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São tantos os jeitos de fazer. Qualquer coisa, mas na ocasião deste podcast nos referimos à filosofia. Embora essa opinião incomode boa parte dos reverentes estudiosos do cânone, o fato é que a filosofia se manifesta de diversas formas: vai do colóquio de especialistas à conversa pelo whatsapp, passando pela mesa de bar. Dada a diversidade, é preciso pensar sobre os modos de fazer filosofia. Recusamos a carreira acadêmica alguns anos atrás, e estamos aqui para contar como foi esse processo, e também para pensar o que temos feito.ParticipantesRafael LauroRafael TrindadeLinksTexto lidoOutros LinksFicha TécnicaCapa: Felipe FrancoEdição: Pedro JanczurAss. Produção: Bru AlmeidaTexto: Rafael LauroGosta do nosso programa?Contribua para que ele continue existindo, seja um assinante!Support the show
A civilização moderna, ao se afastar de sua matriz espiritual, colapsa sob o peso de suas próprias promessas: liberdade sem verdade e técnica sem ética. O historiador Christopher Dawson diagnosticou essa crise com profundidade profética, afirmando que toda cultura nasce de uma religião. Quando o Ocidente abandonou sua raiz cristã, iniciou um processo de desintegração que hoje se acelera. Este vídeo explora o pensamento de Dawson como uma ferramenta indispensável para a liderança cristã contemporânea. Analisamos como sua visão da história — um campo de batalha entre a ordem divina e a desordem secular — se conecta diretamente aos desafios do governo da Igreja, da educação e da missão profética no tempo do fim, oferecendo um caminho para restaurar uma ordem espiritual em meio ao caos. Resumo – Este vídeo analisa o pensamento de Christopher Dawson, que via a religião como a base de toda cultura. Aplicamos suas ideias à crise da modernidade e aos desafios da liderança e do sistema de governo da Igreja Adventista, propondo uma restauração da ordem espiritual e profética. Principais Conclusões – A crise do Ocidente é, fundamentalmente, uma crise religiosa causada pelo abandono de sua herança cristã. – O sistema de governo da Igreja não deve ser uma estrutura administrativa secular, mas a expressão de uma ordem espiritual e escatológica. – A educação e a liderança adventistas devem resistir ativamente aos modelos tecnocráticos e globalistas para cumprir sua missão profética. Pontos-Chave – Toda cultura nasce de uma religião; a fé não é um adorno, mas a raiz da ordem social. – A história é o palco de uma luta espiritual entre as forças da ordem divina e da desordem secular. – A modernidade busca ordem sem transcendência, progresso sem virtude e liberdade sem verdade. – A estrutura da Igreja precisa ser santa e profética, não apenas administrativamente eficiente. – A educação é o principal campo de batalha entre a fé e a secularização. – A liderança adventista é uma mordomia escatológica, não uma busca por poder. Alex Palmeira é um formador de líderes dedicado a catalisar movimentos missionais e fortalecer a liderança apostólica na igreja contemporânea. Com uma abordagem pastoral e teológica, atua como referência em processos de liderança institucional, focando na formação de uma cultura de fidelidade e missão. Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042
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Neste episódio da série A ORDEM, entramos no pensamento de Norberto Bobbio para refletir sobre um tema decisivo para o nosso tempo: os limites do poder, a justiça representativa e a vocação escatológica da liderança adventista. Bobbio, jurista e filósofo político italiano, foi uma das grandes consciências do século XX na defesa do Estado de Direito, da democracia representativa e da limitação da autoridade. Para ele, o problema do poder não era sua existência, mas a ausência de limites — uma advertência que ecoa com força em tempos de populismo, tecnocratização e opacidade institucional. Ao integrar Bobbio ao horizonte teológico da Igreja Adventista do Sétimo Dia, este episódio não seculariza a fé, mas ilumina a estrutura com a razão, submetendo-a à Palavra e ao Espírito. Exploramos como princípios como regra, representação, prestação de contas e transparência dialogam profundamente com a escatologia adventista, o sistema de governo representativo da IASD e a santidade da limitação na liderança espiritual. O episódio percorre: o significado do Estado de Direito e sua releitura espiritual como santificação do poder; a democracia representativa como participação responsável, não elitismo institucional; a transparência como vocação profética contra a tentação da opacidade; e a ordem representativa como resistência à desordem escatológica dos tempos finais. Mais do que uma análise filosófica, este é um chamado pastoral e profético: autoridade só é santa quando é limitada, visível e submissa ao Senhor da Igreja.
