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¡Bienvenidos a una edición especial de Sonido Consentido por Quiero Soda!
¿Realmente era necesario reformar el IUSI? ¿Quiénes salen beneficiados y quiénes asumirán el costo de estos cambios?En este episodio de Tan Gente, Luis Miguel Reyes conversa con Enrique Godoy y Jean Roque de Diálogos Guatemala sobre la polémica reforma al Impuesto Único Sobre Inmuebles (IUSI).Analizan cómo funciona este impuesto, por qué es una de las principales fuentes de ingresos de las municipalidades y cuáles podrían ser las consecuencias para la infraestructura, los servicios públicos, la planificación urbana y las finanzas municipales si la reforma entra en vigor.
En conversación con Angélica Bulnes e Iván Valenzuela, en un nuevo Rat Pack de Mesa Central, el rector de la Universidad Católica, Juan Carlos de la Llera, abordó los desafíos del plan estratégico 2030, la necesidad de adaptar la universidad a la inteligencia artificial y el rol transformador del conocimiento.
O Chade anunciou esta semana a decisão de sair do Tribunal Penal Internacional, alegando a eficácia limitada da instituição e uma actuação excessivamente centrada em África. A decisão surge depois de a Venezuela também ter anunciado o abandono do TPI, numa altura em que o procurador Karim Khan foi afastado na sequência de alegações de conduta sexual imprópria, acusações que o próprio nega. André Thomas, professor jubilado de Direito Internacional e Direito Constitucional da Universidade da África do Sul, em Pretória, considera que estas saídas eram previsíveis e reflectem a urgência de as Nações Unidas reformarem o Tribunal Penal Internacional, que, na sua opinião, se tornou num instrumento de justiça ao serviço dos interesses da União Europeia. O que representa a saída do Chade do Tribunal Penal Internacional? Penso que este é o início de um êxodo. Muitos outros países poderão seguir o mesmo caminho e abandonar o Tribunal Penal Internacional. Além disso, como sabemos, os Estados Unidos estão determinados a contribuir para o enfraquecimento, ou mesmo o eventual encerramento, do Tribunal Penal Internacional. Falámos aqui da saída do Chade, mas a Venezuela também já disse que vai sair. Poderá haver aqui uma certa pressão do Presidente dos EUA, quando se sabe que a presidente interina, Delcy Rodríguez, é muito próxima de Donald Trump, Este novo mundo depende essencialmente de cinco pessoas: o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump; o Presidente da China, Xi Jinping; o primeiro-ministro da Índia; e, possivelmente, também o rei da Arábia Saudita. São estas as potências que, na minha perspectiva, exercem maior influência e determinam o rumo dos acontecimentos no mundo. Desde que chegou à Casa Branca, Donald Trump anunciou que pretendia desmantelar o Tribunal Penal Internacional (TPI). Estes anúncios de saída surgem numa altura em que os 125 Estados Partes do TPI se preparam para votar a destituição do procurador Karim Khan, acusado de conduta sexual imprópria. Karim Khan nega as acusações. Pode falar-se de uma tentativa de amordaçar o TPI, precisamente quando este passou a centrar a sua atenção também no Ocidente, emitindo acusações, nomeadamente contra o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, por alegados crimes cometidos em Gaza, e investigando ainda alegados crimes cometidos por militares norte-americanos no Afeganistão? O Tribunal Penal Internacional tem sido, desde a sua criação, uma instituição muito controversa. Foi uma iniciativa europeia e é financiado, em grande medida, pelos Estados Partes, entre os quais se encontram os Estados da União Europeia, que constituem uma parte significativa do seu orçamento. O trabalho do TPI tem sido desenvolvido por pessoas que se auto-intitulam juízes, mas que, na minha opinião, não possuem as qualificações jurídicas adequadas. São nomeadas pelos Estados Partes, num processo em que as preferências políticas dos Estados desempenham um papel relevante. Os alvos do TPI têm sido, em grande medida, dirigentes africanos e outras personalidades que, na perspectiva de alguns críticos, não representam uma ameaça significativa para o Tribunal. O Tribunal admite determinados tipos de prova, incluindo prova indirecta, cuja admissibilidade é regulada pelo seu Estatuto e pelas respectivas regras processuais. Além disso, entendo que o sistema de recursos é insuficiente para assegurar plenamente os direitos dos arguidos. Na minha perspectiva, deveria existir um mecanismo de recurso mais amplo, garantindo uma dupla apreciação das decisões, como sucede em muitos sistemas judiciais nacionais. Das investigações abertas pelo Tribunal Penal Internacional, desde a sua entrada em vigor, nove dizem respeito a Estados africanos. O Chade diz que abandona esta instituição porque existe uma justiça de geometria variável. Estes argumentos são válidos? Sempre considerei a criação do TPI demasiado política. Pretendia, na realidade, dar uma força brutal à política externa da União Europeia, castigando aqueles que eram considerados um obstáculo aos objectivos políticos europeus. E pretendendo que não existem outros criminosos. Há criminosos terríveis neste mundo em relação aos quais o TPI nunca sequer ponderou actuar. Basta falar do Irão, onde regularmente são executadas raparigas de 14 ou 16 anos, após serem chicoteadas em público. São coisas absolutamente horrorosas. Como é que se justifica essa falha do TPI? Penso que sempre houve oportunismo por parte da pessoa encarregada de instaurar os processos, ultimamente o senhor Karim Khan. Já há anos se falava das alegadas vítimas dos seus abusos sexuais. Não é novidade nenhuma. Mesmo assim, manteve-se em funções e começou a emitir mandados de captura contra presidentes e chefes de governo, como o primeiro-ministro Netanyahu, o que, em si, constitui um abuso do Direito Internacional, porque uma das regras mais antigas do Direito Internacional é a imunidade absoluta de um rei ou de um Presidente enquanto estiver no exercício das suas funções. A existência do Tribunal Penal Internacional está ameaçada? Qual será o futuro desta organização? Penso que vai desaparecer, porque os países estão cansados de uma autoridade que se autoproclama detentora da autoridade moral do mundo. Os Estados têm igual direito à soberania, que é o fundamento das relações internacionais e das Nações Unidas, bem como o princípio da igualdade entre os Estados. A maior parte dos países não tolera que um pequeno grupo de países - os países europeus - assuma a responsabilidade de julgar o resto do mundo apenas porque este não obedece às regras da democracia multipartidária europeia. Nem a China, nem a Índia, nem a Rússia, nem a maioria dos países da Ásia o fazem. Assim, será muito difícil haver futuro para este tribunal. A única possibilidade será uma reforma profunda do TPI, sob a responsabilidade do Conselho de Segurança das Nações Unidas. Isso, sim, é uma possibilidade. Esperemos que aconteça. Eventualmente, dentro de alguns anos, poderá abrir-se esse debate. Quais seriam, na sua opinião, as reformas prioritárias? Deve ser restabelecida a imunidade absoluta dos chefes de Estado, para salvaguardar a paz internacional. Não é possível que um grupo de países determine que um chefe de Estado, eleito ou não eleito, em exercício de funções, deva ser levado a tribunal e, eventualmente, preso. Isso retiraria uma grande parte da controvérsia. De resto, têm de existir todas as garantias processuais próprias de um direito penal moderno e devem ser excluídas as chamadas provas de segunda ou terceira mão, que não são provas. Não vale a pena. Houve um tribunal especial que julgou Charles Taylor, antigo Presidente da Libéria, com base em relatos publicados por jornalistas nos jornais. Não havia qualquer prova directa. Considera que devem ser os próprios países a julgar? Essa justiça deve pertencer aos Estados? Não. Tem de ser uma justiça sob a autoridade das Nações Unidas, que é a única instituição verdadeiramente global que poderá assumir essa responsabilidade de aplicar o Direito Penal Internacional, reservado aos crimes mais graves. E é necessário ter consciência da evolução moderna do Direito Penal. Por exemplo, o TPI aceita o princípio da responsabilidade de comando. Ou seja, um comandante ou um general, que pode estar muito longe das tropas que eventualmente tenham cometido abusos contra os direitos humanos, fica pessoalmente responsabilizado perante o TPI. Parece-me uma situação algo absurda, sobretudo quando esse comandante não dispõe de meios para comunicar com as suas tropas. E isso tem acontecido. Quando diz que a reforma do TPI tem de passar pelas Nações Unidas, considera que a organização está, neste momento, em condições de a concretizar? Existe hoje uma nova multipolaridade, constituída por cinco grandes nações que detêm poder militar e capacidade nuclear. As Nações Unidas têm servido como o fórum capaz de moderar a actuação dos mais poderosos. Esperemos que, no futuro, especialmente com a influência de um novo secretário-geral, a organização possa voltar a desempenhar um papel muito activo e importante no mundo, porque estamos a assistir a uma escalada do uso da força. De repente, países pequenos e grandes começam a recorrer à força militar. Ora, foi precisamente para impedir a ameaça do uso da força e o recurso à força que as Nações Unidas foram criadas. Daí a importância de existir um Tribunal Internacional capaz de julgar os crimes num mundo cada vez mais marcado por conflitos? Absolutamente. Um Direito Penal Internacional pode ser muito importante e muito útil. Mas não se servir apenas os interesses privilegiados ou exclusivos da União Europeia. O TPI não pode continuar a funcionar como um instrumento da União Europeia. Tem de ser verdadeiramente global. Além disso, a falta de boa governação e de mecanismos eficazes de controlo ficou bem patente neste escândalo relacionado com alegados abusos de natureza sexual envolvendo uma das figuras-chave da instituição. Que vergonha!
