POPULARITY
Categories
La diferencia entre el propósito, la filosofía y los objetivos, podría cambiar sustancialmente tu bienestar y forma de vivir. Lo comparto contigo porque para ti, quiero que estés bien también y logres definir esto en pro de tu vida.
“Uma pessoa sozinha não vive, só sobrevive. Viver é um acontecimento social”, defende António Castro Caeiro, professor e filósofo, que define “Filosofia” como “obsessão compulsiva pela transparência”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Hoy has cambiado de personaje quince o veinte veces sin darte cuenta. Y no, no estás fingiendo tu vida. Si vives con la sensación de llevar una careta que pesa, o llegas reventado a la noche solo de "quedar bien" todo el día, este episodio te quita esa culpa de encima. A partir de un clásico de la sociología, "La presentación de la persona en la vida cotidiana", de Erving Goffman, descubrirás por qué actuar no te hace falso sino capaz de convivir, cuánto te cuesta sostener el escaparate, y por qué el mundo moderno te está demoliendo ese rincón donde dejas de actuar. Te llevas un ejercicio sencillo para mapear tus papeles y recuperar un espacio sin público.Antes de exigirte ser "más auténtico", ¿cuándo fue la última vez que pasaste un rato sin que nadie te observara?
QUAL O SEU NÍVEL DE INVESTIDOR? FAÇA O TESTE E DESCUBRA: https://lp.mmakers.com.br/cmm06-m3-club-quiz?xpromo=MI-CMM06-YT-BANNER-X-20260616-BANNERSOBREQUIZINVESTIDOR-MM-XTodo mundo quer falar de sucesso. Mas quase ninguém quer admitir o papel da sorte, do acaso e do medo na própria vida.Neste episódio do Market Makers, Thiago Salomão, Leopoldo Rosa e Matheus Soares recebem novamente Clóvis de Barros para uma conversa sobre dinheiro, sucesso, felicidade, autenticidade, redes sociais, Faria Lima, ignorância, paternidade e o que realmente faz uma vida valer a pena.Clóvis explica por que nem tudo é mérito, por que a sorte pode mudar uma trajetória inteira, por que as pessoas têm tanto medo de dizer o que pensam e como o olhar do outro pode transformar uma vida em performance.A conversa também passa por Sócrates, Espinosa, internet, cancelamento, desejo, reputação, “faria limers”, a história que mudou a carreira de Clóvis e uma reflexão poderosa sobre amor, filhos e paternidade.No episódio de hoje:-O papel da sorte no sucesso-Por que o acaso muda uma vida-Dinheiro, desejo e a ideia de “suficiente”-Autenticidade em tempos de cancelamento-O medo de falar o que se pensa-A ilusão de saber tudo-Sócrates, ignorância e sabedoria-Paternidade, amor e sentido da vida-Filosofia aplicada ao investidorDeixe nos comentários: você acredita mais em mérito, sorte ou acaso?
Eu sou Ludimeri Picelli, coordenadora da Casa Espírita Luiz Picelli, em Maringá-Paraná-Brasil e estou fazendo a leitura do livro FILOSOFIA ESPÍRITA, VOLUME 4, ditado pelo espírito Miramez, ao médium João Nunes Maia, cujo livro traz reflexões elaboradas sobre a obra O livro dos Espíritos, de Allan Kardec.Este livro é de estudos e reflexões e por isto iremos lendo pergunta a pergunta de O Livro dos Espíritos, da Doutrina Espírita, codificada por Allan Kardec, para que possamos assimilar bem o seu conteúdo e estabelecermos a tal reforma de pensamento e comportamento, que Jesus espera de nós.Este é o segundo de uma série de vinte livros, em que Miramez comenta as perguntas de O Livro dos Espíritos, objetivando orientar-nos no estudo dessa obra ímpar, sem qualquer pretensão, a não ser fornecer subsídios para melhor entendê-la e trilhar com segurança o caminho da Luz.O que Miramez pretende não é decodificar O Livro dos Espíritos para nós leitores, mas apresentar-nos alguns pontos para nossa meditação, a respeito de cada pergunta, para que possamos entrar em sintonia com a bondade e a paz que são emitidas pelo Amor Maior.Nossos podcasts são leituras de livros e mensagens da doutrina espírita, que foram ditados pelos nobres espíritos de eskol e codificadas por Allan Kardec, bem como outras obras psicografadas por médiuns de renome, trazendo-nos uma doutrina reveladora e libertadora, para, assim, entender o Cristianismo Redivivo.- para nos ajudar, doe-nos um café, faça um pix caridadeamoreluz@gmail.com, ou pelo cnpj pix 37.965.614/0001-18, pois suas doações nos manterão no ar, e ajudarão nossas ações sociais, cursos, podcasts, com bastante elevação aos sentimentos daqueles que se aproximam de nós.- visite nosso site celp.org.br - visite nossas redes sociais facebook e instagram, com o nome celppicelli e youtube celp-picelli- venha estudar em nossa escola: MAGNA - Centro de Excelência em Magnetismo e Apometria- venha somar conosco? Venha ser um caminheiro CELP-PICELLI
E se governos e corporações esconderam vida extraterrestre por décadas porque simplesmente não confiam em você? Essa é a provocação central de Dia D, o novo filme de Steven Spielberg que estreou em junho de 2026 com 115 milhões de dólares de orçamento, John Williams aos 94 anos na trilha sonora e uma pergunta filosófica que incomoda muito mais do que qualquer alienígena.Porque o grande tema aqui não é o contato com seres de outro planeta. É a empatia. É a capacidade humana de olhar nos olhos de algo completamente diferente e reconhecer sofrimento. E é o confronto entre quem acredita que a verdade pertence a todos e quem acha que a humanidade simplesmente não está pronta para ela.Rafael Arinelli, Laysa Zanetti, Fabiana Lima e Marcelo Muller debatem Dia D, e falam sobre "breguice" sentimental de Spielberg sobre ser um defeito ou a única resposta honesta ao cinismo moderno, discutem por que Emily Blunt e Colman Domingo roubam cada cena que aparecem, e enfrentam a questão que divide o grupo: o público de 2026 ainda tem literacia visual suficiente para acompanhar um cinema que confia na inteligência de quem assiste?O assombro ainda é possível. Mas você precisa querer sentir.• 05m58: Pauta Principal• 1h18m03: Plano Detalhe• 1h34m25: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos padrinhos:• André Marinho Moreira• Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Guilherme S. Arinelli• Thiago Custodio Coquelet• Wilmar Arinelli Jr• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• X: https://cinemacao.short.gy/x-cinemacao• BlueSky: https://cinemacao.short.gy/bsky-cinemacao• Facebook: https://cinemacao.short.gy/face-cinemacao• Instagram: https://cinemacao.short.gy/insta-cinemacao• Tiktok: https://cinemacao.short.gy/tiktok-cinemacao• Youtube: https://cinemacao.short.gy/yt-cinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir de R$30,00, você terá acesso a conteúdo exclusivo e muito mais! Não perca mais tempo, torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Fabi): Filme: Contatos Imediatos (Corte do Diretor)• (Fabi): Filme: A.I.• (Fabi): Filme: Minority Report• (Fabi): Série: Margô Está Em Apuros• (Fabi): Álbum: Olivia Rodrigo - You Seem Pretty Sad for a Girl So in Love• (Laysa): Documentário: Instinto Materno• (Laysa): HQ: Faísca - Ilustralu• (Marcelo): Filme: Planeta Proibido• (Marcelo): Streaming: Tela Brasil• (Rafa): Animação: O Menino e o Mundo• (Rafa): App: Wispr FlowEdição: ISSOaí
O que fazemos com o que o tempo faz de nós? Parece que temos pressa. Não podemos evitar de ler o romance que nos encanta, e depois ver o filme que nos instiga, e ainda ler poesia antes de dormir — e isso depois de lavar roupa e preparar o almoço e entregar o imposto de renda e dar aulas e, e, e. Será que é possível continuar apostando na calma como diretriz filosófica geral para a vida? Nesta conversa, partimos da ideia de que a ansiedade, assim como a dor, é parte de tudo o que é grande. Assim, pensamos a demora como indício das paixões que merecem a lentidão, e que trarão como inevitável consequência — o apressar. ParticipantesRafael LauroRafael TrindadeLinksTexto lidoOutros LinksFicha TécnicaCapa: Felipe FrancoEdição: Pedro JanczurAss. Produção: Bru AlmeidaTexto: Rafael LauroGosta do nosso programa?Contribua para que ele continue existindo, seja um assinante!Support the show
Acquista il mio nuovo libro, "Neanche Nietzsche era un superuomo": https://amzn.eu/d/0hN113ZXI concetti di essere, nulla e divenire analizzati all'interno della logica e della metafisica hegeliane.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/dentro-alla-filosofia--4778244/support.
