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cidade

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    O Antagonista
    Gilmarlândia: O projeto de cidade para homenagear Gilmar Mendes no MT

    O Antagonista

    Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 11:35


    O empresário Eraí Maggi, conhecido como o "Rei da Soja", lançou a pedra fundamental do distrito planejado de Nova Aliança do Norte, em Mato Grosso. Localizado entre Diamantino (terra natal de Gilmar Mendes) e São José do Rio Claro, o projeto já foi apelidado nos bastidores de "Gilmarlândia". A proposta visa formalizar a criação do 143º município do estado, unindo terras doadas pelo empresário e pela própria família do ministro decano do STF.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto   de Brasília.     Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil.     Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado.   Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h.   Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay:  https://assine.oantagonista.com.br/   Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br 

    Crônicas da Cidade
    Pavio curto

    Crônicas da Cidade

    Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 1:48


    Crônicas da Cidade - 24/02

    Crônicas da Cidade
    Calma e moderação

    Crônicas da Cidade

    Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 1:43


    Crônicas da Cidade - 23/02

    Pr. Marcos Ferreira
    Talita Cumi, o pai o quarto e a cidade

    Pr. Marcos Ferreira

    Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 44:20


    Por Pr. Marcos Paulo Ferreira. | https://bbcst.net/B9550N

    da ideia à luz
    Férias - 27/01/2026 - O trabalho de Cenografia na cidade de São Paulo

    da ideia à luz

    Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 162:44


    André CortezFormado em arquitetura pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Após ter participado de um curso de cenografia do FIT (Festival Internacional de Teatro, Palco e Rua) e de realizar seus primeiros trabalhos em Belo Horizonte, se mudou para São Paulo na intenção de seguir na sua formação no curso de cenografia do CPT (Centro de Pesquisa Teatral). Ali encontra Daniela Thomas onde inicia uma parceria e também, como considera, uma continuação de sua formação. A partir de então já assinou mais de cem projetos de cenografia, incluindo teatro, exposições, desfiles e eventos. Atualmente trabalha com grandes diretores brasileiros, tendo recebido importantes prêmios nacionais pela categoria “Melhor Cenário”.Julio DojcsarCenógrafo e grafiteiro. Desenvolve seu trabalho com base em intervenções urbanas e seus desdobramentos em outras mídias (teatro, moda, vídeo e instalações).  Pesquisador da utilização de espaços alternativos como provocação dramatúrgica e performatividade dos corpos. Artista participante da 35º Bienal de São Paulo, com a instalação Inteligência Ancestral. No Teatro é integrante do movimento do teatro de grupos da cidade de São Paulo. Esteve como professor especialista convidado do Departamento de Artes Cênicas da Unicamp – 2019, onde ministrou entre outros projetos o  curso  Intervenção Urbana e Teatro.  Prêmio de Melhor Cenografia festival internacional de Gazenga – Angola 2017 com o espetáculo Revolver do Coletivo Negro. Prêmio Shell de Figurino em conjunto com Silvana Marcondes – O Santo guerreiro e o Herói Desajustado – Cia São Jorge de Variedades – 2008. Osvaldo Miguel GabrieliEstudou em duas escolas de Belas Artes na cidade de Buenos Aires.Estudou Direção Teatral com Ariel Bufano participando também como ator da companhia no Teatro Municipal Gral. San Martin de Buenos Aires. Em 1980, viaja ao Brasil, radicando-se na cidade de São Paulo. De 1980 a 1984, trabalha como ator do grupo Vento Forte, dirigido por Ilo Krugli. Em 1984, funda e passa a dirigir, desde então, o grupo XPTO realizando 28 montagens e recebendo 22 dos mais importantes prêmios da categoria. Em 1993, estuda Direção Teatral com a diretora Romena Margareta Niculescu. Entre 2003 e 2007, realiza a Direção de Arte do espetáculo Os Sertões (O Homem 2 parte e A Luta parte 1 e 2) Teatro Oficina Dir. Zé Celso Martinez Correa.Renato Bolelli RebouçasDiretor de arte, cenógrafo, arquiteto, professor e pesquisador do Centro de Artes Cênicas da USP. Pesquisador no depto. de Performance Studies da Universidade de Nova Iorque e artista residente do Instituto Hemisférico de Performance e Política (2018-2019). Atua em teatro, ópera, dança, performance, artes visuais e exposições junto a diferentes artistas, cias. e instituições no Brasil e na Inglaterra, desenvolvendo projetos a partir de espaços abandonados e do reuso de materiais descartados. É integrante da ABRACE, OISTAT e da plataforma teiabr. É co-coordenador do núcleo de Cenografia do IFTR (International Federation for Theatre Research) e co-curador da edição de 2027 da Quadrienal de Praga do Design da Cena e da Performance.Carol BučekProfissional brasileira do setor cultural, formada em Design Industrial pela UEMG, com mais de 28 anos de experiência em cenografia, produção executiva e produção de cenários. Desde 2015, é coordenadora de cenografia da Mostra Internacional de Teatro de São Paulo (MITsp), tendo contribuído também para o festival Mirada desde 2010 e, mais recentemente, para a Bienal SESC de Dança. Entre seus trabalhos mais recentes, destacam-se as óperas Macbeth e O Navio Fantasma (TMSP), Ariadne de Naxos e Os Montecchios e os Capuletos (Theatro São Pedro).Entre 2018 e 2020, atuou como professora no curso de Cenografia da EBAC e, desde 2022, coordena o curso Técnicas de Palco no Instituto de Teatro Brasileiro (ITB).

