POPULARITY
Categories
«Ma tu sei in menopausa?» È una domanda semplice, quasi casuale, quella che dà inizio al viaggio raccontato in questa puntata di “Laser”. Una domanda che arriva durante una lezione di pilates e che mette in moto una riflessione personale inattesa. Perché cosa sappiamo davvero della menopausa? E soprattutto, quanto sappiamo riconoscerla quando ci riguarda da vicino?A partire dalla propria esperienza, Alessandra Bonzi prova a dare un nome a cambiamenti che per anni aveva attribuito alla pandemia, alla stanchezza, all'ansia o al peso della vita quotidiana: la tristezza improvvisa, i problemi di sonno, la sensazione di non riconoscersi più del tutto. Un percorso fatto di dubbi, paure e scoperte, condiviso con un gruppo di amiche che stanno attraversando la stessa fase della vita.Ad accompagnare il racconto è la filosofa Gloria Origgi, che ha da poco pubblicato “La donna è mobile. Filosofia della menopausa”, un saggio che invita a guardare la menopausa non come una fine o una data di scadenza, ma come una metamorfosi, un cambiamento profondo che coinvolge il corpo, il cervello, il modo di stare al mondo e che troppo spesso viene ridotto a stereotipi o relegato al silenzio. Un tentativo di trovare parole nuove per un'esperienza universale, di uscire dal tabù e di riconoscere nella trasformazione non solo una perdita, ma anche una possibilità.
.Mentoria Professor Particularhttps://felipeduque11.wixsite.com/websiteCurso das Carreiras da AGU 2026:https://raioxdoedital.com.br/curso/raio-x-do-edital-carreiras-da-agu-pgf-pgfn-pgbacen-pre-edital/Canal do Youtube sobre Concursos:https://www.youtube.com/channel/UCdUEy1gaVD7AO_URPUZrLtwCanal do Youtube sobre Religião e Filosofia na prática:https://www.youtube.com/@felipeduque2342Livro da Reforma Tributáriahttps://www.editorajuspodivm.com.br/reforma-tributaria-esquematizada-ec-1322023-e-lc-2142025-comentadas-2025Livro Manual de Processo Tributáriohttps://www.editorajuspodivm.com.br/manual-de-processo-tributario-administrativo-e-judicial-20252Link do nosso grupo 2 no Whatsapp de Dicas Gratuitas (mensagens só pelo Adm) https://chat.whatsapp.com/ERebr5tqthl8dNBDaK3Ixq Mais informações sobre cursos: www.raioxdoedital.com.brMais informações sobre mim:https://linktr.ee/felipeduqueLink do nosso podcast no Spotify:https://open.spotify.com/show/0cyIQ7i3edtRlIhH9U5Q7i.
Neste episódio do Fronteiras no Tempo, Marcelo Beraba, C. A., Willian Spengler e o ex-estagiário Rodolfo recebem Bruno Smolarek Dias e Andre Trapani Costa Possignolo para discutir a História do Direito Internacional, com especial atenção às transformações ocorridas no cenário internacional após a Segunda Guerra Mundial. A conversa parte do debate sobre soberania dos Estados e os limites do poder estatal, passando pela criação de uma nova ordem internacional, pela consolidação dos Direitos Humanos, pelo papel das organizações e tribunais internacionais e pelas mudanças ocorridas no Direito Internacional contemporâneo. O episódio também aproxima essas questões do cenário atual e da realidade brasileira, refletindo sobre os conflitos entre soberania nacional, compromissos internacionais e proteção dos direitos fundamentais. Financiamento Coletivo Se você é apaixonado por história e quer nos ajudar a continuar produzindo conteúdo de qualidade, apoie o Fronteiras no Tempo: Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo Saiba mais dos nossos convidados Bruno Smolarek Dias Bruno Smolarek Dias é graduado em Direito pelo Centro Universitário Positivo, mestre em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná e doutor em Ciência Jurídica pela Universidade do Vale do Itajaí. Realizou doutorado-sanduíche na Universidade do Minho, em Portugal, e doutorado em regime de cotutela com a Università degli Studi di Perugia, na Itália. É professor titular da Universidade Paranaense (UNIPAR), onde atua na graduação, pós-graduação e no Mestrado em Direito Processual e Cidadania. Foi coordenador do Curso de Direito da UNIPAR, Campus Francisco Beltrão. Sua atuação acadêmica concentra-se principalmente em Direitos Humanos e Fundamentais, Direito Internacional Público, Direito Constitucional e Direito Processual, além de temas relacionados ao Direito Ambiental, Direito Público, Sociologia Política e Ciência Política. Andre Trapani Costa Possignolo Andre Trapani Costa Possignolo é graduado em Direito pela Universidade Federal de Ouro Preto e mestre em Direito pela Universidade Federal de Mato Grosso. É pesquisador do grupo “Direito Constitucional – Novas perspectivas à luz da efetividade dos direitos fundamentais” (GConst) e professor de Direito na Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), Campus Barra do Bugres. Atua principalmente nas áreas de Teoria do Direito, Ciência Política, Direitos Fundamentais e Hermenêutica Jurídica, tendo também interesse em Filosofia Política, Filosofia do Direito, História, Direito Constitucional, Metodologia e Epistemologia. Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo #99 História do Direito Internacional. Locução Marcelo de Souza Silva, Rodolfo Grande Neto, Bruno Smolarek Dias, Andre Trapani Costa Possignolo e Willian Spengler. [S.l.] Portal Deviante, 15/09/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=67589&preview=true Material Complementar DIAS, Bruno Smolarek. Novo Direito Internacional: revendo a teoria do Direito Internacional Público a partir das teorias do jus cogens, Direitos Humanos e Processo Legal Transnacional. São Paulo: Dialética, 2021. Disponível em: https://www.amazon.com.br/Novo-Direito-Internacional-revendo-direito/dp/6525205077 DIAS, Bruno Smolarek; THAMAY, Rennan; PAGANI, Lucas Augusto Gaioski. Precedentes dos Tribunais Internacionais de Direitos Humanos no Brasil. 1. ed. Tirant Lo Blanch Brasil, 2025. Disponível em: https://editorial.tirant.com/br/libro/precedentes-dos-tribunais-internacionais-de-direitos-humanos-no-brasil-bruno-smolarek-dias-9788594776259 Jorge Ben. “W/Brasil (Chama o Síndico)”. YouTube. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=fY1HviUjWdY KELSEN, Hans; CAMPAGNOLO, Umberto. Direito Internacional e Estado Soberano. Organização de Mario G. Losano. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2021. Onde encontrar: https://www.amazon.com.br/Direito-internacional-estado-soberano-Kelsen/dp/6586016843 MAIA, Paulo Sávio Peixoto. “A contraposição ao conceito de soberania de Hans Kelsen como elemento constitutivo do decisionismo jurídico de Carl Schmitt”. Direito, Estado e Sociedade, n. 37, p. 113–131, 2010. Disponível em: https://www.lexml.gov.br/urn/urn:lex:br:rede.virtual.bibliotecas:artigo.revista:2010;1000916119 Spectreman e as Origens do Doutor Gori. YouTube. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=FNwpdDczU4g Expediente Produção Geral e Hosts: C. A. e Beraba. Recordar é viver: Willian Spengler. Artes do Episódio: C. A. Edição: Talk’nCast Redes Sociais Facebook, Youtube, Instagram Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Edimilson Borges, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Fabio Ricardo de Assis, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.
