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Brasil Paralelo | Podcast
O QUE PODE ACONTECER NO BRASIL COM A GREVE DOS CAMINHONEIROS?

Brasil Paralelo | Podcast

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026


A partir de 13 de julho, uma nova greve dos caminhoneiros teve início, mobilizada por vários motoristas em todo o cenário nacional. A paralisação foi confirmada pelo presidente da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim. O principal alvo dos protestos é o Senado Federal, com críticas diretas sendo direcionadas ao presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União). A insatisfação da categoria decorre da demora na votação da Medida Provisória 1.343, conhecida popularmente como "MP do Frete". Diante deste cenário de urgência, o fantasma da paralisação de 2018 volta a assombrar o país. Há alguns anos, uma greve de 11 dias gerou um efeito cascata que culminou em desabastecimento generalizado, com falta de combustível nos aeroportos, frotas de ônibus reduzidas, prateleiras vazias nos supermercados e um prejuízo que ultrapassou a marca de 15 bilhões de reais para a economia brasileira. Assista ao vídeo completo para compreender as consequências logísticas da paralisação atual, os entraves políticos e o real risco de faltar insumos básicos no Brasil.

SNICAST - Podcast da SEICHO-NO-IE DO BRASIL
SNICAST #317 - Como eliminar o ciúme?

SNICAST - Podcast da SEICHO-NO-IE DO BRASIL

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 20:25


O ciúme pode surgir de diversas formas: nos relacionamentos, na família, nas amizades e até mesmo no ambiente de trabalho. Quando alimentado, ele gera insegurança, sofrimento e dificulta a convivência harmoniosa.Mas será que é possível transformar esse sentimento?Neste episódio do SNICAST, a Preletora Maria Angelita da Silva Duartecompartilha ensinamentos inspirados no livro Universo Feminino, mostrando como desenvolver uma visão mais elevada sobre nós mesmos e sobre as pessoas ao nosso redor. Ao fortalecer a confiança, reconhecer o valor da Vida e praticar o amor verdadeiro, é possível substituir o ciúme pela serenidade, pela gratidão e pelo respeito.| O livro-texto deste episódio é: Universo Feminino; Para adquirir e estudar ainda mais, acesse: https://snibr.org/livrariapod;| Participe das atividades presenciais em nossas Associações Locais! Para encontrar a mais próxima de você, acesse: https://snibr.org/pod_onde_encontrar;| Conheça as Academias de Treinamento Espiritual da Seicho-No-Ie e participe de um de nossos Seminários! Para saber mais acesse: ⁠⁠https://rebrand.ly/academias_SNI⁠;| Para saber mais sobre a Oração da Cura Divina (Forma Humana), acesse: https://snibr.org/forma_humana_pod

Rádio Taquara
Painel | Entrevista

Rádio Taquara

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 20:46


Acompanhe entrevista com Ademir Marques e Adelar Marques, da Associação dos Motoristas, sobre a 58ª Festa dos Motoristas de Taquara.

