Podcasts about meio ambiente

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Lidercast Café Brasil
LíderCast 417 - Marcelo Schmid - Floresta em pé vale mais

Lidercast Café Brasil

Play Episode Listen Later Jun 26, 2026 74:21


O convidado de hoje é Marcelo Schmid, engenheiro florestal, advogado e especialista em transformar recursos naturais em negócios sustentáveis. Há mais de 25 anos, atua nos mercados de base florestal, liderando projetos de estratégia, investimentos, fusões e aquisições, serviços ambientais e créditos de carbono. À frente dessas áreas no Grupo Index, Marcelo também participa de fóruns nacionais e internacionais e leva sua experiência para a sala de aula. No LíderCast de hoje, vamos conhecer sua trajetória e entender como é possível conciliar preservação, desenvolvimento e valor econômico.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Crentassos Produções Subversivas
Meio Ambiente: A criação geme | Ampulheta 79

Crentassos Produções Subversivas

Play Episode Listen Later Jun 20, 2026 3:59


Meu nome é Giancarlo Marx e hoje eu vou falar sobre o tema: Meio Ambiente: A Criação Geme. Junho é o mês em que o mundo volta os olhos para a preservação ambiental. Mas, para muitos de nós, parece que a pauta da ecologia e a pauta da fé correm em trilhos que nunca se cruzam. Há quem pense que cuidar do planeta é uma distração de quem deveria estar cuidando apenas das ‘almas’. Mas se o Salmo 24 nos disse lá em janeiro que a terra é do Senhor, como alguém pode dizer que ama o artista se ao mesmo tempo despreza a sua obra? A Bíblia usa uma expressão muito forte na carta aos Romanos: ‘A criação geme’. Ela não está apenas sofrendo. Ela está em dores de parto. O nosso pecado, que é essencialmente egoísmo e ganância, não afeta apenas a nossa relação com Deus ou com o próximo. Ele destrói a nossa casa comum. A reconciliação trazida por Jesus, e manifesta na sua igreja inclui também a geografia. Salvação não é um bilhete de saída para um céu etéreo enquanto deixamos na Terra um rastro de destruição. Salvação é o início da restauração de todas as coisas. O Reino de Deus tem cheiro de terra molhada, tem o frescor das águas limpas e a dignidade de quem entende que os recursos da criação não são para o lucro de poucos, mas para a vida de todos. Ser cristão e ignorar a crise climática ou o desmatamento é uma contradição. Zelar pelo jardim não foi a primeira tarefa dada por Deus ao ser humano? Neste mês, eu te convido a pensar: Como o meu consumo e estilo de vida refletem o respeito pelo Criador? Cuidar do lixo, economizar água ou lutar contra a exploração predatória da natureza são atos litúrgicos. São formas de dizer que eu reconheço a assinatura de Deus em cada folha e em cada rio. Que em junho, a nossa espiritualidade saia das quatro paredes, sinta os pés tocar o chão e a brisa balançar o cabelo. Que a gente aprenda a ouvir o gemido da criação e a responder com cuidado e esperança. Enquanto isso eu vou ficando por aqui. Um abraço e até o próximo Ampulheta. PARTICIPANTES: – Giancarlo Marx COISAS ÚTEIS: – Duração: 03m59s – Feed do Crentassos: Feed, RSS, Android e iTunes: crentassos.com.br/blog/tag/podcast/feed Para assinar no iTunes, clique na aba “Avançado”, e “Assinar Podcast”. Cole o endereço e confirme. Assim você recebe automaticamente os novos episódios. – Todos os “Ampulheta” CITADOS NO PROGRAMA: – Ampulheta – Salmo 24 GRUPOS DE COMPARTILHAMENTO DA CRENTASSOS: – WhatsApp – Telegram JABÁS: REDES SOCIAIS: Críticas, comentários, sugestões para crentassos@gmail.com ou nos comentários desse post. OUÇA/BAIXE O PROGRAMA:The post Meio Ambiente: A criação geme | Ampulheta 79 appeared first on Crentassos Produções Subversivas.

Afinal de Contas
Emergência climática, responsabilidade fiscal e justiça socioambiental. Em debate entre os dias 23 e 25 de junho, o papel do controle externo na agenda do meio ambiente.

Afinal de Contas

Play Episode Listen Later Jun 19, 2026 1:39


Projetos da Semana
Projetos em Destaque: seguro-desemprego para portuários, meio ambiente e socorro em voos

Projetos da Semana

Play Episode Listen Later Jun 19, 2026 10:02


O programa Projetos em Destaque trata de algumas propostas em discussão no Senado Federal Nesta semana, vamos falar sobre o projeto que garante o pagamento de seguro-desemprego para trabalhadores portuários avulsos, durante o período de entressafra do açaí, que atuam na movimentação de cargas do fruto na Amazônia Legal ( PL 3106/2026 ); sobre a proposta que regulamenta a profissão de técnico em meio ambiente ( PL 2854/2026 ); e sobre o projeto que garante o pagamento de compensação ao médico que prestar socorro a passageiro durante viagens aéreas ( PL 2740/2026 ). Ainda serão assuntos o projeto que confere ao município de Condado (PE) o título de Capital Nacional do Folguedo Cavalo-Marinho ( PL 2899/2026 ); e a proposta que transfere simbolicamente a sede do governo federal para Fortaleza, anualmente, no dia 25 de março, quando se comemora a Data Magna do Ceará ( PL 3070/2026 ).

Podcast da Mineração
Anderson Dias Lima - CEO Minergeo assessoria em geologia, mineração e meio ambiente.

