Podcasts about meio ambiente

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Latest podcast episodes about meio ambiente

Colunistas Eldorado Estadão
Planeta Eldorado: Números mostram quem tem planos para fazer algo na agenda climática

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Mar 13, 2026 11:57


Márcio Astrini, secretário-executivo do Observatório do Clima, trata dos temas mais relevantes sobre Meio Ambiente e mudanças climáticas. A coluna vai ao ar às 6ªs, 7h45, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Governo do Estado de São Paulo
Sonora: Natália Resende - Arsesp mantém redução da pressão em 10 horas para preservar reservatórios

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Mar 10, 2026 3:08


Natália Resende - Secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística - Arsesp mantém redução da pressão em 10 horas para preservar reservatórios

Podcast da Mineração
Claudio Sousa - Descabonização na Mineração

Podcast da Mineração

Play Episode Listen Later Mar 10, 2026 33:20


Entrevista Completa==> https://youtu.be/o-aBxzQJbOEOlá sejam bem vindo ao nosso quadro de entrevistas do Podcast da Mineração.Neste programa, entrevistamos Claudio Silva de Sousa é Engenheiro Metalurgista e Mestre em Tecnologia Ambiental, com mais de 25 anos de experiência em grandes setores como mineração, siderurgia e energia. Consultor na Novapech, lidera estratégias de engenharia e governança ESG para gigantes como Vale e ArcelorMittal. Especialista em sistemas ISO e gestão multidisciplinar, une rigor técnico e inovação para gerar valor sustentável e eficiência operacional. Conversamos sobre como descarbonização deixou de ser uma meta de longo prazo para se tornar uma urgência operacional, Como as empresas lidam com o paradoxo de precisar aumentar a produção mineral para salvar o clima, enquanto tenta reduzir sua própria pegada e muito maisCriação de Arte: Maryana BarbosaPatrocinadores Oficiais do Podcast da Mineração:ÍGNEA Geologia & Meio Ambiente - https://www.igneabr.com.br/ - @igneabrVP Transporte Logistica - http://www.vptransportes.com.br/ - @vptransportesltdSX Requerimento Mineral - https://requerimentomineral.com.br/ - @sx_mineralCorona Cadinhos - https://coronacadinhos.com.br/- @coronacadinhosUse o link abaixo e garanta seu desconto na plataforma SX Requerimento MineralLink: https://requerimentomineral.com.br/planos?cupom=PODCAST15Confiram essa e outras entrevistas no canal e Lembrem-se: "Mineração pode não ser o futuro mas não existe futuro sem a mineração"#mineração #tecnologia #technology #podcastdamineração #podcast #inovação #engenheirodeminas #engenhariademinas #futuro #inovação #innovations #descarbonização #descarbonización #pegadaverde #despoluir #industrialização

Podcast da Mineração
O Preço do Santuário

Podcast da Mineração

Play Episode Listen Later Mar 9, 2026 7:44


Minidoc Completo--> https://youtu.be/ZE94lu2_Z5MOlá pessoal! O MINIDOC do Podcast da Mineração está de volta com um episódio histórico e técnico. Em comemoração aos 40 anos de Os Cavaleiros do Zodíaco, deixamos a magia de lado para realizar uma verdadeira auditoria metalúrgica e geológica no Santuário de Athena.No minidoc "O Preço do Santuário: Uma Auditoria Geológica", respondemos às perguntas que intrigam gerações de fãs e profissionais:Se as 12 lendárias Armaduras de Ouro fossem feitas de ouro puro (24k) no mundo real, quanto elas pesariam? Derrubamos mitos baseados na densidade do ouro e na metalurgia medieval. Quanto custaria o total de 868 kg de ouro no mercado atual? Mas o subsolo brasileiro, com capacidade geológica para arcar com essa conta, é a verdadeira Fundação Graad. Este minidoc prova que a ciência e a história real mostram que carregar essas armaduras é um feito sobre-humano, mas fisicamente explicável dentro da nossa gravidade. Eles não precisam de magia para existir; precisam de força, técnica e muito ouro brasileiro.Roteiro e Narração: Jony PetersonNarração: Jony PetersonEdição de Video e Criação de Arte: Maryana BarbosaPatrocinadores Oficiais do Podcast da Mineração:ÍGNEA Geologia & Meio Ambiente - https://www.igneabr.com.br/ - @igneabrVP Transporte Logistica - http://www.vptransportes.com.br/ - @vptransportesltdSX Requerimento Mineral - https://requerimentomineral.com.br/ - @sx_mineralCorona Cadinhos - https://coronacadinhos.com.br/-  @coronacadinhos  Não deixe de curtir esse vídeo, qualquer dúvida deixe seu comentário e acessem todo nosso conteúdo que é gratuito e de qualidadeLembrem-se "Mineração pode não ser futuro mas não existe futuro sem a mineração"#mineração #mining #geologia #geology #pit #openpit #podcast #linkedin #cdz #cavaleirosdeouro #santuariodeathena #ouro #paracatumg

Governo do Estado de São Paulo
Discurso: Sec Natália Resende (Meio Ambiente) | Inauguração da Estação de Tratamento de Esgoto de Paulínia

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Mar 7, 2026 8:25


Secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logiística de SP participa da Inauguração da Estação de Tratamento de Esgoto de Paulínia e lançamento do pacote de Universalização de 11 municípios da região

Colunistas Eldorado Estadão
Planeta Eldorado: A guerra particular do Brasil na agenda do Meio Ambiente

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 11:50


Márcio Astrini, secretário-executivo do Observatório do Clima, trata dos temas mais relevantes sobre Meio Ambiente e mudanças climáticas. A coluna vai ao ar às 6ªs, 7h45, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Governo do Estado de São Paulo
Boletim: Rota da Água Campo Limpo Paulista e outras 11 cidades avançam rumo à universalização com investimentos de R$ 5,4 bilhões até 2029

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 2:59


Plano de obras para região de Campinas foi apresentado em reunião que contou com a participação da secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo.

Podcast da Mineração
Vânia Cristina - Vencedora do Prêmio Mina - Categoria: Mulher na Operação - Parceria com WIM-Brasil

Podcast da Mineração

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 13:48


Entrevista Completa==> https://youtu.be/Es9_ggDJYVcOlá sejam bem vindo ao Podcast da Mineração.Março é o mês das mulheres, um momento para celebrar suas conquistas, contribuições e força. O Podcast da Mineração, em parceria renovada com o WIM Brasil, homenageia as mulheres da mineração, reforçando nosso compromisso em ampliar e fortalecer sua participação no setor mineral. Neste ano, trazemos mais uma série especial, com episódios semanais apresentando as vencedoras do 2º prêmio MINA!, Com mais de 18 mil votos, a premiação mais que dobrou o número de participações em relação à primeira edição do prêmio, em 2023.Nesse primeiro episódio de 2026 conversamos Vânia Cristina , campeã Categoria “Mulher na operação”.Este vídeo conta com o apoio do Movimento Women In Mining Brasil - WIM Brasil Confiram essa e outras entrevistas no canal e Lembrem-se: "Mineração pode não ser o futuro mas não existe futuro sem a mineração"Criação de Arte: Criação de Arte: Maryana BarbosaPatrocinadores Oficiais do Podcast da Mineração:ÍGNEA Geologia & Meio Ambiente - https://www.igneabr.com.br/ - @igneabrVP Transportes - http://www.vptransportes.com.br/ - @vptransportesltdSX Requerimento Mineral - https://requerimentomineral.com.br/ - @sx_mineralCorona Cadinhos - https://coronacadinhos.com.br/- @coronacadinhosUse o link abaixo e garanta seu desconto na plataforma SX Requerimento MineralLink: https://requerimentomineral.com.br/planos?cupom=PODCAST15#mineração #tecnologia #technology #podcastdamineração #podcast

Notícias MP
Porto-Walter-MPAC_investiga-estrutura-e-aplicação-de-recursos-públicos-pela-Defesa-Civil

Notícias MP

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 1:44


O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Grupo de Atuação Especial de Defesa do Meio Ambiente, Habitação e Urbanismo (Gaema), instaurou inquérito civil para apurar possíveis deficiências na estrutura, no funcionamento e na capacidade operacional da Defesa Civil do Município de Porto Walter.

Podcast da Mineração
Leonardo Nascimento - Força e Originalidade da Cultura Interna da Ambientall Alpinismo

Podcast da Mineração

Play Episode Listen Later Mar 5, 2026 38:34


Entrevista Completa==> https://youtu.be/cywZllPStv4Olá sejam bem vindo ao nosso quadro de entrevistas do Podcast da Mineração.Neste programa, entrevistamos Leonardo Nascimento, CEO e cofundador da empresa Ambientall Alpinismo e Engenharia, conversamos sobre cultura do alpinismo industrial, De que forma a cultura da Ambiental Alpinismo prepara psicologicamente suas equipes para manter a performance na mineração e muito maisCriação de Arte: Maryana BarbosaParticipação: Ambientall Alpinismo e EngenhariaPatrocinadores Oficiais do Podcast da Mineração:ÍGNEA Geologia & Meio Ambiente - https://www.igneabr.com.br/ - @igneabrVP Transporte Logistica - http://www.vptransportes.com.br/ - @vptransportesltdSX Requerimento Mineral - https://requerimentomineral.com.br/ - @sx_mineralCorona Cadinhos - https://coronacadinhos.com.br/- @coronacadinhosUse o link abaixo e garanta seu desconto na plataforma SX Requerimento MineralLink: https://requerimentomineral.com.br/planos?cupom=PODCAST15Confiram essa e outras entrevistas no canal e Lembrem-se: "Mineração pode não ser o futuro mas não existe futuro sem a mineração"#mineração #tecnologia #technology #podcastdamineração #podcast #inovação #engenheirodeminas #engenhariademinas #futuro #inovação #innovations #alpinismoindustrial #alpinismo #engenharia

Olho Vivo
Escuta Aqui | 04/03/2026 - Getúlio Vargas terá recolhimento de lixo eletrônico no dia 13 de março

Olho Vivo

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026 28:13


Moradores de Getúlio Vargas podem realizar o descarte de resíduos eletrônicos no dia 13 de março, sexta-feira. A campanha ocorre no calçadão central, das 8h às 17h, sem interrupção ao meio-dia. A iniciativa é uma parceria entre o Rotary Club de Getúlio Vargas e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente.Diferente de edições anteriores, o valor arrecadado com a venda dos materiais será aplicado em um projeto de saúde local. O objetivo é a aquisição de um aparelho de raio-X portátil para o Hospital São Roque.

Rádio Cruz de Malta FM 89,9
Pavimentação da Rodovia dos Mineiros ainda depende de etapas burocráticas

Rádio Cruz de Malta FM 89,9

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026 18:16


A prefeita de Urussanga, Stela Talamini (MDB), atualizou as informações sobre os trâmites burocráticos para a pavimentação da Rodovia dos Mineiros. A obra tem sido alvo de questionamentos da comunidade, especialmente após a visita do governador Jorginho Mello (PL) ao município, no dia 8 de janeiro, quando foi anunciado o convênio entre o Governo do Estado e a prefeitura. Em entrevista ao Cruz de Malta Notícias, a prefeita esclareceu que o evento realizado na data não representou a assinatura oficial do convênio, mas sim a assinatura da ata de início do processo. “Ficou um pouco confuso para todos nós, inclusive para nós, né? Mas passado a data do dia 8, então a gente pôde entender melhor o ato. Estamos caminhando, é um processo diferente para a prefeitura. A prefeitura de Urussanga nunca teve um aporte tão grande, de um volume tão grande do Estado para uma obra desse porte. É um processo complexo, mas a gente está caminhando, estamos vencendo todas as datas e todas as demandas que estão sendo requisitadas”, explicou. Segundo Stela, diversos órgãos estaduais estão envolvidos na tramitação, entre eles o Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA), a Secretaria de Infraestrutura e o setor jurídico do Estado. “São vários segmentos públicos envolvidos e todos muito comprometidos para que dê certo”, acrescentou. A prefeita destacou ainda que a equipe técnica trabalha para cumprir todas as etapas até o dia 3 de julho, prazo considerado limite para o início das obras antes do período eleitoral. A expectativa da administração municipal é concluir os trâmites dentro do cronograma e viabilizar o começo da pavimentação ainda no primeiro semestre.