di Gianluca Briguglia | È davvero finito il tempo del diritto ed è iniziato quello della forza? In questo episodio speciale di Bestiario Politico, registrato live al Festival della Filosofia dell'Alto Cilento, Gianluca Briguglia affronta una delle domande più urgenti del nostro presente, attraversando il pensiero di Platone, Tucidide, Sant'Agostino, Machiavelli, Dante e Kant. Dalla celebre idea di Trasimaco secondo cui la giustizia coincide con l'interesse del più forte, fino alle riflessioni sulla guerra preventiva, sul riarmo europeo e sui limiti dell'ordine internazionale, emerge un quadro complesso in cui diritto e potere sono da sempre intrecciati. Ma esiste un'alternativa alla logica della sopraffazione? Attraverso le figure di Gandhi, Martin Luther King ed Eisenhower, l'episodio esplora il valore della nonviolenza, della deterrenza e della responsabilità politica. Un viaggio tra classici del pensiero e questioni contemporanee per capire se la pace sia un'utopia o una possibilità concreta del nostro tempo. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O Autores e Livros desta semana convida os ouvintes a mergulharem em histórias de suspense, mistério, ficção reflexiva e poesia, em uma edição que reúne autores brasileiros e estrangeiros em torno de temas como justiça, memória, violência, tecnologia e condição humana. O programa abre com uma entrevista com o escritor Humberto Pimentel sobre o romance “Morte na fronteira”. Na obra, um ex-perito criminal e advogado se envolve em uma investigação marcada por segredos, dilemas éticos e ambiguidades morais. O autor fala sobre a construção da narrativa e sua experiência no sistema de justiça, que inspirou o livro. Em destaque também, o thriller psicológico “Até que a morte se disfarce”, de Danilo Quartiero Filho, e “O menino que desenhava as sombras”, da italiana Oriana Ramunno, romance que combina ficção histórica e investigação policial em Auschwitz durante a Segunda Guerra Mundial. O programa apresenta ainda “Iluminadas”, de Lauren Beukes, thriller que mistura serial killer e viagens no tempo. Nas dicas de leitura, “Biotecnosfera: uma experiência de sociedade”, de Lucas Araújo, reflexão ficcional sobre o futuro da humanidade, e “Filosofia com aroma de café: reflexões de mãe e filha”, de Lúcia Helena e Isabella Galvão, obra que aproxima a filosofia das experiências cotidianas. A poesia encerra a edição com o quadro Entrelinhas, dedicado a “Da Poesia”, coletânea que reúne a produção poética de Hilda Hilst, uma das vozes mais importantes da literatura brasileira.
Hai paura di essere conosciuto? Non monitorato. Conosciuto.In questa puntata parto da un esperimento mentale per esplorare una domanda che nessuno sembra fare: cosa accade alla nostra coscienza quando un sistema AI ci restituisce uno specchio preciso delle nostre contraddizioni?Non rispondo se la macchina pensa. Mi chiedo cosa pensa di noi, e chi ha deciso cosa conta come noi.Ascolta e dimmi: ti sei mai sentito visto da un sistema AI? Raccontamelo nei commenti.00:00:00 Intro: l'AI che sa chi sei00:02:30 Il confessionale come dispositivo filosofico00:04:49 Agostino, Socrate e la maieutica00:06:39 L'AI come specchio, non come coscienza00:07:41 La coscienza è relazionale: Mead e Levinas00:09:10 Domanda giusta: cosa accade a noi?00:10:00 Prima implicazione: l'AI che ci conosce male00:11:01 Seconda implicazione: chi progetta lo specchio00:12:42 Terza implicazione: la coscienza distribuita00:13:52 Principio uno: maieutica, non oracolo00:14:43 Principio due: mantieni la norma morale00:15:33 Principio tre: diffida degli specchi limpidi00:16:27 Conclusione: la domanda che conta davveroAscolta "La mia vita spaziale": Spotify, Apple Podcast, YouTube: www.andreabrugnoli.click/podcastGuarda il video completo: https://youtu.be/_YNTNsMmdqoCommenta su Telegram: www.andreabrugnoli.click/telegramLascia una recensione Google: www.andreabrugnoli.click/stelline#FilosofiaAI #CoscienzaDigitale #IntelligenzaArtificialeDiventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/la-mia-vita-spaziale--2578955/support.© Andrea Brugnoli – Tutti i diritti riservati.
LeoniFiles - Amenta, Sileoni & Stagnaro (Istituto Bruno Leoni)
Diamo per scontato che l'autocoscienza appartenga solo agli esseri umani. Ma cosa succede quando un robot inizia a mostrare barlumi di ciò che pensavamo appartenesse solo agli umani? In questa nuova puntata di LeoniFiles in versione interviste affrontiamo una delle frontiere più affascinanti, complesse e dibattute della tecnologia moderna: la coscienza artificiale. Lo facciamo con Antonio Chella, professore ordinario di robotica all'Università di Palermo, nonché autore del libro "Può un robot emozionarsi? Riflessioni sull'intelligenza artificiale, la coscienza e le emozioni nelle macchine" (Mondadori Università 2026). Sganciandoci dai rigidi steccati accademici, la discussione esplora i limiti dell'IA computazionale e l'importanza della corporeità (embodiment) per lo sviluppo di una reale percezione sensoriale e consapevolezza di sé. Dal funzionamento del linguaggio interno dei robot agli esperimenti pratici di autoriconoscimento, riflettiamo sul corretto inquadramento istituzionale e antropologico di queste riforme tecnologiche. Un'analisi che mette al centro la sussidiarietà della ricerca, il libero mercato dell'innovazione e il valore insostituibile dell'arbitrio umano dinanzi all'avanzata degli automatismi digitali. Preferisci seguire su YouTube?
Per Seneca a volte il male è dentro di noi, non intorno a noi. Migliorare se stessi è l'unico modo per migliorare la vita.Contenuti BONUS su PATREONPer informazioni sui corsi di italiano: info@italianoavanzato.comsito: Italiano AvanzatoScopri la VIDEOGRAMMATICA di Italiano Avanzato! Sostieni il podcast consigliandolo ai tuoi amici!
Le prime pagine dei principali quotidiani nazionali commentate in rassegna stampa da Davide Giacalone. I 14 punti sull'accordo USA Iran, UE e USA di nuovo uniti dopo il G7, l'allarme di Mattarella sull'AI. In collegamento la nostra squadra di cronisti mondiali. Con Paolo Pacchioni abbiamo parlato del debutto del Portogallo. Con Andrea Salvati abbiamo analizzato la vittoria dell' Inghilterra sulla Croazia Con Tommaso Angelini le partite giocate nella notte: Uzbekistan-Colombia e Ghana-Panama. Nicolò Pompei ci ha parlato delle partite in programma nelle prossime ore. Maturità 2026 per oltre 500mila studenti. Ci ha raggiunto in diretta per un saluto il Giuseppe Valditara, ministro dell'Istruzione e del Merito. Maturità. Manca poco all'apertura delle buste per la prima prova della Maturità 2026. Parliamo dello scritto di italiano. Ci raggiunge in diretta Telmo Pievani, Filosofo, Professore di Filosofia delle scienze biologiche all'Università di Padova (è stato uno dei protagonisti della Prima Prova della Maturità 2025). Spazio Attualità. Gli esteri. In diretta con noi, Ettore Sequi, ambasciatore, già segretario generale del Ministero degli Affari Esteri e della Cooperazione Internazionale. “Non chiudere gli occhi”, la rubrica radiofonica nata dalla collaborazione tra Autostrade per l'Italia e @RTL 102.5 , dedicata alla sicurezza stradale. Ospiti di questa puntata, Edward Von Freymann, fondatore e presidente della fondazione Gaya Von Freymann. Edward Von Freymann, è il papà di Gaia Von Freymann, la sedicenne investita e uccisa a Roma nella notte del 22 dicembre 2019 insieme all'amica Camilla Romagnoli. L'attualità, commentata dall'editorialista del corriere della sera, Beppe Severgnini. Continua il nostro viaggio con Gallerie d'Italia, questa volta andiamo al salone del libro. Come sempre ritroviamo Michele Coppola, direttore centrale arte, cultura e beni storici di Intesa Sanpaolo e direttore delle Gallerie d'Italia, oggi alla mostra fotografica di Candiolo, dedicata ai campioni, insieme al direttore generale Fondazione Ricerca sul Cancro, Gianmarco Sala. All'interno di Non Stop News, con Giusi Legrenzi, Enrico Galletti e Massimo Lo Nigro.
Llevas años haciéndolo todo bien y aun así se te escapa. ¿Y si el problema no es tu esfuerzo, sino desde dónde persigues? Este episodio te muestra por qué perseguir desde el agobio aleja justo lo que quieres, y cómo cambiar el estado desde el que actúas para dejar de remar tanto. Trabajamos "Super Attractor", de Gabrielle Bernstein, traduciendo su lenguaje místico a una mecánica muy terrenal y útil tanto si eres espiritual como si eres el más escéptico del mundo. Te llevas herramientas concretas: cómo cambiar el "termostato" de tus pensamientos, por qué sentirte bien no es el premio sino el método, y cómo soltar el control sin caer en la pasividad.Antes de remar más fuerte esta semana, ¿y si pruebas a cambiar el sitio desde el que remas?
