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Clarice Lispector morreu em 1977 e agora, quase meio século depois, vive um renascimento literário impulsionado pelas redes sociais. O que antes era descoberto nas estantes das bibliotecas ou por indicação de professores, hoje viraliza em vídeos de poucos segundos ao redor do mundo. Do saudoso Orkut ao TikTok, passando por Facebook, YouTube e Instagram, novas gerações têm encontrado, em uma das mais importantes escritoras brasileiras, uma voz surpreendentemente atual. Influenciadores literários, criadores de conteúdo e clubes de leitura online compartilham as frases marcantes de Clarice Lispector e ajudam a transformar suas obras em verdadeiros fenômenos internacionais. É nesse momento de redescoberta da autora brasileira de origem ucraniana que a atriz e produtora catarinense Bruna Fachetti, radicada em Los Angeles, sobe ao palco do Broadwater Theater, em Hollywood, para apresentar uma adaptação teatral de “A Hora da Estrela”, último romance de Clarice Lispector, publicado pouco antes de sua morte. Sob a direção de Alex Tietre, a montagem terá cinco apresentações entre o fim de julho e o início de agosto e pretende aproximar ainda mais o público norte-americano de uma das maiores obras da literatura brasileira. " ‘A Hora da Estrela' é um livro que sempre me tocou profundamente, desde que eu era pré-adolescente. Eu tive uma fase, nos meus 20 anos, em que li muitos livros de Clarice, e, para mim, esse sempre foi o que mais me tocou. Eu acredito que, como artista, a gente sonha com a nossa ‘hora da estrela', e Macabéa, personagem principal desse livro, sonhava também em ser artista de cinema. Mas, na verdade, ela não tinha essa consciência, pois se sentia invisível para o mundo, sem, de fato, poder desejar, sem ter essa permissão”, conta Bruna. A identificação com a personagem também ajudou a definir onde essa história deveria ganhar vida. Los Angeles, cidade conhecida por atrair pessoas do mundo inteiro em busca de fama e reconhecimento artístico, pareceu o cenário perfeito para apresentar Macabéa a uma nova audiência. "Achei que tinha tudo a ver com Los Angeles, porque é uma cidade onde muitas pessoas estão em busca da sua ‘hora da estrela' e também, às vezes, vivem, de certa maneira, com muita indignidade, trabalhando muito em condições talvez não muito dignas de sobrevivência e até sem perceber. Então, eu acho que essa história se conecta muito com a realidade de Los Angeles, que também pode ter um pouco a ver com a questão das aparências. Além disso, há muitas vozes maravilhosas, cada uma com a sua grandeza, que ainda não tiveram a oportunidade de se expressar ou que estão em busca dessa autenticidade ou do seu lugar no mundo." Clarice viraliza nas redes sociais As novas traduções para o inglês publicadas pela editora New Directions (2011–2015) contribuíram para apresentar Clarice Lispector a uma nova geração de leitores estrangeiros, mas a redescoberta ganhou força mesmo nas redes sociais, desde a era do Orkut. A comunidade literária do TikTok, conhecida como BookTok, levou Clarice a milhares de jovens leitores. Vídeos comentando ‘A Hora da Estrela', ‘Água Viva' e ‘A Paixão Segundo G.H.' acumulam milhões de visualizações e frequentemente descrevem a autora como uma experiência de leitura transformadora e impossível de explicar. Uma das responsáveis por esse movimento é a influenciadora norte-americana Courtney Henning Novak, que conquistou milhares de seguidores ao compartilhar sua jornada de leitura. Depois de descobrir Clarice Lispector, Novak passou a recomendar os livros, frequentemente, e a indicar a autora para quem busca uma literatura mais profunda. A influenciadora mora nos arredores de Los Angeles, e já anunciou nas redes sociais que está ansiosa e vai estar presente na performance, pois considera Clarice uma grande experiência. O reconhecimento da obra de Clarice também chegou às estrelas da Sétima Arte. Durante uma cerimônia de premiação no Festival de Cinema de San Sebastián, na Espanha, a atriz Cate Blanchett citou Clarice Lispector como uma das escritoras que mais admira, ajudando a apresentar seu nome a um público ainda maior. “Clarice, hoje, está em alta nos Estados Unidos", comenta Bruna, que percebe esse fenômeno de perto. "As pessoas ficam muito admiradas com a singularidade da sua escrita. Eu, quando liguei para a livraria Barnes & Noble, que a gente queria fazer um evento lá de divulgação da peça, a moça me falou ao telefone: ‘vendemos muito os livros da escritora brasileira; ela está trending'. Eu e o Alex Tietre, diretor da peça, fomos fazer a divulgação na Calçada da Fama, em Hollywood. Uma moça muito jovem estava com o namorado, os dois norte-americanos, e ela me viu segurando o livro e falou: 'Meu Deus, eu amo essa autora.' E aí a gente perguntou para ela de onde conhecia Clarice, e ela tinha ouvido falar em algum vídeo do YouTube". Uma história brasileira com alcance universal Enquanto novas gerações descobrem Clarice Lispector por meio de vídeos curtos, Bruna Fachetti aposta que a força de sua literatura continua exatamente onde sempre esteve: na capacidade de fazer o leitor olhar para dentro de si. A atriz acredita que a jornada de Macabéa, embora profundamente brasileira, fala diretamente com pessoas de qualquer nacionalidade e que o poder das obras está justamente na maneira como Clarice consegue revelar sentimentos universais de pertencimento, invisibilidade e esperança. A adaptação busca preservar a poesia do romance e explorar uma linguagem teatral baseada na imaginação, na luz, no figurino e na interpretação, sem abrir mão da essência da obra original. “A gente quer muito que essa peça chegue para além de um público que já foi conquistado por Clarice, a um público realmente que possa se beneficiar dessa história, dessa montagem, que queira fazer essa troca e que possamos compartilhar essa parte do nosso Brasil para um público novo”, afirma Bruna Fachetti.
