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DANIEL LOPEZ é jornalista, professor e pastor. Nesse episódio de “Ligando os Pontos”, ele vai bater um papo sobre os bastidores ocultos da final da Copa do Mundo. O Vilela diz que a culpa não é dele que o Brasil perdeu.Cadeira é Elements, e o desconto pra vocês tá liberado. Acesse e garanta a sua: https://loja.elements.com.br/?utm_source=youtube&utm_medium=legenda&utm_campaign=inteligenciahttps://daniellopez.com.br/arca/
Baixe o OPERAGX e nos ajude através desse link: https://operagx.gg/nautiluslink2aff O Café com Videogames é nosso podcast sobre as novidades do mundo dos videogames, gravado segunda feira de manhã. Nesse episódio, falamos sobre os jogos que ainda estamos esperando para 2026, e talvez alguma notícia aqui e ali. Apoie o projeto e permita que ele continue: https://apoia.se/nautilus
Ai sim! Definimos o Páginas Abertas como “um curso de preparação para o Caminho Iniciático”. E falamos em várias ocasiões que esse Caminho não se dá mediante às iniciações externas, ou seja, ele não é outorgado por um ritual, mas pela própria consciência do indivíduo que se faz em comunhão com a senda de ascensão. Com isso, queremos dizer que muitos são os que passam por rituais e cerimônias de supostas iniciações, mas poucos são os que trilham o Caminho, verdadeiramente. Mas uma vez que a alma passa por um processo de Iniciação interno e autêntico, ela se transforma. Esse súbito ganho de consciência, esse despertar do torpor que até então lhe embalava faz com que suas perspectivas se alarguem amplamente, suas certezas sejam colocadas em xeque, sua percepção da realidade ganha mais camadas e, com isso, ela precisa reformular seus valores e revisar suas referências - internas e externas. A maioria de suas relações, obviamente, lhe parecem inadequadas e precisarão ser reformadas. Sua trajetória no mundo também ganha outra profundidade, e é comum questionar o trabalho, os hobbies, o legado que se tem construído e toda a sua história pessoal. Mas, calma, esse é só o primeiro passo. Esse é o despertar da ALMA, e não do Espírito. Esse mesmo processo, de alargamento de consciência, vai acontecer sucessivamente daí pra frente, e eventualmente precisaremos reformar não a nossa história ~pessoal~, mas sim a nossa história ~cosmológica~: quem fomos nas diversas encarnações que animamos, como as decisões pregressas nos afetam hoje, quais são as experiências que vivemos e que estão enraizadas em outros lugares do tempo e do espaço? Essas questões vão se levantando espontânea e gradativamente. E, claro, a senda não termina aí… Depois que examinamos uma linha temporal, existem outras. Existem mais e mais dimensões. E existe trabalho a ser feito após a revisão. É preciso construir, então, o legado que desejamos ver no mundo. Todo esse processo pode ser sintetizado num termo muito simples: autorresponsabilização. Fazer-me encarregado de realizar o que eu acredito ser ideal. Esse é o grau mais elevado de autonomia que podemos atingir. Entretanto, voltemos um pouco! Nesse episódio vamos falar da Noite Escura da Alma e dos ordalios da iniciação! — Envie seu relato!
O que é o #BiroscaNews? Qual a razão do nome?O que pretendemos com o #BiroscaNews?Por que entender melhor as notícias sobre questões que falam de Direito e Política é fundamental?Nesse vídeo busco explicar essas e outras questões.Conheça melhor o autor do #BiroscaNews.
A primeira questão é nossa própria projeção. Transferimos para os outros as nossas expectativas. Esperamos que a esposa seja carinhosa, que o filho seja educado, que o patrão seja gentil, que o amigo nunca abandone, etc. Mas e quando isso não acontece? Nesse momento surge a frustração, algo bem mais leve que a decepção.A frustração é a expectativa não realizada. Já a decepção é o efeito contrário. Imagina que uma jovem apaixonada espere que seu namorado demonstre carinho. Se ele não age assim, ela ficará frustrada. Mas se ele demonstra carinho a outra pessoa ao invés dela, ela ficará decepcionada.A decepção mata sentimentos, faz doer o coração como um infarto fulminante, destrói toda e qualquer esperança.Veja o que diz o Salmo 84 no verso 12: "Ó Senhor dos Exércitos, feliz é aquele que em ti confia."O salmista fala de um relacionamento em que isso nunca há decepção: o relacionamento com Deus. Deus nunca decepciona! Por isso, em alta voz, o salmista diz: "como é feliz quem confia Nele!". Que seja esta também a sua experiência.
Torne-se um Apoiador do Milênio e receba os benefícios dessa nossa nova comunidade do Kamui no link abaixo:https://apoia.se/kamui
Neste episódio, Ricardo reflete sobre como muitos gerentes de projetos deixaram de gerenciar projetos para apenas reagir a urgências. A rotina é consumida por reuniões, mensagens, e-mails e problemas imediatos, gerando a sensação de muito trabalho, mas pouco progresso real. Segundo ele, gerenciar projetos significa reduzir incertezas, enquanto gerenciar ansiedade significa apenas reagir ao caos. A inteligência artificial acelerou tarefas operacionais, mas também aumentou a expectativa por respostas instantâneas, intensificando a ansiedade nas organizações. Nesse contexto, o papel do gerente de projetos torna-se ainda mais importante: estabelecer prioridades, proteger a equipe de falsas urgências, criar previsibilidade, tomar decisões e transmitir confiança. Escute o podcast para saber mais!
Nesse episódio, Edu Aurrai e Felipe Mesquita falam sobre a controversa nomeação da CEO do XBOX, Asha Sharma, como conselheira do Federal Reserve; o impacto severo dos cortes no desenvolvimento e no moral de The Elder Scrolls VI; o adiamento indefinido do controle arcade FlexStrike da Sony; o bombardeio de críticas no Steam contra Assassin’s Creed Black Flag Resynced; e muito mais. Duração: 93 min Comentados: Os posts da Nintendo sobre as beterias removíveis dos Joy-Con esquerdo e direito O vídeo de aposentadoria e agradecimento de Glen Schofield Vídeos: MARVEL Tōkon: Fighting Souls | Open Beta Trailer Marvel's Wolverine – Ain't No Hero Trailer I PS5 Games Beast of Reincarnation | Visão Geral do Combate Agent 64 – Release Date Trailer Música da Semana: specialist
O inverno traz um desafio a mais para a saúde dos brasileiros. Com o frio, a baixa umidade do ar e a maior circulação de vírus respiratórios, os casos de gripe e de outras infecções aumentam em todo o país. Nesse contexto, a Anvisa aprovou uma nova vacina contra a influenza, que poderá ser aplicada em pessoas a partir dos seis meses de idade. Nos testes, o imunizante alcançou eficácia de até 73% em adultos e 65% em crianças. O que muda com essa nova vacina? Quando ela deve estar disponível? E como reduzir o risco de complicações da gripe entre os grupos mais vulneráveis? Para falar sobre esses temas, o JR 15 Minutos recebe o médico infectologista do Hospital Universitário da USP e doutorando em Saúde Pública, Gerson Salvador.
O Teste Psicológico é a fase que mais gera medo em quem sonha com o distintivo e a que mais tem MITO circulando na internet.Nesse vídeo eu te explico a VERDADE sobre o teste psicológico da Polícia Civil de São Paulo:✅ Como funciona o teste na PCSP hoje e o porquê ele NÃO reprova mais como antigamente✅ O que os psicólogos avaliam de verdade no dia do teste✅ Os mitos que assustam candidato à toa (tatuagem, ansiedade, "perfil errado")✅ O que você NÃO deve fazer no dia da avaliação✅ Em quais fases do concurso você realmente precisa concentrar sua energia⚠️ Spoiler: o que reprova candidato na PC SP não é o psicológico: é chegar despreparado na prova objetiva. E eu te mostro exatamente onde focar.
A minha convidada de hoje sempre encontrou uma forma de se manter em movimento. Na infância, dividia o tempo entre a natação, a bicicleta, os patins e o futebol, esporte que aprendeu a gostar influenciada pelo pai. Aos 9 anos, descobriu o surf e passou a praticar bodyboarding. Na adolescência, experimentou diferentes modalidades, entre elas vôlei, handebol, capoeira, boxe e muay thai. Formou-se em Direito, construiu uma sólida carreira, casou-se, teve dois filhos e continuou surfando. Paralelamente, mantinha uma rotina ativa entre a natação e a academia. Nesse período, também passou por um divórcio e começou a correr. Em 2016, porém, uma fratura por estresse a levou para a bicicleta e, após a recuperação, decidiu experimentar o triathlon. Naquele mesmo ano, participou da sua primeira prova na modalidade. Em 2017, completou o Challenge Florianópolis, na distância de meio Ironman. Em 2018, casou-se com o treinador e triatleta Thiago Menuci, mesmo ano em que estreou no Ironman Brasil. Abriu-se então um caminho que a levaria para desafios até então inimagináveis. Voltou à Ilha da Magia no ano seguinte e, em 2020, completou o Soloman Full Distance. Durante a pandemia, colocou em xeque sua escolha profissional e, com a ajuda e o incentivo do marido, decidiu promover uma mudança importante na carreira. Ainda advogando, iniciou uma nova graduação, desta vez em Educação Física. Foi se envolvendo cada vez mais até que tomou a decisão de trabalhar na assessoria esportiva do marido e deixar a advocacia. Foi um caminho sem volta e, pensando na evolução da sua nova fase profissional, graduou-se também em Nutrição e, posteriormente, concluiu uma pós-graduação em Nutrição Esportiva. Após anos acompanhando o marido em provas de ultraendurance, construiu a autoconfiança necessária para direcionar sua atenção às provas de endurance extremo. Em 2022, participou do Canadaman. Em 2023, completou a Haute Route Pirineus já de olho no UB515 de 2024, ano em que participou também do Serranoman. No ano seguinte, participou do Norseman, uma das provas mais tradicionais do circuito mundial de triathlon extremo. Conosco aqui, uma advogada que se tornou coach em neurolinguística, uma treinadora que se tornou também nutricionista esportiva, uma mulher que se tornou triatleta em busca de provas cada vez mais extremas e desafiadoras, mãe do Erick e da Pietra, sócia da Menuci Assessoria Esportiva. Uma porto-alegrense que trocou os tribunais pelas montanhas, Daniele Crivelaro Menuci. Inspire-se! Race Smart - check your heart Este episódio é oferecido pela @z2perfomance e pela @2peaksbikes A Z2 lançou o Performance System, uma linha pensada em organizar a suplementação ao longo da rotina do atleta, com produtos que cumprem papéis específicos dentro da performance. A linha tem dois produtos: a Creatina e o Nitrato. E um produto da Z2 que merece atenção: o Saltz Pastilha. Reposição de eletrólitos num formato inédito no Brasil. Dissolve na boca, repõe sódio, potássio e magnésio na hora, sem precisar de água. Compacto e ideal pra treinos e provas. Siga @z2performance e fique por dentro do universo da Z2. A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Santa Cruz Bikes, da Yeti Cycles e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala. A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo. Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
Se você trabalha com infoprodutos e vive do orgânico, esse episódio mostra como sair da visualização pela visualização e focar em faturamento.Nesse episódio, você vai entender por que o storytelling é a arma secreta por trás do resultado, o erro de ter vários infoprodutos em vez de focar em UM produto principal, e a maior oportunidade que ela ainda não explorou: o tráfego pago.Anunciar NÃO prejudica seu alcance orgânico. Ouça até o final e veja a estratégia que eu uso para casar os dois.