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Episódio publicado originalmente em 20 de março de 2024.E se alguém te falasse que você não é realmente livre? Que todas as suas escolhas são pré-determinadas por uma teia complexa e inescapável de eventos? Que você não tem como fugir desse conjunto de imposições compostas por genética, fatores ambientais, cultura, classe social e assim por diante?Diante disso, como ficaria a nossa organização social? Como a gente lidaria com a meritocracia ou com o conceito de culpa? Como punir alguém por um crime, se esse alguém não tem liberdade de fato para escolher não ser criminoso?As respostas a essas perguntas estão no livro “Determined: A science of life without free will”, ou Determinado, a ciência da vida sem livre arbítrio, numa livre tradução. O livro foi escrito pelo professor de neurologia e biologia da universidade de Stanford, Robert M. Sapolski, e é a linha mestra deste episódio.Mergulhe mais fundoDetermined: A science of life without free will (link para compra)Comportamento Humano, Direito Penal e Neurociências (link para compra)Entrevistados do episódioAngelo Roberto Ilha da SilvaDesembargador do TRF4, professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS e autor do livro “Comportamento Humano, Direito Penal e Neurociências” (D'Plácido).. Doutor pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo – USP (2001). Pós-doutor pelo PPG em Neurociências da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG (2020).Osvaldo Frota Pessoa JúniorProfessor livre-docente do Departamento de Filosofia, FFLCH, USP, especialista em filosofia da neurociência e filosofia da mente.Ficha técnicaLocução adicional: Priscila PastreApoio de edição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini
Puntata a cura di Jacopo Bulgarini d'Elci e Livio Pacella.Con la stagione 8 appena uscita in Italia su Netflix (proprio l'ultimo giorno del 2025, come al solito in ritardo di qualche mese sulla pubblicazione americana), il podcast torna sul multiverso animato e geniale di Rick and Morty. Una delle serie più originali, provocatorie, inventive degli ultimi anni. Warning: questa puntata è di qualche anno fa. Prima o poi ne registreremo una nuova, per dar conto degli sviluppi notevoli che nel frattempo sono avvenuti. Ma questa vale come un'introduzione allo show e una analisi generale dei suoi molti temi… Creato nel 2013 da Justin Roiland e Dan Harmon (Community) a partire da una parodia di Ritorno al futuro, lo show ha saputo imporre subito una propria identità fortissima. Quella di una sitcom animata, comica e di avventure spaziali ma capace di riflettere in profondità su temi cruciali del nostro tempo. Come discutiamo appassionatamente nel podcast, Rick and Morty mette in scena scienza e fantascienza, il complesso di Dio dell'ebbrezza tecnocratica, una famiglia disfunzionale. E persino una relazione tossica, quella del geniale ma folle e alcolizzato Rick nei confronti del timido nipotino Morty. Tutto, però, in modo irresistibile e follemente surreale.“1 classico in 2” è uno dei format del podcast di Mondoserie: conversazioni a due voci su serie che hanno segnato l'immaginario.Leggi il nostro articolo su Rick and Morty: https://www.mondoserie.it/rick-e-morty/Parte del progetto: https://www.mondoserie.it/ Iscriviti al podcast sulla tua piattaforma preferita o su: https://www.spreaker.com/show/mondoserie-podcast Collegati a MONDOSERIE sui social:https://www.facebook.com/mondoserie https://www.instagram.com/mondoserie.it/ https://www.youtube.com/channel/UCwXpMjWOcPbFwdit0QJNnXQ https://www.linkedin.com/in/mondoserie/