João Raphael Ramos dos Santos, conhecido nas redes sociais e no universo das artes como Afroliterato, é educador, sociólogo, cineasta, escritor e pensador afro-brasileiro, com especialização em História da África.Sua trajetória é marcada pela educação antirracista, pela valorização das culturas africanas e afro-brasileiras e pela produção de conhecimento.Professor de Sociologia e Filosofia, João também atua com pesquisa, formação e produção de conteúdo.Ele foi o pesquisador responsável pelo projeto “Cais de Ancestralidades”, exposição permanente no Cais do Valongo, desenvolvida pela Prefeitura do Rio em parceria com as embaixadas dos Estados Unidos e da China.Afroliterato também tem experiência na televisão e atua como colunista do canal de notícias Opera Mundi, participando de discussões sobre África, história, política, cultura e as relações entre África e Brasil.Na entrevista, realizada no Méier, bairro onde João vive, um dos assuntos é o lançamento de seu primeiro romance, que tem a ancestralidade como temática e o Rio de Janeiro como cenário.
Exploramos brevemente las ideas asociadas al liberalismo clásico, especialmente la idea de libertad, propiedad y Estado. ¿Por qué hoy se habla tanto de liberalismo? Sígueme en mis redes sociales y suscríbete a mi blog.
Eu sou Ludimeri Picelli, coordenadora da Casa Espírita Luiz Picelli, em Maringá-Paraná-Brasil e estou fazendo a leitura do livro FILOSOFIA ESPÍRITA, VOLUME 4, ditado pelo espírito Miramez, ao médium João Nunes Maia, cujo livro traz reflexões elaboradas sobre a obra O livro dos Espíritos, de Allan Kardec.Este livro é de estudos e reflexões e por isto iremos lendo pergunta a pergunta de O Livro dos Espíritos, da Doutrina Espírita, codificada por Allan Kardec, para que possamos assimilar bem o seu conteúdo e estabelecermos a tal reforma de pensamento e comportamento, que Jesus espera de nós.Este é o segundo de uma série de vinte livros, em que Miramez comenta as perguntas de O Livro dos Espíritos, objetivando orientar-nos no estudo dessa obra ímpar, sem qualquer pretensão, a não ser fornecer subsídios para melhor entendê-la e trilhar com segurança o caminho da Luz.O que Miramez pretende não é decodificar O Livro dos Espíritos para nós leitores, mas apresentar-nos alguns pontos para nossa meditação, a respeito de cada pergunta, para que possamos entrar em sintonia com a bondade e a paz que são emitidas pelo Amor Maior.Nossos podcasts são leituras de livros e mensagens da doutrina espírita, que foram ditados pelos nobres espíritos de eskol e codificadas por Allan Kardec, bem como outras obras psicografadas por médiuns de renome, trazendo-nos uma doutrina reveladora e libertadora, para, assim, entender o Cristianismo Redivivo.- para nos ajudar, doe-nos um café, faça um pix caridadeamoreluz@gmail.com, ou pelo cnpj pix 37.965.614/0001-18, pois suas doações nos manterão no ar, e ajudarão nossas ações sociais, cursos, podcasts, com bastante elevação aos sentimentos daqueles que se aproximam de nós.- visite nosso site celp.org.br - visite nossas redes sociais facebook e instagram, com o nome celppicelli e youtube celp-picelli- venha estudar em nossa escola: MAGNA - Centro de Excelência em Magnetismo e Apometria- venha somar conosco? Venha ser um caminheiro CELP-PICELLI
SIGA NOSSO INSTAGRAM E FIQUE POR DENTRO DA NOSSA AGENDA E BASTIDORES - https://www.instagram.com/istonaoepodcast_oficial
SIGA NOSSO INSTAGRAM E FIQUE POR DENTRO DA NOSSA AGENDA E BASTIDORES - https://www.instagram.com/istonaoepodcast_oficial
Falar em Línguas foi um Presente que O SENHOR SANTÍSSIMO DEUS deixou pra nós. Praticar todos os dias gera mudanças na alma (tranquilidade, paz) e no corpo (saúde física). Divido meu testemunho na esperança de incentivar qualquer um que ainda não tenha praticado a praticar esse modo de oração. Se concordar pfv compartilhe.. se não, comente. PAZ DO SENHOR JESUS CRISTO! NOSSO REI ETERNO! NOSSO SUMO SACERDOTE! #FalarEmLinguas #VidaComDeus #RelacionamentoComDeus #ExperienciaComDeus #FePratica #Testemunho
Viver cada momento com maior consciência torna a vida mais plena! Compreendendo melhor do que se trata a vida, fazemos escolhas mais acertadas e caminhamos em direção aos nossos propósitos humanos com maior rapidez, clareza e poder. A professora Lúcia Helena Galvão esclarece, neste vídeo, que este é exatamente o objetivo da Escola de Filosofia à Maneira Clássica de Nova Acrópole: Compreender a saga humana sob a luz dos grandes sábios da História.
De onde vem a força que nos coloca em movimento? Assim como as crianças se aproximam do mundo por meio da curiosidade e das perguntas, a atitude filosófica nos convida a investigar a vida, nossas escolhas e a nós mesmos. Neste episódio, a motivação é apresentada como aquilo que nos impulsiona a sair de um estado e caminhar em direção a outro, seja no plano físico, psicológico ou mental. A conversa aborda a diferença entre as motivações psicológicas, muitas vezes ligadas a gostos, desejos, emoções e circunstâncias passageiras, e as motivações filosóficas, que buscam referências mais estáveis e profundas. Quando nossa realização depende excessivamente de fatores externos — como elogios, aprovação, reconhecimento, relacionamentos, conquistas ou bens materiais —, ficamos sujeitos às constantes mudanças da vida e podemos perder facilmente o sentido de nossas ações. A Filosofia propõe, então, uma busca pelas causas interiores que orientam nossas escolhas. Por meio do autoconhecimento, das próprias experiências e dos ensinamentos dos grandes filósofos e mestres de sabedoria, podemos reconhecer nossas fragilidades, descobrir nossas virtudes e construir ideias, sentimentos e convicções capazes de sustentar uma vida mais consciente. Fortalecer o que há de melhor em nós não significa afastar-se do mundo, mas aprender a oferecer-lhe o nosso melhor. Ao encontrar motivações mais profundas e compartilhá-las com outras pessoas que também buscam superar seus limites e viver seus ideais, transformamos o crescimento individual em uma força de união e construção coletiva. Participantes: Giovana Bresciani e José Roberto Trilha Sonora: Franz Liszt — Piano Concerto nº 1 Conheça a Nova Acrópole: https://nova-acropole.org.br Entre em contato conosco: https://nova-acropole.org.br/podcast
A quanto pare in Europa e in Italia si conferma l'aumento del consenso da chi propugna idee e ideologie fondate sul ritorno al passato, tra rievocazioni implicite di regimi contro la corruzione delle democrazie liberali, l'invocazione di leggi della natura per regolamentare le relazioni umane, il richiamo ai comandamenti religiosi e via dicendo. Curiosamente anche nell'ambito progressista assistiamo a una sorta di riposizionamento che implica il rinunciare a battaglie culturali che possono apparire elitarie. Quali sono le conseguenze di questo spostamento del "baricentro" politico culturale? Lo chiediamo a Gianfranco Pellegrino, professore ordinario alla LUISS Guido Carli, dove insegna Filosofia politica ed Etica pubblica.
Pr Giovani Zimmermann Jr #Teologia #VidaCristã #Fé #Biblia #Escrituras #Pregação #Pastor
Seja Bem Vindo ao nosso PodCast! Giovani Zimmermann Jr é presidente fundador da Igreja Casa na Rocha. Casado c/Sophia e pai de 3 filhos. Conferencista, Professor de Teologia Bíblica, Mestre em Filosofia pela Unioeste/PR e Psicanalista Clínico. Graduou-se Instituto Bíblico Cristo para Las Naciones (CFNI México/DF). Seja um Cooperador Fiel!
