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"Prazer imediato x Construção do futuro. (salve esse podcast!).".....Marcar atendimento: https://linktr.ee/gisipaz.ayurvedaInstagram: @gisipaz_ayurveda
A encenadora, actriz e escritora brasileira Carolina Bianchi regressou ao Festival de Avignon para estrear “Uma Luz Cordial”, o último capítulo da "Trilogia Cadela Força" aqui iniciada em 2023. Esta é “uma luz atrelada à expressão da violência”, mas também à "expressão do prazer", conta-nos a artista que neste espectáculo confronta o público com “o enigma” que atravessa a peça e que envolve teatro, literatura e sexualidade. Carolina Bianchi e a sua companhia Cara de Cavalo vão também fazer dois dias de maratona teatral de 10 horas com as três peças seguidas da trilogia, um gesto movido pelo desejo de “aventura total”. Carolina Bianchi encerrou a trilogia iniciada em Avignon com “Uma Luz Cordial”, um espectáculo que leva para o palco a violência do acto de escrever e o mistério da sua própria sexualidade. Esta é “uma luz atrelada à expressão da violência”, mas também “à expressão do prazer”, conta-nos a artista que foi buscar o título da peça a um poema que lhe é fundamental: “My Life Had Stood a Loaded Gun”, de Emily Dickinson, em que a imagem de uma arma carregada lhe evoca o potencial explosivo de uma poeta a escrever. Além do novo espectáculo, Carolina Bianchi e a sua companhia Cara de Cavalo retomam toda a trilogia nesta 80ª edição do Festival de Avignon e o público poderá ver, no mesmo dia, “A Noiva e o Boa Noite Cinderela” [que a revelou aos palcos europeus e com o qual conquistou o Leão de Prata da Bienal de Veneza em 2025], “The Brotherhood” e “Uma Luz Cordial”. A maratona teatral de 12 e 13 de Julho, na Opéra Grand Avignon, dura diariamente cerca de dez horas, um gesto movido pelo desejo de “aventura total”, em referência à "obra de arte como aventura total” do artista Alberto Greco, de quem também fala em palco. “A Noiva e o Boa Noite Cinderela”, o primeiro capítulo, arrasta o público para o inferno das violações e dos feminicídios. “The Brotherhood”, o segundo capítulo, mergulha-nos nas alianças masculinas que têm dominado a história da arte e do teatro e verbaliza o fascínio por esses mestres da arte e da violência. Agora, “Uma Luz Cordial”, o terceiro capítulo, tenta fintar a brutalidade da criação artística e faz a literatura irromper em todo o espaço cénico. Diluem-se novamente fronteiras entre teatro e poesia, entre ficção e real, entre autor e alter ego. Carolina Bianchi vai desaparecendo de cena para reaparecer “nas vozes” de autoras como Hilda Hilst e Emily Dickinson. Não se pense que este último capítulo vem curar alguma dor porque, ela avisa em palco, “a dor não passa” e “não há salvação”. Há, no entanto, uma luz ao fundo do túnel, a tal “luz cordial”, ainda que corresponda ao disparo de uma arma no poema “My Life Had Stood a Loaded Gun”. O teatro radical de Carolina Bianchi, que deixa enigmas e não dá respostas, que leva para o palco a complexidade e a perplexidade do mundo, que leva à tona tanto a parte maldita quanto a parte poética da criação, está no Festival de Avignon até 12 de Julho. RFI: Como é que nos pode apresentar este terceiro capítulo que fecha a trilogia “Cadela Força”? Carolina Bianchi, Autora e encenadora da trilogia teatral “Cadela Força”: “Uma Luz Cordial é um trabalho que vai na direcção da escrita, sobre o acto de escrever. Então, ele é, na verdade, eu me colocando ali também, nesta travessia deste espectáculo, como a escrita em si, o meu corpo está muito mais fora de cena do que nos outros trabalhos da trilogia. Acho que também tem essa questão: a de uma escritora que está desaparecendo, que está se tornando pura escrita. Por tocar nesse assunto da escrita, acho que forma um triângulo muito importante com outras duas coisas, que é a imaginação e a sexualidade. Aí, para mim, surge uma equação do enigma desta terceira parte, que é o que atravessa este último capítulo, estas três palavras que não se conseguem mais dissociar, a escrita também como uma possível expressão da sexualidade e é não só falar sobre a sexualidade, mas a escrita como expressão de uma sexualidade. Acho que, sobretudo, é também muito importante dizer: a literatura como forma de prazer.” Há uma poesia de Emily Dickinson essencial na peça, que fala em "uma luz cordial" em que "a arma tem o poder de matar, mas não de morrer". Por que chamou ”Uma Luz Cordial” ao terceiro capítulo? “Esse é o meu poema preferido da vida. Emily Dickinson traz uma possibilidade de ler esse poema - porque é o que eu digo também no trabalho: é difícil chegar a uma conclusão sobre como analisar um poema de Emily Dickinson. E essa é a coisa mais bonita sobre essa autora, que trabalha com enigmas, com espaços de puro mistério na sua escrita, na sua poesia. Acho que essa imagem de uma arma carregada que, para mim, pode ser a imagem da poeta a escrever, é uma das imagens mais bonitas que a poesia já trouxe para o meu imaginário. Aí vem essa frase ‘Uma luz cordial' que está no poema e ela essa sentença para descrever o momento do disparo da arma. Então, o tempo todo ela está trazendo nesse poema esses dois lados de uma arma que também é uma arma que é uma expressão de violência e, ao mesmo tempo, quando o disparo é descrito como uma luz cordial isso também traz outra imagem sobre essa arma, que é uma imagem de vida, uma imagem de sorriso, uma imagem de prazer, uma imagem de iluminação que é muito forte.” Em “A Noiva e o Boa Noite Cinderela” a principal inspiração era a artista italiana Pippa Bacca, violada e assassinada em trabalho. Em “The Brotherhood”, inspirava-se também na dramaturga Sarah Kane que dizia que “não há amor sem violência” e que explorava os temas do amor e da violência. Agora, as suas musas são Hilda Hilst e Emily Dickinson. Porquê falar através da voz destas artistas mulheres e porquê levar de forma tão franca a literatura para o teatro? “Tem uma coisa que eu acho que é importante dizer. A Pippa Bacca, para mim, ela não foi tanto uma inspiração como a minha relação com a Sarah Kane, talvez com outras dessas autoras. Acho que a Pipa Baca tinha uma coisa ali de um mistério do qual eu precisava, era quase a atracção de um detective que eu acho que é um pouco diferente. Nestes dois outros trabalhos, quando Sarah Kane aparece, quando vem a Emily, a Hilda e outras vozes também, para mim tem um aspecto de um encontro que é um encontro onde você se sente pertencente a um lugar ou onde você tenta pertencer a um lugar onde encontra essas outras autoras, onde você se sente menos sozinha, onde você tem um lugar onde se reconhece numa história. Acho que isso acontece muito com a Sarah Kane na ‘Brotherhood', alguém que fez espectáculos extremamente violentos, que sofreu também muitas consequências, boas e ruins, dessa dramaturgia sem concessões que ela fazia. Agora, nesta terceira, o ponto onde a coisa ainda fica mais profunda é a questão de elas serem alter egos. Quando eu falo dessa escritora que morreu e que agora aguarda nesse outro espaço essa hora de voltar, para mim, esse virar escrita também significa dissolver-se em alter egos. A minha voz já não é essa voz central, a voz está espalhada, está tudo espalhado, estilhaçado. Tudo ali é duplo. Também vem essa ideia da fantasmagoria em si, que eu também falo nos outros capítulos. Para mim, essa fantasmagoria chega no seu ápice na trilogia, que é a ideia de que nem sequer essa voz é a voz que agora é a mais ouvida. Essa voz precisa de se dissolver em alter egos e o da Emily Dickinson - que ocupa um lugar muito importante na minha vida, na minha história, com a literatura, com a escrita - aparecem também nesse chamado para seguir escrevendo.” Também interroga o próprio sacrifício da escrita e a violência que é escrever? “Sim, interroga, mas também é um lugar de prazer. Para mim, é muito importante afirmar essa palavra neste último capítulo, que eu acho que também é uma palavra que pouca gente esperava que fosse aparecer aqui. Há uma questão de associação entre a literatura e o prazer e, por isso, também a gente está associando com a questão da sexualidade, porque eu estou trazendo uma sexualidade que também se está colocando como uma grande desorganização, como um grande enigma o tempo todo. Aqui, isso está mais endereçado do que nunca. Então, é um corpo que está ali fervendo, que é o corpo da escritora, que é o corpo da escrita, que é um corpo que também está revelando uma expressão sexual muito forte.” Por isso é que traz esse corpo colectivo da sexualidade para o palco, com os actores da sua companhia Cara de Cavalo? “Sim, sim, porque eu acho que tem ali mesmo uma pergunta sobre como se manifesta essa sexualidade no espectáculo, sem ser a sexualidade de estar atrelada ao real ou o sexo real no palco ou a representação. Não me interessa essa pergunta. Nesta peça, para mim, interessa-me falar como manifestar essa sexualidade que está atrelada ao acto de escrever. É uma sexualidade que vem da palavra e uma sexualidade que está atrelada à leitura. Ela é uma sexualidade que é o tabu da leitura, que limites são esses também que a literatura explode o tempo todo e que para o teatro é mais complicado. Então, acho que tem uma tensão aí entre teatro e literatura, entre o acto de ler e de você também não poder escapar dessa literatura. Acho que tem muitas coisas aí onde esse fio vai dando um nó mesmo.” Nessa “dramaturgia sem concessões”, em que leva também a sexualidade para o palco, recorre a uma obra que a escritora Hilda Hilst escreveu para fintar o pedido do editor que queria uma obra que vendesse muito. A Carolina coloca em cena uma marioneta a representar uma criança manipulada por dois adultos e durante 20 minutos ela fala da sua prostituição infantil. É uma das cenas mais fortes desta peça. Porquê esta cena? “Porque o meu desejo era colocar um livro dentro da peça. Ali a gente tem um livro que é ‘O Caderno Rosa de Lori Lamby' e acho que tem uma questão que ainda traz neste livro particular que é uma resposta a uma determinada maneira que o mercado editorial trabalha, que eu acho muito forte, porque ele é um livro sobre escrita. É uma menina que escreve o tempo todo e é o que a marioneta faz também em cena, ela escreve o tempo todo. Então, uma menina que escreve o tempo todo, inspirada pelo pai, que é um escritor que tem problemas também para vender os seus próprios livros. Inspirada pelo que ela ouve das conversas ao redor, das coisas que lê, ela começa a escrever esse relato. Acho que tem uma coisa que eu acho muito bonita que é, primeiro, uma questão do tabu, um tabu enorme que é a imaginação sexual de uma criança, porque não é só uma questão de abuso, acho que tem ali uma questão ou outra que é o que uma criança imagina quando escreve e isso é uma coisa que toca todo