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As fofocas da viagem nunca acabam e hoje recebemos mais uma cúmplice, a Mabê, para falar das histórias dela com IA e o surto de ter uma impressora 3D em casa.
Na continuidade da nossa jornada pela primeira carta de Coríntios, refletimos sobre o fato de estarmos no mundo, mas de não vivermos de forma mundana. Isso significa compreender que vivemos no mundo, mas não devemos adotar a mentalidade da presente era. Somos chamados a desenvolver uma verdadeira exegese cultural: estar inseridos na sociedade sem absorver padrões contrários ao evangelho. Jesus não orou para que fôssemos retirados do mundo, mas para que fôssemos guardados do mal, santificados e enviados por Deus. Uma pergunta precisa sempre nos acompanhar: Há muito da presente era em nós e pouco de Cristo? Devemos refletir sobre nosso relacionamento com Deus avaliando nosso desejo de fazer a Sua vontade e buscando formas de expressar nosso apreço por Ele. Isso é pertencer a Deus — ser santo. Fomos salvos pela graça e é essa mesma graça que nos transforma, nos sustenta e produz em nós a paz que o mundo não pode dar. __ #FAMÍLIADOSQUECREEM #SÉRIEEMCRISTONOMUNDO Visite nosso site: http://familiadosquecreem.com Compre nossos livros e produtos: http://familiadosquecreem.com/loja Contribua financeiramente: http://familiadosquecreem.com.br/contribuir Ouça nossas músicas: https://open.spotify.com/artist/6aPdiaGuHcyDVGzvZV4LHy Siga-nos no Instagram: http://instagram.com/familiadosquecreem Curta-nos no Facebook: http://facebook.com/familiadosquecreem Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/familiadqc
Fomos conhecer uma das histórias mais bonitas e interessantes do séc. XVI, com mais um nomeado para melhor filme do ano em Hamnet. Neste episódio, falamos de notícias, o que andamos a ver, fazemos a review do filme 'Hamnet' e terminamos com spoilers.NOTÍCIASLázaro fala sobre uma adição ao elenco da sequela de ‘Heat' (URL) e um documentário da Netflix no universo da Formula 1 (URL);Luis fala sobre pormenores futuros do universo de ‘The Chainsaw Massacre' (URL) e uma atriz promovida na série ‘Yellowjackets' (URL);Erick fala sobre uma nova aventura de Dan Trachtenberg (URL), uma nova adaptação dos videojogos para o cinema (URL), uma nova data para ‘Remain' (URL), uma polémica sobre o documentário de Red Hot Chili Peppers (URL), uma polémica em cinemas dos EUA (URL) e damos os parabéns a Steven Spielberg e ao seu EGOT (URL).O QUE ANDAMOS A VER?LázaroWar of the Worlds (2025)Margin Call (2011)The Bear (3ª Temporada)LuísGran Torino (2008)We Bury the Dead (2024)The Housemaid (2025)Lord of the Flies (1ª Temporada)ErickWar of the Worlds (2025)The Housemaid (2025)Alien: Earth (1ª Temporada)Gilmario Vemba - TEMAS (URL)Para a semana vamos fazer review do filme 'Train Dreams'.Até lá, bons filmes.**Música Original produzida por António Capelo (https://capelo.me)Sigam-nos em:https://twitter.com/peliculapodcasthttps://instagram.com/peliculapodcasthttps://facebook.com/peliculapodcast
A primeira coisa que chama a atenção nesses primeiros 5 versículos do Salmo 103 é o uso de superlativos: (expressões que intensificam o sentido)• TUDO O QUE HÁ em mim bendiga o seu santo nome. • Não se esqueça DE NEM UM SÓ de seus benefícios.Quem escreveu esse Salmo foi Davi e, nele, Davi convoca a si mesmo para ser grato a Deus!Tudo o que há em mim, diz Davi, bendiga o santo nome de Deus e tudo o que Deus fez e faz precisa ser lembrado!Gratidão é em essência levar a nós mesmos a uma postura em que tudo o que há em nós bendiga a Deus e onde nossa memória está atenta a tudo que Deus fez e faz!Somos seres comunicantes! Fomos feitos para nos relacionar, para não vivermos sós e naturalmente nos tornamos pessoas que buscam várias formas de comunicação.Conversamos com pessoas, conversamos com Deus pela oração, mas o Salmo 103 nos desafia a conversar com a gente mesmo. Davi estabelece um diálogo com sua própria alma, ele fala pra si mesmo: “Bendiga, minha alma, o Senhor”E vai mais além... ele convida todo o seu ser para bendizer o santo Nome do Senhor e à não esquecer de nenhum só de seus benefícios!E eu creio que aqui está algo que precisamos aprender a fazer!Falamos com Deus, falamos com pessoas, mas precisamos também chamar a nossa própria atenção! A gente precisa se conversar!Vivemos em um tempo em que reclamar se tornou quase automático e agradecer, muitas vezes, raro e opcional. Somos rápidos para lembrar do que falta e lentos para reconhecer o que já recebemos. A tendência é a gente se tornar pessoas que se queixam, que são descontentes, insatisfeitas, murmuradoras, mas Deus deseja que sejamos sempre gratos!Davi não estava falando com o público; ele estava falando consigo mesmo. Ele entende que a GRATIDÃO não nasce espontaneamente — ela PRECISA SER CULTIVADA. E precisa ser uma ordem que vem de dentro de nós!Este salmo nos ensina que uma vida de gratidão e louvor começa QUANDO DECIDIMOS LEMBRAR. Lembrar quem Deus é, lembrar do que Ele fez e lembrar de como Ele tem sido fiel ao longo da nossa história. Gratidão não é emoção passageira, não é um surto de reconhecimento, é disciplina espiritual.#igrejabatista #igrejanaoelugar #reflexão # #pregação #gratitude #gratidão
Miguel Sousa Tavares analisa os efeitos da tempestade "Kristin" e não poupa nas críticas à Proteção Civil: "não mediu bem as consequências" de um fenómeno "como não há memória" e faltaram avisos concretos. A atuação da MAI e dos ministros Nuno Melo e Leitão Amaro também não escapam à leitura negativa. Sobre o PM, entende que "não seria mais útil no terreno". O cronista diz que o discurso "populista" de Ventura terá rendido votos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
@igrejakyrios | Igreja Evangélica Kyrios - Série: Vamos começar... IIICulto do dia 25.01.2026 - por @Klauspiragine Você já sentiu que está construindo algo que ninguém entende?Em tempos de colapso, Deus não nos chama para nos encaixar — Ele nos chama para obedecer.Fomos conduzidos à história de Noé para compreender que a fé verdadeira não é discurso, é projeto de vida. Em uma geração marcada pela violência, corrupção e indiferença espiritual, Noé decidiu crer no que ainda não se via e alinhar toda a sua vida à palavra de Deus.A arca não era isolamento.Era misericórdia em forma de obediência.E hoje, Jesus é a nossa Arca.Qual “tábua” Deus está pedindo que você comece a colocar esta semana?Você não está apenas vivendo o presente —você está construindo um futuro pela fé.Que esta Palavra continue falando ao seu coração e fortalecendo sua fé ao longo da semana. Se desejar, venha nos visitar e participar de um de nossos cultos — será uma alegria receber você e sua família.Que Deus abençoe sua vida. Tenha uma semana cheia da graça e da paz do Senhor!Conheça nossas músicas autorais:Meu Lugar – https://youtu.be/htZ9wZZryaMMinha Adoração – https://youtu.be/6kQtwF0m67kConecte-se conosco:Fale conosco: https://portal.igrejakyrios.com.br/fale-conosco/Site: http://www.igrejakyrios.com.brInstagram: https://www.instagram.com/igrejakyrios/
Mensagem ministrada domingo 18/01/2025 Fomos lembrados que a escolha de Deus por nós não se baseia em méritos, posição ou capacidade.Ele nos escolheu simplesmente porque nos amou.