Radioagência
Cobalchini defende conciliar produção e preservação ao assumir Comissão de Meio Ambiente

Radioagência

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026


Conversas que Inspiram
CRISE HÍDRICA e MINERAÇÃO: Como o setor está preservando água? | Conversas que Inspiram EP 54

Conversas que Inspiram

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026 44:54


A crise hídrica deixou de ser apenas um alerta ambiental e passou a ser um desafio estratégico para empresas, comunidades e governos. Mas como o setor da mineração está enfrentando esse cenário? Neste episódio do podcast Conversas que Inspiram, especialistas discutem como a gestão hídrica evoluiu nos últimos anos e quais soluções estão sendo aplicadas para tornar a mineração sustentável.Convidamos Luiz Gustavo Dias, Engenheiro de Meio Ambiente na Anglo American Brasil, e Mário Cicareli, Doutor em Engenharia Civil com foco em Hidrologia e Recursos Hídricos, para apresentar como funciona a recirculação da água nos processos de mineração, os investimentos em estudos de bacias hidrográficas e as estratégias que empresas como a Anglo American Brasil estão adotando para enfrentar períodos prolongados de seca.O episódio também aborda iniciativas que fortalecem a conservação ambiental, a transparência com comunidades e a construção de parcerias para proteção dos recursos hídricos. Além da parte técnica, a conversa traz exemplos práticos de recuperação de nascentes e restauração ambiental que mostram como a mineração do futuro depende de inovação, colaboração com comunidades e responsabilidade socioambiental.Essas iniciativas fazem parte de uma visão mais ampla sobre o futuro da mineração, em que sustentabilidade, gestão responsável da água e compromisso com o território se tornam pilares para o desenvolvimento do setor. E você, acredita que mineração sustentável e preservação ambiental podem caminhar juntas? Deixe sua opinião nos comentários e compartilhe quais iniciativas de preservação da água você já viu na sua região.O Conversas que Inspiram, podcast da Anglo American Brasil, é uma fonte de inspiração e aprendizado! A cada mês apresentamos novos episódios para você mergulhar em conversas envolventes com especialistas de diferentes áreas. Essa é uma oportunidade para refletir sobre temas críticos para a sociedade e se atualizar sobre os desafios do mundo contemporâneo. Inspire-se e se surpreenda com este podcast! Produção: Wepod

Rádio Cruz de Malta FM 89,9
Funtrev abre agendamento para recolhimento de resíduos volumosos em Treviso

Rádio Cruz de Malta FM 89,9

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 7:29


A Fundação Municipal do Meio Ambiente de Treviso (Funtrev) está com agendamento aberto para o recolhimento de resíduos volumosos no município de Treviso. A ação contempla móveis velhos, colchões e eletrodomésticos que não são recolhidos na coleta convencional. Os interessados devem solicitar o serviço até o dia 1º de abril, entrando em contato pelo WhatsApp (48) 9 9221-5403 ou presencialmente na sede da fundação, localizada em frente à prefeitura. O recolhimento está programado para o dia 2 de abril. Entre os itens que podem ser descartados estão sofás, camas, colchões, armários, cadeiras, mesas, madeiras, restos de móveis e baús. Também é possível agendar a retirada de eletrodomésticos como máquina de lavar, geladeira e fogão. Por outro lado, a Funtrev não fará o recolhimento de entulho de obras, galhos e restos de poda, lixo comum ou reciclável, equipamentos eletrônicos e materiais considerados perigosos. A fundação reforça que o descarte irregular de móveis em terrenos baldios, rios ou calçadas configura crime ambiental. Além de comprometer a limpeza urbana, a prática pode favorecer a proliferação de animais indesejados e aumentar o risco de doenças. A bióloga Mariana Furlan Sartor, da Fundação de Meio Ambiente de Treviso, participou de entrevista no programa Cruz de Malta Notícias desta terça-feira (3) detalhou a iniciativa e reforçar a importância da destinação correta dos resíduos.

Podcast da Mineração
Túlio Rivadávia - Ceo - Cabo Verde Mineração - Mineração Cabo Verde e o Projeto Terras Raras

Podcast da Mineração

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 42:46


Olá sejam bem vindo ao nosso quadro de entrevistas do Podcast da Mineração.Neste programa, entrevistamos Túlio Rivadávia Amaral - Ceo da Cabo Verde Mineração onde falamos sobre o que é o Projeto Terras Raras e qual a importância dele para a região e para o Brasil, como o minério extraído pela Cabo Verde vai impactar indústrias como a de carros elétricos, tecnologia e energia limpa e muito maisCriação de Arte: Maryana BarbosaParticipação: Cabo Verde MineraçãoPatrocinadores Oficiais do Podcast da Mineração:ÍGNEA Geologia & Meio Ambiente - https://www.igneabr.com.br/ - @igneabrVP Transporte Logistica - http://www.vptransportes.com.br/ - @vptransportesltdSX Requerimento Mineral - https://requerimentomineral.com.br/ - @sx_mineralCorona Cadinhos - https://coronacadinhos.com.br/- @coronacadinhosUse o link abaixo e garanta seu desconto na plataforma SX Requerimento MineralLink: https://requerimentomineral.com.br/planos?cupom=PODCAST15Confiram essa e outras entrevistas no canal e Lembrem-se: "Mineração pode não ser o futuro mas não existe futuro sem a mineração"#mineração #tecnologia #technology #podcastdamineração #podcast #inovação #engenheirodeminas #engenhariademinas #futuro #inovação #innovations #livro #esg #sãopaulo #agregados

Notícias MP
MPAC e outros órgãos discutem ações contra poluição sonora

Notícias MP

Play Episode Listen Later Mar 2, 2026 1:26


O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria Especializada de Defesa do Meio Ambiente da Bacia Hidrográfica do Baixo Acre, realizou, na manhã desta terça-feira, 24, uma reunião com órgãos federais, estaduais e municipais para discutir ações de fiscalização e prevenção da poluição sonora provocada por motocicletas com escapamentos alterados e por bicicletas com motores adaptados de forma irregular.

Colunistas Eldorado Estadão
Planeta Eldorado: Tem dinheiro para ações contra chuvas e desastres como o de MG?

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Feb 27, 2026 9:59


Márcio Astrini, secretário-executivo do Observatório do Clima, trata dos temas mais relevantes sobre Meio Ambiente e mudanças climáticas. A coluna vai ao ar às 6ªs, 7h45, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Cultura
Exposição 'Encontros e Dissonâncias', em Paris, explora relação entre Ricardo Ribenboim e Frans Krajcberg

Cultura

Play Episode Listen Later Feb 27, 2026 9:53


O Espaço Frans Krajcberg, em Paris, apresenta até 11 de abril a exposição "Encontros e Dissonâncias", que reúne obras do artista brasileiro Ricardo Ribenboim. A mostra destaca a relação construída ao longo de quase três décadas entre ele e Krajcberg — uma convivência marcada pela amizade, parcerias no meio cultural e pelo engajamento ambiental. Daniella Franco, da RFI A exposição integra o terceiro ciclo do projeto “Frans Krajcberg visto por”, que celebra os amigos que caminharam ao lado do artista nascido na Polônia, naturalizado brasileiro e falecido no Rio de Janeiro, em 2017. Entre eles está Ricardo Ribenboim, que conheceu Krajcberg em 1992, durante a Eco-92, a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento. Desde então, os dois passaram a entrelaçar suas trajetórias e lutas — mesmo que a afinidade artística entre ambos nem sempre tenha sido linear. Em entrevista à RFI, Ricardo Ribenboim explicou de onde partiu a ideia que guia a exposição. "Encontros porque em muita identidade em todos os momentos onde eu produzo e meus diálogos, conversas e relações próximas que eu tive com Krajcberg ao longo do tempo. Dissonâncias são as diferenças que cada um tem no olhar sobre a questão do meio ambiente", diz.  Enquanto Krajcberg tinha uma relação intrínseca com a floresta e priorizava em seu trabalho o uso do material bruto, Ribenboim foca na transformação da matéria para transformá-la em memória. "Para Krajcberg, as árvores eram praticamente a família dele. E, para mim, o uso do que eu chamo de 'rastros dos restos' em grande parte do meu trabalho são essas apropriações de coisas que eu trago da natureza e do espaço urbano. Isso vai se compondo ao longo do tempo", reitera.  19 obras de Ribenboim Ricardo Ribenboim trouxe para Paris um conjunto de 19 obras, mas a abertura da exposição foi impactada por um contratempo: algumas peças ficaram retidas na alfândega em Paris. Liberadas nesta primeira semana da mostra, o público finalmente pode conferir este panorama que evoca diferentes momentos da carreira do artista e seu engajamento ambiental. Algumas telas, feitas com lonas, denunciam as ocupações indevidas, o garimpo ilegal, a poluição dos rios e as queimadas na Amazônia. Uma das obras também homenageia o Museu Nacional do Rio, destruído por um trágico incêndio em 2018.  Ricardo Ribenboim estruturou a exposição em três núcleos: o primeiro trata de questões relacionadas à Amazônia, o segundo destaca o resgate de materiais da natureza e do meio urbano e o último é a exibição de um vídeo sobre sua intervenção na Eco 92, "Bólides Marinhos", que utilizou mil infláveis na praia de Ipanema. Outros dois vídeos exibidos no Espaço Krajcberg abordam a instalação "Continente-Conteúdo", exposta primeiramente no Museu de Arte Moderna da Bahia, em 2004, e mais de 20 anos depois no Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica, no Rio de Janeiro.  Segundo Ricardo, a escultura feita com cobre e cabalaça exposta na mostra é o trabalho que mais o conecta com Frans Krajcberg. "Ele era muito família para a gente, mas ele não podia ter esse sentimento da família, para ele isso era uma coisa mais complicada. Mas ele sempre foi muito contundente com relação ao ser humano", relembra.  Associação dos Amigos  Embora mantivesse uma visão profundamente crítica do ser humano — frequentemente percebido por ele como um agente de devastação da natureza — Krajcberg atribuía grande importância às relações que cultivava. Essas conexões, construídas ao longo de décadas de convivência e militância, tornaram‑se decisivas para a preservação de sua memória e para a continuidade de sua obra.  Essa, aliás, é a ideia da Associação dos Amigos de Frans Krajcberg, concebida pelo próprio artista e dirigida pela arqueóloga e conservadora-geral do Patrimônio da Cidade de Paris Sylvie Depondt. "Ele gostava muito de seus amigos, por isso reuniu nessa associação as pessoas mais próximas dele: foi uma vontade dele dar voz a seus amigos", diz.  A exemplo de Ribenboim, são as conexões que Krajcberg fez durante sua carreira que contribuem para enriquecer os arquivos sobre sua vida e suas obras. O objetivo, segundo Depondt, é "manter sua presença na História da arte do século 21 e transmitir seu engajamento e sua revolta junto às gerações, sejam elas atuais ou futuras". 

