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O que faz uma empresa familiar atravessar gerações? E por que empreender nunca é, de fato, uma jornada individual?Neste episódio do Arena IE, Marcelo do Carmo conversa com Ubiratã “Bira” Rezler, empresário e presidente da CIC Caxias, sobre sucessão empresarial, negócios familiares, associativismo e os desafios de construir empresas capazes de crescer e permanecer ao longo do tempo.Bira relembra a história da empresa fundada por seu pai na década de 1970 e conta como deixou uma trajetória na Medicina Veterinária para retornar ao negócio familiar. A decisão trouxe consigo uma responsabilidade que ia além de assumir uma empresa: preparar aquele negócio para continuar existindo no futuro.A conversa aborda um dos principais desafios das empresas familiares: a sucessão. O que acontece quando os filhos não querem seguir o negócio? Como preparar novas gerações sem transformar a empresa em uma obrigação? E como apresentar o empreendedorismo familiar de uma forma que gere pertencimento?Outro ponto central é o papel do associativismo empresarial. Para Bira, reconhecer as próprias fragilidades e compartilhar dúvidas com outros empresários pode abreviar caminhos, ampliar repertório e ajudar na tomada de decisões.Marcelo e Bira também discutem a realidade dos microempreendedores. Ter um negócio próprio não significa trabalhar isoladamente. Empresas dependem de clientes, fornecedores, profissionais, famílias, parceiros e comunidades. Por isso, uma visão excessivamente individualista pode limitar o crescimento e aumentar os riscos de negócios que começam sem planejamento financeiro ou estratégico.O episódio mostra ainda como entidades empresariais, núcleos e arranjos produtivos podem criar relações de confiança, gerar oportunidades e apoiar empresários em diferentes momentos da jornada.Uma conversa sobre empreendedorismo, sucessão familiar, gestão, colaboração, associativismo e desenvolvimento econômico.Capítulos:00:00 Por que empreender não é uma jornada individual02:00 Quem é Bira Rezler04:30 A decisão de voltar para o negócio da família08:20 Como preparar uma empresa para continuar no futuro12:40 Reconhecer fragilidades e buscar apoio17:00 O desafio da sucessão nas empresas familiares22:10 Como aproximar as novas gerações do negócio da família27:00 O microempreendedor também depende de um ecossistema31:30 Associativismo, confiança e crescimento empresarial36:20 Por que dividir desafios pode fortalecer um negócioEste episódio foi gravado na CIC Caxias, em Caxias do Sul. Nosso agradecimento à CIC Caxias pela acolhida, pela parceria e por disponibilizar o espaço para mais esta conversa do Arena IE.
Qual modelo familiar você está reproduzindo no seu casamento? Neste vídeo, apresento 4 modelos familiares que impactam a vida a dois: o caótico, o meritocrático, o legalista e o relacional.A família em que crescemos pode influenciar nossas expectativas sobre o amor, a convivência e o relacionamento a dois. Reconhecer essas referências é um ponto de partida para refletir sobre o casamento que estamos construindo.Ao longo do vídeo, conversamos sobre os quatro modelos e sobre o modelo relacional como direção para a vida em família.Uma reflexão para quem deseja compreender seus padrões familiares e olhar com mais consciência para a relação com o cônjuge.Você está buscando a cura e a restauração do seu casamento?Acesse o link abaixo para conhecer a nossa mentoria de casais “a última chance” e ser selecionado em uma sessão experimental.https://canalvoceeeu.com/a-ultima-chance/#Casamento #RelacionamentoADois #ModelosFamiliares
O que o esporte pode nos ensinar sobre a maneira como enfrentamos a vida? Neste episódio do Podcast Filosófico, Pedro Guimarães e o professor Cristiano Born conversam sobre o esporte como instrumento de educação e formação humana, a partir da experiência do convidado nos Jogos Internacionais do Voluntariado, realizados em Olímpia, na Grécia, em 2026. O diálogo revisita o sentido dos jogos na Antiguidade e sua relação com a união do mundo grego, a arte e a espiritualidade. A ginástica e a música são apresentadas como práticas complementares de uma educação que buscava formar o ser humano integralmente: exercitar o corpo, cultivar a sensibilidade e desenvolver qualidades interiores. Nesse contexto, o esforço do atleta expressa a busca pela excelência — a areté grega. Essa perspectiva aproxima o esporte da filosofia e dos desafios cotidianos. Reconhecer os próprios limites, aprender a conviver e perseverar diante das dificuldades são experiências que encontram nas provas esportivas um campo de exercício. A conversa convida a compreender a superação de si mesmo como um trabalho de autoconhecimento e autodomínio, que amplia nossa capacidade de agir com generosidade e colocar o que desenvolvemos a serviço dos demais. Participantes: Cristiano Born e Pedro Guimarães Trilha sonora: Johann Sebastian Bach — Suíte para Orquestra nº 3, BWV 1068, em Ré Maior — Overture Conheça a Nova Acrópole: https://nova-acropole.org.br Entre em contato conosco: https://nova-acropole.org.br/podcast
“Corra ao seu encontro e pergunte: ‘Está tudo bem com a senhora, com seu marido e com seu filho?'”. A mulher respondeu: “Sim, está tudo bem”.” 2Reis 4:26 NVT Para quem você tem exposto suas dores?Nesta história uma mulher sunamita, logo após encontrar seu filho morto, foi questionado por Geazi o aprendiz de Elizeu, se estava tudo bem, surpreendente ela respondeu, “sim está tudo bem!”.Sua resposta não foi porque estava mascarando a sua dor, mas sim porque Elizeu era a pessoa certa para ela desabafar todo seu sentimento de dor.Jesus, no Getsêmani chamou apenas três dos seus discípulos para presenciar seu momento de medo e tristeza, escolhendo aqueles que Ele mais amava.Reconhecer aonde dói e saber a pessoa certa para desabafar, é necessário e é um processo que te leva a cura, relatar para pessoas erradas só prolongara a dor e tornará você mais vulnerável em mostrar suas fraquezas para quem não pode mudá-las.“Entreguem todas as suas preocupações a Deus, pois ele cuida de vocês.” 1Pedro 5:7 NTLH Que possamos levar as nossas dores para aquele que pode nos trazer a cura.Pergunte a si mesmo: Quem pode ser o remédio para sua dor?Oração: Senhor entregamos em tuas mãos tudo aquilo que hoje nos causam dor, nos ajude a discernir as pessoas certas para compartilharmos a nossa dor.Em nome de Jesus, Amém!Que você tenha um dia abençoado!Por Ubiratan Paggio#devocionaisdiarios#deusfalacomigo #NaoDesabafeParaPessoaErrada#EntregueSeusProblemasAoSenhor#ubiratanpaggio@ubiratanpaggio@ubiratan.paggio
Existe a perspectiva pessoal do reconhecimento, ou seja, fazemos coisas e naturalmente esperamos reconhecimento.O outro lado da moeda é a prática do reconhecimento, ou seja, se você tem por hábito reconhecer o que outras pessoas fazem. Essa é a questão que quero abordar aqui.Veja o que diz o Salmo 94 no verso 17: "Se não fosse o auxílio do Senhor, a minha alma já estaria na região do silêncio."O salmista reconhece que se não fosse Deus, ele estaria perdido. Ao reconhecer a ação e o valor do outro você aprende muitos valores como: humildade, amor, relacionamento, etc.Reconhecer as pessoas pelo que fizeram é algo que se aprende a fazer, ou seja, ninguém nasce sabendo.Seja atento a ação de Deus em sua vida, reconheça o que Deus tem feito. Mas esteja atento também a ação de muitos amigos que Deus colocou ao seu redor. Praticar isso fará um bem enorme a todos, mas principalmente a você.