o mundo. Todos nós já fomos crianças. Todos nós sabemos que é uma imaginação que ainda não está tão moldada pelos limites, pelos tabus. Ela narra uma questão extrema nesse contacto dessa imaginação, tem um caminho extremo que a Hilda percorre, porque ela sabe que isso vai provocar algo ali, nesse tabu, com o jeito que a gente percebe essas situações. Ao mesmo tempo, tem uma coisa da escrita dela que é extremamente poética, que tem humor, que é uma coisa que você vê nos outros livros dela que eu acho muito importante. Acho que tem uma coisa desse choque também que isso provoca, que eu acho que é curioso também, que vem na cena seguinte mais explicitamente, que é uma cena que é “O Caderno do Cu do Sapo Liu Liu”, onde a gente tem o inverso, que é o grande escritor que escreve coisas terríveis, violentíssimas e é considerado um génio. Ele é considerado um Rimbaud. A gente está aqui na França, a terra de Georges Bataille, de Marquês de Sade, e é interessante como Hilda Hilst é tão chocante.” É por ser mulher? “Eu acho que o facto de ser mulher também faz ser mais chocante. O facto de ela ser mulher, o facto de ela ter escrito esse livro quando ela tinha 60 anos, mas eu acho que não vem a ser uma questão para mim pessoalmente. Eu não sei se isso é uma questão para quem lê isso e fica completamente perturbado, mas para mim, as questões dela ali, em relação à literatura, aos não limites que a literatura pode operar, são muito interessantes para mim.” Apesar da violência relatada por si e pelas mulheres de que fala, apesar de toda a vulnerabilidade, a trilogia chama-se Cadela Força. Agora que temos a trilogia completa em palco, por que é que a chamou assim? “Essas duas palavras não têm um significado específico quando colocadas em par. Elas não estão nem se dando adjectivo no português brasileiro, elas são palavras que não se estão completando, elas são realmente duas palavras jogadas ali. Acho que tem uma coisa sobre essa sonoridade que elas produzem, sobre as milhares de imagens que essas duas palavras podem produzir em contacto com os materiais da peça. E elas também têm um enigma delas, um segredo.” Na peça diz que “não há salvação”, que “não passa a dor”. Lemos que “o teatro é uma armadilha, que a literatura é uma armadilha e que talvez ainda esteja na mala do carro”, em referência à violação que sofreu e que conta no primeiro capítulo da trilogia. Quem viu os capítulos um e dois poderia esperar uma espécie de salvação no capítulo três ou, pelo menos, que o teatro fosse uma forma de reconstrução para si e, através de si, para outras mulheres. Não foi? “Não. E acho que quem esperava isso de mim assim estava muito equivocado. Para mim, é impossível pensar no teatro como salvação. Eu acho que já estou anunciando isso desde o princípio. Esse lugar de que o artista é alguém que precisa conceder esperança à sociedade, respostas à sociedade, conclusões de perguntas que são impossíveis, é um delírio e uma alucinação porque os artistas não têm essa responsabilidade. O que me interessa é justamente esse mistério do teatro. O teatro começa como um ritual dionisíaco, os rituais dionisíacos eram cheios de violência, cheios dessa violência poética que opera no fundamento da história do teatro. Então, eu acho que o teatro é um lugar onde ele precisa operar na chave do mistério, da instabilidade, não como salvação de nada.” Nas entrevistas que fizemos, em 2023 e em 2025, sobre os capítulos anteriores da trilogia, dizia-nos que “A Noiva e o Boa Noite Cinderela” falava da “antecâmara do inferno já com um pé no inferno”, que “Brotherhood” era “acordar no purgatório” e tentar perceber o que significa “situar-se no teatro depois de voltar do inferno”. E neste terceiro capítulo? “Esse capítulo, a gente chega na citação do 'Paraíso' de Dante Alighieri, esse momento onde tem uma imagem do paraíso que é muito linda, em que ele começa a ver esses espíritos, essas imagens de luz. Quase como chega um ponto ali onde, depois de ele se entender incapaz de seguir escrevendo, ele já se perdeu ali do Virgílio que encontrou uma outra musa que é a Beatriz que agora tem a palavra. Acho que tem alguma coisa nessa transformação onde a luz aparece, para mim, atrelada a uma expressão de violência que está no poema da Emily Dickinson, que também abre esse lugar de onde também há esse prazer da literatura que aparece. Esse lugar onde a literatura vai dominando tudo, onde essa ficção vai dominando tudo. É essa conexão que eu faço com o paraíso, com esse lugar onde a violência não pára, onde a violência não se resolve, mas ela chega a outras formas.” Não há salvação, mas há uma luz cordial? “Mas lembre-se que à luz cordial é o disparo da arma.” Fecha a trilogia no sítio onde a começou, no Festival de Avignon. Mostra o terceiro capítulo, mas também os dois anteriores. Já alguma vez representou dez horas seguidas e por que é que decidiu fazer algo quase sobre-humano? “Nunca representei por dez horas seguidas. Sobretudo, acho que nada me teria preparado, mesmo se tivesse feito. Não, nada me teria preparado para fazer isso, porque acho que essas dez horas são dez horas muito específicas, muito desse universo onde há aí uma consequência de se fazer algo depois do primeiro capítulo e eu acho que é isso que a gente vai estudar juntos. O que é que isso muda na nossa leitura de espectáculos que as pessoas já viram? Como eles vão ler esses espectáculos agora com esse efeito presente e contínuo? O que acontece? O que acontece com o teatro? O que acontece com a performance? O que acontece com a literatura quando se leva isso, essa experiência, que é uma experiência extrema? Tem uma frase num dos textos de ‘Uma Luz Cordial', onde eu estou-me referindo a um outro artista que é o Alberto Greco, um artista argentino, e ele diz que acredita na obra de arte como aventura total. Para mim, isso resume muito bem este gesto. Então, para si, é uma obra de arte total? “Não, aventura total. Não sei se é uma obra de arte total o que nós fazemos, mas eu acredito que o desejo de fazer essa obra tem a ver com esse desejo pela aventura total.” A trilogia ajuda a pensar o impensável. Verbaliza a violência, apropria-se da linguagem da violência para desconstruir o sistema em que ela se baseia. Ao fazê-lo, também não alimenta o sistema em que “Somos todos brotherhood”? Não há maneira de quebrar o ciclo? “Acho que não. Eu não saberia dizer. Acho que não. Acho que esse ciclo talvez vai ser um ciclo que vai demorar muito para ser quebrado. Onde estamos agora no mundo, o que a gente está vendo acontecendo ao redor do mundo, esse conservadorismo extremo, esse fascismo extremo que está em toda parte, que está no mundo das artes também, eu não vejo ainda uma saída desse ciclo. Sinto muito., mas espero que exista um dia. Não sei se eu vou estar aqui para assistir isso, mas…” Foram vários anos a escrever, a interpretar, a representar, a sofrer também com esta trilogia que agora fecha. Olhando para trás, o que é que representou para si e o que gostaria que ela deixasse junto de quem a viu? “Eu acho que é uma coisa enorme. Mesmo assim, eu nunca vou conseguir, talvez nem nesta encarnação, ter distanciamento suficiente para ver tudo o que isso representou na minha vida, na vida das pessoas que trabalham comigo ou ainda de quem acompanhou o trabalho. Agora eu estou muito próxima, ainda estou muito aqui para entender qualquer coisa sobre isso. Eu sei que as mudanças que isso faz na minha vida são imensas. A minha vida foi completamente transformada e transtornada por esse trabalho, mas eu sinto isso assim, eu sinto que eu estou aqui, eu estou dentro dele ainda. Talvez no ano que vem eu consiga já ter um pouco mais de distanciamento para entender, porque agora eu só consigo dizer que isso mexeu em tudo. E eu estou ainda no meio desse furacão.” O furacão que também afectou o público e, se calhar, a história do teatro contemporâneo? “Tomara que sim. Eu nunca consigo afirmar muito esse tipo de coisas. Não sei. Tomara que sim. Tomara que tenha afectado muita gente. Eu acho fez algo, com certeza, com este contexto, mas eu preciso de distanciamento mesmo para entender o que foi feito, o que mexeu.”
LEITURA BÍBLICA DO DIA: EFÉSIOS 4:11-16 PLANO DE LEITURA ANUAL: JÓ 22–24; ATOS 11 Vamos ler o devocional juntos? Separe um tempo especial para Deus hoje e faça sua reflexão diária: Andrew Card, chefe de gabinete do ex-presidente norte--americano George W. Bush, numa entrevista sobre suas funções, explicou: “No escritório de cada funcionário temos um quadro com a seguinte frase: ‘Servimos de acordo com a vontade do presidente.' Isso não significa que servimos para o agradar ou conquistar. Nós o servimos para dizer-lhe o que é necessário saber para fazer seu trabalho”. Em muitas de nossas funções e relacionamentos queremos agradar as pessoas, em vez de nos edificarmos uns aos outros em unidade, como o apóstolo Paulo frequentemente exortava. Paulo escreveu: “Ele designou alguns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e mestres [para] edificar o corpo de Cristo, até que todos alcancemos a unidade que a fé e o conheci mento do Filho de Deus produzem e amadureçamos” (EFÉSIOS 4:11-13). Paulo rompeu com as nossas tendências de agradar as pessoas, enfatizando que esses dons deveriam ser expressos por falar “a verdade em amor” para que “todo o corpo se desenvolva e seja saudável em amor” (vv.15-16). Por crermos em Jesus, servimos aos outros para edificá-los e cumprir os propósitos de Deus. Quer os agrademos ou não, agra daremos a Deus à medida que Ele age por meio de nós para gerar a unidade em Sua igreja. Por: ELISA MORGAN
Lisa Vicente é médica ginecologista, obstetra, especialista em sexologia e em literacia para a saúde, divulgadora científica e autora dos livros “O Atlas da V” e “A Revolução da Menopausa”. No seu consultório afirma sentir-se tão motivada a seguir mulheres grávidas, como na menopausa, pessoas trans ou vítimas de violência sexual. E afirma a diversidade de corpos e de identidades como o que é normal na Humanidade. “Não há duas vulvas, nem dois clítoris iguais, não há duas menopausas iguais e cada pessoa tem prazer à sua maneira.” Ouçam-na aqui nesta conversa em podcast com Bernardo Mendonça.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sentir dor durante o sexo não é normal. Ainda assim, muitas pessoas passam anos convivendo com dor, medo da penetração, vergonha e dúvidas sobre o próprio corpo sem receber um diagnóstico ou tratamento adequado.Neste episódio do Prazer em Saber, conversei com a ginecologista e sexologista Mariana Maldonado sobre vaginismo, dor na penetração e os impactos físicos e emocionais que essa condição pode causar.Se você já sentiu dor durante o sexo ou conhece alguém que passa por isso, este episódio é um convite à informação, ao acolhimento e à busca por ajuda.
