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Devocional Filipenses Pois sei que tudo isto contribuirá para a minha libertação graças às vossas orações e à ajuda que vem do Espírito de Jesus Cristo. O meu grande desejo e esperança é que não venha a ser envergonhado, mas que agora, tal como tem sido sempre, eu tenha coragem para mostrar a grandeza de Cristo em mim próprio, seja pela vida seja pela morte. Filipenses 1.19-20 Acontece-me, mais vezes do que gostaria, ficar a apanhar papeis com determinadas ocorrências no dia a dia. Assumo que não capto tão rapidamente como desejaria qual o seu propósito. Bem sei, também, que não é suposto conseguir perceber, forçosamente, na hora o seu alcance ou interpretar num piscar de olhos a sua finalidade. O “timing” de Deus é, felizmente, bem distinto do meu. Eu tendo para uma análise feita em cima do joelho, enquanto Ele me recomenda pingos de bom senso e pitadas de paciência. Caminho devagarinho em direcção ao alvo: Reconhecer que “tudo contribuirá para a minha libertação.” Daí ser fundamental para mim o suporte em oração de gente que trava batalhas de calibre semelhante e, sobretudo, a “ajuda que vem do Espírito de Jesus Cristo.” N'Ele aprendi a sorrir independentemente das circunstâncias. É a Sua alegria em mim que me ajuda a encarar as adversidades como instrumentos de tonificação de carácter. Sim, “o meu grande desejo e esperança é que não venha a ser envergonhado, mas que tenha coragem para mostrar a grandeza de Cristo em mim próprio, seja pela vida seja pela morte.” - Jónatas Figueiredo
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No encerramento do Bom Dia Londrina, compartilhamos uma mensagem inspiradora, incentivando reflexões e motivação para começar bem o dia.No programa Bom Dia Londrina apresentamos sucessos musicais, curiosidades, sorteios, horóscopo e presentes para aniversariantes todos os dias. De segunda a sábado das 08h às 12h e aos domingos das 08h as 11h. Você também pode participar através do nosso Instagram ou ligando no 3356-5500.
Eu sei que isso vai doer. Perder é uma das coisas mais difíceis da vida. A gente não acostuma, mas a gente aprende. Lembro-me bem de quando minha mãe dizia “aprende a perder, meu filho”. Eu queria a diversão da brincadeira, mas não aceitava pagar o preço da derrota. Lá se vão anos e o processo de aprendizado continua. E para toda decisão da minha vida, uma perda ou várias, principalmente se a decisão envolve mudar.Pode ser mudar de emprego, de casa, de bairro, país ou de visual. Não importa a mudança, a única garantia que você tem é que vai perder alguma coisa. As pessoas do trabalho que se tornaram amigas. Os vizinhos que te mandam bolinho de chuva nos dias frios. Os dias quentes e ensolarados deste país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza. Parece triste enxergar a mudança assim, mas é melhor. Porque quando não encaramos a realidade das perdas, nos amedrontamos e não saímos do lugar. E é por isso que muitas vezes você diz “quero mudar” e continua no mesmo lugar.Reconhecer que haverá perdas é o começo da própria mudança. Visualizar as possíveis perdas de forma consciente diminui ou elimina o apego, aquele que gera o medo e consequentemente a inércia. Um excelente exercício para este momento é projetar os cenários. Imaginar como será o futuro sem aquilo que você vai perder e sem aquilo que você pode ganhar com a mudança. De qual deles você gosta menos. Pense também no que você ganha se você mantém tudo como está e no que você ganha se promove as mudanças que deseja. O que te parece melhor?Apaixonamo-nos por uma ideia nova, por um novo caminho ou uma nova vida. No entanto, não queremos abrir mão de nada para tornar o novo uma realidade. Mudança nunca vem sem perda. Elas andam juntas, abrindo espaço para o que virá. O ditado popular afirma “diga-me com quem tu andas e te direi quem és”. Para as transformações desejadas em nossas vidas, carreiras e projetos podemos facilmente adaptá-lo para: diga-me o que tu mudas e eu te direi o que perdes.Aprende a perder, meu filho, diria minha mãe. Para jogar o jogo e ter a oportunidade de ganhar algo novo é preciso se abrir para a inevitabilidade de perder.