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
Sua aliança com Deus redefine como você se relaciona até com seus inimigos. Aprenda a distinguir entre a oposição por cegueira espiritual e ataques diretos ao Reino, e descubra a resposta bíblica para cada um.Nesta mensagem, exploramos a complexa ordem de Jesus para amar nossos inimigos, mergulhando nas Escrituras para entender a diferença crucial entre inimigos pessoais e inimigos do Evangelho. Este canal se dedica a fornecer estudos bíblicos profundos e aplicáveis, capacitando você a viver uma fé autêntica e madura em todas as áreas da vida, transformando teologia complexa em sabedoria prática para o seu dia a dia.
Continuamos com a Dra. Natália Paiva, Fisiatra da Clínica MOVE, para nos explicar o que é a Síndrome Miofascial e como tratá-la. Essa síndrome se caracteriza por pontos dolorosos em algum músculo, chamados de "pontos gatilho", e pode ser tratada com procedimentos específicos.Não perca esse episódio incrível do nosso podcast! Se gostar, curta, compartilhe e comente!Esse podcast é uma realização da Clínica MOVE!#dor #triggerpoints #clinica_move #drapatriciacamposferraz #nutripatriciacampos
Com os olhos marejados, Javier Monteverde se ajoelhou diante da cruz que leva o nome de Ashley Pino, uma das mais de 6.500 vítimas do terremoto duplo que devastou a Venezuela, sepultada no Cemitério da Esperança, em Carayaca, no Estado de La Guaira. Em silêncio, ele amarrou um bichinho de pelúcia na lápide da mulher desconhecida. Pedro Pannunzio, correspondente da RFI na Venezuela Monteverde, por alguma razão, sente-se atraído por aquela sepultura. No cemitério onde repousam centenas de pessoas não identificadas, o simples fato de encontrar um nome já é significativo. As lápides, porém, não trazem outras informações além da data da morte. “Me disseram que ela tinha 36 anos”, diz, sem ter certeza. Ele não tem qualquer pista sobre como eram seus traços físicos, sobre sua história, nem sobre o paradeiro de sua família. “Meus companheiros dizem que estou louco. Que me apaixonei por uma morta. Mas não é isso. De noite, quando caminho por aqui, meus pés me trazem a esse lugar. Algo me chama. Chego aqui e converso com ela”, contou o operador de máquinas que teve de deixar a construção civil para abrir covas para as vítimas do terremoto. Ele diz que chegou ao cemitério em 26 de junho, dois dias após o início da tragédia. Desde então, os mortos levados ao enterro se tornaram sua principal companhia, ao lado dos outros três colegas com quem divide uma barraca transformada em casa temporária, montada em frente às covas. “Trabalhamos desde cedo até a hora em que os mortos chegam. Às vezes, eles chegam às 7h da noite, e é preciso enterrá-los às 7h, 8h da noite.” O operador de máquinas que virou coveiro da noite para o dia foi um dos responsáveis por abrir, na semana passada, o espaço onde agora repousam 40 crianças e adolescentes não identificadas, que, durante quase dois meses, permaneceram no necrotério improvisado no porto de La Guaira à espera de algum familiar que pudesse fazer o reconhecimento dos corpos. “Talvez o pai e a mãe deles estejam ali, onde estão os outros enterrados. Os avós deles podem estar ali. Entende? É difícil, dói muito”, disse, às lágrimas, enquanto apontava para um dos lotes onde estão sepultados centenas de vítimas sem identificação. Ao menos 800 pessoas foram enterradas no Cemitério da Esperança sem terem sido reconhecidas, afirmou um rapaz que se apresentou como um dos coordenadores do local. Ele pediu para não ter o nome divulgado. O número equivale a mais de 10% do total de vítimas da tragédia. Segundo ele, não há valas comuns no cemitério, e cada pessoa é sepultada com o máximo de dignidade possível. “Colocamos cada cadáver com uma separação de 70 centímetros entre eles. Não há um cadáver sobre o outro. Isso não existe aqui.” Em cada lápide, há um número associado aos dados do falecido registrados no Serviço Nacional de Medicina e Ciências Forenses (Senamecf), órgão vinculado ao Ministério do Interior, Justiça e Paz. Posteriormente, familiares que procuram pessoas desaparecidas podem fazer exames de DNA para verificar se há compatibilidade com alguma das vítimas sem identificação. “Cada cadáver enterrado tem um código:123, por exemplo. Esse código, que corresponde a um falecido ou a uma falecida, está registrado no Cemitério da Esperança, em determinada área, em determinado setor, sepultado em determinada posição”, explicou um dos coordenadores do local. No cemitério, há lotes distintos para as pessoas reconhecidas e para aquelas que foram enterradas sem identificação. Nas sepulturas das vítimas sem nome, foram colocados pedaços de grama, algumas pedras e um pequeno arranjo de flores. Entre as dezenas de cruzes marcadas apenas por números e códigos, raríssimas são as que receberam decorações que revelam sinais de uma história: um retrato e um nome. Trata-se de casos em que os familiares conseguiram fazer o reconhecimento das vítimas após o sepultamento. 40 crianças As 40 crianças, por outro lado, estão enterradas, por ora, em uma extensa área de terra recém-remexida. As sepulturas ainda não têm grama, flores ou qualquer identificação. Segundo os funcionários, as lápides devem ser instaladas em breve. Por enquanto, cada sepultura é marcada apenas por uma fina haste metálica fincada no chão. Desde o final de semana, brinquedos infantis, levados por uma voluntária, foram colocados diante de cada uma delas. Uma semana depois do sepultamento coletivo, os funcionários dizem que nenhum familiar foi ao local para reconhecer ou reclamar os corpos. Passados mais de dois meses da tragédia, vítimas ainda chegam ao cemitério. Ao redor das crianças sem nome, há dezenas de outras covas abertas, à espera de novos corpos. “Nós estamos nos preparando para qualquer quantidade de falecidos que possa surgir”, disse o funcionário. O governo venezuelano não divulga o número total de pessoas que ainda estão desaparecidas. Fora do cemitério, as operações para recuperação dos corpos acontecem sem data para serem encerradas. “Vai levar tempo. Aqui está sendo retidada laje por laje. Se a gente entrar com máquina, não vai ser possível reconhecer os corpos”, disse Hernán José Paredes, trabalhador vinculado ao Ministério do Poder Popular de Obras Públicas, que tentava, neste final de semana, quebrar um dos enormes blocos de concreto de um edifício que desabou na cidade de Caraballeda, também em La Guaira, distante há pouco mais de uma hora em carro do Cemitério da Esperança.