Tirem os veganos e os cardíacos da sala!Filmes proibidos em 50 países, dificuldades de financiamento no Brasil, propagandas enganosas, falsos documentários, o filme mais chocante de todos os tempos (segundo os Esqueletos), estudantes de cinema bizarros, denúncias ao FBI feitas por Charlie Sheen, mortes em película vs. digital e o chocante não-debut de Charli xcx no cinema.Hoje, os Esqueletos se aventuram por tudo de pior que o horror pode oferecer: quando ele é de verdade. Está no ar nosso especial sobre snuff films e todos os seus filhotes.Citados durante o programa:Livro: Killing for Culture: An Illustrated History of Death Film from Mondo to Snuff - David Kerekes & David Slater Livro: Diante da Dor dos Outros - Susan Sontag02:26 - Snuff (1975, Dir: Michael Findlay, Horacio Fredriksson e Simon Nuchtern)19:01 - Snuff, Vítimas do Prazer (1977, Dir: Cláudio Cunha)25:19 - Holocausto Canibal (1980, Dir: Ruggero Deodato)46:31 - Guinea Pig (1985, Dir: Satoru Ogura)53:08 - Morte ao Vivo / Thesis (1996, Dir: Alejandro Amenábar)01:08:25 - Red Rooms: Obsessão Doentia (2023, Dir: Pascal Plante)01:20 - Faces da Morte (1978, Dir: John Alan Schwartz) + (2026, Dir: Daniel Goldhaber)Lista no letterboxd: https://letterboxd.com/esqueletosgays/list/esqueletos-snuff/Apresentado por:Luiz Machado, João Neto e Alvaro de Souza.Confira o nosso site: esqueletosnoarmario.com/@esqueletosgays no Twitter e InstagramAcesse o apoia.se/esqueletosgaysE o orelo.cc/esqueletosgays
Spotfy e youtubeEu sempre achei muito curioso o uso das palavras comuns para alimentação e sexo: apetite, desejo, prazer, vontade… duas coisas que parecem diferentes, mas tão iguais. E a semelhança começa pelo corpo. Afinal, transamos com o corpo, comemos com o corpo… Mas e aí, como fica o prazer quando não existe uma relação legal com esse corpo. Como criar intimidade - consigo ou com outra pessoa - se não há intimidade, conforto e paz com o próprio corpo? Pra entender essa e outras questões, eu chamei a Luiza para falar comigo. Tire as crianças da sala e vem nesse papo sobre intimidade, prazer, sexo, corpo e muito mais!Luiza Ferrario Genez é Psicóloga formada pela Universidade Federal do Paraná, Pós Graduada em Sexologia e Saúde, pós Graduanda na especialização em transtornos alimentares, obesidade e cirurgia bariátrica, com formação em terapia cognitiva Sexual e formações complementares no campo da insatisfação corporal. Luiza atua especialmente para o atendimento de mulheres com queixas na sexualidade e alimentação@psiluizaferrarioO Clube CCAFE é apoiador desse podcast. Se você é nutricionista, faça parte do Clube: www.ccafe.com.br. E tem cupom de desconto: CALORIAS10Siga o Não Conto Calorias:no instagramhttp://www.instagram.com/naocontocaloriasno Substackhttps://naocontocalorias.substack.com/Música: Modern Jazz" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
Você consegue conversar sobre sexo com sua parceria?Embora a sexualidade seja um aspecto fundamental da vida, falar sobre desejo, prazer, fantasias, limites e insatisfações ainda é motivo de desconforto para muitos casais.Neste episódio do Prazer em Saber, recebo a psicóloga e terapeuta sexual Cristiane Sathler (CRP 05/43231) para uma conversa sobre comunicação sexual, intimidade e relacionamento. Discutimos as dificuldades mais comuns enfrentadas pelos casais, os impactos do silêncio na vida sexual e como o diálogo pode fortalecer a conexão emocional e erótica entre parcerias.Os créditos da música:ComposiçãoCarlos Alberto Gomes Renato BadecoIntérprete: Renato Badeco
No episódio de hoje, Pedro, com a ajuda de Kiki, disseca dois temas que marcaram a semana - uma opinião duma influencer sobre um concerto, um anúncio duma marca com dois cantores - e vários que marcam a sociedade no geral - quantas bolas de Berlim se podem comer na praia, o aumento do trânsito, o prazer de desenhar em restaurantes, a logística de trocar cromos com amigos e adeptos que querem destruir a vida de jogadores de futebol.(00:00) Intro(00:23) Novo quadro para o futuro museu de watch.tm(04:50) Kiki foi despedida do MAAT(08:14) Manuel João Vieira tem exposição no MAAT(09:46) Restaurantes que só são bons pela vista(10:59) Kiki usa meias que parecem luvas(12:46) A felicidade de levar bola de futebol para a praia(15:36) Pedro descobre que é possível pedir Iced Americano Decaf(18:36) Prazer de comer bola(s) de Berlim na praia(23:48) Comer bolas de Berlim sem ser na praia devia ser ilegal(27:55) Cada vez existe mais trânsito(30:39) Vício de Bobbie Goods(33:49) Kiki dá ideia de presente para Pedro fazer para as sobrinhas(36:00) Dinâmica de troca de cromos com amigos(42:08) A logística de fazer uma caderneta(49:03) Kiki esclarece dúvidas que tem sobre a final da Taça de Portugal(56:33) Adeptos que descarregam irracionalmente nos jogadores(57:22) Pessoas que usam camisolas de futebol em casamentos(59:12) Fazer ritual Haka durante casamento(1:02:20) Atacar jogadores do próprio clube(1:04:03) Kiki abandona estádio por sentir má energia(1:06:28) Frize faz anúncio com os Anjos(1:12:01) Recap Bad Bunny em Portugal(1:17:16) Impressão com que se fica sobre concerto com base no que se viu na internet(1:18:33) Análise de opinião de Helena Coelho e amigas(1:22:47) Vídeo louco de Rebeca Caldeira(1:25:39) PTM descobre versão pura de Bruna Magalhães(1:28:45) McDonalds na praia faz sentido?(1:29:55) Necessidade de ‘Human Verified' devido ao uso excessivo de AI
O LoGGadoCast está no ar! E nesta edição, Edu Sacer, Mandy Aguiar, Márcio Zanon e Leo Oliveira comentam as últimas novidades da TV, cinema e streaming! Para ouvir, dê o play, aumente o volume e deixe seu feedback nos comentários!Comentado no Cast:02:12 - Notícias e Amenidades36:32 - Kylie52:39 - Carissíma58:40 - Futuro Deserto01:06:36 - Obssessão01:29:07 - Primeiro as Damas01:41:42 - Os Testamentos: das Filhas de Gilead02:05:42 - The Boroughs02:16:54 - Máximo Prazer Garantido02:37:07 - Comentários02:55:26 - DespedidasPARTICIPE AQUI DO LOGGADIN 500!Links Relacionados:Apoie pelo Pix: contatologgado@gmail.comApoie no PatreonLoGGado no TelegramLoGGado no InstagramLoGGado no BlueskySeriadores AnônimosCompre AQUI os livros de Leozio!Arquivo de Episódios do LoGGadinLoGGadoCast 498 – Off Campus: Amores Improváveis, Eu e Você na Toscana, Os Testamentos, Entre Pai e Filho e muito maisMande sua barra para o S.A.D.OBS: trilha do episódio sem copyrights
Chegamos nesse sábado pra ajudar a galera a lavar a louça, dobrar a roupa e limpar a casa, acompanhados pelo primeiro Vortex Responde, onde respondemos perguntas e comentários dos ouvintesVem comemorar o dia da batata frita com a gente e com a batata mais vendida do Brasil @batatasbembrasil Host: Katiucha Barcelos. Instagram: @katbarcelos | Twitter/X: @katiuchaCo-Host: Pedro Pinheiro. Instagram: @odeiopepe | Twitter/X: @OdeioPePeInstagram: @feedvortexBluesky: @feedvortex.bsky.sociaTwitter: @feedvortexTiktok: @feedvortexReddit: r/feedvortexGrupo paralelo não-oficial do Vortex no telegram: https://t.me/+BHlkG92BfPU5ZjdhEsse grupo é dos ouvintes, para os ouvintes e pelos ouvintes. Não temos qualquer afiliação oficial ou responsabilidade por QUALQUER COISA falada neste grupoLink do post do episódio nas redes sociais:InstagramTwitterEpisódios passados mencionados: Vortex 33 - Karaokê nas Filipinas e a música amaldiçoada do Sinatra Vortex 102 - Samurai do Arizona, como fugir de abduções e romance com aliensVortex 123 - [+18] Chorando de Prazer: apanhando de mulher bonita e internação pós-rala e rola Links comentados no episódio:Ilhados com a sogra Produção: Thyara Castro, Bruno Azevedo e Aparecido SantosEdição: Joel SukeIlustração da capa: Brann Sousa
O Prazer do Texto - Roland Barthes - ed.Perspectiva trad. J.GuinsburgApnéia - Esther Faingold - ed. CosacO palácio das duas colinas - Karim Kattan - ed. Ercolano trad. Gabriel SemereneOs Livros e os Dias - Alberto Manguel ed. Companhia das Letras - trad.José Geraldo CoutoEsse ofício do verso - Jorge Luis Borges - Companhia das Letras , trad. José Marcos MacedoMúsica do Mundo - Introduções à poesia - Tarso de Melo - ed. Fosforo