Eu sei que isso vai doer. Perder é uma das coisas mais difíceis da vida. A gente não acostuma, mas a gente aprende. Lembro-me bem de quando minha mãe dizia “aprende a perder, meu filho”. Eu queria a diversão da brincadeira, mas não aceitava pagar o preço da derrota. Lá se vão anos e o processo de aprendizado continua. E para toda decisão da minha vida, uma perda ou várias, principalmente se a decisão envolve mudar.Pode ser mudar de emprego, de casa, de bairro, país ou de visual. Não importa a mudança, a única garantia que você tem é que vai perder alguma coisa. As pessoas do trabalho que se tornaram amigas. Os vizinhos que te mandam bolinho de chuva nos dias frios. Os dias quentes e ensolarados deste país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza. Parece triste enxergar a mudança assim, mas é melhor. Porque quando não encaramos a realidade das perdas, nos amedrontamos e não saímos do lugar. E é por isso que muitas vezes você diz “quero mudar” e continua no mesmo lugar.Reconhecer que haverá perdas é o começo da própria mudança. Visualizar as possíveis perdas de forma consciente diminui ou elimina o apego, aquele que gera o medo e consequentemente a inércia. Um excelente exercício para este momento é projetar os cenários. Imaginar como será o futuro sem aquilo que você vai perder e sem aquilo que você pode ganhar com a mudança. De qual deles você gosta menos. Pense também no que você ganha se você mantém tudo como está e no que você ganha se promove as mudanças que deseja. O que te parece melhor?Apaixonamo-nos por uma ideia nova, por um novo caminho ou uma nova vida. No entanto, não queremos abrir mão de nada para tornar o novo uma realidade. Mudança nunca vem sem perda. Elas andam juntas, abrindo espaço para o que virá. O ditado popular afirma “diga-me com quem tu andas e te direi quem és”. Para as transformações desejadas em nossas vidas, carreiras e projetos podemos facilmente adaptá-lo para: diga-me o que tu mudas e eu te direi o que perdes.Aprende a perder, meu filho, diria minha mãe. Para jogar o jogo e ter a oportunidade de ganhar algo novo é preciso se abrir para a inevitabilidade de perder.
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) lançará na próxima segunda-feira, 4, às 10h, na Sala das Sessões, a campanha “Sinal de Alerta: Reconhecer é Proteger”, voltada à prevenção e conscientização sobre o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes.
O nosso dia a dia é feito de contatos pessoais ou mesmo virtuais. No nosso linguajar, sejamos brandos, sem perder a firmeza, mas nos expressemos no tom da sabedoria e da compreensão. Com carinho nas palavras seremos mais agradáveis com todos, sem usar da falsa bondade.Pela forma como nos dirigimos às pessoas à nossa volta, as atraímos ou as rechaçamos. Ninguém consegue ficar muito tempo junto a alguém que só tem azedumes nas palavras. Os mal humorados tendem a ficar sozinhos, porque eles se excluem naturalmente.Reconhecer os próprios erros já é meio-caminho andado para a paz com todos que nos rodeiam. Mas, nem por isso, nos vejamos só com defeitos, pois, temos muitas qualidades, basta colocá-las em prática. Nos lembremos de que Deus é Amor, e este Amor nos dá sempre muitas oportunidades para remissão dos nossos erros. Por isso, é importante não criticarmos levianamente as pessoas que erram ou que "achamos" que erraram.Lembremos, neste dia , que, assim como mudamos quando erramos, os outros também podem mudar. Falemos com a serenidade do coração, e aí, sim, estaremos valorizando o "quão bom e suave é, viverem unidos.