DANIEL LOPEZ é jornalista, professor e pastor. Nesse episódio de “Ligando os Pontos”, ele vai bater um papo sobre a morte de Lindsay Graham, considerado o pai das recentes guerras americanas. O Vilela já perdeu a conta das conspirações que estão acontecendo simultaneamente.Cadeira é Elements, e o desconto pra vocês tá liberado. Acesse e garanta a sua: https://loja.elements.com.br/?utm_source=youtube&utm_medium=legenda&utm_campaign=inteligenciaConheça A Bússola, o curso gratuito de gestão e inteligência artificial do G4. https://on.g40.co/inteligencia_daniellopez04
A aviação, um dos setores mais importantes para a economia brasileira, enfrenta o desafio de reduzir suas emissões sem comprometer a eficiência e a competitividade. Nesse cenário, a adoção de combustíveis sustentáveis, aliada a avanços em infraestrutura, inovação e regulação, desponta como um dos principais caminhos para a descarbonização do transporte aéreo. Em entrevista mediada pela jornalista Aline Pacheco, durante o Energy Summit 2026, Camila Lopes, diretora de Planejamento B2B da Vibra, explica como essa transformação já está em curso, detalha o papel do SAF (combustível sustentável de aviação) nesse processo e aborda os desafios para ampliar sua produção e adoção. No episódio, a executiva também comenta a importância da aviação para a economia, os bastidores do abastecimento de aeronaves e as perspectivas para o futuro do setor. Esse podcast é uma produção do Estadão Blue Studio. See omnystudio.com/listener for privacy information.
As seleções de Espanha e Argentina vão se enfrentar na final da Copa do Mundo 2026. O duelo entre as duas equipes será disputado no próximo domingo, dia 19 de julho. Nesse clima de final, nesta edição do “Viaje na CBN”, o comentarista Edson Ruy traz como destaque o que movimenta o turismo dos países finalistas da Copa.
Existe um tempo que só a alma conhece.O relógio não marca esse tempo. O calendário também não.É o tempo que existe entre compreender uma dor e, finalmente, deixar de carregá-la.Às vezes, pensamos que já seguimos em frente. Afinal, a vida continuou. Os dias passaram. Novas pessoas chegaram. Novos caminhos se abriram.Mas basta uma palavra, um lugar, um rosto… e alguma coisa, lá dentro, muda de lugar.Não é falta de força.É porque o coração não funciona como uma gaveta que se fecha depois de organizada.Ele é mais parecido com uma casa.Há cômodos que permanecem fechados por muito tempo. Não porque esquecemos o que existe ali, mas porque ainda não encontramos coragem para abrir a janela.E talvez Deus nunca tenha se incomodado com isso.Porque Ele conhece a diferença entre quem alimenta uma ferida e quem ainda está aprendendo a tocá-la sem sentir tanto medo.A maturidade não chega quando deixamos de sentir.Ela chega quando a dor deixa de decidir por nós.Nesse dia, quase sem perceber, voltamos a fazer planos. Voltamos a rir sem culpa. Voltamos a acreditar nas pessoas sem achar que toda história terminará do mesmo jeito.A cura, talvez, seja isso.Não o desaparecimento da cicatriz.Mas o momento em que ela deixa de ser o centro da nossa vida.E quando isso acontece, Deus sorri em silêncio.Porque há milagres que não aparecem nos olhos.Acontecem primeiro dentro da gente.
Existe um tempo que só a alma conhece.O relógio não marca esse tempo. O calendário também não.É o tempo que existe entre compreender uma dor e, finalmente, deixar de carregá-la.Às vezes, pensamos que já seguimos em frente. Afinal, a vida continuou. Os dias passaram. Novas pessoas chegaram. Novos caminhos se abriram.Mas basta uma palavra, um lugar, um rosto… e alguma coisa, lá dentro, muda de lugar.Não é falta de força.É porque o coração não funciona como uma gaveta que se fecha depois de organizada.Ele é mais parecido com uma casa.Há cômodos que permanecem fechados por muito tempo. Não porque esquecemos o que existe ali, mas porque ainda não encontramos coragem para abrir a janela.E talvez Deus nunca tenha se incomodado com isso.Porque Ele conhece a diferença entre quem alimenta uma ferida e quem ainda está aprendendo a tocá-la sem sentir tanto medo.A maturidade não chega quando deixamos de sentir.Ela chega quando a dor deixa de decidir por nós.Nesse dia, quase sem perceber, voltamos a fazer planos. Voltamos a rir sem culpa. Voltamos a acreditar nas pessoas sem achar que toda história terminará do mesmo jeito.A cura, talvez, seja isso.Não o desaparecimento da cicatriz.Mas o momento em que ela deixa de ser o centro da nossa vida.E quando isso acontece, Deus sorri em silêncio.Porque há milagres que não aparecem nos olhos.Acontecem primeiro dentro da gente.
Sérgio Abrantes já fez mais de 200 lançamentos digitais e viveu um lançamento tão desastroso que não conseguiu recuperar. Nesse episódio do Hotmart Cast, ele conta esse erro, o método que criou depois disso para reduzir risco em qualquer lançamento — e como esse método foi usado no relançamento do Whindersson Nunes, que já tinha tentado lançar antes sem sucesso.Você vai entender por que grandes lançamentos falham mesmo com planejamento, como usar cenários financeiros para prever resultados antes de lançar, por que testar pequeno antes de escalar evita prejuízo (a estratégia usada com o Whindersson), e qual o erro de comunicação que mais derruba parcerias entre agências e experts. Visite o canal da Hotmart no Youtube: https://www.youtube.com/@hotmart
Mais de 2.000 corredores de rua participaram da Meia Maratona de Itajaí, que aconteceu na manhã fria de domingo, 14 de junho, véspera do aniversário de 166 anos da cidade de itajaí, litoral de Santa Catarina. Nesse podcast você corre comigo trechos da prova e percebe a reação dos corredores diante dessa competição, além de suas incríveis histórias. Assista, comente e compartilhe!.#meiamaratona #meiadeitajaí #21kdeitajai #Brasil #corridaderua #atletismo #corredoresderua
Nesse podcast, eu, Dr. Adolfo Duarte (@DrAdolfoDuarte), Dr. William Rutzen (@Dr.WilliamRutzen) e Felipe Viana (@DensaNutricao.Oficial) conversamos sobre A Banalização dos Medicamentos para Emagrecer. Trabalhamos alguns tópicos importantes:Consultas tradicionais (com demanda do plano de saúde) e foco exclusivo no medicamentoConsultas que ensinam e não apenas passam remédiosPreferências por soluções mágicasCiclo de dependência dos pacientesQuando o n=1, tudo é 100%Quem não pode usarPressão externa para usar expedientes “excusos”Emagrecimento excessivo com TirzepatidaPode haver vício em análogos?Qual é o peso certo?O que é ser feliz?Já se inscreveu no nosso canal do YouTube: https://youtube.com/c/henriqueautran. No Clube de Leitura, exploramos juntos obras que desafiam o senso comum — livros que unem ciência, filosofia e ancestralidade — sempre com uma visão crítica e prática para transformar o conhecimento em ação.
Crise não é o fim do seu negócio digital, é onde a maior parte das oportunidades de vendas aparece.Nesse episódio, conversei com uma aluna que tem uma agência para brasileiros nos Estados Unidos e não consegue escalar.Ela acha que o problema é falta de autoridade. Só que não é. Ouça até o final, o erro dela pode ser o mesmo que você está cometendo agora.
Aprenda Inglês com Inamara Arruda - The Fast Mover Audio Experience
Lucas estudou inglês por 11 anos. Passou em todos os testes. Assistiu a séries americanas sem legenda.E quando chegou em Londres, não entendeu nada.Não porque o inglês dele era ruim. Mas porque o inglês que ele aprendeu e o inglês que Londres fala são dois idiomas completamente diferentes.Nesse episódio você vai ouvir uma história narrada 100% em inglês — com Cockney accent — e aprender as gírias britânicas que ninguém ensina na escola, do jeito que elas realmente chegam: dentro de uma situação real, num contexto que faz sentido, num sotaque que você vai querer imitar.---00:00 - A chegada em Londres e o choque da pronúncia 01:10 - Ground Floor vs. First Floor: A lógica britânica 01:39 - O significado oculto de "Brilliant" 02:29 - Butter, Water e Tomato: O som do T e das vogais 04:16 - Workplace English: "Schedule" e o ritmo do escritório 05:54 - O que significa "Dodgy" no dia a dia? 06:31 - "Cheeky Lunch" e outras expressões com "Cheeky" 07:41 - "Bloody good": Como usar com naturalidade 08:52 - Sobrevivendo ao Pub: O que é um "Pint"? 10:52 - A versatilidade do "Cheers" 11:31 - "Gutted": Sentindo a decepção em inglês 13:36 - "What can I do you for?": O jogo de palavras no mercado 14:15 - Courgette vs. Zucchini: Diferenças de vocabulário 14:29 - Farmácia: Paracetamol e a saudação "All right?" 15:39 - Saturday sorted: O que significa "Sorted"? 16:34 - Conclusão: Por que aprender com histórias reais? 21:04 - Revisão final: O glossário do Lucas em Londres---
Nesse podcast você acompanhara uma ministração do culto da família na nossa igreja local.
