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Você sabe o que realmente significa a celebração de Corpus Christi? Neste conteúdo especial, exploramos a origem, o simbolismo e as principais tradições dessa solenidade católica que movimenta cidades em todo o Brasil com procissões, tapetes coloridos e momentos de reflexão. Mais do que um feriado, Corpus Christi é uma manifestação pública de fé na presença real de Cristo na Eucaristia, com raízes na Idade Média e forte expressão na cultura religiosa brasileira. Acompanhe a história, o contexto litúrgico e o significado por trás de cada símbolo e tradição. Entenda como a celebração evoluiu ao longo dos séculos e o que ela representa para milhões de fiéis.
Em mais um episódio do Papo de Previdência, Hilário Bocchi Jr explica sobre o STF mudar tudo sobre aposentadoria. Quer saber mais? Dê o play e ouça já!
No quinquagésimo sétimo episódio do Estudos Medievais, recebemos a Profa. Dra. Cláudia Regina Bovo, da Universidade Federal do Triângulo Mineiro, para falar sobre o Cisma de 1054 e as relações entre as cristandades latina e grega na Idade Média. A convidada explica o que é um cisma e por que 1054 é chamado de Cisma do Oriente, detalhando as excomunhões mútuas entre Humberto de Silva Candida e Miguel Cerulários e os debates teológicos do período. Cláudia Bovo discute também qual papel as divergências em torno dos pães ázimos e da questão filioque desempenharam no episódio, além de questionar a influência de conceitos como “cesaropapismo” e avaliar como a historiografia recente tem buscado valorizar as conexões entre as comunidades, não apenas o rompimento.ParticipantesCláudia Regina BovoDiego PereiraMembros da equipeDiego Pereira (roteiro)Emília França (roteiro)Eric Cyon (edição)Gabriel Cordeiro (roteiro)Isabela Silva (roteiro)José Fonseca (roteiro)Marina Sanchez (roteiro)Rafael Bosch (roteiro)Sara Oderdenge (roteiro)Tamires Porfiro (edição e ilustração)Sugestões bibliográficasBOVO, Cláudia Regina. A circulação epistolar sobre a controvérsia azimista entre cristãos latinos e bizantinos, Historia del Orbis Terrarum, 26, 2021, p. 12-32.CONGAR, Yves. After Nine Hundred Years: The Background Of The Schism Between The Eastern And Western Churches. Nova York: Fordham University Press, 1959.MIATELLO, André. Cismas. Theologica Latinoamericana Enciclopedia Digital. https://teologicalatinoamericana.com/?p=1449PEREIRA, Diego de Souza. À espera de Roma: controvérsia eucarística e papado no século XI. 2024. 120 p. Dissertação (Programa de Pós-Graduação em História) - Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2024.RYDER, Judith. Changing perspectives on 1054. Byzantine and Modern Greek Studies, 35 , 1 , 2011 , p. 20 - 37.
Links:Canal jorge Uesu falando do Maik https://www.instagram.com/reels/DZYcFzzqUSI/Curso Cabala e Magia Planetária com Marcos Keller: https://www.sympla.com.br/evento-online/fundamentos-e-pratica-da-cabala-hermetica-e-magia-planetaria/3424981Camisetas Mundo Freak: https://umapenca.com/mundofreak/loja/?srsltid=AfmBOoqsX2AWTRFB-FUyRZnCnRrfrZjDjoCtaZalh2J2cF_lCI4OiqaUNa live de hoje do Mundo Freak, vamos mergulhar na longa e fascinante história do ocultismo ocidental, um conjunto de tradições esotéricas, filosóficas e espirituais que atravessa séculos e ajudou a moldar parte do imaginário do Ocidente.A conversa começa nas origens mais antigas desse pensamento, passando por Alexandria, pelo hermetismo, por Hermes Trismegisto, pelo gnosticismo, pelo neoplatonismo e pelas formas como esse conhecimento sobreviveu, foi codificado e transformado ao longo da Idade Média. A pauta também entra em temas como alquimia, cabala, grimórios medievais e a ideia de que o ocultismo sempre esteve ligado à busca por uma gnose, um conhecimento interior e transformador.Ao longo da live, a gente avança para o Renascimento, quando magia, filosofia e ciência ainda caminhavam lado a lado, e passa por figuras fundamentais como John Dee, além do surgimento de tradições e estruturas como rosacrucianismo, maçonaria, Éliphas Lévi, Helena Blavatsky e a Golden Dawn, que ajudaram a organizar o ocultismo moderno.Na reta final, o papo chega ao século XX com nomes incontornáveis como Aleister Crowley, Jack Parsons e Anton LaVey, mostrando como o ocultismo saiu dos círculos iniciáticos e passou a dialogar com contracultura, mídia, ciência, espiritualidade alternativa e cultura pop.Se você gosta de história do esoterismo, magia cerimonial, sociedades secretas, alquimia, hermetismo, cabala, Crowley, satanismo moderno, mistérios históricos e da relação entre ocultismo e cultura contemporânea, essa live é para você.▶ Assista e participa no chat: qual fase da história do ocultismo mais te intriga, Antiguidade, Renascimento, sociedades secretas ou século XX?As Duas Vidas de Rudolf: https://open.spotify.com/show/3okz3u1rW9O0Lz3fdfmqZiApoie o Mundo Freak: https://apoia.se/confidencialRafael Jacauna Autor (Instagram): https://www.instagram.com/rafaeljacaunaautor/Lynda MD: http://lyndamd.com.brAnuncie com a Paratopia: https://www.instagram.com/paratopiapodcast/Edição: https://www.instagram.com/instadogrmachado/#MundoFreak#LiveMundoFreak#Ocultismo#OcultismoOcidental#Hermetismo#Alquimia#Cabala#AleisterCrowley#SociedadesSecretas#Esoterismo
Links:Canal jorge Uesu falando do Maik https://www.instagram.com/reels/DZYcFzzqUSI/Curso Cabala e Magia Planetária com Marcos Keller: https://www.sympla.com.br/evento-online/fundamentos-e-pratica-da-cabala-hermetica-e-magia-planetaria/3424981Camisetas Mundo Freak: https://umapenca.com/mundofreak/loja/?srsltid=AfmBOoqsX2AWTRFB-FUyRZnCnRrfrZjDjoCtaZalh2J2cF_lCI4OiqaUNa live de hoje do Mundo Freak, vamos mergulhar na longa e fascinante história do ocultismo ocidental, um conjunto de tradições esotéricas, filosóficas e espirituais que atravessa séculos e ajudou a moldar parte do imaginário do Ocidente.A conversa começa nas origens mais antigas desse pensamento, passando por Alexandria, pelo hermetismo, por Hermes Trismegisto, pelo gnosticismo, pelo neoplatonismo e pelas formas como esse conhecimento sobreviveu, foi codificado e transformado ao longo da Idade Média. A pauta também entra em temas como alquimia, cabala, grimórios medievais e a ideia de que o ocultismo sempre esteve ligado à busca por uma gnose, um conhecimento interior e transformador.Ao longo da live, a gente avança para o Renascimento, quando magia, filosofia e ciência ainda caminhavam lado a lado, e passa por figuras fundamentais como John Dee, além do surgimento de tradições e estruturas como rosacrucianismo, maçonaria, Éliphas Lévi, Helena Blavatsky e a Golden Dawn, que ajudaram a organizar o ocultismo moderno.Na reta final, o papo chega ao século XX com nomes incontornáveis como Aleister Crowley, Jack Parsons e Anton LaVey, mostrando como o ocultismo saiu dos círculos iniciáticos e passou a dialogar com contracultura, mídia, ciência, espiritualidade alternativa e cultura pop.Se você gosta de história do esoterismo, magia cerimonial, sociedades secretas, alquimia, hermetismo, cabala, Crowley, satanismo moderno, mistérios históricos e da relação entre ocultismo e cultura contemporânea, essa live é para você.▶ Assista e participa no chat: qual fase da história do ocultismo mais te intriga, Antiguidade, Renascimento, sociedades secretas ou século XX?As Duas Vidas de Rudolf: https://open.spotify.com/show/3okz3u1rW9O0Lz3fdfmqZiApoie o Mundo Freak: https://apoia.se/confidencialRafael Jacauna Autor (Instagram): https://www.instagram.com/rafaeljacaunaautor/Lynda MD: http://lyndamd.com.brAnuncie com a Paratopia: https://www.instagram.com/paratopiapodcast/Edição: https://www.instagram.com/instadogrmachado/#MundoFreak#LiveMundoFreak#Ocultismo#OcultismoOcidental#Hermetismo#Alquimia#Cabala#AleisterCrowley#SociedadesSecretas#Esoterismo
Uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) trouxe mudanças importantes para milhares de trabalhadores que atuam em atividades insalubres ou perigosas. Por seis votos a cinco, a Corte derrubou a exigência de idade mínima para a concessão da aposentadoria especial, regra que havia sido criada pela Reforma da Previdência de 2019. Com o entendimento firmado pelos ministros, volta a valer o critério baseado exclusivamente no tempo de exposição a agentes nocivos à saúde. Na prática, o trabalhador poderá solicitar a aposentadoria especial assim que completar o período mínimo exigido em atividade de risco, sem precisar atingir uma idade mínima. O tema foi abordado nesta sexta-feira (5) durante entrevista do advogado Odirlei de Oliveira ao programa Cruz de Malta Notícias. Segundo ele, a decisão representa uma mudança significativa para profissionais que passam anos expostos a condições prejudiciais à saúde e que, até então, precisavam aguardar o cumprimento da idade mínima estabelecida pela reforma. Pelas regras que voltam a ser aplicadas, o direito ao benefício é garantido conforme o tempo de exposição ao risco. Trabalhadores de atividades consideradas de alto risco, como mineração em subsolo, podem se aposentar após 15 anos de atividade. Para atividades de risco moderado, como mineração afastada da frente de serviço, o período exigido é de 20 anos. Já para profissionais da área da saúde, metalurgia, indústria, vigilância e outras atividades insalubres, o requisito continua sendo de 25 anos de exposição. Apesar da mudança nos critérios para concessão do benefício, o cálculo do valor da aposentadoria permanece o mesmo. O benefício continua sendo calculado com base em 60% da média salarial, acrescidos de 2% para cada ano de contribuição que ultrapassar o tempo mínimo exigido pela legislação. Os efeitos práticos da decisão ainda dependem da publicação oficial do acórdão e da definição dos detalhes de aplicação pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Por isso, a orientação é que trabalhadores que atuam ou atuaram em condições insalubres mantenham organizada toda a documentação que comprove a exposição aos agentes nocivos, garantindo o reconhecimento do direito e a obtenção do melhor benefício possível. A decisão do STF é considerada uma vitória para categorias que desempenham atividades sob condições especiais e reforça o entendimento de que o desgaste causado pela exposição contínua a riscos deve ser levado em conta na concessão da aposentadoria.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Governo libera R$ 800 milhões em crédito para hospitais conveniados ao SUS. PRF reforça fiscalização nas rodovias durante feriado prolongado. E ainda: O Supremo Tribunal Federal (STF) anulou a regra que estabelecia idade mínima para aposentadoria especial de trabalhadores em atividades insalubres.
