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O diálogo tornou-se uma "arte esquecida"? Mais do que apenas conversar, estamos perdendo a capacidade fundamental de trocar ideias com profundidade.Neste vídeo, a professora e voluntária da Nova Acrópole, Ana Beatriz Pignataro, traz uma reflexão urgente sobre como a comunicação verbal tem sido abalada nos tempos atuais. Ela esclarece dois dos sete passos essenciais para resgatar o diálogo como uma verdadeira Arte, transformando conversas superficiais em encontros humanos significativos.00:00 - Introdução: O Diálogo como Fruto da Vida Interior Explicação de que o diálogo verdadeiro nasce do desenvolvimento interior e do domínio da própria personalidade, não apenas de técnicas externas.01:52 - O Diálogo como uma das Artes mais Complexas A importância do "ensaio" e da prática constante para atingir a harmonia nas relações.03:09 - Diferença entre Confronto e Diálogo Análise etimológica e prática: o confronto como imposição de fronteiras e o diálogo como a capacidade de ir além das palavras.08:02 - O Amor à Verdade vs. O Amor à Própria Opinião Como o desejo de ampliar a visão de mundo deve prevalecer sobre a necessidade de estar certo.09:32 - Aprender com a Vida através do Outro A percepção de que cada ser humano possui um ponto de vista único que é essencial para o nosso próprio crescimento.11:07 - A Insegurança como Causa dos Confrontos A analogia da árvore: por que a falta de convicções profundas nos leva a tentar impor argumentos pela força.15:12 - O Termômetro do Diálogo: A Vida Cresce ou Diminui? Como identificar um bom diálogo pela sensação de motivação e aprofundamento do laço após a conversa.18:21 - O Pressuposto do Diálogo: Querer Aprender A pergunta fundamental: "Eu quero realmente dialogar ou apenas convencer?".20:25 - Primeiro Passo: Objetividade A importância de não supor motivos alheios e ter clareza sobre o objetivo da própria comunicação.26:25 - Segundo Passo: Respeito e Humildade Filosófica Reconhecer que o outro sempre tem uma razão para pensar como pensa e evitar o rótulo como desculpa para não dialogar.32:56 - Conclusão: Todos são teus Instrutores A meta de tratar a todos com respeito, independentemente de concordar com suas opiniões, e o convite à prática.
Confúcio foi um dos grandes sábios da humanidade que indicaram uma trilha segura para a evolução e a felicidade. A professora e voluntária de Nova Acrópole, Ana Cristina Machado, faz uma breve síntese de sua doutrina, mostrando como aplicar seus ensinamentos à vida cotidiana.
No podcast especial de hoje, acompanhe trechos de uma conversa entre as escritoras Cidinha da Silva - autora de premiadas obras como “Um Exu em Nova York” - e Marcia Tiburi, que é mestre e doutora em Filosofia e autora de livros como “Feminismo em comum”. A conversa foi uma edição do Sempre Um Papo que aconteceu recentemente no Sesc Pinheiros, e discutiu o tema “Democracia, bem-viver e cidadania”. See omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio número 250 do Podcast Filosofia Pop, conversamos com o filósofo Claudio Ferreira Costa sobre autismo e filosofia. Cláudio Ferreira Costa construiu sua trajetória acadêmica no Departamento de Filosofia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), desenvolvendo pesquisas principalmente no campo da filosofia analítica contemporânea, com trabalhos em áreas como filosofia da linguagem, filosofia da mente e metafísica analítica. Realizou seu mestrado em Filosofia no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS), no Rio de Janeiro, e seu doutorado na Universität Konstanz, na Alemanha. Sua formação inclui ainda períodos de pós-doutorado na Hochschule für Philosophie, em Munique, na University of California, Berkeley, na University of Oxford e novamente na Universität Konstanz. Nesta conversa, partimos de seu texto sobre Síndrome de Asperger e filosofia para discutir sua experiência pessoal com o autismo, o diagnóstico tardio e questões relacionadas à linguagem, empatia, sociabilidade e vida acadêmica. O diálogo também passa pelas possíveis relações entre determinadas características do espectro autista e o trabalho filosófico, pelos limites das tentativas de diagnosticar filósofos do passado e pela própria maneira como Cláudio Costa compreende a atividade filosófica. Texto Sindrome de Aperger e Filosofia de Claudio F. Costa Site de Claudio Ferreira Costa Textos de Claudio Costa no Academia.edu O Filosofia Pop é um podcast que aborda a filosofia como parte da cultura. A cada 15 dias, sempre às segundas-feiras, a gente vai estar aqui pra continuar essa conversa com vocês. Intercalando com nossos episódios normais de quando em quando vamos apresentar episódios de entrevistas temáticas especiais. O episódio de hoje que é uma parceria com o projeto de extensão Filosofia, Cultura popular e Ética, desenvolvido na Universidade Federal de Jataí. Se gosta do conteúdo do podcast, apoio nossa campanha de financiamento coletivo no Catarse, O endereço é http://catarse.me/filosofia_pop. A contribuição mínima que pedimos ´de 5 reais mensais. Se você preferir, pode contribuir através de nosso pix, que é contato@filosofiapop.com.br. Se não pode contribuir financeiramente, ajude divulgando, comentando, indicando para amigos. Precisamos dessa força! Lembrando que você pode encontrar o podcast filosofia popo no twitter, instagram, Facebook e outras redes sociais. Nosso email é contato@filosofiapop.com.br Twitter: @filosofia_popFacebook: Página do Filosofia PopYouTube: Canal do Filosofia Pope-mail: contato@filosofiapop.com.brSite: https://filosofiapop.com.brPodcast: Feed RSS Com vocês, mais um episódio do podcast Filosofia Pop! O post #250 – Autismo e Filosofia, com Claudio Costa apareceu primeiro em filosofia pop.