Uma aluna, de 24 anos, escreveu aos professores Renato e Cristiane Cardoso para dizer que gostou muito do livro Casamento Blindado, mas que enfrenta um sério problema no casamento há vários anos. O esposo não gosta de ter relações íntimas, mantendo intimidade apenas a cada quinze dias, o que a estressa. A aluna já conversou sobre o assunto, mas ele não se importa e diz que ela tem que respeitar a vontade dele. Inclusive, afirma que, talvez, quando ela estiver mais malhada, isso mude.Nesse ínterim, a aluna disse que não tem mais o mesmo corpo de antes. Aliás, ela é mãe de dois meninos. Ela confessou que já pensou em besteiras, até em traí-lo. Por fim, a aluna perguntou o que deve fazer.Lutar ou não lutarPosteriormente, outra aluna pediu a ajuda dos professores. Ela disse que está casada há dez anos e sempre lutou para manter o relacionamento. Contudo, na última briga, decidiu dar um basta, pois a vida que ele queria era regada a baladas e drogas. A aluna comentou que está confusa e perdida e quer saber se deve lutar ou não pelo casamento.Terapia do AmorSaiba como pessoas venceram os traumas do passado e, sobretudo, aprenderam a praticar o amor inteligente. Você também precisa de ajuda na vida amorosa? Participe das palestras da Terapia do Amor realizadas todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para conhecer outros locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Baixe o OPERAGX e nos ajude através desse link: https://operagx.gg/nautiluslink2aff O Café com Videogames é nosso podcast sobre as novidades do mundo dos videogames, gravado segunda feira de manhã. Nesse episódio, falamos sobre as demissões e o reset brutal do Xbox, sobre o fim da mídia física no PS5 e muito mais. Apoie o projeto e permita que ele continue: https://apoia.se/nautilus
TRABALHE NO MERCADO FINANCEIRO E DESCUBRA COMO CHEGAR AOS R$ 18 MIL OU MAIS POR MÊS! https://finc.ly/9e17dda2a5A bolsa brasileira ainda está barata ou o melhor do rali já ficou pra trás? Pra responder isso, recebemos Christian Keleti, CEO da Alpha Key Capital e um dos nomes mais respeitados da gestão de ações no Brasil.Nesse episódio ele fala sobre o momento do mercado depois dos recordes de 2026, onde estão as oportunidades pro segundo semestre, o peso da eleição e dos juros na bolsa, e o que ele está comprando agora.Um papo direto pra quem quer entender onde o dinheiro inteligente está olhando.Se inscreva no canal e ative o sino pra não perder nenhum episódio.#alphakey #bolsa #christiankeleti #bolsabrasil
Depois de já ter passado por aqui contando sua trajetória, Marcelo Martins retorna ao Bluesoft Podcast para um bate-papo com Wilson Souza focado em gestão de supermercados e açougues. Hoje ele comanda um supermercado, um açougue 100% autosserviço e uma distribuidora de carnes, além de atender clientes como consultor no varejo.Nesse episódio, Marcelo compartilha os aprendizados de mais de 15 anos de expansão no varejo alimentar, os erros que quase custaram o negócio e como a tecnologia mudou sua forma de gerir.O que você vai aprender:Gestão x operação: por que não existe uma sem a outra e como equilibrar os dois lados do negócioOs riscos da expansão: o que Marcelo faria diferente e por que o caixa é o que manda no jogo do varejoPadronização de lojas: como manter o mesmo padrão de açougue em unidades de perfis totalmente diferentesTecnologia como base da gestão: como identificar rupturas de estoque e falhas de processo com dadosA lição que vale mais do que qualquer outra: o caso do pacote de batata palito e o que ele ensina sobre precificaçãoConcorrência: a visão de Marcelo sobre como olhar (ou não olhar) para o concorrenteEsse episódio é para quem administra supermercado, açougue ou qualquer negócio de varejo e quer sair da operação no piloto automático rumo a uma gestão de verdade.
Na Escola do Amor Responde de hoje, Renato Cardoso iniciou o programa compartilhando um trecho de uma palestra recente ministrada por ele e sua esposa, Cristiane Cardoso, no Templo de Salomão, em São Paulo. Na ocasião, o casal blindado reforçou que os sentimentos não devem dirigir as nossas decisões, especialmente na vida amorosa.Nesse sentido, Renato e Cristiane apresentaram a ‘lista do que fazer' como uma ferramenta prática para colocar a razão e a fé acima das emoções, ajudando a tomar decisões corretas, enfrentar conflitos com sabedoria e agir de acordo com a Palavra de Deus, em vez de ser guiado por sentimentos. A palestra completa está disponível no UNIVER Vídeo.Amizade em excessoEm outro momento, um aluno, que não quis se identificar, disse que está muito perturbado com o que vem acontecendo com a esposa. Segundo ele, a companheira desenvolveu uma amizade muito próxima de outro homem. Ela admira tudo o que ele faz e, além disso, os dois trocam mensagens pelas redes sociais, fazem ligações e mantêm contato frequente. Ela também o convida para ir à casa do casal, inclusive quando o aluno não está presente, e ainda aceita carona dele.O aluno disse que tem certeza de que ela não o trai, pois confia nela totalmente. No entanto, contou que ela já chegou a criticá-lo para esse amigo. Ele já lhe pediu que se afastasse desse homem, mas ela se recusou. Por fim, o aluno pediu ajuda para saber o que fazer.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Logo no início, Renato Cardoso disse que é muito ruim quando a pessoa está em um relacionamento com alguém que não quer se ajudar, que não enxerga os próprios erros e, com isso, não sabe mais o que fazer.Nesse sentido, o professor compartilhou o pedido de ajuda de Marcos, de 24 anos. O aluno comentou que está casado há dois anos, mas vive com a esposa há mais de seis anos. Acontece que, há cerca de um ano e meio, ela começou a trabalhar e, desde então, passou a ter amizades que o desagradam e que têm gerado brigas no lar do casal.Marcos perguntou como agir, já que ela tem passado a fazer coisas que não fazia antes. Inclusive, afastou-se da igreja e de Deus. Além disso, ela diz que o aluno tem deixado de cuidar da família para correr atrás das coisas de Deus. Ademais, ele apontou outras questões: que a esposa tem o costume de se cortar para aliviar a dor da alma e tem pensamentos de tirar a própria vida. Terapia do AmorAinda hoje, confira o que as pessoas têm a dizer sobre os benefícios das palestras da Terapia do Amor. Inclusive, participe todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Nesse episódio, Edu Aurrai, fala sobre a grande restruturação do XBOX, que culminou em mais uma onda de demissões; o Nintendo Switch 2 sendo remodelado em território europeu; a curiosa história da “linha vermelha da morte” em uma Steam Machine; e mais. Duração: 35 min Comentados: A “linha vermelha da morte” da Steam Machine Vídeos: Música da Semana: Rammstein – Amerika (Official 4K Video)
Nesse episódio vamos tentar desvendar os mitos sobre a lendária fonte que promete a vida eterna. Então aperte o play e venha participar dessa caçada mística ! RECOMENDAMOS ESCUTAR COM FONES DE OUVIDO. Se você gosta do nosso trabalho, acesse nosso site e participe do nosso grupo exclusivo para assinantes. Acesse o site acreditesequiserpodcast.com.br Contato para a criação do seu site Siga e avalie o Acredite Se Quiser nas plataformas de streaming! E-mail para contato: acreditesequiserpodcast@gmail.com A ufologia levada a sério! Revista Fenômeno OVNI - Referência em UfologiaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A literatura indígena no Brasil passou por diversas fases e batalhou contra o apagamento em todas elas. Dos primeiros encontros com os jesuítas, que tentaram impor as regras de gramática e de assentamentos importadas da Europa, ao crescimento das publicações editorais de autoria indígena que vemos hoje. Nesse episódio, Mayra Trinca e Lívia Mendes contam mais dessa história a partir de entrevistas com a pesquisadora Carolina Rodrigues, da Unicamp, e com a escritora Trudruá Dorrico. Você vai conhecer mais sobre as primeiras gramáticas, a importância da oralidade para a literatura indígena e a relação disso tudo com a política (no passado e no presente). ____________________________________________________________________________________________________ ROTEIRO TRUDRUÁ: Cara, o Brasil é tão indígena e ele nem se dá conta assim, sabe? Do quanto ele é indígena. MAYRA: No episódio de hoje, a gente vai falar sobre a importância da escrita pra história do movimento indígena no Brasil. TRUDRUÁ: Eu entendo assim que a presença indígena nesses espaços literários, é o que faz a nossa literatura ser interessante hoje. Faz deslocar um pouco os homens brancos, jornalistas do Rio – São Paulo, assim, numa produção completamente egocêntrica. LÍVIA: E sobre como isso ganha ainda mais relevância diante de um histórico de apagamentos. CAROLINA: Que algo escrito nem sempre é um texto. Quem lê nem sempre é um leitor. E quem escreve nem sempre é um autor. MAYRA: Isso porque o ato de escrever foi, e talvez ainda seja, uma das ferramentas mais usadas pra hierarquização social. E aí, ao longo da história, isso deixou marcas que revelam muito do que a gente pensa e entende como autoria de povos indígenas no Brasil. TRUDRUÁ: A autoria coletiva indígena, ela sempre existiu. O problema é que ela foi descaracterizada por conta da história de apropriação dos povos indígenas ao Estado-nação Brasil. LÍVIA: Pra entender essas questões, conversamos com a escritora e pesquisadora Trudruá Dorrico, do povo Macuxi, e com a linguista Carolina Rodríguez. MAYRA: Eu sou a Mayra Trinca, bióloga e comunicadora de ciência e você já me conhece aqui do Oxigênio. LÍVIA: E eu sou a Lívia Mendes, linguista e especialista em jornalismo científico, e também já apareci algumas vezes por aqui. [VINHETA] CAROLINA: Eu sou pesquisadora do Laboratório de Estudos Urbanos, o Labeurb, que pertence ao Núcleo de Criatividade da Unicamp e sou também professora no departamento de Linguística do Instituto de Estudos da Linguagem, o IEL, também da Unicamp. É, a minha formação inicial é em letras, mas eu me especializei em linguística. Fiz o doutorado, pós-doutorado, especificamente nas áreas de análise do discurso, história das ideias linguísticas e saber urbano e linguagem. LÍVIA: Essa que você ouviu é a Carolina. Nos últimos anos, ela têm se dedicado a pesquisar a língua Guarani e as relações dessa língua com a atuação dos jesuítas na região que era a província do Paraguai. CAROLINA: Que não deve ser confundida com a província civil do Paraguai, né? Porque a província jesuítica ocupava todo o sul do Brasil, Argentina, parte da