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In this episode, Dr. Daniel Buss highlights why climate policy cannot be effective without including public health. He shares lessons from recent milestones, including the UAE Declaration on Climate and Health and the upcoming Belém Health Action Plan, coordinated with the Brazilian COP30 Presidency and WHO/PAHO, which aims to strengthen early warning systems, climate surveillance, and cross-sectoral health responses.Dr. Buss emphasizes that the people most affected by climate change, migrants, children, outdoor workers, and Indigenous communities, are often those least responsible for the crisis. He calls for legislation rooted in data, local realities, and community participation to protect these populations and improve resilience.This bilingual episode, featuring contributions in English and Spanish, was recorded during the virtual meeting “Navigating COP Negotiations: A Guide for Parliamentarians on Participation and the Oversight of Multilateral Environmental Agreement Commitments”, held virtually on July 24, 2025, as part of ParlAmericas' pre-COP30 meetings.For more details about this meeting and the resources mentioned, please visit our webpage dedicated to the activity.--En este episodio, el Dr. Daniel Buss explica por qué ninguna política climática puede ser efectiva sin incorporar la salud pública. Comparte aprendizajes de hitos recientes como la Declaración de los EAU sobre Clima y Salud y el próximo Plan de Acción de Salud de Belém, coordinado con la presidencia brasileña de la COP30 y la OMS/OPS, que busca fortalecer los sistemas de alerta temprana, la vigilancia climática y las respuestas sanitarias intersectoriales.El Dr. Buss subraya que las personas más afectadas por el cambio climático, como migrantes, infancias, trabajadores al aire libre y comunidades indígenas, son a menudo quienes menos han contribuido a la crisis. Llama a legislar con base en datos, realidades locales y participación comunitaria, para proteger a estas poblaciones y fortalecer su resiliencia.Este episodio bilingüe, con intervenciones en inglés y español, fue grabado durante la reunión virtual “Navegando las negociaciones de la COP: una guía parlamentaria sobre la participación y el control político de los compromisos de los acuerdos ambientales multilaterales”, celebrada virtualmente el 24 de julio de 2025, como parte de las reuniones preparatorias de ParlAmericas rumbo a la COP30.Para más detalles sobre esta reunión y los recursos mencionados, visite nuestra página web dedicada a la actividad.
Olá, torcida de Seattle! Mais um episódio do podcast Seahawks Brasil, trazendo tudo sobre a franquia de Seattle pra você! Lucas Castro e Helton comentam. Revisão da semana 17 - Fechando 2025 com vitória Desempenho ofensivo: Ataque sofre, mas consegue uma reta final espetacular Desempenho defensivo: Defesa ganha mais um jogo Divisão Oeste da NFC: Seahawks no controle, 49ers Semana 18 vs San Francisco 49ers - Última semana da temporada e o vencedor leva tudo Assine o DAZN Acompanhe muito mais sobre o Seattle Seahawks no X/Twitter @PodSeahawksBR Edição: Lucas CastroSee omnystudio.com/listener for privacy information.
¡Abrígate bien! Se espera frío intenso este martes en CDMX Lluvias y bajas temperaturas continuarán para cerrar 2025 Israel corta servicios a instalaciones de la ONU en PalestinaMás información en nuestro Podcast
Todas as manhãs, acompanhe o Momento Mercado e comece o dia por dentro do cenário econômico. É um conteúdo rico, com linguagem leve, que traz o fechamento de mercado do dia anterior e os principais destaques do dia atual. Siga nosso canal e acompanhe nossos conteúdos diários! #MercadoFinanceiro #InvestirMelhor #PodcastSpotify #NovoPodcast #Dinheiro #Economia #MomentoInvestidor #Bradesco #MomentoMercado #MorningCall #Investimentos #RendaVariável #Ações #Ibovespa #Câmbio #DólarSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Nesta terça-feira, o Agrolink News traz uma grande retrospectiva do agronegócio brasileiro em 2025. A edição especial revisita, mês a mês, eventos decisivos: desafios climáticos, tensões geopolíticas, recordes de exportação e reconhecimento científico. O programa conclui com uma análise sobre a resiliência e a estratégia do setor, destacando como adaptação, inovação e parcerias consolidaram a posição de liderança do Brasil no mercado global de alimentos.