A extração de Nicolas Maduro foi feita por uma tropa de elite que, nas duas últimas décadas do século passado, deu a Hollywood pretexto para realizar uma saga da Força Delta, com Chuck Norris e o Lee Marvim. Se um dia alguém resolver fazer um filme com esta operação na Venezuela tem uma história real para servir de guião. Duas semanas depois de tudo ter acontecido, três jornalistas do Expresso (Christiana Martins, Luciana Leiderfarb, e Maria João Bourbon) relatam os acontecimentos desse dia e dos dias que o antecederam, revelando os pormenores de uma operação que surpreendeu o mundo pela eficácia, mas também pela forma espectacular como tudo aconteceu. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Somos chamados a voltar ao essencial da nossa fé: Jesus é a Mensagem de Deus ao mundo. Ele não veio apenas falar sobre Deus — Ele é o próprio amor de Deus tornado visível. E o conteúdo desta Mensagem é simples e extraordinário: a salvação oferecida a todos através de Cristo. Mas esta Mensagem não é apenas para ser ouvida; é para ser vivida e partilhada. Fomos chamados a ser reflexo do Evangelho nas palavras que dizemos, nas escolhas que fazemos e no modo como cuidamos uns dos outros. Detalhes sobre a celebração 18 janeiro @Bible.com Disponível no canal do YouTube.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quinta-feira (15): O presidente dos Estados Unidos Donald Trump afirmou nesta quarta-feira (14) que a Casa Branca foi informada que as execuções no Irã foram interrompidas. Segundo o americano, não haverá nenhuma morte de manifestantes no país. “Fomos informados de que as mortes no Irã estão cessando e que não há planos de execuções”, disse Trump a jornalistas no Salão Oval da Casa Branca. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai se encontrar nesta sexta-feira (16), no Rio de Janeiro, com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e o presidente do Conselho Europeu, António Costa. Segundo o Palácio do Planalto, eles devem discutir temas da agenda internacional e os próximos passos do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu barrar R$ 11 bilhões em emendas parlamentares ao sancionar o Orçamento de 2026, provocando reações entre líderes do Congresso. Do total aprovado pelos parlamentares, Lula vetou R$ 393 milhões, determinou o remanejamento de cerca de R$ 7 bilhões e bloqueou outros R$ 3,3 bilhões que poderiam ser alocados conforme indicação do Legislativo. O número de mortos nos protestos contra o regime do aiatolá Ali Khamenei no Irã ultrapassou 3.400 pessoas, segundo atualização divulgada nesta quarta-feira (14) por uma ONG internacional de direitos humanos. A entidade, sediada na Noruega, afirma que os dados foram coletados a partir de fontes internas no país. Acacio Mirando e Henrique Krigner comentaram. O PT estuda lançar as candidaturas dos ministros Fernando Haddad (PT) e Marina Silva (REDE) ao Senado por São Paulo. A estratégia faz parte dos planos da legenda para fortalecer a base parlamentar nas próximas eleições. Acacio Mirando e Henrique Krigner comentaram. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública deve ser votada apenas após o Carnaval, segundo o relator Mendonça Filho. Ele afirmou que o texto não é imutável e segue em discussão no Congresso, com abertura para ajustes a partir do diálogo com parlamentares e setores envolvidos. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou que o novo ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva, dê prioridade à agenda de segurança pública. Segundo relatos, na conversa que antecedeu o anúncio do advogado para o cargo, Lula deixou claro que o tema será central na atuação da pasta. O Banco Central decretou nesta quinta-feira (15) a liquidação extrajudicial da Reag Investimentos, atualmente chamada de CBSF Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A., com sede em São Paulo. A empresa é alvo da segunda fase da Operação Compliance Zero, deflagrada na quarta-feira (14), que investiga um esquema de fraudes envolvendo o Banco Master. O fundador e ex-executivo da Reag, João Carlos Mansur, foi alvo de mandados de busca e apreensão. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, receberá nesta quinta-feira (15) em Washington a líder da oposição venezuelana e vencedora do Nobel da Paz, María Corina Machado, em um encontro confirmado pela Casa Branca. Os dois se encontrarão para um almoço. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O encenador e actor luso-franco-moçambicano Victor de Oliveira leva a palco o seu novo solo, “Kumina”, no Théâtre des Quartiers d'Ivry - CDN du Val-de-Marne, a partir desta terça-feira e até sábado. A peça mostra o lado brutal, universal e intemporal do exílio, convocando as memórias dos que não resistiram ao desenraizamento, dos escravos de ontem aos migrantes que hoje morrem no Mediterrâneo. “Kumina” é também um ritual para tentar abrir portas onde hoje se erguem muros. Fomos gravar esta entrevista no Théâtre des Quartiers d'Ivry - CDN du Val-de-Marne, na região de Paris, onde está em cena, entre 13 e 17 de Janeiro, “Kumina”, o novo solo de Victor de Oliveira, escrito, encenado e protagonizado por ele. A peça aborda a história íntima, universal e intemporal do exílio. Partindo das memórias de infância em Moçambique, o país onde nasceu em 1971 e de onde saiu com os pais a seguir à independência, Victor de Oliveira olha para o mundo a partir da própria experiência de desenraizamento e faz do palco um espaço de memória daqueles que tudo perderam ou se perderam nos caminhos forçados do exílio. Este é também um olhar sobre a História: sobre o tráfico transatlântico de milhões de pessoas, sobre o colonialismo, sobre os “boat people” haitianos nos anos 90, sobre os migrantes que ainda morrem no Mediterrâneo ao tentarem chegar à Europa. Uma História ligada por um fio invisível de um sentimento de "déjà vu" de histórias que se repetem século após século, dia após dia. O texto cruza experiência pessoal com o peso da História, com notícias que ritmam a televisão e com a poesia de autores que abordaram o exílio, transformando o palco de "Kumina" num espaço “sagrado”, onde se podem convocar antepassados, esperar uma reconciliação e remar contra pujantes marés de xenofobia. “Todas essas histórias de exílio, toda essa história de desenraizamento, toda essa história de não aceitação do outro, porque o outro é um estrangeiro, não é apenas de agora”, resume Victor de Oliveira em entrevista à RFI. Em palco, como uma estátua, quase sem mexer os pés, Victor de Oliveira vai lembrando oceanos de exilados, tanto os vivos, quanto os que ficaram no fundo do mar. Em cena, um vasto cobertor de sobrevivência pinta o fundo e o chão é feito de terra vermelha. Neste "exílio da terra de ninguém" - ouvimos - reina “a sensação de impossível pertença”... “Kumina” surge depois de “Limbo”, outro solo que assinou em 2021 sobre a busca de identidade de um homem entre dois mundos, entre dois países, entre duas condições, entre negros e brancos, entre colonos e