Bolívia, enfim. MAYRA: O Guarani era a língua falada pelos povos indígenas da região e que teve seus primeiros registros escritos feitos por esses jesuítas. CAROLINA: O espaço em que surge a escrita em Guarani vai determinar, a finalidade com que é introduzida a escrita nessa língua, vai determinar a relação entre escrita e oralidade, né? Vai determinar o que que é um texto, o que que é ler, o que é escrever em Guarani. LÍVIA: Os jesuítas chegaram na região por volta de 1580 e se instalaram ali, fundando a tal província. Esses missionários, tinham como tarefa estudar a língua local. CAROLINA: A finalidade principal, né, desse trabalho linguístico era se comunicar com os indígenas no dia a dia, aprender a língua, né? Que os missionários estrangeiros pudessem aprender a língua para se comunicar com os indígenas e para catequizar. A questão principal não é o cultivo da língua como bem cultural. Isso pode até ter um resquício, mas não é esse o objetivo principal. MAYRA: Essa lógica por trás do estudo do Guarani fez com que a escrita e a gramática utilizada para essa língua fosse bem diferente de outras línguas. Enquanto as línguas europeias tiveram sua escrita elaborada e rebuscada como uma forma de enriquecimento cultural, a escrita das línguas indígenas era muito mais pragmática, usada apenas como instrumento para ensinar outros jesuítas. LÍVIA: Ainda assim, a Carolina conta que as primeiras gramáticas, as primeiras organizações e regras linguísticas do mundo surgiram todas meio que juntas. CAROLINA: É interessante isso porque muitas vezes a gente pensa que “ah, as gramáticas europeias foram feitas primeiro e as línguas ameríndias, por exemplo, depois e não. Então, a diferença entre uma gramática, a primeira gramática em francês, do francês, tem dois, três, quatro anos de diferença com a primeira gramática do Nahuatl, no México, por exemplo. [começa trilha] LÍVIA: Só que nesse momento, na Europa, durante o Renascimento, as gramáticas estavam surgindo pra organizar e padronizar as línguas que representariam os Estados-nação, como o francês, o português e o espanhol. Era preciso reduzir as variações dos dialetos, fixar regras linguísticas, para dar uma ideia de unidade praquele território. MAYRA: Gramatizar uma língua, assim como escrever essa língua , é importante para consolidar regras gramaticais e fazer com que ela mude mais devagar. Por isso as gramáticas surgem com a formação dos Estados, porque conforme as nações hegemônicas iam colonizando diversas partes do mundo, levavam também consigo o processo de gramatização das outras línguas. CAROLINA: Então, essa associação, né, língua cidade através da ideia do movimento, da fixação, eles tinham que fixar a língua pela escrita e fixar os indígenas em povoados, não é? Para que, como dizia o Manuel da Nóbrega, o padre jesuíta, era preciso fazer com que ficassem quietos, né? E não se movessem o tempo todo. Ele reclamava que o trabalho da catequese era jogado fora, porque eles se mudam o tempo todo. LÍVIA: De novo a gente percebe aí a linguagem sendo usada como uma forma de dominação desses povos. O estudo da língua Guarani não estava a serviço dos povos indígenas e sim dos colonizadores. Mesmo que eles começassem a dominar a escrita de sua língua, isso não significava que eles iriam conseguir realmente se apropriar política e culturalmente dessa ferramenta. CAROLINA: A cultura é imposta como modelo, ao mesmo tempo que se impede o acesso integral a esse modelo. Porque senão a desculpa para subordinação desaparece, não é? [sobe som e encerra música] MAYRA: E a Carolina encontrou, em alguns textos da época, exemplos que mostram isso muito bem. Ela me deu o exemplo de vários textos religiosos, que eram escritos em Guarani, mas que não eram lidos pelos indígenas. CAROLINA: Porque esses textos traduzidos em Guarani, é, se destinavam aos missionários, não eram dados para a leitura dos indígenas, que eram mantidos a maior, maiormente não alfabetizados, não é? Era porque os missionários soubessem, é, aprendessem e pudessem transmitir oralmente aos indígenas. Então, na verdade, o destinatário do conteúdo do texto, né? Da mensagem religiosa, era o indígena, que não era o leitor do texto, né? Então era não era um público leitor, era um público ouvinte, era um auditório, porque quem lia era o missionário. LÍVIA: Ela também identificou o mesmo deslocamento da função do autor desse texto. Um dos exemplos mais didáticos é de um indígena chamado Nicolas Yapuguay, que publicou dois volumes de sermões bíblicos escritos em Guarani, só que sob direção de um missionário. CAROLINA: Então, o que significa sob a direção? Significa que a responsabilidade é do missionário. Bom, aí já temos uma dica, não é? Mas o prefácio é fantástico. Eu acho que Foucault leu esse prefácio para definir a função autor, né? Porque quem faz o prefácio ao livro é Paulo Restivo, o missionário. Até aí tudo bem, a gente pode fazer o prefácio de outro livro, né? Mas o que é interessante é que todos os “eus”, as primeiras pessoas, é o missionário que assume. Então, assim, ele chama o leitor de meu leitor, as doutrinas que eu te ofereço. MAYRA: Isso mostra pra gente que apresentar o Nicolas Yapuguay como autor era quase como um disfarce, um fingimento. Que ele estava ali pra que os missionários pudessem dizer que havia uma participação indígena, mas que não tinha liberdade de decidir o que ou como escrever. [começa trilha] TRUDRUÁ: Nesse processo de de entender um pouco a escrita e os povos indígenas, eu queria dizer assim que a escrita, essa escrita assim, ai, de escrever o nome, de escrever um poema, de escrever um livro ou de aprender a escrever alguma coisa que é importante assim no dia a dia, não é dessa escrita que nós estamos falando, quando a gente fala assim, ai, dos povos indígenas conseguirem escrever e serem uma sociedade desenvolvida. A gente está falando de um sistema de escrita que cria documentos, que cria cartórios, que cria notários, que cria é, que cria uma legislação para validar, por exemplo, um processo de expropriação territorial. [sobe som e encerra música] LÍVIA: Essa que você acabou de ouvir é a Trudruá Dorrico. TRUDRUÁ: Eu sou indígena Macuxi. O povo Macuxi tá no estado de Roraima. Eu sou escritora, essa é uma parte que eu atuo, no âmbito da literatura e eu também sou pesquisadora de literatura indígena e essa é a segunda parte assim da minha atuação no âmbito da pesquisa. MAYRA: Eu conheci o trabalho da Trudruá num grupo de leitura que eu faço parte. A gente leu “Originárias: Uma antologia feminina de literatura indígena”, que é uma coletânea organizada por ela, mas com histórias de diversas autoras de diferentes povos. Ela faz parte de um movimento contemporâneo de autores indígenas, como Daniel Munduruku, Ailton Krenak, Eliane Potiguara, Geni Nuñez e por aí vai. LÍVIA: A literatura indígena passou por diferentes fases no Brasil. Ela começou muito antes da chegada dos jesuítas, com a cultura oral, ainda sem registros escritos. Essa primeira fase, estruturada na oralidade, ainda é muito pouco aceita como literatura. Vamos falar disso um pouco mais pra frente, continua por aqui pra entender. MAYRA: Então, os registros dos jesuítas formam uma segunda fase, com os primeiros textos escritos, como a gente viu, mas não exatamente respeitando a cultura indígena. LÍVIA: Depois, a gente teve, durante o modernismo, lá da semana de 22, autores como Mário de Andrade, autor de Macunaíma, por exemplo, se apropriaram de histórias indígenas naquela onda da antropofagia e ficaram famosos por isso. TRUDRUÁ: O José de Alencar, Mário de Andrade e Oswaldo de Andrade fizeram carreira sobre com o nacionalismo indígena. Então, é uma terceira fase que a gente fala assim: “É, mas agora a gente vai escrever. A gente vai fazer nossas histórias, a nossa literatura com esta identidade, porque esta identidade é um território que o Brasil precisa reconhecer, que tudo o que diz respeito a nós tem valor e tem alguém ali para reivindicar dizendo assim: “Ó, você não vai falar de nós de qualquer jeito, como se a gente fosse nada ou como vocês estavam acostumados a tratar a gente”. Eu acho que é por isso que talvez esse identitarismo ameace, né? Porque essa pessoa não tá pronta ainda, ela tá muito mais na defesa de: “Ai, nossa, vai me podar, de pesquisar, vai me podar, de escrever, vai me podar, de publicar, vou ser malvista”. Vai mesmo. Vai, vou te dizer com certeza que vai. MAYRA: A Trudruá tá falando aqui de pessoas que falam sobre os povos indígenas ou sobre elementos da cultura indígena como se fossem donas desse saber, ignorando o movimento e a história desses povos. Como livros ou mesmo pesquisas acadêmicas que se apropriam desse conhecimento sem dar os créditos, as referências ou mesmo sem ter representantes indígenas fazendo parte do trabalho. LÍVIA: Isso porque, como a Trudruá contou na entrevista, esses escritores e pesquisadores sempre viram as práticas indígenas como “sem dono”. O motivo está no fato de que a maioria dos povos indígenas não tinham e ainda, em algumas regiões, continuam não tendo acesso ao domínio da escrita de suas línguas maternas. Por esse motivo não era considerada a participação do próprio indígena nessas produções. TRUDRUÁ: Eu acho que esse argumento, ele foi utilizado assim por muitos anos, por por décadas, né? Pelos indigenistas e também pelos professores que é que sempre pesquisaram povos indígenas e se tornaram porta-voz desses povos indígenas. E eu acredito assim que é boa fé, o fato é que isso virou uma tradição e essa tradição acabou colocando, né, esses pesquisadores que muito colaboraram, muito ajudaram, não tô nem julgando isso, mas colocou eles assim como paladinos, né? Colocou como representantes de povos indígenas, como uma voz, é, de autoridade, uma voz de tradução entre dois mundos. Traduziu o mundo branco para os indígenas e traduziu o mundo dos indígenas para os brancos. Então, essas pessoas eram as autoridades. MAYRA: É uma ideia que tá muito ligada a noção de que povos que usam a escrita são, de alguma forma, superiores do que sociedades que chamamos àgrafas, ou seja, que transmitem seus conhecimentos exclusivamente por meio da tradição oral, sem ter desenvolvido um sistema próprio de escrita. Eu vou trazer a Carolina aqui de volta pra ajudar a gente a entender isso. CAROLINA: Olha só, de novo, porque os europeus então gramatizaram as línguas do mundo, instrumentaram as línguas do mundo a partir do modelo que eles tinham usado da gramática grecolatina e também transformaram os espaços do planeta, os territórios