Uma verdadeira aula de história sem filtros na bancada do Pânico! Recebemos o professor e escritor Marcelo Andrade, host do Caravelas Podcast. Com mais de 25 anos de estudo, ele analisou os desdobramentos da guerra no Oriente Médio, desmistificou os maiores preconceitos sobre a Idade Média e revelou quem são os verdadeiros heróis esquecidos da história do Brasil.
Oi gente! No episódio de maio, conversamos sobre “O nome da rosa” (1980), de Umberto Eco. Falamos sobre as adaptações de 1986 e 2020, sobre história, heresias, literatura e muito mais. Livros citados: Pós-escrito a O Nome da Rosa (1983), de Umberto Eco Through the Eye of a Needle: Wealth, the Fall of Rome, and the Making of Christianity in the West, 350-550 (2014), de Peter Brown O cemitério de Praga (2011), de Umberto Eco Música da nossa trilha sonora: Not My First Rodeo de Dyalla. Creative Commons Attribution 4.0. https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ Artista: https://soundcloud.com/dyallas/not-my-first-rodeo Deixe seus comentários aqui para gente. Sempre que acabamos de gravar, lembramos de algo mais que poderia ser dito, logo o tema sempre fica em aberto. Podcast: 00:00:05 Apresentação 00:6:22 Idade Média, história e literatura 02:00:00 Encerramento Apoiadores: Philippe Sartin MARIA A N GOMES LOUISE COSTA PESSANHA Belísia Agulhô Lopes Sayão Pedro de Castro Lscher Mari Castro RONY CARLOS BRAGA OLIVEIRA Lilian Diniz Rafael Sanches Dias Scarleth Darlem Gama Franco Olivia Gutierrez MARINA Tramonte Izabela G. Torquetti dos Santos The Name of the Rose (1986) https://www.imdb.com/fr/title/tt0091605/ The Name of the Rose (2020) https://www.imdb.com/fr/title/tt7572868/ O post #96 – O nome da rosa, de Umberto Eco apareceu primeiro em Chá das Cinco Com Literatura.
Neste episódio do História Pros Brother, Alexandre Nickel e Prof. Vítor Soares mergulham em um dos eventos mais bizarros e escatológicos da Idade Média: o Desastre da Latrina de Erfurt. Em 1184, o que deveria ser uma assembleia política (Hoftag) para resolver disputas de terra entre nobres do Sacro Império Romano-Germânico, acabou se tornando uma tragédia sem precedentes quando o chão de madeira de uma catedral cedeu sob o peso da elite europeia que caiu na latrina do predio cheio de escrementos.E você quer ser um nobre anjinho sem asa e piloto de empilhadeira que não vai correr o risco de se sujar de cocô? Então corre lá pra se inscrever no apoia.se/historiaprosbrother !
Neste episódio do História Pros Brother, Alexandre Nickel e Prof. Vítor Soares mergulham em um dos eventos mais bizarros e escatológicos da Idade Média: o Desastre da Latrina de Erfurt. Em 1184, o que deveria ser uma assembleia política (Hoftag) para resolver disputas de terra entre nobres do Sacro Império Romano-Germânico, acabou se tornando uma tragédia sem precedentes quando o chão de madeira de uma catedral cedeu sob o peso da elite europeia que caiu na latrina do predio cheio de escrementos.E você quer ser um nobre anjinho sem asa e piloto de empilhadeira que não vai correr o risco de se sujar de cocô? Então corre lá pra se inscrever no apoia.se/historiaprosbrother !
Se você ainda repete que na Idade Média ninguém bebia água, que IPA foi criada só para aguentar viagem até a Índia, que a Bohemia foi a primeira cervejaria do Brasil ou que puro malte é sinônimo automático de qualidade… este episódio é para você.Na comemoração dos 6 anos do Surra de Lúpulo, Ludmyla Almeida recebe Gabriel Gurian e Henrique Boaventura para derrubar 6 mitos cervejeiros que seguem circulando por aí como se fossem verdades absolutas. E o melhor: com contexto histórico, técnica e aquele bom humor que o caos cervejeiro merece.Ao longo do papo, o trio revisita ideias muito repetidas sobre a Idade Média, a relação entre água e estilos, a história das bruxas cervejeiras, a origem da IPA, o mito da Bohemia como primeira cervejaria do Brasil e, por fim, a noção de que cerveja puro malte seria necessariamente superior. Nesse último ponto, o episódio mostra como legislação, marketing e senso comum ajudaram a transformar uma mensagem comercial em critério simplista de qualidade.É um episódio para quem gosta de cerveja, história e boas perguntas. Porque, às vezes, entender melhor o que bebemos começa justamente por desaprender o que nos ensinaram mal.Dá o play.
No quinquagésimo sexto episódio do Estudos Medievais, recebemos Maria Cristina Pereira, professora do Departamento de História da Universidade de São Paulo, para falar sobre o Neomedievalismo. A professora nos explica em que consiste esse fenômeno e como ele se desenvolveu na academia, inclusive no Brasil, além de como a percepção sobre a Idade Média se transforma ao longo dos séculos após esse período. A professora nos fala, ainda, sobre a relevante influência do neomedievalismo na arquitetura; nas produções cinematográficas; na arte; nos videogames; entre outros meios, nos alertando, enfim, sobre os riscos dessas representações.ParticipantesMaria Cristina PereiraEmília FrançaMembros da equipeDiego Pereira (roteiro)Emília França (roteiro)Eric Cyon (edição)Gabriel Cordeiro (roteiro)Isabela Silva (roteiro)José Fonseca (roteiro)Marina Sanchez (roteiro)Rafael Bosch (roteiro)Sara Oderdenge (roteiro)Tamires Porfiro (edição e ilustração)Sugestões bibliográficasECO, Umberto. Dez Modos de Sonhar a Idade Média. In: Sobre o Espelho e Outros Ensaios. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1989.MACEDO, José Rivair; MONGELLI, Lênia Márcia (Orgs.). A Idade Média no Cinema. São Paulo: Ateliê Editorial, 2009. ALTSCHUL, Nadia R.; BERTARELLI, Maria Eugênia; AMARAL, Clínio (org.). Neomedievalismo em países sem medievo: Idade Média na América. Signum, Londrina, v. 22, n. 1, 2021.ALTSCHUL, Nadia R.; GRZYBOWSKI, Lukas Gabriel (org.). Medievalismo(s), neomedievalismo e recepção da Idade Média em períodos pós-medievais. Antíteses, Londrina, v. 13, n. 26, 2020.
Existe uma lenda que se tornou muito famosa e é uma das mais duradouras desde a Idade Média. Ela descreve a existência de artefato geralmente descrito como o cálice que Jesus usou durante a Última Ceia e que depois se tornou um símbolo de pureza, redenção e busca espiritual, ganhando destaque nas histórias do Rei Arthur e seus cavaleiros. Então aperte o play e venha tentar entender de onde vêm essas histórias sobre o Santo Graal ! RECOMENDAMOS ESCUTAR COM FONES DE OUVIDO. Se você gosta do nosso trabalho, acesse nosso site e participe do nosso grupo exclusivo para assinantes. Acesse o site acreditesequiserpodcast.com.br Contato para a criação do seu site Siga e avalie o Acredite Se Quiser nas plataformas de streaming! E-mail para contato: acreditesequiserpodcast@gmail.com A ufologia levada a sério! Revista Fenômeno UFO - Referência em UfologiaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Será que o folar da Páscoa nasceu mesmo em Portugal? E o que é que o bolo tem a ver com a história de amor de Mariana?