Clarice Lispector morreu em 1977 e agora, quase meio século depois, vive um renascimento literário impulsionado pelas redes sociais. O que antes era descoberto nas estantes das bibliotecas ou por indicação de professores, hoje viraliza em vídeos de poucos segundos ao redor do mundo. Do saudoso Orkut ao TikTok, passando por Facebook, YouTube e Instagram, novas gerações têm encontrado, em uma das mais importantes escritoras brasileiras, uma voz surpreendentemente atual. Influenciadores literários, criadores de conteúdo e clubes de leitura online compartilham as frases marcantes de Clarice Lispector e ajudam a transformar suas obras em verdadeiros fenômenos internacionais. É nesse momento de redescoberta da autora brasileira de origem ucraniana que a atriz e produtora catarinense Bruna Fachetti, radicada em Los Angeles, sobe ao palco do Broadwater Theater, em Hollywood, para apresentar uma adaptação teatral de “A Hora da Estrela”, último romance de Clarice Lispector, publicado pouco antes de sua morte. Sob a direção de Alex Tietre, a montagem terá cinco apresentações entre o fim de julho e o início de agosto e pretende aproximar ainda mais o público norte-americano de uma das maiores obras da literatura brasileira. " ‘A Hora da Estrela' é um livro que sempre me tocou profundamente, desde que eu era pré-adolescente. Eu tive uma fase, nos meus 20 anos, em que li muitos livros de Clarice, e, para mim, esse sempre foi o que mais me tocou. Eu acredito que, como artista, a gente sonha com a nossa ‘hora da estrela', e Macabéa, personagem principal desse livro, sonhava também em ser artista de cinema. Mas, na verdade, ela não tinha essa consciência, pois se sentia invisível para o mundo, sem, de fato, poder desejar, sem ter essa permissão”, conta Bruna. A identificação com a personagem também ajudou a definir onde essa história deveria ganhar vida. Los Angeles, cidade conhecida por atrair pessoas do mundo inteiro em busca de fama e reconhecimento artístico, pareceu o cenário perfeito para apresentar Macabéa a uma nova audiência. "Achei que tinha tudo a ver com Los Angeles, porque é uma cidade onde muitas pessoas estão em busca da sua ‘hora da estrela' e também, às vezes, vivem, de certa maneira, com muita indignidade, trabalhando muito em condições talvez não muito dignas de sobrevivência e até sem perceber. Então, eu acho que essa história se conecta muito com a realidade de Los Angeles, que também pode ter um pouco a ver com a questão das aparências. Além disso, há muitas vozes maravilhosas, cada uma com a sua grandeza, que ainda não tiveram a oportunidade de se expressar ou que estão em busca dessa autenticidade ou do seu lugar no mundo." Clarice viraliza nas redes sociais As novas traduções para o inglês publicadas pela editora New Directions (2011–2015) contribuíram para apresentar Clarice Lispector a uma nova geração de leitores estrangeiros, mas a redescoberta ganhou força mesmo nas redes sociais, desde a era do Orkut. A comunidade literária do TikTok, conhecida como BookTok, levou Clarice a milhares de jovens leitores. Vídeos comentando ‘A Hora da Estrela', ‘Água Viva' e ‘A Paixão Segundo G.H.' acumulam milhões de visualizações e frequentemente descrevem a autora como uma experiência de leitura transformadora e impossível de explicar. Uma das responsáveis por esse movimento é a influenciadora norte-americana Courtney Henning Novak, que conquistou milhares de seguidores ao compartilhar sua jornada de leitura. Depois de descobrir Clarice Lispector, Novak passou a recomendar os livros, frequentemente, e a indicar a autora para quem busca uma literatura mais profunda. A influenciadora mora nos arredores de Los Angeles, e já anunciou nas redes sociais que está ansiosa e vai estar presente na performance, pois considera Clarice uma grande experiência. O reconhecimento da obra de Clarice também chegou às estrelas da Sétima Arte. Durante uma cerimônia de premiação no Festival de Cinema de San Sebastián, na Espanha, a atriz Cate Blanchett citou Clarice Lispector como uma das escritoras que mais admira, ajudando a apresentar seu nome a um público ainda maior. “Clarice, hoje, está em alta nos Estados Unidos", comenta Bruna, que percebe esse fenômeno de perto. "As pessoas ficam muito admiradas com a singularidade da sua escrita. Eu, quando liguei para a livraria Barnes & Noble, que a gente queria fazer um evento lá de divulgação da peça, a moça me falou ao telefone: ‘vendemos muito os livros da escritora brasileira; ela está trending'. Eu e o Alex Tietre, diretor da peça, fomos fazer a divulgação na Calçada da Fama, em Hollywood. Uma moça muito jovem estava com o namorado, os dois norte-americanos, e ela me viu segurando o livro e falou: 'Meu Deus, eu amo essa autora.' E aí a gente perguntou para ela de onde conhecia Clarice, e ela tinha ouvido falar em algum vídeo do YouTube". Uma história brasileira com alcance universal Enquanto novas gerações descobrem Clarice Lispector por meio de vídeos curtos, Bruna Fachetti aposta que a força de sua literatura continua exatamente onde sempre esteve: na capacidade de fazer o leitor olhar para dentro de si. A atriz acredita que a jornada de Macabéa, embora profundamente brasileira, fala diretamente com pessoas de qualquer nacionalidade e que o poder das obras está justamente na maneira como Clarice consegue revelar sentimentos universais de pertencimento, invisibilidade e esperança. A adaptação busca preservar a poesia do romance e explorar uma linguagem teatral baseada na imaginação, na luz, no figurino e na interpretação, sem abrir mão da essência da obra original. “A gente quer muito que essa peça chegue para além de um público que já foi conquistado por Clarice, a um público realmente que possa se beneficiar dessa história, dessa montagem, que queira fazer essa troca e que possamos compartilhar essa parte do nosso Brasil para um público novo”, afirma Bruna Fachetti.
Atriz, chef de cozinha, empresária e criadora de conteúdo, Thallita Flor é a convidada desta edição do Câmara Rio Entrevista.Criadora do perfil "Mais um dia no Barraco", ela conquistou milhares de seguidores ao mostrar, com muito humor, que a alimentação vegana pode ser acessível e saborosa. Fundadora do Movimento Afrovegano e proprietária de um buffet especializado em gastronomia 100% vegetal, Thallita também atua como artista circense, levando ao público reflexões sobre racismo, feminismo, cotidiano nas periferias e empreendedorismo feminino.Durante a entrevista, ela compartilha sua trajetória, fala sobre representatividade, ativismo, culinária, arte e os desafios de transformar propósito em profissão.
A mais recente convidada do TEATRA é Cirila Bossuet. Atriz de teatro, televisão e, mais recentemente, cinema, conversa com Mariana Maia de Oliveira. A conversa começa no início: na escrita e na forma como Cirila a transforma numa ferramenta de pensamento. Passa pela vontade de começar a criar os seus próprios espetáculos, pela maternidade e pelas pequenas vitórias que a acompanham, pela experiência de filmar 'Banz'o, de Margarida Cardoso, e pelo sentimento de pertença descoberto na primeira viagem a São Tomé. Recorda ainda o estágio no Teatro Nacional D. Maria II, os atores, os cenários e os bastidores onde deu alguns dos primeiros passos da sua carreira. Uma conversa sobre páginas em branco onde continue a caber tudo aquilo que ainda está por escrever. Para ouvir na íntegra, nas plataformas digitais. Sugestão Cultural:
A humorista Ana Arrebentinha é a convidada de Daniel Oliveira, no Alta Definição em podcast. A comediante natural de Amareleja, é conhecida pelo seu humor genuíno e sotaque alentejano inconfundível. Recorda com saudade uma infância de grande liberdade, entre o monte, os animais e as apanhas de azeitona e melão com a família. “Fui uma criança muito feliz. Era a menina do meu pai”, afirma. Ana fala sobre as raízes que moldaram o seu caráter e de como o trabalho digno dos seus pais lhe ensinou os valores que ainda hoje a guiam. O sonho de ser humorista parecia distante. Com 17 anos enviou um e-mail ousado para o programa Boa Tarde, da SIC: “Olá, eu sou a Ana e sei mais de 100 anedotas. Possivelmente vai ser mais um e-mail que vão eliminar, mas gostava muito de ir ao vosso programa.” Na primeira vez que entrou no estúdio de televisão percebeu que era aquilo que queria fazer para o “resto da vida.” A humorista reflete ainda sobre a perda do pai e o luto que nunca chegou a fazer, por se ter focado na sua mãe, que sofreu de uma doença grave. “Quando se perde um pai, perde-se a muralha que te protege. Há menos um lugar à mesa, fica um vazio”, explica. A comediante aborda também a sua sexualidade, que assumiu publicamente de forma natural, e sobre como o humor a salvou nos momentos mais difíceis da sua vida. “Cada vez que faço um espetáculo, salva-me.” Ouça a conversa intimista no Alta Definição, em podcast, emitido na SIC a 6 de junho. * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ter várias paixões, o prejuízo de se ser gentil, a série "Novas Narrativas de Caça", as atitudes sobre o cabelo e as origens, a relação com a Guiné-Bissau, a educação dos filhos, o processo de dirigir um teatro, o medo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os olhares sobre a identidade chinesa, as narrativas em televisão, o bullying na escola, os valores da cultura chinesa, as cenas homossexuais enquanto atriz, as decisões dos pais imigrantes, os ensinamentos do budismo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A poesia na rotina do dia, o ensino da literatura em Portugal, as críticas à carreira de poeta, a magreza e o bullying na infância, o prazer da escrita, o valor do silêncio, a desigualdade das mulheres no meio artístico.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nascida no Oregon, a modelo adolescente Rebecca Schaeffer se mudou para Nova York, onde se tornou atriz. Nos anos 80, ela viveu em Los Angeles e se tornou estrela de uma série de sucesso e era tida como uma promessa da nova geração hollywoodiana. Até que um fã obcecado foi longe demais.〰️Episódios exclusivos aqui:https://orelo.cc/modusoperandihttps://apoia.se/modusoperandi
Abril é mês de Alien Day (4/26) e como manda a lei, voltamos a mergulhar no vazio do espaço em sono criogénico. Este ano chegou a vez de Alien: Romulus, o mais recente capítulo da saga. Será este um necessário regresso às origens ou apenas mais uma colagem ao passado?A bordo deste cargueiro espacial estão dois novos passageiros: o crítico e comentador Rui Pedro Tendinha e a atriz Aileen Wu, que interpreta a piloto Navarro. Quisemos saber os detalhes todos do seu encontro íntimo com o facehugger que está no poster.