Dafne Guida"Se formasse una sola canzone"Canzoniere pedagogico per le nuove generazioniA cura di Francesco Cappa, Dafne Guida, Angelo VillaMimesis Edizioniwww.mimesisedizioni.itLa musica, soprattutto quella dei grandi cantautori, è da sempre una presenza forte nell'immaginario educativo. Ma troppo spesso resta sullo sfondo, evocata ma mai davvero ascoltata. Questo libro parte dall'idea che le canzoni possano diventare strumenti vivi per pensare, raccontare e trasformare l'educazione.Stanchi di un dibattito educativo che gira a vuoto tra competenze, ruoli e rivalità professionali, gli autori propongono un'alternativa più umana e appassionata. Con uno stile serio ma leggero, danno spazio a una nuova generazione di educatori, insegnanti, pedagogisti, psicologi e operatori sociali, giovani uomini e donne, tra i 25 e i 40 anni, che vivono il proprio lavoro come un intreccio di senso, immaginazione e storie personali.Un volume che canta l'educazione, la fa vibrare, e invita chi legge a rimettere al centro ciò che davvero conta: le persone, le emozioni, le esperienze.Dafne Guida è imprenditrice sociale, consulente pedagogica e pianista. È laureata in Filosofia con un Master in Clinica della formazione. Direttrice generale dell'impresa sociale Stripes, è attiva nella progettazione e gestione di servizi educativi e di welfare comunitario. Collabora con diversi istituti scolastici in tutta Italia come psicopedagogista e formatrice, consigliera della Fondazione Bambini Bicocca e membro del comitato di redazione della rivista "Pedagogika" per cui cura la rubrica "Attual-mente" dedicata ai temi caldi dell'educazione. Tra le diverse pubblicazioni su servizi educativi e welfare ha curato il volume Verso una nuova creatività pedagogica (2020).Francesco Cappa è professore associato di Pedagogia generale e Pedagogia sociale presso l'Università degli Studi di Milano-Bicocca. È allievo di Riccardo Massa e Angelo M. Franza, esperto in clinica della formazione, studia i rapporti tra educazione degli adulti, filosofia, teatro ed estetica. Direttore del Centro Studi Riccardo Massa. È autore di Formazione come teatro (2016), Verso una pedagogia degli effetti (2018) e curatore di Il senso nell'istante (con C. Negro, 2006), Figure dell'infanzia di Walter Benjamin (con M. Negri, 2012), Arte educazione creatività di J. Dewey (2023) e Franz Kafka di Walter Benjamin (2022).Angelo Villa è psicoanalista e saggista. Docente Irpa a Milano e ad Ancona, Ipp Palermo. È autore di Pink Freud (2013) e curatore di Note nella cura (con A. Primadei, 2022).Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
Isabella Piratininga, diretora de tecnologia e inovação do iFood, explica como o AILO funciona por dentro, o assistente de IA generativa que permite fazer pedidos em linguagem natural pelo WhatsApp e como o iFood constrói inteligência artificial em escala desde 2018.Nesse episódio:- Como o LCM (Large Consumer Model) personaliza pedidos e é 60x mais barato que modelos internacionais- Por que o AILO foi reescrito do zero no AILO 2.0 e o que mudou no framework de decisão autônoma- Como o iFood orquestra múltiplos agentes de IA- Por que 300 deploys em 4 semanas viraram rotina e o que isso muda no trabalho do PM- O erro que a maioria das empresas comete ao implementar IA (plugar API sem governança de dados)- Como o iFood controla custo de IA com seleção de modelo por tarefa e dashboard de eficiênciaIsabela tem passagem por OLX e BanQlub antes de chegar ao iFood, onde lidera o time de inovação e produtos disruptivos. Ela conta como saiu do design, passou por todas as caixinhas de produto, e hoje reescreve o produto mais inovador do Brasil do zero.Se você trabalha com produto digital, IA aplicada, ou quer entender como uma empresa de 8 mil pessoas realmente escala inteligência artificial, esse episódio é referência.
No episódio de hoje, José Luiz Portella, doutor em História Econômica pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, aprofunda o conceito de cidade para as pessoas
Neste episódio do Bate-Papo Carlotas, conversamos sobre Experiência Empática com duas especialistas que utilizam a arte e a vivência prática como ferramentas de transformação.Juliana Pflaumer e Mitzi Evelyn são cofundadoras da Interaction Experience, metodologia criada no Reino Unido e trazida ao Brasil com o objetivo de promover mudanças de comportamento por meio de experiências reais e participativas. Ao lado das cofundadoras de Carlotas, elas compartilham reflexões, exemplos práticos e aprendizados sobre comunicação, relações humanas, desenvolvimento de equipes e construção de ambientes mais saudáveis.Conheça a Interaction Experience:http://interactionexperience.com.br/Assista no Youtube com Legendas e Libras: https://youtu.be/O5d0N_UcloASobre as convidadas:Juliana Pflaumer é formada em Comunicação Social pela ESPM-SP e atriz profissional pela Drama Studio London. Especialista em Drama-Based Training, atua como facilitadora e moderadora em treinamentos para organizações públicas e privadas no Reino Unido e internacionalmente. Já trabalhou com empresas como Goldman Sachs, Deutsche Bank, LinkedIn, Johnson & Johnson, Unilever, Visa, Siemens e National Grid, conduzindo experiências sobre saúde e segurança, diversidade, equidade e inclusão, comunicação e vendas.Mitzi Evelyn é pós-graduada em Arte e Filosofia pela PUC-Rio e graduada em Cinema pela Universidade Estácio de Sá. Com trajetória no cinema, teatro e televisão, possui ampla experiência em Drama-Based Training e Experiential Learning. Atua em temas como Diversidade, Equidade e Inclusão, conversas desafiadoras, feedback e coaching, tendo colaborado com organizações como NHS, National Grid, Fugro e IDEXX.
Acquista il mio nuovo libro, "Neanche Nietzsche era un superuomo": https://amzn.eu/d/0hN113ZXIniziamo a comprendere il ruolo della logica nel sistema hegeliano.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/dentro-alla-filosofia--4778244/support.
Il Liceo Classico è dentro o fuori dal mondo contemporaneo? Carta e calamai hanno ancora ragione d’essere? In questo mondo sempre più ingegnerizzato, attento alle nuove tecnologie, al digitale e all’IA, perché passare ore sui classici? Hanno ancora lezioni da darci? E scendendo di grado scolastico: perché insegnare ancora ai bambini il corsivo? Ora che tutti scriviamo su tablet e PC, perché è necessario imparare a tenere una penna in mano?Simone Beta - professore ordinario di Lingua e letteratura greca all'Università di SienaDaniela Chieffo - Professoressa di psicologia generale Università Cattolica Sacro Cuore e Direttrice unità di psicologia clinica Policlinico GemelliCristina Pendola - Docente di Filosofia e Scienze Umane e Pedagogista
Mito de Édipo: o significado filosófico que transforma uma tragédia em mapa de vidaO mito de Édipo é um dos mais conhecidos da mitologia grega — mas raramente é lido pela perspectiva que realmente importa: a filosófica. Nesta palestra da Nova Acrópole, a interpretação simbólica do mito de Édipo revela uma jornada profundamente humana, dividida em três grandes etapas de consciência.Édipo não é apenas um rei maldito que cumpre um destino trágico. Simbolicamente, ele representa cada um de nós: a consciência humana que parte da ignorância e avança, com coragem, em direção à sabedoria. O pai que ele precisa enfrentar não é um homem — é a ordem estabelecida, a zona de conforto, os velhos valores que precisam ser superados para que o crescimento aconteça.A esfinge, com seu corpo de leão, cabeça humana e asas, simboliza as três dimensões do ser: o instinto animal, a razão humana e a essência espiritual. Quem não decifra esse enigma é devorado por ele. Quem decifra — como Édipo — abre caminho para governar a própria vida com inteligência e valores.A cegueira final de Édipo não é punição: é a abertura de uma visão mais profunda, além da matéria imediata. E o exílio nos montes sagrados de Colono não é derrota — é ascensão a um estado de consciência elevado, onde ele literalmente se torna luz.Esta palestra usa o mito de Édipo como espelho. Cada etapa da história é uma etapa da sua vida. A pergunta não é se você está vivendo esse mito — é em qual fase você está agora.Capítulos:0:00 — Introdução: o que está por trás do mito de Édipo1:30 — A profecia do oráculo e o simbolismo do destino4:00 — O confronto com o pai: superar a ordem estabelecida6:00 — A esfinge e o enigma dos três mundos9:00 — A união com a mãe: dominar a vida e suas leis11:00 — A cegueira como visão interior14:00 — O exílio em Colono: ascensão ao estado elevado16:00 — A morte de Édipo: realização e união com o todo18:00 — O mito como mapa da jornada humana20:00 — Filosofia como caminho de realização
Acompanhe esta transmissão ao vivo com o professor Paulo Tarcísio para uma profunda contextualização da trilogia fundamental de Platão: Apologia de Sócrates, Críton e Fédon.Nesta aula, vamos investigar os eventos que giram em torno da acusação, da defesa, da prisão e da execução de Sócrates, e entender por que, historicamente, as verdadeiras escolas de filosofia sempre enfrentaram perseguições.Nesta live você vai aprender:• A diferença crucial entre a Sabedoria Real (Conhecimento) e a mera Opinião (Doxa).• O verdadeiro significado da célebre frase "Só sei que nada sei".• Análises e chaves de vida interna contidas na obra Fédon.• Como o "cancelamento" histórico de Sócrates se conecta com os desafios de buscar a verdade nos dias de hoje.Inscreva-se no canal, ative as notificações e prepare-se para olhar a filosofia clássica por trás dos mitos.