    Radio Coruña
    Gonzalo Castro: "O Dépor non pode vivir a costas da cidade, ni a cidade a costas do Deportivo"

    Radio Coruña

    Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 6:02


    Gonzalo Castro: "O Dépor non pode vivir a costas da cidade, ni a cidade a costas do Deportivo"

    Crônicas da Cidade
    É tempo de resedá

    Crônicas da Cidade

    Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 1:51


    Crônicas da Cidade - 20/02

    Colunistas Eldorado Estadão
    Nossa Cidade: Alagamentos em São Paulo

    Colunistas Eldorado Estadão

    Play Episode Listen Later Feb 19, 2026 11:58


    Jorge Abrahão, coordenador-geral do Instituto Cidades Sustentáveis e da Rede Nossa São Paulo, debate problemas e soluções para São Paulo e outras cidades brasileiras, quinzenalmente, às quintas-feiras, 8h, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

    nossa cidade o paulo alagamentos jornal eldorado
    Café & Corrida
    EU NÃO ESQUECI O QUE ACONTECEU NESSA PROVA EM 2025...

    Café & Corrida

    Play Episode Listen Later Feb 19, 2026 14:31


    Se vocês esqueceram, eu não esqueci. A Meia Maratona das 3 Fronteiras de 2025 foi um caos; um tênis da Adidas com menos de 100 gramas? Vem aí o Evo 3? Mais imagens vazadas do Novablast 6; problemas no Parque da Cidade de Brasília.Nossos links - https://linktr.ee/corridanoarO Corrida no Ar News é produzido diariamente e postado por volta das 6 da manhã. PARCEIROSFORCELL - https://forcellperformance.com.br/Use o cupom CORRIDANOAR para ter um BÃO desconto

    Crônicas da Cidade
    Quinta-feira gorda

    Crônicas da Cidade

    Play Episode Listen Later Feb 19, 2026 1:55


    Crônicas da Cidade - 19/02

    Crônicas da Cidade
    Quarta-feira de cinzas

    Crônicas da Cidade

    Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 1:51


    Crônicas da Cidade - 18/02

    Passaporte pro Crime
    #79 - Caso Ana Lídia: o crime que chocou Brasília e segue sem respostas - Brasília | Brasil

    Passaporte pro Crime

    Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 41:24


    Uma menina de sete anos foi sequestrada e assassinada em Brasília, em meio à ditadura militar que acontecia no Brasil, em 1973.Esse caso por si só já é revoltante aí, mas ele fica ainda pior: existiram suspeitos, mas suspeitos relacionados a políticos influentes da época… e bom, esse caso nunca foi solucionado.Nesse episódio então, eu vou te contar tudo sobre o Caso Ana Lídia, um caso extremamente revoltante de Brasília, que aconteceu na nova capital do país, e não foi investigado e nem solucionado como deveria. E no final desse episódio, vou te contar o que visitar em Brasília pra entender a criação da cidade - que sim, tem muita relação com o caso de hoje - e uma homenagem à Ana Lídia que existe lá até os dias de hoje.Locais mencionados no episódio:Parque Ana Lídia, no Parque da CidadeMemorial JKMuseu da Cidade ou Museu Histórico de BrasíliaPara contato, parcerias e sugestão de episódios, envie um e-mail para: ⁠passaporteprocrime@tagcreator.spaceSe você gosta do Passaporte pro Crime, considere apoiar o projeto via:Orelo: ⁠⁠orelo.cc/passaporteprocrime⁠Apoia.se: https://apoia.se/passaporteprocrimePatreon: patreon.com/PassaporteproCrimePara ficar por dentro de novidades e fofocas da vida da apresentadora, é só seguir:Instagram: @andressaisferTikTok: @andressa.isfer

    AGINDO DEUS QUEM IMPEDIRÁ
    Pérolas de Sabedoria - Quando Deus entra na cidade, tudo muda.

    AGINDO DEUS QUEM IMPEDIRÁ

    Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 15:17


    Ouça e seja abençoado! Nos envie sua mensagem fazendo seu pedido de oração (41) 99615-5162Siga nossas redes sociais!Instagram.com/AGINDODEUSQUEMIMPEDIRAFacebook.com/agindoOFICIALYouTube.com/AGINDODEUSQUEMIMPEDIRAwww.agindodeusquemimpedira.com.br

    Crônicas da Cidade
    Blocos e megablocos

    Crônicas da Cidade

    Play Episode Listen Later Feb 17, 2026 1:51


    Crônicas da Cidade - 17/02

    LendaCast
    ENTREI NO LUGAR MAIS ASSUSTADOR DA CIDADE DE SANTOS

    LendaCast

    Play Episode Listen Later Feb 17, 2026 33:48


    A cidade de Santos, no litoral de São Paulo, esconde muitas lendas de assombrações e o Dino Menezes, que promove um passeio assombrado por lá, me levou para conhecer alguns desses pontos macabros da cidade.

    Crônicas da Cidade
    O carnaval mudou, faz tempo

    Crônicas da Cidade

    Play Episode Listen Later Feb 16, 2026 1:54


    Crônicas da Cidade - 16/02

    Noticiário Nacional
    5h Rio Mondego pode inundar a baixa da cidade de Coimbra

    Noticiário Nacional

    Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 11:24


    Crônicas da Cidade
    2026 nem começou e já acabou

    Crônicas da Cidade

    Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 1:52


    Crônicas da Cidade - 13/02

    A Vida Breve
    Filipa Leal - A cidade esquecida

    A Vida Breve

    Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 3:25


    Em cada dia, Luís Caetano propõe um poema na voz de quem o escreveu.

    cidade caetano filipa leal
    AGINDO DEUS QUEM IMPEDIRÁ
    Pérolas de Sabedoria - Uma fé que impacta a cidade.