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Aldo Intagliata"L'infinito dentro di noi"Sant'AgostinoFusta Editorewww.fustaeditore.itL'autore ha raccolto queste pagine per i numerosi messaggi che l'esperienza così ricca di S. Agostino, tutt'ora vivo, continua a trasmetterci.Sono messaggi validissimi per l'attualità non soltanto del pensiero, ma altresì della forma e del linguaggio sì da combaciare con la nostra esperienza quotidiana.Sui problemi eterni che hanno inquietato l'uomo, Egli ci è maestro e guida; ma anche sui problemi che emergono da particolari e contingenti situazioni, destinate a trascorrere.Nella drammaticità della nostra epoca, almeno in questo siamo privilegiati, perché abbiamo in Sant'Agostino quasi uno specchio che ci aiuta a rientrare in noi stessi, a riscoprire l'Amore che rende leggero tutto ciò che è pesante, rende degna e giustificabile ogni azione e liberi quando è retto.Aurelio Agostino è una delle menti più universali e feconde che la letteratura di ogni tempo e luogo presenti: ed è soprattutto il pensatore che chiude definitivamente l'evo antico ed inaugura l'età medievale e moderna. Ma S. Agostino è anche fuori del tempo e delle età, perchè ha voce perenne per tutti gli uomini, siano o non siano credenti.S. Agostino è “il Platone cristiano” (Chateaubriand, Il Genio del Cristianesimo, cap. III, 15).Aldo Davide Intagliata, allievo di f. Della Corte, di U. albini, di s. Piano e di e. Valgiglio, si è laureato nel 1980 presso l'Università di Genova discutendo una tesi in lingua e letteratura ebraica. È stato citato negli atti del ii Convegno internazionale (Genova, 1015 giugno 1984) nell'estratto da Italia Judaica a p. 290 per la metrica del Castigo dei reprobi, tradotto dall'ebraico, e a p. 293 per l'ampia analisi comparativa fra l'opera letteraria di Mosè Zacuto e l'oratoria sacra del seicento. Nel 1992 ha pubblicato il De oratione (La preghiera) di Tertulliano per Gribaudo come prima traduzione mondiale dell'opera. Ha avuto quattro citazioni internazionali per lo studio di Tertulliano stesso. È stato citato da M. Bettini in Letteratura latina e antropologia romana, vol. 3°, p. 541 (la Nuova italia, firenze 1995); da G. Pontiggia in Letteratura latina, vol. 3°, p. 608 (Principato, Milano 1998); da G. Cipriani in Letteratura latina, vol. 3°, p. 241, (einaudi scuola, Milano 2003); da G. Pontiggia e M.C. Grandi in Letteratura latina (Principato, Milano 2004). Ha pubblicato per Milano stampa: Satura. Il giudizio di E. Montale sul mondo contemporaneo (1996); La Vita Nova di Dante. Una proposta di lettura fra amore mistico e amore cortese (1997); La sfida femminista alla teologia e alla filosofia nel postmoderno (1998); Un mito geografico: il monte della calamita (1999); La New Age (2000). È stato citato dalla rivista internazionale «sapientia» per gli studi storico-filosofici-filologici su Tertulliano. Ha curato inoltre la pubblicazione Bernardino, il santo, il sito Mondovì (1999). Ha tradotto e commentato per Talìa editrice Somnium Scipionis di Cicerone (2001) e Pagine scelte di sant'agostino (2003). Nel 2009 ha pubblicato uno studio sul canto XXVi dell'Inferno di Dante e uno studio di letteratura greca riguardante il conflitto fra ragione e passione nella tragedia greca. Benemerito della Cultura Città di Ceva, medaglia d'oro, 2011. Ha fornito contributo