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Todas as sextas-feiras, a Rádio Taquara reproduz o comentário do professor Delmar Backes, vice-prefeito, diretor-geral das Faculdades Integradas de Taquara (Faccat) e presidente do Conselho Regional de Desenvolvimento (Corede) Paranhana/Encosta da Serra. A atração vai ao ar nos programas Painel e Horário Nobre. Ouça, abaixo, o comentário desta sexta-feira, dia 13 de fevereiro.
Todas as terças-feiras, a Rádio Taquara reproduz o comentário de Ivan Terra, professor com graduação em Direito e Filosofia e mestrado em Direito, leciona na Faccat e no Colégio Sinodal. A atração vai ao ar nos programas Painel e Horário Nobre. Ouça, abaixo, o comentário desta terça-feira, dia 10 de fevereiro.
Na véspera do desfile das escolas de samba, conheça a trajetória de quatro porta-bandeiras que representam suas comunidades no carnaval do Rio de Janeiro. Nesta reportagem, a veterana Lucinha Nobre, que atualmente reina na Unidos da Tijuca, fala sobre as memórias de família, a seriedade com que encara a festa, o reconhecimento e os aprendizados de quatro décadas de atuação.Reportagem: João Gabriel Corrêa e Luisa CuerciEdição: Gabriel Savelli
Todas as quintas-feiras, a Rádio Taquara reproduz o comentário de Telmo Carlotto, professor, comerciante e ex-vereador de Taquara. A atração vai ao ar nos programas Painel e Horário Nobre. Ouça, abaixo, o comentário desta quinta-feira, dia 05 de fevereiro.
Todas as quartas-feiras, a Rádio Taquara reproduz o comentário de Marcos Barão, empresário, investidor, consultor, coach empresarial, integrante do Lions Clube de Taquara, governador distrital para o período 2019/2020. A atração vai ao ar nos programas Painel e Horário Nobre. Ouça, abaixo, o comentário desta quarta-feira, dia 04 de fevereiro.
Todas as terças-feiras, a Rádio Taquara reproduz o comentário de Ivan Terra, professor com graduação em Direito e Filosofia e mestrado em Direito, leciona na Faccat e no Colégio Sinodal. A atração vai ao ar nos programas Painel e Horário Nobre. Ouça, abaixo, o comentário desta terça-feira, dia 03 de fevereiro.
Todas as sextas-feiras, a Rádio Taquara reproduz o comentário do professor Delmar Backes, vice-prefeito, diretor-geral das Faculdades Integradas de Taquara (Faccat) e presidente do Conselho Regional de Desenvolvimento (Corede) Paranhana/Encosta da Serra. A atração vai ao ar nos programas Painel e Horário Nobre. Ouça, abaixo, o comentário desta sexta-feira, dia 30 de janeiro.
Amazonas For Life. Carlos Nobre & Helena Lindemark The Amazon's "Last Corridor of Life" is Being Sold for Soy Farming (ft. Carlos Nobre & Helena Lindemark) We are witnessing a critical moment for the Amazon rainforest. In this episode, we focus on a specific 30,000-hectare forest in Bolivia—a "living corridor" that connects the dry forests of Chiquitania to the Amazon biome. This land, home to jaguars and vital watersheds, is currently at risk of being sold to Brazil's largest soy company which plans to clear up to 80% of it for agriculture. We are joined by two powerhouse guests: Professor Carlos Nobre: A Nobel Peace Prize contributor and leading Earth System scientist who has spent decades warning that the Amazon is nearing a catastrophic "tipping point". Helena Lindemark: Impact entrepreneur and founder of the 2022 Initiative Foundation, working directly with Indigenous communities to legally challenge this sale and protect the forest. In this interview, we discuss: The Crisis: Why the sale of this corridor to agribusiness could lead to ecological suicide, drying out the region by disrupting the "flying rivers" that transport essential moisture. The Tipping Point: Prof. Nobre explains how we are on the verge of turning the Amazon into a dry savanna, which would release billions of tons of CO2 and potentially make the region uninhabitable for humans. The Solution: How Indigenous nations are using legal action to stop the land use change and the rise of a "social bioeconomy"—using standing forests to produce chocolate, nuts, and oils instead of cattle. Urgent Action: The legal battle is underway, but time is short. The Indigenous guardians believe this sale can still be stopped. Join us to learn why what happens to this one corridor in Bolivia will decide the future of our climate.
