo Da Vinci.

Rádio PT
PODTREMER | Eps 32 - Cinema Nacional

Rádio PT

Play Episode Listen Later Feb 6, 2025 77:30


O podcast PodTremer desta quinta-feira, 06 de fevereiro, recebe dois convidados especiais: Luiz Carrier e Emanuel Lavor. Luiz é ator e produtor de elenco. Formado em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília, já carrega em seu currículo mais de 20 espetáculos e dois musicais, além de grandes projetos de streamings. Emanuel é cineasta também formado em Artes Cênicas pela UnB e mestre em roteiro pela Escuela Internacional de Cine y Televisión (EICTV/Cuba). Em sua trajetória, acumula o curta-metragem “AS MIÇANGAS” e o longa-metragem “A ONÇA”, trabalhos premiados internacionalmente. Juntos, eles vão falar sobre o cinema nacional e contar suas trajetórias profissionais.

Rádio PT
[Tv Elas Por Elas] - 14/11 | Aula 04: Representação Feminina no teatro: Estereótipos e Transformações

Rádio PT

Play Episode Listen Later Nov 14, 2024 21:32


No 'TV Elas Por Elas Formação' desta quinta-feira (14/11), acompanhe a apresentação da aula “Representação Feminina no teatro: Estereótipos e Transformações”, ministrada pela Gessyca Geyza, multiartista, formada em Artes Cênicas, pós-graduada em Literatura, Cultura e Arte e cofundadora do Coletivo de Teatro Hetéaçã, onde construiu o espetáculo teatral “Entre rio e mar há Lagoanas”.

Jornal da USP
Cultura na USP #63: Linguagens artísticas exploram as narrativas dos sonhos em peça teatral inédita

Jornal da USP

Play Episode Listen Later Oct 10, 2024 58:20


“Autoexame de Corpo de Delito” tem dramaturgia da professora Lucienne Guedes, do Departamento de Artes Cênicas da USP

SBS Portuguese - SBS em Português
Jovem brasileiro, Loro Bardot é Bel no filme Levante que tem premiere em Sydney em fevereiro

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later Feb 9, 2024 25:13


Bacharel em Teatro pela Escola Superior de Artes Célia Helena, cantor e ator, já atuou em teatro, cantou e produziu trilhas sonoras como para séries 'Assédio' e para a novela 'Dona do Pedaço' da TV Globo. Atua com Bel no filme 'Levante', da diretora Lillah Halla, que estreia agora nos cinemas dia 22 de fevereiro no Brasil, mas que já foi premiado, ganhando o prêmio Fipresci do Festival de Cannes.