O diálogo tornou-se uma "arte esquecida"? Mais do que apenas conversar, estamos perdendo a capacidade fundamental de trocar ideias com profundidade.Neste vídeo, a professora e voluntária da Nova Acrópole, Ana Beatriz Pignataro, traz uma reflexão urgente sobre como a comunicação verbal tem sido abalada nos tempos atuais. Ela esclarece dois dos sete passos essenciais para resgatar o diálogo como uma verdadeira Arte, transformando conversas superficiais em encontros humanos significativos.00:00 - Introdução: O Diálogo como Fruto da Vida Interior Explicação de que o diálogo verdadeiro nasce do desenvolvimento interior e do domínio da própria personalidade, não apenas de técnicas externas.01:52 - O Diálogo como uma das Artes mais Complexas A importância do "ensaio" e da prática constante para atingir a harmonia nas relações.03:09 - Diferença entre Confronto e Diálogo Análise etimológica e prática: o confronto como imposição de fronteiras e o diálogo como a capacidade de ir além das palavras.08:02 - O Amor à Verdade vs. O Amor à Própria Opinião Como o desejo de ampliar a visão de mundo deve prevalecer sobre a necessidade de estar certo.09:32 - Aprender com a Vida através do Outro A percepção de que cada ser humano possui um ponto de vista único que é essencial para o nosso próprio crescimento.11:07 - A Insegurança como Causa dos Confrontos A analogia da árvore: por que a falta de convicções profundas nos leva a tentar impor argumentos pela força.15:12 - O Termômetro do Diálogo: A Vida Cresce ou Diminui? Como identificar um bom diálogo pela sensação de motivação e aprofundamento do laço após a conversa.18:21 - O Pressuposto do Diálogo: Querer Aprender A pergunta fundamental: "Eu quero realmente dialogar ou apenas convencer?".20:25 - Primeiro Passo: Objetividade A importância de não supor motivos alheios e ter clareza sobre o objetivo da própria comunicação.26:25 - Segundo Passo: Respeito e Humildade Filosófica Reconhecer que o outro sempre tem uma razão para pensar como pensa e evitar o rótulo como desculpa para não dialogar.32:56 - Conclusão: Todos são teus Instrutores A meta de tratar a todos com respeito, independentemente de concordar com suas opiniões, e o convite à prática.
A velha fábula da raposa que não consegue alcançar um cacho de uvas guarda uma ideia que vai muito além da simples desculpa de quem fracassou. Quando a raposa decide que as uvas “estão verdes”, ela transforma a própria frustração em desprezo e revela uma das faces menos evidentes da arrogância: a necessidade de diminuir aquilo que não conseguimos conquistar. Bárbara e Babica partem dessa história para entender o que é o desdém, por que é tão difícil admitir um erro ou uma derrota e como a humildade pode nos ajudar a transformar frustrações em aprendizado, em vez de desperdiçá-las tentando proteger nosso orgulho. Host: Bárbara Stock e Babica Takeaways• O desdém pode funcionar como uma máscara para a frustração, fazendo com que diminuamos aquilo que desejávamos apenas porque não conseguimos alcançar.• A arrogância nem sempre nasce de excesso de confiança; às vezes ela aparece justamente quando temos dificuldade de admitir que erramos, perdemos ou não sabemos alguma coisa.• Reconhecer uma limitação não nos torna menores, mas abre espaço para descobrir o que podemos aprender e fazer diferente numa próxima tentativa. CapítulosUma raposa com muita fomeAs uvas que ficaram altas demais“Eu nem queria mesmo”Quando a frustração vira desdémA arrogância que protege o orgulhoA coragem de dizer “eu não consegui”Perder as uvas ou perder a chance de aprender Links relevantes• Podcast Café Com Leite: https://podcastcafecomleite.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Conheça a Minimal Club usando o Cupom: BRUNEThttps://lp.minimalclub.com.br/cortes-brunetcastComo saber se um sinal é realmente de Deus, ou apenas coincidência? Neste episódio, Tiago Brunet é entrevistado por Wesley e Teixeira sobre um dos temas mais pedidos pelo público: sinais divinos.Tiago explica a diferença entre pressentimento e presságio, como a paz de Cristo funciona como um "juiz" nas decisões, o conceito de zona de expulsão, e conta a história real de um contrato que ele quase assinou antes de um pouso de emergência mudar tudo. Ele também revela os bastidores espirituais por trás da criação do livro Jogo da Vida, incluindo a visita ao Real Madrid e a conversa com Neymar.
Episódio do dia 18/08/2026, com o tema "Vamos rever e reconhecer os salvos?" Apresentação: Itamir Neves, André Castilho e Renata Burjato. Pergunta do dia: Vamos rever e reconhecer os salvos? Redes Sociais Instagram: @rtmbrasil@itabeti@acastilhortm Site: www.rtmbrasil.org.br WhatsApp da RTM - (11) 97418-1456See omnystudio.com/listener for privacy information.
Monteiro Lobato também se incomodou com a velha história da cigarra condenada por passar o verão cantando. Em sua versão, a formiga percebe que a música também teve valor: acompanhou o trabalho e tornou os dias mais agradáveis. A partir daí, Bárbara e Babica investigam uma questão menos simples do que parece: como reconhecer trabalhos que não produzem algo que se possa guardar num depósito sem esquecer que o inverno continua chegando. Entre arte, disciplina, planejamento e prazer, a velha fábula ganha uma moral bem mais equilibrada. Host: Bárbara Stock e Babica Takeaways• Nem todo trabalho produz algo material, mas isso não significa que não tenha valor.• Reconhecer o valor da arte e da criatividade não elimina a responsabilidade de pensar no futuro.• Uma vida equilibrada precisa aprender com a formiga sem esquecer aquilo que a cigarra tem para ensinar. CapítulosMonteiro Lobato muda a velha fábulaO valor que não cabe no depósitoA cigarra também trabalhavaO inverno continua chegandoO que a cigarra aprende com a formigaO que a formiga aprende com a cigarraTalentos diferentes, responsabilidades parecidasGuarde algumas sementes, mas não esqueça da música Links relevantes• Podcast Café Com Leitel: https://podcastcafecomleite.com.br See omnystudio.com/listener for privacy information.
Você sabe reconhecer uma oportunidade de Deus?Em João 12, Maria percebeu algo que muitos ao seu redor não perceberam: Jesus estava ali, e aquele momento era único.Ela não tratou aquela oportunidade com trivialidade. Entregou algo precioso, sem reservas, porque reconheceu que Jesus era mais importante do que qualquer outra história naquela sala.Assim também acontece conosco. Somos cercados por pessoas interessantes, tarefas importantes, experiências marcantes e tantas coisas que disputam nossa atenção. Mas precisamos aprender a distinguir quem é o Senhor da história.Que não percamos as oportunidades que Deus coloca diante de nós. Que saibamos honrar Jesus no tempo que temos, onde estamos e com aquilo que recebemos.Quais têm sido as suas “extravagâncias santas” para o Senhor?