Podcast da Mineração

Play Episode Listen Later Jun 18, 2026 33:03


Entrevista Completa==> https://youtu.be/qD5lCZpflTYOlá sejam bem vindo ao nosso quadro de entrevistas do Podcast da Mineração.Neste programa especial, entrevistamos Anderson Dias Lima - CEO Minergeo - Licenciamento Ambiental assessoria em geologia, mineração e meio ambiente , conversamos sobre pesquisa mineral: o primeiro passo para transformar potencial geológico em negócio seguro. Criação de Arte: Maryana BarbosaUse o link abaixo e garanta seu desconto na plataforma SX Requerimento MineralLink: https://requerimentomineral.com.br/planos?cupom=PODCAST15Patrocinadores Oficiais do Podcast da Mineração:ÍGNEA Geologia & Meio Ambiente - https://www.igneabr.com.br/ - @igneabrSX Requerimento Mineral - https://requerimentomineral.com.br/ - @sx_mineralCorona Cadinhos - https://coronacadinhos.com.br/- @coronacadinhosConfiram essa e outras entrevistas no canal e Lembrem-se: "Mineração pode não ser o futuro mas não existe futuro sem a mineração"#mineração #tecnologia #technology #podcastdamineração #podcast

Podcast da Mineração
GLAUCIA CUCHIERATO - JOSÉ RICARDO THIBES PISANI - IMXP 2025

Podcast da Mineração

Play Episode Listen Later Jun 16, 2026 36:20


Entrevista Completa==> https://youtu.be/Cprod6jnwkwÉ com muito orgulho que compartilhamos a quinta apresentação oficial do IMXP 2025!Neste vídeo, recebemos Glaucia Cuchierato - Diretora Executiva Geoansata e Jose Ricardo Thibes Pisani - Vice Presidente da CBRR , para um bate-papo técnico e estratégico imperdível. Uma oportunidade única para entender a importância desse movimento e a visão para o futuro da mineração.

Rádio Cruz de Malta FM 89,9
Programa Junior Rangers é lançado para formar jovens guardiões da natureza

Rádio Cruz de Malta FM 89,9

Play Episode Listen Later Jun 15, 2026 6:54


Foi lançado na última semana o Projeto de Educação Ambiental – Programa Junior Rangers, uma iniciativa que busca formar crianças e adolescentes como agentes de conservação ambiental e desenvolvimento sustentável na região da Serra Catarinense. O programa é coordenado pelo Instituto de Desenvolvimento Local (IDEL) e pela FACISC, em parceria com a organização alemã BBW, contando ainda com o apoio do Ministério da Cooperação Econômica e do Desenvolvimento da Alemanha. A iniciativa também é desenvolvida em articulação com os municípios participantes, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a Secretaria do Meio Ambiente e da Economia Verde de Santa Catarina (SEMAE-SC) e demais instituições ligadas à gestão e conservação das unidades de conservação da região. O principal objetivo do Programa Junior Rangers é fortalecer a conservação ambiental e incentivar o desenvolvimento sustentável nas áreas do entorno do Parque Nacional de São Joaquim, do Parque Estadual da Serra Furada e do EcoMuseu Serra do Rio do Rastro, aproximando os estudantes da realidade e da importância desses ecossistemas. Nesta primeira etapa, o projeto atenderá 172 estudantes de cinco escolas, localizadas nos municípios de Urubici, Orleans, Lauro Müller e Grão-Pará. Ao longo dos próximos meses, os participantes irão vivenciar uma série de oficinas, atividades educativas, visitas técnicas e experiências práticas voltadas ao conhecimento da fauna, da flora, dos recursos hídricos e dos demais elementos que compõem os ecossistemas da Serra Geral Catarinense. A proposta é estimular o protagonismo juvenil e formar futuros guardiões da natureza, conscientes da importância da preservação ambiental. Durante entrevista ao programa Cruz de Malta Notícias, nesta segunda-feira, o consultor do IDEL e integrante da equipe de implementação do Junior Rangers em Santa Catarina, Mauricio Pinho, destacou os objetivos e a importância do projeto para a formação das novas gerações, reforçando o papel da educação ambiental como ferramenta para a construção de um futuro mais sustentável. Ouça a entrevista completa:

Rádio Cruz de Malta FM 89,9
Governo de SC abre inscrições para o programa Mais Verde com pagamento de até R$ 7,5 mil a produtores rurais

Rádio Cruz de Malta FM 89,9

Play Episode Listen Later Jun 15, 2026 11:24


A Secretaria do Meio Ambiente e da Economia Verde (Semae) abriu nesta segunda-feira (15) o período de inscrições para o programa Mais Verde, iniciativa do Governo de Santa Catarina que remunera proprietários rurais pela conservação da vegetação nativa em suas propriedades por meio do mecanismo de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA). As inscrições devem ser realizadas até o dia 13 de setembro, por meio do sistema CAR Digital, no módulo do programa Mais Verde. O edital completo, com todas as regras, critérios e detalhes da iniciativa, está disponível no site oficial do programa. O Mais Verde estabelece um pagamento único aos participantes, contemplando áreas com limite mínimo de 1 hectare e máximo de 10 hectares por propriedade. O benefício pode chegar a R$ 5,4 mil por proprietário, com possibilidade de bonificação que eleva o valor para até R$ 7,5 mil, conforme critérios específicos previstos no edital. A expectativa do Governo do Estado é atender cerca de 20 mil proprietários rurais em todo o território catarinense, promovendo a conservação de aproximadamente 100 mil hectares de florestas nativas. De forma indireta, o programa deve beneficiar cerca de 80 mil pessoas. Para viabilizar a iniciativa, está previsto um investimento total de R$ 70 milhões, reforçando a política estadual de incentivo à preservação ambiental e à valorização dos produtores que mantêm áreas de vegetação nativa em suas propriedades. O secretário do Meio Ambiente e da Economia Verde, Guilherme Dallacosta, participou do programa Cruz de Malta Notícias nesta segunda-feira (15), onde apresentou os objetivos e o funcionamento do programa, destacando a importância da iniciativa para conciliar preservação ambiental e desenvolvimento sustentável no meio rural. Ouça a entrevista: 

Boletim.leg
Boletim.leg - Edição das 14h

Boletim.leg

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 5:18


Comissão de Meio Ambiente aprovou projeto que cria Política Nacional de Fomento à Agricultura Regenerativa.

Arauto Repórter UNISC
Direto ao Ponto - Prissila Bordignon, secretária de Meio Ambiente, Saneamento e Sustentabilidade de Santa Cruz

Arauto Repórter UNISC

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 22:18


Semana do Meio Ambiente, projeto "Arcos da Borges" e conscientização sobre coleta seletiva e de resíduos orgânicos.

Assunto Nosso
Direto ao Ponto - Prissila Bordignon, secretária de Meio Ambiente, Saneamento e Sustentabilidade de Santa Cruz

Assunto Nosso

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 22:18


Semana do Meio Ambiente, projeto "Arcos da Borges" e conscientização sobre coleta seletiva e de resíduos orgânicos.