Pr Giovani Zimmermann Jr #Teologia #VidaCristã #Fé #Biblia #Escrituras #Pregação #Pastor
Seja Bem Vindo ao nosso PodCast! Giovani Zimmermann Jr é presidente fundador da Igreja Casa na Rocha. Casado c/Sophia e pai de 3 filhos. Conferencista, Professor de Teologia Bíblica, Mestre em Filosofia pela Unioeste/PR e Psicanalista Clínico. Graduou-se Instituto Bíblico Cristo para Las Naciones (CFNI México/DF). Seja um Cooperador Fiel!
Pr Giovani Zimmermann Jr #Teologia #VidaCristã #Fé #Biblia #Escrituras #Pregação #Pastor
Seja Bem Vindo ao nosso PodCast! Giovani Zimmermann Jr é presidente fundador da Igreja Casa na Rocha. Casado c/Sophia e pai de 3 filhos. Conferencista, Professor de Teologia Bíblica, Mestre em Filosofia pela Unioeste/PR e Psicanalista Clínico. Graduou-se Instituto Bíblico Cristo para Las Naciones (CFNI México/DF). Seja um Cooperador Fiel!
Pr Giovani Zimmermann Jr #Teologia #VidaCristã #Fé #Biblia #Escrituras #Pregação #Pastor
Seja Bem Vindo ao nosso PodCast! Giovani Zimmermann Jr é presidente fundador da Igreja Casa na Rocha. Casado c/Sophia e pai de 3 filhos. Conferencista, Professor de Teologia Bíblica, Mestre em Filosofia pela Unioeste/PR e Psicanalista Clínico. Graduou-se Instituto Bíblico Cristo para Las Naciones (CFNI México/DF). Seja um Cooperador Fiel!
Eu sou Ludimeri Picelli, coordenadora da Casa Espírita Luiz Picelli, em Maringá-Paraná-Brasil e estou fazendo a leitura do livro FILOSOFIA ESPÍRITA, VOLUME 4, ditado pelo espírito Miramez, ao médium João Nunes Maia, cujo livro traz reflexões elaboradas sobre a obra O livro dos Espíritos, de Allan Kardec.Este livro é de estudos e reflexões e por isto iremos lendo pergunta a pergunta de O Livro dos Espíritos, da Doutrina Espírita, codificada por Allan Kardec, para que possamos assimilar bem o seu conteúdo e estabelecermos a tal reforma de pensamento e comportamento, que Jesus espera de nós.Este é o segundo de uma série de vinte livros, em que Miramez comenta as perguntas de O Livro dos Espíritos, objetivando orientar-nos no estudo dessa obra ímpar, sem qualquer pretensão, a não ser fornecer subsídios para melhor entendê-la e trilhar com segurança o caminho da Luz.O que Miramez pretende não é decodificar O Livro dos Espíritos para nós leitores, mas apresentar-nos alguns pontos para nossa meditação, a respeito de cada pergunta, para que possamos entrar em sintonia com a bondade e a paz que são emitidas pelo Amor Maior.Nossos podcasts são leituras de livros e mensagens da doutrina espírita, que foram ditados pelos nobres espíritos de eskol e codificadas por Allan Kardec, bem como outras obras psicografadas por médiuns de renome, trazendo-nos uma doutrina reveladora e libertadora, para, assim, entender o Cristianismo Redivivo.- para nos ajudar, doe-nos um café, faça um pix caridadeamoreluz@gmail.com, ou pelo cnpj pix 37.965.614/0001-18, pois suas doações nos manterão no ar, e ajudarão nossas ações sociais, cursos, podcasts, com bastante elevação aos sentimentos daqueles que se aproximam de nós.- visite nosso site celp.org.br - visite nossas redes sociais facebook e instagram, com o nome celppicelli e youtube celp-picelli- venha estudar em nossa escola: MAGNA - Centro de Excelência em Magnetismo e Apometria- venha somar conosco? Venha ser um caminheiro CELP-PICELLI
El filòsof Kevin Prados, excap de colla dels Nens del Vendrell, ha reflexionat sobre la part filosòfica dels castells al llibre "Contra la gravetat. Filosofia dels castells", que ha presentat aquest mes d'agost a Prada.
A inteligência artificial é realmente inteligente? Para responder a essa pergunta, talvez seja necessário primeiro abandonar a inteligência humana como medida de todas as formas possíveis de inteligência. No episódio 251 do Filosofia Pop, Marcos Carvalho Lopes conversa com Lúcia Santaella, referência brasileira nos estudos de semiótica, comunicação e cultura digital. A partir da semiótica filosófica de Charles Sanders Peirce, Santaella questiona algumas das afirmações mais recorrentes sobre a inteligência artificial e propõe ampliar nossa compreensão de pensamento, cognição e linguagem para além do antropocentrismo. A conversa passa pela ideia do computador como máquina semiótica, pelas diferenças entre inteligência, consciência e sentimento, pelo problema da antropomorfização das IAs e pelo papel da abdução no pensamento humano. Santaella também discute os vieses presentes nos sistemas de inteligência artificial, a responsabilidade humana por seus usos e a transformação que essas tecnologias impõem à educação. Diante da IA, sua proposta é cultivar duas disposições complementares: a arte do cuidado e a arte da suspeita. Em vez de simplesmente recusar as novas tecnologias ou atribuir-lhes capacidades humanas que elas não possuem, é preciso aprender a utilizá-las criticamente, compreender seus limites e assumir responsabilidade pelas formas como são incorporadas à vida social. Resumo Neste episódio do Filosofia Pop, Lúcia Santaella discute as relações entre inteligência artificial e semiótica a partir, sobretudo, da filosofia de Charles Sanders Peirce. A conversa problematiza a definição de inteligência e critica a tendência de tomar a cognição humana como seu único paradigma. Santaella distingue inteligência de consciência, sentimento e responsabilidade moral, caracterizando os atuais sistemas de IA como máquinas fundamentalmente linguísticas e semióticas. O diálogo aborda ainda o conceito peirceano de abdução, as relações entre linguagem, cognição e realidade, os riscos da antropomorfização da IA, os vieses inscritos nos dados humanos e a responsabilidade dos desenvolvedores e usuários. Também são discutidos os impactos das tecnologias digitais sobre a educação e a necessidade de formação crítica para professores e estudantes. Para Santaella, a utilização da inteligência artificial exige simultaneamente uma arte do cuidado e uma arte da suspeita, capazes de combinar abertura às possibilidades tecnológicas com avaliação crítica de seus resultados. Palavras-chave Inteligência artificial; Semiótica; Charles Sanders Peirce; Lúcia Santaella; Cognição; Linguagem; Abdução; Antropocentrismo; Educação; Ética; Filosofia da tecnologia; Inteligência; Pragmatismo. Indicações do episódio Indicações de Marcos Carvalho Lopes Ian McEwan — Máquinas como euRomance indicado como uma possibilidade de reflexão literária sobre inteligência artificial, máquinas e humanidade. “O sertão semiótico de Tom Zé” — Marcos Carvalho LopesTexto mencionado na conversa a propósito das relações entre Tom Zé, semiótica, Peirce, Tropicália e a experiência cultural do Recôncavo baiano. Indicações de Lúcia Santaella Tatiana Roque — A máquina em nósSantaella destaca o livro como uma leitura breve e acessível, mas intelectualmente cuidadosa, sobre as transformações tecnológicas contemporâneas. Yuk Hui — obra sobre arte e cosmotécnicaSantaella menciona uma obra que aparece na transcrição como “Arte Cosmo técnica”, observando que ainda não estaria traduzida para o português. A transcrição não permite estabelecer com segurança a grafia exata do título. Yuk Hui — TecnodiversidadeMencionado em conexão com a ideia de cosmotécnica e com a necessidade de pensar formas plurais de relação entre tecnologia, cultura e mundo. Isabelle Stengers — cosmopolíticaAparece como referência para a defesa de uma perspectiva cosmopolítica capaz de ultrapassar formas antropocêntricas e fechadas de pensar a tecnologia e a vida planetária. O Filosofia Pop é um podcast que aborda a filosofia como parte da cultura. A cada 15 dias, sempre às segundas-feiras, a gente vai estar aqui pra continuar essa conversa com vocês. Intercalando com nossos episódios normais de quando em quando vamos apresentar episódios de entrevistas temáticas especiais. O episódio de hoje que é uma parceria com o projeto de extensão Filosofia, Cultura popular e Ética, desenvolvido na Universidade Federal de Jataí. Se gosta do conteúdo do podcast, apoio nossa campanha de financiamento coletivo no Catarse, O endereço é http://catarse.me/filosofia_pop. A contribuição mínima que pedimos ´de 5 reais mensais. Se você preferir, pode contribuir através de nosso pix, que é contato@filosofiapop.com.br. Se não pode contribuir financeiramente, ajude divulgando, comentando, indicando para amigos. Precisamos dessa força! Lembrando que você pode encontrar o podcast filosofia popo no twitter, instagram, Facebook e outras redes sociais. Nosso email é contato@filosofiapop.com.br Twitter: @filosofia_popFacebook: Página do Filosofia PopYouTube: Canal do Filosofia Pope-mail: contato@filosofiapop.com.brSite: https://filosofiapop.com.brPodcast: Feed RSS Com vocês, mais um episódio do podcast Filosofia Pop! O post #251 – IA e Semiótica, com Lúcia Santaella apareceu primeiro em filosofia pop.