Conceitos como UBUNTU - que sintetiza a realidade da união entre todos os seres - estão presentes na cosmovisão da etnia BANTU, uma das culturas existentes no Congo, região central da África. A professora e voluntária de Nova Acrópole, Melissa Andrade, nos fala de três ideias centrais de sua profunda sabedoria.
A antologia de contos ligados ao dia de São Jorge foi lançada na abertura da Festa Literária das Periferias de 2026, a FLUP. Nossa reportagem ouviu a coordenadora dos processos formativos da feira Dai Brasil e a autora do conto “Samba no maior astral” Ana Marinho.Reportagem: Gabrielle TeodoroEdição: Thiago Kropf
Sara Kells (IE University) defende, no The Conversation, que o pensamento crítico se tornou uma palavra da moda esvaziada de sentido preciso na era da IA — e propõe recuperá-la através de dois momentos, reflexão e juízo, e de um ingrediente raramente nomeado: a humildade intelectual. Este artigo cruza essa proposta com o Perfil dos Alunos, a Cidadania e Desenvolvimento e a Filosofia do secundário português.
De acordo com dados do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda (Comsefaz), as famílias brasileiras perderam mais de R$ 62,5 bilhões com apostas on-line, as chamadas bets, em 2025. José Luis Portella, pós-doutor em História Econômica pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e pesquisador do Instituto de Estudos Avançados (IEA), argumenta que as perdas financeiras das famílias brasileiras com apostas esportivas revelam uma falha na formulação de políticas públicas. Segundo ele, o principal problema é a “desconexão” entre as políticas pensadas para um ser humano ideal e o comportamento real das pessoas. A partir disso, Portella defende que as restrições às bets deveriam ter sido implementadas antes da expansão do problema, e não apenas depois que as apostas já estavam disseminadas. Outro ponto levantado pelo especialista é o impacto social das apostas. Portella relaciona o dinheiro perdido nas bets a problemas como endividamento, insegurança alimentar e questões de saúde mental, especialmente quando recursos destinados às necessidades familiares são utilizados em apostas.
Onde se explora a necessidade de redefinir o pensamento crítico perante a ascensão da inteligência artificial, alertando para o risco de o conceito se tornar um termo vazio. A autora Sara Kells propõe que esta competência seja estruturada em dois tempos — reflexão e juízo — integrando a humildade intelectual como um elemento essencial para reconhecer os limites do saber. Esta perspetiva é cruzada com o contexto educativo português, destacando a sua relevância no Perfil dos Alunos, na disciplina de Filosofia e na Educação para a Cidadania. O artigo defende que a escola deve ensinar a distinguir entre a fluência de um texto gerado por algoritmos e a verdadeira compreensão humana. Em última análise, cultivar estas capacidades é apresentado como um pilar fundamental para a saúde da democracia e para a formação de cidadãos responsáveis.
Você sabe quais as bases de filosofia comportamental japonesa ? Porque a sociedade japonesa funciona para todos ? Já ouviu falar em Kaizen, Wabi Sabi ? Ouça o programa e se identifique.Texto e Voz : Leo DaflonCapa : IAGravação : Mordazes EstúdiosAgosto de 2026
Laura Falqui, Raffaele Milani"I giardini nel cinema"L'invenzione della natura nell'immagine-movimentoOlschki Editorewww.olschki.itIl cinema inventa la natura, la scopre per noi che la attraversiamo nei suoi giardini, tra mondi della realtà e del sogno. Guardare un film attraverso il suo giardino significa rivivere lo spazio mediante la cinepresa, in una poetica delle forme di varia bellezza. Come una lunga passeggiata, il libro ci accompagna nelle meraviglie della natura cintata e dei suoi sentieri che abbracciano in un unico, complesso disegno, immagini e movimento.C'è un paradosso al centro di questo saggio uscito per Olschki: il giardino, luogo che associamo istintivamente alla quiete e alla natura addomesticata per il piacere dell'occhio, diventa nel cinema il teatro privilegiato di inganno, delitto e smarrimento. Laura Falqui e Raffaele Milani attraversano decenni di storia del cinema per raccontarlo: dal prato deserto di Blow Up, dove il fotografo di Antonioni scopre per caso un omicidio, ai giardini geometricamente perfetti de I misteri del giardino di Compton House di Peter Greenaway, teatro di un doppio inganno; dal labirinto innevato di Shining al tempo sospeso e ipnotico de L'anno scorso a Marienbad di Resnais, fino al capitolo più duro, quello su La zona d'interesse di Jonathan Glazer, dove il giardino curato della famiglia del comandante di Auschwitz diventa cornice di un'indifferenza assoluta al male, a pochi metri dalle camere a gas.Il libro non è dunque una storia del "giardino come sfondo", ma la tesi opposta: la natura filmata come soggetto vivente, strumento di racconto, specchio di potere, memoria