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Várias observações do Universo indicam que a matéria escura é um ingrediente fundamental do cosmos: é cerca de cinco vezes mais abundante do que a matéria normal e contribui para manter as galáxias coesas. Apesar disso, a sua detecção directa é um grande desafio, uma vez que as partículas que a constituem não emitem nem interagem com a luz. A RFI falou com a doutora Isabel Lopes, responsável do grupo Matéria Escura na Universidade de Coimbra. E se alguém lhe dissesse que tudo aquilo que conseguimos ver no Universo representa apenas cerca de 5% do que existe? Os outros 95% seriam, pois, matéria escura. A experiência LUX-ZEPLIN é uma colaboração internacional com 250 cientistas e engenheiros de 37 instituições dos Estados Unidos, Reino Unido, Portugal, Suíça, Austrália e Coreia do Sul. A doutora Isabel Lopes é responsável do grupo Matéria Escura do LIP, o Laboratório de instrumentação e física experimental de partículas, da Universidade de Coimbra. Ela começa por explicar o âmbito da experiência LUX-ZEPLIN. Essa experiência tenta detectar as partículas, hipotéticas porque não sabemos se elas sequer existem, que constituirão a matéria escura. A matéria normal, nós sabemos que é feita de partículas, então nós pomos a hipótese de que a matéria escura também seja feita de partículas. Só que não podem ser estas partículas que nós conhecemos. As propriedades da matéria escura não são de molde a serem compatíveis com as propriedades das partículas que nós conhecemos. De modo que são partículas desconhecidas. E então a experiência LUX-ZEPLIN tem um enorme detector numa antiga mina de ouro, a 1,7 quilómetros de profundidade, a ver se consegue detectar partículas dessa matéria escura que venham da periferia da nossa galáxia. Porque é que o detector está enterrado tão fundo? Estas partículas da matéria escura, nós sabemos que têm pouca probabilidade de interagir com a matéria normal, portanto, com o detector. Ao mesmo tempo, por exemplo, aqui à superfície da Terra, temos imensas outras partículas que vêm da atmosfera, que vêm dos materiais, até nós próprios irradiamos partículas. E, portanto, seria impossível distinguir, no meio de tanta partícula a interagir no detector, aquelas que nós procuramos, que são muito raras. Por isso, vamos lá para baixo, e assim, no nosso detector só vamos ver os sinais das partículas de matéria escura, quando eles aparecerem claro. Para tentar ver estes sinais, utilizam o xénon líquido. O que é e porque é importante nessa pesquisa? Pois são dez toneladas de xénon líquido e como a probabilidade destas partículas interagirem é muito pequena, nós temos que aumentar a massa das nossas partículas normais. São os átomos de xénon líquido, compostos por electrões, protões e neutrões. Por isso temos que ter muitos desses átomos. O xénon é bom porque ele tem um gás inerte, não é perigoso. Portanto daí a escolha do xénon. E é líquido porque sendo líquido é muito mais denso que sendo gás. Densidade significa que temos mais partículas por unidade de volume. E, portanto, conseguimos maior probabilidade de observar as tais partículas da matéria escura. Se uma partícula de matéria escura atravessar o detector, o que acontece exactamente? Vemos um sinal eléctrico, não no xénon directamente. No xénon directamente, essa partícula vai alterar os átomos, vai produzir luz. E essa luz que é uma luz no ultravioleta, vai ser detectada por uns sensores que nós temos no detector, no pote, digamos assim, cheio de xénon líquido. Temos um conjunto de sensores de luz no topo e na base. E então esta luz é detectada por esses sensores. Esses sensores convertem a luz num sinal eléctrico e o que nós vimos é nos computadores um sinal eléctrico. Depois há todo o trabalho de ver se o sinal eléctrico observado é compatível com que nós esperamos da partícula da matéria escura. E aí entra a física. Se o encontrassem matéria escura, o que mudaria na física? Isso me ajudaria imenso, porque é um mistério enorme. Termos provas de que exista matéria escura, que não só existe como é 90% de toda a massa do universo. Nós temos aqui na nossa galáxia toda um halo de matéria escura à volta da parte luminosa e que não sabemos o que é. E, portanto, além disso, seriam partículas novas, totalmente desconhecidas. Iremos ter que estudar todas estas partículas e ver se compreendemos o comportamento dessas massas. Era realmente uma revolução. Ao contrário, se o LUX-REPLIN terminar sem encontrar matéria escura, significa que não existe ou que temos de a procurar de outra forma? Já está a ser desenhado um detector ainda maior, também de xénon líquido, muito parecido com LUX-ZEPLIN, porque o tamanho importa muito. Portanto já está a ser desenhado esse detector que se chama XLZD. Essa é a fase seguinte. Prevê-se que esteja pronto para 2030, 2031 e depois, se esse não der, então temos que procurar outras maneiras. Nesses projetos, qual é o papel de Portugal? Há só uma instituição em Portugal a participar que é o LIP. E então nós fomos responsáveis e mantemos a manutenção. Fomos nós que desenhámos e construímos, digamos, o cérebro da experiência que se chama o sistema de controlo, que é o sistema, como o nome indica, que controla as várias partes do detector e toma a acção quando ela é necessária. Por exemplo, estas dez toneladas de xénon estão sempre a circular, não estão quietinhas no detector. Isso obriga a que abram e fechem as torneiras e sejam lidos muitos sensores. Esta experiência tem 10.000 sensores, para além dos sensores de luz, têm 10.000 sensores de pressão, temperatura porque o cheiro só é liquido a -100 graus. Também fizemos um sistema todo software para ir analisando os dados da experiência, ou seja, os sinais dos sensores de luz para ver se está tudo a correr bem. Isso é bastante complexo porque nós temos que ter a certeza que o detector está estável a um nível muito elevado. A precisão tem que ser muito grande. E agora somos responsáveis por analisar os dados à procura do tal sinal da matéria escura. Temos uma parte dessa tarefa. Portanto, temos várias valências. É um grupo que não é muito grande. Tem 12 pessoas, entre investigadores e estudantes. Fizeram uma operação de 417 dias entre 2023 e 2025, na qual não encontraram matéria escura, mas aprenderam muito. Considera que é um sucesso? Ah sim é um sucesso. Ela foi um sucesso. Nós já temos resultados posteriores a estes, mas estes foram um sucesso porque não só mostraram que era possível operar um detector tão grande. E, por outro lado, ficámos a saber um pouco mais da matéria escura, quanto, por exemplo, a sua potencial massa. Era Isabel Lopes, investigadora e responsável do grupo Matéria Escura do LIP da Universidade de Coimbra, que nos acompanhou neste magazine de Ciência.
A vida da igreja necessita de alguma estrutura para que haja ordem, organização e planejamento. Contudo, as estruturas são relativas e podem mudar conforme as circunstâncias. A essência, porém, não pode ser perdida. Por isso, precisamos nos perguntar constantemente: por que fazemos o que fazemos? Podemos estar envolvidos em muitas atividades, reuniões e responsabilidades e, ainda assim, nos afastarmos daquilo que realmente deve mover a nossa vida.Quando Jesus viu as multidões, compadeceu-se delas porque estavam aflitas e exaustas, como ovelhas que não tinham pastor.¹ Esse olhar de Jesus revela a essência do cuidado com as pessoas. Ele não agia apenas para cumprir uma tarefa, mas porque era profundamente movido por amor. Da mesma maneira, o chamado para ser e fazer discípulos não deve ser cumprido por obrigação, pressão ou ativismo, mas como resposta ao amor de Deus derramado em nosso coração.²Ao longo da caminhada, podemos nos cansar, desanimar ou nos frustrar quando as pessoas não correspondem como esperávamos. A própria Palavra nos orienta a não nos cansarmos de fazer o bem.³ Entretanto, os resultados não podem determinar se continuaremos amando e servindo. Fazemos o que fazemos porque fomos conquistados por Cristo e porque o Seu amor nos constrange a não vivermos mais para nós mesmos, mas para Aquele que morreu e ressuscitou por nós.⁴Discipular alguém não significa controlar sua vida, tomar decisões em seu lugar ou tentar realizar o trabalho que pertence ao Espírito Santo. Nosso papel é cooperar com Deus na formação de Cristo naquela pessoa, apontando-a para Jesus e ensinando-a a guardar Sua palavra.⁵ Isso exige tempo, disposição para ouvir, oração e cuidado. Muitas vezes não teremos respostas imediatas, mas podemos conduzir a pessoa para perto do Senhor e confiar na ação do Espírito Santo.Todos nós recebemos algo de Deus que pode ser repartido. Fomos chamados das trevas para a Sua maravilhosa luz com o propósito de proclamar as virtudes daquele que nos chamou.⁶ Talvez consideremos pequeno aquilo que sabemos ou vivemos, mas, nas mãos do Senhor, até uma palavra simples pode sustentar e transformar uma vida. Deus não procura somente pessoas muito qualificadas; Ele procura pessoas disponíveis. Cada discípulo pode cuidar de alguém, começando pelos de dentro da própria casa, e também alcançando aqueles que o Senhor coloca ao seu redor.Esse chamado não é um convite ao ativismo nem uma lei que produz condenação. É um chamado para nos aproximarmos do Senhor e permitirmos que o Seu amor governe nossas motivações. Amar o Senhor se manifesta principalmente em guardar os Seus mandamentos, não como uma imposição exterior, mas como resposta de amor e relacionamento com Ele.⁷Primeiro somos chamados a ser discípulos e, então, a fazer discípulos. Jesus ordenou que Seus discípulos fossem e fizessem discípulos de todas as nações, ensinando-os a guardar tudo o que Ele havia ordenado.⁵ Porque fomos amados, podemos amar; porque fomos alcançados, podemos cooperar para que outros também sejam alcançados. O amor entre os discípulos é uma expressão pela qual o mundo reconhece que pertencemos a Jesus.⁸ Essa é a essência que deve nos mover todos os dias, até que o Senhor venha.Perguntas para reflexão:Tenho compreendido por que faço aquilo que faço como filho de Deus ou apenas sigo uma estrutura e cumpro atividades?Ao cuidar de pessoas, tenho sido movido pelo amor de Cristo ou pela obrigação, pela cobrança e pela expectativa de resultados?Tenho procurado cooperar com a ação do Espírito Santo na vida das pessoas ou tenho tentado controlar suas decisões e produzir mudanças por minha própria força e influência?Quais pessoas Deus colocou ao meu redor para que eu as ame, ouça, sirva, ensine e ajude a se aproximarem de Cristo?¹ Mt 9.36² Rm 5.5³ Gl 6.9⁴ 2Co 5.14-15⁵ Mt 28.18-20⁶ 1Pe 2.9⁷ Jo 14.15,21⁸ Jo 13.35
Leia esse e outros textos acessando https://eutedigo.substack.com
E agora, quem ganha o Mundial? Noruega e Suíça caem de pé, Inglaterra e Argentina juntam-se a França e Espanha!
No episódio de hoje do DerivadoCast, colocamos a semana de séries em dia com muita coisa boa (e algumas despedidas)! Comentamos o terceiro episódio da nova temporada de House of the Dragon, a volta de Sugar para sua segunda temporada no Apple TV+ e a estreia de Os Casos de Harry Hole, nova aposta da Netflix.Também lamentamos o fim do querido TV Time, falamos da aguardada segunda temporada de X-Men '97, da série Elle no Prime Video e do novo especial de stand-up *Louis C.K., Ridiculous, na Netflix. E pra fechar, comentamos a estreia da terceira temporada de Silo, uma das séries de ficção científica mais elogiadas dos últimos anos.Um episódio recheado de estreias, retornos e muita opinião sincera. Dá o play!