Todas as terças-feiras, a Rádio Taquara reproduz o comentário de Ivan Terra, professor com graduação em Direito e Filosofia e mestrado em Direito, leciona na Faccat e no Colégio Sinodal. A atração vai ao ar nos programas Painel e Horário Nobre. Ouça, abaixo, o comentário desta terça-feira, dia 01 de setembro.
A educação filosófica nos convida a compreender que muitos dos problemas humanos e sociais têm suas raízes no próprio indivíduo. A falta de autoconhecimento, as dificuldades de convivência e a perda de uma relação mais profunda com a Natureza repercutem na sociedade e nos desafios do nosso tempo. Neste episódio, refletimos sobre a proposta de uma educação que não se limita à acumulação de conhecimentos, mas busca transformar aquilo que aprendemos em experiência de vida. Inspirada nos grandes filósofos da humanidade, a Filosofia nos ajuda a reconhecer nossas limitações, desenvolver virtudes e construir relações mais conscientes e harmoniosas. O verdadeiro espírito filosófico também recupera a capacidade de fazer perguntas, de aprender e de se maravilhar diante da vida. Ao observar a Natureza e seus mistérios, o ser humano pode ampliar sua compreensão de si mesmo e encontrar referências que o ajudem a orientar suas escolhas e ações. Assim, uma Filosofia ativa pode contribuir para a construção do nosso mundo interior, integrando conhecimento e experiência e tornando-nos mais conscientes, coerentes, generosos e capazes de conviver. Participantes: José Roberto e Danilo Gomes Trilha Sonora: Beethoven — Sinfonia nº 5, 4º Movimento Conheça a Nova Acrópole: https://nova-acropole.org.br Entre em contato conosco: https://nova-acropole.org.br/podcast
.Mentoria Professor Particularhttps://felipeduque11.wixsite.com/websiteCurso das Carreiras da AGU 2026:https://raioxdoedital.com.br/curso/raio-x-do-edital-carreiras-da-agu-pgf-pgfn-pgbacen-pre-edital/Canal do Youtube sobre Concursos:https://www.youtube.com/channel/UCdUEy1gaVD7AO_URPUZrLtwCanal do Youtube sobre Religião e Filosofia na prática:https://www.youtube.com/@felipeduque2342Livro da Reforma Tributáriahttps://www.editorajuspodivm.com.br/reforma-tributaria-esquematizada-ec-1322023-e-lc-2142025-comentadas-2025Livro Manual de Processo Tributáriohttps://www.editorajuspodivm.com.br/manual-de-processo-tributario-administrativo-e-judicial-20252Link do nosso grupo 2 no Whatsapp de Dicas Gratuitas (mensagens só pelo Adm) https://chat.whatsapp.com/ERebr5tqthl8dNBDaK3Ixq Mais informações sobre cursos: www.raioxdoedital.com.brMais informações sobre mim:https://linktr.ee/felipeduqueLink do nosso podcast no Spotify:https://open.spotify.com/show/0cyIQ7i3edtRlIhH9U5Q7i.
Eu sou Ludimeri Picelli, coordenadora da Casa Espírita Luiz Picelli, em Maringá-Paraná-Brasil e estou fazendo a leitura do livro FILOSOFIA ESPÍRITA, VOLUME 4, ditado pelo espírito Miramez, ao médium João Nunes Maia, cujo livro traz reflexões elaboradas sobre a obra O livro dos Espíritos, de Allan Kardec.Este livro é de estudos e reflexões e por isto iremos lendo pergunta a pergunta de O Livro dos Espíritos, da Doutrina Espírita, codificada por Allan Kardec, para que possamos assimilar bem o seu conteúdo e estabelecermos a tal reforma de pensamento e comportamento, que Jesus espera de nós.Este é o segundo de uma série de vinte livros, em que Miramez comenta as perguntas de O Livro dos Espíritos, objetivando orientar-nos no estudo dessa obra ímpar, sem qualquer pretensão, a não ser fornecer subsídios para melhor entendê-la e trilhar com segurança o caminho da Luz.O que Miramez pretende não é decodificar O Livro dos Espíritos para nós leitores, mas apresentar-nos alguns pontos para nossa meditação, a respeito de cada pergunta, para que possamos entrar em sintonia com a bondade e a paz que são emitidas pelo Amor Maior.Nossos podcasts são leituras de livros e mensagens da doutrina espírita, que foram ditados pelos nobres espíritos de eskol e codificadas por Allan Kardec, bem como outras obras psicografadas por médiuns de renome, trazendo-nos uma doutrina reveladora e libertadora, para, assim, entender o Cristianismo Redivivo.- para nos ajudar, doe-nos um café, faça um pix caridadeamoreluz@gmail.com, ou pelo cnpj pix 37.965.614/0001-18, pois suas doações nos manterão no ar, e ajudarão nossas ações sociais, cursos, podcasts, com bastante elevação aos sentimentos daqueles que se aproximam de nós.- visite nosso site celp.org.br - visite nossas redes sociais facebook e instagram, com o nome celppicelli e youtube celp-picelli- venha estudar em nossa escola: MAGNA - Centro de Excelência em Magnetismo e Apometria- venha somar conosco? Venha ser um caminheiro CELP-PICELLI
O Elucidário é um conjunto de despropósitos léxicos, escritos a partir de poesias de amigos, que editamos na forma de dicionário. Neste programa, apresentamos este projeto de escrita, conversamos sobre a ideia e trouxemos três palavras: umbigo, cafuné e comemorar. Trata-se de um esforço coletivo para compreender uma só maçã.ParticipantesMatheus GuimarãesMilena KlinkeRafael TrindadeLinksTexto lidoOutros LinksFicha TécnicaCapa: Felipe FrancoEdição: Pedro JanczurAss. Produção: Bru AlmeidaTexto: Rafael LauroGosta do nosso programa?Contribua para que ele continue existindo, seja um assinante!Support the show
O diálogo tornou-se uma "arte esquecida"? Mais do que apenas conversar, estamos perdendo a capacidade fundamental de trocar ideias com profundidade.Neste vídeo, a professora e voluntária da Nova Acrópole, Ana Beatriz Pignataro, traz uma reflexão urgente sobre como a comunicação verbal tem sido abalada nos tempos atuais. Ela esclarece dois dos sete passos essenciais para resgatar o diálogo como uma verdadeira Arte, transformando conversas superficiais em encontros humanos significativos.00:00 - Introdução: O Diálogo como Fruto da Vida Interior Explicação de que o diálogo verdadeiro nasce do desenvolvimento interior e do domínio da própria personalidade, não apenas de técnicas externas.01:52 - O Diálogo como uma das Artes mais Complexas A importância do "ensaio" e da prática constante para atingir a harmonia nas relações.03:09 - Diferença entre Confronto e Diálogo Análise etimológica e prática: o confronto como imposição de fronteiras e o diálogo como a capacidade de ir além das palavras.08:02 - O Amor à Verdade vs. O Amor à Própria Opinião Como o desejo de ampliar a visão de mundo deve prevalecer sobre a necessidade de estar certo.09:32 - Aprender com a Vida através do Outro A percepção de que cada ser humano possui um ponto de vista único que é essencial para o nosso próprio crescimento.11:07 - A Insegurança como Causa dos Confrontos A analogia da árvore: por que a falta de convicções profundas nos leva a tentar impor argumentos pela força.15:12 - O Termômetro do Diálogo: A Vida Cresce ou Diminui? Como identificar um bom diálogo pela sensação de motivação e aprofundamento do laço após a conversa.18:21 - O Pressuposto do Diálogo: Querer Aprender A pergunta fundamental: "Eu quero realmente dialogar ou apenas convencer?".20:25 - Primeiro Passo: Objetividade A importância de não supor motivos alheios e ter clareza sobre o objetivo da própria comunicação.26:25 - Segundo Passo: Respeito e Humildade Filosófica Reconhecer que o outro sempre tem uma razão para pensar como pensa e evitar o rótulo como desculpa para não dialogar.32:56 - Conclusão: Todos são teus Instrutores A meta de tratar a todos com respeito, independentemente de concordar com suas opiniões, e o convite à prática.
