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SBS Portuguese - SBS em Português
Canarinhos: Andy Harper e o impacto do futebol amador brasileiro na Austrália

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later Feb 17, 2026 11:50


Nesse episódio do podcast Canarinhos conversamos com Andy Harper, uma das vozes mais respeitadas do futebol no país. Ex-jogador e treinador, Harper construiu uma carreira sólida como comentarista e analista esportivo. Aqui ele reflete sobre a comunidade brasileira em Sydney e como conheceu o Canarinhos. A entrevista foi feita em inglês mas o Andy, apaixonado por Brasil futebol e pagode, arriscou algumas palavreas em português.

O Mundo Agora
Mélenchon, Glucksmann e a impossível união da esquerda francesa

O Mundo Agora

Play Episode Listen Later Feb 16, 2026 6:11


Às vésperas das eleições municipais, a esquerda francesa já trava a batalha pelas presidenciais de 2027. Dividida entre o radical Mélenchon, o centrista Glucksmann e defensores de uma primária “unitária” que pode aprofundar a fragmentação, o campo progressista corre o risco de, mais uma vez, ficar fora do segundo turno. Thomás Zicman de Barros, analista político Em apenas um mês, as eleições municipais abrirão oficialmente o calendário político francês de 2026. Ninguém no campo progressista ignora, porém, que elas já funcionam como ensaio geral para 2027. A esquerda entra nesse ciclo dividida. A disputa principal parece concentrar-se em dois polos, hoje personificados por Jean-Luc Mélenchon e Raphaël Glucksmann, mas há outras forças que, em nome da unidade, podem acabar fragmentando ainda mais o cenário eleitoral. Mélenchon é o fundador da França Insubmissa e uma das figuras mais experientes da política francesa. Vindo das alas radicais do socialismo, é um orador talentoso, populista, capaz de mobilizar amplos setores populares, mas também amplamente rejeitado por parte do eleitorado centrista e por antigos aliados. Glucksmann é um rosto novo que parece ocupar o extremo oposto desse espectro. Filho de um intelectual simpático à direita, teve uma trajetória internacional controversa, assessorando líderes liberais na Geórgia e na Ucrânia, antes de retornar à França, se converter à esquerda e fundar o micro-partido Praça Pública, na órbita do Partido Socialista (PS). Hoje, encarna uma esquerda mais do que moderada, liberal, europeísta e institucionalista.  A candidatura de Glucksmann responde sobretudo a um desejo antigo de setores do PS de se emanciparem de Mélenchon e da proposta de ruptura que ele representa. Desde 2017, e de forma ainda mais clara a partir de 2022, Mélenchon conseguiu se impor como figura central da esquerda francesa. Nas duas eleições presidenciais, reuniu a maior parte do eleitorado progressista e ficou a poucos votos do segundo turno. Caso tivesse conseguido unificar o campo, os votos somados de socialistas, verdes e comunistas teriam sido suficientes para levá-lo ao segundo turno. União frágil Apesar da derrota, Mélenchon saiu fortalecido. Hegemonizou a esquerda e, diante do risco de desaparecimento eleitoral dos demais partidos, impulsionou a criação da Nova União Popular Ecológica e Social, a NUPES. Impôs o programa da França Insubmissa ao conjunto da esquerda e se colocou como candidato natural a primeiro-ministro nas legislativas seguintes. Ocorria algo raro: poucas vezes no mundo a esquerda foi reorganizada a partir de sua ala mais radical. A força desse bloco, somada à fragilidade de Emmanuel Macron, impediu o presidente de obter maioria absoluta. Ao acolher o PS e outras agremiações em crise, Mélenchon também lhes garantiu sobrevivência institucional. A unidade, porém, revelou-se frágil. Tensões antigas ressurgiram, sobretudo no PS, onde nunca houve aceitação plena da centralidade da França Insubmissa. Os ataques do Hamas em 7 de outubro de 2023 foram um catalisador de uma desunião latente. A recusa da LFI em participar de uma marcha de solidariedade a Israel, por considerar inaceitável a presença da extrema direita e por temer a legitimação da resposta militar israelense, foi usada como pretexto para consumar o racha. É nesse contexto que Glucksmann começa a ganhar visibilidade. Candidato apoiado pelo PS nas eleições europeias de 2024, concentrou seus ataques nos mélenchonistas, sobretudo em temas de política externa. Sua lista foi a mais votada à esquerda, mas o triunfo durou pouco. Ao dissolver a Assembleia Nacional na noite das eleições europeias, Macron apostava que as rusgas do campo progressista lhe garantiriam enfim uma maioria parlamentar. O tiro, porém, saiu pela culatra: Macron empurrou a esquerda a reconstruir rapidamente uma coalizão ampla. Constituída, a Nova Frente Popular desmentiu os prognósticos e tornou-se a força mais votada do país. Limites O pós-eleição revelou mais uma vez, porém, os limites dessa recomposição. A estratégia da França Insubmissa era provocar a queda sucessiva dos governos para pressionar Macron, constitucionalmente impedido de convocar novas legislativas. O PS recusou, preferindo ganhar tempo e evitar a imagem de subordinação a Mélenchon, buscando se apresentar como força responsável disposta a governar. Em 2025, essa clivagem se aprofundou. A França Insubmissa intensificou uma estratégia que articula a luta contra o custo de vida e a desigualdade social com o combate ao racismo e a outras opressões. Essa linha permitiu mobilizar eleitores não-brancos das periferias, tradicionalmente afastados das urnas. Ao mesmo tempo, o partido passou a ser acusado de conivência com grupos islamistas, de ataque à República e à laicidade. A rejeição cresceu, alimentada por uma cobertura midiática hostil e por práticas internas autoritárias, como expulsões sucessivas. Ainda assim, Mélenchon manteve forte popularidade no campo progressista, também devido à fragilidade de seu principal adversário. Glucksmann, pouco experiente e protegido por um ambiente midiático favorável, tem tido dificuldades em intervenções públicas. Apesar de ser casado com a apresentadora do maior telejornal francês, lhe faltam carisma, retórica e, sobretudo, um programa de governo. O contraste com Mélenchon é evidente. Camaleônico, ele alterna entre discursos de ruptura e uma postura mais serena quando lhe convém. Isso ficou claro no início de dezembro passado, quando foi convocado por uma comissão parlamentar que acusava dirigentes da França Insubmissa de complacência com o islamismo político. Durante quase duas horas, Mélenchon falou com tranquilidade sobre a história da laicidade na França, expondo a fragilidade das acusações. Desde então, parte da imprensa tem destacado sua mudança de postura. O incendiário indignado dá lugar ao tribuno republicano, numa virada performativa que já mira em 2027. Os riscos da desunião Diante dessa divisão, muitos se perguntam se a esquerda francesa não estaria novamente condenada a ficar fora do segundo turno. Setores minoritários, como os Verdes de Marine Tondelier, e dissidentes do partido de Mélenchon, como Clementine Autain e François Ruffin, defendem uma primária para que a esquerda escolha seu representante – todos, é claro, buscando também emplacar seus próprios nomes na disputa. O problema é que Mélenchon e Glucksmann já disseram que não participarão. O secretário-geral do PS, Olivier Faure, anunciou sua disposição de concorrer, mas as alas à direita do partido já torpedeiam a ideia. Paradoxalmente, aquilo que se apresenta como instrumento de unidade pode terminar produzindo apenas um nome adicional na disputa e aprofundar, em vez de conter, a fragmentação da esquerda. A preocupação com a unidade da esquerda e o medo de ficar fora do segundo turno são legítimos. No entanto, é preciso lembrar que não é apenas a esquerda que está fragmentada. Todo o sistema político francês caminha para uma dispersão sem precedentes. Nesse contexto, torna-se perfeitamente plausível que um candidato com menos de 20 por cento dos votos chegue à segunda volta, seja Mélenchon, seja Glucksmann. O verdadeiro problema começa depois. Se a esquerda enfrentar a extrema direita na segunda volta, a velha frente republicana deixa de ser uma evidência. Durante décadas, esse cordão sanitário funcionou como um mecanismo unindo direita e esquerda no segundo turno para barrar a extrema direita em nome da defesa das instituições democráticas. Hoje, no entanto, o cenário mudou: vemos uma esquerda crescentemente diabolizada e uma extrema direita cada vez mais normalizada, apresentada como palatável. Nesse cenário, o risco de uma vitória de setores reacionários não pode ser descartado.

#DNACAST
Dinheiro na Mesa - 15 de fevereiro

#DNACAST

Play Episode Listen Later Feb 15, 2026 3:50


Saiba mais sobre mentorias comigo: ⁠https://bit.ly/mentoriasjoeljotaExistem três tipos de dinheiro em toda empresa.E um deles some quando você não mede o que importa.O que não é medido vira perda silenciosa.Nesse episódio, eu explico por que falta de métricas destrói previsibilidade, como o “achismo” não paga boleto e quais números todo empresário precisa enxergar para parar de perder dinheiro sem perceber.

RELOADING - Atualize-se, gamer!
Reloading #538 – Konami(cast) Voltou!

RELOADING - Atualize-se, gamer!