e resistenza — un modo per rileggere il cinema di Antonioni, Greenaway, Kubrick, Resnais, Bergman, Jarman, Glazer attraverso lo spazio che meno ci si aspetterebbe come chiave interpretativa.Laura Falqui è saggista, scrittrice, specialista di arti visive, regista teatrale. Studiosa del Preraffaellitismo inglese, ha dedicato a questo argomento saggi in volume e altri scritti. Tra questi: Ascoltare l'incenso. Confraternite di pittori nell'Ottocento (1985); Aurea domus. Viaggio nel sogno preraffaellita (1995), La sostanza nascosta. Il silenzio nella pittura (2017), Il tocco dell'invisibile. La grafite di Edward Burne-Jones (2024). Da qualche anno ha trasferito la sua scrittura creativa dalla drammaturgia a una forma narrativa, in cui affiorano le sue passioni di sempre: la pittura del secondo Ottocento inglese, la fiaba, il nonsense. - (febbraio 2026) - Raffaele Milani è docente di Estetica del Paesaggio nella Scuola di Specializzazione in Beni storico-artistici dell'Università di Bologna, già professore ordinario di Estetica presso il Dipartimento di Scienze dell'Educazione nello stesso Ateneo. È stato direttore del “Laboratorio di ricerca sulle città e i paesaggi”, keynote speaker in convegni internazionali, visiting professor in varie università straniere. Tra le sue pubblicazioni, tradotte in diverse lingue: L'arte del paesaggio (2001), Il paesaggio è un'avventura (2005), I volti della grazia. Filosofia, arte, natura (2009), Albe di un nuovo sentire (2020). All'inizio della carriera ha pubblicato sul cinema e sul teatro. - (febbraio 2026) - Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
Scruton - Breve História da Filosofia ModernaRoger Scruton, o grande filósofo britânico, escreveu em 1982 uma obra chamada - Uma Breve História da Filosofia Moderna - ali aborda a reviravolta filosófica que mudou o mundo, não necessariamente para algo superior, mas para percepções diferentes, que segundo Scruton, desaguam na figura de Wittigenstein numa grande trajetória do "eu" particular. Mas como a temática é a história da filosofia, refletida por um pensador conservador em política, achei por bem também trazer uma pequena síntese de outra obra deste mesmo filósofo, agora de 1986 que completa essa saga histórica, a saber - Os pensadores da nova esquerda - uma crítica pontual contra inúmeros autores que exageraram conceitos mas eram ainda assim, celebrados na academia. Quer Ajudar o canal? Veja como:*Link do meu Livro: https://amzn.to/4dbsdhK*Pix: https://widget.livepix.gg/embed/e47d6...*Apoie o Canal: https://apoia.se/canaldosocran
Eu sou Ludimeri Picelli, coordenadora da Casa Espírita Luiz Picelli, em Maringá-Paraná-Brasil e estou fazendo a leitura do livro FILOSOFIA ESPÍRITA, VOLUME 4, ditado pelo espírito Miramez, ao médium João Nunes Maia, cujo livro traz reflexões elaboradas sobre a obra O livro dos Espíritos, de Allan Kardec.Este livro é de estudos e reflexões e por isto iremos lendo pergunta a pergunta de O Livro dos Espíritos, da Doutrina Espírita, codificada por Allan Kardec, para que possamos assimilar bem o seu conteúdo e estabelecermos a tal reforma de pensamento e comportamento, que Jesus espera de nós.Este é o segundo de uma série de vinte livros, em que Miramez comenta as perguntas de O Livro dos Espíritos, objetivando orientar-nos no estudo dessa obra ímpar, sem qualquer pretensão, a não ser fornecer subsídios para melhor entendê-la e trilhar com segurança o caminho da Luz.O que Miramez pretende não é decodificar O Livro dos Espíritos para nós leitores, mas apresentar-nos alguns pontos para nossa meditação, a respeito de cada pergunta, para que possamos entrar em sintonia com a bondade e a paz que são emitidas pelo Amor Maior.Nossos podcasts são leituras de livros e mensagens da doutrina espírita, que foram ditados pelos nobres espíritos de eskol e codificadas por Allan Kardec, bem como outras obras psicografadas por médiuns de renome, trazendo-nos uma doutrina reveladora e libertadora, para, assim, entender o Cristianismo Redivivo.- para nos ajudar, doe-nos um café, faça um pix caridadeamoreluz@gmail.com, ou pelo cnpj pix 37.965.614/0001-18, pois suas doações nos manterão no ar, e ajudarão nossas ações sociais, cursos, podcasts, com bastante elevação aos sentimentos daqueles que se aproximam de nós.- visite nosso site celp.org.br - visite nossas redes sociais facebook e instagram, com o nome celppicelli e youtube celp-picelli- venha estudar em nossa escola: MAGNA - Centro de Excelência em Magnetismo e Apometria- venha somar conosco? Venha ser um caminheiro CELP-PICELLI
Acquista il mio nuovo libro, "Neanche Nietzsche era un superuomo": https://amzn.eu/d/0hN113ZXUltima puntata del lungo percorso attraverso la filosofia di Hegel: e concludiamo proprio parlando di religione e soprattutto di filosofia.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/dentro-alla-filosofia--4778244/support.