Rádio PT
BOLETIM | Reduções recordes de alertas de desmatamento invalidam justificativa para tarifaço

Rádio PT

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 4:23


Dados do sistema Deter, divulgados pelos Ministérios do Meio Ambiente da Ciência e Tecnologia apontam para quedas de 61,4% na Amazônia e de 12,2% no Cerrado nos alertas em maio, o que confirma o esforço brasileiro no combate ao desmatamento ilegal, contrariando argumento usado pelo Escritório Comercial dos EUA.Sonoras:

Convidado
Mundial de Futebol 2026 "será provavelmente aquele com maiores emissões de gases de efeito estufa"

Convidado

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 9:44


Nesta quinta-feira, no dia da abertura do Mundial de Futebol do Canadá, Estados Unidos e México, não podíamos deixar de evocar o arranque desta competição desportiva. Esta competição que decorre a partir deste 11 de Junho até ao dia 19 de Julho promete ser rica em emoções mas, desde já, tem sido marcada por várias polémicas. E isso bem longe dos relvados. Ainda nesta quarta-feira, a ONU apelou Washington a rever "profundamente" a aplicação da sua política migratória, na sequência de tensões resultantes da recusa de os Estados Unidos atribuírem um visto a Omar Artan, árbitro da Somália, as autoridades americanas tendo igualmente vedado a entrada a membros da comitiva iraniana, apesar de protestos da Federação Internacional de Futebol (FIFA). Outro aspecto problemático: a festa do desporto-rei não é para todos. Para um adepto ir ver um jogo, tem que gastar uma média de mil Dólares, o preço de alguns bilhetes podendo ultrapassar os seis mil Dólares. Para além do custo dos bilhetes, há também as despesas de viagem e estadia entre as diversas cidades, muito distantes umas das outras, que vão acolher os jogos: Toronto e Vancouver no Canadá, Atlanta, Boston, Dallas, Houston, Kansas City, Los Angeles, Miami, Nova Iorque, Filadélfia, San Francisco e Seattle nos Estados Unidos, bem como Guadalalajara, Guadalupe e a capital do México. Com estes destinos todos, 48 equipas em vez de 32 em edições anteriores, 104 jogos e uma dezena de dias suplementares para esta competição, este Mundial 2026, promete também ser um dos mais poluentes jamais organizados, apesar de a FIFA ter chegado a apresentar uma estratégia para limitar a sua pegada ambiental. Refira-se, entretanto, que dentro de quatro anos, adopta-se uma fórmula semelhante, com Marrocos, Espanha e Portugal a acolherem o Mundial 2030. Foi sobre estes aspectos que conversamos com Francisco Ferreira, líder da organização ambientalista portuguesa "Zero". RFI: Como se apresenta o Mundial de Futebol 2026? Francisco Ferreira: Efectivamente, nós estamos a falar de um Mundial que será provavelmente aquele que terá maiores emissões de gases de efeito estufa, praticamente o dobro das emissões daquele que foi o Mundial no Qatar. Porque eu vou ter que usar o transporte aéreo para deslocações de vários milhares de quilómetros entre cidades como Vancouver e Miami. Estamos a falar de 16 cidades sede e com o aumento de selecções, a necessidade de transportes vai ser muitíssimo maior. E estamos a falar de todo o continente norte-americano, não propriamente de três países relativamente próximos. 85/90% das deslocações vão ter que ser em transporte aéreo. E já agora, para se ter a noção, 9 milhões de toneladas de dióxido de carbono, são aproximadamente 15 a 20% das emissões de Portugal durante um ano e, portanto, muito significativas. E, além disso, nós também devemos olhar para o clima, não apenas pelos prejuízos que estão a ser feitos com esta poluição, mas também pelo facto de nós estarmos no verão norte-americano com temperaturas e humidades que são extremas. Aliás, calcula-se que um quarto dos jogos serão em condições de stress, quer para os espectadores quer para os jogadores. Vamos ter um consumo de energia muito significativo. Com a climatização, os grupos mais vulneráveis vão estar em maior risco. Vamos ter um maior consumo de água e isso deve ser também uma preocupação. Obviamente, apesar de a FIFA ter anunciado uma estratégia para a sustentabilidade, há muitas dúvidas sobre aquilo que é uma efectiva redução, eu diria mesmo impossível, no consumo de recursos e na produção de resíduos associados à magnitude de um evento como este. E o futebol é aqui, infelizmente, um símbolo das contradições da sustentabilidade global. Ou seja, nós, em vez de mantermos um formato que poderia ter menos emissões, portanto, não passando das 32 para as 48 equipas e fazendo investimentos realmente muito significativos nas cidades sede, apesar de a FIFA apontar para os vários pilares da sustentabilidade, o económico, ambiental, a governança, os aspectos sociais, o que é facto é que nós temos exemplos de curtas melhorias, investimentos muito limitados associados a este Mundial e, portanto, o futebol que deveria ser aqui uma oportunidade absolutamente fantástica e espectacular, e temos tido bons exemplos de algumas realizações, quer de campeonatos mundiais, quer, por exemplo, dos Jogos Olímpicos. Como é que eu posso fazer este tipo de eventos desde o início até ao fim, ou seja, desde a construção até ao futuro daquilo que são os investimentos de uma forma mais amiga do ambiente e das cidades e das pessoas? Neste caso, do que conhecemos, a mais valia vai ser muito limitada. RFI: No fundo, o que se pode concluir relativamente à forma como tem sido organizado este Mundial em três países, com mais equipas, com uma duração maior, com mais jogos, é que efectivamente, a FIFA, o cálculo que fez foi sobretudo o lucro, em vez do respeito pelo meio ambiente. Francisco Ferreira: Exactamente. Portanto, logo o fundamental que tem a ver com o uso de recursos e de energia. E aqui estamos a falar, acima de tudo, dos combustíveis fósseis associados principalmente aos transportes. Estes aspectos que são, no fundo, que o que realmente interessa em termos de contribuição ou de minimização por parte da FIFA em relação a um evento desta natureza, acaba, sem quaisquer dúvidas, por vir a ter um impacto muito maior com esta expansão, onde acima de tudo foram os lucros associados que levaram a este desfecho de um aumento de 16 equipas nesta fase final do campeonato mundial. E portanto, se havia realmente um compromisso com a sustentabilidade por parte da FIFA, mais do que investimentos num ou noutro aspecto nas diferentes cidades sede, a primeira e mais importante decisão era não ter aumentado o número de equipas participantes. RFI: Relativamente a outro aspecto que desta vez tem a ver com um aspecto mais político, também houve polémica em torno do facto de os Estados Unidos continuarem a aplicar a sua política extremamente restritiva de entrada de estrangeiros no seu território e escolher a dedo quem vem, quem não vem. Há uma série de vistos que foram recusados, nomeadamente para um árbitro da Somália ou também pessoas que iam acompanhar a equipa do Irão. Francisco Ferreira: Estes aspectos são, obviamente de natureza política, mas enquadram-se numa das valências fundamentais da sustentabilidade que é a governança, bem como na componente social e com os bilhetes ao preço a que foram colocados e, obviamente com questões de participação que deveria ser completamente aberta a todos os espectadores e a todos os participantes, sejam eles directamente atletas ou dirigentes desportivos ou árbitros de futebol. Eu não poderia ter realmente restrições se quisesse estar alinhado com os princípios da sustentabilidade que a FIFA tão apregoa e que, pelos vistos, não estão a ser devidamente respeitados. RFI: Como é que vê este Mundial tendo em conta que já se antevê que para 2030 o figurino será mais ou menos o mesmo, ou seja, jogos dispersos por vários países também. Francisco Ferreira: Daí que tenha começado desde já há mais de um ano, a conversar com a Federação Portuguesa de Futebol, a olhar para os três países-chave da candidatura Portugal, Espanha e Marrocos para assegurar, por exemplo, que as deslocações que mesmo assim são muito mais próximas por comparação com o continente norte-americano, mas que possam ser feitas quer em termos de espectadores, quer em termos de equipas por comboio. E aqui até temos bons exemplos que é uma contradição que vale a pena assinalar desde já. É que, enquanto Marrocos já tem uma linha de alta velocidade, por exemplo, Portugal não tem qualquer linha nem dentro do país nem na ligação entre Portugal e Espanha. Portanto, temos quatro anos para garantir, mais uma vez, que o número de equipas é o decisivo. Mas eu tenho que fazer transformações rapidamente para minimizar aquilo que serão as actividades associadas à logística do Mundial 2030, mas que, como digo logo à partida, com um impacto menor, porque as distâncias entre Rabat, o Porto, Madrid e Lisboa são, mesmo assim, bastante menores. Ou seja, com menor impacto no ambiente, mesmo se tiver que usar o avião, do que no caso dos Estados Unidos.