Boa Noite Internet
O Império da IA — com Karen Hao

Boa Noite Internet

Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 63:50


O Império da IA, com Karen HaoEm 2019 — tempos mais simples! — a jornalista Karen Hao foi fazer o primeiro “perfil” jornalístico da sua carreira, aquelas reportagens em que um jornalista passa dias acompanhando uma pessoa ou empresa, uma coisa meio biografia, meio retrato congelado no tempo.A tal empresa era uma startup do Vale do Silício, ainda pequena e desconhecida dos meros mortais como eu e você, mas que hoje é a mais valiosa da história: a OpenAI, também conhecida como “a criadora do ChatGPT”.A Karen Hao vendeu o projeto do perfil para o MIT Technology Review porque a OpenAI parecia, naquela época, uma startup diferente. O “open” no nome nasceu da visão de que inteligência artificial é um assunto tão importante para o futuro da humanidade que precisava ser explorado de um jeito aberto, compartilhando conhecimento com todo mundo, e mais preocupado em proteger esse tal futuro do que em só gerar lucro.Hoje, aqui direto de 2026, a gente já sabe que não foi exatamente isso que aconteceu. Com o tempo, a OpenAI se transformou numa empresa oficialmente voltada para o lucro como qualquer outra e chegou a ser processada por Elon Musk — um dos apoiadores iniciais do projeto — por quebrar essa promessa de ser ‘open'. Em maio, o Elno perdeu a causa, e a OpenAI agora se prepara para lançar as ações na bolsa e, pelos números atuais, já largar valendo mais de 1 trilhão de dólares.Mesmo em 2019, a Karen Hao sentiu que todo esse papo de “open” não era bem assim: segredos e competitividade em todas as conversas que ela ouvia na empresa. Publicou o tal perfil contando isso e o pessoal da OpenAI… não gostou muito. Achou que ela ia só falar bem deles, e a empresa cortou contato com ela por três anos.O Boa Noite Internet é uma publicação apoiada por pessoas como você, nosso público. Para receber novos posts e apoiar meu trabalho, considere tornar-se um assinante gratuito ou pago.Até que, em maio do ano passado, ela lançou nos EUA o livro O império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total, que segue contando a história da OpenAI — e abre com a bizarra saída do Sam Altman, demitido do cargo de CEO por “nem sempre falar a verdade” ao conselho da empresa, para voltar quatro dias depois nos braços dos funcionários.Mas esse livro não é exatamente uma biografia da OpenAI. Para mim, é mais um retrato de todo o sistema empresarial em que vivemos hoje — inteligência artificial ou não. O importante é que ele acabou de sair no Brasil pela Editora Rocco, que me procurou para saber se eu queria entrevistá-la aqui no programa, aproveitando que ela veio participar do Esquenta do Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo. O congresso, aliás, acontece dia 30 de julho — vai lá no site da Abraji saber mais, quem sabe comprar seu ingresso.Mas enfim, claro que eu queria conversar com ela. Obrigado, Abraji, obrigado, pessoal da Rocco, pelo presente. Quem me conhece sabe que IA agora é um assunto muuuito importante no meu trabalho. Eu fico aqui tentando navegar o meio do caminho entre o fim do mundo exterminador do futuro e a utopia vendida por muita gente. Não acredito em nenhum dos dois cenários, falei disso com a Karen antes e durante a conversa. Mas no final da entrevista a gente volta para falar não só disso, como também de como o IA em Curso, minha comunidade de letramento contínuo em IA, se conecta com tudo. Com promoção? Pode ser. Quem ficar até o fim, verá.A entrevista foi gravada em inglês — a Karen também fala mandarim, mas não fala brazilian —, então vai funcionar assim. Se ouvir no áudio, vai ser a versão original, do mesmo jeito que foi com o Ted Chiang ano passado, para você botar o seu cursinho para trabalhar. Aqui no site boanoiteinternet.com.br você está acompanhando a transcrição completa traduzida, se quiser ler enquanto ouve. E no YouTube tem uma versão legendada. Assim, você entra na conversa do jeito que preferir.Combinado? Então, bora lá entender O Império da IA com Karen Hao, no Boa Noite Internet.Cris: Karen Hao, bem-vinda ao Boa Noite Internet.Karen Hao: Obrigada pelo convite.Cris: Que bom ter você aqui. Espero que o Brasil esteja te tratando bem durante a Copa do Mundo — a gente veio falar sobre isso. Hoje é dia de falar de futebol, de Copa do Mundo, quais são as chances de cada país. Mas a primeira coisa que você precisa saber sobre essa conversa é que eu não sou jornalista. Não sei fazer isso. Peço desculpas antecipadas à sua profissão e ao seu ofício.Além disso, você foi enganada. Eu não estou aqui pra te entrevistar. Isso aqui é uma sessão de terapia. Você vai me ajudar a superar meus traumas.Porque eu sou da… do que eu chamo de “geração esquecida” — sou geração X, nasci nos anos 70. Esquecida porque, nessa guerra de gerações, as pessoas esquecem que a gente existe, e isso é incrível, porque a gente causou muito estrago no planeta. O Elon Musk é geração X, então é só isso que você precisa saber sobre a minha turma. Gente como ele, ou como Marc Andreessen… eu cresci lendo e assistindo à ficção científica que dizia que tecnologia é a melhor coisa do mundo, que ciência e engenheiros são incríveis e vão nos levar pra um lugar incrível.Sou uma daquelas pessoas que, quando a internet surgiu, falou: a paz mundial está logo ali. O conhecimento a um clique de distância, o futuro vai ser incrível. E aqui estamos nós. Então, quando usei o GPT pela primeira vez, e depois o ChatGPT, fiquei super empolgado. Foi a primeira vez, desde a internet, que eu fiquei realmente empolgado.Tenho até uma certa fama de ser mal-humorado com tecnologia: Bitcoin é lavagem de dinheiro, Clubhouse não presta — e as pessoas, ah, Clubhouse é a próxima grande coisa. Mas quando a IA chegou, eu falei: isso é importante. Só que eu já não era mais aquela criança dos anos 70. Tinha crescido, tinha visto o que aconteceu com a internet, tinha trabalhado numa big tech. E estava em desespero com o sistema em que a IA estava sendo construída.Dito tudo isso, o seu livro, aqui, já nas livrarias, recebe provavelmente o melhor elogio que eu posso dar: é otimista. Não é uma lista de reclamações e gente má fazendo coisas más. Claro, você fala muito sobre a OpenAI — ela é o fio condutor da história, especialmente aqueles quatro dias em que o Sam Altman saiu e voltou. E é muito divertido de ler. Mas você toma o cuidado de ser otimista.E uma das coisas que você menciona é como as pessoas na OpenAI, e em todas essas empresas, dizem: “isso é inevitável, a gente tem que fazer”. Quero falar sobre isso. Mas a gente tem que começar pela pergunta que você provavelmente ouve em todo podcast, a do título — Império da IA. Por que império?E acho que essa pergunta é ainda mais relevante no Brasil, país do sul global, colonizado. Por que império da IA?Karen Hao: Antes de mais nada, obrigada por dizer que o livro é otimista. Muita gente não reconhece isso, mas é verdade. Eu escrevo com um profundo otimismo de que os danos que a gente vê podem mudar. Não faria o trabalho que faço se não achasse que as coisas vão mudar.Sobre por que eu uso a expressão império, ou império da IA: a forma como empresas como a OpenAI operam é impressionantemente parecida com a dos impérios antigos. Eu traço quatro paralelos no livro. O primeiro é que elas reivindicam recursos que não são delas — os dados das pessoas, a propriedade intelectual de artistas, criadores como você, jornalistas.Segundo, elas exploram uma quantidade extraordinária de mão de obra. Isso vale tanto para os trabalhadores da cadeia de produção de IA, mal pagos e maltratados, que ainda assim geram uma riqueza extraordinária para essas empresas, quanto para os trabalhadores cujos empregos são automatizados e cujos direitos são corroídos pela implantação dessas tecnologias em diferentes setores.A terceira característica é que impérios controlam os fluxos de informação na sociedade. Essas empresas censuram a pesquisa fundamental sobre essas tecnologias, o que limita nossa capacidade de entender as verdadeiras limitações e capacidades dos modelos que desenvolvem. E estão criando uma tecnologia de informação que tentam transformar no portal único pelo qual qualquer pessoa se relaciona com o mundo.Esse portal impregna as ideologias do Vale do Silício, seus sistemas de valores, sua língua, e projeta a hegemonia do inglês. Isso influencia boa parte do conhecimento que a gente vai produzir daqui pra frente, porque cientistas e educadores usam essas plataformas e acabam perpetuando essas mesmas ideologias e valores.E o quarto e último paralelo é que impérios sempre se agarram a uma narrativa existencial ou moral sobre por que precisam existir. Essas empresas fazem a mesma coisa. Dizem que são o “império do bem”, numa missão civilizatória de trazer progresso e modernidade pra toda a humanidade, competindo contra um “império do mal” que ameaça mandar a humanidade pro inferno.Quando você conversa com algumas pessoas dentro dessas empresas, ou que as lideram, elas dizem: se você nos deixar construir uma inteligência artificial geral, que elas de alguma forma moldam como um deus, a gente vai acabar numa espécie de utopia, um paraíso onde a mudança climática é resolvida, o câncer é curado, a pobreza é aliviada.Mas, se os caras maus conseguirem isso antes, a gente pode acabar com todos os humanos mortos — um risco de extinção pra todos nós.Cris: E eles vêm dizendo isso há quase dez anos, e ainda usam como ferramenta. A gente está num país que foi influenciado por três impérios ao longo da história: Portugal, Inglaterra e agora os Estados Unidos. Então a gente olha pra essas empresas de um jeito meio cínico: sim, sim, já conhecemos essa história.Mas, ao mesmo tempo, ano passado, o Pew Research Center fez uma pesquisa sobre como o mundo enxerga a IA, e o sul global é bem mais otimista do que o norte. Uma das razões é a ideia de democratizar — não só informação, mas: ah, finalmente eu posso montar uma startup, sair desse lugar de exploração e criar o unicórnio de um bilhão de dólares. Os números são grandes na China. Países em desenvolvimento veem muito mais benefício do que risco na IA.China, 83%. Tailândia, 77%. Holanda, 36%. Canadá, 40%. Será que a gente está deixando passar alguma coisa? A gente está certo? Isso está democratizando mesmo? Até que ponto?Karen Hao: Provavelmente tem duas razões. Uma é que muitos dos danos que a indústria de IA causa à maioria global são bem escondidos. Ela se esforça muito pra esconder como polui o ambiente dessas comunidades, como explora e devasta a mão de obra, deixando traumas psicológicos — como documento no livro.E, recentemente, li um artigo de opinião no New York Times que trazia um bom ponto: muitas economias desenvolvidas estão especialmente atentas ao potencial da IA de desmontar oportunidades de emprego de tempo integral. A gente começa a ver isso cada vez mais. Já na maioria global, muito mais gente vive em economias informais, e aí a ideia de que a IA vai tomar um emprego de tempo integral não pesa tanto.Então os danos mais visíveis — a erosão do emprego formal de tempo integral — pesam mais no norte global, ou pelo menos é lá que as pessoas se sentem mais ansiosas. E os danos invisíveis, que atingem o sul global, ninguém percebe tanto, justamente porque são invisíveis. É meio por isso que tanta gente sente essa divisão que aparece na pesquisa do Pew.Cris: Eu tenho acompanhado as notícias sobre IA no Brasil, e toda semana tem um novo data center sendo construído em alguma cidade. Isso é vendido como uma coisa boa: que ótimo investimento, gera emprego. E me fez pensar de novo — a gente passou por três impérios, mas algumas famílias no Brasil, e aposto que em outros lugares também, estão no poder há 500 anos ao longo da história do país.Então, ao mesmo tempo, a gente pensa: é, estamos sendo explorados, é a mesma coisa. Eu já não tenho emprego, então deixa eu usar essa tecnologia pra melhorar minha vida. Mas as pessoas que realmente tomam as decisões, de novo, nos últimos 500 anos, se perguntaram: como a gente ajuda esse pessoal a explorar nosso país de um jeito que nos mantenha no poder e nos dê muito dinheiro?Mas também foi verdade que, sei lá, a Volkswagen abre uma fábrica no Brasil e aquilo gera emprego, contrata gente pro chão de fábrica e pros escritórios. Como é que isso é diferente com a IA?Karen Hao: De certa forma, não é diferente. Existe um fenômeno parecido: a indústria de IA terceiriza muitos dos trabalhos que ela não quer dentro dos centros de poder, e joga isso pra comunidades empobrecidas, do mesmo jeito que outras multinacionais fizeram por décadas.Mas também é diferente, porque a escala dos impactos trabalhistas e ambientais da IA é completamente outra, muito maior que a da indústria automobilística ou da moda. E a velocidade é outra, porque são tecnologias digitais que atravessam fronteiras muito rápido.E é diferente porque a maioria das pessoas não percebe que a IA, mesmo sendo tecnologia digital, tem uma cadeia de suprimentos muito física e intensiva em mão de obra manual.Quando você compra roupa, café, um carro, é mais óbvio que existem materiais que precisam ser extraídos e depois manuseados por pessoas pra criar aquele produto. Já com a IA, a maioria aceita a narrativa que o Vale do Silício projeta: a de que isso vem da “nuvem”, desses espaços etéreos que parecem nem existir no planeta. E a verdade é exatamente o oposto.Ela depende de uma quantidade extraordinária de extração mineral. Depende da construção de infraestruturas enormes — data centers, instalações de supercomputação espalhadas pelo mundo. E depende de muita, muita mão de obra manual: trabalhadores de dados que limpam, preparam e moderam o conteúdo dos sistemas de IA que chegam até você quando usa o ChatGPT.É isso que a torna tão diferente. E há também uma ideologia completamente diferente sustentando a expansão da IA. Quando você conversa com executivos da moda, eles não vão dizer: se você não comprar nossa roupa, vai pro inferno.Já a indústria de IA diz: se você não nos deixar capturar cada vez mais terra, mais recursos e mais mão de obra pra produzir essas tecnologias, vamos ter uma destruição civilizacional. Isso é, ao mesmo tempo, retórica política usada como arma pra moldar o debate público e a cabeça de quem formula políticas, e também está enraizado num sistema de crenças — algumas pessoas dentro dessas empresas realmente acreditam que, se uma AGI fosse construída, e construída nas mãos erradas, isso levaria mesmo a esse tipo de destruição.E é isso que move a sede cada vez maior da indústria por mais capital, mais recursos e mais terra.Cris: Eu quero falar sobre AGI, mas antes: ano passado, a OpenAI estava sendo processada no Reino Unido por violação de direitos autorais, basicamente todos os livros do mundo digitalizados e usados pra treinar modelos. E um dos executivos disse ao júri: bem, se a gente não puder fazer isso, fecha as portas. Me chocou que muita gente reagiu com um “ah, tá, o que a gente pode fazer? Eles vão fechar as portas”.Em parte porque a gente já está acostumado com essa narrativa. Outro dia, numa conferência, um ex-CEO dizia: a gente teve que usar embalagem de plástico porque é mais barata que papel, senão prejudicaria nosso resultado. E a plateia reagia: ah, então é só fechar as portas — a sociedade não pode arcar com isso.Mas isso também, como você disse, se conecta à ideia de uma grande missão, uma missão de salvar o mundo, que a gente precisa cumprir antes que seja tarde, senão estamos condenados. OpenAI está literalmente no nome — só que em português não é tão direto: é “inteligência artificial aberta”.Foi criada a partir de um sonho, um projeto que era pra ser uma coisa pro bem comum. Em 2019, num tempo bem distante, antes da pandemia, você cobriu a OpenAI, foi até o escritório deles, ficou lá dentro. O que você viu? E, mais importante, como essa missão mudou? O Elon Musk os processou outro dia justamente por mudarem a missão. Isso alguma vez foi verdade? Em algum momento eles pensaram mesmo “ah, a gente vai salvar o mundo”?Como essa narrativa de ser aberta funciona com a OpenAI?Karen Hao: Quando comecei a cobrir a OpenAI, levei a sério o que eles diziam — que tinham sido recrutados com a missão de beneficiar toda a humanidade. E aí, quando me infiltrei na empresa, fui ficando bem mais cética, porque via como eles operavam de um jeito completamente diferente, portas adentro, do que diziam em público.Diziam que iam publicar todas as pesquisas e abrir o código de tudo, e na prática eram uma das organizações mais secretas que já cobri. Eram muitas discrepâncias, e, na época, presumi que tinha havido algum tipo de corrupção que os levou a abandonar a missão original. Depois de cobrir a empresa por mais alguns anos e de trabalhar neste livro, mudei de ideia até sobre a missão original.Não acho mais que ela era um esforço sincero e generoso de beneficiar a humanidade. A missão foi criada pra dar à empresa — na época, uma organização sem fins lucrativos — uma margem de manobra extraordinária pra depois levantar muito capital, acumular muito talento e perseguir a força motriz de verdade por trás de tudo aquilo: se tornar a força dominante no desenvolvimento de IA.E penso assim agora porque, quando você olha pras narrativas de cada nova empresa de IA no começo — a Anthropic, a xAI, a Safe Superintelligence do Ilya Sutskever, a Thinking Machines Lab da Mira Murati —, todas usam a mesma narrativa da OpenAI: nós somos os mocinhos, eles são os bandidos.