Australia atravesó en los últimos doce meses uno de los periodos más desafiantes de su historia reciente. Entre desastres climáticos sin precedentes, crímenes que conmocionaron al país, protestas masivas, tensiones sociales e hitos históricos en derechos indígenas, la cohesión nacional fue puesta a prueba. Aun así, comunidades locales, actos de valentía ciudadana y avances en justicia y conservación ofrecen señales de resiliencia y esperanza.
No último episódio de 2025, o BBcast Agro apresenta um balanço das principais commodities. Confira as perspectivas para soja, milho, café e boi gordo, além da importância da gestão de risco para 2026.Destaques do episódio:
O ano de 2025 ficou marcado por um agravamento das tensões globais e por tentativas ainda inconclusivas de estabilização da ordem internacional. Neste balanço internacional, ouvimos o especialista em política internacional, Germano Almeida, para analisar os principais acontecimentos que moldaram a agenda mundial. As guerras na Ucrânia e em Gaza continuaram a dominar o debate internacional, acompanhadas por acusações de genocídio contra dirigentes israelitas e de crimes contra a humanidade imputados ao Hamas. Um ano atravessado por sucessivas tentativas de cessar-fogo que expuseram as fragilidades da arquitectura de segurança europeia e a dificuldade da comunidade internacional em impor soluções duradouras. 2025 ficou também assinalado pela eleição de um novo Papa. Leão XIV, o primeiro pontífice norte-americano, tem sido descrito pela imprensa como uma figura discreta, mas com sinais de continuidade em relação a temas centrais do pontificado anterior. No plano geopolítico, a escalada de tensão no Indo-Pacífico - envolvendo a China, Taiwan e o Japão - reforçou os receios de um alargamento dos focos de instabilidade global. A cimeira do clima no Brasil voltou a colocar no centro do debate a urgência da resposta às alterações climáticas, num contexto internacional cada vez mais polarizado. O ano começou ainda com o regresso de Donald Trump à Casa Branca. Uma presidência descrita como mais organizada e simultaneamente mais disruptiva, marcada por uma postura de crescente hostilidade em relação à Europa e por uma redefinição das alianças tradicionais dos Estados Unidos. O ano de 2025 fica marcado pelo regresso de Donald Trump à Casa Branca. Que impacto teve a reeleição de Trump nos Estados Unidos e no resto do mundo? Um impacto enorme, ainda maior do que se imaginava, tendo em conta o que representa o Presidente dos Estados Unidos. Os Estados Unidos continuam a contar muito, talvez menos do que nos últimos anos, mas passaram a contar de outra maneira. Ou seja, esta segunda presidência de Trump é diferente da primeira. Tem alguns traços idênticos aos do seu estilo pessoal, mas distingue-se da anterior porque chega com uma agenda mais organizada e mais disruptiva. Donald Trump surgiu com ideias de interferir na soberania do Canadá e do México, através de tarifas que pareciam enormes, mas que depois afinal já não eram -e que, mais tarde, voltaram a sê-lo. Tudo isto transformou-se numa negociação permanente entre o caótico e o imprevisível, com impacto na tentativa de alterar a economia mundial e o papel dos Estados Unidos nessa economia. E, sobretudo, pelo que Trump foi demonstrando em termos de hostilidade em relação à Europa, de uma relativa e perigosa proximidade com a Rússia, e de oposição ao actual quadro internacional baseado numa ordem assente em regras e no multilateralismo. Fica a expectativa de que as grandes potências passem a resolver os assuntos com base em interesses de negócio, e não na segurança e na estabilidade internacionais. Quais é que são as consequências desta política para a economia e também no plano diplomático? São gigantescas, porque o quadro, embora em crise, da sociedade internacional que conhecemos nas últimas décadas mudou completamente. Era baseado no poder norte-americano, que, embora com muitos defeitos, dava garantias relativamente a alguns valores: a relação transatlântica, a estabilidade multilateral, a importância da NATO e da União Europeia. Tudo isto está em causa, porque Trump encara como negativo o poder dessas instituições. E depois porque, internamente, também ataca os direitos humanos de cidadãos americanos, com