Rádio Cruz de Malta FM 89,9
Blitz ESG Verde incentiva preservação ambiental em Lauro Müller

Rádio Cruz de Malta FM 89,9

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 4:08


Como parte das atividades alusivas ao Mês do Meio Ambiente, foi realizada nesta quarta-feira (10) a Blitz ESG Verde – Carbonífera Catarinense & PROA, uma iniciativa voltada à conscientização ambiental e ao incentivo de práticas sustentáveis junto à comunidade. A ação foi conduzida pelos alunos do Projeto PROA – Protetores Ambientais, desenvolvido pela Polícia Militar Ambiental de Santa Catarina e realizado pela primeira vez no município. O projeto busca formar jovens multiplicadores de conhecimento sobre a preservação do meio ambiente e a responsabilidade socioambiental. Durante a blitz, os participantes distribuíram mudas de árvores nativas e materiais educativos com orientações sobre a importância da conservação dos recursos naturais, do plantio de espécies adequadas e da adoção de hábitos que contribuam para a sustentabilidade. A iniciativa teve como objetivo sensibilizar a população para o papel de cada cidadão na construção de um futuro mais verde e ambientalmente responsável. A Blitz ESG Verde integra as ações desenvolvidas em comemoração ao Mês do Meio Ambiente e reforça a parceria entre a Carbonífera Catarinense, a Polícia Militar Ambiental e o Projeto PROA, promovendo educação ambiental e aproximando a comunidade de iniciativas voltadas à preservação da natureza. O repórter Álvaro Souza acompanhou o evento e conversou com os alunos participantes, além de representantes da Carbonífera Catarinense e da Polícia Militar Ambiental, que destacaram a importância da conscientização e do engajamento coletivo na proteção do meio ambiente.

Governo do Estado de São Paulo
Sonora: Natália Resende - Secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística | Dia do meio ambiente Parque Ecologico Tietê

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 4:56


Natália Resende - Secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística | Dia do meio ambiente Parque Ecologico Tietê.

Governo do Estado de São Paulo
Boletim: Semana do Meio Ambiente: Governo de SP amplia ações de recuperação dos rios Tietê e Pinheiros

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 4:28


Novas ações do IntegraTietê incluem monitoramento ambiental por satélite, inteligência artificial para combate a algas, ampliação da coleta de lixo flutuante e intervenções urbanas nas margens dos rios

Governo do Estado de São Paulo
Boletim: Governo de SP amplia programa de educação ambiental

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 2:02


Acordo firmado na Semana do Meio Ambiente amplia projeto “Escolas nos Parques”; novo roteiro pedagógico deve aumentar participação de alunos

Governo do Estado de São Paulo
Discurso: Governador Tarcísio de Freitas | Dia do Meio Ambiente - Resiliência e Adaptação Climática no Parque Ecológico do Tietê

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 20:01


Governador Tarcísio de Freitas no Dia do Meio Ambiente - Resiliência e Adaptação Climática no Parque Ecológico do Tietê

Rádio Cruz de Malta FM 89,9
Blitz ESG Verde promove conscientização ambiental e distribuição de mudas em Lauro Müller