O nosso dia a dia é feito de contatos pessoais ou mesmo virtuais. No nosso linguajar, sejamos brandos, sem perder a firmeza, mas nos expressemos no tom da sabedoria e da compreensão. Com carinho nas palavras seremos mais agradáveis com todos, sem usar da falsa bondade.Pela forma como nos dirigimos às pessoas à nossa volta, as atraímos ou as rechaçamos. Ninguém consegue ficar muito tempo junto a alguém que só tem azedumes nas palavras. Os mal humorados tendem a ficar sozinhos, porque eles se excluem naturalmente.Reconhecer os próprios erros já é meio-caminho andado para a paz com todos que nos rodeiam. Mas, nem por isso, nos vejamos só com defeitos, pois, temos muitas qualidades, basta colocá-las em prática. Nos lembremos de que Deus é Amor, e este Amor nos dá sempre muitas oportunidades para remissão dos nossos erros. Por isso, é importante não criticarmos levianamente as pessoas que erram ou que "achamos" que erraram.Lembremos, neste dia , que, assim como mudamos quando erramos, os outros também podem mudar. Falemos com a serenidade do coração, e aí, sim, estaremos valorizando o "quão bom e suave é, viverem unidos.
Ainda não podemos esquecer os diálogos da Semana Santa. Na Sexta-feira Santa, Pilatos pergunta a Jesus: «Que é a verdade?» E Jesus não responde. Talvez porque há perguntas demasiado importantes para qualquer contexto; precisam de um espaço favorável para serem pensadas e acolhidas.Hoje, porém, no contexto íntimo da despedida, Jesus diz aos discípulos: «Não se perturbe o vosso coração. Se acreditais em Deus, acreditai também em Mim». Tomé pergunta: «Senhor, não sabemos para onde vais; como podemos conhecer o caminho?» E Jesus responde: «Eu sou o caminho, a verdade e a vida».Diante de Pilatos, Jesus cala-Se. Diante dos discípulos, revela-Se. A verdade, para nós cristãos, não é uma ideia abstracta, nem apenas um conceito filosófico. A verdade é uma pessoa: Jesus Cristo, o Verbo encarnado. Por isso, conhecê-la não é só aderir a uma doutrina; é entrar numa relação, fazer um caminho, deixar-se conduzir por Cristo. Caminhando com Ele, recebemos vida em plenitude.Jesus não abandona os seus. Vai para o Pai, mas permanece connosco pela acção do Espírito Santo. E diz-nos: «Quem acredita em Mim fará também as obras que Eu faço, e fará ainda maiores». Pelo baptismo, somos continuadores da sua missão. Somos, como escutámos na carta de São Pedro, «geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo adquirido por Deus».Pelo baptismo recebemos a salvação e tornamo-nos seus portadores. Receber e anunciar são duas faces da mesma moeda. Quanto mais recebemos, mais somos enviados; quanto mais anunciamos e servimos, mais profundamente acolhemos aquilo que Deus nos dá. A salvação não é um conceito: é uma existência transformada.A primeira leitura, dos Actos dos Apóstolos, ajuda-nos a compreender a Igreja. Por vezes imaginamos que a comunidade cristã deveria ser perfeita, sem falhas, tensões ou fragilidades. Mas a Igreja nasce constituída por homens e mulheres como nós: santos e pecadores, generosos e egoístas, sinceros e contraditórios.A primeira comunidade também teve problemas. As viúvas dos cristãos de língua grega não estavam a ser cuidadas. Havia uma ferida real dentro da comunidade. E os discípulos não esconderam o problema. Não o abafaram em nome de uma falsa paz, de uma falsa unidade ou de uma falsa verdade. Assumiram-no, discerniram-no e procuraram uma solução.Este é um ensinamento decisivo. Reconhecer um problema numa comunidade cristã não significa criar divisão. Pelo contrário: se for tratado ao estilo cristão, pode tornar-se ocasião de conversão e crescimento. Foi isso que aconteceu. Os Doze reconheceram que não podiam abandonar o anúncio da Palavra para servir às mesas; mas perceberam que o cuidado das pessoas não podia ser negligenciado. Escolheram homens cheios do Espírito e de sabedoria, e assim nasceu o ministério dos diáconos.Um problema, acolhido com fé e discernimento, tornou-se ocasião para a Igreja compreender melhor a sua missão. Se o tivessem escondido, todos teriam perdido. Mas, porque o enfrentaram em comunidade, a Igreja percebeu que anunciar a Palavra e cuidar da vida pertencem à sua identidade.Ser cristão não é apenas acreditar em verdades. É fazer aquilo que Jesus fez. É anunciar, sim; mas é igualmente cuidar, servir, levantar quem está esquecido, dar atenção a quem ficou à margem. São João é claro: quem diz que ama a Deus, que não vê, e despreza o irmão, que vê, é mentiroso.Por isso, ser membro da Igreja é viver de modo activo e sincero. Quando há problemas, devemos identificá-los e procurar juntos soluções. Quando há bem, devemos reconhecê-lo e fazê-lo crescer. Não somos uma comunidade perfeita. Somos uma comunidade chamada por Cristo, feita de pessoas frágeis, mas convidadas à conversão.Nunca podemos perder de vista o essencial: Jesus Cristo é o caminho, a verdade e a vida. A fé é união com Ele. E a comunidade cristã só é verdadeiramente discípula quando conhece a palavra de Jesus, mas sobretudo quando vive e pratica aquilo que Ele nos ensinou.
