Podcasts about observat

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O Assunto
A incubadora de terroristas no Brasil

O Assunto

Play Episode Listen Later Jan 10, 2023 29:51


Durante pelo menos seus 4 anos de mandato, Jair Bolsonaro (PL) incentivou o golpismo entre seus apoiadores, numa série de abusos que expôs milhares de brasileiros aos riscos da pandemia e sequestrou a data da Proclamação da Independência do país. Como reação ao resultado das urnas em 2022, grupos bolsonaristas questionaram a legitimidade do processo eleitoral, bloquearam estradas e fizeram campanas em frente a quartéis das Forças Armadas – uma escalada autoritária que culminou no mais grave atentado contra o Estado Democrático de Direito, neste domingo. Para explicar como este movimento radical se estruturou no Brasil, Natuza Nery conversa com a antropóloga Isabela Kalil, coordenadora do Observatório da Extrema Direita e do curso de Sociologia e Política da Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Neste episódio: - Isabela descreve as três principais características da “extrema direita contemporânea” e o papel do “apito de cachorro” na lógica de mobilização desses grupos; - Para ela, o golpismo pode entrar em uma nova fase “pós-bolsonarista”: um movimento menos numeroso em relação a apoiadores, mas com “maior grau de violência e radicalidade”; - A antropóloga descreve a movimentação em redes da horda bolsonarista e como o discurso "dúbio" do ex-presidente é combustível para o processo de “dissonância cognitiva” de seus apoiadores.

Futebol de Verdade
FDV #718: Os reis do mercado

Futebol de Verdade

Play Episode Listen Later Jan 5, 2023 47:58


Bom dia! Hoje, no Futebol de Verdade, vamos olhar para o estudo feito pelo Observatório do Futebol acerca dos jogadores mais valiosos do mercado à procura de razões para o que parece ter sido um recuo do Chelsea no valor a oferecer por Enzo Fernández. É que mais uns meses e estará aí a transferência de Bellingham. Resta saber para onde. Para acompanhar os meus conteúdos escritos, visite https://tadeia.substack.com/ Ao ataque!

Observatório Feminino
Observatório Feminino | Astróloga e taróloga tece previsões para 2023

Observatório Feminino

Play Episode Listen Later Jan 1, 2023 28:05


As jornalistas Alessandra Mendes, Aline Neves e Fernanda Rodrigues recebem no Observatório Feminino deste domingo (1º), que marca o início de 2023, a astróloga, numeróloga e taróloga Adriane Calixtto para falar sobre a previsão dos astros para o ano.

Podcast RioBravo
Podcast 730 – David Magalhães: A política externa do governo Lula e os desafios da conjuntura global

Podcast RioBravo

Play Episode Listen Later Dec 29, 2022 27:44


A política externa do governo Jair Bolsonaro foi marcada pelo rompimento com as tradições acumuladas que, ao longo da história do Brasil, consolidaram a nossa diplomacia no concerto internacional. Nesse sentido, mais do que o slogan da reconstrução, caberá ao governo eleito reposicionar o Brasil em uma conjuntura global muito mais complexa do que a de 2003, quando Luiz Inácio Lula da Silva assumiu a presidência pela primeira vez. Para falar a respeito dos desafios da política externa do governo Lula, nosso convidado é David Magalhães, professor de relações internacionais da FAAP e da PUC e um dos coordenadores do Observatório da Extrema Direita.

Economia
Retrospectiva 2022: na economia, guerra e inflação atrapalharam ânimo com queda da Covid-19

Economia

Play Episode Listen Later Dec 28, 2022 11:49


O ano de 2022 começou com a perspectiva de fim da pandemia de Covid-19, mas logo esbarrou na guerra da Ucrânia, afundando o mundo em um novo período de incertezas. A economia mundial retomou sob o fantasma da inflação e do aumento da pobreza na maioria dos países do mundo. Tudo começou com a alta progressiva dos juros nos Estados Unidos, uma consequência da regressão do coronavírus e a retomada das atividades. A medida trouxe consigo a certeza de que os investidores migrariam das economias menos confiáveis, como as em desenvolvimento, para se confortar na segurança do dólar. E dólar caro significa o Brasil pagar mais pelas importações de insumos e petróleo, com impacto em toda a cadeia produtiva e, consequentemente, nos preços.  "O lado ruim disso tudo é que a população nacional e internacional, que já empobreceu, vai empobrecer um pouco mais. Vai ter mais inflação, mais recessão e desemprego. E mais inflação vai significar taxas de juros altas por mais tempo”, antecipava o economista Ernesto Lozardo, ex-presidente do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) e professor da FGV (Fundação Getúlio Vargas), em entrevista à RFI em janeiro de 2022. “Se a nossa inflação já está apontando para dois dígitos, nesse ano vai passar de dois dígitos. Não tem como evitar.” Volta da guerra e da inflação na Europa A guerra na Ucrânia só piorou esse cenário. As sanções dos países ocidentais contra a Rússia, grande exportadora de gás, petróleo e cereais, geraram consequências imediatas, como a disparada dos preços de commodities e da energia. Em março, na França, o tom do presidente Emmanuel Macron era de gravidade. “Nossa agricultura, nossa indústria, muitos setores econômicos estão sofrendo e sofrerão, seja porque dependem da importação de matérias-primas da Rússia ou da Ucrânia, seja porque exportam para esses países. Nosso crescimento, que está atualmente no auge, será inevitavelmente afetado", advertiu o líder francês. “O aumento do preço do petróleo, gás e matérias-primas tem e terá consequências para o nosso poder aquisitivo”, disse o presidente. A maioria dos países do mundo voltou a conviver com a inflação de até dois dígitos, inclusive os europeus. Na União Europeia, em novembro o índice passou de 4% para 11,5% no período de um ano, algo inédito em 20 anos. Reino Unido afunda na recessão No Reino Unido, a crise econômica gerou forte instabilidade financeira e se transformou também crise política. Em plena tempestade inflacionária, a sucessora do premier Boris Johnson, Liz Truss, se transformou na primeira-ministra a ficar menos tempo no cargo, por apenas 44 dias. “Inflação derruba governo, ainda mais quando você tem o parlamentarismo e o gabinete pode cair a qualquer momento. São países que não estavam acostumados a viver com inflação desde a Segunda Guerra”, comentou José Luiz Niemeyer, especialista em Relações Internacionais. Em uma economia enfraquecida pela pandemia e a crise energética, a saída da União Europeia agravou a escassez de mão de obra no Reino Unido, sem reverter o declínio da produtividade que, pelo contrário, foi ampliado.  Desde 2016, ano do referendo do Brexit, os investimentos, o crescimento e o consumo progrediram mais lentamente no Reino Unido do que em países comparáveis. “Na hora em que você está fora de um serviço preferencial de tarifas, fora da UE, fica mais caro conseguir atingir o preço que se pratica dentro do bloco. Só se você subsidiar os produtos, mas aí você tem um problema grave de mais inflação a partir de gasto público”, contextualizou. O atual primeiro-ministro Rishi Sunak, que assumiu em outubro, não conseguiu evitar a recessão, e a economia britânica deve continuar em retração em 2023, com perspectiva de redução do PIB de 1,4%, segundo o próprio governo. Fuga de capitais Enquanto isso, na zona do euro, as incertezas levaram a moeda única europeia a ser cotada abaixo do dólar pela primeira vez desde a criação do euro, há duas décadas. O conflito ucraniano exacerbou fraquezas estruturais da economia alemã, motor do bloco e altamente dependente das importações de gás e petróleo russos. “Com certeza, é preocupante para a Europa. Os mercados financeiros desconfiam da situação econômica na zona do euro, consideram que os salários não estão acompanhando os aumentos dos preços”, analisou o economista Henri Sterdyniak, do Observatório Francês de Conjuntura Econômica (OFCE). “Os mercados também avaliam que o Banco Central Europeu (BCE) permanecerá extremamente prudente e que as taxas de juros americanos ficarão clara e perenemente maiores, portanto será melhor comprar dólares do que euros – ainda mais com o dólar subindo. Esse movimento será difícil de parar.” Para controlar a inflação e concorrer com a moeda americana, o Banco Central Europeu (BCE) subiu a taxa básica no bloco – mas com muito mais cautela, já que qualquer impulso significativo poderia levar a zona do euro para uma nova crise de dívidas. Essa mexida nos juros nos países desenvolvidos repercutiu nas economias em desenvolvimento, menos estáveis. O Sri Lanka chegou a decretar calote de pagamentos aos credores externos, e sintetiza os riscos que pairaram sobre os países mais vulneráveis ao longo de todo o ano. Em julho, o banco Goldman Sachs já apontava que US$ 50 bilhões tinham saído das economias emergentes desde o início de 2022 – a pior sangria em 17 anos. Em novembro, o J.P. Morgan atualizou esse valor para US$ 80 bilhões. Egito, Tunísia, Paquistão e Turquia são alguns dos países mais expostos. Na América Latina, a situação no Chile e na Argentina foram as mais preocupantes, num contexto em que a saída de dólares leva à alta do câmbio e a um aumento ainda maior da inflação. “A América Latina já estava meio jogada para escanteio, por seus problemas econômicos e por crescer muito pouco. O Brasil, na última década, não cresceu. Foi pífio. Enquanto isso, o mundo desenvolvido cresceu e o continente asiático, cresceu muito”, disse Wilber Colmeräuer, fundador da consultoria financeira EM Funding, de Londres, especialista em mercados emergentes. “Ou seja, o nosso problema é que a gente já não era muito relevante e esta ficando mais irrelevante ainda”, resumiu, em julho. Ameaça de descontrole fiscal No Brasil, a inflação atingiu mais de 12%, com os brasileiros mais pobres chegando a buscar comida no lixo para poder se alimentar. A economia se tornou tema-chave da campanha eleitoral para a sucessão presidencial. A vitória de Luiz Inácio Lula da Silva, em outubro, trouxe a perspectiva de melhora das condições sociais no país, mas também a ameaça de descontrole nas contas públicas, que podem resultar em uma bola de neve na economia. “A gente está falando de uma situação na qual a economia mundial está entrando em recessão, a taxa de juros internacional está muito alta para controlar a inflação da saída da crise da Covid, a China está crescendo abaixo de 3%. O cenário internacional é completamente adverso”, avaliou o economista Reginaldo Nogueira, diretor-geral do Ibmec São Paulo e Brasília. “Se a gente ainda coloca irresponsabilidade fiscal na equação, a gente passa a ter uma pressão sobre a nossa taxa de câmbio que vai obrigar o Banco Central brasileiro a aumentar muito mais a taxa de juros, e aí a gente vai entrar de novo naquela situação na qual o governo não só tem geração de déficits primários, como a gente paga muitos juros e o déficit nominal fica mais alto ainda. A dívida cresce cada vez mais e rapidamente a gente volta àquele cenário de dívida na casa de 100% do PIB”, complementou Nogueira. O ano de 2023 se anuncia difícil para a economia global. A guerra na Ucrânia, sem data para acabar, e a desaceleração prolongada da China fazem com que o FMI projete um crescimento de 2% ou até menos. Seria a primeira vez desde a crise financeira de 2008 que o mundo estaria num ritmo tão lento, à exceção do tombo de 2020 devido à pandemia.