Un violento incendio en la zona de San Martín de Valdeiglesias y Navas del Rey (Madrid) ha obligado a desalojar a unas 200 personas de dos campings, La Ardilla Roja y Pelayos de la Presa. Esteban, gerente del primero y uno de los afectados, ha relatado en el programa 'Herrera en COPE' la dramática situación vivida, donde las llamas han devorado no solo los recintos de acampada, sino también patrimonio de gran valor histórico.El fuego, que se originó por un vehículo cerca del cuartel de bomberos de San Martín, se propagó a una velocidad inusitada. "Sería a las tres y media, pero a las cinco y media, a 7 kilómetros que está el camping La Ardilla Roja, el viento era de arriba, en 2 horas tuvimos que desalojar. Increíble", ha explicado Esteban a la comunicadora Sofía Buera. Esta rapidez ha sido uno de los factores más sobrecogedores para los vecinos y afectados.La devastación en el camping La Ardilla Roja ha sido casi total. Según el testimonio de Esteban, corroborado por ...
No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 20, Carlos Andreazza fala sobre as restrições impostas ao ex-presidente Bolsonaro. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concluiu que o ex-presidente Jair Bolsonaro descumpriu medidas cautelares e, com isso, proibiu que ele receba visitas e também faça a divulgação de manifestos políticos-eleitorais, inclusive por meio de terceiros, independente dos meios utilizados. Os únicos autorizados a se encontrar com Bolsonaro, além dos familiares que moram com ele, são médicos e advogados que já prestam atendimento. O ministro, porém, manteve Bolsonaro em prisão domiciliar humanitária. A decisão deve inviabilizar a visita do presidente argentino Javier Milei, que a defesa de Bolsonaro pediu para que aconteça no sábado, dia 25. A decisão de Moraes foi tomada após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, ler nas redes sociais uma carta em que Bolsonaro o coloca como porta-voz. Após questionamento de Moraes sobre a possível violação da determinação de não se manifestar nas redes, inclusive por terceiros, a defesa de Bolsonaro alegou que ele não sabia que a carta seria “publicizada”. Moraes, porém, rejeitou os argumentos. O ainda senador Flávio Bolsonaro, presidenciável do PL, lançou uma ferramenta de inteligência artificial (IA), a MarIA, com o mesmo nome da inaugurada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em dezembro de 2024, durante a presidência do ex-ministro Luís Roberto Barroso. A “coincidência” surpreendeu magistrados, acostumados às críticas que o senador faz à Corte. Procurado, Flávio ainda não respondeu. A MarIA da campanha do senador é uma assistente virtual de IA voltada para o público feminino. Como explicou o pré-candidato no X, ela vai “acompanhar medidas protetivas, agendar mamografias, encontrar apoio psicológico”, além de ajudar em oportunidades de emprego. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.
El biólogo Antonio Grulla entrevista a diversos animales que de jncias prejuicios. Además del perro habla con un elefante que regenta una cacharrería y un pato mareado.
El biólogo Antonio Grulla entrevista a diversos animales que de jncias prejuicios. Además del perro habla con un elefante que regenta una cacharrería y un pato mareado.
El biólogo Antonio Grulla entrevista a diversos animales que de jncias prejuicios. Además del perro habla con un elefante que regenta una cacharrería y un pato mareado.
El biólogo Antonio Grulla entrevista a diversos animales que de jncias prejuicios. Además del perro habla con un elefante que regenta una cacharrería y un pato mareado.
El programa 'Herrera en COPE', conducido por Alberto Herrera, ha sido el escenario donde varios oyentes han compartido sus sorprendentes y, en ocasiones, incómodas experiencias con el algoritmo de sus teléfonos móviles. El caso más llamativo ha sido el de Daniel, un masajista profesional de Sevilla, quien ha relatado cómo las conversaciones privadas de sus clientes durante las sesiones se transforman en publicidad personalizada en su dispositivo.Daniel ha explicado en la sección 'La Hora de los Fósforos' que tiene la costumbre de dejar su teléfono en un mueble junto a la camilla. Según su testimonio, los clientes se sienten cómodos y le confiesan todo tipo de intimidades, convirtiendo la terapia en una especie de sesión de psicología improvisada. "Todo el que va para allá me empieza a soltar absolutamente de todo", ha comentado el masajista.Poco después, al revisar su móvil, se encuentra con anuncios de temas que nunca ha buscado, como centros de mayores o modelos ...
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Absolutamente todos tenemos intuición, si o sí. Pero hay personas que están mucho más conectados con ella y saben perfecto que sentir y como tomar esta herramienta de vida para mejorar no solo su vida cotidiana, sino su trabajo, su vida. Todo se puede aprender y desarrollar, este capítulo nos ayuda a conocer algunos de los atajos para poder hacer de este concepto un aliado para nuestra realidad, pero así como estas, hay muchas estrategias que puedes buscar, conocer y sobre todo probar para que conozcas las mejores opciones para ti.
Esta semana, en nuestras Islas de Noche, transitamos entre 1970 y 1972, con coordenadas de folk británico arcano mezclado con psicodelia y progresivo temprano. Un puñado de extrañas obras maestras de leyenda y tortuosa ensoñación. Absolutamente únicas y originales.Muy favoritas de Islas de Robinson. Suenan: DANDO SHAFT - "Kalyope Driver" ("DANDO SHAFT", 1971) / TONY, CARO & JOHN - "Eclipse of the Moon" ("ALL ON THE FIRST DAY", 1972) / COMUS - "The Bite" ("FIRST UTTERANCE", 1971) / SPIROGYRA - "Time Will Tell" ("St. Radiguns", 1971) / PRINCIPAL EDWARDS MAGICAL THEATRE - "The Asmoto Running Band" ("THE ASMOTO RUNNING BAND", 1971) / TRADER HORNE - "Morning Way" ("MORNING WAY", 1971) / FUCHSIA - "Gone with the Mouse" ("FUCHSIA", 1971) MELLOW CANDLE - "Reverend Sisters" ("SWADDLING SONGS", 1972) / ORIENTAL SUNSHINE - "Across Your Life" ("DEDICATED TO THE BIRD WE LOVE", 1970) / TUDOR LODGE - "It All Comes Back to Me" ("TUDOR LODGE", 1971) / MEDICINE HEAD - "When Night Falls" ("NEW BOTTLES, OLD MEDICINE", 1970) / Escuchar audio
Eudald Carbonell es uno de los arqueólogos más importantes del mundo. Es un honor tenerlo en nuestro programa. Fue premio Príncipe de Asturias y director de las excavaciones de Atapuerca. Ahora, junto a Igor Parra, acaba de publicar una obra sobre la historia de la evolución humana titulada Los pilares de la evolución humana (Arpa). Con él hablamos de vida en otros mundo, de los neanderthales, de la Inteligencia Artificial...