Confúcio foi um dos grandes sábios da humanidade que indicaram uma trilha segura para a evolução e a felicidade. A professora e voluntária de Nova Acrópole, Ana Cristina Machado, faz uma breve síntese de sua doutrina, mostrando como aplicar seus ensinamentos à vida cotidiana.
GUILHERME FREIRE é filósofo e TASSOS LYCURGO é pastor. Eles vão bater um papo sobre a relação entre a filosofia e a fé. O Vilela adora filosofar, tanto que comprou duas privadas super tecnológicas.Cadeira é Elements, e o desconto pra vocês tá liberado. Acesse e garanta a sua: https://loja.elements.com.br/?utm_source=youtube&utm_medium=legenda&utm_campaign=inteligencia
O que Deus falou ao seu coração através dessa pregação?
No episódio de hoje, receberemos o Prof. Rafael Nogueira, católico, professor, historiador, jurista e pesquisador, para uma conversa sobre “As Grandes Mentiras da História”, em um formato especial de perguntas e respostas ao vivo.Com uma trajetória que une educação, cultura e gestão pública, Rafael é graduado em Filosofia, Direito e História, mestre em Direito e em História do Brasil e doutorando em Ciência Política pela UFSC. Foi presidente da Fundação Biblioteca Nacional, secretário Nacional da Economia Criativa e presidente da Fundação Catarinense de Cultura.Em sua formação intelectual, foi aluno do filósofo Olavo de Carvalho e também se dedicou ao estudo dos clássicos, à formação cultural e à valorização da história e da tradição.
“O vírus da peste dorme, mas nunca morre”, disse certa vez o filósofo argelino Albert Camus. Com esta metáfora, ele se referia à ascensão e queda do nazismo na Europa. E hoje nós dizemos: “A peste está mais acordada do que nunca”. Neste programa, conversamos sobre a fascismo presente em nossa sociedade.ParticipantesFlavia SaianiRafael LauroRafael TrindadeLinksTexto lidoOutros LinksFicha TécnicaCapa: Felipe FrancoEdição: Pedro JanczurAss. Produção: Bru AlmeidaTexto: Rafael Trindade e Flavia SaianiGosta do nosso programa?Contribua para que ele continue existindo, seja um assinante!Support the show
* Apoie o Loucos por Biografias se tornando membro no Youtube ou enviando um PIX de qualquer valor. Chave Pix: 7296e2d1-e34e-4c2e-b4a0-9ac072720b88 Fiódor Dostoiévski é considerado um dos maiores escritores da literatura mundial, autor de clássicos imortais como Crime e Castigo e Os Irmãos Karamazov, o Duplo, o Idiota é também um dos maiores pensadores da história. Suas obras foram tao importantes que influenciaram diretamente a Literatura, a Filosofia, a Psicologia e a Teologia. Seu reconhecimento é imenso, até hoje em São Petesburgo celebra-se o "Dia Dostoiévski".Essa é a nossa história de hoje. Se você gostou deixe seu like, faça seu comentário, compartilhe essa biografia com mais pessoas. Vamos incentivar a cultura em nosso pais. Encontro voces na próxima história. Até lá! (Tania Barros)- Contato: e-mail - taniabarros339@gmail.com
Ao navegar, o povo Añuu ensina que não há caminho pré-traçado pela frente: há apenas a bruma que as embarcações desenham sobre as águas e a memória ancestral que deixamos atrás de nós. O futuro não é o que vem, é o que resgatamos para sustentar o presente. No nono episódio da série especial Utopias Amazônicas: Conversas com os Autores, o LatitudeCast recebe o professor, escritor e pensador indígena José Ángel Quintero Weir, membro do povo Añuu — habitantes originários do Grande Lago de Maracaibo e seus afluentes, na Venezuela. Doutor em Estudos Latino-Americanos pela UNAM e docente aposentado da Universidade de Zulia, Quintero Weir impulsiona iniciativas de educação intercultural e autônoma na região. No livro Utopias Amazônicas, o professor assina o ensaio “Fazer Utopia: filosofia da chave da água para um novo horizonte ético”. A partir do sentir-pensar añuu, o texto desconstrói a utopia ocidental como um “não lugar” abstrato e propõe a potência do Fazertopia — a prática comunitária e cotidiana de produzir e reproduzir o território. Conversamos sobre o conceito de Eirare (o lugar de ver com a totalidade do corpo e do espírito), a força vital do Aryuu que brota do coração da Terra, a relacionalidade ensinada por Carlos Walter Porto-Gonçalves, e a experiência da Universidade Autônoma Indígena baseada no Wainjirawa (“o que fazemos com o nosso coração”). Utopia não é um sonho abstrato para o amanhã. É a certeza de que a vida se afirma no ato concreto de cuidar do território e manter a teia da vida de pé hoje.