Todas as quintas-feiras, a Rádio Taquara reproduz o comentário de Telmo Carlotto, professor, comerciante e ex-vereador de Taquara. A atração vai ao ar nos programas Painel e Horário Nobre. Ouça, abaixo, o comentário desta quinta-feira, dia 29 de janeiro.
Todas as quartas-feiras, a Rádio Taquara reproduz o comentário de Marcos Barão, empresário, investidor, consultor, coach empresarial, integrante do Lions Clube de Taquara, governador distrital para o período 2019/2020. A atração vai ao ar nos programas Painel e Horário Nobre. Ouça, abaixo, o comentário desta quarta-feira, dia 28 de janeiro.
Todas as terças-feiras, a Rádio Taquara reproduz o comentário de Ivan Terra, professor com graduação em Direito e Filosofia e mestrado em Direito, leciona na Faccat e no Colégio Sinodal. A atração vai ao ar nos programas Painel e Horário Nobre. Ouça, abaixo, o comentário desta terça-feira, dia 27 de janeiro.
Ungidos para um propósito - Pr. Daniel Nobre by Igreja Missionária Evangélica Maranata de CaxiasPara conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
No episódio de hoje, Afonso Borges apresenta o romance "Boca do mundo", da autora Dia Bárbara Nobre. A obra aborda a violência contra as mulheres e as formas de enfrentá-la. See omnystudio.com/listener for privacy information.
O ministério da reconciliação - Pr. Daniel Nobre by Igreja Missionária Evangélica Maranata do RecreioPara conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
Lei do uso: Um princípio do reino para os dons e talentos - Pr. Daniel Nobre by Igreja Missionária Evangélica Maranata do RecreioPara conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
Moises roga a Deus a sua presença - Pr. Daniel Nobre by Igreja Missionária Evangélica Maranata do Recreio Para conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
Todas as quintas-feiras, a Rádio Taquara reproduz o comentário de Telmo Carlotto, professor, comerciante e ex-vereador de Taquara. A atração vai ao ar nos programas Painel e Horário Nobre. Ouça, abaixo, o comentário desta quinta-feira, dia 11 de dezembro.
Todas as quartas-feiras, a Rádio Taquara reproduz o comentário de Marcos Barão, empresário, investidor, consultor, coach empresarial, integrante do Lions Clube de Taquara, governador distrital para o período 2019/2020. A atração vai ao ar nos programas Painel e Horário Nobre. Ouça, abaixo, o comentário desta quarta-feira, dia 10 de dezembro.
O aniversário do host favorito e veio e passou, e estamos comemorando até hoje! Vem comemorar com a gente!Tópicos de interesse: Aniversário, NACA, faz o L, zagueiro do primo, sugar daddy flamenguista, amigo secreto, Leis inglesas, Pum da CuraQuer Fazer parte do nosso Grupo VIP no Zap, ter acesso a conteúdos exclusivos, e ainda ajudar nosso podcast a melhorar e produzir cada vez mais conteúdo bacana? apoia.se/escapismopodcast. O quanto você puder contribuir nos ajuda bastante! E a partir de R$5,00 você pode participar de sorteios!E se você não pode contribuir mensalmente, mas quer nos ajudar de alguma forma, temos PIX! escapismopodcast@gmail.com! sinta-se à vontade para doar, significa muito pra gente!
Todas as terças-feiras, a Rádio Taquara reproduz o comentário de Ivan Terra, professor com graduação em Direito e Filosofia e mestrado em Direito, leciona na Faccat e no Colégio Sinodal. A atração vai ao ar nos programas Painel e Horário Nobre. Ouça, abaixo, o comentário desta terça-feira, dia 09 de dezembro.