    AGINDO DEUS QUEM IMPEDIRÁ

    Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 15:02


    Ouça e seja abençoado! Nos envie sua mensagem fazendo seu pedido de oração (41) 99615-5162Siga nossas redes sociais!Instagram.com/AGINDODEUSQUEMIMPEDIRAFacebook.com/agindoOFICIALYouTube.com/AGINDODEUSQUEMIMPEDIRAwww.agindodeusquemimpedira.com.br

    Colunistas Eldorado Estadão
    Nossa Cidade: Problemas do Carnaval em SP

    Colunistas Eldorado Estadão

    Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 10:05


    Igor Pantoja, coordenador de Relações Institucionais da Rede Nossa São Paulo, debate problemas e soluções para São Paulo e outras cidades brasileiras, quinzenalmente, às quintas-feiras, 8h, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Som a Pino Entrevista
    Thiago França: ‘O que esta cidade está fazendo com as pessoas?'

    Som a Pino Entrevista

    Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 48:32


    Roberta Martinelli conversa com Thiago França sobre o carnaval de rua, a ocupação do espaço público e os desafios de manter a folia como política pública em São Paulo.See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Noticiário Nacional
    22h A água pode inundar a baixa da cidade de Coimbra

    Noticiário Nacional

    Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 12:32


    Crônicas da Cidade
    O tempo passa e a gente esquece

    Crônicas da Cidade

    Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 1:39


    Crônicas da Cidade - 12/02

    Renascença - Jogo de Palavra, As Entrevistas de Rui Miguel Tovar

    É engraçado, o selecionador português: fala sempre na terceira pessoa do plural, ganhámos, descemos, fizemos, marcámos e por aí fora. Roberto recebe-nos na Cidade do Futebol para falar dos Three Amigos, do título de campeão da 2.ª divisão pelo Swansea, da conquista da Taça pelo Wigan e da aventura no Everton Everton, onde 'jogámos [lá está] num estádio especial, o Goodison Park, onde o nosso [dúvidas?] Portugal eliminou a Coreia do Norte em 1966.

    Renascença - Jogo de Palavra, As Entrevistas de Rui Miguel Tovar

    É engraçado, o selecionador português: fala sempre na terceira pessoa do plural, ganhámos, descemos, fizemos, marcámos e por aí fora. Roberto recebe-nos na Cidade do Futebol para falar dos Three Amigos, do título de campeão da 2.ª divisão pelo Swansea, da conquista da Taça pelo Wigan e da aventura no Everton Everton, onde 'jogámos [lá está] num estádio especial, o Goodison Park, onde o nosso [dúvidas?] Portugal eliminou a Coreia do Norte em 1966.

    Renascença - Jogo de Palavra, As Entrevistas de Rui Miguel Tovar
    Roberto Martínez: A minha ideia do futebol é a do Johan Cruijff

    Renascença - Jogo de Palavra, As Entrevistas de Rui Miguel Tovar

    Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 51:02


    É engraçado, o selecionador português: fala sempre na terceira pessoa do plural, ganhámos, descemos, fizemos, marcámos e por aí fora. Roberto recebe-nos na Cidade do Futebol para falar dos Three Amigos, do título de campeão da 2.ª divisão pelo Swansea, da conquista da Taça pelo Wigan e da aventura no Everton Everton, onde 'jogámos [lá está] num estádio especial, o Goodison Park, onde o nosso [dúvidas?] Portugal eliminou a Coreia do Norte em 1966

    Renascença - Jogo de Palavra, As Entrevistas de Rui Miguel Tovar
    Roberto Martínez: "A minha ideia do futebol é a do Johan Cruijff"

    Renascença - Jogo de Palavra, As Entrevistas de Rui Miguel Tovar

    Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 51:02


    É engraçado, o selecionador português: fala sempre na terceira pessoa do plural, ganhámos, descemos, fizemos, marcámos e por aí fora. Roberto recebe-nos na Cidade do Futebol para falar dos Three Amigos, do título de campeão da 2.ª divisão pelo Swansea, da conquista da Taça pelo Wigan e da aventura no Everton Everton, onde 'jogámos [lá está] num estádio especial, o Goodison Park, onde o nosso [dúvidas?] Portugal eliminou a Coreia do Norte em 1966'

    Crônicas da Cidade
    Calma, agora é carnaval

    Crônicas da Cidade

    Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 2:00


    Crônicas da Cidade - 11/02

    Crônicas da Cidade
    A barbaridade ao alcance dos jovens

    Crônicas da Cidade

    Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 1:58


    Crônicas da Cidade - 10/02

    Crônicas da Cidade
    É hora da sociedade se posicionar

    Crônicas da Cidade

    Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 1:58


    Crônicas da Cidade - 09/02

    Crônicas da Cidade
    A coisa é séria

    Crônicas da Cidade

    Play Episode Listen Later Feb 6, 2026 1:38


    Crônicas da Cidade - 06/02

    Colunistas Eldorado Estadão
    Nossa Cidade: Segurança Pública aparece forte no debate eleitoral de 2026

    Colunistas Eldorado Estadão

    Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 11:05


    Igor Pantoja, coordenador de Relações Institucionais da Rede Nossa São Paulo, debate problemas e soluções para São Paulo e outras cidades brasileiras, quinzenalmente, às quintas-feiras, 8h, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Jornal da USP
    Cidade em Movimento #20: Imigração latino-americana e africana