No quinquagésimo quinto episódio do Estudos Medievais, recebemos Isabela Alves Silva, doutoranda em História Social pela Universidade de São Paulo, para falar sobre a Vingança e a Resolução de Conflitos na Alta Idade Média. A convidada nos explica em que consiste a vingança, quais eram os termos utilizados nos documentos medievais para defini-la e como, por muito tempo, essa prática, ao lado de outros usos da violência, serviu para a consolidação de uma imagem negativa da Idade Média, como época de brutalidade e de falta de valorização da vida. Isabela discute também como os historiadores, com a ajuda da Antropologia Jurídica, revisaram essas considerações, repensando as motivações e o funcionamento da vingança e os recursos existentes nas sociedades medievais para limitá-la.ParticipantesIsabela Alves SilvaTamires PorfiroMembros da equipeDiego Pereira (roteiro)Emília França (roteiro)Eric Cyon (edição)Gabriel Cordeiro (roteiro)Isabela Silva (roteiro)José Fonseca (roteiro)Marina Sanchez (roteiro)Rafael Bosch (roteiro)Sara Oderdenge (roteiro)Tamires Porfiro (edição e ilustração)Sugestões bibliográficasALMEIDA, Néri de Barros. Violência e paz: um diálogo com o passado medieval. In: ALMEIDA, Cybele C. et al. (orgs.). Violência e poder. Reflexões brasileiras e alemãs sobre o medievo e a contemporaneidade. Porto Alegre: DM Editora, 2017, p. 23-40.BARTHÉLEMY, Dominique. La vengeance, le jugement et le compromis. In: Actes du congrès de la Société des historiens médiévistes de l'enseignement supérieur public. 31e, 2000, Angers. Le règlement des conflits au Moyen Âge. Paris: Publications de la Sorbonne, 2001, p. 11-20.BARTHÉLEMY, Dominique; BOUGARD, François; LE JAN, Régine (orgs.). La Vengeance, 400-1200. Rome: École Française de Rome, 2006.BROWN, Warren. Violence in Medieval Europe. Harlow: Routledge, 2011.VERDIER, Raymond (org.). Vengeance. Le face à face victime / agresseur. Paris: Autrement, 2004.
No universo do vinho, três termos aparecem com frequência: sommelier, enólogo e enófilo. Mas afinal, quem realmente entende de vinho? Neste vídeo, explicamos de forma clara as diferenças entre esses papéis e como cada um se relaciona com o conhecimento, a produção e o serviço do vinho.Você vai entender desde a origem dos termos até suas funções na prática: o enólogo como responsável técnico pela produção, o sommelier como especialista no serviço e na experiência à mesa, e o enófilo como o apaixonado que estuda, degusta e se aprofunda no tema. Um guia essencial para quem quer navegar com mais segurança no vocabulário do mundo do vinho.
Neste episódio falamos da história das cheias do rio Mondego, desde a Idade Média. Tentamos compreender as suas causas, como evoluíram, e o impacto na cidade de Coimbra e na região do Baixo Mondego.Sugestões de leitura1. Alfredo Fernandes Martins - O esforço do homem na bacia do Mondego: Ensaio Geográfico. Coimbra, 1940. Disponível online: https://monographs.uc.pt/iuc/catalog/book/4882. Rui Sanches - O problema secular do Mondego e a sua resolução. Laboratório Nacional de Engenharia Civil, 1996.3. Jorge de Alarcão - As pontes de Coimbra que se afogaram no rio. Ordem dos Engenheiros da Região Centro, 2012.-----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Figueira, Cláudio Batista, Gustavo Fonseca, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, Miguel Pinheiro, NBisme, Oliver Doerfler, Sara Esteves, Sofia Carvalho;Alexandre Carvalho, Andre Oliveira, Carlos Castro, Civiforum, Lda., Cláudia Conceição, Daniel Murta, Domingos Ferreira, Francisco C, Hugo Picciochi, João Cancela, João Carreiro, Jorge Filipe, José Beleza, Luís André Agostinho, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa;Adriana Vazão, Ana Gonçalves, Ana Sofia Agostinho, André Abrantes, António Farelo, António J. R. Neto, Bruno Luis, Carlos Afonso, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Catarina Ferreira, Cláudia Brandão, Diogo Freitas, Fábio Videira Santos, Gn, GusRo, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Félix, João Ferreira, Joao Godinho, João Mendes, João Pedro, Joel José Ginga, Johnniedee, José Santos, Luis Colaço, Mafalda Trindade, Manuel Bernardo, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Moreira, Nuno Silva, Orlando Silva, Parte Cóccix, Paulo Ruivo, Paulo Silva, Pedro, Pedro Cardoso, Pedro Oliveira, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rodrigo Candeias, Rui Curado Silva, Rui Magalhães, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto, Zé Teixeira.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: “Five Armies” e “Magic Escape Room” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0. Music by rediskasound from Pixabay.Edição de Marco António.
Neste episódio falamos da Liga Hanseática, uma confederação de cidades mercantis, sobretudo alemãs, que dominou as rotas comerciais no Mar Báltico entre os séculos XIII e XVI. Analisamos as suas origens, o seu funcionamento durante o período medieval e a sua extinção em meados do séc. XVII.Sugestões de leitura1. Donald J. Harreld (ed.) - A Companion to the Hanseatic League. Brill, 2015.2. A. H de Oliveira Marques – Hansa e Portugal na Idade Média. Presença, 1993.-----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Figueira, Cláudio Batista, Gustavo Fonseca, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, NBisme, Oliver Doerfler, Sara Esteves, Sofia Carvalho;Alexandre Carvalho, Andre Oliveira, Carlos Castro, Civiforum, Lda., Cláudia Conceição, Daniel Murta, Domingos Ferreira, É Manel, Francisco C, Hugo Picciochi, João Cancela, João Carreiro, Jorge Filipe, José Beleza, Luís André Agostinho, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa;Adriana Vazão, Ana Gonçalves, Ana Sofia Agostinho, André Abrantes, António Farelo, António J. R. Neto, Bruno Luis, Carlos Afonso, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Catarina Ferreira, Cláudia Brandão, Diogo Freitas, Fábio Videira Santos, Gn, GusRo, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Félix, João Ferreira, Joao Godinho, João Mendes, João Pedro, Joel José Ginga, Johnniedee, José Santos, Luis Colaço, Mafalda Trindade, Manuel Bernardo, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Moreira, Nuno Silva, Orlando Silva, Parte Cóccix, Paulo Ruivo, Paulo Silva, Pedro, Pedro Cardoso, Pedro Oliveira, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rodrigo Candeias, Rui Curado Silva, Rui Magalhães, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto, Zé Teixeira.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: “Five Armies” e “Magic Escape Room” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0Edição de Marco António.
40% de desconto nos cursos da Accademia de Como para os ouvintes do Buongiorno San Paolo Cursos IED com desconto exclusivo para seguidores do Buongiorno San Paolo:https://bit.ly/ied-buongiorno***Pasquale Volpe è business developer presso l'Accademia di ComoComo, una città che rappresenta una delle eccellenze italiane, l'equilibrio tra bellezza, natura, industria e design.Studiare in Italia il design significa imparare metodicamente il lavoro in una piccola bottega ricca di creatività e di geni che presto o tardi trasformeranno l'ambiente e il mercato circostante. Una storia che in Italia si ripete sin dal medioevo. Oggi a Como si studia come aiutare le imprese del territorio con tecnica e creatività e lo si fa in un ecosistema di ottimi professionisti che insegnano a pochi studenti selezionati da ogni parte del mondo (1 professore ogni 5 studenti).Pasquale Volpe è anche l'ideatore di Design in town, un'iniziativa speciale per i ragazzi a fine liceo che vogliono conoscere l'Italia e studiare design durante un periodo estivo di 2-3 settimane in una piccola città italiana. ***Pasquale Volpe é é desenvolvedor de novos negócios na Accademia di Como.Como, uma cidade que representa uma das mais belas expressões da Itália, um equilíbrio entre beleza, natureza, indústria e design.Estudar design na Itália significa aprender a profissão de forma metódica em uma pequena oficina repleta de criatividade e gênios que, mais cedo ou mais tarde, transformarão o ambiente e o mercado ao seu redor.Uma história que se repete na Itália desde a Idade Média.Hoje, em Como, os alunos aprendem a apoiar os negócios locais com técnica e criatividade, e fazem isso dentro de um ecossistema de excelentes profissionais que ensinam um seleto grupo de alunos do mundo todo (um professor cada 5 estudantes).Pasquale Volpe também é o criador do Design in Town, uma iniciativa especial para alunos do ensino médio que desejam explorar a Itália e estudar design durante um período de 2 a 3 semanas em uma pequena cidade italiana durante o verão.Junte-se ao network de Buongiorno San Paolo com o aplicativo Bizzy Now: https://go.bizzynow.com/buongiornosan...Quer se MUDAR para ITÁLIA ? Aproveite nosso curso sobre como escolher a cidade italiana onde investir e morar: https://hotmart.com/pt-br/marketplace...