Estadão Notícias
A reconstrução de uma política ambiental

Estadão Notícias

Play Episode Listen Later Dec 28, 2022 27:18


Em seu primeiro evento internacional como presidente eleito do Brasil, na COP-27, Lula mostrou uma grande preocupação em recuperar as políticas ambientais abandonadas por Jair Bolsonaro. Em 2021, o desmatamento na Amazônia atingiu mais de 13 mil quilômetros quadrados, um aumento de 22% em relação a 2020. No entanto, Lula tem cobrado os outros países de que a proteção da Amazônia seja uma responsabilidade mundial, e pediu a ampliação do Fundo da Amazônia para incluir novos países doadores, pelo menos no primeiro ano do mandato. O Brasil recebeu também propostas e demonstrações concretas de interesse por parte de mega empresários e de fundações privadas para integrar o grupo. De acordo com o Greenpeace, ONG de proteção ambiental, pelo segundo ano consecutivo, não há recursos previstos para Monitoramento da Cobertura da Terra e do Risco de Queimadas e Incêndios Florestais, realizado pelo Instituto Nacional de Políticas Espaciais (INPE). Com a retomada do fundo da Amazônia, será possível conter o desmatamento da região? E como lidar com os crimes ambientais cometidos no local? No ‘Estadão Notícias' de hoje, vamos conversar com a especialista sênior em políticas públicas do Observatório do Clima e ex-presidente do Ibama, Sueli Araujo. O ‘Estadão Notícias' está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte  Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Programa Bem Viver
Filhos de vítimas da covid precisam de atenção especial do poder público

Programa Bem Viver

Play Episode Listen Later Dec 28, 2022 59:54


Um estudo realizado pela Fundação Oswaldo Cruz e a Universidade Federal de Minas Gerais, e divulgado pelo Observatório de Saúde na Infância, divulgado esta semana, ajuda a dar a dimensão dos impactos da pandemia de covid-19 no Brasil e como estamos longe de superar essa crise. Em dois anos, mais de 40 mil crianças e […] O post Filhos de vítimas da covid precisam de atenção especial do poder público apareceu primeiro em Rádio Brasil de Fato.

Resposta Pronta
Incêndios. "Vale a pena o Governo e PR revisitarem trabalho do Observatório"

Resposta Pronta

Play Episode Listen Later Dec 27, 2022 5:24


O antigo presidente do Observatório Técnico Independente para análise e avaliação incêndios florestais pensa que é o momento certo para falar sobre prevenção de incêncios, mas pensa que Marcelo Rebelo de Sousa falar de limpeza da floresta é redutor.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Observatório Feminino
Observatório Feminino especial de Natal aborda a amizade

Observatório Feminino

Play Episode Listen Later Dec 25, 2022 27:10


ADunicamp
PODCAST ADU | #Ep28 | Células neofascistas e o despertar da extrema direita no Brasil - Parte 2

ADunicamp

Play Episode Listen Later Dec 22, 2022 26:21


Está no ar a segunda parte do #episódio 28 do #podcastADu, continuação do tema "Células neofascistas e o despertar da extrema direita no Brasil". A primeira parte deste episódio foi divulgada nos nossos canais no dia 07 de dezembro. Este episódio contou com as participações do jornalista Paulo San Martin na mediação e nossos convidados o professor André Kaysel Velasco e Cruz, do Departamento de Ciência Política do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp, membro do Conselho de Representantes da ADunicamp (CR) e o professor Odilon Caldeira Neto, do Departamento de História Contemporânea da Universidade Federal de Juiz de Fora e coordenador do Observatório da Extrema Direita. Acompanhe agora a segunda parte! O Brasil se transformou no país com maior crescimento de grupos de extrema direita, fenômeno esse atrelado ao resultado das eleições de 2018. Apesar desses grupos já existirem no Brasil, a eleição de Bolsonaro deu força e fôlego para suas aparições e manifestações. Identificar e monitorar as atuações de grupos de direita e extrema direita tem se tornado um exercício de estudo e pesquisa para diferentes linhas do conhecimento, gerando informação e divulgação de dados com diferentes níveis de qualidade. Nas duas partes deste episódio abordamos como essas células da extrema direita eclodiram no Brasil e como o Observatório da Extrema Direita, coletivo formado por acadêmicos de diversas universidades brasileiras e de outros países tem analisado esse movimento. O Observatório da Extrema Direita é uma iniciativa de pesquisa dedicada a monitorar e analisar governos, partidos, movimentos e subculturas da direita radical e da extrema direita no Brasil e no mundo. REDES Siga nossas redes sociais, nosso site e fique por dentro dos próximos temas que serão abordados no #PodcastADu. Você pode ouvir o #PodcastADu nas principais plataformas do gênero: Spotify, Apple Podcasts, Google Podcasts etc. E, se preferir, acesse ao #PodcastADu pelo Youtube. CRÉDITOS Roteiro e apresentação: Cristina Segatto e Paulo San Martin Participação: André Kaysel Velasco e Cruz e Odilon Caldeira Neto Edição: Paula Vianna Vinheta: Edwiges Morato Produção e Coordenação: Fernando Piva Realização: ADunicamp SIGA NOSSAS REDES www.adunicamp.org.br facebook.com/adunicamp twitter.com/adunicamp instagram.com/adunicamp youtube.com/adunicamp

Rádio Panorama Agrícola Epagri.
28 de dezembro – Uma análise do Observatório Agro Catarinense

Rádio Panorama Agrícola Epagri.