Trivium e Quadrivium são caminhos de formação de origem greco-latina que atravessaram a história da educação e foram retomados na Idade Média. Suas sete artes buscavam desenvolver a inteligência, educar o caráter e preparar o ser humano para a Filosofia e para uma compreensão mais profunda de si mesmo e da Natureza. Neste episódio, conhecemos as três artes do Trivium — Gramática, Retórica e Dialética —, relacionadas à linguagem humana, à expressão das ideias e à busca da verdade. Já o Quadrivium — Aritmética, Geometria, Música e Astronomia — conduz ao estudo da linguagem da Natureza por meio dos números, das formas, do espaço, do tempo e da harmonia. Mais do que disciplinas isoladas, Trivium e Quadrivium constituem uma proposta de educação integral. Para os antigos, esses conhecimentos preparavam o indivíduo para a Filosofia entendida como uma forma de vida, unindo desenvolvimento intelectual e formação do caráter. A busca da unidade e da harmonia é um dos fios condutores dessas sete artes. Ao desenvolver diferentes capacidades humanas, esse caminho educativo nos convida a perceber a unidade por trás da diversidade e a construir uma relação mais consciente e harmônica conosco, com os outros e com o universo. Participantes: Cristiano Born e Pedro Guimarães Trilha Sonora: Piotr Ilitch Tchaikovsky – Concerto para Violino, Op. 35 Conheça a Nova Acrópole: https://nova-acropole.org.br Entre em contato conosco: https://nova-acropole.org.br/podcast
No episódio número 250 do Podcast Filosofia Pop, conversamos com o filósofo Claudio Ferreira Costa sobre autismo e filosofia. Cláudio Ferreira Costa construiu sua trajetória acadêmica no Departamento de Filosofia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), desenvolvendo pesquisas principalmente no campo da filosofia analítica contemporânea, com trabalhos em áreas como filosofia da linguagem, filosofia da mente e metafísica analítica. Realizou seu mestrado em Filosofia no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS), no Rio de Janeiro, e seu doutorado na Universität Konstanz, na Alemanha. Sua formação inclui ainda períodos de pós-doutorado na Hochschule für Philosophie, em Munique, na University of California, Berkeley, na University of Oxford e novamente na Universität Konstanz. Nesta conversa, partimos de seu texto sobre Síndrome de Asperger e filosofia para discutir sua experiência pessoal com o autismo, o diagnóstico tardio e questões relacionadas à linguagem, empatia, sociabilidade e vida acadêmica. O diálogo também passa pelas possíveis relações entre determinadas características do espectro autista e o trabalho filosófico, pelos limites das tentativas de diagnosticar filósofos do passado e pela própria maneira como Cláudio Costa compreende a atividade filosófica. Texto Sindrome de Aperger e Filosofia de Claudio F. Costa Site de Claudio Ferreira Costa Textos de Claudio Costa no Academia.edu O Filosofia Pop é um podcast que aborda a filosofia como parte da cultura. A cada 15 dias, sempre às segundas-feiras, a gente vai estar aqui pra continuar essa conversa com vocês. Intercalando com nossos episódios normais de quando em quando vamos apresentar episódios de entrevistas temáticas especiais. O episódio de hoje que é uma parceria com o projeto de extensão Filosofia, Cultura popular e Ética, desenvolvido na Universidade Federal de Jataí. Se gosta do conteúdo do podcast, apoio nossa campanha de financiamento coletivo no Catarse, O endereço é http://catarse.me/filosofia_pop. A contribuição mínima que pedimos ´de 5 reais mensais. Se você preferir, pode contribuir através de nosso pix, que é contato@filosofiapop.com.br. Se não pode contribuir financeiramente, ajude divulgando, comentando, indicando para amigos. Precisamos dessa força! Lembrando que você pode encontrar o podcast filosofia popo no twitter, instagram, Facebook e outras redes sociais. Nosso email é contato@filosofiapop.com.br Twitter: @filosofia_popFacebook: Página do Filosofia PopYouTube: Canal do Filosofia Pope-mail: contato@filosofiapop.com.brSite: https://filosofiapop.com.brPodcast: Feed RSS Com vocês, mais um episódio do podcast Filosofia Pop! O post #250 – Autismo e Filosofia, com Claudio Costa apareceu primeiro em filosofia pop.
Durante a adolescência, a escola — o ambiente disciplinar — costuma ser angustiante. Ainda assim ela propicia um contato com uma diversidade de assuntos capazes de nos despertar. Neste programa, conversamos sobre a descoberta da filosofia pela paixão por um livro deixado em cima da mesa pela professora. O pensamento filosófico chegou cedo para nós, como uma lufada de ar. ParticipantesMatheus GuimarãesRafael LauroRafael TrindadeLinksTexto lidoOutros LinksFicha TécnicaCapa: Felipe FrancoEdição: Pedro JanczurAss. Produção: Bru AlmeidaTexto: Rafael TrindadeGosta do nosso programa?Contribua para que ele continue existindo, seja um assinante!Support the show
Conceitos como UBUNTU - que sintetiza a realidade da união entre todos os seres - estão presentes na cosmovisão da etnia BANTU, uma das culturas existentes no Congo, região central da África. A professora e voluntária de Nova Acrópole, Melissa Andrade, nos fala de três ideias centrais de sua profunda sabedoria.
Laura Falqui, Raffaele Milani"I giardini nel cinema"L'invenzione della natura nell'immagine-movimentoOlschki Editorewww.olschki.itIl cinema inventa la natura, la scopre per noi che la attraversiamo nei suoi giardini, tra mondi della realtà e del sogno. Guardare un film attraverso il suo giardino significa rivivere lo spazio mediante la cinepresa, in una poetica delle forme di varia bellezza. Come una lunga passeggiata, il libro ci accompagna nelle meraviglie della natura cintata e dei suoi sentieri che abbracciano in un unico, complesso disegno, immagini e movimento.C'è un paradosso al centro di questo saggio uscito per Olschki: il giardino, luogo che associamo istintivamente alla quiete e alla natura addomesticata per il piacere dell'occhio, diventa nel cinema il teatro privilegiato di inganno, delitto e smarrimento. Laura Falqui e Raffaele Milani attraversano decenni di storia del cinema per raccontarlo: dal prato deserto di Blow Up, dove il fotografo di Antonioni scopre per caso un omicidio, ai giardini geometricamente perfetti de I misteri del giardino di Compton House di Peter Greenaway, teatro di un doppio inganno; dal labirinto innevato di Shining al tempo sospeso e ipnotico de L'anno scorso a Marienbad di Resnais, fino al capitolo più duro, quello su La zona d'interesse di Jonathan Glazer, dove il giardino curato della famiglia del comandante di Auschwitz diventa cornice di un'indifferenza assoluta al male, a pochi metri dalle camere a gas.Il libro non è dunque una storia del "giardino come sfondo", ma la tesi opposta: la natura filmata come soggetto vivente, strumento di racconto, specchio di potere, memoria e resistenza — un modo per rileggere il cinema di Antonioni, Greenaway, Kubrick, Resnais, Bergman, Jarman, Glazer attraverso lo spazio che meno ci si aspetterebbe come chiave interpretativa.Laura Falqui è saggista, scrittrice, specialista di arti visive, regista teatrale. Studiosa del Preraffaellitismo inglese, ha dedicato a questo argomento saggi in volume e altri scritti. Tra questi: Ascoltare l'incenso. Confraternite di pittori nell'Ottocento (1985); Aurea domus. Viaggio nel sogno preraffaellita (1995), La sostanza nascosta. Il silenzio nella pittura (2017), Il tocco dell'invisibile. La grafite di Edward Burne-Jones (2024). Da qualche anno ha trasferito la sua scrittura creativa dalla drammaturgia a una forma narrativa, in cui affiorano le sue passioni di sempre: la pittura del secondo Ottocento inglese, la fiaba, il nonsense. - (febbraio 2026) - Raffaele Milani è docente di Estetica del Paesaggio nella Scuola di Specializzazione in Beni storico-artistici dell'Università di Bologna, già professore ordinario di Estetica presso il Dipartimento di Scienze dell'Educazione nello stesso Ateneo. È stato direttore del “Laboratorio di ricerca sulle città e i paesaggi”, keynote speaker in convegni internazionali, visiting professor in varie università straniere. Tra le sue pubblicazioni, tradotte in diverse lingue: L'arte del paesaggio (2001), Il paesaggio è un'avventura (2005), I volti della grazia. Filosofia, arte, natura (2009), Albe di un nuovo sentire (2020). All'inizio della carriera ha pubblicato sul cinema e sul teatro. - (febbraio 2026) - Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
Acquista il mio nuovo libro, "Neanche Nietzsche era un superuomo": https://amzn.eu/d/0hN113ZXUltima puntata del lungo percorso attraverso la filosofia di Hegel: e concludiamo proprio parlando di religione e soprattutto di filosofia.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/dentro-alla-filosofia--4778244/support.