Quando a acusação não ésobre você: como identificar a projeção narcisista e parar de carregar culpaque não é suaSabeaquele momento em que alguém te acusa de algo que não faz o menor sentido — eainda assim você fica horas tentando entender onde errou? Nesse episódio, aThaís explica um dos mecanismos mais usados por pessoas narcisistas: aprojeção. Quando ele acusa você de mentir, de trair, de sumir — pode ser queesteja descrevendo exatamente o que ele mesmo faz. Você vai entender como essemecanismo funciona no inconsciente, por que você cai nessa armadilha (e não éfraqueza), o que a ciência diz sobre DARVO e projeção narcisista, e como seproteger sem precisar entrar no jogo. Escuta esse episódio se você já duvidouda sua própria percepção dentro de um relacionamento. Você não estava louca.
Adorar ao Senhor é um dos maiores privilégios que desfrutamos quando somos alcançados pelo evangelho de Jesus. Reconhecer quem o Senhor é, falar de seus feitos poderosos, anunciar suas maravilhosas promessas é, sem dúvida, um honra incomparável. Medite em tudo que Deus faz, reflita sobre quem ele é, seu poder, sua bondade, sua graça e louve de coração ao nosso Senhor, Pai e Salvador.
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Neste episódio continuamos a falar sobre reconhecimento de padrões, essa habilidade do cérebro de transformar confusão em sentido. Mas há um detalhe importante: o mesmo mecanismo que nos ajuda a entender o mundo também pode nos enganar. Voltamos ao tema para explorar quando os padrões revelam algo real… e quando são apenas ilusões criadas pela nossa mente. Entre filmes, histórias curiosas e exemplos do mundo real, a pergunta central permanece: o que você faz quando acredita ter encontrado um padrão?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio continuamos a falar sobre reconhecimento de padrões, essa habilidade do cérebro de transformar confusão em sentido. Mas há um detalhe importante: o mesmo mecanismo que nos ajuda a entender o mundo também pode nos enganar. Voltamos ao tema para explorar quando os padrões revelam algo real… e quando são apenas ilusões criadas pela nossa mente. Entre filmes, histórias curiosas e exemplos do mundo real, a pergunta central permanece: o que você faz quando acredita ter encontrado um padrão?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Vídeos curtos sobre espiritualidade (Lucidez.Religare)
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O Flamengo deu mais um passo histórico ao protocolar no IPHAN o pedido para reconhecer a Nação Rubro-Negra como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. Entenda o projeto, a mobilização dos torcedores, o papel de Zico e os planos do clube para buscar reconhecimento internacional na ONU.A campanha já reúne centenas de milhares de assinaturas e promete gerar debate sobre futebol, cultura e identidade coletiva no país.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #ONU
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A inveja é um dos sentimentos mais negados da experiência humana.Quase todo mundo diz que quer se proteger da inveja dos outros, mas quase ninguém tem coragem de olhar para a própria inveja.Neste episódio do ECOTRIMCAST, Marcello Cotrim propõe uma reflexão profunda sobre esse tema delicado:não apenas a inveja que você sofre… mas a inveja que você sente.A inveja nasce da comparação.Ela surge quando acreditamos que existe uma injustiça na vida:o outro tem algo que eu não tenhoou é algo que eu não sou.E quando esse sentimento é negado, ele não desaparece.Ele se transforma.Críticas constantes.Desvalorização do sucesso alheio.Afastamento emocional de pessoas que despertam incômodo.A inveja reprimida se transforma em autossabotagem.Neste episódio você vai compreender:• O que realmente é a inveja• Por que ela nasce da insegurança pessoal• Como a comparação cria sofrimento emocional• Como a inveja pode se disfarçar de crítica ou julgamento• A diferença entre inveja e admiração• Como desenvolver autoconfiança para não ser afetado energeticamente pela invejaA cura começa quando existe lucidez.Reconhecer a inveja é o primeiro passo para libertar a consciência.Quer começar? Comece pelo CHAMADO DA ALMAhttps://www.lojamotivacional.com.br/produto/curso-on-line-o-chamado-da-alma/Meditações Guiadas:https://www.lojamotivacional.com.br/categoria-produto/cds-digitais/