Play Episode Listen Later Feb 15, 2026 98:48


Nesse episódio, Bruno Carvalho, Edu Aurrai e Rodrigo Cunha falam sobre as novidades do elenco do seriado de God of War; diretamente do seriado de The Last of Us da HBO, Craig Mazin produzirá a série inspirada em Baldur’s Gate, e Isabela Merced, estrelará o filme de The House of the Dead; Jason Momoa, o Lobo de Supergirl, é anunciado para o elenco do filme de Helldivers; e mais. Duração: 99 min Comentados: COMPRE O MARS 2120, METROIDVANIA BRASILEIRO: PC (STEAM) PLAYSTATION 4, PLAYSTATION 5 XBOX ONE, XBOX SERIES S|X NINTENDO SWITCH Vídeos: Clive Barker’s Hellraiser: Revival – Love Story Trailer Diablo 30th Anniversary Spotlight

Uma Conversa
Mestre Eckhart e o Êxtase

Uma Conversa

Play Episode Listen Later Feb 15, 2026 7:15


O começo de conversa é um programa que antecede o “Uma Conversa” da semana, sempre com algum artigo que vai ajudar a compreender o tema a ser abordado.Nesse episódio lemos um trecho do artigo "Meister Eckhart's conception of union with God" de Richard Kieckhefer.| Site: https://umaconversa.com.br/| Apadrinhe: https://apoia.se/patraodoumaconversa| E-Mail: conversaconosco@gmail.com| Redes: https://www.instagram.com/1Conversa

Compilado do Código Fonte TV
Nova versão do Linux; OpenClaw vira alvo de malware; IA como justificativa para demissões?; Atualizações no Flutter e Go [Compilado #233]

Compilado do Código Fonte TV

Play Episode Listen Later Feb 15, 2026 32:40


Nesse episódio trouxemos as notícias e novidades do mundo da programação que nos chamaram atenção dos dias 31/01 a 13/02.☕ Café Código FontePrograme sua xícara para o sabor certo!https://cafe.codigofonte.com.br

Compilado do Código Fonte TV
Nova versão do Linux; OpenClaw vira alvo de malware; IA como justificativa para demissões?; Atualizações no Flutter e Go [Compilado #233]

Compilado do Código Fonte TV

Play Episode Listen Later Feb 15, 2026 32:40


Nesse episódio trouxemos as notícias e novidades do mundo da programação que nos chamaram atenção dos dias 31/01 a 13/02.☕ Café Código FontePrograme sua xícara para o sabor certo!https://cafe.codigofonte.com.br

Biblificando
Ep. 209 - Diante do Cristo Crucificado | Estudos em Mateus | Mateus 26.1-13

Biblificando

Play Episode Listen Later Feb 14, 2026 47:10


- Olá, eu sou o Alisson Gomes, criador e responsável por todo o conteúdo do Podcast Biblificando :)- Sou formado em Teologia e pós-graduado em Interpretação Bíblica pela FABAPAR (Faculdades Batista do Paraná);- Nesse canal você poderá acompanhar o nosso ministério de ensino das Escrituras, sempre voltado para uma perspectiva reformada;- Você também pode cooperar financeiramente com o nosso ministério através do pix: oficialbiblificando@gmail.com- Espero que através do conteúdo desses podcasts, o Senhor te faça crescer um pouco mais em conhecimento e graça vindos da parte DELE.

Podcast do Ladeira
Ep. 417 - Como vender produtos de 3 mil com alta margem

Podcast do Ladeira

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 35:33


Um negócio enxuto que deu tão certo que agora ele vai criar um infoproduto para ensinar outras pessoas a fazerem o mesmo.Nesse episódio, você vai ver que o básico bem feito costuma vencer o “chique”.Se você acha que precisa de muito dinheiro ou estrutura para começar a vender seu infoproduto, talvez essa história mude sua forma de pensar; e o melhor fica para o final.Participe do evento Seu Produto Pronto em 3 dias:http://vtsd.com.br/ep-417-podcast-ladeira Se inscreva gratuitamente na minha Newsletter:https://news-leandro-ladeira.beehiiv.com/subscribe Conheça o VTSD:http://vtsd.com.br/ep415-ladeira-pv-vtsd Me siga no Instagram:https://bit.ly/Insta-Leandro-LadeiraConheça o canal principal:https://bit.ly/Canal-Metodo-VTSDOuça nosso podcast:https://bit.ly/Podcast-do-Ladeira-no-Spotify

Os Economistas Podcast
BITCOIN EM QUEDA LIVRE: AINDA VALE A PENA INVESTIR? | O QUE ESPERAR PARA 2026 | Os Economistas 208

Os Economistas Podcast

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 124:27


2 ANOS DE CARTEIRAS RECOMENDADAS PELO PREÇO DE 1! E GANHE DE PRESENTE IMERSÃO EM CRIPTOMOEDAS: https://finc.ly/e59fd0612aProjeto Segundo Salário: Aprenda a transformar aportes mensais em renda passiva recorrente, direto na sua conta, mês após mês.https://finc.ly/521b821cf3 Felipe SantAna e Rafael Castaneda detonam as perguntas que ninguém quer fazer. Bitcoin morreu pela 500ª vez? Trump vai salvar ou afundar tudo? O halving de 2024 foi uma cilada?Felipe é co-fundador da Paradigma, primeira empresa brasileira de research 100% cripto, co-produtor do primeiro doc sobre Ethereum e autor do primeiro livro do mundo que também é uma carteira de cripto.Castaneda é CEO da Weever, Mestre em Sistemas pelo IME-RJ com mais de 20 anos como engenheiro de software. Fundador da comunidade Casta Guilda, analista blockchain e criador do canal Casta Crypto, onde mistura filosofia, sociologia e economia pra decifrar o mundo cripto.Nesse episódio: o pior ainda está por vir? É hora de comprar ou vender tudo? Os ciclos de 4 anos acabaram? Altcoins vão voltar ou só Bitcoin importa? E a bomba: Epstein foi o criador do Bitcoin?100k era teto ou só o começo? Regulação americana vai explodir o mercado? Quanto do seu patrimônio deveria estar em cripto? DCA ainda funciona ou é papo de coach?O futuro do Bitcoin em 2026 está aqui. Sem filtro, sem jargão, só insights pesados e as respostas que você precisa ouvir agora.

Diário Mágicko
PA #50 – Magia Financeira

Diário Mágicko

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 130:17


Ai sim! Voltamos com o Páginas Abertas na 6ª temporada do Diário Mágicko já com um tema que é o grande clássico do ocultismo, que é: magia para ganhar a boa! Dinheiro, bufunfa, grana, tutu, pataco, dindim, money… A gente costuma dizer que as pessoas buscam a magia para as soluções de ordem financeira ou amorosa, e que uma vez saciadas essas necessidades, aí sim o verdadeiro desenvolvimento começa. É claro que isso é um exagero, nem todo mundo começa a estudar ocultismo por necessidades mundanas ou em busca de magia de manifestação, mas é muito comum que quem aprenda um ou dois truques queira experimentar para ver se adquire alguma prosperidade… Afinal, quem não se beneficiaria de um bônus ocasional?! A magia financeira, entretanto, tem uma série de subdivisões. Existe magia voltada especificamente para a loteria, fórmulas de adquirir novos jobs/freelas, processos para desenvolvimento da carreira e galgar novos cargos, feitiços para ter mais clientes seja como trabalhador autônomo, ou seja numa empresa, e maneiras de transformar a nossa relação com o dinheiro como um todo. Nesse programa vamos discutir sobre prosperidade, e vamos elencar uma série de relatos pertinentes para fazer você refletir a sua relação com esse recurso que muitas vezes dita a nossa forma de viver, e que é tão importante na configuração de mundo em que estamos inseridos. Não te prometemos um extra, mas as nossas dicas vão fazer o que você já tem que render mais! — Envie seu relato!

UFOP CAST
Reportagem Especial - Dia Mundial do Rádio: você sabe o que é uma rádio público-educativa?

UFOP CAST

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 19:38


Neste dia 13 de fevereiro, é celebrado o Dia Mundial do Rádio e para marcar esta data mundialmente relevante, vamos falar sobre uma modalidade de rádio com grandes contribuições sociais em todo o país: Você sabe o que é e como funciona uma rádio público-educativa? Essas emissoras estão presentes em diversas instituições no Brasil, e priorizam conteúdos educativos, culturais, científicos e informativos ao longo da programação, como é o caso da nossa Rádio UFOP. Nesse especial produzido pela equipe da Rádio UFOP, você vai conhecer e entender o que define uma emissora de rádio público-educativa e o que a diferencia de outras modalidades. Acesse nosso site e o Spotify e ouça agora.Ficha TécnicaProdução: Patrícia ConscienteEdição de Texto: Elis CristinaEdição de áudio e sonoplastia: Danilo Nonato

Descobri depois de adulta
#246: Temperamento vs. Personalidade: Aprenda qual o seu

Descobri depois de adulta

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 28:55


Você já sentiu que não recebeu o "manual de instruções" da vida adulta? Se você vive tentando se consertar para caber nos lugares ou no trabalho, esse episódio é para você.Nesse episódio do podcast Descobri Depois de Adulta, eu mergulho na diferença real entre temperamento e personalidade. Muitas vezes, o que a gente chama de "defeito" ou "dificuldade" é apenas o nosso hardware de fábrica (temperamento) tentando sobreviver a uma arquitetura que a gente criou (personalidade) para agradar o mundo.Se você sofre com a sensação de inadequação ou tem medo de não ser aceita pelo seu jeito, vem entender por que parar de lutar contra a sua natureza é a chave para a sua saúde mental.O que é temperamento: O que nasce com você e por que não adianta tentar mudar.O que é personalidade: Como suas experiências e escolhas moldam quem você se tornou.O alívio de se entender: Como parar de tentar "caber" em lugares que te sufocam.