Play Episode Listen Later Dec 22, 2022 10:50


Panorama Agrícola é o programa de Rádio da Epagri voltado para a agricultura familiar e a pesca artesanal. O programa existe desde 1978, Historicamente o Panorama Agrícola acompanha as mudanças no mundo e principalmente no setor agrícola catarinense, buscando tecnologia e dinamismo.

FEBRABAN News
Observatório FEBRABAN | Perspectivas 2023

FEBRABAN News

Play Episode Listen Later Dec 20, 2022 47:18


Fim de ano, época de fazer balanço do que passou e planos para o futuro!​ Como o brasileiro está encarando a chegada de 2023? Quais as expectativas para a sua vida pessoal e para a economia do país? Qual o sentimento em relação ao ano que está terminando?​ Para a maioria da população, 2022 termina melhor do que começou e a expectativa para o próximo ano é de esperança renovada, reforçada pela economia em recuperação.​ É o que revelam as pesquisas Observatório Febraban e Radar Febraban, realizadas pelo IPESPE, que ouviram 3 mil brasileiros, das cinco regiões, entre 29 de novembro e 05 de janeiro.​ 76% dos entrevistados têm sentimentos positivos em relação a 2023, contra 23% com expectativas negativas. Ao mesmo tempo, a maioria se diz muito satisfeita ou satisfeita com a vida que vem levando. E grande parte avalia que houve melhoria na sua vida pessoal e familiar em 2022, comparando-se com 2021.​ Neste podcast, o sociólogo e cientista político Antonio Lavareda, presidente do IPESPE comenta os resultados das pesquisas com João Borges, diretor de comunicação da Febraban, Gustavo Paul, diretor-adjunto de comunicação e Mona Dorf, diretora de mídias sociais da entidade.​ #ObservatórioFebraban #RadarFebraban #Pesquisa #Febraban

Observatório Feminino
Observatório Feminino entrevista a Subsecretaria de Turismo de MG, Milena Pedrosa

Observatório Feminino

Play Episode Listen Later Dec 18, 2022 27:46


Acrimat Informa
Acrimat Informa #136 - Abates, Observatório da Agropecuária, Febre Aftosa

Acrimat Informa

Play Episode Listen Later Dec 15, 2022 4:19


O podcast Acrimat Informa traz em sua 136ª edição os dados sobre o abate de bovinos em Mato Grosso, que segue crescendo e mantém o Estado na liderança dos estados produtores. O podcast traz ainda uma novidade sobre o Observatório da Agropecuária Brasileira, que passa a oferecer informações consolidadas e oficiais sobre os principais programas de crédito rural do Brasil, inclusive o Plano Safra. Além disso, o Acrimat Informa traz um lembrete aos produtores: a vacinação contra a febre aftosa em Mato Grosso se encerra em 17 de dezembro. Para saber mais detalhes, ouça o Acrimat Informa. Locução: Karol Garcia Texto: Karine Miranda Apoio Técnico: Kátia Pacheco e Tuanny Paim Edição e projeto gráfico: Péricles Cândido Musics by Audionautix http://audionautix.com Creative Commons — Attribution 3.0 Unported — CC BY 3.0

Podcasts do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil
Mapa anuncia Observatório das Mulheres Rurais do Brasil

Podcasts do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil

Play Episode Listen Later Dec 14, 2022 3:38


O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) lançou, nesta quarta-feira (14), o Observatório das Mulheres Rurais do Brasil. O projeto é uma iniciativa conjunta do ministério com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e apoio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A iniciativa é uma das ações escolhidas para fazer parte da campanha #Mulheres Rurais, mulheres com direitos, da FAO. O ministro da Agricultura, Marcos Montes, destacou a importância dos dados, a serem disponibilizados no Observatório, para elaboração de políticas públicas, acrescentando a importância da participação feminina na produção de alimentos e combate à insegurança alimentar global. A plataforma foi apresentada pela pesquisadora da Superintendência de Estratégia da Embrapa, Cristina Arzabe, que destacou a contribuição para o cumprimento da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas no que se refere ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 5 - Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas, garantindo a participação plena e efetiva das mulheres e a igualdade de oportunidades até 2030. No Observatório, o público encontra dados sobre número de mulheres no campo por estado, região, ocupação, agroindústrias, apresentados em tabelas e infográficos. Outras informações disponíveis são políticas públicas, editais, publicações e notícias. O presidente da Embrapa, Celso Moretti, ressaltou que 1 milhão de mulheres dirigem propriedades rurais, estando presentes nas mais diversas cadeias produtivas, principalmente na de hortaliças. O Observatório visa implementar propostas de aprimoramento e formulação de políticas públicas voltadas para o fortalecimento da presença das mulheres no agro brasileiro, por meio da estruturação de banco de dados que subsidiará estudos prospectivos e análises, tornando mais efetivo o trabalho para o desenvolvimento de programas direcionados para as mulheres rurais.

Contas do Dia
Os motivos que levam à emigração dos cidadãos portugueses

Contas do Dia

Play Episode Listen Later Dec 13, 2022 5:47


Helena Garrido destaca, nas Contas do Dia, os trabalho publicado pelo Observatório da Emigração.

Observatório Feminino
Observatório Feminino 11/12/2022: Eduardo Costa fala o que viu no Catar

Observatório Feminino

Play Episode Listen Later Dec 11, 2022 28:40


Observatório Feminino 11/12/2022: Eduardo Costa fala o que viu no Catar

Rádio Panorama Agrícola Epagri.
9 de dezembro - Observatório Agro Catarinense

Rádio Panorama Agrícola Epagri.

Play Episode Listen Later Dec 7, 2022 10:44


Panorama Agrícola é o programa de Rádio da Epagri voltado para a agricultura familiar e a pesca artesanal. O programa existe desde 1978, Historicamente o Panorama Agrícola acompanha as mudanças no mundo e principalmente no setor agrícola catarinense, buscando tecnologia e dinamismo.

ADunicamp
PODCAST ADU | #Ep28 | Células neofascistas e o despertar da extrema direita no Brasil

ADunicamp

Play Episode Listen Later Dec 7, 2022 38:44


Está no ar a primeira parte do #episódio 28 do #podcastADu com o tema "Células neofascistas e o despertar da extrema direita no Brasil". O Brasil se transformou no país com maior crescimento de grupos de extrema direita, fenômeno esse atrelado ao resultado das eleições de 2018. Apesar desses grupos já existirem no Brasil, a eleição de Bolsonaro deu força e fôlego para suas aparições e manifestações. Identificar e monitorar as atuações de grupos de direita e extrema direita tem se tornado um exercício de estudo e pesquisa para diferentes linhas do conhecimento, gerando informação e divulgação de dados com diferentes níveis de qualidade. No episódio de hoje vamos falar sobre como essas células da extrema direita eclodiram no Brasil e como o Observatório da Extrema Direita, coletivo formado por acadêmicos de diversas universidades brasileiras e de outros países tem analisado esse movimento. O Observatório da Extrema Direita, integrado por um de nossos entrevistados de hoje, o professor Odilon Caldeira Neto, da Universidade Federal de Juiz de Fora, é uma iniciativa de pesquisa dedicada a monitorar e analisar governos, partidos, movimentos e subculturas da direita radical e da extrema direita no Brasil e no mundo. Também contamos com a participação e curadoria do professor André Kaysel Velasco e Cruz, do Departamento de Ciência Política do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp, membro do Conselho de Representantes da ADunicamp (CR). Siga nossas redes sociais, nosso site e fique por dentro dos próximos temas que serão abordados no #PodcastADu. Você pode ouvir o #PodcastADu nas principais plataformas do gênero: Spotify, Apple Podcasts, Google Podcasts etc. E, se preferir, acesse ao #PodcastADu pelo Youtube. CRÉDITOS Roteiro e apresentação: Cristina Segatto e Paulo San Martin Participação: André Kaysel Velasco e Cruz e Odilon Caldeira Neto Edição: Paula Vianna Vinheta: Edwiges Morato Produção e Coordenação: Fernando Piva Realização: ADunicamp SIGA NOSSAS REDES www.adunicamp.org.br facebook.com/adunicamp twitter.com/adunicamp instagram.com/adunicamp youtube.com/adunicamp