É por isso que precisamos criar uma nova empresa que avance a IA do nosso jeito, não do deles. E você começa a perceber, por esse padrão, que eles repetem a mesma coisa em parte porque acreditam nela até certo ponto, mas também porque ela funciona muito bem com a imprensa, com o público, com quem formula políticas.No livro, eu reproduzo os e-mails internos que Elon Musk, Sam Altman e Greg Brockman trocavam nos primeiros dias da OpenAI. Eles tinham plena consciência de que estavam criando uma missão que soasse bem para o público. E o propósito de verdade, que também deixaram registrado nesses e-mails, era vencer o Google. Viam o Google como a força dominante em IA e queriam ser eles essa força.Não gostavam de ver o Google na frente, então inventaram justificativas: o Google é uma empresa com fins lucrativos, então nós vamos ser sem fins lucrativos. Mas, no fundo, acho que era puro ego: tem que ser a gente, não eles, a gente quer ser quem lidera isso.E aí passaram um tempão moldando essa missão pública, que acabou sendo super útil pra recrutar o primeiro grupo de pesquisadores e turbinar o avanço deles.Cris: Então agora é um bom momento pra falar de AGI, a inteligência artificial geral. Muita gente pergunta: o que é AGI? O que “geral” quer dizer? E a impressão que peguei lendo seu livro é que, por design, isso nunca fica claro de verdade, porque é um alvo móvel. Essas empresas um dia vão dizer “chegamos, alcançamos a AGI”? Ou o plano é sempre “não, não, ainda não chegamos, me dá mais dinheiro, me dá mais poder”?Qual é o papel da AGI na narrativa dessas empresas?Karen Hao: Já que a gente está falando de ficção científica, eu costumo usar a analogia de que o mundo da IA é meio como Duna. Em Duna, o personagem principal, Paul Atreides, entende, ao chegar no planeta Arrakis, que o povo de lá foi semeado com um mito: o de que um dia viria um Messias pra libertá-los. Ele sabe que é um mito, mas decide entrar nele e agir como se fosse o Messias pra controlar melhor aquele povo.E, vivendo, respirando e encarnando esse mito dia após dia, ele começa a perder a noção de que é um mito. Passa a se perguntar se o mito era mesmo verdadeiro ou se foi ele quem o tornou verdadeiro. É essa confusão entre mito e realidade — ele vive num espaço intermediário, sem ter mais certeza do que é verdade e do que é ficção.E trago isso pra responder sobre a AGI porque a AGI é, ao mesmo tempo, um mito e algo que os líderes e os trabalhadores dessas empresas vivem, respiram e encarnam dia após dia, a ponto de perderem a noção do que é mito e do que é realidade. É a ideia de um sistema de IA teórico que um dia igualaria as capacidades humanas. Só que a gente nem tem consenso científico sobre o que é inteligência humana.Por isso, de certa forma, por design, é um termo bem maleável, que deixa essas empresas fazerem o que quiserem. Elas definem e redefinem a AGI conforme a necessidade, movem a trave pra onde quiserem. E, ao mesmo tempo, isso é sustentado por uma crença genuína de certas pessoas lá dentro, por causa dessa confusão entre mito e realidade. Pelas minhas contas, a OpenAI já usou pelo menos quatro definições diferentes de AGI.A primeira está no site deles: “sistemas altamente autônomos que superam humanos na maioria dos trabalhos economicamente valiosos”. É uma definição de automação do trabalho — eles dizem, de forma explícita, que estão atrás dos empregos mais bem pagos. A segunda apareceu no contrato com a Microsoft, por um tempo a maior investidora deles: ali, a AGI virou um sistema que geraria 100 bilhões de dólares em receita.Ou seja, uma definição feita pra incentivar a Microsoft a investir. Já o Sam Altman disse ao Congresso que AGI é um sistema que cura o câncer e resolve a mudança climática — uma definição de benefício social, muito útil quando você quer que os reguladores não te regulem.E, por fim, quando falam com o consumidor, dizem que vai ser o melhor assistente digital que você já teve — porque, claro, estão tentando vender o produto.E aí você percebe duas coisas. Primeiro, que é um conjunto de definições completamente incoerente. Segundo, que eles trocam de definição conforme o público que querem convencer. Mas também tem gente nessas empresas que acredita de verdade que está construindo uma tecnologia capaz de dar conta das quatro coisas.Então é uma realidade bem confusa e complicada: o que a AGI de fato é, e pra que ela serve, para essas empresas, para a agenda delas e também para as crenças delas.Cris: Como ex-funcionário da Meta — entrei em 2013 —, a missão era unir o mundo e torná-lo mais aberto e conectado. É uma missão incrível. E tem uma coisa que eu sempre digo, porque muito amigo meu vem falar comigo, “ah, esse cara da OpenAI, ou a própria Meta, são maus”. Eu conheci muita gente na empresa. Nunca conheci uma pessoa mal-intencionada.Todo mundo, independente da missão, era gente boa tentando entregar o melhor produto possível, pra dar poder a quem tem um pequeno negócio, por exemplo. Tenho amigos pessoais que construíram a empresa deles em cima da publicidade do Facebook e do Instagram. E esse é justamente o problema, porque ainda assim é uma corporação muito má, pelo que ela causa ao mundo pra bater as metas de negócio.Ou seja, você não precisa de um vilão tipo Lex Luthor pra causar um estrago desse tamanho no mundo. E adorei a referência a Duna. Duna é engraçado: é o livro que eu mais reli na vida que não foi escrito pelo Tolkien. Li o primeiro Duna umas três vezes, e toda vez é como se fosse um livro diferente. Na primeira, eu era adolescente, e era só o Paul Atreides, o cara durão.Na segunda, eu morava no Canadá e li com olhos de estrangeiro, pensando em colonização. E na terceira vez foi quando os filmes do Denis Villeneuve saíram, e aí era: ah, o Bene Gesserit criou esse mito, isso é meio pós-moderno. Narrativamente, fico me perguntando o que vai significar pra mim se eu ler uma quarta vez.Karen Hao: Eu ia te perguntar isso. Quando você disse que cresceu numa época cheia de ficção científica falando das maravilhas da tecnologia, fiquei curiosa: que histórias você estava lendo? Porque muita coisa que saiu nos anos 70 e 80 dizia exatamente o oposto. E muita gente já apontou que os executivos de tecnologia de hoje, que vivem citando essas histórias, interpretam elas justamente ao contrário da intenção original.Cris: Concordo plenamente. Mas, respondendo: foi basicamente Isaac Asimov e Arthur C. Clarke. E é por isso mesmo — os executivos de tecnologia, e o Elon Musk mais que todos, leem esses livros como receita, não como aviso. O livro de que eu mais me lembro, nem lembro o título, era um do Asimov em que ele descreve o elevador espacial que aparece na série da Apple TV, Fundação.E o enredo é: eu sou esse engenheiro brilhante, quero construir essa coisa no Sri Lanka, mas o governo trava tudo com regulação — eu sou um gênio e a regulação é a vilã. Hoje eu leio e penso: ah, sei. Mas, quando garoto, era só “olha, um elevador espacial, que genial, a gente nem precisa de foguete”. E aí você começa a entender. E aí eu parei de ler esses caras.E passei a ler gente com uma visão completamente diferente: o Ted Chiang, que entrevistei ano passado, a N.K. Jemisin, o Cory Doctorow, de quem sou muito fã. E talvez eles sejam mais explícitos, pra gente burra como eu entender: “não, bobo, a analogia é essa”. Mas Duna era incrível — vermes gigantes de areia, o tal garoto durão, e aquela coisa do “eu não aceito o meu destino”.Tenho esse grande destino, mas não quero ele. Do resto da série eu já não gosto tanto. Mas o mais importante de tudo: Duna gerou o melhor GIF de filme de todos os tempos, o “Lisan al Gaib” do Javier Bardem — que eu devia ter colocado durante a sua explicação, aquele “uau, ele está cumprindo a profecia, agindo como o profeta”.Mas, de novo, falando de vilões: você mencionou que essas empresas se colocam como o bem contra o mal, feito impérios antigos. Só que elas também jogam a carta da China, né? “Se a gente não fizer, a Rússia faz primeiro.” Só que a Rússia começou uma guerra e está ocupada demais. “Mas a China chega lá, e é por isso que a gente tem que ser fechado.” É por isso que Mythos e Fable e agora o GPT-5.6 foram proibidos pelo governo. Isso tem fundamento?Quero saber se é possível a China competir — quero mesmo essa resposta — mas também porque, desde toda essa conversa do Fable-Mythos, países como Índia e Brasil vêm dizendo que precisam de um modelo soberano. Dá pra fazer, ou a OpenAI, a Anthropic e o Google estão tão à frente que já não dá?Karen Hao: Sobre a China: você está certíssimo, o Vale do Silício usou por anos a carta do “e a China?” pra escapar de qualquer responsabilização de verdade. Fizeram muito isso na era das redes sociais.A Meta fez muito isso, com o Mark Zuckerberg dizendo ao governo dos EUA: vocês não podem nos regular, senão a gente perde. Mas, se a gente ganhar, vai ter um efeito liberalizante no mundo e nas democracias em todo lugar. E, infelizmente, o que a gente viu foi que jogar essa carta repetidamente produziu exatamente o efeito contrário do que o Vale do Silício prometeu.Uma das empresas de rede social dominantes dessa era é a ByteDance. Ou seja, mesmo sem regulação das redes sociais nos EUA, existe uma empresa chinesa de rede social bem dominante. E as redes sociais estadunidenses acabaram tendo um efeito antiliberal no mundo — é bastante consensual que enfraqueceram democracias em todo lugar. E aí, na era da IA, elas seguiram jogando a mesma carta.Mas o que eu sempre aponto é que a gente definitivamente não devia acreditar nelas. Já existe evidência significativa de que tudo o que elas dizem está, de novo, se provando o oposto. Elas disseram: não regulem a gente como empresas de IA, regulem a China, via controles de exportação — um mecanismo do governo dos EUA com alcance extraterritorial.Só que as empresas chinesas agora estão produzindo modelos de IA de código aberto extremamente eficientes, que viraram super populares no próprio Vale do Silício. Existe um monte de startup de lá que prefere usar modelo chinês a OpenAI, Anthropic ou Google.Então, nesse sentido, é um conjunto de evidências bem decisivo, acho, pra mostrar que a gente devia simplesmente responsabilizar essas empresas, não importa o que digam sobre “ah, vamos perder pra China”. No fim das contas, é só retórica política. Não é um argumento real que elas consigam sustentar pra escapar da responsabilização.Responsabilizá-las vai fortalecer a democracia pelo mundo, vai trazer mais direitos humanos, trabalhistas e de privacidade de dados pras pessoas — é sempre o contrário do que elas dizem que aconteceria. E, sobre a sua pergunta em torno da IA soberana: acho a ideia realmente importante, mas acho também que muitos países estão meio confusos sobre o que querem dizer com isso.Muitos governos, hoje, pensam a IA soberana pela pergunta: a gente consegue construir o nosso próprio ChatGPT? O nosso próprio grande modelo de linguagem, o nosso sistema de IA generativa? Estão olhando só pro modelo que o Vale do Silício já definiu e tentando descobrir como recriar aquilo.E o que eu digo pra quem formula políticas é: defina pra que a IA serve no seu país, no seu contexto. Quais são, no fim das contas, os objetivos do seu país? Os objetivos do seu povo? E também os nossos objetivos coletivos, entre países?Porque a gente tem, por exemplo, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Já definimos coletivamente que há coisas que precisamos resolver juntos: superar a crise climática, reduzir a pobreza, melhorar a educação.E, enquanto o Vale do Silício adora dizer que está fazendo tudo isso, na prática não está. Mas a gente poderia — poderia desenvolver, de forma colaborativa, sistemas de IA que realmente avançassem em cada um desses objetivos coletivos que já acordamos.E cada país também devia fazer o exercício: quais objetivos você quer alcançar, e que tipos de sistema de IA você poderia desenhar pra chegar lá — sistemas que talvez não se pareçam em nada com um grande modelo de linguagem. Se os países fizessem isso, acho que descobririam que a maioria dos sistemas de que precisam exigiria muito menos recursos.Ou seja, contextos como o Brasil, a Índia e outros, quando não precisam competir construindo essas infraestruturas de computação gigantescas e gastando centenas de bilhões de dólares, na verdade já têm, localmente, todos os recursos necessários pra desenvolver um sistema de IA soberano.Cris: Quando ouvi falar do seu livro pela primeira vez, uma amiga me disse que você não poupa ninguém — fala mal do Sam Altman, mas também do Dario Amodei. E as pessoas costumam escolher um lado. Eu sou time Claude, odeio o ChatGPT, essas coisas. Então cheguei no livro pensando: ah, é mais um livro dizendo que a IA é terrível, que a gente não devia usar IA.Mas, conforme fui lendo, e ouvindo outras entrevistas suas, me pareceu que o seu problema é justamente o que você acabou de descrever: a forma como essa tecnologia é feita. E, em especial, a palavra escala — a ideia de que a solução é a escala. O que você quer dizer com isso?Karen Hao: Eu costumo usar a analogia de que “IA” é como a palavra “transporte”: na verdade se refere a uma coleção de tecnologias que vão da bicicleta ao foguete. São tipos bem, bem diferentes de tecnologia, que exigem insumos diferentes pra se desenvolver e depois têm impactos diferentes na sociedade.E você está certo: sou especificamente crítica ao que chamo de “foguetes da IA”, os sistemas que os impérios da IA estão desenvolvendo, aqueles que exigem uma quantidade enorme de exploração de mão de obra e extração ambiental.E sou bem otimista com o que chamo de “bicicletas da IA”: sistemas especializados, eficientes, com bom custo-benefício, governáveis pelas pessoas, cujo desenvolvimento pode ser participativo. Países como o Brasil, o Chile, a Índia, qualquer contexto, têm recursos pra desenvolver e se autodefinir, em vez de simplesmente herdar um sistema criado pelos dois únicos centros do mundo capazes de gastar uma quantidade extraordinária de capital: o Vale do Silício e o ecossistema tecnológico chinês.E o motivo pelo qual eu acho tão corrosivo o que os impérios da IA estão desenvolvendo é exatamente o que você disse: a forma como eles fazem isso, por um mecanismo de força bruta pra avançar as capacidades da IA em escala. Eles vão simplesmente empurrando cada vez mais dados de treinamento nesses modelos, e isso exige corroer a privacidade das pessoas, tomar a propriedade intelectual delas e, ainda por cima, baixa a qualidade dos dados que entram nos modelos — o que leva aos danos de exploração de mão de obra, porque aí você tem que dar conta da moderação de conteúdo.E aí você tem pessoas psicologicamente traumatizadas por serem expostas a todo aquele conteúdo horrível que se tenta “lavar” através desses modelos.E aí vem o problema dessas infraestruturas de computação enormes, com impactos ambientais que aumentam a conta de luz das comunidades que as hospedam e agravam a crise de custo de vida. Elas precisam ser alimentadas por fontes fósseis, que jogam mais carbono na atmosfera e mais poluição no ar dessas comunidades.Então todos os problemas que eu identifico, no que têm de corrosivo, derivam inteiramente da abordagem deles pro desenvolvimento de IA. Por que não descartar a abordagem, em vez de descartar a tecnologia? Redefinir e redesenhar de que tipos de sistema de IA a gente precisa de verdade, com uma cadeia de suprimentos fundamentalmente diferente. E isso não é exclusivo da IA.A gente já viu muitas outras indústrias que começaram com uma cadeia de suprimentos bem ruim. A moda, por exemplo: muita degradação ambiental, muita exploração de mão de obra.Com muita organização, protesto, ação de consumidores, regulação governamental e cooperação entre governos, a gente conseguiu criar mercados novos pra moda sustentável e ética, cadeias de suprimentos novas e inovações pra fazer roupa mais saudável pras pessoas e pro planeta.E é basicamente isso que eu defendo: transformar a indústria de IA do mesmo jeito que transformamos a moda, e as cadeias de suprimento de alimentos. Assim a gente fica com os benefícios da tecnologia, ajuda ela a avançar os objetivos que importam pra gente, sem jogar uma fração enorme da população mundial numa condição atrasada e numa qualidade de vida pior.Cris: O Brasil está agora, no Congresso, discutindo a escala de seis dias por semana. A regra atual é: você trabalha seis dias e descansa um. E muitas empresas, o comércio principalmente, dizem “vamos fechar as portas”, e os trabalhadores respondem “isso é problema seu, não meu”. É mais ou menos a mesma narrativa dessas empresas de IA: se eu não usar a sua água, a Idade das Trevas está chegando.Falando em Idade das Trevas, e falando em bicicleta: a sua analogia me lembrou uma coisa. Eu gosto de jogo de zumbi, de mundo aberto, e em nenhum deles tem bicicleta. Num desses jogos, instalei um plugin que deixava andar de bicicleta — você acha uma e sai pedalando. E aí entendi por que não tem bicicleta: desbalanceia tudo. Parte da graça do jogo é você precisar achar um carro, e daí pneu, gasolina, comida pra carregar. De bicicleta, você vai a qualquer lugar.E eu pensei: ah, é. Meio que estraguei o jogo pra mim, porque agora tenho uma bicicleta, é incrível. Enfim, em termos práticos: no fim do ano passado, uns meses atrás, a revista Wired publicou um artigo pedindo pra jornalistas de tecnologia contarem como usam IA no trabalho. E cada um usava de um jeito. Você usa IA no seu trabalho? Como?Karen Hao: Eu não uso nenhum sistema de IA generativa no trabalho — nem ChatGPT, nem Gemini, nem Claude. Por três motivos. O primeiro é uma postura ética, depois de tanto investigar essas empresas. O segundo é privacidade de dados: eu investigo essas empresas.Não quero que elas