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Na segunda parte da entrevista, o professor Alexandre Macchione Saes aprofunda o debate sobre desenvolvimento, meio ambiente e justiça social
O Festival de Avignon arrancou a 4 de Julho, e junta, durante três semanas, milhares de pessoas, para esta 80ª edição. Este é o epicentro da história contemporânea do teatro, dirigido pelo encenador, dramaturgo e actor português Tiago Rodrigues. Este ano, há 47 espectáculos, dois de encenadoras lusófonas e a língua convidada é o coreano. Há uma maioria inédita de criadoras mulheres e a linha de força é um enorme ponto de interrogação estampado um pouco por todo o lado nas ruelas da cidade francesa. O teatro anda à solta, sem rédeas, pela cidade de Avignon. Bem-vindos ao “país do teatro, à república independente das artes performativas”, nas palavras e na companhia de Tiago Rodrigues, um dos fazedores desta “fábrica de memórias inesquecíveis para o público”. Uma dessas “memórias” é a primeira maratona teatral em português, de dez horas, com a apresentação, a 12 e 13 de Julho, da Trilogia Cadela Força de Carolina Bianchi. Outra é o espectáculo de cinco horas do francês Julien Gosselin, “Maldoror”, que Tiago Rodrigues acredita que “vai marcar as próximas décadas do teatro francês, europeu e mundial”. E outra, ainda, é a peça “Um julgamento - Depois do inimigo do povo” que descreve como “uma interpretação magistral de uma história do repertório agora reescrita, repensada por Christiane Jatahy e Wagner Moura e com um elenco magistral à volta de Wagner Moura que tem uma prestação absolutamente sublime”. Nesta 80ª edição, “os questionamentos” são a bandeira de um festival que sempre foi sintoma e espelho dos tempos que correm. Este é também “um espaço de liberdade onde os artistas e o público se podem exprimir com toda a liberdade”, reitera o artista, destacando que “em França, como noutros países da Europa e do mundo, a liberdade de expressão e de criação estão a ser ameaçadas”. Mais ainda, em França – diz – “já não se trata apenas de uma ameaça, mas de ataques repetidos em vários territórios”. E, assim, a menos de um ano das próximas eleições presidenciais em França, onde a extrema-direita cresce, Tiago Rodrigues, enquanto director desta instituição e não apenas como cidadão e autor de “Catarina e a Beleza de Matar Fascistas”, toma já posição e pede às pessoas para não deixarem a extrema-direita chegar ao Palácio do Eliseu. Tiago Rodrigues, português, emigrante, inscreve-se numa longa linhagem histórica de emigração portuguesa para França, mas esta é também uma história familiar e é a história que inspira o seu próximo espectáculo, revelou à RFI em primeira mão. O pai, Rogério Rodrigues, exilou-se em França durante o Estado Novo, o filho é agora o director do maior festival francês de artes cénicas e serve com a sua arte o que chama de “dívida de gratidão” que tem com a sociedade francesa por ter acolhido o pai quando este precisava. RFI: Queria começar com uma expressão que o Tiago Rodrigues gosta muito de usar, que é “o país do teatro”. O festival está na 80ª edição. Até que ponto Avignon continua a ser a capital mundial do teatro? Tiago Rodrigues, Director do Festival de Avignon: “Eu acho que cada vez mais, com o passar do tempo, aquilo que era uma utopia imaginada por Jean Vilar, o encenador que em 1947 funda este festival logo a seguir à Segunda Guerra Mundial, numa sociedade muito dividida e pensa que talvez um festival durante as férias das pessoas - e é preciso relembrar que as férias pagas eram uma novidade na época - durante as férias pagas das pessoas, podia ser um festival que permitisse ao público viver experiências que eles não teriam oportunidade, nem tempo para viver durante o ano, portanto, grandes aventuras teatrais em lugares monumentais que obrigariam a viajar. E é assim que nasce esta ideia, esta utopia de um país do teatro. Um lugar onde viajamos como quem viaja para fazer turismo, como quem viaja para se repousar. E aqui viajamos, sim, pelo turismo, pelo repouso, mas sobretudo pela descoberta dos espectáculos, pela descoberta de uma grande quantidade de estéticas e de visões de um mundo muito diferentes entre si. O tempo fez com que, ao fim de 80 edições, possamos dizer que este é o país do teatro, a república independente das artes performativas. O público vem precisamente com essa sede de ver espectáculos que talvez não tivesse tempo de ver durante o ano. Por exemplo, 'Maldoror', o espectáculo de Julian Gosselin, um grande encenador que dirige o teatro do Odéon, um dos teatros nacionais franceses, e que faz um espectáculo de cinco horas, poderíamos dizer que cinco horas é ambicioso, mas é um espectáculo magistral. O que nós vemos é que ao fim das cinco horas, por volta das duas e meia, três da manhã, todo o público está lá, aplaudiu de pé e viveu essa aventura colectiva que é singular, que só se vive em Avignon, estar num palácio sob as estrelas e ver uma obra de arte que, no meu entender, este ‘Maldoror' vai marcar as próximas décadas do teatro francês, europeu e mundial.” É português, é o primeiro director estrangeiro a dirigir o festival. Esta é a sua quarta edição como director. Conhece os talentos e as dificuldades das artes performativas portuguesas, brasileiras, de dança contemporânea moçambicana e cabo-verdiana, por exemplo, mas este ano só há duas peças lusófonas no cartaz… “Eu permito-me corrigir o “só”, “só há”. O Festival de Avignon é um festival de nomes de expressão mundial e, portanto, é um festival que tem que estar atento a tudo o que se passa no mundo. Saber que, por exemplo, este ano há duas artistas brasileiras e saber que estas duas artistas brasileiras lusófonas, Christiane Jatahy e Carolina Bianchi, que são duas das grandes artistas desta edição, são duas artistas que vêm de um só país lusófono, numa possibilidade de mais ou menos - é discutível a quantidade de países que existe no mundo, mas digamos que são duas centenas, porque depois há questões de legitimidade de algumas fronteiras, etc - mas digamos que em 200 países haver dois espectáculos, ambos vindos do Brasil ou de criadores brasileiros, criadoras neste caso, é, de qualquer das formas, um foco muito importante, uma atenção muito importante. Há muitos países que não estão representados no festival. Este ano, há uma representação de 14 países e, portanto, digamos que a maioria dos países do mundo não estão presentes no ano. A criação lusófona tem duas presenças e, portanto, acho que estamos numa quantidade, numa proporção muito benéfica para a criação lusófona.” Mas o que eu queria mesmo saber - e já percebeu onde quero chegar - é quando é que Avignon vai convidar a língua portuguesa? “Bom, o que eu posso dizer é que recentemente fui reconduzido para um segundo mandato, portanto, serei director do Festival até 2030. E estou muito feliz, muito vaidoso mesmo dessa possibilidade, mas também é um grande privilégio e uma grande responsabilidade também. E sem dúvidas que a língua portuguesa, eu digo desde o início, tem todo o mérito, toda a riqueza, toda a diversidade contemporânea e, sobretudo, toda a grande qualidade das criadoras e dos criadores, sejam portugueses, brasileiros, moçambicanos, angolanos, cabo-verdianos para estar presente no festival. Eu recordo que a lusofonia tem estado muito presente nos últimos anos no festival. No ano passado, a abertura do festival fez-se com uma artista cabo-verdiana, Marlene Monteiro Freitas, foi a primeira vez que Cabo Verde esteve na Cour d'Honneur du Palais des Papes e abriu este