Papo Preto
Racismo no futebol #115

Papo Preto

Play Episode Listen Later Dec 7, 2022 34:38


Em clima de Copa do Mundo, o tema deste episódio do Papo Preto é o futebol. Mesmo que o sentimento seja de união, não para desconsiderar a recorrência de casos de intolerância racial em um dos esportes mais populares do Brasil. Para falar sobre o assunto, recebemos Marcelo Carvalho, idealizador e diretor do Observatório do Racismo no Futebol. Iniciativa que nasce com o objetivo de monitorar e divulgar os casos de racismo, assim como ações informativas e educativas que visam promover o diálogo entre clubes, entidades, torcidas e movimentos sociais para essa prática. Dá o play e confira!

Resposta Pronta
Subir nível de ameaça? "Não chegou o momento"

Resposta Pronta

Play Episode Listen Later Dec 5, 2022 7:18


É "permaturo", diz Hugo Costeira. O presidente do Observatório de Segurança Interna considera que agora é "altura de investigar". Embaixada da Ucrânia em Lisboa recebeu hoje dois envelopes suspeitos.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Observatório Feminino
Observatório Feminino discute direitos da população carcerária no Brasil

Observatório Feminino

Play Episode Listen Later Dec 5, 2022 25:51


O Observatório Feminino deste domingo (4) mergulha na discussão sobre os direitos da população carcerária no Brasil a partir do lançamento do curso “Cadê meus direitos?”. Participa do episódio Ludmila Ribeiro, professora associada no Departamento de Sociologia e pesquisadora no Centro de Estudos de Criminalidade e Segurança Pública da UFMG.

O Assunto
As crianças com fome no Brasil

O Assunto

Play Episode Listen Later Dec 5, 2022 27:43


Entre 2020 e 2022 dobrou o percentual de casas que não conseguem garantir alimentação básica para menores de até 10 anos. Hoje, 3 em cada 10 famílias brasileiras sofrem com a subalimentação infantil – uma crise social cujas consequências poderão ser vistas e sentidas daqui a décadas, diante de uma população com déficit de aprendizado e problemas crônicos de saúde. E os recursos federais para a merenda escolar, única refeição garantida de milhões de crianças e adolescentes, perdem valor de compra ano a ano desde 2017, data do último reajuste: o repasse por aluno, atualmente, varia entre R$ 0,36 e R$ 1,07. Para entender os impactos da falta de comida no desenvolvimento infantil e o lugar da escola na garantia de segurança alimentar, Natuza Nery conversa com a sanitarista Márcia Machado, professora da Universidade Federal do Ceará, e com a nutricionista Gabriele Carvalho, do Observatório da Alimentação Escolar e da Fian Brasil. Neste episódio: - Márcia descreve como a fome compromete a interação social, o desenvolvimento cognitivo e afeta a incidência de violência dos jovens: “é um desastre como civilidade”; - Ela fala dos riscos que envolvem uma dieta baseada em alimentos ultra processados. São produtos, afirma, que não têm “as qualidades nutricionais que as crianças precisam” e podem causar obesidade; - Gabriele explica a importância do PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar) como garantia legal para que crianças, jovens e adultos estudantes acessem alimentação de qualidade – e também como forma de financiamento à agricultura familiar; - A nutricionista explica por que o repasse anual de R$ 3,9 bilhões do governo federal para as escolas é insuficiente e reduz profundamente a qualidade da comida servida. “Para recompor as perdas, o valor do programa para 2023 deveria corresponder a R$ 7,9 bilhões”.

Repórter Unicamp
Estudo quantifica vidas salvas pelas vacinas contra Covid-19

Repórter Unicamp

Play Episode Listen Later Dec 2, 2022 2:54


Pesquisadores do Observatório Covid-19 BR, que tem cientistas da Unesp, Unicamp e USP entre os colaboradores, estima que vacinação evitou até 178 mil hospitalizações de idosos no Brasil.__Fábio Mazzitelli (Rádio Unesp)

Arena de Ideias
Arena de Ideias #98 | Pesquisas de opinião e a divergência nas urnas

Arena de Ideias

Play Episode Listen Later Dec 1, 2022 61:22


Mudança repentina na intenção de voto? Recusa em responder às pesquisas? Abstenção? O que houve no primeiro turno das #Eleições2022? Após a apuração, foi observado que alguns institutos de pesquisas apresentaram estimativas fora da margem de erro máxima estipulada. Na Internet, o assunto dominou as redes sociais. No Senado, pode ser instalada uma CPI para investigar os órgãos responsáveis pelas pesquisas de intenção de voto. Como construir uma nova relação com o eleitorado brasileiro no segundo turno? Para discutir sobre o assunto, receberemos o cientista político Alberto Carlos Almeida, diretor do Instituto Brasilis, no #ArenaDeIdeias desta quinta-feira (13). A importância do voto evangélico também é assunto nesse episódio. Manuela Löwenthal, doutoranda em Ciências Sociais e pesquisadora do Observatório Evangélico, estará conosco. A apresentação é de Liliane Pinheiro, diretora-executiva da Oficina Consultoria.

Estadão Notícias
Como o bolsonarismo contribuiu para onda neonazista no Brasil

Estadão Notícias

Play Episode Listen Later Nov 24, 2022 27:28


Nos dois últimos anos, o Brasil começou a perceber um aumento de grupos neonazistas em território nacional. De acordo com o Observatório Judaico dos Direitos Humanos no Brasil, foram mais de 100 casos entre 2019 e junho de 2022. Um desses episódios, nesta semana, levou à prisão de oito pessoas em uma célula neonazista em Santa Catarina. Aliás, o Estado é o que tem registrado o maior número de casos desse tipo. Até por isso, um grupo foi criado pelo Ministério Público para investigar essas células no Estado. O procurador-geral da República, Augusto Aras, já manifestou preocupação com grupos neonazistas de Santa Catarina durante uma conversa com o governador eleito, o senador Jorginho Mello (PL). De acordo com a antropóloga e pesquisadora do tema, Adriana Dias, entre 2019 e 2021, houve um aumento de 258% no número de pessoas que passaram a integrar grupos neonazistas. São cerca de 10 mil novos militantes nos 52 grupos organizados em 530 células, que estão distribuídas nas cinco regiões do Brasil. Afinal, a que se deve a expansão desses grupos no Brasil? De que maneira o bolsonarismo contribui para a ascensão desse tipo de ideologia? No ‘Estadão Notícias' de hoje, vamos falar sobre o assunto com a doutora em Antropologia Social pela Unicamp e pesquisadora dos movimentos neonazistas no Brasil, Adriana Dias. O ‘Estadão Notícias' está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte  Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Expresso - Expresso da Manhã
Rir nem sempre é o melhor remédio