conheçam todo o meu raciocínio enquanto eu apuro o livro, literalmente investigando elas. E o terceiro é que, no meu caso específico, a força do meu trabalho está na capacidade de construir relações fortes com as fontes, pela empatia, e de contar histórias envolventes, pela narrativa. E os grandes modelos de linguagem simplesmente não são a ferramenta certa pra nenhuma das duas coisas.Não vão melhorar a minha empatia nem a minha escrita. Então eu não perco nada com essa postura ética: simplesmente corto essas ferramentas e sigo fazendo o meu trabalho muito bem. Pra outros jornalistas pode ser diferente, e pra quem está em outras áreas o cálculo pode ser outro.Mas eu incentivo as pessoas a pensarem primeiro: quais são as suas forças no trabalho? Quais são os seus objetivos? E aí ir de trás pra frente pra descobrir se a IA é a ferramenta certa, qual tipo de IA é a ferramenta certa, e qual fornecedor você quer de fato usar, apoiar, votar com os pés. Agora, eu uso, sim, IA preditiva.Aquelas ferramentas de IA especializadas, as “bicicletas da IA”, digamos. No livro, tinha um detalhe que eu queria muito ilustrar: como a OpenAI deu um salto quando passou de organização sem fins lucrativos a um empreendimento bancado pela Microsoft. Percebi que as cadeiras do escritório ficaram bem mais caras. Então fotografei as cadeiras de um escritório e as do outro.E joguei tudo na busca reversa de imagens do Google, que é um sistema de IA especializado — não é baseado em grandes modelos de linguagem, não é IA generativa. Assim descobri quanto essas cadeiras costumam custar. No primeiro escritório, cerca de 2 mil dólares por cadeira. No segundo, eram cadeiras de um designer brasileiro famoso, uns 10 mil dólares cada.Coloquei esse detalhe no livro pra ilustrar o tipo de riqueza e de concentração de recursos de que a gente está falando. Esses são alguns dos jeitos como eu uso IA, ainda que de forma bem limitada, sempre pontual, quando acho que vai ajudar. E, claro, uso ferramentas de transcrição por IA — outra IA especializada — em todas as minhas entrevistas.Cris: Essa foi uma das partes em que a minha cabeça explodiu, eu nunca tinha percebido: a OpenAI criou o Whisper. Deixa eu dizer de outro jeito, do meu ponto de vista. A OpenAI liberou abertamente essa ferramenta incrível de transcrição, o Whisper, em que eu jogo o áudio e ela me devolve as palavras que as pessoas disseram. E eu pensei: ah, que generoso da parte deles.Mas o motivo real de terem criado a ferramenta foi pegar todos os vídeos do YouTube, transcrever e alimentar a máquina. E aí é: ah, claro. Enfim, falando de ferramentas e de otimismo — a gente está chegando ao fim da conversa. Eu tenho uma regra desde o episódio dois deste programa, há oito anos: de novo, como eu disse do seu livro, não pode ser só uma lista de reclamações e coisa ruim. E a gente tem se saído bem até aqui.Você falou de caminhos e de bicicletas, mas eu quero ser mais específico. Se isso aqui fosse uma reunião de negócios: qual é o plano de ação, quais são os próximos passos? Só que uma das coisas que eu repito bastante, na vida e neste programa, é que problema sistêmico não se resolve com ação individual. Se eu tomar banhos mais curtos, isso nunca vai salvar o planeta do aquecimento global.E muitos amigos meus simplesmente: não quero falar de IA, não quero usar IA. Voltando aos videogames: leram que tal jogo usa IA e pronto, não vão jogar. E a minha primeira pergunta pra você é: como a gente ocupa esses espaços da IA generativa — ChatGPT, Gemini e por aí vai? Porque o que a gente viu com as redes sociais foi: ah, o Facebook é do mal, vou sair do Facebook. Ah, vou sair do Twitter.E, na esperança de quê, sei lá, talvez alguém diga: ah, sinto falta do Cris, cadê ele? Ah, está no Bluesky. Mas isso deixa o espaço aberto pra os radicais entrarem e postarem o que quiserem, sem ninguém contrapor ou tornar aquilo um lugar melhor. Então como a gente ocupa o espaço da IA — seja qual for a definição de “espaço da IA” que você preferir — com todos esses problemas que a gente vem discutindo?Karen Hao: Acho que tem duas categorias de ação pra gente pensar. Uma é desmantelar o império. A outra é investir e construir novos tipos de sistema de IA, que se tornem alternativas às tecnologias do império. Quando eu digo desmantelar o império, não estou dizendo que quero que a OpenAI, o Google, a Anthropic, seja quem for, simplesmente deixem de existir.É que eu não quero que elas sejam imperiais. Não quero que fiquem extraindo uma quantidade extraordinária de valor sem redistribuir nada em troca. Se elas voltassem a ser negócios que praticam uma troca justa de valor com o mundo, eu ficaria perfeitamente feliz com qualquer tecnologia que estivessem desenvolvendo.E a forma de desmantelar o império, acho, se resume a muita organização de base, que vai pressionar os governos a regular e responsabilizar essa indústria. No último ano, a gente viu uma quantidade incrível dessa organização de base florescendo pelo mundo.Recentemente, lancei com um grupo de jornalistas, pesquisadores de IA e acadêmicos críticos um projeto chamado AI Resist List, que busca documentar parte dessa organização de base pelo mundo. A gente encontrou cerca de 30 exemplos, de todas as regiões, de ações individuais, institucionais e movidas pela comunidade.Tinha ação artística, ação política. E isso mostra bem o seu ponto: não dá pra contar só com a ação individual, mas o indivíduo pode, sim, ter impacto. Até uma ação pequena pode gerar um grande efeito cascata. Claro que se juntar com os vizinhos pra protestar contra o data center é ainda mais eficaz. Se juntar dentro da sua escola ou universidade pra protestar contra a parceria dela com uma empresa de IA também é mais eficaz.Se juntar com os colegas de trabalho de um setor pra barrar a adoção de uma IA que corrói os direitos trabalhistas é mais um jeito eficaz. A gente tem um monte desses exemplos. Um dos meus favoritos é o de uma comunidade sobre a qual escrevi no livro, Quilicura, no Chile, na periferia de Santiago. É uma comunidade da classe trabalhadora, bem pobre, que vem sendo alvo incessante da expansão de data centers.E por isso protestaram de forma bem aguerrida contra essa expansão, porque não acharam bom negócio hospedar essas instalações sem tirar nenhum benefício, enquanto elas consomem uma parte significativa dos recursos naturais da região.E, logo depois que escrevi sobre eles, foram além na resistência e criaram uma plataforma chamada Quili.ai. É um site em que você entra e que parece um chatbot, parece o ChatGPT: tem uma interface de chat pra você digitar. Só que, quando você faz uma pergunta, em vez de um modelo de IA responder, a mensagem é encaminhada pra alguém que mora em Quilicura, no Chile. Aí, se você pede “quero a imagem de um cachorro”, aquilo vai pro artista local deles, o Benji. Ele pega um pedaço de papel, desenha um cachorro, tira uma foto e te manda de volta.Eles fizeram isso essencialmente como um projeto de arte performática, pra fazer as pessoas pensarem duas vezes antes de usar IA generativa pra bobagem. A mensagem era: ei, quando você fica brincando com essas ferramentas em pedido besta, isso afeta comunidades como a nossa, drena os recursos de que a gente precisa pra viver bem.E também queriam levar as pessoas a pensar: por que não perguntar pra alguém da sua própria comunidade aquela receita que você procurava, ou pedir aquela imagem? Porque aí você reconstrói as conexões que estão tão em falta na sociedade — a falta delas é o que nos deixa mais vulneráveis a esse tipo de colonização do império.Eles deixaram o projeto aberto por 24 horas, e qualquer pessoa no mundo podia mandar um pedido. Receberam uma quantidade extraordinária deles. Viralizou de vez. E essa cidadezinha conseguiu uma virada enorme de narrativa sobre a suposta inevitabilidade e necessidade dessa tecnologia, sobre tudo o que o Vale do Silício diz — que, se você não usar, vai ficar pra trás de quem usa.E esse é só um exemplo, entre muitos, de como pessoas comuns, não importa a sua posição na sociedade, podem ter impacto real no debate, na consciência pública e até na regulação. A gente está vendo isso agora com os protestos contra data centers. Nos EUA, em 2025, cerca de 150 bilhões de dólares em projetos de data center foram travados.Isso virou uma das questões políticas mais quentes nos EUA para as próximas eleições de meio de mandato. Tem gente eleita sendo literalmente tirada do cargo por ter aprovado data centers, contrariando a vontade do povo. E isso já está tendo efeito real sobre as empresas e sobre a trajetória do desenvolvimento de IA.A OpenAI teve que encerrar recentemente a sua ferramenta de geração de vídeo, o Sora. Quando lançaram, apresentaram como o segundo produto mais importante desde o ChatGPT. O que aconteceu entre o lançamento e o fim? Uma reportagem do Wall Street Journal apontou três motivos, todos moldados por ação de base. Um: um gargalo enorme de capacidade de computação.Muitos dos data centers travados ou parados eram da OpenAI. Dois: um cenário financeiro bem mais incerto. A OpenAI está se preparando pro IPO, o que significa ficar mais exposta a Wall Street — e Wall Street está cada vez mais nervoso com a capacidade dessas empresas de cumprir o que prometem.E aí a OpenAI teve que reforçar alguns projetos paralelos pra fazer o balanço parecer um pouco melhor aos olhos de Wall Street. E, terceiro: os consumidores simplesmente não estavam usando o produto — o que também é ação coletiva de consumidores. Então, por todo esse tipo de resistência, de várias formas, de baixo pra cima, as pessoas estão de fato tendo impacto real na indústria e responsabilizando ela.Essa é a primeira categoria de ação. A segunda é: ok, que tecnologias de IA a gente usaria como alternativa? E aí a gente precisa investir mais nelas. Muitas vezes, quando converso sobre o livro, a pessoa diz: ok, me convenci de que não quero usar ChatGPT, não quero usar Claude — mas então uso o quê no lugar?E o problema é que eu não tenho muitas respostas pra essa lista de alternativas. Tem umas poucas aqui e ali, uma plataforma, uma empresa.Cris: Dá pra rodar o modelo no seu próprio computador, como o Cory Doctorow faz, mas aí é limitado e…Karen Hao: Exatamente, exige mais habilidade técnica. Mas, pra quem consegue instalar modelos de código aberto no próprio computador, eu incentivo 100%. Só que a gente também precisa de mais gente desenvolvendo interfaces bem fáceis pra esses modelos de código aberto, pra que qualquer pessoa consiga usar.A gente também precisa de mais gente desenvolvendo “bicicletas da IA”, de investidores e governos investindo mais nesse tipo de solução, e de talento — pesquisadores de IA, desenvolvedores e outras pessoas dispostas a sacrificar um pouco e abrir mão dos pacotes de remuneração enormes.Cris: Eu estava começando a achar que agora as empresas precisam ter menos lucro — e isso nunca vai acontecer.Karen Hao: Não, não é a empresa ter menos lucro. É o trabalhador topar abrir mão do pacote de milhões de dólares pra levar o talento dele pra outro lugar. Mais fácil, bem mais fácil. Eu converso com muito pesquisador de IA cansado da abordagem da indústria, porque ela é completamente sem criatividade intelectual.Eu conversei com pesquisadores que não passaram seis anos num doutorado em IA só pra ficar empurrando mais dados na máquina — pra eles, é o trabalho mais chato do mundo. E depois automatizar a programação, que era justamente o que eles gostavam de fazer. Converso com tanta gente que já não acha graça nenhuma nisso. Estão meio presos por “algemas de ouro”.E estão tentando descobrir, dentro de si, que carreira alternativa poderiam ter. Eu costumo incentivar esses pesquisadores a gastar o talento deles construindo um tipo diferente de empresa, que trabalhe com “bicicletas da IA”. E a gente já começa a ver cada vez mais desse talento indo por aí.E a gente precisa que todas as facetas da sociedade invistam num ecossistema muito mais robusto e rico de tecnologias de IA, capaz de substituir as que hoje dominam. Eu ainda tenho as cicatrizes das minhas próprias “algemas de ouro”, mas concordo plenamente.Cris: E as redes sociais são o exemplo — veja o que aconteceu com elas. Tem aquela frase famosa: as mentes mais brilhantes da minha geração passam o tempo fazendo as pessoas clicarem em anúncios. E ainda dizem: ah, isso pode ser o futuro. Pois é.Você contou a história do Quili.ai e isso me lembrou um dos primeiros criadores de conteúdo do Brasil, o Cid Não Salvo. Uns 10, 15 anos atrás, ele tuitou o seguinte: “Gente, eu disse pro meu pai que, sempre que ele precisar pesquisar alguma coisa na internet, é pra ir no Twitter.com e digitar a pergunta na caixa”. E olha que ele tinha milhões de seguidores.E, por uns bons dias, quase um mês, você entrava no Twitter do pai dele e via perguntas tipo “onde eu compro pizza?”. Era engraçadíssimo. No fim, ele contou pro pai — ou talvez não. Mas eu adoro essa ideia. Antes de a gente terminar: você já deve ter respondido isso mil vezes, mas vai continuar cobrindo IA? O que está na sua cabeça, o que vem por aí? Turnê mundial? O que vem pela frente?Karen Hao: Com certeza estou pensando em como continuar responsabilizando essas empresas. Estou envolvida em várias colaborações, com gente incrível, em diferentes projetos ligados a isso. O AI Resist List foi um deles. Também co-criei um programa chamado AI Spotlight Series, com o Pulitzer Center, uma organização jornalística sem fins lucrativos que financia jornalismo investigativo pelo mundo.É um programa que treina jornalistas do mundo inteiro a cobrir IA por uma lente de responsabilização. Até agora, já treinamos mais de 3 mil. E eu sigo pensando em como construir mais capacidade dentro do jornalismo, da sociedade civil, de outros contextos, pra mobilizar ainda mais essa organização de base — pra conter de verdade os impérios da IA e ajudar a desmantelá-los.Cris: Adorei o seu exemplo da moda. É possível, já foi feito. Ou até a indústria automotiva. Ou o grande exemplo que a gente não mencionou, e que o pessoal da OpenAI vive citando: o Projeto Manhattan, a energia nuclear.O mundo não acabou. Quando eu era criança lendo Asimov, achava que ia tudo acabar num fogo nuclear. Enfim — alguma última palavra, alguma mensagem, algum palpite pros jogos do Brasil na Copa, alguma coisa que você queira dizer antes da gente encerrar?Karen Hao: No fim das contas, o que eu espero que fique desta conversa e do livro é o seguinte: neste momento, o Vale do Silício está concebendo a IA como um projeto político. E a característica central desse projeto é tirar a autonomia de todo mundo — a autonomia de moldar de verdade o próprio futuro e o nosso futuro coletivo. Mas, no instante em que você reconhece que já tem uma autonomia significativa pra resistir, o império começa a desmoronar.Então espero que as pessoas encontrem a própria voz, a afirmem, conquistem o seu lugar à mesa e se conectem com os vizinhos, com a comunidade, com os colegas de trabalho, pra criar mais movimentos juntos.Cris: Que ótimo. Karen Hao, o seu livro é O Império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total. Obrigado por vir ao Brasil conversar com a gente. Foi um prazer.Karen Hao: Muito obrigada.Uma das primeiras perguntas que anotei quando comecei a pensar nessa conversa foi justamente a do final, a da ocupação de espaços. Porque, como eu disse, quando as redes sociais chegaram para ficar, muita gente falou “ah, não vou usar, é do mal” — e aí as pessoas ruins, vamos chamar assim, acabam ocupando esse espaço e falando o que bem entendem. A gente precisa aprender essa lição agora, no mundo da IA.Fora que vejo muita gente falando de IA sem nunca ter usado — ou que usou, sei lá, dois anos atrás, acha que continua tudo igual e já diz que não quer chegar perto.E por quê? Porque essa abordagem de ocupar espaços é o que eu e a Ana Freitas buscamos fazer no IA em Curso, nossa comunidade de letramento contínuo em IA. Foi, aliás, uma conversa que tive com a Karen antes da entrevista: ao mesmo tempo que a gente fala do impacto da IA no mundo, também precisa focar no que é prático, no que dá para fazer hoje com IA, sem vender sonho nem desastre. A analogia que usei foi a de que é que nem quando a gente fazia curso de Word e Excel — é o que eu faço agora que vai facilitar minha vida, me fazer ganhar tempo, botar a IA para me ajudar. Quem viu minha conversa com a Ana aqui no Boa Noite Internet, no fim de 2025, sabe do que estou falando. Se não viu, volta lá e confere.Desde que a gente lançou este episódio, o IA em Curso já passou de 400 pessoas. Tem muita gente colocando projetos pessoais incríveis na rua, tirando do papel aquela ideia que rondava a cabeça há um tempão. E a comunidade tem mentoria ao vivo, aula gravada, newsletter, banco de agentes, grupo de Telegram… que mais? O que não falta é jeito de passar para você o conhecimento sobre IA de que você precisa hoje, agora. Quero te dar a bússola para navegar nesse universo.Se esse é o tipo de abordagem que você quer ter com a IA, passa lá no iaemcurso.com.br e usa o cupom BNI2026 para ganhar 20% de desconto no plano anual. Mas corre, porque daqui a duas semanas vou apagar esse cupom — não é todo dia que a gente dá um desconto desses.É isso. Boa Noite Internet, temporada 2026 começando — como todo ano, com mudança, ideia, projeto. Ou, como diz minha citação preferida de todos os tempos: “vivemos uma fase de transição, como sempre”. Espero ver você por aqui e lá no IA em Curso.Obrigado pelo seu tempo e pela sua atenção. Até o próximo episódio. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit boanoiteinternet.com.br/subscribe