uma governação errática e absolutamente incompetente. O primeiro ano de Trump tem péssimos resultados do ponto de vista dos seus objectivos: prometeu baixar a inflacção e a inflacção está a aumentar; tem um nível de aprovação muito baixo, mesmo dentro daquilo que eram os seus apoios há um ano. Portanto, está a ser uma presidência caótica. A primeira também o foi, mas com a diferença de ter um foco e um interesse na agenda internacional que não correspondia ao habitual posicionamento americano. E quando uma ordem perde o seu principal pilar e ainda não tem uma alternativa consolidada, entra-se numa era e num período de um certo caos. É o momento em que estamos. Nesta agenda internacional, têm sido apresentados vários planos para tentar solucionar os conflitos no mundo. Em 2025, a população da Faixa de Gaza viveu, até ao cessar-fogo em vigor no enclave desde Outubro, um cenário de fome extrema, com as autoridades israelitas a serem acusadas de genocídio e o Hamas de crimes contra a humanidade. Perante este contexto, a solução de dois Estados ainda é possível? No papel, sim. Mas quando um dos lados - o lado israelita - tem um Governo que diz que isso não vai acontecer, essa solução torna-se muito difícil. E quando o outro lado tem como objectivo principal apagar do mapa o outro, como é o caso do Hamas em relação a Israel, também se torna difícil. O Hamas aceitou aparentemente um acordo por estar numa posição de grande fragilidade. Mas a verdade é que o próprio acordo para Gaza parou momentaneamente a guerra, mas de forma muito frágil, com ataques constantes, longe de uma verdadeira paz ou de um verdadeiro cessar-fogo. Há também um outro ponto que contribui para um momento de grande instabilidade naquela região. O impasse nas negociações na guerra na Ucrânia e os desentendimentos entre os Estados Unidos e a Europa na concepção de um plano de paz marcaram 2025. Que opções restam à Ucrânia? A Ucrânia está numa situação absolutamente dramática, porque aquilo que ajudou a aguentar quatro anos de invasão russa está a ser posto em causa. Os Estados Unidos são o principal financiador e contribuinte da NATO, que foi fundamental para a resistência ucraniana. E os Estados Unidos passaram de principal aliado a uma das ameaças à Ucrânia, porque, no plano negocial, quem manda na política americana escolheu um lado: a Rússia. Donald Trump diz que quer a paz, mas quer uma paz a qualquer custo, que até agora beneficiaria quase exclusivamente a Rússia. À Ucrânia resta continuar a resistir, passando a depender apenas da ajuda europeia e canadiana, sem a ajuda americana, que é fundamental. Oficialmente mantém-se alguma ajuda, mas de forma muito "interesseira", vendendo armas em vez de as fornecer. Resta saber até quando os Estados Unidos manterão a partilha de inteligência, que é crucial. A Ucrânia vai ter de resistir. Com a Europa poderá conseguir, mas isso custa dinheiro e tempo. Não sei se a Europa terá capacidade suficiente no momento actual, sendo obrigada a tomar decisões difíceis mais rapidamente do que imaginava. Isso gera outra consequência da posição americana: sectores europeus que ideologicamente concordam com Washington e outros que ainda não perceberam totalmente a dimensão do problema. Este conflito às portas da Europa levou o velho continente a apostar no sector da defesa. As ameaças da Rússia colocam em risco a paz europeia? A situação é diferente. A Europa não está a sofrer uma guerra como a Ucrânia, com ataques diários às cidades, mas está a sofrer um outro tipo de ameaça que não enfrentava nas últimas décadas: uma ameaça híbrida. Está a passa por situações como as que referiu e poderá evoluir para outros patamares de agressão. Se não conseguir travar a Rússia, a Europa passa a enfrentar um desafio e uma ameaça inédita. Terá de mostrar força e dissuasão suficiente para travar Moscovo, e terá de o fazer sem os Estados Unidos, pelo menos enquanto esta administração durar. São dois elementos novos para a Europa. Mas a liderança europeia será capaz de responder a esse desafio? Está a fazê-lo mais rapidamente do que muitos imaginam. O cliché de que a Europa não fez nada é falso. A Europa foi o principal pilar de reacção à agressão russa, embora não estivesse preparada, porque durante décadas viveu sob o