anche per i volumi: Il senso del tragico e la tragedia e Il senso del comico, entrambi usciti per aracne, Roma 2010. È stato citato in seconda pagina come consulente da G. Baldi, s. Giusso, M. Razzetti, G. Zaccaria in I classici nostri contemporanei, Letteratura italiana in 6 volumi (Paravia Pearson, Torino 2016). agli stessi autori ha fornito contributo di consulenza disciplinare e didattica per l'edizione in 4 volumi. G. Garbarino, l. Pasquariello, Dulce ridentem, cultura e letteratura latina, 3 volumi, Paravia Pearson, Torino 2016. P. Biglia, P. Manfredi, a. Terrile, Un incontro inatteso (antologia per il primo biennio, con un ringraziamento particolare ad aldo intagliata con la consulenza, 3 volumi, Paravia Pearson, Torino 2017. A. Terrile, P. Biglia, C. Terrile, Una grande esperienza di sé, Letteratura Italiana, 6 volumi, Paravia Pearson, Torino 2018. A. Terrile, P. Biglia, C. Terrile, Zefiro, Letteratura italiana, 5 volumi, Paravia Pearson, Torino 2018. Per Fusta Editore ha curato la nuova edizione del De oratione, Tertulliano (2009, ristampa 2017); L'infinito dentro di noi, sant'agostino (2018); Somnium Scipionis, Cicerone (2018). Ha inoltre pubblicato un centinaio di articoli di varia cultura su settimanali locali. Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
Todo pensamento rígido é uma gaiola, através da qual a inteligência e o bom senso não conseguem passar. A professora Lúcia Helena Galvão comenta, nesta palestra, sobre a importância de desenvolver a flexibilidade mental em nossos tempos.
Segundo a tradição oriental, temos, não um mas sete corpos ou veículos. E assim como, para manter a boa saúde, precisamos nutrir o corpo físico com comida física, temos que alimentar bem nossos corpos sutis, para usufruir de uma Saúde Integral. A professora e voluntária de Nova Acrópole de Teresina, no Piauí, Laís Marques, enumera alguns detalhes sobre a necessária nutrição, nas outras dimensões das quais participamos.
A professora Lúcia Helena preparou este mini-curso como guia para crescer com as adversidades no ano que se inicia, segundo os filósofos estoicos - Sêneca, Epiteto e Marco Aurélio. Lúcia Helena Galvão é professora e voluntária de Nova Acrópole há mais de 30 anos.
O apresentador João Manzarra é o convidado de Daniel Oliveira, no Alta Definição em podcast. Antes do regresso do “Vale Tudo”, o apresentador recorda o início da carreira em televisão, explica como tem lidado com a exposição mediática, aborda a relação com os animais e a natureza e relembra alguns episódios da infância. João Manzarra narra ainda alguns dos momentos que marcaram o último ano de vida do pai, em que foi ficando cada vez mais debilitado. “Havia sempre alguma esperança, mas os resultados nunca eram muito bons. Tentámos compensar isso com os momentos mais alegres possíveis. A estrutura que eu tive para encarar esse momento veio também da estrutura que o meu pai me deu ao longo da vida. De certa maneira, o meu pai preparou-me para a morte dele”, explica o apresentador. Ouça a conversa intimista no Alta Definição, em podcast, emitido na SIC a 27 de dezembro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Acquista il mio nuovo libro, “Anche Socrate qualche dubbio ce l'aveva”: https://amzn.to/3wPZfmCNell'ambito politico, i pensatori romantici cominciarono presto a parlare di nazione, di comunità, addirittura in certi casi di sangue.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/dentro-alla-filosofia--4778244/support.