Nota 7 para António Nobre. Feliz nas decisões e bem apoiado pelo VAR num jogo de emoções fortes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Episódio pré Derby. Voltaram as rasteiras com a cabeça à Luz.Benfica ou ganha ou cumpre calendário até Maio. Agora, vejam lá.
Para Timóteo: Um testemunho espiritual - Pr. Daniel Nobre by Igreja Missionária Evangélica Maranata do Recreio Para conhecer mais sobre a Maranata: Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
Sessão de Enroscos, por Paula Quintão Paula Quintão é escritora e Dra. em Sustentabilidade, mentora e autora de 8 livros publicados pela sua editora Suban a Los Techos. Mãe da Clara. www.paulaquintao.com.br
For decades, we believed DNA held all the answers. But biologist Alfonso Martínez Arias offers a different view: «Genetics is simple, the problem is thinking it's the answer to who we are».In this live episode of «It's not that simple», recorded at the Salão Nobre of the University of Lisbon, the researcher from Pompeu Fabra University explains why the 21st century will be the century of the cell. Cells communicate, cooperate, and organize to form complex organisms and it's in this interaction that the secret of life may lie.Martínez Arias invites us to take a step back and look beyond the genome. The 20th century was the century of the gene: we discovered DNA and completed the human genome. But when the biologist observes the human body through the lens of its cells, he finds a different story.According to him, «genes are mechanisms that cells use», and he compares them to IKEA tools: a hammer and screws are not enough to build a piece of furniture; you also need the plan, and that plan only the cells know.From stem cell studies to organoids - small lab-grown replicas of human organs - Martínez Arias shows how biology is reshaping the way we understand development, disease, and even aging.He believes this shift in focus, from genes to cells, will transform medicine. But could these new discoveries transform us too?More on the topic«The Master Builder: How The New Science Of The Cell Is Rewriting The Story Of Life», Alfonso Martínez Arias (John Murray Press)«Elissa Epel: Genetics, chronic stress and ageing» (Science and Education Month, FFMS) «Svante Pääbo: How genetics tells our human story» (Science and Education Month, FFMS) «The Incompleteness of Evolution», with Alfonso Martínez Arias
A ligação à terra, o desinteresse dos jovens, as exigências dos clientes, os imigrantes na restauração, os desafios com o filho, as perdas com os sócios, a tradição e o gourmet, ser mulher líder, a preguiça no trabalho.
Quando o coração queima, os olhos se abrem - Pr. Daniel Nobre by Igreja Missionária Evangélica Maranata do Recreio Para conhecer mais sobre a Maranata: Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
No segundo episódio de O Tempo Virou – Rumo à COP30, o cientista Carlos Nobre fala sobre o aquecimento global e o ponto de não retorno da Amazônia. Ele discute os riscos, as oportunidades da bioeconomia e o papel do Brasil na transição climática global. Com sua visão única, Nobre reflete sobre os desafios políticos, a urgência da ação climática e as expectativas para a COP30 em Belém, quando a Amazônia assume o centro das decisões sobre o futuro do planeta.
