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Comissão de Meio Ambiente aprovou projeto que cria Política Nacional de Fomento à Agricultura Regenerativa.
Semana do Meio Ambiente, projeto "Arcos da Borges" e conscientização sobre coleta seletiva e de resíduos orgânicos.
Semana do Meio Ambiente, projeto "Arcos da Borges" e conscientização sobre coleta seletiva e de resíduos orgânicos.
Dados do sistema Deter, divulgados pelos Ministérios do Meio Ambiente da Ciência e Tecnologia apontam para quedas de 61,4% na Amazônia e de 12,2% no Cerrado nos alertas em maio, o que confirma o esforço brasileiro no combate ao desmatamento ilegal, contrariando argumento usado pelo Escritório Comercial dos EUA.Sonoras:
Como parte das atividades alusivas ao Mês do Meio Ambiente, foi realizada nesta quarta-feira (10) a Blitz ESG Verde – Carbonífera Catarinense & PROA, uma iniciativa voltada à conscientização ambiental e ao incentivo de práticas sustentáveis junto à comunidade. A ação foi conduzida pelos alunos do Projeto PROA – Protetores Ambientais, desenvolvido pela Polícia Militar Ambiental de Santa Catarina e realizado pela primeira vez no município. O projeto busca formar jovens multiplicadores de conhecimento sobre a preservação do meio ambiente e a responsabilidade socioambiental. Durante a blitz, os participantes distribuíram mudas de árvores nativas e materiais educativos com orientações sobre a importância da conservação dos recursos naturais, do plantio de espécies adequadas e da adoção de hábitos que contribuam para a sustentabilidade. A iniciativa teve como objetivo sensibilizar a população para o papel de cada cidadão na construção de um futuro mais verde e ambientalmente responsável. A Blitz ESG Verde integra as ações desenvolvidas em comemoração ao Mês do Meio Ambiente e reforça a parceria entre a Carbonífera Catarinense, a Polícia Militar Ambiental e o Projeto PROA, promovendo educação ambiental e aproximando a comunidade de iniciativas voltadas à preservação da natureza. O repórter Álvaro Souza acompanhou o evento e conversou com os alunos participantes, além de representantes da Carbonífera Catarinense e da Polícia Militar Ambiental, que destacaram a importância da conscientização e do engajamento coletivo na proteção do meio ambiente.
Nesta quinta-feira, no dia da abertura do Mundial de Futebol do Canadá, Estados Unidos e México, não podíamos deixar de evocar o arranque desta competição desportiva. Esta competição que decorre a partir deste 11 de Junho até ao dia 19 de Julho promete ser rica em emoções mas, desde já, tem sido marcada por várias polémicas. E isso bem longe dos relvados. Ainda nesta quarta-feira, a ONU apelou Washington a rever "profundamente" a aplicação da sua política migratória, na sequência de tensões resultantes da recusa de os Estados Unidos atribuírem um visto a Omar Artan, árbitro da Somália, as autoridades americanas tendo igualmente vedado a entrada a membros da comitiva iraniana, apesar de protestos da Federação Internacional de Futebol (FIFA). Outro aspecto problemático: a festa do desporto-rei não é para todos. Para um adepto ir ver um jogo, tem que gastar uma média de mil Dólares, o preço de alguns bilhetes podendo ultrapassar os seis mil Dólares. Para além do custo dos bilhetes, há também as despesas de viagem e estadia entre as diversas cidades, muito distantes umas das outras, que vão acolher os jogos: Toronto e Vancouver no Canadá, Atlanta, Boston, Dallas, Houston, Kansas City, Los Angeles, Miami, Nova Iorque, Filadélfia, San Francisco e Seattle nos Estados Unidos, bem como Guadalalajara, Guadalupe e a capital do México. Com estes destinos todos, 48 equipas em vez de 32 em edições anteriores, 104 jogos e uma dezena de dias suplementares para esta competição, este Mundial 2026, promete também ser um dos mais poluentes jamais organizados, apesar de a FIFA ter chegado a apresentar uma estratégia para limitar a sua pegada ambiental. Refira-se, entretanto, que dentro de quatro anos, adopta-se uma fórmula semelhante, com Marrocos, Espanha e Portugal a acolherem o Mundial 2030. Foi sobre estes aspectos que conversamos com Francisco Ferreira, líder da organização ambientalista portuguesa "Zero". RFI: Como se apresenta o Mundial de Futebol 2026? Francisco Ferreira: Efectivamente, nós estamos a falar de um Mundial que será provavelmente aquele que terá maiores emissões de gases de efeito estufa, praticamente o dobro das emissões daquele que foi o Mundial no Qatar. Porque eu vou ter que usar o transporte aéreo para deslocações de vários milhares de quilómetros entre cidades como Vancouver e Miami. Estamos a falar de 16 cidades sede e com o aumento de selecções, a necessidade de transportes vai ser muitíssimo maior. E estamos a falar de todo o continente norte-americano, não propriamente de três países relativamente próximos. 