Silvia Vizzardelli"Che cos'è l'atto di creazioneGilles DeleuzeA cura di Antonella MoscatiCronopio Edizioniwww.cronopio.it"Che cos'è l'atto di creazione?" raccoglie una conferenza di Gilles Deleuze rimasta a lungo inedita e poco conosciuta anche in Francia, tenuta nel 1987 alla FEMIS, la Scuola Superiore di Cinema di Parigi, insieme a due interviste del 1983 e del 1986. Il volume è pubblicato da Cronopio, storica casa editrice napoletana, nella collana "Tessere", a cura di Antonella Moscati.Nella conferenza Deleuze riflette sulle condizioni dell'atto creativo inteso come atto di pensiero: un pensiero che, nel linguaggio del cinema, si esprime attraverso quei blocchi singolari di spazio-tempo che sono le immagini cinematografiche. Non si tratta, per Deleuze, di applicare la filosofia al cinema o viceversa, ma di mostrare come i due domini comunichino spontaneamente, l'uno rilanciando l'altro. Nelle due interviste che completano il volume, Deleuze mostra invece come le immagini cinematografiche, passando attraverso il cervello e il corpo dello spettatore, possano acquistare la forza di un autentico atto politico di resistenza.È lo stesso Deleuze a indicare il cuore della questione: "Qualcosa di strano mi ha colpito nel cinema: la sua attitudine inaspettata a manifestare, non il comportamento, ma la vita spirituale [...]. La vita spirituale non è il sogno né il fantasma, che sono sempre stati un vicolo cieco per il cinema, ma il dominio della decisione fredda, della caparbietà assoluta, della scelta dell'esistenza [...]. Si passa spontaneamente dalla filosofia al cinema, ma anche dal cinema alla filosofia."Un testo breve ma denso, che si può leggere come una porta d'accesso agile ai grandi temi dell'opera deleuziana — l'immagine, il tempo, la creazione come resistenza — nella forma diretta e parlata della conferenza pubblica.Gilles Deleuze (Parigi, 1925 – Parigi, 1995) è stato uno dei filosofi più influenti del secondo Novecento. Ha insegnato per quasi vent'anni all'Università di Paris VIII, prima a Vincennes e poi a Saint-Denis. Tra le sue opere principali: "Nietzsche e la filosofia" (1962), "Differenza e ripetizione" (1968), "Logica del senso" (1969), e, in collaborazione con Félix Guattari, "L'Anti-Edipo" (1972) e "Mille piani" (1980), capitoli del progetto "Capitalismo e schizofrenia". Ha dedicato al cinema i due volumi "L'immagine-movimento" (1983) e "L'immagine-tempo" (1985), e ha firmato con Guattari, nel 1991, "Che cos'è la filosofia?". Il suo pensiero, costruito attorno ai concetti di differenza, divenire e molteplicità, ha attraversato la storia della filosofia, la letteratura, il cinema e le arti, lasciando un'eredità che continua a nutrire il dibattito filosofico contemporaneo.Antonella Moscati è scrittrice e filosofa, nata a Napoli. Studiosa di Hannah Arendt, ha tradotto e curato in italiano opere di Deleuze, Jean-Luc Nancy, Michel Foucault, Walter Benjamin e altri protagonisti del pensiero francese e tedesco contemporaneo. È da anni tra le voci più attive della casa editrice Cronopio, per cui ha curato numerosi volumi. Ha esordito come narratrice in Francia con "Verbali" (Léo Scheer, 2000); tra le sue opere pubblicate in Italia: "Una quasi eternità" (Nottetempo, 2006 e 2022), "Deliri" (Nottetempo, 2009), "Una casa" (Nottetempo, 2015), "Ellen West. Una vita indegna di essere vissuta" (Quodlibet, 2021) e "Patologie" (Quodlibet, 2024).Silvia Vizzardelli insegna Estetica all'Università di Verona. La sua ricerca si muove tra estetica e teoria delle arti, con un'attenzione particolare, negli ultimi anni, all'incontro tra estetica e psicoanalisi. È docente della Scuola di specializzazione in Psicoterapia psicoanalitica (Psicomed) e collabora regolarmente con la rivista "doppiozero", per cui scrive su Deleuze, Derrida, Blanchot, Agamben e altri autori del pensiero contemporaneo. Tra le sue pubblicazioni: "Filosofia della musica" (Laterza, 2007), "La tentazione dello spazio. Estetica e psicoanalisi dell'inorganico", con Valentina De Filippis (Salerno, 2016) e "Teleplastia. Saggio sulla psiDiventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
David Le Breton"La fine della conversazione"La parola in una società spettraleEdizione italiana a cura di Pietro Grassi e Raymond ZammitArmando Editorewww.armandoeditore.itSempre più assorbito dallo smartphone e isolato dagli auricolari, l'individuo ipermoderno vive immerso in un altrove digitale che indebolisce la percezione dell'ambiente e degli altri. La promessa di connessione dei social network nasconde una solitudine crescente, che colpisce soprattutto adolescenti e anziani. La dissociazione diventa un gesto quotidiano: un rifugio rapido dalla noia, dalle frustrazioni, dai legami sociali che ci pesano. Questo libro indaga come la tecnologia stia trasformando la nostra presenza al mondo e il senso stesso di stare insieme.David Le Breton è professore all'Università di Strasburgo, membro dell'Institut Universitaire de France e ricercatore presso il laboratorio Dynamiques Européennes. Antropologo e sociologo francese, è uno specialista delle rappresentazioni e dell'uso del corpo umano, che ha studiato in particolare analizzando i comportamenti a rischio.Pietro Grassi. Dopo studi di filosofia, teologia e psicologia, si è perfezionato in bioetica, storia della medicina e psicopatologia e cultura delle migrazioni. Docente ISSR all'Apollinare (PUSC), Roma. Docente IPU – Pontificia Università Salesiana – Sede aggregata della Tuscia.Raymond Zammit è professore di bioetica e di etica sociale e professionale. Gli interessi delle sue ricerche comprendono la bioetica, l'etica professionale, l'etica degli affari, l'etica nel sistema della giustizia criminale, l'etica ambientale e l'etica del cibo. Direttore del Dipartimento di Teologia Morale della Facoltà di Teologia dell'Università di Malta.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
Neste episódio, recebemos o Mestre Guilherme da Luz para uma conversa profunda sobre o universo do Kung Fu, o legado eterno de Bruce Lee e o que realmente significa ser um artista marcial nos dias de hoje.