Vale, vamos a desgranar esto. Hoy nos enfrentamos a lo que, bueno, probablemente sea la carga psicológica más silenciosa y pesada de nuestra eram hablo de la trampa de la comparación moderna. Hoy en día, esa sensación persistente de no ser suficiente, eh, de ir siempre un paso por detrás del resto del mundo parece casi universal. Totalmente. Da la impresión de que sin importar el esfuerzo o los logros que uno vaya acumulando, la línea de meta siempre se aleja un poco más. se desplaza constantemente. Sí, exacto. Así que para entender exactamente de dónde viene esta frustración estructural y lo más importante, cómo escapar de ella, hoy vamos a realizar un análisis a fondo de un material que la verdad yo considero realmente revelador y lo es sin duda. Se trata de un extracto clave del influyente libro 12 reglas para vivir del psicólogo Jordan B. Peterson. En concreto, nos vamos a sumergir de lleno en la regla número cuatro, la de compararse con quién uno era. Esa misma la premisa dice literalmente, compárate con quién eras ayer, no con quién otro es hoy. Y la misión de este inmersión de hoy es desarticular el mecanismo. Claro. La misión de este análisis a fondo es desarticular desde la raíz toda esa mecánica psicológica y neurológica que empuja a la mente de forma casi inevitable hacia la envidia y la insatisfacción. Eso es. Queremos explorar cómo la propia percepción visual miente constantemente, literalmente como el cerebro censura al mundo que nos rodea y a partir de ahí trazar un plan de escape utilizando lo que el texto llama el interés compuesto del progreso personal. Es un texto fascinante porque entrelaza, a ver, entrelaza la biología evolutiva con la psicología clínica, pero al final ofrece herramientas increíblemente pragmáticas para reorganizar el día a día. Muy pragmáticas, sí. Nada de conceptos abstractos, inalcanzables. Ya. Y para que quede claro desde el principio que este no es el típico análisis predecible y aburrido. Vamos a adelantar que la clave maestra para entender toda esta frustración diaria incluye a un gorila invisible. Un gorila, sí. Y a un mimo cantando la canción Endless Love con un par de manoplas de horno puestas. Suena a locura absoluta. Madre mía, suena a delirio total. Pero prometo a quien nos esté escuchando que es una conexión que tiene todo el sentido del mundo cuando se examina de cerca. Lo tiene, lo tiene. Para empender el síndrome del héroe local. Las fuentes explican que la psiqui humana no evolucionó para el mundo en el que vivimos hoy. Claro, el desfase evolutivo. Eso es. Antiguamente, cuando la inmensa mayoría de la población vivía en entornos rurales, en tribus o en pueblos pequeños, destacar en algo era una meta estadísticamente razonable. Había un rey del baile local, una genio de las matemáticas en la escuela de la comarca o el mecánico estrella del pueblo al que todos respetaban. Estas personas eran los héroes locales y sus cerebros recibían una recompensa biológica constante por ello. Y esa recompensa biológica es fundamental para entender el problema real de hoy. No estamos hablando de una simple palmadita en la espalda a nivel social. No, no estamos hablando de neuroquímica pura, específicamente de la serotonina. El cerebro humano poseae en su base una especie de digamos calculadora ancestral, una calculadora de estatus, ¿verdad? Exacto. Es un sistema de control maestro muy antiguo a nivel evolutivo que evalúa de forma ininterrumpida nuestra posición en la jerarquía social local. Ya cuando esta calculadora percibe que el entorno valora a un individuo que es competente y respetado en su comunidad, pues libera serotonina. Este neurotransmisor es el que hace que uno se sienta seguro, permite caminar erguido, reduce la ansiedad y aporta una sensación de calma existencial. Y el sistema funcionaba a la perfección porque el grupo de control era pequeño. Claro, de unas 100 o 200 personas como máximo. Pero a ver, siendo justos, y yo creo que esto es algo que mucha gente se preguntará, ¿no? Es esa presión evolutiva por competir y destacar algo útil. Es decir, si el ser humano no se comparara con los mejores de su entorno y no sintiera esa punzada de envidia o ambición, quizá la especie seguiría viviendo en las cavernas. Fíjate que esa es una distinción crucial. La competencia es el motor del progreso. Sin duda alguna. El texto no ataca la competencia en sí. El problema no es la brújula, ¿vale? El problema es que hemos introducido esa brújula en un campo magnético artificial enorme que la ha vuelto completamente loca. Y ahí es donde el contraste moderno resulta devastador. El mundo hiperconectado, eso es la migración masiva a las grandes urbes y sobre todo la omnipresencia de internet han erradicado esa paz local. Las jerarquías sociales en las que el cerebro intenta competir ya no son pirámides de tamaño humano, son inabarcables. Ahora son como un rayo láser hiperconectado que abarca el planeta entero. Pensemos en alguien joven que tiene un talento excepcional tocando la guitarra. Un genio de uno entre un millón. Exactamente. Históricamente este chaval habría sido la leyenda absoluta de su región. Hoy, al abrir una red social, descubre en 3 segundos que es solo uno más entre 50 prodigios idénticos o incluso superiores. Es brutal. La escala de la competencia ha mutado de una forma que esa calculadora de serotonina simplemente no puede procesar y por defecto ante esa inmensidad el cerebro nos sitúa en el fondo de la jerarquía global. Claro, el estanque se ha vuelto tan inmenso que todos nos sentimos como Plankoncton. Tal cual como Plankton. Y el texto señala que esta hiperconexión con es básicamente la gasolina perfecta para una voz crítica destructiva que todos albergamos. Ese crítico interno se alimenta de esta exposición global y vaya si se alimenta. Nos convence de que la vida es un juego de suma cero. Si alguien en el otro extremo del mundo tiene éxito, nosotros somos unos fracasados. Nos susurra que la mediocridad absoluta es nuestro estado natural. Sí, anula cualquier victoria. Porque como ahora mismo es posible encontrar en internet a alguien más rico, más atractivo, más en forma o más inteligente, De forma instantánea, cualquier logro personal que requerió meses de sudor parece repentinamente minúsculo. Es una dinámica verdaderamente demoledora. Lo fascinante aquí es como la psicología social reciente intentó lidiar con este colapso de la autoestima y cómo el autor del texto destroza esa supuesta solución. Ah, sí, la parte de las ilusiones. Eso es. Durante décadas, muchos expertos recomendaron la creación de lo que llamaban ilusiones positivas. La primisa era que, como la realidad objetiva de no ser el mejor del mundo, nada. Era demasiado dolorosa. La gente debía proteger su ego cultivando una autoimagen artificialmente inflada. Vamos a autoengañarse. Básicamente aconsejaban refugiarse bajo el paraguas de una mentira reconfortante para no colapsar psicológicamente. El análisis que estamos abordando rechaza esta idea de forma categórica y con razón. Argumenta que es una filosofía profundamente pesimista y cínica, ya que asume que la realidad es tan intrínicamente insoportable que la única forma de habitarles mediante la ficción. Claro, es que vivir en una ficción para soportar el peso del mundo no genera ninguna resiliencia, genera una fragilidad extrema ante cualquier fracaso real. Es equivalente a intentar curar una fractura de hueso tomando analgésicos y fingiendo que el hueso no está roto. Absolutamente. Ahora bien, si ese juego de la comparación, tal y como está montado hoy en día, es una trampa mortal y siempre se termina perdiendo, la gran pregunta que surge es bastante lógica. ¿Porque seguimos jugando? Exacto. ¿Por qué la mente humana se empeña en seguir jugando. ¿Por qué seguimos intentando medirnos con ese rayo láser global? Aquí es donde el texto introduce un cambio de paradigma total. Y es que simplemente estamos midiendo mal la estructura misma de la realidad. Caemos en la ilusión del tablero único. Eso es efectivamente ese crítico interno del que hablabas prospera gracias a la ilusión del juego único. Consigue convencernos de que la existencia es una sola competición unidimensional y lineal, donde el éxito se mide bajo un solo criterio. mente el poder adquisitivo, la fama o el estatus en redes sociales. Pero la realidad empírica es que la vida es una enorme multiplicidad de facetas. Hay infinidad de juegos disponibles en los que participar. Incontables. Existe el juego de ser una figura legal implacable, el