Solos Christus - Pr. Daniel Nobre by Igreja Missionária Evangélica Maranata do Recreio Para conhecer mais sobre a Maranata: Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
Fuja da cidade do pecado - Pr. Daniel Nobre by Igreja Missionária Evangélica Maranata do Recreio Para conhecer mais sobre a Maranata: Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
A viagem é longa até a Terra Indígena Koatinemo: de Altamira, no coração do Pará, são mais três horas de "voadeira" pelo rio Xingu até chegar à casa do povo asurini, que acaba de comemorar meio século de contato com as populações urbanas "brancas". De lá para cá, o povo indígena resiste às pressões de invasores de terra, do desmatamento e do garimpo ilegal. Agora, faz frente a uma nova e poderosa ameaça: um clima cada vez mais quente. Lúcia Müzell, enviada especial da RFI à Terra Indígena Koatinemo (Pará) Em 2024, pela primeira vez, a seca recorde na Amazônia quebrou a safra da castanha, base da alimentação tradicional e carro-chefe da produção comercializada por populações indígenas, ribeirinhas e extrativistas da região. "Acho que passou uns três, quatro meses sem pingar uma gota de chuva. O verão castigou o nosso castanhal e não teve frutos”, relembra o cacique Kwain Asurini, na aldeia Ita'aka, com pouco menos de 400 habitantes. "A gente também está sentindo essa mudança climática aqui, mesmo sendo a floresta. A floresta sente que o aquecimento está, cada vez mais, prejudicando a própria floresta.” Sem água, os ouriços no alto de uma das árvores mais emblemáticas da Amazônia, a castanheira, não se desenvolveram, e eles caíram na terra vazios. A castanha é um dos produtos da floresta mais sensíveis ao calor, diferentemente de outros frutos, como o açaí. Milhares de pequenos produtores de comunidades tradicionais tiveram impacto não só na renda, como em toda a cadeia alimentar. A castanha é ingrediente para diversos pratos típicos e também é consumida por animais da floresta. Se eles não encontram o fruto, não aparecem e ficam menos acessíveis para a caça de subsistência dos povos indígenas. Iuri Parakanã, um dos caciques da Terra Indígena Apyterewa, descreve a situação como “um desespero” para toda a região conhecida como Terra do Meio. Ele conta que, naquele ano, a mandioca também não cresceu como deveria. "A floresta fala com os indígenas, e nós transmitimos a fala da natureza para o mundo saber o que está acontecendo, o que a natureza está sentindo. Estamos preocupados não somente com o nosso bem viver, mas também com os animais, que estão aqui na floresta e sentem isso”, salienta. "Tudo que plantamos morreu, por causa da quentura." Aquecimento pode chegar a 6°C em 2100 Já faz mais de 40 anos que o respeitado climatologista Carlos Nobre alerta sobre o risco de aumento desta “quentura” que Iuri Parakanã agora sente na Amazônia. Prêmio Nobel da Paz junto com os cientistas do Painel de Mudanças Climáticas da ONU (IPCC), Nobre afirma que os registros históricos da Amazônia apontavam para uma seca severa a cada 20 anos, em média. Nas últimas duas décadas, porém, quatro episódios graves de estiagem já ocorreram. Pior: os dois últimos se repetiram em dois anos consecutivos, 2023 e 2024 – quando o bioma teve a mais forte seca já registrada. "Mesmo que não tivesse nenhum fogo de origem humana, ainda assim seria muito difícil para a floresta se recompor. Quando tem uma seca muito forte, são quatro ou cinco anos para começar a recompor”, explica. "Mas aí vem uma outra seca, então, o que está acontecendo é que com essas quatro secas muito fortes, aumentou demais a área degradada na Amazônia." Estudos mostram que 40% da Amazônia já estão em algum estágio de degradação. A temperatura na região tem aumentado de 0,3°C a 0,4°C por década, havendo projeções que apontam para uma alta de até 6°C até 2100, no cenário de altas emissões de gases de efeito estufa, em comparação aos níveis pré-industriais. Na Terra Indígena Koatinemo, a adaptação às mudanças climáticas foi um dos tópicos mais debatidos na 10ª edição da Semana do Extrativismo (Semex), realizada em maio. Representantes de dezenas de comunidades tradicionais relataram o impacto da seca nos seus plantios de subsistência. "Os cacaus secaram, os rios e igarapés secaram e os animais sentiram. Os rios também secaram além do normal. Os peixes diminuíram muito”, disse Kremoro Xikrin, que veio do território de Trincheira Bacajá para o encontro. Carlos Nobre e o risco de colapso da floresta Enquanto isso, em volta da floresta