a partir do modelo urbano europeu. Então, veja como os processos de gramatização massiva também coincidem com o processo de urbanização, isto é, de transformação das línguas e dos territórios do planeta, né, em direção ao modelo da escrita e da gramática da cidade europeia, não é? LÍVIA: É como se, porque a história da europa seguiu esse caminho, passando da tradição oral pra tradição escrita, do nomadismo para as cidades, todas as sociedades do mundo tivessem que fazer o mesmo percurso. CAROLINA: Então, esse modelo da escrita, esse modelo da cidade, nesse discurso historiográfico, né? Vai estabelecer uma relação entre espaço e tempo, né? Por quê? Porque as sociedades, cujas formas de vida não produziram esse modelo específico de espaço que é a cidade, né? São jogadas situadas para trás no tempo, são pré-históricas, estão atrasadas, não chegaram lá. Então, há uma temporalidade que vai ser acionada a partir do modelo de espaço, que é produzido a partir de suas tecnologias, entre as quais a escrita, não é? MAYRA: Só que essa é uma visão bem distorcida de como as coisas funcionam. Não é porque a escrita foi necessária pra organização de um modo de vida que ela é essencial em todas as configurações sociais. LÍVIA: E tem uma questão muito importante aqui. É que essa leitura de mundo não vem sem propósito, “sem querer”. Ela foi moldada pra justificar uma ideia de superioridade. CAROLINA: Você estar numa sociedade de escrita e não dominar a escrita é uma grande desvantagem. Né? Não ser alfabetizado numa cidade é uma grande desvantagem. A questão é quais são as explicações, né? E como isso acaba sendo ontologizado. É uma característica ontológica dessas sociedades ou desse sujeito, não é? Então, de fato, o que há, é, é o que eu chamei de uma memória da língua marcada pela escrita e uma memória do espaço marcada pelo urbano. Eu explico, né? O que que é memória no sentido discursivo, da análise do discurso. Memória não é lembrança, é o contrário, digamos, ou pelo menos esse tipo de memória discursiva. É aquilo que já foi dito, esquecido e passou a ser do senso comum e faz sentido nas próprias palavras, não é? Então, a gente tem essa memória da escrita, memória da escrita, o que que é? Você imagina a língua, você imagina através da escrita alfabética, não é? Você vê um espaço que não tem cidade, parece um espaço vazio e não tá vazio, né? Por exemplo, uma floresta, o espaço de populações indígenas, não é? MAYRA: É como se houvesse, ainda que de forma inconsciente, uma associação automática entre cidade e progresso, linguagem e “inteligência”. É como dizer que uma pessoa analfabeta não sabe ler porque não quer, ou porque não tem capacidade, e, assim, excluir completamente o papel do Estado, da escola e de outras pessoas no processo de transmitir essa habilidade. A Carolina deu um outro exemplo muito bom de como isso foi manipulado pra fazer povos indígenas parecerem menos capazes do que as pessoas brancas. CAROLINA: A educação literária, artística, da escultura, da pintura e da música são considerados como o modelo, né, de educação aos indígenas. Mas aí você vai nos povoados e mostram, essa daqui é escultura feita por um indígena, essa aqui para um europeu. E de acordo com esse modelo a feita por um indígena aparece uma caricatura muito simplificada, né? É, então como se apresenta isso, né? Olha, os jesuítas até ensinaram, mas até aí eles conseguiram chegar, mas então esse resultado aquém, de acordo com certo modelo, se apresenta como uma incapacidade lógica, natural dos indígenas. Eles não conseguem se apropriar desse modelo, então tem que se manter como subalternos, né? O que não se diz é que aos indígenas não se ensinava as técnicas de preparatórios para fazer uma escultura que se ensinava aos escultores europeus nas escolas de artesãos europeus. Simplesmente se dava o pedaço de madeira para os artistas e falaram: “Olha, copia aqui” LÍVIA: Se a gente parar pra reparar, a mesma lógica continua até hoje nos discursos meritocráticos, né? É uma ideia de que a habilidade de uma pessoa, seja ela indígena ou não, só depende do seu esforço individual. E assim oculta completamente o papel da sociedade de ensinar as bases necessárias pra isso. MAYRA: E tem outro ponto interessante aí. Olha como a gente tem todo um referencial do que deveria ser uma sociedade, baseado quase que exclusivamente num único modelo: o europeu. A escultura, a música, o jeito de se vestir, tudo segue as regras estabelecidas na Europa. Só que na maioria das vezes, isso não é colocado em perspectiva, né? É naturalizado, colocado como um processo único pro mundo todo. CAROLINA: Como se isso fosse um, um, um processo inexorável, não é? LIVIA: Quando na verdade a gente devia tá olhando pra isso mais como possibilidades de modos de viver numa diversidade gigante de culturas. Só que é muito natural, por conta da nossa história, a gente achar que o que vem desse padrão europeu é sempre o melhor. CAROLINA: Uma coisa importante, isso não tem a ver com o que a gente acha de melhor ou pior. No sentido de que se você nasce e cresce numa numa sociedade urbana e da escrita, pode achar absurdo não escrever a língua ou não se fixar, mas esse é problema seu, vamos dizer assim, não é? Porque assim, você não é o centro. Não é? Então, não precisa gostar. [trilha sonora] LÍVIA: Até hoje, a escrita tem sido um reflexo disso. Ao longo da idade média, como a escrita tinha praticamente sido sequestrada pela Igreja na Europa, fazendo com que fosse quase exclusiva dos sacerdotes, ela se tornou um símbolo de conhecimento. MAYRA: Como se um conhecimento só tivesse valor se estiver escrito, aquela ideia de que isso garante que ele será transmitido pro futuro. Isso também explica, voltando no que a gente tava falando antes, porque a primeira fase da literatura indígena, que tava na oralidade, não é considerada. TRUDRUÁ: Tem muita produção indígena que é uma produção intelectual que esteve no âmbito do imaterial, porque os povos indígenas foram impedidos de desenvolver sua própria escrita e ao mesmo tempo foram impedidos de adotar a escrita alfabética, né? Esse foi um jogo sistemático do Estado para impedir a presença indígena na sociedade brasileira. LÍVIA: Ou então, de forma mais sutil ou até mais perversa, o que era feito era diminuir a identidade indígena de quem escrevia. Uma coisa de “se sabe escrever, então já não é mais indígena”. Um pensamento totalmente relacionado àquela ideia de progresso linear que a gente falou agora pouco, que considera os povos indígenas como se estivessem num estágio cultural anterior e inferior aos dos povos europeus. TRUDRUÁ: Nesse caso, quando os povos indígenas e os sujeitos indígenas, eles começam a a escrever, a publicar, a romper essa tradição de que tudo que eles têm está na oralidade e quando está na oralidade não pertence a eles, é, eles, né, os primeiros escritores eles vem com essa tradição de dizer: é, não tem autoria porque vocês nunca deixaram, o país nunca deixou, nunca considerou, né, que um indígena que escrevesse, falasse língua portuguesa ou conhecesse os costumes da sociedade dominante pudesse ser considerado indígena. O que eu quero dizer com isso é não não não temos direito à nossa propriedade intelectual, material que tá na oralidade, eh porque eh ao escrever elas não somos mais tão indígenas. MAYRA: Aqui é importante a gente parar e explicar algo com mais calma, porque mesmo pra mim isso não tava bem claro quando comecei a conversar com a Trudruá pra esse episódio. TRUDRUÁ: Quando você fala de oralidade, eu penso em um sistema, em um dispositivo de memória que é trabalhado assim pelos povos indígenas. Quando você fala de de fala de de voz alta, você tá falando desse oral. né, de uma fala oral. Então são um é sistema de conhecimento, um é prática. Então são diversos, né? TRUDRUÁ: Não podemos entender a oralidade como uma fala, como se ela não tivesse consciência, mas ela tem um sistema todo organizado, é de memória mesmo, assim, que vai de geração em geração e vai ensinando valores e e, e, né, tem uma ciência, né, que a compõe. LÍVIA: Ou seja, quando a gente tiver falando de oralidade aqui, estamos falando de um conjunto de práticas que faz parte de uma tradição de centenas de anos, que foram capazes de fazer permanecer o conhecimento, sem precisar de recursos escritos. MAYRA: De certa forma, isso permeia o trabalho da Trudruá como escritora hoje. Eu ouvi uma entrevista dela falando sobre o último livro que publicou, o Tempo de Retomada, e como ela tinha o hábito de ler em voz alta pra mãe dela quando tava trabalhando no texto. TRUDRUÁ: Quando eu penso texto escrito, eu me preocupo muito assim com, é, com uma sofisticação que elas são contadas nessa oralidade. E aí nessa, quando a minha mãe tenta me passar certos valores, eu fico assim impressionada, porque eu realmente me sinto indo para um outro tempo a partir da palavra, eu me sinto viajando assim num outro tempo. E era, e era essa ideia assim de talvez transportar as pessoas para esse tempo que eu nunca sei se eu vou conseguir, ou nunca sei se as pessoas vão se abrir para elas, mas é uma preocupação de que é, talvez o mesmo ritmo ou o mesmo balanço que que eu escuto e que eu sinto, né? MAYRA: Durante a entrevista, eu comentei com a Trudruá como eu tenho percebido um pouco um movimento na literatura de resgatar esse jeito de contar histórias. Como eu falei, eu participo de um clube de leitura e isso é algo que vira e mexe aparece por lá. De como é gostoso ler um livro que você tem a sensação de que a autora tá ali falando mesmo com você. LIVIA: A Trudruá contou pra gente que, além do contato com as histórias contadas pela mãe, ela também teve, desde sempre, uma ligação muito forte com a literatura. E que os livros sempre tiveram um papel muito importante, não só de companhia, mas de vivência pra ela. TRUDRUÁ: Eu cresci com a literatura e a literatura me fez viajar por tantos mundos, me faz sonhar, me faz chorar, me faz é, me faz sentir uma magia que de artista, então eu não poderia desejar outra coisa que não, né, viver com a palavra. E aí nesse sentido eu eu também entendo que dá para levar um pouco essa magia nessa escrita literária. E esse era o trabalho assim, de talvez transportar um pouco aquilo que eu sinto quando eu escuto essas histórias. E aí o trabalho, ler em voz alta é importante, assim como ler em silêncio também, mas como eu tenho essa preocupação que a minha comunidade leia, eu também fico pensando assim: “Ai, como que elas podem como que elas vão ler isso, a disposição das frases, desce isso para