    Jornal da USP

    Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 7:04


    A parcela de imigrantes latino-americanos saltou de 183 mil, em 2010, para 646 mil, em 2022; já a de africanos quase dobrou de 2010 para 2022

    Crônicas da Cidade
    Cada um é cada um

    Crônicas da Cidade

    Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 1:49


    Crônicas da Cidade - 05/02

    Resumão Diário
    Regras da correção da redação do Enem foram alteradas, mostram documentos exclusivos; Fim do tratado nuclear entre EUA e Rússia; Cidade do Grande Recife proíbe máscaras no carnaval

    Resumão Diário

    Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 5:29


    EXCLUSIVO: Documentos sigilosos mostram que correção da redação do Enem 2025 seguiu 'regras' diferentes de anos anteriores. Fim de tratado entre EUA e Rússia deve acelerar corrida nuclear mundial com proliferação de ogivas: 'Era o último freio'. EUA, Ucrânia e Rússia iniciam nova rodada de negociações pelo fim da guerra. Abono salarial PIS-Pasep 2026: consulta ao benefício é liberada; veja como fazer. Quase 7 em cada 10 pacientes com câncer desconhecem direitos durante tratamento, aponta pesquisa. Cidade do Grande Recife proíbe uso de máscara em festas de carnaval e gera debate sobre direito à liberdade pessoal.

    Crônicas da Cidade
    "Começar Ontem"

    Crônicas da Cidade

    Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 1:50


    Crônicas da Cidade - 04/02

    Prova Oral
    "A Cidade na encruzilhada"

    Prova Oral

    Play Episode Listen Later Feb 3, 2026 58:04


    Como vive uma cidade? Com o urbanista João Seixas.

    Crônicas da Cidade
    Recorrente

    Crônicas da Cidade

    Play Episode Listen Later Feb 3, 2026 1:56


    Crônicas da Cidade - 03/02

    Crônicas da Cidade
    O fim do diálogo

    Crônicas da Cidade

    Play Episode Listen Later Feb 2, 2026 1:48


    Crônicas da Cidade - 02/02

    Crônicas da Cidade
    O Rufino segue sendo o Rufino

    Crônicas da Cidade

    Play Episode Listen Later Jan 30, 2026 1:55


    Crônicas da Cidade - 30/01

    Colunistas Eldorado Estadão
    Nossa Cidade: Números de mortes no trânsito - em SP, no Brasil e no exterior

    Colunistas Eldorado Estadão

    Play Episode Listen Later Jan 29, 2026 9:21


    Igor Pantoja, coordenador de Relações Institucionais da Rede Nossa São Paulo, debate problemas e soluções para São Paulo e outras cidades brasileiras, quinzenalmente, às quintas-feiras, 8h, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Oxigênio
    #212 – Ugo Giorgetti em 4 documentários – 2º Episódio