Rádio Cruz de Malta FM 89,9

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 5:50


Como parte das ações em alusão ao Mês do Meio Ambiente, será realizada nesta quarta-feira (10), a partir das 13h30, a Blitz ESG Verde – Carbonífera Catarinense & PROA, iniciativa voltada à conscientização ambiental e ao incentivo de práticas sustentáveis junto à comunidade de Lauro Müller. A atividade acontecerá na Praça Henrique Lage, onde os alunos do Projeto PROA – Protetores Ambientais estarão promovendo ações educativas e realizando a distribuição gratuita de mudas de árvores nativas e materiais informativos sobre preservação do meio ambiente. O Projeto PROA é desenvolvido pela Polícia Militar Ambiental de Santa Catarina e está sendo realizado pela primeira vez no município. A proposta é formar jovens multiplicadores de boas práticas ambientais, estimulando a responsabilidade socioambiental e o cuidado com os recursos naturais. A Carbonífera Catarinense é parceira da iniciativa e sedia o projeto em seu Centro de Treinamento, local onde são desenvolvidas semanalmente as atividades de educação ambiental. Além da estrutura, a empresa também contribui com sua equipe técnica de engenheiros ambientais e outros profissionais da área, que auxiliam na formação dos participantes e no desenvolvimento das ações. A organização convida toda a população a prestigiar o evento, conhecer o trabalho desenvolvido pelos alunos do Projeto PROA e participar de mais uma atividade que reforça a importância da preservação ambiental e da construção de um futuro mais sustentável. A engenheira ambiental da Carbonífera Catarinense, Franciele Candido de Oliveira, participou de entrevista no programa Cruz de Malta Notícias para convidar a população a prestigiar o evento e destacou a importância da iniciativa para a conscientização ambiental no município.

Boletim.leg
Boletim.leg - Edição das 14h

Boletim.leg

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 5:07


Comissão de Meio Ambiente avançou na análise de um projeto que cria a Política Nacional de Circularidade das Baterias Veiculares.

Podcast da Mineração
Núbia Silva - CEO da BRAZDRILL BRAZILIAN DRILLING COMPANY

Podcast da Mineração

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 20:14


Entrevista Completa==> https://youtu.be/5bJzpx7lAnoÉ com muito orgulho que compartilhamos a segunda apresentação oficial do IMXP 2025!Neste vídeo, recebemos Nubia Silva, CEO da BRAZDRILL BRAZILIAN DRILLYNG COMPANY , para um bate-papo técnico e estratégico imperdível. Uma oportunidade única para entender as soluções e a visão de uma das gigantes do setor para o futuro da mineração.

Debate Público
MP institui 'Junho Verde' e reforça atuação em favor do meio ambiente

Debate Público

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 52:59


Nesta edição, recebemos a Procuradora de Justiça e coord. do Caomace, Sheila Pitombeira.

Momento Tecnologia - USP
Momento Tecnologia #150: Plataforma SampaAdapta monitora o calor urbano e promove políticas públicas para adaptação climática

Momento Tecnologia - USP

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 6:35


O Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) e a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e de Design (FAU) da USP, em parceria com a Prefeitura de São Paulo, criaram a plataforma SampaAdapta, que visa a monitorar o calor urbano e promover políticas públicas para a adaptação climática. Humberto Ribeiro da Rocha, professor do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP, explica como o projeto surgiu e como funciona o monitoramento. “A iniciativa é da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente da Prefeitura de São Paulo e vem de um projeto feito em colaboração com a USP, que faz a especificação dos instrumentos e a instalação deles em conjuntos de ambientes interno de residências e ambientes externos, além da análise de bancos de dados de temperatura e umidade do ar. Além da USP e da Prefeitura, existe uma instituição chamada Vital Strategy, que fez o convênio com a Prefeitura para buscar dados que fossem trazer um pouco mais de entendimento dessa variação do microclima dentro e fora de residências e quais os impactos isso pode trazer na saúde humana. Faz parte da iniciativa colaborar para um estudo de entendimento de como esses extremos de temperatura e de umidade do ar podem influenciar no agravamento de doenças ou proliferação de viroses e a intensidade de epidemias.” Gostou do tema? Então confira essa e outras tecnologias desenvolvidas pela Universidade acessando o link https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/momento-tecnologia/ ou ouvindo pelo seu agregador de podcast de preferência.

Naruhodo
Naruhodo Entrevista #69: Hugo Fernandes

Naruhodo

Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 80:01


Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez do Professor, Biólogo, Mestre e Doutor em Zoologia, com Pós Doutorado em Ecologia, Hugo Fernandes. Só vem! >> OUÇA (80min 01s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino. http://naruhodo.b9.com.br * Hugo Fernandes é biólogo, professor da Universidade Estadual do Ceará, possui pós-doutorado em Ecologia e é mestre e doutor em Zoologia. Desde 2022, é sócio e Diretor de Inovação da Seteg Soluções Ambientais, empresa de consultoria com atuação em mais de 20 estados do país.  Pertence ao corpo docente de programas de pós-graduação da UFC, PUC e Universidade do Carbono. Faz parte do programa executivo do European Institute of Innovation for Sustainability e integrou a delegação brasileira em duas Conferências das Partes da ONU (COP16 Biodiversidade e COP30 Clima).  Foi membro do Programa Cientista Chefe junto à Secretaria do Meio Ambiente e Mudança do Clima do Ceará (SEMA), onde coordenou a Lista Vermelha da Fauna Ameaçada do Ceará. Além disso, faz parte do corpo de especialistas que elabora a lista vermelha nacional de roedores e felinos silvestres junto ao ICMBio.  Como comunicador, foi um dos pioneiros da divulgação científica ambiental na internet brasileira, duas vezes TEDx speaker, apresentador de TV (SBT Ceará), colunista de ciência da Band News FM e assinou textos científicos para veículos como HuffPost New York, Folha de S. Paulo, Piauí e Veja. Pela sua atuação, já recebeu homenagens do Governo do Estado do Ceará, da Assembleia Legislativa do Ceará e do Conselho Federal de Biologia, no Senado Federal. Lattes: http://lattes.cnpq.br/9647959713613299 * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser.  O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo

ONU News
Em Dia Mundial, DJ brasileiro reforça movimento por proteção do meio ambiente

ONU News

Play Episode Listen Later Jun 5, 2026 3:15


Recém-nomeado Embaixador da Boa Vontade, Alok falou à ONU News sobre seu papel na mobilização de novas gerações; ele elogiou o trabalho da ONU e disse que está motivado a gerar mais consciência sobre um futuro pautado em sustentabilidade.