TRASCRIZIONE E VOCABOLARIOPuoi sostenere il mio lavoro con una donazione su Patreonhttps://www.patreon.com/italianosiPer €2 al mese riceverai le trascrizioni di tutti i PodcastPer €3 al mese riceverai, oltre alle trascrizioni, anche una lista dei vocaboli più difficili, con spiegazione in italiano e traduzione in inglese.CONTENUTIOggi vi mostro alcuni canali YouTube italiani a cui sono iscritta. LINKAppleTingles ASMR https://www.youtube.com/@AppleTinglesASMRRick DuFer https://www.youtube.com/@rickduferSpazio Grigio https://www.youtube.com/@SpazioGrigioGiovanni Muciaccia https://www.youtube.com/@StudioMuciacciaLe parole di Silvia https://www.youtube.com/@leparoledisilvia6289Fiore https://www.youtube.com/@fiorellaelisageorgelAmedeo Balbi https://www.youtube.com/@AmedeoBalbiBreaking Italy https://www.youtube.com/@breakingitalyFatto in Casa da Benedetta https://www.youtube.com/@FattoincasadaBenedettaOfficialVALTER ZANARDI audiolibri, letture e altro https://www.youtube.com/@valterzanardiraccontandotiMénéstrandise Audiolibri https://www.youtube.com/@MenestrandiseIlBoccaTV https://www.youtube.com/@IlBoccaTVAlessio Cicchini | rucoolaaa https://www.youtube.com/@rucoolaaaTHE PILLOW https://www.youtube.com/@THE.PILLOWNutrisophia https://www.youtube.com/@NutrisophiaTRASCRIZIONECiao a tutti e bentornati! Se siete nuovi, benvenuti. Io sono Elisa e questo è il podcast di Italiano Sì. Oggi è per me il 20 luglio 2026. Sto cercando di registrare qualche episodio in anticipo perché questa è l'ultima settimana di asilo per mio figlio. Tra una settimana l'asilo chiuderà, vanno in ferie e chiuderà per quasi quattro settimane. Sì, quattro settimane; cioè tre, tre e mezzo. Diciamo tre settimane, dai, rimango ottimista. Tre settimane senza asilo, perché vivo in Germania in un'isola e funziona così qui; gli asili chiudono, fanno un sacco di vacanze. Tra l'altro sono comunque pagate queste vacanze, cioè anche se chiude per quasi un mese, devo comunque pagare l'asilo. Ok, non entriamo in questo argomento. [...]MY YOUTUBE CHANNELSupport the show
No episódio 249 do podcast Filosofia Pop, Marcos Carvalho Lopes conversa com Hans Ulrich “Sepp” Gumbrecht sobre futebol. Professor emérito de Literatura Comparada, Francês e Italiano da Universidade Stanford, Gumbrecht desenvolveu uma obra que atravessa a teoria literária, a filosofia, a estética e a reflexão sobre os esportes. Uma de suas preocupações centrais é compreender experiências que não podem ser inteiramente reduzidas à interpretação ou à procura de significados: a presença dos corpos, a intensidade dos acontecimentos, a atmosfera dos espaços e o aparecimento inesperado de formas. Essas questões encontram no futebol um campo privilegiado. Uma partida não nos afeta apenas pelo resultado ou pelas histórias que contamos sobre ela. Também somos atingidos pela velocidade de uma jogada, pela abertura repentina de um espaço, pela coordenação dos movimentos, pelo confronto entre os corpos e pela atmosfera produzida dentro de um estádio. Esta não é a primeira participação de Hans Ulrich Gumbrecht no Filosofia Pop. Em 2021, ele esteve presente em dois episódios do podcast. No episódio #116 – Vale do Silício, publicado em 22 de fevereiro daquele ano, conversamos sobre as transformações culturais e tecnológicas associadas ao Vale do Silício, partindo de seu livro O espírito do mundo no Vale do Silício: viver e pensar o futuro. No episódio #117 – Humanidades etc., publicado em 1º de março de 2021, continuamos a conversa tratando das Humanidades, da universidade, do ambiente acadêmico brasileiro e norte-americano, da obra de Luiz Costa Lima e dos projetos intelectuais de Gumbrecht. As duas conversas haviam sido gravadas nos dias 30 e 31 de dezembro de 2020. Agora, cinco anos depois daqueles episódios, voltamos a conversar. Desta vez, tendo o futebol como ponto de partida para pensar a estética, a cultura e as formas contemporâneas de viver experiências coletivas. O Filosofia Pop é um podcast que aborda a filosofia como parte da cultura. A cada 15 dias, sempre às segundas-feiras, a gente vai estar aqui pra continuar essa conversa com vocês. Intercalando com nossos episódios normais de quando em quando vamos apresentar episódios de entrevistas temáticas especiais. O episódio de hoje que é uma parceria com o projeto de extensão Filosofia, Cultura popular e Ética, desenvolvido na Universidade Federal de Jataí. Se gosta do conteúdo do podcast, apoio nossa campanha de financiamento coletivo no Catarse, O endereço é http://catarse.me/filosofia_pop. A contribuição mínima que pedimos ´de 5 reais mensais. Se você preferir, pode contribuir através de nosso pix, que é contato@filosofiapop.com.br. Se não pode contribuir financeiramente, ajude divulgando, comentando, indicando para amigos. Precisamos dessa força! Lembrando que você pode encontrar o podcast filosofia popo no twitter, instagram, Facebook e outras redes sociais. Nosso email é contato@filosofiapop.com.br Twitter: @filosofia_popFacebook: Página do Filosofia PopYouTube: Canal do Filosofia Pope-mail: contato@filosofiapop.com.brSite: https://filosofiapop.com.brPodcast: Feed RSS Com vocês, mais um episódio do podcast Filosofia Pop! O post #249 – Futebol, com Sepp Gumbrecht apareceu primeiro em filosofia pop.
Acquista il mio nuovo libro, "Neanche Nietzsche era un superuomo": https://amzn.eu/d/0hN113ZXUltimo grande passaggio per parlare di Hegel, e iniziamo ad affrontarlo partendo dalle idee del filosofo sull'arte.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/dentro-alla-filosofia--4778244/support.
Conheça a Minimal Club usando o Cupom: BRUNEThttps://lp.minimalclub.com.br/cortes-brunetcastNeste episódio do BrunetCast, Wesley e Teixeira recebem JP Maia, fundador do movimento Comunidade Fé e Razão, estudante de filosofia e teólogo, para uma conversa profunda sobre apologética cristã.JP conta sua trajetória do ateísmo ao agnosticismo até a conversão ao cristianismo, e explica por que a filosofia grega (Sócrates, Platão e Aristóteles) já apontava para a existência de um Deus único. O papo passa pelas provas históricas dos manuscritos do Mar Morto, pela diferença entre o Jesus do cristianismo, do judaísmo e do islã, e chega ao tema mais desafiador da fé cristã: o problema do mal, discutido a partir de Epicuro, Alvin Plantinga e Leibniz.Um episódio essencial para quem quer entender os fundamentos racionais da fé cristã e como responder às maiores dúvidas sobre Deus, sofrimento e sentido da vida.
CLÓVIS DE BARROS é jornalista, escritor, filósofo e professor, e LÚCIA HELENA GALVÃO é professora e filósofa. Eles vão bater um papo sobre o livro “A Odisseia” e também sobre o filme de Christopher Nolan. O Vilela disse que é fã de Homero, mas prefere o Bart.
Acquista il mio nuovo libro, "Neanche Nietzsche era un superuomo": https://amzn.eu/d/0hN113ZXCome si regolano i rapporti tra gli stati? Hegel ha un'idea molto chiara: tramite la guerra. E la storia dà poi ragioni o torti.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/dentro-alla-filosofia--4778244/support.
Como viver a justiça no dia a dia filosofia — essa é uma das perguntas mais antigas e mais urgentes da humanidade. E a resposta vai muito além dos tribunais, das leis e dos seus direitos.Nesta palestra, a Prof. Karla Lacombe da Nova Acrópole apresenta três visões filosóficas que ampliam radicalmente o conceito de justiça: a deusa grega Têmis, símbolo da justiça baseada em leis e normas sociais; a deusa egípcia Maat, que representa a justiça como harmonia cósmica e força natural do universo; e o conceito de Platão em A República, onde justiça é "dar a cada um o que lhe é de direito, conforme a sua natureza e os seus atos."A palestra revela por que chamamos de injusto aquilo que simplesmente não aconteceu como gostaríamos — e como essa confusão gera um estado crônico de insatisfação. Quando entendemos que as coisas são o que são, fruto de causas e efeitos, começamos a exercer uma justiça mais profunda: conosco mesmos, com os outros e com a vida.Três dicas práticas encerram a conversa: conhecer a si mesmo e ter princípios claros; ser justo com a natureza de tudo e todos ao redor; e reconhecer a justiça que já existe na própria vida, mesmo quando ela é invisível aos olhos da emoção.Como viver a justiça no dia a dia filosofia não é uma questão de seguir regras — é um exercício de inteligência, vontade e autoconhecimento.