Agora você também pode assistir na íntegra às nossas transmissões na sua plataforma de áudio favorita!Café com Sexologia, domingos, ao vivo, às 20h30 pela Rádio Vibe Mundial 95,7 FM e no instagram instagram.com/cafecomsexologiaVisite o Instituto Paulista de Sexualidade - InPaSex inpasex.com.brEntre em contato e mande sua dúvida: oswrod@uol.com.brWhatsApp: +55 11 98718-4240Siga Oswaldo Rodrigues nas redes sociais:facebook.com/oswaldo.rodrigues.jrinstagram.com/oswrodinstagram.com/cafecomsexologiayoutube.com/oswrod
Se desejar aprofundar ainda mais esse processo, ofereço:
Hoje @katiucha e @OdeioPePe discutem se ainda vale a pena paquerar ou se é melhor usar uma IA pra paquerar por você e aproveitam pra, mais uma vez, celebrar a engenhosidade das crianças do Roblox nesse vortex 125.Oferta especial nos planos usando o nosso link no Nordvpn: https://nordvpn.com/vortexpodou CUPOM: VORTEXPODHost: Katiucha Barcelos. Instagram: @katbarcelos | Twitter/X: @katiuchaCo-Host: Pedro Pinheiro. Instagram: @odeiopepe | Twitter/X: @OdeioPePeInstagram: @feedvortexBluesky: @feedvortex.bsky.sociaTwitter: @feedvortexTiktok: @feedvortexReddit: r/feedvortexGrupo paralelo não-oficial do Vortex no telegram: https://t.me/+BHlkG92BfPU5ZjdhEsse grupo é dos ouvintes, para os ouvintes e pelos ouvintes. Não temos qualquer afiliação oficial ou responsabilidade por QUALQUER COISA falada neste grupoLink do post do episódio nas redes sociais:InstagramTwitterEpisódios passados mencionados: Vortex 110 - A Revolta do Roblox, Felca perseguido e crianças sofrendo golpeVortex 122 - [+18] O retorno de Didi, serial bananador e pegador de sogra Vortex 123 - [+18] Chorando de Prazer: apanhando de mulher bonita e internação pós-rala e rola Vortex 124 - Looksmaxxing, martelada na cara e saco de guincho Links comentados no episódio:A Geração Z está terceirizando conversas difíceis para a IA.Geração Z leva pais a entrevistas de empregoBumble quer que sua IA converse com IAs de outras pessoas até arranjar um dateNamoro em um mundo sem aplicativos de encontroCrianças usam código Morse no RobloxProdução: Thyara Castro, Bruno Azevedo e Aparecido SantosEdição: Joel SukeIlustração da capa: Brann Sousa
#aponte #pibpenha #cultocontemporâneo #adoraçãopibpenha #cultoaovivo #mensagensbíblicasTema da Mensagem: Por que Ele coloca limites no prazer?Texto bíblico base: 1 Coríntios 6.12-20Pr. Eliezer VictorUma mensagem da série "Se Deus é Bom, Por Quê?" do encontro A PONTE de 10.05.26._____________________________________A PONTE é um encontro BÍBLICO, CONTEMPORÂNEO e ACOLHEDOR que tem como objetivo traduzir a fé para o idioma contemporâneo fazendo A PONTE entre o mundo imutável da Palavra de Deus com o mundo em constante mudança das gerações atuais. A Celebração da Noite da PIB Penha._____________''Ser uma igreja bíblica que faz discípulos de Jesus e os ajuda a crescer na direção de Deus, da igreja e do mundo; transformando pessoas, sociedade e cultura através da proclamação do evangelho de Jesus Cristo'' é a identidade da Primeira Igreja Batista da Penha._____________Siga os nossos perfis oficias no Instagram:@pibpenha.sp@aponte.pibpenhaQuer conhecer mais a PIB Penha ou tirar alguma dúvida? Entre em contato através do Fale Conosco do nosso site ou aplicativo.
Hoje @DiogoMRG está de volta pra acompanhar @katiucha e @OdeioPePe nas trincheiras, lendo histórias dos ouvintes descobrindo que saúde cardíaca importa e apanhar pode não ser tão legal assim. É a parte 2 do especial Chorando de Prazer nesse Vortex 123Oferta especial nos planos usando o nosso link no Nordvpn: https://nordvpn.com/vortexpodou CUPOM: VORTEXPODHost: Katiucha Barcelos. Instagram: @katbarcelos | Twitter/X: @katiuchaCo-Host: Pedro Pinheiro. Instagram: @odeiopepe | Twitter/X: @OdeioPePeConvidado: Didi Braguinha. Instagram: @didibraguinha | Twitter/X: @DiogoMRGInstagram: @feedvortexBluesky: @feedvortex.bsky.sociaTwitter: @feedvortexTiktok: @feedvortexReddit: r/feedvortexGrupo paralelo não-oficial do Vortex no telegram: https://t.me/+BHlkG92BfPU5ZjdhEsse grupo é dos ouvintes, para os ouvintes e pelos ouvintes. Não temos qualquer afiliação oficial ou responsabilidade por QUALQUER COISA falada neste grupoLink do post do episódio nas redes sociais:InstagramTwitterEpisódios passados mencionados: Vortex 96 - [+18] Kink de choro, guardachuvinha de chocolate e como humilhar um casado Links comentados no episódio:"The Opposite" (O Oposto), episódio 21 da 5ª temporada Célebro Podcast Fabuloso Podcast Lives do Didi Produção: Thyara Castro, Bruno Azevedo e Aparecido SantosEdição: Joel SukeIlustração da capa: Brann Sousa
Lives Amorosidade
Lives Amorosidade
Tem relação que exige tanto esforço para ser entendida que a resposta já está dada.Neste episódio de Bom Dia, Obvious, Marcela Ceribelli recebe a psicanalista Renally Xavier para uma conversa franca sobre desejo, frustração e padrões afetivos de repetição. Em um papo leve e descontraído, elas falam sobre amor, relacionamentos, fragilidade masculina, idealização de parceiros, fantasia de salvar o outro, e desgaste emocional de sustentar relações a todo custo. Um episódio sobre acolher as próprias frustrações e abrir espaço para novas formas de amar. Para receber em primeira mão a pré-venda do Clube do Livro clique aquiNos acompanhe também: Marcela Ceribelli no Instagram: @marcelaceribelliInstagram da Obvious: @obvious.ccTikTok da Obvious: @obvious.ccChapadinhas de Endorfina: @chapadinhasdeendorfinaOuça também, outros podcasts da Obvious:Podcast Chapadinhas de Endorfina.docPodcast Academia do PrazerLivros da Marcela Ceribelli:Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionou: AQUAurora: O despertar da mulher exausta: AQUIInstagram de Renaly Xavier: AQUI Livro Canção para ninar menino grande, citado no episódio: AQUIPlaylist da Renally AQUI
O mundo gosta de mulheres que falam o que pensam? Neste episódio de Bom Dia, Obvious, Marcela Ceribelli conversa com a atriz e escritora Maria Ribeiro sobre o que significa, para uma mulher, sustentar a própria voz em um contexto social que ainda privilegia muito as imagens, mas não tanto as vozes das mulheres. Em uma conversa descontraída, elas falam sobre a liberdade de ser quem se é, relacionamentos, filhos, casamento, sexo, exposição, erros e o exercício de dizer não. Um episódio sobre as dores e as delícias de bancar os próprios desejos. Para receber em primeira mão a pré-venda do Clube do Livro, clique aqui.Nos acompanhe também: Marcela Ceribelli no Instagram: @marcelaceribelliInstagram da Obvious: @obvious.ccTikTok da Obvious: @obvious.ccChapadinhas de Endorfina: @chapadinhasdeendorfinaOuça também, outros podcasts da Obvious:Podcast Chapadinhas de Endorfina.docPodcast Academia do PrazerLivros da Marcela Ceribelli:Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionou: AQUIAurora: O despertar da mulher exausta: AQUIInstagram de Maria Ribeiro: AQUI Livros de Maria Ribeiro: AQUI Livro de Rick Rubin, citado por Marcela Ceribelli no episódio: AQUI
Lambda lambda lambda, nerds! Como diria um sábio: "Se for caro e burocrático, tudo me diverte?" No NerdCast de hoje, Alottoni e Azaghal recebem Altay de Souza, Ana Arantes e Sr. K para um papo divertido e científico sobre HOBBIES. Descubra toda a ciência por trás daquele hábito ou atividade que te dá prazer (enquanto o resto do mundo explode), e por que você PRECISA arrumar um hobby o quanto antes (exatamente porque o mundo está explodindo!). Sociedade da Virtude: A Série Primeira temporada COMPLETA disponível na HBO Max e Adult Swim. Saiba mais: https://jovemnerd.short.gy/Spot_NCSVirtude Nerd na Cloud Ouça o mais novo episódio do podcast: https://jovemnerd.short.gy/Spot_NCloud24 CITADO NA LEITURA DE E-MAILS MK-II Aurora, da Dawn Aerospace CONFIRA OS OUTROS CANAIS DO JOVEM NERD E-MAILS Mande suas críticas, elogios, sugestões e caneladas para nerdcast@jovemnerd.com.br APP JOVEM NERD: Google Play Store | Apple App Store ARTE DA VITRINE: Randall Random Baixe a versão Wallpaper da vitrine EDIÇÃO COMPLETA POR RADIOFOBIA PODCAST E MULTIMÍDIA Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Patrocine uma aula e ajude a levar a Torá mais longe: shiurpix@gmail.com A aula explora a visão judaica sobre o consumo de álcool, analisando por que a Torá permite o vinho em celebrações e mitzvot enquanto alerta sobre seus perigos destrutivos. Através de ensinamentos do Talmud e histórias chassídicas, discute-se como usar os prazeres deste mundo para elevar a alma e servir a Deus com equilíbrio e santidade.