85/90% das deslocações vão ter que ser em transporte aéreo. E já agora, para se ter a noção, 9 milhões de toneladas de dióxido de carbono, são aproximadamente 15 a 20% das emissões de Portugal durante um ano e, portanto, muito significativas. E, além disso, nós também devemos olhar para o clima, não apenas pelos prejuízos que estão a ser feitos com esta poluição, mas também pelo facto de nós estarmos no verão norte-americano com temperaturas e humidades que são extremas. Aliás, calcula-se que um quarto dos jogos serão em condições de stress, quer para os espectadores quer para os jogadores. Vamos ter um consumo de energia muito significativo. Com a climatização, os grupos mais vulneráveis vão estar em maior risco. Vamos ter um maior consumo de água e isso deve ser também uma preocupação. Obviamente, apesar de a FIFA ter anunciado uma estratégia para a sustentabilidade, há muitas dúvidas sobre aquilo que é uma efectiva redução, eu diria mesmo impossível, no consumo de recursos e na produção de resíduos associados à magnitude de um evento como este. E o futebol é aqui, infelizmente, um símbolo das contradições da sustentabilidade global. Ou seja, nós, em vez de mantermos um formato que poderia ter menos emissões, portanto, não passando das 32 para as 48 equipas e fazendo investimentos realmente muito significativos nas cidades sede, apesar de a FIFA apontar para os vários pilares da sustentabilidade, o económico, ambiental, a governança, os aspectos sociais, o que é facto é que nós temos exemplos de curtas melhorias, investimentos muito limitados associados a este Mundial e, portanto, o futebol que deveria ser aqui uma oportunidade absolutamente fantástica e espectacular, e temos tido bons exemplos de algumas realizações, quer de campeonatos mundiais, quer, por exemplo, dos Jogos Olímpicos. Como é que eu posso fazer este tipo de eventos desde o início até ao fim, ou seja, desde a construção até ao futuro daquilo que são os investimentos de uma forma mais amiga do ambiente e das cidades e das pessoas? Neste caso, do que conhecemos, a mais valia vai ser muito limitada. RFI: No fundo, o que se pode concluir relativamente à forma como tem sido organizado este Mundial em três países, com mais equipas, com uma duração maior, com mais jogos, é que efectivamente, a FIFA, o cálculo que fez foi sobretudo o lucro, em vez do respeito pelo meio ambiente. Francisco Ferreira: Exactamente. Portanto, logo o fundamental que tem a ver com o uso de recursos e de energia. E aqui estamos a falar, acima de tudo, dos combustíveis fósseis associados principalmente aos transportes. Estes aspectos que são, no fundo, que o que realmente interessa em termos de contribuição ou de minimização por parte da FIFA em relação a um evento desta natureza, acaba, sem quaisquer dúvidas, por vir a ter um impacto muito maior com esta expansão, onde acima de tudo foram os lucros associados que levaram a este desfecho de um aumento de 16 equipas nesta fase final do campeonato mundial. E portanto, se havia realmente um compromisso com a sustentabilidade por parte da FIFA, mais do que investimentos num ou noutro aspecto nas diferentes cidades sede, a primeira e mais importante decisão era não ter aumentado o número de equipas participantes. RFI: Relativamente a outro aspecto que desta vez tem a ver com um aspecto mais político, também houve polémica em torno do facto de os Estados Unidos continuarem a aplicar a sua política extremamente restritiva de entrada de estrangeiros no seu território e escolher a dedo quem vem, quem não vem. Há uma série de vistos que foram recusados, nomeadamente para um árbitro da Somália ou também pessoas que iam acompanhar a equipa do Irão. Francisco Ferreira: Estes aspectos são, obviamente de natureza política, mas enquadram-se numa das valências fundamentais da sustentabilidade que é a governança, bem como na componente social e com os bilhetes ao preço a que foram colocados e, obviamente com questões de participação que deveria ser completamente aberta a todos os espectadores e a todos os participantes, sejam eles directamente atletas ou dirigentes desportivos ou árbitros de futebol. Eu não poderia ter realmente restrições se quisesse estar alinhado com os princípios da sustentabilidade que a FIFA tão apregoa e que, pelos vistos, não estão a ser devidamente respeitados. RFI: Como é que vê este Mundial tendo em conta que já se antevê que para 2030 o figurino será mais ou menos o mesmo, ou seja, jogos dispersos por vários países também. Francisco Ferreira: Daí que tenha começado desde já há mais de um ano, a conversar com a Federação Portuguesa de Futebol, a olhar para os três países-chave da candidatura Portugal, Espanha e Marrocos para assegurar, por exemplo, que as deslocações que mesmo assim são muito mais próximas por comparação com o continente norte-americano, mas que possam ser feitas quer em termos de espectadores, quer em termos de equipas por comboio. E aqui até temos bons exemplos que é uma contradição que vale a pena assinalar desde já. É que, enquanto Marrocos já tem uma linha de alta velocidade, por exemplo, Portugal não tem qualquer linha nem dentro do país nem na ligação entre Portugal e Espanha. Portanto, temos quatro anos para garantir, mais uma vez, que o número de equipas é o decisivo. Mas eu tenho que fazer transformações rapidamente para minimizar aquilo que serão as actividades associadas à logística do Mundial 2030, mas que, como digo logo à partida, com um impacto menor, porque as distâncias entre Rabat, o Porto, Madrid e Lisboa são, mesmo assim, bastante menores. Ou seja, com menor impacto no ambiente, mesmo se tiver que usar o avião, do que no caso dos Estados Unidos.