juego de ser un artesano que restaura muebles antiguos o el juego de ser alguien volcado en la enseñanza. La gran ventaja evolutiva de esta multiplicidad es que si alguien fracasa estrepitosamente en una disciplina o descubre que esa dinámica le resulta tóxica, siempre conserva la libertad absoluta de cambiar de tablero y probar en otro ecosistema diferente. O mejor aún, como plantea la fuente, si uno no encuentra un juego en el que encaje, tiene la capacidad realmente nuevo. Y ahí es donde entra tu ejemplo favorito. Totalmente. Aquí es donde entra el ejemplo más surrealista de todo el material. Relata la anécdota de un concurso de talentos local donde apareció un participante haciendo de mimo. Pero no un mimo cualquiera. No, no, no era la típica Imitación aburrida en una plaza. Era un mimo meticulosamente caracterizado al estilo del legendario Marcel Marshow. El individuo sube al escenario, se sella la boca con cinta adhesiva plateada y con una seriedad pasmosa se enfunda dos gruesas manoplas de horno en las manos. Es una imagen tremenda. Acto seguido, utiliza esas manoplas de cocina a modo de marionetas para interpretar un dúo increíblemente dramático y sincronizado de la famosa balada Endless Love. Es visualmente absurdo, completamente absurdo. Pero encierra una lección vital. Cuando la originalidad es radicalmente individual y peculiar, el ser humano se sale del sistema de clasificación habitual. Es imposible comparar a ese individuo porque nadie más en el planeta Tierra estaba compitiendo en la categoría de mimos dramáticos cantando baladas con accesorios de cocina. Es una anécdota cómica, pero el trasfondo analítico es verdaderamente brillante. Demuestra que la hiperespecialización y la individualidad son antílotos directos contra la homogeneización del estatus global. Claro, te sales de la Exacto. Para aterrizar esto en la vida de una persona que nos pueda estar escuchando mientras va a la oficina o mientras hace la compra, el texto propone sustituir la visión de la vida como una carrera de 100 m lisos por la de un decatlón completo. Un Decathlon, esa es una alagogía estupenda. Una evaluación holística y madura de la existencia implica equilibrar múltiples frentes: el desarrollo profesional, la estabilidad familiar, la lealtad a las amistades, el compromiso con las aficiones, la salud mental y física. Son muchas pistas de atletismo a la vez. En un Decathlon, lo estadísticamente normal es ser sobresaliente en el lanzamiento de jabalina, mediocre en el salto de longitud y bastante torpe en la carrera de vallas. Nadie es perfecto en todas y cada una de las disciplinas. Y el problema fundamental es que el crítico interno hace trampa en esta competición. Lo que hace es aislar una sola de esas disciplinas del Decathlon, digamos, el éxito financiero. Luego escoge al mejor atleta del mundo en esa disciplina hiperespecífica y nos golpea en la cara con la comparación directa. y omite todo el contexto. Esa estrella inalcanzable a la que el crítico interno obliga a admirar podría estar liderando una empresa multimillonaria. Sí, pero al mismo tiempo podría estar atravesando un divorcio sumamente destructivo o sufriendo un aislamiento crónico o lidiando con adicciones severas. Es el clásico error de comparar los propios bastidores que están llenos de cables sueltos, improvisaciones y tomas falsas con la película final de la vida de los demás. Una película perfectamente evitada, iluminada y con banda sonor épica. Y aquí es donde la cosa se pone realmente interesante, fíjate, porque el autor da un salto vertiginoso desde la filosofía y la psicología social y nos sumerge de lleno en la neurofisiología de la visión. Esto es fascinante. Básicamente nos explica cómo nuestros propios ojos participan de forma activa en esta trampa de la comparación. Y para ilustrarlo, recupera el legendario experimento del gorila invisible, el de Daniel Simmons, el mismo, diseñado por el psicólogo cognitivo Daniel Simons. Para quien no lo conozca, el experimento consiste en un vídeo donde aparecen seis personas en una sala pequeña. Tres de ellas llevan camisetas blancas impolutas y las otras tres llevan camisetas negras. Y se están moviendo. Sí, se mueven de forma caótica en círculo pasándose un par de balones de baloncesto. La instrucción que se da a los espectadores antes de darle al play es directa y engañosamente simple. Les dicen, "Cuenten exactamente cuántos pases hace el equipo de la camiseta blanca e ignoren los pases del equipo de negro. Una tarea de atención selectiva clásica. La gente se concentra profundamente, sigue los balones con la mirada y al terminar el vídeo, la inmensa mayoridad da la respuesta correcta, que suele ser 15 pases. Pero el clímax del experimento llega inmediatamente después. Exacto. Cuéntalo tú porque es increíble. El investigador felicita a los participantes por su excelente nivel de atención y con total naturalidad les hace una segunda pregunta. Les dice, "¿Y qué opinan del gorila?" Y la gente se queda en blanco. La reacción general es de desconcierto absoluto. La de los participantes asegura tajantemente que no había ningún gorila en el vídeo, pero al reproducir el material por segunda vez, ahora sin la tarea de contar los pases, el resultado es sobrecogedor. Aparece de la nada. Justo en el segundo 25 del vídeo, una persona disfrazada con un traje de gorila de cuerpo entero entra caminando lentamente en la escena, atraviesa el grupo de jugadores, se detiene justo en el centro de la pantalla, se golpea el pecho mirando fijamente a la cámara y sale caminando por el lado opuesto. Es que está ahí un buen rato. Permanece en escena casi 10 segundos y un asombroso 50% de los observadores no registra su presencia en absoluto la primera vez. Es escalofriante pensar que algo tan enorme y tan absolutamente fuera de lugar pueda ser borrado de nuestra percepción de esa manera. Para quienes no superan la prueba, yo he leído que las sensaciones de incredulidad total llegan a pensar que les han cambiado la cinta por otra diferente en el segundo visionado. Yo quedé sorprend la primera vez que vi los datos. Si conectamos esto con el panorama general de nuestro análisis de hoy, la revelación científica es de una importancia colosal. El fenómeno se denomina ceguera por falta de atención sostenida. Ceguera por falta de atención o como se acuñó en rigurosos estudios alemanes sobre la percepción, el término es halalten de un ofxamites blind. Madre mía, con el alemán. Sí, impronunciable. Pero lo que esta condición demuestra, sin lugar a dudas, es que la visión humana no es una cámara de vídeo que graba pasiva y objetivamente el mundo. El sistema visual es una herramienta metabólicamente carísima. Gasta mucha energía. Procesar información visual en alta resolución requiere una cantidad enorme de recursos cerebrales. Para no colapsar y evitar morir de agotamiento, el cerebro funciona como un depredador. Literalmente solo vemos aquello a lo que apuntamos de forma activa y todo lo demás se descarta, se censura, se borra proactivamente para ahorrar recursos. El gorila negro se confunde con las camisetas negras que el cerebro tenía la orden estricta. de ignorar. O sea, que el acto de ver no consiste simplemente en abrir los ojos y recibir luz, sino en filtrar el 99% de la realidad. Vemos estrictamente lo que valoramos o lo que perseguimos en un momento determinado. Así es. Y las implicaciones vitales de este mecanismo fisiológico son formidables. Si el objetivo supremo de una persona está distorsionado por esa comparación global tóxica de la que hablábamos antes, digamos, si su meta es alcanzar el estatus prefabricado de un magnate de internet, su cerebro ajusta sus filtros visuales para rastrear solo esas métricas. Exactamente. Como consecuencia, esa persona se vuelve fisiológicamente ciega a las oportunidades reales de mejora que tiene a su alcance. Se vuelve ciega a las relaciones significativas que la rodean o a sus propios talentos innatos. Pasa el gorila y no lo ve. Esa ceguera no es un fallo del cerebro. Es la máquina funcionando perfectamente según los parámetros que se le han introducido. Por lo tanto, la conclusión lógica y radical de todo esto es que para cambiar lo que vemos en el mundo tenemos que intervenir de raíces nuestros sistemas de valores. Tonina, sí, que la vida es en realidad un decatlón de múltiples facetas y que nuestros ojos editan la realidad en tiempo real basándose en nuestras metas. ¿Cómo se desactiva al crítico interno en el día a día? ¿Cuál es el plan de