festival, ainda por cima no ano em que se celebrava os 50 anos da independência desse país-irmão do meu país-natal, Portugal. E, portanto, temos feito um trabalho de abertura, de aproximação do público de Avignon à criação lusófona ou em língua portuguesa. Sem dúvida que até 2030 a língua portuguesa será certamente uma das línguas convidadas no festival.” A Carolina Bianchi vem ao Festival de Avignon pela segunda vez para apresentar não só o terceiro capítulo da sua Trilogia Cadela Força aqui iniciada, como a trilogia completa, o que perfaz dez horas seguidas de maratona teatral. Isto também é histórico. Já houve maratonas teatrais em Avignon, mas em língua portuguesa, se calhar não… “Em língua portuguesa nunca houve uma aventura destas e estamos muito felizes de poder acompanhar a Carolina e toda a sua equipa da Companhia Cara de Cavalo nisto, que é uma aventura inédita. É o tipo de aventuras que só se pode viver em Avignon, dez horas de teatro. Antes que Carolina Bianchi fosse conhecida do público francês ou europeu, apresentámo-la pela primeira vez em 2023 e logo na altura sabíamos que estávamos comprometidos com continuar a acompanhar a sua trilogia. Entretanto, Carolina Bianchi ganhou o Leão de Prata da Bienal de Veneza, tornou-se numa artista absolutamente reconhecida a nível não apenas europeu, mas mundial. Queríamos estar no lugar do término desta trilogia, a acompanhar a aventura até ao fim e, sobretudo, permitir ao público de descobrir pela primeira vez a trilogia completa inédita. É uma grande aventura para a companhia, que exige enormemente. Também exige do público e das equipas técnicas e de acolhimento. Estamos muito felizes aqui em Avignon de poder propor ao público estas aventuras, porque, como nós costumamos dizer, nós queremos ser uma fábrica de memórias inesquecíveis. E é isso que queremos propor: uma memória inesquecível ao público.” A encenadora brasileira Christiane Jatahy também traz uma peça com um forte teor político. Qual é este alerta também em língua portuguesa que esta peça traz para os dias de hoje? “Christiane Jatahy, acompanhada de Wagner Moura, grande actor que foi este ano nomeado para os Óscares, que ganhou o Globo de Ouro, que ganhou o prémio de interpretação masculina em Cannes no ano passado e, portanto, de alguma forma, é um dos grandes protagonistas deste festival, juntaram-se para - ele actor, ela encenadora, mas ambos como autores do texto deste espectáculo - nos apresentarem um espectáculo que não é uma adaptação de ‘Um Inimigo do Povo' de Henrik Ibsen, mas que se inspira dessa história do dramaturgo norueguês para inventar um processo em tribunal onde se pergunta se alguém que denunciou a contaminação das águas de uma cidade é um herói que tentou ajudar as pessoas, salvar a saúde das pessoas, ou se é um inimigo do povo, alguém que destruiu a economia dessa cidade que dependia das termas, de um spa e dos turistas que vinham. Há um julgamento dessa pessoa e é um julgamento muito também sobre o risco dos julgamentos populares em opinião pública na época das redes sociais, na época em que toda a gente pode exprimir uma opinião, caluniar, difamar e destruir uma reputação publicamente muito facilmente. É uma questão de debate sobre a legitimidade de um gesto político de denúncia, sobre o diálogo entre saúde pública e a economia, essa tensão, também sobre a ecologia muito presente no espectáculo e é, sobretudo, uma interpretação magistral de uma história do repertório agora reescrita e repensada por Christiane Jatahy e Wagner Moura, com um elenco magistral à volta de Wagner Moura, que tem uma prestação absolutamente sublime. Uma peça que nos chega agora de Lisboa, esteve mesmo agora em Portugal em digressão e que é o resultado de uma encomenda que o Festival de Avignon fez com o Holland Festival de Amsterdão e com o Festival de Edimburgo, que são os três festivais europeus fundados no mesmo verão de 1947. Juntos queremos colaborar, continuar a colaborar também para o ano, quando fizermos 80 anos os três festivais e, para este início de colaboração, lançámos o desafio a Christiane Jatahy e a Wagner Moura de criar esta peça e estamos muito felizes. É uma das peças pilar da programação do festival este ano. E muito feliz também que seja a segunda peça falada em português.” Desde a sua primeira edição como director artístico do festival, apresentou “Na Medida do Impossível” e “By Heart” em 2023, “Hécuba, não Hécuba”, em 2024, “A Distância”, em 2025. Antes de ser director, já tinha apresentado “António e Cleópatra”, “Sopro” e “O Cerejal”. Este ano não apresenta peça sua. Posso perguntar porquê? “Porque acho que é importante que o meu trabalho artístico esteja sempre ao serviço do festival e nunca o contrário. E isso exige equilíbrio. Exige, no meu entender - e é a escolha responsável que eu tento fazer - que o meu trabalho não esteja necessariamente sistematicamente presente enquanto artista na programação do festival para deixar espaço a outros, para permitir precisamente que o festival não trabalhe a meu favor, mas o contrário, que quando eu apresento um trabalho, uma peça, um espectáculo no Festival de Avignon, seja para contribuir à programação e também contribuir, de certa maneira, à economia do festival. As digressões dos meus espectáculos produzem receitas que favorecem o festival e que nos permitem convidar outros artistas do festival. E, portanto, eu acredito que o director do Festival de Avignon ou a directora, se forem artistas, devem fazer o seu trabalho no festival, mas devem fazer com a medida que permite que seja o seu trabalho a estar ao serviço do festival e nunca o contrário, como disse. O Tiago Rodrigues é imigrante em França. Não vai poder votar nas presidenciais francesas do próximo ano porque é preciso nacionalidade francesa para isso. Como é que o autor de “Catarina e a Beleza de Matar Fascistas” olha para estas eleições, nomeadamente depois de Marine Le Pen ter confirmado que se vai candidatar? “Não é apenas o autor de ‘Catarina e a Beleza de Matar Fascistas' ou o cidadão Tiago Rodrigues, mas é também o director do Festival de Avignon que toma posição e a posição é muito clara. O Festival de Avignon já pôde fazê-lo no passado, nas legislativas de 2024, que aconteceram ao mesmo tempo que o festival. O Festival de Avignon fez apelo a uma barragem à extrema-direita e, portanto, à União Nacional de Marine Le Pen, e fez um apelo ao voto no campo democrático. Eu não considero, o Festival de Avignon institucionalmente não considera, que a extrema-direita pertence ao campo democrático. A nossa posição é muito clara. Fazemos um apelo à participação nas eleições e é uma barragem clara, sem ambiguidades, à extrema-direita. Será também o caso para as presidenciais, como foi, aliás, para as municipais de Avignon, onde a extrema-direita perdeu uma derrota forte depois também de o festival ter tomado posição e ter anunciado que não trabalharia com a extrema-direita se esta tomasse o poder na cidade de Avignon. Felizmente não foi o caso e não será o caso, eu creio, também nas presidenciais. Sinto muita confiança na lucidez democrática das francesas e dos franceses.” Avignon é, historicamente, a cidade-teatro aberta à contestação, o festival sempre foi politicamente atravessado pelo seu tempo, como acaba de dizer, assim como em Maio de 68, os debates pós-coloniais, as crises migratórias. Este ano, qual é a causa a atravessar esta edição? “Cada Festival de Avignon é, por um lado, um sintoma de implicação com a actualidade, com os grandes fenómenos da actualidade e, portanto, a cada festival