Novas ações do IntegraTietê incluem monitoramento ambiental por satélite, inteligência artificial para combate a algas, ampliação da coleta de lixo flutuante e intervenções urbanas nas margens dos rios
Acordo firmado na Semana do Meio Ambiente amplia projeto “Escolas nos Parques”; novo roteiro pedagógico deve aumentar participação de alunos
Comissão de Meio Ambiente avançou na análise de um projeto que cria a Política Nacional de Circularidade das Baterias Veiculares.
Governador Tarcísio de Freitas no Dia do Meio Ambiente - Resiliência e Adaptação Climática no Parque Ecológico do Tietê
Como parte das ações em alusão ao Mês do Meio Ambiente, será realizada nesta quarta-feira (10), a partir das 13h30, a Blitz ESG Verde – Carbonífera Catarinense & PROA, iniciativa voltada à conscientização ambiental e ao incentivo de práticas sustentáveis junto à comunidade de Lauro Müller. A atividade acontecerá na Praça Henrique Lage, onde os alunos do Projeto PROA – Protetores Ambientais estarão promovendo ações educativas e realizando a distribuição gratuita de mudas de árvores nativas e materiais informativos sobre preservação do meio ambiente. O Projeto PROA é desenvolvido pela Polícia Militar Ambiental de Santa Catarina e está sendo realizado pela primeira vez no município. A proposta é formar jovens multiplicadores de boas práticas ambientais, estimulando a responsabilidade socioambiental e o cuidado com os recursos naturais. A Carbonífera Catarinense é parceira da iniciativa e sedia o projeto em seu Centro de Treinamento, local onde são desenvolvidas semanalmente as atividades de educação ambiental. Além da estrutura, a empresa também contribui com sua equipe técnica de engenheiros ambientais e outros profissionais da área, que auxiliam na formação dos participantes e no desenvolvimento das ações. A organização convida toda a população a prestigiar o evento, conhecer o trabalho desenvolvido pelos alunos do Projeto PROA e participar de mais uma atividade que reforça a importância da preservação ambiental e da construção de um futuro mais sustentável. A engenheira ambiental da Carbonífera Catarinense, Franciele Candido de Oliveira, participou de entrevista no programa Cruz de Malta Notícias para convidar a população a prestigiar o evento e destacou a importância da iniciativa para a conscientização ambiental no município.
Natália Resende - Secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística | Dia do meio ambiente Parque Ecologico Tietê.
Entrevista Completa==> https://youtu.be/5bJzpx7lAnoÉ com muito orgulho que compartilhamos a segunda apresentação oficial do IMXP 2025!Neste vídeo, recebemos Nubia Silva, CEO da BRAZDRILL BRAZILIAN DRILLYNG COMPANY , para um bate-papo técnico e estratégico imperdível. Uma oportunidade única para entender as soluções e a visão de uma das gigantes do setor para o futuro da mineração.
O Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) e a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e de Design (FAU) da USP, em parceria com a Prefeitura de São Paulo, criaram a plataforma SampaAdapta, que visa a monitorar o calor urbano e promover políticas públicas para a adaptação climática. Humberto Ribeiro da Rocha, professor do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP, explica como o projeto surgiu e como funciona o monitoramento. “A iniciativa é da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente da Prefeitura de São Paulo e vem de um projeto feito em colaboração com a USP, que faz a especificação dos instrumentos e a instalação deles em conjuntos de ambientes interno de residências e ambientes externos, além da análise de bancos de dados de temperatura e umidade do ar. Além da USP e da Prefeitura, existe uma instituição chamada Vital Strategy, que fez o convênio com a Prefeitura para buscar dados que fossem trazer um pouco mais de entendimento dessa variação do microclima dentro e fora de residências e quais os impactos isso pode trazer na saúde humana. Faz parte da iniciativa colaborar para um estudo de entendimento de como esses extremos de temperatura e de umidade do ar podem influenciar no agravamento de doenças ou proliferação de viroses e a intensidade de epidemias.” Gostou do tema? Então confira essa e outras tecnologias desenvolvidas pela Universidade acessando o link https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/momento-tecnologia/ ou ouvindo pelo seu agregador de podcast de preferência.