acción concreto que propone el material original? La respuesta central, el verdadero antídoto de la regla número cuatro, exige un cambio drástico de métrica. Implica desconectar por completo la vista de los resultados de los demás y establecer al propio yo del ayer como el único estándar de válido y legítimo. Compárate con quién eras ayer. Eso es es un reajuste completo de la mira del francotirador interno. El texto insiste en que al principio es imperativo apuntar muchísimo más bajo. Apuntar bajo. Hay que deconstruir esa ambición grandiosa y aplastante que nos paraliza ante la inmensidad del internet y transformarla en metas minúsculas, casi ridículamente manejables. Para visualizar esto, recuerdo que el material utiliza una metáfora excelente. Propone analizar la propia existencia como si fuera una casa que necesita reformas urgentes. Una gran metáfora. La reacción natural que está alimentada por ese crítico interno global es sentarse en medio del caos, mirar las revistas de decoración de lujo, desesperarse porque la casa no es una mansión espectacular en la costa y como resultado no hacer absolutamente nada. Parálisis por análisis. Totalmente. El enfoque diametralmente opuesto que se propone es levantarse, buscar el rincón más pequeño y manejable de esa casa en y preguntar a ver qué cosa concreta, por minúscula que sea, puedo limpiar o arreglar hoy que esté bajo mi control inmediato. Cosas bajo control, muy importante. Puede ser algo tan mundano como ordenar la montaña de cartas que lleva un mes sobre la mesa, hacer la cama al levantarse o reparar esa bisagra de un armario de la cocina que lleva 6 meses atascada. Y es vital detenernos aquí para entender por qué esto funciona desde un punto de vista psicológico y neurológico. Porque, no nos equivoquemos, es Esto no es un simple consejo de bricolaje motivacional, no, no es ordenar el cuarto y ya está. Hay un concepto germánico fascinante que captura esta esencia. La palabra es tagwk. Tagwork no se traduce simplemente como trabajo. Se refiere a la labor diaria y concreta que justifica tu día, a la artesanía de lo cotidiano. No se trata de construir una catedral gótica en 24 horas, sino de tallar tu pequeño bloque de piedra hoy. Y encajarlo bien. Eso es. Cuando alguien repara esa bisagra rota del armario, no. Solo está arreglando un trozo de madera y metal. Esa puerta atascada actuaba como un microestresón silencioso en su vida. Es verdad. Cada mañana, al intentar abrirla para coger una taza y notar la resistencia, el cerebro registraba un pequeño fallo, una minúscula derrota que drenaba una fracción de dopamina. Al arreglarla, se elimina un obstáculo físico y se inyecta una microdosis de orden en el sistema nervioso. Se trata de tomar las riendas de 500 de estas pequeñas decisiones diarias. Son esas microvictorias las que empiezan a silenciar de verdad al crítico interno, porque de repente ya no estás compitiendo contra un multimillonario de la tecnología que sale en una portada, estás compitiendo contra tu propia inercia de ayer y estás ganando. Exactamente. Y el resultado de encadenar estas microvictorias es lo que podríamos llamar el interés compuesto de la psicología. Su pequeño ecosistema un 1% mejor de lo que lo encontró por la mañana. Los resultados se acumulan matemáticamente. Es una bola de nieve. Una mejora diaria sostenida durante 3 años. No produce un cambio lineal, produce una transformación exponencial que vuelve una vida completamente irreconocible. Además, hay un corolario hermoso a todo esto. A ver, a medida que la persona mejora su entorno inmediato y su salud mental se estabiliza, su base se vuelve más sólida. Desde esa base más alta, los objetivos que se plantea se elevan de forma natural y orgánica, sin la angustia previa. Y recordando la lección fisiológica del goril invisible, como nuestra visión rastrea aquello que valoramos al establecer metas más sanas y progresivas, las oportunidades en En el mundo exterior comienzan a materializarse. Claro, la ceguera desaparece gradualmente, los filtros se ajustan. Es como conducir un coche de noche en medio de una tormenta con el parabrisas lleno de barro. Arreglar la bisagra del armario es como encender los limpiaparabrisas por primera vez. Muy buena imagen. De repente te das cuenta de que la carretera no era tan recta ni tan estrecha como parecía y que había multitud de desvíos y caminos panorámicos que antes eran literalmente invisibles bajo la suciedad. Es un cambio de paradigma absoluto en la forma de vivir totalmente. Bueno, para ir recogiendo todo lo que hemos puesto sobre la mesa, creo que la inmersión profunda de hoy nos deja lecciones tremendamente sólidas. Yo estoy seguro de que sí. Hemos arrancado analizando el peligro neurológico de esa jerarquía global moderna, ese rayo láser de internet que atrofia nuestro sistema de recompensas y nos hace sentir insignificantes ante el mundo. Luego hemos encontrado una vía de escape al comprender que la existencia no es un examen tipo test con una sola respuesta correcta, es un decathlon vasto y con complejo donde siempre existe la posibilidad de bueno, de inventar reglas propias como nuestro amigo el mismo, el mismo de las manoplas. Hemos diseccionado la asombrosa mecánica del goril invisible, descubriendo que nuestros ojos funcionan como cazadores implacables que solo nos muestran el trofeo que hemos decidido buscar. Y finalmente hemos trazado el mapa de salida, la táctica innegociable del interés compuesto, asumiando la labor diaria del Tabwork y utilizando únicamente al yo de ayer como el único juez legítimo de nuestro avance. Al final, el hilo conductor que une todas estas disciplinas, la biología, la psicología, la neurología, es una conclusión profundamente empoderadora sobre nuestro papel en el mundo. El análisis demuestra que no somos meros receptores pasivos de información. No somos víctimas. No, no somos víctimas de un entorno hostil. Somos constructores activos de la realidad. La arquitectura misma de nuestra percepción se moldea en base a dónde decidimos enfocar nuestra atención y nuestra voluntad cada día. Y para cerrar Queremos proponer un pensamiento final para dejar macerando en la mente de quien nos escuche una reflexión expansiva basada estrictamente en esa cruda realidad biológica de la visión que acabamos de explorar. Adelante. Pensemos profundamente en esto. Si el propio cerebro humano censura activamente el entorno recortando y borrando enormes porciones de la realidad para proyectar únicamente aquello que encaja con nuestras ambiciones o miedos actuales, entonces experimentar el mundo como un lugar asfixiante oscuro y plagado de competidores imbatibles, no es un reflejo preciso de la realidad objetiva, no es una verdad inamovible del universo. Plantea una hipótesis fascinante. Sugiere que esa sensación de agobio existencial es simplemente la evidencia técnica de que el motor de búsqueda interno de nuestro cerebro está operando con las palabras clave equivocadas. Así es. ¿Qué pasaría si el simple y silencioso acto de decidir valorar el progreso personal por encima del estatus social ajeno tuviera la capacidad real de alterar la forma física tangible y palpable del mundo que se despliega ante nosotros cada mañana al despertar. Si cambiar la meta interna revela la existencia de inmensos gorilas invisibles, cuántas oportunidades latentes, cuánta belleza oculta y cuántos caminos inexplorados están justo ahora cruzando por delante, esperando pacientemente a que se deje de vigilar la vida del vecino para poder volverse reales. Es algo que merece mucha reflexión. Muchísima. Gracias por acompañar este análisis a fondo. Ha sido un recorrido intelectual espectacular por los mecanismos más profundos de nuestra propia mente. Hasta la próxima inmersión.
Nesta segunda parte da conversa, o ator e autor de comédia Eduardo Madeira revela a personagem que mais gostava de representar no cinema, fala das inquietações que o assolam enquanto criativo e diz preferir trabalhar com boas pessoas, embora tenha atuado com artistas brilhantes, que pessoalmente, a seu ver, eram 'execráveis'. E ainda conta como é a sua relação com a fé e a religião, e como considera que o amor pode ser a revolução. No final, lê poemas de Sophia e Pessoa, deixa sugestões culturais e algumas das músicas que o acompanham. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Rastreio de indivíduos continua; navio-cruzeiro MV Hondius afirma que atualmente nenhum dos passageiros apresenta sintomas da doença, que já matou três pessoas.