colonizados. “Kumina” surge também depois de ter adaptado “Incêndios”, de Wajdi Mouawad, e “As Areias do Imperador”, de Mia Couto, os quais também buscavam as pontes, talvez quebradas, entre dois mundos. A peça “Kumina” está no Théâtre des Quartiers d'Ivry - CDN du Val-de-Marne de 13 a 17 de Janeiro e no Teatro do Bairro Alto, em Lisboa, de 26 a 29 de Março. Também será lançado um livro que reúne os textos, em português, de “Kumina” e de “Limbo”, numa co-edição da Tinta da China e do Teatro do Bairro Alto. Em francês, será lançado o texto de “Limbo” pelas Editions Chandeigne. RFI: Para começar, peço-lhe uma pequena descrição deste trabalho “Kumina”. Victor de Oliveira, Actor e Encenador: “'Kumina' vem depois de ‘Limbo' e é um prolongamento, digamos assim, de todas as questões que eu já tinha abordado no ‘Limbo' que tinham a ver com esse desenraizamento e com essa tentativa de tentar-me situar entre dois mundos essencialmente. E, depois, com o facto de ser um homem mestiço, portanto, neto de colonos e de colonizados, etc, etc, etc. Em relação ao ‘Kumina', eu volto mais uma vez a pegar no fio da infância porque o espectáculo começa a partir desse momento, a infância, que é o momento em que eu vou partir, em que tenho que partir porque eu nasci em Moçambique durante o período colonial, vivi em Moçambique depois da independência e tivemos que ir embora nos primeiros anos da guerra civil por causa da guerra civil, essencialmente. Eu parto desse momento para tirar o fio até hoje, com todas as questões que eu tive que viver enquanto criança e depois enquanto jovem, adolescente e jovem adulto, e hoje, com a idade que tenho, com esse caminho percorrido de vida, como é que eu consigo olhar para o mundo e olhar para todo esse percurso com a idade que tenho...” Um dos fios condutores de ‘Kumina' é o exílio. O que é para si o exílio e porquê levar este tema para o palco? “Sim, é um dos temas importantes porque só as pessoas que tiveram que partir do país onde nasceram por ‘x' razões, quer dizer, ou porque há a guerra, ou porque têm que fugir, ou porque são presos políticos, ou porque economicamente têm que procurar uma outra vida, só essas pessoas conseguem perceber e saber o que é que quer dizer o exílio. O que quer dizer, de repente, tentar ter uma outra vida, num outro país, numa outra cultura, com uma outra língua, etc. Tudo isso é extremamente importante, sobretudo no período em que nós estamos em que, por mil e uma razões, há cada vez mais fluxos migratórios, pessoas que são exiladas, que têm de partir. Então, como é que nós fazemos enquanto sociedade para compreender e para aceitar que o mundo agora é assim? A minha questão, enquanto artista, é como é que intimamente, que caminhos atravessamos nós? Aquilo que eu faço, durante toda esta uma hora e dez que dura o espectáculo, é tentar fazer com que o público possa sentir a partir de que espaço e de que lugar é que eu falo e, depois, como é que eu tiro o fio entre todos os outros desenraizados ou todos os outros exílios de outras pessoas que eu conheci e que me tocaram bastante durante a minha vida de adulto.” O teatro tem um papel a desempenhar nesta questão de humanizar o exílio e de tirar de debaixo do tapete os silêncios da História e tudo o que não foi dito sobre cinco séculos de colonização? “Absolutamente porque essa é uma história que ainda hoje está a ser falada e tentamos compreender. Toda essa história que ainda não foi falada suficientemente, tudo isso está lá e, portanto, é isso que faz com que as pessoas, se não conhecerem essa história, se não souberem o que há por trás, é muito fácil qualquer pessoa estar contra os imigrantes - que é agora uma coisa que se fala bastante na Europa, não apenas em Portugal, mas por outros países e estar numa relação de ódio, de recusa. Eu parto do princípio que é pura e simplesmente porque as pessoas não conhecem a história. As pessoas não sabem o que é, não podem compreender a dificuldade que é para qualquer pessoa ter que sair do seu país, da sua casa, da sua região porque não tem uma outra escolha e tenta viver da melhor maneira possível nesse outro país ou nesses outros países em que está. É porque as pessoas não sabem, é porque não conhecem qual é essa história ligada ao exílio, que hoje vivemos num mundo e num período em que há uma grande xenofobia, em que as pessoas falam dos imigrantes ou dos exilados de uma maneira geral, como se as pessoas fossem todas iguais. Enquanto que se nós pensarmos e vermos e olharmos para cada pessoa como um indivíduo que tem a sua história, veremos que cada pessoa tem uma história e essa história, muitas das vezes, é uma história difícil e dura, embora também possa ser uma história bonita.” Esta também é a sua história e o seu drama? Que papel “Kumina” acaba por desempenhar no seu caminho, enquanto pessoa e enquanto artista? “Sim, isso faz parte, como diz, do meu caminho porque enquanto autor agora, actor e encenador, eu tenho sempre que saber o que é importante para mim falar, o que é fundamental levar para o palco, o que é para mim primoroso fazer e extremamente importante. E isso é, pelo menos até agora tem sido, a relação com a minha história, porque é uma relação não apenas com a minha história. Quando eu vou buscar a minha história, muitas vezes - aconteceu com o ‘Limbo' e eu espero que aconteça com ‘Kumina' - estou a falar de todos nós hoje. Eu parto do íntimo para falar do universal porque não é apenas a história do Victor porque a história do Victor não interessa a muita gente, o que interessa é como é que, ao vermos a história de uma pessoa, nos reconhecemos naquilo que ela diz e reconhecemos a sociedade em que estamos. A partir do momento em que conseguimos reconhecer a sociedade em que estamos, conseguimos reconhecer as questões que são levantadas pelo artista quando ele questiona a sua própria intimidade e a história da sociedade em que vivemos, aí sim, o papel do artista parece-me importante e fundamental e isso pode abrir muitas portas e espero que nas representações que formos fazer aqui em Ivry, isso possa acontecer com o público.” Diz na peça que “o tempo não apaga nada” e que “caminhamos sozinhos, inevitavelmente”. A narração começa com as lembranças de Victor ainda criança. Depois fala do tráfico de escravos ao longo de séculos, dos refugiados haitianos, do drama dos migrantes mortos ainda hoje no Mediterrâneo. É uma história interminável... Por que é que decidiu partir do olhar da criança para falar de tudo isto? “O olhar da criança serviu, antes de mais, para ter um ponto de partida porque eu queria, já há muito tempo, tentar fazer um espectáculo em que eu pudesse falar dessa tragédia absolutamente terrível que existe desde há muitos anos com os que nós chamamos agora migrantes, que nós ouvimos falar cada vez mais antes do fim dos anos 80, nos anos 90. Quando nos lembramos e quando vamos ver nos jornais, damo-nos conta que os primeiros - a quem chamam migrantes que morriam no mar Mediterrâneo - os primeiros a chegarem a França foi no princípio dos anos 90, ficamos: ‘Já foi assim há tantos anos!' E é verdade que foi e que continua. Eu já há muito tempo que queria fazer algo e era sempre muito difícil fazer apenas um espectáculo sobre os migrantes, fazer um espectáculo realista, com personagens, com a polícia, com o passador, com as pessoas à volta, isso não é a minha teatralidade e, para mim, era extremamente difícil pensar assim. Eu tinha que ter uma porta de entrada para dizer: ‘Ok, eu quero chegar a isto. Mas como é que eu vou chegar lá?'