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 19/07/2026 | Flávio Bolsonaro chama Lei Maria da Penha de “pedaço de papel” / Michelle Bolsonaro nega ser vice de Zema

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 181:33


Confira os destaques do Jornal da Manhã deste domingo (19): As inscrições para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) terminam neste domingo (19). O Ministério da Educação (MEC) havia ampliado o prazo para as inscrições até as 23h59 deste domingo. Para esta edição, são disponibilizadas 75,5 mil vagas, distribuídas em 1.274 instituições privadas de educação superior para ingresso em 28.741 cursos e turnos. A inscrição deve ser efetuada no Portal Acesso Único ao Ensino Superior. Reportagem: Danúbia Braga. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou uma solicitação para que o presidente da Argentina Javier Milei visite o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre prisão domiciliar. Milei deve comparecer ao lançamento da candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República. Para Nelson Kobayashi, a restrição de comunicação não deveria existir. “A pena dele é de restrição da liberdade. Ele não tem pena de se calar”, comentou. Os partidos iniciam a definição oficial de seus candidatos que disputarão as eleições em outubro. O prazo para a escolha dos nomes vai até o dia 5 de agosto. Em entrevista ao Jornal da Manhã deste domingo (19), o cientista político Marcio Coimbra explica o peso das convenções partidárias no início da disputa eleitoral. A Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) se manifestou contra a nova taxação de 25% dos Estados Unidos a produtos brasileiros. De acordo com a Abiplast, a medida pode prejudicar diretamente a competitividade do Brasil no setor. Reportagem: Julia Fermino. O pré-candidato à Presidência da República Romeu Zema (Novo) afirmou que a definição do seu candidato a vice pode acontecer somente após as convenções partidárias. O prazo final estipulado para a homologação das chapas eleitorais segue até o início de agosto. Zema também ironizou a escolha do PT para a disputa do governo de Minas Gerais, Patrus Ananias. Reportagem: Camila Yunes. Os textos de quatro medidas provisórias não foram votados dentro do prazo constitucional e perderam a validade. Duas delas são projetos relacionados ao preço dos combustíveis. Um deles buscava manter segurar o preço nas bombas. Reportagem: André Anelli. O conflito entre Estados Unidos e Irã se intensificou e chegou a oitava noite de bombardeios. Os novos ataques ocorreram após a morte de dois soldados americanos. O professor de Relações Internacionais, Marcus Vinicius de Freitas, falou sobre a escalada da guerra em entrevista ao Jornal da Manhã neste domingo (19). O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) criticou a Lei Maria da Penha e a classificou como um “pedaço de papel”. Flávio defendeu o endurecimento da pena para agressores e afirmou que a defesa das mulheres é pauta da direita. A declaração ocorreu durante evento do PL no Espírito Santos. Reportagem: André Anelli. O voto dos jovens entre 16 e 24 anos de idade tornou-se alvo estratégico das pré-campanhas à Presidência da República. Neste sábado (11), dados revelaram uma oscilação na liderança do segmento, indicando um recuo de Flávio Bolsonaro (PL) e um avanço de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A estratégia não é executada por acaso, uma vez que este público pode decidir uma eleição polarizada, conforme analisou o comentarista Nelson Kobayashi. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) afirmou, neste sábado (18), que não existe possibilidade de integrar a chapa do pré-candidato à Presidência da República Romeu Zema (Novo). Ela repercutiu a uma declaração do ex-governador de Minas Gerais, que afirmou que Michelle é uma das opções para compor o cargo de vice em sua chapa. Zema também afirmou que o nome escolhido será divulgado após o período de convenções. Reportagem: André Anelli. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Resposta Pronta
Exames suspensos. "Alunos vão receber hoje as notas"

Resposta Pronta

Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 3:59


O presidente da Associação dos Diretores de Escolas Públicas garante que as restantes notas vão ser atribuídas hoje. Filinto Lima critica ainda o Primeiro-Ministro e o ministro da Educação.See omnystudio.com/listener for privacy information.

SBS Portuguese - SBS em Português
Hanson associa problemas com imigrantes ao fim da política da Austráia Branca | Notícias 17 de julho

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 9:23


Alguns destaques entre as notícias do dia: em entrevista a podcaster de extrema-direita britânico, líder do One Nation diz que problemas começaram quando antigo PM "abriu e eliminou a política da Austrália Branca". Pais de australianas mortas por intoxicação por metanol em bebida no Laos se revoltam com possível pena branda a acusados. EUA impõem novo tarifaço de 25% ao Brasil, e exportadores brasileiros dizem que as vendas vão cair.Siga a SBS em Português no Facebook, X, Instagram e You Tube. Assine a 'SBS Portuguese' no Spotify, Apple Podcasts, iHeart Podcasts, PocketCasts ou na sua plataforma de áudio favorita.

Resposta Pronta
Exames nacionais: "Processo cambaleante, novela mexicana"

Resposta Pronta

Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 3:20


O presidente da Associação dos Diretores de Escolas Públicas espera que hoje as pautas sejam afixadas. Filinto Lima aponta para o horário a que as secretarias fecham, entre as 16h30 e as 17h30.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Catalisadores
Estrutura a Serviço da Missão: Como o Governo Adventista Impulsiona a Grande Comissão

Catalisadores

Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 12:21


A estrutura da Igreja Adventista existe para administrar ou para evangelizar? Neste episódio, analisamos uma das perguntas mais importantes da história adventista: qual é a relação entre organização e missão? A estrutura da Igreja foi criada para preservar uma instituição ou para cumprir a Grande Comissão de Cristo? A partir da Bíblia, da história adventista e das contribuições de autores como George Knight, Barry Oliver, Michael Campbell, David Trim, Angel Manuel Rodríguez e Ellen G. White, veremos como o sistema representativo adventista surgiu para servir à missão mundial e por que sua existência continua sendo essencial para a proclamação das Três Mensagens Angélicas. Neste episódio você descobrirá: ✅ Por que a Igreja Adventista decidiu se organizar em 1863 ✅ Como a estrutura tornou possível a missão global ✅ O papel das igrejas locais, Associações, Uniões, Divisões e Associação Geral ✅ Como escolas, hospitais, editoras e mídias fortalecem a evangelização ✅ As lições da grande reforma organizacional de 1901–1903 ✅ Os perigos da burocracia quando a missão deixa de ser prioridade ✅ O equilíbrio entre unidade mundial e contextualização local ✅ Como líderes e membros podem utilizar a estrutura para acelerar a missão A estrutura adventista não foi criada para controlar pessoas. Ela foi criada para mobilizar recursos, proteger a verdade, fortalecer a unidade e levar o evangelho eterno a todas as nações, tribos, línguas e povos. Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042

Jornal das comunidades
Governo de Caracas acusado de dificultar entrega de bens

Jornal das comunidades

Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 10:32


Associações luso-venezuelanas na Madeira têm recolhido donativos para ajudar vítimas dos sismos, mas queixam-se de obstáculos levantados pelas autoridades venezuelanas. Há perto de 600 mil portugueses no Reino Unido.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Resposta Pronta
Acesso aos exames não será automático. "Devia ser atempado"

Resposta Pronta

Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 8:29


Filinto Lima, presidente da Associação de Diretores de Escolas, admite que o esclarecimento do EduQA é tardio, mas desvaloriza a questão face à incerteza sobre a afixação dos resultados.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Rádio Cruz de Malta FM 89,9
Superpopulação de javalis preocupa Santa Catarina e especialistas defendem redução da burocracia para controle da espécie

Rádio Cruz de Malta FM 89,9

Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 13:03


A crescente população de javalis em Santa Catarina voltou ao centro do debate após uma audiência pública realizada na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc). O encontro reuniu representantes do setor agropecuário, caçadores e autoridades para discutir medidas que facilitem o controle da espécie invasora, considerada uma ameaça à produção rural, ao meio ambiente e à sanidade animal. Em entrevista à Rádio Cruz de Malta FM, o presidente da Associação Brasileira de Caçadores "Aqui Tem Javali", o agrônomo Rafael Salerno, afirmou que o problema se arrasta há mais de duas décadas e que o principal desafio continua sendo a burocracia enfrentada por quem realiza o controle dos animais. "Os javalis são um problema já de muitos anos. Já tem mais de duas décadas que o Estado enfrenta esse problema. Os produtores rurais e os caçadores têm tentado fazer esse controle, mas encontram vários obstáculos, principalmente burocráticos", destacou. Segundo Salerno, atualmente a única forma eficaz de conter o avanço da espécie é por meio do abate controlado, atividade autorizada pela legislação, mas que ainda enfrenta custos elevados e diversas exigências administrativas. "A única solução é, efetivamente, a caça. Apesar de regulamentada, ela ainda enfrenta vários obstáculos, principalmente burocracia e custos", afirmou. Entre as dificuldades apontadas está o alto custo para os controladores, que precisam investir em equipamentos, munições e cumprir exigências impostas pelos órgãos públicos. De acordo com o presidente da associação, o custo para o controle de um único javali ultrapassa R$ 1 mil. Ele revelou ainda que dados apresentados durante a audiência pública mostram que mais de 200 mil animais já foram abatidos oficialmente em Santa Catarina, o que representa um investimento superior a R$ 200 milhões feito pelos próprios controladores. "Esses voluntários já entregaram, com recursos próprios, mais de R$ 200 milhões à sociedade catarinense em defesa da agricultura e do meio ambiente", ressaltou. Além dos prejuízos causados às plantações e às propriedades rurais, Salerno alertou para os riscos sanitários provocados pela presença dos javalis. Segundo ele, Santa Catarina é um dos principais exportadores de proteína animal do país e depende do status sanitário para manter mercados nacionais e internacionais. "O javali compartilha diversas doenças que podem ser transmitidas ao gado. Um surto sanitário poderia bloquear o comércio da produção catarinense e gerar prejuízos por muitos anos", explicou. O impacto ambiental também preocupa. Conforme o agrônomo, os animais comprometem a regeneração de espécies nativas ao consumirem sementes, como o pinhão. "Hoje os javalis estão consumindo as sementes da araucária, comprometendo toda a renovação dessa espécie", afirmou. Embora não exista um levantamento oficial sobre o número exato de javalis no Estado, Salerno estima que existam centenas de milhares de animais vivendo em liberdade. Ele atribui esse crescimento à alta capacidade reprodutiva dos chamados "javaporcos", resultado do cruzamento entre javalis e porcos domésticos. "Uma única fêmea pode gerar até 20 filhotes viáveis por ano. É uma taxa de multiplicação muito grande", disse. O dirigente também destacou que Santa Catarina possui cerca de 20 mil caçadores registrados, número considerado insuficiente diante da dimensão do problema. Durante a entrevista, Salerno comentou a aprovação, pela Alesc, de um projeto de lei que prevê um incentivo financeiro de R$ 100 por javali abatido. Para ele, a medida representa um avanço, mas ainda há dúvidas sobre sua regulamentação. "Toda lei que traz algum incentivo é bem-vista. Só nos preocupa como será o acesso a esse recurso, para que não sejam criadas ainda mais burocracias", avaliou.

Os Pingos nos Is
Senado aprova aposentadoria especial para agentes de saúde

Os Pingos nos Is

Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 118:30


Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta terça-feira (14):No editorial do programa Os Pingos nos Is desta terça-feira (14), o apresentador André Marsiglia voltou a falar da decisão do ministro Alexandre de Moraes, que proibiu o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de visitar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, por 90 dias após a leitura de uma carta. Marsiglia aponta um grave erro de interpretação jurídica na medida: as restrições impostas ao ex-presidente o proíbem de usar redes sociais, mas não impedem que terceiros utilizem seus próprios canais para divulgar suas ideias ou ler suas cartas. Ainda segundo sua análise, a decisão do STF abre margem para que o caso seja explorado politicamente por Flávio para sensibilizar seu eleitorado. "Se o Judiciário vai entrar de sola nessas eleições, que entre com o pé direito. Ou melhor, entre com os dois", conclui. A Pesquisa Futura/Apex divulgada nesta terça-feira (14) mostra que a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) é desaprovada por 52,3% dos brasileiros e aprovada por 35,9%. Outros 11,8% dos entrevistados não souberam responder. O levantamento apresenta a percepção da população sobre o desempenho da Corte. A bancada do Os Pingos Nos Is comenta os números. Um levantamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aponta que nove de 29 partidos brasileiros sobrevivem de doações eleitorais, principalmente de seus filiados. Isso ocorre porque as siglas não possuem acesso ao Fundo Partidário ou recebem recursos insuficientes para cobrir suas despesas. Reportagem: André Anelli. A Polícia Federal (PF) concluiu um dos inquéritos sobre desvios em aposentadorias e indiciou o ex-presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Alessandro Antônio Stefanutto, o ex-procurador-geral da autarquia, Virgílio Antônio Ribeiro Filho, o ex-diretor de benefícios André Fidelis e outros investigados por suspeita de corrupção. A Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (Abep) criticou a proposta do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), idealizada pelo presidente da Corte, ministro Nunes Marques, de criar um "Selo de Acurácia Eleitoral". A iniciativa visa premiar os institutos de pesquisa que apresentarem maior proximidade com o resultado oficial das urnas. Reportagem: Thaís Sprovieri. A defesa de Mauro Cid se reuniu com o empresário e ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, na Papudinha, em Brasília, onde está preso. O encontro irritou os advogados de Vorcaro. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.

PEBMED - Notícias médicas
O SEGREDO científico para PREVENIR o ALZHEIMER | Afya News 15/07/26

PEBMED - Notícias médicas

Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 2:13


Prevenção de alzheimer, nova diretriz sobre câncer de bexiga e equidade diagnóstica.Esse boletim analisa estratégias multidisciplinares de neuroproteção, a publicação de consensos inéditos em oncologia urológica e debates sobre disparidades no tempo de diagnóstico. Abordamos os dados apresentados na Conferência Internacional da Associação de Alzheimer demonstrando como programas estruturados combinando dieta, exercícios e controle circulatório retardam a perda funcional cognitiva na população sênior.Detalhamos também o lançamento das primeiras diretrizes nacionais para o tratamento do câncer de bexiga, que padronizam condutas de investigação e tratamentos no SUS e na saúde suplementar. Por fim, trazemos no radar o alerta de especialistas sobre como sintomas inespecíficos em mulheres frequentemente atrasam a identificação de disfunções da tireoide, destacando a importância de afastar vieses na propedêutica. O Afya News apresenta informação médica confiável e atualizada no seu tempo. Criado pela Afya Educação Médica, o maior hub de educação e soluções para a prática médica do Brasil, nosso propósito é transformar a saúde junto com quem tem a medicina como vocação.Fontes do episódio: https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/15-07-2026

Rádio Cruz de Malta FM 89,9
Terceira faixa na SC-370 entre Braço do Norte e Gravatal é comemorada por empresários da região

Rádio Cruz de Malta FM 89,9

Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 8:39


O anúncio da implantação de uma terceira faixa na SC-370, entre Braço do Norte e Gravatal, foi recebido com entusiasmo pelo setor empresarial do Vale do Braço do Norte. A obra atende a uma reivindicação antiga da Associação Empresarial do Vale do Braço do Norte (ACIVALE), em conjunto com outras entidades da região, que há anos defendem melhorias na rodovia para aumentar a segurança e a capacidade de tráfego. Em entrevista à Rádio Cruz de Malta FM, a presidente da ACIVALE, Adria Felipe Weber, destacou que o crescimento do fluxo de veículos, especialmente de caminhões, tornou a intervenção necessária. Segundo ela, a expectativa é de que a movimentação aumente ainda mais com a abertura da Serra do Corvo Branco. "É um pleito que a gente já tem aqui na nossa região há bastante tempo. Hoje a gente tem um fluxo muito intenso de caminhões e de carros e temos uma preocupação maior ainda em virtude da abertura da própria Serra do Corvo, porque esse tráfego também vem para a nossa SC-370 e vai cada vez aumentando mais", afirmou. Adria ressaltou que a reivindicação não partiu apenas da ACIVALE, mas envolve diversas associações empresariais do Sul catarinense, beneficiando municípios como Orleans e Lauro Müller, já que boa parte do tráfego passa pela SC-370. Embora a duplicação da rodovia continue sendo o objetivo de longo prazo, a entidade optou por solicitar uma solução mais rápida para minimizar os problemas enfrentados diariamente pelos motoristas. "A gente sabe que o projeto de duplicação é um projeto mais audacioso e mais demorado. Então pedimos algo mais rápido, que melhorasse a fluidez do trânsito." Segundo a presidente, o pedido foi novamente protocolado em maio deste ano e, poucas semanas depois, durante evento do governador Jorginho Mello na região, veio o anúncio da implantação das terceiras faixas. Trecho inicial terá cerca de 1,5 quilômetro Conforme informado pelo Governo do Estado, o primeiro trecho contemplado terá aproximadamente 1,5 quilômetro entre Braço do Norte e Gravatal. Apesar da satisfação com o anúncio, a ACIVALE pretende continuar mobilizada para que a melhoria seja estendida até Tubarão. "A nossa intenção é que, finalizando essa obra, a gente volte a pedir para que seja de Gravatal a Tubarão, porque aí contempla todo o trecho da SC-370." Adria explicou que ainda não há detalhes técnicos do projeto, já que apenas a ordem de serviço foi anunciada, mas acredita que as informações deverão ser divulgadas em breve. "O importante é começar. Já é uma ordem de serviço, então é algo que já está assinado e protocolado para iniciar. Acredito que o mais breve possível a gente já vai ter novidades e melhorias nessa rodovia." Ela também informou que a diretoria da ACIVALE pretende buscar informações oficiais junto à Secretaria de Estado da Infraestrutura para repassá-las à população. A melhoria da SC-370 faz parte dos pleitos apresentados pela região dentro do programa Voz Única, da Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (FACISC). Entre as prioridades também estão soluções para o Morro dos Cavalos, investimentos nos hospitais regionais e obras estruturantes para os municípios.