¿Has sembrado algo en fe y no ves absolutamente nada? Eso no significa que no está creciendo. Descubrirás: ✔ Por qué Dios opera en ciclos — y cómo identificar cuándo uno viejo tiene que terminar ✔ Qué significan las primicias y por qué son el punto de partida de una nueva temporada ✔ Cómo los ciclos invisibles de tu vida se manifiestan en tus relaciones y decisiones ✔ 5 pasos concretos para romper los viejos ciclos y entrar en lo nuevo de Dios
Los niños se adelantan al Día del Libro para criticar los libros que no les gustan nada: "El patito feo... es un pato triste"
Los niños se adelantan al Día del Libro para criticar los libros que no les gustan nada: "El patito feo... es un pato triste"
Esta es la segunda parte de la charla con el maestro Juan Carlos Pallarols, uno de los orfebres más reconocidos de Argentina, para hablar sobre trabajo, familia y el valor de los sueños a lo largo de toda una vida. Pallarols reflexiona sobre el oficio, la cultura del esfuerzo y cómo cada persona puede aportar, desde su lugar, a construir un país mejor.00:00 Comienzo 00:47 ¿Cómo es trabajar hoy en familia, viendo a tus hijos y nietas involucrados en el taller?01:50 ¿Hubo algún momento en que te replanteaste si estabas haciendo lo correcto?03:55 ¿Qué podemos hacer nosotros, desde nuestro lugar, para construir un país mejor?06:15 ¿Qué es ganar para vos? 08:20 ¿Faltan historias inspiradoras? ¿Qué tenemos que volver a valorar como argentinos?Abrazá un propósito. ¡Desafía al mundo e inspirá a otros!Recordá que si querés enviarnos tus preguntas, consultas o sugerencias podés hacerlo a podcast@emprendeconproposito.com.arTambién podés seguirnos en las otras redes:Web: emprendeconproposito.com.ar IG: @sebasosaemprende @somosecpYT: Emprende con propósito TikTok: @somosecp (https://www.tiktok.com/@somosecp)Te dejo un resumen del podcast: ¿Cómo es trabajar hoy en familia, viendo a tus hijos y nietas involucrados en el taller?Trabajar en familia es todavía más lindo, porque uno puede seguir de cerca el aprendizaje y el progreso. Ver cómo las nuevas generaciones se interesan, aprenden el oficio y continúan el camino es una alegría muy grande. Este taller lleva décadas en manos de la familia y en pocos años cumplirá tres siglos funcionando con un Pallarols o una Pallarols al frente. Esa continuidad es parte de nuestra identidad y demuestra que cuando el trabajo se vive como una tradición familiar, se transforma en algo que trasciende a las personas.Cuando mirás tu vida y tu carrera, ¿hubo algún momento en que te replanteaste si estabas haciendo lo correcto?Nunca. Al contrario, con el paso del tiempo cada vez estuve más convencido. Este camino empezó cuando era muy chico y hoy, después de tantos años, siento que todo tiene sentido. Para crecer también hay que llevar una vida equilibrada: comer bien, pensar bien, descansar bien y seguir aprendiendo todos los días. Pero hay algo fundamental: uno se muere el día que deja de soñar. Mientras haya sueños, siempre hay un motivo para seguir avanzando y mejorar un poco más cada día.¿Por qué creés que se perdió un poco ese espíritu?Antes las familias eran grandes y los vínculos muy fuertes. En mi casa, por ejemplo, nos sentábamos a la mesa ocho hermanos, mis padres y también mis abuelos. Éramos muchos, pero nos llevábamos muy bien y cada uno cumplía un rol. Hoy se ha perdido parte de ese sentido de comunidad. También nos pasa como país: discutimos y competimos entre nosotros en lugar de pensar qué podemos hacer juntos para mejorar lo que tenemos.¿Creés que Argentina todavía tiene potencial para crecer?Absolutamente. Tenemos un país hermoso, con recursos naturales, ríos, montañas, mar y una gente extraordinaria. Las condiciones están dadas. Muchas veces digo que en Argentina todo crece, incluso cuando uno no siembra nada. Eso demuestra el potencial enorme que tenemos. El éxito está garantizado si cada uno hace bien su trabajo y pone cariño en lo que hace.Entonces, ¿qué significa realmente ganar en la vida?Ganar es esto: compartir una conversación, recordar, disfrutar el momento. Estamos ganando tiempo, minutos, horas y felicidad. Cuando uno ama lo que hace y lo comparte con otros, eso ya es una forma de triunfo. Por eso creo que debemos abrazar el país con amor y con inteligencia, y cada uno hacerse responsable de su propio metro cuadrado. Ahí empieza todo.#argentina #oportunidades #emprendedoresporelmundo #emprendedoreesargentinos
El presentador de Radioestadio reflexiona en Noticias fin de semana sobre cómo se utiliza la IA para copiar en los exámenes y denuncia la lentitud de las instituciones para regularla y las consecuencias que eso puede tener.
1️⃣ Dar opinião em reunião
Episodio 365.A la desagradable hora de las 7PM (67) Jaime fue a Berlin y se convirtió en filósofo aleman y descubrió que la mejor forma de convertir grama en tocineta es impresionante e irrelevante, como un apartamentico japonés. Lo que me lleva a hacerme una pregunta, Si me llaman, ¿A dónde suena?
Maruja Torres imagina a Pedro Sánchez con el atuendo del monarca absolutista Fernando VII, comparando la regularización de inmigrantes con la frase histórica "¿Cuándo llegan los extranjeros?" Además, critica con ironía al presidente, apodado "mi Peinado favorito", sugiriendo que su política provoca un efecto llamada similar a la invasión de los Cien Mil Hijos de San Luis.
El veterano periodista ha destacado la figura de su compañero y amigo, que ha fallecido este domingo a los 85 años de edad después de una vida plagada de éxitos como reportero internacional y director en medios públicos.
A situação orçamental portuguesa é vista já com uma possível crise económica no horizonte, resultante da guerra no Médio Oriente. Apesar do panorama positivo, Miguel Sousa Tavares gostaria de ver resultados decorrentes de maior contenção do Estado e não de receitas fiscais recorde. O Instituto Nacional de Estatística (INE) anunciou na quinta-feira o segundo maior excedente orçamental em democracia, de 0,7%, muito acima das previsões de 0,3% do Governo. “Absolutamente histórico”, disse o ministro das Finanças, e “positivo”, considera Miguel Sousa Tavares no seu podcast De Viva Voz, feito a partir da sua mais recente crónica no semanário.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Discurso de Trump é “inaceitável” e baseia-se numa "contradição lógica fundamental". Líderes europeus devem entrar numa aventura militar sem objetivos e fim à vista? A análise de Bruno Cardoso Reis.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Absolutamente nadie tiene asegurado que no va a pasar por malos momentos en algún pasaje de su vida... Como ejemplo te ponemos todo lo que le está pasando a Ana Bárbara que hasta sus colaboradores de la limpieza lanzaron un comunicado que la deja mal parada. Mantente al día con los últimos de 'El Bueno, la Mala y el Feo'. ¡Suscríbete para no perderte ningún episodio!Ayúdanos a crecer dejándonos un review ¡Tu opinión es muy importante para nosotros!¿Conoces a alguien que amaría este episodio? ¡Compárteselo por WhatsApp, por texto, por Facebook, y ayúdanos a correr la voz!Escúchanos en Uforia App, Apple Podcasts, Spotify, y el canal de YouTube de Uforia Podcasts, o donde sea que escuchas tus podcasts.'El Bueno, la Mala y el Feo' es un podcast de Uforia Podcasts, la plataforma de audio de TelevisaUnivision.