O programa “Transmission Impossible” volta pelo terceiro ano consecutivo ao Festival de Avignon. Depois de Mathilde Monnier, desta vez é a coreógrafa brasileira Lia Rodrigues a dirigir o projecto de encontros entre artistas programados e meia centena de jovens de diferentes países, em cumplicidade com os artistas brasileiros Calixto Neto, Silvia Soter da Silveira, Cristina Moura e Daniella Lima. O projecto é um laboratório de experimentação e transmissão que consiste em fazer descobrir, durante 12 dias, o Festival de Avignon. “A ideia é a gente estar num momento juntos” e “a grande coisa está no nosso encontro”, resume Lia Rodrigues. Lia Rodrigues é uma figura de vulto da dança brasileira contemporânea, que, em 2026, completa 70 anos, 50 dos quais dedicados à sua arte. Nesta 80.ª edição do Festival de Avignon, a artista sucede à coreógrafa Mathilde Monnier na direcção artística do projecto "Transmission Impossible". Trata-se de uma imersão no festival de meia centena de estudantes de artes cénicas ou recém-diplomados, através de um percurso de encontros com artistas programados, espectáculos, debates e masterclasses. Lia Rodrigues descreve-nos este projecto como “um presente para os 70 anos” porque vê como “muito belo” conseguir reunir jovens do mundo inteiro com línguas diferentes. A criadora conta, ainda, que esta “Transmissão Impossível” acontece no “lugar precioso do possível”, ou seja, “o possível de a gente estar juntos, tanta gente de tanto lugar, falando tantas línguas num mesmo lugar, partilhando, falando, celebrando.” Ao longo de vários dias, o grupo trabalha, vê, debate, estuda em conjunto. Afinal, “a ideia é a gente estar num momento juntos” e “a grande coisa está no nosso encontro”, sublinha. A transmissão está-lhe no ADN, enquanto artista e cidadã. Lia Rodrigues transforma o que faz, em palco e fora dele, num espaço de intervenção social e política, numa ferramenta de reflexão crítica e transformação social. Lembramos, por exemplo, que a coreógrafa fundou a Companhia de Danças Lia Rodrigues, com a qual desenvolve, desde os anos 1990, um trabalho marcado pela aproximação entre arte e comunidade, pela crítica às desigualdades sociais e pela experimentação corporal. Desde 2004, Lia Rodrigues também desenvolve actividades artísticas e educacionais na Favela da Maré, no Rio, em parceria com a ONG Redes da Maré. Dessa colaboração nasceu o Centro de Artes da Maré, aberto ao público em 2009 e a Escola Livre de Danças da Maré, inaugurada em 2011. Doze dos estudantes dessa escola estão, por estes dias, no projecto “Transmission Impossible”, em Avignon, num total de cerca de meia centena de participantes. Fomos falar com a artista na Villa Créative, em Avignon, na primeira semana de trabalho. "Transmission Impossible": 54 artistas e a possibilidade de "mil trampolins" RFI: Como é que nos poderia descrever este projecto “Transmission Impossible”? Lia Rodrigues, Artista: “Esse projecto chega num momento muito especial para mim, como um presente para os meus 70 anos. Esse projecto primeiro foi criado por uma artista, a Mathilde Monnier, junto com o Festival de Avignon e a Fondation Hermès. Isso é muito importante, essa junção de duas instituições com um artista e criar um projeto pedagógico, como você falou, de vulto, porque reunir 54 jovens do mundo inteiro com línguas diferentes é muito belo, sabe? A gente está aqui durante duas semanas trabalhando intensamente.” Como é que imaginou essa transmissão com estes 54 jovens de tantos países? “Sabe que eu estou achando que o nome da Transmissão já diz em si: “Transmissão Impossível”. É impossível.” Porquê? “Porque a gente vê muita coisa. A gente trabalha o dia inteiro, mas tem um lugar precioso do possível: o possível de a gente estar juntos, tanta gente de tanto lugar, falando tantas línguas num mesmo lugar, partilhando, falando, celebrando, às vezes se irritando - porque o calor aqui está terrível - e vendo tantos artistas diferentes com visões do mundo diferentes.” Estar em contacto com estes jovens de todo o mundo é uma forma de aproximação num mundo cada vez mais polarizado? A dança acaba por ter esse papel transmissor? “Eu não acho que a dança tenha esse papel porque a dança não tem papel nenhum a não ser ser dança mesmo. Os alunos, os jovens que se formaram, são de diferentes áreas: de teatro, dança, iluminação, cenografia. E essa diversidade é muito linda porque eu aprendo com eles, eles aprendem com a gente. Então, não é só a dança, é o corpo na sua totalidade que se encontra e que partilha esse momento precioso juntos." O que é que uma artista com 50 anos de carreira ainda aprende com estes jovens? “Se a gente não aprende, a gente morre e eu não quero morrer agora porque eu ainda quero ver meus netos crescerem, eu quero ainda poder fazer coisas, criações. As pessoas mais velhas têm sonhos, elas ainda têm muito a dizer, a gente ainda tem desejo e eu acho isso muito legal de falar porque a gente fala de diversidade, mas a gente fala muito pouco sobre idade.” Essa é uma questão que a marca? “Mas sem dúvida! É impossível não marcar. Eu sempre falo: quando você tiver 70 anos me telefona para ver se você me encontra nesse lugar.” A juventude também contribui para a transmissão? “Tudo, a juventude, a idade, o encontro das gerações é muito lindo, sabe? É ver o passado, o futuro e o presente se misturarem. Quando você tem essa idade, você consegue ter mais acesso ao passado, presente e imaginar um outro futuro.” Gostaria que falássemos também do trabalho na Escola Livre de Dança da Maré, porque também há artistas que estão aqui em Avignon. Como é que o trabalho que faz lá ecoa em Avignon? O que representa para os bailarinos da Escola da Maré estarem cá? "Antes de eu ter esse encontro, que foi uma marca na minha vida como cidadã e como artista, eu já tinha a minha carreira como artista, mas eu tive um encontro muito forte, mediado pela Silvia Soter, que é a minha dramaturga, que foi o encontro com a Rede da Maré, que é uma organização que tem diversos projectos em várias áreas dentro da Favela da Maré. A Favela da Maré tem 140.000 habitantes e eles fazem projectos de educação, cultura, diversidade, questões da mulher, questões do racismo, questões do meio ambiente, questões de moradores de rua e usuários de crack, é muito amplo. Nós, Redes e eu, somos parceiros em dois projectos desde 2004. Nós criámos juntos o Centro de Artes da Maré, que é um lugar para todas as artes dentro da favela e, em 2011, a Escola de Dança da Maré. Desde o seu início, ela é patrocinada, sustentada e só pode existir porque a Fundação Hermès de França nos apoia há mais de 15 anos. Essa escola tem 300 alunos de 8 a 80 anos e um grupo de jovens que são 20, que são jovens artistas que querem talvez seguir a carreira. Dozes deles estão aqui. Nem todos são da Maré porque a gente também cria diversidade dentro da nossa escola. Eu acredito que essa experiência, como para qualquer um de nós e para mim também, é inesquecível.” Pode ser um trampolim para eles? “Os trampolins são muito pequenos. Eu adoro pensar na ideia de mil trampolins porque eles vão pulando de um lugar para o outro e vão conhecendo gente, conhecendo o trabalho, conhecendo gente da idade deles. Isso é lindo essa ideia de trampolim. Depois eles têm que cair na piscina, solitários, para poderem digerir toda essa experiência.” Como tem decorrido o projecto? Encontram os artistas, fazem ateliers de dança, por exemplo? “Primeiro, eu queria deixar claro que eu não faço divisão entre dança, teatro, artes visuais. Nós temos jovens que se formaram em escolas de cenografia, iluminação, teatro, dança, não são só de dança. Isso é muito legal também, o encontro dessas linguagens porque eu acho que elas não se separam finalmente. A gente tem um horário bem intenso, a partir das dez horas, e depois vê vários espectáculos, até à noite. A gente trabalha, tem entrevistas com os artistas que vêm aqui, é demais! Eles vêm-nos visitar, a gente conversa, vai ver espectáculos. Cada mentor, cada um desses mentores que me acompanham, têm formas diferentes de trabalhar, de partilhar, de transmitir. É uma loucura.” O público vai poder depois assistir ou debater com os jovens e consigo sobre este projecto? “A Fundação Hermès e o Festival de Avignon me abraçaram para eu poder realizar a ideia de que a gente não vai mostrar nada, mas a gente vai partilhar alguma coisa muito simples, muito preciosa. Essa é a ideia de a gente estar num momento juntos. É só isso. Não tem grandes coisas. A grande coisa está no nosso encontro.” A Lia Rodrigues está rodeada por artistas cúmplices neste projecto. São artistas com quem já trabalha há algum tempo. Quer-nos falar porque é que escolheu estes cúmplices para a acompanharem neste projecto de transmissão afinal possível? “Olha, é claro que eu não escolhi sozinha porque a gente trabalha com a Fundação Hermès, com o Festival de Avignon. Nós chegamos a um acordo, mas eu achei lindo eu poder escolher brasileiros só porque são pessoas que eu conheço há muito tempo, com as quais eu trabalho de formas diferentes e que eu me sinto a vontade, sabe? Eu tenho que ter pessoas em quem eu confio, que eu posso ficar assim, tranquila, porque eles vão ser generosos com os alunos. Eles têm as suas próprias ideias. Eu acho isso lindo. Então, eu me rodeei de pessoas com as quais eu me sinto confortável.” Nesta geografia dos apoios, incluindo financeiros, às artes performativas, ainda há muitas desigualdades entre o Norte e o Sul… “Claro! É tão óbvio. É só ler o jornal. É só ler os livros!” O que é seria preciso fazer para isso mudar? Avignon é um passo? “Precisa mudar o mundo, as relações internacionais, de força. É isso que precisa. O facto de nós estarmos em Avignon é maravilhoso, é lindo, mas quando você me pergunta isso, eu digo que tudo é conectado. É mudar uma área, mudar outra. E a educação e a guerra? Tudo faz parte do mundo em que a arte está incluída. Então, sem mudar o mundo, as relações de poder, a maneira muito colonial de ver o mundo que ainda existe ou as relações de poder e de força, isso não vai mudar.” A dança tem um papel nessa decolonizaçao? As artes performativas de uma forma geral podem conseguir mexer alguma coisa nas placas tectónicas políticas deste mundo? “Sim e não. Sim e não porque quem vê essas peças? Quantas pessoas podem ver essas peças? Em que lugar do mundo estas peças são vistas? Quem tem acesso a isso? Isso é uma questão que a gente precisa pensar bastante. Por exemplo, essa história de ecologia: ‘Ai, não vou pegar avião, não pode mais pegar avião', isso é uma das coisas mais coloniais que eu já vi na minha vida porque é um luxo poder não pegar avião e não estar no avião. Tem uma pessoa que eu admiro, e que foi muito importante no Brasil, que é o Chico Mendes, lá da Amazónia, que falou que fazer ecologia e pensar ecologia sem justiça social é só fazer jardinagem. E é isso que eu penso.” E pensar a dança sem justiça social? “Não é a dança, é a vida. Eu esqueço que eu faço dança. Para mim, eu sou uma cidadã, é isso que é mais importante na minha vida. Que mundo a gente quer para o futuro, sabe? Tanto faz se for com a dança, como jornalista, com qualquer profissão.” Este ano, o Brasil está no Festival de Avignon representado pela Lia Rodrigues, Carolina Bianchi, Christiane Jatahy, Wagner Moura. Este é um epicentro das artes cénicas do mundo. É importante para si estar em Avignon? “É tão importante quanto estar no Brasil. Cada lugar tem uma importância diferente. É maravilhoso que esses artistas que trazem as ideias deles tão lindamente aqui em Avignon, mas é muito bom que eles pudessem também ir para o Brasil, o que não acontece por questões de investimento, Então, se todos pudessem mostrar os seus trabalhos também no Brasil, seria maravilhoso. Eu acho que é o epicentro de alguma coisa, mas a gente tem vários epicentros no mundo da arte, da produção, só que existe a diferença de recursos para isso.” É um epicentro eurocêntrico? “Com certeza, mas é muito bom que ele exista. A gente tem que lutar para que ele exista e que para outros epicentros possam também existir. Eu acho maravilhoso ver esses artistas aqui, brasileiros, me emociona muito, me comove e me faz feliz. Queria que todo mundo pudesse vê-los.” Vamos ter uma peça sua em breve em Avignon? “Não tenho a menor ideia. Zero ideia e também é assim a vida. Eu estou aqui, eu já estou tão feliz de estar aqui, vendo e me relacionando com esse mundo aqui de Avignon. Isso é o maior presente para mim.”