Resposta Pronta
Exames. Declarações de Montenegro "caíram muito mal"

Resposta Pronta

Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 4:48


Filinto Lima da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas diz que os professores não são o problema na correção de exames nacionais e afirma que o processo termina hoje.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Bate-Papo Empreendedor
Papo Empreendedor EP: 205 - Thayni Librelato conversa com Henrique Martins

Bate-Papo Empreendedor

Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 49:56


Manhãzitos da 3
Somos todos primos!

Manhãzitos da 3

Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 14:23


E se agora fossemos todos primos? Olhem que é bem possível. Rui Faísca Pereira, da Associação Portuguesa de Genealogia, passou pelas Manhãs da 3 para uma conversa que, por nós, tinha durado o resto do dia. Não, do ano!See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jornal das comunidades
Spot Nordic entra na Aliança Europeia de Diplomacia Científica

Jornal das comunidades

Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 11:10


Uma conquista e um passo em frente para a Associação de Investigadores e Profissionais Graduados Portugueses nos Países Nórdicos. Investigadora lusodescendente lança livro «Venezuela, um país em suspenso».See omnystudio.com/listener for privacy information.

SNICAST - Podcast da SEICHO-NO-IE DO BRASIL
SNICAST #316 - Abrindo o canal da provisão infinita

SNICAST - Podcast da SEICHO-NO-IE DO BRASIL

Play Episode Listen Later Jul 13, 2026 25:25


Você já se perguntou por que algumas pessoas parecem viver em constante prosperidade, enquanto outras enfrentam dificuldades para realizar seus sonhos?A resposta pode estar na forma como nos conectamos com a Fonte de toda abundância. No SNICAST #315, o Preletor Bruno Chiba Faccini apresenta Ensinamentos valiosos. mostrando que a verdadeira prosperidade vai muito além dos bens materiais.Ao longo deste episódio, você compreenderá como eliminar pensamentos limitantes, fortalecer sua fé e abrir o coração para receber as infinitas bênçãos que já estão disponíveis para todos. Quando nossa mente se harmoniza com a Verdade, criamos as condições para que saúde, felicidade, paz e prosperidade se manifestem naturalmente em nossa vida.| Para saber mais sobre o Seminário da Prosperidade, acesse: https://snibr.org/seminario_prosperidade2026| Os livros-textos deste episódio são: Abrindo o canal da provisão infinita; Entrada para o mundo de Deus; Para adquirir e estudar ainda mais, acesse: https://snibr.org/livrariapod;| Participe das atividades presenciais em nossas Associações Locais! Para encontrar a mais próxima de você, acesse: https://snibr.org/pod_onde_encontrar| Conheça as Academias de Treinamento Espiritual da Seicho-No-Ie e participe de um de nossos Seminários! Para saber mais acesse: ⁠⁠https://rebrand.ly/academias_SNI⁠

NEPE Paulo de Tarso
O centro espírita - Artur Valadares

NEPE Paulo de Tarso

Play Episode Listen Later Jul 13, 2026 56:25


Palestra realizada no dia 16/01/2026 na Associação Espírita Obreiros do Bem, em São Carlos/SP, por ocasião do centenário da casa.

Impacto Positivo
A Transição para o Campo deve ser Segura, Realista e Autônoma

Impacto Positivo

Play Episode Listen Later Jul 13, 2026 117:04


Fique com a minha conversa com o Lucas Machado e Faber Naddeo em mais um episódio da série de pré-lançamento do livro "Colapso e Êxodo Urbano". Lucas Machado é um agrônomo e agricultor agroflorestal que atua no Sítio das Mangueiras, em Florestal/MG. Atuando desde 2009, Lucas também é um dos idealizadores e fundadores da Associação Florestalense de Agroecologia, um movimento que promove a agroecologia na região. Este vídeo foi ao ar como uma live no canal do Lucas e agora está sendo repostado em nosso canal junto com as outras entrevistas na playlist do pré-lançamento. Foi um excelente bate papo sobre os principais desafios do nosso tempo, o futuro das cidades, a construção de vidas resilientes no campo, autonomia, regeneração e informações sobre o lançamento oficial do livro "Colapso e Êxodo Urbano". O apoio por meio dos pedidos antecipados e com desconto podem ser realizado por esse link: https://forms.gle/S9QH49PGkgzY8gge6 Os lançamentos com eventos presenciais estão pré-agendados para o mês de Agosto. Por enquanto vamos ter eventos em Brasília, Campinas, Florianópolis, Gravatal (SC), Nova Petrópolis (RS) e Porto Alegre. Se você tem contatos com jornalistas, programas de TV e podcasts com alcance de audiência e gostaria de ver o livro chegando para um número maior de pessoas, por favor, fique à vontade para indicar o livro para esses canais e pessoas.

Entrevista Antena 1 / Jornal de Negócios - Uma Conversa Capital
Crise internacional leva a contração do investimento público

Entrevista Antena 1 / Jornal de Negócios - Uma Conversa Capital

Play Episode Listen Later Jul 12, 2026 45:07


Ricardo Gomes, presidente da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas, revela que "já há indícios de contenção na implementação dos planos das obras públicas".See omnystudio.com/listener for privacy information.

Os Pingos nos Is
Dino bloqueia bens de Valdemar / Lula libera R$ 32 bi em emendas

Os Pingos nos Is

Play Episode Listen Later Jul 11, 2026 120:01


Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta sexta-feira (10):O ministro do STF Flávio Dino determinou a suspensão de emendas parlamentares que, segundo a investigação, teriam sido indicadas de forma irregular pelo presidente do PL, Valdemar Costa Neto. A decisão também determina a indisponibilidade de bens do dirigente partidário. A defesa de Valdemar Costa Neto partiu para o ataque contra a decisão do ministro Flávio Dino (STF). Em nota oficial, os advogados afirmam que a canetada se baseia em "premissas frágeis e inferências subjetivas", acusando o magistrado de promover uma indevida criminalização da atividade política.O bloqueio de R$ 119,2 milhões decretado por Flávio Dino não é o primeiro revés financeiro expressivo de Valdemar Costa Neto. Uma apuração do repórter Bruno Pinheiro relembra que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob a gestão do ministro Alexandre de Moraes, condenou o PL a pagar R$ 22,9 milhões por litigância de má-fé. O Governo Lula desembolsou o montante recorde de R$ 32 bilhões em emendas parlamentares em apenas 6 meses deste ano, um valor 30% maior do que o registrado no mesmo período de 2022. Sob forte pressão do Congresso, o Planalto abriu o cofre às vésperas do período eleitoral. A federação partidária formada pelo Progressistas (PP) e pelo União Brasil decidiu recuar e não deve apoiar a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República. Conforme antecipado pela repórter Beatriz Manfredini, as siglas pretendem anunciar neutralidade, liberando seus filiados para apoiarem quem desejarem. O pré-candidato do partido Missão à Presidência da República, Renan Santos, disparou duras críticas contra o senador e concorrente Flávio Bolsonaro (PL). O fundador do Movimento Brasil Livre (MBL) questionou publicamente as reais motivações da candidatura do parlamentar ao Palácio do Planalto, afirmando que o senador "nunca quis ser presidente". A promotora Elayne Christina da Silva Rodrigues virou alvo de denúncia no Conselho Superior do Ministério Público do Rio de Janeiro após afirmar que é "inconstitucional" citar Deus em um evento oficial em Duque de Caxias. A representação, movida pela Associação dos Conselheiros e Ex-Conselheiros Tutelares, pede a abertura de procedimento administrativo contra a promotora. A Corregedoria Nacional de Justiça (CNJ) instaurou um pedido de providências para investigar a conduta do juiz Júnior da Luz Miranda, da Segunda Vara Criminal de Jales. O magistrado condenou um casal a 50 dias de detenção em regime semiaberto pelo crime de "abandono intelectual", após os pais decidirem educar as filhas de 11 e 15 anos em casa (ensino domiciliar). Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.

Canal Ser Flamengo
Justiça nega pedido de Landim e confirma conflito com SAF do Confiança

Canal Ser Flamengo

Play Episode Listen Later Jul 10, 2026 19:36


A Justiça do Rio negou o pedido de tutela de urgência de Rodolfo Landim contra o Flamengo. O ex-presidente tentava suspender o ato que o impediu de participar dos poderes internos do clube e questionava a alteração do artigo 77 do Estatuto Social.Na decisão, o juiz afirmou que não viu irregularidade, neste momento processual, na reforma estatutária aprovada pelo Flamengo. O magistrado também analisou o contrato entre a SAF da Associação Desportiva Confiança e a LG2 Consultoria e Gestão Esportiva LTDA., empresa da qual Landim é sócio.O ponto central da decisão é forte: a Justiça entendeu que a atuação de Landim no projeto do Confiança não se confunde com mera consultoria. Segundo o despacho, há ingerência e participação ativa em escolhas profissionais, planejamento estratégico e estruturação operacional da SAF.Neste vídeo, explicamos os pedidos de Landim, os argumentos do juiz, o impacto político da decisão e por que o caso vai além de uma disputa pessoal: envolve governança, conflito de interesse e proteção institucional do Flamengo.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?:    CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠serflamengo.com.br⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠TWITTER I ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@BlogSerFlamengo⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠INSTAGRAM I ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@BlogSerFlamengo⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #Landim

Rádio Cruz de Malta FM 89,9
APA de Orleans completa um ano de atendimentos e já acompanha 157 crianças com autismo

Rádio Cruz de Malta FM 89,9

Play Episode Listen Later Jul 10, 2026 11:38


A Associação Pró Autismo (APA) de Orleans completa, neste mês de julho, um ano de funcionamento da estrutura de atendimentos, consolidando-se como referência regional no acolhimento e acompanhamento de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Embora os atendimentos tenham iniciado em julho de 2025, a entidade foi fundada em 10 de agosto de 2021 e passou três anos estruturando o projeto antes de abrir as portas à comunidade. Em entrevista a presidente e membro fundadora da associação, Regiane Volpato, destacou que a criação da APA surgiu para suprir uma lacuna no atendimento às crianças autistas do município. Segundo ela, atualmente a instituição conta com duas fonoaudiólogas, uma neuropsicopedagoga e uma terapeuta ocupacional, oferecendo atendimento especializado às crianças, acolhimento às famílias e orientação às escolas. "Procuramos prestar esse auxílio às escolas para que o tratamento seja de fato efetivo, pois é difícil encontrar profissionais com conhecimento para atender a criança autista", afirmou. A APA conta hoje com uma estrutura voltada ao desenvolvimento das crianças. Entre os espaços disponíveis estão um jardim sensorial, sala de integração sensorial, consultórios de fonoaudiologia e neuropsicopedagogia. A entidade também já planeja ampliar os serviços. Regiane explica que a associação já recebeu equipamentos para implantar uma sala de música e uma academia voltada ao desenvolvimento psicomotor e à qualidade de vida das crianças, mas ainda busca um espaço físico maior para instalar os novos ambientes. "Queremos que a criança não venha apenas para a terapia. Queremos prepará-la para a vida adulta, oferecendo oficinas de música, dança e outras atividades", destacou. Outro projeto desenvolvido é um grupo de habilidades sociais, destinado às crianças maiores, com foco na convivência em sociedade. Hoje a associação atende 157 crianças, realizando aproximadamente 700 atendimentos por mês. O público principal é formado por crianças acima de seis anos de idade. Conforme explicou a presidente, os menores normalmente recebem estimulação precoce na APAE. Após essa idade, apenas os casos de deficiência intelectual severa permanecem na instituição, enquanto as demais crianças passaram a ser encaminhadas para a APA. Apesar da estrutura já consolidada, a demanda continua superior à capacidade de atendimento. "A demanda é maior e sempre há crianças em espera. Esbarramos na dificuldade de encontrar profissionais habilitados e também na questão financeira", ressaltou. Para manter os atendimentos, a associação conta com recursos dos governos estadual e federal, além do apoio do Município de Orleans, que cedeu o espaço para o início das atividades. Mesmo assim, Regiane afirma que a sustentabilidade financeira exige trabalho constante. "A gente sempre se vira nos 30, mas temos muitos parceiros porque a causa é nobre e a comunidade entende a necessidade de apoio. O trabalho não para nunca e temos que ir atrás, pois ninguém vem bater à porta para oferecer." Uma das principais fontes de arrecadação é a tradicional Feijoada da APA, realizada anualmente. Neste ano, o evento reuniu mais de 500 pessoas e proporcionou uma arrecadação líquida de aproximadamente R$ 50 mil, recurso utilizado para a manutenção dos atendimentos e da estrutura da entidade.