Inti Muñoz, Secretario de vivienda de la CDMX
Numa visita, esta terça-feira, às obras no dique que ruiu em Coimbra, o ministro da Agricultura falava à comunicação social quando se gerou um momento de tensão com Ana Abrunhosa. A Presidente da Câmara Municipal de Coimbra repreendeu José Manuel Fernandes, por ter começado a prestar declarações antes de falar com os autarcas. “Se o senhor vem fazer uma conferência de Imprensa, nós vamos embora”, afirmou perante os jornalistas. Daniel Oliveira considera que a reação da autarca “pode ter sido destemperada, mas no essencial tinha razão”, já Francisco Mendes da Silva critica a atitude, já que “durou muito mais do que deveria ter durado se fosse puramente impulsivo”. Ouça a análise no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 24 de fevereiro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA MENORES 2026“HEROES Y VILLANOS”Narrado por: Tatania DanielaDesde: Juliaca, PerúUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church22 de FebreroEl héroe matemático«Cuando tú ayudes a los necesitados, no se lo cuentes ni siquiera a tu amigo más íntimo» (Mateo 6: 3).Entre los estudiantes adolescentes prevalece la idea de que las matemáticas son difíciles y peor aún, no son para todos. Solo algunos que tienen la inteligencia matemática más acentuada pueden moverse con confianza entre los números y las operaciones. Es cierto, las matemáticas pueden ser difíciles, pero hay niveles para todas las inteligencias. Además, hay algo más importante que los logros matemáticos.En el año 2000, el Instituto Matemático Clay seleccionó los que denominó los Problemas del Milenio. Son siete problemas matemáticos considerados los desafíos más importantes y difíciles de la matemática contemporánea. Resolver cualquiera de estos problemas supondría un avance significativo en el campo de las matemáticas y tendría un impacto profundo en nuestra comprensión del mundo. Los siete Problemas del Milenio son:* La conjetura de Birch y Swinnerton-Dyer.* La conjetura de Hodge.* La hipótesis de Riemann.* La conjetura de Poincaré.* La conjetura de P vs. NP.* La conjetura de Yang-Mills.* La conjetura de Navier-Stokes.Estos problemas abarcan diversas áreas de las matemáticas, desde la teoría de números hasta la geometría diferencial y la física matemática. Hasta la fecha, solo la conjetura de Poincaré ha sido resuelta; ahora se llama el teorema de Poincaré.Imaginemos que tenemos un globo inflado. La conjetura de Poincaré se pregunta si cualquier objeto tridimensional que no tenga bordes ni agujeros puede transformarse, sin romperlo ni cortarlo, en algo parecido a una esfera. En otras palabras, se cuestiona si es posible que todo espacio cerrado sin agujeros sea, en esencia, una esfera en tres dimensiones. El ruso Grigori Perelman encontró una manera brillante de demostrar que la conjetura de Poincaré es cierta. Utilizó herramientas matemáticas muy avanzadas para mostrar que, efectivamente, cualquier objeto tridimensional sin agujeros se puede transformar en una forma sin agujeros.El trabajo revolucionario de Perelman le valió el reconocimiento internacional. Pero Perelman rechazó todos los premios y reconocimientos, incluyendo la medalla Fields y el Premio del Milenio del Instituto Clay, que incluía un bono de un millón de dólares. Su motivación era resolver un problema muy importante que nadie más pudo resolver durante más de cien años. Se dedicó de lleno, prácticamente en aislamiento, durante 7 años de su vida. Absolutamente, nada más le importaba, ni el dinero, ni la fama.Hay quienes sueñan con lograr algo solo para recibir aplausos. Hacer buenas cosas, incluso dar limosna, tiene mayor reconocimiento cuando se hace con desinterés y modestia. Nuestro Padre celestial, que nos ve en secreto, nos recompensará en público.
Audio, spa_t_norav_2026-02-11_lesson_rb-1991-45-dayan-tzarich_n2_p1. Lesson_part :: Daily_lesson 2
Audio, spa_t_rav_2026-02-11_lesson_rb-1991-45-dayan-tzarich_n1_p1. Lesson_part :: Daily_lesson 1
El presidente de Renfe, Álvaro Fernández Heredia, coincide con el ministro Óscar Puente en que el accidente ferroviario de Adamuz se ha producido "en circunstancias extrañas": "No era un problema de exceso de velocidad y era una recta, no una curva. Sacar conclusiones no va a ser algo inmediato", adelanta en Hoy por Hoy, ya que cree que hasta que pasen varios días no se tendrá "una respuesta concluyente", pero pide evitar especulaciones. Además, el pasado mes de mayo se habían cambiado partes de vía, por lo que apunta que "debería estar en óptimas condiciones".
====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA ADOLESCENTES 2026“LA VUELTA AL MUNDO EN 365 DIAS”Narrado por: Mone MuñozDesde: Buenos Aires, ArgentinaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church13 DE ENEROINSANO «Eres mi gloria, el que sostiene mi cabeza en alto» (Salmo 3:3).El miedo es bueno cuando te protege de arriesgar la vida frente al peligro. Sin embargo, puede ser exagerado cuando hace a alguien rehén de cualquier experiencia desafiante. Para saber la diferencia entre los dos tipos de miedo se necesita sentido común y pies en la tierra, además de la dependencia de la prudente voluntad de Dios.Viajemos a la ciudad de Forialeza, en Brasil. Imagina sus 39 grados centígrados y unp Vaya de arenas blancas. Soy fan del agua. Absolutamente. Para mi todo lo relacionado con ella me relaja, me anima y me trae endorfinas del buen humor al corazón. Con una excepción: el parque acuático Bah Park, con el tobogán de agua más grande de Sudamérica. Y, aunque es una gran aventura nacional, esta atracción desafiante recibió un nombre super convincente: Insano.¿Qué te parece deslizarte verticalmente desde la cima de un edificio de 18 pisos? Además, tu cuerpo se despega del tubo abierto por casi dos segundos en caída libre. ¿Lo harías?Yo lo hice. Mi queridísima esposa, a quien le prometí amor eterno, ya se había tirado seis veces y salió ilesa. Yo no podía no hacerlo. Mientras subía los escalones interminables, el parque se iba haciendo más pequeño. El viento me congelaba el calor y mi lucha interior era una olla a presión a punto de explotar. «¿Por qué voy a Hacer esto?», pensé, intentando buscar una excusa. Pero debía vencer este miedo ilógico. Crucé los brazos, me acosté en la plataforma y respiré profundo. Na vi nada, solo grité. Mi temerosa voz se escuchó en todas las galaxias. Fue todo tan rápido y seguro que, solo de obstinado y para vencer el trauma, me tiré por el tobogán cuatro veces más.¿Cómo has enfrentado a tus «lobos malos», esos que solo existen en las Tabulas, pero muchas veces se entrometen en la vida real? El miedo a las mascotas, el miedo a la oscuridad, el miedo a la persecución, a las alturas o hasta miedo a las cucarachas: todos deben ser enfrentados. Por supuesto, debemos respetar los límites de las personas y no forzarlas a ser corno nosotros, pero se siente bien vencerse a uno mismo. Na permitas que los traumas saboteen tu éxito. Tirarme por el Insano no me convirtió en un héroe mundial, pero me hizo mirarme al espejo con más seguridad.¿Cuál es el miedo que debes vencer? Piensa un poco y ora mucho. A Jesús le interesan tus victorias; él está ci tu disposición para darte fuerza extra en la batalla del bien y ayudarte a preocuparte menos.¿Nos tiramos juntos por el Insano?