O fim de uma relação não apaga o amor que existiu.Neste episódio de Bom Dia, Obvious, Marcela Ceribelli conversa com a escritora e psicóloga Geni Núñez sobre términos e a romantização de desfechos ideais. Temas como o direito de mudar de ideia, o peso da culpa nos relacionamentos, e a dificuldade de aceitar o inacabado aparecem nessa conversa sensível e direta. Um convite a reconhecer que algo pode ter sido verdadeiro, mesmo quando acaba. Para receber em primeira mão a pré-venda do Clube do Livro clique aqui Nos acompanhe também: Marcela Ceribelli no Instagram: @marcelaceribelliInstagram da Obvious: @obvious.ccTikTok da Obvious: @obvious.ccChapadinhas de Endorfina: @chapadinhasdeendorfinaOuça também, outros podcasts da Obvious:Podcast Chapadinhas de Endorfina.docPodcast Academia do PrazerLivros da Marcela Ceribelli:Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionou: AQUIAurora: O despertar da mulher exausta: AQUIGeni Núñez no Instagram @genipaposLivros de Geni Núñez: AQUI Podcast sobre o Carandiru citado por Marcela Ceribelli: AQUI
Prazer, qual é o seu? - Pr. Daniel Nobre by Igreja Missionária Evangélica Maranata do Recreio Para conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
A gente passa boa parte da vida adulta lutando por previsibilidade. A gente quer a segurança de um boleto pago, o alento de um lençol macio, o controle sobre a nossa rotina. Num mundo que nos exige tanto, construir uma zona de conforto não parece ser apenas um desejo, mas uma questão de sobrevivência.Mas o que acontece quando a nossa busca por conforto começa a estreitar a nossa experiência de viver? Quando o bem-estar deixa de ser um descanso e passa a ser uma anestesia contra o espanto, o imprevisível e o novo?Essa semana, a gente te convida para um Mamilos diferente: Cris Bartis se reuniu remotamente com o antropólogo Michel Alcoforado e Ricardo Moreno, do The Summer Hunter, para conversar sobre uma experiência única que viveram na Amazônia e como pode ser transformador estar em uma imensidão onde nada, absolutamente nada, foi construído para o nosso conforto.A partir dessa poeirinha que somos diante da floresta, a conversa se desdobra para as florestas internas da vida adulta. Onde mora a "interessança" dos nossos dias? Qual é a linha tênue entre amadurecer e simplesmente endurecer? E num atravessamento que não dá para ignorar: por que a busca por experiências e o direito ao prazer sem amarras ainda cobram um pedágio tão alto de culpa na conta das mulheres?Puxa uma cadeira, pega um café e vem com a gente se desacomodar um pouquinho. É preciso coragem para ter uma vida que não seja apenas longa, mas vivida.
Bom dia, Obvious. O episódio de hoje debate temas delicados sobre traumas femininos e casos de abuso. Caso um desses temas tenha um impacto negativo para você, sugerimos que, em vez de escutar o episódio dessa semana, revisite um dos nossos episódios anteriores. E, para quem for continuar nessa conversa, seja bem-vinda. Marcela Ceribelli conversou com Mayara Machado sobre o papel da mulher no mundo e sobre como abandonar crenças sexistas que invadiram nosso crescimento.Para receber em primeira mão a pré-venda do Clube do Livro e conteúdos exclusivos do Bom dia, Obvious, assine a newsletter da ObviousNos acompanhe também: Instagram da Obvious: @obvious.ccTikTok da Obvious: @obvious.ccChapadinhas de Endorfina: @chapadinhasdeendorfinaMarcela Ceribelli no Instagram: @marcelaceribelliMayara Machado Bichir no Instagram: @mayarabichirpsicologaOuça também, outros podcasts da Obvious:Podcast Chapadinhas de Endorfina.docPodcast Academia do PrazerLivros da Marcela Ceribelli:Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionouAurora: O despertar da mulher exausta
Bom dia, Obvious. No episódio de hoje, Marcela Ceribelli recebe a psicanalista feminista e doutora pela USP, Mayara Machado Bichir para falar sobre o papel da mulher no mundo e sobre como abandonar crenças sexistas que invadiram nosso crescimento.Para receber em primeira mão a pré-venda do Clube do Livro e conteúdos exclusivos do Bom dia, Obvious, assine a newsletter da ObviousNos acompanhe também: Instagram da Obvious: @obvious.ccTikTok da Obvious: @obvious.ccChapadinhas de Endorfina: @chapadinhasdeendorfinaMarcela Ceribelli no Instagram: @marcelaceribelliMayara Machado Bichir no Instagram: @mayarabichirpsicologaOuça também, outros podcasts da Obvious:Podcast Chapadinhas de Endorfina.docPodcast Academia do PrazerLivros da Marcela Ceribelli:Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionouAurora: O despertar da mulher exausta
No Desculpa Alguma Coisa desta semana, Tati Bernardi recebe Rita Batista. A apresentadora celebra a transição para novelas, relembra a infância feliz em Salvador e conta como enfrenta os ataques de ódio na internet. A conversa também mergulha em sua vivência no Candomblé e na gravidez de seu filho, que ela previu durante uma "experiência mística". Rita ainda quebra tabus sobre educação sexual, criticando a ignorância sobre a anatomia feminina e defendendo a paciência e a masturbação para o prazer.
O testemunho dos outros é uma maneira pela qual nós afirmamos a beleza. No entanto, não é fácil dizer o quanto essa partilha é fundamental para os outros. Por isso, temos andado por aí a pergunta: nos momentos mais bonitos, você estava sozinho ou acompanhado? É um dos casos em que a resposta importa menos do que a pergunta. Dispor a qualidade da experiência em um espectro de sociabilidade é só uma desculpa para falar de amor. ParticipantesRafael LauroRafael TrindadeLinksTexto lidoOficinas (Terças 19h)Oficinas (Quartas 15h)Outros LinksFicha TécnicaCapa: Felipe FrancoEdição: Pedro JanczurAss. Produção: Bru AlmeidaTexto: Rafael LauroGosta do nosso programa?Contribua para que ele continue existindo, seja um assinante!Support the show
Eu conversei nos primórdios do programa Bom Dia, Obvious com a Manu Gavassi sobre fossa. Tudo isso, para lembrar que caso você esteja numa fossa agora, tudo passa.Para conteúdos exclusivos do Bom dia, Obvious, assine a newsletter da ObviousNos acompanhe também: Instagram da Obvious: @obvious.ccTikTok da Obvious: @obvious.ccChapadinhas de Endorfina: @chapadinhasdeendorfinaMarcela Ceribelli no Instagram: @marcelaceribelliManu Gavassi no Instagram: @manugavassiOuça também, outros podcasts da Obvious:Podcast Chapadinhas de Endorfina.docPodcast Academia do PrazerLivros da Marcela Ceribelli:Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionouAurora: O despertar da mulher exausta
Ao entrar em um supermercado ou farmácia qualquer, repare nas prateleiras: logo acima, ao fácil alcance de nossas mãos, estão os produtos mais desejados. Na mesma proporção de querer, a cada fileira abaixo estão aqueles que precisamos nos esforçar para alcançar. A minha convidada de hoje transformou a visão sobre os relacionamentos atuais usando essa analogia para a prateleira do amor. Se as mulheres são os produtos, quem são aquelas que ocupam os andares superiores? Não é difícil de acertar. Envolve padrão estético, machismo, etarismo e o que mais a sociedade usa de violência silenciosa para nos domar acreditando que devemos ser escolhidas - não escolher. Complementar a essa teoria, ela afirma que os homens aprendem a amar muitas coisas, as mulheres aprendem a amar os homens. Doeu aí? Doeu aqui também. Bom Dia, Obvious! Hoje, Marcela Ceribelli, CEO e diretora criativa da Obvious, conversa com a Pesquisadora na área de Saúde Mental e Gênero e Professora no Departamento de Psicologia Clínica na Universidade de Brasília, Valeska Zanello.---------------------------------------------------------Acesse audible.com.br, crie sua conta e aproveite 30 dias grátis. Audible é o serviço de audiolivros da Amazon, com milhares de títulos para você ouvir quando quiser.Para conteúdos exclusivos do Bom dia, Obvious, assine a newsletter da ObviousNos acompanhe também: Instagram da Obvious: @obvious.ccTikTok da Obvious: @obvious.ccChapadinhas de Endorfina: @chapadinhasdeendorfinaMarcela Ceribelli no Instagram: @marcelaceribelliValeska Zanello no Instagram: @zanellovaleskaOuça também, outros podcasts da Obvious:Podcast Chapadinhas de Endorfina.docPodcast Academia do PrazerLivros da Marcela Ceribelli:Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionouAurora: O despertar da mulher exaustaLivros da Valeska Zanello: clique aqui
corrigiu pra "mamar noel" olha que safada
Formula 1 Chief Commercial Officer Emily Prazer joins The Big Impression to accelerate the motorsport's hold on Americans with year-round content and venue in Las Vegas. Episode TranscriptPlease note, this transcript may contain minor inconsistencies compared to the episode audio.Damian Fowler (00:00):I'm Damian Fowler.Ilyse Liffreing (00:01):And I'm Ilyse LiffreingDamian Fowler (00:02):And welcome to this edition of The Big Impression.Ilyse Liffreing (00:09):Today we're joined by Emily Prazer, president and CEO of the Las Vegas Grand Prix and the Chief Commercial Officer of Formula One. She's helping transform F1 into one of the fastest growing sports brands in the world, leading strategy partnerships and fan engagement across markets from Miami to Melbourne.Damian Fowler (00:30):Emily's here to talk about the road to the last Vegas Grand Prix on November the 22nd. Now, in its third year, the Vegas Grand Prix turns the strip into a global stage where sport, entertainment and culture collide under the neon lights.Ilyse Liffreing (00:46):I love that. From the 100 day countdown events to new sponsorship models and digital fan experiences, formula One is redefining what a modern sports brand can look like, especially in the U.S. market.Damian Fowler (01:02):In past years, the marketing around Las Vegas, the Grand Prix has felt like a crescendo building over several months. What's been your strategy this year as you build, it's the third year, right? As you build towards those?Emily Prazer (01:14):Yeah, this third year, so I think the difference this year is we've had two years of a foundation to figure out what works and what doesn't work, but equally we've had our building open all year, so prior, well the first year we're obviously building the building for those that dunno, it's called Grand Prix Plaza. It's the length of three NFL fields, so it's not small. It's designed and built to service the Formula One Paddock Club, which is the most high-end hospitality that we offer in Formula One. Underneath that is where the garages are and where the teams hang out, so it's quite a significant building. When we first moved to Vegas, we purchased the 39 acres of land and have invested around $500 million in this infrastructure and so the difference I think is obviously the first year we were building it, the second year we were getting to grips with owning such a significant property in Las Vegas and then moving into the third year of the event, the building's been open all year and we built something called F1 Drive, which is carting.(02:10):We've had a restaurant up there called Fool and Fork, which is Formula One, themed food and beverage as you'd expect. We built an immersive Formula one experience called F1 X and so the marketing's ramped up, but that's because locally we've been able to activate since the day after the race last year all the way through to this year, and obviously how we market is very different depending on what we're trying to do, whether it's selling tickets or whether it's driving foot traffic to the building. It's all the awareness that we need in Las Vegas to continue to grow our fan base.Damian Fowler (02:41):The a hundred day countdown, that's important,Emily Prazer (02:43):Right? That was a big one. We always go big around a hundred days. We did a strip takeover, we made sure people understood that it was a hundred days ago. We did similar for 50 days, so we use those milestones to make sure, obviously Vegas is somewhat a last minute market. Some Grand Prix go on sale and sell out in 90 minutes. We see the most amount of activity from a hundred days through to November.Damian Fowler (03:04):That's very interesting. How do you decide which moments where you target your marketing strategy in that a hundred day buildup?Emily Prazer (03:12):Oh, well, we're very fortunate that the racing continues For those, again, that aren't familiar, formula One is a 24 race calendar, which spans globally, so we typically go big around the big races as you'd expect. We've just come out of Singapore where hopefully people have seen that McLaren won the Constructors Championship. We'll go big again around Austin and Mexico. They're both feeder markets to the Las Vegas Grand Prix and we'll just continue to make sure we've got major announcements, whether it be food and beverage merchandise programming all the way through between now and race day.Ilyse Liffreing (03:42):Now, can you also talk a little bit about the F1 business summits because you're also launching that during race week? Sure. How intentional is the idea of making Vegas not just a race, but a business and cultural destination?Emily Prazer (03:56):Sure. Well, if you look at what Vegas do around other major sports, it's not that we're trying to reinvent the wheel, we're taking learnings from how well the NFL have operated there with the Super Bowl, even around WWE where you see them extend from a one or two day event through to a whole week. We are very fortunate that again, for those that dunno, formula One kicks off on Thursday with free practice, we have qualifying on Friday and then on Saturday is the race. And so we are lucky that we actually have really good opportunity for shoulder programming and so it was a lot of requests coming through from multiple stakeholders saying we'd love to get the ecosystem together and talk about how we've shifted Formula One culturally into something very different. Obviously it's a sport first and foremost, but I think everyone's now seeing the change into more of a lifestyle brand and a proposition around how we're executing with some partners, which I'm sure we'll get to, but I think a lot of it has been around how we kind of talk about that strategy and how we've grown the sport over the last five years.