No quinquagésimo quarto episódio do Estudos Medievais, recebemos o Dr. Thiago Henrique Alvarado para discutir as práticas de comer e de se vestir na Península Ibérica dos séculos XIV e XV. Exploramos como esses atos não eram meras necessidades biológicas, mas também pilares do convívio social e da sobrevivência política. Discutimos como essas práticas eram reguladas de forma sistemática, transformando o corpo e a mesa em palcos de distinção social, conduta moral e afirmação de valores religiosos. Ao analisar como o acesso a certos alimentos e tecidos era codificado, percebemos que tais normas não eram apenas rotineiras, mas sim estratégias fundamentais de controle e manutenção de hierarquias, oferecendo uma chave essencial para compreendermos as complexas dinâmicas sociais e políticas do período medieval.ParticipantesRafael BoschThiago Henrique AlvaradoMembros da equipeDiego Pereira (roteiro)Emília França (roteiro)Eric Cyon (edição)Gabriel Cordeiro (roteiro)Isabela Silva (roteiro)José Fonseca (roteiro)Marina Sanchez (roteiro)Rafael Bosch (roteiro)Sara Oderdenge (roteiro)Tamires Porfiro (edição e ilustração)Sugestões bibliográficasBUESCU, Ana Isabel; FELISMINO, David. A mesa dos reis de Portugal: oficios, consumos, cerimõnias e representações (séculos XIII-XVIII). Apresentação de Maria Helena da Cruz Coelho. Círculo de Leitores. Temas e Debates. Lisboa, 2011.GONÇALVES, Iria. À mesa nas terras de Alcobaça em finais da Idade Média. Alcobaça, Direção-Geral do Património Cultural/Mosteiro de Alcobaça, 2017. MARQUES, António H. de Oliveira. A sociedade medieval portuguesa: aspectos de vida quotidiana. Lisboa: Livraria Sá da Costa Editora, 1971. OLIVEIRA, Fernando. O vestuário português ao tempo da expansão: séculos XV e XVI. Grupo de Trabalho do Min. Educação para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses. Lisboa, 1993.MADRAZO, Carmen Bernis. Indumentaria medieval española. Instituto Diego Velázquez: Consejo Superior de Investigaciones Científicas. Madri, 1956.MADRAZO, Carmen Bernis. Indumentaria española en tiempos de Carlos V. Instituto Diego Velázquez: Consejo Superior de Investigaciones Científicas. Madri, 1962.MADRAZO, Carmen Bernis. Trajes y modas en la España de los Reyes Católicos. Instituto Diego Velázquez: Consejo Superior de Investigaciones Científicas. Madri, 1978-1979. 2 v.
Convidado: Dr. Fernando Rodrigues Martins (Doutor e Mestre em Direito das Relações Sociais pela PUC-SP. Professor Associado na Faculdade de Direito da Universidade Federal de Uberlândia. Diretor do Instituto Brasileiro de Política e Direito do Consumidor. Procurador de Justiça em Minas Gerais.).Tema: A regulação das apostas online (Bets) no Brasil e os reflexos no superendividamento e na vulnerabilidade do consumidor.Neste episódio do Julgados e Comentados, mergulhamos no complexo universo das apostas online. O Dr. Fernando Martins traz uma perspectiva histórica e crítica sobre a Lei 14.790/2023, analisando como o mercado digital de apostas desafia os princípios fundamentais do Código de Defesa do Consumidor.A conversa aborda desde a "hipervulnerabilidade" do apostador até o impacto das estratégias de gamificação e o papel dos influenciadores digitais nesse ecossistema. Um debate essencial para profissionais do Direito que buscam entender os limites da publicidade, o dever de cautela das plataformas e a proteção do mínimo existencial diante do vício em jogos.Tópicos importantes:A evolução histórica do jogo e aposta: de Justiniano à Lei das Bets.O papel das mulheres no Direito do Consumidor.A vulnerabilidade técnica e o conceito de "Neurodano" no ambiente digital.Responsabilidade civil solidária de influenciadores e celebridades.O papel do Ministério Público na contenção de danos coletivos.Obras mencionadas:A Defesa do Consumidor e o Direito como Instrumento de Mobilização Socialhttps://www.martinsfontespaulista.com.br/defesa-do-consumidor-e-o-direito-como-instrumento-de-mobilizacao-social--a-126570/p?srsltid=AfmBOorZAVggEIEDjEV494z0zFsbTLvVFtmykLHlnwc8F5DtdHPSQGqZDa Idade Média à Idade Mídiahttps://revistaeducacao.com.br/2012/09/10/da-idade-media-a-idade-midia/Economia da atenção, gamificação e esfera lúdica: hipótese de nulidade e neurodano das apostas onlinehttps://www.conjur.com.br/2024-out-03/economia-da-atencao-gamificacao-e-esfera-ludica-hipotese-de-nulidade-e-neurodano-decorrentes-dos-abusos-em-apostas-e-jogos-on-line/A Constituição do Algorítmohttps://www.amazon.com.br/Constitui%C3%A7%C3%A3o-Algoritmo-Francisco-Balaguer-Callej%C3%B3n-ebook/dp/B0C31XV4GG#DireitoDoConsumidor #Bets #Superendividamento #MinisterioPublico #Regulacao #ApostasOnline #DireitoDigital
Depois de uma tempestade que deixou metade do país às escuras, aproveitámos e voltámos à Idade Média (ou seja, Portugal contemporâneo). Com os preços dos Raspberry Pi a subir, estará na altura de voltar aos ábacos? Como foi a peregrinação à FOSDEM? Que novidades traz o Diogo? O mundo do Firefox está em polvorosa com Autos de Fé; o LibreOffice pula e avança no mundo germanófono; os Snaps podem agora ser farejados por uma nova ferramenta; anda aí um novo Kernel e imagens de Ubuntu 26.04 para testar; o Papers já permite desenhar bonecos e o Steam tem ainda mais jogos para arrombar o monopólio de outros sistemas (por favor não usem o termo Microslop).
Durante a Idade Média, foram as ordens monásticas que preservaram, organizaram e aprimoraram o conhecimento vitivinícola herdado da Antiguidade. Em um período de instabilidade política e cultural, monges católicos transformaram o cultivo da vinha em parte essencial da vida monástica, seja por necessidade alimentar, medicinal, econômica ou religiosa.Neste vídeo, você vai entender como beneditinos, cistercienses, franciscanos e jesuítas tiveram papel decisivo na identificação de grandes terroirs europeus, na organização dos vinhedos e na difusão da vitivinicultura pelo Novo Mundo. Da Borgonha à Península Ibérica, e das missões da América do Sul à Califórnia, o vinho evoluiu lado a lado com a história da Igreja.NESTE VÍDEO, VOCÊ VAI VER
Em 2026, celebram-se os 800 anos da morte de São Francisco de Assis, um dos santos mais populares da Igreja Católica, com enorme devoção mundial e no Brasil. A partir deste ano, o dia 4 de outubro volta a ser feriado nacional na Itália em homenagem ao padroeiro. Assis, sua cidade natal, se prepara para as comemorações que envolvem iniciativas culturais e turísticas em toda região da Úmbria, no centro da Itália. Gina Marques, correspondente da RFI em Roma Pela primeira vez, os restos mortais do santo serão expostos à veneração pública entre 22 de fevereiro e 22 de março, na Basílica de São Francisco em Assis. O cardeal Jaime Spengler, arcebispo de Porto Alegre, presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e do Conselho Episcopal Latino-Americano (CELAM), é sobretudo franciscano. Segundo ele, São Francisco permanece vivo não só na cristandade, como pertence a toda humanidade. “São Francisco é hoje 'um arquétipo do ser humano', porque através da sua vida, do seu testemunho, ele expressou aquilo que o ser humano tem de mais genuíno. Ele trouxe de uma forma toda especial esta humanidade genuína", disse ele à RFI no Colégio Pio Brasileiro, em Roma. "É isso que faz dele esta figura extraordinária que continua sendo inspiradora para tantos.” A Úmbria de Francisco A Úmbria, conhecida com o bordão de “o coração verde da Itália”, é uma região com paisagem serena, marcada por colinas suaves, campos cultivados, oliveiras e cidadezinhas medievais. Nesse cenário está Assis, onde nasceu Francisco no ano 1182, filho de Pietro di Bernardone e de Pica de Bourlemont, uma família burguesa enriquecida pelo comércio. Batizado como Giovanni, teve o nome mudado para Francisco por seu pai. Após participar