vemos novas questões, novas causas, novos debates a surgirem. E é também por isso que este ano quisemos celebrar esta 80ª edição, pondo as questões e os questionamentos no centro do discurso. Este é um festival que desde 1947, por 80 ocasiões, colocou questões ao mundo, as questões dos artistas, acompanhando os artistas a criar espectáculos que traduzem os seus questionamentos e permitindo ao público de se apropriar destas questões para ter os seus debates. O Festival é muito conhecido pelos seus debates, apaixonantes e apaixonados, por vezes bem intensos, e nós gostamos que seja assim. Gostamos que seja assim, aqui no Café das Ideias, onde estamos e onde acontecem todas as manhãs grandes debates, mas também nas ruas, nas praças, espontaneamente. Discutindo espectáculos, nós discutimos o mundo e questionamos o mundo. Este ano, como todos os anos, julgo que a questões que atravessam a actualidade, seja questões ligadas, por exemplo, às eleições presidenciais, questões ligadas à crise climática, às vagas de calor e à aceleração de medidas que os governos têm que tomar para combater a crise climática, defender a biodiversidade, mas também a vida e o bem-estar das pessoas e questões que são intemporais. Este ano temos, por exemplo, dois Hamlet, portanto, a questão de ‘ser ou não ser', que já existe há 400 anos, aqui está de novo. É esta mistura de questão política e questão íntima, de questão pública e questão individual, que anima a cada ano o festival que quer continuar a ser um festival de liberdade de expressão, de implicação com o mundo, mas com uma grande pluralidade de pontos de vista. Não é um festival de pensamento único que está aqui para convencer as pessoas seja do que for. É um espaço de liberdade onde os artistas e o público se podem exprimir com toda a liberdade, e deve dizer-se isto várias vezes, numa França onde, infelizmente vemos, como noutros países da Europa e do mundo, a liberdade de expressão e de criação a ser ameaçada. A França não é imune a isso. Já não se trata apenas de uma ameaça, mas de ataques repetidos em vários territórios de França. Aqui em Avignon, a primeira coisa que podemos fazer para responder a essa ameaça é praticar toda a liberdade de criação, toda a liberdade de expressão.” É essa a sua assinatura mais pessoal nesta edição? Reafirmar a liberdade de criação junto dos artistas, dar-lhes um espaço seguro aqui no festival? “Eu não acredito em assinaturas pessoais. Isto é o trabalho de mais de 700 pessoas que organizam este festival. O pensamento do festival não emana apenas de mim, é de dezenas de pessoas, de centenas de discussões, ele emana dos artistas e emana do público. E eu convido sempre quem me coloca essa questão de ‘Qual é a marca que tu, enquanto director, queres imprimir? Qual é o teu cunho pessoal?' O meu cunho pessoal é: Perguntem às pessoas na rua o que sentem em relação a este festival, como estão a vivê-lo. É permitir colocar-me ao serviço desta história, desta aventura colectiva que atravessa gerações. São os filhos que transmitiram aos netos, que transmitem aos vindouros este amor do teatro e este amor de poder juntar-se sem ser à volta de uma mesma ideia, juntar-se à volta do debate, à volta do facto de podermos estar juntos, felizes, a desfrutar das artes do teatro em desacordo. Este desacordo é o princípio do diálogo e o diálogo é o fundamento da democracia.” Falou da questão da filiação, da transmissão intergeracional. Está em França há quatro anos. Emigrou como o seu pai e como tantos milhares de portugueses o fizeram no século XX, durante a ditadura portuguesa. O seu pai foi acolhido pela França e o Tiago é convidado pela França para dirigir o maior festival de teatro francês, quando justamente há esta ameaça de a extrema-direita chegar ao poder. Isto é uma história que poderia dar uma peça de teatro. Qual é o poder simbólico desta história no contexto político actual? “Devo dizer que, enquanto director do Festival de Avignon, português, saber que estou ao serviço desta aventura, dos valores democráticos, republicanos, progressistas deste festival que é um festival também ecologista, feminista, anti-racista porque defende esses valores da democracia, da liberdade, da igualdade, da fraternidade, saber-me ao serviço destes valores, através deste festival, é para mim, de alguma forma, tentar também pagar a dívida de gratidão que tenho em relação à sociedade francesa que acolheu o meu pai quando o meu pai precisava de ser acolhido.” Obrigada por continuar a transmitir esta história e obrigada por também transmitir a história da emigração. “Vou dizê-lo para a RFI, é a primeira vez que falo disto publicamente: acho que será o tema do meu próximo espectáculo.”
Alessandra Bergmann conversa em Campo e Batom com o superintendente do SENAR-RS Eduardo Condorelli sobre as novas perspecitvas para o agro gaúcho e sobre o evento que acontece na capital que vai conectar o urbano com o rural.assista aqui, no canal da mulher rural brasileira.
A Copa do Mundo já acabou pro Brasil, mas a gente não podia deixar de lançar este episódio aqui, gravado quando ainda havia esperança para o hexa em 2026. Nesse bate-papo, o tema são práticas e dinâmicas fetichistas inspiradas no mundo dos esportes, do futebol e da atividade física e o que esse universo tem em comum com o BDSM. A Ada e a Roxy conversam com a Sereia, nossa convidada frequente de episódios de ideias temáticas, e com ele mesmo, o Hugo, que já fez parte da nossa equipe e foi convocado para uma participação especial. Afinal, não dá pra falar de meiões e chuteiras sem lembrar dele! Vem escutar e dar risadas com a gente e aproveite pra deixar suas dicas e ideias nos comentários! *Episódio disponível também em vídeo!*Gravado em 26 de junho de 2026. Participantes: Ada @aleneouada, Roxy @roxylust, Sereia/Dom Gustavo @domgustavo.gyn, Hugo @h.chicotadasVoz da vinheta: Yultan de Belo Horizonte/MG @yult4n Form para envio de dúvidas e feedbacks: https://forms.gle/x3HUheP52BkALn989 Apoie o Chicotadas! https://apoia.se/chicotadas Nossos links: https://chicotadas.com.br/Confira nosso Instagram: www.instagram.com/chicotadaspodcast A vitrine do episódio é uma arte com fotos. O fundo é em um padrão amarelo claro com pontos em roxo e elementos que simulam a identidade visual do álbum de figurinhas da copa em vermelho e lilás. No centro da imagem, temos fotos dos 4 participantes do episódio no formato “figurinha do álbum”, com informações sobre cada ume: Roxy, switcher, 30 anos, ela/dela. Ada, domme, 38 anos, ela/dela. Hugo, switcher, 35 anos, ele/dele. Sereia, top, idade não revelada, ela/ele/elu. Em caixas de texto em vermelho e roxo com texto em lilás e amarelo claro, a identificação do episódio: Chicotinho 43, Copa do Mundo e BDSM: Dicas e ideias de práticas do mundo dos fetiches de esportes. Na parte superior e inferior da imagem, é possível ver a logo e o arroba do Chicotadas. Minutagens:3:33 Introdução do episódioVídeo da Rádio Chicotadas: https://www.instagram.com/p/DaEIROFAe9J/Episódios com a Sereia: episódio regular 38, 40, 50 e chicotinho 18.Episódios com o Hugo: grande maioria de out/2020 a nov/2021 e de out/2022 a mar/2025. 5:40 Autodescrição e nossa relação com o mundo dos esportes e da atividade física 13:48 Como o mundo dos esportes e do BDSM se relaciona?Citados: treinamento, meiões, uniformes, objetificação, personal trainer, dinâmica de poder, D/s, chuteiras, podolatria, posições de resistência, flexões, suor, pig, watersports (“esportes aquáticos”: jogos com xixi). 