protegida, o desmatamento continua – diminuindo a resiliência da mata para um clima em mutação. “A intenção deles é só fazer capim e pasto para o gado. Não plantam mais um pé de mandioca. Não plantam milho, não plantam feijão, não plantam um arroz”, diz o pequeno agricultor Joilton Moreira, ao contar sobre a pressão da ampliação das terras por grandes fazendeiros em torno da Comunidade Santa Fé, em Uruará, onde ele vive. Em 1990, um grupo de cientistas coordenados por Carlos Nobre advertiu, pela primeira vez, sobre o risco de a Amazônia atingir “um ponto de não retorno” causado pelas mudanças climáticas e à degradação – ou seja, de a floresta não conseguir mais se regenerar ao seu estado original. O aumento do desmatamento e dos incêndios é fatal para esta tendência. “Tem a seca do aquecimento global e aí fica mais seco ainda por causa do desmatamento, e muito mais quente. A temperatura ali às vezes aumenta mais de 2ºC do que vem de uma onda de calor na região, comparando com uma região que não tem nada de desmatamento”, salienta. "A floresta recicla muito bem a água, baixa a temperatura e às vezes até aumenta a chuva. Mas quando você tem superáreas desmatadas, diminui tanto a reciclagem de água que aumenta a temperatura e você tem menos chuva.” Outro complicador são as queimadas, em alta no bioma. Não mais do que 5% dos incêndios ocorrem por descargas elétricas, ou seja, por causas naturais como raios, assegura Nobre. "Não é natural. Os incêndios explodiram e mais de 95% são de origem humana. Aí vem um outro fator de degradação enorme da floresta: tivemos, no ano passado, a maior área degradada na Amazônia, porque teve muito incêndio”, ressalta. "E como tinha o recorde de seca e de onda de calor, a vegetação ficou muito inflamável, aumentando muito a propagação do fogo.” Populações locais se organizam para se adaptar Nas comunidades tradicionais, a escala de produção na floresta se dá pela união dos povos, e não pelo desmatamento e a monocultura. A castanha, comum na região do Xingu, conectou a Rede da Terra do Meio, uma articulação de povos indígenas, ribeirinhos, extrativistas e da agricultura familiar que, a partir dos seus conhecimentos de manejo florestal, busca impulsionar a comercialização do excedente da produção nos territórios. A quebra da safra da castanha em 2024 e a provável repetição do drama no futuro aceleram os projetos de diversificação produtiva da rede. Uma das ideias é planejar estoques de outros produtos menos sensíveis ao clima, como o babaçu. "Não vai dar para cruzar os braços agora e dizer que foi esse ano e, no outro, não vai ser. A gente sabe que sempre vai ter esses problemas, então a rede serve para observar, para tomar cuidado e a gente se organizar para fugir dessas situações”, afirma Francisco de Assis Porto de Oliveira, da reserva extrativista do rio Iriri e presidente da Rede Terra do Meio. “Quando fala de renda, a gente tem que ter muito cuidado, porque se deixarmos para cuidar do problema depois de ele ser identificado, pode ser muito tarde." A rede tem pressionado para que os produtos da floresta sejam cobertos por seguros climáticos, a exemplo dos que beneficiam monoculturas como a soja ou milho. Novas dificuldades surgiram, como o aumento das pragas nas roças e o impacto no transporte, majoritariamente fluvial. Com os rios mais secos, o acesso das comunidades tradicionais a políticas públicas também é prejudicado. Duas delas têm buscado ampliar a participação de indígenas, extrativistas e pequenos agricultores: o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Cada vez mais, as escolas nas comunidades locais oferecem merenda com ingredientes tradicionais, dando um impulso importante à diversificação produtiva nos territórios. Atualmente, 87 produtos da floresta foram integrados à cesta do PAA. "O próprio Estado não conhecia esses alimentos, e a gente precisou provar que eles existem. A gente precisou vir no campo, coletar o cacauí e levar par ao pessoal da Conab, que só conhecia o cacau”, observa Marcio Luiz Silva Souza, engenheiro florestal e técnico da Rede Terra do Meio. “Tem o uxi, uma fruta muito boa que tem em vários territórios e o pessoal não conhecia, a golosa, uma fruta muito saborosa. Palmito de babaçu, tucum, inajá, piqui, cajá. Várias frutas da natureza”, exemplifica. Coleta de sementes contribui para reflorestamento Novas parcerias comerciais impulsionam a diversificação. A produção de sementes, por exemplo, representa um potencial ainda pouco explorado