de guerras e adoecer, viveu uma experiência espiritual que o levou a abandonar a vida militar. Por volta de 1205, iniciou sua conversão marcada pelo encontro com leprosos, a renúncia aos bens, passando a dedicar-se à caridade e à renovação espiritual. Existem muitas narrativas sobre quem foi o homem Francisco antes da canonização. Ao longo dos séculos, perpetuou-se a ideia que ele foi um revolucionário social, precursor do ambientalismo, protetor dos animais, defensor dos direitos das mulheres e até pacifista visionário. Recentemente, duas obras sobre São Francisco foram lançadas na Itália. San Francesco, de Alessandro Barbero, reúne diferentes fontes históricas para revelar o homem por trás do santo, seus dilemas e as lendas que surgiram após sua canonização. Já Francesco. Il primo italiano, de Aldo Cazzullo, apresenta Francisco como figura central da identidade italiana, destacando seu papel cultural, religioso e humano, como autor do primeiro poema em italiano, o Cântico das Criaturas, além de ser o inventor do presépio. Dom Jaime Spengler destaca que o legado franciscano continua inspirando pessoas em tempos de crise ambiental e espiritual, conectando fiéis e leigos. “São Francisco de Assis deixou um legado extraordinário, tanto para o mundo da espiritualidade, como da filosofia, da teologia, da ecologia. Hoje, no contexto histórico que vivemos, certamente os elementos que mais chamam a atenção tem a ver com a causa da ecologia, de um lado, mas também com a causa da paz, de outro lado. No mundo que se esfacela, quando vivemos uma crise não só das democracias em vários espaços, a figura de Francisco continua inspiradora.” Segundo o cardeal, São Francisco inspira cada pessoa a ser um instrumento de paz e reconciliação. “Cá entre nós, como estamos necessitados hoje dessas figuras, capazes de nos inspirar não só em nível intelectual, mas sobretudo através da práxis do cotidiano. E Francisco é para nós uma figura desta magnitude”, salienta. Franciscanos na origem do Brasil Diversas cidades em vários estados do Brasil têm o nome de São Francisco: Minas Gerais, São Paulo, Pernambuco, Sergipe, Santa Catarina e Maranhão, além do icônico Rio São Francisco, o "Velho Chico". “Na origem do Brasil, está presente a família franciscana. Com a chegada dos portugueses, chegaram os primeiros frades, e os primeiros religiosos que aportaram em terras brasileiras eram franciscanos", relembra o cardeal. Dom Spengler afirma que na época do império e na passagem para a República, figuras do mundo franciscano também foram importantes na história do país. Na história recente, durante a ditadura, frades franciscanos "colaboraram de uma forma toda própria para que hoje pudéssemos ter espaços democráticos na sociedade”, ressalta, dando os exemplos de Dom Paulo Evaristo Arms, arcebispo de São Paulo, e Dom Aloísio Lorscheider, presidente da Conferência (CNBB), arcebispo de Fortaleza e em Aparecida, junto ao Santuário Nacional, "só para citar algumas expressões da nossa vida social, política e também eclesial”. Papa Francisco O jesuíta argentino Jorge Mario Bergoglio foi o primeiro papa a escolher o nome de Francisco. Logo após a sua eleição, em março de 2013, o pontífice declarou que sua escolha foi inspirada também no cardeal brasileiro Cláudio Hummes, franciscano. “Ele tinha uma amizade, uma proximidade com o então cardeal Hummes. Ele mesmo contou isso, em mais de uma situação, que logo após a escolha na Capela Sistina, o próprio cardeal Hummes teria pedido a ele para não se esquecer dos pobres.” Papa Leão XIV é um agostiniano, que promove a unidade em torno a Cristo. O pontífice americano foi eleito para unir a Igreja Católica, e aplacar algumas divisões internas. Segundo o cardeal Spengler, há grande proximidade entre franciscanos e agostinianos. “Eu creio que é o Espírito de Deus que escolhe a pessoa certa para o momento justo da história. Em segundo lugar, existe uma proximidade, por assim dizer, bastante grande entre aquilo que nós denominamos a espiritualidade agostiniana, a teologia agostiniana ou a filosofia agostiniana, e a franciscana. A espiritualidade, a teologia, a filosofia franciscana muito colheu da inspiração de Agostinho”, explica. Eventos comemorativos Além da exposição dos restos mortais em Assis, o oitavo centenário da morte de São Francisco será marcado por diversas iniciativas comemorativas. Estão previstas a publicação e catalogação de fontes franciscanas, a digitalização das antigas coleções do Sacro Convento de Assis, além de celebrações culturais e religiosas. Em Assis, os peregrinos também poderão visitar o Santuário da Spogliazione, onde São Francisco renunciou publicamente aos seus bens diante do pai. Neste local, é possível venerar o corpo de São Carlo Acutis, o santo “millennial”, canonizado pelo papa Leão XIV em 7 de setembro de 2025. A região da Úmbria programou uma série de eventos em várias cidades, propondo itinerários que o santo percorreu e que homenageiam sua identidade histórica. “O Tempo de Francisco” é o tema da XII edição do Festival Medieval de Gubbio, que acontecerá de 23 a 27 de setembro de 2026. O evento destaca a profunda ligação de Francisco com a cidade, a 50 quilômetros de Assis, onde ele encontrou acolhimento em 1206 e protagonizou o célebre episódio do lobo, símbolo da transformação do medo e da violência em diálogo, paz e fraternidade. Inspirado no lema “Homo homini lupus” (“O homem é o lobo do homem”), aforismo de Plauto imortalizado pelo filósofo do século 17 Thomas Hobbes, o festival propõe uma reflexão que conecta a Idade Média aos desafios do mundo contemporâneo, marcado por conflitos, egoísmo, desigualdades e pelo poder excessivo do dinheiro. O festival abordará a vida e a espiritualidade de São Francisco e o contexto do século 13, discutindo temas como pobreza, poder, fé, arte, política e legado espiritual. Considerado o maior evento italiano dedicado à Idade Média, o encontro reunirá cerca de 100 especialistas de diversas áreas e oferecerá ao público exposições, mercados, espetáculos, reconstituições históricas, feira do livro, encontros com autores, oficinas de caligrafia e miniatura, além de atividades educativas e culturais.
O vinho acompanha a história da humanidade há milênios e, muito antes de ser apenas uma bebida de prazer, ocupou papéis centrais na medicina, na religião, nos rituais e até na ciência empírica das civilizações antigas. Sem compreender a fermentação, povos da Antiguidade atribuíram ao vinho poderes simbólicos, terapêuticos e até mágicos, ligando-o a deuses, curas e transformações do corpo humano.Neste vídeo, você descobre como o vinho já foi considerado substituto do sangue na medicina hipocrática, ingrediente de tratamentos medievais, elemento ritual em culturas como a egípcia e a maia, além de base para tônicos famosos do século XIX, como o Vin Mariani. Um mergulho curioso e histórico nos usos menos óbvios — e muitas vezes surpreendentes — do vinho ao longo do tempo.TEMAS ABORDADOS NO VÍDEO
Novamente colocamos os Scicasters numa SciNuca de Bico! Dessa vez eles vão jogar sinuca na Idade Média... Isso aí, esse é nosso primeiro SciNuca de Bico com a equipe de história! Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: André Trapani, Marcelo de Matos, Luis Filipe Herdy, Maria Oliveira, Matheus Silveira, Roberto Spinelli, Willian Spengler. Citação ABNT: Scicast #669: SciNuca de Bico: Idade Média. Locução: André Trapani, Marcelo de Matos, Luis Filipe Herdy, Maria Oliveira, Matheus Silveira, Roberto Spinelli, Willian Spengler. [S.l.] Portal Deviante, 23/11/2025. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-674 Imagem de capa: Mande perguntas para o SciNuca: https://forms.gle/hhUy8Li6oR3vC3iY7See omnystudio.com/listener for privacy information.