Poucas habilidades humanas são tão importantes quanto a capacidade de manter a calma. Ainda assim, vivemos em um mundo marcado pela ansiedade, pela indignação e pela sensação de que tudo precisa ser resolvido imediatamente.Quando perdemos a calma, respondemos antes de compreender, confundimos urgência com importância e tratamos possibilidades como se fossem destinos inevitáveis. Mas será que a calma é apenas um traço de personalidade ou pode ser aprendida, exercitada e aperfeiçoada?Neste episódio da Travessia da Escuta, conversamos sobre a calma como uma competência socioemocional. Não como passividade, silêncio ou indiferença, mas como a capacidade de continuar em movimento sem ser arrastado pelo medo, pela raiva ou pela urgência.Falamos sobre a indignação como uma das marcas do nosso tempo, sobre a ansiedade que ocupa o futuro com cenários ameaçadores e sobre os ambientes que dificultam nossa autorregulação. Afinal, seria injusto transformar a calma em uma obrigação individual quando tantas relações e espaços mantêm o corpo em permanente estado de alerta.Também exploramos algumas fontes que podem nos ajudar a recuperar o contato com o presente: visão, som, espaço, tempo, toque e esperança. Pequenos elementos capazes de criar um intervalo entre o que sentimos e aquilo que fazemos.A esperança aparece aqui não como um otimismo ingênuo ou a promessa de que tudo dará certo, mas como a possibilidade de devolver a incerteza àquilo que ainda não aconteceu. Se a mente consegue produzir imagens de medo, ela também pode construir paisagens internas que nos ajudem a atravessar momentos difíceis.Talvez a calma não seja permanecer imóvel diante da vida. Talvez seja seguir adiante com direção e ritmo, como quem percorre de bicicleta uma estrada à beira-mar: atento ao caminho, aberto à paisagem e sem precisar correr como se tudo dependesse dos próximos segundos.Você está na Travessia da Escuta. Por aqui, compartilhamos a experiência humana no mundo do trabalho. Nossa travessia continua.Créditos deste episódio:Apresentação: Ale Gonzaga | @alegonzaga.ieProdução: Canal Conexão IE | @conexaoieEdição de áudio: Aline StreckCapítulos:00:00 — Por que precisamos falar sobre calma01:09 — Apresentação01:35 — A indignação como marca do nosso tempo04:36 — Calma não é ausência de ação06:01 — Os ambientes também afetam nossa calma06:51 — Cinco fontes de calma: visão, som, espaço, tempo e toque08:31 — A esperança não é um otimismo ingênuo10:05 — Reconhecer as travessias que já vivemos11:11 — Imaginação ativa e criação de paisagens interiores13:00 — Continuar avançando sem precisar correr14:24 — Calma, autocompaixão e o próximo episódio
A hiperglicemia induzida por glicocorticoides é uma complicação frequente, especialmente em pacientes que já apresentam fatores predisponentes para alterações do metabolismo da glicose. Reconhecer esses fatores de risco permite identificar indivíduos que necessitam de monitorização glicêmica mais rigorosa desde o início da corticoterapia.Endocrinologia descomplicada para médicos e residentes.Aqui você encontra conteúdos sobre atualização médica, casos clínicos e preparação para provas de título.
O lúpus é uma doença autoimune crônica com sintomas que impactam o cotidiano. Ele é confundido com frequência com outras patologias, o que atrasa o diagnóstico. O lúpus eritematoso sistêmico (LES) é uma das formas mais comuns e pode afetar a pele, as articulações, os rins, os pulmões, o coração e o cérebro, causando sintomas como cansaço, dores articulares, febre, manchas na pele e sensibilidade à luz solar. Taíssa Stivanin, da RFI em Paris Nas doenças autoimunes, o sistema imunológico passa a atacar células e tecidos saudáveis do próprio organismo. No caso do lúpus, esse processo gera inflamações que podem atingir diferentes órgãos e sistemas. De acordo com a reumatologista Luciana Seguro, integrante da Comissão de Lúpus da Sociedade Brasileira de Reumatologia e do Grupo Latino-Americano de Estudo do Lúpus, especialistas defendem que a patologia não seja considerada uma única doença, mas uma síndrome. “Cada paciente apresenta manifestações diferentes. Essa compreensão também reforça a necessidade de uma abordagem individualizada. O paciente deve ser avaliado para receber um tratamento personalizado”, diz a especialista. O lúpus erimatoso cutâneo ocorre com mais frequência em mulheres entre 20 e 40 anos. “É muito comum haver inflamação na pele. Existem pacientes que apresentam apenas a forma cutânea da doença. Essa manifestação pode ocorrer de forma isolada ou estar associada ao lúpus eritematoso sistêmico”, explica Luciana Seguro. Mas a doença pode afetar qualquer órgão e se manifestar de diversas maneiras, provocando queda de cabelo, inflamação nos pulmões, convulsões, formigamentos e, mais raramente, manifestações intestinais, como diarreia. Também são comuns anemia e redução das taxas de glóbulos brancos e plaquetas no sangue, diz a reumatologista. A mineira Katiuscia Francieli, de Indianópolis (MG), começou a sentir os primeiros sintomas da doença há 14 anos, aos 24 anos. As dores eram intensas, e ela passou a ter dificuldades para realizar movimentos simples. Após consultar um reumatologista e realizar exames, descobriu que tinha um distúrbio de coagulação sanguínea, mas não tinha lúpus, de acordo com a avaliação dos especialistas na época. “Continuei sentindo muita dor, e isso passou a limitar minha rotina e as atividades do dia a dia, inclusive os cuidados com a casa. As crises eram intensas e frequentes, o que me levou a procurar atendimento hospitalar várias vezes para receber medicação", diz. Com o tempo, alguns médicos passaram a sugerir que os seus sintomas tinham "origem emocional", conta. "Em determinado momento, acabei acreditando nisso também: que tudo poderia estar relacionado ao meu estado emocional ou até ser algo da minha cabeça”, descreve Katiusca. “Foram anos vivendo essa situação, voltando com frequência ao hospital, sem uma explicação definitiva para o que estava acontecendo.” Os sintomas pioraram e, além das dores nas articulações, ela passou a perder cabelo e ter manchas roxas na pele. Suas dores também ficaram cada vez mais intensas. “Tinha muitas limitações. Quando eu ia pedalar, colocava o pé no chão e caía. Minha mão não conseguia mais segurar as coisas. Eu não tinha mais nenhuma destreza nos movimentos.” Após novas consultas, o diagnóstico foi confirmado em dezembro de 2024. Com o início do tratamento, ela melhorou e agora leva uma vida normal. “Hoje eu tenho qualidade de vida, convivo muito bem com o tratamento. Recuperei minha massa muscular, que havia perdido durante os períodos mais graves da doença, e recobrei a força que não tinha”, conta. O que provoca lúpus? As pesquisas ainda não identificaram os gatilhos da doença. No entanto, predisposição genética, fatores hormonais e ambientais, como tabagismo e exposição solar, estão associados ao desenvolvimento do lúpus. “O paciente tende a apresentar novamente os tipos de inflamação que já teve antes. Por isso o diagnóstico precoce é importante, para dar início, rapidamente, a um tratamento adequado. De modo geral, é nos primeiros cinco anos que podem aparecer novas manifestações do lúpus. Depois disso, quando a doença volta, o mais comum é que ela se apresente da mesma forma que ocorreu inicialmente.” O lúpus pode ser controlado com diagnóstico precoce, que requer exames como o FAN (fator antinuclear). O teste ajuda a identificar a presença de autoanticorpos, produzidos pelo organismo contra estruturas das próprias células. A avaliação do quadro clínico do paciente também é essencial. “O diagnóstico do lúpus depende da combinação entre um quadro clínico sugestivo e a identificação de autoanticorpos, já que se trata de uma doença autoimune”, resume a reumatologista. “Nessa condição, o organismo produz anticorpos contra estruturas do próprio corpo, em vez de direcioná-los apenas à defesa contra agentes externos. O exame de FAN é utilizado como teste de triagem e está positivo em praticamente todos os pacientes com lúpus eritematoso sistêmico”, diz. Mas seu resultado isolado não é suficiente para confirmar o diagnóstico: uma parcela da população sem lúpus também pode apresentar FAN positivo, o que torna fundamental a interpretação do exame em conjunto com os sinais clínicos e outros testes laboratoriais, como a dosagem do complemento, especialmente C3 e C4”, explica a médica. Já existem pesquisas que investigam os efeitos do tratamento na fase pré-clínica da doença, ou seja, antes do aparecimento dos sintomas. “Alguns grupos de pesquisa estudam justamente a fase pré-clínica do lúpus, quando o paciente apresenta alterações imunológicas e autoanticorpos, mas ainda não desenvolveu sintomas da doença", esclarece a reumatologista. "Não há evidências conclusivas de que o tratamento nessa fase modifique a evolução do quadro, mas essa é uma hipótese que vem sendo investigada”, aponta a médica. O tratamento para controlar a doença inclui o uso de corticoides, imunossupressores e outras moléculas.
