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En la última Audiencia General de 2025, el Papa León XIV reflexionó, este 31 de diciembre, sobre el Año Santo que está llegando a su fin e invitó a los fieles a poner todo en manos de Dios, a agradecer por los dones recibidos y a hacer un examen de conciencia para pedir perdón.
En el Ángelus de este 28 de diciembre, último domingo del año, el Papa León XIV recordó la Fiesta de la Sagrada Familia que celebramos este día y reflexionó sobre la huida de la familia de Nazaret a Egipto, señalando que «el mundo, lamentablemente, siempre tiene sus Herodes», con sus consecuencias de soledad, desesperación, divisiones y conflictos. Al finalizar la oración mariana, invitó a orar por las familias que sufren por la guerra en el mundo.
Papa León XIV alerta sobre guerras disfrazadas de religión10 personas siguen hospitalizadas tras accidente del Tren InteroceánicoCésar Duarte se queda en prisión; juez niega amparoMás información en nuestro Podcast
Último día para activar el Buzón Tributario: SAT Más de 27 millones de personas se encuentran en rezago educativo en MéxicoSuspende AICM aterrizajes por banco de neblinaMás información en nuestro podcast
La emisión de fin de año de 2025 desde la Puerta del Sol en Madrid aborda la situación en Gaza. El Padre Carlos Ferrero describe violencia persistente pese al acuerdo de paz, el veto a ONG y precarias condiciones de vida; la comunidad católica acoge a muchos y reza por la paz. El 2025 destaca por un alto el fuego en Gaza, con Donald Trump como figura clave, quien se atribuye el fin de guerras y muestra un nuevo intervencionismo. En Ucrania, el conflicto continúa. María Corina Machado recibe el Nobel de la Paz, reflejando la ilegitimidad del régimen de Maduro en Venezuela, cuya caída se prevé para 2026. La Iglesia Católica presenta al Papa León XIV, primer papa estadounidense y bilingüe, con posible visita a España. En política española, el PSOE enfrenta casos de corrupción. Santos Cerdán, José Luis Ávalos y su asesor Koldo García están en prisión. El fiscal general, Álvaro García Ortiz, es condenado por filtrar datos, aunque la Fiscalía solicita anular la sentencia, hecho que revela ...
No episódio final do nosso Especial sobre a Sucessão Papal, revelamos tudo sobre o novo líder da Igreja Católica: o Papa Leão XIV. Primeiro norte-americano a ocupar o trono de Pedro, Robert Prevost contrariou todas as previsões ao ser escolhido no conclave de maio de 2025. Descubra a fascinante trajetória do homem que nasceu em Chicago, serviu no Peru, adquiriu dupla nacionalidade e agora lidera 1,3 bilhão de católicos. Analisamos sua formação acadêmica, sua atuação na Ordem de Santo Agostinho e os primeiros sinais de seu pontificado marcado pelo equilíbrio entre tradição e os desafios contemporâneos. Por que escolheu o nome Leão XIV? O que significa seu retorno a símbolos tradicionais? Como será seu posicionamento diante da revolução tecnológica? Todas essas perguntas são respondidas nesta análise completa e exclusiva.
Neste vídeo da Brasil Paralelo, você vai conhecer a história e o simbolismo do nome “Leão” ao longo da história da Igreja: de papas que enfrentaram invasores bárbaros e reformaram a doutrina, a mecenas da Renascença e arquitetos da doutrina social da Igreja – até chegar ao atual Papa Leão XIV (Robert Prevost), eleito em 8 de maio de 2025. _______________ quem foram os papas leão por que tantos papas escolheram o nome leão significado do nome papal leão história dos papas chamados leão papa leão x e a reforma protestante leão xiii e a rerum novarum simbolismo do nome papal na igreja católica quem é o papa leão xiv robert privito doutrina social da igreja origem
Reflexionemos junto con el Padre Flecha sobre Resumen del Ángelus de S.S. Papa León XIV y meditemos a fondo la palabra.
En el Ángelus de este 28 de diciembre, último domingo del año, el Papa León XIV recordó la Fiesta de la Sagrada Familia que celebramos este día y reflexionó sobre la huida de la familia de Nazaret a Egipto, señalando que «el mundo, lamentablemente, siempre tiene sus Herodes», con sus consecuencias de soledad, desesperación, divisiones y conflictos. Al finalizar la oración mariana, invitó a orar por las familias que sufren por la guerra en el mundo.