Atriz conta sobre fazer novela em uma época quando o mundo era outro, ser mãe de uma pequena grande leitora e muito mais do que faz parte de sua vida pós-jovem.Newsletter Pós-JovemPós-Jovem nas redes: Instagram |BlueSkyPlaylist"Episódios Essenciais"Canal do Whatsapp:Acesso aos BastidoresDesign: Nayara LaraTrilha: Peartree
Uma palavra simples, cada vez mais presente no cotidiano, colágeno, virou ponto de partida para que a atriz, escritora e diretora brasileira Fabiana Mattedi construísse uma reflexão sobre envelhecimento, identidade e pressão estética. Luciana Rosa, correspondente da RFI em Nova York Fabiana Mattedi conta que a inspiração veio de uma percepção pessoal ao longo dos últimos anos. A artista relata que passou a notar como o termo “colágeno” começou a aparecer com frequência em seu dia a dia. "Era uma coisa que, antes de vir para Nova York, antes de eu ter 40 anos, não sabia do que se tratava", confessa. O estalo definitivo veio de uma cena aparentemente banal no metrô da cidade. Durante uma viagem no L Train, Mattedi ouviu duas jovens, na casa dos vinte anos, discutindo preocupações com envelhecimento e com a necessidade de “cuidar” do corpo desde cedo. A conversa chamou atenção justamente pela antecipação dessa ansiedade. Para a artista, esse comportamento reflete uma mudança geracional. Ela observa que pessoas mais jovens já estão conectadas a preocupações estéticas e corporais que, para gerações anteriores, sequer eram conhecidas. Segundo Mattedi, muitas vezes há um medo de perder algo que nem se sabe exatamente o que é. A partir dessa experiência, o que começou como uma crônica cotidiana evoluiu para uma investigação mais profunda, quase uma escavação, sobre o corpo, o tempo e as pressões sociais. A atriz afirma que o espetáculo nasce de uma inquietação central: o envelhecimento passou a ser tratado como problema. E, para ela, existe uma cobrança mais intensa e complexa em relação à aparência feminina. "Tem um questionamento dessa ditadura de beleza, de padrão de beleza, principalmente com nós mulheres. Com a gente tudo é mais complicado, mais difícil", analisa. No palco, esse conflito aparece com humor, mas também com densidade reflexiva. Mattedi explica que utiliza a comédia como ferramenta para abordar temas mais profundos. Segundo ela, o riso funciona como um filtro para expressar questões filosóficas e experiências pessoais. Mas a trajetória que levou à criação de "Notes on Collagen" começa muito antes de Nova York. Natural da Bahia, a artista se formou em teatro em Salvador, onde iniciou sua carreira e construiu suas primeiras referências. Ela destaca que participou de um projeto marcante ao lado da companhia baiana Os Argonautas, experiência que considera fundamental em sua formação. Foi nesse ambiente que surgiram encontros importantes com nomes como Vladimir Brichta e Emanuelle Araújo, além de uma rede de contatos que segue presente em sua trajetória. Anos depois, já com o projeto em andamento em Nova York, esses vínculos se transformaram em apoio concreto: Brichta e Araújo participaram da produção com vídeos que ajudaram na arrecadação de recursos para viabilizar a montagem. Para Mattedi, essa continuidade revela como a construção artística também depende de comunidade e colaboração. Ela também destaca a influência de suas origens. Segundo a atriz, a Bahia, que "deu régua e compasso para um monte de gente", teve papel fundamental na formação de sua identidade artística, funcionando como base para sua trajetória. Hoje, essa história ganha uma nova camada com a experiência de viver e atuar em outra língua. Construir identidade em outro idioma Apresentar a peça em inglês, segundo Mattedi, exige precisão técnica na fala, mas também envolve uma dimensão mais profunda: a de construir identidade em outro idioma. Ela afirma que atuar em uma segunda língua é um desafio que vai além da comunicação, e passa pela própria forma de existir em um novo contexto. "Tem o desafio técnico de falar as palavras com cuidado e com atenção para poder ser entendida. Mas, ao mesmo tempo, como eu falo em inglês é quem eu sou. E tem que ser assim, porque senão eu perco a minha autenticidade", explica, defendendo o "desafio de 'ser' em outra língua". Nesse processo, o sotaque também se torna parte central da discussão. A atriz critica a pressão, tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil, para neutralizar a forma de falar. Segundo ela, há uma “padronização” da linguagem que privilegia determinados sotaques, especialmente os do eixo Rio-São Paulo, em detrimento de outras identidades regionais. A montagem de "Notes on Collagen" também reflete os desafios do teatro independente em Nova York, com equipe reduzida, direção compartilhada e soluções cênicas simples para se adaptar à dinâmica intensa dos festivais. O espetáculo integra o circuito do Fringe Festival, conhecido por abrir espaço para produções autorais e independentes. Nesse contexto, a peça encontra um ambiente propício para dialogar com o público. Mais do que falar sobre estética ou colágeno, o trabalho levanta uma questão mais ampla: em que momento o envelhecimento deixou de ser um processo natural e passou a ser motivo de medo? "Notes on Collagen" terá quatro apresentações em abril, no teatro Under St. Marks, no East Village, em Nova York.