Silvia Vizzardelli"Che cos'è l'atto di creazioneGilles DeleuzeA cura di Antonella MoscatiCronopio Edizioniwww.cronopio.it"Che cos'è l'atto di creazione?" raccoglie una conferenza di Gilles Deleuze rimasta a lungo inedita e poco conosciuta anche in Francia, tenuta nel 1987 alla FEMIS, la Scuola Superiore di Cinema di Parigi, insieme a due interviste del 1983 e del 1986. Il volume è pubblicato da Cronopio, storica casa editrice napoletana, nella collana "Tessere", a cura di Antonella Moscati.Nella conferenza Deleuze riflette sulle condizioni dell'atto creativo inteso come atto di pensiero: un pensiero che, nel linguaggio del cinema, si esprime attraverso quei blocchi singolari di spazio-tempo che sono le immagini cinematografiche. Non si tratta, per Deleuze, di applicare la filosofia al cinema o viceversa, ma di mostrare come i due domini comunichino spontaneamente, l'uno rilanciando l'altro. Nelle due interviste che completano il volume, Deleuze mostra invece come le immagini cinematografiche, passando attraverso il cervello e il corpo dello spettatore, possano acquistare la forza di un autentico atto politico di resistenza.È lo stesso Deleuze a indicare il cuore della questione: "Qualcosa di strano mi ha colpito nel cinema: la sua attitudine inaspettata a manifestare, non il comportamento, ma la vita spirituale [...]. La vita spirituale non è il sogno né il fantasma, che sono sempre stati un vicolo cieco per il cinema, ma il dominio della decisione fredda, della caparbietà assoluta, della scelta dell'esistenza [...]. Si passa spontaneamente dalla filosofia al cinema, ma anche dal cinema alla filosofia."Un testo breve ma denso, che si può leggere come una porta d'accesso agile ai grandi temi dell'opera deleuziana — l'immagine, il tempo, la creazione come resistenza — nella forma diretta e parlata della conferenza pubblica.Gilles Deleuze (Parigi, 1925 – Parigi, 1995) è stato uno dei filosofi più influenti del secondo Novecento. Ha insegnato per quasi vent'anni all'Università di Paris VIII, prima a Vincennes e poi a Saint-Denis. Tra le sue opere principali: "Nietzsche e la filosofia" (1962), "Differenza e ripetizione" (1968), "Logica del senso" (1969), e, in collaborazione con Félix Guattari, "L'Anti-Edipo" (1972) e "Mille piani" (1980), capitoli del progetto "Capitalismo e schizofrenia". Ha dedicato al cinema i due volumi "L'immagine-movimento" (1983) e "L'immagine-tempo" (1985), e ha firmato con Guattari, nel 1991, "Che cos'è la filosofia?". Il suo pensiero, costruito attorno ai concetti di differenza, divenire e molteplicità, ha attraversato la storia della filosofia, la letteratura, il cinema e le arti, lasciando un'eredità che continua a nutrire il dibattito filosofico contemporaneo.Antonella Moscati è scrittrice e filosofa, nata a Napoli. Studiosa di Hannah Arendt, ha tradotto e curato in italiano opere di Deleuze, Jean-Luc Nancy, Michel Foucault, Walter Benjamin e altri protagonisti del pensiero francese e tedesco contemporaneo. È da anni tra le voci più attive della casa editrice Cronopio, per cui ha curato numerosi volumi. Ha esordito come narratrice in Francia con "Verbali" (Léo Scheer, 2000); tra le sue opere pubblicate in Italia: "Una quasi eternità" (Nottetempo, 2006 e 2022), "Deliri" (Nottetempo, 2009), "Una casa" (Nottetempo, 2015), "Ellen West. Una vita indegna di essere vissuta" (Quodlibet, 2021) e "Patologie" (Quodlibet, 2024).Silvia Vizzardelli insegna Estetica all'Università di Verona. La sua ricerca si muove tra estetica e teoria delle arti, con un'attenzione particolare, negli ultimi anni, all'incontro tra estetica e psicoanalisi. È docente della Scuola di specializzazione in Psicoterapia psicoanalitica (Psicomed) e collabora regolarmente con la rivista "doppiozero", per cui scrive su Deleuze, Derrida, Blanchot, Agamben e altri autori del pensiero contemporaneo. Tra le sue pubblicazioni: "Filosofia della musica" (Laterza, 2007), "La tentazione dello spazio. Estetica e psicoanalisi dell'inorganico", con Valentina De Filippis (Salerno, 2016) e "Teleplastia. Saggio sulla psiDiventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
David Le Breton"La fine della conversazione"La parola in una società spettraleEdizione italiana a cura di Pietro Grassi e Raymond ZammitArmando Editorewww.armandoeditore.itSempre più assorbito dallo smartphone e isolato dagli auricolari, l'individuo ipermoderno vive immerso in un altrove digitale che indebolisce la percezione dell'ambiente e degli altri. La promessa di connessione dei social network nasconde una solitudine crescente, che colpisce soprattutto adolescenti e anziani. La dissociazione diventa un gesto quotidiano: un rifugio rapido dalla noia, dalle frustrazioni, dai legami sociali che ci pesano. Questo libro indaga come la tecnologia stia trasformando la nostra presenza al mondo e il senso stesso di stare insieme.David Le Breton è professore all'Università di Strasburgo, membro dell'Institut Universitaire de France e ricercatore presso il laboratorio Dynamiques Européennes. Antropologo e sociologo francese, è uno specialista delle rappresentazioni e dell'uso del corpo umano, che ha studiato in particolare analizzando i comportamenti a rischio.Pietro Grassi. Dopo studi di filosofia, teologia e psicologia, si è perfezionato in bioetica, storia della medicina e psicopatologia e cultura delle migrazioni. Docente ISSR all'Apollinare (PUSC), Roma. Docente IPU – Pontificia Università Salesiana – Sede aggregata della Tuscia.Raymond Zammit è professore di bioetica e di etica sociale e professionale. Gli interessi delle sue ricerche comprendono la bioetica, l'etica professionale, l'etica degli affari, l'etica nel sistema della giustizia criminale, l'etica ambientale e l'etica del cibo. Direttore del Dipartimento di Teologia Morale della Facoltà di Teologia dell'Università di Malta.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
El mito de Apolo y Dafne nos deja una met´ñafora sobre lo que puede significar una pérdida,
Neste episódio, recebemos o Mestre Guilherme da Luz para uma conversa profunda sobre o universo do Kung Fu, o legado eterno de Bruce Lee e o que realmente significa ser um artista marcial nos dias de hoje.