Novamente colocamos os Scicasters numa SciNuca de Bico! Dessa vez eles vão jogar sinuca na Idade Média… Isso aí, esse é nosso primeiro SciNuca de Bico com a equipe de história! Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: André Trapani, Marcelo de Matos, Luis Filipe Herdy, Maria Oliveira, Matheus Silveira, Roberto Spinelli, Willian Spengler. Citação ABNT: Scicast #669: SciNuca de Bico: Idade Média. 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Um cheiro forte de massa vem de uma barraca onde uma mulher vende pastelões recheados, servidos ainda quentes em folhas de pergaminho reaproveitado. Perto dali, dois comerciantes conversam irritados sobre o atraso na chegada dos navios — e sobre como a produção dos teares da cidade não pode parar por falta de matéria-prima. Enquanto isso, guardas municipais observam a movimentação, cada um armado apenas com lanças curtas. Cena 2 O sol ainda nem rompeu totalmente o nevoeiro quando homens se movem na margem lamacenta do rio. Dois barcos longos, de fundo chato, repousam meio erguidos na areia, enquanto grupos misturados de guerreiros loiros ajustam escudos pintados ao longo das bordas. Perto dali, um artesão verifica fileiras de pequenas lâminas metálicas que balançam como escamas presas a um colete de couro. Um guerreiro testa um elmo arredondado, sem qualquer nasal protetora, e o ajusta com uma tira simples. Antes de embarcarem, alguns deixam oferendas diante de pequenos ídolos de madeira, escurecidos pela fumaça, enquanto outros negociam sacos de peles e potes de mel com mercadores que chegaram ao amanhecer. Ouve-se alguém comentar que, se o rio estiver favorável, alcançarão em pouco tempo a rota que leva “ao grande mar do sul, onde os gregos governam”. Os barcos já começam a ser empurrados para a água, e o coro de vozes nórdicas e eslavas toma conta da margem quando o primeiro casco desliza no rio. Cena 3 O vento frio vindo do canal faz tremular os estandartes com símbolos dourados, enquanto guerreiros vindos do continente se equipam ao redor das fogueiras. Os cavaleiros, montando grandes cavalos de guerra, prendem suas cotas de malha longas e ajustam os capacetes cônicos com nasal. Um deles reclama do peso da lança, mas garante que ela será essencial para romper a muralha de escudos dos defensores da ilha Perto das tendas, os arqueiros testam seus arcos, enquanto soldados de infantaria comem pão duro, cebolas e carne salgada, esfregando gordura nos escudos de madeira para evitar que as lâminas inimigas se prendam. Um oficial comenta que, ao amanhecer, precisarão conduzir ataques repetidos até que o rei inimigo desfaça sua linha pesada naquela colina. Numa tenda maior, o comandante revisa um mapa simples do terreno, lembrando aos homens que a cavalaria deve avançar em ondas, recuar se necessário e atrair os defensores para fora da formação. Ao final, todos fazem o sinal da cruz, enquanto um clérigo pede proteção “nesta luta contra aqueles que tomaram o trono de nosso duque”. Cena 4 O salão de madeira escurecida está cheio, mas silencioso. À frente, um grupo de homens de mantos pesados — barões de grandes domínios — observa enquanto um cavaleiro, ainda com sua cota de malha descendo quase até os joelhos, permanece de pé. Sobre a mesa central repousam dois pergaminhos selados com cera vermelha. Um deles é erguido por um dos barões, que cita trechos a respeito de “liberdades garantidas”. Outro menciona que Sua Majestade não ignora tais compromissos. O cavaleiro tenta justificar-se, mas a atenção do salão está focada na disputa entre os nobres, que discutem deveres feudais, direitos locais e se a conduta dele infringiu aquilo que fora acordado “entre o rei e o reino”. Enquanto as tochas crepitam, um escriba prepara-se para registrar o veredito, derretendo mais cera para um novo selo que será afixado ao documento final. Cena 5 O calor da forja ilumina o interior do galpão de madeira, onde um ferreiro gira lentamente três barras estreitas de metal incandescente antes de torcê-las umas sobre as outras. Um jovem observa em silêncio enquanto o mestre martela o conjunto, formando padrões ondulados que começam a surgir na lâmina. Pendurados na parede estão elmos arredondados, sem viseiras, ao lado de escudos circulares de madeira. Não há selas altas nem esporas — apenas arreios simples, usados para viagens curtas. Do lado de fora, dois homens deixam pequenos talismãs de madeira diante de um poste esculpido, murmurando pedidos de proteção para a expedição que farão ao oeste. Um visitante menciona ter vindo “da terra dos francos”, trazendo novidades de senhores que buscam boas lâminas para presentear seus guerreiros.
Um dos vikings mais temidos da Idade Média foi Erik, o Vermelho.Famoso por seu temperamento explosivo, Erik cresceu em uma sociedade moldada pela violência. Afinal, na Europa medieval, os vikings eram chamados de “terror do norte”.⚔️ Foram eles que saquearam mosteiros na Inglaterra, atacaram cidades na França, navegaram pelos rios da Rússia, sitiaram Paris e chegaram até o norte da África, destruindo emirados na região da atual Tunísia e Marrocos.Em todo caso, os vikings não eram só invasores. Na verdade, a maioria deles nunca saiu de suas fazendas, vivendo como simples camponeses medievais durante toda a vida.
Igor Pantoja, coordenador de Relações Institucionais da Rede Nossa São Paulo, debate problemas e soluções para São Paulo e outras cidades brasileiras, quinzenalmente, às quintas-feiras, 8h, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Entre os séculos XV e XVIII, a Europa viveu um dos episódios mais sombrios de sua história: a caça às bruxas. Alimentada por disputas religiosas, crises políticas, pestes e transformações culturais, a perseguição levou à morte de dezenas de milhares de pessoas — em sua maioria mulheres acusadas de pactos demoníacos e práticas mágicas. Obras como o Malleus Maleficarum, publicado em 1487, ajudaram a consolidar uma visão misógina e persecutória, transformando curandeiras, parteiras e dissidentes em inimigas da fé. Ao mesmo tempo, o fenômeno revela muito sobre o medo, o controle social e os limites do pensamento racional na transição entre a Idade Média e a Modernidade. Convidamos Lívia Torquetti para discutir as origens e os desdobramentos da caça às bruxas na Europa, o papel das instituições religiosas e políticas nesse processo e o que esse episódio nos revela sobre gênero, poder e a construção do imaginário ocidental.Caça às Bruxas, de Livia Torquetti: ADQUIRA AQUI usando o cupom AMIGO20 para o melhor desconto.Ouça Caça às Bruxas: uma história de terror real CLICANDO AQUIAdquira o curso História: da pesquisa à escrita por apenas R$ 49,90 CLICANDO AQUIAdquira o curso A Operação Historiográfica para Michel de Certeau por apenas R$ 24,90 CLICANDO AQUIAdquira o curso O ofício do historiador para Marc Bloch por apenas R$ 29,90 CLICANDO AQUIColabore com nosso trabalho em apoia.se/obrigahistoriaCOMEÇOU O BLACK NOVEMBER! Com meu cupom você leva 15% de desconto e, somando com os descontos do site você pode levar até 50%! Basta acessar pelo meu link https://creators.insiderstore.com.br/HISTORIAFMBF OU usar o cupom HISTORIAFM. #insiderstoreGRUPO DE WHATSAPP: https://creators.insiderstore.com.br/HISTORIAFMWPPBF
Uma das mulheres mais sábias da Antiguidade teve um destino cruel por conta de intolerância e fanatismo religioso. Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre a vida de Hipácia ou Hipátia de Alexandria-Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahoraConheça o meu canal no YouTube, e assista o História em Dez Minutos!https://www.youtube.com/@profvitorsoaresConheça meu outro canal: História e Cinema!https://www.youtube.com/@canalhistoriaecinemaOuça "Reinaldo Jaqueline", meu podcast de humor sobre cinema e TV:https://open.spotify.com/show/2MsTGRXkgN5k0gBBRDV4okCompre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"!https://a.co/d/47ogz6QCompre meu primeiro livro-jogo de história do Brasil "O Porão":https://amzn.to/4a4HCO8PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.comApresentação: Prof. Vítor Soares.Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre)REFERÊNCIAS USADAS:- DZIELSKA, Maria. Hipátia de Alexandria. São Paulo: Paulus, 2011.- GIBBON, Edward. Declínio e queda do Império Romano. São Paulo: Martin Claret, 2005. Vol. 6.- LECOINTE, Jean. A filosofia neoplatônica. In: BRAGUE, Rémi (org.). A Filosofia no Império Romano. São Paulo: Loyola, 2004.- MARQUES, Luiz. A filosofia na Idade Média. São Paulo: Contexto, 2007.- SÓCRATES ESCOLÁSTICO. História Eclesiástica. In: NICENE AND POST-NICENE FATHERS, Second Series, Vol. 2. Tradução de Philip Schaff & Henry Wace. Peabody: Hendrickson Publishers, 1994.
O período de maior genialidades do mundo muçulmano! Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) -Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahoraConheça o meu canal no YouTube, e assista o História em Dez Minutos!https://www.youtube.com/@profvitorsoaresConheça meu outro canal: História e Cinema!https://www.youtube.com/@canalhistoriaecinemaOuça "Reinaldo Jaqueline", meu podcast de humor sobre cinema e TV:https://open.spotify.com/show/2MsTGRXkgN5k0gBBRDV4okCompre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"!https://a.co/d/47ogz6QCompre meu primeiro livro-jogo de história do Brasil "O Porão":https://amzn.to/4a4HCO8PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.comApresentação: Prof. Vítor Soares.Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre)REFERÊNCIAS USADAS:- ADAMSON, Peter. Filosofia na Idade Média Islâmica. Petrópolis: Vozes, 2023.- ALKHALILI, Jim. A Casa da Sabedoria: Como a ciência árabe mudou o mundo. Rio de Janeiro: Zahar, 2012.- ALKHATEEB, Firas. A História do Islã: A civilização muçulmana da ascensão do profeta Maomé ao auge do Império Otomano. São Paulo: Citadel Editora, 2020.- BENNABI, Malek. O Problema das Ideias na Sociedade Muçulmana. Lisboa: Círculo de Leitores Muçulmanos, 2009.- GRABAR, Oleg. A formação da arte islâmica. São Paulo: Martins Fontes, 2005.- GUTAS, Dimitri. Pensamento Grego, Cultura Árabe: A tradução do grego para o árabe na época dos Abássidas. São Paulo: Editora UNESP, 2006.- HODGSON, Marshall G. S. Aventura do Islã: Conscientização e História no Mundo Islâmico. São Paulo: Martins Fontes, 2004.- MAKDISI, George. The Rise of Colleges: Institutions of Learning in Islam and the West. Edinburgh: Edinburgh University Press, 1981.- RAMADAN, Tariq. O Islã e o Despertar Árabe. São Paulo: Nossa Cultura, 2014.