guarda-chuva americano, que acabou. Estamos numa fase de transição. Há líderes europeus a fazer o possível, mas é preciso muito mais. Como somos democracias, não sabemos quem continuará no poder: quem sucede a Emmanuel Macron, quanto tempo terão os actuais líderes para modernizar as Forças Armadas. É uma fase de grande indefinição e risco. A Rússia é o principal inimigo da Europa? Vladimir Putin é a principal ameaça. Há um inimigo declarado e isso ainda nos causa perplexidade. Basta ler a estratégia de segurança americana: quem manda em Washington não gosta da Europa e quer destruir o projecto europeu. Não é uma guerra directa, mas é uma guerra ideológica. A Rússia é um potencial inimigo, embora, no papel, a Europa tenha muito mais força. Mas força que não é accionada é apenas potencial. A Rússia é um agressor com capacidade real e comprovada. Quais são os principais riscos da escalada de tensão entre China, Taiwan e Japão? Creio que os Estados Unidos continuarão a apoiar Taiwan e o Japão, mas com reacções mais imprevisíveis. A China vai explorar isso, e já o está a fazer. A Primeira-Ministra japonesa pode mudar a política do país? Já o está a fazer. [Sanae Takaichi] percebeu que a China é uma ameaça real e que a aproximação a Donald Trump não trouxe garantias suficientes. O Japão está a tirar conclusões sobre aquilo que os Estados Unidos podem não fazer. Uma das consequências poderá ser a militarização, até a nuclearização, do Japão. O ano de 2025 ficou marcado pela eleição do Papa Leão XIV. Que balanço faz dos primeiros meses do sumo pontífice? É difícil igualar o carisma do Papa Francisco, mas, de forma discreta, Leão XIV tem mostrado continuidade em vários temas. A viagem à Turquia e ao Líbano concretizou desejos antigos de Francisco. Na questão da Ucrânia, parece-me mais claro na definição das responsabilidades e do que é preciso fazer para travar a Rússia. Tenho, para já, muito boas impressões, sobretudo quanto ao papel do Vaticano como mediador discreto. A COP 30 terminou com um acordo modesto. O mundo continua a ignorar as alterações climáticas? Não é o mundo, são os principais poluidores. Muitos países estão preocupados, mas quando Estados Unidos, Índia e China não lideram, nada avança. Esta nova ordem é ditada por interesses de grandes potências, e isso tem consequências graves no combate ao risco climático. Que mensagem enviou o Brasil com a condenação do antigo Presidente Jair Bolsonaro? O Brasil tem problemas, mas o seu sistema judicial respondeu mais rapidamente do que em países supostamente mais desenvolvidos. É um bom sinal, apesar das contradições da democracia brasileira. No caso de Bolsonaro, é uma boa notícia para a democracia. O grupo das 20 potências económicas reuniu-se na África do Sul, mas sem a presença dos Estados Unidos. Ainda assim, os países presentes assinaram uma declaração. Isto revela que o continente africano passa a ter outro peso na economia mundial? A África tem um potencial enorme e é a zona do mundo que, proporcionalmente, mais vai crescer nas próximas décadas. Basta olhar para a relação entre a China e África ou para países como a Nigéria, tendo em conta o crescimento demográfico e as riquezas naturais. No entanto, para ter um peso efectivo, África teria de contar muito mais com instituições fortes. Existe ainda uma certa imaturidade institucional, apesar de algumas excepções positivas, e uma dependência excessiva de grandes potências globais -como a China, a Rússia ou, nalguns casos, a França- que nem sempre tem sido benéfica para o desenvolvimento do continente como um todo. As taxas americanas podem afectar África? Claro que sim. São mais um travão ao desenvolvimento. Em Portugal, 2025 fica marcado pelas eleições legislativas que colocaram um partido de extrema-direita como a segunda força de oposição no país, 51 anos depois do 25 de Abril. A democracia do país está ameaçada? Não, claro que não. A subida rápida do Chega tem a ver com um voto de protesto. Sobretudo, tem a ver com a culpa dos dois principais partidos por terem provocado três eleições legislativas em três anos. Um absurdo completo, uma loucura, uma irresponsabilidade. Mas eu acho que Portugal tem noção das contradições. Tem indicadores económicos muito bons, como não tinha há muitos anos. Tem