23:30 Recado do apoia.se https://apoia.se/chicotadas 25:30 Dicas e ideias de práticas relacionadas a mundo dos esportesCitados: sommelier de meias, chuteiras, trampling (pisar/pisotear alguém), pig (fetiche em sujeira, cheiros e fluidos corporais), cheiros, suor, wax play (velas), ballbusting (impacto nas bolas), humilhação, exaustão, aposta, mumificação, gol, tiro ao alvo, artes marciais, jiu-jitsu, luta turca, luta greco-romana, singlet (macaquinho de luta), primal play (jogos primais), wrestling (lutas em geral), rinha de switchers, motos, motociclistas, trilheiros, proteção de ombros, equipamento de segurança, camiseta de látex da Cece Hamali, talco e lubrificante, Malu Borges.Post das Olimpíadas: https://www.instagram.com/p/C-NtTVcOIGY/47:11 Ideias para sessão misturando atividade física e dinâmica de poderCitados: treinamento, role play, cuckold, cena pública e apostas, punições e recompensas, chicobet, cu e as olimpíadas do cu, falta de ativos no mercado e as passivas na chuva, pegging, tipos de corridas, suor, pigs, axilismo, suvaco, chulé, plug, castidade, core, gozar fazendo exercício. 1:04:30 Últimos recadosCitados: sequestro. 1:09:31 AftercareVoz da vinheta: Yultan de Belo Horizonte/MG @yult4n 1:12:12 Erros de gravação Nossos links: https://chicotadas.com.br/
Episódio 902 de Dias Úteis, um podcast que oferece poesia pela manhã, de segunda a sexta-feira. Durante esta semana estamos a escutar os convidados Maratona de Leitura da Sertã 2026, dedicada ao amor. Hoje, só com conselhos pertinentes, o amigo Renato Filipe Cardoso. A Maratona de Leitura decorre até dia 4 de Julho com uma programação intensa que pode consultar em https://www.maratonadeleitura.pt/. O podcast Dias Úteis é uma ideia original de Filipe Lopes para a Associação de Ideias. Tema musical original de Marco Figueiredo, com voz de José Carlos Tinoco. Se quiser apoiar este projecto independente pode fazê-lo através de https://www.patreon.com/cw/diasuteispodcast, tendo acesso a conteúdo exclusivo. Mas ali também pode fazer parte de uma comunidade subscrevendo gratuitamente e recebendo todos os episódio abertos e participando em conversas e eventos. Saiba mais sobre os nossos projectos em www.assdeideias.pt.
Episódio 903 de Dias Úteis, um podcast que oferece poesia pela manhã, de segunda a sexta-feira. E este episódio não sai nem às 7 da manhã, nem nos "dias úteis". É meia noite de sábado e está agora mesmo a começar a leitura, durante 24 horas ininterruptas, no palco da Maratona de Leitura da Sertã, 2026. Durante esta semana estivemos a ouvir participantes desta edição dedicada ao amor e fechamos com este belíssimo poema de Raquel Patriarca. A Maratona de Leitura decorre até dia 4 de Julho com uma programação intensa que pode consultar em https://www.maratonadeleitura.pt/. O podcast Dias Úteis é uma ideia original de Filipe Lopes para a Associação de Ideias. Tema musical original de Marco Figueiredo, com voz de José Carlos Tinoco. Se quiser apoiar este projecto independente pode fazê-lo através de https://www.patreon.com/cw/diasuteispodcast, tendo acesso a conteúdo exclusivo. Mas ali também pode fazer parte de uma comunidade subscrevendo gratuitamente e recebendo todos os episódio abertos e participando em conversas e eventos. Saiba mais sobre os nossos projectos em www.assdeideias.pt.
Episódio 901 de Dias Úteis, um podcast que oferece poesia pela manhã, de segunda a sexta-feira. O regresso com novas leituras faz-se a propósito da Maratona de Leitura da Sertã, 2026. Durante esta semana estamos a ouvir convidados desta edição dedicada ao amor. Antecipando uma deliciosa conversa no próximo sábado, Bernardo Mendonça lê-nos Afonso Cruz. A Maratona de Leitura decorre até dia 4 de Julho com uma programação intensa que pode consultar em https://www.maratonadeleitura.pt/. O podcast Dias Úteis é uma ideia original de Filipe Lopes para a Associação de Ideias. Tema musical original de Marco Figueiredo, com voz de José Carlos Tinoco. Se quiser apoiar este projecto independente pode fazê-lo através de https://www.patreon.com/cw/diasuteispodcast, tendo acesso a conteúdo exclusivo. Mas ali também pode fazer parte de uma comunidade subscrevendo gratuitamente e recebendo todos os episódio abertos e participando em conversas e eventos. Saiba mais sobre os nossos projectos em www.assdeideias.pt.
Como proteger a reputação em um ambiente em que narrativas circulam em tempo real e a desinformação influencia diretamente a percepção sobre marcas, lideranças e instituições? No episódio 182 do Arena de Ideias, a conversa apresenta o Hub de Proteção Reputacional contra Desinformação, solução desenvolvida pela Oficina Consultoria em parceria com a Agência Lupa e a Tema Editorial para ajudar organizações a construir autoridade, sustentar a verdade sobre si mesmas e fortalecer a confiança pública. Liliane Pinheiro, sócia CEO da Oficina Consultoria, recebe Luciana Corrêa, editora-chefe da Agência Lupa, Beth Cataldo, fundadora da Tema Editorial, e Miriam Moura, consultora associada da Oficina. Juntas, elas discutem por que letramento midiático, monitoramento, SEO, GEO, influência digital e preparação de lideranças passaram a ser elementos centrais da gestão de reputação. Também entram em pauta os desafios de disputar e proteger a verdade nos buscadores, na mídia e na opinião pública, mostrando que, hoje, reputação não é apenas uma questão de imagem, mas um ativo estratégico que precisa ser construído e protegido continuamente.
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
Episódio 900 de Dias Úteis, um podcast que oferece poesia pela manhã, de segunda a sexta-feira. No redondo número 900, com novas leituras a propósito da Maratona de Leitura da Sertã, 2026, a voz que sempre se escuta no início de cada episódio: José Carlos Tinoco. Durante esta semana estamos a ouvir participantes desta edição dedicada ao amor e aqui um pouco do ensaio de "Pólen", um dos que Tinoco e companhia trazem à Sertã. A Maratona de Leitura decorre até dia 4 de Julho com uma programação intensa que pode consultar em https://www.maratonadeleitura.pt/. O podcast Dias Úteis é uma ideia original de Filipe Lopes para a Associação de Ideias. Tema musical original de Marco Figueiredo, com voz de José Carlos Tinoco. Se quiser apoiar este projecto independente pode fazê-lo através de https://www.patreon.com/cw/diasuteispodcast, tendo acesso a conteúdo exclusivo. Mas ali também pode fazer parte de uma comunidade subscrevendo gratuitamente e recebendo todos os episódio abertos e participando em conversas e eventos. Saiba mais sobre os nossos projectos em www.assdeideias.pt.
Episódio 899 de Dias Úteis, um podcast que oferece poesia pela manhã, de segunda a sexta-feira. O podcast está de regresso com novas leituras, em parceira com Maratona de Leitura da Sertã, 2026. Durante esta semana estaremos a ouvir convidados desta edição dedicada ao amor. Hoje, "Amor vencido", de Mário de Sá-Carneiro, lido por Francisco Mota Saraiva. A Maratona de Leitura decorre até dia 4 de Julho com uma programação intensa que pode consultar em https://www.maratonadeleitura.pt/. O podcast Dias Úteis é uma ideia original de Filipe Lopes para a Associação de Ideias. Tema musical original de Marco Figueiredo, com voz de José Carlos Tinoco. Se quiser apoiar este projecto independente pode fazê-lo através de https://www.patreon.com/cw/diasuteispodcast, tendo acesso a conteúdo exclusivo. Mas ali também pode fazer parte de uma comunidade subscrevendo gratuitamente e recebendo todos os episódio abertos e participando em conversas e eventos. Saiba mais sobre os nossos projectos em www.assdeideias.pt.