. Para mim, mais uma vez - como ‘Limbo' também em que a infância serviu para poder falar de todas as questões da sociedade e universais que são trabalhadas no Limbo- aqui foi a mesma coisa. Partindo desse momento extremamente importante da infância que é deixar Moçambique, partir de Moçambique, que era o meu país, onde eu tinha nascido, onde os meus pais tinham nascido, onde as minhas avós tinham nascido, enfim, toda uma parte de mim, partir durante o período da guerra e, a partir daí, tirar o fio até quando cheguei a Portugal, a minha adolescência em Portugal, onde, quando eu tinha 17 anos, pela primeira vez, ouvi falar do que eram os refugiados haitianos. E aí foi a mesma coisa, eu falo disso no espectáculo. Como é que, de repente, há algo em que nós nos reconhecemos no outro.” Acaba por haver, de certa forma, uma tentativa de reparação ou de reconciliação? Você não incarna só a criança, também incarna a avó que a dada altura diz: “Nenhum descendente deixa os antepassados em errância no mar” e invoca os espíritos que lá estão... “Sim, porque isso é também é muito importante, o facto de convocar a minha avó, é uma maneira para mim de pensar o teatro como um espaço ‘sacré', sagrado, mas não no sentido religioso, mais no sentido de um espaço onde estamos ligados àqueles que estiveram aqui antes de nós, estamos ligados aos nossos antepassados porque nós somos aquilo que os nossos antepassados eram, nós trazemos connosco aquilo que eles foram.” Isso tem também a ver com o título da peça, “Kumina”? O que significa “Kumina”? “'Kumina' é um ritual que vem de África e que foi levado pelos escravos africanos que foram levados para o West Indies, para a América, e que hoje ainda subsiste essencialmente em dois países, que é a ilha de Barbados e a Jamaica. Nestes países, ‘Kumina', é um ritual que é essencialmente feito durante os funerais para os antepassados, para as pessoas que morreram, mas ao mesmo tempo também pode ser utilizado nos casamentos, nos nascimentos. É uma convocação dos espíritos, é uma convocação daqueles que estiveram antes de nós e, muitas vezes, nesses rituais, as pessoas que o fazem entram em transe, digamos assim. Há uma cerimónia e é algo que existe ainda muito em Moçambique, essas cerimónias, porque em Moçambique os espíritos estão lá, os espíritos fazem parte da vida, os espíritos fazem parte da família e essa ligação com os espíritos está muito presente. Para mim, era uma maneira de, no teatro, eu tentar fazer com que essa ligação a Moçambique, à minha cultura, às minhas raízes, possa estar, de uma certa maneira, também perto daquilo que é hoje a minha vida que está ligada ao teatro. Tentar fazer com que a arte possa chegar a um público europeu, ao outro.” Está sozinho em palco, como uma estátua, como se estivesse acorrentado nos pés, só se liberta em determinados momentos. Como pano de fundo, há um cobertor de sobrevivência em grande escala e há areia no chão. Porquê estas escolhas? “Porque o teatro é muito simbólico. ‘Kumina' é uma narrativa e, dentro dessa narrativa, eu conto uma história e a pessoa que conta a história, ao mesmo tempo que a conta directamente ao público, ela entra dentro da própria história. E é por isso que há, de uma certa maneira, a avó que, por vezes, se torna personagem; que eu convoco outros personagens, como por exemplo, um excerto d'Os Lusíadas de Luís de Camões; que eu convoco também uma parte do jornal de bordo do Cristóvão Colombo; que eu convoco um excerto de [Kamau] Brathwaite que é um autor da ilha dos Barbados que fala justamente sobre a morte dos refugiados haitianos. Toda a convocação dessas personagens que me acompanham, estão ligadas a essa simbologia. Tudo pode ser simbólico, assim como a terra que é muito ligada à relação que em Moçambique se tem com a terra, com o facto de onde vimos, com o facto de as nossas raízes virem da terra e estarem dentro da terra. Portanto, toda essa coisa é muito importante. Depois aquilo que viu, aquilo que está no fundo e que foi a cenógrafa Margaux [Nessi] que pensou a partir desses cobertores de sobrevivência que muitos dos migrantes utilizam quando são resgatados e é uma coisa muito simples, muito leve, mas ficamos sempre dentro de uma certa subtilidade que me parece necessária.” Há um quadro que emerge, a dada altura, do fundo, que é um quadro também muito simbólico... “Sim, é o quadro de Turner que se chama ‘O Dilúvio' e que é um quadro bíblico que, para mim, era importante porque faz com que esta história que é a minha história, ou a história dos refugiados haitianos, ou a história dos migrantes que ainda hoje continuam, semana após semana, a morrer no Mar Mediterrâneo e no Canal da Mancha, que todas estas histórias não sejam apenas ligadas ao continente africano, mas fazem parte desta nossa história comum enquanto sociedade e todos esses exílios vêm de muito, muito longe. É por isso que, a um dado momento, eu digo uma frase de Virgílio, que tem a ver com a Eneida. Há uma outra frase do Dante Alighieri, da Divina Comédia. Todos esses autores é uma maneira de fazer com que todas essas histórias de exílio, toda essa história de desenraizamento, toda essa história de não aceitação do outro porque o outro é um estrangeiro ou é diferente, não é apenas de agora, vem de muito longe. E quando conseguimos olhar para essa história que é nossa, de todos nós, torna-se importante e eu penso que ela nos ajuda a olhar para os outros e para a história que nós estamos a viver agora de uma outra maneira.” Nesta peça, como em ‘Limbo' e ‘As Areias do Imperador', trabalha com outro artista moçambicano, o músico Ailton José Matavela. Qual é a batida que ele imprime a este trabalho e que camada suplementar simbólica tem o facto de ser também um moçambicano a criar o som do seu exílio? “Sim, é extremamente importante porque o Ailton tem apenas 30 anos, é um jovem músico e é um músico que agora está em Paris, mas que até há muito pouco tempo vivia ainda em Maputo. Portanto, há toda uma carga emotiva ligada a Maputo porque eu já não vivo em Maputo há muito tempo. Depois, há toda uma musicalidade que é aquela que ele tem que obviamente só ele é que pode trazer porque são coisas que ele conhece e que estão à volta dele quotidianamente. Se eu fosse trabalhar com outro músico, tentar chegar a isto ou aquilo, seria alguém que iria buscar aqui ou ali, mas que não tem essa mesma relação, enquanto, para muitas coisas, as coisas estão lá porque fazem parte do seu universo. Isso é muito mais simples e há uma fluidez muito maior porque há uma simplicidade muito grande.”