Nesta edição, recebemos a Procuradora de Justiça e coord. do Caomace, Sheila Pitombeira.
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez do Professor, Biólogo, Mestre e Doutor em Zoologia, com Pós Doutorado em Ecologia, Hugo Fernandes. Só vem! >> OUÇA (80min 01s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino. http://naruhodo.b9.com.br * Hugo Fernandes é biólogo, professor da Universidade Estadual do Ceará, possui pós-doutorado em Ecologia e é mestre e doutor em Zoologia. Desde 2022, é sócio e Diretor de Inovação da Seteg Soluções Ambientais, empresa de consultoria com atuação em mais de 20 estados do país. Pertence ao corpo docente de programas de pós-graduação da UFC, PUC e Universidade do Carbono. Faz parte do programa executivo do European Institute of Innovation for Sustainability e integrou a delegação brasileira em duas Conferências das Partes da ONU (COP16 Biodiversidade e COP30 Clima). Foi membro do Programa Cientista Chefe junto à Secretaria do Meio Ambiente e Mudança do Clima do Ceará (SEMA), onde coordenou a Lista Vermelha da Fauna Ameaçada do Ceará. Além disso, faz parte do corpo de especialistas que elabora a lista vermelha nacional de roedores e felinos silvestres junto ao ICMBio. Como comunicador, foi um dos pioneiros da divulgação científica ambiental na internet brasileira, duas vezes TEDx speaker, apresentador de TV (SBT Ceará), colunista de ciência da Band News FM e assinou textos científicos para veículos como HuffPost New York, Folha de S. Paulo, Piauí e Veja. Pela sua atuação, já recebeu homenagens do Governo do Estado do Ceará, da Assembleia Legislativa do Ceará e do Conselho Federal de Biologia, no Senado Federal. Lattes: http://lattes.cnpq.br/9647959713613299 * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo
Recém-nomeado Embaixador da Boa Vontade, Alok falou à ONU News sobre seu papel na mobilização de novas gerações; ele elogiou o trabalho da ONU e disse que está motivado a gerar mais consciência sobre um futuro pautado em sustentabilidade.
Dia Mundia do Meio Ambiente; homenagem à rainha Madonna; agenda cultural e esportiva; alerta antituba; dicas literárias e notícias internacionais com nossas enviadas internacionais.Hoje com participação especial de Thulio Surfistinha e da dupla Caju e Castanha da Folha.
No Dia Mundial do Meio Ambiente, especialistas reforçam que cuidar da natureza é essencial para proteger a saúde da população e reduzir desigualdades sociais.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Natália Resende - Secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo | Tarifa Social Paulista.
A prefeitura da Serra tem intensificado o combate ao descarte irregular de resíduos com o auxílio da tecnologia, com destaque para o uso de drones. O monitoramento aéreo é realizado pela secretaria de Serviços, que mapeia as infrações. Atualmente os pontos críticos com maior incidência são os bairros Jardim Carapina e Novo Porto Canoa.Ainda, de acordo com a administração municipal, "o trabalho funciona de forma integrada. Após o recebimento das imagens aéreas, os processos são encaminhados ao Departamento de Trânsito para a identificação dos proprietários dos veículos flagrados. Com os dados dos infratores, os fiscais da secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma) aplicam as penalidades conforme o Código de Meio Ambiente da Serra.As multas para o descarte irregular variam de R$ 50 a R$ 1.000 para pessoas físicas. Para microempreendedores, os valores ficam entre R$ 1.001 e R$ 2.000. Já para pessoas jurídicas, a autuação vai de R$ 5.001 a R$ 10.000. Em caso de reincidência no período de cinco anos, os valores podem ser triplicados. Em entrevista à CBN Vitória, o secretário de Serviços, Enivaldo Dias, fala sobre o assunto.
O "Dia Mundial do Meio Ambiente" é comemorado em 5 de junho. Esta data foi estabelecida pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e visa incentivar a conscientização e ação mundial em prol do meio ambiente. Mais do que uma comemoração, esta data representa um chamado à ação diante dos desafios ambientais que enfrentamos diariamente.