Alberto Núñez Feijoo ha enviado a la jueza de Catarroja los mensajes que envió al expresidente de la Generalitat Valenciana, Carlos Mazón, el día de la dana. En estos, el líder 'popular' se interesa por el número de muertos y desaparecidos, pregunta si el Gobierno le ha llamado y confía en que le esté prestando ayuda. El PSOE critica estos mensajes y le acusa de mantener un relato antes que centrase en la tragedia. Lo ha dicho la portavoz de su Ejecutiva Federal, Montse Mínguez, en 24 horas. "Demuestran precisamente que el señor Feijóo lleva 14 meses viviendo de la mentira y la manipulación en un hecho que es de los más dolorosos que hemos vivido en los últimos tiempos, como es la tragedia de la gestión de la dana. Y demuestra la frialdad y la catadura moral del señor Feijóo, que nos ha estado un año mintiendo a todos los españoles para salvar a Mazón. Un año mintiendo para ocultar lo que venimos denunciando, que es la incompetencia del PP al frente de la Generalitat Valenciana y al frente de la tragedia de la dana. Y mentir sobre una tragedia con 230 víctimas mortales es cruzar una línea roja", dice Mínguez e insiste en que "si tuviera palabra habría dimitido"Sobre la denuncia al delegado del Gobierno en Extremadura por acoso laboral, pide dejar trabajar a los órganos internos del partido: "Las denuncias, en cualquier empresa u organización, forman parte de la solución y no deberían ser el problema".Escuchar audio
Miguel Gutiérrez Saxe."¡Absolutamente! La literatura está repleta de arquetipos que ejemplifican este principio y que puede ser material para pensar en este fin de año.Si "Moby Dick" nos muestra la obsesión seductora y "Calígula" la lógica nihilista aplicada al poder, la siguiente obra nos lleva al corazón de la psicología de masas y la manipulación lingüística..."#larevistacr @larevistacr. www.larevista.cr#miguelgutierrezsaxe
Quién haría una lista con las cosas más corrientes, con eso de lo que casi es imposible acordarse porque se impregnó de un anodino y tristemente célebre color gris. Lo modesto no se deja atrapar, rehúye la precisión. Pero si lo pensamos, ese millón de cosas que no sabríamos destacar, que no merecen un recuento, que caen a martes, a jueves, a domingo.
Álvaro de Grado es periodista deportivo y fue corresponsal en Inglaterra durante nueve años. Ha escrito el libro ‘Away Days', ahora en una nueva edición ampliada, sobre sus viajes, aventuras e historias por el país. Es colaborador habitual en DAZN comentando los partidos de la Premier. Le fascinan la sociedad inglesa, las anécdotas que se elevan a categoría, el fútbol del bueno, estar en los sitios, Declan Rice, un buen fish and chips y la película School of Rock. Todos tenemos nuestras cositas.Libros:Away Days — Álvaro de GradoThe nowhere men — Michael CalvinThe bottom corner — Nige Tassell
====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA JÓVENES 2025“HOY ES TENDENCIA”Narrado por: Daniel RamosDesde: Connecticut, USAUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church===================|| www.drministries.org ||===================22 de NoviembreInsustituible«Así que, somos embajadores en nombre de Cristo, como si Dios rogara por medio de nosotros; os rogamos en nombre de Cristo: Reconciliaos con Dios». 2 Corintios 5: 20, RV95Entre finales de 2022 e inicios de 2023 estuvo muy de moda el oxímoron «inteligencia artificial». Todo comenzó con el estreno de la cuarta versión de ChatGPT, de la compañía Open Al. El salto que ha dado esta tecnología en años recientes ha dado paso a mucha especulación sobre cómo la inteligencia artificial impactará nuestro futuro, especialmente el mercado laboral.Cada nueva tecnología que desarrollamos desplaza millones de empleos. Por ejemplo, cuando era joven tenía que ir a una agencia de viajes para comprar un pasaje aéreo; hoy, solo con tocar unas cuantas veces la pantalla de mi celular puedo hacerlo por cuenta propia. En un artículo publicado en Business Insider, Aarón Mok y Jacob Zinkula señalan los trabajos que tienen el mayor riesgo de ser reemplazados por la inteligencia artificial. Entre ellos se encuentran: programadores, representantes de servicio al cliente, periodistas, profesores, asesores financieros, contadores y diseñadores gráficos.ChatGPT es tan capaz que el rabino Josh Franklin le pidió que escribiera un sermón, lo predicó en su sinagoga y cuando le preguntó a la congregación quién pensaban ellos que había escrito el sermón, la mayoría dijo que había sido Jonathan Sacks, el predicador judío de mayor renombre de las últimas dos décadas.¿Significa eso que la inteligencia artificial puede sustituirme como cristiano? ¡Absolutamente no! Aunque ChatGPT puede escribir un sermón bien articulado y que se apegue al texto bíblico, en el versículo de hoy Pablo dice que los cristianos somos más que máquinas repetidoras del mensaje, somos «embajadores» de parte de Dios. Cuando compartes a Jesús con otros, es el propio Dios que habla a través de ti. Esto es más que la recolección, organización y presentación de la información. Hablar de Jesús requiere que tengas una relación personal con él.Tal vez una computadora pueda redactar un mensaje mejor que tú y que yo, pero nunca podrá sustituir tu experiencia de salvación ni la forma en la que has experimentado el poder de Dios en tu vida. Y eso hace que como cristiano seas insustituible.
Luis de la Fuente comunicó en la mañana de viernes los jugadores seleccionados para enfrentarse a Georgia y Turquía. Sin ser una lista con grandes sorpresas, sí que confirmó la vuelta de Lamine Yamal a la convocatoria de la selección española.
No Papo Antagonista desta terça-feira, 28, Rodrigo Pimentel, ex-capitão do BOPE, criticou o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, ao comentar a megaoperação da Polícia do Rio de Janeiro contra o Comando Vermelho (CV). Após o governador do Rio, Cláudio Castro, ter dito que o estado "está completamente sozinho nessa luta hoje", Lewandowski alegou que não recebeu nenhum pedido do Palácio Guanabara: “Não recebi nenhum pedido do governador do Rio de Janeiro, enquanto Ministro da Justiça e Segurança Pública, para esta operação. Nem ontem, nem hoje. Absolutamente nada. A responsabilidade é, sim, dos governadores.Nenhum pedido do governador Cláudio Castro até agora foi negado. A Polícia Federal (PF) está atuando intensamente com recordes de apreensão de drogas, de armas, de operações de inteligência”, afirmou Lewandowski, em coletiva. Ao comentar a fala do ministro de Lula, Rodrigo Pimentel afirmou: "O Lewandowski foi ministro do STF. O artigo 144 é muito claro: a responsabilidade é de todos, então é lamentável um ministro da Justiça não conhecer a Constituição Federal." O ex-capitão do Bope acrescentou: "O governo federal tem responsabilidade, sim. Não só no que se refere a rodovias. A Polícia Federal no Rio poderia estar atuando muito mais na prisão e captura desses líderes do Comando Vermelho. Ela está omissa em relação a isso. Todo mundo sabe. Ela [PF] vai muito bem no que se refere a combate a milícias, sim, mas ela é omissa no enfrentamento ao Comando Vermelho. É só analisar as últimas prisões de lideranças do Rio de Janeiro nos últimos cinco anos."Ouça à íntegra da entrevista:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
La mujer que recuerda absolutamente todo desde los 12 días de vida: sufre una rara enfermedad que le impide olvidar
Muchas veces las leyendas deportivas se retiran por la puerta grande y por unos cuantos millones de cochinos dólares vuelven al deporte y ponen en riesgos sus vidas y su prestigio. Mantente al día con los últimos de 'El Bueno, la Mala y el Feo'. ¡Suscríbete para no perderte ningún episodio!Ayúdanos a crecer dejándonos un review ¡Tu opinión es muy importante para nosotros!¿Conoces a alguien que amaría este episodio? ¡Compárteselo por WhatsApp, por texto, por Facebook, y ayúdanos a correr la voz!Escúchanos en Uforia App, Apple Podcasts, Spotify, y el canal de YouTube de Uforia Podcasts, o donde sea que escuchas tus podcasts.'El Bueno, la Mala y el Feo' es un podcast de Uforia Podcasts, la plataforma de audio de TelevisaUnivision.
Absolutamente todos los adultos de este mundo han sufrido algún trauma o dolor tan fuerte que cambió su manera de ser para siempre.Escucha cuáles son esos dolores más profundos que le cambiarían la vida a cualquiera. Mantente al día con los últimos de 'El Bueno, la Mala y el Feo'. ¡Suscríbete para no perderte ningún episodio!Ayúdanos a crecer dejándonos un review ¡Tu opinión es muy importante para nosotros!¿Conoces a alguien que amaría este episodio? ¡Compárteselo por WhatsApp, por texto, por Facebook, y ayúdanos a correr la voz!Escúchanos en Uforia App, Apple Podcasts, Spotify, y el canal de YouTube de Uforia Podcasts, o donde sea que escuchas tus podcasts.'El Bueno, la Mala y el Feo' es un podcast de Uforia Podcasts, la plataforma de audio de TelevisaUnivision.