Governo do Estado de São Paulo
Natália Resende - Semil - Garantia de transparência e eficiência e continuidade

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Feb 27, 2026 1:37


Natália Resende - Secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística - Garantia de transparência e eficiência e continuidade

Governo do Estado de São Paulo
Natália Resende - Semil - Aumento nos investimentos em saneamento

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Feb 27, 2026 1:07


Natália Resende - Secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística - Aumento nos investimentos em saneamento

Governo do Estado de São Paulo
Natália Resende - Semil - Impacto da desestatização da Sabesp nos investimentos

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Feb 27, 2026 0:52


Natália Resende - Secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística - Impacto da desestatização da Sabesp nos investimentos

Governo do Estado de São Paulo
Natália Resende - Semil - Principais obras previstas para 2026

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Feb 27, 2026 1:14


Natália Resende - Secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística - Principais obras previstas para 2026

Governo do Estado de São Paulo
Natália Resende - Semil - Papel do Na Rota da Água na universalização

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Feb 27, 2026 0:57


Natália Resende - Secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística - Papel do Na Rota da Água na universalização

Meio Ambiente
Salinização dos solos obriga regiões costeiras a reinventarem a agricultura

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 7:26


A interação entre um clima mais quente e práticas agrícolas prejudiciais está tornando as regiões costeiras cada vez menos férteis. A salinização dos solos se expande nos cinco continentes e, nas zonas áridas e semiáridas, coloca em risco cultivos tradicionais.    Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), mais de 10% da superfície terrestre é afetada pelo fenômeno. A presença de sal é natural na terra e na água. No entanto, a crise climática e a má gestão humana têm levado a desequilíbrios que abalam a fertilidade destes solos. Um bilhão de hectares do planeta estão ameaçados nas próximas décadas. As zonas diretamente em contato com o mar são as mais vulneráveis – é onde a água dos lençóis freáticos costuma ser mais explorada para o consumo humano, abrindo espaço para a substituição pela água salgada. Em entrevista à RFI, o hidrologista Claude Hammecker, especialista no estudo dos solos do instituto francês de Pesquisas para o Desenvolvimento (IRD), afirma que as mudanças climáticas pioram este contexto. “Por um lado, o aumento dos períodos de seca, e consequentemente o aumento da evaporação, contribuirá para agravar a salinização em áreas onde o sal já está presente. Mas quando a evaporação é forçada, devido ao uso de água dos lençóis freáticos para a irrigação, a acumulação de sal aumenta”, sublinha. “Além disso, com a diminuição das chuvas, que naturalmente ‘lavam' o excesso de sal no solo, teremos um acúmulo ainda maior deste sal”, complementa. Litoral do Brasil e desmatamento Nas regiões mais áridas, os governos locais recorrem aos lençóis freáticos para compensar a falta de chuva. Mas mesmo onde as precipitações são abundantes, a prática é comum, observa o especialista. “Eu trabalhei no Brasil, e todas as grandes megalópoles localizadas no litoral brasileiro consomem quantidades enormes de água, bombeando-a diretamente dos aquíferos e contribuindo para o que se chama de ‘beijo de sal'. A água doce é extraída e gradualmente substituída pela do mar, tornando a água cada vez mais salgada”, aponta. Em seu relatório mais completo sobre o tema, publicado há pouco mais de um ano, a FAO alerta que 16% das águas subterrâneas já são afetadas pelo fenômeno, tornando uma área ainda maior em torno da costa pouco propensa à agricultura. Outros processos naturais de salinização também podem ocorrer, relacionados a antigos depósitos marinhos transformados em camadas geológicas. Conforme as movimentações da água ou escavações, essas camadas, formadas há milhares de anos, podem emergir à superfície. Entretanto, este processo pode se acelerar com a degradação do meio ambiente pela ação humana. “Na Tailândia, temos antigos depósitos de sal enterrados profundamente no subsolo e que, à primeira vista, não representavam uma ameaça para a agricultura. Mas eles ressurgiram devido ao desmatamento, que fez com que a água da chuva se infiltrasse muito mais profundamente, subisse à superfície e criasse um lençol freático salgado, que afeta as plantações”, salienta Hammecker. Reviravolta nas culturas tradicionais Entre os países que mais sofrem com a salinização, estão Argentina, China, Estados Unidos, Rússia e Irã. Nos países mediterrâneos, o problema tem se acentuado nos últimos anos, tanto no norte da África, quanto na Europa. No sul da França, a região de Camargue exemplifica os desafios. Tradicional produtora de sal e de culturas que se desenvolvem bem em solos arenosos e salinizados, como o arroz, Camargue agora sofre os efeitos dos excessos de calor e das secas, mas também da expansão do próprio sal, com o aumento do nível do mar. Os prejuízos dos viticultores se acumulam, e muitos produtores de arroz agora têm preferido se voltar para cereais menos dependentes de irrigação. A necessidade de mudança causa tensões, observou à RFI o ecólogo Raphaël Mathevet, ligado ao respeitado Centro Nacional de Pesquisas Científicas (CNRS) da França. O pesquisador tem tentado convencer os agricultores a experimentar culturas resilientes às novas condições, como o melão ou o tomate. “Temos um choque cultural. Estamos falando de agricultores que vêm desenvolvendo a Camargue há muito tempo graças à irrigação, às escavadeiras e à tecnologia, e que se consideram os próprios criadores desta Camargue que precisa ser protegida hoje”, detalha. “Eles se enxergam como um contraponto aos cientistas e ativistas que dizem que, ao contrário, devemos aproveitar esta crise para pensar em uma recomposição territorial, repensar o desenvolvimento econômico do delta, em outras culturas e em outras formas de atuação.” Especialistas da Parceria Global para o Solo estimam que, nos países mais afetados pela salinização, as perdas de produtividade podem chegar a 72% para o arroz, 68% para o feijão, 45% para a cana-de-açúcar e 37% para o milho. O impacto é maior nos países em desenvolvimento, menos preparados para lidar com o problema.

Governo do Estado de São Paulo
Boletim: Governo de SP libera R$ 9,5 milhões do FID para obras de mobilidade, meio ambiente e infraestrutura urbana em 12 cidades

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 1:42


Projetos priorizam mobilidade ativa, sustentabilidade urbana, prevenção de danos ambientais e ampliação de áreas de convivência, fortalecendo a infraestrutura local e impulsionando o desenvolvimento regional

Rádio Cruz de Malta FM 89,9
Santa Catarina lança CAR Digital e promete reduzir em 90% o tempo de análise dos cadastros rurais

Rádio Cruz de Malta FM 89,9

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 10:19


O governo de Santa Catarina lançou o CAR Digital, nova plataforma para gestão dos Cadastros Ambientais Rurais (CAR) no estado. A ferramenta vai reduzir cerca de 90% o tempo de análise dos cadastros. A partir de agora, os requerimentos, declarações ou cadastramentos que antes eram protocolados e analisados de forma manual, passam a ser 100% digitais e com funcionalidades que vão garantir mais transparência, agilidade nas análises, automatização de etapas, padronização dos fluxos de validação, redução do retrabalho nas análises e geração de dados completos. Foram investidos cerca de R$ 14 milhões em estrutura técnica, de pessoal e no novo sistema (CAR Digital). A gestão do cadastro em Santa Catarina é feita por um comitê gestor liderado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (Semae), em conjunto com o Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA), Secretaria da Agricultura e Pecuária (Sape), Epagri e Ciasc. Com o CAR Digital, o sistema passa a operar de forma online, integrada e automatizada, adotando uma lógica preventiva desde o momento da inscrição, permitindo o acompanhamento online do andamento pelo proprietário. O resultado do projeto piloto indica que 70% dos cadastros poderão ter suas análises concluídas com o sistema do CAR Digital. Um dos principais avanços é a transparência do processo: o proprietário rural passa a visualizar exatamente as mesmas informações ambientais, fundiárias e territoriais utilizadas pelo Estado na análise técnica, incluindo dados sobre áreas consolidadas de uso agropecuário, rios, nascentes, estradas, áreas de vegetação nativa existentes em 2008 e os Cadastros Ambientais Rurais dos imóveis vizinhos. O secretário de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde, Cleiton Fossá, participou de entrevista no programa Cruz de Malta Notícias desta quinta-feira (26) e comentou sobre a novidade.

Podcast da Mineração
Automação e Digitalização - Participação: ANDRITZ

Podcast da Mineração

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 49:01


Olá sejam bem vindo ao nosso quadro de entrevistas do Podcast da Mineração.Neste programa, entrevistamos Hercilio Aristides, gerente de automação e digitalização e Renato Soranz gerente de vendas service, ambos da ANDRITZ. Conversamos sobre o conceito de "Fábrica Inteligente" para a realidade prática dos projetos de automação, plataforma Metris e suas soluções, jornada de transformação digital e muito mais.Criação de Arte: Maryana BarbosaParticipação: ANDRITZPatrocinadores Oficiais do Podcast da Mineração:ÍGNEA Geologia & Meio Ambiente - https://www.igneabr.com.br/ - @igneabrVP Transportes - http://www.vptransportes.com.br/ - @vptransportesltdSX Requerimento Mineral - https://requerimentomineral.com.br/ - @sx_mineralCorona Cadinhos - https://coronacadinhos.com.br/- @coronacadinhosUse o link abaixo e garanta seu desconto na plataforma SX Requerimento MineralLink: https://requerimentomineral.com.br/planos?cupom=PODCAST15Confiram essa e outras entrevistas no canal e Lembrem-se: "Mineração pode não ser o futuro mas não existe futuro sem a mineração"#mineração #tecnologia #technology #podcastdamineração #podcast #inovação #engenheirodeminas #engenhariademinas #futuro #inovação #innovations #automação #digitalização #futuro

Governo do Estado de São Paulo
Sonora : Jônatas Trindade - Sub Secretário do Meio Ambiente SEMIL | Pro-Pet

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 2:17


Sonora : Jônatas Trindade - Sub Secretário do Meio Ambiente SEMIL | Pro-Pet by Governo do Estado de São Paulo

Podcast da Mineração
O Livro: Transformações das Áreas de Minerações de Agregados e Industriais no Estado de São Paulo

Podcast da Mineração

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 57:38


Olá sejam bem vindo ao nosso quadro de entrevistas do Podcast da Mineração.Neste programa, entrevistamos o geólogo Hércio Akimoto a jornalista Luana Oliveira o arquiteto Danilo dos Santos e o geólogo/geógrafo Reginaldo Silvestre onde todos são autores do livro "Transformações das Áreas de Minerações de Agregados e Industriais no Estado de São Paulo: Passado, Presente e Perspectivas para o Futuro. Onde tivemos a honra de receber o lançamento dessa obra.Criação de Arte: Maryana BarbosaPatrocinadores Oficiais do Podcast da Mineração:ÍGNEA Geologia & Meio Ambiente - https://www.igneabr.com.br/ - @igneabrVP Transportes - http://www.vptransportes.com.br/ - @vptransportesltdSX Requerimento Mineral - https://requerimentomineral.com.br/ - @sx_mineralCorona Cadinhos - https://coronacadinhos.com.br/- @coronacadinhosUse o link abaixo e garanta seu desconto na plataforma SX Requerimento MineralLink: https://requerimentomineral.com.br/planos?cupom=PODCAST15Confiram essa e outras entrevistas no canal e Lembrem-se: "Mineração pode não ser o futuro mas não existe futuro sem a mineração"#mineração #tecnologia #technology #podcastdamineração #podcast #inovação #engenheirodeminas #engenhariademinas #futuro #inovação #innovations #livro #esg #sãopaulo #agregados

Scicast
Animais Exóticos (SciCast #680)