problemas grandes, como o acesso à habitação e alguns problemas pontuais ao nível da saúde. E depois tem uma subida artificial da percepção de risco relativamente a questões como a criminalidade e a imigração. Bom, eu vivo em Portugal e não vejo nada disso. Vejo um país muito seguro, vejo um país com um potencial bastante grande e com um dado novo, que é ter muito mais imigrantes. Eu não concordo com a ideia de que isso gere mais insegurança. Não vejo isso, sinceramente. Mas há, sim, um novo ecossistema, também mediático, que levou à subida de um partido que explora alguns medos. Há algum grau de irresponsabilidade em explorar essa questão de uma forma primária e, nalguns casos, injusta. Mas sabemos que em política não há justiça nem injustiça: não é abster-se, é a capacidade de explorar. Ainda assim, o Governo aprovou um novo diploma relativamente aos imigrantes que vêm, que de certa forma os penaliza... Este é um desafio para os partidos que dominaram a democracia portuguesa nos últimos 50 anos. Houve algumas capacidades perdidas, mas também grandes conquistas. Este país é muito melhor do que era há 51 anos. Falta saber se teremos partidos e líderes mais moderados que tenham a capacidade de explicar isso às pessoas e de encontrar respostas. Porque, volto a dizer, há um problema grave de habituação dos mais jovens, há outros problemas pontuais, como a questão da saúde, mas que também não está no caos de que muitas vezes se fala. Estamos numa situação global muitíssimo melhor do que a apreciação que as pessoas fazem dela, e agora é preciso tentar resolver esta discrepância. A subida de partidos chamados populistas é uma tendência global, ou pelo menos europeia e americana. Como tudo, terá fases. Os partidos que estão a subir hão-de parar de subir. Falta saber se só vão parar quando chegarem ao governo ou se é possível evitar que cheguem ao poder. Eu acho que em Portugal isso ainda não é uma inevitabilidade assim tão grande. Pode acontecer, mas não é inevitável. E, se acontecer, será uma fase que depois acabará por recuar. Quais são os grandes desafios para 2026? O risco de erosão das democracias e a polarização das sociedades. Paradoxalmente, o momento económico global é melhor do que as pessoas pensam.
Suben 35% las emergencias en fiestas decembrinas: IMSSCFE reporta operación estable en Navidad pese a fallas por climaTormenta deja sin luz a miles en Suecia, Noruega y FinlandiaMás información en nuestro Podcast
Miguel del Pino nos habla del cambio climático y el final de un mito. ¡No te lo pierdas!
Suspenden Contingencia Ambiental en el Valle de Toluca Cambio climático intensifica conflictos por el agua El último viernes del año, día de balance y cierre Más información en nuestro podcast
O tema das mudanças climáticas esteve muito presente em 2025, principalmente por causa da realização da COP30 no Brasil. O País registrou redução do desmatamento na Amazônia e no Cerrado. Por outro lado, houve um afrouxamento nas regras do licenciamento ambiental pelo Congresso e a palavra final sobre o tema deverá caber ao Supremo Tribunal Federal. As avaliações foram feitas por Marcio Astrini, secretário-executivo do Observatório do Clima e colunista da Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O consumo elétrico ultrapassou esta sexta-feira o máximo anual de 2010, atingindo um novo recorde. O aumento reflete temperaturas mais baixas, mas também uma procura estruturalmente mais elevada associada à eletrificação da economiaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
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1780 - Supernovas y su relación con el clima de la Tierra Siguiendo las recomendaciones de la NASA publicadas en el Informe sobre UAP del 13 de septiembre de 2023, en UDM no aprobamos comentarios que contribuyan a extender el estigma que tradicionalmente ha caído sobre los testigos de UAP/OVNIs. El muro de Comentarios de los episodios de UDM en iVoox NO es una red social. No espere que el creador del podcast “debata” con usted. Universo de Misterios tiene reservado el derecho de admisión y publicación de comentarios. Generalmente, los comentarios anónimos podrían no ser publicados. No envíe comentarios que contengan falacias lógicas. No de información personal. No espere que su comentario