Podcast : Escola do Amor Responde
3268# Escola do Amor Responde (no ar 12.02.2026)

Podcast : Escola do Amor Responde

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 22:57


No programa de hoje da Escola do Amor Responde, Renato Cardoso iniciou salientando que um dos piores problemas dos relacionamentos é o ciúme, inclusive sendo um tema que ele e a esposa, a escritora Cristiane Cardoso, têm encontrado no trabalho que eles realizam com casais e solteiros.Nesse sentido, eles responderam à dúvida de uma aluna relacionada ao ciúme. Na oportunidade, ela compartilhou que o marido é muito ciumento e que, inclusive, já até quebrou um celular dela, já rasgou as roupas da aluna, e isso lhe causa medo. Ela disse que muitas pessoas comentam que é pelo fato de ele já ter sido traído em outro relacionamento. Já outros apontam o fato de ele estar aprontando alguma coisa. Ela perguntou o que fazer, pois sente que o companheiro a ama.Quer melhorar o namoroNa sequência, os professores compartilharam o e-mail do aluno Rodrigo. Ele tem uma namorada que sofre com ciúmes. Quando eles saem, ela diz que ele está olhando para outra e que não aceita que passe pela mente dela que o aluno possa achar outra pessoa bonita, mesmo que seja alguém da família. Rodrigo perguntou como fazer para combater isso e ajudar o namoro dos dois.Ainda hoje, Marisa também pediu ajuda ao casal blindado. O marido dela é viciado em pornografia e ela sempre o pega se masturbando, às vezes, até olhando ou não uma imagem qualquer. Enquanto isso, a aluna fica mendigando um pouco de atenção dele. A aluna comentou ainda que eles estão há um ano e três meses sem ter relação sexual. Marisa perguntou o que fazer. Ela pontou outras questões, inclusive que ele não a respeita. A aluna está sofrendo com a situação, mas não consegue ir embora e deixá-lo.Terapia do AmorQuer alcançar uma vida amorosa feliz? Participe todas as quintas-feiras, às 20h, da Terapia do Amor, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes

Podcast do Ladeira
Ep. 416 - Esse nicho vende milhões e pouca gente sabe

Podcast do Ladeira

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 24:27


Uma dermatologista tinha um método valioso nas mãos, mas estava travada sem saber como transformar isso em um infoproduto.Nesse episódio, você vai aprender o melhor jeito de organizar uma oferta, escolher o formato certo e fazer um infoproduto se tornar muito mais atraente para quem compra.Se você já pensou em ganhar dinheiro ensinando alguma habilidade que você já tenha, esse papo pode abrir sua mente e te fazer enxergar oportunidades que talvez estejam bem na sua frente.Participe do evento Seu Produto Pronto em 3 dias:http://vtsd.com.br/spp-mar26-ep416Se inscreva gratuitamente na minha Newsletter:https://news-leandro-ladeira.beehiiv.com/subscribe Conheça o VTSD:http://vtsd.com.br/ep415-ladeira-pv-vtsd Me siga no Instagram:https://bit.ly/Insta-Leandro-LadeiraConheça o canal principal:https://bit.ly/Canal-Metodo-VTSDOuça nosso podcast:https://bit.ly/Podcast-do-Ladeira-no-Spotify

#PodClássica
Portas Abertas - Matemática

#PodClássica

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 42:38


Descubra a Matemática de um jeito diferente! Nesse evento realizado em 11/02/2026, tivemos uma aula prática de matemática, segundo o método aplicado aqui na Academia DD. A professora também explicou o passo a passo das nossas aulas, o material usado em cada ano e tirou as dúvidas dos presentes. Somente em FEVEREIRO, o curso de Matemática estará com condições especiais.

Acredite Se Quiser Podcast
245 - A Entrante

Acredite Se Quiser Podcast

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 73:26


Nesse episódio vamos trazer o incrível relato da nossa ouvinte Eleonora. Então apertem o play e venham conhecer o final surpreendente dessa história ! É RECOMENDADO OUVIR COM FONES DE OUVIDO Se você gosta do nosso trabalho, acesse nosso site e participe do nosso grupo exclusivo para assinantes. Acesse o site acreditesequiserpodcast.com.br ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Siga e avalie o Acredite Se Quiser nas plataformas de streaming! Siga-nos nas redes sociais: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Twitter⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Venda livro Relatos Alienígenas na Amazon ⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠E-mail para contato: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠acreditesequiserpodcast@gmail.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oxigênio
#213 – Curupira: da floresta à COP30