Si México fue una montaña rusa, el mundo no se quedó atrás. En este episodio de Cafeína x Sopitas hacemos un repaso global del 2025, un año marcado por cambios políticos, conflictos armados, decisiones polémicas y conversaciones incómodas que atravesaron fronteras.El nombre que atravesó todo el año fue Donald Trump. El presidente de Estados Unidos sacudió al planeta con aranceles, tensiones diplomáticas, conflictos armados, choques con Ucrania, Venezuela y Medio Oriente, además de una política interna marcada por redadas migratorias, deportaciones y escándalos que dieron la vuelta al mundo.Pero el 2025 no fue solo tensión. También hubo momentos culturales y deportivos que se volvieron conversación global: premios Oscar y Emmy memorables, el Nobel de Literatura, la elección del Papa León XIV, el Super Bowl, la Champions League, la Eurocopa y temporadas históricas en el deporte estadounidense y europeo.En el entretenimiento, el año estuvo dominado por taquillazos, récords de streaming y música global: películas que rompieron marcas, canciones imposibles de evitar y fenómenos virales que se escucharon en todos lados. Y sí, también pasó lo que parecía imposible: Oasis volvió después de 16 años.El 2025 también fue un año de despedidas dolorosas, con la muerte de figuras clave de la música, el cine, la ciencia y el deporte, mientras una buena parte del planeta vivió bajo el peso de guerras, crisis humanitarias y tensiones geopolíticas que siguen abiertas.No hacemos este recuento para revivirlo todo, sino para cerrar el año con memoria, entender lo que pasó y desear —como siempre— tiempos un poco más amables.☕ Cafeína x Sopitas
O ano de 2025 ficou marcado por um agravamento das tensões globais e por tentativas ainda inconclusivas de estabilização da ordem internacional. Neste balanço internacional, ouvimos o especialista em política internacional, Germano Almeida, para analisar os principais acontecimentos que moldaram a agenda mundial. As guerras na Ucrânia e em Gaza continuaram a dominar o debate internacional, acompanhadas por acusações de genocídio contra dirigentes israelitas e de crimes contra a humanidade imputados ao Hamas. Um ano atravessado por sucessivas tentativas de cessar-fogo que expuseram as fragilidades da arquitectura de segurança europeia e a dificuldade da comunidade internacional em impor soluções duradouras. 2025 ficou também assinalado pela eleição de um novo Papa. Leão XIV, o primeiro pontífice norte-americano, tem sido descrito pela imprensa como uma figura discreta, mas com sinais de continuidade em relação a temas centrais do pontificado anterior. No plano geopolítico, a escalada de tensão no Indo-Pacífico - envolvendo a China, Taiwan e o Japão - reforçou os receios de um alargamento dos focos de instabilidade global. A cimeira do clima no Brasil voltou a colocar no centro do debate a urgência da resposta às alterações climáticas, num contexto internacional cada vez mais polarizado. O ano começou ainda com o regresso de Donald Trump à Casa Branca. Uma presidência descrita como mais organizada e simultaneamente mais disruptiva, marcada por uma postura de crescente hostilidade em relação à Europa e por uma redefinição das alianças tradicionais dos Estados Unidos. O ano de 2025 fica marcado pelo regresso de Donald Trump à Casa Branca. Que impacto teve a reeleição de Trump nos Estados Unidos e no resto do mundo? Um impacto enorme, ainda maior do que se imaginava, tendo em conta o que representa o Presidente dos Estados Unidos. Os Estados Unidos continuam a contar muito, talvez menos do que nos últimos anos, mas passaram a contar de outra maneira. Ou seja, esta segunda presidência de Trump é diferente da primeira. Tem alguns traços idênticos aos do seu estilo pessoal, mas distingue-se da anterior porque chega com uma agenda mais organizada e mais disruptiva. Donald Trump surgiu com ideias de interferir na soberania do Canadá e do México, através de tarifas que pareciam enormes, mas que depois afinal já não eram -e que, mais tarde, voltaram a sê-lo. Tudo isto transformou-se numa negociação permanente entre o caótico e o imprevisível, com impacto na tentativa de alterar a economia mundial e o papel dos Estados Unidos nessa economia. E, sobretudo, pelo que Trump foi demonstrando em termos de hostilidade em relação à Europa, de uma relativa e perigosa proximidade com a Rússia, e de oposição ao actual quadro internacional baseado numa ordem assente em regras e no multilateralismo. Fica a expectativa de que as grandes potências passem a resolver os assuntos com base em interesses de negócio, e não na segurança e na estabilidade internacionais. Quais é que são as consequências desta política para a economia e também no plano diplomático? São gigantescas, porque o quadro, embora em crise, da sociedade internacional que conhecemos nas últimas décadas mudou completamente. Era baseado no poder norte-americano, que, embora com muitos defeitos, dava garantias relativamente a alguns valores: a relação transatlântica, a estabilidade multilateral, a importância da NATO e da União Europeia. Tudo isto está em causa, porque Trump encara como negativo o poder dessas instituições. E depois porque, internamente, também ataca os direitos humanos de cidadãos americanos, com uma governação errática e absolutamente incompetente. O primeiro ano de Trump tem péssimos