O filósofo é o estraga prazeres de seu tempo. Cabe a ele olhar longe e trazer as más notícias. No caso de Nietzsche, a mensagem é conhecida: “Deus está morto, e nós o matamos!”. Mas será mesmo? No programa desta semana, nos perguntamos se o obituário metafísico chega até a política, e buscamos em Espinosa uma ajuda para pensar as dificuldades próprias da mistura entre o cristianismo e o estado.ParticipantesRafael LauroRafael TrindadeLinksTexto lidoOutros LinksFicha TécnicaCapa: Felipe FrancoEdição: Pedro JanczurAss. Produção: Bru AlmeidaTexto: Rafael TrindadeGosta do nosso programa?Contribua para que ele continue existindo, seja um assinante!Support the show
Um dos mais importantes economistas brasileiros. Marxista, que teve uma carreira brilhante na academia, como professor da USP e da PUC em São Paulo. Houve um período em que teve que ficar afastado, por conta da ditadura militar no Brasil. Ele sempre teve uma militância política junto com a carreira acadêmica, e também como intelectual. Uma figura muito inquieta, no sentido de que ele não se acomodava a um determinado tema. Este foi Paul Singer, personagem do documentário que faz parte de uma série de documentários de não ficção realizados pelo diretor Ugo Giorgetti. Este terceiro episódio sobre a série teve a colaboração por meio de entrevistas com o ex-aluno de Singer, Marcos Barreto, a jornalista e pesquisadora Paula Quental, autora de uma dissertação de mestrado sobre a trajetória política e intelectual de Singer, e Marcelo Justo, diretor executivo do Instituto Paul Singer. Roteiro Liniane Brum: Paul Singer, uma utopia militante: esse episódio é o terceiro de uma série sobre os documentários e as peças de não ficção do diretor de cinema Ugo Giorgetti. Meu nome é Liniane Brum, sou doutora em teoria e crítica literária pela Unicamp e realizei a pesquisa de pós-doutorado “Contra o apagamento – o cinema de não ficção de Ugo Giorgetti” também na Unicamp, no Labjor, com o apoio da Fapesp. [Trilha musical] Liniane: A partir do ano de 2020, Ugo Giorgetti assina três documentários biográficos. São produções realizadas sob encomenda, que têm em comum a apresentação de homens que se destacaram em suas áreas de atuação e como pessoas também. São filmes que não partem de uma inquietação artística ou de uma necessidade intelectual. Ainda assim, são autorais. Estou falando dos filmes Paul Singer, uma utopia militante, produção de 2021, A invenção de Conrado Wessel, de 2024, e Alberto Dines – vínculos de liberdade, que saiu em 2026. Neste episódio vamos tratar de Paul Singer, uma utopia militante. Eu conversei com três pessoas sobre esse documentário. O economista, produtor do filme e ex-aluno de Singer, Marcos Barreto, que me ajudou a entender os bastidores da produção. A jornalista e pesquisadora Paula Quental, autora de uma dissertação de mestrado sobre a trajetória política e intelectual de Singer, e Marcelo Justo, diretor executivo do Instituto Paul Singer. [Vinheta Oxigênio] Liniane: Antes de mais nada, pedi a eles que apresentassem quem foi Paul Singer. Paula Quental: Ele era de uma família judia, assimilada, como se diz, não era religiosa. Ele vinha da Áustria, a mãe percebeu para onde caminhava a coisa do nazismo. Ele conta, inclusive tá na dissertação, que ele descobriu que era judeu, aos seis anos de idade, quando a Áustria foi anexada por Hitler. Aí, chegaram os amiguinhos dele do colégio, com aquelas bandeirinhas nazistas, com a suástica, e ele queria sair junto (com os meninos) com aquela bandeirinha. Aí, a mãe dele vira para ele e diz: “mas, Paul, você é judeu”. Marcos Barreto: É um dos mais importantes economistas brasileiros, marxista e veio com sete anos fugindo do nazismo, com a mãe, o pai já havia falecido, ele veio com a mãe para São Paulo, e ele faz um curso técnico primeiro, ele começa a trabalhar como metalúrgico, só depois ele vai fazer faculdade. E vai fazer faculdade por conta de uma militância política dele, porque o sindicato, o movimento, achava, o mesmo movimento operário, que eles deveriam se qualificar as lideranças, e sugerem que ele vai fazer economia, e ele faz economia, ele se forma já com quase 30 anos, e ele depois tem uma carreira brilhante na academia, professor da USP, foi professor da PUC em São Paulo também, no período que teve que ficar afastado por conta da ditadura militar no Brasil. Ele sempre teve uma militância política junto com a carreira acadêmica, e também como intelectual, uma figura muito inquieta, no sentido de que ele não se acomodava a um determinado tema. Paula Quental: Quando ele entrou na USP, ele já tinha lido o Capital, Trotsky, Lenin, Rosa Luxemburgo, que é muito da tradição dele, ele se considerava um luxemburguista. Então, é uma história de alguém que foi mergulhando nos clássicos e foi desenvolvendo um trabalho muito original, porque ele acabou indo para uma vertente, digamos, herética do marxismo, não convencional, heterodoxa, porque ele criticava, por exemplo, a União Soviética, ele criticava o centralismo da economia, ele defendia que deveria vir da base, da economia solidária, das cooperativas. Então, ele era um crítico da Revolução de 17 de outubro, da Revolução Bolchevique. Marcos Barreto: Depois, já mais nos últimos 20 anos da vida dele, ele se dedica a um tema muito importante, que é a economia solidária, então ali ele encontra talvez o assunto dos quais ele estudou, que mais ele pôde misturar uma militância política com um saber acadêmico, e colocou em prática, ele foi secretário de economia solidária no governo Lula e Dilma, até o impeachment da Dilma, praticamente ele ficou em Brasília coordenando essa Secretaria. Liniane: Esta apresentação foi feita pela Paula e pelo Marcos. E por aí a gente já consegue ver uma trajetória bem particular, que mistura prática militante e teoria, o que já o difere de muitos intelectuais. Faltou o destaque que o Marcelo Justo fez do nosso protagonista, que trago agora. Marcelo Justo: Tem um marco na vida do Singer, tanto pessoal quanto como militante, que é trabalhar em grupo. Ele se destaca como intelectual e parece que o intelectual é uma figura sozinha, isolada, mas ele só tem essa força que ele tem pela capacidade de estar em grupo e de se conectar o Singer é o que a gente chama mais contemporaneamente de um articulador de redes, ele está sempre mantendo redes de amigos e de militantes juntos, que caminham juntos. Liniane: Marcos, como surge a ideia de um filme sobre ele, ou seja, quem fala: “olha, agora tem que ser feito um documentário sobre o Paul Singer”. Marcos Barreto: Quando ele falece, um grupo de amigos, de pessoas que gostavam muito do professor, dizem, bom, a gente precisa fazer alguma coisa pra contar essa história dele, precisamos registrar isso de alguma forma, fazemos um livro, fazemos o que? Não, vamos fazer um filme e aí a gente faz então uma campanha de crowdfunding, pra conseguir o recurso pra fazer o filme. O primeiro passo foi esse: nós não tínhamos diretor, nós não sabíamos exatamente que filme seria, mas a gente resolve fazer algo que tem muito a ver com a economia solidária, uma grande vaquinha, em todos os 27 estados do Brasil, no Distrito Federal, há pessoas que contribuíram pra que o filme fosse feito. E aí ficamos, então, pensando que diretor pode fazer esse filme, ou diretora? Quebramos a cabeça até que eu sugeri que fosse o Ugo Giorgetti. Liniane: Por que Ugo Giorgetti? Marcos Barreto: Porque, entre várias coisas, o Paul Singer escolheu a cidade de São Paulo, quer dizer, ele veio criança, ele não escolheu propriamente, foi a mãe dele que veio, porque já haviam familiares em São Paulo. Mas ele acaba vindo pra São Paulo e adota a cidade como a cidade dele. Ele era um apaixonado por São Paulo, falava isso várias vezes, ele voltava às vezes pra Europa, ia fazer palestra, dizendo que não tem nada como São Paulo. Liniane: Assistindo o documentário, a gente percebe que Ugo Giorgetti traduz o Singer múltiplo. Os entrevistados comentam o olhar do diretor sobre suas conexões com figuras importantes da política, do campo da educação e mesmo e seu papel na difusão de O Capital, de Marx no Brasil. Foi ele quem primeiro traduziu o livro para o português. Paula Quental: Teve uma passagem no documentário do Ugo Giorgetti, em que ele entrevista o Paul Singer, porque ele fez ainda várias entrevistas com o Paul Singer, em que o Singer lembra da época que ele dividiu o secretariado da Erundina com Paulo Freire. E ele fala que aprendeu muito com o Freire, que se sente extremamente influenciado pelo Freire. E isso até me estimulou a escrever uma sessão na minha dissertação, chamada Dois Paulos, em que eu analiso justamente o aspecto pedagógico da obra do Paul Singer, que ele próprio se coloca como muito influenciado pelo Freire. Marcos Barreto: Com essa amplitude que tem a vida do professor, as pessoas podiam conhecer um lado, mas pouca gente conhecia o todo, e o filme permite esse registro. E do ponto de vista acadêmico, é um registro interessante também, mais uma vez, sem ser algo cansativo, extenuante, chato, ou mais maçante, vamos dizer assim, porque ele está ali, o registro da vida intelectual, de uma forma leve, de uma forma que você compreende e fala nossa, ele fez tudo isso, nossa, foi ele então que traduziu o Capital. Liniane: No final dos anos 1950, professores da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, dentre os quais José Arthur Gianotti, Fernando Henrique Cardoso e Ruth Cardoso, organizaram um grupo para fazer a leitura de O Capital. Paul Singer integra esse grupo com a missão de traduzir o livro diretamente do alemão. Não custa lembrar que se trata de uma obra canônica no campo das ciências humanas. E que naquele momento Paul Singer ainda não era o economista, intelectual destacado e homem público da alta burocracia governamental. Aqui, as falas de Marcelo, Marcos e depois a Paula. Marcelo Justo: Isso é um marco