Assine a Brasil Paralelo: https://sitebp.la/bp-rasta-news ___________ SEXTA-FEIRA, ÀS 20:00 - Rasta News As velhas notícias de sempre, com um humor nunca dantes visto na história deste país, apresentado pelo Rasta, com o melhor do seu entendimento.
Doença é conhecida por ter dizimado um terço da população europeia na Idade Média
Durante a Idade Média europeia, diversas práticas de distinção, exclusão e hierarquização entre grupos foram estruturadas a partir de marcadores entendidos como fundamentais — religiosos, culturais e jurídicos — permitindo pensar que formas de racialização já operavam muito antes do vocabulário moderno sobre raça surgir. Em vez de fenômenos meramente “pré-modernos”, esses mecanismos criavam categorias fixas que justificavam desigualdades, violências e políticas de poder. Convidamos o professor Bruno Uchoa para discutir como o conceito de raça pode ser aplicado ao mundo medieval e o que isso revela sobre as origens desse modo particular de classificação humana.Adquira o curso História: da pesquisa à escrita por apenas R$ 49,90 CLICANDO AQUIAdquira o curso A Operação Historiográfica para Michel de Certeau por apenas R$ 24,90 CLICANDO AQUIAdquira o curso O ofício do historiador para Marc Bloch por apenas R$ 29,90 CLICANDO AQUIColabore com nosso trabalho em apoia.se/obrigahistoriaRoupa que não desbota é com a Insider! Use o cupom HISTORIAFM para 15% de desconto, ou acesse o site pelo link https://creators.insiderstore.com.br/HISTORIAFM #insiderstore
Teresa Paiva é médica neurologista e a maior referência portuguesa em medicina do sono. É doutorada em Neurologia e, para além de uma vastíssima investigação científica nesta área, tem também prática clínica, no CENC — Centro de Medicina do Sono, onde é diretora clínica. Falámos a propósito do seu livro mais recente, ‘O Meu Sono e Eu — Mitos e Factos‘, publicado este ano pela Livros Horizonte. _______________ Índice (com timestamps): (0:00) Introdução (4:40) Porque dormem os seres-vivos? Como dormem os lagartos? E os polvos? Sono bifásico na Idade Média (19:58) Ritmo circadiano e cronotipos | É verdade que há diferentes cronotipos? | Desafios de ser noctívago | Cronotipo vs atraso de fase | A importância da exposição à luz solar. (33:56) Sesta — como fazer? | Quais são os processos biológicos no corpo que regulam o sono? (41:14) Que erros andamos a cometer que nos fazem dormir mal? | Porque dormimos menos que os chimpanzés? | É possível recuperar sono perdido? (46:04) O Mundo de hoje vive numa epidemia de falta de sono — particularmente em Portugal? | ‘Sleep patterns in Portugal’, tese de Cátia Reis | Estudo impacto da falta de sono no PIB | consequências concretas (pedir estudo e enviar o outro) | Ou será que dormimos menos mas melhor do que antigamente? (57:09) Fases do sono: REM e não-REM? | Pintainhos sono REM | Porque sonho mais nas férias? | https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC7839702/ (1:11:42) Para que servem os sonhos? | Apesar das diferenças culturais e individuais, temos todos sonhos parecidos | Porque nos esquecemos dos sonhos? (1:15:20) “Sleep hacks” — algum vale a pena? | Suplementos? Benzodiazepina (Xanax) | Neuromodulação não invasiva como terapia para a insónia (1:28:37) Doenças do sono: insónias, apneias, doenças do movimento, sonambulismo, terrores noturnos, epilepsia, transtornos do sono REM, alterações circadianas. _______________ O acto de dormir é tão essencial quanto comer ou respirar, e, no entanto, tantas vezes o subestimamos ou relegamos para segundo plano nas nossas vidas agitadas. Quem nunca disse: “Dormirei quando estiver morto”? Mas a verdade é que o sono é fundamental para a nossa saúde física e mental e é um dos pilares do nosso bem-estar. Talvez até alguns de vocês, ao ouvirem este episódio, estejam a pensar em quantas horas de sono conseguiram na noite anterior ou quantas gostariam de ter tido. Para nos ajudar a compreender melhor a Ciência do Sono, convidei a médica Teresa Paiva, a grande referência portuguesa na medicina do sono (e alguém que, como digo na introdução, há muito queria trazer ao 45 Graus). A convidada tem uma vastíssima investigação nesta área e uma extensa prática clínica. Falámos a propósito do seu livro mais recente, ‘O Meu Sono e Eu — Mitos e Factos’. Na nossa conversa, começámos pela intrigante questão de por que dormem os seres vivos, incluindo animais tão distantes de nós evolutivamente, como os polvos; e mergulhámos nos ritmos circadianos, incluindo o estranho hábito medieval de dormir dois sonos, acordando de madrugada para voltar a deitar-se umas horas depois, e os desafios – estes contemporâneos – de ser um noctívago num mundo dominado pelos matutinos. Exploramos também os prós e contras da sesta e os erros mais comuns que cometemos, e que comprometem a quantidade e a qualidade do nosso sono. Ou será que a maior causa da nossa falta de sono não somos nós, mas antes um problema maior, estrutural dos tempos actuais: uma “epidemia” de falta de sono causada pelo acelerar da economia e pela overdose de estímulos? As estatísticas sugerem que isto é uma realidade, no Mundo desenvolvido e particularmente em Portugal. A convidada defende esta tese, e certamente que no mundo ideal a maioria de nós dormiria mais horas por noite. Mas tentei também fazer um pouco de advogado do diabo em relação a este tema (como já estão habituados no 45 Graus). Sendo o sono uma necessidade tão básica, fico com algumas dúvidas se é possível uma privação de sono tão sistémica. De seguida, voltando à ciência do sono propriamente dita, desvendámos os mistérios das fases do sono e o fascinante mundo dos sonhos. E para aqueles que procuram formas de otimizar o sono, perguntei à convidada a sua opinião sobre os populares ‘sleep hacks’ e até que ponto eles realmente funcionam. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ao longo do tempo, a história tem sido constantemente manipulada, distorcida ou até inventada para servir a interesses políticos, ideológicos ou religiosos. Desde documentos forjados na Idade Média até mitos modernos repetidos como fatos, as falsificações históricas moldaram narrativas, influenciaram decisões e impactaram profundamente a forma como sociedades compreendem seu passado. Convidamos Tupá Guerra para conversar sobre os diferentes tipos de falsificações históricas, por que elas ocorrem, como são desmascaradas e quais os riscos de confiar em versões distorcidas da realidade.Adquira o curso História: da pesquisa à escrita por apenas R$ 49,90 CLICANDO AQUIAdquira o curso A Operação Historiográfica para Michel de Certeau por apenas R$ 24,90 CLICANDO AQUIAdquira o curso O ofício do historiador para Marc Bloch por apenas R$ 29,90 CLICANDO AQUIColabore com nosso trabalho em apoia.se/obrigahistoriaAlgodão Premium? Não, valeu! Use o cupom HISTORIAFM para 15% de desconto, ou acesse o site pelo link https://creators.insiderstore.com.br/HISTORIAFM #insiderstore
"Só Trump tem voz forte para pressionar Netanyahu", defende Victor Ângelo, antigo secretário-geral da ONU diz que crise humanitária em Gaza é "impossível" de continuar. "Não estamos na Idade Média".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Estão agendadas várias feiras e festas medievais por todo o país.
As representações e concepções sobre a vida depois da vida se manifestaram em diversas culturas e em diferentes momentos do tempo. No episódio de hoje o historiador Moises Antiqueira falará sobre relatos de experiências de quase-morte ocorridas no período medieval a partir da obra Visões de Baronto, escrita no século VII. Campanha de financiamento coletivo: https://apoia.se/fronteirasnotempo Arte da Capa: Augusto Carvalho Mencionado no Episódio Hell-On-Line Dica do Giro RUST, Leandro Duarte. Igreja Medieval. São Paulo: Editora Contexto, 2025. Disponível em: https://x.gd/5m56X Financiamento Coletivo Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo INSCREVA-SE PARA PARTICIPAR DO HISTORICIDADE O Historicidade é o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo: um podcast de história. O objetivo principal é realizar divulgação científica na área de ciências humanas, sociais e de estudos interdisciplinares com qualidade. Será um prazer poder compartilhar o seu trabalho com nosso público. Preencha o formulário se tem interesse em participar. Link para inscrição: https://forms.gle/4KMQXTmVLFiTp4iC8 Selo saberes históricos Agora o Fronteiras no Tempo tem o selo saberes históricos. O que é este selo? “O Selo Saberes Históricos é um sinal de reconhecimento atribuído a:● Práticas de divulgação de saberes ou produções de conteúdo histórico ou historiográfico● Realizadas em redes sociais ou mídias digitais, voltadas para públicos mais amplos e diversificados● Comprometidas com valores científicos e éticos.”Saiba mais: https://www.forumsabereshistoricos.com/ Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo: Giro Histórico #42 Uma experiência de quase-morte na Idade Média. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva, Moises Antiqueira e Willian Spengler. [S.l.] Portal Deviante, 10/06/2025. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=65213&preview=true Expediente Produção Geral, Host e Edição: C. A. Arte do Episódio: Augusto Carvalho Trilha Sonora Start Vacuum – Karneef Whirlpool - The Mini Vandals Curse Of Old - Density & Time Risen - Density & Time What If So Then – Karneef Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio de hoje vamos contar uma fofoca não verídica sobre a Papisa Joana, uma mulher que teria reinado como papa e governado a Igreja Católica por dois ou três anos, durante a Idade Média.