Uma palavra simples, cada vez mais presente no cotidiano, colágeno, virou ponto de partida para que a atriz, escritora e diretora brasileira Fabiana Mattedi construísse uma reflexão sobre envelhecimento, identidade e pressão estética. Luciana Rosa, correspondente da RFI em Nova York Fabiana Mattedi conta que a inspiração veio de uma percepção pessoal ao longo dos últimos anos. A artista relata que passou a notar como o termo “colágeno” começou a aparecer com frequência em seu dia a dia. "Era uma coisa que, antes de vir para Nova York, antes de eu ter 40 anos, não sabia do que se tratava", confessa. O estalo definitivo veio de uma cena aparentemente banal no metrô da cidade. Durante uma viagem no L Train, Mattedi ouviu duas jovens, na casa dos vinte anos, discutindo preocupações com envelhecimento e com a necessidade de “cuidar” do corpo desde cedo. A conversa chamou atenção justamente pela antecipação dessa ansiedade. Para a artista, esse comportamento reflete uma mudança geracional. Ela observa que pessoas mais jovens já estão conectadas a preocupações estéticas e corporais que, para gerações anteriores, sequer eram conhecidas. Segundo Mattedi, muitas vezes há um medo de perder algo que nem se sabe exatamente o que é. A partir dessa experiência, o que começou como uma crônica cotidiana evoluiu para uma investigação mais profunda, quase uma escavação, sobre o corpo, o tempo e as pressões sociais. A atriz afirma que o espetáculo nasce de uma inquietação central: o envelhecimento passou a ser tratado como problema. E, para ela, existe uma cobrança mais intensa e complexa em relação à aparência feminina. "Tem um questionamento dessa ditadura de beleza, de padrão de beleza, principalmente com nós mulheres. Com a gente tudo é mais complicado, mais difícil", analisa. No palco, esse conflito aparece com humor, mas também com densidade reflexiva. Mattedi explica que utiliza a comédia como ferramenta para abordar temas mais profundos. Segundo ela, o riso funciona como um filtro para expressar questões filosóficas e experiências pessoais. Mas a trajetória que levou à criação de "Notes on Collagen" começa muito antes de Nova York. Natural da Bahia, a artista se formou em teatro em Salvador, onde iniciou sua carreira e construiu suas primeiras referências. Ela destaca que participou de um projeto marcante ao lado da companhia baiana Os Argonautas, experiência que considera fundamental em sua formação. Foi nesse ambiente que surgiram encontros importantes com nomes como Vladimir Brichta e Emanuelle Araújo, além de uma rede de contatos que segue presente em sua trajetória. Anos depois, já com o projeto em andamento em Nova York, esses vínculos se transformaram em apoio concreto: Brichta e Araújo participaram da produção com vídeos que ajudaram na arrecadação de recursos para viabilizar a montagem. Para Mattedi, essa continuidade revela como a construção artística também depende de comunidade e colaboração. Ela também destaca a influência de suas origens. Segundo a atriz, a Bahia, que "deu régua e compasso para um monte de gente", teve papel fundamental na formação de sua identidade artística, funcionando como base para sua trajetória. Hoje, essa história ganha uma nova camada com a experiência de viver e atuar em outra língua. Construir identidade em outro idioma Apresentar a peça em inglês, segundo Mattedi, exige precisão técnica na fala, mas também envolve uma dimensão mais profunda: a de construir identidade em outro idioma. Ela afirma que atuar em uma segunda língua é um desafio que vai além da comunicação, e passa pela própria forma de existir em um novo contexto. "Tem o desafio técnico de falar as palavras com cuidado e com atenção para poder ser entendida. Mas, ao mesmo tempo, como eu falo em inglês é quem eu sou. E tem que ser assim, porque senão eu perco a minha autenticidade", explica, defendendo o "desafio de 'ser' em outra língua". Nesse processo, o sotaque também se torna parte central da discussão. A atriz critica a pressão, tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil, para neutralizar a forma de falar. Segundo ela, há uma “padronização” da linguagem que privilegia determinados sotaques, especialmente os do eixo Rio-São Paulo, em detrimento de outras identidades regionais. A montagem de "Notes on Collagen" também reflete os desafios do teatro independente em Nova York, com equipe reduzida, direção compartilhada e soluções cênicas simples para se adaptar à dinâmica intensa dos festivais. O espetáculo integra o circuito do Fringe Festival, conhecido por abrir espaço para produções autorais e independentes. Nesse contexto, a peça encontra um ambiente propício para dialogar com o público. Mais do que falar sobre estética ou colágeno, o trabalho levanta uma questão mais ampla: em que momento o envelhecimento deixou de ser um processo natural e passou a ser motivo de medo? "Notes on Collagen" terá quatro apresentações em abril, no teatro Under St. Marks, no East Village, em Nova York.
Consultámos as entidades competentes e elas confirmaram: pode-se falar num filme de Óscares depois da cerimónia ter acontecido e o tema já ter esfriado. Mas é por bons motivos. Não só “O Agente Secreto” de Kleber Mendonça é filmão, como temos connosco Isabél Zuaa, atriz portuguesa que se juntou a Wagner Moura no elenco.Miguel Ferreira (podcast Cinema de Gémeo) dá uma perninha (cabeluda) neste episódio e elege o filme brasileiro como um dos seus favoritos dos últimos anos.
Filme “Vermelho” e os desafios da produção independente no cenário audiovisual Violência de gênero e o crescimento de movimentos misóginos no Brasil
Atriz fala da infância, da busca por independência, da morte do pai e dos medos com o futuro do planeta. Aos 52, revisita o passado na Xuxa e reflete sobre maternidade e valores
No Desculpa Alguma Coisa de hoje, Tati Bernardi recebe o ator Guilherme Magon, que conquistou o Brasil no papel de Léo, filho de Odete Rocha, em “Vale Tudo”. O ator relembra a trajetória desde a infância, quando era uma criança tímida que encontrou no teatro um refúgio e descobriu o talento para imitar as pessoas.
Hoje estreia o primeiro episódio do The Dia, o novo programa oficial do SantoFlow.Na estreia, recebemos a atriz e apresentadora Myrian Rios, um dos nomes mais conhecidos da televisão brasileira, com participação em mais de 20 novelas e uma trajetória marcante também na evangelização.Durante mais de 15 anos, ela foi missionária da Canção Nova e hoje testemunha publicamente sua fé católica, compartilhando sua experiência no meio artístico, o processo de conversão e os desafios de viver a fé em um ambiente de grande exposição.Inscreva-se no canal e acompanhe os próximos episódios do The Dia.Quer estar na plateia em nossa próxima temporada do The Dia? Se inscreva aqui https://santoflow.shop/-----------------------------------------------------------------------------------------------------Clique no link e entre para o Aprofundamento Armas Espirituais agora:https://pay.kiwify.com.br/fDNO5I0https://locusmariologicus.lojavirtualnuvem.com.br/produtos/consagracao-a-jesus-por-maria-fundamentos-biblicos-teologicos-e-praticas-espirituais-1k9pp/Abra já sua livraria católica, entre em contato pelo link:https://w.app/vbbktxAumente o Dízimo da sua paróquia - DIZIFYhttps://dizify.com.br/?utm_source=san...Viaje com a S2 Viagens:https://s2viagens.com/contato/Agenda Católica:https://agendacatolica.com/Liturgia Diária da Paulus: A PAULUS acredita que bons conteúdos transformam, ajudam as pessoas a revelarem aquilo que têm de melhor. Aproveite essa oferta exclusiva: https://bit.ly/3WnFGvuArtesanato Costa:O ateliê mais tradicional de arte sacra do Brasil oferece estatuetas católicas de altíssima qualidade. Compre sua estátua e adicione um toque de fé à sua casa. Use o cupom "GUTO10" para descontos exclusivos: https://www.loja.artesanatocosta.com.brCamisetas Sabatini: Moda e DevoçãoInspire-se com as camisetas católicas de alta qualidade da Camisetas Sabatini, que unem estilo e fé. Visite a loja online: https://www.camisetassabatini.com.br WhatsApp: (44) 99844-8545✅ Doe Agora: https://bit.ly/3odbeCi✅ Doe via PIX: caridade@acn.org.br
Subiu para quatro o número de mortes provocadas pelo incêndio no contentor de venda de combustíveis em Bafatá, na Guiné Bissau: Analista considera inviável a ordem de encerramento dos postos de venda em contentores. Debate em Moçambique: Menos tempo nas aulas é melhor para os alunos? Atriz luso-cabo-verdiana participa no Festival de Cinema de Berlim.