Episódio 898 de Dias Úteis, um podcast que oferece poesia pela manhã, de segunda a sexta-feira. Estamos de regresso com novas leituras a propósito da Maratona de Leitura da Sertã, 2026. Durante esta semana estaremos a ouvir convidados desta edição dedicada ao amor. Hoje, Rosa Alice Branco. A Maratona de Leitura decorre até dia 4 de Julho com uma programação intensa que pode consultar em https://www.maratonadeleitura.pt/. O podcast Dias Úteis é uma ideia original de Filipe Lopes para a Associação de Ideias. Tema musical original de Marco Figueiredo, com voz de José Carlos Tinoco. Se quiser apoiar este projecto independente pode fazê-lo através de https://www.patreon.com/cw/diasuteispodcast, tendo acesso a conteúdo exclusivo. Mas ali também pode fazer parte de uma comunidade subscrevendo gratuitamente e recebendo todos os episódio abertos e participando em conversas e eventos. Saiba mais sobre os nossos projectos em www.assdeideias.pt.
Episódio 897 de Dias Úteis, um podcast que oferece poesia pela manhã, de segunda a sexta-feira. Este é o episódio 897, de regresso com novas leituras a propósito da Maratona de Leitura da Sertã, 2026. Durante esta semana estaremos a ouvir convidados desta edição dedicada ao amor. Hoje, Pedro Vieira a ler Max Aub. A Maratona de Leitura decorre até dia 4 de Julho com uma programação intensa que pode consultar em https://www.maratonadeleitura.pt/. O podcast Dias Úteis é uma ideia original de Filipe Lopes para a Associação de Ideias. Tema musical original de Marco Figueiredo, com voz de José Carlos Tinoco. Se quiser apoiar este projecto independente pode fazê-lo através de https://www.patreon.com/cw/diasuteispodcast, tendo acesso a conteúdo exclusivo. Mas ali também pode fazer parte de uma comunidade subscrevendo gratuitamente e recebendo todos os episódio abertos e participando em conversas e eventos. Saiba mais sobre os nossos projectos em www.assdeideias.pt.
No episódio de estreia do programa "Pensando o Brasil", produzido por O Antagonista, a renomada jornalista e apresentadora Madeleine Lacsko conduz uma entrevista profunda e reveladora com Tallis Gomes, um dos maiores nomes do empreendedorismo e da inovação no país.Neste debate de alto impacto, eles analisam os principais desafios econômicos, o cenário de negócios, a evolução tecnológica e os rumos políticos que moldam o futuro do Brasil.Uma conversa franca e inteligente indispensável para quem deseja entender as transformações do mercado atual.Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários!Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #OAntagonista #PensandoOBrasil #TallisGomes #Empreendedorismo #Negocios #Inovacao #Tecnologia #Economia #PodcastBrasil #YoutubeBrasil #AudioCast #Debate #Lideranca #Mercado #Atualidades #Entrevista #Ideias #Politica #CanaisDeAudio #Podcasting
ser perfeccionista parece uma virtude, mas e se for só um jeito sofisticado de não fazer nada? nesse episódio do Tempestade de Ideias, a gente vai fundo no perfeccionismo criativo - de onde ele vem, o que ele custa de verdade, e por que exigência e perfeccionismo não são a mesma coisa (embora a gente confunda o tempo todo).
Livros mencionados:Odisseia, Homero;Ilíada, Homero.Sigam-nos no instagram: @leiturasembadanasEdição de som: Tale House
Episódio 419 de Dias Úteis, um podcast que lhe oferece poesia pela manhã, de segunda a sexta-feira. Por vezes não apenas poesia, por vezes não apenas nos dias úteis... Esta semana o editor do podcast decidiu incluir alguns episódios extra, neste período de pausa, dando voz a algumas das suas leituras de Verão. Desta vez o poema é de Vasco Gato, do livro "Virar a cara", editado pela Nova Mymosa em 2021. A leitura é de Filipe Lopes. Apesar de umas férias prolongadas e sem regresso marcado, quem já nos tinha subscrito (ou o fizer agora) nas plataformas de distribuição de podcast poderá ser surpreendido, de vez em quando, com um episódio extra que tenha ficado guardado e valha a pena ser publicado. Também nas nossas páginas de Facebook e Instagram continuaremos a relembrar episódios anteriores. Tema musical original de Marco Figueiredo, com vozes de José Carlos Tinoco e Raquel Bulha. Design gráfico de Catarina Ribeiro. Concepção e edição de Filipe Lopes. Consultoria técnica de Rui Branco. Uma produção Associação de Ideias.
Episódio 294 de Dias Úteis, um podcast que lhe oferece poesia pela manhã, de segunda a sexta-feira. Por vezes não apenas poesia, por vezes não apenas nos dias úteis... Encerramos esta semana com um inédito. Sérgio Almeida revela um pouco do que se poderá encontrar no seu próximo livro, a publicar em breve pela Guerra e Paz, com este "El Doradito". Ajude-nos a chegar cada vez a mais ouvintes. Este é um programa gratuito e sempre será. Subscreva na plataforma de podcast que preferir, classifique e faça comentário. Se gosta, não deixe de o partilhar com os seus amigos (o Dias Úteis também está no Facebook e Instagram). Tema musical original de Marco Figueiredo, com vozes de José Carlos Tinoco e Raquel Bulha. Design gráfico de Catarina Ribeiro. Concepção e edição de Filipe Lopes. Consultoria técnica de Rui Branco. Uma produção Associação de Ideias.
Um biombo tem diversas utilidades e pode dar um charme com cara de sertão à sua casa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O editor do Dias Úteis tem vontade de ler em voz alta. De ler os poemas que gosta, quando lhe apetece. Por vezes surgem (ensaios). Como hoje. Rosa Alice Branco, lida por Filipe Lopes. O livro "Amor Cão" é uma edição Assírio & Alvim. O Dias Úteis é produzido pela Associação de Ideias, sendo uma ideia original de Filipe Lopes. No Instagram: Dias Úteis: @diasuteispodcast Associação de Ideias: @associacao_de_ideias Filipe Lopes: @filipegarlopes
Episódio 608 de Dias Úteis, um podcast que lhe oferece um poema pela manhã, de segunda a sexta-feira. Por vezes também à tarde, nem sempre apenas poesia. Voltamos hoje à poesia de Ricardo Fonseca Mota. Um excerto do seu livro "A mão e a grandeza", lido pelo autor. Pode receber todos os episódios subscrevendo de forma gratuita em todas as plataformas de podcast (Apple, Google, Spotify e muitas outras) e pode contar com conteúdo adicional seguindo as nossas páginas no Facebook, Instagram e YouTube. Se gosta dos nossos conteúdos, por favor avalie nestas plataformas e partilhe com os seus amigos. Apesar de gratuito, se nos quiser apoiar a melhorar este projecto pode fazê-lo em https://www.patreon.com/diasuteispodcast . Este podcast é uma produção da Associação de Ideias, tem música original de Marco Figueiredo e voz de introdução de José Carlos Tinoco. A concepção e edição são de Filipe Lopes.