CONHEÇA OS PRODUTOS DA CAFFEINE ARMY: https://r.vocemaisrico.com/e08eeca18a Encontre o ativo certo para investir hoje: https://finc.ly/f3461cf665 Ao longo da história, poucas datas atravessaram séculos com tanta força quanto o Natal. Hoje, ele carrega um significado histórico e religioso — e, ao mesmo tempo, virou uma das maiores datas comerciais do ano.Mas nem sempre foi assim. Quando o Natal começou a ser celebrado de fato? Como o calendário litúrgico foi se formando e, no Império Romano, como surgiram as datas de celebração do nascimento de Cristo? Seria o Natal apenas o solstício de inverno — ou isso é uma simplificação do mundo antigo, que usava símbolos das estações para representar coisas profundas? Por que 25 de dezembro se tornou tão significativo, e qual é a relação disso com crenças concorrentes da época, como o culto a Mitra e festivais como a Saturnalha? Se a Bíblia não traz uma data exata, como essa tradição se consolidou? E como símbolos e costumes foram mudando com o tempo — do São Nicolau ao Papai Noel, da missa do galo aos Reis Magos — até chegarmos ao Natal moderno, cada vez mais comercial?Para responder a estas e outras perguntas, convidamos Guilherme Freire para o episódio nº 276 do podcast Os Sócios. Falamos sobre o Natal, como essa data se consolidou e tudo o que podemos aprender com ela.O episódio será transmitido ao vivo nesta quinta-feira (25/12), às 12h, no canal Os Sócios Podcast.Hosts: Bruno Perini @bruno_perini e Malu Perini @maluperiniConvidado: Guilherme Freire @guilhermefclfreire
Há muito tempo, a direita americana vive uma disputa interna feroz, mas nos últimos meses essa briga ficou escancarada. A entrevista de Tucker Carlson com Nick Fuentes, um nacionalista branco, antissemita e referência da alt-right, acendeu um alerta não só nos Estados Unidos, mas em vários países que costumam reverberar as tendências políticas americanas. De um lado, temos a direita institucional, que tenta manter distância do extremismo. Do outro, um ecossistema radicalizado que usa teorias conspiratórias, revisionismo histórico e antissemitismo como pilares de identidade. E essa disputa não fica só lá: ecos desse processo já aparecem aqui no Brasil, em influenciadores, grupos ultranacionalistas, conspiracionistas e até segmentos que tentam reempacotar discursos extremistas em linguagem de “patriotismo” ou de “anti-globalismo”A ascensão de Fuentes e sua influência entre parte da direita americana não é só sobre política nos EUA, é um alerta sobre como narrativas radicais podem se disseminar. No Brasil, especialmente nas últimas décadas, elegemos olhares cada vez mais polarizados, visões ultraconservadoras misturadas com nacionalismo, nostalgia autoritária, xenofobia, e até negação histórica. A pergunta é: será que há uma ponte intencional ou orgânica — entre essa “nova direita radical” dos EUA e centros extremistas ou influências similares no Brasil? Para conversar com a gente sobre o tema, nós convidamos o Renato Levin-Borges, mais conhecido como Judz, que é professor de Filosofia licenciado e bacharel pela PUC-RS, mestre em Educação pela UFRGS e doutor pela mesma instituição.