Fomos até ao mundo invertido para assistir a um dos finais mais aguardados pelos fãs nesta última temporada de Stranger Things. Neste episódio, falamos de notícias, o que andamos a ver, fazemos a review da última temporada da série 'Stranger Things' e terminamos com spoilers.NOTÍCIASLázaro fala sobre o falecimento de Brigitte Bardot (URL), a mudança de país de George Clooney (URL) e o último contrato da Paramount (URL);Luis fala sobre alguns trailers recém-lançados;Erick fala sobre o falecimento de Isiah Whitlock Jr. (URL), o box-office de ‘Avatar 3' (URL) e de ‘Zootopia 2' (URL), o futuro de alguns projectos no universo de ‘Avatar: The Last Airbender' (URL) e um spin-off de ‘Stranger Things' (URL).O QUE ANDAMOS A VER?LázaroSahara (2005)Dirty Rotten Scoundrels (1988)Nuremberg (2025)LuísEternity (2025)Pluribus (1ª Temporada)Heated Rivalry (1ª Temporada)ErickEmily in Paris (5ª Temporada)The Beast in Me (1ª Temporada)Task (1ª Temporada)Pluribus (1ª Temporada)Para a semana vamos fazer review do filme 'Sentimental Value'.Até lá, bons filmes.**Música Original produzida por António Capelo (https://capelo.me)Sigam-nos em:https://twitter.com/peliculapodcasthttps://instagram.com/peliculapodcasthttps://facebook.com/peliculapodcast
Esta semana, as atenções estiveram voltadas para o Campeonato Africano das Nações que começou a 21 de Dezembro, em Marrocos, e decorre até 18 de Janeiro. Neste programa, também repomos as reportagens de Natal feitas pelos nossos correspondentes na Guiné-Bissau, Moçambique, Angola, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe e marcadas pelas dificuldades económicas e pelas preocupações políticas. Bem vindos a esta Semana em África, marcada pelo arranque do CAN, Campeonato Africano das Nações, que começou a 21 de Dezembro, em Marrocos, e que decorre até 18 de Janeiro. Angola e Moçambique são as únicas seleções lusófonas presentes. Na segunda-feira, Angola perdeu no seu jogo de estreia frente à África do Sul por 2-1 e, na terça-feira, Moçambique foi derrotado pela campeã Costa do Marfim por 1-0. Esta sexta-feira, Angola enfrentou o Zimbabué e não foi além do empate a uma bola, um resultado que complica as contas dos Palancas Negras. Este domingo os Mambas vão jogar contra o Gabão. Esta foi também a semana de Natal, marcada por muita preocupação quanto ao clima político na Guiné-Bissau. No domingo à noite, Vladimir Deuna, dirigente do Movimento para Alternância Democrática (MADEM-G15), foi agredido na sua residência por um grupo de homens armados e encapuzados. Na terça-feira, a Liga Guineense dos Direitos Humanos denunciou a invasão da sua sede, a Casa dos Direitos, em Bissau, por agentes policiais, depois de uma vigília para reclamar a libertação dos presos políticos na Guiné-Bissau. De acordo com Bubacar Turé, presidente da Liga, dois funcionários da organização foram espancados e tiveram que receber tratamento médico. Ainda na terça-feira, a junta militar que tomou o poder a 26 de Novembro e que interrompeu todo o processo eleitoral, libertou seis pessoas ligadas à oposição, mas Domingos Simões Pereira, Octávio Lopes e outras figuras destacadas continuam presas. Também o candidato da oposição Fernando Dias, que reclama a vitória nas presidenciais, continua refugiado junto da embaixada da Nigéria, que lhe concedeu asilo. Em Moçambique, o Presidente Daniel Chapo indultou 22 pessoas que tinham sido condenadas por terem participado nas manifestações pós-eleitorais de 2024. Porém, mais de 2.700 - das 7.200 que na altura foram detidas - continuam presas por terem participado nos protestos, de acordo com a plataforma eleitoral Decide. Recordo que 411 pessoas morreram na repressão pós-eleitoral, segundo dados da plataforma Decide. Quanto à festa de Natal, Orfeu Lisboa mostrou-nos os preparativos para aquela que é considerada como dia da família em Moçambique. Em Angola, as celebrações foram novamente condicionadas pelas dificuldades económicas da população, como nos contou Avelino Miguel. O fraco poder de compra também condicionou as festas em São Tomé e Príncipe, como nos lembrou Maximino Carlos. Fomos, ainda, até à ilha de São Vicente, em Cabo Verde, onde Odair Santos nos falou sobre as comemorações de Natal.
Mensagem do Culto de Celebração (07/12/2025)Nesta ministração, fomos conduzidos à essência do que significa viver um verdadeiro avivamento — não apenas um momento emocional, mas uma transformação profunda realizada pelo Espírito Santo. A partir de Isaías 61, entendemos que o mover de Deus começa quando Ele unge seus filhos para restaurar, libertar, curar e trazer vida onde há ruínas. O avivamento é, antes de tudo, uma obra interior: Deus moldando nosso caráter, alinhando nossa prática à nossa fé e reacendendo em nós o desejo pela santidade.Fomos lembrados de que o mundo aguarda a manifestação dos filhos de Deus (Romanos 8:19). A criação inteira anseia por uma Igreja que reflita Cristo, que viva pelo Espírito e que não negocie as “veredas antigas” — os caminhos de obediência, devoção e verdade que sustentaram o povo de Deus ao longo das gerações.O avivamento começa quando deixamos de ser apenas crentes e nos tornamos discípulos; quando permitimos que o Espírito nos transforme; quando confessamos e abandonamos o pecado que enfraquece a Igreja. Avivamento é vida onde havia morte. É fogo onde havia frieza. É paixão onde havia apatia.Fomos lembrados também da promessa poderosa de Joel 2:28: Deus derramará Seu Espírito sobre toda carne, levantando uma geração que profetiza, sonha, vê e vive o propósito. Profetizar é declarar o que Deus diz, não o que os olhos veem. Sonhar é crer novamente no que parecia perdido. Ver é enxergar pela fé o que Deus já preparou.
A salvação é uma doutrina central da fé cristã. Uma atenciosa leitura bíblica colocará em destaque a soberania de Deus em conceder a graça a suas criaturas rebeldes. A salvação é um dom de Deus, bendita Trindade. O Pai nos escolheu em Cristo, desde a eternidade. A Bíblia ensina que Deus o Pai nos escolheu antes da fundação do mundo.O Filho, nosso Senhor Jesus, morreu por nós na cruz a fim de que o propósito eterno do Pai fosse realizado. A salvação era um plano na mente do Pai que se tornou um fato por meio do Filho.O Espírito Santo opera a fim de aplicar as bênçãos planejadas pelo Pai e conquistadas pelo Filho. Fomos regenerados pelo Espírito Santo que nos deu um novo coração capaz de rejeitar o pecado e amar a Deus. Nas palavras do teólogo J.I. Packer, "a Trindade é a base do evangelho, e o evangelho é uma declaração da Trindade em ação.” Vamos examinar o texto de Atos 8.26-40 e aprender algumas verdades da fé.