Scicast

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 82:59


O que é um animal exótico? Um mesmo animal pode ser exótico em algum lugar mas noutro não? E o que seria um animal selvagem? E silvestre? Essa semana conversamos sobre essas definições todas e como esses animais podem estar presentes no nosso dia a dia. Além disso, quais os impactos de termos esses animais à disposição em nosso país? Como acontece o mercado e quais as consequências para os animais, para o meio ambiente e para nós, humanos? Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Tarik Fernandes, Marcelo Pedraz, Rita Kujawski e Caio Ferreira Citação ABNT: Scicast #680: Animais Exóticos. Locução: Tarik Fernandes, Marcelo Pedraz, Rita Kujawski e Caio Ferreira. [S.l.] Portal Deviante, 23/02/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-680 Imagem de capa: Unsplash Perguntas do Episódio Abdalla, A. V. D. (2007). A proteção da fauna e o tráfico de animais silvestres (Dissertação de mestrado). Universidade Metodista de Piracicaba. http://www.dominiopublico.gov.br/download/teste/arqs/cp055586.pdf Albuquerque, U. P., Araújo, E. L., Souto, A., Bezerra, B., Freire, E. M. X., Sampaio, E., Casas, F. L., Moura, G., Pereira, G., Melo, J. G., Alves, M., Rodal, M., Schiel, M., Neves, R. L., Alves, R. R. N., Azevedo-Júnior, S., & Telino Júnior, W. (2012). Caatinga revisited: Ecology and conservation of an important seasonal dry forest. The Scientific World Journal, 2012, 205182. https://doi.org/10.1100/2012/205182 Anderson, C. (2014). Wildlife poaching: Causes, consequences and solutions. Araújo, V. C. de. (2019). Um retrato do tráfico de animais silvestres em São Paulo e alternativas para combatê-lo. Segurança Ambiental On-line, 5(1), 1–10. https://www.policiamilitar.sp.gov.br/unidades/ambiental/SegAmb/ed5/ed5art6.pdf Araújo, V. C. de. (2021). O tráfico de animais silvestres no estado de São Paulo: aspectos legais, sociais e econômicos do traficante (Dissertação de mestrado). Universidade de São Paulo. https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/100/100136/tde-19112021-225828/pt-br.php Borges, R. C., Oliveira, A., Bernardo, N., & da Costa, R. (2006). Diagnóstico da fauna silvestre apreendida e recolhida pela Polícia Militar de Meio Ambiente de Juiz de Fora, MG (1998 e 1999). Revista Brasileira de Zoociências, 8(1), 23–33. Brasil. (1998). Portaria n° 93, de 7 de julho de 1998. Ministério do Meio Ambiente. http://www.ibama.gov.br Brasil. (2008). Decreto nº 6.514, de 22 de julho de 2008. Presidência da República. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/decreto/d6514.htm Brasil. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm Chavan, A. S., & Muley, E. D. (2023). Animal trafficking and poaching: A global concern. Journal of Entomology and Zoology Studies, 11(5), 45–49. https://www.entomoljournal.com/archives/2023/vol11issue5/PartA/11-5-45-197.pdf Cunha, G. B., et al. (2022). Fauna silvestre recebida pelo Centro de Triagem de Animais Silvestres e encaminhada para o hospital veterinário da Universidade de Brasília. Ciência Animal Brasileira, 23, e-72818. https://doi.org/10.1590/1809-6891v23e72818 Destro, G. F. G., et al. (2012). Efforts to combat wild animals trafficking in Brazil. In Biodiversity (Vol. 1, Cap. XX). ISBN 980-953-307-201-7. Duffus, A. L. J., Waltzek, T. B., Stöhr, A. C., Allender, M. C., Gotesman, M., Whittington, R. J., Hick, P., Hines, M. K., & Marschang, R. E. (2015). Distribution and host range of ranaviruses. In M. J. Gray & V. G. Chinchar (Eds.), Ranaviruses: Lethal pathogens of ectothermic vertebrates (pp. 9–57). Springer. https://doi.org/10.1007/978-3-319-20928-9_2 Doukakis, P., Pikitch, E. K., Rothschild, A., DeSalle, R., Amato, G., & Kolokotronis, S.-O. (2012). Testing the effectiveness of an international conservation agreement: Marketplace forensics and CITES caviar trade regulation. PLoS ONE, 7(7), e40907. https://doi.org/10.1371/journal.pone.0040907 Duffy, R. (2016). Security and conservation: The politics of the illegal wildlife trade. Routledge. Financial Action Task Force (FATF). (2020). Money laundering and the illegal wildlife trade. OECD Publishing. https://doi.org/10.1787/9789264313565-en Fischer, M. C., & Garner, T. W. J. (2007). The relationship between the introduction of the American bullfrog (Lithobates catesbeianus) and the decline of native amphibians in Brazil. Conservation Biology, 21(6), 1551–1560. https://doi.org/10.1111/j.1523-1739.2007.00759.x Freitas, V. P. de, & Freitas, G. P. de. (2006). Crimes contra a natureza: De acordo com a Lei 9.605/98 (8ª ed.). Revista dos Tribunais. Hernandez, E. F. T., & Carvalho, M. S. de. (2006). O tráfico de animais silvestres no Estado do Paraná. Acta Scientiarum: Human and Social Sciences, 28(2), 257–266. https://www.redalyc.org/pdf/3073/307324782008.pdf Lima, R. (2007). O tráfico de animais silvestres. In RENCTAS (Ed.), Vida silvestre: O estreito limiar entre preservação e destruição — Diagnóstico do tráfico de animais silvestres na Mata Atlântica: Corredores Central e Serra do Mar (pp. 1–79). Brasília: Dupligráfica. Machado, A. B. M., Drummond, G. M., & Paglia, A. P. (2008). Livro vermelho da fauna brasileira ameaçada de extinção (Vol. 1–2). Fundação Biodiversitas. Maximo, A. B., Lima, L. S., & Almeida, C. O. (2021). Exotic amphibians in the pet trade: Risks of invasion and disease transmission in Brazil. Biological Invasions, 23(6), 1825–1838. https://doi.org/10.1007/s10530-021-02462-4 Mittermeier, R. A., Fonseca, G. A. B., Rylands, A. B., & Brandon, K. (2005). Uma breve história da conservação da biodiversidade no Brasil. Megadiversidade, 1(1), 14–21. Nascimento, C. A. R., Alves, R. R. N., & Mourão, J. S. (2015). Trends in illegal trade of wild birds in Amazonas state, Brazil. Atualidades Ornitológicas, 126, 14. Oliveira, V. M., Matias, C. A., Rodrigues, D. P., & Siciliano, S. (2012). Wildlife trade in Brazil: A focus on birds. TRAFFIC Bulletin, 24(2), 85–88. Pagano, I. S. A., Sousa, A. E. B. A., Wagner, P. G. C., & Ramos, R. T. C. (2009). Aves depositadas no Centro de Triagem de Animais Silvestres do IBAMA na Paraíba: Uma amostra do tráfico de aves silvestres no estado. Ornithologia, 3, 132–144. Pereira, G. A., & Brito, M. T. (2005). Diversidade de aves silvestres brasileiras comercializadas nas feiras livres da Região Metropolitana do Recife, Pernambuco. Atualidades Ornitológicas, 126, 14. Rehbein, K. D. S. (2023). Tráfico de animais silvestres: Limites e possibilidades de atuação dos órgãos competentes (Dissertação de mestrado). Universidade de Passo Fundo. Rehbein, K. D. S., Martinez, G., & Prestes, N. C. (2023). O combate ao comércio ilegal de animais silvestres no Brasil. Planeta Amazônia: Revista Internacional de Direito Ambiental e Políticas Públicas, 15, 282–301. https://periodicos.unifap.br/index.php/planeta Ribeiro, L. B., & Silva, M. G. (2007). O comércio ilegal põe em risco a diversidade das aves no Brasil. Ciência e Cultura, 59(4), 20–23. http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252007000400002 Ruggeri, J., Ribeiro, L. P., Pontes, M. R., Toffolo, C., Candido, M., Carriero, M. M., Zanella, N., Sousa, R. L. M., & Toledo, L. F. (2019). Discovery of wild amphibians infected with Ranavirus in Brazil. Journal of Wildlife Diseases, 55(4), 897–902. https://doi.org/10.7589/2018-10-276 Salati, E., Santos, A. A., & Klabin, I. (2007). Relevant environmental issues. Estudos Avançados, 21(60), 107–127. https://doi.org/10.1590/S0103-40142007000200008 Scheele, B. C., Pasmans, F., Skerratt, L. F., Berger, L., et al. (2019). Amphibian fungal panzootic causes catastrophic and ongoing loss of biodiversity. Science, 363(6434), 1459–1463. https://doi.org/10.1126/science.aav0379 Souto, W. M. S., Torres, M. A. R., Sousa, B. F. C. F., Lima, K. G. G. C., Vieira, L. T. S., Pereira, G. A., et al. (2017). Singing for cages: The use and trade of Passeriformes as wild pets in an economic center of the Amazon—NE Brazil route. Tropical Conservation Science, 10, 1–12. https://doi.org/10.1177/1940082917689895 TRAFFIC. (2014). TRAFFIC Bulletin, 26(2). https://traffic.org/publications/traffic-bulletin/ Zardo, E. L., Behrm, E. R., Macedo, A., Pereira, L. Q., & Lovato, M. (2014). Aves nativas e exóticas mantidas como animais de estimação em Santa Maria, RS, Brasil. Revista Acta Ambiental Catarinense, 11(1), 33–42.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Podcasts do Portal Deviante
Animais Exóticos (SciCast #680)

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Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 82:59