O verão ainda nem chegou no hemisfério norte e diversos países europeus acabaram de suportar uma semana de temperaturas escaldantes, algo inédito para o período do ano. Com o aumento da intensidade e da frequência das ondas de calor, potências como França, Reino Unido e Países Baixos, acostumadas a lidar com o frio na maior parte do ano, encaram o desafio de ter de se preparar para conviver com as altas temperaturas. Lúcia Müzell, da RFI em Paris O impacto econômico desses períodos antes raros, mas agora repetidos devido às mudanças climáticas, é brutal. Um levantamento recém-divulgado pela seguradora Allianz Trade estimou que o prejuízo acumulado no PIB de 2026 a 2030 pode chegar a 7% nos países mais expostos, como a França, onde o custo das ondas de calor poderá atingir US$ 240 bilhões no período. O forte calor afeta as condições de uso dos transportes, indústrias, instituições, escolas e empresas, mal preparados para os dias de altas temperaturas. Ao ar livre, a agricultura, a construção civil e a logística estão na linha de frente. O impacto na produtividade é direto e já pode ser mensurado. A partir de 30°C, a produção horária de um trabalhador diminui em média 3% a cada grau adicional, e é ainda maior quando os termômetros ultrapassam 35°C. Em paralelo, aumentam significativamente os gastos de saúde e seguridade social, em especial das pessoas mais vulneráveis, como idosos e pessoas em situação precária, salienta Mireille Chiroleu, professora de Economia do Meio Ambiente na Universidade Panthéon-Sorbonne. “As perdas de produção não são os únicos impactos: os na saúde são muito significativos. Estudos mostram que os custos decorrentes das ondas de calor na França entre 2015 e 2020 variaram entre € 22 bilhões e € 37 bilhões”, afirma ela, que também é diretora de pesquisas da Paris School os Economics. “É um valor altíssimo e muito maior do que o de perdas diretas de produção.” Risco de choque macroeconômico Em 2025, um estudo da universidade alemã de Mannheim em conjunto com o Banco Central Europeu trouxe um alerta grave: as ondas anormais de calor têm o potencial de causar um choque macroeconômico nos países do bloco. Somadas às secas e inundações, os fenômenos climáticos poderão custar € 126 bilhões à economia europeia até 2029. Os países mais expostos são Espanha, Itália e França. Em Paris, uma coletiva de imprensa da ministra da Transição Ecológica, Monique Barbut, sobre o tema na última semana foi sintomática: com os termômetros marcando 36°C à sombra, ela recebeu os jornalistas em uma sala “fervendo”, relatou Le Monde, com ventiladores circulando ar quente para os participantes molhados de suor. O Alto Conselho para o Clima, que orienta o governo francês para as medidas de enfrentamento da crise climática, adverte que o país deve se preparar para um cenário de alta de 4°C na média das temperaturas até o fim deste século. 19% de prédios adaptados na Europa Mudanças estruturais devem ser implementadas, observou a Allianz Trade em seu relatório: com “uma população envelhecida, um parque imobiliário pensado para reter o calor e infraestruturas de resfriamento do ar subdesenvolvidas”, a Europa tem uma média de apenas 19% dos prédios adaptados para enfrentar o calor. “As possibilidades estão em constante evolução e vêm apresentando avanços significativos. Recomenda-se a implementação de soluções para controlar a demanda energética ao mesmo tempo em que se combate as mudanças climáticas”, ressalta Chiroleu. “O ar-condicionado pode criar ilhas de calor na área externa a que é climatizada, e assim agravar as desigualdades, principalmente nos centros urbanos. Ele deve ser apenas um elemento da política de adaptação, afinal existe toda uma hierarquia de intervenções, como isolamento térmico de edifícios, arborização, etc.” Este ano, a Espanha instaurou uma licença climática de até quatro dias por ano em caso de eventos climáticos extremos, como enchentes, que impossibilitem o trabalho presencial. Na vizinha França, os ecologistas defendem a ideia e sugerem incluir as ondas de calor como uma razão de afastamento do trabalho, às custas dos cofres públicos. Faltam recursos para a adaptação até nos países ricos Organizações ambientalistas salientam que, antes disso, os países precisariam cumprir os seus planos de adaptação, ampliando as proteções contra o sol nas empresas e residências. A agência francesa de Meio Ambiente e Energia (Ademe) aponta que a instalação de janelas e venezianas adequadas pode diminuir de 20% a 60% a necessidade de ar-condicionado no interior dos prédios. Na prática, entretanto, a maioria dos países está atrasada na aplicação das medidas, principalmente por não disponibilizarem os recursos necessários. “As restrições orçamentárias particularmente fortes da França significam que os fundos destinados a essa adaptação, o Fundo Verde para o Clima, foram drasticamente reduzidos”, aponta. Em 2024, foram alocados € 2,5 bilhões para o mecanismo, que inclui os gastos para adaptação. No ano seguinte, o valor caiu para € 1,1 bilhão em 2025. “Isso é realmente muito pouco. Acho que outros países europeus estão enfrentando as mesmas deficiências de planejamento”, constata a professora francesa.
Cícero Garcia, secretário de Meio Ambiente e da Pesca em Rio Pardo, participou do programa Direto ao Ponto para falar sobre a apresentação do estudo de concepção do sistema de proteção contra cheias.