Ao estarmos centrados no Evangelho, alegramo-nos não com o crescimento numérico de uma determinada igreja local, mas com o avanço do Evangelho em todo o mundo. Neste fim de semana, nos alegramos imensamente em receber pastores e plantadores de diversas cidades do Brasil e em ver o que Deus está fazendo não apenas em nossa igreja local, mas em Sua Igreja em nossa nação. Foram três dias intensos de muita comunhão e edificação. Fomos ministrados pelos pastores Cristiano Gaspar, Filipe Niel, Igor Miguel e Thiago Guerra sobre a natureza, a vida e a vocação da Igreja. Nossa oração é para que o Senhor continue equipando os santos para o cumprimento do Seu bom propósito, fortalecendo-os e encorajando-os. Que nossas igrejas continuem sendo para a glória de Deus, para os interesses de Cristo, para a edificação da Igreja e para o bem de todo o mundo. Visite nosso site: http://familiadosquecreem.com Compre nossos livros e produtos: http://familiadosquecreem.com/loja Contribua financeiramente: http://familiadosquecreem.com.br/contribuir Ouça nossas músicas: https://open.spotify.com/artist/6aPdiaGuHcyDVGzvZV4LHy Siga-nos no Instagram: http://instagram.com/familiadosquecreem Curta-nos no Facebook: http://facebook.com/familiadosquecreem Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/familiadqc
A Leonor Freitas começou a sua carreira como assistente social, uma profissão marcada pelo serviço às pessoas.Mas sentiu a necessidade de voltar às raízes familiares. Deixou a sua carreira para assumir o negócio de vinho da família e, com coragem, visão e muito trabalho, transformou a Casa Ermelinda Freitas numa marca de referência nacional einternacional. Hoje, é um exemplo de liderança, reinvenção e dedicação a um legado que fez crescer e ganhar o mundo. É impossível não agradecer algo que para nós tem um significado muito especial: a Casa Ermelinda Freitas não sófaz parte desta conversa como acreditou no nosso projeto e aceitou ser patrocinadora do Podcast Divorcio Consciente.Um patrocínio que alinha valores, já que a Leonor Freitas é um testemunho, tal como o nosso projecto, que mesmo quando a vida muda de rumo é possível criar algo novo, forte e bonito. Ouve, partilha e contribui para uma cultura de relações saudáveis, responsáveis e autênticas.Conteúdos abordados:. da Assistência Social à Vinicultura. superar dificuldades num casamento de 50 anos. a influência das Raízes Rurais, a Vinha e a Resiliência. reconhecer Ciclos de Vida, actualizar expectativas, relações e necessidades. encarar medos, aceitar a mudança e sair fortalecido. conciliar Tradição e Modernidade na transição geracional. a importância de aceitar os filhos e o legado social. Asas e Raízes. a construção de uma Relação e a visão de um Divórcio Consciente FOTO: @doglifeproject O episódio foi GRAVADO COM O APOIO @comuna_studios e está disponível no Spotify, Apple Podcasts, Youtube e nas outras plataformas de distribuição de Podcasts habituais. Para mais informações sobre AS NOSSAS FORMAÇÕES segue o link Podes adquirir o nosso livro através do nosso site, directamente da editora ou qualquer outra livraria física ou online
Se procuras uma conversa que te abra os olhos, te provoque e te dê as ferramentas certas para construíres um futuro melhor, quer seja um negócio, uma ideia ou simplesmente uma nova forma de olhar para o mundo, este episódio é para ti.Sentei-me com o Miguel Pina Martins, fundador da Science4You, um dos empreendedores mais marcantes do país, alguém que começou com pouco mais de mil euros e transformou curiosidade, ambição e resiliência numa empresa que hoje já vendeu mais de 150 milhões de €, mas acima de tudo, impacta milhões de crianças e famílias. Mas este episódio vai muito além da história de um caso de sucesso.Falámos sobre a infância, sobre como os traços que trazemos desde pequenos que moldam ou limitam aquilo que nos tornamos. Falámos sobre errar sem medo, sobre falhar sem vergonha e sobre o enorme prejuízo de crescermos numa cultura que associa arriscar a irresponsabilidade. O Miguel trouxe-nos uma visão crua e real da economia portuguesa e do porquê de existir tão pouco espírito empreendedor. Mas não paramos por aqui! Fomos às bases: o ensino, o networking, a política, os programas de incentivo ao investimento e os erros mais comuns de quem está a começar.Este episódio é um guia sem filtros sobre aquilo que ninguém te conta quando decides criar algo teu. Uma conversa prática, inspiradora e transformadora com o incrível Miguel Pina Martins. ENJOY
A preparar o terceiro álbum de estúdio, os madeirenses NAPA são os mais recentes convidados do Posto Emissor. No podcast da BLITZ recordaram a infância na ilha e os primeiros tempos em Lisboa, onde estudaram, apresentaram as novidades – o novo single, ‘Amor de Novo’, com os brasileiros Jovem Dionísio – e abordaram o impacto duradouro de ‘Deslocado’, um dos maiores êxitos em língua portuguesa em todo o mundo este ano.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Um episódio cheio de novos conceitos: ir a Leiria só para comer pizza, arrancar dentes de leite com a ajuda de uma porta, Pai Natal a sair do exaustor e ainda terapia de amizade. Será que nos devemos esforçar para ser uma boa companhia ou devemos ser naturais e deixar-nos levar pela vibe, pelo mood, pelo love? Fomos ter um date e o Rui ficou responsável por tudo nessa noite, tentamos ainda perceber como funciona o cérebro de inimigos do fim. Ajudam-nos?REDES SOCIAISMafalda Castro: https://www.instagram.com/mafaldacastroRui Simões: https://www.instagram.com/ruisimoes10Bate Pé instagram: https://www.instagram.com/batepeclipsBate Pé Tiktok: https://www.tiktok.com/@bate.pe#MafaldaCastro#RuiSimõesAPOIOSEste podcast tem o apoio do ActivoBank
Este foi o livro que analisámos no primeiro episódio ao vivo. E é o livro que voltamos a analisar neste episódio sem ser ao vivo. Porque somos nabos e não conseguimos gravar a versão original. Por isso, decidimos passar pelo suplício de analisar o mesmo livro outra vez sem ser ao vivo e sem espontaneidade para benefício de quem não esteve presente. São opções e esta foi a nossa. Em princípio esta é a última vez em que gravamos este episódio, mas não podemos deixar de apontar que analisar este livro todos os dias durante a eternidade seria uma excelente ideia de inferno ou um conceito para um podcast novo.Para quem não gosta de cópias e quer ver mesmo a versão original ao vivo, disponibilizámos no patreon em vídeo, mas com um audio mau. Como um daqueles vídeos que as pessoas gravavam no cinema.Bilhetes para livros da piça ao vivo em Coimbra: https://ticketline.sapo.pt/evento/livros-da-pi-a-ao-vivo-96383Poderão subscrever o nosso patreon para apoiar o projecto e conteúdo extra:https://www.patreon.com/jcdireitaReacts e vídeos exclusivos no youtube: https://youtube.com/@livrosdapicaInstagram: https://www.instagram.com/livrosdapica/twitter: https://twitter.com/livrosdapicaimagem: https://www.instagram.com/tiagom__/Genérico da autoria de Saint Mike: https://www.instagram.com/prod.saintmike/
JERICÓ: LUGAR DE CONFRONTO - EP 13 - 20.NOV.2025Nosso espírito foi recriado, é verdade. Fomos batizados no Espírito Santo, também é verdade. Mas descobriremos que na nossa mente, nas nossas emoções, na nossa carne há "paredes", há "pedras", há lugares onde o Espírito de Jesus não tocou ainda.Nós precisamos cercar os muros de "Jericó", e fazê-los ruir por terra, para que a unção possa se manifestar através dessa carne aqui na terra. É isso o que Deus vai fazer na sua vida: derrubar as "muralhas" dentro da sua mente, dentro das suas emoções, no seu corpo.Unção e crise de identidade é uma jornada de descoberta sobre quem você realmente é em Cristo e como viver na plenitude da sua verdadeira identidade espiritual!!!
Fomos criados para vivermos em comunidade. Deus se alegra quando Seus filhos caminham juntos, em amor, apoio mútuo e unidade. A comunhão não é apenas estar no mesmo lugar, mas compartilhar a vida uns com os outros, carregar osfardos juntos e celebrar as vitórias em família. Quando vivemos em verdadeira comunhão, refletimos o coração de Deus e experimentamos a plenitude da vida cristã. Nesta mensagem, vamos aprender como a comunhão genuína agrada a Deus e fortalece nossa jornada de fé.