Oxigênio

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 42:54


O Curupira foi incorporado ao folclore brasileiro e foi transformado em personagem de histórias infantis, filmes e séries. Recentemente, se tornou mascote da COP-30, a conferência internacional da Organização das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, que em 2025 foi realizada pela primeira vez no Brasil, em Belém do Pará. Mas para os povos da floresta ele é muito mais que um mito. Você vai descobrir curiosidades sobre esse personagem nesse episódio que foi idealizado e produzido por Juliana Vicentini, revisado por Mayra Trinca e editado por Yama Chiodi.  ____________________ Roteiro Juliana: Se você entrar na floresta e ouvir um assobio, fique atento, você não está sozinho. É o Curupira, o guardião da natureza. Ele defende a mata e os animais daqueles que invadem, desmatam, caçam ou exploram o meio ambiente sem necessidade. O Curupira nasceu na cultura dos povos indígenas e continua vivo por meio da oralidade e da memória que se perpetua de geração em geração. Para os indígenas, ele é uma entidade, um espírito protetor da floresta e dos seres vivos. Mas durante o processo de colonização, o Curupira foi distorcido e sofreu tentativas de apagamento. Ele resistiu a isso e saiu do seu habitat natural para ganhar o Brasil e o mundo. O Curupira foi incorporado ao folclore brasileiro e foi transformado em personagem de histórias infantis, filmes e séries. Recentemente, se tornou mascote da COP-30, a conferência internacional da Organização das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, que em 2025 foi realizada pela primeira vez no Brasil, em Belém do Pará.  Juliana: Nesse episódio, nós faremos uma viagem para entendermos o Curupira. Nossa trilha começa pela perspectiva de quem cresceu ouvindo sobre ele não como uma lenda, mas como uma presença viva e protetora da natureza. Ao longo do nosso caminho, pesquisadores e jornalistas nos conduzem nessa jornada, nos revelando camadas que passam pela linguística, história e colonialidade, apresentando a trajetória do Curupira desde uma figura ancestral até a sua chegada como símbolo da COP30. Essa viagem nos ajuda a compreender o Curupira como um símbolo potente de resistência cultural, de decolonialidade e de sustentabilidade.  Juliana: Eu sou a Juliana Vicentini, esse é o podcast Oxigênio e o episódio de hoje é o “Curupira: da floresta à COP30”. [vinheta] Juliana: Algumas histórias não são ensinadas em aulas, não são vistas em livros, vídeos e fotografias. Elas são compartilhadas na convivência entre as pessoas, no chão da floresta, em meio ao som das águas e pássaros, e até mesmo ao redor de uma fogueira. Tem histórias que não são apenas lúdicas, mas que fazem parte da vida, da memória e do território e que pulsam no coração das pessoas com um significado especial.  Juliana: No Brasil, há 391 etnias indígenas, segundo o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística de 2022. E cada povo indígena tem suas próprias entidades que protegem a natureza. O Curupira é um desses seres e ainda assim, suas características nem sempre são contadas da mesma maneira por todos os povos.  Juliana: Hoje nós vamos ouvir alguém que cresceu entre a aldeia e a escola e que carrega histórias que quase não se contam no povo Suruí atualmente — histórias guardadas, íntimas, que vêm do vínculo com o pai e com o território. Maribgasotor Suruí: Não é um ser mitológico, não é um ser assim, de livro de história, né? Mas é verdadeiro. Nós acreditamos no Curupira. Juliana: Maribgasotor Suruí é estudante de Direito na Universidade Federal de Rondônia. Ele pertence a etnia Suruí, da terra indígena Sete de Setembro, localizada nos estados de Rondônia e Mato Grosso.  Maribgasotor Suruí: Eu cresci no meio disso, alguém falando disso, já faz parte do meu convívio, da minha cultura, do meu sangue, inclusive eu tenho curiosidades, tem isso também, um dia a ver, né? Mas como meu pai mesmo fala que não é qualquer pessoa que vê, e é um privilégio um dia, né? Hoje em dia, no Suruí, ninguém conta muito, ninguém pergunta muito, ninguém tem essa história que nós estamos falando. Eu e meu pai somos muito íntimos, né e  desde pequenos, somos uma pessoa muito curioso. Eu saí muito cedo de casa, eu estudei com a escola internato, escola agrícola, eu estudei em São Paulo, né? Eu tenho esse conhecimento, essa mistura de duas culturas diferentes. Eu sempre tive curiosidade com meu pai contar isso para mim, não é todos que querem saber, né? Porque hoje em dia, como eu falo, a evangelização chegou né, junto com os contatos e isso tirou a sensibilidade, a tradição, é como a gente descreve no direito indígena, como se fosse etnocídio. Juliana: A própria palavra Curupira carrega em si muito da história desse ser com os povos indígenas. Quem explica para a gente é o Thomas Finbow da Universidade de São Paulo, onde é professor de linguística histórica, área que investiga como as línguas evoluem.  Thomas: Curupira é uma palavra que vem do tupi, especificamente a fase que a gente conhece como tupi antigo, que seria aproximadamente do período entre 1500 e o final do século 17. E tupi é uma língua que era falada no litoral do que é o atual Brasil e é falada por várias nações indígenas. Esse é uma língua tupi guarani, que é um ramo de uma grande família linguística, família tupi, que tem 10 ramos e essas línguas estão localizadas desde Rondônia, dentro do Brasil, e atravessando a Amazônia, historicamente também no litoral e também existem na Guiana Francesa, no Peru, na Colômbia, na Venezuela, na Argentina, também na Bolívia, então é uma família muito muito dispersa geograficamente. Atualmente não tem mais falantes nativos dessa língua tupi, mas existem vários projetos entre os grupos descendentes das nações falantes de tupi, então os potiguara, na Paraíba, no Rio Grande do Norte, os tupinambás na Bahia, os tupiniquins no Espírito Santo que estão trabalhando para revitalizar essa língua. Juliana: Quando a gente tenta entender a origem de uma palavra indígena, nem sempre encontra uma resposta única e Curupira é um exemplo de ambiguidades. O Thomas explicou que a palavra pode ter alguns significados, mas que nem sempre eles batem com as histórias que conhecemos.  Thomas: Curupira parece ter um item coru e pira como se comenta, então, mas o problema exatamente é de interpretar o que que seriam essa parte de coru. Coru significa uma pele com bolhas, como uma pele de sapo, com uma pele irregular, então isso é uma possibilidade para esta raiz e pira é uma raiz. Pira significa pele. Que é curioso porque isso não é uma característica que se comenta do Curupira. Tradicionalmente hoje, se fala de pele vermelho, de ter os pés virados para trás, de ter o corpo pequeno etc. Então é curioso, talvez isso pode levantar hipótese de que isso não seja exatamente o significado desses raízes e tem alguma coisa que se perdeu em termos da construção da palavra, na transição entre o tupi e o português. Juliana: Temos outras explicações possíveis pra essa palavra então? Thomas: Eu também vi tentativas de explicar essa palavra Curupira usando a palavra kurumin, ou seja, menino, em tupi é kunumin. Esse raiz piir poderia ser uma interpretação da palavra para corpo. Isso também é algo que se vê na língua geral amazônica, no Yengatu, que pira hoje não tem o significado de pele. E aí seria uma tentativa de dizer que é um homemzinho, uma estatura pequena, baixa do Curupira. Então, poderia ser corpo de menino, em tupi, o possuidor vem primeiro como em inglês e a coisa possuída vem depois. A gente sabe que é um conceito antigo, parece que é algo pré-colonial, pré-europeu, porque os primeiros registros já no século XVI mencionam esse nome, Curupira. Então, não parece ser alguma coisa que tenha saído da cabeça dos europeus. E as pessoas que registravam os termos eram pessoas que conheciam o tupi antigo muito bem. É pouco provável que eles tenham errado muito no registro do nome também. Mas eles não explicam o que significa. Juliana: Assim como é difícil estabelecer um consenso sobre o significado da palavra Curupira, também não há unanimidade quanto à sua descrição. O Curupira é representado de diversas maneiras e suas características físicas ilustram o seu papel como o guardião da floresta e dos animais. A Januária Cristina Alves, que é jornalista, escritora, pesquisadora da cultura popular e apaixonada pelo folclore brasileiro nos dá detalhes sobre isso.  Januária: Ele é um menino, dizem que ele raramente anda sozinho, né, ele anda sempre ao lado de uma companheira, tem hora que ele aparece com um só olho no meio da testa, né, com um nariz bem pontudo. Em outras descrições, ele não tem nem nariz, ele não tem nenhum buraco, nenhum orifício no corpo. Ele tem dentes verdes, em algumas regiões, em outras, os dentes são azuis. Ele muitas vezes aparece careca, outras vezes bastante cabeludo. Em algumas ocasiões descrevem com orelhas enormes, sem articulações nas pernas. Mas de qualquer maneira, ele é sempre visto como uma entidade muito forte, que anda virado, com os pés virados para trás, exatamente para confundir as pessoas que tentam persegui-lo, que vão seguir a pista errada. Juliana: Afinal de contas, por que a gente se depara com tantas descrições físicas diferentes do Curupira, Januária? Januária: Na verdade, não é exclusivo do Curupira, não, a Caipora também é assim. Por serem parte da tradição oral, suas histórias correm de boca em boca, quem conta um conto, aumenta um ponto, é assim que diz o ditado popular. Então, de fato, essa narrativa oral vai permitindo com que as pessoas muitas vezes esqueçam um ponto ou acrescentem alguma outra característica e com isso a gente vai reunindo diferentes versões, muitas vezes o nome do personagem muda também, mas as suas características principais, a sua essência, ela é mantida. Então, no caso do Curupira, é verdade, ele aparece em diferentes versões, dependendo da região, da época, né? Mas, no geral, a gente sabe que ele é aquele menino que tem basicamente os pés virados para trás. Juliana: Independentemente das características físicas do Curupira, o que é unânime nas cosmologias indígenas é que ele ensina que a convivência entre os seres humanos e a natureza deve ser respeitosa e quando isso não acontece, o Curupira desaprova, não é mesmo Maribgasotor? Maribgasotor Suruí: Normalmente os caçadores, mata o bicho por hobby, deixa o animal padecendo no mato, ele não gosta. Até com nós que é índio que faz essas coisas, que nasceu dentro do mato, ele já não gosta, imagina com as pessoas que faz destruição com o habitat dele. Ele não tem limite, ele está em todo lugar e inclusive não pode falar muito o nome dele, né? Porque ele é um ser que devemos respeitar.  Juliana: Luís da Câmara Cascudo, em seu livro intitulado Geografia dos Mitos Brasileiros, detalha que a personalidade do Curupira varia segundo as circunstâncias e o comportamento dos frequentadores da floresta. Basicamente, o Curupira não gosta de quem desrespeita o meio ambiente e acaba punindo essas pessoas, por isso, nem sempre ele visto com bons olhos. A Januária conta mais sobre isso  Januária: Ele é o protetor da floresta, né, e muitas vezes, de fato, ele não é politicamente correto. Ele tem lá as leis dele. Por exemplo, um caçador que mate uma fêmea grávida, ele não vai perdoar. Ele vai matar. Muitas vezes, até por isso, ele foi tido como demônio da floresta, principalmente com a chegada dos jesuítas, que tentaram catequisar os índios e tal. A figura do Curupira foi bastante associada ao mal, ao demônio. Ele costuma fazer acordos, né, em troca de bebida, comida, presente. E ele gosta de confundir, né, as pessoas. Então ele passa informações erradas. Ele indica o caminho confuso, faz as pessoas buscarem coisas que ele oferece lá e não tem nada, né. Enfim, mas de qualquer jeito, ele não aceita que ninguém mate por gosto, sem necessidade. Ele se torna mesmo um inimigo implacável. Então, essa é a personalidade do Curupira. Ele é implacável na defesa da natureza. Juliana: O Curupira utiliza algumas estratégias para proteger a floresta e os animais. Ele é um ser muito ágil, o que faz com que ele ande de um lugar para o outro  na mata muito rapidamente. Também é conhecido pelos assobios, gritos e outros barulhos que usa  para desorientar invasores e pelos rastros deixados por seus pés virados, que é considerado um artifício poderoso para confundir sua direção. Mas afinal de contas, Januária, o que mais o Curupira é capaz de fazer? Ele tem poderes? Januária: Ele mesmo consegue se disfarçar em caça, por exemplo, num bicho,  para fugir dos caçadores. Mas o caçador nunca consegue pegá-lo, né. Ele é bom de se disfarçar, ele é bom de disfarçar os caminhos. O pé virado para trás facilita, mas ele de qualquer maneira faz com que o caçador se perca na floresta, no meio dos labirintos. Então, muitas vezes o caçador fica perdido sem nunca conseguir sair de lá, porque o Curupira faz esses caminhos muito confusos. Então, na verdade, não é um super-poder, mas é, sobretudo, uma convicção de que para proteger a floresta, os animais, ele é capaz de tudo. Dizem que ele tem um assobio muito alto e muito estridente. E ele anda em muitas regiões montado num porco do mato. E aí atrás dele sempre vem uma manada também dos porcos do mato. E muitas vezes também vem cachorro selvagem. Ele gosta dos cachorros. Ele é um ente muito ligado à questão da caça. E muitas vezes dizem também que ele consegue saber se vai ter tempestades, se vai ter essas intempéries grandes na natureza, porque ele bate no tronco da árvore dependendo do barulho que faz ele consegue saber se vai chover ou não, por exemplo. E ele também faz vários barulhos. E os caçadores que tentam segui-lo por meio dos barulhos acabam se confundindo. Porque são barulhos que os caçadores não têm condição de identificar. Enfim, mas ele não é um super-herói.   Juliana: Dá pra perceber que o Curupira é ardiloso e tem uma série de truques pra proteger a floresta e quem vive nela, mas afinal de contas, qual é a origem do Curupira e qual foi o primeiro registro que descreveu esse ser, Januária? Januária: A figura do Curupira tá mais ligada mesmo aos indígenas, inclusive o primeiro registro é uma descrição que o padre José de Anchieta faz na carta, onde ele descreve as coisas naturais da Capitania de São Vicente, ele já fala do Curupira. Então ele é fortemente ligado à mitologia indígena. Então, a gente não tem muita dúvida e ele é encontrado, suas histórias, suas tradições no Brasil inteiro. Juliana: A Carta de São Vicente foi escrita em 1560 pelo jesuíta José de Anchieta. Esse tipo de registro era uma mistura de relatório e observação do território brasileiro pelo olhar europeu e cristão. O objetivo dessa carta em específico era descrever a natureza, os habitantes e a cultura indígena. Quem conta para gente como o Curupira foi interpretado e materializado nesses escritos é a Gracinéia dos Santos Araújo. Ela é tradutora, escritora, professora universitária e docente de Espanhol na Faculdade de Letras da Universidade Federal do Pará. Ela atua sob uma perspectiva decolonial piracêmica-emancipatória que reivindica o protagonismo dos mitos e lendas de maneira geral. Gracinéia: A gente precisa retroceder no espaço, no tempo, e lembrar que com a chegada da empresa colonizadora, ao que se chamou Novo Mundo, entre aspas, né, a história dos nossos mitos, mitos autóctones, foi marcada pela demonização. Seres encantados como Curupira e muitos outros foram relegados à condição de demônio, isso foi o que registrou, por exemplo, o Jesuíta Espanhol, Jesuíta de Anchieta. Evidentemente não foi apenas a Anchieta quem o demonizou, porque outros letrados, cronistas da época, ou não, também o fizeram, bem como nos lembra o folclorista Luís da Câmara Cascudo. Juliana: A maneira de os jesuítas explicarem o que viam onde hoje é o Brasil, é marcada pela oposição entre o divino e o demoníaco. Na ausência de um meio-termo e na tentativa de afastar os indígenas de suas crenças, toda figura que não fosse divina, na percepção dos europeus, era demoníaca e, consequentemente, maligna. O Curupira foi o primeiro, mas não o único, a passar por esse processo.   