O caso Minneapolis mobilizou americanos contra Donald Trump. Em Nova York, São Francisco, Los Angeles e Filadélfia, manifestantes foram às ruas em reação à política de imigração do governo. O cantor Bruce Springsteen fez uma homenagem ao enfermeiro Alex Pretti, morto por agentes federais. O Departamento de Justiça e o FBI assumiram a investigação do caso. No Brasil, as contas públicas fecharam dois mil e vinte e cinco com um rombo de R$ 55 bilhões. Nas empresas estatais, o déficit atingiu quase seis bilhões de reais. No INSS, o prejuízo foi de R$ 320 bilhões. A taxa de desemprego caiu para 5,6%, o melhor resultado da série histórica do IBGE. Em depoimento ao Supremo, o diretor de fiscalização do Banco Central disse que o banco de Daniel Vorcaro tinha apenas R$ 4 milhões em caixa quando foi liquidado. Nos Estados Unidos, morreu, aos setenta e um anos, a atriz Catherine O'Hara.
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A ATRIZ E APRESENTADORA QUE FOI ESQUECIDA PELO BRASIL | Caso Leila Cravo #553
Neste episódio do podcast do Fantástico, Renata Capucci e Maria Scodeler recebem a repórter da Verdes Mares, que voltou ao trabalho – neste mês - após 4 anos de tratamento contra o câncer, Marina Alves e a atriz Dani Gondim, que interpretou a Marina e agora enfrenta a mesma doença.
Giulia Costa cresceu diante das câmeras, mas foi atrás do próprio roteiro. Atriz, cineasta, apresentadora e criadora do podcast “Pé no Sofá”, ela construiu uma carreira marcada pela vulnerabilidade — não como fraqueza, mas como força. Neste episódio, a gente fala sobre autenticidade, hate na internet, exposição, transtornos alimentares, saúde mental, criação artística, bastidores do cinema, equilíbrio entre emoção e razão, e sobre a coragem de existir fora dos moldes. Uma conversa profunda, sensível e necessária sobre sentir, criar e ser quem se é — mesmo quando o mundo insiste em dizer o contrário.Vambora entender como esse sucesso aconteceu?Toda semana tem novo episódio no ar, pra não perder nenhum, siga: LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/thaisroque/Instagram Thais: https://www.instagram.com/thaisroque/ Instagram DCNC: https://www.instagram.com/decaronanacarreira/TikTok: https://www.tiktok.com/@decaronanacarreiraYouTube: https://www.youtube.com/@Decaronanacarreira?sub_confirmation=1Thaís vesteBlusa – AnselmiCalça – Maison AlaïaSapatos – CarranoStyling - André PuertasBeleza – Cris DalleLink da Giulia:Insta - https://www.instagram.com/giuliacosta/Mala de viagem:Prateleira do amor - https://amzn.to/4pd7yPlSeaspiracy - https://www.netflix.com/br/title/81014008Cowspiracy - https://www.netflix.com/br/title/80033772Forest Gump - https://www.adorocinema.com/filmes/filme-10568/A vida é bela - https://www.adorocinema.com/filmes/filme-64439/Equipe que faz acontecer:Criação, roteiro e apresentação: Thais RoqueConsultoria de conteúdo: Beatriz FiorottoProdução: José Newton FonsecaSonorização e edição: Felipe DantasIdentidade Visual: João Magagnin
A atriz Mariana Cardoso, que interpreta Matilde na telenovela “Vitória”, é a convidada de Daniel Oliveira, no Alta Definição em podcast. Recorda a participação no programa “The Voice Kids”, em 2014, e reflete sobre a importância da música na melhor compreensão dos seus sentimentos. Mariana Cardoso relata abertamente as questões de saúde mental que teve de superar e a alopecia areata, uma doença dermatológica que levou à queda de partes do cabelo ainda jovem. “Para a autoestima de uma adolescente, o cabelo é uma parte super importante”, confessa, explicando que escondia parte dos problemas da mãe, fingindo “sempre estar tudo bem.” Ao crescer com uma personalidade perfeccionista teve de encontrar formas de valorizar as “coisas incríveis” que foi alcançando. Hoje diz que se sente feliz: “agora já não sobrevivo, agora vivo.” Ouça a conversa intimista no Alta Definição, em podcast, emitido na SIC a 15 de novembro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
In this week's Satiated Podcast episode, I chat with Béatriz Victoria Albina, MA, Somatic Master Coach, and author about: What emotional outsourcing isHow it affects physical and mental healthThe impact of codependencyThe journey toward self acceptanceUnderstanding emotionsHow to approach change through gentle regulation and kitten sized stepsYou can also read the transcript to this week's episode here: www.stephaniemara.com/blog/breaking-free-from-emotional-outsourcingThere are 4 days left to sign up for the Somatic Eating® Program! In this 3 month class, we spend 12 weeks together increasing your bodily experience of safety, security, and satiation to decrease patterns of binge eating, chronic emotional eating, yo yo dieting, food compensatory behaviors, and body image struggles. If you have any questions, email support@stephaniemara.com or click the button below to learn more and sign up now. SIGN UP HERE!: https://www.somaticeating.com/#readySee you all next week! With Compassion and Empathy, Stephanie Mara FoxKeep in touch with Béa Albina here: Website: https://beatrizalbina.com/Book Website: https://beatrizalbina.com/book/Instagram: @beatrizvictoriaalbinanpFacebook: https://www.facebook.com/beatrizvictoriaalbinanpLinkedIn: https://www.linkedin.com/in/beatrizvictoriaalbina/Support the showKeep in touch with Stephanie Mara:Instagram: https://www.instagram.com/_stephaniemara/Facebook: https://www.facebook.com/stephaniemarafoxWebsite: https://www.stephaniemara.com/https://www.somaticeating.com/Linkedin: https://www.linkedin.com/in/stephmara/TikTok: https://www.tiktok.com/@stephaniemarafoxContact: support@stephaniemara.comSupport the show:Become a supporter: https://www.buzzsprout.com/809987/supportMy favorite water filter: https://www.pureeffectfilters.com/#a_aid=somaticeatingReceive 15% off my fave protein powder with code STEPHANIEMARA at checkout here: https://www.equipfoods.com/STEPHANIEMARAUse my Amazon Affiliate link when shopping on Amazon: https://amzn.to/448IyPl Special thanks to Bendsound for the music in this episode. ...