(04:54):So it was very intentional, it's had really great uptake and as you'll see as we get closer to the race, we'll start talking about what we're doing kind of Tuesday, Wednesday all the way through.Damian Fowler (05:04):It was interesting you brought up the mention of partners and the fact that Formula One now transcends the racetrack and I for one say follow some Formula One drivers on Instagram. How do you play into that whole notion now that Formula One is this lifestyle brand and what does that mean when it comes to partnerships?Emily Prazer (05:26):Well, we've been really fortunate that we've, formula One was bought by Liberty Media in 2017 and the handcuffs were taken off per se, where social media was something that didn't really exist in the sport prior to that and the drivers have done a great job and the teams have done a great job of giving us access collectively to the drivers. They're all a lot younger than they have been before, so we've been fortunate enough to help them build their profiles through social, but obviously the pivot came with Drive to Survive. Everyone knows that that was a big leap of faith that Formula One took to be able to give behind the scenes access. It's a complicated sport that had traditionally been kept to a different type of club and we've opened up those floodgates and obviously we're reaping the rewards of that at the moment.(06:10):It hasn't been easy, but ultimately when you have the likes of Netflix wanting to display what we do, hopefully everyone's seen the Formula One movie with Brad Pitt, which is now I think the highest grossing sporting movie of all time and Brad Pitt's highest grossing movie of all time. So that again, is a great explainer if you take that concept, the strategy around all of it has to create this always on dynamic, which isn't just about the 24 race weekends, it's about how to have brand extension through partnerships 24 7, 365 days a year that's come to life through our licensing business, which I can get to and also our sponsorship business, that the thought process was we want to sign less B2B organizations more consumer brands, not because we don't appreciate, we are always going to have a B2B element Formula One lives in that space, especially on the technical side of the sport, but as it talks about how we penetrate the fan base, how we acquire new fans and how we talk to fans differently.(07:06):One of the big pieces of it was, well, how do we show up in every shopping mall, not just in North America, but globally and using the likes of Lego? You would've seen our recent announcement with Tag Hoya. You now go to these shopping malls and you see these different brands actually activating and taking some learnings from how the US sports do it, where everywhere you go you can buy a t-shirt. I think one of my proudest moments was being at the Super Bowl last year in New Orleans and seeing people in the parade wearing Formula one T-shirts.(07:32):I was like, that shows that the strategy is working. In addition to we acknowledge that pricing of Grand Prix is expensive, they're also places you typically have to travel to, and so brand extension through license partners has been really important. We have something called F1 Drive, which we'll be rolling out, which is the carting proposition I mentioned in Vegas we have F1 arcade, which is now opening up and popping up all over North America. We have F1 exhibition, which is a tribute to the history of the sport and we'll keep growing as we want to keep penetrating and explaining to those fansIlyse Liffreing (08:07):Fans. That is really interesting hearing you describe just how different the strategy here is in the US too because F1 is such a global brand. How do you I guess, keep the brand though true to its global roots at the same time as also making it feel like America's race?Emily Prazer (08:25):Definitely not trying to make it feel like America's race. I think taking the learnings of how to speak to the audience we've acquired wherever we go, the benefit of being a global sport is we're global, but in each of those destinations we act very local. So when you're there, you very much know that when you're at the British Grand Prix that you're at Silverstone and there's all of the heritage around it, Monza, there's nothing more special in global sport in my opinion, than seeing the ZI on a Sunday run onto the grid with the Ferrari flags and what have you that you can't take that passion and bottle it up and just pop it into a US race. The US market is different, but if you look at how Miami has identified itself, you for sure know where you are. Same with Austin, where it's Texas and everybody is in cowboy boots and you know that you're in Texas and then Vegas takes it to a different level because we partner with our friends at the L-B-C-V-A and other partners in Vegas to bring that kind of extreme entertainment to life. So yeah, wherever you go, you really do know where you are and that's where I think the local element comes into play.Ilyse Liffreing (09:28):Has anything changed in the sports rights context in order for Formula One to really be able to create more social and organic marketing tied to the event?Emily Prazer (09:41):Yeah, I think it's that we've got the confidence to try different things and have given different types of access. So you'll see obviously that we have lots of short form content. Now we're noticing that this generation of fandom that we're trying to continue to excite wants to look at things slightly differently, whether it be through YouTube or TikTok. I think we're launching our first TikTok store in a couple of weeks, which I never thought we would be in a place to do, but it's a testament to where the sports got to. So I don't think the rights have changed. I think our approach to it has changed where we have the confidence because of the excitement around destinations like Las Vegas to shift our mindset. Like I say, we're not going to do it everywhere. We're going to pick specific places to test it, and Vegas for us for the last three years has served as that test testbed.(10:28):You'll see the collaborations alone that we do in the merchandise space we've not been able to replicate prior and we're proud of it. What we're doing there is giving us the confidence to deliver new partnerships across the sport. American Express is a prime example where they came in as a Vegas only partner, did a year of that, a year later became a regional partner, so they activated across the Americas and then a year after that became a global partner. So it's just showing that we can bring in these more consumer led brands, but also how we've shifted our mindset to be able to deliver against it.Damian Fowler (11:00):That happened very fast. It's kind of amazing. You touched on this a little bit, but the different audiences in the different markets. What have you learned after the first two years of hosting Grand Prix in the United States about American fans specifically?Emily Prazer (11:16):Just that you need to give them variety. They aren't going to come in and behave the same way as a traditional Motorsport fan that has been or has grown up with. The heritage of the British audience is a great example where I mentioned Silverstone goes on sale and sells out. We've had to adjust the product to make sure that we're very much catering to that audience and the programming around it, like we talked about, has been super important. People don't want to come just for one session, but they want the option to come and leave and go to a casino or go to a different show and what have you. So they're looking for all round entertainment, not just coming to watch the Formula One event, which we focus specifically on making sure that we deliver against.Damian Fowler (11:59):One thing that's interesting about Vegas as well is that it's a big draw for tourism globally as well and people fly in. So maybe that fan base is also kind of a mix of international and local.Emily Prazer (12:11):Yeah, well interestingly, we've seen the majority of our fan base come from Mexico, Canada, and within the United States. I think Vegas obviously is incredibly special that they cater to everyone. I think they have something like 150,000 hotel rooms that spam from five star all the way through, and so one of the things that we had to pivot from in the first year where we expected Vegas to be this really, really high end proposition was actually that we needed to cater for all different types of ticket package and hospitality package. So we've learned those differences. We thought that it would be very, very high end and mostly international. It's actually around 80% domestic, but drive in traffic and fly in traffic from other US markets in. Like I said, Canada and Mexico have been significant buyers of the Grand Prix and Vegas.Ilyse Liffreing (12:59):Very cool. I'm very curious what kind of feedback you've gotten so far from those fans, sponsors, broadcasters, anybody watching the sport in Vegas?Emily Prazer (13:09):Well, the sponsors love it because it's something different. Like I said, we put a lot of emphasis on the production. What we were all really surprised about was the quality of the racing. I think it has the most overtakes on the Formula one calendar, so that was something we weren't going to know until you can do simulations, but until you see cars going around the track in the first year, we didn't really acknowledge or understand how great the actual racing would be. So I think that was the biggest surprise around feedback and what the broadcasters and general audience have been quite positive about shifting. The mentality and mindset has been something that we're proud of, but it's all stemming from the confidence we've gained through promoting our own event.Ilyse Liffreing (13:47):When you look at success, what KPIs are you most interested in? Is it ticket sales or,Emily Prazer (13:54):I think it's all around halo effect for the sport ticket sales and revenue is obviously my ultimate goal. I'm the chief commercial officer of Formula One, so I don't think I can sit here and say otherwise, but brand extension and growing the fandom and being engaged, giving another touch point to the US audience when again, I mentioned Liberty bought Formula One in 2017, they were very clear that they had two very strategic objectives. One was growing the sport in the United States, the other was growing the sport in Asia and obviously Asia's taken a little bit longer for obvious reasons with COVID and what have you, but we're starting to see the momentum pick up again there. The US we heavily focused on signing Miami as a starting point as a partnership with the Miami Dolphins, which we're really happy with, proud of as they have shown us how to do it. Seeing how they put their event on before we even put on Vegas meant that we could really take their learnings. But yeah, the expectations are that we continue to grow it, that the production level remains incredibly high and that it's our tempo event in the Formula one calendar.Damian Fowler (14:55):Now, you mentioned the Netflix show Drive to Survive, and obviously there's been a lot of media around the importance of that show. Could you talk a little bit about the significance of that show, how it helps or not inspire marketing strategy?Emily Prazer (15:09):Yeah, it comes back to this always on point that I mentioned before, which is Formula One needs to be accessible for the next generation of fans to truly understand it and the next generation of fans care about the competitive nature of the racing, but they also want to understand the personalities behind the sport, and I think it gave us the opportunity to open up to be able to show who we all are. The technical terminology, the filming that went into that and the movie to be honest, has given us the opportunity to use that content to be able to explain what DRS means or what is the significance of each Grand Prix, what does it actually mean? So these drivers like the NFL, when a player puts on a helmet, it's hard to understand the emotion, but being able to get to know the drivers and the team behind the drivers, which is also incredibly important, has been really helpful in our marketing strategy.