ir num ritmo tão longo, né? Esse trabalho escrito, prático, de como pode também emular uma certa um certo oral. MAYRA: Uma coisa importante, como dá pra perceber nas falas da Trudruá quando ela tá falando sobre o que espera dos livros dela, é que essa oralidade, tanto a tradição, quanto o hábito de ler em voz alta, tão muito relacionados com o coletivo. E aí entra outro ponto importante. Não é porque um conhecimento é coletivo, que ele é de todo mundo. TRUDRUÁ: Um segmento assim que fica muito evidente no Brasil é o núcleo de folcloristas, o núcleo de estudiosos assim brasileiros que que olham para esses conteúdos, olham para esses materiais, para essas narrativas e entendem ela como uma cultura popular. A cultura popular nesse sentido de que ela é de todo mundo, mas não tem uma autoria específica. E isso é muito conveniente quando você, né, é, consciente ou inconscientemente, você rouba, é, narrativas prontas, narrativas criativas, fantásticas de outros povos para dizer: “Ah, isso faz parte da cultura brasileira no singular” LÍVIA: A Trudruá deu exemplos como o guaraná, a mandioca ou uma série de medicamentos que foram descobertos e desenvolvidos por povos indígenas, mas que nunca foram reconhecidos como autores ou proprietários dessas técnicas. MAYRA: E que depois, foram coisas incorporadas à cultura brasileira, como se todas as pessoas do país tivessem a mesma relação, a mesma história com esses elementos. E com isso, ignorando que os povos indígenas tiveram um papel fundamental nesse processo. LÍVIA: Lembra que a gente falou sobre como a primeira fase da literatura indígena, aquela da tradição oral, não é reconhecida? Isso porque quando a gente fala de oralidade, é difícil identificar um autor. E essa brecha foi usada pela sociedade brasileira como uma estratégia de incorporar essas histórias numa narrativa nacionalista. MAYRA: Só que isso, ao invés de valorizar os conhecimentos tradicionais e a individualidade de cada povo, como costuma ser dito por aí, acaba, na verdade, apagando a participação e a autoria dessas pessoas na sua própria história. [trilha sonora] TRUDRUÁ: Mas sobre a identidade indígena, vai ser algo que eu nunca vou abrir mão. E eu digo como escritora e eu digo como indígena, porque assim, a história brasileira e a história literária brasileira, tudo que ela quis foi apagar a identidade indígena para se apropriar das nossas narrativas. Quando a gente se coloca com essa identidade, a gente demarca um território simbólico de dizer: “Isso aqui não tá livre. Isso aqui não é terra de ninguém. Isso aqui tem uma autoria coletiva. Tem uma propriedade material que pertence a nós. Não é seu. Não é seu, brasileiro. LÍVIA: Por isso é tão importante hoje esse movimento de autores indígenas no Brasil. Ele ajuda a retomar uma série de histórias aos seus autores originais, dessa vez com os devidos créditos e com sua própria voz. TRUDRUÁ: E a autora individual, é essa autoria, que tá no mercado editorial e que vem reforçando, que vem para reforçar os valores, né, dos povos, das comunidades, mas o fato de tá no mercado editorial e circular, ela alcança um outro uma outra visibilidade, inclusive lançando luz a essa autoria coletiva MAYRA: E aí, obviamente, esse movimento acompanha o posicionamento político dos povos indígenas no Brasil. TRUDRUÁ: Tem um filósofo, tem um teórico da literatura que se chama Emil’ Keme, ele é do povo Maia Quechua da Guatemala. E ele fala que não é possível separar a teoria literária indígena da política indígena, porque elas caminham juntos. Quando os indígenas eles pegam a escrita para publicar e etc, estudar mesmo, eles entendem a escrita como uma técnica, a língua como uma técnica que vai ser essa transportadora dos desejos da luta do movimento indígena. Então, a gente entende, alinhado a política indígena, a gente entende, uma teoria da literatura que vai seguir as mesmas políticas que os povos indígenas tão tentando em termos de autonomia. Então, a política indígena fala do direito ao nome. Todos os autores indígenas que eu conheço, ou eles adotaram o nome de povo, ou eles adotaram o nome da tradição. Mas se você olha em documentos, eh que não faz, sei lá, 10 anos que tem 20 anos que tem essa política, eles têm nomes brasileiros, nomes e sobrenomes brasileiros por conta da política de que proibia nomes indígenas. Então, isso acompanha também dentro da literatura a política indígena. LÍVIA: Com esse movimento, a gente também tá tendo a oportunidade de conhecer mais da tradição indígena e de ter acesso a cultura de tantos povos indígenas que existem no brasil, aprendendo inclusive as diferenças que existem entre eles. TRUDRUÁ: Os escritores estão acompanhando as linhas de da política indígena, que é autonomia, soberania, autodeterminação. E é tão falso e isso de que a literatura indígena vai repetindo, vai falando das mesmas coisas, porque os temas indígenas, eles são tão abertos e são tão variados, assim, só fala isso quem nunca leu a literatura indígena. Porque, entrar no mundo da identidade indígena, ela é muito, assim, é um mundo muito amplo. A gente tá falando de uma identidade indígena, mas a gente tá falando de quase 400 povos indígenas, de quase 300 línguas faladas culturalmente, como elas são diversas entre si. Eu acho que quem fala isso nunca nem se aproximou da das culturas indígenas para entender um átimo dessa dimensão que é essa riqueza cultural. MAYRA: E também de pensar como a gente pode tentar se aproximar de outras formas de viver e entender o mundo. No grupo que eu faço parte, sempre que lemos alguma coisa de literatura indígena, a conversa rende muito nesse sentido, em pensar pequenas mudanças que a gente pode tentar trazer pra nossa realidade, inspiradas nessas outras culturas. TRUDRUÁ: E aí uma das coisas que eu amo, amo na literatura indígena é que não tem nada do amor romântico, mas não tem mesmo assim, sabe? Amo, sabe essa ideia de ai nossa, as mulheres foram abandonadas pelos homens, é, e as mulheres o que que elas fizeram? Ah, elas foram procurar outros maridos. Tchau amor, tchau e benção assim, é completamente, assim vai completamente na contramão do que a gente foi ensinado. De ficar chorando, de ficar se lamentando. [sobe trilha] LÍVIA: E falando em grupos de leitura, pra encerrar nosso episódio, a Trudruá pediu pra deixar um recadinho pra vocês. TRUDRUÁ: Eu tenho uma página no Instagram que se chama Leia Mulheres Indígenas. E aí eu tô com uma proposta para 2026 de abrir um clube de leitura do Leia Mulheres Indígenas. TRUDRUÁ: Como que você vai apreciar melhor essa leitura e essas produções se vocês não sabem, né? De onde que a gente parte, quais são os princípios, quais são os valores. E aí eu tô querendo muito abrir um clube de leitura para 2026, espero que dê certo. E é convidar todo mundo para, sei lá, tá com a gente, abrir o debate, ler, se se encantar ou se desencantar também, tá valendo, né? Tá tudo valendo. MAYRA: Fica aí o convite pra seguir a página e ler mais livros escritos por autoras indígenas. Eu sou a Mayra Trinca, produzi e escrevi esse roteiro, com pitacos e revisão da Lívia Mendes. A edição também é minha. LÍVIA: Aproveita quando for seguir a Trudruá e procura a gente, somos Oxigênio Podcast em todas as redes sociais. A trilha sonora é do blue dot session e os créditos estão na descrição desse episódio. A vinheta é do Elias Mendez. MAYRA: O Oxigênio tem apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp e é coordenado pela Simone Pallone. Obrigada por ouvir, e até a próxima! Trilhas: Trailmaker by https://app.sessions.blue/browse?trackId=384027 Thunderpass by https://app.sessions.blue/browse?trackId=385385 Posh and Vine by https://app.sessions.blue/browse?trackId=385621
Durante o programa Escola do Amor Responde de hoje, os professores compartilharam com os alunos que a inteligência para a carreira, e outras áreas da vida, não significa necessariamente inteligência na vida amorosa. Nesse ínterim, Ana, estudante de direito, disse que conheceu virtualmente um rapaz do Paquistão. Eles começaram um relacionamento. Ele diz que a ama muito e ela, por sua vez, realmente se apaixonou. Contudo, há muitos problemas entre eles. O rapaz oscila entre ser carinhoso e grosseiro. Ana não tem liberdade para fazer perguntas a ele.Além disso, ele tem o costume de terminar o relacionamento, e Ana precisa ir atrás dele, humilhando-se e implorando. A aluna tem sofrido com isso e fica sem dormir. Ela disse que ele se tornou um verdadeiro vício, do qual ela não consegue se libertar. A aluna relatou diversas situações, inclusive o fato de que ele tem pedido que ela envie fotos e vídeos em que apareça nua. Ela tem negado, mas já atendeu a alguns pedidos.Terapia do AmorQuer se curar dos traumas do passado e se preparar para viver o amor inteligente? Participe todas as quintas-feiras, às 20h, da Terapia do Amor, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Alô, alô! Os nossos corpos não são habitados apenas por nós mesmos. Nós os compartilhamos com trilhões (!) de microrganismos que vivem praticamente em todas as partes do corpo humano. Cientistas estimam que mais da metade das nossas células não são, de fato, humanas: são células de micróbios, seres vivos microscópicos, como bactérias e fungos. Quando ouvimos falar em micróbios, a nossa primeira reação geralmente é de medo. Afinal, não faz muito tempo que saímos de uma pandemia, né? Porém, apenas uma pequena fração dos microrganismos conhecidos, menos de 1%, causa doenças. A grande maioria desses micróbios desempenha funções essenciais para a nossa saúde e bem-estar. Eles ajudam, por exemplo, na digestão, protegem contra outros microrganismos nocivos e podem até auxiliar na melhora de sintomas de ansiedade e depressão. Devido a todas essas funções, o estudo dessa comunidade de micróbios associada ao corpo humano (microbioma humano) vem crescendo muito nos últimos anos. Pesquisadores estão tentando entender quem são os microrganismos que vivem nas diferentes partes do nosso corpo, quais moléculas eles produzem e quais funções essas substâncias desempenham. Esse conhecimento é importante não apenas para desenvolver novos medicamentos e melhorar a saúde e o bem-estar da sociedade. Ele também nos ajuda a responder uma pergunta fundamental: já que temos mais células microbianas do que células humanas no nosso corpo, entender essas comunidades é também uma forma de entender quem somos nós. Nesse episódio, Camila Beraldo e Caramelo convidam Rosana Ferreira e Caetano Antunes para desvendarem esses segredos microscópicos. Da o play!