Renascença - Jogo de Palavra, As Entrevistas de Rui Miguel Tovar
Henrique Calisto: "Foi uma pega à séria, Fernando Couto e Stoitchkov"

Renascença - Jogo de Palavra, As Entrevistas de Rui Miguel Tovar

Play Episode Listen Later Jul 9, 2026 71:55


Henrique Calisto, presidente da Associação Nacional dos Treinadores de Futebol, é o convidado desta semana do Jogo de Palavra. Tem mundo dentro de si. Vai daí, fala de figuras como Ferreirinha, Lufemba, Rui Barros e ainda de uma aventura imensa no Vietname.

Resenha Econômica
Episódio 71 - Congo no Espírito Santo: história, fé e resistência

Resenha Econômica

Play Episode Listen Later Jul 9, 2026 31:20


Neste episódio, os petianos Felipe Barbosa e Lucas de Mattos recebem o convidado Deivid Soares, presidente da Associação das Bandas de Congo da Serra (ABC-SERRA), para falar sobre o Congo no Espírito Santo.A conversa aborda desde aspectos históricos e culturais do Congo no estado até os desafios e as mudanças que essa manifestação enfrentou ao longo do tempo. Trata-se de uma excelente oportunidade para aprender mais sobre a cultura e a história do nosso estado!

Ideias: Sustentabilidade em todos os recantos
T6Ep02: Um oásis de conservação: aprendizados da Comarca Lagunera

Ideias: Sustentabilidade em todos os recantos

Play Episode Listen Later Jul 9, 2026 15:28


Neste segundo episódio da sexta temporada do Podcast Ideias: Sustentabilidade em todos os recantos, seguimos pelo norte do México para conhecer iniciativas que demonstram como a conservação da natureza, a participação comunitária e a educação ambiental contribuem para a construção de territórios mais resilientes.Apresentado por Ana Célia Araújo e Yonara Santos, recebemos a Dra. Amorita Salas, bióloga, doutora em Manejo de Recursos Naturais, presidente da Associação Civil Tequio Lagunero e uma das principais referências da Comarca Lagunera em restauração ecossistêmica, educação ambiental e governança participativa.O episódio "Um oásis de conservação: aprendizados na Comarca Lagunera" nos leva ao Cañón de Fernández, uma Área Úmida Protegida no estado de Durango, onde a Dra. Amorita compartilha sua trajetória de mais de 30 anos dedicados à conservação e ao desenvolvimento comunitário.Quer saber mais? Então não perca este episódio!Vem conferir!Ficha Técnica:Ana Célia Baía Araújo (Vinheta, Pesquisa, Roteiro e Apresentação)Amorita Ivonne Salas Westphal (Entrevistada)Geová Marcelino da Rocha (Edição e Mídia)Yonara Claudia dos Santos (Vinheta, Pesquisa, Roteiro, Apresentação, Supervisão e Mídia)Zoraide Souza Pessoa (Coordenação)

PEBMED - Notícias médicas
Afya News | 08/07/26: Avanço contra o retrovírus, nova rede da Anvisa e regras na residência do Reino Unido

PEBMED - Notícias médicas

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 2:32


Fontes do episódio aqui:⁠https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/08-07-2026Nesta quarta-feira, o boletim analisa um ensaio clínico promissor em imunoterapia, a modernização das notificações de farmacovigilância e mudanças estruturais na carreira médica internacional. Abordamos o estudo de fase 1 publicado na Nature sobre o anticorpo monoclonal bispecífico 10E8.4/iMab, que demonstram excelente perfil de segurança e atividade antiviral ao se ligar a receptores celulares específicos para conter infecções. Detalhamos a nova ferramenta digital de buscas lançada pela Anvisa, que automatiza o envio de inconformidades técnicas e riscos de insumos diretamente por correio eletrônico. Por fim, discutimos no Radar a recente e rigorosa exigência da Associação Médica Britânica para o ingresso de profissionais formados no exterior em programas de residência no Reino Unido. Afya News. Informação médica confiável e atualizada no seu tempo.

Rádio UFRJ - Informação & Conhecimento
O que torna o jornalismo insubstituível em tempos de IA

Rádio UFRJ - Informação & Conhecimento

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 6:48


Após mesa de debates no Festival 3i, promovido pela Associação de Jornalismo Digital (Ajor), Alejandro Valdez Sanabria e Jazmin Acuña, do site paraguaio independente El Surti falam sobre como usar Inteligência Artificial generativa com consciência e responsabilidade para furar a bolha dos algoritmos e oferecer conteúdo relevante à audiência. Portal AzMina brasileiro desenvolve a Quitéria, ferramenta própria de IA para monitorar ações do Congresso sobre questões de gênero e sistematizar grandes volumes de dados. Reportagem: Ana Clara Ferreira e Brenno Almeida, com a colaboração de Luísa Lima e Arthur LouzadaEdição: Thiago Kropf

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 06/07/2026 | 1ª e 2ª EDIÇÃO: Flávio diz que Lula quer tarifas / Brasil fora da Copa

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Jul 6, 2026 303:05


Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (06): Em meio à escalada de tensão diplomática, o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) subiu o tom contra o Palácio do Planalto diretamente de Washington. Flávio afirmou que o governo petista é o "único interessado" na aplicação da sobretaxa de 25% contra produtos brasileiros. Reportagem de Marco Viana. A Seleção Brasileira está eliminada da Copa do Mundo de 2026. Em partida disputada nos Estados Unidos, neste domingo (5), o Brasil foi derrotado pela Noruega por 2 a 1. Em Brasília, noruegueses celebraram os dois gols do do camisa 9 do Manchester City em pleno solo brasileiro. O Brasil registrou um aumento estarrecedor de 125% nas notificações de violência contra crianças e adolescentes em um intervalo de cinco anos, de acordo com levantamento da Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM). O Palácio do Planalto corre contra o tempo e finaliza a redação de uma Medida Provisória ou Projeto de Lei com urgência constitucional focado na renegociação de dívidas rurais de produtores afetados por quebras de safra e extremos climáticos. A Venezuela confirmou que pelo menos 3 mil pessoas morreram e outras 16.000 ficaram feridas em decorrência do duplo terremoto de magnitudes 7,2 e 7,5 que assolou a costa norte e central do país. Mais de 4 mil socorristas internacionais, incluindo equipes enviadas por nações vizinhas, correm contra o tempo nos escombros na tentativa de localizar sobreviventes. Reportágem de Luca Bassani. O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) desponta na liderança isolada na primeira pesquisa Datafolha detalhada para a eleição ao Palácio dos Bandeirantes em 2026, alcançando 46% das intenções de voto no cenário estimulado de primeiro turno. A Câmara dos Deputados pode colocar em votação definitiva em plenário, ainda nesta semana, o Projeto de Lei que endurece severamente as punições para crimes de misoginia — definidos como o ódio, a aversão ou a manifestação de desprezo contra as mulheres. A guerra no Leste Europeu registrou uma violenta escalada na madrugada desta segunda-feira (6). Em uma ofensiva aérea massiva, as forças militares lideradas pelo presidente Vladimir Putin dispararam mísseis balísticos contra a capital ucraniana, Kiev. Cerca de 30 prédios residenciais foram destruídos e 14 pessoas mortas. A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ) corre contra o relógio para cumprir a determinação do Supremo Tribunal Federal (STF). O prazo de 48 horas estipulado pelo ministro Alexandre de Moraes para a entrega de todo o arsenal registrado em nome do ex-mandatário se esgota nesta segunda-feira (6). Após o senador Jaques Wagner (PT-BA) se afastar do cargo para conter desgastes de imagem provocados pela deflagração da Operação Compliance Zero da Polícia Federal, o ex-ministro da Educação e atual senador Camilo Santana (PT-CE) foi definido como o nome consensual para assumir a liderança da bancada do Partido dos Trabalhadores (PT) no Senado Federal. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

SNICAST - Podcast da SEICHO-NO-IE DO BRASIL
SNICAST #315 - Seicho-No-Ie na Prática #22: Avance e creia na vitória infalível

SNICAST - Podcast da SEICHO-NO-IE DO BRASIL

Play Episode Listen Later Jul 6, 2026 17:17


Você acredita verdadeiramente na força daquilo que pensa e declara?Neste episódio do SNICAST, o Preletor em Grau Sênior Paulo Cesar Rocha Ribeiro compartilha ensinamentos inspirados no livro O que deve fazer o dedicado à iluminação, mostrando como a fé, a prática da Verdade e a perseverança transformam desafios em oportunidades de crescimento. Ao fortalecer sua convicção na vitória da vida, você desperta a capacidade de avançar com confiança, gratidão e coragem, manifestando o bem em todas as áreas da sua existência.Ouça agora e fortaleça sua caminhada espiritual!| O livro-texto deste episódio é: O que deve fazer o dedicado à iluminação; Para adquirir e estudar ainda mais, acesse: https://snibr.org/livrariapod;| Para encontrar a Associação Local mais próxima de você, acesse: https://snibr.org/pod_onde_encontrar;| Quer começar a praticar a Meditação Shinsokan, mas não sabe como? Conheça a Meditação Shinsokan guiada: https://rebrand.ly/shinsokan_7min;| Acompanhe também as nossas redes sociais para mais conteúdos e novidades: https://rebrand.ly/FaceSNI (Facebook) e https://rebrand.ly/instaSNI (Instagram)

NEPE Paulo de Tarso
Há um século: o Espiritismo em perspectiva - Artur Valadares

NEPE Paulo de Tarso

Play Episode Listen Later Jul 1, 2026 61:54


Palestra realizada no dia 07/12/2025 na Associação União Espírita Porto-Alegrense, em Porto Alegre/RS.

PEBMED - Notícias médicas
Afya News | 01/07/26: IA no suporte à hematologia, recolhimento da Anvisa e sustentabilidade

PEBMED - Notícias médicas

Play Episode Listen Later Jul 1, 2026 2:31


Fontes do episódio aqui:⁠https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/01-07-2026Nesta quarta-feira, analisamos a incorporação de novos agentes de IA na linha oncológica, alertas de farmacovigilância da agência nacional e debates sobre sustentabilidade profissional. Abordamos o HemaGuide, um sistema de inteligência artificial voltado para a hematologia oncológica que organiza dados clínicos não estruturados e gera recomendações baseadas em mais de 2 mil casos reais. Detalhamos a determinação da Anvisa para suspensão e recolhimento de lotes específicos de antimicrobianos injetáveis e solução fisiológica devido a desvios de qualidade. Por fim, trazemos no Radar o posicionamento da Associação Médica Americana sobre os desafios econômicos e burocráticos que impactam a rotina e a sustentabilidade da prática médica. Afya News. Informação médica confiável e atualizada no seu tempo.

Pr Marcos Bomfim
#502 - Confiar em Deus Mesmo Sem Entender

Pr Marcos Bomfim

Play Episode Listen Later Jun 30, 2026 29:21


Mensagem apresentada em 31 de março de 2026, durante o programa semanal de oração da Associação Geral, em português . Caso você queira participar, abaixo seguem as informações:

SNICAST - Podcast da SEICHO-NO-IE DO BRASIL
SNICAST #314 - Perfeccionismo: defeito ou qualidade?

SNICAST - Podcast da SEICHO-NO-IE DO BRASIL

Play Episode Listen Later Jun 29, 2026 22:35


| Os livros-textos deste episódio são: Cresça Vigorosamente; Princípio básico da felicidade; Reconstruindo a vida humana;; Para adquirir e estudar ainda mais, acesse: https://snibr.org/livrariapod;| Participe das atividades presenciais em nossas Associações Locais! Para encontrar a mais próxima de você, acesse: https://snibr.org/pod_onde_encontrar| Conheça as Academias de Treinamento Espiritual da Seicho-No-Ie e participe de um de nossos Seminários! Para saber mais acesse: ⁠⁠https://rebrand.ly/academias_SNI⁠

Estadão Notícias
Start #434 com Daniel Gonzales: dos postes aos dados, a revolução que ilumina as cidades inteligentes

Estadão Notícias

Play Episode Listen Later Jun 27, 2026 36:19


Nos últimos anos, a iluminação pública deixou de ser apenas uma questão de eficiência energética para se tornar uma das principais portas de entrada para as cidades inteligentes. Com avanços em conectividade, monitoramento urbano e integração de serviços públicos, os municípios brasileiros começam a desenhar uma nova infraestrutura digital. Pelo País, 135 municípios com concessões de iluminação pública já contam com sistemas de telegestão, enquanto dezenas de projetos avançam na integração de novos serviços inteligentes. O desafio vai além da tecnologia: planejamento, governança e capacidade de planejamento são fundamentais para que as cidades aproveitem todo o potencial dessa transformação. Para falar sobre os desafios e as oportunidades desse cenário, o apresentador Daniel Gonzales recebe, no Start dessa semana, Pedro Iacovino, presidente da Associação Brasileira das Concessionárias Privadas de Iluminação Pública, a ABCIP. O programa vai ao ar nos canais digitais do Estadão, todas as quartas-feiras, e também no canal Estadão Analisa, aos sábados.See omnystudio.com/listener for privacy information.