Cícero Garcia, secretário de Meio Ambiente e da Pesca em Rio Pardo, participou do programa Direto ao Ponto para falar sobre a apresentação do estudo de concepção do sistema de proteção contra cheias.
Entrevista Completa ==> https://youtu.be/PYRLDqjrsXEOlá sejam bem vindo ao nosso quadro de entrevistas do Podcast da Mineração.Neste programa especial, entrevistamos Brice Luiz Oliveira Administrador de Empresas - Pós graduado em gerenciamento de projetos FGV e Rafael Maia formado em Gestão Comercial e atua como Executivo Comercial , conversamos sobre transformação, atuação e tecnologias para a mineração.Participação: BLTEC Criação de Arte: Maryana BarbosaUse o link abaixo e garanta seu desconto na plataforma SX Requerimento MineralLink: https://requerimentomineral.com.br/planos?cupom=PODCAST15Patrocinadores Oficiais do Podcast da Mineração:ÍGNEA Geologia & Meio Ambiente - https://www.igneabr.com.br/ - @igneabrVP Transportes - http://www.vptransportes.com.br/ - @vptransportesltdSX Requerimento Mineral - https://requerimentomineral.com.br/ - @sx_mineralCorona Cadinhos - https://coronacadinhos.com.br/- @coronacadinhosConfiram essa e outras entrevistas no canal e Lembrem-se: "Mineração pode não ser o futuro mas não existe futuro sem a mineração"#mineração #tecnologia #technology #podcastdamineração #podcast #inovação
Na Semana Nacional do Meio Ambiente, o novo episódio do Febraban Podcast conversa sobre o papel da restauração florestal na construção de um futuro sustentável. Muito além de plantar árvores, esta técnica vem se consolidando como um dos pilares da nova economia baseada na natureza ao conectar biodiversidade, clima, desenvolvimento regional e mercado financeiro.Nesta semana, discutimos como o setor ganha escala no Brasil e no mundo, impulsionado por agendas como descarbonização, créditos de carbono e novos instrumentos financeiros voltados à conservação ambiental.Com o avanço das metas globais de biodiversidade e eventos internacionais como a Conferência sobre Biodiversidade 2026, a COP 17, se aproximando – entre 19 e 30 de outubro em Yerevan, Armênia, se intensificam os esforços para transformar compromissos em ação concreta.A partir da experiência de quem está na linha de frente dos projetos, o episódio mostra como a restauração ecológica evoluiu de obrigação ambiental para uma oportunidade econômica com impacto real.Neste episódio, você vai entender:Por que restauração vai além do reflorestamento tradicionalComo esse mercado se conecta ao crédito de carbono e às finanças sustentáveisQuais modelos de negócio estão viabilizando projetos em larga escalaO papel do Brasil como potência em soluções baseadas na naturezaPor que restaurar florestas também é investir em pessoas, clima e biodiversidadeCom Mariana Barbosa (Re.green) e Renato Rosenberg (Serviço Florestal Brasileiro), em conversa com Mona Dorf (Febraban).Assista no YouTube ou ouça no Spotify.Ficha Técnica: Apresentadora e Editoria-chefe: Mona Dorf Supervisão Geral e Co-apresentação: Carlos Cidra e Majory Marcelino Supervisão e Produção: Bianca Braga, Julia Alcassa e Leandro LemellaRoteiro, edição e produção: Rachel Cardoso, Lizely Naoum, Patrícia Travassos e Clovis TravassosEdição de vídeo: Leonardo Reali e Kris Arruda Videomaker backstage: Kris ArrudaGravação: Supernova Cinematográfica
As Unidades de Conservação são o tema do MP no Rádio desta semana. A Promotora de Justiça Ivana Ostapiv Rigailo, do Ministério Público do Paraná, fala sobre os diversos tipos de Unidades de Conservação – especialmente as existentes no Paraná –, a legislação que as regula e quais as funções delas, entre outras questões ligadas ao tema.
DJ renomado e apoiador de causas indígenas será estrela de campanha do Dia Mundial do Meio Ambiente; ele contribui com agência da ONU em ação que une o público em torno da ação climática por meio da música, voz e participação.