Há um cavalo azul, artista, munido de um pincel e de poesia, que chegou a um dos palcos do Festival Off Avignon. Este é um ser movido por três partes “humanas” que o compõem e representa uma fábula dos tempos modernos num espectáculo visual e filosófico intitulado “Le Cheval qui peint”. A desenhadora de luz Joana Oliveira concebeu os ambientes crepusculares e poéticos da peça e falou-nos sobre a criação desta história do colectivo suíço Old Masters. “Le Cheval qui peint”, [“o cavalo que pinta”] está no Festival OFF Avignon até 16 de Julho. Este é um espectáculo do colectivo suiço Old Masters que cruza teatro, performance, dança, artes visuais e música, construindo um universo poético, absurdo e profundamente humano. E há três humanos que vestem a pele de um cavalo e tentam alinhar os seus corpos, gestos e ideias para avançarem juntos na mesma viagem, apesar da consciência da própria solidão e das ambições pessoais. Já o animal gosta de observar e pintar os humanos até ao dia em que se despede porque está horrorizado com tudo o que vê. A peça começa com um poema sobre o cavalo-artista e com um debate sobre o discurso a fazer para uma exposição de pintura. O espectáculo é encenado e coreografado por Sarah André, Marius Schaffter e Jerôme Stünzi e, em palco, há três intérpretes: Julia Botelho, Anne Delahaye e Marius Schaffter. Fomos conhecer Julia Botelho e também a desenhadora de luz Joana Oliveira para falarmos sobre este trabalho. Joana Oliveira começa por descrever “uma peça de teatro visual imersivo”, realizada por um colectivo, Old Masters, composto de três artistas oriundos do teatro, das artes visuais, da música e da performance. Por isso, este “é um espectáculo que é de teatro, mas é também de arte, de música, de poesia”. Tal como a composição musical, o desenho de luz tem um certo poder encantatório ao dar um ritmo ao espectáculo, mas também ao destacar as formas geométricas do espaço, ao esboçar atmosferas melancólicas e ao acentuar as cores solares e crepusculares do ambiente em palco. “Para mim, o desenho de luz é tão importante como a cenografia porque é ele que ajuda a desenhar o espaço e também a indicar as emoções ou a sugerir que emoções é que o cavalo está a viver naquele momento ou que emoções queremos dar ao público”, explica a artista portuguesa que vive na Suíça. O cavalo-pintor é representado pelos três intérpretes em palco que ora dançam e correm juntos, ora se investem em longos debates para tentar pôr o colectivo acima do individual. “A ideia é ter a presença de um artista, um artista estranho ou um colectivo de artistas, que tenta falar do mundo que o rodeia”, resume Joana Oliveira. Aqui, olha-se para a Humanidade através do olhar de um animal que, cansado do horror que vê, despede-se dos humanos de quem tanto gostou. Aqui – conta Joana – “os artistas deixaram de conseguir falar como humanos e fazem uma última tentativa, pegando no corpo do cavalo para ter um discurso, mas é um discurso de adeus porque, mesmo em figura de animal, não se conseguem mais exprimir.” Aqui, o animal escolhido é o mais dócil, apesar da natureza intrinsecamente selvagem, uma “figura mais fácil de acesso aos humanos” e ao público. Esta é também a metáfora de um colectivo de artistas que tenta trabalhar em conjunto e a metáfora de um mundo cada vez mais violento que muitos não conseguem encarar mais. “É mesmo impossível fazer um espectáculo que não seja político hoje. Isso estava presente desde o início. Também o facto de o cavalo-artista que não consegue falar mais porque ele está horrorizado com o que se passa no mundo, como ele somos milhões a continuar a estar horrorizados e a continuar a estar aqui no Festival de Avignon a apresentar espectáculos quando há guerras em vários países do mundo. Para o colectivo e para toda a equipa, era muito importante que isso estivesse presente no espectáculo porque esteve presente ao longo da criação. Na altura em que apresentámos o espectáculo em Genebra, havia a Flotilha para Gaza e isso afectou muito toda a equipa. Para nós, era importante pôr estas questões”, acrescenta Joana Oliveira.
Pelo terceiro ano consecutivo, o actor Lionel Cecílio volta a colocar o 25 de Abril de 1974 no calendário do Festival Off Avignon, com o espectáculo que ele escreveu e que interpreta, intitulado “La Fleur au Fusil”. Sozinho em palco, Lionel desdobra-se em várias personagens para nos contar a história da Revolução dos Cravos. Fomos conversar com ele depois do espectáculo. Oiça aqui a entrevista. O espectáculo “La Fleur au Fusil” é apresentado no Théâtre des Luciolles, no Festival Off Avignon, até 25 de Julho. É o terceiro ano consecutivo que este solo autoral está em Avignon e foi apresentado mais de 200 vezes pela França fora. A história conta a luta pela liberdade e a Revolução dos Cravos, a 25 de Abril de 1974, em Portugal, partindo da vida da sua avó Celeste e da busca das suas próprias raízes. Sozinho em palco, Lionel viaja entre passado presente, entre realidade e ficção e desdobra-se, de forma impressionante, em 16 personagens: ele próprio e a avó Celeste, o avô Zé, o tio-avô Chico, torcionários da PIDE, e muitos outros. As personagens que ele incarna, incarnam outras personagens anónimas e históricas: Celeste é a avó, mas também representa a mulher que distribuiu cravos no 25 de Abril, assim como as mulheres que foram torturadas pela PIDE e as mulheres que emigraram para França. O futuro marido dela, Zé, incarna vários capitães do Movimento das Forças Armadas que estiveram na guerra colonial, que fizeram o 25 de Abril nos bastidores, nas ruas, na tomada da Rádio Renascença ... O irmão da avó, Chico, representa um capitão que deserta da guerra colonial, que vive “a viagem a salto” para França e que entra na história da gravação da Grândola Vila Morena no Château de Hérouville. Como no seu espectáculo anterior, “Mémoires dans les voyages d'un fou”, mais uma vez, Lionel Cecílio homenageia a sua dupla cultura franco-portuguesa, com as suas ausências e silêncios. O actor/autor quebra silêncios íntimos e colectivos e reclama simbolicamente a transmissão da memória familiar. Lionel fala, por exemplo, da miséria dos portugueses nos bairros de lata em França nos anos 60 e 70, mas também aborda a deserção e a luta clandestina contra a ditadura, dentro e fora de Portugal, assim como a implacável tortura da PIDE, nomeadamente sobre as mulheres, um tema ainda hoje difícil de abordar para muitas. “Não hei-de morrer sem saber qual a cor da liberdade” é uma das frases mais simbólicas do espectáculo. Oiça a entrevista sobre a peça neste programa.
Ao longo da caminhada cristã, somos chamados não apenas a abandonar o pecado, mas também tudo aquilo que, embora seja lícito, se torna um peso e nos impede de correr com perseverança a carreira que Deus nos propôs. A Palavra nos exorta a manter os olhos fixos em Jesus, deixando de lado tudo o que desvia nossa atenção ou enfraquece nossa comunhão com Ele (1 Coríntios 6:12; Hebreus 12:1-3). Por isso, somos convidados a examinar sinceramente o nosso coração, permitindo que o Espírito Santo revele aquilo que precisa ser deixado para trás.As Escrituras nos apresentam uma grande nuvem de testemunhas que perseveraram olhando para Cristo acima de qualquer circunstância. Paulo considerou tudo como lixo, porque encontrou em Jesus um tesouro incomparável (Filipenses 3:7-10). Moisés abriu mão das riquezas e dos privilégios do Egito, preferindo sofrer com o povo de Deus por causa da esperança em Cristo (Hebreus 11:24-26). Esses exemplos nos ensinam que a verdadeira liberdade não consiste em possuir todas as coisas, mas em viver desprendidos de tudo aquilo que compete com o Senhor em nosso coração.Da mesma forma, muitos irmãos ao longo da história testemunharam que vale a pena permanecer fiéis, mesmo em meio ao sofrimento. A perseverança daqueles que colocaram Cristo acima de suas próprias conveniências nos encoraja a confiar que o amor de Deus é maior do que qualquer dor e que nenhuma circunstância pode impedir os Seus propósitos. Essas vidas nos lembram que o peso mais perigoso nem sempre é o sofrimento, mas tudo aquilo que nos prende às preocupações, aos interesses e aos valores deste mundo, desviando nossos olhos da eternidade.A resposta para vencer esses pesos não está em nosso próprio esforço, mas na vida que recebemos em Cristo. Fomos ressuscitados com Ele e somos chamados a buscar as coisas do alto, onde Cristo vive, deixando que Sua vida governe nossos pensamentos, escolhas e prioridades (Colossenses 3:1-3). Quanto mais permanecemos nele, mais aprendemos a confiar no cuidado do Pai, a entregar nossas ansiedades e a viver na liberdade para a qual Cristo nos libertou (Gálatas 5:1). Seu jugo é suave e Seu fardo é leve, porque Ele mesmo caminha conosco.Que esta seja uma oportunidade para sondarmos o nosso coração diante do Senhor. Mais do que identificar pecados, somos chamados a reconhecer também os pesos que têm enfraquecido nossa caminhada e impedido nosso crescimento espiritual. Ao fixarmos os olhos em Jesus, encontramos forças para abandonar tudo o que nos afasta dEle e prosseguir com alegria na carreira que nos foi proposta, vivendo para a eternidade e aguardando com esperança o cumprimento de todas as Suas promessas.
Devocional do dia 03/07/2026 com o tema: Na boca do leão Passei por uma experiência interessante em Moçambique, na África. Depois de dias ensinando sobre a Bíblia, tive a oportunidade de participar de um safari. Fomos em um Jeep aberto com quatro participantes mais o motorista, que estava armado, não para caçar, mas para nos defender, caso fôssemos atacados por algum animal. Foi interessante porque vimos, literalmente, milhares de animais que enchiam as savanas. LEITURA BÍBLICA: Daniel 6.1-28 O meu Deus enviou o seu anjo, que fechou a boca dos leões (Dn 6.22a).See omnystudio.com/listener for privacy information.
Fomos conhecer os bastidores e a rotina do Colégio Resgate, em uma visita especial com Daniel Ribeiro, seu fundador. A instituição faz parte da Associação Mãe da Divina Misericórdia – Comunidade Resgate, fundada em 29 de agosto de 2001. Tem como base uma educação unida à fé, alinhada à doutrina e ao trabalho de evangelização da comunidade.