Reconhecer a bondade de Deus em nossas vidas é um passo essencial para reconhecermos Ele como Pai e Senhor, isso nos torna filhos obedientes e gratos. Ouça nesta mensagem como receber a bondade de Deus em sua vida! @embaixadasavoy
Quantas vezes você engoliu o choro e vestiu uma armadura invisível para provar que dava conta de resolver todos os problemas de casa sozinha?A pressão para manter uma postura inabalável força muitas mulheres a esconderem as próprias feridas sob uma máscara de alta produtividade. O peso de carregar as demandas diárias sem pedir ajuda gera um esgotamento profundo e afasta você da sua verdadeira humanidade. Reconhecer a vulnerabilidade diante de Deus não atesta o seu fracasso, mas revela o exato momento onde a força espiritual recebe permissão para agir e trazer alívio."A minha graça é suficiente para você, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza."2 Coríntios 12:9Assista ao vídeo e descubra como abandonar a necessidade de perfeição. Para ter o guia físico em mãos durante todo o processo, adquira o devocional completo no site oficial da Editora Propositto: https://editorapropositto.com.br/produtos/devocional-forjadas-40-dias-para-mudar-sua-vida-1n83j/
Você toma decisões como adulta ou reage como criança? Nesse episódio eu te mostro os sinais de que sua criança interior ainda governa sua vida, seus relacionamentos e suas escolhas. Reconhecer isso muda tudo.
Imagina essa cena: início dos anos 90, faculdade de Direito, aula de Direito Romano.Professor duro, exigente, prova difícil… e, no final do semestre, antes mesmo de estar firme com Deus, eu senti de escrever um bilhete de agradecimento pra ele. Nesse bilhete, citei a história dos 10 leprosos. Eu disse, em outras palavras:“Professor, como só um voltou pra agradecer, eu não quero ser parte do grupo dos nove. Obrigado por tudo que o senhor ensinou.”Quase 40 anos depois, esse mesmo professor, que marcou minha vida, com o seu zelo por esta matéria tão basilar do Direito está dando aulas para minha filha.Qual a lição?“ Lança o teu pão sobre as águas…”Gratidão nunca é perda. Gratidão volta. Gratidão marca. Gratidão é de Deus. Nossa Gratidão há de honrar ao Nosso Deus!Agora traz isso pro nosso relacionamento com o Senhor.O PERIGO DO COSTUMEQuem está há mais tempo na igreja corre um risco sério:acostumar-se com a presença de Deus, com a Palavra, com os milagres, com as respostas de oração…e começar a tratar o Deus Todo-Poderoso como se fosse algo comum.A gente esquece que está lidando com Aquele que criou o universo,que nos deu vida, perdão, salvação, futuro, esperança.E, sem perceber, começamos a fazer parte do “grupo dos nove ingratos”.A HISTÓRIA DOS 10 LEPROSOSLucas 17 conta que dez leprosos ficaram de longe e gritaram:“Jesus, Mestre, tem compaixão de nós!”Jesus não fez show, não tocou em ninguém ali na hora.Ele só disse:“Vão se mostrar aos sacerdotes.”Enquanto eles iam, NO CAMINHO, todos foram curados.A lepra, que os isolava da família, da sociedade, do culto, desapareceu.Dez homens viveram um milagre gigantesco. Mas somente UM voltou.ELE VOLTOU gritando em alta voz, glorificando a Deus,se lançou com o rosto em terra aos pés de Jesus, agradecendo.E Jesus pergunta:“Não foram DEZ os que foram curados?Onde estão os outros NOVE?”Dez receberam o milagre.Só um recebeu o elogio de Jesus.O DIFERENCIAL DO SAMARITANOE a Bíblia faz questão de dizer:“E este era SAMARITANO.”Ou seja: ele nem era do “povo certo”, não frequentava o templo em Jerusalém,não tinha sacerdote pra se apresentar como os judeus tinham.Então o que ele fez?Tomou a melhor decisão possível:voltou e se apresentou ao VERDADEIRO SUMO SACERDOTE: JESUS.Enquanto os outros seguiram o protocolo,ele seguiu o CORAÇÃO:reconheceu quem o tinha curado,voltou, se prostrou, adorou, agradeceu.Ele não só foi curado no corpo,como ouviu de Jesus:“Levanta-te e vai; a tua fé te salvou.”CONCLUSÃO E CHAMADOA pergunta de Jesus ecoa hoje:ONDE ESTÃO OS OUTROS NOVE?Você já pensou em quantas áreas da sua vida Deus já tocou?– Portas que Ele abriu.– Livramentos que você nem viu.– Pecados que foram perdoados.– Males que não chegaram porque Ele colocou a mão.– Pessoas que Ele usou pra te abençoar: mãe, pai, pastor, líder, irmãos, amigos.A Palavra hoje é um chamado:• Não faça parte do grupo dos nove.• Seja como o samaritano que VOLTA PRA JESUS.• Se prostre de coração e diga: “Senhor, obrigado pelo que já fizeste, e pelo que ainda vais fazer.”Na prática, duas direções:1. Gratidão a PESSOAS Não deixe de agradecer a quem Deus tem usado na sua vida:– Um pastor que te aconselhou,– Um líder que te ouviu,– Alguém que orou com você, que te ajudou num momento difícil.Lança teu pão sobre as águas. Reconhecer não diminui você; te torna mais parecido com Cristo.2. Gratidão a DEUSVolte pros pés de Jesus.Não só pra pedir, mas pra agradecer:– pela salvação,– pela vida,– pela restauração que já começou,– pelo cuidado em cada detalhe.Essa série toda do “Quando as nossas dores se encontram com Deus”está caminhando pra um tempo ainda mais profundo, de cura, libertação e restauração.Nós vamos ter um seminário, tempos específicos de ministração…e a melhor forma de chegar lá é com o coração cheio de Fé para ser tocado e curado e que tem disposição de agradecer a Deus e de dar honra somente a Ele por tudo o que Ele fez, tem feito e fará em nossa Restauração para a Sua Glória.