A ideia é que eu fizesse metade do trajeto de avião e a outra metade, mais curta, de carro. Mas tinha rolado uma tempestade gigante, daquelas que deixam um rastro de destruição nos dias anteriores, e alguns aeroportos tinham sido fechados. Os voos que não tinham acontecido, começaram a ser remarcados, criando uma bola de neve de atrasos, cancelamentos e caos. Como nessa semana eu tinha uma palestra bem cedo, o pessoal da agência achou melhor que eu fizesse o trajeto inteiro de carro, assim a gente tinha mais controle do horário que eu chegaria. Então, no dia certo e na hora marcada, eu entrei no carro e, quatro horas depois, eu cheguei no hotel, onde eu ficaria, enquanto eu estivesse na cidade. Assim que eu atravessei a porta de vidro, que separava o hotel da calçada, eu olhei no relógio e vi que faltava, ainda, três horas pro check in. Quando eu vi que não era possível adiantar a minha entrada no quarto, eu fiz uma pergunta que me levaria para uma situação, que, por sua vez, me faria pensar o porque é tão difícil colocar limite. Mas vamos por partes. Nesse momento, eu ainda to na recepção, puxando a mala de rodinha pro meu lado e perguntando pro moço: eu consigo tomar um café da manhã, enquanto o quarto não libera? O resto dessa história eu te conto nessa quarta-feira no spotify! Cê vem?identidade visual: @amandafogaca texto: @natyopsPUBLICIDADE: PETLOVECupom: PARADARNOMEASCOISAS50Link:https://saude.petlove.com.br/?promocao=influencer&utm_source=spotify&utm_medium=influencer&utm_campaign=paradarnomeascoisas*Exceto Plano Leve. Promoção por tempo limitado, não acumulativo com outras promoções. Consulte a disponibilidade na sua região. Mais informações no site da Petlove.*MEU LIVRO: Medo de dar certo: Como o receio de não conseguir sustentar uma posição de sucesso pode paralisar você | Amazon.com.brApoie a nossa mesa de bar: https://apoia.se/paradarnomeascoisasPALESTRAS:SP: https://www.almatickets.com.br/events/natlia-sousa-em-so-paulo-palestra-para-a-vida-no-virar-um-borro-11092026-saopaulo?promo=PARADAR5OFFRJ: https://www.almatickets.com.br/events/natlia-sousa-no-rio-de-janeiro-palestra-para-a-vida-no-virar-um-borro-12112026-riodejaneiro?promo=PARADAR5OFFBH:https://www.almatickets.com.br/events/natlia-sousa-em-belo-horizonte-palestra-para-a-vida-no-virar-um-borro-17102026-belohorizonte?promo=PARADAR5OFF
Renato e Cristiane Cardoso iniciaram o programa de hoje compartilhando com os alunos que, segundo uma autora americana, é que o segredo para um casamento feliz é tentar dizer ‘sim, tudo bem' mais vezes para o seu cônjuge. Nesse sentido, o casal blindando abordou amplamente o assunto. Objetivos de vidaNa sequência, a aluna Gabriela, de 26 anos, que está casada há quatro anos com um homem de 30 anos, contou que, há pouco tempo, vem buscando uma transformação pessoal e gostaria de crescer espiritualmente e evoluir profissionalmente.Atualmente, ela faz faculdade e tem buscado crescimento e amadurecimento. Contudo, o marido não. Além disso, eles não estão na mesma sintonia. Segundo Gabriela, ela está em outra sintonia, o que a entristece muito. Ela perguntou o que fazer diante dessa situação.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Nesse episódio, Bruno Carvalho, Edu Aurrai e Felipe Mesquita falam sobre, como em um par de semanas, a Sony anunciou uma data para o fim do suporte à produção de Mídia Física para todos os jogos nos consoles PlayStation, o encerramento da Playstation Store do Vita e PlayStation 3, e a remoção de mais de 500 filmes da biblioteca de seus usuários do seu serviço de vídeo; e mais. Duração: 80 min Comentados: Vídeos: VS BATTLE OVERVIEW | VIRTUA FIGHTER CROSSROADS SHOWCASE Marvel Tōkon: Fighting Souls – Samurai Outriders Trailer | PS5 & PC Games VIRTUA FIGHTER CROSSROADS: Bakunawa Killer Announcement Trailer 【ENG】THE PATH OF THE WARRIOR: ART OF FIGHTING 3 R |Trailer Música da Semana: OC ReMix #1757: Streets of Rage ‘Elevation [groovepump mix]’ (Violent Breathing) by ambient…
Nesse episódio, o PodDelas recebe Liz Macedo para um papoespecial — um ano e meio depois de sua primeira vez aqui!Ela, que transformou o "Arrume-se Comigo" em uma marcaregistrada da internet teen brasileira, abre o jogo sobrea fase mais intensa e reveladora da sua trajetória. Falasobre os bastidores do clipe com Anitta e Pedro Sampaio,sobre sua atuação como embaixadora da MBoom Beauty, sobreas polêmicas que enfrentou e sobre como está construindouma identidade própria longe dos rótulos.Além disso, conversamos sobre saúde mental, término derelacionamento, moda, a pressão de ser famosa aos 16 anose muito mais!Dá o play e vem assistir esse episódio especial! E temque se inscrever no canal! Clica aí!________________________Faça como a Anitta e aproveite as ofertas no 7.7 do Mercado Livre pra fazer suas comprittas. Escute a patroa e aproveite ofertas com até 70% off, frete grátis a partir de R$19 e parcelas de até 24x no cartão Mercado Pago. Corre pro app!
Nesse episódio, eu conto como manifestei o meu relacionamento atual - e como mudar a minha postura e autoimagem transformaram completamente a minha vida.Workshop: A Energia dos Relacionamentos + A Cura das Emoções: clique aqui.Universo Tudo é Cura: Faça parte da nossa comunidade focada em manifestação e tenha acesso a áudios de reprogramação emocional e outros conteúdos exclusivos para assinantes.Mentoria Individual Online - Agende seu horário comigo.Newsletter: receba minhas cartas gratuitamente no seu e-mail. Plano Mágico - cadastre seu e-mail para saber sobre a próxima edição.
DANIEL LOPEZ é jornalista, professor e pastor. Nesse episódio de “Ligando os Pontos”, ele vai bater um papo sobre o dia em que a CIA interferiu em uma Copa do Mundo pra ajudar o Brasil. O Vilela teve uma convulsão igual à do Ronaldo só de saber dessa história.
A Copa do Mundo já acabou pro Brasil, mas a gente não podia deixar de lançar este episódio aqui, gravado quando ainda havia esperança para o hexa em 2026. Nesse bate-papo, o tema são práticas e dinâmicas fetichistas inspiradas no mundo dos esportes, do futebol e da atividade física e o que esse universo tem em comum com o BDSM. A Ada e a Roxy conversam com a Sereia, nossa convidada frequente de episódios de ideias temáticas, e com ele mesmo, o Hugo, que já fez parte da nossa equipe e foi convocado para uma participação especial. Afinal, não dá pra falar de meiões e chuteiras sem lembrar dele! Vem escutar e dar risadas com a gente e aproveite pra deixar suas dicas e ideias nos comentários! *Episódio disponível também em vídeo!*Gravado em 26 de junho de 2026. Participantes: Ada @aleneouada, Roxy @roxylust, Sereia/Dom Gustavo @domgustavo.gyn, Hugo @h.chicotadasVoz da vinheta: Yultan de Belo Horizonte/MG @yult4n Form para envio de dúvidas e feedbacks: https://forms.gle/x3HUheP52BkALn989 Apoie o Chicotadas! https://apoia.se/chicotadas Nossos links: https://chicotadas.com.br/Confira nosso Instagram: www.instagram.com/chicotadaspodcast A vitrine do episódio é uma arte com fotos. O fundo é em um padrão amarelo claro com pontos em roxo e elementos que simulam a identidade visual do álbum de figurinhas da copa em vermelho e lilás. No centro da imagem, temos fotos dos 4 participantes do episódio no formato “figurinha do álbum”, com informações sobre cada ume: Roxy, switcher, 30 anos, ela/dela. Ada, domme, 38 anos, ela/dela. Hugo, switcher, 35 anos, ele/dele. Sereia, top, idade não revelada, ela/ele/elu. Em caixas de texto em vermelho e roxo com texto em lilás e amarelo claro, a identificação do episódio: Chicotinho 43, Copa do Mundo e BDSM: Dicas e ideias de práticas do mundo dos fetiches de esportes. Na parte superior e inferior da imagem, é possível ver a logo e o arroba do Chicotadas. Minutagens:3:33 Introdução do episódioVídeo da Rádio Chicotadas: https://www.instagram.com/p/DaEIROFAe9J/Episódios com a Sereia: episódio regular 38, 40, 50 e chicotinho 18.Episódios com o Hugo: grande maioria de out/2020 a nov/2021 e de out/2022 a mar/2025. 5:40 Autodescrição e nossa relação com o mundo dos esportes e da atividade física 13:48 Como o mundo dos esportes e do BDSM se relaciona?Citados: treinamento, meiões, uniformes, objetificação, personal trainer, dinâmica de poder, D/s, chuteiras, podolatria, posições de resistência, flexões, suor, pig, watersports (“esportes aquáticos”: jogos com xixi). 23:30 Recado do apoia.se https://apoia.se/chicotadas 25:30 Dicas e ideias de práticas relacionadas a mundo dos esportesCitados: sommelier de meias, chuteiras, trampling (pisar/pisotear alguém), pig (fetiche em sujeira, cheiros e fluidos corporais), cheiros, suor, wax play (velas), ballbusting (impacto nas bolas), humilhação, exaustão, aposta, mumificação, gol, tiro ao alvo, artes marciais, jiu-jitsu, luta turca, luta greco-romana, singlet (macaquinho de luta), primal play (jogos primais), wrestling (lutas em geral), rinha de switchers, motos, motociclistas, trilheiros, proteção de ombros, equipamento de segurança, camiseta de látex da Cece Hamali, talco e lubrificante, Malu Borges.Post das Olimpíadas: https://www.instagram.com/p/C-NtTVcOIGY/47:11 Ideias para sessão misturando atividade física e dinâmica de poderCitados: treinamento, role play, cuckold, cena pública e apostas, punições e recompensas, chicobet, cu e as olimpíadas do cu, falta de ativos no mercado e as passivas na chuva, pegging, tipos de corridas, suor, pigs, axilismo, suvaco, chulé, plug, castidade, core, gozar fazendo exercício. 1:04:30 Últimos recadosCitados: sequestro. 1:09:31 AftercareVoz da vinheta: Yultan de Belo Horizonte/MG @yult4n 1:12:12 Erros de gravação Nossos links: https://chicotadas.com.br/
Queda de cabelo, o que fazer? Nesse episódio você vai aprender as causas e as soluções. Seu cabelo está mudando, e isso não é futilidade nem apenas consequência da idade. Neste episódio do Soul Bela, Isabela Fortes conversa sobre a queda e o afinamento dos fios durante a perimenopausa e a menopausa, explicando por que esse problema precisa ser investigado de maneira individualizada, cuidadosa e multifatorial.Resumo do episódio:• As principais causas da queda de cabelo depois dos 40 anos.• A relação entre estrogênio, progesterona, testosterona, melatonina e cortisol.• O que são alopecia androgenética, eflúvio telógeno e menopausa folicular.• Como ferro, ferritina, tireoide, vitamina D, zinco e vitaminas do complexo B afetam os fios.• A influência do intestino, da inflamação, do estresse e da saúde mitocondrial.• Os exames que podem ajudar a identificar a verdadeira origem da queda.• Tratamentos com evidência científica, como minoxidil, terapia hormonal, laser de baixa intensidade, PRP e terapia combinada.• Por que investigar e agir cedo pode ajudar a preservar os folículos e evitar perdas irreversíveis.