TEMPO DE REFLETIR 01801 – 20 de junho de 2026 João 2:1 e 2 – No terceiro dia houve um casamento em Caná da Galileia. A mãe de Jesus estava ali; Jesus e Seus discípulos também haviam sido convidados para o casamento. Entre todas as categorias de milagres que Jesus poderia ter escolhido para iniciar Seu ministério, Ele apostou na transformação da água em vinho numa festa de casamento. Talvez tenha feito essa opção porque o casamento seja uma das áreas da vida com mais carência de milagres. A celebração, à moda do antigo Oriente Médio, deveria durar uma semana. Alegria, risos, conversas, lembranças, histórias, promessas, votos de felicidade, comida, vinho, muito vinho, todos os itens que caracterizam uma boa festa estavam presentes. Tudo parecia perfeito. Entretanto, a certa altura, o vinho secou. Sem vinho, a festa também chegaria ao fim. Não sabemos o que aconteceu. Talvez tenha comparecido mais parentes, amigos, convidados e “penetras” do que se esperava. Afinal, o casamento era um evento público. Quem sabe estivesse muito quente. Ou eventualmente a presença de Jesus tivesse atraído muitos curiosos. O fato é que, para embaraço dos noivos e de seus pais, a festava estava ameaçada. Felizmente, os noivos tinham convidado Jesus. Apontando na direção de “seis potes de pedra, do tipo usado pelos judeus para as purificações cerimoniais”, cada pote cabendo entre 80 e 120 litros (v.6), Jesus falou para os garçons enchê-los de água. Depois, disse para levarem um pouco do vinho para o encarregado da cerimônia. Categoria superior, melhor que os produtos importados, o puro vinho surpreendeu a todos. As talhas vazias, símbolos do formalismo e do esgotamento da antiga religião judaica, agora estavam cheias de alegria, vida e felicidade. A festa podia continuar. A vida humana em seus momentos mais felizes, como o casamento, pode se tornar árida e sem graça. A provisão de vinho, dinheiro, saúde, paciência, bondade, humor, beleza, charme e amor acaba-se no melhor momento. O estoque humano não é infindável. Nosso suprimento de felicidade é precário e vulnerável. Nessas horas, o que devo fazer? Só há uma pessoa que pode encher as talhas de vinho novamente, um vinho melhor do que o anterior. Mas, para isso, você precisa convidar Jesus para seu casamento e fazer o que Ele mandar. Se você agir assim, pode servir o melhor vinho agora, em abundância, pois se acabar, Ele providenciará mais. Caso um dia falte “vinho” no seu lar, peça para Jesus fazer um milagre. Por isso, nunca deixe Jesus de fora de sua festa. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Senhor, quero convidar-Te para o meu lar e para o lar – para o casamento de cada um de meus ouvintes. Em alguns casos, o vinho já acabou – amor já desapareceu. Tu és a fonte do amor, ó Pai. Por favor, encha as talhas desses corações com o Teu amor. Confiamos no Teu milagre. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Como se esbanja por aí a eternidade, como se sacodem as suas pulgas, condenando os melhores vícios, a desordem sábia, e abrimos mão dos verdadeiros triunfos, da íntima noção dessas alegrias humildes, desse calor das existências comuns, do tempo em que os homens nasciam à beira das paixões e o único imperativo era não se afastarem demasiado. Mas, agora, precisam dar a volta, atravessar a perda de si mesmos, para reencontrarem algum sentido nas coisas que dizem e sentem, descobrindo com grande custo a «bela língua obscura dos condenados à morte», pois nesses renasce o fascínio pelos dias, pela sucessão de instantes que se ganha, se expande, e deles se ouve esse «soluço ilegível na frase humana», desbravando a perda, «a agonia nessa fronha desbotada,/ a vida finalmente vencida, a afonia,/ o tempo finalmente corroído, abolido…» Fomos apressados de tal modo e tão consistentemente que nalgum desvão nos livrámos de nós próprios. «Despacha-te. Eis a alegria e a miséria dos homens», escreve Benjamin Fondane. Porque todos sabemos que «os massacres começam pelo trigo», e que «o pão não brota da árvore do sono», fomos levados a fazer tanto, a sacrificar as melhores horas, tamanha energia apenas para não nos virem com a conversa. Basta pensar no muito que os homens suportam para não recair sobre eles a ênfase moralizadora dos demais. Mas enquanto a Terra segue e se afunda toda ela no não-ser, no vazio, o maior luxo é virar costas, não perder tempo entre esses que se mostram estranhos à sua própria vida, arrastar alheadamente o balão de soro do ócio de um lado para o outro, desfraldado, procurando escutar de tempos a tempos, na linha, nas zonas desumanas da produção, alguma réstia do espírito, alguém que solte «o grito agudo dos índios selvagens». Essa é a única música em que ainda pode confiar-se. Enquanto se multiplicam por toda a parte os deuses da vergonha, a linguagem está submetida a essas figuras de estilo com que se adornam os seres vencidos, dançando mecanicamente ao sabor de uma «música suja e intermitente, / como uma velha dor de dentes fiel e palpitante». E se tantos se queixam, se é a própria pele que soluça no vazio, se tantos lançam um olhar suplicante ao redor, só encontram a mesma expressão, o mesmo desalento: «não consigo sair desta armadilha infinita». «A fonte da vida afasta-se, está tão longe», adianta Fondane, parece que assistimos a uma «invasão-fantasma», e continuamos à procura de um peso, de algum sabor que nos leve noutro sentido… «Vidas gastas à procura de outras vidas gastas/ procuramos os nossos prazeres com órgãos desgastados»… «No cinema os homens estão lado a lado/ com o mesmo coração e as mesmas entranhas,/ desprendidos, estranhos à sua própria vida/ enterraram-na dentro de si como uma afronta que se oculta/ a sua própria vida no entanto que não ousam beijar na boca,/ que arrastam consigo, como um velho guarda-chuva,/ — esses velhos guarda-chuvas que se esquecem nos bancos de um eléctrico —». Por toda a parte a relação desses elementos impiedosos, enquanto um mundo de desejos equívocos nos encurrala aqui e ali, e os profetas dizem o que já sabemos, erguem mundos paralelos de forma a traduzir com um apelo fantástico o mesmo mal, como os homens são levados a trair-se intimamente, e, de tão propalados esses sóis da fome, deixam-se instruir, adaptam-se ao consumo da carne humana. «A formulação tortuosa do juridiquês», diz-nos Frank Herbert, «desenvolveu-se a partir da necessidade de ocultarmos de nós próprios a violência que tencionamos exercer uns sobre os outros. Entre privar um homem de uma hora da sua vida e privá-lo da própria vida existe apenas uma diferença de grau. Exerceste violência sobre ele, consumiste a sua energia. Elaborados eufemismos podem disfarçar a tua intenção de matar, mas, por detrás de qualquer exercício de poder sobre outrem, subsiste sempre a mesma pressuposição última: 'Eu alimento-me da tua energia.'» Por estes dias, vemos desenrolar-se esse argumento insidioso a favor de um aviltante darwinismo, lógicas de selecção social que instalam entre esse elemento de predação constante, criando-se a legitimidade moral para que cada um viva a sua vida como denúncia da fraqueza daqueles que não suportam a naturalidade de todo este enredo pavoroso. Os desempregados e os que se recusam a trabalhar são vistos como a pior corja, há um ódio crescente ao ocioso que, ao contrário dos demais, não dá o litro nem aspira a nenhum título, «antes procura saciar-se com apropria vida, sem os sucedâneos da técnica nem a multiplicidade de mercadorias», como escreve Vivian Abenshushan. «Prefere a despreocupação daquele que nada tem a perder à ansiedade permanente do investidor. A sua forma de vida é excêntrica, uma escolha soberana, marginal, distinta dos valores hegemónicos. Por isso, a sociedade não tolera o ocioso. Um bárbaro. Um inútil. Um desertor hedonista. Um imoral. Entregue ao gozo quotidiano e simples da existência, em que o encontro com os outros e a cooperação voltam a ser possíveis, o ocioso não pode despertar senão intranquilidade e suspeita. E há razões para isso: em toda a desocupação voluntária, prevalece o desprezo pela vida oficial, repleta de formalidades que destroem a saúde mental dos cidadãos. Os que insistem em ver no ocioso o cúmulo da indiferença, um ser apenas vivo, um chulo, e se sentem incómodos na sua companhia, fazem-no porque por detrás dele espreita um perigo: o deslocamento da normalidade, considerada intolerável pelo ocioso, para a esfera do jogo ou do carnaval. Este descarado vira tudo de pernas para o ar. É um provocados (mais insolente do que indolente), pois cometeu o pecado da singularidade, sempre à margem da vida gregária do trabalho, onde as pulsões particulares mal palpitam sob a repetição mecânica.» Alguém sempre nos dirá que por conta desses vícios, todos os outros se vêem obrigados a arcar com o peso, redobrar os seus esforços, trabalhar na sua vez. Mas em que tanto trabalham senão para degradar as próprias condições de vida? Enquanto isso, vemos como o Estado instiga essas formas de cupidez, impõe horas de trabalho obrigatório, institui os subsídios ao salário e o chamado ‘trabalho cívico', sempre num esforço de reduzir e desvalorizar cada vez mais os custos com a mão-de-obra, fomentando e legitimando em grande escala o proliferante sector que apenas vive dos baixos salários e do trabalho de miséria. «O único sentido de toda esta impertinência consiste em levar o maior número possível de pessoas a não apresentar qualquer pretensão ao Estado e em exibir perante os excluídos instrumentos de tortura suficientemente monstruosos para que qualquer trabalho de miséria lhes pareça comparativamente mais aceitável», lê-se no Manifesto Contra o Trabalho, do Grupo Krisis. Podemos dar-lhes todos os argumentos, listar os indicadores em sentido contrário, explicar os efeitos desastrosos de toda a esta actividade imparável, tanta dela contribuindo apenas para o regime geral de sobreprodução, desperdício, dominação, opressão… Preferem sempre lançar-se nos braços dos nossos verdugos. No fundo, estão tão longe das paixões que noutros tempos explicavam a própria multiplicação, que só o trabalho explica as suas existências. Refastelam-se no cadáver de todos os deuses antigos, gostam de sentir a carne ferida pelos galos mecânicos, ouvem como o anúncio do muezzin o som cada vez mais exausto da vida, prestam culto a esses desastres encadeados. Que pode interessar-lhes o que tenham a dizer os filósofos? «E eu disse à minha própria esperança: Que queres de mim?/ Porque me atormentas incessantemente?» A estupidez mais do que uma convicção, tornou-se uma religião. É a ladainha daqueles que de forma inconsciente foram incorporando a máquina, e que têm a fábrica ou o escritório como o último templo, e têm uma fúria absurda contra tudo esses lirismos heréticos dos que pensam. Vão fazer do homem uma coisa tão descartável como todo esse lixo que tantos os orgulha. Horizontes a perder de vista de lixo. Mas como suprema provocação, em qualquer clareira, lá estará um tipo encostado seja ao que for, a ler uns versos, algo que destoe de toda essa canção rançosa que absorve a existência. E, assim, à margem deste tempo de raiva e loucura, algum filósofo-poeta como Cioran será lido por algum provocador-ocioso, que se compensará de toda essa estupidez, deixando-se estar, rindo de quem trabalha por trabalhar, deleitando-se num esforço estéril, imaginando que é possível realizar-se através de um labor assíduo. Lendo, rindo-se… «O trabalho permanente e ininterrupto embrutece, trivializa e despersonaliza. O trabalho desloca o centro de interesse do homem do domínio subjectivo para o domínio objectivo das coisas. Em consequência, o homem deixa de se interessar pelo seu próprio destino e fixa-se nos factos e nos objectos. Aquilo que deveria ser uma actividade de transfiguração permanente torna-se um meio de exteriorização, de abandono de si mesmo. No mundo moderno, o trabalho significa uma actividade puramente exterior; o homem já não se faz a si próprio através dele, faz coisas. O facto de cada um de nós ter de possuir uma carreira, de entrar numa determinada forma de vida que provavelmente não lhe convém, ilustra a tendência do trabalho para entorpecer o espírito. O homem vê o trabalho como algo benéfico para o seu ser, mas o seu fervor revela a sua inclinação para o mal. No trabalho, o homem esquece-se de si; mas esse esquecimento não é simples nem ingénuo, é antes aparentado com a estupidez. Pelo trabalho, o homem passou de sujeito a objecto; por outras palavras, tornou-se um animal diminuído que traiu as suas origens. Em vez de viver para si próprio — não de modo egoísta, mas para crescer espiritualmente — o homem tornou-se o miserável e impotente escravo da realidade exterior. Para onde foram o êxtase, a visão, a exaltação? Onde está a loucura suprema ou o prazer autêntico do mal? O prazer negativo que se encontra no trabalho participa da pobreza e da banalidade da vida quotidiana, da sua mesquinhez. Porque não abandonar este trabalho inútil e recomeçar sem repetir o mesmo erro dispendioso? Não bastará a consciência subjectiva da eternidade? Foi precisamente o sentimento da eternidade que a actividade frenética e a agitação do trabalho destruíram em nós. O trabalho é a negação da eternidade. Quanto mais bens adquirimos no reino temporal, quanto mais intenso é o nosso labor exterior, menos acessível e mais distante se torna a eternidade. Daí a perspectiva limitada das pessoas activas e enérgicas, a banalidade dos seus pensamentos e das suas acções. Não oponho o trabalho nem à contemplação passiva nem a um vago devaneio, mas a uma transfiguração irrealizável; apesar disso, prefiro uma preguiça inteligente e observadora a uma actividade intolerável e tirânica. Para despertar o mundo moderno, seria preciso elogiar a preguiça. O preguiçoso possui uma percepção infinitamente mais aguda da realidade metafísica do que o homem activo.»