A obesidade é uma doença ou uma consequência de más escolhas? E porque é que tantas pessoas ainda têm dificuldade em reconhecê-la como tal? Neste episódio do Top of Mind, Margarida Santos conversa com Carlos Oliveira, da Associação de Doentes Obesos e Ex-Obesos de Portugal (Adexo), sobre uma das doenças mais prevalentes e pouco compreendidas da atualidade. Ao longo da conversa, desconstruímos alguns dos maiores mitos e percebemos porque é que a frase "basta comer menos e mexer-se mais" está longe de explicar a complexidade desta doença. Porque é que tantas pessoas demoram anos a procurar ajuda? E até que ponto vivemos numa sociedade que continua a olhar para a obesidade como uma falha individual em vez de uma doença crónica? Ouça agora e descubra porque reconhecer a obesidade como doença pode ser o primeiro passo para mudar vidas. Episódio disponível no YouTube, Spotify, Apple Podcasts e outras plataformas de áudio. Ouça, comente e partilhe. O seguinte disclaimer esteja visível: Para questões de segurança ou notificação de um possível evento adverso relacionados com medicamentos Bial, por favor contactar: farmacovigilancia@bial.com POD-CKM-PRT-PT-26-0001-1
Fechando um livro. Amanhã começa outro.Por Fabio TadeuHá quem diga que aniversário é apenas mais uma data no calendário. Eu nunca consegui enxergar assim.Para mim, cada ano vivido é como um livro inteiro. Cada dia é um capítulo. Cada encontro, uma página. Cada decisão, uma linha escrita que jamais poderá ser apagada.E o episódio de hoje do Podcast do Fabio nasce exatamente desse sentimento: o encerramento de um livro e a expectativa pelo próximo.Na véspera do meu aniversário — brincando que estou chegando aos “99 anos” — resolvi falar de maneira absolutamente franca sobre quem sou, sobre aquilo que aprendi e sobre aquilo que continuo buscando.Mas este episódio também traz excelentes notícias.O programa Showtime está oficialmente de volta à programação da Web Rádio Drops Jurídico, que agora conta com aplicativos para iOS, Android, PC e versão Web. É emocionante ver um projeto crescer dessa forma.Outra alegria foi descobrir que o Podcast do Fabio passou a integrar o catálogo mundial do Cast News Index, ampliando ainda mais o alcance desse trabalho que começou como audioblog muitos anos atrás e que hoje encontra ouvintes em diversos lugares.Também compartilho um pouco da rotina dos últimos dias.Falo da natação, dos treinos na academia, do cuidado com a saúde e de algo que costumo repetir com convicção: academia, para mim, nunca foi lugar de procurar relacionamentos. É investimento em qualidade de vida. Como dizia o querido Seu Walter, é uma verdadeira “poupança para a saúde”.Ao longo da conversa, respondo perguntas que tenho recebido dos ouvintes sobre por que menciono determinadas pessoas ou determinados lugares.A resposta é simples.Reconhecer que alguém é bonito nunca significou desejar viver qualquer história com essa pessoa.Hoje sei exatamente quais são os meus valores.Já vivi impulsos. Já vivi escolhas erradas. Já experimentei relacionamentos superficiais e também senti o enorme vazio que eles podem deixar.Por isso, continuo acreditando que amor verdadeiro não se constrói sobre momentos passageiros, mas sobre fidelidade, respeito, reciprocidade, visão de futuro e decisão de caminhar juntos.É justamente essa reflexão que me leva a falar sobre dois conceitos que muitas vezes são confundidos: solidão e solitude.Solidão é quando a própria companhia não basta.Solitude é quando aprendemos a viver em paz conosco mesmos.Hoje posso dizer que vivo em solitude.Continuo desejando amar e ser amado. Continuo acreditando que existe alguém que queira viver os mesmos valores que eu escolhi para minha vida. Mas também aprendi que minha felicidade não depende exclusivamente disso.Ela começa em Deus.Minha fé continua sendo o centro da minha caminhada. Compartilho também o carinho que tenho pela tradição anglicana e pela construção da Comunidade Cristã Voz & Fé, um projeto que nasce exatamente do desejo de anunciar um Evangelho comprometido com Cristo, com a dignidade humana e com o amor.No encerramento, envio um carinho aos meus “crushes” platônicos — Aguinaldo, do pet shop, e Gabriel, do Carrefour — desejando apenas que sejam felizes, independentemente do caminho que escolham seguir.Porque amar também é desejar o bem do outro.Quando este episódio termina, um livro da minha vida se fecha.Daqui para frente, começa outro.Novas páginas serão escritas.Novas experiências virão.Novos desafios aparecerão.E continuo levando comigo uma frase que resume muito daquilo que acredito:“Eu sei bem o que quero viver na minha vida. Não posso exigir que ninguém queira viver o mesmo que eu, mas posso, sim, procurar alguém que queira viver o mesmo caminho.”Seja muito bem-vindo a mais um capítulo dessa caminhada.
Neste episódio você tem acesso a mais uma edição do PAPO DE SABIDA, um encontro preparado especialmente para as participantes do LIBERTINAS, nossa Comunidade Exclusiva para Consultoras de Imagem, e que vamos dividir por aqui com você que acompanha o Juntas. O Papo traz profissionais generosas e experientes em suas áreas pra trocar conosco sobre o tema em questão. Desta vez, Bruna Cappellaro, designer de moda com 20 anos de experiência em jeanswear, nos conta sobre as peculiaridades do segmento e do produto. E nos dá uma aula sobre COMO RECONHECER UM BOM JEANS. Sensacional! E para ser uma Libertina, desfrutar de uma rede de apoio generosa e ATENTA, de formação continuada, de conhecimento responsável e atualizado, e de um networking poderoso, é só se inscrever na nossa comunidade exclusiva para consultoras de imagem: -> https://butiquedecursos.com.br/produto/novo-libertinas-comunidade-supervisao-inteligencia-de-mercado-banco-de-aulas-e-repertorio-para-consultoras-de-imagem/O Juntas é um podcast de Consultoras de Imagem para Consultoras de Imagem. De empreendedoras para empreendedoras. De criativas para criativas. Com ele temos o objetivo de discutir e compartilhar aspectos pessoais e profissionais que afetam nossas jornadas dentro e fora do trabalho.
Devocional Filipenses Pois sei que tudo isto contribuirá para a minha libertação graças às vossas orações e à ajuda que vem do Espírito de Jesus Cristo. O meu grande desejo e esperança é que não venha a ser envergonhado, mas que agora, tal como tem sido sempre, eu tenha coragem para mostrar a grandeza de Cristo em mim próprio, seja pela vida seja pela morte. Filipenses 1.19-20 Acontece-me, mais vezes do que gostaria, ficar a apanhar papeis com determinadas ocorrências no dia a dia. Assumo que não capto tão rapidamente como desejaria qual o seu propósito. Bem sei, também, que não é suposto conseguir perceber, forçosamente, na hora o seu alcance ou interpretar num piscar de olhos a sua finalidade. O “timing” de Deus é, felizmente, bem distinto do meu. Eu tendo para uma análise feita em cima do joelho, enquanto Ele me recomenda pingos de bom senso e pitadas de paciência. Caminho devagarinho em direcção ao alvo: Reconhecer que “tudo contribuirá para a minha libertação.” Daí ser fundamental para mim o suporte em oração de gente que trava batalhas de calibre semelhante e, sobretudo, a “ajuda que vem do Espírito de Jesus Cristo.” N'Ele aprendi a sorrir independentemente das circunstâncias. É a Sua alegria em mim que me ajuda a encarar as adversidades como instrumentos de tonificação de carácter. Sim, “o meu grande desejo e esperança é que não venha a ser envergonhado, mas que tenha coragem para mostrar a grandeza de Cristo em mim próprio, seja pela vida seja pela morte.” - Jónatas Figueiredo
Dê um passo de fé e invista na expansão do Reino de Deus! Veja como contribuir: https://academiadafe.com.br/nova-sede/
No encerramento do Bom Dia Londrina, compartilhamos uma mensagem inspiradora, incentivando reflexões e motivação para começar bem o dia.No programa Bom Dia Londrina apresentamos sucessos musicais, curiosidades, sorteios, horóscopo e presentes para aniversariantes todos os dias. De segunda a sábado das 08h às 12h e aos domingos das 08h as 11h. Você também pode participar através do nosso Instagram ou ligando no 3356-5500.