Expresso - Expresso da Manhã

Play Episode Listen Later Nov 22, 2022 11:54


A “droga do riso” está a preocupar a Europa e o uso do óxido nitroso, também conhecido como “gás hilariante”, foi tema central de um relatório do Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência. A aquisição desta substância é muito fácil e são os efeitos, a curto e a médio prazo, da utilização deste gás que preocupam as autoridades de saúde. Neste episódio, conversamos com a jornalista Helena Bento.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Angu de Grilo
Especial Consciência Negra: Jurema e Lúcia #162

Angu de Grilo

Play Episode Listen Later Nov 22, 2022 96:32


Excelente terça-feira, angulers! No #162, uma aula. Mais um Angu histórico! Recebemos Jurema Werneck, diretora executiva da Anistia Internacional Brasil, e Lúcia Xavier, coordenadora geral de Criola, para um papo franco e direto sobre passado, presente e futuro. Nesse Dia da Consciência Negra, parem tudo e ouçam Jurema e Lúcia falando do passado político brasileiro, dos desenhos dos atuais grupos de transição, um balanço da pandemia e o que podemos esperar do futuro. Que honra! Sirvam-se! Edição e mixagem: Tico Pro - Laranja Preta Produtora - Indicações do #162: - Criola: https://criola.org.br/ - Anistia Internacional Brasil: https://anistia.org.br/ - Observatório dos Direitos Humanos: Crise da Covid-19: https://observadhecovid.org.br/ - “Os usos da raiva: mulheres respondendo ao racismo”, de Audre Lorde: https://bit.ly/3TW9ETe

E eu com isso?
#193 Lula e o Hamas

E eu com isso?

Play Episode Listen Later Nov 16, 2022 39:50


Logo que Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito presidente do Brasil, uma nota parabenizando o petista chamou a atenção. O texto dizia que a eleição de Lula era (abre aspas) “uma vitória para todos os povos oprimidos ao redor do mundo, particularmente o povo palestino, pois ele é conhecido por seu forte e contínuo apoio aos palestinos em todos os fóruns internacionais”. A nota é do grupo terrorista Hamas, que domina a Faixa de Gaza. Quando o Hamas parabenizou Lula, o tema ganhou não só a comunidade judaica, mas as redes sociais. Opositores passaram a relacionar diretamente o petista com o grupo terrorista. Hoje, nossa ideia é esclarecer se há efetivamente uma relação entre as partes. Nosso convidado é Guilherme Casarões, cientista político, professor da FGV de São Paulo e coordenador do Observatório da Extrema Direita. Apresentação: Anita Efraim e João Torquato.

Rádio Gaúcha
Secretário executivo do Observatório do Clima, Marcio Astrini - 16/11/2022

Rádio Gaúcha

Play Episode Listen Later Nov 16, 2022 12:44


Repercussão do discurso de Lula na COP 27

Rádio Companhia
#221 - Rádio Doc Companhia: Frantz Fanon

Rádio Companhia

Play Episode Listen Later Nov 15, 2022 26:36


Na quinta edição da Rádio Doc Companhia, refletimos sobre a vida e a obra de Frantz Fanon, a quem a escritora e ativista Angela Davis chamou de "o mais poderoso teórico do século". * Psiquiatra, filósofo político, militante revolucionário e um dos mais importantes pensadores da luta antirracista e anticolonial, além de inspiração central para os movimentos negros e de direitos civis ao redor do mundo. * A edição conta com a participação de Deivison Faustino (professor da Unifesp e especialista na obra de Fanon), Marcos Queiroz (mestre em direito pela UNB e professor do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa), Muryatan Barbosa (historiador e professor da Universidade Federal do ABC), Suely Aires Pontes (mestre e doutora em FilosofiA da Psicanálise pela Unicamp) e Thales Vieira (Coordenador do Observatório da Branquitude). * Conheça os livros de Frantz Fanon publicados pela Zahar:

Meio Ambiente
Mecanismos financeiros negociados na COP27 podem beneficiar o Brasil? Entenda

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later Nov 8, 2022 20:26


Perdas e danos, fundos de adaptação e mitigação, mercado de carbono. O maior foco da 27ª Conferência do Clima das Nações Unidas (COP27), apelidada de COP da implementação, é desenhar ou colocar em prática diferentes mecanismos financeiros para que os países menos desenvolvidos possam enfrentar as mudanças do clima. Lúcia Müzell, da RFI O primeiro dia do evento já marcou um pontapé inicial importante para as duas semanas de negociações entre os 197 países representados na cúpula, sediada no balneário de Sharm el-Sheik, no Egito. A presidência egípcia do evento anunciou a inclusão, nos debates, do financiamento sobre as “perdas e danos” sofridos pelos países mais vulneráveis às catástrofes climáticas. Sébastien Treyer, diretor-geral do Instituto do Desenvolvimento Sustentável e as Relações Internacionais (Iddri), em Paris, destaca que essa concessão dos países desenvolvidos se tornou imprescindível para o avanço do diálogo. “É uma questão que os países do sul levantavam há mais de uma década, e a novidade é que os países do norte aceitaram que é uma questão inevitável. Os estragos catastróficos causados pelas mudanças climáticas do ponto de vista econômico, mas também social, são enormes”, salienta. “Os países pobres não podem enfrentá-los sozinhos.” O problema agora será definir as modalidades para a entrega dos recursos: quanto, para quem, para quê. Os países ricos, liderados pelos americanos, defendem que a questão deveria ser gerenciada por outros órgãos já existentes, como o Banco Mundial e o FMI. Essas instituições atenderiam às necessidades dos países quando eles são vítimas de eventos extremos – a exemplo das enchentes no Paquistão, que destruíram um terço do país e atingiram mais de 30 milhões de pessoas. “Estamos numa COP em que a confiança está em jogo. Os países do sul estão dizendo que não confiam mais nos do norte. Agora, qual será o resultado dessas discussões na COP, é uma incógnita, afinal uns preferem usar o termo ‘compensação', mas outros, ‘reparação'. Esse é um limite que os países ricos não querem atingir: determinar reparações pelas dívidas ecológicas”, afirma Treyer. “O Acordo de Paris é muito claro neste ponto, graças às precisões exigidas pelos Estados Unidos: as perdas e danos não poderão resultar em ações judiciais por reparação.” Conta do clima Além do mecanismo de perdas e danos, a cada COP, a questão do financiamento das ações de adaptação e redução de emissões de gases de efeito estufa nos países em desenvolvimento volta à mesa. Os US$ 100 bilhões por ano a partir de 2020, prometidos há 13 anos pelos países desenvolvidos, só chegaram a US$ 83 bilhões. Enquanto isso, a conta já aumentou e vai continuar a crescer – pode quintuplicar até 2030 e passar para a casa do trilhão de dólares no horizonte de 2050. Até 2024 os países deverão definir um novo valor anual, que entrará em vigor no ano seguinte. “Esse fundo é para que esses países possam continuar produzindo e se desenvolvendo, porém com baixo carbono. Mas é uma conta que nunca fechou nas negociações e atrapalha o andamento de todos os acordos nas COPs”, observa Márcio Astrini, secretário-executivo do Observatório do Clima. O aumento da transparência é o ponto-chave para desbloquear essas ajudas. Por um lado, os países ricos ainda têm muita desconfiança em relação aos pobres sobre o destino dos recursos. Por outro, os pobres alegam que só poderão desenvolver projetos robustos quando receberem o financiamento. Como o Brasil pode se beneficiar? Nem todos os países em desenvolvimento terão acesso aos mecanismos que estão sendo negociados na COP27. O Brasil, grande economia emergente responsável por 5% das emissões globais, tende a cada vez mais ter de contribuir para os fundos internacionais do que a recebê-los. Em tese, na posição de país em desenvolvimento, o Brasil pode receber recursos para conservação da biodiversidade e transição energética. Mas com o atual passivo na área ambiental, o país dificilmente terá acesso a mais verbas internacionais. “O Brasil já recebe auxílio de outros países há muito tempo, o Fundo Amazônia, para cuidar do nosso maior problema de emissão que é o desmatamento. O Brasil praticamente não entra nesses dois principais mecanismos que estão sendo debatidos aqui – não que ele não possa pleitear nada, mas a gente já recebe recursos e têm condições de lidar com os nossos problemas”, ressalta Astrini. Num exemplo concreto, o desmatamento e outras atividades ilegais ameaçam a maior área protegida do mundo, no norte do Pará. O Estado lidera o ranking da devastação da Amazônia desde 2006. Na linha de frente da destruição das florestas, estão os povos indígenas – em setembro, seis dos 10 territórios indígenas mais desmatados no país ficavam no Pará. Eles sofrem não só com a invasão das suas terras, como também os impactos do garimpo ilegal, que polui os rios e prejudica a agricultura de subsistência das populações locais. A líder Puyr Tembé, presidente da Federação Estadual dos Povos Indígenas do Pará (Fepipa), frisa que os Estados amazônicos estarão na COP27 para pedir apoio internacional, inclusive com recursos financeiros, mas não cumprem a sua parte na fiscalização e regularização de terras. “Cabe a nós voltar para os nossos Estados e cobrar para fazer parte desses processos e aportes de recursos. Estaremos lá defendendo, brigando para que esses recursos cheguem de fato onde precisam chegar: nas populações indígenas. É pela proteção e monitoramento territorial, na vigilância, na defesa da nossa cultura e educação”, disse à RFI, em entrevista realiza em Belém do Pará, no fim de outubro. Os Estados podem, por exemplo, verificar os Cadastros Ambientais Rurais (CARs) das propriedades e cancelar os que estejam sobrepostos a áreas protegidas por lei, o que possibilita a ocorrência de crimes ambientais. No âmbito federal, as responsabilidades de fiscalização e proteção das áreas protegidas são ainda maiores – mas o direcionamento do governo de Jair Bolsonaro foi no sentido oposto. Fazer o dever de casa Para citar apenas um exemplo, em 2020 o Executivo apresentou ao Congresso um projeto de lei (PL191) para legalizar a mineração em terras indígenas. “Quem deve ser cobrado em primeiro lugar é o governo brasileiro, porque a grande maioria dessas atividades que ocorrem nas terras indígenas são ilegais. Não é uma consequência das mudanças climáticas. É uma questão responsabilidade do governo federal, que precisa garantir que essas áreas não sejam invadidas e que situações predatórias, de exploração dessas áreas, não ocorram”, afirma o secretário-executivo do Observatório do Clima. “O que vale é muito mais cumprir a lei do que alguma compensação que venha das negociações na COP.” No âmbito da Conferência do Clima, o maior interesse financeiro do Brasil é por avanços na definição de mercado internacional de créditos de carbono. A expectativa é por mais precisões sobre como ele vai funcionar – o dispositivo de compensação de emissões está previsto no artigo 6º do Acordo de Paris sobre o Clima, e começou a sair do papel na COP26, em Glasgow, no ano passado. “Esse mercado abre uma janela de oportunidades muito grande para o Brasil. O Brasil talvez seja uma das únicas grandes economias que pode não apenas ser neutro em emissões em 2050, como se tornar um país que capta carbono. As florestas são sumidouras de carbono: elas sequestram CO2 da atmosfera”, explica Astrini. Em linhas gerais, o mecanismo visa permitir a venda de créditos de carbono por países que conseguem cumprir as suas metas de redução de emissões de gases de efeito estufa para nações com dificuldades de atingir os seus objetivos. Esses países em “dívida” poderão financiar projetos que promovam a queda de emissões ou capturem carbono, como reflorestamento ou transição energética – geradores de “créditos” de CO2. “Mas não adianta a gente pensar que poderá desenvolver esse potencial desmatando florestas, como a gente faz hoje. Com um avanço de 73% do desmatamento, como vimos nos últimos três anos, nós não vamos ter crédito para vender, mas sim teremos dívidas para explicar”, sublinha o ambientalista.