O que será que Steven Spielberg nos quer revelar com este filme? Fomos descobrir e revelamos tudo neste episódio. Neste episódio, falamos de notícias, o que andamos a ver, fazemos a review do filme 'Disclosure Day' e terminamos com spoilers.NOTÍCIASLázaro fala sobre um novo projeto de Michael Hirst (URL);Barreto fala sobre o lançamento de um projeto sobre Steven Spielberg (URL);Erick fala sobre os aspetos finais do negócio do século (URL), updates sobre o projeto de ‘Monopoly' (URL), um novo projeto de Ridley Scott (URL), o terceiro filme da saga '21 Jump Street' (URL), um novo record de ‘Michael' (URL), um novo membro no casting do projeto dos Beatles (URL), uma saída do ator no projeto de ‘Helldivers' (URL), o final das filmagens de dois filmes (URL) (URL).O QUE ANDAMOS A VER?LázaroThe Dead Don't Die (2019)See How They Run (2022)The Devil's Advocate (1997)BarretoDexter (Todas as temporadas)Dexter: Original Sin (1ª Temporada)Dexter: New Blood (1ª Temporada)Dexter: Resurrection (1ª Temporada)Ted (1ª/2ª Temporada)Silo (1ª temporada)ErickBig Mistakes (1ª Temporada)Unchosen (1ª Temporada)Alice and Steve (1ª Temporada)Para a semana vamos fazer review do filme 'Toy Story 5'.Até lá, bons filmes.**Música Original produzida por António Capelo (https://capelo.me)Sigam-nos em:https://twitter.com/peliculapodcasthttps://instagram.com/peliculapodcasthttps://facebook.com/peliculapodcast
Quando entendemos que Deus nos amou desde a eternidade, nossa fé se fortalece, porque sabemos que nada pode nos separar desse amor — nem presente, nem futuro, nem qualquer circunstância. Esse amor eterno se manifesta na história da salvação: Deus planejou desde sempre enviar Seu Filho para nos resgatar, e o Espírito Santo para nos selar e conduzir. Isso mostra que nossa vida não é fruto do acaso, mas parte de um propósito divino que já estava no coração de Deus.#conscienciacrista #CC2026 #aigrejadecristo #vidacrista #eternidade #amor #proposito
TEMPO DE REFLETIR 01790 – 9 de junho de 2026 Lucas 5:9 – Pois ele e todos os seus companheiros estavam perplexos com a pesca que haviam feito. Ambiente de beira-mar. O mar azul e translúcido. Você escuta as ondas em marola quebrando preguiçosamente na praia, ou dando “tapinhas” no casco dos barcos. Sente em seu rosto o ar salgado. Um cheiro forte de peixe e restos de peixe. Ao caminhar pela areia grossa, você vê conchas quebradas, barracas abandonadas com areia acumulada à entrada. Mais adiante, vê pescadores que limpam as redes dos sargaços e de peixes que ninguém comprava. Acabavam de chegar de uma noite de pesca fracassada. Eram dois pares de irmãos, sócios de uma pequena companhia pesqueira. Mas aquela seria uma manhã diferente, porque Jesus subiria com eles no barco. Ele utiliza coisas comuns para realizar coisas incomuns. Utilizou os instrumentos e o barco deles para demonstrar o que pode ser feito quando nos colocamos em Suas mãos. O mundo vê fracasso nas redes vazias. Jesus vê oportunidades. Às vezes, fracassamos justamente onde tínhamos a certeza de que nos sairíamos bem ou em nossa área de maior conhecimento. Jesus mostra aquilo que podemos fazer quando obedecemos ao Seu mandado. Ele está sempre animando e dando uma segunda oportunidade. Apesar de dizerem: “Já demos tudo o que podíamos”, Jesus os convidou a ir além do que sua limitada visão do poder divino conseguia ver. Ele quer nos tirar da comodidade, da segurança e das limitações que nos autoimpusemos. Ele diz: “Seu potencial é bem maior do que você pensa.” O desafio era o alto-mar, o risco, o desconhecido. Jesus esconde Suas surpresas até que O sigamos. Não havia detector de cardumes, as águas do mar não resplandeceram, nem as redes brilharam. A surpresa não veio até o momento em que se atreveram a lançar novamente as redes. Ao ver as redes cheias, Pedro percebeu que estava na presença do Senhor que tudo pode, e reconheceu sua impureza: “Afasta-Te de mim, Senhor, porque sou um pecador” (v. 8). Hoje você estará no seu trabalho, fazendo coisas comuns e incomuns, e poderá ter um dia banhado pela graça de Deus. Se seguirmos Sua palavra, o dia terá sido de boas surpresas. Por que não convidar Jesus a entrar no seu barco hoje? Vamos orar? Grande Deus e Pai: obrigado por Tua graça maravilhosa. Por favor, entre no barco de nossa vida. Tome conta de todas as coisas, Pai. Transforma tudo do Teu jeito. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Demóstenes Torres tem uma das trajetórias mais peculiares da história jurídica e política brasileira. Ex-senador, ex-promotor e Procurador-Geral de Justiça de Goiás. Um nome que o país inteiro já debateu.Mas não foi sobre isso que conversamos.Fomos muito bem recebidos em seu escritório para falar sobre "o lado B do disco". Arte, música e a influência de tudo isso na formação de um jurista, na construção do raciocínio, na sensibilidade que o Direito exige e raramente reconhece.Tem muito advogado técnico. Poucos com esse tipo de repertório.
Mensagem do Culto de Celebração (07/06/2026).Nesta ministração somos desafiados a entender que o chamado de Deus exige mais do que desejo, exige coragem. Muitas vezes sabemos o que Deus espera de nós, mas o medo, a acomodação e as distrações nos impedem de responder plenamente à Sua voz.Ao longo da mensagem, somos confrontados com oito decisões que moldam uma vida de propósito. Decisões como permanecer despertos espiritualmente, buscar intimidade com Deus, abandonar a fuga, vencer a intimidação e correr os riscos necessários para viver aquilo que o Senhor nos confiou.Também aprendemos que Deus usa processos, desafios e até circunstâncias desconfortáveis para nos impulsionar em direção ao nosso destino. As "Peninas" da vida, as aparentes impossibilidades e os momentos de pressão podem se tornar instrumentos para fortalecer nossa fé e ampliar nossa dependência dEle.Por fim, somos lembrados de que o chamado não é apenas sobre nós. Fomos chamados para gerar vida, discipular pessoas e participar daquilo que Deus está construindo na Terra. O Reino avança quando homens e mulheres escolhem responder com coragem ao propósito que receberam.
É junho e a primeira live do mês , neste dia 6, vai tratar do conteúdo de uma obra revolucionária que acaba de ser lançada: "O Papado dos Espíritos". Nos "Embalos de Sábado à Noite do ECK", neste 6 de junho, estaremos recebendo o autor do livro, André Marouço (SP) para abordar como se entrelaçam, como dizia Herculano Pires, as DUAS HUMANIDADES. Nos debates, Wilson Custódio (SP) e Marcelo Henrique (SC), sendo que este último também atua, como de costume, na moderação.Diante do "Papado" é oportuno questionar.1) Existem PAPAS no Espiritismo? Então, quem foram e são eles?2) A partir do conceito de mundividência (Herculano Pires), conjugando as realizações das DUAS HUMANIDADES (a dos encarnados e a dos desencarnados), os fatos históricos planetários têm ou não a influência direta dos Espíritos (seres invisíveis)?3) A semelhança de fatos e acontecimentos reais com as situações descritas num livro de inspiração mediúnica pode ser considerada "mera coincidência"?4) A história espiritual da Humanidade, considerando as realizações humanas, terrenas sofreu ou não influência das Inteligências Invisíveis? 5) Os personagens da obra literária, conforme os relatos, realizam reuniões em "ambientes" similares aos da realidade físico-material. Onde se situame tais ambiências?6) Kardec imaginou romântica e ufanisticamente um outro futuro para a nossa Humanidade, a partir da divulgação das ideias espíritas. Fomos nós, os encarnados, que erramos ao não materializar tal futuro?7) O Espiritismo parece definhar diante de outras filosofias e ideologias religiosas. Ainda há condições para as ideias espíritas confirmarem a máxima kardeciana de que o Espiritismo se tornaria crença comum entre os homens da Terra?