O que é um animal exótico? Um mesmo animal pode ser exótico em algum lugar mas noutro não? E o que seria um animal selvagem? E silvestre? Essa semana conversamos sobre essas definições todas e como esses animais podem estar presentes no nosso dia a dia. Além disso, quais os impactos de termos esses animais à disposição em nosso país? Como acontece o mercado e quais as consequências para os animais, para o meio ambiente e para nós, humanos? Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Tarik Fernandes, Marcelo Pedraz, Rita Kujawski e Caio Ferreira Citação ABNT: Scicast #680: Animais Exóticos. Locução: Tarik Fernandes, Marcelo Pedraz, Rita Kujawski e Caio Ferreira. [S.l.] Portal Deviante, 23/02/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-680 Imagem de capa: Unsplash Perguntas do Episódio Abdalla, A. V. D. (2007). A proteção da fauna e o tráfico de animais silvestres (Dissertação de mestrado). Universidade Metodista de Piracicaba. http://www.dominiopublico.gov.br/download/teste/arqs/cp055586.pdf Albuquerque, U. P., Araújo, E. L., Souto, A., Bezerra, B., Freire, E. M. X., Sampaio, E., Casas, F. L., Moura, G., Pereira, G., Melo, J. G., Alves, M., Rodal, M., Schiel, M., Neves, R. L., Alves, R. R. N., Azevedo-Júnior, S., & Telino Júnior, W. (2012). Caatinga revisited: Ecology and conservation of an important seasonal dry forest. The Scientific World Journal, 2012, 205182. https://doi.org/10.1100/2012/205182 Anderson, C. (2014). Wildlife poaching: Causes, consequences and solutions.  Araújo, V. C. de. (2019). Um retrato do tráfico de animais silvestres em São Paulo e alternativas para combatê-lo. Segurança Ambiental On-line, 5(1), 1–10. https://www.policiamilitar.sp.gov.br/unidades/ambiental/SegAmb/ed5/ed5art6.pdf Araújo, V. C. de. (2021). O tráfico de animais silvestres no estado de São Paulo: aspectos legais, sociais e econômicos do traficante (Dissertação de mestrado). Universidade de São Paulo. https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/100/100136/tde-19112021-225828/pt-br.php Borges, R. C., Oliveira, A., Bernardo, N., & da Costa, R. (2006). Diagnóstico da fauna silvestre apreendida e recolhida pela Polícia Militar de Meio Ambiente de Juiz de Fora, MG (1998 e 1999). Revista Brasileira de Zoociências, 8(1), 23–33. Brasil. (1998). Portaria n° 93, de 7 de julho de 1998. Ministério do Meio Ambiente. http://www.ibama.gov.br Brasil. (2008). Decreto nº 6.514, de 22 de julho de 2008. Presidência da República. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/decreto/d6514.htm Brasil. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm Chavan, A. S., & Muley, E. D. (2023). Animal trafficking and poaching: A global concern. Journal of Entomology and Zoology Studies, 11(5), 45–49. https://www.entomoljournal.com/archives/2023/vol11issue5/PartA/11-5-45-197.pdf Cunha, G. B., et al. (2022). Fauna silvestre recebida pelo Centro de Triagem de Animais Silvestres e encaminhada para o hospital veterinário da Universidade de Brasília. Ciência Animal Brasileira, 23, e-72818. https://doi.org/10.1590/1809-6891v23e72818 Destro, G. F. G., et al. (2012). Efforts to combat wild animals trafficking in Brazil. In Biodiversity (Vol. 1, Cap. XX). ISBN 980-953-307-201-7. Duffus, A. L. J., Waltzek, T. B., Stöhr, A. C., Allender, M. C., Gotesman, M., Whittington, R. J., Hick, P., Hines, M. K., & Marschang, R. E. (2015). Distribution and host range of ranaviruses. In M. J. Gray & V. G. Chinchar (Eds.), Ranaviruses: Lethal pathogens of ectothermic vertebrates (pp. 9–57). Springer. https://doi.org/10.1007/978-3-319-20928-9_2 Doukakis, P., Pikitch, E. K., Rothschild, A., DeSalle, R., Amato, G., & Kolokotronis, S.-O. (2012). Testing the effectiveness of an international conservation agreement: Marketplace forensics and CITES caviar trade regulation. PLoS ONE, 7(7), e40907. https://doi.org/10.1371/journal.pone.0040907 Duffy, R. (2016). Security and conservation: The politics of the illegal wildlife trade. Routledge. Financial Action Task Force (FATF). (2020). Money laundering and the illegal wildlife trade. OECD Publishing. https://doi.org/10.1787/9789264313565-en Fischer, M. C., & Garner, T. W. J. (2007). The relationship between the introduction of the American bullfrog (Lithobates catesbeianus) and the decline of native amphibians in Brazil. Conservation Biology, 21(6), 1551–1560. https://doi.org/10.1111/j.1523-1739.2007.00759.x Freitas, V. P. de, & Freitas, G. P. de. (2006). Crimes contra a natureza: De acordo com a Lei 9.605/98 (8ª ed.). Revista dos Tribunais. Hernandez, E. F. T., & Carvalho, M. S. de. (2006). O tráfico de animais silvestres no Estado do Paraná. Acta Scientiarum: Human and Social Sciences, 28(2), 257–266. https://www.redalyc.org/pdf/3073/307324782008.pdf Lima, R. (2007). O tráfico de animais silvestres. In RENCTAS (Ed.), Vida silvestre: O estreito limiar entre preservação e destruição — Diagnóstico do tráfico de animais silvestres na Mata Atlântica: Corredores Central e Serra do Mar (pp. 1–79). Brasília: Dupligráfica. Machado, A. B. M., Drummond, G. M., & Paglia, A. P. (2008). Livro vermelho da fauna brasileira ameaçada de extinção (Vol. 1–2). Fundação Biodiversitas. Maximo, A. B., Lima, L. S., & Almeida, C. O. (2021). Exotic amphibians in the pet trade: Risks of invasion and disease transmission in Brazil. Biological Invasions, 23(6), 1825–1838. https://doi.org/10.1007/s10530-021-02462-4 Mittermeier, R. A., Fonseca, G. A. B., Rylands, A. B., & Brandon, K. (2005). Uma breve história da conservação da biodiversidade no Brasil. Megadiversidade, 1(1), 14–21. Nascimento, C. A. R., Alves, R. R. N., & Mourão, J. S. (2015). Trends in illegal trade of wild birds in Amazonas state, Brazil. Atualidades Ornitológicas, 126, 14. Oliveira, V. M., Matias, C. A., Rodrigues, D. P., & Siciliano, S. (2012). Wildlife trade in Brazil: A focus on birds. TRAFFIC Bulletin, 24(2), 85–88. Pagano, I. S. A., Sousa, A. E. B. A., Wagner, P. G. C., & Ramos, R. T. C. (2009). Aves depositadas no Centro de Triagem de Animais Silvestres do IBAMA na Paraíba: Uma amostra do tráfico de aves silvestres no estado. Ornithologia, 3, 132–144. Pereira, G. A., & Brito, M. T. (2005). Diversidade de aves silvestres brasileiras comercializadas nas feiras livres da Região Metropolitana do Recife, Pernambuco. Atualidades Ornitológicas, 126, 14. Rehbein, K. D. S. (2023). Tráfico de animais silvestres: Limites e possibilidades de atuação dos órgãos competentes (Dissertação de mestrado). Universidade de Passo Fundo. Rehbein, K. D. S., Martinez, G., & Prestes, N. C. (2023). O combate ao comércio ilegal de animais silvestres no Brasil. Planeta Amazônia: Revista Internacional de Direito Ambiental e Políticas Públicas, 15, 282–301. https://periodicos.unifap.br/index.php/planeta Ribeiro, L. B., & Silva, M. G. (2007). O comércio ilegal põe em risco a diversidade das aves no Brasil. Ciência e Cultura, 59(4), 20–23. http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252007000400002 Ruggeri, J., Ribeiro, L. P., Pontes, M. R., Toffolo, C., Candido, M., Carriero, M. M., Zanella, N., Sousa, R. L. M., & Toledo, L. F. (2019). Discovery of wild amphibians infected with Ranavirus in Brazil. Journal of Wildlife Diseases, 55(4), 897–902. https://doi.org/10.7589/2018-10-276 Salati, E., Santos, A. A., & Klabin, I. (2007). Relevant environmental issues. Estudos Avançados, 21(60), 107–127. https://doi.org/10.1590/S0103-40142007000200008 Scheele, B. C., Pasmans, F., Skerratt, L. F., Berger, L., et al. (2019). Amphibian fungal panzootic causes catastrophic and ongoing loss of biodiversity. Science, 363(6434), 1459–1463. https://doi.org/10.1126/science.aav0379 Souto, W. M. S., Torres, M. A. R., Sousa, B. F. C. F., Lima, K. G. G. C., Vieira, L. T. S., Pereira, G. A., et al. (2017). Singing for cages: The use and trade of Passeriformes as wild pets in an economic center of the Amazon—NE Brazil route. Tropical Conservation Science, 10, 1–12. https://doi.org/10.1177/1940082917689895 TRAFFIC. (2014). TRAFFIC Bulletin, 26(2). https://traffic.org/publications/traffic-bulletin/ Zardo, E. L., Behrm, E. R., Macedo, A., Pereira, L. Q., & Lovato, M. (2014). Aves nativas e exóticas mantidas como animais de estimação em Santa Maria, RS, Brasil. Revista Acta Ambiental Catarinense, 11(1), 33–42.

Colunistas Eldorado Estadão
Planeta Eldorado: Governo Trump processado por própria medida anti-clima

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 11:34


Márcio Astrini, secretário-executivo do Observatório do Clima, trata dos temas mais relevantes sobre Meio Ambiente e mudanças climáticas. A coluna vai ao ar às 6ªs, 7h45, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Rádio Cruz de Malta FM 89,9
Urussanga abre cadastro para campanha gratuita de castração e chipagem de cães e gatos

Rádio Cruz de Malta FM 89,9

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 11:32


O município de Urussanga abriu o cadastro para a próxima campanha gratuita de castração e chipagem de cães e gatos. A iniciativa é promovida pelo Governo Municipal, por meio do Departamento de Meio Ambiente e Bem-estar Animal, em parceria com o Governo do Estado, dentro do programa Pet Levado a Sério. Os tutores interessados devem inscrever seus animais até o dia 25 de fevereiro, por meio de formulário online ou presencialmente no Departamento de Meio Ambiente, de segunda a sexta-feira, das 13h às 17h. Para participar, é necessário apresentar documento de identificação com foto, comprovante de residência, comprovante de renda per capita inferior a um salário mínimo e meio, termo de adoção ou declaração que comprove a adoção do animal, além de uma foto do pet. No caso de animais pertencentes a agricultores, é exigido comprovante de renda, inscrição no CadÚnico ou termo de adoção. Já os proprietários de cães da raça pitbull estão dispensados da comprovação de renda. A ação tem como objetivo contribuir para a saúde pública e fortalecer as políticas de bem-estar animal, auxiliando no controle populacional e na identificação dos pets por meio da microchipagem. Os procedimentos estão previstos para o dia 27 de fevereiro, a partir das 13h. A médica veterinária Fernanda Camacho falou sobre a campanha durante entrevista ao programa Cruz de Malta Notícias, nesta sexta-feira (20), destacando a importância da iniciativa para o município.  

Ciência
"As aves são Indicadores do bom estado de conservação dos ecossistemas"