Numa visita, esta terça-feira, às obras no dique que ruiu em Coimbra, o ministro da Agricultura falava à comunicação social quando se gerou um momento de tensão com Ana Abrunhosa. A Presidente da Câmara Municipal de Coimbra repreendeu José Manuel Fernandes, por ter começado a prestar declarações antes de falar com os autarcas. “Se o senhor vem fazer uma conferência de Imprensa, nós vamos embora”, afirmou perante os jornalistas. Daniel Oliveira considera que a reação da autarca “pode ter sido destemperada, mas no essencial tinha razão”, já Francisco Mendes da Silva critica a atitude, já que “durou muito mais do que deveria ter durado se fosse puramente impulsivo”. Ouça a análise no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 24 de fevereiro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Canal oficial da Igreja Presbiteriana do Brasil em Irajá. Igreja cristã, reformada e com o intuito de glorificar o nome de Jesus Cristo. Venha nos visitar e participar de uma reunião conosco. Estamos nas redes sociais com o @presbiterianadeiraja.Reflexão: Rev. Carlos Alberto Monteiro | Culto matutino | 22/02/2026
Óculos para reconhecer caras com o apoio da iServices https://iservices.pt/ Toda a informação do Podcast em https://ahoradamaca.wordpress.com/ Escreva-nos para horadamaca@icloud.com
Todos nós já falhamos, titubeamos, deixamos dúvidas acharem lugar em nosso coração. Nestes momentos devemos nos lembrar que Deus é um Pai amoroso e fiel, uma força para nos dar a vitória sobre as nossas fraquezas. Reconhecer e confessar que somos fracos é um passo muito importante para buscarmos e encontrarmos forças no Senhor. É maravilhoso saber que nosso Deus é assim, que ele não nos rejeita por causa de nossas fraquezas, pelo contrário, é nestas horas que ele nos confere maior graça para seguirmos em frente. Ele nos ama e jamais nos abandona.
O sono - ou a falta dele - é hoje uma das grandes preocupações de saúde com impacto na rotina de milhões de brasileiros. O ritmo de vida agitado, o estresse, as preocupações financeiras, a violência, o excesso de redes sociais, tudo isso tem impacto na saúde mental e, consequentemente, nas nossas horas de repouso. Buscando uma solução, muitos insones apelam para medicações como os benzodiazepínicos ou os remédios da chamada classe Z , o mais conhecido deles é o Zolpidem. E acabam usando esses remédios sem acompanhamento médico e exagerando na dose, o que traz sérias consequências. Profissionais e sociedades médicas soaram o alerta e Anvisa e Academia Brasileira de Neurologia publicaram regras e diretrizes para prescrição e venda desses medicamentos. Hoje a conversa é com a Dra. Andrea Bacellar, neurologista da Academia Brasileira do Sono. Ela vai explicar que regras são essas, como podemos nos livrar do vício nesses medicamentos e qual é a forma correta de tratar a insônia
Neste episódio, a Pra. Kesia Schmitt traz uma das mensagens mais profundas sobre o amor de Deus e o poder transformador da Cruz. Ela revela como muitos cristãos vivem apenas com informação sobre Jesus, mas ainda não experimentaram a revelação que liberta, cura e restaura.Ao percorrer as sete palavras de Jesus na cruz e textos como Isaías 53, Kesia mostra como cada detalhe — o sangue, a coroa de espinhos, os cravos, a lança — aponta para áreas específicas da nossa vida que Deus quer transformar: culpa, vergonha, doenças, traumas, pobreza emocional e espiritual.Este episódio vai te levar a:Entender a diferença entre religião e revelação.Reconhecer áreas onde você ainda é guiado pela dor, mentira ou padrão repetitivo.Receber cura e restauração através do sangue de Jesus.Tomar posse da autoridade e identidade que a Cruz te devolveu.Entrar em um relacionamento real com Jesus — não apenas de ouvir falar, mas de andar com Ele.Uma palavra que reacende esperança, chama para entrega e confronta tudo que ainda tenta te manter preso.É hora de deixar o peso aos pés da Cruz e viver o que Jesus já conquistou por você.