No episódio de junho do Camada 8, convidamos Renata Teixeira, pesquisadora no time de Streaming Algorithms da Netflix, para uma conversa sobre os desafios do streaming de vídeo em redes de satélites de baixa órbita (LEO, do inglês Low Earth Orbit).Renata fala sobre as redes de satélites LEO, que possuem características bem diferentes das redes tradicionais, e por que isso cria novos desafios para aplicações de streaming e transmissões ao vivo. Ela também fala do algoritmo da Netflix responsável por adaptar automaticamente a qualidade do streaming de vídeo de acordo com as condições da conexão do usuário, e muito mais.Dê o play e confira agora mesmo o novo episódio do quadro Roteamento de Ideias do Camada 8!Participantes:Antonio Marcos Moreiras (Host) - Gerente de projetos e desenvolvimento no NIC.br https://www.linkedin.com/in/moreirasLucas Jorge da Silva (Host) - Analista de Projetos do Ceptro.br no NIC.brhttps://www.linkedin.com/in/lucasjorgeRenata Teixeira (Convidada) - Pesquisadora no time de Streaming Algorithms da Netflix https://www.linkedin.com/in/renata-teixeira-383979258/Google Scholar - https://scholar.google.com/citations?user=yZqV-tMAAAAJ&hl Links citados:Semana de Infraestrutura da Internet no Brasil: https://semanainfra.nic.br/Curso BCOP Presencial: https://cursoseventos.nic.br/curso/curso-bcop/Curso BCOP EaD: https://cursoseventos.nic.br/curso/curso-bcop-ead/Programa Acelera NET: https://cursoseventos.nic.br/curso/programa-acelera-net/Semana de Capacitação: https://semanacap.bcp.nic.br/Agenda de cursos do Ceptro|NIC.br: https://ceptro.br/cursos-eventosRedes Sociais:https://www.youtube.com/nicbrvideos/https://x.com/comuNICbr/https://www.telegram.me/nicbr/https://www.linkedin.com/company/nic-br/https://www.instagram.com/nicbr/https://www.facebook.com/nic.br/https://www.flickr.com/NICbr/Contato:Equipe Ceptro.brcursosceptro@nic.brDireção e áudio:Equipe Ceptro.brEquipe de Comunicação do NIC.brEdição completa por Rádiofobia Podcast e Multimídia: https://radiofobia.com.br/Veja também:https://nic.br/https://ceptro.br/
Episódio 391 de Dias Úteis, um podcast que lhe oferece poesia pela manhã, de segunda a sexta-feira. Por vezes não apenas poesia, por vezes não apenas nos dias úteis... No dia em que Portugal se celebra, juntamente com as suas comunidades e através do autor de Os Lusíadas, quisemos ouvir Luís Vaz de Camões não apenas em português. Há quase um ano, quando começámos a colaborar com o Instituto Camões em Kyev, na Ucrânia, ninguém imaginava que, ao dia de hoje, este poema fosse lido pelo leitor do IC naquela cidade, mas já em solo pátrio, pelos motivos que agora conhecemos demasiado bem. Ao nosso amigo Henrique Albuquerque um muito obrigado por esta leitura bilingue e pelo trabalho feito com os seus alunos, vários deles acolhidos agora em Portugal. Ajude-nos a chegar cada vez a mais ouvintes. Este é um programa gratuito e sempre será. Subscreva na plataforma de podcast que preferir, classifique e faça comentário. Se gosta, não deixe de o partilhar com os seus amigos (o Dias Úteis também está no Facebook e Instagram). Tema musical original de Marco Figueiredo, com vozes de José Carlos Tinoco e Raquel Bulha. Design gráfico de Catarina Ribeiro. Concepção e edição de Filipe Lopes. Consultoria técnica de Rui Branco. Uma produção Associação de Ideias.
Episódio 533 de Dias Úteis, um podcast que lhe oferece um poema pela manhã, de segunda a sexta-feira. Por vezes também à tarde, nem sempre apenas poesia. Há apontamentos que são muito importantes, imprescindíveis até. Como este, quase inédito, do nosso amigo Pedro Eiras. Pode receber todos os episódios subscrevendo de forma gratuita em todas as plataformas de podcast (Apple, Google, Spotify e muitas outras) e pode contar com conteúdo adicional seguindo as nossas páginas no Facebook, Instagram e YouTube. Se gosta dos nossos conteúdos, por favor avalie nestas plataformas e partilhe com os seus amigos. Apesar de gratuito, se nos quiser apoiar a melhorar este projecto pode fazê-lo em https://www.patreon.com/diasuteispodcast . Este podcast é uma produção da Associação de Ideias, tem música original de Marco Figueiredo e voz de introdução de José Carlos Tinoco. A concepção e edição são de Filipe Lopes.
Num país onde a ambição tantas vezes soa excessiva ou desconfortável, este podcast propõe recuperá‑la como motor de mudança. Em 'Ambição para Portugal', Pedro Boucherie Mendes entrevista diferentes convidados com o objetivo de perceber o que significa hoje querer mais e melhor para Portugal. O primeiro episódio sai dia 16 de junho em todas as plataformas de podcast e também nos sites do Expresso, SIC e SIC Notícias.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Episódio 351 de Dias Úteis, um podcast que lhe oferece poesia pela manhã, de segunda a sexta-feira. Por vezes não apenas poesia, por vezes não apenas nos dias úteis... A nossa parceria com os Mapas do Confinamento tem-nos trazido muitos novos textos, diferentes sotaques, nacionalidades... Mas algo que este colectivo tem tornado possível (e que hoje aqui reproduzimos) é também a tradução para diferentes Línguas. Hoje, o texto da Carla Bessa, traduzido por Elton Uliana, lido por Duane Ashurst. Descubra isto e muito mais em https://www.mapasdoconfinamento.com/. Ajude-nos a chegar cada vez a mais ouvintes. Este é um programa gratuito e sempre será. Subscreva na plataforma de podcast que preferir, classifique e faça comentário. Se gosta, não deixe de o partilhar com os seus amigos (o Dias Úteis também está no Facebook e Instagram). Tema musical original de Marco Figueiredo, com vozes de José Carlos Tinoco e Raquel Bulha. Design gráfico de Catarina Ribeiro. Concepção e edição de Filipe Lopes. Consultoria técnica de Rui Branco. Uma produção Associação de Ideias.
Num país onde a ambição tantas vezes soa excessiva ou desconfortável, este podcast propõe recuperá‑la como motor de mudança. Em 'Ambição para Portugal', Pedro Boucherie Mendes entrevista diferentes convidados com o objetivo de perceber o que significa hoje querer mais e melhor para Portugal. O primeiro episódio sai dia 16 de junho em todas as plataformas de podcast e também nos sites do Expresso, SIC e SIC Notícias.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nesta segunda parte da conversa, os jovens Alice Durnholz e Simão Pinto Soares falam do futuro que imaginam para si, que mudanças desejariam para o país e para o mundo, revelam as dificuldades que enfrentam atualmente os jovens e por onde andam os seus desejos e indecisões. E partilham ainda as músicas que andam a ouvir, várias sugestões culturais e as pequenas coisas a que atribuem atualmente interesse e beleza. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Episódio 546 de Dias Úteis, um podcast que lhe oferece um poema pela manhã, de segunda a sexta-feira. Por vezes também à tarde, nem sempre apenas poesia. O episódio de hoje viaja até ao Brasil, para escutar um excerto de "Tornar o amor uma casa", de Mar Becker. Pode ser encontrado no livro "Canção Derruída" (Assírio & Alvim, Janeiro de 2023), que marca a estreia em edições portuguesas, um volume que junta "Sal" (2022) e revisitações de "A mulher submersa" (2020). Pode receber todos os episódios subscrevendo de forma gratuita em todas as plataformas de podcast (Apple, Google, Spotify e muitas outras) e contar sempre com conteúdo adicional seguindo as nossas páginas no Facebook, Instagram e YouTube. Se gosta dos nossos conteúdos, por favor avalie nestas plataformas e partilhe com os seus amigos. Apesar de gratuito, se nos quiser apoiar a melhorar este projecto pode fazê-lo em https://www.patreon.com/diasuteispodcast . Este podcast é uma produção da Associação de Ideias, tem música original de Marco Figueiredo e voz de introdução de José Carlos Tinoco. A concepção e edição são de Filipe Lopes.