resultados do ponto de vista dos seus objectivos: prometeu baixar a inflacção e a inflacção está a aumentar; tem um nível de aprovação muito baixo, mesmo dentro daquilo que eram os seus apoios há um ano. Portanto, está a ser uma presidência caótica. A primeira também o foi, mas com a diferença de ter um foco e um interesse na agenda internacional que não correspondia ao habitual posicionamento americano. E quando uma ordem perde o seu principal pilar e ainda não tem uma alternativa consolidada, entra-se numa era e num período de um certo caos. É o momento em que estamos. Nesta agenda internacional, têm sido apresentados vários planos para tentar solucionar os conflitos no mundo. Em 2025, a população da Faixa de Gaza viveu, até ao cessar-fogo em vigor no enclave desde Outubro, um cenário de fome extrema, com as autoridades israelitas a serem acusadas de genocídio e o Hamas de crimes contra a humanidade. Perante este contexto, a solução de dois Estados ainda é possível? No papel, sim. Mas quando um dos lados - o lado israelita - tem um Governo que diz que isso não vai acontecer, essa solução torna-se muito difícil. E quando o outro lado tem como objectivo principal apagar do mapa o outro, como é o caso do Hamas em relação a Israel, também se torna difícil. O Hamas aceitou aparentemente um acordo por estar numa posição de grande fragilidade. Mas a verdade é que o próprio acordo para Gaza parou momentaneamente a guerra, mas de forma muito frágil, com ataques constantes, longe de uma verdadeira paz ou de um verdadeiro cessar-fogo. Há também um outro ponto que contribui para um momento de grande instabilidade naquela região. O impasse nas negociações na guerra na Ucrânia e os desentendimentos entre os Estados Unidos e a Europa na concepção de um plano de paz marcaram 2025. Que opções restam à Ucrânia? A Ucrânia está numa situação absolutamente dramática, porque aquilo que ajudou a aguentar quatro anos de invasão russa está a ser posto em causa. Os Estados Unidos são o principal financiador e contribuinte da NATO, que foi fundamental para a resistência ucraniana. E os Estados Unidos passaram de principal aliado a uma das ameaças à Ucrânia, porque, no plano negocial, quem manda na política americana escolheu um lado: a Rússia. Donald Trump diz que quer a paz, mas quer uma paz a qualquer custo, que até agora beneficiaria quase exclusivamente a Rússia. À Ucrânia resta continuar a resistir, passando a depender apenas da ajuda europeia e canadiana, sem a ajuda americana, que é fundamental. Oficialmente mantém-se alguma ajuda, mas de forma muito "interesseira", vendendo armas em vez de as fornecer. Resta saber até quando os Estados Unidos manterão a partilha de inteligência, que é crucial. A Ucrânia vai ter de resistir. Com a Europa poderá conseguir, mas isso custa dinheiro e tempo. Não sei se a Europa terá capacidade suficiente no momento actual, sendo obrigada a tomar decisões difíceis mais rapidamente do que imaginava. Isso gera outra consequência da posição americana: sectores europeus que ideologicamente concordam com Washington e outros que ainda não perceberam totalmente a dimensão do problema. Este conflito às portas da Europa levou o velho continente a apostar no sector da defesa. As ameaças da Rússia colocam em risco a paz europeia? A situação é diferente. A Europa não está a sofrer uma guerra como a Ucrânia, com ataques diários às cidades, mas está a sofrer um outro tipo de ameaça que não enfrentava nas últimas décadas: uma ameaça híbrida. Está a passa por situações como as que referiu e poderá evoluir para outros patamares de agressão. Se não conseguir travar a Rússia, a Europa passa a enfrentar um desafio e uma ameaça inédita. Terá de mostrar força e dissuasão suficiente para travar Moscovo, e terá de o fazer sem os Estados Unidos, pelo menos enquanto esta administração durar. São dois elementos novos para a Europa. Mas a liderança europeia será capaz de responder a esse desafio? Está a fazê-lo mais rapidamente do que muitos imaginam. O cliché de que a Europa não fez nada é falso. A Europa foi o principal pilar de reacção à agressão russa, embora não estivesse preparada, porque durante décadas viveu sob o guarda-chuva americano, que acabou. Estamos numa fase de transição. Há líderes europeus a fazer o possível, mas é preciso muito mais. Como somos democracias, não sabemos quem continuará no poder: quem sucede a Emmanuel Macron, quanto tempo terão os actuais líderes para modernizar as Forças Armadas. É uma fase de grande indefinição e risco. A Rússia é o principal inimigo da Europa? Vladimir Putin é a principal ameaça. Há um inimigo declarado e isso ainda nos causa perplexidade. Basta ler a estratégia de segurança americana: quem manda em Washington não gosta da Europa e quer destruir o projecto europeu. Não é uma guerra directa, mas é uma guerra ideológica. A Rússia é um potencial inimigo, embora, no papel, a Europa tenha muito mais força. Mas força que não é accionada é apenas potencial. A Rússia é um agressor com capacidade real e comprovada. Quais são os principais riscos da escalada de tensão entre China, Taiwan e Japão? Creio que os Estados Unidos continuarão a apoiar Taiwan e o Japão, mas com reacções mais imprevisíveis. A China vai explorar isso, e já o está a fazer. A Primeira-Ministra japonesa pode mudar a política do país? Já o está a