Eu sei que isso vai doer. Perder é uma das coisas mais difíceis da vida. A gente não acostuma, mas a gente aprende. Lembro-me bem de quando minha mãe dizia “aprende a perder, meu filho”. Eu queria a diversão da brincadeira, mas não aceitava pagar o preço da derrota. Lá se vão anos e o processo de aprendizado continua. E para toda decisão da minha vida, uma perda ou várias, principalmente se a decisão envolve mudar.Pode ser mudar de emprego, de casa, de bairro, país ou de visual. Não importa a mudança, a única garantia que você tem é que vai perder alguma coisa. As pessoas do trabalho que se tornaram amigas. Os vizinhos que te mandam bolinho de chuva nos dias frios. Os dias quentes e ensolarados deste país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza. Parece triste enxergar a mudança assim, mas é melhor. Porque quando não encaramos a realidade das perdas, nos amedrontamos e não saímos do lugar. E é por isso que muitas vezes você diz “quero mudar” e continua no mesmo lugar.Reconhecer que haverá perdas é o começo da própria mudança. Visualizar as possíveis perdas de forma consciente diminui ou elimina o apego, aquele que gera o medo e consequentemente a inércia. Um excelente exercício para este momento é projetar os cenários. Imaginar como será o futuro sem aquilo que você vai perder e sem aquilo que você pode ganhar com a mudança. De qual deles você gosta menos. Pense também no que você ganha se você mantém tudo como está e no que você ganha se promove as mudanças que deseja. O que te parece melhor?Apaixonamo-nos por uma ideia nova, por um novo caminho ou uma nova vida. No entanto, não queremos abrir mão de nada para tornar o novo uma realidade. Mudança nunca vem sem perda. Elas andam juntas, abrindo espaço para o que virá. O ditado popular afirma “diga-me com quem tu andas e te direi quem és”. Para as transformações desejadas em nossas vidas, carreiras e projetos podemos facilmente adaptá-lo para: diga-me o que tu mudas e eu te direi o que perdes.Aprende a perder, meu filho, diria minha mãe. Para jogar o jogo e ter a oportunidade de ganhar algo novo é preciso se abrir para a inevitabilidade de perder.
Eu sei que isso vai doer. Perder é uma das coisas mais difíceis da vida. A gente não acostuma, mas a gente aprende. Lembro-me bem de quando minha mãe dizia “aprende a perder, meu filho”. Eu queria a diversão da brincadeira, mas não aceitava pagar o preço da derrota. Lá se vão anos e o processo de aprendizado continua. E para toda decisão da minha vida, uma perda ou várias, principalmente se a decisão envolve mudar.Pode ser mudar de emprego, de casa, de bairro, país ou de visual. Não importa a mudança, a única garantia que você tem é que vai perder alguma coisa. As pessoas do trabalho que se tornaram amigas. Os vizinhos que te mandam bolinho de chuva nos dias frios. Os dias quentes e ensolarados deste país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza. Parece triste enxergar a mudança assim, mas é melhor. Porque quando não encaramos a realidade das perdas, nos amedrontamos e não saímos do lugar. E é por isso que muitas vezes você diz “quero mudar” e continua no mesmo lugar.Reconhecer que haverá perdas é o começo da própria mudança. Visualizar as possíveis perdas de forma consciente diminui ou elimina o apego, aquele que gera o medo e consequentemente a inércia. Um excelente exercício para este momento é projetar os cenários. Imaginar como será o futuro sem aquilo que você vai perder e sem aquilo que você pode ganhar com a mudança. De qual deles você gosta menos. Pense também no que você ganha se você mantém tudo como está e no que você ganha se promove as mudanças que deseja. O que te parece melhor?Apaixonamo-nos por uma ideia nova, por um novo caminho ou uma nova vida. No entanto, não queremos abrir mão de nada para tornar o novo uma realidade. Mudança nunca vem sem perda. Elas andam juntas, abrindo espaço para o que virá. O ditado popular afirma “diga-me com quem tu andas e te direi quem és”. Para as transformações desejadas em nossas vidas, carreiras e projetos podemos facilmente adaptá-lo para: diga-me o que tu mudas e eu te direi o que perdes.Aprende a perder, meu filho, diria minha mãe. Para jogar o jogo e ter a oportunidade de ganhar algo novo é preciso se abrir para a inevitabilidade de perder.
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) lançará na próxima segunda-feira, 4, às 10h, na Sala das Sessões, a campanha “Sinal de Alerta: Reconhecer é Proteger”, voltada à prevenção e conscientização sobre o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes.
O nosso dia a dia é feito de contatos pessoais ou mesmo virtuais. No nosso linguajar, sejamos brandos, sem perder a firmeza, mas nos expressemos no tom da sabedoria e da compreensão. Com carinho nas palavras seremos mais agradáveis com todos, sem usar da falsa bondade.Pela forma como nos dirigimos às pessoas à nossa volta, as atraímos ou as rechaçamos. Ninguém consegue ficar muito tempo junto a alguém que só tem azedumes nas palavras. Os mal humorados tendem a ficar sozinhos, porque eles se excluem naturalmente.Reconhecer os próprios erros já é meio-caminho andado para a paz com todos que nos rodeiam. Mas, nem por isso, nos vejamos só com defeitos, pois, temos muitas qualidades, basta colocá-las em prática. Nos lembremos de que Deus é Amor, e este Amor nos dá sempre muitas oportunidades para remissão dos nossos erros. Por isso, é importante não criticarmos levianamente as pessoas que erram ou que "achamos" que erraram.Lembremos, neste dia , que, assim como mudamos quando erramos, os outros também podem mudar. Falemos com a serenidade do coração, e aí, sim, estaremos valorizando o "quão bom e suave é, viverem unidos.
O nosso dia a dia é feito de contatos pessoais ou mesmo virtuais. No nosso linguajar, sejamos brandos, sem perder a firmeza, mas nos expressemos no tom da sabedoria e da compreensão. Com carinho nas palavras seremos mais agradáveis com todos, sem usar da falsa bondade.Pela forma como nos dirigimos às pessoas à nossa volta, as atraímos ou as rechaçamos. Ninguém consegue ficar muito tempo junto a alguém que só tem azedumes nas palavras. Os mal humorados tendem a ficar sozinhos, porque eles se excluem naturalmente.Reconhecer os próprios erros já é meio-caminho andado para a paz com todos que nos rodeiam. Mas, nem por isso, nos vejamos só com defeitos, pois, temos muitas qualidades, basta colocá-las em prática. Nos lembremos de que Deus é Amor, e este Amor nos dá sempre muitas oportunidades para remissão dos nossos erros. Por isso, é importante não criticarmos levianamente as pessoas que erram ou que "achamos" que erraram.Lembremos, neste dia , que, assim como mudamos quando erramos, os outros também podem mudar. Falemos com a serenidade do coração, e aí, sim, estaremos valorizando o "quão bom e suave é, viverem unidos.