TRASCRIZIONE E VOCABOLARIOPuoi sostenere il mio lavoro con una donazione su Patreonhttps://www.patreon.com/italianosiPer €2 al mese riceverai le trascrizioni di tutti i PodcastPer €3 al mese riceverai, oltre alle trascrizioni, anche una lista dei vocaboli più difficili, con spiegazione in italiano e traduzione in inglese.CONTENUTIOggi vi mostro alcuni canali YouTube italiani a cui sono iscritta. LINKAppleTingles ASMR https://www.youtube.com/@AppleTinglesASMRRick DuFer https://www.youtube.com/@rickduferSpazio Grigio https://www.youtube.com/@SpazioGrigioGiovanni Muciaccia https://www.youtube.com/@StudioMuciacciaLe parole di Silvia https://www.youtube.com/@leparoledisilvia6289Fiore https://www.youtube.com/@fiorellaelisageorgelAmedeo Balbi https://www.youtube.com/@AmedeoBalbiBreaking Italy https://www.youtube.com/@breakingitalyFatto in Casa da Benedetta https://www.youtube.com/@FattoincasadaBenedettaOfficialVALTER ZANARDI audiolibri, letture e altro https://www.youtube.com/@valterzanardiraccontandotiMénéstrandise Audiolibri https://www.youtube.com/@MenestrandiseIlBoccaTV https://www.youtube.com/@IlBoccaTVAlessio Cicchini | rucoolaaa https://www.youtube.com/@rucoolaaaTHE PILLOW https://www.youtube.com/@THE.PILLOWNutrisophia https://www.youtube.com/@NutrisophiaTRASCRIZIONECiao a tutti e bentornati! Se siete nuovi, benvenuti. Io sono Elisa e questo è il podcast di Italiano Sì. Oggi è per me il 20 luglio 2026. Sto cercando di registrare qualche episodio in anticipo perché questa è l'ultima settimana di asilo per mio figlio. Tra una settimana l'asilo chiuderà, vanno in ferie e chiuderà per quasi quattro settimane. Sì, quattro settimane; cioè tre, tre e mezzo. Diciamo tre settimane, dai, rimango ottimista. Tre settimane senza asilo, perché vivo in Germania in un'isola e funziona così qui; gli asili chiudono, fanno un sacco di vacanze. Tra l'altro sono comunque pagate queste vacanze, cioè anche se chiude per quasi un mese, devo comunque pagare l'asilo. Ok, non entriamo in questo argomento. [...]MY YOUTUBE CHANNELSupport the show
No episódio 249 do podcast Filosofia Pop, Marcos Carvalho Lopes conversa com Hans Ulrich “Sepp” Gumbrecht sobre futebol. Professor emérito de Literatura Comparada, Francês e Italiano da Universidade Stanford, Gumbrecht desenvolveu uma obra que atravessa a teoria literária, a filosofia, a estética e a reflexão sobre os esportes. Uma de suas preocupações centrais é compreender experiências que não podem ser inteiramente reduzidas à interpretação ou à procura de significados: a presença dos corpos, a intensidade dos acontecimentos, a atmosfera dos espaços e o aparecimento inesperado de formas. Essas questões encontram no futebol um campo privilegiado. Uma partida não nos afeta apenas pelo resultado ou pelas histórias que contamos sobre ela. Também somos atingidos pela velocidade de uma jogada, pela abertura repentina de um espaço, pela coordenação dos movimentos, pelo confronto entre os corpos e pela atmosfera produzida dentro de um estádio. Esta não é a primeira participação de Hans Ulrich Gumbrecht no Filosofia Pop. Em 2021, ele esteve presente em dois episódios do podcast. No episódio #116 – Vale do Silício, publicado em 22 de fevereiro daquele ano, conversamos sobre as transformações culturais e tecnológicas associadas ao Vale do Silício, partindo de seu livro O espírito do mundo no Vale do Silício: viver e pensar o futuro. No episódio #117 – Humanidades etc., publicado em 1º de março de 2021, continuamos a conversa tratando das Humanidades, da universidade, do ambiente acadêmico brasileiro e norte-americano, da obra de Luiz Costa Lima e dos projetos intelectuais de Gumbrecht. As duas conversas haviam sido gravadas nos dias 30 e 31 de dezembro de 2020. Agora, cinco anos depois daqueles episódios, voltamos a conversar. Desta vez, tendo o futebol como ponto de partida para pensar a estética, a cultura e as formas contemporâneas de viver experiências coletivas. O Filosofia Pop é um podcast que aborda a filosofia como parte da cultura. A cada 15 dias, sempre às segundas-feiras, a gente vai estar aqui pra continuar essa conversa com vocês. Intercalando com nossos episódios normais de quando em quando vamos apresentar episódios de entrevistas temáticas especiais. O episódio de hoje que é uma parceria com o projeto de extensão Filosofia, Cultura popular e Ética, desenvolvido na Universidade Federal de Jataí. Se gosta do conteúdo do podcast, apoio nossa campanha de financiamento coletivo no Catarse, O endereço é http://catarse.me/filosofia_pop. A contribuição mínima que pedimos ´de 5 reais mensais. Se você preferir, pode contribuir através de nosso pix, que é contato@filosofiapop.com.br. Se não pode contribuir financeiramente, ajude divulgando, comentando, indicando para amigos. Precisamos dessa força! Lembrando que você pode encontrar o podcast filosofia popo no twitter, instagram, Facebook e outras redes sociais. Nosso email é contato@filosofiapop.com.br Twitter: @filosofia_popFacebook: Página do Filosofia PopYouTube: Canal do Filosofia Pope-mail: contato@filosofiapop.com.brSite: https://filosofiapop.com.brPodcast: Feed RSS Com vocês, mais um episódio do podcast Filosofia Pop! O post #249 – Futebol, com Sepp Gumbrecht apareceu primeiro em filosofia pop.
Acquista il mio nuovo libro, "Neanche Nietzsche era un superuomo": https://amzn.eu/d/0hN113ZXUltimo grande passaggio per parlare di Hegel, e iniziamo ad affrontarlo partendo dalle idee del filosofo sull'arte.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/dentro-alla-filosofia--4778244/support.