    Oxigênio

    Play Episode Listen Later Jan 29, 2026 25:12


    Este é o segundo episódio da série de podcasts Ugo Giorgetti em 4 documentários e trata de dois médias-metragens: “Variações Sobre Um Quarteto de Cordas” e “Santana em Santana”, documentários produzidos pelo diretor e produtor, que também são muito diferentes entre si, mas que têm um ponto crucial em comum. No episódio, Liniane Brum e Mayra Trinca revelam como eles entrelaçam as trajetórias de vida de dois artistas, em meio ao desenvolvimento da cidade de São Paulo.  _____________________________ Roteiro [Som de tráfego em cidade: buzinas, carros, ruídos de fundo.]  Mantém em BG até entrada da música de transição. LINI: Esse é o segundo episódio da série de podcasts Ugo Giorgetti em 4 documentários. Meu nome é Liniane Haag Brum, sou doutora em teoria e crítica literária pela Unicamp e realizei a pesquisa de pós-doutorado “Contra o apagamento – o cinema de não ficção de Ugo Giorgetti” também na Unicamp, no Labjor, com o apoio da Fapesp. Essa pesquisa surgiu da descoberta de uma lacuna. Percebi que não havia nenhum estudo sobre a obra de não ficção de Giorgetti. Apesar de ela ser tão expressiva quanto a sua ficção, e mais extensa. MAYRA: E eu sou a Mayra Trinca, bióloga e mestra em Divulgação Científica e Cultural pelo Labjor. Você já deve me conhecer aqui do Oxigênio. Eu tô aqui pra apresentar esse episódio junto com a Liniane. Nele, vamos abordar os médias-metragens “Variações sobre um Quarteto de Cordas” e “Santana em Santana”. [Música de transição – tirar da abertura de “Variações Sobre um Quarteto de Cordas”] LINI: No primeiro episódio, apresentamos os documentários “Pizza” e “Em Busca da Pátria Perdida”, destacando os procedimentos e recursos de linguagem empregados pelo cineasta para retratar a complexidade da capital paulista. MAYRA: Em “Pizza”, as contradições de São Paulo surgem na investigação de pizzarias de diversas regiões, por meio de depoimentos de seus donos, funcionários, clientes e pizzaiolos. Já “Em Busca da Pátria Perdida” se concentra no bairro do Glicério, e registra a experiência de migrantes e imigrantes que encontram acolhida e fé na Igreja Nossa Senhora da Paz. Se você ainda não ouviu, é só procurar por “Ugo Giorgetti” no nosso site ou no seu agregador de podcasts.  LINI: Nesse segundo episódio, vamos falar sobre dois médias-metragens: “Variações Sobre Um Quarteto de Cordas” e “Santana em Santana”, documentários que também são muito diferentes entre si, mas que tem um ponto crucial em comum. Vamos revelar como eles entrelaçam as trajetórias de vida de dois artistas, ao desenvolvimento da cidade de São Paulo.  (pausa) Vinheta Oxigênio LINI: Se você não tem muita ligação com a música de câmara, seja tocando, estudando ou pesquisando o tema, é provável que nunca tenha ouvido falar em Johannes Olsner.  “Variações Sobre Um Quarteto de Cordas” retrata a trajetória profissional desse violista que chegou no Brasil em 1939, vindo da Alemanha para uma turnê musical, e nunca mais voltou pra casa.  MAYRA: Sobre esse documentário o crítico literário e musical Arthur Nestrovski escreveu o seguinte na Folha de São Paulo, em setembro de 2004: “O filme é muito simples. O que, no caso, é uma virtude: (…) a vida de Johannes Oelsner se confunde com a arte que praticou ao longo de quase 70 anos de carreira.” LINI: O violista alemão fez parte da formação inicial de músicos do que é hoje o Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo. [Música de transição – escolher excerto de “Variações Sobre um Quarteto de Cordas”] MAYRA: Talvez você esteja se perguntando o que é um quarteto de cordas… Vamos por partes:  Um quarteto de cordas é uma das formações mais emblemáticas da música de câmara e reúne quatro instrumentistas em dois pares: dois violinos, uma viola e um violoncelo. [Entra música de fundo: escolher excerto de “Variações Sobre um Quarteto de Cordas”] [Sugestão – time code do Youtube – 09:32 até 10:42] A expressão “música de câmara” tem sua origem na “musica da câmera”, termo italiano que significa “música para a sala”. É originalmente um gênero de música erudita para ser tocada em ambientes privados e íntimos, como nos aposentos palacianos e gabinetes da aristocracia, – e não nas grandes salas de concerto. LINI: A música de câmara pode ter diferentes formações, como por exemplo um dueto ou um quinteto. Mas – sim! – o quarteto é a sua forma mais clássica. [Música de transição] Embora os quartetos de cordas se dediquem a um repertório de alto refinamento artístico, sua presença no Brasil é pouco comum. Foi pensando nisso que perguntei pra Ugo Giorgetti por que motivo ele decidiu fazer um documentário sobre um tema tão específico. Ouve só como foi a nossa conversa: LINI: Sobre o quarteto de cordas eu queria perguntar o seguinte: é um tema restrito? Fica um documentário mais assim, restrito, você acha?  GIORGETTI: O Quarteto de Cordas é só um lado do documentário. Ele fala também de São Paulo, ele fala do Mário Andrade, ele fala do Prestes Maia, ele fala um monte de coisa. Ele fala da durabilidade do tempo, esse negócio se transformou em uma coisa que durou 37 anos tocando juntos. Esses caras envelheceram juntos.  [Música de transição – trecho de “Variações Sobre um Quarteto de Cordas”] GIORGETTI: Quando eu fiz o documentário, esse quarteto já não existia mais naquela forma original. Já passou por outras formas, mas é sempre o Quarteto de Cordas do município de São Paulo. Então, nenhuma coisa é tão fechada assim. MAYRA: Retomando a trajetória de Johannes Olsner: sua formação como músico erudito começou cedo e se deu por meio do aprendizado do violino. Foi só mais tarde, quando já tocava profissionalmente, que ele chegou à viola que lhe acompanhou ao longo da vida. Escuta o próprio Johannes falando um pouco sobre isso: [trecho do documentário] – Johannes Olsner: Estudei primeiro violino, comecei com 9 anos o violino, então eu me apresentei no Conservatório Real de Dresden. Aí quem me ouviu foi o grande professor Henri Marteau, francês. Depois, com 13 anos, me deram uma bolsa de estudo integral. Eu me formei, depois ganhei o meu diploma, etc, etc. Isso foi em 1935, até 1937. [trecho de MOZART em violino] LINI:  O violista já tocava no prestigioso Quarteto Fritzsche de Dresden, ainda na Alemanha, quando recebeu a notícia que iria sair em turnê para as Américas. No dia 9 de março de 1939, aos 24 anos, ele e seus parceiros musicais pegaram um navio, em Bremen, também na Alemanha.   [Efeito de som do mar]  Primeira parada: Panamá, por três dias. Depois Argentina, onde tocaram na escola alemã e permaneceram por semanas a fio. Em seguida Montevidéu, onde fizeram quatro concertos. E, finalmente, aportaram no Rio de Janeiro. [Efeito de som do mar] [trecho do documentário] – Johannes Olsner: Chegamos dia 26 de julho de 1939, com bastante atraso, mas aqui no Brasil.  LINI: Veio a Segunda Guerra, ele e os colegas permaneceram em terras brasileiras.   [trecho do documentário] – Johannes Olsner: A gente pode dizer mesmo o Deus é brasileiro, né? Eu tive sorte lá, com entrar no Quarteto e tudo assim, mas aqui, olha que, eu sempre digo para todos vocês que são brasileiros natos: pode ficar contente, porque é a melhor terra que tem. Fora de tudo que tem, olha que, é a melhor terra que tem. LINI: Olsner criou raízes em São Paulo. Em 1944, mesmo ano em que se casou, entrou para o Quarteto Haydn.  MAYRA: O Quarteto Haydn do Departamento de Cultura de São Paulo representa a fase inicial e histórica do que hoje é o Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo. Sua origem remonta a 1935, quando foi fundado por iniciativa de Mário de Andrade, que na época era o diretor do Departamento. A formação respondia a um antigo anseio do escritor, crítico musical, ensaísta e professor de música. Entre outras tantas lutas culturais, Mário de Andrade acabou se tornando um verdadeiro paladino da construção de uma cultura musical consciente e autônoma para o Brasil. A rememoração de Oelsner dá indícios dessa efervescência: EXCERTO MÁRIO DE ANDRADE: Oelsner: Um dos primeiros concertos, me lembro, era em frente do Teatro Municipal, a velas. E então, aí o Mário, como disse, como assistiu todos os concertos, um dia ele chegou também. Ele dizia, seria possível tocar uma vez com o nosso quarteto aqui do teatro, do departamento. Então, como eu já falei para o senhor, fizemos o quarteto de Mendelssohn  [trecho do quarteto de Mendelssohn do documentário Variações(continuação do texto acima) ]  LINI: Pausa para um esclarecimento. Você lembra que no primeiro episódio a gente falou da presença da literatura na obra de não ficção de Giorgetti? Pois é, “Variações sobre um quarteto de cordas” também revela essa face do diretor paulista. Na entrevista com Oeslner, ele não disfarça o interesse pelo escritor brasileiro Mário de Andrade. [trecho do documentário] Ugo Giorgetti: O senhor lembra do bem do Mário de Andrade? Oelsner: Sim, nós éramos amigos, que infelizmente eu tinha mais contato com ele de 44, quando eu entrei no departamento, até 45, e pobre Mário morreu em 45.  Ugo Giorgetti Como ele era?  Oelsner: Sempre alegre, sempre disposto, e qualquer coisa que o senhor disse, uma novidade, o senhor dizia, vamos ver. Sim, sim, sim. E marcava quanto se podia fazer. O Mário era formidável. LINI: Eu perguntei ao diretor se ele de fato – abre aspas “perseguiu” – a presença e a figura de Mário de Andrade, na entrevista com o Oelsner. Ele respondeu que sim. E fez o seguinte relato: [trecho do documentário] Ugo Giorgetti: Eu considero o Mário de Andrade o maior intelectual de São Paulo, de todos os tempos, porque ele era um grande poeta. Tem poemas que são fantásticos, citei um num artigo que escrevi sobre Abujamra, um poema dele, que dizia, “eu sou 300, sou 350, mas um dia eu toparei comigo.” Ele era um músico, ele dava aula no Instituto de Arte Dramática, professor, ele era um etnógrafo, ele saia pelo Brasil cantando folclore, ele era um professor, claro, político, na boa fase, na boa forma de político. Ele foi o primeiro secretário de Cultura de São Paulo. Eu procuro o Mário de Andrade, onde é possível achar. Eu tenho contos dele, o que ele escreveu para jornais, ele escreveu para jornais também, era um cronista, um cara fantástico. MAYRA:  Johannes Olsner cultivou laços com Mário de Andrade e também com personalidades  como  os compositores e regentes Heitor Villa-Lobos e Camargo Guarnieri. Além disso, executou peças com as pianistas Guiomar Novaes e Magdalena Tagliaferro. Durante a formação mais longeva do Quarteto, de 1944 a 1979, ele tocou com Gino Alfonsi no primeiro violino, Alexandre Schaffman no segundo e Calixto Corazza no violoncelo. LINI: A gente pode dizer que Johannes Olsner é o biografado do documentário. Mas também podemos afirmar que essa peça audiovisual é um testemunho. Por meio de um único depoimento, o média-metragem: flagra o nascimento do Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo, – que é também um registro do florescimento da vida cultural e do desenvolvimento da capital paulista. MAYRA: Vislumbra uma linhagem de músicos alemães surgida em Dresden, berço musical em um dos momentos mais ricos, inovadores e contraditórios do Ocidente. LINI: Testemunha os efeitos da Segunda Guerra Mundial, quando centenas de cidadãos alemães se viram obrigados a imigrar para sobreviver. Esse ponto não está explícito no relato de Olsner, mas as imagens do documentário fazem referência ao fato. MAYRA: Revela a devoção de Johannes Olsner à música. LINI: Mesmo depois de aposentado, Johannes Olsner seguiu trabalhando como músico. Na época da gravação do documentário, em 2003, lecionava no Conservatório Villa Lobos, em Osasco, e tocava em eventos e festas de casamento. Ele jamais considerou parar com suas atividades musicais. Faleceu aos 94 anos, em São Paulo, no ano de 2010. [Bloco 2: documentário “Santana em Santana”] LINI: Santana em Santana, de 2007, foi realizado a partir de um edital da Secretaria Municipal de Cultura que visava a realização do projeto “História dos bairros de São Paulo”. A ideia por trás da chamada pública era fomentar o mapeamento audiovisual da capital paulista, por meio de documentários sobre os bairros que a compõem. MAYRA: Ugo Giorgetti, com sua produtora, a SP Filmes de São Paulo, foi selecionado com o projeto de documentário que propunha explorar a história do seu bairro de origem: Santana, localizado na zona norte da capital paulista.   [Ruído de passagem de cena] LINI: Santana em Santana: de cara dá pra perceber que o título escolhido pelo cineasta é tanto uma provocação existencial e poética, quanto um convite à interpretação.  