fazer. [Sanae Takaichi] percebeu que a China é uma ameaça real e que a aproximação a Donald Trump não trouxe garantias suficientes. O Japão está a tirar conclusões sobre aquilo que os Estados Unidos podem não fazer. Uma das consequências poderá ser a militarização, até a nuclearização, do Japão. O ano de 2025 ficou marcado pela eleição do Papa Leão XIV. Que balanço faz dos primeiros meses do sumo pontífice? É difícil igualar o carisma do Papa Francisco, mas, de forma discreta, Leão XIV tem mostrado continuidade em vários temas. A viagem à Turquia e ao Líbano concretizou desejos antigos de Francisco. Na questão da Ucrânia, parece-me mais claro na definição das responsabilidades e do que é preciso fazer para travar a Rússia. Tenho, para já, muito boas impressões, sobretudo quanto ao papel do Vaticano como mediador discreto. A COP 30 terminou com um acordo modesto. O mundo continua a ignorar as alterações climáticas? Não é o mundo, são os principais poluidores. Muitos países estão preocupados, mas quando Estados Unidos, Índia e China não lideram, nada avança. Esta nova ordem é ditada por interesses de grandes potências, e isso tem consequências graves no combate ao risco climático. Que mensagem enviou o Brasil com a condenação do antigo Presidente Jair Bolsonaro? O Brasil tem problemas, mas o seu sistema judicial respondeu mais rapidamente do que em países supostamente mais desenvolvidos. É um bom sinal, apesar das contradições da democracia brasileira. No caso de Bolsonaro, é uma boa notícia para a democracia. O grupo das 20 potências económicas reuniu-se na África do Sul, mas sem a presença dos Estados Unidos. Ainda assim, os países presentes assinaram uma declaração. Isto revela que o continente africano passa a ter outro peso na economia mundial? A África tem um potencial enorme e é a zona do mundo que, proporcionalmente, mais vai crescer nas próximas décadas. Basta olhar para a relação entre a China e África ou para países como a Nigéria, tendo em conta o crescimento demográfico e as riquezas naturais. No entanto, para ter um peso efectivo, África teria de contar muito mais com instituições fortes. Existe ainda uma certa imaturidade institucional, apesar de algumas excepções positivas, e uma dependência excessiva de grandes potências globais -como a China, a Rússia ou, nalguns casos, a França- que nem sempre tem sido benéfica para o desenvolvimento do continente como um todo. As taxas americanas podem afectar África? Claro que sim. São mais um travão ao desenvolvimento. Em Portugal, 2025 fica marcado pelas eleições legislativas que colocaram um partido de extrema-direita como a segunda força de oposição no país, 51 anos depois do 25 de Abril. A democracia do país está ameaçada? Não, claro que não. A subida rápida do Chega tem a ver com um voto de protesto. Sobretudo, tem a ver com a culpa dos dois principais partidos por terem provocado três eleições legislativas em três anos. Um absurdo completo, uma loucura, uma irresponsabilidade. Mas eu acho que Portugal tem noção das contradições. Tem indicadores económicos muito bons, como não tinha há muitos anos. Tem problemas grandes, como o acesso à habitação e alguns problemas pontuais ao nível da saúde. E depois tem uma subida artificial da percepção de risco relativamente a questões como a criminalidade e a imigração. Bom, eu vivo em Portugal e não vejo nada disso. Vejo um país muito seguro, vejo um país com um potencial bastante grande e com um dado novo, que é ter muito mais imigrantes. Eu não concordo com a ideia de que isso gere mais insegurança. Não vejo isso, sinceramente. Mas há, sim, um novo ecossistema, também mediático, que levou à subida de um partido que explora alguns medos. Há algum grau de irresponsabilidade em explorar essa questão de uma forma primária e, nalguns casos, injusta. Mas sabemos que em política não há justiça nem injustiça: não é abster-se, é a capacidade de explorar. Ainda assim, o Governo aprovou um novo diploma relativamente aos imigrantes que vêm, que de certa forma os penaliza... Este é um desafio para os partidos que dominaram a democracia portuguesa nos últimos 50 anos. Houve algumas capacidades perdidas, mas também grandes conquistas. Este país é muito melhor do que era há 51 anos. Falta saber se teremos partidos e líderes mais moderados que tenham a capacidade de explicar isso às pessoas e de encontrar respostas. Porque, volto a dizer, há um problema grave de habituação dos mais jovens, há outros problemas pontuais, como a questão da saúde, mas que também não está no caos de que muitas vezes se fala. Estamos numa situação global muitíssimo melhor do que a apreciação que as pessoas fazem dela, e agora é preciso tentar resolver esta discrepância. A subida de partidos chamados populistas é uma tendência global, ou pelo menos europeia e americana. Como tudo, terá fases. Os partidos que estão a subir hão-de parar de subir. Falta saber se só vão parar quando chegarem ao governo ou se é possível evitar que cheguem ao poder. Eu acho que em Portugal isso ainda não é uma inevitabilidade assim tão grande. Pode acontecer, mas não é inevitável. E, se acontecer, será uma fase que depois acabará por recuar. Quais são os grandes desafios para 2026? O risco de erosão das democracias e a polarização das sociedades. Paradoxalmente, o momento económico global é melhor do que as pessoas pensam.