Un recorrido filosófico sobre la idea del bien
Conheça a Minimal Club usando o Cupom: BRUNEThttps://lp.minimalclub.com.br/cortes-brunetcastNeste episódio do BrunetCast, Wesley e Teixeira recebem JP Maia, fundador do movimento Comunidade Fé e Razão, estudante de filosofia e teólogo, para uma conversa profunda sobre apologética cristã.JP conta sua trajetória do ateísmo ao agnosticismo até a conversão ao cristianismo, e explica por que a filosofia grega (Sócrates, Platão e Aristóteles) já apontava para a existência de um Deus único. O papo passa pelas provas históricas dos manuscritos do Mar Morto, pela diferença entre o Jesus do cristianismo, do judaísmo e do islã, e chega ao tema mais desafiador da fé cristã: o problema do mal, discutido a partir de Epicuro, Alvin Plantinga e Leibniz.Um episódio essencial para quem quer entender os fundamentos racionais da fé cristã e como responder às maiores dúvidas sobre Deus, sofrimento e sentido da vida.
CLÓVIS DE BARROS é jornalista, escritor, filósofo e professor, e LÚCIA HELENA GALVÃO é professora e filósofa. Eles vão bater um papo sobre o livro “A Odisseia” e também sobre o filme de Christopher Nolan. O Vilela disse que é fã de Homero, mas prefere o Bart.
Tolstoi tvo un giró móistico que lo llevó a querer cambiar la sociedad.
José Luís Portella, pós-doutor em História Econômica pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP e pesquisador do Instituto de Estudos Avançados, discute o impacto da inteligência artificial na implementação de políticas públicas
Matteo Garau"Ragione e positività"Le radici teologico-politiche del sistema hegelianoEdizioni ETSwww.edizioniets.comQuesto volume propone una rilettura dello spinozismo nel pensiero di Hegel, mostrando come il confronto con Spinoza non nasca anzitutto sul terreno della metafisica, ma attraverso la ricezione del Trattato teologico-politico. Emerge in tal modo come la decisiva influenza di quest'opera, per lo più sottovalutata dalla ricerca, risalga già agli anni della formazione hegeliana e condizioni profondamente la genesi e lo sviluppo del sistema. Da questa prospettiva, il significato essenziale della critica di Hegel allo spinozismo si mostra sotto una luce nuova, che riverbera sulla comprensione complessiva del suo progetto filosofico, legato a quello del pensatore olandese da un ambiguo e tormentato legame di affinità e contrapposizione. Matteo Garau è dottore di ricerca in Filosofia. I suoi studi riguardano la filosofia classica tedesca e l'Aufklärung, con particolare attenzione al pensiero di Hegel e alla ricezione di Spinoza in Germania, nonché al rapporto tra ragione e storicità. È autore di diversi contributi su riviste scientifiche.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
Acquista il mio nuovo libro, "Neanche Nietzsche era un superuomo": https://amzn.eu/d/0hN113ZXCome si regolano i rapporti tra gli stati? Hegel ha un'idea molto chiara: tramite la guerra. E la storia dà poi ragioni o torti.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/dentro-alla-filosofia--4778244/support.
¿Por qué cada vez más hay teorías conspirativas?
Acquista il mio nuovo libro, "Neanche Nietzsche era un superuomo": https://amzn.eu/d/0hN113ZXChi governa davvero, dentro allo Stato? C'è la divisione dei poteri? Quali sono i diritti dei cittadini? Rispondiamo a queste domande con Hegel.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/dentro-alla-filosofia--4778244/support.
Spinoza, quizás el primer filósofo moderno, fue un solitario que pensó en Dios y en la naturaleza.
Isabella Guanzini"Essere all'ascolto"Filosofi lungo l'Ogliowww.filosofilungologlio.itL'egemonia dello sguardo ha a lungo modellato il nostro modo di pensare, privilegiando immagini, visioni e trasparenze come metafore della conoscenza. Lunedì 27 luglio alle ore 21:00, a Seniga (BS), presso Palazzo Ferrante (Villa Zani), in via Umberto I n. 2, Isabella Guanzini terrà la lectio magistralis Essere all'ascolto, una riflessione sul primato dell'udito e dell'esperienza sonora nella formazione dell'umano, dove l'ascolto si rivela come forma originaria di apertura, ricezione e relazione con l'altro. In caso di maltempo l'incontro si terrà presso Oratorio di S. Apollonio, via Umberto I n. 2, Seniga (BS).La nostra cultura appare da tempo segnata dall'egemonia dello sguardo. Non è un caso che il linguaggio occidentale privilegi metafore visive: “avere un punto di vista”, “mettere a fuoco”, “vedere chiaro”, “illuminare un problema”, oppure parlare di una “visione del mondo”. Anche la conoscenza viene spesso descritta nei termini della luce e della visibilità, nel senso di un sapere che rischiara e rende trasparente la realtà. Eppure, la nostra esistenza è immersa in un incessante paesaggio sonoro: non ancora venuto al mondo, prima ancora di vedere, l'essere umano è raggiunto da voci, battiti, ritmi, tonalità e silenzi. La voce dell'altro precede l'immagine e lascia tracce profonde nell'inconscio e nella memoria corporea. Siamo fin dall'inizio esseri all'ascolto, con l'orecchio teso, abitanti ricettivi di un universo sonoro che ci precede, ci attraversa e ancora ci attende.È possibile considerare il nostro rapporto con il mondo dal punto di vista dell'ascolto? Ha senso iniziare ad accostare le cose a partire dal loro timbro, dalla loro voce, dal loro specifico “colore sonoro”? Interrogare questa gerarchia dei sensi, mostrando come l'ascolto costituisca una delle esperienze fondamentali della relazione con l'altro e con il mondo, significa pensare il nostro essere come capace non solo di visione, ma anche di accoglienza, risonanza ed esposizione. L'occhio infatti afferra, ma l'orecchio riceve. In un'epoca affollata di schermi e saturata da immagini, tornare all'ascolto significa forse recuperare una diversa forma di porosità e presenza al mondo, sensibile alle sue vibrazioni e al richiamo di altri sensi. Isabella GuanziniNata a Cremona, è filosofa e teologa. Laureata in Filosofia presso l'Università Cattolica di Milano, Guanzini ha conseguito il dottorato in Teologia presso la Research Platform Religion and Transformation in Contemporary Society dell'Università di Vienna e il dottorato in Studi umanistici presso il Dipartimento di Scienze storiche e religiose dell'Università Cattolica di Milano. Dal 2019 è professore ordinario di Teologia fondamentale all'Università di Linz (KU Linz) e docente di Storia della Filosofia presso la Facoltà Teologica dell'Italia Settentrionale di Milano.Tra i suoi scritti: Lo spirito è un osso. Postmodernità, materialismo e teologia in Slavoj Zizek, Cittadella 2010; L'origine e l'inizio. Hans Urs von Balthasar e Massimo Cacciari, ETS 2012; Il giovane Hegel e Paolo. L'amore fra politica e messianismo, Vita e Pensiero 2013; Il neognosticismo. I semi teologici di Francesco, San Paolo Edizoni 2019; Desiderare, (con D. Galimberti), Cittadella 2022. Per Ponte alle Grazie ha pubblicato: Tenerezza. La rivoluzione del potere gentile (2017, nuova ed. 2025), tradotto in tedesco e in spagnolo, e Filosofia della gioia. Una cura per le malinconie del presente 2022. In uscita: Il segreto dell'altro, Vita e Pensiero 2026.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
Desde la filosofía, la intuición no es una corazonada, pero sí una revelación que se realiza a través del pensamiento. Aquí haremos un pasaje de la misma desde Platón, Aristóteles, Tomás de Aquino, Descartes, Kant Husserl y Steiner.