A gente foi aprendendo que tensão é algo a evitar. Mas basta lembrar da infância pra perceber que já houve prazer no não-saber. E é incrível como as empresas investem milhões em inovação, mas esquecem de trabalhar o aspecto fundamental: criar espaço para o erro, teste, experimento. É como ouvi da Nira Bessler no episódio #74 “o erro é uma informação do mundo.” Quando alguém não pode aprender pela própria vivência, sua dignidade é tirada junto.Nesse episódio, mergulhamos em três dimensões da aprendizagem:
Canal oficial da Igreja Presbiteriana do Brasil em Irajá. Igreja cristã, reformada e com o intuito de glorificar o nome de Jesus Cristo. Venha nos visitar e participar de uma reunião conosco. Estamos nas redes sociais com o @presbiterianadeiraja.Sermão: Rev. Carlos Alberto Monteiro | Culto matutino | 02/11/2025
Reconhecer que você não sabe algo não é fraqueza, é uma atitude inteligente e corajosa.Descubra como assumir sua posição de aprendiz pode transformar sua realidade e inspirar pessoas ao seu redor.
Gratidão é uma atitude que faz toda a diferença em nossa vida. Reconhecer os benefícios recebidos, falar deles e dar graças a Deus por suas obras não é só um dever, é um privilégio. Pessoas ingratas tornam os relacionamentos difíceis. Até a nossa ralação com Deus não é possível sem gratidão, pois, reconhecer a bondade de Deus é um requisito básico para cultivar a intimidade com ele. Seja agradecido, sempre, por tudo.
Alberto Gonçalves comenta a decisão do governo em reconhecer o estado da Palestina.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os dois países e outros 13 mais subscrevem a declaração que aponta o reconhecimento da Palestina como “passo essencial”, e que avançam para a formalização desse reconhecimento já daqui a um mês, no decurso da Assembleia Geral da ONU.
O episódio aborda a relação entre a filosofia platônica e a medicina, ressaltando que a saúde, para Platão, é um estado de equilíbrio entre corpo e alma, sustentado por moderação, exercícios, alimentação saudável e valores éticos. Bernardo Norah, médico e professor voluntário da Nova Acrópole, apresenta ensinamentos de obras como A República, O Político e Timeu, que defendem a harmonia como princípio fundamental e a medicina como prática humanizada e integral. A conversa reforça a responsabilidade pessoal no cuidado físico, emocional e mental, alinhando sabedoria antiga a necessidades atuais. O ser humano e o cosmos são unidades funcionais da Natureza, e a perda dessa consciência é causa de desequilíbrios individuais e sociais. Reconhecer e viver essa unidade torna o ser humano mais generoso, favorecendo uma sociedade mais justa, fraterna e feliz. Participantes: Bernardo Norah e Danilo Gomes Trilha Sonora: Wiener Blut, Op. 354 – Johann Strauss
Major General Arnaut Moreira admite que reconhecer a Palestina é uma decisão puramente política. E ainda, diz que Hamas está tão degradado que já nem é ameaça.See omnystudio.com/listener for privacy information.