Gracinéia: Cascudo destaca, que Curupira foi o primeiro duende selvagem que a mão branca do colonizador europeu fixou em papel e deu a conhecer além das nossas fronteiras e o fez precisamente por meio de uma espécie de certidão de batismo que escreveu na referida carta de São Vicente. Para o colonizador europeu, nesse caso, o José de Anchieta, o Curupira foi visto como um ser temível, um ser meramente do mal, totalmente a contracorrente da perspectiva nativa em relação a este ser encantado. Juliana: O Thomas detalha como o José de Anchieta usou as características de defensor da mata do Curupira pra transformar ele nesse ser que engana as pessoas  de um jeito puramente maldoso no lugar do personagem complexo que ele é. Thomas Finbow: Na segunda metade do século 16, ele menciona a existência de tipos, vou lhe descrever como demônios na visão cristã dele, para que maltratavam indígenas em certas situações, quando ele podia levar eles a se perder nas matas, até acidentes, a sofrer lesões corporais que açoitavam as pessoas, aí as pessoas deixavam oferendas em determinados lugares na floresta para esses demônios. Juliana: Mais pra frente na história, nos registros dos naturalistas e viajantes do século XIX, o Curupira não era descrito como o protetor das florestas. Nos contos escritos a partir do olhar estrangeiro nesse período, ele  retoma a figura ambígua: ora ajuda as pessoas, ora as persegue. O Thomas fala mais sobre isso. Thomas: Por exemplo, Barbosa Rodrigues, um botânico importante, ele tem toda uma série de contos sobre o Curupira, de aventuras nas florestas, que às vezes ajuda, às vezes atrapalha as pessoas, muitas vezes é o caçador que precisa escapar do Curupira. Ele simplesmente é o Curupira que conversa com os seres humanos, mas pode ajudar dando flechas mágicas, por exemplo, que sempre acertam a caça, ou pode querer comer as pessoas também. Então, assim, ele oscila, ele não tem uma característica apenas boa ou ruim. São entidades, seres, habitantes das matas que são um aspecto dos perigos da mata, que as pessoas que circulam precisam lidar e precisam se prevenir contra esses seres. Então, assim, teve essas versões que mostram certos atributos dos Curupiras e essa visão que temos hoje é muito adaptada pelos contos transmitidos pelo século XIX. A nossa imagem do Curupira atualmente é uma coisa composta, que é feita de várias tradições que existiam desde tempos muito antigos em diversos lugares do Brasil, mas todos relacionados mais ou menos com essas figuras da cosmovisão dos povos tupi-guarani principalmente. Juliana: O significado do Curupira depende de quem conta a sua história, por isso, um dia ele já foi demônio, mas continua sendo o protetor da floresta. Essas interpretações diferentes nos revelam mais sobre as pessoas do que o próprio Curupira. Quem nos ajuda a entender isso é a Gracinéia.  Gracinéia: Com o contato linguístico e cultural, resultante do processo de colonização, estendeu-se a ideia do Curupira como um demônio, porque a ideologia predominante dogmática foi a ideologia eurocêntrica dogmática que viu o mito apenas como um demônio, mas para os povos nativos da floresta, o Curupira não é e nunca foi um demônio, mas o pai ou mãe da mata, um ser encantado, que se tem muito respeito, se obedece, porque sabe que como pai da mata, ele a protege, e evidentemente vai defendê-la dos possíveis invasores e dos perigos que põem em jogo a vida dos seus habitantes. Daí que aplique inclusive castigos exemplares, mas mesmo assim, quem padece desses castigos exemplares, não considera como demônio, e reconhece muitas vezes que foi pela sua atitude inapropriada para com a mãe natureza.  Juliana: Parte da transformação do Curupira em demônio também passa pelo projeto de exploração de recursos naturais que se baseava a colonização portuguesa por aqui. Destruir a imagem do protetor da floresta facilitava isso. Gracinéia: Não podemos esquecer que o principal objetivo da empresa colonizadora foi explorar nossas matérias primas e por outro lado, impor ao colonizado, o seu modo de vida e tudo o que isso implicou, a língua, a religião, a guerra etc. os seus mitos, né? Mas, tamanha é a valia de Curupira, que ele ou ela, porque é um ser multifacetário, o Curupira ou a Curupira, sobrevive até os nossos dias e continua igualmente mencionado, dosando o seu valor real. Para o nativo não houve um antes e depois do mito Curupira. Os estudos mais atuais têm nos revelados que para os habitantes da Amazônia, nativos ou forâneos, Curupira é pai ou mãe da mata e isso não resta dúvida.  Juliana: Quando o Curupira é compreendido a partir de versões diferentes, a gente começa a refletir que não se trata apenas de leituras distintas, mas que há disputas sobre memória, cultura e poder. Podemos pensar que esse processo de demonização do Curupira foi uma tentativa de apagamento cultural. A visão eurocêntrica estava se sobrepondo ao simbolismo indígena, como disse a Gracinéia.   Gracinéia: Eu acredito, sem dúvidas, né, que com a chegada do colonizador europeu, não apenas mitos como Curupira sofreram uma tentativa de apagamento, mas muitos povos e culturas milenárias, culturas originárias em uma dimensão ampla, foram apagadas, muitas delas exterminadas. Cabe destacar que muitos povos foram, inclusive, dizimados, e com eles desapareceram línguas, desapareceram culturas, e tudo o que isso implica, né, como seus mitos e as suas lendas. Foram sim seus mitos, porque os mitos também morrem, precisa a gente destacar isso. Então, é importante destacar, por outro lado, que muitos povos ainda resistem também, mas vivem sufocados e condenados a desaparecer, agonizando, junto com os seus mitos, com os mitos que ainda restam, e essa é uma das consequências funestas do processo de colonização, que ainda perdura até os nossos dias.  Juliana: A tentativa de apagamento do Curupira, e consequentemente, da cultura dos povos indígenas, é uma herança colonial, mas que não ficou no passado. No presente, há outros elementos que contribuem para silenciar o Curupira?  Gracinéia: Há outros fatores igualmente impactantes, como podem ser os avanços tecnológicos, a televisão, a internet, entre outros, que exercem uma evidente influência, uma vez que sem pedir licença acabam impondo novas formas de vida, novos mitos também. O Ailton Krenak no seu livro “Futuro Ancestral”, destaca e denuncia que querem silenciar, inclusive, nossos seres encantados, de que forma isso ocorre? Acredito eu, que uma vez que nós destruímos as matas, estamos silenciando os nossos encantados, porque estamos destruindo o seu habitat, então, uma vez que não há floresta, evidentemente os mitos desaparecem. Então, isso vem ocorrendo desde a chegada do colonizador europeu. Criaturas fantásticas como Curupira, que é parte da floresta como é o sol, as águas, a terra etc., se funde, se confunde com a realidade, assumindo um papel de guardião da floresta, tudo que ela habita, sendo uma espécie de protetor da própria vida no planeta.  Juliana: A fala da Gracinéia mostra como o processo de apagamento da cultura indígena segue em curso. Ainda assim, o Curupira ainda tem forças e permanece como guardião da floresta.  Gracinéia: Apesar de tudo, muitos seres encantados da floresta conseguem sobreviver, como é o caso do Curupira, e outros mitos né, que sobrevivem, embora a duras penas, sem que a civilização entre aspas e progresso, tenham conseguido acabar com eles. Isso é o fato de um progresso científico e tecnológico não conseguirem tranquilizarem os nossos medos, ou seja, os frutos desse progresso ainda estão longe de acalmar os medos ancestrais de homens e mulheres. Curupira é um ser que faz parte da idiossincrasia dos povos originários e se manteve vivo pelo papel que representa como pai ou mãe da mata, né, do mato. Juliana: Manter o Curupira vivo no século XXI é uma forma de honrar e valorizar a cultura indígena e a importância desses povos na preservação da natureza e no enfrentamento à crise climática. Então, faz sentido que essas histórias se mantenham por outro elemento muito importante da cultura originária: a oralidade e as histórias contadas de geração em geração. Quem compartilha conosco a sua perspectiva sobre isso é o Maribgasotor: Maribgasotor Suruí: A melhor estratégia para manter essa história, é falar para as crianças que é verdade, não é conto de história, que esse ser existe. Outro dia eu estava pensando sobre isso, que poderia ser mais pesquisado, mais na área acadêmica, na base da cultura, dar mais valor, reconhecer mais, não visto como um mito, uma história, mas como uma coisa verdadeira. Juliana: O Curupira tem circulado para além das florestas e ganhou o Brasil. Ele está presente em livros, poemas, filmes e séries. Isso se deve em parte a ele ser um dos integrantes do nosso folclore. Quem nos conta quando foi isso é a Januária.  Januária: É muito difícil a gente demarcar quando foi que isso aconteceu. Os indígenas foram preservando as suas tradições também oralmente. Então, a gente entende que é uma coisa natural, né? Que essas histórias que os indígenas foram contando, os seus cultos, as suas tradições, foram também se imbricando com a nossa cultura, a ponto de integrarem nosso folclore, serem quase que uma coisa só. Mas, de qualquer maneira, é muito importante deixar claro que mesmo sendo uma figura folclórica, não existe desrespeito, né, à figura do Curupira. Muito pelo contrário, né? Ele é muito respeitado exatamente por ser um protetor da natureza. Juliana: Januária, a essência indígena do Curupira se manteve no folclore brasileiro?   Januária: Basicamente ele se manteve tal como os indígenas o descreviam, né, tanto fisicamente como de personalidade, o que prova exatamente isso, que houve uma mistura. As histórias se amalgamaram do culto religioso para as tradições populares. Como é muito comum de acontecer com diversos personagens do folclore brasileiro. Juliana: O Curupira que já é conhecido no Brasil – seja como um ente da cultura indígena, integrante do folclore brasileiro ou personagem infantil – ganhou projeção internacional. Ele foi escolhido para ser o mascote da COP30. Segundo o comunicado oficial, disponível no site cop30.br Simone: o “Curupira reforça a relação da identidade brasileira com a natureza”. Juliana: Maribgasotor Suruí fala sobre as suas impressões a respeito de quem escolheu o uso do Curupira como símbolo da conferência sobre clima. Maribgasotor Suruí: Espero que essa pessoa tenha mesmo compreensão, tenha o mesmo respeito que eu tenho por ele, não por brincadeira, não por marketing, não por nada. Espero que essa pessoa esteja pedindo a permissão dele, dos seres espirituais. Um evento desse daí, desse nível, né, é um apelo, um grito, e espero que as pessoas compreendam isso, que para falar de Curupira, não é qualquer um, e como se fosse falar de uma religião, que você fala de uma ideia e uma filosofia de vida, não é só apenas um Curupira, uma filosofia de vida que a pessoa vai levar. Por isso, é uma honra falar isso para você, o que é tão significado que esse ser tem para nós, e eu estou muito orgulhoso por falar do meu irmão. Juliana: O Curupira como mascote da COP30 é uma maneira de fortalecer a cultura indígena e de reforçar a necessidade de respeito à natureza. Quem detalha isso pra gente é a Gracinéia.  Gracinéia: Depois de muitos anos, de muitos séculos de invisibilização do modo de vida dos povos originários, considerados primitivos, muitos séculos de apagamento das suas tradições, das suas crenças, de chamá-los de gente sem Deus e sem alma, selvagens indígenas de tutela do colonizador europeu, dar protagonismo para um ser mítico ancestral e próprio das culturas nativas, como é o caso do Curupira em um evento com uma COP30 é sem dúvida, uma forma muito acertada de reconhecimento também, e de certa reparação histórica, uma reparação histórica e cultural, para com os nossos antepassados indígenas e as suas crenças, as suas tradições. Os povos indígenas, é bem sabido, mantém uma relação estrutural com a natureza.  Juliana: A realização da COP30 acontece para que a sociedade como um todo e em todo o mundo discutam ações para o enfrentamento do aquecimento global. Isso significa que vivemos um cenário de crise climática e que entes como o Curupira se tornam ainda mais relevantes nesse contexto,  não é mesmo, Gracinéia? Gracinéia: Insisto que dar protagonismo a seres encantados como Curupira é mais do que importante, é muito necessário. É um compromisso moral e ético que todos deveríamos assumir se queremos continuar sobrevivendo no planeta. Aqui eu falo desde o lugar que eu ocupo como docentes do contexto amazônico e do contexto amazônico, especialmente pelo papel que representa o mito como o protetor da floresta.  Juliana: Isso não significa se ver preso a um modo de vida do passado ou pensar na mata como uma espécie de paraíso perdido… Gracinéia: Mas de olhar e agir para um futuro de maneira circular, ter de encontro nosso passado para entender o nosso presente, e conviver com a natureza de maneira mais respeitosa sem degradação. É precisamente isso que nos ensina o mito Curupira, com o uso responsável dos recursos naturais que significa claramente extrair da natureza apenas o que precisamos para sobreviver, sem avareza, sem devorá-la. Nesse sentido, colocar de releio figuras tão relevantes como Curupira, é sem dúvidas o anúncio de um recomeço, de respeito de ressignificar a nossa relação com a natureza e tudo o que ela nos aporta. Juliana: O combate à crise climática deve ir além da ciência e da tecnologia. É preciso integrar as culturas originárias e tradicionais que são detentoras de saberes profundos sobre a natureza. O Curupira, como o guardião da floresta, é um ser capaz de conectar esses conhecimentos diversos rumo a sustentabilidade planetária, Gracinéia?  Gracinéia: Curupira, sem dúvida, pode ajudar a conectar a cultura, ciência e espiritualidade na luta climática, né. Porque temos em conta que o Curupira não é um simples adorno da floresta. O Curupira é uma lei reguladora da própria vida no planeta, em uma dimensão ampla, porque permite, de certo modo, que siga havendo vida na Terra. O Curupira é essa lei que nos exige que redimensionemos a nossa forma de viver e nos relacionar com a natureza.  Juliana: O modo de vida trazido pelos europeus durante a colonização nos afastou dessa conexão com a terra e com a natureza. Mas os muitos povos indígenas que resistem no Brasil ainda protegem essa herança e podem nos ensinar a ter uma outra relação com o ambiente que nos cerca. Gracinéia: No mundo amazônico, ao longo de séculos e séculos, a relação do ser humano com a Terra era de estreita sintonia, de evidência e dependência, uma dependência harmoniosa. Nessa relação, surge a ciência ancestral como geradora de cultura, geradora de vida abundante, fecunda. No entanto, hoje em dia não é assim. Estamos atordoados. O grande problema da ruptura da relação com a Terra é evidente. Não existe uma espiritualidade com a Terra, com o rio, com a floresta. Porque essa relação com a natureza está se tornando cada vez mais distante. Está havendo uma total ruptura do contato com a Terra, porque a Terra é vista como algo sujo, nos lembra Krenak. Algo que as crianças não podem pisar descalça porque a Terra suja o pé. Essa é uma espécie de mantra que tem se repetido especialmente no contexto das cidades, no contexto dos mais urbanizados ou mais urbanos. Daí que reivindicamos a espiritualidade indígena no contato com a Terra, com a água, com a natureza, em uma dimensão ampla de respeito e de cuidado, mas também de desfrute, de deleite. Isso demonstra que a espiritualidade mantém uma relação estreita com a ciência e vice-versa, porque a ciência é parte da cotidianidade da vida. Juliana: O Curupira com seus pés virado para trás nos ensina que é preciso olharmos para o passado e para a relação de nossos ancestrais com a natureza, para que possamos seguir para o futuro na construção de um mundo mais justo, ético e sustentável.  Juliana: Nossa viagem pelo universo do Curupira chega ao fim. Registramos nossos agradecimentos à Maribgasotor Suruí, Thomas Finbow, Januária Cristina Alves e Gracinéia dos Santos Araújo pelas contribuições valiosas e gentis. Pesquisas, entrevistas e roteiro foram feitas por mim, Juliana Vicentini, e narração do podcast é minha e da Simone Pallone, a revisão do roteiro foi realizada por Mayra Trinca e a edição foi de Yama Chiodi.  A trilha sonora é do Pixabay. A imagem é do acervo do Freepik. O Oxigênio é um podcast vinculado ao Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (LABJOR) da UNICAMP. Segue a gente nas redes sociais, curte, comenta e compartilha. Até a próxima! Tchau. 