MAYRA: A gente se pergunta: como assim Santana EM Santana? Existe um bairro dentro do bairro original? Isso seria um erro de grafia ou uma pista? Ou apenas um jogo linguístico para atrair a atenção do espectador? [Ruído de passagem de cena] LINI: Pois é, eu questionei o Ugo Giorgetti sobre o que o título do filme pretende revelar. Sua resposta acabou mostrando as motivações por trás do projeto original. Além, é claro, de elucidar esse “mistério”… Ele disse: UGO GIORGETTI: Bom, eu fiz pelo seguinte, também eu quis fazer. Se Santana realmente correspondia à minha concepção que eu tinha dela. Por quê? Porque eu ia na casa do meu irmão… Eu vou sempre na casa do meu irmão. Toda a vez que eu ia na casa dele, às vezes eu ia à noite, às vezes de dia, eu tinha a impressão que não tinha sobrado pedra sobre pedra do meu bairro. Era uma coisa sórdida, vulgar, ridícula, todas as construções iguais, uma coisa cafajeste, não sobrou nada do cinema, nada de nada. Eu não falava com ele sobre isso porque ele morava lá, ele também não falava. Então ficou essa ideia que estava cimentada na minha cabeça. E, para a minha surpresa, quando eu fiz o documentário, eu vi que não só restavam coisas, mas que restava muita coisa. Uma pessoa como eu, que conhecia muito bem o bairro, eu andava para aquele bairro o tempo todo, você procurando os lugares que você ia, em geral, eu achava o lugar. Não só achava o lugar, como alguns lugares intactos. [Ruído de passagem de cena: um carro passando] MAYRA: A escolha da linguagem cinematográfica mostra também esse interesse pessoal pelo tema.  O principal recurso usado em Variações sobre Um Quarteto de Cordas se repete em Santana em Santana: o depoimento de um único artista, nesse caso, o próprio Giorgetti.  Em Santana em Santana Ugo não é apenas o cineasta, mas assume também a posição de narrador-apresentador. Na cena que abre a narrativa, você vê um ambiente despojado, o diretor atrás de uma escrivaninha olhando para a câmera e falando o seguinte texto: [trecho do documentário Santana em Santana] Ugo Giorgetti: Santana sob o ponto de vista da história, do fato histórico, não é relevante, não há nada na história de Santana, que eu saiba, que mereça um registro significativo. Santana é uma região que fica ao norte da cidade, dividida pelo Tietê. Isto é, o Tietê é a primeira fronteira dela, que separa Santana da cidade. E o início dela, é o início mais ou menos costumeiro dos bairros de São Paulo. Quer dizer, é uma grande quantidade de terra, ocupada por uma associação entre o Estado, a Igreja e ricos proprietários. . Evidentemente essas proporções foram se desfazendo depois, principalmente os ricos proprietários, e se tornou um bairro, conforme ele se configurou, a partir de 1942”. LINI: A fala do cineasta sugere que o documentário vai investigar a história do bairro Santana. No entanto, à medida que a narrativa avança, o que se vê na tela é um percurso afetivo que pouco tem a ver com acontecimentos verificáveis, dados e informações precisas. Santana em Santana revela o cineasta à procura de sua própria história… MAYRA: Em cena, a escola que frequentou na primeira juventude, o Mirante de Santana, o cinema de bairro que hoje é shopping center. LINI: Ouve só como também é revelador esse trecho da conversa que tive com ele: GIORGETTI – O filme que mais me impactou que eu vi lá em Santa Ana foi um filme de 1960. Eu tinha 18 anos. É um filme maravilhoso não pelo, digamos assim, valor cinematográfico, é pequeno o valor cinematográfico, mas porque era um filme chamado O Julgamento de Nuremberg; o casting era inacreditável: Spencer Tracy, Burt Lancaster, Montgomery Clift. Lini: É um bom filme. Ugo: Pô!  MAYRA: Em entrevista, o diretor também expôs a importância do processo de produção do documentário, para o tema de que ele trata: GIORGETTI: Tem alguns planos nesse filme que eu gosto muito. Tem um plano que eu acho que é muito bom, que é um plano numa tempestade. Eu falei, se prepara que vai chover, se prepara que vai ter uma puta tempestade que ocorre nesse bairro. E, de repente, o que eu acho curioso é que, no meio da tempestade, o bairro ficou um bairro. Tudo ficou um pouco impreciso, como se o tempo tivesse passado, porém deixou como um quadro impressionista, contornos no meio daquela névoa da tempestade. Daí eu reconheci o bairro.  Daí eu falei, esse é Santana. Casas meio aparecendo, outras não. Uma coisa mais na sombra, outra coisa mais evidente. Ficou muito legal aquilo. Mas tem outras coisas. Tem o meu irmão voltando da feira.  Não sei se você viu. Ele está identificado como… Lini: Não, não. Ah, então eu não identifiquei. Acho que foi uma cena muito de passagem. É, o cara voltando da feira. O maestro Mauro Giorgetti com uma puta de uma cesta. Ele nem viu que ele estava lá.  MAYRA: Essa atitude artística de Giorgetti em Santana em Santana, de individualizar a narrativa, ao invés de elucidar fatos e discursar sobre eles, faz parte de um – digamos – estilo. Segundo o diretor, ele nunca trata realmente do tema que se anuncia; ele afirma que o seu mote é, abre aspas, “ter sempre uma coisa que vista a cidade (…) você pensa que tá vendo uma coisa, mas é outra”. LINI: Ou seja, de acordo com o diretor, no fundo ele está sempre tratando de São Paulo. [Pausa.] OK, como você ouviu lá no primeiro episódio, é preciso considerar a visão do artista sobre seu próprio trabalho. Mas sem tirar de foco aquilo que a obra, ela mesma, mostra.  No caso, o documentário – sobretudo – ativa a memória do diretor e a projeta no presente. Essa projeção oferece ao espectador uma realidade construída por um discurso que é uma espécie de auto-perscrutação dos primeiros anos de vida do artista em contato com a cidade. [Efeito sonoro de tráfego em cidade: buzinas, carros, ruídos de fundo]  LINI: Uma investigação a partir do subjetivo…que é também um documento…. [trecho do documentário Santana em Santana] Ugo Giorgetti: Por isso que eu tento fazer uma coisa que deixe, pelo menos, uma impressão do mundo que eu vivi. Eu não estou fazendo poesia, não estou fazendo filmes fora, cabeça, mensagem. Isso não é comigo. [Efeito sonoro de tráfego em cidade: buzinas, carros, ruídos de fundo.]  MAYRA: O roteiro desse episódio foi escrito pela Liniane Haag Brum, que também realizou as entrevistas. A revisão do roteiro foi feita por mim, Mayra Trinca, que também apresento o episódio. LINI: A pesquisa de pós-doutorado teve orientação do professor Carlos Vogt, e seu resultado é objeto de meu trabalho no âmbito do Programa Mídia Ciência, do Labjor, com supervisão da Simone Pallone. As reportagens referentes à divulgação de “Contra o apagamento, o cinema de não ficção de Ugo Giorgetti”, foram publicadas no dossiê “Ugo Giorgetti” da Revista ComCiência. A gente vai deixar o link e a ficha técnica dos documentários na descrição do episódio. LINI: A edição de áudio foi feita pela Carolaine Cabral e a vinheta do Oxigênio é do Elias Mendez.  MAYRA: Este episódio tem o apoio da Diretoria Executiva de Apoio e Permanência, da Unicamp e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, a FAPESP, por meio de bolsas e também da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. MAYRA: Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast.  LINI: Se você gostou do conteúdo, compartilhe com seus amigos.