né? é um marco, acho que para o Singer, é um marco na esquerda brasileira também, porque é um primeiro momento falando pelos relatos deles, que vão se debruçar sobre a obra do Marx de uma forma sistemática, durante muitos anos, – que é interrompido com o golpe de 64, mas começa, se eu não me engano, em 58, 59 e aí vão para outros autores, não só Karl Marx, que aí vão pegar o Singer como um leitor, desde criança, do alemão. Então ele integra o grupo como quem vai ler, trazer a versão original do alemão, mas é que eles vão comparando também a tradução. Então tem a leitura em alemão, tem a leitura em francês, a leitura do que existia em português. Isso depois vai servir também como base para o Singer depois fazer a tradução, a primeira tradução original em alemão do Capital, aí já nos anos 80. A partir desse grupo sai a tese de doutorado do Fernando Henrique Cardoso, então acho que tem todos esses marcos. O professor Roberto Schwarz até hoje também se refere a esse momento, o professor Michael Löwy, que é conselheiro do nosso instituto, que foi muito amigo do Singer, também se refere até hoje como um marco na vida dele, esse momento de leitura do Capital. Marcos Barreto: E depois tem um segundo momento, que é muito rico também, quando ele é convidado por um grupo de jovens que diz assim: “poxa, a gente queria fazer uma leitura do Capital”. E aí veio a ideia de fazer uma leitura no Teatro de Arena. Então já pensou o que era isso? Você reunia no Teatro de Arena, já na ditadura militar – aí nós estamos falando de um Brasil já fechado do ponto de vista político – e esse grupo se reunia sábado de manhã para fazer a leitura do Capital com a coordenação do professor Paul Singer. Então isso é um marco também, e desta leitura ele também aproveitou, como bom acadêmico, e fez um livro sobre essa experiência. Paula Quental: Eu ouvi do Lincoln Seco, professor de História da USP, que ouviu do Florestan Fernandes, que ele é a pessoa que mais conheceu O Capital no Brasil. Ele editou uma edição da Abril Cultural do Capital, uma edição famosa do início dos anos 1980, que a editora Ubu agora reeditou. E ele lia no original, ele mergulhou, e desde uma externa idade. Liniane: Eu selecionei um trecho do documentário em que o próprio Paul Singer fala sobre Marx. Ele integra o segmento intitulado por Ugo Giorgetti “Um autodidata na USP”. Ouve só: [Trecho do documentário] Paul Singer: Marx, em primeiro lugar, deu uma visão do capitalismo que ninguém havia dado antes, e que agora se mostra inteiramente verdadeira. Marx está sendo ressuscitado por não marxistas, exatamente como coincide, eu diria, de uma forma ultra surpreendente com este capitalismo extremamente em crises, crises que se repetem etc. porque ele entendeu, uma das coisas que tem Marx, a contribuição dele, é só dele, não é de outros, é que os economistas clássicos, tipo Ricardo, Adam Smith e tantos outros, que não eram reacionários, não, eles não eram de direita, mas eles jamais lembrariam em analisar a economia através de lutas de classes, isso é Marx. [Efeito Sonoro] (Voz de Paul Singer bem baixinha) [Silêncio prolongado] [Trilha incidental] Liniane: Marcelo, o Instituto Paul Singer e o documentário nascem praticamente ao mesmo tempo e se dedicam à difusão do legado do professor. Em que medida essa coincidência influencia o trabalho da entidade? Marcelo Justo: O Instituto, ele começa em 2021, a organização dele. No final do ano é que ele se formaliza com o CNPJ, e em 2022 é lançado, tornado público o Instituto. Ele é uma iniciativa dos familiares do Paul Singer, basicamente eu e a Helena Singer, que é a minha esposa, filha dele. É uma associação sem fins lucrativos que tem como missão preservar e reinventar esse legado. Um legado que tem esse histórico de uma luta pela democracia, pela solidariedade, a luta contra todas as formas de injustiça e desigualdade. Marcelo Justo: O nosso principal desafio é a difusão, é a divulgação das ideias e obras do Singer. Então, um documentário como esse é muito importante, ajuda muito nisso em 50, 40 e poucos minutos, assim, você tem a trajetória inteira dele, da história de vida, as principais ideias e algumas das polêmicas enfrentadas na trajetória, na vida dele. Então, para a gente, é um material muito importante, muito rico para divulgar. Liniane: É fato: documentário e Instituto convergem em objetivo e se fortalecem mutuamente. Porém, Marcos Barreto me explicou que o filme foi feito a partir de entrevistas realizadas em momentos diferentes. Na primeira, de 2015, Paul Singer é entrevistado pelo grupo que viria a produzir o documentário. A segunda é feita por Giorgetti, em 2018, antes do falecimento do professor. Já o Instituto, como Marcelo me contou, e formalizado em 2022. Marcos Barreto: O professor, no final da vida, já nos últimos anos, tinha alguns fatores de memória, algumas coisas que estavam começando a falhar. E a gente identificou isso, e a família, e a gente falou, bom, vamos gravar, vamos colocar o Paul Singer falando sobre a vida dele, sobre coisas que ele fez na vida que são marcantes, sobre passagens importantes, vamos quase que fazer uma entrevista com ele. E a gente fez duas sessões grandes com o professor, foi o Fernando Kleyman quem organizou isso, em Brasília. E ele então, por duas sessões de quase três, quatro horas, falou um monte, o que foi ótimo, porque quando a gente conseguiu resolver o dinheiro para fazer o filme, escolher o Ugo, etc, o professor havia já avançado na doença, já tinha dificuldade, o Ugo chegou a conversar com ele ainda em vida, o filme é lançado depois que o professor já faleceu. Liniane: O documentário foi divulgado na imprensa como uma produção que praticou a Economia Solidária. O que significaria essa afirmação, Marcelo? Marcelo Justo: Então, na economia solidária, democracia e autogestão são sinônimos, praticamente, nos escritos dele. Então, o que é isso? As pessoas se organizarem para produzir juntos, sem patrão e sem empregado. Todo mundo é cooperado. Não é à toa que o documentário tem o nome da utopia militante, que esse é o título do livro dele, que ele se coloca a isso, né? A questão da utopia como uma militância. A militância dele é por essa utopia, que é uma utopia de construir um socialismo que seja democrático, que não seja a experiência do chamado socialismo real, que é uma ditadura de esquerda. Liniane: Marcos também comentou sobre o termo utopia que está no título do documentário. E destacou, mais uma vez, a multiplicidade de papeis de Singer nos vários espaços em que atuou. Marcos Barreto: Esse título é tão forte e também resume tanto do que é o professor, porque justamente reúne essas duas facetas, que é uma pessoa que é um intelectual brilhante, professor titular da USP, com um militante que nunca deixou de ser militante. Ele foi estudar economia porque ele era um militante, e ele termina a vida como alguém que está pensando a economia solidária, que é algo prático, então ele não tava sendo um teórico da economia solidária, só que aí no meio desse percurso, já nessa última década da vida, nas últimas duas décadas, ele escreve esse livro, que é uma utopia militante, então ele assume ali o quê? Que ao mesmo tempo que ele está defendendo algo que é utópico, que é um desejo do que ele gostaria de ver acontecer, ele assume que aquilo só vai acontecer se tiver militância, ou seja, talvez aí, diferente do socialismo científico, que parte da ideia de que há uma evolução natural da história que vai ligar o socialismo, e que é algo que aliás o Singer não acreditava. Então o título, na verdade, quem escolheu foi o professor Paulo Singer, para o livro, e a gente quando viu, quando foi pensar no título do filme, a gente falou, putz, difícil achar um nome melhor do que Utopia Militante. Liniane: O documentário estreou no Festival Internacional É Tudo Verdade, em 2021, em um momento em que a letalidade do coronavírus alcançava um dos seus picos. Ele foi exibido de modo on-line, mediante a distribuição de duas mil senhas, que se esgotaram em poucos minutos. [Efeito sonoro] Liniane: “A trajetória política e intelectual de Paul Singer: da crítica marxista à Economia Solidária” é o título da dissertação de mestrado defendida por Paula Quental no Instituto de Estudos Brasileiros, o IEB, da USP, a Universidade de São Paulo, em 2024. Marcelo Justo, que é doutor em geografia pela mesma universidade, organizou o livro “Urbanização e Desenvolvimento”, uma coletânea de textos de Paul Singer. O volume foi editado pela Autêntica em parceria com a Fundação Perseu Abramo. Marcos Barreto é hoje Diretor Geral do Instituto Equipe Educação, Cultura e Cidadania e Vice-Diretor Geral da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), e segue engajado com a divulgação do legado de Singer. [Vinheta de encerramento Oxigênio] Esse trabalho de divulgação sobre a obra de não ficção do cineasta Ugo Giorgetti é realizado no âmbito do Programa Mídia Ciência, do Labjor, com supervisão da Simone Pallone. As entrevistas, o roteiro e a narração desse episódio foram feitos por mim, Liniane Brum. A revisão do roteiro é da Simone Pallone. A edição é do Guilherme Lopes, estagiário da Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares da Unicamp, a Cocen. A vinheta do Oxigênio é do Elias Mendez. As trilhas usadas no podcast são de Blue Dot Sessions, tiradas do Free Music Archive. A gente vai deixar a ficha técnica do filme na descrição do episódio. As reportagens referentes à divulgação da obra de não ficção de Ugo Giorgetti foram publicadas no dossiê “Ugo Giorgetti” da Revista ComCiência. Este episódio conta com o suporte da Diretoria Executiva de Apoio e Permanência, da Unicamp e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, a FAPESP, por meio de bolsas, e também da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast. Se você gostou do conteúdo, deixe seu like e compartilhe com seus amigos.