O episódio especial de fim de ano do Podcast Conversa já está no ar.Uma conversa longa e sem filtros entre Cláudio Fonseca e Rafael Vieira, com a participação de Fernando Cabral, para analisar o que realmente marcou 2025 — na política, na sociedade, nos media e na educação — e o que podemos esperar de 2026.Este episódio cruza política nacional e internacional, análise mediática, economia, educação e dinâmicas sociais, sem slogans nem narrativas fáceis.Em Portugal, Luís Montenegro é identificado como a figura política mais relevante do ano, após sobreviver a um contexto de grande instabilidade política e conseguir avançar com o Orçamento com reduzida oposição.No plano internacional, Donald Trump surge como a figura política dominante de 2025, pelo impacto global das suas decisões e pela polarização que continua a gerar.Outras figuras analisadas incluem:Vladimir Putin, Xi Jinping, Volodymyr Zelensky, Lula da Silva, António Guterres, Emmanuel Macron, Giorgia Meloni, Javier Milei, Papa Leão XIV, entre outros.O episódio desmonta também o lado mais teatral da política portuguesa, a relação entre poder, media e opinião pública, e o papel das eleições autárquicas no equilíbrio político.Um dos eixos centrais do episódio é a crise do jornalismo:Falhas éticasPreguiça editorialManipulação e desinformaçãoDependência dos algoritmos das redes sociaisSão analisados casos concretos, incluindo polémicas mediáticas internacionais, e discutido o impacto da concentração dos media e dos problemas de distribuição da imprensa em Portugal.O episódio dedica um bloco extenso à educação, enquanto campo político:Polémicas no Ministério da EducaçãoFalhas de comunicação políticaAumento das propinasAção social escolar e residências universitáriasBolsas de estudo: atrasos, imprevisibilidade e falta de transparênciaRedução de exames de acesso ao ensino superiorA politização do movimento estudantil é analisada de forma crítica, distinguindo reivindicação legítima de instrumentalização partidária.Apesar de sinais positivos nas contas públicas, o episódio sublinha a distância crescente entre indicadores macroeconómicos e a vida quotidiana:Crise da habitaçãoAumentos de rendas na ordem dos 17–18%Impacto da compra de imóveis por estrangeirosEndividamento das famíliasCrédito e risco económico em 2026São analisados movimentos de protesto recentes em vários países e o papel da Geração Z, entre politização excessiva e maior consciência cívica.É destacado um estudo do Conselho Nacional da Juventude como ferramenta essencial para compreender preocupações reais dos jovens, para lá da retórica política.
El Vaticano prepara la publicación, el 29 de diciembre, de un número especial navideño del Governatorato. Es el primer texto del Papa León 14 con reflexiones concretas sobre la Navidad, resaltando la esperanza del jubileo. Homenajea a los franciscanos por el 800 aniversario de San Francisco de Asís, incluyendo una exposición de sus restos por un mes. León 14, en su primera Navidad como pontífice, preside misas de Nochebuena y Navidad, y la bendición Urbi et Orbi. Se encuentra en Castel Gandolfo; próximamente celebra el Ángelus dominical, una audiencia y el Te Deum el 31 de diciembre. El 1 de enero, oficia una misa por la paz mundial. El 6 de enero clausura el jubileo con el cierre de la puerta santa, siendo la segunda vez que un Papa diferente al iniciador finaliza un jubileo. El 11 de enero, bautiza a hijos de empleados vaticanos en la Capilla Sixtina. Sus mensajes navideños centran en la paz, invitando a introspección, perdón y solidaridad, abordando problemas sociales como empleo ...
Por la noche de este 24 de diciembre, el Papa León XIV presidió la Santa Misa de la Noche de la Solemnidad de la Natividad del Señor en la Basílica de San Pedro, exhortando a contemplar cómo “la elocuencia del Verbo eterno resuena en el primer llanto de un infante”.PARA VER Y ESCUCHAR LA HOMILÍA, pincha aqui; https://youtu.be/404eyxp-GgM?si=hVPVKZor-CpeYRWx
Giran 25 órdenes de aprehensión por el caso Waldo´s Tijuana recibe la Nochebuena con fuertes vientos Sistemas financieros malos reduce la condición humana: Papa León
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quinta-feira (25): O ex-presidente Jair Messias Bolsonaro divulgou nesta quinta-feira (25) uma “Carta aos Brasileiros”, lida pelo senador Flávio Bolsonaro na porta do hospital em Brasília, pouco antes de Bolsonaro passar por um procedimento cirúrgico. No texto, ele afirma que, diante de um cenário que considera de “injustiça”, decidiu indicar o filho como pré-candidato à Presidência da República em 2026, dizendo entregar “o que há de mais importante na vida de um pai” para a missão de “resgatar o Brasil”. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva abriu seu pronunciamento de Natal, exibido em rede nacional de rádio e TV na noite desta quarta-feira (24), afirmando que 2025 foi “um ano difícil, com muitos desafios”, mas que o Brasil saiu vencedor. Em um discurso de seis minutos, Lula destacou o tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, como um problema inédito enfrentado pelo país. A pedido da Venezuela, o Conselho de Segurança da ONU realizou uma reunião urgente para analisar o aumento da presença e das operações militares dos Estados Unidos no sul do Caribe, próximo à costa venezuelana. Durante o encontro, o secretário-geral assistente da ONU para Assuntos Políticos, Khaled Khiari, alertou para a escalada das tensões na região. O embaixador do Brasil na ONU, Sergio Danese, criticou duramente a atuação norte-americana, afirmando que as ações violam a Carta das Nações Unidas. Reportagem: Eliseu Caetano A proposta de criação de um código de conduta para ministros dos tribunais superiores, idealizada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, recebeu o apoio dos presidentes do Superior Tribunal de Justiça e do Tribunal Superior do Trabalho. Reportagem: André Anelli. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou o decreto que reajusta o salário mínimo nacional a partir de 1º de janeiro de 2026, elevando o valor de R$ 1.518 para R$ 1.621, um aumento de pouco mais de R$ 100. A medida foi publicada na edição desta quarta-feira (24) do Diário Oficial da União e passa a valer já no início do próximo ano. Diego Tavares e Monica Rosenberg comentaram. Reportagem: Janaína Camelo. Durante sua primeira Missa do Galo, celebrada na véspera de Natal nesta quarta-feira (24), o Papa Leão XIV afirmou que negar ajuda aos pobres e aos estrangeiros equivale a rejeitar o próprio Deus. Ao relembrar o nascimento de Jesus em um estábulo por falta de lugar em uma hospedaria, o pontífice destacou que a história simboliza a presença divina em cada pessoa. Em sua mensagem aos cerca de 1,4 bilhão de católicos, celebrada na Basílica de São Pedro, Leão XIV reforçou o cuidado com imigrantes e pessoas em situação de vulnerabilidade como pilares centrais de seu início de pontificado. Reportagem: Giulia Zanini. Pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (24) mostra que a maioria da população brasileira se identifica como petista ou bolsonarista. Segundo dados do levantamento, 40% se dizem petistas, enquanto 34% afirmam ser bolsonaristas. Morreu na noite desta quarta-feira (24) Taynara Souza Santos, de 31 anos, vítima de uma tentativa de feminicídio ocorrida no dia 29 de novembro, na Marginal Tietê, na zona norte de São Paulo. A jovem estava internada no Hospital das Clínicas (HC) desde o início do mês e não resistiu às complicações decorrentes dos ferimentos. A informação foi confirmada por familiares e pela advogada que acompanha o caso. Diego Tavares e Monica Rosenberg comentaram. Reportagem: Danúbia Braga. O Departamento de Justiça dos EUA disse nesta quarta (24) ter mais de 1 milhão de documentos no caso Jeffrey Epstein ainda a serem divulgados, mas que ainda vai demorar “algumas semanas” para liberar os arquivos. Reportagem: Eliseu Caetano. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Resumen informativo con las noticias más destacadas de Colombia y el mundo del jueves 25 de diciembre 7:00am.
✅ Profeco recupera más de 653 mil pesos en estas vacaciones ✅ CDMX y Edomex amanecen con mala calidad del aire ✅ Papa León XIV pide paz mundial ✅ Rey Carlos III da mensaje de Navidad ✅ 2026 trae cambios en operaciones bancarias
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Atención, siguen las bajas temperaturas en la CDMX México se ofrece como mediador entre EU y Venezuela Detienen al suegro y al cuñado de "El Chapito"
Aumentan compras navideñas y el costo de la cena en la CDMX Restaurantes ofrecen cenas navideñas para quienes no desean cocinarBancos suspenderán operaciones este 25 de diciembre: CNBVMás información en nuestro podcast
En una nueva edición de Página 13, Iván Valenzuela y Kike Mujica conversaron con los columnistas Paula Escobar y Cristián Valdivieso sobre la primera Navidad del Papa León XIV. Además, se preguntaron qué es el “ragebait”, la palabra del año según el diccionario de Oxford.
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Arqueología, Encarnación, Navidad del Señor (un comentario sobre la reciente Carta Apostólica del Papa León)
Acompaña el día de hoy al Padre Román Flecha a reflexionar sobre la audiencia general de S.S. Papa León XIV y meditemos a fondo este tema.
Demócratas publican 68 nuevas fotos del patrimonio de Jeffrey Epstein.La inflación golpea las compras navideñas.Estados Unidos mata a otras cinco personas en nuevo ataque a supuestas "narcolanchas".Niña hispana de siete años se convierte en escritora para motivar la lectura infantil.Los Ángeles crea fondo millonario para ayudar afectados por incendios y redadas.Papa León XIV escoge a obispo de Illinois como el nuevo arzobispo de Nueva York.Arrestan a mujer acusada de atacar al empleado de un gimnasio en la Pequeña Habana.Escucha de lunes a viernes el ‘Noticiero Univision Edición Nocturna' con Elián Zidán.
El año 2025 concluye con un anuncio del Papa León XIV que reaviva antiguas disputas en el seno de la Iglesia católica: el reemplazo de una figura clave del sector conservador en Estados Unidos por un perfil progresista, más cercano a las preocupaciones sociales. ¿Qué revela este nombramiento sobre la orientación de su pontificado iniciado en mayo pasado? Entrevista con Carlos Andrés Gómez Rodas, profesor especializado en filosofía de la religión de la Universidad Ibero. El Papa nombró a Rolan Hicks al frente de la arquidiócesis de Nueva York, en sustitución del cardenal Timothy Dolan, una de las voces más influyentes del ala conservadora del episcopado estadounidense. Se trata del nombramiento episcopal más importante desde la elección de León XIV. El relevo marca un giro simbólico hacia un obispo identificado con una sensibilidad social más marcada. Hicks ha expresado públicamente su solidaridad con los migrantes, en un contexto de fuertes críticas a la política migratoria de la administración Trump. El nombramiento vuelve así a poner sobre la mesa las tensiones persistentes entre dos grandes corrientes dentro de la Iglesia. Para Carlos Andrés Gómez Rodas, profesor de filosofía de la religión en la Universidad Ibero de Colombia, "este relevo episcopal refleja una tensión real dentro de