Étienne Balibar, Luca Salza"La filosofia di fronte al genocidio"Conversazione su Gaza con Étienne BalibarEdizioni Cronopiowww.shopcronopio.it“Mi definisco ‘ebreo' perché sono sconvolto dall'idea che i significati morali e persino religiosi, e per via di conseguenza filosofici, portati nella storia dall'ebraismo – dalla parola dei Profeti di Israele fino al discorso di quei rinnegati o eretici che hanno alimentato la mia formazione intellettuale (Montaigne, Spinoza, Marx, Rosa Luxemburg, Freud, Kafka, Benjamin, Arendt, Simone Weil, Derrida, che è stato mio professore) – potrebbero d'ora in poi essere associati, per molto tempo e persino per sempre, non più alla resistenza alle persecuzioni e alla ricerca dell'autonomia intellettuale, all'imperativo della moralità e della giustizia e alla discussione sui suoi mezzi (tra cui la rivoluzione), ma all'oppressione e allo sterminio di un altro popolo sotto il patrocinio di questo ‘nome'. Penso che l'onore del ‘nome ebraico' debba essere difeso da questa infamia e che sia necessario esprimere una rivolta”.Étienne Balibar è tra i più importanti filosofi contemporanei della politica. Membro del Tribunale Russell sulla Palestina, è da anni un sostenitore della causa palestinese. Ha scritto numerose opere, tra cui disponibili in italiano: Crisi e fine dell'Europa? (2016); Razza, nazione, classe (con Immanuel Wallerstein, 2020); Spinoza e la politica (2024)Luca Salza insegna letteratura italiana e storia delle idee all'Università di Lille. Dirige, con Pierandrea Amato, la rivista K.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
No episódio 241 do Filosofia Pop, intitulado ‘Esperança Ativa’, Marcos Carvalho Lopes recebe novamente o antropólogo, cientista político e escritor Luiz Eduardo Soares para uma conversa que parte do contexto sombrio do final de 2025 – com o avanço da ultradireita global, a aprovação de uma anistia disfarçada no Senado brasileiro, o genocídio em Gaza e massacres em favelas do Rio . A questão é como preservar a capacidade de pensar criticamente e agir em meio à barbárie. Luiz Eduardo Soares defende uma esperança militante e ativa, que não espera milagres passivamente, mas reconhece o ‘milagre laico’ da criação humana em momentos de ruptura. Ele alerta para o risco de desistência entre jovens críticos e celebra experiências como o projeto de Educação de Jovens e Adultos (EJA) na Maré, onde a prática pedagógica libertadora, inspirada em Paulo Freire, fortalece a autonomia, o pensamento crítico e o respeito mútuo. Uma conversa que termina com um convite à perseverança: pensar é agir, e a esperança só se mantém viva quando exercida coletivamente. O Filosofia Pop é um podcast que aborda a filosofia como parte da cultura. A cada 15 dias, sempre às segundas-feiras, a gente vai estar aqui pra continuar essa conversa com vocês. Intercalando com nossos episódios normais de quando em quando vamos apresentar episódios de entrevistas temáticas especiais. O episódio de hoje que é uma parceria com o projeto de extensão Filosofia, Cultura popular e Ética, desenvolvido na Universidade Federal de Jataí. Lembrando que você pode encontrar o podcast filosofia popo no twitter, instagram, Facebook e outras redes sociais. Nosso email é contato@filosofiapop.com.br Alguns recados que também gostaríamos de compartilhar: Esta disponível para download gratuito o livro Tcholonadur: entrevistas sobre filosofia africana. Este é um projeto que reúne 34 entrevistas com pensadores que estão moldando a filosofia africana fora da lusofonia. Com prólogo de Filomeno Lopes; Prefácio de Severino Ngoenha e Ergimino Mucale, “Tcholonadur” oferece uma oportunidade imperdível de mergulhar nas ideias e pensamentos que estão moldando o futuro da filosofia africana. https://filosofiapop.com.br/texto/tcholonadur/livro-tcholonadur-entrevistas-sobre-filosofia-africana/ Twitter: @filosofia_popFacebook: Página do Filosofia PopYouTube: Canal do Filosofia Pope-mail: contato@filosofiapop.com.brSite: https://filosofiapop.com.brPodcast: Feed RSS Com vocês, mais um episódio do podcast Filosofia Pop! O post #241 – Esperança Ativa, com Luiz Eduardo Soares apareceu primeiro em filosofia pop.
Você já parou para pensar que se um leão pudesse falar, nós não o entenderíamos? Neste episódio de hoje apresentaremos algumas das principais ideias de Ludwig Wittgenstein, fornecendo o essencial para que você possa compreender, em linhas gerais, os principais objetivos de um dos filósofos mais importantes do século XX e a relação entre mundo e linguagem.
Acquista il mio nuovo libro, “Anche Socrate qualche dubbio ce l'aveva”: https://amzn.to/3wPZfmCCosa pensavano i romantici del passato? E dello Stato?Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/dentro-alla-filosofia--4778244/support.