Estadão Notícias
Lula na COP-27 e o futuro da política ambiental brasileira

Estadão Notícias

Play Episode Listen Later Nov 8, 2022 25:54


O presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), figura como uma das principais atrações da COP-27, que é a conferência sobre o clima da Organização das Nações Unidas (ONU). O novo governo deve mostrar ao mundo o potencial de geração de energia limpa do País. O presidente eleito, Lula, também pretende usar a COP-27 para realizar encontros bilaterais considerados cruciais para a sua retomada ao comando do Palácio do Planalto. O petista pretende se reunir com os presidentes dos Estados Unidos, Joe Biden, e da França, Emmanuel Macron. Jair Bolsonaro (PL) se queixou da decisão do presidente eleito de ir à conferência climática da Organização das Nações Unidas, em um desabafo que foi testemunhado por auxiliares. O atual presidente chamou o petista de “usurpador” e o acusou de vestir a faixa presidencial antes da hora. Mais de 190 países vão participar da cúpula, incluindo o Brasil. Cerca de 90 chefes de Estado confirmaram sua presença, porém, alguns líderes mundiais não devem comparecer ao evento, enviando representantes do seu governo, como Vladimir Putin, presidente da Rússia. No ‘Estadão Notícias' de hoje, vamos conversar sobre esse assunto com o secretário executivo do Observatório do Clima, Marcio Astrini, que está na COP-27, no Egito. O ‘Estadão Notícias' está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Gabriel Lara Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O Assunto
Bolsonaro na trilha de Donald Trump

O Assunto

Play Episode Listen Later Nov 4, 2022 25:40


Ambos passaram os respectivos mandatos lançando descrédito sobre o sistema eleitoral pelo qual chegaram ao poder. Derrotado na tentativa de obter o segundo mandato, o americano investiu meses na contestação do resultado, até insuflar a invasão ao Congresso em 6 de janeiro de 2021. Por aqui, a apuração rápida e segura, encerrada na noite do próprio domingo, inviabilizou qualquer questionamento à Justiça Eleitoral, a despeito das ameaças prévias do presidente. E este então se recolheu num silêncio de dois dias que foi a senha para os bloqueios ilegais em rodovias. Na comparação com os Estados Unidos, o Brasil padece de duas desvantagens, avalia Guilherme Casarões, professor da FGV-SP e coordenador do Observatório da Extrema-Direita. Primeiro, “um ímpeto golpista mais presente”. Depois, a opacidade das Forças Armadas, que se associaram ao atual governo e jamais manifestaram de forma inequívoca seu compromisso com a ordem constitucional. O cientista político chama a atenção para a ambiguidade das falas de Bolsonaro - que orientou os manifestantes a sair das estradas na mesma mensagem em que voltou a estimular outros atos de cunho golpista. Segundo Casarões, o presidente derrotado “vive um dilema”: quer manter seus radicais motivados e, ao mesmo tempo, não se inviabilizar como líder da oposição ao futuro governo petista.

Brazil Unfiltered
What Lula's Victory Means for Brazil & the World with Guilherme Casarões

Brazil Unfiltered

Play Episode Listen Later Oct 31, 2022 49:33


In this episode of Brazil Unfiltered, James Naylor Green speaks with Guilherme Casarões. Guilherme is a Senior Researcher at the Brazilian Center of International Relations, a professor at the Fundação Getúlio Vargas in São Paulo, and a member of the Observatório da Extrema Direita. His research explores topics related to Brazilian foreign policy, Latin American politics, and the rise of the extreme. Brazil is going through turbulent times. There's never been a more important moment to understand Brazil's politics, society, and culture. To go beyond the headlines, and to ask questions that aren't easy to answer. 'Brazil Unfiltered,' does just that. This podcast is hosted by James N. Green, Professor of Brazilian History and Culture at Brown University and the National Co-Coordinator of the U.S. Network for Democracy in Brazil.Brazil Unfiltered is part of the Democracy Observatory, supported by the Washington Brazil Office, and produced by Camarada Productions.➡️ https://www.braziloffice.org/en/observatory#activities

Notícias Agrícolas - Podcasts
Enquanto agronegócio brasileiro evolui para reduzir emissões, Europa dá passos atrás na produção energética