Com a Saúde Em Dia
Com a Saúde em Dia - Dia Mundial do Meio Ambiente

Com a Saúde Em Dia

Play Episode Listen Later Jun 5, 2026 1:13


No Dia Mundial do Meio Ambiente, especialistas reforçam que cuidar da natureza é essencial para proteger a saúde da população e reduzir desigualdades sociais.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Podcasts FolhaPE
Sextou ao vivo na Rádio Folha

Podcasts FolhaPE

Play Episode Listen Later Jun 5, 2026 49:05


Dia Mundia do Meio Ambiente; homenagem à rainha Madonna; agenda cultural e esportiva; alerta antituba; dicas literárias e notícias internacionais com nossas enviadas internacionais.Hoje com participação especial de Thulio Surfistinha e da dupla Caju e Castanha da Folha.

Arauto Repórter UNISC
Direto ao Ponto - Cícero Garcia, Secretário de Meio Ambiente e da Pesca em Rio Pardo

Arauto Repórter UNISC

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 16:25


Cícero Garcia, secretário de Meio Ambiente e da Pesca em Rio Pardo, participou do programa Direto ao Ponto para falar sobre a apresentação do estudo de concepção do sistema de proteção contra cheias.

Assunto Nosso
Direto ao Ponto - Cícero Garcia, Secretário de Meio Ambiente e da Pesca em Rio Pardo

Assunto Nosso

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 16:25


Cícero Garcia, secretário de Meio Ambiente e da Pesca em Rio Pardo, participou do programa Direto ao Ponto para falar sobre a apresentação do estudo de concepção do sistema de proteção contra cheias.

Economia
O alto custo econômico das ondas de calor nos países preparados só para o frio

Economia

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 5:09


O verão ainda nem chegou no hemisfério norte e diversos países europeus acabaram de suportar uma semana de temperaturas escaldantes, algo inédito para o período do ano. Com o aumento da intensidade e da frequência das ondas de calor, potências como França, Reino Unido e Países Baixos, acostumadas a lidar com o frio na maior parte do ano, encaram o desafio de ter de se preparar para conviver com as altas temperaturas. Lúcia Müzell, da RFI em Paris O impacto econômico desses períodos antes raros, mas agora repetidos devido às mudanças climáticas, é brutal. Um levantamento recém-divulgado pela seguradora Allianz Trade estimou que o prejuízo acumulado no PIB de 2026 a 2030 pode chegar a 7% nos países mais expostos, como a França, onde o custo das ondas de calor poderá atingir US$ 240 bilhões no período. O forte calor afeta as condições de uso dos transportes, indústrias, instituições, escolas e empresas, mal preparados para os dias de altas temperaturas. Ao ar livre, a agricultura, a construção civil e a logística estão na linha de frente. O impacto na produtividade é direto e já pode ser mensurado. A partir de 30°C, a produção horária de um trabalhador diminui em média 3% a cada grau adicional, e é ainda maior quando os termômetros ultrapassam 35°C. Em paralelo, aumentam significativamente os gastos de saúde e seguridade social, em especial das pessoas mais vulneráveis, como idosos e pessoas em situação precária, salienta Mireille Chiroleu, professora de Economia do Meio Ambiente na Universidade Panthéon-Sorbonne. “As perdas de produção não são os únicos impactos: os na saúde são muito significativos. Estudos mostram que os custos decorrentes das ondas de calor na França entre 2015 e 2020 variaram entre € 22 bilhões e € 37 bilhões”, afirma ela, que também é diretora de pesquisas da Paris School os Economics. “É um valor altíssimo e muito maior do que o de perdas diretas de produção.” Risco de choque macroeconômico Em 2025, um estudo da universidade alemã de Mannheim em conjunto com o Banco Central Europeu trouxe um alerta grave: as ondas anormais de calor têm o potencial de causar um choque macroeconômico nos países do bloco. Somadas às secas e inundações, os fenômenos climáticos poderão custar € 126 bilhões à economia europeia até 2029. Os países mais expostos são Espanha, Itália e França. Em Paris, uma coletiva de imprensa da ministra da Transição Ecológica, Monique Barbut, sobre o tema na última semana foi sintomática: com os termômetros marcando 36°C à sombra, ela recebeu os jornalistas em uma sala “fervendo”, relatou Le Monde, com ventiladores circulando ar quente para os participantes molhados de suor. O Alto Conselho para o Clima, que orienta o governo francês para as medidas de enfrentamento da crise climática, adverte que o país deve se preparar para um cenário de alta de 4°C na média das temperaturas até o fim deste século. 19% de prédios adaptados na Europa Mudanças estruturais devem ser implementadas, observou a Allianz Trade em seu relatório: com “uma população envelhecida, um parque imobiliário pensado para reter o calor e infraestruturas de resfriamento do ar subdesenvolvidas”, a Europa tem uma média de apenas 19% dos prédios adaptados para enfrentar o calor. “As possibilidades estão em constante evolução e vêm apresentando avanços significativos. Recomenda-se a implementação de soluções para controlar a demanda energética ao mesmo tempo em que se combate as mudanças climáticas”, ressalta Chiroleu. “O ar-condicionado pode criar ilhas de calor na área externa a que é climatizada, e assim agravar as desigualdades, principalmente nos centros urbanos. Ele deve ser apenas um elemento da política de adaptação, afinal existe toda uma hierarquia de intervenções, como isolamento térmico de edifícios, arborização, etc.” Este ano, a Espanha instaurou uma licença climática de até quatro dias por ano em caso de eventos climáticos extremos, como enchentes, que impossibilitem o trabalho presencial. Na vizinha França, os ecologistas defendem a ideia e sugerem incluir as ondas de calor como uma razão de afastamento do trabalho, às custas dos cofres públicos. Faltam recursos para a adaptação até nos países ricos Organizações ambientalistas salientam que, antes disso, os países precisariam cumprir os seus planos de adaptação, ampliando as proteções contra o sol nas empresas e residências. A agência francesa de Meio Ambiente e Energia (Ademe) aponta que a instalação de janelas e venezianas adequadas pode diminuir de 20% a 60% a necessidade de ar-condicionado no interior dos prédios. Na prática, entretanto, a maioria dos países está atrasada na aplicação das medidas, principalmente por não disponibilizarem os recursos necessários. “As restrições orçamentárias particularmente fortes da França significam que os fundos destinados a essa adaptação, o Fundo Verde para o Clima, foram drasticamente reduzidos”, aponta. Em 2024, foram alocados € 2,5 bilhões para o mecanismo, que inclui os gastos para adaptação. No ano seguinte, o valor caiu para € 1,1 bilhão em 2025. “Isso é realmente muito pouco. Acho que outros países europeus estão enfrentando as mesmas deficiências de planejamento”, constata a professora francesa.