Quando a acusação não ésobre você: como identificar a projeção narcisista e parar de carregar culpaque não é suaSabeaquele momento em que alguém te acusa de algo que não faz o menor sentido — eainda assim você fica horas tentando entender onde errou? Nesse episódio, aThaís explica um dos mecanismos mais usados por pessoas narcisistas: aprojeção. Quando ele acusa você de mentir, de trair, de sumir — pode ser queesteja descrevendo exatamente o que ele mesmo faz. Você vai entender como essemecanismo funciona no inconsciente, por que você cai nessa armadilha (e não éfraqueza), o que a ciência diz sobre DARVO e projeção narcisista, e como seproteger sem precisar entrar no jogo. Escuta esse episódio se você já duvidouda sua própria percepção dentro de um relacionamento. Você não estava louca.
Adorar ao Senhor é um dos maiores privilégios que desfrutamos quando somos alcançados pelo evangelho de Jesus. Reconhecer quem o Senhor é, falar de seus feitos poderosos, anunciar suas maravilhosas promessas é, sem dúvida, um honra incomparável. Medite em tudo que Deus faz, reflita sobre quem ele é, seu poder, sua bondade, sua graça e louve de coração ao nosso Senhor, Pai e Salvador.
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Neste episódio continuamos a falar sobre reconhecimento de padrões, essa habilidade do cérebro de transformar confusão em sentido. Mas há um detalhe importante: o mesmo mecanismo que nos ajuda a entender o mundo também pode nos enganar. Voltamos ao tema para explorar quando os padrões revelam algo real… e quando são apenas ilusões criadas pela nossa mente. Entre filmes, histórias curiosas e exemplos do mundo real, a pergunta central permanece: o que você faz quando acredita ter encontrado um padrão?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio continuamos a falar sobre reconhecimento de padrões, essa habilidade do cérebro de transformar confusão em sentido. Mas há um detalhe importante: o mesmo mecanismo que nos ajuda a entender o mundo também pode nos enganar. Voltamos ao tema para explorar quando os padrões revelam algo real… e quando são apenas ilusões criadas pela nossa mente. Entre filmes, histórias curiosas e exemplos do mundo real, a pergunta central permanece: o que você faz quando acredita ter encontrado um padrão?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Numa visita, esta terça-feira, às obras no dique que ruiu em Coimbra, o ministro da Agricultura falava à comunicação social quando se gerou um momento de tensão com Ana Abrunhosa. A Presidente da Câmara Municipal de Coimbra repreendeu José Manuel Fernandes, por ter começado a prestar declarações antes de falar com os autarcas. “Se o senhor vem fazer uma conferência de Imprensa, nós vamos embora”, afirmou perante os jornalistas. Daniel Oliveira considera que a reação da autarca “pode ter sido destemperada, mas no essencial tinha razão”, já Francisco Mendes da Silva critica a atitude, já que “durou muito mais do que deveria ter durado se fosse puramente impulsivo”. Ouça a análise no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 24 de fevereiro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Canal oficial da Igreja Presbiteriana do Brasil em Irajá. Igreja cristã, reformada e com o intuito de glorificar o nome de Jesus Cristo. Venha nos visitar e participar de uma reunião conosco. Estamos nas redes sociais com o @presbiterianadeiraja.Reflexão: Rev. Carlos Alberto Monteiro | Culto matutino | 22/02/2026
Óculos para reconhecer caras com o apoio da iServices https://iservices.pt/ Toda a informação do Podcast em https://ahoradamaca.wordpress.com/ Escreva-nos para horadamaca@icloud.com
Todos nós já falhamos, titubeamos, deixamos dúvidas acharem lugar em nosso coração. Nestes momentos devemos nos lembrar que Deus é um Pai amoroso e fiel, uma força para nos dar a vitória sobre as nossas fraquezas. Reconhecer e confessar que somos fracos é um passo muito importante para buscarmos e encontrarmos forças no Senhor. É maravilhoso saber que nosso Deus é assim, que ele não nos rejeita por causa de nossas fraquezas, pelo contrário, é nestas horas que ele nos confere maior graça para seguirmos em frente. Ele nos ama e jamais nos abandona.
O sono - ou a falta dele - é hoje uma das grandes preocupações de saúde com impacto na rotina de milhões de brasileiros. O ritmo de vida agitado, o estresse, as preocupações financeiras, a violência, o excesso de redes sociais, tudo isso tem impacto na saúde mental e, consequentemente, nas nossas horas de repouso. Buscando uma solução, muitos insones apelam para medicações como os benzodiazepínicos ou os remédios da chamada classe Z , o mais conhecido deles é o Zolpidem. E acabam usando esses remédios sem acompanhamento médico e exagerando na dose, o que traz sérias consequências. Profissionais e sociedades médicas soaram o alerta e Anvisa e Academia Brasileira de Neurologia publicaram regras e diretrizes para prescrição e venda desses medicamentos. Hoje a conversa é com a Dra. Andrea Bacellar, neurologista da Academia Brasileira do Sono. Ela vai explicar que regras são essas, como podemos nos livrar do vício nesses medicamentos e qual é a forma correta de tratar a insônia
Neste episódio, a Pra. Kesia Schmitt traz uma das mensagens mais profundas sobre o amor de Deus e o poder transformador da Cruz. Ela revela como muitos cristãos vivem apenas com informação sobre Jesus, mas ainda não experimentaram a revelação que liberta, cura e restaura.Ao percorrer as sete palavras de Jesus na cruz e textos como Isaías 53, Kesia mostra como cada detalhe — o sangue, a coroa de espinhos, os cravos, a lança — aponta para áreas específicas da nossa vida que Deus quer transformar: culpa, vergonha, doenças, traumas, pobreza emocional e espiritual.Este episódio vai te levar a:Entender a diferença entre religião e revelação.Reconhecer áreas onde você ainda é guiado pela dor, mentira ou padrão repetitivo.Receber cura e restauração através do sangue de Jesus.Tomar posse da autoridade e identidade que a Cruz te devolveu.Entrar em um relacionamento real com Jesus — não apenas de ouvir falar, mas de andar com Ele.Uma palavra que reacende esperança, chama para entrega e confronta tudo que ainda tenta te manter preso.É hora de deixar o peso aos pés da Cruz e viver o que Jesus já conquistou por você.
Reconhecer que você não sabe algo não é fraqueza, é uma atitude inteligente e corajosa.Descubra como assumir sua posição de aprendiz pode transformar sua realidade e inspirar pessoas ao seu redor.
O episódio aborda a relação entre a filosofia platônica e a medicina, ressaltando que a saúde, para Platão, é um estado de equilíbrio entre corpo e alma, sustentado por moderação, exercícios, alimentação saudável e valores éticos. Bernardo Norah, médico e professor voluntário da Nova Acrópole, apresenta ensinamentos de obras como A República, O Político e Timeu, que defendem a harmonia como princípio fundamental e a medicina como prática humanizada e integral. A conversa reforça a responsabilidade pessoal no cuidado físico, emocional e mental, alinhando sabedoria antiga a necessidades atuais. O ser humano e o cosmos são unidades funcionais da Natureza, e a perda dessa consciência é causa de desequilíbrios individuais e sociais. Reconhecer e viver essa unidade torna o ser humano mais generoso, favorecendo uma sociedade mais justa, fraterna e feliz. Participantes: Bernardo Norah e Danilo Gomes Trilha Sonora: Wiener Blut, Op. 354 – Johann Strauss
Major General Arnaut Moreira admite que reconhecer a Palestina é uma decisão puramente política. E ainda, diz que Hamas está tão degradado que já nem é ameaça.See omnystudio.com/listener for privacy information.