Sguardi nel Futuro - Pisa (3/12/24)
A vergonha por chorar não é um traço de personalidade, é o resultado de um conjunto de ideias normativas sobre o que significa ser homem. E não é mera questão de lágrimas, o que está em jogo no chorar é a vulnerabilidade, ser colado à ideia de alguém que amolece frente aos sentimentos e, portanto, é fraco. No programa desta semana, conversamos sobre o choro como força que pode irromper o corpo organizado, e promover novos vínculos consigo e com os outros.ParticipantesMatheus GuimarãesRafael LauroRafael TrindadeLinksTexto lidoOutros LinksFicha TécnicaCapa: Felipe FrancoEdição: Pedro JanczurAss. Produção: Bru AlmeidaTexto: Rafael LauroGosta do nosso programa?Contribua para que ele continue existindo, seja um assinante!Support the show
Receberemos novamente o Prof. Ariel Lazari, arqueólogo e filósofo católico, para um episódio especial:“Lugares do Natal na Terra Santa”
Veja também em youtube.com/@45_graus Ludwig Krippahl é investigador e formador na área da bioinformática. Até 2022, foi professor de Ciência da Computação na FCT-NOVA, onde se doutorou em Bioquímica Estrutural (2003) e onde lecionou programação, bioinformática, aprendizagem automática e redes neuronais. Ensina também há muitos anos pensamento crítico. _______________ (0:00) Introdução (4:43) Filosofia e Ciência = Racionalidade | Escolásticos | Kierkegaard (24:02) Filosofia continental vs analítica | Ciência vs Humanidades | Literatura, poesia (39:47) Ética filosófica | Emoções ajudam ou atrapalham para sermos mais éticos? | Ética vs moral | The Beginning of Infinity, de David Deutsch (57:04) Crítica à ética racionalista (Roger Scruton) | AbortoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Acquista il mio nuovo libro, “Anche Socrate qualche dubbio ce l'aveva”: https://amzn.to/3wPZfmCLa figura dell'eroe romantico è famosa quanto quella dell'amante romantico: cerchiamo di capire quali idee ci sono dietro ad esse.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/dentro-alla-filosofia--4778244/support.
[PENSIERO E GENERAZIONI]
Parliamo di Platone... in italiano ovviamente. Vediamo la sua famosa teoria delle idee e come immaginava lo Stato ideale, sicuramente senza problemi, ma… The post 163: Filosofia in italiano: meglio una democrazia mediocre o un governo autoritario perfetto? first appeared on .
Nesta sexta-feira, convidamos João da Mata para responder a pergunta: por que Somaterapia? Esta forma de terapia libertária criada por Roberto Freire no Brasil e inspirada nas ideias de Wilhelm Reich. Se você quer começar os estudos nesta abordagem, acreditamos que este programa é um bom primeiro passo.ParticipantesJoão da MataRafael LauroRafael TrindadeLinksLive no YouTubeOutros LinksFicha TécnicaCapa: Felipe FrancoEdição: Pedro JanczurAss. Produção: Bru Almeida Support the show
Federico Ferrari"Ritratti"Luca Sossella Editorewww.lucasossellaeditore.itPer eseguire un buon ritratto occorre che il modello stia fermo, possibilmente immobile. Se il soggetto si muove, se è irrequieto o si rifiuta di stare in posa, di assumere una posa, allora il ritratto si rivela impossibile.Chi legge troverà nelle pagine che seguono, dunque, dei ritratti sui generis, perché le autrici e gli autori che ne dovrebbero essere al centro sono tra i più irrequieti che il secolo scorso abbia prodotto. Sfuggenti come pochi altri, permettono a malapena di tracciare uno schizzo, una figura mossa, talvolta, al limite dell'irriconoscibile. Questi ritratti sono, in fondo, un modo per liberare questi grandi autori dalla propria identità o, forse in un eccesso di fiducia, per liberarli da ogni identità, dall'ingombro che ogni identità porta con sé. E poiché, come noto, ogni dipintore dipinge se stesso, è anche un modo di liberare chi scrive dalla propria identità.Ritratti di Ingeborg Bachmann, Thomas Bernhard, Harold Bloom, Adone Brandalise, Cristina Campo, Guido Ceronetti, Ioan Petru Culianu, David Graeber, Ivan Illich, Pierre Klossowski, Anna Maria Ortese, Tom Seidmann-Freud, Ferdinando Tartaglia.Federico Ferrari, docente di Filosofia dell'arte all'Accademia di Belle Arti di Brera, è stato visiting professor in diverse università europee e ha scritto una decina di libri, tradotti nelle principali lingue del mondo.Per LSe ha pubblicato Lo spazio critico (2004), Il re è nudo (2011), Il silenzio dell'arte (2021), L'anarca (2023) e, con Jean-Luc Nancy, Iconografia dell'autore (2006) e Estasi (2022).Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
Acquista il mio nuovo libro, “Anche Socrate qualche dubbio ce l'aveva”: https://amzn.to/3wPZfmCParliamo dello Spirito, uno dei concetti più importanti della mentalità romantica, coniato inizialmente da Fichte.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/dentro-alla-filosofia--4778244/support.