CBN Vitória - Entrevistas
Serra: uso de drones para flagrar descarte irregular de lixo na cidade

CBN Vitória - Entrevistas

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 10:20


A prefeitura da Serra tem intensificado o combate ao descarte irregular de resíduos com o auxílio da tecnologia, com destaque para o uso de drones. O monitoramento aéreo é realizado pela secretaria de Serviços, que mapeia as infrações. Atualmente os pontos críticos com maior incidência são os bairros Jardim Carapina e Novo Porto Canoa.Ainda, de acordo com a administração municipal, "o trabalho funciona de forma integrada. Após o recebimento das imagens aéreas, os processos são encaminhados ao Departamento de Trânsito para a identificação dos proprietários dos veículos flagrados. Com os dados dos infratores, os fiscais da secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma) aplicam as penalidades conforme o Código de Meio Ambiente da Serra.As multas para o descarte irregular variam de R$ 50 a R$ 1.000 para pessoas físicas. Para microempreendedores, os valores ficam entre R$ 1.001 e R$ 2.000. Já para pessoas jurídicas, a autuação vai de R$ 5.001 a R$ 10.000. Em caso de reincidência no período de cinco anos, os valores podem ser triplicados. Em entrevista à CBN Vitória, o secretário de Serviços, Enivaldo Dias, fala sobre o assunto.

CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade - Marco Bravo
Você sabia que cada pessoa gera cerca de um quilo de lixo por dia?

CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade - Marco Bravo

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 10:37


O "Dia Mundial do Meio Ambiente" é comemorado em 5 de junho. Esta data foi estabelecida pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e visa incentivar a conscientização e ação mundial em prol do meio ambiente. Mais do que uma comemoração, esta data representa um chamado à ação diante dos desafios ambientais que enfrentamos diariamente.

Cantos do Sabiá
Mês do meio ambiente: Como se adaptar à crise climática? - Comida de Verdade

Cantos do Sabiá

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 32:10


Governo do Estado de São Paulo
Sonora :Natália Resende - Secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo | Tarifa Social Paulista

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 1:00


Natália Resende - Secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo | Tarifa Social Paulista.

FEBRABAN News
​ Febraban Podcast #15 - O Novo Mercado de Restauração Florestal

FEBRABAN News

Play Episode Listen Later Jun 2, 2026 25:12


Na Semana Nacional do Meio Ambiente, o novo episódio do Febraban Podcast conversa sobre o papel da restauração florestal na construção de um futuro sustentável.  Muito além de plantar árvores, esta técnica vem se consolidando como um dos pilares da nova economia baseada na natureza ao conectar biodiversidade, clima, desenvolvimento regional e mercado financeiro.​Nesta semana, discutimos como o setor ganha escala no Brasil e no mundo, impulsionado por agendas como descarbonização, créditos de carbono e novos instrumentos financeiros voltados à conservação ambiental.​Com o avanço das metas globais de biodiversidade e eventos internacionais como a Conferência sobre Biodiversidade 2026, a COP 17, se aproximando – entre 19 e 30 de outubro em Yerevan, Armênia, se intensificam os esforços para transformar compromissos em ação concreta.​A partir da experiência de quem está na linha de frente dos projetos, o episódio mostra como a restauração ecológica evoluiu de obrigação ambiental para uma oportunidade econômica com impacto real.​Neste episódio, você vai entender:​Por que restauração vai além do reflorestamento tradicional​Como esse mercado se conecta ao crédito de carbono e às finanças sustentáveis​Quais modelos de negócio estão viabilizando projetos em larga escala​O papel do Brasil como potência em soluções baseadas na natureza​Por que restaurar florestas também é investir em pessoas, clima e biodiversidade​Com Mariana Barbosa (Re.green) e Renato Rosenberg (Serviço Florestal Brasileiro), em conversa com Mona Dorf (Febraban).​Assista no YouTube ou ouça no Spotify.Ficha Técnica: Apresentadora e Editoria-chefe: Mona Dorf ​Supervisão Geral e Co-apresentação: Carlos Cidra e Majory Marcelino ​Supervisão e Produção: Bianca Braga, Julia Alcassa e Leandro Lemella​Roteiro, edição e produção: Rachel Cardoso, Lizely Naoum, Patrícia Travassos e Clovis Travassos​Edição de vídeo: Leonardo Reali e Kris Arruda ​Videomaker backstage: Kris Arruda​Gravação: Supernova Cinematográfica

MP no Rádio
Unidades de conservação e sua importância para o Meio Ambiente

MP no Rádio

Play Episode Listen Later Jun 2, 2026 16:55


As Unidades de Conservação são o tema do MP no Rádio desta semana. A Promotora de Justiça Ivana Ostapiv Rigailo, do Ministério Público do Paraná, fala sobre os diversos tipos de Unidades de Conservação – especialmente as existentes no Paraná –, a legislação que as regula e quais as funções delas, entre outras questões ligadas ao tema.