la Iglesia entre continuidad y cambio, entre tradición y adaptación". El académico subraya, no obstante, que el desafío de fondo sigue siendo otro: "evitar que ese diálogo se convierta en una ambigüedad doctrinal o en una dilución del mensaje evangélico". En este punto, recuerda una advertencia recurrente del papa Francisco: "no licuar la fe". Buscando el apaciguamiento Apaciguar estas disputas internas es un deseo compartido por numerosos católicos. La pregunta es si León XIV está en condiciones de lograrlo. Gómez Rodas considera que el pontífice va, por ahora, en esa dirección. "Sí, creo que sí. El pontificado de León XIV empezó con mucho entusiasmo, aunque ya han aparecido, sobre todo en el sector más tradicional, críticas que se repiten con frecuencia", explica. Entre ellas menciona el manejo del tema LGTBI, y en particular el hecho de que el Papa haya autorizado una misa y celebraciones vinculadas a esa comunidad. "En este punto, no diría que ha sido ambiguo, sino incluso favorable, amigable", señala. El profesor recuerda, sin embargo, que León XIV fue elegido buscando un equilibrio entre dos tendencias muy marcadas en el seno de la Iglesia: una más tradicional y otra más progresista. "Ha sido un Papa que ha tratado de conciliar esas fuerzas y que, por lo tanto, combina elementos de ambas 'facciones', si se las quiere llamar así", afirma. El interrogante, añade, es cuánto tiempo podrá mantenerse ese frágil equilibrio: "Habrá que ver cuándo vuelven esos vientos fuertes que incluso llegaron a amenazar con un cisma, o un seudo-cisma, dentro de la Iglesia católica. Pero esto solo el tiempo lo dirá". Un retorno al mensaje original El profesor Gómez Rodas subraya además un rasgo que, a su juicio, ha marcado los primeros siete meses del pontificado de León XIV: un retorno explícito a las fuentes del mensaje cristiano. En sus intervenciones públicas y homilías, señala, el Papa ha insistido desde el inicio en que el centro de la vida eclesial no es una agenda política ni una reforma meramente institucional, sino la relación personal con Jesucristo. "Cuando uno escucha sus homilías, desde las primeras, es muy claro que el centro de la vida de la Iglesia es Cristo mismo", explica el académico. Ese énfasis se traduce, según Gómez Rodas, en una atención constante a los grandes ejes de la fe cristiana: la encarnación, la redención, la conversión personal y la vida sacramental. Los temas sociales, añade, no desaparecen del discurso papal, pero quedan subordinados a lo que considera esencial: el anuncio del Evangelio. Forjar comunidades cristianas sólidas El perfil personal de León XIV también ayuda a comprender esta síntesis. "Él ha sido misionero y además es agustino, fraile", recuerda Gómez Rodas, quien ve en ello una combinación particular entre compromiso social y profundidad teológica. Una orientación que ha sido bien recibida en sectores del catolicismo más tradicional, precisamente porque refuerza la idea de que la misión principal de la Iglesia es "instaurar todo en Cristo", más que limitarse a acompañar procesos culturales, sociales o económicos. En ese sentido, concluye, León XIV aparece como un Papa "más explícitamente cristocéntrico". El profesor marca asimismo una diferencia significativa entre León XIV y su predecesor, el papa Francisco. A su entender, el cambio no es de fondo doctrinal, sino de acento pastoral. "Yo diría que el énfasis ya no es tan sociopolítico como podía percibirse en Francisco", afirma, "sino que hay una llamada más fuerte, previa, a la misión, a la evangelización, a la catequesis y a la vida sacramental". Para Gómez Rodas, detrás de esta orientación subyace un mensaje claro: los problemas sociales no se resuelven únicamente mediante discursos o ideologías, sino a través de comunidades cristianas sólidas, bien formadas, arraigadas en la fe y con claridad doctrinal. De ahí, señala, una invitación implícita del Papa a reforzar la identidad católica, cuidar la liturgia, profundizar en la formación de los fieles y fortalecer la vida espiritual.
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Continuando con una tradición de décadas de rendir homenaje ante la imagen de la Inmaculada Concepción en la Plaza de España en Roma, este 8 de diciembre el Papa León XIV hizo oración al pie de la columna de 12 metros en cuya cima se encuentra la figura de la Virgen María y depositó una corona de flores en la base.PARA ESCUCHARLA Y VERKA, pincha aquí: https://youtu.be/o4lxZRFgz9Y?si=n9rQIs1HtKiKTcu5
Con el P. Roberto Mena ST y con la Dilexi Te la primera Exhortación Apostólica del Papa León XIV avanzamos en el camino a la Navidad
Durante el Ángelus de este 14 de diciembre, el Papa León XIV comentó el Evangelio de Mateo y reafirma que Jesús sigue hablándonos a través de los pobres, los últimos y los enfermos. Como Juan el Bautista en la cárcel, el Santo Padre exhortó a no perder la esperanza y a mantener “una voz libre en busca de verdad y justicia”.PARA VERLO Y ESCUCHARLO, pincha auí:i: https://youtu.be/tfmY-hQ4Ts8?si=oTKNYlP5-7g79Hrb
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Hay realidades que preferimos no mirar. No porque no existan, sino porque mirarlas nos incomoda y nos saca de nuestra zona de control. La pobreza -en sus muchas formas- suele confrontarnos más de lo que estamos dispuestos a admitir. Este episodio no invita a hacer más, sino a mirar mejor. Inspirado en una exhortación del Papa León XIV, propone una idea sencilla y exigente: la primera forma de ayuda no es la acción, sino la mirada. Porque solo cuando dejamos de pasar de largo, el otro vuelve a ser una persona.