    Crônicas da Cidade
    Desventuras tricolores

    Crônicas da Cidade

    Play Episode Listen Later Jan 29, 2026 1:57


    Crônicas da Cidade - 29/01

    Crônicas da Cidade
    De volta à rotina

    Crônicas da Cidade

    Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 1:42


    Crônicas da Cidade - 28/01

    Crônicas da Cidade
    A CET do Guarujá

    Crônicas da Cidade

    Play Episode Listen Later Jan 27, 2026 2:01


    Crônicas da Cidade - 27/01

    O Assunto
    O Agente Secreto e o mais brasileiro dos Oscars

    O Assunto

    Play Episode Listen Later Jan 23, 2026 32:43


    Convidado: Waldemar Dalenogare, crítico de cinema, doutor em História e o primeiro sul-americano a entrar para a Critics Choice Association, a maior organização de críticos de cinema e televisão dos EUA e Canadá. A edição 2026 do Oscar registra um recorde para o cinema brasileiro: cinco indicações na premiação. “O Agente Secreto”, filme escrito e dirigido por Kleber Mendonça Filho, concorre a quatro estatuetas. E o diretor de fotografia Adolpho Veloso foi indicado por “Sonhos de Trem” – trabalho filmado quase inteiramente com luz natural, que vem sendo muito elogiado pela crítica internacional. “O Agente Secreto” é o filme brasileiro com o maior número de indicações em todos os tempos, empatado com “Cidade de Deus”, em 2004. O longa concorre nas categorias Melhor Elenco (criada pela Academia nesta edição), Melhor Filme Internacional (a mesma que “Ainda Estou Aqui” venceu em 2025), Melhor Ator (com Wagner Moura, que é o primeiro ator brasileiro a entrar na lista final) e na principal, a de Melhor Filme. Com isso, o Brasil reforça sua posição de força ascendente nas telas de cinema e nas premiações internacionais – ainda este ano, o longa de Kleber Mendonça Filho já havia conquistado duas estatuetas no Globo de Ouro. Em um relato exclusivo para O Assunto, o cineasta fala sobre o poder da memória em sua obra. A respeito das chances que o Brasil tem de vencer no Oscar, Natuza Nery conversa com Waldemar Dalenogare, crítico de cinema e doutor em História. Ele, que foi o primeiro sul-americano a entrar para a Critics Choice Association, comenta também porque os filmes brasileiros passaram a atrair atenção internacional e avalia o que deve ser feito para nossa indústria cinematográfica aproveitar este momento.

    Colunistas Eldorado Estadão
    Nossa Cidade: Qualidade de vida em São Paulo

    Colunistas Eldorado Estadão

    Play Episode Listen Later Jan 22, 2026 11:04


    Jorge Abrahão, coordenador-geral do Instituto Cidades Sustentáveis e da Rede Nossa São Paulo, debate problemas e soluções para São Paulo e outras cidades brasileiras, quinzenalmente, às quintas-feiras, 8h, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

    PURA CONNECTION

    Neste episódio do Pura Connection, André Bintang recebe Gabi Pessanha, uma das maiores atletas da nova geração do Jiu-Jitsu mundial. Com apenas 22 anos, Gabi já conquistou 10 títulos mundiais na faixa preta e se tornou símbolo de força, disciplina e representatividade feminina no esporte. Nascida e criada na Cidade de Deus, Gabi compartilha sua trajetória marcada por superações, escolhas difíceis e uma fé inabalável no poder transformador do Jiu-Jitsu. Da primeira aula experimental em um projeto social até os palcos internacionais, ela revela como o tatame se tornou seu caminho de vida e de impacto.