A polémica em torno dos exames nacionais continua a intensificar-se, depois do ministro da Educação ter afirmado no Parlamento que desconhecia “erros graves” no exame-piloto de Filosofia. Ao mesmo tempo, cresce a pressão sobre o ministro da Administração Interna, Luís Neves, que está agora a ser investigado por suspeitas dos crimes de descaminho e abuso de poder. Os dois temas marcam o debate entre Daniel Oliveira e Diogo Feio neste episódio de Antes pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 21 de julho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio de hoje, José Luis Portella, pós-doutor em História Econômica pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP e pesquisador do Instituto de Estudos Avançados discute as tarifas impostas pelo presidente norte-americano a uma série de produtos brasileiros e o impacto dessas decisões sobre as políticas públicas do setor. Segundo o pesquisador, […]
Acquista il mio nuovo libro, "Neanche Nietzsche era un superuomo": https://amzn.eu/d/0hN113ZXLo Stato completa il percorso cominciato con la famiglia e proseguito con la società civile. Ma quale tipo di Stato ha in mente Hegel?Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/dentro-alla-filosofia--4778244/support.
En El Rincón de Lectura hoy ojeamos Hipercomplejidad, un relato de IA, ciencia y filosofía con su autor Sergio Parra, ¡no te lo pierdas!
É claro que o dia de qualquer um pode ser o último, mas na companhia dos mais velhos, vemos a lista de verbos diminuir um por vez. Neste programa, conversamos sobre a morte que começa no perder os outros, nesse caso um outro bem específico, nossos avós; e falamos sobre a necessidade de homenagear mais a vida do que a morte, e contornar a tristeza na difícil de tentativa de estar inteiro nas despedidas. ParticipantesMatheus GuimarãesRafael LauroRafael TrindadeLinksTexto lidoOutros LinksFicha TécnicaCapa: Felipe FrancoEdição: Pedro JanczurAss. Produção: Bru AlmeidaTexto: Rafael TrindadeGosta do nosso programa?Contribua para que ele continue existindo, seja um assinante!Support the show
Maria Silvia Vaccarezza"Santi influencer"L'etica ai tempi dei socialFandango Libriwww.fandangolibri.itDalla crisi climatica ai diritti LGBTQIA+, dalla violenza di genere alle guerre, ogni battaglia morale oggi passa da Instagram, TikTok, YouTube. A guidarla sono figure che non sono più soltanto celebrità o creator, ma veri e propri modelli etici digitali. Milioni di follower, prese di posizione obbligate, campagne benefiche, hashtag morali: l'esemplarità si è spostata online. Ma cosa succede quando virtù e branding si intrecciano?Quando la beneficenza convive con il profitto? Quando chi è competente su un tema si sente chiamato a pronunciarsi su tutto? Il “pandorogate” ha rivelato la fragilità di questo nuovo pantheon e ha segnato l'inizio di una stagione di scandali digitali dominando l'informazione pubblica.Ma il problema è più profondo: stiamo ridefinendo chi ammiriamo, chi imitiamo, chi consideriamo moralmente autorevole. Con rigore filosofico Maria Silvia Vaccarezza indaga il fenomeno degli influencer come nuovi “santi” laici, tra virtù e signaling, polarizzazione e responsabilità pubblica.Senza moralismi e senza nostalgia per il passato, questo libro offre una guida per orientarsi in una trasformazione culturale che riguarda tutti.Perché ignorare il cambiamento dei nostri modelli di riferimento non lo fermerà. Capirlo, forse sì.Maria Silvia Vaccarezza è professoressa associata di Filosofia morale all'Università di Genova. La sua ricerca verte principalmente su questioni di etica delle virtù, in particolare saggezza ed esemplarità morale, filosofia delle emozioni e filosofia dell'educazione. Tra le sue pubblicazioni recenti, Esempi morali. Tra ammirazione ed etica delle virtù, il Mulino, Bologna 2020; Le sfide dell'etica (con M. De Caro e S.F. Magni), Mondadori Education, Milano 2025.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
Acquista il mio nuovo libro, "Neanche Nietzsche era un superuomo": https://amzn.eu/d/0hN113ZXL'eticità è quella sezione in cui Hegel indaga come lo Spirito emerge nelle comunità: cominciamo da famiglia e società civile.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/dentro-alla-filosofia--4778244/support.