Ciência

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 21:26


A Guiné-Bissau efectuou em finais de Janeiro a contagem mundial 2026 das aves aquáticas migradoras, uma das maiores operações a nível internacional para a monitorização da biodiversidade. Esta contagem que decorreu em simultâneo em vários países inseridos nas rotas migratórias, foi realizada na Guiné-Bissau pelo IBAP, Instituto de Biodiversidade e das Áreas Protegidas, em parceria com outras entidades. Durante uma semana, oito equipas envolvendo um total de mais de 40 técnicos efectuaram essa contagem ao longo do litoral norte, centro e sul do país, bem como no arquipélago dos Bijagós que -lembramos- desde o passado mês de Julho alcançou o estatuto de Património Mundial Natural da UNESCO. António Pires, coordenador da Reserva da Biosfera dos Bijagós, esteve envolvido nesta contagem e explicitou a importância que tem designadamente para medir o estado de conservação em que se encontra determinado ecossistema. RFI: Antes de falarmos da contagem propriamente dita, onde decorreu e de que aves estamos a falar? António Pires: Estamos a falar de aves migradoras que procuram o arquipélago de Bolama-Bijagós durante o período do inverno europeu e em 2025 efectuamos a contagem mundial do arquipélago de Bolama-Bijagós e também na zona costeira da Guiné-Bissau. No arquipélago, temos três grandes zonas de contagem, devido à sua dimensão que cobre a parte de Bubaque-Soga, depois temos a parte de Formosa, mais para o norte do arquipélago, e depois a parte de Orango até mais a oeste do arquipélago. É efectuada assim a contagem do nosso espaço geográfico. Em termos da zona costeira, são efectuadas a partir do Parque Nacional Natural do Rio Cacheu até ao Parque Nacional de Cantanhez, que é a mais a sul da Guiné-Bissau. RFI: Estamos a falar que tipo de aves é que nós encontramos? António Pires: Principalmente das espécies de limícolas (aves que vivem nas praias e mangais). Fundamentalmente limícolas, que efectuam grandes migrações para o sul. Mas também encontramos as outras espécies de aves de médio e grande porte, como as garças, os mergulhões, etc, etc. Mas o alvo da contagem reside fundamentalmente nas limícolas, que empreendem grandes migrações a partir da zona de reprodução mais a norte da Europa, mais ou menos na zona da Sibéria, que ali nidificam e procuram o arquipélago Bijagós para a alimentação durante o período do inverno. RFI: Para nós termos um pouco a noção, quando elas migram de África rumo à Europa, para onde é que vão estas aves? António Pires: Existem vários pontos de paragem. Também irá depender da capacidade de cada grupo de aves para efectuar a migração de África para a Europa. Nesse caso há dois grandes sítios de grande concentração das aves nesse corredor de migração que é o arquipélago Bolama-Bijagós, ou também na Mauritânia, que é o Banco de Argan e há uma parte da população que também faz uma paragem na Europa. Parte dessa população fica na zona mais ocidental, em Lisboa, depois no Mar de Wadden (nos Países Baixos) e dali, depois, procuram o norte da Europa, que é a Sibéria para a reprodução. RFI: Desde quando é que efectuam essa contagem anual? António Pires: A Guiné-Bissau tem vindo a efectuar essa contagem há mais de dez anos, se não estou em erro. Isso foi fruto de um acordo trilateral no início entre a Dinamarca, a Alemanha e a Holanda, onde foi estabelecida uma equipa nacional para a monitorização dos sítios importantes das limícolas nos Bijagós. Depois disso, veio a desenvolver-se até à data presente. Desde 1997, mais ou menos, até esta data, temos vindo a contar regularmente as aves limícolas, também com o apoio de equipas portuguesas, de equipas holandesas, de equipas alemãs que contribuem junto com a equipa da Guiné-Bissau nas contagens ao longo desse período, mais ou menos de dez anos, se não estou em erro. RFI: Qual é a importância de estarmos todos os anos a efectuar essa contagem? António Pires: Bom, uma das importâncias da contagem mundial é para sabermos o efectivo da população que migra do norte ao sul ou do sul ao norte. Isso é a primeira questão. A outra segunda questão é o estado de conservação do espaço e também da disponibilidade do alimento que esses sítios oferecem. Porque as aves são Indicadores do bom estado de conservação dos ecossistemas. E outro aspecto também, ajuda de forma não directa, mediante estudos, a determinar a contaminação do sítio da contagem, por serem indicadores de metais pesados, mas isso numa esfera um bocadinho mais avançada, onde são efectuados estudos específicos nesse sentido. RFI: Durante uma semana, umas quantas equipas andaram tanto nos Bijagós como também na zona costeira da Guiné-Bissau para contar e ver as condições em que se encontram essas aves migradoras, O que é que andaram concretamente a fazer durante essa semana? Quais foram os critérios que aplicaram nas vossas buscas? António Pires: A equipa da Guiné-Bissau está constituída por oito grupos, no total de 46 pessoas. Nessas contagens procura-se saber o número de cada indivíduo. Procura-se também saber o estado do habitat onde eles se alimentam. Também são identificadas as ameaças associadas aos habitats e também as ameaças relacionadas com a presença das espécies no sítio. Mas também há factores que são recolhidos: factores do tempo, da maré, da incidência do sol, à pressão atmosférica. Há vários factores que são tomados em consideração durante o processo da contagem. O habitat até está em bom estado de conservação. A característica do sedimento, a vegetação que está à volta da área de contagem. Porque, por exemplo, nos Bijagós já temos um ecossistema de mangal que também é uma zona muito importante, onde a população humana dedica-se, fundamentalmente as mulheres, à recolha dos moluscos e durante a maré baixa utilizam este espaço para recolha desses moluscos. Então, existe mais ou menos uma relação entre a ave e as pessoas que utilizam o espaço durante a maré baixa. RFI: Nestes dez anos em que andaram a contar as aves migradoras, notaram alguma evolução? António Pires: Em termos do efectivo da população que procura o arquipélago, a zona costeira da Guiné-Bissau, não existe a diminuição do efectivo fruto de uma acção humana. Por exemplo, as flutuações da população dependem muito da disponibilidade do alimento ou da procura de novos sítios por essas espécies. Então, existe uma mobilidade à volta da zona costeira e do arquipélago Bolama-Bijagós. Mas pela disponibilidade do alimento, por exemplo, o arquipélago Bolama-Bijagós é muito influenciado pela dinâmica marinha e costeira. Então, isso faz com que os nutrientes estejam sempre à deriva de um lado a outro e depois é depositado num sítio específico ou num habitat específico durante a maré cheia e a maré baixa. Esses alimentos estão distribuídos dentro do espaço e as aves procuram nichos específicos para a alimentação. Mas não existe uma diminuição da espécie, de forma que a intervenção de uma outra actividade seja a excepção. Mas os habitats ou os sítios onde contamos, não existe uma diferença muito significativa. Também poderá ser em função da percepção da contagem dos factores também que interferem durante a contagem, por exemplo, a visibilidade, a distância que é contada. Isso interfere nos valores, mas não é significativo. RFI: Quais são os desafios, os problemas, os obstáculos que eventualmente estas aves encontram? Falou muito da questão de encontrar alimentos. Há outras problemáticas que enfrentam essas aves migradoras? António Pires: É mais associado ao habitat. Temos, por exemplo, o que é notório, a questão do lixo. Esse é um problema não só da Guiné-Bissau. Temos estado a constatar a presença do lixo que é trazido pelas correntes. Como sabe, a Guiné-Bissau está banhada por duas correntes, quer o mar do Golfo da Guiné e também a corrente fria que vem até à Guiné-Bissau. Então estas duas correntes, com a influência oceânica, trazem lixos para o interior do arquipélago. Mas não só, também dos lixos são produzidos nas grandes cidades e também a nível do arquipélago Bolama-Bijagós. Depois, com a chuva, parte desse lixo vai parar aos sítios de contagem e isso interfere um bocadinho nessa dinâmica da disponibilidade do habitat. O outro desafio é a necessidade da capacitação dos nossos técnicos para continuarmos nessa dinâmica internacional ligada ao Freeway, que é um corredor de migração das aves, fundamentalmente que ocorre desde a Sibéria, a parte da Europa, o banco de Argan e o arquipélago. RFI: Qual é o balanço que faz da contagem que efectuaram há alguns dias agora? António Pires: Eu considero que a contagem foi um sucesso. Os meios logísticos postos à disposição são consideráveis desde os recursos humanos, desde as embarcações, o combustível, o custo das deslocações, etc, etc. Isso fez com que a contagem fosse positiva. O outro aspecto é o nível de novas pessoas que foram incorporadas dentro dessa estrutura de contagem, porque é um trabalho que requer muito conhecimento, muita técnica e também muito trabalho de campo, anos de trabalho de campo que nos permitam identificar com certeza e dizer que é uma determinada espécie ou não. Na Guiné-Bissau, por tradição, temos estado nesse esforço, como referi anteriormente, há mais de dez anos. E bom, as dificuldades continuam a existir do ponto de vista da logística, porque estes meios também são implicados nas outras actividades. Depois é que são solicitados para a contagem mundial, por ser uma necessidade muito importante para o país. RFI: Quais são os desafios que encontram na conservação dessa biodiversidade? António Pires: Os desafios são vários. Temos o desafio desde o ponto de vista do aumento da população. Temos o desafio ligado ao desenvolvimento sustentável. Temos o desafio ligado à questão do turismo para o arquipélago ser agora um sítio de Património natural Mundial da UNESCO. O nível de importância aumentou consideravelmente. Isso faz com que o arquipélago Bijagós seja um sítio de procura. O número de turistas tem estado a aumentar, não de forma expressiva, mas sente-se a presença de cada vez mais pessoas à procura do arquipélago Bijagós. Em termos de conservação, temos o desafio ligado às mudanças climáticas. Em alguns sítios importantes, a erosão costeira tem estado a afectar alguns habitats muito importantes, sítios de reprodução das tartarugas, as zonas de alimentação de algumas espécies. Isso também é um problema. A pesca artesanal também é uma preocupação, por o arquipélago ser um sítio de excelência de actividade de pesca artesanal para os pescadores autóctones. Mas a Guiné-Bissau tem estabelecido protocolos de acordo com alguns países da África Ocidental, principalmente o Senegal. Procuram as nossas águas para as actividades de pesca, mas tudo com base na regulamentação que é estabelecida. Existe um sistema de fiscalização da actividade ilegal da pesca que é efectuada pelo Ministério das Pescas através de um departamento que tem a competência de fiscalizar actividades de pesca, não só no arquipélago, mas na zona costeira da Guiné-Bissau também. Outro desafio ligado à biodiversidade poderá estar associado à gestão do espaço e do recurso. Por ser uma reserva da biosfera, existe múltiplos actores. Há uma necessidade de estabelecer uma sinergia, uma cooperação, uma troca de informação em tempo útil para permitir que as medidas de gestão e de conservação sejam tomadas de forma atempada, evitando assim grandes problemas para o futuro. RFI: As populações locais entendem a necessidade de se cuidar da biodiversidade? António Pires: Sim, existem vários canais que temos estabelecido com os nossos parceiros, desde a comunidade local, do poder tradicional, das associações de base, das ONGs, da administração local, mesmo o Estado. Há um mecanismo de sensibilização ligado à importância do arquipélago Bijagós e mesmo ligado também à conservação da biodiversidade no arquipélago. Por exemplo, temos ONGs que têm a vocação específica ligada à questão da sensibilização, que começa desde a escola até a um nível mais alto, por exemplo, com os deputados, com os membros do governo. São efectuados esses trabalhos de sensibilização, de lobby, para despertar a atenção da importância do arquipélago e do cuidado que se deve ter em termos do desenvolvimento. Por exemplo, também as escolas de verificação ambiental. Há associações de amigos do ambiente, associações de professores, que também estão direccionados para questões ambientais. Agora, também há jornalistas de amigos do ambiente que estão a solicitar uma visita ao arquipélago, para irem conhecer. Então, essa dinâmica já está instalada. Mas é preciso um reforço dessa ferramenta de comunicação que nos irá permitir trabalhar não só a nossa instituição, que tem a responsabilidade da conservação, mas também as outras instituições também, que têm interesse dentro dessa região, para alinharmos o processo da conservação e a promoção do desenvolvimento sustentável nos diferentes eixos que são propostos.

Podcast da Mineração
Mineração Brasileira: Novos Vetores de Crescimento - Host: VP Transportes & Logística

Podcast da Mineração

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 40:14


Entrevista completa==> https://youtu.be/xOzZ2J5B_yYNeste programa especial, o podcast da mineração recebe Mateus Rodrigues é Head de Mineração e Clientes Key Account da LiuGong. O executivo atua em Belo Horizonte (MG), reforçando a presença da companhia em um dos principais polos de mineração do Brasil.Com os hosts Alexandre Pedrosa, CEO da VPtransporteLogistica e André Fonseca Eng. de Minas e Consultor na VPtransporteLogística. Conversamos sobre mineração brasileira: novos vetores de crescimento, diversificação da mineração nacional, reservas relevantes de terras raras e outros minerais críticos e muito mais.Este é o quarto episódio de uma série que trará insights valiosos sobre diversos temas.Entre em contato com Alexandre da VP Transporte e Logistica:Instagram: @vptransportesltdhttp://www.vptransportes.com.br/Assista ao vídeo completo e descubra como a VP Transportes e Logística para transformar o seu negócio!Participação:LiuGong Latin AmericaCriação de Arte: Maryana BarbosaPatrocinadores Oficiais do Podcast da Mineração:ÍGNEA Geologia & Meio Ambiente - https://www.igneabr.com.br/ - @igneabrVP Transporte Logistica http://www.vptransportes.com.br/ - @vptransportesltdSX Requerimento Mineral -https://requerimentomineral.com.br/ - @sx_mineralCorona Cadinhos - https://coronacadinhos.com.br/- @coronacadinhosLink: https://requerimentomineral.com.br/planos?cupom=PODCAST15Confiram essa e outras entrevistas no canal e Lembrem-se: "Mineração pode não ser o futuro mas não existe futuro sem a mineração"#mineração #tecnologia #technology #podcastdamineração #podcast #inovação #engenheirodeminas #engenhariademinas #futuro #inovação #innovations #innovations #caminhoespesados #mineralindustry #liugong #crescimento

DW em Português para África | Deutsche Welle
18 de Fevereiro de 2026 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 20:00


Angola propõe cessar-fogo entre Governo da República Democrática do Congo e M23 a partir desta quarta-feira. Mas haverá condições reais para que este acordo entre em vigor? Mineração ilegal ameaça o ecossistema nas margens do rio Cunene, o maior do sul de Angola. Governo etíope mobiliza tropas para a fronteira do Tigray.