Francesca Nodari"Filosofi lungo l'Oglio"www.filosofilungologlio.itASCOLTARE32 incontri in 24 comuni italianitra Brescia, Bergamo e CremonaScopri tutto il programma sul sito del festival.Partita con successo la XXI edizione del Festival Filosofi lungo l'Oglio, Kermesse culturale diretta dalla professoressa e filosofa levinasiana Francesca Nodari, che anche quest'anno porterà lungo il fiume Oglio filosofi, studiosi e intellettuali di rilievo nazionale e internazionale, protagonisti di incontri, conferenze e dibattiti. Dopo l'inaugurazione di giovedì 4 giugno con la lezione, davvero magistrale, del Prof. Zagrebelsky il Festival prosegue fino a martedì 28 luglio proponendo 32 appuntamenti in 24 municipalità tra le province di Brescia, Bergamo e Cremona: un'agorà itinerante per esplorare insieme la profondità dell'Ascoltare.Mercoledì 10 giugno alle ore 21 sarà la volta di Enzo Bianchi, che è atteso a Gardone Val Trompia (BS), nel cortile di Villa Mutti Bernardelli in via XX Settembre 31 per la sua lectio: Ascolto, dunque, sono. Fondatore della Comunità Monastica di Bose, di cui è stato Priore fino al 25 gennaio 2017, ha dato vita alla Casa della Madia, inaugurata il 9 settembre 2023, fraternità monastica di cui oggi è autorevole membro. Enzo Bianchi è una delle voci monastiche più autorevoli e ascoltate della contemporaneità, autore di una sterminata bibliografia e autorevole membro del Comitato scientifico del Festival Filosofi lungo l'Oglio.La settimana si concluderà venerdì 17 giugno alle ore 21 con la lectio di Marco Bartoli, Francesco d'Assisi: l'arte dell'incontro, che si terrà a Orzinuovi (BS) nella Chiesa di S. Maria Assunta, in piazza Vittorio Emanuele II. Professore di Storia medievale e di Storia del Francescanesimo presso l'Università LUMSA, è considerato uno dei massimi studiosi del pensiero, del messaggio e della storia di San Francesco, di cui quest'anno ricorre l'ottavo centenario del Transito (1226/2026). Bartoli illustrerà al pubblico come gli incontri vissuti da Francesco d'Assisi abbiano trasformato la sua umanità, delineando una vera “antropologia dell'incontro”.Lunedì 15 giugno alle ore 21 lo studioso di mistica speculativa Marco Vannini discuterà di: “Dum quietum silentium…”: Ascoltare la Parola nel silenzio a Orzivecchi (BS), nel giardino del Palazzo Municipale, via Martinengo 15. Il tema della lectio sarà il silenzio interiore nella tradizione mistica come condizione per la nascita della Parola (Logos) nell'anima e per l'incontro con la luce divina, secondo l'insegnamento di Meister Eckhart, di cui Vannini ha tradotto l'intera opera latina e tedesca.Per la serata di martedì 16 giugno alle ore 21 è attesissima Michela Marzano, che terrà la lectio dal titolo: Dove il silenzio parla: fare spazio all'altro a Pontevico (BS) nella Chiesetta di Santa Maria in Ripa d'Oglio, via Ponticella. Professoressa di Filosofia morale, Marzano rifletterà sull'ascolto autentico come apertura all'alterità e al silenzio, soprattutto dei giovani, quale condizione per costruire relazioni profonde e significative.Anche in questa occasione saranno esposte le opere finaliste del contest artistico in collaborazione con l'Accademia di Belle Arti di Brescia Santa Giulia.Mercoledì 17 giugno alle 21 il Festival si sposterà per la prima volta a Verolanuova (BS) nella monumentale Basilica di San Lorenzo Martire, in piazza Malvestiti, per la lectio del grande medico e Professore di Neuroscienze Cognitive presso l'Università di Edimburgo, Sergio Della Sala: Perché dimentichiamo. Ascoltare l'oblio. Un'occasione per sfatare alcuni miti sul funzionamento del cervello, mostrando il ruolo essenziale dell'oblio nella memoria e approfondendo temi come false memorie, bias cognitivi e apprendimento.L'incontro, per chi lo desiderasse, sarà anticipato dalla lezione (rigorosamente dalle ore 19.30 alle ore 20.30) delle guide della Basilica che ospita due tele immense, le più grandi mai dipinte da Giambattista Tiepolo. La prima rappresenta Il sacrificio di Melchisedec, re e sacerdote nell'antica Gerusalemme. Il secondo dipinto racconta l'episodio della Caduta della manna, il “cibo degli angeli” disceso per volere di Dio sul deserto per salvare gli israeliti dopo la fuga dall'Egitto e la liberazione dalla schiavitù. Una pittura ariosa, traboccante di luce, una straordinaria tavolozza di colori e una fervida creatività compositiva caratterizzano entrambe le scene, in cui la tecnica e l'inventiva del maestro emergono in tutta l'esuberante raffinatezza.Per info e prenotazioni contattare: info@tiepoloverolanuova.it oppure whatsapp +39 3382668622.Mercoledì 10 giugno - ore 21.00Enzo BianchiAscolto, dunque, sono Gardone Val Trompia (BS)Cortile Villa Mutti Bernardelli, via XX Settembre 31In caso di maltempo: Sala V. Bernardelli Auditorium San Filippo, via Don Zanetti 1Venerdì 12 giugno - ore 21.00Marco BartoliFrancesco d'Assisi: l'arte dell'incontroOrzinuovi (BS) Chiesa di S. Maria Assunta, piazza Vittorio Emanuele IILunedì 15 giugno - ore 21.00Marco Vannini“Dum quietum silentium…”: Ascoltare la Parola nel silenzioOrzivecchi (BS)Giardino del Palazzo Municipale, via Martinengo 15In caso di maltempo: Chiesa Parrocchiale, via Giuseppe Pastori 44Contributo di €10.Martedì 16 giugno - ore 21.00Michela MarzanoDove il silenzio parla: fare spazio all'altro Pontevico (BS)Chiesetta di Santa Maria in Ripa d'Oglio, via Ponticella.In caso di maltempo: Cinema Concordia, via Giuseppe Zanardelli 8.Esposizione opere dell'Accademia Di Belle Arti Santa GiuliaContributo di €15. Mercoledì 17 giugno - ore 21.00Sergio Della SalaPerché dimentichiamo. Ascoltare l'oblio Verolanuova (BS)Basilica di San Lorenzo Martire, Piazza MalvestitiIncontro anticipato dalla lezione (19.30-20.30) delle guide della Basilica sul TiepoloDiventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
Acquista il mio nuovo libro, "Neanche Nietzsche era un superuomo": https://amzn.eu/d/0hN113ZXIniziamo a parlare della triade fondamentale dell'Enciclopedia delle scienze filosofiche di Hegel.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/dentro-alla-filosofia--4778244/support.
La filosofia dello yoga non è fatta solo di testi antichi e concetti complessi. È uno strumento concreto che può aiutarci a comprendere meglio noi stessi, orientarci nelle scelte e affrontare con più consapevolezza le domande che la vita ci pone. Ps. Ecco alcuni link utili: Accedi alla community di Yogi gratuita
A segurança pública nas grandes cidades continua sendo um dos principais pontos a serem melhorados para garantir qualidade de vida para população. No episódio de hoje, José Luiz Portella, doutor em História Econômica pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, discute eventos recentes que demonstram que a falta de segurança pública tem […]
Exploramos La vida es sueño de Pedro Calderón de la Barca desde la tensión entre libre albedrío y destino. Analizamos a Segismundo, el problema del mal y el pensamiento de Agustín y Tomás de Aquino, mostrando cómo la libertad humana se construye entre condicionamientos y razón.