Está nas mãos dos senadores a análise de uma série de medidas antiambientais que a bancada ruralista acaba de aprovar, a toque de caixa, na Câmara dos Deputados. Os projetos de lei visam enfraquecer os mecanismos de controle do desmatamento, amputam em 40% a área protegida de uma floresta na Amazônia e até transferem para o Ministério da Agricultura e Pecuária o poder de designar quais são os animais com risco de extinção no Brasil. O novo “pacote da destruição”, denunciado por entidades ambientalistas, começou a ser apresentado no chamado “Dia do Agro” na Casa, em 19 de maio. Com apoio do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), sem debate público nem aprofundamento técnico sobre as propostas, as votações ocorreram em ritmo acelerado, sem que houvesse margem de manobra para obstrução. A coordenadora de Políticas Públicas do Observatório do Clima, Suely Araújo, vê um governo de mãos amarradas diante da bancada ruralista. “O Congresso tem se mostrado uma arena muito complexa, e o executivo, que não tem mais o controle do Orçamento, principalmente, não tem armas para fazer impor a sua vontade. É muito preocupante o que está acontecendo”, afirma. O ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, advertiu que a ofensiva representa “um esforço concentrado dos Deputados para aprovar projetos que interferem diretamente na gestão ambiental do país”. “É um movimento extremamente grave, porque opera em várias frentes simultâneas, com poder de impacto sobre a gestão ambiental no Brasil, de proporções nunca vistas”, disse ele, em coletiva de imprensa na semana passada. “É uma ação coordenada: diferentes projetos que atacam diferentes áreas e competências e, portanto, é um retrocesso inimaginável. São projetos que vão exigir um trabalho grande do governo federal nas próximas semanas.” Proteção de áreas não-florestais Quatro textos são particularmente preocupantes: o PL 2.564/2025, que altera a Lei de Crimes Ambientais; o PL 5.900/2025, que amplia os poderes do Ministério da Agricultura na agenda ambiental; o PL 2.486/2026, ao diminuir os limites da Floresta Nacional do Jamanxim, uma das mais ameaçadas do Pará; e o PL 364/2019, destinado a reduzir o escopo da Lei de Proteção da Vegetação Nativa. Este último impacta zonas preservadas em todos os seis biomas brasileiros, adverte Suely Araújo. “Tudo o que não for floresta tecnicamente passa a ser considerado área consolidada. Isso significa que não vai ter qualquer proteção ambiental, e ninguém está nem falando. Você vai estar atingindo grande parte do cerrado, da caatinga, do pantanal”, lamenta a ex-presidente do Ibama. “Isso dá mais ou menos 48 milhões de hectares, uma boa parte do território brasileiro.” A aceleração da tramitação das pautas ocorre a cinco meses das eleições no Brasil, em um contexto de incerteza quanto ao futuro das políticas de proteção do meio ambiente no país. Organizações de proteção do meio ambiente já se preparam para uma nova derrota do governo no Senado e esperam que, na sequência, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vete o pacote. Entretanto, neste caso, é esperado que o Congresso barre os vetos, como ocorreu com a Lei Geral do Licenciamento Ambiental, em 2025. “A partir da aprovação no Congresso, vêm os vetos, depois o Congresso derruba tudo. Nós temos apoiado ações judiciais, principalmente movidas por partidos políticos, diretamente no Supremo Tribunal Federal e outras ações também na Justiça Federal de primeiro grau, o que não é uma boa saída”, indica Araújo. “A ação judicial deveria ser a última alternativa, mas elas têm se tornado cada vez mais frequentes.” Prejuízos para o próprio agronegócio Os projetos de lei enfraquecem o arcabouço brasileiro de combate às ilegalidades ambientais num momento em que as exigências para a compra de commodities brasileiras aumentam na Europa, um dos principais parceiros comerciais do Brasil. A aprovação do pacote pode acabar acarretando prejuízos para as exportações do agronegócio, frisou o ministro Capobianco. “Isso tem relação direta com a própria credibilidade do setor frente a contextos muito desafiadores, como as diretivas da União Europeia, que exigem a comprovação de não desmatamento nas exportações de um conjunto importante de produtos brasileiros. A sociedade internacional vem cobrando”, enfatizou. “Nós estamos fragilizando um sistema de controle ambiental que não vai beneficiar o conjunto do agro. Vai beneficiar uma parcela reduzida que segue desconsiderando a legislação.”
Em entrevista à Rádio Sideral, no programa Olho Vivo desta sexta-feira (29 de maio), o secretário municipal de Meio Ambiente de Getúlio Vargas, Grégori Soccol, anunciou o cronograma da Semana Municipal do Meio Ambiente de 2026. Acompanhado pela coordenadora de Bem-Estar Animal, Bianca Nath, e pela engenheira sanitarista e ambiental, Milena Tisoco Soligo, o secretário detalhou as ações que movimentarão o município nos dias 1º e 2 de junho, com destaque para a publicação de um guia prático sobre manejo arbóreo e novos incentivos para o acolhimento de animais vulneráveis.
Natália Resende - Secretária do Meio Ambiente,Infraestrutura e Logistica - Meta do programa Integra Tietê prevê reduzir em 54% a carga orgânica do Rio Tietê.
Natália Resende - Secretária do Meio Ambiente,Infraestrutura e Logistica - Conheça as quatro cidades da Grande SP que saíram de 0 para 70% de esgoto tratado.