Vamos falar de Surf?! #vamosfalardesurf
CS em Pipe, classificação, Surf profissional e mais...

Vamos falar de Surf?! #vamosfalardesurf

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 54:05


Faaala galera! E aí, Vamos Falar de Surf?!Nesse episódio, vamos falar da penúltima etapa do CS que rolou em Pipeline no Hawaii, as ondas, polêmicas, quem subiu, desceu ou se manteve no ranking (lembrando que a última etapa já rola em março), e possibilidades para haver mais justiça no sistema da WSL.Aproveitando o embalo do último episódio, vamos abordar alguns desdobramentos dessa "crise de identidade cultural no surf brasileiro" , que vem dando que falar e até resultados visíveis.Ouça, assista, compartilhe, curta! E dê 5 estrelas, por favor!!Para ficar mais ainda por dentro e mergulhar na cultura do Surf vai no nosso YouTube, se inscreve, toca o sino e já assiste um filme de surf irado nas nossas playlists!!https://www.youtube.com/@vamosfalardesurfPara acompanhar as notícias, vai no Instagram e TikTok!!https://www.instagram.com/vamosfalardesurf/https://www.tiktok.com/@vamosfalardesurfE as roupas usadas por mim são da Onironautas, projeto, artes e peças que eu mesmo crio e produzo na mão. Para adquirir é só encomendar!!Conheça mais, siga e encomende a sua via o Instagram:https://www.instagram.com/onironautas.oficial/Valeu e até o próximo!!Aloha!!!

Impacto Positivo
Seu Empreendimento Rural tem Adaptabilidade e Flexibilidade para te amparar em um Colapso?

Impacto Positivo

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 12:29


Nesse podcast Eurico traz reflexões e referências importantes para pensarmos e estruturarmos com urgência uma economia alternativa para garantir segurança e abundância para quem vive no campo.  Usando pensadores e autores que vão desde a antropologia, passam pelos estudiosos do colapso e vão até a economia, Eurico argumenta que os empreendimentos e atividades rurais tem que ser lucrativos na economia vigente, mas também capazes de trazer resiliência, segurança e abundância para nossas famílias no caso do acirramento do colapso econômico e energético que já está se desenrolando.  O teste com o uso do Bitcoin Cash (BCH), Eurico avisa, não é por esperar que vá resolver tudo ou que seja uma alternativa completa para o sistema econômico fiduciário atual que está em colapso. O do BCH é mais no sentido de garantir o direito de privacidade em nossas transações, nossa capacidade de desobediência civil e de construir alternativas comerciais com uma moeda descentralizada.  Para participar dos testes e estudos do Eurico com o Bitcoin Cash (e criação de uma economia paralela), você pode doar qualquer quantia usando esse endereço:  Bitcoincash:qzj3zy7htr42tp69js89yg2x577u9cvtey3x7a3rwp Para comprar o curso Gestão e Planejamento Rural Impacto Positivo com 50% de desconto (de R$3100 por R$1550) usando Bitcoin Cash, use o endereço abaixo e salve a ID da transação para usar compro comprovante da sua inscrição: bitcoincash:qzj3zy7htr42tp69js89yg2x577u9cvtey3x7a3rwp?amount=0.55838752

Blumerangue
Comparação é um dado viciado - audio edition

Blumerangue

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 5:42


Nesse episódio: o desejo, o jogo perdido, os treinos de um guitarrista e a saída para a comparação.Se você quer acompanhar mais da News do Blumerangue, é só clicar aqui e acessar https://blumerangue.substack.com Get full access to Blumerangue at blumerangue.substack.com/subscribe

RELOADING - Atualize-se, gamer!
Reloading #537 – Tirando o Pó do Labo

RELOADING - Atualize-se, gamer!