Se vuoi vedere anche la lezione su Nietzsche ➤➤➤ QUI Entra nella Cogito Academy ➤➤➤ QUI ⬇⬇⬇SOTTO TROVI INFORMAZIONI IMPORTANTI⬇⬇⬇ Abbonati per live e contenuti esclusivi ➤➤➤ https://bit.ly/memberdufer Leggi Daily Cogito su Substack ➤➤➤ https://dailycogito.substack.com/ I prossimi eventi dal vivo ➤➤➤ https://www.dailycogito.com/eventi Scopri la nostra scuola di filosofia ➤➤➤ https://www.cogitoacademy.it/ Racconta storie di successo con RISPIRA ➤➤➤ https://cogitoacademy.it/rispira/ Impara ad argomentare bene ➤➤➤ https://bit.ly/3Pgepqz Prendi in mano la tua vita grazie a PsicoStoici ➤➤➤ https://bit.ly/45JbmxX Tutti i miei libri ➤➤➤ https://www.dailycogito.com/libri/ Il nostro podcast è sostenuto da NordVPN ➤➤➤ https://nordvpn.com/dufer #rickdufer #filosofia #cogitoacademy INSTAGRAM: https://instagram.com/rickdufer INSTAGRAM di Daily Cogito: https://instagram.com/dailycogito TELEGRAM: http://bit.ly/DuFerTelegram FACEBOOK: http://bit.ly/duferfb LINKEDIN: https://www.linkedin.com/pub/riccardo-dal-ferro/31/845/b14 -------------------------------------------------------------------------------------------- Chi sono io: https://www.dailycogito.com/rick-dufer/ -------------------------------------------------------------------------------------------- La musica della sigla è tratta da Epidemic Sound (author: Jules Gaia): https://epidemicsound.com/ Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Giulio Goggi"Emanuele Severino. Il filosofo dell'eternità"Marcianum Presshttps://www.marcianumpress.it/Questa monografia ripercorre l'intera filosofia di Emanuele Severino, mettendone in luce la sostanziale compattezza attorno al tratto essenziale della verità: l'apparire dell'incontrovertibile identità di ogni essente con se stesso. Tale identità implica l'eternità dell'essente in quanto essente: di ogni istante, cosa o relazione è necessario predicare l'impossibilità che non sia.A partire da questo nucleo solidissimo, il libro segue le articolazioni di un discorso capace di indicare le principali implicazioni della verità dell'essere: dalle molteplici fondazioni dell'eternità degli essenti e della necessità dell'accadere, fino al significato della “Gloria” e al complesso rapporto tra apparire finito e apparire infinito.Sullo sfondo, i grandi temi del nichilismo, della tecnica, del linguaggio, dell'ethos dell'Occidente, nel costante dialogo del Filosofo con i giganti del pensiero: Parmenide, Eschilo, Platone, Aristotele, Tommaso d'Aquino, Hegel, Marx, Leopardi, Nietzsche, Gentile, Heidegger.Arricchisce il volume la Postfazione inedita di Emanuele Severino, qui pubblicata per la prima volta: un documento prezioso che testimonia la profondità del legame teoretico tra il Filosofo e l'Autore.Prefazioni: Graham Priest · Ines Testoni e Damiano SaccoPostfazioni: Emanuele Severino (inedita) · Leonardo MessineseGiulio Goggiè dottore di ricerca in filosofia teoretica e direttore scientifico del gruppo di ricerca ARS (Attività Ricerche Studi), istituito dal Centro Casa Severino – Associazione di Studi Emanuele Severino (CCS-ASES). Nel 2017 ha conseguito l'abilitazione scientifica nazionale a professore di prima fascia nel settore di filosofia teoretica. È autore di numerosi scritti dedicati al pensiero di Emanuele Severino e a temi di metafisica. Tra le sue principali pubblicazioni: Dal diveniente all'Immutabile. Studio sul pensiero di Gustavo Bontadini (2003); Aristotele, Rosmini e la struttura del noûs (2006); Ragione e fede (2009); Al cuore del destino. Scritti sul pensiero di Emanuele Severino (2014); Emanuele Severino (2015).Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
Scopri la mia Scuola di Filosofia ➤➤➤ https://www.cogitoacademy.it/ ⬇⬇⬇SOTTO TROVI INFORMAZIONI IMPORTANTI⬇⬇⬇ Abbonati per live e contenuti esclusivi ➤➤➤ https://bit.ly/memberdufer Leggi Daily Cogito su Substack ➤➤➤ https://dailycogito.substack.com/ I prossimi eventi dal vivo ➤➤➤ https://www.dailycogito.com/eventi Scopri la nostra scuola di filosofia ➤➤➤ https://www.cogitoacademy.it/ Racconta storie di successo con RISPIRA ➤➤➤ https://cogitoacademy.it/rispira/ Impara ad argomentare bene ➤➤➤ https://bit.ly/3Pgepqz Prendi in mano la tua vita grazie a PsicoStoici ➤➤➤ https://bit.ly/45JbmxX Tutti i miei libri ➤➤➤ https://www.dailycogito.com/libri/ Il nostro podcast è sostenuto da NordVPN ➤➤➤ https://nordvpn.com/dufer #rickdufer #zerocalcare #politica INSTAGRAM: https://instagram.com/rickdufer INSTAGRAM di Daily Cogito: https://instagram.com/dailycogito TELEGRAM: http://bit.ly/DuFerTelegram FACEBOOK: http://bit.ly/duferfb LINKEDIN: https://www.linkedin.com/pub/riccardo-dal-ferro/31/845/b14 -------------------------------------------------------------------------------------------- Chi sono io: https://www.dailycogito.com/rick-dufer/ -------------------------------------------------------------------------------------------- La musica della sigla è tratta da Epidemic Sound (author: Jules Gaia): https://epidemicsound.com/ Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Para compreender o que Espinosa chama de afeto, é preciso distinguir o conceito da ideia habitual que fazemos dos sentimentos. A alegria não tem imagem; a tristeza tampouco. Podemos sorrir de desespero, tanto quanto chorar de admiração. Em outras palavras, não é simples correlacionar as expressões costumeiras de felicidade e infelicidade aos afetos de alegria e tristeza. A conclusão lógica é que uma poesia, mesmo triste, pode ser resultado de um processo expansivo, que o filósofo chamaria de alegria. Mas permanece um incômodo: a tristeza nunca pode ser boa?ParticipantesRafael LauroRafael TrindadeGabi JacquesLinksTexto lidoOutros LinksFicha TécnicaCapa: Felipe FrancoEdição: Pedro JanczurAss. Produção: Bru AlmeidaTexto: Rafael LauroGosta do nosso programa?Contribua para que ele continue existindo, seja um assinante!Support the show
Acquista il mio nuovo libro, "Neanche Nietzsche era un superuomo": https://amzn.eu/d/0hN113ZXUltima puntata dedicata alla "Fenomenologia dello Spirito" di Hegel.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/dentro-alla-filosofia--4778244/support.
Estudo de doutorado realizado na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP mostra como a experiência valorizou a diversidade étnico-racial
Marco Filoni"La Russia e l'Occidente"Fëdor TjutčevAdelphiwww.adelphi.itUn libro che parla di geopolitica molto prima che questa avesse un nome – indispensabile per capire la Russia di oggi alla luce di quella di quasi due secoli fa.A cura di Marco FiloniCon un saggio di Massimo Cacciari«Per la prima volta in Europa si levò la voce ferma e coraggiosa dell'opinione pubblica russa». Con queste lapidarie parole lo scrittore Ivan Sergeevič Aksakov accolse una serie di articoli apparsi in Germania e in Francia sul finire degli anni Quaranta dell'Ottocento e destinati a suscitare una vasta eco in Occidente. L'autore di quelle pagine anonime, che osavano rivolgersi all'Europa con inaudita libertà e dignità, era Fëdor Tjutčev. Diplomatico, poeta ammirato da Puškin e da Turgenev, da Dostoevskij e da Tolstoj, uomo di grandi vizi e virtù, Tjutčev era animato da un entusiasmo senza limiti per la sua Russia, che – credeva fermamente – sarebbe diventata un grande impero, capace di unire tutti i popoli slavi di fede ortodossa. Ancora oggi, se si vogliono comprendere le mire espansionistiche di quel paese, è agli scritti politici di Tjutčev che occorre volgere lo sguardo. Fra le sue «intuizioni storiche» – come le definisce il teologo Georgij Florovskij –, spiccano l'agonia della civiltà occidentale, la questione romana e il Papato, il ruolo della censura e dell'autocrazia zarista, fino alla previsione di una catastrofica guerra che l'Occidente avrebbe scatenato contro la Russia uscendone sconfitto, e che avrebbe segnato l'inizio di un nuovo capitolo della Storia. Temi, come salta agli occhi, di bruciante attualità.Appartenente a una famiglia dell'aristocrazia moscovita, Fëdor Ivanovič Tjutčev (1803-1873) fu diplomatico oltre che eminente poeta, e dopo aver iniziato la carriera nel Collegio degli Affari esteri di Pietroburgo operò come incaricato speciale a Monaco di Baviera – dove frequentò Heine, Schelling e gli ambienti del Romanticismo tedesco – e a Torino, dove visse dal 1837 al 1839. Nel 1836 alcune sue liriche furono pubblicate dalla rivista di Puškin «Il contemporaneo», suscitando i primi, ampi consensi. Nel 1844 tornò definitivamente in Russia, mentre la sua fama di poeta cresceva dopo i riconoscimenti tributatigli da Turgenev, Fet, Dobroljubov.Marco Filoni insegna filosofia politica all'Università Link di Roma. Ha insegnato e svolto ricerca al Politecnico di Milano, all'Istituto di Studi Superiori dell'Università di Bologna e all'École Normale Supérieure di Parigi. Nel 2022 è stato nominato titolare del programma di ricerca Éclaireurs della Fondation Robert de Sorbon di Parigi. Tra i suoi libri: Anatomia di un assedio. La paura nella città (Skira 2019); L'azione politica del filosofo. La vita e il pensiero di Alexandre Kojève (Bollati Boringhieri 2021); Il calcolo della paura (Einaudi 2021); Lineamenti di una fenomenologia del diritto (Marsilio 2024).Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