In this episode, I'm joined by Béatriz Albina, author of Emotional Outsourcing™, to explore how we hand over our emotional safety—to food, to others, to old patterns— and how to reclaim it through somatics, nervous system practices, and bodywork. We unpack how to create a loving, trusting, and safe relationship with your body so decisions come from grounded safety, not survival strategies, fear, or struggle. You're gonna love this powerful conversation. Press play and come home to true food freedom. xo Brenda Ps. We've kicked off the #ThisIsMyFreedom movement. Did you join yet?! Get started here: www.brendalomeli.com/thisismyfreedom
Nesta segunda parte da conversa do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, a dramaturga, encenadora, atriz, professora, antropóloga, e diretora artística do Teatro do Vestido, Joana Craveiro conta mais sobre as duas viagens que fez até à Cisjordânia ocupada, na Palestina, as histórias que recolheu e os vários horrores do ‘apartheid’ que testemunhou naquele território invadido por Israel. E revela os espetáculos que irá levar a cena a partir das imagens, relatos e impressões que trouxe consigo da Palestina e outros que dizem respeito a uma certa mitologia da nossa própria História e passado. E depois fala do tanto que andou até aqui chegar, revela algumas das músicas que a acompanham, lê vários textos que a atravessam e deixa inúmeras sugestões culturais. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ela tem mais de 30 anos de experiência como artista, atuando na televisão, cinema e principalmente no teatro. Sua bagagem inclui a interpretação de diversas personagens femininas em palcos de vários países, enfrentando sempre desafios e recitando em cinco línguas diferentes. Agora a atriz brasileira Melissa Vettore encara mais uma empreitada: estrelar na versão italiana do monólogo “Prima Facie”. A tournée na Itália estreou 1° de outubro no teatro Sala Umberto, em Roma, e prevê até março de 2026 pelo menos 20 apresentações em diversas cidades do país. Gina Marques, correspondente da RFI em Roma Escrita pela australiana Suzie Miller, a peça já foi traduzida em 20 idiomas e apresentada em 38 países, inclusive no Brasil, interpretada por Débora Falabella, sob a direção de Yara de Novaes. Na Itália, o diretor suíço Daniele Finzi Pasca e Melissa Vettore compraram os direitos da peça. O enredo conta a história de Tessa Ensler, uma advogada penalista que frequentemente tem entre seus clientes homens acusados de agressão sexual. Ela passa a confrontar o sistema jurídico quando se torna vítima de um estupro. “Eu ouvi falar deste espetáculo através de um amigo, Mateus Monteiro, um advogado e ator que mora em Londres. Ele me disse: “Olha, é a peça do momento”. Depois eu soube que estavam fazendo no Brasil em português, com um sucesso extraordinário, além do México e em quase 40 países. Eu quis fazer parte desse grupo de mulheres. Nossa companhia é internacional. Os direitos ainda não tinham sido vendidos para o idioma italiano. Por sorte, pois assim foi possível interpretar a peça na versão italiana.” conta Melissa à RFI. “Não é Não” Prima Facie é uma expressão latina que significa a primeira vista. No contexto jurídico se refere a um evento considerado verdadeiro com base na primeira impressão. A peça aborda com intensidade e sensibilidade questões urgentes: violência de gênero, consentimento e a linguagem do poder, destacando a lacuna que frequentemente separa a justiça formal da justiça real. Em vez de focar na violência explícita, a narrativa se concentra no consentimento negado, mal compreendido ou manipulado, oferecendo uma perspectiva crítica sobre uma cultura e um sistema que ainda, com muita frequência, tende a culpar, em vez de ouvir e proteger, aqueles que denunciam. Na trama, a advogada Tessa aceita sair com seu colega de trabalho, com o qual já havia tido uma relação sexual consensual no escritório. A protagonista aceita sair com ele depois do expediente. Durante o encontro em um bar, ela fica bêbada e convida o homem para ir à casa dela. Depois dela passar mal, o homem insiste em fazer sexo, mas ela nega e acaba sendo estuprada. Com coragem, a advogada decide denunciar, mas acaba sofrendo outros tipos de violências e humilhações desde quando apresenta a queixa na delegacia até o julgamento. “Prima Facie ressalta que não se deve julgar apenas pela aparência. Se uma mulher diz a um homem 'Não. Eu não quero fazer sexo', a vontade dela tem que ser respeitada. Independente se ela estava usando um decote, ficou bêbada e convidou a homem para ir até a casa dela. Não é não” diz a atriz. Teatro onírico Melissa trabalha há muitos anos com a Companhia Finzi Pasca, fundada pelo seu marido, o ator e diretor Daniele Finzi Pasca. A companhia une teatro, dança, acrobacia, circo, ópera, luzes e outros elementos envolvendo o espectador. Na versão italiana da peça "Prima Facie", o diretor usa recursos oníricos, como folhas de papel que caem do teto e flutuam no ar, uma mesa giratória, telões com projeções de imagens, um jogo de luzes, que se junta ao movimento da atriz para contar uma história dramática. “O Daniele é um diretor que trabalha com o estupor. Ele toca o coração do espectador, porque o teatro dele fala da fragilidade, do poder de acariciar o espectador", diz a atriz. "O espectador está na mesma situação que você, de fragilidade, de medo, de perigo, assim como um ator”, aponta. Melissa ressalta que a versão italiana da "Prima Facie" realizada pela Companhia Finzi Pasca requer uma concentração ainda maior do ator. “Além de decorar o texto, a interpretação envolve uma interação com um aparelho cenográfico que gira muito forte, coisas que caem do teto, vídeo, luzes, troca de roupas em cena. A cenografia do jogo teatral é muito presente. Agora, o que mais mexeu comigo, tecnicamente, foi como ele (o diretor) posiciona o corpo, o corpo do ator interagindo com este universo extraordinário”, pontua a artista. Interpretar e várias línguas Melissa Vettore tem a experiência de interpretar em cinco idiomas: português, espanhol, inglês, francês e italiano. “Muitos atores falam como é difícil interpretar em outro idioma. Mas é minha paixão. Estou descobrindo italiano cada vez mais e, me dando essa possibilidade de me expressar nesse idioma, encontrar a tessitura, a sonoridade que me comove. Inclusive acho que as línguas me deram até outras liberdades que eu não tinha falando em português”, revela a brasileira. Mas a atriz conta que, para se preparar para a peça "Prima Facie", as dificuldades de interpretação foram além do idioma. “São 95 páginas e com termos jurídicos traduzidos em italiano. Então eu demorei bastante. Comecei a me preparar e decorar no começo do ano, a partir de março. Eu tive uma pessoa para me ajudar, uma preparadora, a Ilaria Cangialosi, uma atriz italiana. Foi um preparo longo, porque são 18 cenas. O texto te empurra para frente. Ele te joga. É muito cinematográfico, mas foi intenso.” conta a artista. No caso da personagem Tessa da peça "Prima Facie" o drama da violência sexual toca profundamente a atriz, que já interpretou mulheres que deixaram marcas na história, como a escultora francesa Camille Caudel e a bailarina norte-americana Isadora Duncan. “A história é dolorida. O tema toca em todas as mulheres, mesmo aquelas que não sofreram alguma forma de violência sexual. Na peça eu lido com respeito. Muitas mulheres ficam profundamente comovidas depois de assistir a peça”, relata. Na Itália “Prima Facie” conta com o apoio da associação “Differenza Donna” que combate a violência masculina contra as mulheres. “A peça provoca um reviver em muitas mulheres. Por isso, temos uma associação ligada ao espetáculo. As mulheres podem ligar, se informar, pedir ajuda. É uma vontade também da Suzie Miller. Se algumas acabam revivenciando uma violência sofrida, elas podem pelo menos pedir ajuda e se sintir acolhidas” explica Melissa. A peça "Prima Facie" desencadeou no mundo um amplo debate sobre a necessidade de um sistema de justiça mais receptivo às vítimas de crimes sexuais. A indignação pública provocada por suas apresentações em Londres gerou até mesmo mudanças legislativas no Reino Unido e levou a autora Suzie Miller à Organização das Nações Unidas para discutir a abordagem adotada em relação às vítimas de abuso ou assédio sexual.