Meio Ambiente
Presidência da COP30 abrirá consultas para ter 'mapa do caminho' sobre fósseis antes de novembro

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 12:12


A presidência brasileira da Conferência do Clima da ONU em Belém convida os países e organizações internacionais a contribuírem, a partir da semana que vem, com a elaboração de um “mapa do caminho internacional” para o afastamento dos combustíveis fósseis, os principais causadores do aquecimento global. O presidente da COP30, André Corrêa do Lago, realiza um giro internacional para reunir apoio técnico para a proposta, lançada pelo Brasil em novembro passado. Lúcia Müzell, da RFI em Paris Depois de se encontrar com a autoridade climática da ONU (UNFCCC) na Turquia, para iniciar os preparativos para a próxima COP, em Antalya, o embaixador esteve na sede da Organização para a Alimentação e Agricultura (FAO), em Roma. Na sequência, esteve em Paris para reuniões na Agência Internacional de Energia e com a Agência Internacional de Energias Renováveis (Irena). O primeiro passo é compilar os dados mais recentes para fundamentar uma proposta equilibrada, no contexto em que a maioria dos países ainda tem uma forte dependência das fontes fósseis de energia, explicou Corrêa do Lago à RFI. "A primeira parte são os dados. A maior parte deles já está publicada, mas há muitas publicações sobre diversos temas e nós queremos que o mapa do caminho internacional seja um instrumento de desmistificação dos problemas relacionados a isso e de simplificação do grande volume de informações existentes”, indicou. "Todas as instituições relacionadas à energia podem contribuir.” Incluir a Opep na conversa O embaixador também busca agregar visões divergentes sobre o tema, incluindo a Organização dos Países Produtores de Petróleo (Opep). A entidade, que reúne as economias que mais se opõem à conversa sobre o fim do petróleo (como os países do Golfo e a Rússia), defende que o foco deve ser a redução das emissões de gases de efeito estufa em geral, e não direcionada a setores específicos. Além disso, sustenta que esse objetivo deve ser atingido mediante ações voluntárias dos países. "É muito importante que a gente incorpore as diferentes visões de diferentes organismos. Não é que um deles vá guiar o processo, até porque, desses organismos todos, só um é das Nações Unidas, o relacionado à energia atômica [AIEA]”, observou o diplomata. Na COP30 em Belém, os grandes produtores de petróleo exerceram forte pressão para que, nos textos finais da conferência, não houvesse menção aos combustíveis fósseis. Dimensão política e dimensão diplomática das COPs A partir da semana que vem, os países-membros da Convenção do Clima também estarão convidados a dar suas contribuições sobre o tema. Corrêa do Lago salienta que o Brasil teve sucesso em trazer de volta às negociações a discussão sobre a redução da dependência dos fósseis, que se tornou um assunto “central para a preparação da COP31". “O presidente Lula sabia que a COP era a ocasião política de se falar disso. Mesmo que o tema não estivesse formalmente dentro da agenda, é um tema incontornável do ponto de vista político”, disse o embaixador. "Por isso que eu sempre tento separar a dimensão diplomática das COPs. A diplomacia é a arte do possível." O objetivo de Corrêa do Lago é propor um documento antes da próxima conferência, sediada na Turquia, com negociações presididas pela Austrália. A ideia de um roteiro para o afastamento dos fósseis está longe de um consenso: dentro do próprio Brasil, os diferentes ministérios envolvidos na discussão (Casa Civil, Minas e Energia, Meio Ambiente e Fazenda) não conseguiram convergir sobre as diretrizes básicas dentro do prazo de 60 dias estabelecido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva logo após o evento em Belém. Pela complexidade do assunto, o roteiro brasileiro provavelmente não estará pronto até a próxima COP. "Todos os países estão divididos quando discutem esse tema, porque há interesses econômicos imensos, desafios de financiamento, desafios tecnológicos e muitos outros. A ambição desse mapa do caminho internacional é contribuir para que a transição seja feita de maneira racional e nos termos aprovados pela Convenção do Clima em Dubai: de forma justa, ordenada e equilibrada”, salientou o presidente da COP30. Testes antes da COP31 Dois grandes encontros preparatórios da próxima conferência serão determinantes para a diplomacia brasileira testar a abertura dos 195 países à ideia de um roteiro para o afastamento do petróleo e do carvão: a reunião multilateral em Bonn (Alemanha), em junho, e a Pré-COP, a ser realizada em outubro em uma ilha do Pacífico, semanas antes do evento em novembro. Além disso, em abril, a Colômbia e a Holanda organizam uma conferência incluindo os países que demonstraram disposição em avançar nesse tema durante a COP de Belém. Corrêa do Lago avaliou a iniciativa como “muito importante”, mas ressaltou que ocorre em paralelo ao processo oficial de negociações diplomáticas da ONU. O evento na Colômbia estará focado na queda da produção de petróleo, enquanto que, para a presidência brasileira da COP30, a prioridade é avançar na discussão sobre o consumo, passando pela eletrificação das economias e o desenvolvimento das energias renováveis.

Colunistas Eldorado Estadão
Planeta Eldorado: Amazônia pode ter menor média histórica de desmatamento em 2026

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 9:43


Márcio Astrini, secretário-executivo do Observatório do Clima, trata dos temas mais relevantes sobre Meio Ambiente e mudanças climáticas. A coluna vai ao ar às 6ªs, 7h45, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Meio Ambiente
Ao menosprezar danos à natureza, empresas ignoram riscos para elas mesmas, alerta relatório

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 23:40


Ao contribuírem para a perda da biodiversidade do planeta, empresas mundo afora estão cavando a própria cova – e não fazem nada, ou muito pouco, para reverter os riscos que pesam sobre elas mesmas. Um relatório publicado nesta segunda-feira (9) apresenta as conclusões de três anos de pesquisas sobre uma relação que é, ao mesmo tempo, de dependência e de destruição. Lúcia Müzell, da RFI em Paris O estudo da respeitada Plataforma Intergovernamental de Ciência e Política para Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES), conhecido como “o IPCC da biodiversidade”, alerta que todos os negócios dependem da natureza. Entretanto, as atividades econômicas resultaram na redução de 40% dos estoques do capital natural a partir de 1992, aponta o texto. “O crescimento da economia global ocorreu à custa de uma imensa perda de biodiversidade, que agora representa um risco sistêmico crítico e generalizado para a economia, a estabilidade financeira e o bem-estar humano”, afirma o documento, elaborado por especialistas de 75 países, incluindo consultas a comunidades indígenas e tradicionais. O texto adverte empresas, corporações e o setor financeiro que o modo sobre o qual estruturam as suas atividades – majoritariamente predatórias – impulsiona o declínio da natureza e “nem sempre é compatível com um futuro sustentável”. “O fundamental é que os especialistas detalharam a exposição das empresas à perda de biodiversidade, como elas podem medir o seu impacto e as suas dependências, e assim entender os riscos. É a primeira vez que atingimos esse nível de detalhamento, com esta quantidade de especialistas e com a presença de 150 governos”, resumiu Matt Jones, um dos três copresidentes do trabalho, apresentado na conclusão da 12ª sessão plenária do IPBES, em Manchester (Inglaterra). “Com uma clareza inédita, o relatório ajuda as empresas a entenderem o que elas precisam fazer agora.” Dependência direta ou indireta – mas todas dependem Essa dependência pode ser óbvia, como na agricultura ou na mineração, ou nem tão clara à primeira vista, como nas tecnologias digitais. “Pode ser de uma maneira muito direta, como no caso do agronegócio, que depende diretamente dos solos, de polinização, de água etc., mas também cadeias indiretas. Uma empresa que está desenvolvendo inteligência artificial depende de recursos que estão na nuvem e necessariamente precisa de uma série de componentes primários que vêm da natureza, depende de água para resfriar os seus servidores” explicou à RFI Rafael Loyola, coordenador de um dos capítulos do relatório e diretor da Fundação Brasileira de Desenvolvimento Sustentável. “Quando as empresas começarem a entender que o risco de perda de biodiversidade e de degradação da natureza é um risco material, a mentalidade começa a mudar e as empresas vão começar a internalizar esses custos.” Conforme o estudo, em 2023, os fluxos globais de financiamento público e privado com impactos negativos diretos sobre a natureza chegaram a US$ 7,3 trilhões. Desse valor, um terço foram gastos públicos em subsídios que são prejudiciais ao meio ambiente. No caso do Brasil, Loyola ressalta que os incentivos à agricultura de baixo carbono representam uma minoria do pacote total de recursos disponibilizados para o setor. “A gente está falando em cortar subsídios que geram impacto ou pelo menos reorientá-los, para que não sejam, em sua maioria, atividades impactantes. Estamos falando eventualmente de taxas e benefícios fiscais para as atividades positivas”, exemplificou. “O governo tem um papel estruturante, que é importante para o mercado.” Desconhecimento afeta a proteção A mensuração dos danos é insuficiente, contribuindo para que os danos à natureza sejam minimizados tanto em termos políticas públicas, quanto na alocação de investimentos por bancos e o setor financeiro. Menos de 1% das empresas reporta seus impactos sobre a biodiversidade, nota o estudo. “Elas vão ter que avaliar isso na cadeia de valor que têm e comparar opções entre os seus fornecedores, por exemplo. E obviamente, em um nível mais alto das empresas, olhar para a sua estratégia e ver se ela gera valor porque está alinhada à natureza, e não porque está degradando a natureza. Assim eles poderão redirecionar os seus investimentos”, complementa o especialista brasileiro. Em 2023, apenas US$ 220 bilhões foram direcionados para atividades que contribuem para a conservação e restauração da biodiversidade – ou seja, 3% do valor mobilizado em atividades prejudiciais à natureza. Muitas dos negócios que apostam na conservação de espécies não têm conseguido gerar receitas suficientes para prosperarem, indica o texto. Recomendações O estudo traz uma lista de 100 recomendações para agentes públicos, privados e da sociedade civil promoverem uma “mudança transformadora”, ressaltando que um dos problemas é a falta de informação sobre as oportunidades que o caminho da preservação representa.   Medidas como aumentar a eficiência, reduzir o desperdício e as emissões de CO2 beneficiam a biodiversidade. Um maior engajamento junto às comunidades locais, detentoras de conhecimentos tradicionais sobre a natureza, também está entre as recomendações.    “Com uma relação respeitosa e apropriada com povos indígenas e comunidades locais, as empresas podem tomar decisões melhores. Existem muitos conhecimentos e dados existentes e as empresas não utilizam como poderiam”, apontou Matt Jones. Para Rafael Loyola, o Brasil é um modelo de como é possível adaptar planos de negócios para torná-los sustentáveis e positivos para a natureza, com as cadeias do açaí e da castanha, na Amazônia. Falta, entretanto, dar escala a essas iniciativas. “No centro do problema, existe a necessidade de mudança de mentalidade, de se entender que a natureza é um ativo para as empresas e a sociedade, e não um problema. Só que hoje temos um conjunto de condições que fazem com que seja mais lucrativo e mais fácil desenvolver um negócio que tem impacto sobre a natureza do que um que a restaure, a recupere”, disse Loyola. “Tem um papel central do Banco Central e dos bancos de desenvolvimento de, na hora de alocar o investimento, fazer uma diligência muito bem feita e fazer um monitoramento do que está sendo reportado, para que seja possível verificar que o que está sendo dito de fato acontece.” 