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En esta edición de Saga Noticias con Kim Armengol y Max Espejel, te presentamos el reporte completo de los hechos más relevantes del día: desde el ataque armado contra Nayeli Rivera García en Culiacán y el repunte de homicidios y desapariciones en Sinaloa, hasta la creciente ingobernabilidad en Michoacán tras el asesinato del alcalde Carlos Manzo, nuevos señalamientos por extorsión, fuertes enfrentamientos entre fuerzas federales y el grupo de “El Botox”, y el análisis de Adela Micha sobre la crisis en el estado. Además, revisamos la protesta de trabajadores de limpia en CDMX, la eliminación por parte de Google de una campaña engañosa que usaba la imagen falsa de Claudia Sheinbaum, la llamada de la presidenta con el Papa León XIV, y las tensiones económicas entre México y China por los aranceles del 50%. En la agenda internacional, destacan las posturas de María Corina Machado sobre Venezuela y las críticas de Gustavo Petro a Estados Unidos. Cerramos con espectáculos, colaboraciones especiales y la programación semanal de La Saga. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
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En una catequesis marcada por profundidad espiritual y un tono casi contemplativo, el Papa León XIV invitó al mundo, este 10 de diciembre, a mirar de frente aquello que más teme: la muerte. Lejos de ser un final oscuro – afirmó –, es el umbral luminoso que Cristo abrió con su Resurrección, el paso que revela lo que el corazón humano siempre ha deseado: la vida plena y eterna.PARA VERLA Y ESCUCHARLA, pincha aqui: https://youtu.be/jQNro79k4P0?si=X8r4b2dcoFjCdOp7
Agricultores alertan riesgo por entrega de agua a por tratado con EU Abren registro para ingresar a la Universidad del EjércitoEU impulsa plan de paz para Ucrania con ruta de adhesión a la Unión EuropeaMás información en nuestro podcast
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Este 7 de diciembre, segundo domingo de Adviento, el Papa León XIV recordó antes de la oración mariana del Ángelus que, ante la inminencia del Reino de Dios, los fieles están llamados a una conversión auténtica y a prepararse para la novedad divina.PARA VERLO Y ESCUCHARLO: pincha aqui: https://youtu.be/e07QQfUrJwY?si=BwsaBksr0TZp3KvK
Editorial A sus 56 años, el padre Nils de Jesús Hernández ha pasado 36 viviendo en Estados Unidos, lejos de la Nicaragua donde nació. En 1988, en plena guerra civil, se vio obligado a abandonar su país. Desde entonces, encontró en una parroquia de Iowa un lugar donde acompaña al ministerio hispano y donde hoy levanta su voz en favor del pueblo nicaragüense. Noticias internacionales Polonia: El Tribunal Constitucional ilegaliza al Partido Comunista Francia: Inteligencia francesa afirma que terrorismo apunta al cristianismo El Salvador: Heraldos del Evangelio levantan un centro de espiritualidad EE. UU.: Monjas mandan postales navideñas a centros abortistas Noticias nacionales Lanzan «Sí a María», empresa de peregrinaciones Belén Viviente de la Escuela de Evangelización de Alcalá de Henares Nuevo plan para Nochevieja Noticias de la Santa Sede Libro de un carmelita descalzo del siglo XVII que inspira al Papa León XIV Entrega del Premio Ratzinger 2025 por parte del Papa León XIV El Papa rendirá homenaje a la Inmaculada en la Plaza de España
España jamás ha dejado de participar en Eurovisión, pero Televisión Española anuncia su no participación y retransmisión este año, siguiendo la postura de Países Bajos, Irlanda, Islandia y Eslovenia, debido a la confirmación de la presencia de Israel en el festival. En Extremadura, la campaña electoral ya echa a andar, permitiendo a los candidatos pedir el voto hasta el día 19, antes de las elecciones del próximo domingo 21. El subdirector de emergencias de la Comunidad Valenciana revela que el mensaje de alerta a móviles estaba listo tres horas antes de ser enviado, pero se retrasó porque los responsables políticos querían avisar a todos los alcaldes. El mensaje llegó a los móviles valencianos a las 8 y 11 minutos. Google publica las búsquedas más frecuentes en España, destacando el apagón de abril, los incendios, la búsqueda sobre el Papa León XIV, “quién es Andy y quién es Lucas”, y consultas cotidianas como “cómo hacer té matcha”, “cómo hacer yogur casero”, “qué es el hedadismo” o ...
En su último día de Viaje Apostólico al Líbano, el Papa León XIV presidió este 2 de diciembre la Santa Misa en el Beirut Waterfront. En su homilía, manifestó su agradecimiento por estos días intensos compartidos con alegría y exhortó a desarmar los corazones, para que triunfen la paz y la justicia. Al término de la celebración, el Santo Padre dirigió un fuerte llamado a la paz, palabra clave de su pontificado. Una palabra que en esta tierra es el deseo de todos y que el Pontífice invitó a buscar en el Señor, sobre todo en los momentos de desánimo y desesperación.
Acompaña al Padre Román Flecha a meditar sobre la homilía de S.S. Papa León XIV y meditemos a fondo este tema.
Reflexionemos junto con el Padre Flecha sobre Resumen del discurso del Papa León XIV en Beirut Líbano y meditemos a fondo la palabra.