Acquista il mio nuovo libro, “Anche Socrate qualche dubbio ce l'aveva”: https://amzn.to/3wPZfmCAffrontiamo due elementi importanti della mentalità romantica: la noia e il titanismo.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/dentro-alla-filosofia--4778244/support.
A criatura de Frankenstein não é uma, ela é várias. Com o que ela sonha? Ora, certamente seus sonhos são múltiplos! Em cada parte de sua psiquê gritam vozes dissonantes, com palavras distintas, de regiões, religiões e convicções diferentes. Seu corpo quer rasgar o ventre nas mais variadas direções, ela é homem ou mulher, forte ou fraca, nova ou velha, ou tudo ao mesmo tempo? Frankenstein é a euforia da impureza, e este foi nosso tema no Imposturas Filosóficas desta sexta feira.ParticipantesRafael LauroRafael TrindadeLinksTexto lidoOutros LinksFicha TécnicaCapa: Felipe FrancoEdição: Pedro JanczurAss. Produção: Bru AlmeidaTexto: Rafael TrindadeGosta do nosso programa?Contribua para que ele continue existindo, seja um assinante!Support the show
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Stefano Montefiori parla della visita del presidente ucraino in Francia, dove ha incassato il sostegno del presidente Macron (e quello, al telefono, del premier britannico Starmer) nonostante gli scandali che stanno decapitando il Paese. Claudia Baccarani racconta le polemiche nel capoluogo emiliano sulla cittadinanza onoraria a Francesca Albanese e sullo stop a un corso di Filosofia per giovani militari. Gaia Piccardi ricorda la leggenda del tennis, scomparsa a 92 anni.I link di corriere.it:Il «cerchio magico» di Zelensky: la corte del leader e lo scandalo tangenti. «Non si sporcavano col cash»Albanese e le parole sull'assalto a «La Stampa», Bologna non cambia idea sulla cittadinanza onoraria: «Assegnata per il lavoro fatto all'Onu»Nicola Pietrangeli è morto, aveva 92 anni: addio al gigante del tennis italiano, vinse due Slam e la Davis come capitano
Neste episódio do Pura Connection, André Bintang recebe Bernardo Buenno, fisioterapeuta com mais de 22 anos de experiência em alta performance esportiva, que já trabalhou com atletas olímpicos e clubes de elite.Aos 13 anos, Bernardo enfrentou a leucemia, uma experiência que transformou completamente sua visão sobre vida, saúde e propósito. O que hoje virou "filosofia de Instagram", ele viveu na pele.Nesta conversa, Bernardo compartilha:
Al via il gigantesco progetto che rivoluziona il trasporto urbano di Melbourne: più treni, più frequentemente. Ma le previsioni fatte dieci anni fa si sono verificate? Le parole degli addetti ai lavori.