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Oct 17, 2022 61:21


Daniel Vargas, do Observatório de Bioeconomia da FGV, falou no Conexão Campo Cidade sobre a emissão de gases de efeito estufa no Brasil e os mecanismos para o produtor rural ganhar com a preservação ambiental

MVP StartSe
Organizações Infinitas #19 | Observatório de sinais

MVP StartSe

Play Episode Listen Later Oct 12, 2022 28:17


Episódio transmitido em 12/10/22. Organizações que promovem transformações contínuas e inclusivas e geram valor de maneira extraordinária são infinitas. Toda quarta-feira, às 17h, você dá mais um passo para entender melhor como esse modelo de negócio funciona, através do nosso Podcast Organizações Infinitas. Faça seu diagnóstico corporativo gratuito aqui

Bem Estar
Mitos e Verdades sobre o Câncer de Mama

Bem Estar

Play Episode Listen Later Oct 12, 2022 30:42


Você sabia que quase metade das brasileiras fazem o diagnóstico do câncer de mama quando a doença já está avançada? E que mais de 60% só começaram o tratamento depois do prazo de 60 dias a partir da confirmação do câncer que é determinado pela lei brasileira. Esses são dados de uma pesquisa do Instituto Avon e do Observatório de Oncologia que mostrou ainda que, com a pandemia, as mulheres deixaram de fazer a mamografia, principal exame para diagnosticar o câncer de mama. A pior taxa de cobertura é no Distrito Federal: apenas 4% das mulheres estão fazendo o rastreamento da doença. O câncer de mama é a segunda causa de mortalidade das brasileiras. São 66 mil novos casos por ano e 18 mil mortes. Mas quando a doença é diagnosticada no seu estágio inicial, a chance de cura chega a 95%. Por isso é tão importante para a mulher fazer a prevenção correta, conhecer seus direitos e se informar sobre o câncer de mama. Nesse episódio do Podcast do Bem Estar a gente vai esclarecer alguns mitos sobre a doença. Quem vai conversar com a gente é a mastologista Fabiana Makdissi, líder do Centro de Referência em Tumores da Mama do A.C. Camargo Cancer Center, ela mesma teve câncer aos 45 anos.

Durma com essa
O Brasil vai virar a Venezuela? Uma ameaça que paira no ar

Durma com essa

Play Episode Listen Later Oct 11, 2022 23:29


Declarações do presidente Jair Bolsonaro de que avalia a possibilidade de encampar uma proposta para aumentar o número de ministros do Supremo Tribunal Federal repercutiram nesta segunda-feira (10). O ex-ministro da corte, Marco Aurélio Mello, chamou a proposta de saudosismo da ditadura. O deputado Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo na Câmara, diz que a proposta é uma “reação ao ativismo político do Judiciário”. O Durma com Essa explica como o governo da Venezuela, que Bolsonaro costuma associar ao PT, manipulou a composição de seu Tribunal Supremo para torná-lo uma linha auxiliar. É um passo para a autocracia, segundo Carlos Ranulfo Melo, professor de ciência política da Universidade Federal de Minas Gerais e membro do Observatório das Eleições. O programa traz também o redator Marcelo Montanini falando do recrudescimento da guerra na Ucrânia e a estagiária Beatriz Gatti, falando do conteúdo que ela produziu para a editoria Ponto Futuro sobre o que pode ser feito das terras desmatadas da Amazônia.

Uma estrangeira
Guilherme Casarões

Uma estrangeira

Play Episode Listen Later Sep 17, 2022 62:37


No 71º episódio do podcast, a minha conversa é com o professor Guilherme Casarões, cientista político, professor na FGV, especialista em política externa e movimentos de extrema direita. Ele coordena o Observatório da Extrema Direita. Eu amei esta conversa e aprendi demais e independente das suas convicções, seja para qual for o candidato que você irá votar nas eleições, seja qual for sua visão de mundo, escutem! E escutem com o coração aberto para gente entender as raízes, as motivações porque estamos no mundo político que vivemos hoje. Você pode encontrar o Guilherme em: https://twitter.com/GCasaroes https://www.instagram.com/casaroes/ https://www.youtube.com/c/Euviomundo/about Neste episódio foram citados: https://twitter.com/oedbrasil https://www.oedbrasil.com.br https://twitter.com/letcesar Eu sou a Gabi Oliveira, antropóloga, mãe de dois e professora, e este é o meu podcast, “Uma estrangeira”. Você também pode me encontrar no meu instagram @gabi_instaaberto. Para contar o que você está achando do podcast, mandar sugestões, perguntas e acompanhar os episódios, é só seguir o instagram @umaestrangeira_podcast ou escrever para o email umaestrangeirapodcast@gmail.com. Este podcast é produzido e editado por Fabio Uehara (@fauehara). --- Send in a voice message: https://anchor.fm/uma-estrangeira/message

O Assunto
Bolsonaro: licença para atacar jornalistas

O Assunto

Play Episode Listen Later Sep 15, 2022 29:42


O caso de Vera Magalhães, agredida pelo presidente em um debate e, dias depois, por um apoiador dele em outro, é o mais recente da longa lista. Ofensas dirigidas sobretudo a mulheres e com método: insinuações de cunho sexual e comentários demeritórios a respeito de intelecto ou aparência para “perturbar o debate público”, explica a antropóloga Isabela Kalil, e deixar sem resposta perguntas incômodas, seja sobre as rachadinhas da família, seja sobre a gestão desastrosa da pandemia. Em conversa com Renata Lo Prete, a coordenadora do Observatório da Extrema Direita lembra que Bolsonaro começou a praticar “violência política de gênero” anos antes de mirar repórteres como Patrícia Campos Mello e Miriam Leitão. Em 2014, ele ganhou atenção nacional “exatamente por insultar uma mulher”, a então deputada petista Maria do Rosário - e mais ou menos na mesma época surgiu nas redes sociais a plataforma “Bolsonaro presidente”. Participa também do episódio a advogada Taís Gasparian, especialista em direito civil relacionado à imprensa. Ela destaca que a tentativa de cercear a atividade jornalística por meio de intimidação “é uma forma de censura”, e que, ao praticá-la, Bolsonaro “dá uma espécie de salvo-conduto” para que aliados como o deputado estadual Douglas Garcia (Republicanos-SP), agressor de Vera, façam o mesmo.

E Tem Mais
Fake news nas eleições: campanha testa iniciativas de combate à desinformação

E Tem Mais

Play Episode Listen Later Sep 14, 2022 27:48


Neste episódio do E Tem Mais, Carol Nogueira apresenta um panorama dos esforços da Justiça Eleitoral para combater a disseminação de fake news durante a campanha das eleições deste ano. Um pesquisa recente apontou que quatro em cada dez brasileiros dizem receber notícias falsas diariamente. Um outro levantamento, encomendado pela CNN, apontou um crescimento de 462%, entre 2008 e 2022, na emissão de documentos para comprovar a prática de crimes virtuais, incluindo o uso de fake news para calúnia, injúria e difamação.  Diante das preocupações com os possíveis efeitos da desinformação na votação de outubro, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tem colocado em prática novas medidas na tentativa de fechar o cerco contra quem tenta conquistar os votos dos eleitores por meio da divulgação de fake news. Para apontar os avanços e as dúvidas sobre os mecanismos de enfrentamento ao uso de notícias falsas na campanha eleitoral, participam deste episódio o pesquisador Alexandre Pacheco, coordenador do Observatório de Desinformação nas Eleições de 2022 da FGV, e o advogado Guilherme Barcelos, especialista em direito eleitoral. Com apresentação de Carol Nogueira, este podcast é produzido pela Maremoto para a CNN Brasil. Você também pode ouvir o E Tem Mais no site da CNN Brasil. E aproveite para conhecer os nossos outros programas em áudio. Acesse: cnnbrasil.com.br/podcasts.