Joana Craveiro é dramaturga, encenadora, atriz, professora, antropóloga, e diretora artística do Teatro do Vestido. Através da arte tem o grande objetivo de ajudar a pensar um mundo livre de totalitarismos, xenofobia, misoginia e de racismo estrutural. O teatro que faz é político, documental e poético. Em 2023 e 2024 Joana esteve na Palestina e afirma que não pode “desver” as inúmeras violências que ali viu sofridas pelo povo palestiniano às mãos do exército de Israel. “Vi coisas que não dá para esquecer. Israel tem um claro plano de desumanização e limpeza étnica.” Ouçam-na nesta conversa em podcast com Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Atriz e diretora de elenco, Melina já esteve envolvida em trabalhos como “Levante”, “Não Foi Minha Culpa” e muitas outras produções. No papo, falou sobre a relação dos atores e diretores de elenco com roteiristas e roteiros. Na conversa de abertura, o que estamos assistindo.
Andressa Furletti é a entrevistada do Podcast ONU News; há mais de uma década, com a equipe Grupo Dot BR ou Grupo.BR, ela interpreta escritores como Clarice Lispector e Vinicius de Moraes utilizando técnicas de teatro da imersão e de introdução da língua materna em textos em inglês para público americano e da diáspora lusófona.
Nesta segunda parte da conversa do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, a atriz, cantora e preparadora vocal Joana Manuel reflete sobre os novos fascismos que “voltaram a estar na berra”, e o que os alimenta e mais tem falhado no caminho da democracia. Depois aponta possíveis saídas da zona de raiva e desesperança e revela o que tem feito desde que entrou num certo desencanto partidário. Como se continua a luta? Joana responde e partilha ainda as músicas que a acompanham e trauteia Nina Simone, Fiona Apple e Fausto. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nesta entrevista do Alta Definição, conduzida por Daniel Oliveira, acompanhamos a trajetória de Diana Ginja, a jovem atriz que veste a pele de Pipa Novais na novela ”A Herança” e que partilha, com uma maturidade surpreendente, os desafios e aprendizagens de crescer entre câmaras, escola e vida familiar. A conversa revela uma visão íntima e autêntica sobre a profissão artística, o impacto das redes sociais, a importância do apoio da família e as marcas deixadas por experiências como o bullying e o cyberbullying. Entre sonhos de infância, a rotina exigente e os perigos da exposição online, Diana reflete sobre valores como empatia, igualdade de género e autoconhecimento, sublinhando a relevância de encontrar equilíbrio entre carreira e vida pessoal. Um episódio inspirador que mostra como a autenticidade pode ser uma força transformadora — não só para quem sonha com os palcos, mas para qualquer pessoa em busca de identidade, resiliência e propósito. * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa ----O link para o estatudo editorial do Expresso: https://expresso.pt/sobre/estatuto-editorial/2020-01-20-estatuto-editorial-3c79f4ec O link para o estatudo editorial da SIC Notícias: https://sicnoticias.pt/institucional/2013-12-27-estatuto-editorial-sic-noticias-e84e2755 See omnystudio.com/listener for privacy information.
Atriz, humorista, apresentadora e uma das pioneiras no entretenimento brasileiro, Nany People conquistou o público com seu talento e carisma. Possui passagens marcantes no teatro, TV e stand-up e brilhou em programas como o Casseta & Planeta, Altas Horas, A Praça é Nossa e em novelas da Globo.
Recorde a entrevista de Custódia Gallego a Daniel Oliveira, no Alta Definição em podcast. A atriz fala dos “buracos” que ficaram depois da morte do filho Baltazar. “Não me roubaram o meu filho. O universo tirou-lhe a vida”. Explica que lhe deram a ideia de que estava mal, mas que havia tratamento. “O grau da negação era tanto que, no próprio dia em que ele foi internado, despedimo-nos. A meio da semana, a médica disse-me que tinha de me preparar para o pior. Abri os olhos e gritei. Tal era o grau de negação”. Este episódio foi originalmente publicado a 27 de julho de 2024.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Convidada do "Desculpa Alguma Coisa", videocast de Tati Bernardi no Canal UOL, a atriz Júlia Rabello revelou ter pensado em desistir da carreira de atriz no início, falou sobre Porta dos Fundos, o namorado que conheceu durante uma viagem e mais.
Aos 40 anos, Débora Monteiro olha para o seu percurso com orgulho: realizou muitas as ambições que tinha como mãe, na família e na carreira. Mas chegar até aqui não foi simples. Mãe de gémeas e apresentadora do 'Domingão', fala com franqueza sobre os desafios da maternidade, desde o período em que precisou de cirurgia, injeções e “hora marcada para fazer amor” para engravidar, até aos primeiros anos das filhas, vividos em plena pandemia, enquanto conciliava o trabalho e a vida familiar. Para a atriz, a maternidade é muitas vezes romantizada, quando na verdade “a realidade é cansativa e exige uma grande adaptação”. Ainda assim, quando Daniel Oliveira lhe pergunta o que é que foi o melhor destes quarenta anos, a atriz não hesita em responder: “As minhas filhas”. Este programa foi inicialmente emitido na SIC a 10 de junho de 2023, recorde aqui o testemunho da atriz com a versão podcast do 'Alta Definição'. A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nesta segunda parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, a atriz e encenadora Sara Carinhas começa por desmistificar a ideia de ser uma benção ou maldição ser filha de duas grandes figuras das artes. E revela como foi comovente acompanhar de perto os ensaios do novo solo ‘O Salvado’ da sua mãe, a bailarina e coreógrafa Olga Roriz. E como, aos 70 anos, a progenitora deu-lhe horizonte e ensinamentos sobre o que pode um corpo. Depois, Sara procura dar a sua receita infalível para respondermos e resistirmos neste mundo, com tantos desafios e atentados à liberdade e à democracia. A meio do episódio, Sara Carinhas partilha as músicas que a acompanham, lê um poema de Ana Luísa Amaral, e um texto seu escrito em resposta a esse. No final, revela o projeto de uma vida que está a preparar com Elsa, a sua companheira. E abre um pouco o livro da vida serena que o casal tem atualmente no Ribatejo e do que vem aí. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Atriz fala sem filtro sobre sexo, envelhecimento, conservadorismo, identidade de gênero, relacionamentos e fama tardia Aos 60 anos, Nany People é uma força da natureza: são cinco décadas de palco, quatro desde que trocou o interior de Minas pela capital paulista e três na televisão brasileira, onde foi uma das primeiras mulheres trans a ocupar espaço com dignidade, inteligência e humor — mesmo quando o país ainda não sabia bem como lidar com isso. “O fato de eu existir como sou já é um ato político. Ir na padaria comprar pão, entrar num hotel cinco estrelas pela porta da frente, lançar um livro, contar minha história, estar viva: tudo isso é um posicionamento. Não preciso subir em palanque. O meu partido sou eu", afirma. No Trip FM, a atriz e humorista fala da infância em que cantar veio antes de falar, da mãe que a acolheu quando o mundo queria reprimir, da coragem de se afirmar, da vida afetiva, do envelhecer com prazer e dos altos e baixos de uma trajetória feita de escolha, entrega e muita persistência. “Eu abri mão de vida pessoal. Sepultei minha mãe numa sexta e no sábado estava no palco, porque eu precisava de teatro pra acontecer, pra estar viva", conta. No papo com Paulo Lima, Nany também divide sua visão sobre os limites do humor: “A comédia sempre me salvou. Brecht dizia: qualquer discurso, pra ser pertinente, tem que ser bem-humorado. Mesmo brincando, falei aquilo que eu pensava. O humor me deu condição de rir comigo mesma, não rir de mim. Agora, fazer humor da desgraça alheia é humor de vampiro. O novo sempre vem.” E completa: “A vida é uma transa: tem que ser gostosa, divertida, fluente e é preciso estar lubrificada pro orgasmo ser bom.” O programa fica disponível no Spotify e no play aqui em cima. [IMAGE=https://revistatrip.uol.com.br/upload/2025/07/687a84bf654f4/nany-people-humorista-drag-mulher-trans-trip-fm-mh.jpg; CREDITS=Moisés Pazianotto; LEGEND=Nany People; ALT_TEXT=Nany People] O humor te salvou? De que forma? Nany People. A comédia sempre me salvou. Sempre. Todas as vezes em que a vida ficou dura demais comigo, foi o humor que me deu respiro. Eu transformei tragédia em catarse, em riso. Eu lembro do que o Bertolt Brecht dizia: qualquer discurso, pra ser pertinente, tem que ser bem-humorado. E eu acredito muito nisso. Mesmo quando estou brincando, estou falando sério. O humor me reposicionou, me deu a chance de existir no palco, na TV, nas entrevistas. Mas não é aquele humor que ri de mim. É o que ri comigo. Tem uma diferença enorme. E tem mais: fazer humor da desgraça alheia é humor de vampiro. Eu nunca fui disso. Eu faço humor com consciência, porque ele foi minha maior ferramenta de sobrevivência. Qual o impacto real de conquistar o nome social? Foi libertador. Um reconhecimento do Estado brasileiro. Um pedaço de papel que parece burocracia, mas muda tudo. Antes, era aquele constrangimento… O sorrisinho amarelo do recepcionista, o nome de batismo que te obriga a levantar na sala do médico, o crachá errado na portaria do hotel. Quando você vê seu nome, a sua foto, o gênero certo, você entende: a minha existência foi validada. Não é mais favor, é direito. O nome social acaba com esse vazio entre o que você é e o que o mundo vê. Eu brinco que agora está escrito ali: Dona Nany People. Está certo. Está inteiro. É isso. Acabou. Você já abriu mão da vida pessoal pela carreira. Se arrepende? Eu abri mão da vida pessoal, sim, mas não me arrependo. Eu sepultei minha mãe numa sexta-feira e no sábado já estava no palco. Não porque eu sou fria, mas porque é ali que eu me sinto viva. É ali que eu existo. O teatro é meu amante, meu marido, meu pior funcionário. E é meu maior amor. Eu sempre priorizei minha vida profissional. Quando alguma paixão tentava me tirar desse caminho, eu lembrava do que minha mãe me disse lá atrás: “Homem tira o nosso brilho em função de um poder próprio. Cuidado pra não abrir mão dos seus sonhos.” Eu ouvi. E escolhi. Até hoje. Porque estar no palco é estar inteira. É estar em mim.
Neste programa Marcelo Tas recebe Leona Cavalli no Provoca. Atriz e diretora, Leona começou a atuar aos seis anos e estreou profissionalmente no Teatro Oficina, com Zé Celso. Fez peças como As Troianas e Ham-let, e também se destacou no cinema e na TV. No programa, ela fala sobre a transição para a direção, sua trajetória sem apoio no início da carreira e a experiência à frente de quatro espetáculos — o mais recente é Lady (2025), com Susana Vieira. Aos 55 anos, Leona leva uma vida conectada à natureza, em seu sítio no Rio, com alimentação vegetariana e uma visão cíclica do tempo.
Comediante, Atriz, dubladora, dona do Vênus podcast e dos nossos corações. Criss Paiva é a professora, que ensina como aproveitar a vida.Sotaque, presença e um humor único! Júnior Chicó conquistou o público com suas piadas inteligentes e afiadas, ele nunca economiza nos absurdos do dia a dia e você facilmente vira fã!
Chegamos com o Lá do Bunker da semana para falar do finale da 2ª temporada de Ruptura, e a estreia bombástica de Adolescência, da Netflix. Já no Puxadinho Otaku, comentamos o final da Temporada de Inverno dos animes em 2025, e a expectativa para a Temporada de Primavera. Bora ouvir! Ozob Faça parte do financiamento coletivo internacional: https://nerdbunker.page.link/Ozob_Gamefound_LDB Estante Virtual Garanta sua nova leitura no Mês do Consumidor: https://nerdbunker.page.link/Estante_Virtual_Mes_Consumidor_LDB Citados no programa Ruptura desafia público em 2ª temporada brilhante até nas imperfeições | Crítica: https://jovemnerd.com.br/noticias/criticas/ruptura-segunda-temporada-critica-explicada Terceira temporada de Ruptura é oficializada pela Apple TV: https://jovemnerd.com.br/noticias/series-e-tv/ruptura-temporada-3-oficializada-apple-tv Ruptura: 4 respostas e 4 novas perguntas trazidas pela 2ª temporada: https://jovemnerd.com.br/noticias/series-e-tv/ruptura-perguntas-e-respostas-segunda-temporada Atriz de Ruptura dá pista sobre final chocante da segunda temporada: https://jovemnerd.com.br/noticias/series-e-tv/ruptura-atriz-comenta-final-segunda-temporada Adolescência: Conheça a minissérie criminal de sucesso da Netflix: https://jovemnerd.com.br/noticias/series-e-tv/adolescencia-serie-netflix-explicada-trailer Protagonista de Adolescência, da Netflix, reage a própria audição: https://jovemnerd.com.br/noticias/series-e-tv/protagonista-de-adolescencia-da-netflix-reage-a-propria-audicao Lazarus e mais! 13 recomendações de animes da Temporada de Primavera 2025: https://jovemnerd.com.br/noticias/animes-e-mangas/animes-da-temporada-de-primavera-2025 Crunchyroll confirma transmissão de Anne Shirley e mais animes a partir de abril: https://jovemnerd.com.br/noticias/animes-e-mangas/crunchyroll-temporada-de-abril-anne-shirley-mais-animes Com ação mediana, anime de Sakamoto Days se apoia no carisma | Crítica: https://jovemnerd.com.br/noticias/animes-e-mangas/sakamoto-days-1a-temporada-primeira-parte-critica Canais do NerdBunker Entre no nosso canal do Telegram: https://t.me/CanalNerdBunker Siga o NerdBunker no Bluesky: https://bsky.app/profile/nerdbunker.bsky.social Confira nosso perfil no Threads: https://www.threads.net/@nerdbunker Apresentação Cakes Sousa -- Instagram/ Redes Sociais Pedrinho Siqueira -- Instagram Edição Doug Bezerra