(16:01):But what it inspired was how do we talk to the different audience? Like I said before, you can't talk to that audience the same way that you talk to the 75-year-old fan that's been going to Silverstone since its inception. So a lot of it has been about how we change our thoughts around short form content and how we use different platforms. To talk to a different audience in different markets has just meant that we've had to learn how to engage and pivot from just broadcast on a Sunday to every minute of every day coming up with new ideas to talk to the fan base.Damian Fowler (16:34):That's pressure for sure. You also mentioned the different channels, and we do talk about a lot about how live sports is now available across many, many different channels and tech platforms are bidding next to traditional broadcasters. I wonder in the mix of things, and especially when it comes to the show and when you broadcast it, how important has that kind of explosion as it were of channels been?Emily Prazer (17:00):I mean we have been ahead on the curve on that somewhat for we are different. Formula One owns its own broadcast capability. We have an office or a building in the UK in Big and Hill and Kent for those that have been in London, been to Kent around London and it's incredible. We own and operate again the whole thing. So every camera, every fiber optic cable, everything you see at a Grand Prix is being produced by Formula One. We have remote operations at the track that go back to Big and Hill and we have 180 broadcasters globally. So we've always been slightly different to other mainstream sports in that regard because we produce our own show, which is helpful for us around sponsorship and what have you. But generally speaking, I think obviously the world is changing and we've got to make sure we keep up with it.Ilyse Liffreing (17:47):Looking forward, which marketing innovations, there's obviously a lot right now, but ai, contextual, programmatic, what excites you the most? Is there any digital marketing innovations?Emily Prazer (18:02):Yeah, I think AI is something that we are excited but cautious. Again, with the sport that's so technologically advanced, you've got to be thoughtful about how we use it. We also don't want to lock ourselves in one direction or the other. So we're doing a lot of work without Formula One has the most unbelievable roster of tech partners. If you think about Salesforce, AWS, Lenovo globin to name a few, they're going to tell us how to use AI to benefit our sport, not just commercially, but on the tech side. So we are very excited about it, not just from a marketing point of view, but from a just general point of view. How does AI benefit the sport? We're taking a massive amount of time to think about just general activations. I know that sounds kind of immature if you think about Formula One, but how do we bring different activity to the track outside of just races? I'm not sure if either of you saw what we did in Miami with Lego, where Lego built 10 full size cars for the drivers to race Lego cars around the track.Damian Fowler (19:05):I show my son that. That'sEmily Prazer (19:06):So cool. If you think about the content that that created around marketing, that was probably the most viral thing we've done in a very, very long time. So our marketing strategy at the moment is about solidifying the brand equity, making sure that we deliver against our partnership objectives and that we continue to grow our social platforms. I'm not going to say that we're not technically as advanced, but the data capabilities is all quite new to Formula One. Loyalty programs are all quite new to us, so for us, I keep coming back to it, but it's really about figuring out how to engage with the audience and have something to sell them. Again, we're a rights holder that doesn't have tons of assets to sell ourselves. We license a lot out, and so really it's about coming up with these creative ideas to be kind of 10 steps ahead of anyone else.(19:53):And I think we are in a very unique space. We're very lean, which means we can be very nimble. So when we're making a lot of these decisions, it's me going to Stefano who's the CEO of Formula one saying, how do you feel about us trying something like this? And that's again, where we link the Vegas piece together with the broader marketing strategy to continue to keep everyone engaged rather than it just being like a technical marketing play. Obviously we do that day in, day out, but I think for us it's the confidence we've got now to really push the boundaries and be the first to do a lot of different things, whether it be what we're doing in the broadcast around all of the different types of digital advertising and what have you. I think again, if you watch the races, you'll start to see that we are trying and testing new technologies in thatIlyse Liffreing (20:37):Way. And on that note, we talked a little bit before about the timing of the race in Vegas. InEmily Prazer (20:46):Vegas. Yeah.Ilyse Liffreing (20:47):Because it's a new time for you guys thatEmily Prazer (20:49):10:00 PM Yeah, we moved it forward from 10:00 PM to 8:00 PM which is great. I think a lot of people were struggling with how that's local time, right? Local time, yeah. When we first went to Vegas, the idea was that the timing would be in line with the boxing match or the show. So it wasn't done for any other reason than 10 o'clock on a Saturday night in Vegas is when typically you start seeing things happen. The difference being is that the distance or time you need to keep between certain amounts of sessions meant that it created gaps. So if there were delays that 10:00 PM could technically be pushed. And so we had our issues in the first year. We learned from those last year operationally delivered really well, but we still felt that it was slightly too late, hence the 8:00 PM start. So everything has shifted forward. We have F1 Academy this year, which we're really excited about, so that will, I think doors now open at 2:30 PM rather than four. So it means everything will be a lot earlier, but it's all for the show.Damian Fowler (21:48):And presumably you have a kind of global viewership as well, so that all impactsEmily Prazer (21:53):The trends. Yeah, I think it obviously will be beneficial to the east coast market, not so beneficial to the rest of the world, but we still feel good about the viewership numbers and what we're seeing. SoDamian Fowler (22:03):The true fans willEmily Prazer (22:05):Watch you, right? If not next. Exactly. Hands always come through. Exactly.Damian Fowler (22:08):Alright, so we've got some kind of quick fire questions here to wrap this up. So first off, what keeps you up at night in the lead up to this?Emily Prazer (22:16):Everything in the lead up? The lead up. I'm not sleeping at all my first year as A CEO, I think last year it would've been ticket sales. This year it's probably just security and all round operations. So as my role has expanded on the Vegas race particularly, it's just we are opening and closing the track every three hours. It's not like other street races keep their roads closed for up to seven days. We are having to keep it open and close it regularly. You're in one of the busiest roads in North America, so we don't really have much of a choice and we don't want to impact the locals any further. So I think it's just being responsible for the logistics is scary.Damian Fowler (22:58):Wow. I agree. Closing the road down is like mind blowing.Emily Prazer (23:00):Yeah, it is genuinely mind blowing. If you go to Vegas now, you can see that things are still are on their way to being built and it's like, oh wow, this is happening.Ilyse Liffreing (23:10):That is scary. I'm scary for you. What would you say is missing in the US sports sponsorship marketplace that you would love to see happen?Emily Prazer (23:19):Ooh, good question. I haven't thought about the answer to that. That's a hard one. I'm going to have to sit on that one for a minute. Don't worry. Yeah, I mean I can't speak for, I can only really speak for my sport, but I'd love to have the same access to the teams that N-F-L-N-B-A have as the rights holder. We definitely don't get to just sell the team IP as we see fit. We have something in Formula One called the Concord Agreement, which means that we have some restrictions there. But yeah, let me have a think about the broader space. Sorry. I like that answer One hit me.Damian Fowler (23:52):That's a good answer there. We can circle back and do it again if you want, but I like that to be honest. Okay. So which other sports or entertainment brands do you think are nailing their brand positioning right now?Emily Prazer (24:03):I think the NBA and the NFL, they just do it so unbelievably well and they have fandom here. I've never witnessed in the UK you very much see the fandom around a specific team. Here you see genuine fandom around the NFL. And what I love as a Brit in the US obviously is I still can't believe how each of the TV channels cross-promote each other for other games. So you'll be watching Fox and they'll be like, tune into CBS to watch this game. And you're like, oh wow. They really do do it for the greater good of the league. We would obviously it's different. We don't have multiple games in Formula One, but if I think about it in comparison to the Premier League, you really do follow the team. If I'm a Chelsea fan by the way, but I would watch Chelsea, I wouldn't then flip channels to watch Man United in the us.(24:57):I find myself on a Sunday watching three or four games and I'm like, I'm not even your core audience. It has to be something to do with the marketing that it's always there telling me what to do, telling me how to watch it. And I really admire, maybe this is actually the answer to the previous question. I actually admire how good they are at getting in my head because I think about it, I'm like, what games are on a Sunday or what playoffs are happening in the NBA and I go to watch it because it's there. Whereas like I said, premier League, as much as I'm a huge Chelsea fan and grew up with it, you just don't seem to be able to follow it like that.Damian Fowler (25:35):Yeah, that's very interesting. Would you say you were an NFL fan before you came to theEmily Prazer (25:39):Us? No, not at all. Didn't know the rules and now I'm like hardcoreDamian Fowler (25:42):Because of the marketing, I guess.Emily Prazer (25:43):Wow. Must be. They just got in my head.Damian Fowler (25:46):Amazing. Yeah. And that's it for this edition of The Big Impression.Ilyse Liffreing (25:54):This show is produced by Molten Hart. Our theme is by love and caliber, and our associate producer is Sydney Cairns.Damian Fowler (26:01):And remember,Emily Prazer (26:02):We've had to learn how to engage and pivot from just kind of broadcast on a Sunday to every minute of every day coming up with new ideas to talk to the fan base.Damian Fowler (26:13):I'm Damian. Ilyse Liffreing (26:14):And I'm Ilyse.Damian Fowler (26:14):And we'll see you next time. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
O que mudou depois que a internet invadiu nossa intimidade? Esse episódio do podcast ‘Isso é Fantástico' está com gostinho de Prazer, Renata. Renata Ceribelli conversa com a psiquiatra e sexóloga Carmita Abdo.