Fomos o primeiro país ocidental a abolir a pena de morte, mas o último a acabar com a escravatura. Mergulhamos no dia em que centenas de escravos desembarcaram pela primeira vez em PortugalSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O handebol de Orleans começou a temporada com resultados positivos e já coleciona conquistas importantes. Sob o comando do treinador Diego Cifuentes, que recentemente iniciou um novo projeto esportivo no município, as equipes vêm se destacando em competições regionais e estaduais. No último sábado (30), a equipe masculina cadete (Sub-16) de Orleans conquistou o título da 19ª Copa Madegil de Handebol, realizada em Cocal do Sul. A competição é considerada uma das principais do calendário regional da modalidade e serve como preparação para a fase Sul da Olimpíada Estudantil Catarinense (Olesc). Segundo Diego Cifuentes, a conquista tem um significado especial devido à importância do torneio para o desenvolvimento das equipes da região. “A Copa Madegil é uma competição em nível regional e existem poucas competições desse porte na nossa região para a modalidade. Além disso, ela serve como preparação para a fase regional Sul da Olesc”, destacou o treinador. Além do bom desempenho dentro das quadras, Diego ressaltou a receptividade encontrada em Orleans desde o início do projeto. De acordo com ele, o trabalho tem recebido apoio da Secretaria Municipal de Esportes e da administração municipal, o que tem contribuído para o crescimento da modalidade na cidade. “Fomos muito bem acolhidos pela Secretaria Municipal de Esportes e pelo prefeito Fernando Cruzetta. Existe uma procura bem grande pela modalidade de handebol no município e as crianças estão se identificando e gostando desse novo esporte. Estamos muito felizes com essa parceria”, afirmou. Já no domingo (31), Orleans participou da primeira rodada da Liga Estadual Infantil de Handebol, realizada em Camboriú. Na estreia, a equipe venceu o município de Içara e acabou sendo superada por Brusque. A competição terá novas etapas ao longo do ano e a intenção da equipe é trazer uma das próximas rodadas para Orleans, aproximando ainda mais a comunidade da modalidade. “Temos a intenção de trazer a segunda rodada para o município de Orleans, para que a população, as crianças e as famílias possam prestigiar o handebol”, explicou Diego. Após encerrar suas atividades em Lauro Müller, onde ajudou a fortalecer a modalidade ao longo dos últimos anos, Diego Cifuentes inicia um novo ciclo em Orleans. Em pouco tempo de trabalho, os resultados já começam a aparecer, refletindo o potencial do projeto e o engajamento dos jovens atletas da cidade.
O dia 1 de Junho é o Dia Mundial da Criança, mas foi celebrado de norte a sul do país no fim-de-semana. Em Cascais, a radiomiudos.pt esteve a fazer emissão ao vivo e nós fomos lá conhecer alguns dos locutores: Joana Rocha de 11 anos, André Almeida de 13 e Sara Claro de 18. Aproveitamos para lhes perguntar o que é que mudavam no mundo. No meio das piadas, sugeriram coisas que podem ajudar a fazer um mundo melhorSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Mensagem do Culto de Celebração (31/05/2026)Nesta ministração somos lembrados de que tudo o que temos e tudo o que somos pertence a Deus. A mordomia cristã não se limita aos recursos financeiros, mas envolve administrar toda a criação, nossa vida, nossos dons, nosso tempo e nossas oportunidades de acordo com a vontade do Senhor.Através das Escrituras, entendemos que a mordomia tem seu fundamento na redenção. Fomos resgatados por Cristo e chamados para viver como filhos que refletem o caráter do Pai, cuidando daquilo que Ele colocou em nossas mãos. Não somos donos, somos administradores.A mensagem também nos mostra que a mordomia alcança todas as áreas da vida. A Palavra de Deus nos ensina a viver com sabedoria, responsabilidade e diligência, rejeitando a preguiça, os excessos e tudo aquilo que nos afasta do propósito de Deus.Por fim, aprendemos que os dízimos e as ofertas são uma expressão prática da mordomia. Eles revelam onde está o nosso coração e demonstram nossa confiança em Deus como fonte de toda provisão. Mais do que uma obrigação, são uma resposta de gratidão, honra e adoração.
A Prefeitura de Orleans sancionou uma nova lei que institui a Política Municipal de Segurança e Educação para o uso de bicicletas elétricas e equipamentos de mobilidade individual autopropelidos, popularmente conhecidos como “motinhos elétricas” e patinetes. A medida busca organizar o uso desses veículos, que se tornaram cada vez mais comuns nas ruas da cidade. O projeto foi elaborado pelos vereadores Jana Coan (PL) e Dovagner Baschirotto (MDB) após diversas demandas da comunidade relacionadas à segurança no trânsito e à convivência em espaços públicos. Segundo a vereadora Jana Coan, a iniciativa surgiu diante do crescimento acelerado da utilização desses equipamentos e da ausência de regras específicas para orientar os usuários. “Fomos procurados por pais, pedestres e também por pessoas que utilizam os autopropelidos para que conseguíssemos regulamentar essa situação”, explicou. A parlamentar destacou que a proposta foi construída em conjunto com o setor jurídico da Câmara de Vereadores, a Polícia Militar e a Secretaria Municipal de Educação, buscando alinhar aspectos de segurança e conscientização. Além de estabelecer diretrizes para o uso dos equipamentos, a legislação prevê ações educativas nas escolas do município, incentivando o uso responsável desses meios de transporte. Entre as principais orientações, a lei recomenda o uso de capacete e a idade mínima de 14 anos para condução dos veículos. No entanto, conforme explicou a vereadora, algumas exigências dependem das normas estabelecidas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), o que impede que determinadas medidas sejam impostas pelo município. A nova legislação também define uma série de condutas proibidas em Orleans. Entre elas estão circular em passeios públicos e áreas destinadas a pedestres, conduzir os equipamentos sob efeito de álcool ou outras substâncias psicoativas, participar de corridas ou manobras perigosas, trafegar em velocidade incompatível com a segurança e utilizar telefone celular durante a condução. Também ficam proibidos o transporte inadequado de passageiros, rebocar ou ser rebocado por outros veículos, transitar em rodovias estaduais e desobedecer determinações de agentes de trânsito. Jana Coan ressaltou que a preocupação é evitar acidentes e garantir maior segurança para usuários e pedestres. “Nós já observamos situações de manobras perigosas, disputas de corrida e circulação em locais com grande presença de pessoas. A regulamentação vem justamente para prevenir acidentes e promover uma convivência mais segura para todos”, afirmou. Com a sanção da lei, Orleans passa a contar com regras específicas para o uso dos equipamentos de mobilidade individual, acompanhando uma realidade cada vez mais presente nos municípios da região.
Devocional do dia 01/06/2026 com o tema: Vida nova Quando encontramos algum amigo depois de muito tempo, é comum ouvir a pergunta: E aí, quais são as novidades? Nem sempre temos algo para contar, então dizemos: Tudo igual. Em relação à vida cristã, se nos perguntarem como está nossa vida com Deus, teremos algo para contar? Todos nós gostamos de uma boa novidade. Leitura Bíblica: Romanos 6.1-7 Fomos sepultados com ele na morte por meio do batismo, a fim de que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também vivamos uma vida nova (Rm 6.4).See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Alice Trewinnard. No nosso podcast. Sim, aconteceu.Uma das OG's da internet portuguesa, a grande, a bela, a fantástica — e foi tudo o que estávamos a esperar e mais um bocado.Neste episódio falámos sobre o que a irrita mais, quem cancelava e porquê, e entrámos em território perigoso… fingir orgasmos e mandar nudes. Sim. Fomos lá.E ainda tivemos uma surpresa da bestie Mafalda. ❤️O episódio que não sabíamos que precisávamos? Este.● REDESMadalena Mateus → @mariamadalenamateus/Belém Silva → @belembsilva/ Part-Time Milfs → @parttimemilfs/● CONTACTOS:→ belembastossilva@gmail.com→ mariamadalenamateus@gmail.com
Tudo o que disser aqui pode ser usado contra si. E não é assim, e cada vez mais, em toda a parte? Parece que temos alguma coisa contra a vida. Por princípio, e contrariamente ao que se diz. Só isso explica a falta de ar, a falta de vidas absurdas. No seu estado de demência mais benigna, percebe-se como o mundo cedeu a uma imensa nostalgia do passado. Ninguém saberia, contudo, situá-lo. Na verdade, são doenças da nossa falta de memória. Os delírios de uns débeis. Mas vez por outra lá se cruza connosco um desses seres descarrilados, vendendo beijos com sabor a cerveja, contrariando a ideia de que tudo só se passa muito longe, no cu do mundo. Ainda antes de isso ser tido como um acto político, era vista com o batom a transbordar sempre um pouco dos lábios. O desastre torna-se sugestivo a partir de certa altura, e há quem se apegue a ele, desenvolva por esses sinais uma estima imensa. A realidade, no fundo, interessa-nos muito pouco. Só a partir do momento em que alguém se dispõe a recuperar velhas cassetes, as gravações soluçantes, ficando buracos que é preciso compensar. Uma canção que toca ao longe e que quase se deixa reconhecer, e também a partir de frases cortadas uma linguagem que nos parece desconhecida, feita de réplicas oferecidas em lugares esquecidos. É preferível quando alguém só conhece uma versão parcial, e faz dela o seu todo. Não se põe a investigar todas as circunstâncias, porque a partir de certa altura a enxurrada dos acontecimentos devasta qualquer possibilidade de segurar uma narrativa mais firme. «Não ser amada é um acto de terror», disse ela. Só ter para mostrar a quem a visita naquele quartinho infecto «um coração cheio de moscas negras». E, nas paredes, balouçando, «um alfabeto de más experiências.» É o de sempre: histórias gaguejantes, overdoses, comprimidos para dormir, os bibelôs para compor uma solidão de deserto, e a clara sensação de que tudo caminha para o seu fim. São as impressões o que respira no meio dos relatos. Todos sabemos secretamente que as histórias estão mortas há muito. Hoje, só nos sonhos não nos sentimos ali despejados, desfeitos. Só nos sonhos, as impossibilidades não se apresentam como impossibilidades. Michael Marder diz-nos que após a segunda morte de Deus, convencionalmente chamada secularização, o vazadouro global incita à expiação do ser através da massa em energia, potencialidade pura, inflamável e explosiva. «A existência é tolerada desde que nada permaneça quieto, os seres não se detenham no interior dos seus limites próprios e o próprio ser acelere a caminho do nada.» Por isso prefiro ler como quem tem a sensação de ouvir alguém perdido num transe, como Sara Stridsberg a recolher os sinais da passagem de Valerie Solanas por este mundo. Falar-nos daquele quarto do Hotel Bristol, em abril de 1988, daquela cama que «é um deserto em chamas de tudo o que não fizeste e de tudo o que fizeste mal, profunda como dez mil braças de água de oceanos de tudo o que esqueceste e de todas as vezes que te esqueceste de dizer adeus.» Morreu ali, aos 52 anos, como uma personagem de quem se dizia que não tinha os parafusos todos. Mais um nome a juntar a uma lista, que poderia seguir assim: Valerie. Marilyn. Roslyn. Ulrike. Sylvia. Há tantos narradores empenhados em chegar ao fundo da verdade, apenas para descobrirem que à medida que se aproximam as frases se tornam vazias, tomadas de uma irresolução, de uma fundamental inépcia retórica. Por isso, as histórias são só uma força de atiçar, manter a tensão, para levar as pessoas a confiarem naquilo que já viveram e sabem. Assim sendo, que importa que o narrador exagere ou