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 105:32


Nesse episódio, Edu Aurrai, Felipe Mesquita e Rodrigo Cunha falam sobre a atualização dos números de vendas do primeiro Switch, o console Nintendo mais vendido de todos os tempos; a revelação de Hunters Gathering, o Horizon multiplayer da própria Guerilla Games; as grandes mudanças chegando para Overwatch; o impacto da crise de memórias e a preocupação da Valve com o preço e lançamento da Steam Machine; as novidades da Nintendo Direct Partner Showcase; e muito mais. Duração: 105 min Comentados: COMPRE O MARS 2120, METROIDVANIA BRASILEIRO: PC (STEAM) PLAYSTATION 4, PLAYSTATION 5 XBOX ONE, XBOX SERIES S|X NINTENDO SWITCH Vídeos: This Pokemon Mod Will Change RDR2 Forever. Overwatch 2026 Spotlight | New Heroes, Cosmetics, Gameplay Updates, & More Resident Evil Requiem – Evil Has Always Had A Name | Short Film Nintendo Direct: Partner Showcase 2.5.2026 Horizon Hunters Gathering – Announcement Trailer | PS5 Games

FGcast
Comboio do Terror (Maximum Overdrive, 1986) - FGcast #409

FGcast

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 126:00


Quando um cometa passa pela órbita da Terra, algo inexplicável acontece: máquinas de todos os tipos — caminhões, carros, eletrodomésticos e até brinquedos — começam a agir por conta própria, dominadas por uma força misteriosa. O que antes era símbolo de modernidade e comodidade se transforma em uma ameaça mortal.Um grupo de sobreviventes se refugia em um posto de gasolina, tentando resistir ao cerco de caminhões que parecem ter consciência própria e sede de sangue. Entre eles está Bill Robinson (Emilio Estevez), que se torna líder improvável da resistência, enfrentando não apenas os veículos assassinos, mas também o desespero humano diante do apocalipse mecânico.Direção e roteiro: Stephen King, em sua única experiência como diretor, imprime sua visão sombria e irônica sobre a dependência humana das máquinas.Elenco principal: Emilio Estevez traz carisma ao protagonista; Pat Hingle interpreta o inescrupuloso dono do posto; Laura Harrington dá vida à jovem que luta pela sobrevivência.Atmosfera: O filme equilibra terror sobrenatural com humor negro, criando uma experiência intensa e ao mesmo tempo satírica.Trilha sonora: A banda AC/DC assina a trilha sonora, reforçando o tom frenético e apocalíptico da narrativa.“Comboio do Terror” é uma obra cult que, apesar de considerada “exagerada” até pelo próprio King, se tornou um marco dos anos 80 por sua mistura de horror, ficção científica e crítica social. É um filme que diverte e assusta, mostrando como a tecnologia pode se voltar contra nós de forma inesperada.Nesse programa temos a participação do Samuel do podcast Cabine do Tempo    / @cabinedotempo   https://m.twitch.tv/cabinedotempo/home  / cabinedotempo  PIX: canalfilmesegames@gmail.comSiga o Filmes e Games:Instagram: filmesegames Facebook: filmesegames Twitter: filmesegamesSpotify: https://open.spotify.com/show/5KfJKthPodcast: https://anchor.fm/fgcastIntro - 0:00Mássimo Ouverdráive - 10:17O que é "Comboio do Terror"? - 10:57Tirando o bode da sala - 14:38Sobre o filme - 50:00Notas do Filmes e Games - 1:02:08Momento Locadora - 1:06:41Revelação do FGcast #410 - 1:49:44Dicas do FGcast #411 - 1:59:04

Cara dos Sports - NFL, NBA e muito mais!
NBA: SITUANDO O FÃ DE NFL NA TEMPORADA AGORA QUE O SUPER BOWL PASSOU

Cara dos Sports - NFL, NBA e muito mais!

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 43:45


Nesse episódio eu fiz um geral sobre o cenário atual da NBA, pensando em você fã de NFL que vai começar a acompanhar a temporada agora que passou o Super Bowl(00:00) Conferência Leste(24:57) Conferência Oeste(41:25) Jogo das EstrelasEntre no grupo do Cara dos Sports no WhatsApp: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://chat.whatsapp.com/DBCkiq0Gg397h0kgRjzrVo⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Apoie o Podcast Cara dos Sports e tenha acesso a conteúdos exclusivos: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://caradossports.com.br/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Se torne membro do canal: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.youtube.com/channel/UCZ3MkOrQx7444pm7tSZ-10Q/join

Nautilus Link
Horizon co-op, o futuro da Obsidian, Overwatch sem o 2 e mais - Café com Videogames #198

Nautilus Link

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 62:28


Seja membro deste canal e ganhe benefícios: https://www.youtube.com/channel/UC4LewKZKQecmfRbHI1Rzh5A/join O Café com Videogames é nosso podcast sobre as novidades do mundo dos videogames, gravado segunda feira de manhã. Nesse episódio, falamos sobre o novo jogo de Horizon, sobre a Obsidian tentando se transformar, sobre Overwatch tirando o 2 do título, sobre a Direct e muito mais! Apoie o projeto e permita que ele continue: https://apoia.se/nautilus Encontre-nos também nas redes sociais: Instagram: https://www.instagram.com/nautiluslink Bluesky: https://bsky.app/profile/nautilus.bsky.social Lives: https://www.twitch.tv/nautiluslink Podcasts: https://soundcloud.com/nautiluslink Discord: https://bit.ly/DiscordNautilus

Inteligência Ltda.
1762 - O QUE ESCONDEM SOBRE OS ALIENÍGENAS?: DANIEL LOPEZ E RONY VERNET

Inteligência Ltda.

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 203:51


DANIEL LOPEZ é jornalista, professor e pastor. Nesse episódio de “Ligando os Pontos”, ele vai bater um papo sobre o ET de Varginha e a verdade por trás da história, com o convidado especial, RONY VERNET, engenheiro e entusiasta da Ufologia. Já o Vilela quer saber se seus parentes realmente visitaram a cidade mineira e nem deram as caras pra visitá-lo em São Paulo.

Kiwicast - O Podcast da Kiwify
Eu Reprogramei Minhas Crenças e Consegui Faturar Milhões no Digital| Michelle Rodrigues - Kiwicast #627

Kiwicast - O Podcast da Kiwify

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 59:25


Você está trabalhando, tentando de tudo e mesmo assim asvendas não destravam?Nesse episódio do Kiwicast, a Michelle Rodrigues mostra umponto que quase ninguém encara: muitas vezes o problema não é “mais estratégia” é o que você está repetindo todos os dias sobre dinheiro, vendas e prosperidade.Aqui, ela explica como as crenças moldam nossas vidas, porque pensamentos negativos, comparações e crenças de inferioridade sabotam as ações, e como fazer para reprogramar nossa mente e não ficar preso ao passado. O que você vai aprender:●      Como fortalecer sua mentalidade para alcançar novos patamares●      Como suas crenças limitantes impactam seus resultados●      Como transformar seu conhecimento em um infoprodutoE muito mais.Aprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify

Morgana Secco
Vamos voltar para o Brasil? Qual minha opinião sobre Guerreiras do K-pop? Medo de dar telas?

Morgana Secco

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 47:34


Nesse vídeo eu respondo essas e outras perguntas que vocês me fizeram sobre beleza natural, entrada da Ju na escola, sobre o marido não trabalhar fora, se pensamos em algum momento voltar para o Brasil, como lido com o luto, maternidade e outras mais que estarão listadas aqui em baixo.☀️ Meu curso O Essencial da Maternidade: https://morganasecco.com.br/essencialPERGUNTAS00:36 Alice gosta de falar em inglês ou português?02:52 O que você faz para manter um conteúdo inteligente, interessante e não cair na mesmice?06:22 Estou grávida e estamos na França, algum livro pra indicar?06:41 Já pensou em morar no Brasil algum momento ai?13:15 Como a sua família reagiu ao saber que você iria morar fora do Brasil? 14:28 Como é a questão fiscal de vocês? Ganham em reais e gastam em libras? Empresa está onde?17:49 Você já deu chupeta as crianças em alguma situação extremamente pontual?18:12 Essas férias escolares que vão ter agora em fevereiro é de que? Porque sei que ai não tem Carnaval18:49 As escolas ensinam letra cursiva?19:23 Como você fez pra viajar sem a Julia para Los Angeles ainda amamentando?21:17 Você não deu chupeta, né? Como sobreviveu a fase de sucção intensa?21:57 Morgana, vocês conseguiram fazer amizades com os locais?24:17 Lembro que comprou um desumidificador/ purificador. Ajudou a melhorar sua rinite?25:27 Você está assistindo Bridgerton?26:14 Medo de liberar a tela30:07 Pode falar sobre beleza natural e eceitação?32:40 Como você lida com o luto? Fez terapia quando perdeu sua mãe?36:33 Como está a Ju na escola?38:01 Marido não sente falta do mundo corporativo… outros projetos do que ficar em casa?42:39 Porque vocês chamam tia de “dinda”? 43:10 Qual sua opinião sobre Guerreiras do K-pop? É adequado para crianças de 5 anos?LINK DOS VÍDEOS MENCIONADOS:https://youtu.be/pMh1SGxpArshttps://youtu.be/MQiPLrmrVbohttps://youtu.be/5gvBhr3xlbIhttps://youtu.be/YHSfpl_47fAhttps://youtu.be/9_UPWdiWgFYLINK DO DESUMIDIFICADOR DE AR:https://amzn.eu/d/00zK4FrENewsletter GRATUITA: https://morganasecco.com.br/newsletterPara pesquisar atrações e atividades para ir em família baixe o app GRATUITO: https://apps.apple.com/no/app/minimap-app/id6446462630Inscreva-se no canal: https://www.youtube.com/channel/UCxwENW5gfb72OnMnRycgflA?sub_confirmation=1Instagram: https://www.instagram.com/morganasecco/Seguir no Facebook: https://www.facebook.com/Morgana-Secco-853527361485473/Canal do Schiller (Finanças): https://www.youtube.com/@UCAVYHoy45kgq9WuUji9ff5g