Fernando Alvim conversa com David Erlich sobre o livro "21 Lições de Filosofia Para viver uma vida quase boa".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Cosa unisce Aristotele, la fede nerazzurra e la guida di un trattore? La risposta è Matilde Gioli! Dalle origini casuali del suo debutto con Virzì alla laurea in Filosofia, Matilde ci spiega la neurobiologia dell'empatia prima di aprire il cassetto dei ricordi più intimi: il drammatico infortunio a 16 anni che le ha fatto rischiare la sedia a rotelle (ma il vero dramma fu non poter andare a San Siro per due anni!). L'impegno per sdoganare la crioconservazione, i segreti della vita bucolica e un "terzo grado" finale sulle colazioni di Giacomo a base di uova e Heidegger (accompagnata dalla cagnolina Suri). Una produzione Corax. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Gianluca Corrado"De Mente"Filosofia e follia nella disputa tra Michel Foucault e Jacques DerridaEdizioni Studiumwww.edizionistudium.it1961, esce in Francia "Storia della follia" nell'età classica di Michel Foucault. 1963, Jacques Derrida rivolge all'opera critiche affilate. 1972, in occasione della nuova edizione del libro, Foucault replica. 1992, ormai scomparso quest'ultimo, Derrida rivisita l'ambiguo rapporto tra la concezione foucaultiana della follia e la psicoanalisi freudiana.Su queste date si articola il dibattito tra la pionieristica indagine dell'altra faccia della mente – la follia –, svolta dalla "Storia", e i rilievi filosofici mossi da Derrida. Con Cartesio sullo sfondo, in gioco il dovere ma insieme la difficoltà della ragione di misurarsi, arrischiarsi e convalidarsi/invalidarsi con quell'altro da sé che può cercare di capire senza tuttavia poter evadere da se stessa. Un tentativo di dialogo, d'altra parte, quanto mai ineludibile appena ci ricordiamo che la follia non è un'astrazione, ma s'incarna in persone accanto a noi.È necessario riconoscere l'alterità del loro pensiero, senza però estremizzarla in una differenza coi tratti della distanza o, peggio ancora, coi tratti residuali di quelle emarginazioni, espulsioni, segregazioni, relegazioni medicaliste che i matti hanno subìto soprattutto tra il XVII e parte del XIX secolo, l'“età classica” considerata dall'autore.Nel centenario della nascita di Foucault, nato nel 1926 e morto nel 1984, un'occasione per rileggere la sua incisiva visione della "folie" nel confronto più importante che ha avuto.Gianluca Corrado ha pubblicato, tra gli altri, i saggi La follia in scena (2008), Il folle e la società. Il dibattito tra Foucault e Chomsky (2009), Oltre l'indifferenza. Barthes e Derrida (2025), il romanzo La Sapiente (2025), le raccolte di racconti In credito di sole (2022) e Strabismo perfetto e altri racconti (2023).Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
No episódio #247 do Podcast Filosofia Pop, conversamos com o professor Renan Porto sobre sua trajetória intelectual e sobre o livro Nas Brechas dos Futuros Cancelados: do Pesadelo Ciborgue à Queda do Céu. Da experiência de crescer em uma comunidade produtora de cacau no sul da Bahia às reflexões sobre cosmologias indígenas, Guimarães Rosa, justiça, ecologia e transformação social, a conversa explora caminhos para pensar o presente para além das promessas esgotadas da modernidade. Uma reflexão sobre território, memória, imaginação e as brechas pelas quais outros futuros ainda podem emergir. O Filosofia Pop é um podcast que aborda a filosofia como parte da cultura. A cada 15 dias, sempre às segundas-feiras, a gente vai estar aqui pra continuar essa conversa com vocês. Intercalando com nossos episódios normais de quando em quando vamos apresentar episódios de entrevistas temáticas especiais. O episódio de hoje que é uma parceria com o projeto de extensão Filosofia, Cultura popular e Ética, desenvolvido na Universidade Federal de Jataí. Se gosta do conteúdo do podcast, apoio nossa campanha de financiamento coletivo no Catarse, O endereço é http://catarse.me/filosofia_pop. A contribuição mínima que pedimos ´de 5 reais mensais. Se você preferir, pode contribuir através de nosso pix, que é contato@filosofiapop.com.br. Se não pode contribuir financeiramente, ajude divulgando, comentando, indicando para amigos. Precisamos dessa força! Lembrando que você pode encontrar o podcast filosofia popo no twitter, instagram, Facebook e outras redes sociais. Nosso email é contato@filosofiapop.com.br Twitter: @filosofia_popFacebook: Página do Filosofia PopYouTube: Canal do Filosofia Pope-mail: contato@filosofiapop.com.brSite: https://filosofiapop.com.brPodcast: Feed RSS Com vocês, mais um episódio do podcast Filosofia Pop! O post #248 – Cosmopoética da Justiça, com Renan Porto apareceu primeiro em filosofia pop.
Acquista il mio nuovo libro, "Neanche Nietzsche era un superuomo": https://amzn.eu/d/0hN113ZXConcludiamo il discorso sull'autocoscienza presentando due altre figure, Stoicismo e scetticismo e La coscienza infelice.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/dentro-alla-filosofia--4778244/support.
O que acontece quando uma sociedade desaprende a distinguir realidade de interpretação? Neste episódio, o Café Brasil parte de uma cena clássica de Tropa de Elite para mergulhar nas ideias de Michel Foucault, Jacques Derrida e Gilles Deleuze, tentando entender como chegamos a um mundo onde tudo virou disputa de narrativa. O conceito de “rizoma”, as bolhas ideológicas, a perda de critérios e a dificuldade crescente de diálogo entram numa conversa provocadora sobre verdade, poder, interpretação e a necessidade urgente de desenvolver musculatura mental para sobreviver ao caos contemporâneo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No livro "Sociedade do Cansaço", o filósofo sul-coreano Byiung-Chul Han mostra como a revolução tecnológica pela qual passamos interfere, e por vezes determina, o pensamento, os sentimentos e comportamentos humanos. Nesta palestra, a professora e voluntária de Nova Acrópole, Karla Lacombe, tece comentários e relaciona os elementos apontados pelo filósofo com o mito da caverna, de Platão.
Por ocasião do Dia da Terra, em abril de 2026, Nova Acrópole promove um díálogo entre a Ciência e a Filosofia, com a participação do cientista Fabio Rubio Scarano e do filósofo Luis Carlos Marques - diálogo este mediado pela professora Lúcia Helena Galvão, da Nova Acrópole.Participam desta reflexão: Lúcia Helena Galvão - professora, escritora, conferencista e poetisa, que dedica-se há mais de 30 anos ao estudo da Filosofia e ao estabelecimento da Escola de Filosofia Nova Acrópole no Brasil; Luis Carlos Marques Fonseca - Engenheiro, instrutor de Filosofia há mais de 40 anos, conferencista, escritor, Diretor-Presidente de Nova Acrópole Brasil (seção norte); Fabio Rubio Scarano - Engenheiro florestal, PHD em Ecologia, ex-colaborador da ONU, escritor e curador do Museu do Amanhã no Rio de Janeiro.
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez do Professor, Youtuber, graduado em Cinema e Vídeo, Mestre em Ciências da Linguagem e Doutor em Literatura, Alexandre Linck. Só vem! >> OUÇA (83min 34s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino. http://naruhodo.b9.com.br * Alexandre Linck Vargas tem experiência na área de Literatura e Artes, atuando principalmente nos seguintes temas: Teoria Literária, Filosofia da Arte, Estética, Teorias da Imagem, Crítica Cultural, Roteiro de Cinema e TV e História em Quadrinhos. Graduou-se em 2004 no curso de Comunicação Social - Cinema e Vídeo pela Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL). Ingressou em 2005 no Mestrado em Ciências da Linguagem - também na Unisul -, concluindo em 2007, com a dissertação "A morte do homem no morcego". Em 2010, ingressou no Doutorado em Literatura pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), concluindo em 2015 com a tese "A invenção dos quadrinhos: teoria e crítica da sarjeta". Atualmente é professor do PPGCL - Programa de Pós-Graduação em Ciências da Linguagem, onde leciona a disciplina de Estética, e dos cursos de Letras (teoria literária) e Cinema (teoria, história e roteiro cinematográfico), todos da Unisul. Alexandre é editor da revista Memorare, líder do grupo de pesquisa "Estudos em artes" (GRUAS)", e membro da RING (Red de Investigadoras e Investigadores de Narrativa Gráfica en Latinoamérica). Destaque também para o trabalho de cineasta nos curtas-metragens OCULTO (2003), RELIGARE (2005), DEUSES DE MENTIRA (2009), e o site/canal sobre histórias em quadrinhos, QUADRINHOS NA SARJETA (2011-atual). Lattes: http://lattes.cnpq.br/6080748048889215 * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo
Lutz veste Insider
Entra nella Cogito Academy, il terzo anno inizia presto ➤➤➤ QUI Il futuro non è un'attesa, è un atto di volontà.
Nesta palestra, o professor e voluntário Normando Pignataro compartilha 7 aprendizados profundos adquiridos em mais de 15 anos de trabalho voluntário na Nova Acrópole — conectando filosofia prática, mitologia e tradição indiana à vida cotidiana.Os 7 aprendizados:O dinheiro não é a principal motivação do ser humanoO trabalho voluntário é a verdadeira liberdadeO que é a vocação de verdade — e por que confundi-la com profissão gera sofrimentoO trabalho nos mostra quem realmente somosQuanto maior a diversidade, maior o crescimentoNão existe trabalho sem risco — e por que isso é libertadorO desapego é liberdade e poderCom referências ao Bhagavad Gita, à República de Platão, ao mito de Hércules e ao ensinamento budista do reto meio de vida.
Amplamente reconhecida como a fundadora da enfermagem moderna, Florence Nigthingale foi um exemplo de determinação, altruísmo e inteligência. A Professora e voluntária de Nova Acrópole, Laís Marques, comenta como podemos retirar de sua história lições de simplicidade para a nossa vida.