Quando o céu desmorona, as amizades femininas se revelam como sinônimo de acolhimento e espelhamento. São as amigas que nos lembram de que cuidar da gente é um ato de amor. Neste episódio, especial Outubro Rosa, a socióloga e psicanalista Ingrid Gerolimich conversa com Marcela Ceribelli fala sobre as construções amorosas para mulheres, e como as amizades femininas podem ser salvação. Principalmente para aquelas que, em tratamentos de saúde, são abandonadas por seus parceiros. Nessas horas, a rede de apoio entre mulheres se fortalece.O episódio é a convite de Molico, uma escolha leve, prática e consciente, e que entende que nutrição vai além do aspecto prático; é também ter um estado de presença e autenticidade que apenas uma amizade cultivada com cumplicidade pode nos suscitar.Referências citadas neste episódio:Livro "Um teto todo seu", Virginia WoolfLivro "Quando Deus era mulher", Merlin StonePesquisa "Esgotadas" - Think Olga: https://lab.thinkolga.com/esgotadas/Ingressos para Obvious no Divã, em Porto Alegre: https://uhuu.com/evento/rs/porto-alegre/obvious-no-diva-15328Clube do Livro Atlas do Feminino, com Marcela Ceribelli e TAG Livros: https://clube.taglivros.com/collab-marcelaceribelli/Nos acompanhe também:Instagram da Obvious: https://www.instagram.com/obvious.cc/TikTok da Obvious: https://www.tiktok.com/@obvious.ccChapadinhas de Endorfina: https://www.instagram.com/chapadinhasdeendorfina/Spotify: https://open.spotify.com/show/1592iJQt0IlC5u5lKXrbyS?si=0fbc7820427446b2Marcela Ceribelli no Instagram: https://instagram.com/marcelaceribelli/Ingrid Gerolimich no instagram: https://www.instagram.com/ingridgerolimich/Podcast Chapadinhas de Endorfina.doc, episódio #7: https://open.spotify.com/episode/2R2DqVhCl8QyzskFHrwJgU?si=uVRQkU9UTgaRkIPZk6kXzwPodcast Academia do Prazer, episódio #04 https://open.spotify.com/episode/1HtY2lIpq9zeTi4pRTaLy2?si=LO_ZyVeRTBuV-NPVkVnQ7QLivro “Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionou”, Marcela Ceribelli: https://a.co/d/9GvhMJmLivro "Aurora: O despertar da mulher exausta", Marcela Ceribelli https://a.co/d/2qUiCOwLivro "Para revolucionar o amor: A crise do amor romântico e o poder da amizade entre mulheres", Ingrid Gerolimich: https://a.co/d/80JlL4gMarcela veste:Camisa e shorts: @lesclochesCalça: @nvnativozza
Nicole Briscoe is joined by Emily Prazer, Chief Commercial Officer and President of the Las Vegas Grand Prix. Together, they explore the development, construction, and execution of the Las Vegas Grand Prix — from its debut season to the upcoming 2025 race. What lessons have been learned? How has the event evolved year over year? And what can F1 fans expect as we head into the third year of one of the biggest spectacles on the Formula One calendar? Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Cuidar de si vai muito além de protocolos e tendências — é sobre os gestos silenciosos que sustentam a vida. Neste episódio, Marcela Ceribelli conversa com a doutora Flavia Verocai, cardiologista e médica do estilo de vida, sobre como a ciência, o coração e os pequenos hábitos diários se conectam. A médica fala sobre healthspan -- um conceito novo que considera o tempo em que a vida tem qualidade —, conectado à longevidade.Porque longevidade não é apenas viver mais, é viver com presença, consciência e intenção.Referência citada neste episódio:Livro "A revolução da glicose: equilibre os níveis de açúcar no sangue e mude sua vida", Jessie InchauspéIngressos para Obvious no Divã, em Porto Alegre: https://uhuu.com/evento/rs/porto-alegre/obvious-no-diva-15328Nos acompanhe também:Instagram da Obvious: https://www.instagram.com/obvious.cc/TikTok da Obvious: https://www.tiktok.com/@obvious.ccChapadinhas de Endorfina: https://www.instagram.com/chapadinhasdeendorfina/Spotify: https://open.spotify.com/show/1592iJQt0IlC5u5lKXrbyS?si=0fbc7820427446b2Marcela Ceribelli no Instagram: https://instagram.com/marcelaceribelli/Flavia Verocai: https://www.instagram.com/draflaviaverocai/Podcast Chapadinhas de Endorfina.doc, episódio #7: https://open.spotify.com/episode/2R2DqVhCl8QyzskFHrwJgU?si=uVRQkU9UTgaRkIPZk6kXzwPodcast Academia do Prazer, episódio #04 https://open.spotify.com/episode/1HtY2lIpq9zeTi4pRTaLy2?si=LO_ZyVeRTBuV-NPVkVnQ7QLivro “Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionou”, Marcela Ceribelli: https://a.co/d/9GvhMJmLivro "Aurora: O despertar da mulher exausta", Marcela Ceribelli https://a.co/d/2qUiCOw
Neste episódio, Ana Claudia Quintana Arantes, médica geriatra e especialista em cuidados paliativos e luto, nos convida a refletir sobre o valor de estar aqui, agora. Ao lado de Marcela Ceribelli, a especialista fala sobre como perceber a própria vida, reservar momentos de presença e alegria, e aprender a atravessar a ausência de quem amamos com um luto que acolhe e transforma.Um episódio sensível, que nos lembra que cuidar de nós mesmos, desacelerar e valorizar cada instante é um gesto de coragem e amor.Ingressos para Obvious no Divã, em Porto Alegre: https://uhuu.com/evento/rs/porto-alegre/obvious-no-diva-15328Nos acompanhe também:Instagram da Obvious: https://www.instagram.com/obvious.cc/TikTok da Obvious: https://www.tiktok.com/@obvious.ccChapadinhas de Endorfina: https://www.instagram.com/chapadinhasdeendorfina/Spotify: https://open.spotify.com/show/1592iJQt0IlC5u5lKXrbyS?si=0fbc7820427446b2Marcela Ceribelli no Instagram: https://instagram.com/marcelaceribelli/Ana Claudia Quintana Arantes no Instagram: https://www.instagram.com/anaclauquintanaarantes/Podcast Chapadinhas de Endorfina.doc, episódio #6: https://open.spotify.com/episode/02V5KC4CdLE24fepAbakgO?si=GAsafCHNRF6U0l4gubF-tgPodcast Academia do Prazer, episódio #04 https://open.spotify.com/episode/1HtY2lIpq9zeTi4pRTaLy2?si=LO_ZyVeRTBuV-NPVkVnQ7QLivro “Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionou”, Marcela Ceribelli: https://a.co/d/9GvhMJmLivro "Aurora: O despertar da mulher exausta", Marcela Ceribelli https://a.co/d/2qUiCOw
Academia do Prazer - Episódio #04 - O cotidiano eróticoO prazer não acontece só na cama. Ele acontece no cotidiano — e é justamente aí que tantas vezes ele se perde. Entre notificações que não param, o barulho da cidade, a mente que não desliga e a rotina que engole o corpo, o erótico se vê sequestrado todos os dias. Mas o prazer também se infiltra nesses mesmos espaços. Ficou curiosa? Então vem ouvir o último episódio da primeira temporada da minissérie em áudio Academia do Prazer, criada pela Obvious e a fragrância Her Code Clímax de O Boticário e apresentada por Marcela Ceribelli.Nos conta o que achou do episódio nos comentários?===============================================Referências e sugestões:Mari Williamshttps://www.instagram.com/mariwilliams/Nos acompanhe também:Instagram da Obvious: https://www.instagram.com/obvious.cc/TikTok da Obvious: https://www.tiktok.com/@obvious.ccChapadinhas de Endorfina: https://www.instagram.com/chapadinhasdeendorfina/Marcela Ceribelli no Instagram: https://instagram.com/marcelaceribelli/Novo Her Code Clímax | Nada pode parar o seu prazer | O Boticário https://www.boticario.com.br/her-code/
Academia do Prazer - Episódio #03 - Prazer como poderO prazer feminino nunca foi só íntimo: sempre foi também um campo de poder. Negar o orgasmo das mulheres foi negar sua dignidade. Apenas uma minoria chega ao clímax com penetração, mas ainda assim mulheres foram chamadas de “difíceis” ou “defeituosas”. Este episódio fala do prazer como afirmação de humanidade, mostrando como tabus e mitos se tornaram formas de controle.E este é o terceiro episódio da minissérie em áudio Academia do Prazer, criada pela Obvious e a fragrância Her Code Clímaxde O Boticário apresentada por Marcela Ceribelli.Nos conta o que achou do episódio nos comentários?===============================================Referências e sugestões:Mari Williamshttps://www.instagram.com/mariwilliams/Joana Waldorfhttps://www.instagram.com/joana.waldorf/?hl=enLivro Uses of the Erotic: The Erotic As Power de Audre Lordehttps://www.amazon.com.br/Uses-Erotic-As-Power/dp/1888553103Nos acompanhe também:Instagram da Obvious: https://www.instagram.com/obvious.cc/TikTok da Obvious: https://www.tiktok.com/@obvious.ccChapadinhas de Endorfina: https://www.instagram.com/chapadinhasdeendorfina/Marcela Ceribelli no Instagram: https://instagram.com/marcelaceribelli/Novo Her Code Clímax | Nada pode parar o seu prazer | O Boticáriohttps://www.boticario.com.br/her-code-climax-eau-de-parfum-50ml/?utm_source=newsletter&utm_medium=pago&utm_campaign=her_code&utm_content=obvious&utm_term=influs
Academia do Prazer - Episódio #02 - Fingindo, eu?Quando a educação sexual não nos ensinou sobre prazer fomos treinadas a transformar o corpo em palco em vez de sujeito e o resultado foi uma pressão sufocante por performance. Você também já fingiu orgasmo?Este é o segundo episódio da minissérie em áudio Academia do Prazer, criada pela Obvious e a fragrância Her Code Clímaxde O Boticário apresentada por Marcela Ceribelli.Nos conta o que achou do episódio nos comentários?===============================================Referências e sugestões:Livros da autora Esther Perel:https://www.amazon.com.br/s?k=esther+perel+livrosLivro da autora Emily Nagoski:https://www.amazon.com.br/Come-You-Are-Surprising-Transform/dp/1982165316/Pesquisa Think Eva sobre prazer feminino:https://thinkeva.com.br/vamos-falar-a-real-sobre-o-prazer-feminino/https://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0261034https://academic.oup.com/jsm/article-abstract/11/11/2645/6958368?redirectedFrom=fulltext&login=falseNos acompanhe também:Marcela Ceribelli no Instagram: https://instagram.com/marcelaceribelli/Instagram da Obvious: https://www.instagram.com/obvious.cc/TikTok da Obvious: https://www.tiktok.com/@obvious.ccChapadinhas de Endorfina: https://www.instagram.com/chapadinhasdeendorfina/Novo Her Code Clímax: https://www.boticario.com.br/her-code-climax-eau-de-parfum-50ml/?utm_source=newsletter&utm_medium=pago&utm_campaign=her_code&utm_content=obvious&utm_term=influs
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