sea respondido necesariamente. Comprenda que se reciben diariamente un elevado número de comentarios que han de ser gestionados se publiquen o no. Si hace comentarios con afirmaciones dudosas, arguméntelas aportando enlaces a fuentes fiables (recuerde, el muro de Comentarios de los episodios de UDM en iVoox NO es una red social). En caso de no respaldar su comentario como se indica en la caja de descripción del episodio, su comentario podrá ser no publicado. Contacto con Universo de Misterios: universodemisteriospodcast@gmail.com En la realización de los episodios de Universo de Misterios puede recurrirse a la ayuda de Inteligencia Artificial como herramienta. Puedes hacerte Fan de Universo de Misterios y apoyarlo económicamente obteniendo acceso a todos los episodios cerrados, sin publicidad, desde 1,99 €. Aunque a algunas personas, a veces, puede proporcionar una falsa sensación de alivio, la ignorancia nunca es deseable. Pero eso, tú ya lo sabes... Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Una isla aparece en el delta del Ganges y desata 40 años de tensión entre India y Bangladesh. Ejércitos enfrentados, banderas, vigilancia… hasta que la isla simplemente desaparece. Andrés Kalawki y Paula Molina cuentan cómo un “fracaso geográfico” terminó con una disputa internacional. Historias de cosas que salen mal… y a veces alivian.
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No especial de Natal do Dinotronic listamos os jogos que passam a vibe desse feriado tão especial. Venha com a gente nesse papo! Para que esse projeto continue existindo e crescendo cada vez mais, considere virar um de nossos apoiadores em apoia.se/supersoda. Escolha um valor que caiba em seu orçamento e ganhe recompensas bem legais!
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El Servicio Meteorológico Nacional informó sobre el descenso de la temperatura en el país, entre los estados con mayores afectaciones se encuentran: Coahuila, Sonora, Nuevo León, San Luis Potosí, Tlaxcala entre otros. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
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O governo federal aprovou na segunda-feira (15) a versão final do Plano Clima. Considerado uma das principais políticas ambientais da gestão Lula, o documento busca transformar em ação concreta a meta climática assumida pelo Brasil e dá as diretrizes para cada setor da economia reduzir suas emissões de gases de efeito estufa. O texto deve entrar em vigor com a publicação no Diário Oficial da União, prevista para os próximos dias. O Durma com Essa desta quarta-feira (17) explica o que há de novo no Plano Clima e como o documento quase não saiu depois de uma queda de braço entre o governo e o agronegócio — que, no fim, conseguiu mudar o texto. O programa tem também João Paulo Charleaux comentando os recuos dos Estados Unidos sobre o Brasil e Thaís Gargantini Cardarelli falando sobre as estratégias para aumentar o engajamento de servidores públicos. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Algumas regiões do estado tiveram replantio e falta de chuvas ao longo do ciclo e agora atenção é para proteção contra pragas e doenças
Oggi parliamo di politica, poi di clima e inondazioni e infine della nuova vita dell'ex presidente siriano Bashar Assad. ... Per iscriverti al canale Whatsapp: https://whatsapp.com/channel/0029Va7X7C4DjiOmdBGtOL3z Per iscriverti al canale Telegram: https://t.me/notizieacolazione Qui per provare MF GPT ... Gli altri podcast di Class Editori: https://milanofinanza.it/podcast Musica https://www.bensound.com Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
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A crise climática é a próxima grande crise de saúde mental. Você, psiquiatra em formação, está pronto para enfrentá-la? No episódio 339 do PQU Podcast, estudamos as evidências que mostram como a poluição do ar e o calor extremo estão associados ao aumento de morbidade psiquiátrica em todo o mundo. Mas, como isso muda a sua prática? Neste episódio, discutimos o papel do psiquiatra dentro e fora do consultório no enfrentamento dessa nova crise global. Não adie esta discussão. Procure agora pelo PQU Podcast na sua plataforma favorita!
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