minta? Que importa saber quem é o narrador? Cada um está entregue ao que viveu já e a partir disso está disposto a imaginar. «A tua memória é um passador», diz uma delas. Todos se esfalfam por abordar um material genuíno, mas acaba por valer mais essa voz capaz de demorar-se até ficar com os pensamentos encardidos, a roupa suja, revelar as suas sujas intenções, a sua baixeza. No fundo, para que alguma coisa sobreviva a este mundo precisa ser arrancada às suas circunstâncias, aquilo que fica na memória dos que registam apenas os contornos mais frios, essa cultura geral da indiferença. Solanas ficou conhecida apenas como mais outra histérica, a feminista radical que, nos anos sessenta, disparou três tiros sobre Andy Warhol, depois de ter participado num dos seus filmes. Os dois primeiros tiros falharam o alvo, mas o terceiro perfurou-lhe o esófago, o estômago, o baço, o fígado e os pulmões. Um ano após o atentado, que a levou a ser internada com um diagnóstico de esquizofrenia, Warhol posou para uma fotografia com a camisa arregaçada, exibindo as marcas das cirurgias. Aquelas cicatrizes deram-lhe a gravidade que lhe permitiam afastar-se da figura de um patético cadáver disponível a tudo para somar mais uns minutos. Havia ali um certo triunfo, uma dimensão insinuante e provocatória. «Vemos Warhol a assimilar o facto da sua própria morte, a processá-lo com a mesma ligeireza inquisitiva e penetrante que animava o resto da sua obra. Se Solanas está presente na fotografia, é apenas sob a forma de um ponto de interrogação, objecto do olhar perplexo de Warhol», registou um artigo numa revista middlebrow, como eles dizem. «Ele tinha controlo excessivo sobre a minha vida», terá dito Solanas ao polícia a quem se entregou, como explicação para o ataque. Se não morreu dos ferimentos provocados pelos disparos, as cirurgias subsequentes a que Warhol foi submetido levaram a passar demasiado tempo na companhia dos moribundos, e era essa vulnerabilidade excessiva que instigou o terror que acabaria por matá-lo, tendo mais tarde recusado procurar tratamento para uma infecção na vesícula biliar até já não haver nada a fazer. Hoje, nada senão esse fetiche dos factos sustenta as maiores ficções, que permitem a alguns estar muito confiantes dos seus esforços para esclarecer a época, e tantas vezes esquecem-se como a condenação deste tempo é a forma como leva «todos os seres a verem-se confundidos nos amontoados caóticos dos refugos, esmagando e sendo esmagados, sobrepondo-se e arrasando-se uns aos outros» (Marder). O jornalismo não pode dizer-nos muito pois não está em condições de ir até ao fundo, e o fundo são as nossas próprias vidas. Solanas tinha escrito um manifesto para a sua «associação para esquartejar os homens» (SCUM, Society for Cutting Up Men). Quando ela foi internada no hospital psiquiátrico, dois tipos que a conheciam encheram-se de dinheiro com uma edição do manifesto. Dez anos depois, quando foi ela a publicá-lo já ninguém estava interessado. Ficou célebre o arranque: «A vida nesta sociedade é, na melhor das hipóteses, tremendamente enfadonha, e nenhum dos seus aspectos é minimamente relevante para as mulheres. Às mulheres civilizadas, responsáveis, que procuram o estímulo, resta apenas a possibilidade de derrubar o governo, eliminar o sistema económico, implantar a automatização integral e aniquilar o sexo masculino. Temos agora possibilidades técnicas de nos reproduzirmos sem o contributo dos homens e de produzir apenas mulheres. Temos de começar imediatamente a pôr isto em prática. Imediatamente. Conservar os homens não tem sequer o mais duvidoso sentido no plano biológico. Os homens são um desastre biológico: o cromossoma Y é um cromossoma X incompleto, ou seja, um gene com uma composição deficiente de cromossomas. Por outras palavras, o homem é uma mulher incompleta, um fracasso ambulante, falhado logo no estádio do gene. Ser homem é ser uma falha, é ser emocionalmente limitado. A masculinidade é uma deficiência, e os homens são aleijados emocionais. (…) contudo, os homens que são racionais não irão protestar e espernear, nem fazer um alarido patético, vão simplesmente deixar-se ficar sentados, calmamente, desfrutar o espectáculo e cavalgar as ondas até soçobrarem.» Naturalmente, este espectáculo não encherá a plateia do Tivoli. Neste episódio fomos levados pela Margarida Davim a pensar o que pode ser ainda um jornalismo capaz de definir por si mesmo um horizonte muito além dos enredos de conveniência, capaz de nos oferecer alguma coisa além desse chá para os submissos. Fomos postos a par do turbulento e incerto percurso em que está lançada essa balsa daqueles poucos que conseguiram resgatar a Visão, num dos episódios mais conturbados e que melhor ilustram os bastidores daquele que em tempos se tinha como o quarto poder e que hoje anda por aí lançado aos caídos, devendo o melhor de si à obstinação de uns quantos que talvez resista mais à base do desespero do que um resto de utopia requentada.
Com temperaturas excepcionalmente altas em Paris, o público tem lotado o complexo de Roland-Garros, na zona oeste da capital francesa, onde são disputados esta semana os torneios de simples e de duplas do Grand Slam francês no saibro. Sob sol forte, os torcedores enfrentam o calor para acompanhar de perto os jogos e também para apoiar os brasileiros na competição. Maria Paula Carvalho, de Roland-Garros “Está difícil, mesmo para um carioca está muito difícil, porque a maioria das quadras externas ficam no sol o dia todo e tem uma hora que o carisma acaba”, relatou à RFI a torcedora Júlia Febraro. Se nas arquibancadas o calor impõe desafios, dentro de quadra as condições também influenciam diretamente o jogo. O carioca Fernando Romboli, número 73 do ranking da ATP de duplas, foi um dos afetados. Ele perdeu na estreia ao lado do australiano John-Patrick Smith, por dois sets a um. “Está fazendo esse calor aqui em Paris já há uns cinco ou seis dias, então as condições a gente já estava acostumado. A bola quica mais por causa do calor, porque ela fica mais dura. Quando há umidade, mais frio, a bola fica mais macia, então ela anda menos, pica menos na quadra e o jogo fica mais lento”, explicou o tenista. Além de Romboli, outros três brasileiros entraram em quadra, na quarta-feira (27) pelo torneio de duplas. A única a avançar para a próxima fase foi a paulista Luisa Stefani. Aos 28 anos, número 9 do ranking de duplas da WTA, ela estreou com vitória ao lado da canadense Gabriela Dabrowski, número 4 do mundo na modalidade. A dupla chegou embalada pelo título do WTA 500 de Estrasburgo, conquistado na semana passada, e confirmou o bom momento em Paris, com triunfo em sets diretos, por 6/2 e 6/3, contra a holandesa Isabelle Haverlag e a britânica Maia Lumsden. “Estou super feliz de estar de volta. Sempre vejo como uma linda oportunidade estar de volta em um Grand Slam, é onde a gente quer ter as nossas melhores semanas. E estou feliz com a estreia também", disse. "Está bem calor e as condições estão mais rápidas, diferente de Estrasburgo. A gente vem de um título lá, então acho que é continuar com as mesmas intenções, melhorando, usando essa confiança, mas sentindo o jogo. Hoje elas acabaram dando muitos pontos de graça, a gente manteve a pressão do começo ao fim, sabendo que impondo o nosso jogo elas teriam que jogar bem, mas a gente fez um jogo bem firme”, analisou Stefani. "Frustração" nas duplas masculinas Já os gaúchos Orlando Luz e Rafael Matos, que estrearam como cabeças de chave número 16, foram eliminados na primeira rodada. Eles foram superados pela dupla formada pelo americano Evan King e o sueco Andre Goransson, em dois sets. Os brasileiros chegaram a sair na frente, mas viram os adversários levarem o primeiro set ao tiebreak e dominar o restante da partida. Após a derrota, Orlando Luz lamentou o resultado e destacou a expectativa da dupla em torneios desse nível. “Não tem como entrar num torneio sem expectativa. A gente queria fazer um bom torneio, uma boa semana, como todos os outros. A gente fez quartas de final na Austrália, ano passado eu tinha feito quartas aqui, o Rafa fez quartas em Wimbledon. Em Grand Slam a gente sempre imagina chegar na segunda semana, é o objetivo. Então fica um pouco a frustração”, disse à RFI. Rafael Matos volta à quadra nesta quinta-feira (28) para a disputa de duplas mistas, ao lado da espanhola Cristina Bucsa. O tenista ressaltou a importância de virar a página após a eliminação. “Melhor de três tem que ganhar dois sets, perder o primeiro vai acontecer muitas vezes, hoje a gente deixou cair nesse início e eles aproveitaram, fizeram a quebra e mantiveram até o final", avaliou. "Agora vamos esquecer hoje e amanhã é um novo dia, uma nova competição. Assim é o tênis, uma nova semana, jogo a jogo”, afirmou. João Fonseca enfrenta Djokovic A grande expectativa do Brasil em Roland-Garros segue sendo o carioca João Fonseca. Na quarta-feira, ele venceu de virada o croata Dino Prizmic, número 72 do ranking da ATP de simples. O brasileiro vai enfrentar, pela primeira vez, o sérvio Novak Djokovic, na sexta-feira (29), pela terceira rodada do torneio. Em entrevista aos jornalistas após a partida, disse: “Vai ser duro. Quero aproveitar essa experiência, mas chegar à terceira rodada já é um sonho. Eu o respeito, mas farei o máximo para vencer”. Fora das quadras, o jovem tenista mobiliza torcedores. "Fomos buscar, brasileiro é guerreiro. Estamos aqui no sol, mais de 5 horas em pé, mas o João mereceu muito", disse Gabriel Batista, médico de passagem por Paris. Uma família que veio de São Paulo acompanhou de perto um treino do brasileiro e comemorou o contato com o jogador. “Muito quente, mas muito legal. Muitos jogos importantes. Acabamos de ver o João Fonseca treinando com as crianças e eles ficaram muito felizes de vê-lo. Ele autografou a bola, e hoje até os pais viraram crianças”, contou um dos integrantes. O entusiasmo se repete entre brasileiros que vivem em Paris. Para Bernardo, professor carioca radicado na capital francesa, o apoio das arquibancadas pode ser um diferencial. “Eu acho que ele tem carisma, ele é do Rio, a gente também, isso conta. E o estilo de jogo dele: tem um saque e uma direita impressionantes. A energia que ele passa é muito legal”, avaliou. Com o respaldo da torcida e em meio a condições desafiadoras, João Fonseca tenta avançar no torneio e confirmar o bom momento do tênis brasileiro em Roland-Garros.
A fome de Ronaldo por títulos, Jorge Jesus igual a Jorge Jesus... e Jaime Faria a seguir no Roland Garros.
Fomos ao gabinete do Des. Federal Ney Bello no TRF1 e encontramos um lugar cheio de vida.Arte em cada canto. Móveis com história. Peças que contam de onde ele veio antes de contar onde chegou. O Maranhão presente em cada detalhe, como quem nunca esqueceu a origem enquanto construía uma das trajetórias mais densas da magistratura federal brasileira.Doutor em Direito Ambiental pela UFSC, com pesquisa desenvolvida em Coimbra e na Itália. Pós-doutor em Direito Constitucional pela PUC/RS. Professor da UnB desde 2016, hoje Professor Titular, além de professor na UFMA, no IDP e diretor da Faculdade de Direito da UNDBConversamos sobre arte, literatura e a influência de tudo isso na formação do jurista. Sobre as experiências no exterior e o que elas abriram. Sobre o Brasil, o Maranhão e o que significa carregá-los com orgulho ao longo de uma carreira construída longe de casa e perto das raízes.Falamos também sobre o III Congresso Tourinho Filho de Processo Penal (@congressoftf), iniciativa que o Des. Ney Bello coordena como forma de honrar o legado de um dos maiores processualistas penais brasileiros e transmitir conhecimento para as próximas gerações. Uma parceria que o MINDJUS tem orgulho de apoiar.Juntos percebemos que Ney Bello não é resumido pelo que faz, mas definido pelo que ama.