Aí sim! Quem fala que tudo é uma mesma coisa se dessensibilizou das particularidades. Tudo pode, sim, se reconciliar no Um, mas o Um se regozija na singularidade de cada experiência. Nos últimos tempos vimos uma onda de definições do que seria "energia masculina" e "energia feminina", definindo papéis de gênero conservadores & reforçando estereótipos limitantes e doentios, que as pessoas abraçam & se apegam como um lifestyle que dita sua estética e comportamento, e também seus parâmetros de interpretação da realidade. Existe, sim, uma energia que pode ser chamada de "feminina", mas as suas definições não servem a um anseio neoliberal de classificar e domesticar as pessoas e as suas posturas. Pelo contrário, o encontro com o feminino profundo costuma provocar a dissolução das ilusões de controle & de adequação. Mas costuma provocar, também, sutileza & elegância, num explícito contraste com o desvairo com o qual costumam ser pintadas aquelas que tiveram um encontro consigo mesmas em suas profundezas. Nesse episódio nós te convidamos para um vislumbre. Vem, não precisa mergulhar, basta pôr os pés e sentir a temperatura. Depois você entra no seu ritmo... --- Próximas Lives (Páginas Abertas): Páginas Abertas #54 – 09/07 às 20:00 [A Noite Escura da Alma - Ordálios & Desafios na Senda Iniciática] --- Envie seu relato!
FINDAY 2026 - GARANTA SEU INGRESSO COM DESCONTO! https://finc.ly/5f26cc4a48CUPOM: ECONOMISTASCONTABILIZEI: USE O CUPOM ECONOMISTAS E GANHE A 2ª MENSALIDADE! https://bit.ly/economistas-ctbz-05062026O juro real mais alto do mundo tem explicação ou é exagero do mercado? Nesse episódio, Paulo Guedini (gestor com 26 anos de mercado, ex Barclays, Credit Suisse e Merrill Lynch) e Pepa Silveira (economista e diretor na A3S) sentam com a bancada pra dissecar o que trava o Brasil e onde o investidor se protege.Por que investir em ações num país que paga IPCA + 8 no título público, e quais empresas sobrevivem a esse ambiente.Top down x bottom up: por que ignorar o macro no Brasil quebra até gestor de histórico brilhante.O diagnóstico duro do país: indexação, falta de credibilidade e o rombo fiscal que empurra o juro longo pra cima.Como blindar o poder de compra de verdade: NTNB, TIPS, ouro, dólar, ativos reais e o papel do bitcoin num cenário inflacionário.Diversificação internacional: quando faz sentido, quanto alocar e por que olhar o retrovisor do câmbio é armadilha.Por que o agro, motor da economia, quase não aparece na bolsa.A conta do ajuste fiscal que ninguém quer fazer e o que 2026 pode forçar, ganhe quem ganhar a eleição.Um papo sem rodeios sobre risco, oportunidade e o que vem pela frente no segundo semestre.Quer saber se quer que eu já monte também o título, os cortes pra Reels ou a legenda do Instagram desse episódio.#eleicoes2026 #investimentos #finanças #politica #pepasilveira
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (01): Após entrevista ao programa Morning Show, da Jovem Pan, o pré-candidato à presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), afirmou ser o melhor candidato para enfrentar o atual presidente do Brasil nas eleições deste ano. Segundo Caiado, o país está cansado da polarização e dos ataques pessoais que regem a disputa eleitoral, e que seu nome traz uma base sólida de experiência e gestão para o cargo. Reportagem: Marcelo Mattos. Lideranças do Partido dos Trabalhadores articulam nos bastidores para garantir a indicação do primeiro suplente da chapa de Simone Tebet ao Senado por São Paulo. A estratégia leva em conta a possibilidade de Tebet voltar a ocupar um ministério em um eventual novo governo de Luiz Inácio Lula da Silva, caso ele seja reeleito. Nesse cenário, o suplente assumiria a cadeira no Senado. O partido também defende que a vaga seja ocupada por um nome ligado ao ex-ministro Fernando Haddad, pré-candidato ao governo paulista. Reportagem: João Vitor Revedilho. Durante a 68ª Cúpula do Mercosul, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu que os países da região evitem “alinhamentos automáticos” com grandes potências e reforcem a autonomia política e econômica do bloco. O presidente afirmou que a América do Sul deve diversificar suas parcerias e proteger sua soberania em meio às tensões comerciais e geopolíticas. Lula também sugeriu ampliar o sistema brasileiro de transferências para os países do Mercosul como base para uma infraestrutura regional integrada. Reportagem: André Anelli. Pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira (1º) mostrou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a frente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em eventual disputa de segundo turno no pleito presidencial. O chefe do Executivo registra 48,8% das intenções de voto, enquanto o parlamentar tem 42,3%. O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre, se reúne nesta quarta-feira (1º) com parlamentares do governo e representantes de centrais sindicais para discutir a proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6x1. O texto, aprovado pela Câmara dos Deputados no fim de maio, aguarda o início da tramitação no Senado. Alcolumbre afirmou que a Casa fará uma análise detalhada da proposta antes de levá-la à votação em plenário. Reportagem: Raphaela Almeida. O estado de São Paulo registrou aumento no número de ocorrências de estupro entre janeiro e maio deste ano. Foram 6.500 notificações no período, contra 6.219 registradas no mesmo intervalo do ano passado. Apenas em maio, o estado contabilizou 1.320 casos, acima dos 1.183 registrados em 2025. Reportagem: Danúbia Braga. O número de mortos após os terremotos que atingiram a Venezuela subiu para 1.943, segundo o governo venezuelano. O balanço mais recente aponta ainda 10.571 feridos e 6.461 pessoas resgatadas com vida dos escombros. Uma estimativa da Organização das Nações Unidas indica que cerca de 50 mil pessoas ainda podem estar desaparecidas. Reportagem: Eliseu Caetano. A Polícia Civil do Distrito Federal concluiu a investigação sobre a arma apreendida em junho e não indiciou o ex-presidente Jair Bolsonaro. O relatório enviado ao Supremo Tribunal Federal aponta apenas o indiciamento do sargento do Exército Estácio Leite da Silva Filho por porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. Segundo a investigação, o militar teria transportado uma arma registrada em nome de Bolsonaro sem autorização formal e fora das regras previstas no Estatuto do Desarmamento. Em depoimento, Bolsonaro afirmou que o armamento permaneceu em sua residência após uma operação e alegou necessidade de proteção do local. Reportagem: Bruno Pinheiro. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
No início do programa de hoje, Renato Cardoso compartilhou com os alunos um trecho de uma palestra recente ministrada por ele e sua esposa, a escritora Cristiane Cardoso, no Templo de Salomão, em São Paulo. Na oportunidade, o Casal Blindado abordou o tema do amor de aliança, conforme ilustrado na Bíblia, e o que isso significa. Confira a palestra na íntegra pelo UNIVER Vídeo.Terapia do AmorNesta quinta-feira, 25 de junho, participe da continuação do propósito Amor de Aliança na Terapia do Amor. Você pode restaurar o seu casamento e construir, daqui para frente, um amor de alto valor.Aliás, participe das palestras realizadas todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para conhecer outros locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Solteiros pedem ajudaNa sequência, o aluno Luiz, de 35 anos, disse que, até hoje, esteve focado na carreira profissional e agora quer encontrar uma companheira, mas não consegue. O aluno comentou que as mulheres da sua faixa etária estão casadas e que as mais novas não querem nada sério.Nesse ínterim, uma aluna de 23 anos contou que nunca se casou e que, há dois anos, ela e sua mãe tinham uma péssima comunicação e viviam sem paz. Até que a mãe a expulsou de casa e o pai, por sua vez, não a acolheu. Desde então, ela passou a morar com outras pessoas. Atualmente, a aluna mora com uma prima.Ela e a mãe se perdoaram e, hoje, construíram uma relação mais harmoniosa. No entanto, ela sente que precisa seguir o próprio caminho, diferentemente dos irmãos. Além disso, a mãe nunca lhe pediu para voltar a morar com ela.A aluna disse que se sente mal por morar de favor. Ela perguntou se deve procurar um lugar para morar agora e ir conquistando as coisas sozinha, enquanto está solteira, ou se deve encontrar alguém para se casar e construir uma vida a dois desde o início. A aluna está confusa sobre o que fazer neste momento.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
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