Colunistas Eldorado Estadão
Planeta Eldorado: Governo lança Plano Clima

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Feb 6, 2026 10:45


Márcio Astrini, secretário-executivo do Observatório do Clima, trata dos temas mais relevantes sobre Meio Ambiente e mudanças climáticas. A coluna vai ao ar às 6ªs, 7h45, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Meio Ambiente
O lado B do salmão de cada dia: uma indústria que polui e afeta populações no sul global

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 7:01


Não muito tempo atrás, comer salmão era um privilégio de ocasiões raras no ano. O preço alto de um produto nobre, pescado em águas distantes e geladas, não permitia que fosse de outra forma. Mas hoje, nas grandes cidades ocidentais, há quem se dê este luxo várias vezes por semana, apesar do alto custo social e ambiental de uma indústria que parece fora de controle.  O salmão encontrado nos supermercados em 2026 tem pouco a ver com as espécies selvagens que eram degustadas até os anos 1980. Nos últimos 40 anos, o consumo mundial do peixe triplicou graças à expansão da criação em cativeiro nos principais países produtores, Chile, Escócia e Noruega.  Na maioria das fazendas marinhas, os salmões vivem confinados aos milhares em espaços limitados por gaiolas. Privados de seus hábitos naturais, podem se atacar uns aos outros e são presas fáceis para parasitas, explica Maxime Carsel, autor de um livro que acaba de ser publicado na França: Un poisson nommé saumon : enquête sur une industrie dévastatrice (Um peixe chamado salmão: investigação sobre uma indústria devastadora, em tradução livre). A obra traz imagens impressionantes sobre as condições dos cativeiros e é publicada no momento em que a multinacional Pure Salmon planeja expandir sua produção para oito países, entre eles a França. O projeto, contestado por organizações ambientalistas, visa construir a maior fazenda do peixe do planeta, na região de Gironda.  “Há fazendas de salmão onde os peixes se comem uns aos outros, morrem e ou são devorados vivos pelos piolhos-do-mar, que são pequenos crustáceos encontrados nos oceanos que se alimentam do muco dos peixes”, disse ao autor, em entrevista à RFI. “Os salmões ficam então como zumbis – tem peixes que perderam a mandíbula, os olhos, as nadadeiras, mas ainda estão vivos. Esses são os peixes que, no final da cadeia alimentar, podem acabar no seu prato.” Coquetel de agrotóxicos Para enfrentar a proliferação dos parasitas, os produtores utilizam um coquetel de agrotóxicos como deltametrina, azametifos e benzoato de emamectina, que as correntes marítimas espalham para outros lugares. O salmão em si também é fonte de contaminação, ao levar consigo os resíduos químicos até o prato do consumidor. Não à toa, as autoridades sanitárias da Noruega emitiram uma recomendação para as famílias limitarem a ingestão do peixe, apesar de o país ser o líder mundial da produção.  Os maiores consumidores são potências desenvolvidas: Japão, Rússia, Estados Unidos e França. Mas para dar conta do apetite europeu, americano e asiático, as empresas recorrem aos países do sul, e até à África. O salmão é um peixe carnívoro que, em cativeiro, costuma ser alimentado com um composto de farinha animal e soja. Em média, são necessários de 1 a 2 quilos de outros peixe para cada quilo de salmão produzido em cativeiro.  Peixe para alimentar salmão, e não populações Foi assim que, na costa africana, multiplicaram-se nos últimos anos as usinas de fabricação do alimento, com pescados da região – e em detrimento da população local, denuncia Aliou Ba, diretor de campanhas de pesca do Greenpeace África.  “Eles usam, a cada ano, 500 mil toneladas de peixe para produzir farinha e óleo de peixe. Meio milhão de toneladas de peixe poderia alimentar aproximadamente 40 milhões de pessoas na África”, salienta. “Portanto, isso representa um problema sério e constitui o lado obscuro, a outra face dessa indústria de criação de salmão, que prejudica profundamente comunidades e países. Tem um impacto realmente negativo na África Ocidental.” Em países como Mauritânia, Senegal e Gambia, pescadores artesanais não conseguem mais encontrar cardumes de sardinhas como antes. O impacto no setor levou os governos locais a restringirem o uso dos peixes para a produção de farinha – mas os navios pesqueiros agora se deslocam mais ao sul. “Alguns estão se estabelecendo na Guiné-Bissau. Uma coisa é certa: enquanto eles não pararem de explorar excessivamente nossos recursos, deixando nossas mulheres e pescadores desempregados e destruindo nossos ecossistemas marinhos, nós também não vamos parar de lutar contra eles”, garante Aliou Ba. Mortes de trabalhadores no Chile Em seu livro, o jornalista francês Maxime Carsel também aborda o aspecto social da exploração excessiva do salmão. No Chile, catapultado a segundo maior produtor graças aos cativeiros, as condições de trabalho nestas fazendas são bem diferentes da Europa, constata ele.  “Pessoas perderam dedos e mãos. Há também aqueles mergulhadores cujo trabalho é limpar as gaiolas de salmão e que morrem porque os cabos caem sobre eles”, aponta. “Perto de cem mergulhadores morreram no Chile nos últimos anos.” Maxime Carsel avalia que um dos poucos freios para reverter este cenário seria a tomada de consciência dos consumidores. No que depender da indústria, a tendência é de crescimento ainda maior do setor. A norueguesa Mowi, líder mundial da produção de salmão, planeja passar dos atuais 520 mil toneladas ao ano para 600 mil toneladas até 2029. A China, onde a demanda é exponencial, está se lançando na produção e até Dubai amplia as duas fazendas de salmão, em pleno deserto.

Isso é Fantástico
Caso Orelha e o debate sobre a lei de maus-tratos a animais no Brasil

Isso é Fantástico

Play Episode Listen Later Feb 1, 2026 22:16


Neste episódio do podcast do Fantástico, Renata Capucci e Maria Scodeler recebem o ambientalista, protetor dos animais e delegado-chefe da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente, Guilherme Dias.

Colunistas Eldorado Estadão
Planeta Eldorado: Entrevista com o cientista Paulo Artaxo

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Jan 30, 2026 15:43


Márcio Astrini, secretário-executivo do Observatório do Clima, trata dos temas mais relevantes sobre Meio Ambiente e mudanças climáticas. A coluna vai ao ar às 6ªs, 7h45, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Os Pingos nos Is
Ato de Nikolas tem apoio de Michelle / PT teme efeito eleitoral

Os Pingos nos Is

Play Episode Listen Later Jan 27, 2026 119:33


Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta segunda-feira (26):O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e aliados encerraram neste domingo a Caminhada pela Liberdade com um ato que reuniu milhares de pessoas em Brasília. O deputado afirmou que o movimento nasceu de uma indignação pessoal e teve como objetivo despertar os brasileiros para temas políticos e institucionais. O deputado federal Nikolas Ferreira afirmou que integrantes da esquerda comemoraram o raio que atingiu participantes da Caminhada pela Liberdade, em Brasília. O parlamentar classificou o episódio como um retrato do ódio político e destacou que foi um milagre ninguém ter morrido.Integrantes do PT e do governo avaliam que a caminhada organizada por Nikolas Ferreira pode ter sido o início informal da campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência em 2026. Diante da mobilização da direita, o governo já discute medidas para reagir e recuperar a atenção da opinião pública.O presidente do STF, Edson Fachin, defendeu a criação de um código de conduta para ministros e afirmou que a Corte precisa se autolimitar para evitar interferência externa. Fachin reconheceu resistência interna e disse que parte dos ministros prefere adiar o debate por ser ano eleitoral.Levantamento com dados do Ministério da Justiça mostra que oito dos dez estados com mais mortes violentas em 2025 são governados por políticos alinhados à esquerda ou centro-esquerda. O cenário reforça o debate sobre segurança pública e os diferentes resultados entre governos de esquerda e direita. A cidade de São Paulo registrou mais de 150 mil roubos e furtos de celulares no último ano, o equivalente a 17 aparelhos por hora. Mesmo com programas de rastreamento, apenas cerca de 10 mil celulares foram devolvidos aos donos, reforçando a sensação de insegurança na capital. O governo informou que o presidente Lula (PT) conversou por telefone com Donald Trump e acertou um encontro em Washington nos próximos meses. A ligação tratou da situação na Venezuela e ocorreu após Lula criticar publicamente a ação militar dos Estados Unidos no país vizinho, levantando questionamentos sobre a mudança de tom do Planalto. Dados do Portal da Transparência mostram que o governo Lula (PT) já gastou R$ 7 bilhões com viagens em três anos de mandato. A média de despesas supera a registrada nas gestões de Jair Bolsonaro e Michel Temer, com destaque para gastos dos ministérios da Justiça, Defesa, Educação e Meio Ambiente. Após divergências internas no PL em Santa Catarina, Jair Bolsonaro pediu que o governador Jorginho Mello organize a direita e resolva a disputa pela vaga ao Senado. A pré-candidatura de Carlos Bolsonaro tem gerado atritos com a deputada Carol de Toni, e o ex-presidente também solicitou a interferência de Valdemar Costa Neto. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.

Colunistas Eldorado Estadão
Planeta Eldorado: O que a Groenlândia tem a ver com o clima?

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Jan 23, 2026 12:01


Márcio Astrini, secretário-executivo do Observatório do Clima, trata dos temas mais relevantes sobre Meio Ambiente e mudanças climáticas. A coluna vai ao ar às 6ªs, 7h45, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

3 em 1
Defesa de Jair Bolsonaro pede autorização para visita de Tarcísio

3 em 1

Play Episode Listen Later Jan 19, 2026 117:32


No 3 em 1 desta segunda-feira (19), o destaque foi o pedido da defesa de Jair Bolsonaro (PL) para que o ex-presidente receba a visita do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) na Papudinha, onde está preso. A solicitação já foi encaminhada ao ministro Alexandre de Moraes. Além disso, uma ala do Supremo Tribunal Federal avalia que a transferência para a Papudinha pode servir como etapa preliminar para a concessão da prisão domiciliar ao ex-mandatário. Reportagem: Igor Damasceno. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), afirmou que não pretende disputar as eleições de 2026. Nos bastidores políticos, o nome da ministra Simone Tebet (MDB) passou a ser cogitado para a disputa pelo governo de São Paulo. Reportagem: Matheus Dias. Em meio a um clima de tensão com a Noruega, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que não se sente obrigado a pensar na paz após não vencer o Prêmio Nobel. Paralelamente, Trump convidou Benjamin Netanyahu, Luiz Inácio Lula da Silva e Vladimir Putin para integrar um novo Conselho da Paz, com foco no conflito em Gaza e na mediação de outros pontos de tensão global. Reportagem: Eliseu Caetano. Após especulações sobre seu futuro político, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva (Rede), negou que disputará a Presidência da República. Ela também descartou uma candidatura à Câmara dos Deputados e deve concorrer ao Senado por São Paulo. Reportagem: Igor Damasceno. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), afirmou que dará prioridade à análise do acordo entre o Mercosul e a União Europeia. Segundo o parlamentar, o tratado de livre comércio deve ser discutido já na primeira sessão do ano legislativo. O acordo foi assinado neste sábado (17), no Paraguai. Reportagem: André Anelli. O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) iniciou nesta segunda-feira (19) o pagamento aos credores do Banco Master, após a identificação de irregularidades na instituição. O banco possui uma dívida estimada em R$ 40,6 bilhões, que envolve mais de 800 mil investidores. Reportagem: Igor Damasceno. O ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, articula encontros com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), e com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos). O objetivo é destravar a tramitação da PEC da Segurança Pública no Congresso Nacional. Reportagem: André Anelli. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Colunistas Eldorado Estadão
Planeta Eldorado: O que esperar para o Meio Ambiente do Brasil no ano eleitoral?

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Jan 16, 2026 10:15


Márcio Astrini, secretário-executivo do Observatório do Clima, trata dos temas mais relevantes sobre Meio Ambiente e mudanças climáticas. A coluna vai ao ar às 6ªs, 7h45, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

DW em Português para África | Deutsche Welle
16 de Janeiro de 2026 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Jan 16, 2026 20:00


No Uganda, o Presidente Yuweri Museveni lídera contagem preliminar dos votos das eleições gerais. Em Moçambique, a ONG Plataforma Decide denuncia vítimas mortais à conta da violência policial em Nampula. Portugal vai eleger um novo Presidente da República este domingo. Analistas dividem-se na avaliação aos mandatos de Marcelo Rebelo de Sousa na relação com os PALOP.

Café Brasil Podcast
Cafezinho 707 - Made in Paraguay

Café Brasil Podcast

Play Episode Listen Later Dec 19, 2025 8:48


Imagine um produtor fazendo contas. Sem ideologia, sem militância. Só matemática. Quando os números não fecham, o capital vai embora. Neste episódio, falamos do Brasil que dificulta, muda regra no meio do jogo e trata quem produz como suspeito — enquanto o Paraguai faz o básico e colhe resultados. O caso da tilápia é didático: produzir aqui virou castigo, importar virou virtude. Uma conversa sobre previsibilidade, sobrevivência e o preço de empurrar quem trabalha para fora. MUNDO CAFÉ BRASIL: https://mundocafebrasil.com Curso Merdades e Ventiras - Como se proteger da mídia que faz sua cabeça? https://merdadeseventiras.com.br/curso/ Conheça o Podcast Café com Leite: https://portalcafebrasil.com.br/todos/cafe-com-leite/ Instagram: https://www.instagram.com/lucianopires/ Para conhecer minhas palestras: https://lucianopires.com.br Vem dar uma olhada na nossa loja: https://lucianopires.com.br/loja Edição e animação: Daniel Pires ....................................................................................................................................................................