A UNIÃO DOS IMPERFEITOS ❤️
Ao estarmos centrados no Evangelho, alegramo-nos não com o crescimento numérico de uma determinada igreja local, mas com o avanço do Evangelho em todo o mundo. Neste fim de semana, nos alegramos imensamente em receber pastores e plantadores de diversas cidades do Brasil e em ver o que Deus está fazendo não apenas em nossa igreja local, mas em Sua Igreja em nossa nação. Foram três dias intensos de muita comunhão e edificação. Fomos ministrados pelos pastores Cristiano Gaspar, Filipe Niel, Igor Miguel e Thiago Guerra sobre a natureza, a vida e a vocação da Igreja. Nossa oração é para que o Senhor continue equipando os santos para o cumprimento do Seu bom propósito, fortalecendo-os e encorajando-os. Que nossas igrejas continuem sendo para a glória de Deus, para os interesses de Cristo, para a edificação da Igreja e para o bem de todo o mundo. Visite nosso site: http://familiadosquecreem.com Compre nossos livros e produtos: http://familiadosquecreem.com/loja Contribua financeiramente: http://familiadosquecreem.com.br/contribuir Ouça nossas músicas: https://open.spotify.com/artist/6aPdiaGuHcyDVGzvZV4LHy Siga-nos no Instagram: http://instagram.com/familiadosquecreem Curta-nos no Facebook: http://facebook.com/familiadosquecreem Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/familiadqc
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Por que fomos à luta armada? - Fernando Safatle - Programa 20 Minutos⚫️ No vigésimo episódio do "Programa 20 Minutos", mergulhamos em uma das questões mais profundas e complexas da história do Brasil com Fernando Safatle. A pergunta "Por que fomos à luta armada?" serve como fio condutor para uma análise incisiva sobre os anos de chumbo da ditadura militar. Safatle descompacta as motivações, o contexto político internacional e as contradições que levaram setores da esquerda a adotarem a resistência armada como um caminho possível. Mais do que uma revisitação histórica, esta entrevista é uma reflexão urgente sobre os legados desse período traumático, os fantasmas que ainda assombram nossa democracia e as lições que precisamos enfrentar para não repetir os erros do passado. Uma conversa essencial para entender as rachaduras que perduram no presente e o preço da liberdade.
Ao estarmos centrados no Evangelho, alegramo-nos não com o crescimento numérico de uma determinada igreja local, mas com o avanço do Evangelho em todo o mundo. Neste fim de semana, nos alegramos imensamente em receber pastores e plantadores de diversas cidades do Brasil e em ver o que Deus está fazendo não apenas em nossa igreja local, mas em Sua Igreja em nossa nação. Foram três dias intensos de muita comunhão e edificação. Fomos ministrados pelos pastores Cristiano Gaspar, Filipe Niel, Igor Miguel e Thiago Guerra sobre a natureza, a vida e a vocação da Igreja. Nossa oração é para que o Senhor continue equipando os santos para o cumprimento do Seu bom propósito, fortalecendo-os e encorajando-os. Que nossas igrejas continuem sendo para a glória de Deus, para os interesses de Cristo, para a edificação da Igreja e para o bem de todo o mundo.
Henrique Monteiro, ao recordar Francisco Pinto Balsemão, sublinha que a sua morte representa o fim de uma época para o jornalismo português. O antigo diretor do Expresso destaca o papel fundamental de Balsemão na conquista da liberdade de imprensa, tanto antes como depois do 25 de Abril, e na defesa da sociedade civil contra o excesso de intervenção do Estado. Monteiro relembra a relação próxima e multifacetada que teve com Balsemão — de patrão a parceiro e, finalmente, amigo — e elogia a sua atenção aos detalhes, o respeito pelas pessoas e o gosto pela vida, incluindo momentos de lazer e convívio. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ao estarmos centrados no Evangelho, alegramo-nos não com o crescimento numérico de uma determinada igreja local, mas com o avanço do Evangelho em todo o mundo. Neste fim de semana, nos alegramos imensamente em receber pastores e plantadores de diversas cidades do Brasil e em ver o que Deus está fazendo não apenas em nossa igreja local, mas em Sua Igreja em nossa nação. Foram três dias intensos de muita comunhão e edificação. Fomos ministrados pelos pastores Cristiano Gaspar, Filipe Niel, Igor Miguel e Thiago Guerra sobre a natureza, a vida e a vocação da Igreja. Nossa oração é para que o Senhor continue equipando os santos para o cumprimento do Seu bom propósito, fortalecendo-os e encorajando-os. Que nossas igrejas continuem sendo para a glória de Deus, para os interesses de Cristo, para a edificação da Igreja e para o bem de todo o mundo. Visite nosso site: http://familiadosquecreem.com Compre nossos livros e produtos: http://familiadosquecreem.com/loja Contribua financeiramente: http://familiadosquecreem.com.br/contribuir Ouça nossas músicas: https://open.spotify.com/artist/6aPdiaGuHcyDVGzvZV4LHy Siga-nos no Instagram: http://instagram.com/familiadosquecreem Curta-nos no Facebook: http://facebook.com/familiadosquecreem Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/familiadqc
E estamos de volta ao nosso estúdio em casa. Bate Pé com tudo o que aconteceu durante esta semana e a anterior (fácil perceber o porquê). E sim, fomos assaltados ALERTA CM. Conta o assalto se o assaltante for extremamente educado e não tiver levado nada? Cremos que sim. Falamos também sobre o episódio da semana passada com o convidado Manuel Luis Goucha, sobre o tiroliroliro e os melhores dentes da península ibérica serem os do Rui. REDES SOCIAISMafalda Castro: https://www.instagram.com/mafaldacastroRui Simões: https://www.instagram.com/ruisimoes10Bate Pé instagram: https://www.instagram.com/batepeclipsBate Pé Tiktok: https://www.tiktok.com/@bate.pe
A DW Português para África comemora 50 anos. Foi em 1975 que foi para o ar a primeira emissão de rádio da DW, destinada especificamente aos países africanos de língua portuguesa. Fomos ao encontro de alguns dos colaboradores que passaram pela redação. Quais os momentos mais marcantes que os jornalistas da Deutsche Welle viveram na Alemanha?
A DW Português para África comemora 50 anos. Foi em 1975 que foi para o ar a primeira emissão de rádio da DW, destinada especificamente aos países africanos de língua portuguesa. Fomos ao encontro de alguns dos colaboradores que passaram pela redação. Quais os momentos mais marcantes que os jornalistas da Deutsche Welle viveram na Alemanha?