pelas comunidades da floresta. "A gente está num ano de COP, está se falando de mudanças climáticas, de recompor a floresta que já foi destruída. Todos os territórios estão coletando e disponibilizando suas sementes”, continua Souza. Espécies conhecidas e valorizadas, como a castanha e a seringa, já estão consolidadas, mas a demanda por diversidade de sementes nativas tende a crescer para atender a obrigações de reflorestamento por grandes empresas ou empreendimentos, que possuem passivos ambientais. “A gente vai comprar ipê, jatobá, várias favas cabulosas que ninguém nunca observou porque não existia interesse econômico por elas. Com este estímulo do reflorestamento, a gente vai poder incluir segmentos da população brasileira que estão completamente isolados: pequenos produtores rurais muito vulneráveis, comunidades tradicionais, quilombolas, ribeirinhas, indígenas, que moram na floresta e estão longe dos grandes centros econômicos”, afirma Marie de Lassus, diretora de suprimentos da Morfo. A empresa é especializada em restauração de florestas nativas no Brasil e faz a ponte entre a demanda crescente e os coletores de sementes, usadas na recuperação de áreas desmatadas ou degradadas. “Eles mesmos estão começando a entender que existe potencialmente um mercado. Eu recebi sementes deles e a gente já plantou em Santarém, ano passado, num projeto experimental com Embrapa”, indica de Lassus. COP30 e o papel das comunidades tradicionais contra a crise climática Ao colaborar para o reflorestamento, a cadeia das sementes também contribui para o enfrentamento da crise climática. A meta do Brasil é recuperar 12 milhões de hectares de floresta em todo o país, até 2030. Projetos como este estarão em destaque na Conferência do Clima de Belém (COP30), em novembro. Promover sistemas de produção e alimentares que transformam floresta em floresta é investir em um programa climático, avalia Jefferson Straatmann, facilitador de Economias da Sociobiodiversidade do Instituto Socioambiental (ISA). “Essas conferências, a partir da Rio 92, trouxeram para a sociedade a importância dessa questão, que foi se desdobrando na criação dos territórios tradicionais, em cobrança entre os países para que algo fosse feito. Se a gente não tivesse as conferências da ONU para ter essa troca, muito provavelmente cada país estaria agindo ao seu total entendimento”, analisa. “A gente tem uma crise que é planetária. A COP ser na Amazônia eu acho que traz essa possibilidade de um olhar para esses povos e para seus modos de vida, para suas economias, como um caminho futuro. Não precisa ser igual, não vai ser igual. Mas tem referências que a gente precisa buscar para construir um novo caminho de sociedade”, espera Straatmann. * Esta é a terceira reportagem da série Caminhos para uma Amazônia sustentável, do podcast Planeta Verde. As reportagens, parcialmente financiadas pelo Imaflora, vão ao ar todas as quintas-feiras até a COP30 em Belém, em novembro.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Uma perseguição policial na capital paulista terminou com a prisão de dois suspeitos que invadiram uma casa em um bairro nobre e fizeram uma família refém. Antes disso, câmeras de segurança de diversas residências registraram os assaltantes invadindo imóveis na região enquanto tentavam fugir dos policiais. Em determinado momento, a dupla chegou a pular para dentro de uma escola de educação infantil. Durante a ação, houve troca de tiros com a polícia, que contou com o apoio de um helicóptero para capturar os criminosos. Apesar do susto, a família feita refém não sofreu ferimentos. E ainda: Polícia prende 'Minotauro', um dos principais assaltantes de mansões do país.
Como ter discernimento? - Pr. Daniel Nobre by Igreja Missionária Evangélica Maranata do Recreio Para conhecer mais sobre a Maranata: Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
24.08.2025 - Mensagem do Culto Matutino ao vivo da Igreja Presbiteriana de Anápolis com Rev. Júlio César de Melo. Culto Missionário Texto Bíblico: Isaias 32.108 Tema: O nobre Messias e seus projetos.
Não se escandalize - Pr. Daniel Nobre by Igreja Missionária Evangélica Maranata de JacarepaguáPara conhecer mais sobre a Maranata: Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
Produzam fruto digno de arrependimento - Pr Daniel Nobre by Igreja Missionária Evangélica Maranata do RecreioPara conhecer mais sobre a Maranata: Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
#295 | O Plano do Nobre | Pr. Lucas Afonso