Esta semana falamos da relação entre Portugal e o Dia Nacional das Maldivas, e sobre um caso de possessão demoníaca em Évora, nos finais da Idade Média.Sugestões da semana1. João Nisa e Paulo M. Dias - Aljubarrota: A batalha que derrotou os castelhanos e mudou o curso da história de Portugal. Desassossego, 2025.2. Katja Hoyer - Para Lá do Muro. Uma história da Alemanha de Leste. Vogais, 2025.----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Ricardo Neves Figueira, Cláudio Batista, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, NBisme, Oliver Doerfler;Alessandro Averchi, Alexandre Carvalho, Carlos Castro, Cláudia Conceição, Daniel Murta, David Fernandes, Domingos Ferreira, É Manel, Francisco, Hugo Picciochi, João Cancela, João Carreiro, João Pedro Tuna Moura Guedes, Jorge Filipe, Luís André Agostinho, Luisa Meireles, Manuel Prates, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa;Adriana Vazão, Alfredo Gameiro, Ana Gonçalves, Ana Sofia Agostinho, André Abrantes, Andre de Oliveira, André Silva, António Farelo, Bruno Luis, Carlos Afonso, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Catarina Ferreira, Diogo Camoes, Diogo Freitas, Fábio Videira Santos, Francisco Fernandes, Gn, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Félix, João Ferreira, Joel José Ginga, José Santos, Luis Colaço, Luís Miguel Couto, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Moreira, Nuno Silva, Paulo Silva, Pedro, Pedro Cardoso, Pedro Oliveira, Pedro Simões, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rúben Marques Freitas, Rui Curado Silva, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto, Zé Teixeira.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: "Hidden Agenda” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0Edição de Marco António.
Marc Bloch foi um historiador francês que se tornou um dos mais influentes do século XX. Tendo sido um dos fundadores da revista Annales, como ficou conhecida através das décadas, ele foi responsável por grandes obras de História, em especial sobre Idade Média, e deixou incompleto um livro que hoje se tornaria leitura de base em cursos de História pelo Brasil e outros países: Apologia da História ou o ofício do historiador. Convidamos Jougi Guimarães para conversar sobre a história de Marc Bloch e algumas de suas principais ideias sobre como se faz história.Adquira o curso O ofício do historiador para Marc Bloch por apenas R$ 29,90 CLICANDO AQUIUse o cupom HISTORIAFM para 15% de desconto, ou acesse o site pelo link https://creators.insiderstore.com.br/HISTORIAFM #insiderstore
Os Cavaleiros Templários foram uma poderosa ordem militar e religiosa da Idade Média. Fundada no início do século XII, sua missão era proteger peregrinos cristãos na Terra Santa. Com o tempo, os Templários se tornaram mais do que guerreiros, passaram a administrar fortificações, acumular terras e desenvolver um sofisticado sistema financeiro que os tornou extremamente ricos e influentes.No entanto, essa ascensão despertou a desconfiança de monarcas e da Igreja. Em 1307, o rei Filipe IV da França ordenou a prisão dos Templários, acusando-os de heresia e outros crimes. A ordem foi dissolvida, seu último Grão-Mestre, Jacques de Molay, foi queimado na fogueira, e seu imenso tesouro... simplesmente desapareceu.No episódio de hoje, os investigadores Andrei Fernandes, Rafael Jacaúna, Tupá Guerra, e Marcos Keller irão debater sobre o destino dessa fortuna que se tornou um dos maiores mistérios da história. Teria sido escondida antes da queda da ordem? Estaria enterrada em algum lugar da Europa ou até mesmo em outro continente?IMERSÃO ALURA GOOGLE GEMINI AQUI: https://www.alura.com.br/imersao-ia-google-gemini-ii?utm_source=influenciadores&utm_medium=mundofreak&utm_campaign=imersao-ia-google-gemini-iiTransforme ideias em projetos reais com a IA do GoogleAs inscrições são por tempo limitado, então garanta agora o seu lugar.Links:Apoia-se Mundo Freak: https://apoia.se/confidencialMundo Freak no Youtube
Quase um terço da população europeia deixando a vida em um pandemia de alguns anos! Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre o que foi a Peste Negra.-Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahoraConheça o meu canal no YouTube, e assista o História em Dez Minutos!https://www.youtube.com/@profvitorsoaresOuça "Reinaldo Jaqueline", meu podcast de humor sobre cinema e TV:https://open.spotify.com/show/2MsTGRXkgN5k0gBBRDV4okCompre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"!https://a.co/d/47ogz6QCompre meu primeiro livro-jogo de história do Brasil "O Porão":https://amzn.to/4a4HCO8Compre nossas camisas, moletons e muito mais coisas com temática História na Lolja!www.lolja.com.br/creators/historia-em-meia-hora/PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.comApresentação: Prof. Vítor Soares.Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre)REFERÊNCIAS USADAS:- SHREWSBURY, J. F. D. A History of Bubonic Plague in the British Isles. Cambridge: Cambridge University Press, 2005- NASCIMENTO, Flávia Vianna do. Sacerdotis profanus: a crítica ao clero em Decamerão de Giovanni Boccaccio. In: Semana de Historia da UFF, 2012, Niterói. Semana de História da Uff - Caderno de Resumos. Niteroi: Universidade Federal Fluminense, 2012.- PIRENNE, Henri. As cidades da Idade Média: ensaio de história econômica e social. 2. ed. Lisboa: Europa-América, 1964.- VILA-CHÃ, João J. “Renascimento, Humanismo E Filosofia: Considerações Sobre Alguns Temas E Figuras”. In: Revista Portuguesa de Filosofia, vol. 58.4, 2002. Disponível em: http://www.jstor.org/stable/40337719 Acessado em: 01/03/2016- SIMONI, Karine. De peste e literatura: imagens do Decameron de Giovanni Boccaccio. Anuário de Literatura (UFSC), v. 12, p. 3, 2007. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/literatura/article/viewFile/5447/4882
Neste episódio do podcast filosófico da Nova Acrópole do Brasil, o professor voluntário Tiago Grandi reflete sobre a dialética e o diálogo à luz da tradição filosófica, especialmente a clássica. A conversa percorre a história da dialética, desde suas raízes na Grécia antiga com Zenão de Eleia, Sócrates, Platão e Aristóteles, até sua evolução na Idade Média, no Renascimento, com Giordano Bruno, e na modernidade. Tiago destaca que a dialética, longe de ser apenas um método lógico, é também uma arte relacional. Inspirada no ideal socrático, ela exige escuta atenta, respeito mútuo, clareza de pensamento e um compromisso sincero com a busca da verdade. O diálogo filosófico, segundo Platão, é um exercício que aproxima o ser humano das ideias do Bem, do Belo, do Justo e do Verdadeiro, constituindo-se em um movimento de elevação da alma. Além do valor histórico, o episódio aborda a atualidade da prática dialética como instrumento de convivência harmoniosa e solução de problemas complexos, tanto em nível pessoal quanto social. A partir da experiência prática vivida na Nova Acrópole, o professor compartilha orientações valiosas para a vivência do diálogo como ferramenta de transformação individual e coletiva. A dialética é apresentada não apenas como método, mas como caminho para a união, para a purificação interior e para a construção de uma sociedade mais consciente e fraterna. Participantes: Tiago Grandi e Pedro Guimarães Trilha Sonora: Vienna Blood, Op. 353 – Johann Strauss
NerdCast História com um time especial no comandado! Vamos falar sobre a Inquisição espanhola e como foi esse período histórico da Idade Média. Baixe a versão Wallpaper da vitrine BABBEL Aprenda novas línguas com até 55% de desconto na Babbel: https://jovemnerd.page.link/Babbel_55_OFF_NerdCast HYPEZILLA Confira o novo podcast do hub Jovem Nerd: https://jovemnerd.page.link/Hypezilla 10 JARDAS Clique e conheça: https://www.10jardas.com/ PEDIDOS DE DOAÇÃO Pedido de Doação para Maria do Socorro Araújo dos Santos de qualquer tipo sanguíneo. Local para doação: HEMOAP - Av. Raimundo Álvares da Costa, 1093 - Central, Macapá - AP, 68900-074. Informar o nome e envio direto para o HE - Hospital de Emergência. CONFIRA OS OUTROS CANAIS DO JOVEM NERD E-MAILS Mande suas críticas, elogios, sugestões e caneladas para nerdcast@jovemnerd.com.br APP JOVEM NERD: Google Play Store | Apple App Store PARTE DA VITRINE: Randall Random EDIÇÃO COMPLETA POR RADIOFOBIA PODCAS T E MULTIMÍDIA