Fomos ver mais uma aventura no universo de Star Wars, com uma das personagens mais carismáticas de sempre. Neste episódio, falamos de notícias, o que andamos a ver, fazemos a review do filme 'The Mandalorian and Grogu' e terminamos com spoilers.NOTÍCIASLázaro fala sobre algumas medidas adotadas no Reino Unido no mundo cinematográfico (URL);Luis fala sobre a sequela do filme ‘Michael' (URL) e uma nova série de ‘Masters of the Universe' (URL);Erick fala sobre os vencedores de Cannes (URL), uma aquisição de Cannes pela Netflix (URL), os planos para 2026 da Netflix (URL), o regresso de Conan (URL), uma nova adaptação de uma animação dos anos 80 (URL) e um filme para a o universo de ‘Rick and Morty' (URL).O QUE ANDAMOS A VER?LázaroNever Back Down 2: The Beatdown (2011)Jack Ryan: Ghost War (2026)Lord of War (2005)LuísFernando Pedrosa - EurotourStranger Things: Tales from '85 (1ª Temporada)Goat (2026)Margo's Got Money Troubles (1ª Temporada)ErickJack Ryan: Ghost War (2026)Star Wars: Maul - Shadow Lord (1ª Temporada)Trevor Noah: Joy in the Trenches (2026)Nikki Glaser: Good Girl (2026)Para a semana vamos fazer review do filme 'In The Grey'.Até lá, bons filmes.**Música Original produzida por António Capelo (https://capelo.me)Sigam-nos em:https://twitter.com/peliculapodcasthttps://instagram.com/peliculapodcasthttps://facebook.com/peliculapodcast
Os dias que O Senhor nos deu foram todos escritos em Seu livro quando ainda nenhum deles existia.Fomos criadas para a Glória de Deus. Fomos criadas para nos relacionar com Ele. Fomos criadas de uma forma extraordinária como a Bíblia nos fala no Salmos 139.Fomos criadas para ter uma vida de devoção e entrega a Ele. Fomos criadas para adorar a Ele. Fomos criadas para ter intimidade com Ele. Fomos criadas para viver com os olhos na eternidade. Fomos criadas para viver em santidade.Todos os nossos dias foram feitos por Ele e para Ele.Portanto, não corra atrás do vento, não corra mais atrás das coisas terrenas, não faça a obra de Deus sem gastar tempo verdadeiro com Ele. Porque tudo o que fazemos só gerará vida se estivermos de fato todos os dias diante da presença d'Ele.Todos os meus dias deve ser dedicados ao Aba.
O Panamá que não é do Panamá, Beckham como antiga figura de Inglaterra, as praias da Croácia e as maravilhas do Gana!
Oiiii! Tudo jóia? Já viram algum GRWM para um divórcio? Nós já e por isso vimos e talvez tenhamos julgado. Se na semana passada tivemos a história de João Betão, esta semana temos a reacção de João Betão. Quem sabe não parece um dia destes num episódio para da um "oi". Durante a semana a mãe da Mafalda disse que devia sugerir alguns temas para o podcast e portanto esta semana cá estão: temos anjos, pioneira de expressões entre outros. Ainda houve espaço para a Mafalda arrancar um dente, vencer uma batalha contra Rui e ficar com um quentinho no coração por Rui ter riscado o próprio carro. Ainda falamos de outras coisas mas vamos deixar que vocês descubram. Fomos!!!!!APOIOSActivoBank
A Centauro completou 45 anos em 2026 e, por isso, mais uma vez, o Do Zero ao Topo saiu do estúdio. Fomos até a nova sede da empresa, em São Paulo, para conhecermos de perto a trajetória de uma das maiores marcas do varejo esportivo da América Latina. Hoje, já são 230 lojas espalhadas por 26 estados do país. Em um escritório moderno e totalmente conectado ao universo do esporte, Sebastião Bomfim Filho conversou com Mariana Amaro e relembrou os desafios do começo lá em Belo Horizonte, os erros, as grandes viradas e os planos para o futuro da companhia.
O bastonário da Ordem dos Médicos, Carlos Cortes, critica a "penumbra" do Governo na criação do novo diploma dos médicos tarefeiros. E alerta para o risco de "caos" se a transição for mal feita.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Hoy desde la XX edición de Punto de Vista, Festival Internacional de Cine Documental de Navarra. Con Nayra Sanz Fuentes, cineasta invitada este año al proyecto X Films. Con Adrián Canoura, director de Fomos ficando sós y Víctor Cabezas, director de Sin ton ni son, ambas de la Sección Oficial. Y con su nuevo director artístico, Miquel Martí Freixas. La música, en directo, de Hondora.Escuchar audio
O Antagonista expande sua cobertura para o mundo do dinheiro, das empresas e da inovação. Nessa edição do programa Economia e Negócios, Patricia Chaccur traz insights exclusivos diretamente do SXSW 2026, com foco nas três grandes convergências que moldarão a sociedade.Com um trecho da entrevista com a convidada Andréa Cruz (SerH1/Dom Cabral), o programa analisa o impacto da Inteligência Artificial e da robótica no mercado de trabalho brasileiro.De carros autônomos a empresas geridas apenas por algoritmos e robôs: entenda como sobreviver e prosperar na era da "Força de Trabalho Ilimitada".Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Economia #Negocios #Inovacao #SXSW2026 #Tecnologia #InteligenciaArtificial #Robotica #MercadoDeTrabalho #OAntagonista #FuturoDoTrabalho #Carreira #Empreendedorismo #Investimentos #Automacao #Algoritmos #Lideranca #Estrategia #SXSW #Tendencias2026 #EconomiaENegocios
O que é que um gesto nos diz sobre o que pensamos do corpo das crianças? E sobre a forma como exercemos o poder? Redes sociais inundaram-se de opiniões. Fomos perguntar o que pensa o Eduardo Sá.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos o casal, Ranielly Rodrigues e Leandro Gomes. Depois de 11 anos na CLT, ela decidiu mudar de vida e encontrou no digital uma forma de construir um negócio próprio, mais alinhado com sua rotina, sua família e seus objetivos.Ao lado do marido, estrategista digital, eles conseguiram escalar seus resultados: os dois começaram no digitalvendendo o mesmo produto como concorrentes, até entenderem como transformar essa experiência em uma operação sólida e estruturada.Hoje, eles construíram um negócio que fatura mais de seis dígitos por mês, unindo estratégia, coragem e execução para mudar a própria realidade financeira através da internet.No Kiwicast, ela falou sobre:Como foi sair de 11 anos de CLT para começar no digitalComo ela e o marido começaram como concorrentes no mesmo mercadoO que mudou quando decidiram construir uma operação juntosComo estruturaram um negócio digital que hoje fatura seis dígitos por mêsOs aprendizados para quem quer empreender e mudar de vida com a internetAprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify
Fomos altamente impactados pelo novo filme da Zendaya com o Robert Pattinson e trouxemos pensamentos que vão render pelo menos umas quatro terapias. Ainda deu tempo de falar sobre a expedição Artemis II que levou uma tripulação pro espaço pra tirar foto bonita da Lua.
Fomos obrigados a investigar! No segundo V.S.I., @katbarcelos e @odeiopepe tentam (em vão) analisar de maneira semi-neutra as evidências da treta bizarra que inclui nomes como Jorginho do Flamengo e sua família, Jude Law, a cantora Chappell Roan e um segurança misterioso.Acesse o link do Vortex e ganhe DESCONTO ESPECIAL na sua matrícula na Alura:https://www.alura.com.br/vortexou CUPOM: VORTEXHost: Katiucha Barcelos. Instagram: @katbarcelos | Twitter/X: @katiuchaCo-Host: Pedro Pinheiro. Instagram: @odeiopepe | Twitter/X: @OdeioPePeInstagram: @feedvortexBluesky: @feedvortex.bsky.sociaTwitter: @feedvortexTiktok: @feedvortexReddit: r/feedvortexGrupo paralelo não-oficial do Vortex no telegram: https://t.me/+BHlkG92BfPU5ZjdhEsse grupo é dos ouvintes, para os ouvintes e pelos ouvintes. Não temos qualquer afiliação oficial ou responsabilidade por QUALQUER COISA falada neste grupoLink do post do episódio nas redes sociais:InstagramTwitter Links comentados no episódio:Chappell Roan se explica por ter brigado com fotógrafo no VMAChappell Roan ameaça abandonar carreira em desabafo sobre rótulo de "vilã"Story do JorginhoPronunciamento legendado da Chappell Chappel Banida do Rio de JaneiroPost do FlamengoCat Cavelli na camera da campainha da ex deleProdução: Thyara Castro, Bruno Azevedo e Aparecido SantosEdição: Joel SukeIlustração da capa: Brann Sousa
O público pediu e o público é soberano: vamos falar de Secret Story, traição e mentira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A vida tá assim: a gente preenche todo o tempo possível com trabalho e produtividade e mais trabalho, aí quando senta pra descansar sente culpa ou encara o monstro do tédio. Tudo isso em um mundo cheio de FOMOS, JOMOS e outras siglas que tentam dar contorno para a sensação de que estamos sempre em falta. E quando a falta é a própria situação? Para Rachel Barr, neurocientista pela Université Laval e autora do livro Por Dentro da Mente, vivemos um tempo contraintuitivo em relação ao tédio. “Você esperaria que a estimulação constante nos deixasse menos entediados”, diz. “Rolar o feed das redes sociais pode ser associado ao tédio indiferente. É tipicamente alta estimulação e baixo engajamento”.O papo de amigas dessa semana é sobre tédio e como ele nos encontra quando aparece. ------------------PRODUTOS DO DONAS DA P* TODA!www.enxamecolaborativo.com.br/brands/Donas-da-P-TodaAPOIE O PODCAST! www.apoia.se/donasdaptoda-----O Donas da P* Toda é um podcast independente. Produção, roteiro e apresentação: Larissa Guerra e Marina Melz. Edição e tratamento de áudio: Bruno Stolf. Todas as informações em www.donasdaptoda.com.br e @donasdaptoda. Vamos conversar?Larissa Guerra: @larissavguerraMarina Melz: @marinamelzBruno Stolf: @brunostolf
Muita coisa sempre é muita coisa
Fomos ver Hamlet no CineCopan
As fofocas da viagem nunca acabam e hoje recebemos mais uma cúmplice, a Mabê, para falar das histórias dela com IA e o surto de ter uma impressora 3D em casa.
Na continuidade da nossa jornada pela primeira carta de Coríntios, refletimos sobre o fato de estarmos no mundo, mas de não vivermos de forma mundana. Isso significa compreender que vivemos no mundo, mas não devemos adotar a mentalidade da presente era. Somos chamados a desenvolver uma verdadeira exegese cultural: estar inseridos na sociedade sem absorver padrões contrários ao evangelho. Jesus não orou para que fôssemos retirados do mundo, mas para que fôssemos guardados do mal, santificados e enviados por Deus. Uma pergunta precisa sempre nos acompanhar: Há muito da presente era em nós e pouco de Cristo? Devemos refletir sobre nosso relacionamento com Deus avaliando nosso desejo de fazer a Sua vontade e buscando formas de expressar nosso apreço por Ele. Isso é pertencer a Deus — ser santo. Fomos salvos pela graça e é essa mesma graça que nos transforma, nos sustenta e produz em nós a paz que o mundo não pode dar. __ #FAMÍLIADOSQUECREEM #SÉRIEEMCRISTONOMUNDO Visite nosso site: http://familiadosquecreem.com Compre nossos livros e produtos: http://familiadosquecreem.com/loja Contribua financeiramente: http://familiadosquecreem.com.br/contribuir Ouça nossas músicas: https://open.spotify.com/artist/6aPdiaGuHcyDVGzvZV4LHy Siga-nos no Instagram: http://instagram.com/familiadosquecreem Curta-nos no Facebook: http://facebook.com/familiadosquecreem Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/familiadqc
Miguel Sousa Tavares analisa os efeitos da tempestade "Kristin" e não poupa nas críticas à Proteção Civil: "não mediu bem as consequências" de um fenómeno "como não há memória" e faltaram avisos concretos. A atuação da MAI e dos ministros Nuno Melo e Leitão Amaro também não escapam à leitura negativa. Sobre o PM, entende que "não seria mais útil no terreno". O cronista diz que o discurso "populista" de Ventura terá rendido votos.See omnystudio.com/listener for privacy information.