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Vivemos tempos em que igreja e estado parecem em constante tensão. Mas qual é o papel da igreja em uma sociedade decadente? Em Romanos 13.1, o apóstolo Paulo nos lembra que toda autoridade é instituída por Deus. Neste episódio, Stephen Davey confronta a tendência da igreja moderna de trocar sua missão espiritual por batalhas culturais. A verdadeira mudança começa no coração, não no governo. Fomos chamados a fazer discípulos — não a conquistar o poder político. Vamos voltar ao nosso chamado como embaixadores do Reino de Deus, confiando na rocha inabalável que jamais será vencida. Para mais ensinamentos bíblicos, visite nosso site: https://www.wisdomonline.org/?lang=Portuguese
culto de Cura e Libertação
Laugh everyday in Miami: Skits, podcasts, live stand up comedy shows and more. Visit: miamicomedy.comThis episode breaks down Miami's ad playbook, from billboards selling fear, sex, and lawsuits to flyers with DJs nobody knows but everyone FOMOs into seeing.(00:00) “Welcome to the Billboard Jungle”(00:28) “Why Miami Ads Hit Different”(01:24) “FOMO: Miami's Real Currency”(05:21) “Quick Cash or Quick Crash?”(07:44) “Cologne, Chains, and Celebrity Flexing”(10:27) “Punching Up: Blame the Rich, Blame the Politicians”(18:47) “Parking Scams: Miami's Side Hustle”(22:40) “Florida: Wild but Worth It”(23:37) “Punching Down: Mugshots, Fights, and Drunk Fails”(25:48) “Take It Away: Fear-Based Marketing 101”(27:17) “STD Ads Meet Therapy Ads”(31:31) “Sex Sells… Especially with Baby Oil”(34:00) “BBLs, Botched Jobs, and Big Business”(39:48) “Vintage Ads: Strip Clubs on Taxi Cabs”(41:06) “Micro-Influencers: Miami's New Billboards”(44:02) “How to Become Miami-Influencer Famous”(46:04) “Final Thoughts Before I Get Sued”
Todo dia alguma hipótese, ou TDAH, com Antônio Miranda, mas dessa vez sobre a ida até a lua.
Como pode uma simples receita mudar a história de uma vida e a história de uma cidade ? Pode sim, é o caso de Nunzia que começou a fazer orecchiette, massa típica de Bari, quando muito pequena e que se revelou um sucesso internacional absoluto.Desde quando Nunzia faz as orecchiette na rua da sua casa no centro de Bari velha na região Puglia, a cidade vibra de turismo e chama atenção de muitos estrangeiros de todo país do mundo.Fomos em Bari para conhecer essa mulher maravilhosa e a história dela é das orecchiette, fomos conhecer Nunzia, a rainha das orecchiette.
Fomos ensinadas a sentir vergonha, mas podemos mudar essa história. Neste episódio, a psicóloga Iane Ventura fala sobre como o acolhimento pode ser um caminho para superar a vergonha e viver com mais liberdade.A conversa acontece a convite de Dove Desodorantes, nossa companheira na tour dos Treinões de Chapadinhas de Endorfina pelo Brasil. Com a nova linha Dove All Body Deo, que cuida de todas as áreas do corpo, liberdade e cuidado andam juntos para que você se sinta confortável em praticar qualquer atividade, sem julgamentos. #publicidade Referências citadas neste episódioLivro "O caminho do artista: Desperte o seu potencial criativo e rompa seus bloqueios", Julia Cameron https://a.co/d/bckMTxDLivro "A vergonha", Annie ErnauxClube do Livro Atlas do Feminino, com Marcela Ceribelli https://clube.taglivros.com/collab-marcelaceribelli/Nos acompanhe também:Instagram da Obvious: https://www.instagram.com/obvious.cc/TikTok da Obvious: https://www.tiktok.com/@obvious.ccChapadinhas de Endorfina: https://www.instagram.com/chapadinhasdeendorfina/Spotify: https://open.spotify.com/show/1592iJQt0IlC5u5lKXrbyS?si=0fbc7820427446b2Marcela Ceribelli no Instagram: https://instagram.com/marcelaceribelli/Iane Ventura no Instagram: https://www.instagram.com/ianeventura/Livro "Um livro para você se encontrar", Iane Ventura: https://serbene.com/um-livro-para-voce-se-encontrar/Livro “Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionou”, Marcela Ceribelli: https://a.co/d/9GvhMJmLivro "Aurora: O despertar da mulher exausta", Marcela Ceribelli https://a.co/d/2qUiCOwMarcela veste:vestido @bobonewsaneis @theofficialpandoraanel marrom @estilebybvbrincos @shop_nour_sapato @arezzo
Todo mundo já foi a Camila Fremder, que foi num podcast errado por engano. Quem nunca chegou num evento achando que era coisa e descobriu que era outra? Uma festa que era culto, um date que virou encontro de vendas, velório errado… é cada história!Episódios novos toda sexta-feira, 00h. Comente o que achou do episódio ou mande um recado para a gente diretamente no Spotify!Apoie o Divã da Diva e tenha um episódio a mais, exclusivo, no Divã da Diva para Íntimos!Apoia-se: https://apoia.se/divadepressaoOrelo: https://orelo.cc/podcast/65c0ddb1243feaaede3cea6c
Surreal!Após o MD1® ser escolhido como único veículo do mundo para noticiar e mostrar em primeira mão com EXCLUSIVIDADE o novo show de drones do SeaWorld, mais uma vez pudemos fazer algo inédito! Fomos as primeiras pessoas do mundo ocidental à termos acesso aos ovos moradores do SeaWorld Orlando, os Emperors (Pinguins Imperadores).Mostramos tudo isso no nosso MD1 Live, um programa de Tv que passa no Brasil, nos EUA, emas também é veiculado no youtue do MD1 e do R7! Nesse EP, falamos de toda nossa experiência, mas a melhor de todas as informações, VOCÊ PODE ENTRAR NO HABITAT DOSO PINGUINS DO SEA WORLD!Então já aperta o play e se prepare para descobrir esse mundo gelado e encantador das aves que voam submersas na imensidão do mar!Para comprar sua viagem, ingressos, carro, hote, seguro, chip etc, só tem um lugar! MD1 TRAVEL! Boa viagem!!
Você sabia que, quando Jesus morreu e ressuscitou, você estava incluído naquele evento? Não fisicamente, mas espiritualmente. Em Romanos 6.3–5, o apóstolo Paulo ensina que todo crente foi batizado em Cristo, identificado com Ele em Sua morte, sepultamento e ressurreição.Neste episódio, Stephen Davey explica que o batismo não é apenas uma cerimônia externa, mas uma poderosa imagem espiritual da nova vida que temos em Cristo. Paulo nos leva a dois lugares: a um cemitério e a uma vinha, para mostrar que:Fomos crucificados com Cristo e morremos para o domínio do pecado;Fomos ressuscitados com Cristo para andarmos em novidade de vida;Fomos unidos a Cristo como um ramo enxertado à videira, crescendo juntos com Ele.Você não precisa mais viver como prisioneiro do pecado. A sua antiga identidade morreu com Cristo, e agora você vive para Deus com um novo coração, novo propósito, novo Mestre e uma nova canção.Você não virou apenas uma página… você nasceu de novo!“Fomos sepultados com Ele… para que andemos em novidade de vida.” (Romanos 6.4) Para mais ensinamentos bíblicos, visite nosso site: https://www.wisdomonline.org/?lang=Portuguese
O Café com Videogames é nosso podcast sobre as novidades do mundo dos videogames, gravado segunda feira de manhã. Nesse episódio, falamos sobre a viagem do Henrique para a Polônia para jogar The Alters e mais, nossas impressões de Fantasy Life i, data de lançamento de Popucom e muito mais!
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As vezes a gente começa um episódio sem saber como ele vai acabar e simplesmente chegamos no fim sem saber se realmente acabouSabe como é... Em um universo com Papas e Gagas, tudo é possívelAté não acontecer nada
Alerta de Hora do Break urgente: vamos ajudar a Karin a trazer o Adam de volta!Fomos contatadas pela @mae_do_adam uma mãe que teve o filho sequestrado pelo próprio genitor e levado para o Egito.
Como foi a premiação do Oscar 2025?