A Terra é redonda (mesmo)
Prato do dia: agro ao forno

A Terra é redonda (mesmo)

Play Episode Listen Later Sep 6, 2022 55:35


Plantar e comer tem tudo a ver com a crise climática. Os cientistas estão avisando faz tempo que um mundo mais quente seria um desastre para o agronegócio. A conta de tanto boi, fertilizante e desmatamento já começou a chegar.   Convidados: - Eduardo Assad, engenheiro agrônomo aposentado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, estudioso dos efeitos da crise climática para o agronegócio; - Natalie Unterstell, especialista em políticas públicas ambientais e presidente do Instituto Talanoa; - Marcello Brito, engenheiro de alimentos e agroambientalista; - Roberta Del Giudice, advogada especializada em direito ambiental, secretária executiva do Observatório do Código Florestal;  - Karen Oliveira, geóloga e ambientalista, gerente de políticas públicas da ONG The Nature Conservancy Brasil; - Ricardo Abramovay, economista, cientista político e filósofo, professor da Universidade de São Paulo, autor de diversos livros, entre eles “Infraestrutura para o desenvolvimento sustentável da Amazônia”.

Ilustríssima Conversa
O futuro da política ambiental do Brasil, com Suely Araújo

Ilustríssima Conversa

Play Episode Listen Later Sep 3, 2022 39:52


O futuro da política ambiental do Brasil é o tema do segundo episódio da série especial do Ilustríssima Conversa que discute o que vem pela frente em questões importantes da conjuntura atual. A convidada deste episódio, Suely Araújo, é doutora em ciência política pela UnB, onde atua como pesquisadora colaboradora, e especialista sênior em políticas públicas no Observatório do Clima. Ela foi consultora legislativa da Câmara dos Deputados e presidente do Ibama de 2016 a 2018. Na conversa, Araújo afirma que o Brasil tem condições de reverter o desmonte da política ambiental e enfrentar o desmatamento ilegal e outros crimes na Amazônia desde que Jair Bolsonaro não seja reeleito. Para a pesquisadora, um eventual novo governo não deve só reconstruir a política ambiental olhando para trás —será preciso avançar e firmar um compromisso com uma agenda climática mais ampla, que permita ao país avançar rumo a uma economia de carbono negativo e se adaptar aos efeitos da crise climática. Produção e apresentação: Eduardo Sombini Edição de som: Raphael Concli See omnystudio.com/listener for privacy information.

Durma com essa
Por que as cotas raciais deram certo no ensino brasileiro

Durma com essa

Play Episode Listen Later Aug 29, 2022 17:45


A Lei de Cotas completa 10 anos nesta segunda-feira (29). Foi essa a legislação que determinou que universidades e institutos federais de educação, ciência e tecnologia reservem metade de suas vagas para estudantes que tenham cursado integralmente o ensino médio em escolas públicas, com parcelas dentro dessa porcentagem reservadas por critérios socioeconômicos e raciais. O “Durma com essa” mostra como a Lei de Cotas contribuiu para o acesso à educação no país. O episódio também tem a participação da cientista política Flávia Biroli, do Observatório das Eleições 2022, falando sobre a representatividade de gênero e raça nas eleições de 2022, na série de ensaios que o Nexo publica, e a participação do redator Cesar Gaglioni, que fala sobre a vacinação contra a poliomielite no país. Conheça a Ponto Futuro, nova editoria do Nexo: https://www.nexojornal.com.br/pontofuturoLeia o ensaio de Flávia Biroli, Carlos Machado e Danusa Marques: https://www.nexojornal.com.br/ensaio/2022/O-que-est%C3%A1-em-jogo-nas-elei%C3%A7%C3%B5es-2022-g%C3%AAnero-e-ra%C3%A7a

A Terra é redonda (mesmo)
Agora é guerra

A Terra é redonda (mesmo)

Play Episode Listen Later Aug 23, 2022 56:26


De um lado, povos indígenas, ambientalistas e defensores da floresta de pé; do outro, grileiros, madeireiros, garimpeiros e pescadores ilegais, cada vez mais envolvidos com facções criminosas armadas e organizadas. Quem ganhar as eleições em 2022 vai ter como desafio imediato desarmar essa bomba da escalada da violência na Amazônia.  Convidados: - Alessandra Korap, ativista indígena do povo Munduruku; - Claudio Angelo, jornalista, coordenador de comunicação no Observatório do Clima, autor de “A espiral da morte”;  - Beto Marubo, ativista indígena do povo Marubo e integrante da União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja); - Natalie Unterstell, especialista em políticas públicas ambientais e presidente do Instituto Talanoa; - Allan de Abreu,  repórter da piauí, autor de “Cocaína: a rota caipira” e “Cabeça Branca: a caçada ao maior narcotraficante do Brasil”; - Sonia Guajajara, ativista indígena do povo Guajajara e coordenadora-executiva da Apib (Articulação dos Povos Indígenas do Brasil).

Durma com essa
A busca pelos evangélicos na disputa presidencial de 2022

Durma com essa

Play Episode Listen Later Aug 22, 2022 15:54


O candidato Ciro Gomes (PDT) criticou nesta segunda-feira (22) a inserção da religião na pauta da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ele afirmou que a esquerda petista “repete a prática de tentativa de manipular a religiosidade do povo”. O “Durma com Essa” fala sobre como os candidatos buscam atrair o voto evangélico. O episódio também tem a participação da professora Marjorie Marona, do Observatório das Eleições 2022, falando sobre a importância do Judiciário para a votação, na série de ensaios que o Nexo publica, e da ativista Txai Suruí, que fala sobre o futuro da Amazônia e dos indígenas. Conheça a Ponto Futuro, nova editoria do Nexo, clicando aqui: https://www.nexojornal.com.br/pontofuturo.Link para o ensaio: https://www.nexojornal.com.br/ensaio/2022/O-que-est%C3%A1-em-jogo-nas-elei%C3%A7%C3%B5es-2022-o-Poder-Judici%C3%A1rio

A Terra é redonda (mesmo)

O Ministério do Meio Ambiente está de pé, mas todo comido por dentro. Está na hora de começar a descupinização e discutir as medidas que temos que tomar já para reconstruir a política ambiental brasileira. Convidados: - Natalie Unterstell, especialista em políticas públicas ambientais e presidente do Instituto Talanoa; - José Olímpio Augusto Morelli, engenheiro agrônomo e agente do Ibama; foi o fiscal que multou Jair Bolsonaro em Angra dos Reis em 2012; - Suely Araújo, advogada e ambientalista, ex-presidente do Ibama e especialista sênior em políticas públicas do Observatório do Clima; - Adriana Ramos, ambientalista, coordenadora de política e direito socioambiental no Instituto Socioambiental; - João Paulo Capobianco, biólogo e ambientalista, ex-secretário executivo do Ministério do Meio Ambiente; foi um dos autores do plano de combate ao desmatamento na Amazônia adotado a partir de 2004; - Carlos Nobre, climatologista, pesquisador do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo; é um dos autores dos estudos que alertam para a iminência dos pontos de não-retorno da Amazônia.

Durma com essa
Como os Estados Unidos lidam com o golpismo de Bolsonaro

Durma com essa

Play Episode Listen Later Aug 8, 2022 14:22


A agência de notícias Reuters revelou nesta segunda-feira (8) que o Congresso americano está resistindo a liberar o envio de mísseis antitanque Javelin ao Brasil por causa do discurso golpista do presidente Jair Bolsonaro. Os parlamentares querem entregar a encomenda das Forças Armadas, no valor de até US$ 100 milhões, só depois de outubro, quando Bolsonaro vai tentar a reeleição. O “Durma com essa” mostra a posição dos EUA diante das tensões institucionais brasileiras. O episódio também traz a participação do cientista político Carlos Ranulfo Melo, do Observatório das Eleições 2022, falando sobre a centro-direita da política nacional, na série de ensaios que Nexo publica nos próximos meses.Leia o ensaio de Carlos Ranulfo Melo aqui: https://www.nexojornal.com.br/ensaio/2022/O-que-est%C3%A1-em-jogo-nas-elei%C3%A7%C3%B5es-de-2022-centro-direita?position-home=1