Michel de Montaigne passou por três grandes surtos na peste negra. Em 1566, a doença matou 25 mil pessoas apenas em Paris. Levou Étienne de La Boétie, o grande amigo de sua vida, e vários de seus conhecidos. Não sabemos se Montaigne chegou a contrair a bactéria, mas o fato é que a morte fez morada em sua casa: após a perda de La Boétie, morreram seu pai, seu irmão mais novo e cinco de seus seis filhos. Empurrado por esse luto sistemático e pela leitura voraz dos clássicos, a morte tornou-se uma obsessão. Influenciado por estoicos e epicuristas — famosos opositores no tema —, ele fez dos Ensaios uma oportunidade para um balanço.ParticipantesRafael LauroRafael TrindadeLinksTexto lidoOutros LinksFicha TécnicaCapa: Felipe FrancoEdição: Pedro JanczurAss. Produção: Bru AlmeidaTexto: Razão InadequadaGosta do nosso programa?Contribua para que ele continue existindo, seja um assinante!Support the show
Acquista il mio nuovo libro, "Neanche Nietzsche era un superuomo": https://amzn.eu/d/0hN113ZXEntriamo nello Spirito oggettivo, analizzando diritto e morale, due dimensioni che Hegel poi farà incontrare, a breve, nell'eticità.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/dentro-alla-filosofia--4778244/support.
CRIATIVIDADE parece significar algo muito além do que se costuma acreditar. A Professora e voluntária de Nova Acrópole, Lúcia Helena Galvão, apresenta uma visão mais profunda sobre o que é verdadeiramente CRIAR, à luz da Filosofia atemporal. E detalha sete dos principais elementos para sermos mais criativos: 1. Combater o automatismo e medo de errar2. Treinar concentração e observação3. Aprender a relacionar ideias4. Perguntar o porquê das coisas5. Ser eclético, evitar dogmatismo6. Humildade, saber sobre sua própria ignorância7. Querer crescer como Ser Humano
Como viver a justiça no dia a dia filosofia — essa é uma das perguntas mais antigas e mais urgentes da humanidade. E a resposta vai muito além dos tribunais, das leis e dos seus direitos.Nesta palestra, a Prof. Karla Lacombe da Nova Acrópole apresenta três visões filosóficas que ampliam radicalmente o conceito de justiça: a deusa grega Têmis, símbolo da justiça baseada em leis e normas sociais; a deusa egípcia Maat, que representa a justiça como harmonia cósmica e força natural do universo; e o conceito de Platão em A República, onde justiça é "dar a cada um o que lhe é de direito, conforme a sua natureza e os seus atos."A palestra revela por que chamamos de injusto aquilo que simplesmente não aconteceu como gostaríamos — e como essa confusão gera um estado crônico de insatisfação. Quando entendemos que as coisas são o que são, fruto de causas e efeitos, começamos a exercer uma justiça mais profunda: conosco mesmos, com os outros e com a vida.Três dicas práticas encerram a conversa: conhecer a si mesmo e ter princípios claros; ser justo com a natureza de tudo e todos ao redor; e reconhecer a justiça que já existe na própria vida, mesmo quando ela é invisível aos olhos da emoção.Como viver a justiça no dia a dia filosofia não é uma questão de seguir regras — é um exercício de inteligência, vontade e autoconhecimento.
Acquista il mio nuovo libro, "Neanche Nietzsche era un superuomo": https://amzn.eu/d/0hN113ZXFinalmente ci addentriamo alla scoperta dello spirito hegeliano, partendo dallo spirito soggettivo.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/dentro-alla-filosofia--4778244/support.
Todo devir é uma modificação que ocorre após um encontro. Inclusive, ele se faz apenas através dos encontros, nas relações. Mas a diferença é que este conceito não contém a ideia de finalidade. Ou seja, sem telos, sem ponto final, ele é uma abertura para novos sentidos. Pois bem, se todo devir se faz no encontro, o que acontece quando um filósofo olha através de um telescópio? O que aconteceria se Simone de Beauvoir e Madame Curie sentassem para conversar? É o que tentamos imaginar nessa conversa!ParticipantesRafael LauroRafael TrindadeLinksTexto lidoOutros LinksFicha TécnicaCapa: Felipe FrancoEdição: Pedro JanczurAss. Produção: Bru AlmeidaTexto: Rafael TrindadeGosta do nosso programa?Contribua para que ele continue existindo, seja um assinante!Support the show
Il termine rievoca in molti di noi ricordi delle pagine dei libri di storia del liceo, ma la scomunica che è stata dichiarata da Papa Leone XIV contro i lefebvriani è attualissima e pone tante questioni che riguardano anche i laici. Ne discutiamo con Don Lorenzo Prezzi, direttore del portale “Settimana News”, e Vito Limone, Professore Associato di Storia del cristianesimo alla Facoltà di Filosofia della Università Vita-Salute San Raffaele di Milano.
Acompanhe esta transmissão ao vivo com o professor Paulo Tarcísio para uma profunda contextualização da trilogia fundamental de Platão: Apologia de Sócrates, Críton e Fédon.Nesta aula, vamos investigar os eventos que giram em torno da acusação, da defesa, da prisão e da execução de Sócrates, e entender por que, historicamente, as verdadeiras escolas de filosofia sempre enfrentaram perseguições.Nesta live você vai aprender:• A diferença crucial entre a Sabedoria Real (Conhecimento) e a mera Opinião (Doxa).• O verdadeiro significado da célebre frase "Só sei que nada sei".• Análises e chaves de vida interna contidas na obra Fédon.• Como o "cancelamento" histórico de Sócrates se conecta com os desafios de buscar a verdade nos dias de hoje.Inscreva-se no canal, ative as notificações e prepare-se para olhar a filosofia clássica por trás dos mitos.