Episódio 433 de Dias Úteis, um podcast que lhe oferece um poema pela manhã, de segunda a sexta-feira. Por vezes também à tarde, nem sempre apenas poesia. E hoje voltamos a textos inéditos. Da Gabriela Poças, criado a propósito de um curso de escrita criativa ministrado por Ana Luísa Amaral, este "Os aliens". O Dias Úteis pode ser subscrito de forma gratuita em todas as plataformas de podcast (Apple, Google, Spotify e muitas outras) e pode contar com conteúdo adicional seguindo as nossas páginas no Facebook, Instagram e YouTube. Se gosta dos nossos conteúdos, por favor avalie nestas plataformas e partilhe com os seus amigos. Este podcast é uma produção da Associação de Ideias, tem música original de Marco Figueiredo, voz de introdução de José Carlos Tinoco. A concepção e edição são de Filipe Lopes.
Já vimos os primeiros episódios de "Cabo do Medo", na Apple TV+. Será que ganha alguma coisa face ao filme de Scorsese? Alguma vez os remakes se justificam? E o espanhol, é melhor intérprete ou popstar?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Episódio 397 de Dias Úteis, um podcast que lhe oferece poesia pela manhã, de segunda a sexta-feira. Por vezes não apenas poesia, por vezes não apenas nos dias úteis... Regressando aos arquivos mais antigos, escutamos hoje José Carlos Dias, do Instituto Camões em Varsóvia, na Polónia, que ali nos acolheu para um encontro com alunos, em 2019. É ele que nos lê um magnífico poema de Adília Lopes. Ajude-nos a chegar cada vez a mais ouvintes. Este é um programa gratuito e sempre será. Subscreva na plataforma de podcast que preferir, classifique e faça comentário. Se gosta, não deixe de o partilhar com os seus amigos (o Dias Úteis também está no Facebook e Instagram). Tema musical original de Marco Figueiredo, com vozes de José Carlos Tinoco e Raquel Bulha. Design gráfico de Catarina Ribeiro. Concepção e edição de Filipe Lopes. Consultoria técnica de Rui Branco. Uma produção Associação de Ideias.
https://hackmart.com.brhttps://renanlevinski.com.br (Curso de agentes de ia)Temas de todos os meus episódios
Episódio 616 de Dias Úteis, um podcast que lhe oferece um poema pela manhã, de segunda a sexta-feira. Por vezes também à tarde, nem sempre apenas poesia. Uma memória de Inverno, a que escutamos hoje no poema "Como se fôssemos pássaros", de Maria João Cantinho, lido pela autora. Podem encontrar no livro "Escopro e luz", edição Labirinto (Outubro de 2022). Pode receber todos os episódios subscrevendo de forma gratuita em todas as plataformas de podcast (Apple, Google, Spotify e muitas outras) e pode contar com conteúdo adicional seguindo as nossas páginas no Facebook, Instagram e YouTube. Se gosta dos nossos conteúdos, por favor avalie nestas plataformas e partilhe com os seus amigos. Apesar de gratuito, se nos quiser apoiar a melhorar este projecto pode fazê-lo em https://www.patreon.com/diasuteispodcast . Este podcast é uma produção da Associação de Ideias, tem música original de Marco Figueiredo e voz de introdução de José Carlos Tinoco. A concepção e edição são de Filipe Lopes.
O editor do Dias Úteis tem vontade de ler em voz alta. De ler os poemas que gosta, quando lhe apetece. Por vezes surgem (ensaios). Como hoje. Joana M. Lopes, lida por Filipe Lopes. O livro "Demolição" é uma edição Ideia-Fixa. O Dias Úteis é produzido pela Associação de Ideias, sendo uma ideia original de Filipe Lopes. No Instagram: Dias Úteis: @diasuteispodcast Associação de Ideias: @associacao_de_ideias Filipe Lopes: @filipegarlopes
No episódio de hoje, vamos explorar ideias criativas, práticas e acessíveis para transformar paredes comuns em verdadeiros destaques da decoração.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio de maio do Camada 8, convidamos Pedro de Botelho Marcos, professor Drº. na FURG (Universidade Federal do Rio Grande), para uma conversa sobre como a pesquisa aplicada em redes e medições da Internet pode ajudar a resolver problemas reais da operação e aproximar academia e mercado.O professor Pedro fala sobre como a aproximação com a comunidade de operadores de rede ajudou a direcionar suas pesquisas para problemas reais, especialmente em medições da Internet, interconexão e peering, IXs, engenharia de tráfego, segurança no roteamento (RPKI e ASPA) e mitigação de DDoS. Ele também comenta sobre ferramentas e plataformas usadas para medições da Internet, como RIPE Atlas, looking glasses, além de compartilhar experiências no desenvolvimento de soluções por meio da colaboração entre academia e mercado, e muito mais.Dê o play e confira agora mesmo o novo episódio do quadro Roteamento de Ideias do Camada 8!Participantes:Antonio Marcos Moreiras (Host) - Gerente de projetos e desenvolvimento no NIC.br https://www.linkedin.com/in/moreirasEduardo Barasal Morales (Host) - Coordenador da área de formação de sistemas autônomos do Ceptro.br no NIC.br https://www.linkedin.com/in/eduardo-barasal-moralesPedro de Botelho Marcos (Convidado) - Professor Drº. na FURG (Universidade Federal do Rio Grande) https://www.linkedin.com/in/pedrobmarcos/Links citados:Semana de Infraestrutura da Internet no Brasil: https://semanainfra.nic.br/Live Intra Rede: https://intrarede.nic.br/Curso BCOP Presencial: https://cursoseventos.nic.br/curso/curso-bcop/Curso BCOP EaD: https://cursoseventos.nic.br/curso/curso-bcop-ead/Programa Acelera NET: https://cursoseventos.nic.br/curso/programa-acelera-net/RIPE Atlas: https://atlas.ripe.net/IX.br - Looking Glass: https://lg.ix.br/Alice - Looking Glass: https://github.com/alice-lg/alice-lgSemana de Capacitação 11 - Looking Glass: https://www.youtube.com/live/kAlyyVD1Bv8?si=bSqGmCbnFbVRFPutPEERING Testbed: https://peering.ee.columbia.edu/Agenda de cursos do Ceptro|NIC.br: https://ceptro.br/cursos-eventosRedes Sociais:https://www.youtube.com/nicbrvideos/https://x.com/comuNICbr/https://www.telegram.me/nicbr/https://www.linkedin.com/company/nic-br/https://www.instagram.com/nicbr/https://www.facebook.com/nic.br/https://www.flickr.com/NICbr/Contato:Equipe Ceptro.brcursosceptro@nic.brDireção e áudio:Equipe Ceptro.brEquipe de Comunicação do NIC.brEdição completa por Rádiofobia Podcast e Multimídia: https://radiofobia.com.br/Veja também:https://nic.br/https://ceptro.br/
“...oiça-me bem, se quer fazer isto vai ter de baixar a idade da reforma em Portugal”, declarou André Ventura a meio do último debate parlamentar. Mas quem paga esta proposta?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Vem aí o primeiro podcast do Expresso dedicado à Filosofia. O Príncipio da Inquietação é um podcast onde pensar é um verbo que se exercita a sós e em conversa. Filósofos nacionais e internacionais refletem em voz alta sobre o medo, enquanto Catarina G. Barosa, fundadora do Festival Internacional de Filosofia, Espanto, e David Erlich, professor e escritor, recebem convidados de várias áreas para diálogos sem rede. Aqui, as certezas são questionadas e a dúvida ganha estatuto de virtude. O objetivo é praticar a nobre arte de pensar, mesmo que isso conduza não a respostas, mas a novas perguntas. Pode ouvir o novo podcast em Expresso.pt ou em qualquer aplicação de podcasts, onde consegue subscrevê-lo, comentar e enviar sugestões.Todas as quintas-feiras um novo episódio, uma nova inquietação. A primeira é já a 7 de maio.A edição áudio e vídeo deste podcast é assegurada pela Tale House, com identidade sonora a partir da interpretação do músico e produtor Pedro Luís, da obra Inquietação, da autoria de José Mário Branco, inspirada na versão interpretada pelo grupo A Naifa. A capa é de Tiago Pereira Santos, com fotografia de Matilde Fieschi e logo do Expresso e do Festival Espanto. A coordenação está a cargo de Joana Beleza e a direção é de João Vieira Pereira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
nesse episódio do Fluxo Criativo eu falo sobre por que a constância quebra (e não é falta de disciplina), o que é uma prática mínima viável pra não perder o movimento criativo, e como criar quando a vida está em modo caos. pra quem acumula projetos inacabados, se autossabota antes de terminar, ou sente que precisaria de "tempo de qualidade" pra criar alguma coisa: esse episódio é pra você. :)
Bruxelas sugere medidas de incentivo ao uso de bicicletas, teletrabalho e dias sem carros. Rui Afonso (CH) sublinha a necessidade de reduzir o ISP, já João Torres (PS) defende o regresso do Iva Zero.See omnystudio.com/listener for privacy information.