SNICAST - Podcast da SEICHO-NO-IE DO BRASIL
VIVÊNCIAS #62 - Libertando-se do medo e da ansiedade

SNICAST - Podcast da SEICHO-NO-IE DO BRASIL

Play Episode Listen Later Jun 26, 2026 72:24


O medo e a ansiedade têm se tornado cada vez mais presentes na vida de muitas pessoas. Preocupações com o futuro, inseguranças, cobranças e desafios cotidianos podem gerar inquietação e impedir que vivamos plenamente a alegria e a paz que já existem em nossa verdadeira natureza. Mas como superar esses sentimentos e encontrar serenidade mesmo diante das adversidades?No episódio 62 do Podcast Vivências, os Preletores Milton Hitoshi Suga e Iara Regina Colombo recebem o Preletor em Grau Máster Milton Kazuo Norimatsu para uma conversa profunda e inspiradora sobre o tema: “Libertando-se do medo e da ansiedade”.Com base nos ensinamentos da Seicho-No-Ie e em experiências práticas de vida, o episódio apresenta reflexões valiosas sobre como transformar pensamentos, fortalecer a fé, desenvolver a confiança na Vida e reconhecer a proteção constante de Deus em nosso cotidiano. Este episódio é um convite para quem deseja viver com mais leveza, cultivar pensamentos positivos e fortalecer a certeza de que somos amparados pela Sabedoria e pelo Amor de Deus em todos os momentos.CITAÇÕES DE LIVROS:| Livro Preceitos de Luz;| Livro A Verdade da Vida v. 1;| Livro A Verdade da Vida v. 7;| Livro Convite a Felicidade v. 1;| Para adquirir os livros e estudar ainda mais, acesse: https://snibr.org/livrariapod;| Participe das atividades presenciais em nossas Associações Locais! Para encontrar a mais próxima de você, acesse: https://snibr.org/pod_onde_encontrar| Conheça as Academias de Treinamento Espiritual da Seicho-No-Ie e participe de um de nossos Seminários! Para saber mais acesse: ⁠⁠https://rebrand.ly/academias_SNI⁠| Deixe seu comentário no Youtube, no Spotify, ou compartilhe suas vivências conosco pelo e-mail: ⁠snicast@sni.org.br| Quer começar a praticar a Meditação Shinsokan, mas não sabe como? Conheça a Meditação Shinsokan guiada: https://snibr.org/Shinsokan_7min

Canaltech Podcast
Burnout no mundo tech: como identificar e prevenir a sobrecarga mental

Canaltech Podcast

Play Episode Listen Later Jun 25, 2026 13:04


No episódio de hoje do Podcast Canaltech, vamos abordar um tema cada vez mais relevante no universo da tecnologia: a sobrecarga mental e os afastamentos profissionais. Para essa conversa, recebemos o Dr. Antônio Geraldo, presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), que nos traz uma visão fundamental sobre a saúde mental no setor de tecnologia. Vamos discutir a alta incidência de burnout entre os profissionais de tecnologia, aprender a identificar os sinais da sobrecarga mental e explorar como diferenciar essas condições de transtornos psiquiátricos mais graves, como depressão e ansiedade. Você também vai conferir: Roubar celular pode ficar bem menos vantajoso para criminosos no Brasil, Meta está sendo cobrada por falhas no combate a deepfakes sexuais e STF acaba de abrir caminho para acelerar a expansão do 5G no Brasil. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de João Melo e Marcelo Fischer. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Livia Strazza e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O Antagonista
Lula associa roubo aos políticos brasileiros

O Antagonista

Play Episode Listen Later Jun 24, 2026 13:05


Presidente da República declarou que jovens podem se candidatar caso achem que todo político é ladrão.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto   de Brasília.     Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil.     Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado.    Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube.  https://www.youtube.com/@OAntagonista  Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay:  https://assine.oantagonista.com.br/   Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #LulaPolíticos #DeclaraçãoLula #PolêmicaPolítica #LulaRoubo #PolíticaBrasil #DiscursoLula #NotíciasBrasil #DebatePolítico #ViralPolítica #CongressoNacional #CortesDePodcasts #PodcastDePolítica #CortesDoYoutube #Atualidades #TrendingTopicsBrasil #ComentárioPolítico #DiscussãoPolítica #ÁudioViral #Oposição #LulaViral

NEPE Paulo de Tarso
Pecado e virtude originais - Artur Valadares

NEPE Paulo de Tarso

Play Episode Listen Later Jun 24, 2026 42:43


Palestra realizada no dia 12/11/2025 na Associação Espírita Obreiros do Bem, em São Carlos/SP.

Property Management Business
78. Why Grace Management Sold Their Property Management Company

Property Management Business

Play Episode Listen Later Jun 23, 2026 52:06


Why would we sell our successful, growing property management company? In this special episode of the Property Management Business Podcast, the microphone gets turned around as Kit Garren interviews Marc Cunningham about Grace Property Management's recent sale to Associa and Rhome Property Management. After announcing the sale earlier this year, Marc received countless questions from industry peers: Was the company struggling? Was he burned out? Was this an exit strategy? In this candid conversation, Marc shares the real story behind the decision. You'll hear how Grace Management evolved from a family business founded in 1978 to one of Denver's most respected property management companies, why the company began exploring acquisition opportunities while business was thriving, and how concepts like risk management, succession planning, team stability, and long-term vision ultimately influenced the decision. Whether you have 100 doors or 10,000, this episode offers valuable insights into viewing your business as an asset, thinking strategically about the future, and making decisions that serve both your team and your legacy. Connect for Kit Garren: Kit.garren@rhomepm.com 828-779-5504 Property Manager Websites - the highest performing property management website in the industry Vendoroo- An always-on AI teammate to handle all aspects of maintenance Enterprise Bank & Trust - Property Management banking specialists   Rentvine - the property management software you can trust   Lending One - real estate loans for investors   Reconcile Daily - corporate & trust accounting experts   PMbuild - Marc's education for property managers   Denver Property Management - Grace Property Management website   This podcast is produced by Two Brothers Creative.  

Lutz Podcast
A Ciência Descobriu Algo Inesperado Sobre a Vida Após a Morte - Alexander Moreira | Lutz Podcast #448

Lutz Podcast

Play Episode Listen Later Jun 22, 2026 101:43


SNICAST - Podcast da SEICHO-NO-IE DO BRASIL
SNICAST #313 - A gratidão cura

SNICAST - Podcast da SEICHO-NO-IE DO BRASIL

Play Episode Listen Later Jun 22, 2026 33:14


| Os livros-textos deste episódio são: Podemos ser mais felizes; Educação da vida: Um tesouro valioso; Para adquirir e estudar ainda mais, acesse: https://snibr.org/livrariapod;| Participe das atividades presenciais em nossas Associações Locais! Para encontrar a mais próxima de você, acesse: https://snibr.org/pod_onde_encontrar| Conheça as Academias de Treinamento Espiritual da Seicho-No-Ie e participe de um de nossos Seminários! Para saber mais acesse: ⁠⁠https://rebrand.ly/academias_SNI⁠| Para saber mais sobre a Oração da Cura Divina (Forma Humana), acesse: https://snibr.org/forma_humana_pod| Está passando por alguma situação difícil e quer uma orientação pessoal da Seicho-No-Ie? Mande um e-mail para orientacao@sni.org.br

SBS Portuguese - SBS em Português
Primeira vitória: Brasileiros na Austrália no antes, durante e depois do jogo contra o Haiti

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later Jun 20, 2026 18:40


Brasil vence o Haiti por 3 a 0 na Copa do Mundo de 2026, e a comunidade brasileira na Austrália transformou o histórico 'Meat Market' em Melbourne em uma grande festa verde e amarela e também Junina. Entre expectativa, emoção e muita celebração, brasileiros se reuniram nessa grande festa organizada pela Abrisa, a Associação Brasileira para o Desenvolvimento Social e Integração na Austrália.Brasil vence o Haiti por 3 a 0 na Copa do Mundo de 2026, e a comunidade brasileira na Austrália transformou o histórico 'Meat Market' em Melbourne em uma grande festa verde e amarela e também Junina. Entre expectativa, emoção e muita celebração, brasileiros se reuniram nessa grande festa organizada pela Abrisa, a Associação Brasileira para o Desenvolvimento Social e Integração na Austrália.

Morning Show
Tensão entre candidatos da direita

Morning Show

Play Episode Listen Later Jun 16, 2026 119:07


Confira no Morning Show desta terça-feira (16): Há quatro meses das eleições cada vez mais o cenário que se desenha é de um pleito com diversos candidatos identificados com a direita e apenas um de esquerda. O sofá debate se o melhor para os pré-presidenciáveis é se unir ou seguir caminhos próprios até o Planalto. A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) deve decidir nesta terça-feira (16) se condena ou absolve o deputado cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) pelo crime de coação no curso do processo. Caso seja condenado, ele poderá ficar inelegível. Em maio, a Procuradoria-Geral da República (PGR) acusou Eduardo de atuar junto ao governo de Donald Trump, nos Estados Unidos, para criar um ambiente de instabilidade e temor, com ameaças e projeção de possíveis retaliações estrangeiras contra ministros do STF. O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) deu declarações fortes sobre seu concorrente Flávio Bolsonaro (PL). Segundo o ex-governador, o filho de Jair Bolsonaro (PL) “perdeu a chance de bater Lula (PT) no 2° turno” a partir do caso Vorcaro e da visita à Donald Trump. A Polícia Federal realizou uma operação no interior de São Paulo nesta terça-feira (16) para desarticular um grupo que trazia drogas da Bolívia para o Brasil de avião para abastecer bocas de fumo na capital paulista. A operação Stratus prendeu oito dos dez suspeitos da organização criminosa em Presidente Prudente. Uma arma de fogo registrada no nome do ex-presidente Jair Bolsonaro foi apreendida na noite de segunda-feira (15) pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), durante uma blitz de rotina em Taguatinga. O armamento estava em posse de um militar do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), que conduzia o veículo no momento da abordagem.Ao ser questionado pelos agentes, o funcionário informou que o objeto estaria quebrado e que o levaria para o conserto. A informação foi divulgada inicialmente pelo portal Metrópoles e confirmada pela Jovem Pan. O cantor Gilberto Gil afirmou defender uma “união de forças” contra a polarização e que isso seria a “ascensão da direita no Brasil”, as declarações foram dadas ao jornal britânico Financial Times. Segundo o ex-ministro da cultura, “a esquerda está mais interessada no progresso do Brasil” e que “não há opção para nada diferente”. O presidente Lula (PT) viajou para o encontro do G7 nesta terça-feira (16) na França, e aproveitou para discutir com o presidente do país, Emmanuel Macron, sobre o acordo Mercosul-União Europeia. Macron é contrário ao acordo, que tem sofrido com vetos à carne brasileira. Após a morte da jovem Maria Eduarda em um salto de rope jumping sem corda, os riscos da prática de esportes radicais em São Paulo voltou ao debate público. Um dos pontos de atenção em SP é o viado Sumaré, ponto conhecido pela prática de rapel e bungee jumping, mesmo com leis municipais proíbindo saltos no local. Com o período da Copa do Mundo, encontros sociais para assistir aos jogos tornam-se mais comuns, mas fica a dúvida: bares e restaurantes podem cobrar entrada para exibição dos jogos? A resposta da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) é clara: Não! Manu Carvalho, apresentadora do Match Gastronômico, responde dicas de moda para assistir os jogos da Copa do Mundo em diferentes situações. Blusa de time tá permitido em lugares chiques? Essas e outras notícias você confere no Morning Show.

Canaltech Podcast
GWM explica por que híbridos flex devem crescer no Brasil

Canaltech Podcast

Play Episode Listen Later Jun 15, 2026 13:57


O mercado automotivo brasileiro vive um momento curioso: enquanto o mundo acelera rumo aos carros elétricos, as montadoras voltaram a apostar forte no etanol. Durante um evento em Brasília, a GWM lançou o Haval H6 Hybrid Flex e reforçou a estratégia de combinar eletrificação com biocombustíveis, uma solução pensada especialmente para a realidade brasileira. No novo episódio do Podcast Canaltech, Paulo Amaral conversa com Ricardo Bastos, presidente da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE) e diretor de relações institucionais da GWM, sobre o avanço dos híbridos flex, a chegada das montadoras chinesas ao Brasil e os próximos passos da eletrificação no país. O executivo também explica por que o Brasil pode se tornar referência mundial ao unir carros híbridos e etanol. Você também vai conferir: Seu Kindle provavelmente faz muito mais do que você imagina, celular do Trump pode ser menos “novo” do que parecia, Globo quer estrear a TV 3.0 com novelas em 4K. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Nathan Vieira, Bruno Bertonzin, João Melo e Danielle Cassita. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Livia Strazza e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O Assunto
A pesquisa eleitoral suspensa por Nunes Marques a pedido de Flávio

O Assunto

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 25:25


Convidado: João Francisco Meira, doutor em Ciência Política, sócio fundador do instituto Vox Populi e presidente do Conselho de Opinião Pública da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa, e Joel Pinheiro, economista, mestre em filosofia pela USP e comentarista da GloboNews. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, o ministro Nunes Marques, determinou nesta segunda-feira (8) a suspensão de uma pesquisa eleitoral que apontava queda no desempenho de Flávio Bolsonaro após a revelação das mensagens e dos áudios nos quais o pré-candidato a presidente pede dinheiro para Daniel Vorcaro para financiar o filme ‘Dark Horse', sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. A pedido de Flávio e do PL, Nunes Marques decidiu monocraticamente que o instituto Atlas Intel não pode mais divulgar o resultado daquela rodada de pesquisa realizada em maio, logo após a revelação da conversa. A decisão do ministro diz que a inclusão de perguntas sobre o escândalo do Banco Master configura “contaminação metodológica”. A Atlas Intel afirma que essas perguntas foram apresentadas depois do questionário eleitoral e que não tiveram interferência no resultado – outros institutos também mostraram tendência de queda no desempenho de Flávio. O plenário do TSE iniciou nesta terça votação para validar ou derrubar a liminar de Nunes Marques. Neste episódio, Natuza Nery entrevista dois convidados. Primeiro, ela fala com João Francisco Meira, presidente do Conselho de Opinião Pública da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa, sobre o ineditismo da decisão em uma corte superior. Depois, participa Joel Pinheiro, que avalia a importância das pesquisas para que os eleitores estejam bem-informados.

Debate da Super Manhã
Ciclo junino e os cuidados com as fogueiras

Debate da Super Manhã

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 46:49


Debate da Super Manhã: A tradição das fogueiras, um dos símbolos mais antigos das comemorações juninas, continua presente em diversas cidades e comunidades, mantendo viva uma importante herança da cultura popular. Ao mesmo tempo, essa prática exige atenção aos cuidados necessários para prevenir acidentes. No debate desta quarta-feira (24), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os convidados sobre os riscos de ocorrências envolvendo fogueiras, as orientações sobre como agir em casos de queimaduras, o equilíbrio entre a manifestação cultural e a segurança, além do simbolismo das fogueiras juninas como expressão de alegria, cultura e prevenção. Participam o coordenador-geral do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) do Recife, Dr. Leonardo Gomes, o comandante da 1ª Seção de Bombeiros de Incêndio do Grupamento de Incêndio do Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco (CBMPE), Tenente Tiago André, o cirurgião plástico da Unidade de Queimados do Hospital da Restauração (HR), Dr. Marcos Barreto, e o historiador Eduardo Castro, membro da diretoria da Associação Nacional de História - Seção Pernambuco (ANPUH-PE) e doutorando em História na UFPE.