DIÁRIO DE BORDO
#1551 - TUDO QUE ACONTECEU NESSE FINAL DE SEMANA

DIÁRIO DE BORDO

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 31:18


my chemical romance, bloquinho de carnaval, paredão e bad bunny

Nautilus Link
Cairn e MIO, IA do Google fazendo "videogames", novo Huntdown anunciado e muito mais - Café com Videogames #197

Nautilus Link

Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 94:00


O Café com Videogames é nosso podcast sobre as novidades do mundo dos videogames, gravado segunda feira de manhã. Nesse episódio, falamos sobre as nossas impressões de Mio: Memories in Orbit e Cairn, sobre o anúncio de um novo Huntdown, datas de lançamento e mais! Apoie o projeto e permita que ele continue: https://apoia.se/nautilus Encontre-nos também nas redes sociais: Instagram: / nautiluslink Bluesky / nautiluslink Lives: / nautiluslink Podcasts: / nautiluslink Discord: https://bit.ly/DiscordNautilus

Podcast do Ladeira
Ep. 414 - Campanha pra fazer a primeira venda rápido

Podcast do Ladeira

Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 30:13


Nesse episódio eu conversei com uma seguidora que tinha 2 mil seguidores no Instagram, só que, apesar disso, em três meses, ela colocou R$ 30 mil no bolso vendendo um infoproduto de mentoria de emagrecimento.Não foi usando um funil mirabolante ou uma promessa absurda. Foi com algo muito mais simples. Se você acha que precisa “ficar grande” antes de começar a vender infoproduto, ouça até o final, esse episódio provavelmente vai bagunçar essa crença.Participe do evento Seu Produto Pronto em 3 dias:http://vtsd.com.br/spp-mar26-ep414 Conheça o VTSD:http://vtsd.com.br/ep414-ladeira-pv-vtsd Me siga no Instagram:https://bit.ly/Insta-Leandro-LadeiraConheça o canal principal:https://bit.ly/Canal-Metodo-VTSDOuça nosso podcast:https://bit.ly/Podcast-do-Ladeira-no-Spotify

Mentalidade Empreendedora Podcast com Pedro Quintanilha
Como saímos do zero e construímos uma empresa milionária | Podcast Poddarcerto

Mentalidade Empreendedora Podcast com Pedro Quintanilha

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 53:38


80,000 Hours Podcast with Rob Wiblin
#179 Classic episode – Randy Nesse on why evolution left us so vulnerable to depression and anxiety

80,000 Hours Podcast with Rob Wiblin

Play Episode Listen Later Feb 3, 2026 171:17


Mental health problems like depression and anxiety affect enormous numbers of people and severely interfere with their lives. By contrast, we don't see similar levels of physical ill health in young people. At any point in time, something like 20% of young people are working through anxiety or depression that's seriously interfering with their lives — but nowhere near 20% of people in their 20s have severe heart disease or cancer or a similar failure in a key organ of the body other than the brain.From an evolutionary perspective, that's to be expected, right? If your heart or lungs or legs or skin stop working properly while you're a teenager, you're less likely to reproduce, and the genes that cause that malfunction get weeded out of the gene pool.So why is it that these evolutionary selective pressures seemingly fixed our bodies so that they work pretty smoothly for young people most of the time, but it feels like evolution fell asleep on the job when it comes to the brain? Why did evolution never get around to patching the most basic problems, like social anxiety, panic attacks, debilitating pessimism, or inappropriate mood swings? For that matter, why did evolution go out of its way to give us the capacity for low mood or chronic anxiety or extreme mood swings at all?Today's guest, Randy Nesse — a leader in the field of evolutionary psychiatry — wrote the book Good Reasons for Bad Feelings, in which he sets out to try to resolve this paradox.Rebroadcast: This episode originally aired in February 2024.Links to learn more, video, and full transcript: https://80k.info/rnIn the interview, host Rob Wiblin and Randy discuss the key points of the book, as well as:How the evolutionary psychiatry perspective can help people appreciate that their mental health problems are often the result of a useful and important system.How evolutionary pressures and dynamics lead to a wide range of different personalities, behaviours, strategies, and tradeoffs.The missing intellectual foundations of psychiatry, and how an evolutionary lens could revolutionise the field.How working as both an academic and a practicing psychiatrist shaped Randy's understanding of treating mental health problems.The “smoke detector principle” of why we experience so many false alarms along with true threats.The origins of morality and capacity for genuine love, and why Randy thinks it's a mistake to try to explain these from a selfish gene perspective.Evolutionary theories on why we age and die.And much more.Chapters:Cold Open (00:00:00)Rob's Intro (00:00:55)The interview begins (00:03:01)The history of evolutionary medicine (00:03:56)The evolutionary origin of anxiety (00:12:37)Design tradeoffs, diseases, and adaptations (00:43:19)The tricker case of depression (00:48:57)The purpose of low mood (00:54:08)Big mood swings vs barely any mood swings (01:22:41)Is mental health actually getting worse? (01:33:43)A general explanation for bodies breaking (01:37:27)Freudianism and the origins of morality and love (01:48:53)Evolutionary medicine in general (02:02:42)Objections to evolutionary psychology (02:16:29)How do you test evolutionary hypotheses to rule out the bad explanations? (02:23:19)Striving and meaning in careers (02:25:12)Why do people age and die? (02:45:16)Producer and editor: Keiran HarrisAudio Engineering Lead: Ben CordellTechnical editing: Dominic ArmstrongTranscriptions: Katy Moore

Podcast : Escola do Amor Responde
3261# Escola do Amor Responde (no ar 03.02.2026)

Podcast : Escola do Amor Responde

Play Episode Listen Later Feb 3, 2026 24:04


Neste programa Escola do Amor Responde, um aluno pediu ajuda para esclarecer uma dúvida. Ele contou que estava casado havia 16 anos, e que no início do relacionamento, ainda durante o namoro, acabou traindo a esposa diversas vezes, e em todas elas ela descobriu. Com o passar do tempo, o casal firmou o relacionamento teve filhos e o aluno passou a frequentar a igreja, sendo fiel durante boa parte da vida a dois.No entanto, após abrir o próprio negócio, ele começou a se sentir sufocado por trabalhar em excesso e, por isso, afastou-se da igreja. Nesse período, o relacionamento foi marcado por muitas brigas, separações e reconciliações. Durante essa fase conturbada, a companheira conheceu outra pessoa e teve um breve relacionamento, mas decidiu retomar o casamento. Apesar de ainda gostar dela, o aluno afirmou que não consegue perdoá-la. Ele confessou sentir muita mágoa e pediu orientação sobre o que fazer.Às escondidasAinda no programa, uma aluna de 19 anos relatou que viveu um relacionamento de cinco anos que não deu certo. Porém, antes mesmo do término, ela começou a se envolver às escondidas com um homem mais velho, de 42 anos. Ele nunca quis assumir um compromisso sério, esquivando-se sempre que ela o convidava para ir à casa dela. Diante disso, a jovem pediu a opinião dos professores sobre a situação.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes

RELOADING - Atualize-se, gamer!
Reloading #536 – União Contra a Ubisoft

RELOADING - Atualize-se, gamer!

Play Episode Listen Later Feb 3, 2026 63:45


Nesse episódio, Bruno Carvalho, Edu Aurrai e Rodrigo Cunha falam sobre a reação do sindicato de empregados da Ubisoft ao programa de demissão voluntário após o reset da empresa; a Nintendo Direct sobre o filme de Super Mario Galaxy; e mais. Duração: 64 min Comentados: COMPRE O MARS 2120, METROIDVANIA BRASILEIRO: PC (STEAM) PLAYSTATION 4, PLAYSTATION 5 XBOX ONE, XBOX SERIES S|X NINTENDO SWITCH Vídeos: The Super Mario Galaxy Movie Direct 1.25.2026 Let's Explore Vampire Crawlers | Episode 1 Scott Pilgrim EX – Out March 3rd, 2026 – Matthew Patel and Robot-01 Join the Lineup! Virtua Fighter 5 R.E.V.O. World Stage – Nintendo Switch 2 Announcement Trailer Tomodachi Life: Living the Dream Direct 1.29.2026 Panorama de Azeroth 2026 | World of Warcraft

Embolada
Embolada #386 - A reta final do Campeonato Pernambucano

Embolada

Play Episode Listen Later Feb 3, 2026 63:34


Com o fim da primeira fase, o Campeonato Pernambucano entra na sua reta final, com os jogos eliminatórios. Nesse programa, os jornalistas João de Andrade Neto, Lucas Holanda e Hebertt Ramos analisam os duelos da segunda fase entre Santa Cruz e Decisão, e entre Retrô e Maguary. E também a expectativa para Sport e Náutico, que esperam os adversários das semifinais.

Prato Cheio
Cigarro e ultraprocessados: uma relação íntima

Prato Cheio

Play Episode Listen Later Feb 3, 2026 42:18


Você sabia que a fabricante do Marlboro já foi dona da segunda maior empresa de alimentos do mundo? Nesse episódio, abordamos o casamento entre cigarros e ultraprocessados – uma relação que começou na década de 1960, teve seus altos e baixos, mas segue viva até hoje. Se antes gigantes como Philip Morris iam às compras, levando pra casa firmas do porte da Nabisco, agora os negócios são mediados pelo capital financeiro. E têm como alvo startups de suplementos, como a brasileira Mais Mu.A ficha técnica completa, com todas as fontes de informação está disponível em nosso site. O Joio e o Prato Cheio são mantidos com o apoio de organizações da sociedade que atuam na promoção da alimentação adequada e saudável. ACT Promoção da Saúde, Porticus, Oak Foundation, Fundação Ford, Instituto Ibirapitanga e Fundação Heinrich Boll são apoiadores regulares dos nossos projetos.Entre em nosso canal do WhatsApp e fique mais perto da nossa comunidade. Contamos com a colaboração de leitores e ouvintes para continuar produzindo conteúdo independente e de qualidade. Se puder nos apoiar financeiramente, todos os caminhos estão aqui. Se não puder, divulgue o Prato Cheio pra família e amigos, isso nos ajuda muito!