Natália Resende - Secretária do Meio Ambiente,Infraestrutura e Logistica - Conheça a obra que vai acabar com a falta de água no Guarujá.
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Entrevista Completa==> https://youtu.be/As_xVbIrYwkOlá sejam bem vindo ao nosso quadro de entrevistas do Podcast da Mineração.Neste programa especial, entrevistamos Grazielle Ribeiro Advogada - Pós graduada em Direito da Mineração , conversamos sobre direitos do superficiário na mineração.Criação de Arte: Maryana BarbosaUse o link abaixo e garanta seu desconto na plataforma SX Requerimento MineralLink: https://requerimentomineral.com.br/planos?cupom=PODCAST15Patrocinadores Oficiais do Podcast da Mineração:ÍGNEA Geologia & Meio Ambiente - https://www.igneabr.com.br/ - @igneabrVP Transporte Logistica - http://www.vptransportes.com.br/ - @vptransportesltdSX Requerimento Mineral - https://requerimentomineral.com.br/ - @sx_mineralCorona Cadinhos - https://coronacadinhos.com.br/- @coronacadinhosConfiram essa e outras entrevistas no canal e Lembrem-se: "Mineração pode não ser o futuro mas não existe futuro sem a mineração"#mineração #tecnologia #technology #podcastdamineração #podcast #inovação
Por ocasião do Dia da Terra, em abril de 2026, Nova Acrópole promove um díálogo entre a Ciência e a Filosofia, com a participação do cientista Fabio Rubio Scarano e do filósofo Luis Carlos Marques - diálogo este mediado pela professora Lúcia Helena Galvão, da Nova Acrópole.Participam desta reflexão: Lúcia Helena Galvão - professora, escritora, conferencista e poetisa, que dedica-se há mais de 30 anos ao estudo da Filosofia e ao estabelecimento da Escola de Filosofia Nova Acrópole no Brasil; Luis Carlos Marques Fonseca - Engenheiro, instrutor de Filosofia há mais de 40 anos, conferencista, escritor, Diretor-Presidente de Nova Acrópole Brasil (seção norte); Fabio Rubio Scarano - Engenheiro florestal, PHD em Ecologia, ex-colaborador da ONU, escritor e curador do Museu do Amanhã no Rio de Janeiro.
Márcio Astrini, secretário-executivo do Observatório do Clima, trata dos temas mais relevantes sobre Meio Ambiente e mudanças climáticas. A coluna vai ao ar às 6ªs, 7h45, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira no Morning Show desta terça-feira (05): O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vai se reunir com o líder dos Estados Unidos, Donald Trump, em meio a um impasse diplomático entre os países devido ao conflito no Oriente Médio. O crime organizado e terras raras são alguns dos assuntos que devem ser pautados no encontro. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançou oficialmente, nesta terça-feira (05), o mascote "Pilili" para as eleições gerais de 2026. A figura tem como objetivo aproximar a Justiça Eleitoral dos cidadãos, especialmente do público jovem, promovendo a conscientização sobre a importância do voto. O prazo para regularização do título de eleitor termina nesta quarta-feira (05). A irregularidade do documento pode gerar multas e impedir o cidadão de obter passaporte, tomar posse em concursos públicos ou realizar matrículas em universidades. Reportagem: Danúbia Braga. A ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva (REDE), descartou concorrer a uma vaga no Senado como suplente. Segundo ela, o debate sobre sua suplência não condiz com o tamanho e qualidade de sua contribuição para o partido para a vida política. A PEC que prevê o fim da escala 6x1 deve ser votada no dia 27 de maio após a conclusão do relatório na comissão especial. Nesta terça-feira (05), a comissão se reúne com centrais sindicais na Câmara dos Deputados. As primeiras discussões acontecem nesta semana. Repórter: Raphaela Almeida. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anunciou um novo conjunto de regras que redefine a elegibilidade para o Oscar 2027. A principal mudança atinge a categoria de Melhor Filme Internacional: a partir de agora, o prêmio será entregue aos cineastas e não mais ao país de origem, e filmes premiados em grandes festivais (como Cannes e Veneza) poderão concorrer mesmo sem a indicação oficial de seus governos. Além disso, a Academia estabeleceu uma barreira rigorosa contra a Inteligência Artificial, exigindo que o roteiro e a atuação tenham autoria humana para serem elegíveis. O governo federal lançou, nesta segunda-feira (04), o Novo Desenrola Brasil, programa de renegociação de dívidas para brasileiros. Durante sua fala, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que “o povo tenha capacidade de se endividar”. No entanto, o presidente reforçou para que as pessoas não percam de vista as suas condições de pagamento. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Márcio Astrini, secretário-executivo do Observatório do Clima, trata dos temas mais relevantes sobre Meio Ambiente e mudanças climáticas. A coluna vai ao ar às 6ªs, 7h45, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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