a corrida por views, o algoritmo ditando o que criar, a pressão de viralizar a qualquer custo - isso tudo tem um preço. nesse vídeo falo sobre o burnout criativo que essa busca ilusória provoca e por que confiar no seu processo vale mais do que qualquer viral.para quem trabalha com criatividade e quer criar de forma autêntica sem ser engolida pelas redes.***me encontre por aqui:
No novo episódio do Camada 8, convidamos André Ricardo Landim, Analista de Segurança no CAIS/RNP, para uma conversa sobre inteligência cibernética explorando Open Source Intelligence (OSINT) e Cyber Threat Intelligence (CTI) e como essas práticas ajudam a entender e combater ataques na Internet.Durante o episódio, Landim explica como informações públicas, muitas vezes disponíveis em redes sociais e na própria Internet, podem ser utilizadas para investigar incidentes, identificar padrões de ataques e antecipar ameaças. Ele também compartilha exemplos reais do uso dessas técnicas, fala sobre a importância do compartilhamento de informações entre organizações e destaca boas práticas para quem quer começar na área de segurança.Dê o play e confira agora mesmo o novo episódio do quadro Roteamento de Ideias do Camada 8!Participantes:Eduardo Barasal Morales (Host) - Coordenador da área de formação de sistemas autônomos do Ceptro.br no NIC.br https://www.linkedin.com/in/eduardo-barasal-moralesLucas Jorge da Silva (Host) - Analista de Projetos do Ceptro.br no NIC.br https://www.linkedin.com/in/lucasjorgeAndré Ricardo Landim (Convidado) - Analista de Segurança no CAIS/RNP https://www.linkedin.com/in/andrelandim/Links citados:Semana de Capacitação: https://semanacap.bcp.nic.br/semana-de-capacitao-online-edio-12-2026/Curso BCOP Presencial: https://cursoseventos.nic.br/curso/curso-bcop/Curso BCOP EaD: https://cursoseventos.nic.br/curso/curso-bcop-ead/Programa Acelera NET: https://cursoseventos.nic.br/curso/programa-acelera-net/Agenda de cursos do Ceptro|NIC.br: https://ceptro.br/cursos-eventosRedes Sociais:https://www.youtube.com/nicbrvideos/https://x.com/comuNICbr/https://www.telegram.me/nicbr/https://www.linkedin.com/company/nic-br/https://www.instagram.com/nicbr/https://www.facebook.com/nic.br/https://www.flickr.com/NICbr/Contato:Equipe Ceptro.brcursosceptro@nic.brDireção e áudio:Equipe Ceptro.brEquipe de Comunicação do NIC.brEdição completa por Rádiofobia Podcast e Multimídia: https://radiofobia.com.br/Veja também:https://nic.br/https://ceptro.br/
Veja também em youtube.com/@45_graus Ricardo Paes Mamede é professor de Economia Política no ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, onde é Pró-Reitor para o Desenvolvimento da Colaboração Académica com o Leste Asiático. Licenciou-se em Economia pelo Instituto Superior de Economia e Gestão, em 1996, e, na mesma instituição, fez o mestrado em Economia e Gestão de Ciência e Tecnologia, em 1999. Doutorou-se em Economia pela Universidade Bocconi, em Itália, em 2006. _______________ Índice (2ª Parte): O caso dos EUA. Ideias de Alexander Hamilton. O Estado desenvolvimentista escondido dos EUA (The Hidden US Development State - Fred Block) Como é possível os EUA terem mais PI do que a Europa? Riscos da PI: gerar reacção de outros países Quais são as condições para uma PI funcionar? Argumentos Hayek contra intervenção do Estado: captura e informação Como se constrói uma administração pública meritocrática se não é possível despedir? Relatório de Michael Porter dos anos 1990 Como alguem de esquerda olha para o foco da PI no crescimento económico? | Documentário Netflix: American FactorySee omnystudio.com/listener for privacy information.
Uma ideia boa pode iluminar muita gente… mas só se sair da nossa cabeça. Neste episódio do Café com Leite, Babica inventa uma brincadeira nova, mas fica com medo de contar para os amigos. A partir disso, Bárbara apresenta uma parábola sobre uma luz que não foi feita para ficar escondida. Com uma história de vaga-lume e muitas reflexões, as duas conversam sobre por que ideias precisam circular, crescer e ajudar outras pessoas. Porque ideias guardadas não iluminam.See omnystudio.com/listener for privacy information.
OVNI visto no Porto.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Palestra realizada no dia 26/04/2025 durante o 8º Encontro Espírita de Presidente Prudente/SP.
Mensagem do dia 01 de Março de 2026 por Ed René Kivitz Histórias que tocam nossa história Jesus e as novas ideias a respeito de Deus Celebração Ibab AO VIVO 11h www.ibab.com.br Nos acompanhe nas redes sociais www.instagram.com/oficialibab www.facebook.com/oficialibab www.twitter.com/oficialibab
Em um dos episódios mais marcantes da nossa história, quando ainda comemorávamos apenas 4 anos de podcast, recebemos Paulo Borges Jr no nosso primeiro Aquário de Ideias. Viaje com a gente na nostalgia e se prepare para explodir a cabeça mais uma vez nessa conversa gravada em 2009 e publicada em 2010.
Em um dos episódios mais marcantes da nossa história, quando ainda comemorávamos apenas 4 anos de podcast, recebemos Paulo Borges Jr no nosso primeiro Aquário de Ideias. Viaje com a gente na nostalgia e se prepare para explodir a cabeça mais uma vez nessa conversa gravada em 2009 e publicada em 2010.