Podcast da Mineração
Programa especial - Brice Oliveira e Rafael Maia - bltecsistemas

Podcast da Mineração

Play Episode Listen Later Jun 2, 2026 39:04


Entrevista Completa ==> https://youtu.be/PYRLDqjrsXEOlá sejam bem vindo ao nosso quadro de entrevistas do Podcast da Mineração.Neste programa especial, entrevistamos Brice Luiz Oliveira Administrador de Empresas - Pós graduado em gerenciamento de projetos FGV e Rafael Maia formado em Gestão Comercial e atua como Executivo Comercial , conversamos sobre transformação, atuação e tecnologias para a mineração.Participação: BLTEC Criação de Arte: Maryana BarbosaUse o link abaixo e garanta seu desconto na plataforma SX Requerimento MineralLink: https://requerimentomineral.com.br/planos?cupom=PODCAST15Patrocinadores Oficiais do Podcast da Mineração:ÍGNEA Geologia & Meio Ambiente - https://www.igneabr.com.br/ - @igneabrVP Transportes - http://www.vptransportes.com.br/ - @vptransportesltdSX Requerimento Mineral - https://requerimentomineral.com.br/ - @sx_mineralCorona Cadinhos - https://coronacadinhos.com.br/- @coronacadinhosConfiram essa e outras entrevistas no canal e Lembrem-se: "Mineração pode não ser o futuro mas não existe futuro sem a mineração"#mineração #tecnologia #technology #podcastdamineração #podcast #inovação

ONU News
Artista brasileiro Alok é nomeado Embaixador da Boa Vontade para ação climática

ONU News

Play Episode Listen Later Jun 1, 2026 2:03


DJ renomado e apoiador de causas indígenas será estrela de campanha do Dia Mundial do Meio Ambiente; ele contribui com agência da ONU em ação que une o público em torno da ação climática por meio da música, voz e participação. 

Meio Ambiente
Antes de eleições, novo ‘pacote da destruição' no Congresso ameaça política ambiental no Brasil

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later May 29, 2026 18:10


Está nas mãos dos senadores a análise de uma série de medidas antiambientais que a bancada ruralista acaba de aprovar, a toque de caixa, na Câmara dos Deputados. Os projetos de lei visam enfraquecer os mecanismos de controle do desmatamento, amputam em 40% a área protegida de uma floresta na Amazônia e até transferem para o Ministério da Agricultura e Pecuária o poder de designar quais são os animais com risco de extinção no Brasil. O novo “pacote da destruição”, denunciado por entidades ambientalistas, começou a ser apresentado no chamado “Dia do Agro” na Casa, em 19 de maio. Com apoio do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), sem debate público nem aprofundamento técnico sobre as propostas, as votações ocorreram em ritmo acelerado, sem que houvesse margem de manobra para obstrução. A coordenadora de Políticas Públicas do Observatório do Clima, Suely Araújo, vê um governo de mãos amarradas diante da bancada ruralista. “O Congresso tem se mostrado uma arena muito complexa, e o executivo, que não tem mais o controle do Orçamento, principalmente, não tem armas para fazer impor a sua vontade. É muito preocupante o que está acontecendo”, afirma. O ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, advertiu que a ofensiva representa “um esforço concentrado dos Deputados para aprovar projetos que interferem diretamente na gestão ambiental do país”. “É um movimento extremamente grave, porque opera em várias frentes simultâneas, com poder de impacto sobre a gestão ambiental no Brasil, de proporções nunca vistas”, disse ele, em coletiva de imprensa na semana passada. “É uma ação coordenada: diferentes projetos que atacam diferentes áreas e competências e, portanto, é um retrocesso inimaginável. São projetos que vão exigir um trabalho grande do governo federal nas próximas semanas.” Proteção de áreas não-florestais Quatro textos são particularmente preocupantes: o PL 2.564/2025, que altera a Lei de Crimes Ambientais; o PL 5.900/2025, que amplia os poderes do Ministério da Agricultura na agenda ambiental; o PL 2.486/2026, ao diminuir os limites da Floresta Nacional do Jamanxim, uma das mais ameaçadas do Pará; e o PL 364/2019, destinado a reduzir o escopo da Lei de Proteção da Vegetação Nativa. Este último impacta zonas preservadas em todos os seis biomas brasileiros, adverte Suely Araújo. “Tudo o que não for floresta tecnicamente passa a ser considerado área consolidada. Isso significa que não vai ter qualquer proteção ambiental, e ninguém está nem falando. Você vai estar atingindo grande parte do cerrado, da caatinga, do pantanal”, lamenta a ex-presidente do Ibama. “Isso dá mais ou menos 48 milhões de hectares, uma boa parte do território brasileiro.” A aceleração da tramitação das pautas ocorre a cinco meses das eleições no Brasil, em um contexto de incerteza quanto ao futuro das políticas de proteção do meio ambiente no país. Organizações de proteção do meio ambiente já se preparam para uma nova derrota do governo no Senado e esperam que, na sequência, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vete o pacote. Entretanto, neste caso, é esperado que o Congresso barre os vetos, como ocorreu com a Lei Geral do Licenciamento Ambiental, em 2025. “A partir da aprovação no Congresso, vêm os vetos, depois o Congresso derruba tudo. Nós temos apoiado ações judiciais, principalmente movidas por partidos políticos, diretamente no Supremo Tribunal Federal e outras ações também na Justiça Federal de primeiro grau, o que não é uma boa saída”, indica Araújo. “A ação judicial deveria ser a última alternativa, mas elas têm se tornado cada vez mais frequentes.” Prejuízos para o próprio agronegócio Os projetos de lei enfraquecem o arcabouço brasileiro de combate às ilegalidades ambientais num momento em que as exigências para a compra de commodities brasileiras aumentam na Europa, um dos principais parceiros comerciais do Brasil. A aprovação do pacote pode acabar acarretando prejuízos para as exportações do agronegócio, frisou o ministro Capobianco. “Isso tem relação direta com a própria credibilidade do setor frente a contextos muito desafiadores, como as diretivas da União Europeia, que exigem a comprovação de não desmatamento nas exportações de um conjunto importante de produtos brasileiros. A sociedade internacional vem cobrando”, enfatizou. “Nós estamos fragilizando um sistema de controle ambiental que não vai beneficiar o conjunto do agro. Vai beneficiar uma parcela reduzida que segue desconsiderando a legislação.”

Governo do Estado de São Paulo
Sonora : Natália Resende - Secretária do Meio Ambiente,Infraestrutura e Logistica - O antes e depois de quem vivia sem coleta de esgoto

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later May 29, 2026 0:10


Natália Resende - Secretária do Meio Ambiente,Infraestrutura e Logistica - O antes e depois de quem vivia sem coleta de esgoto.

Nova Acrópole Palestras Filosóficas
#728- DIÁLOGO ENTRE CIÊNCIA E FILOSOFIA SOBRE O MEIO AMBIENTE - Convidade especial: Fabio Rubio Scarano

Nova Acrópole Palestras Filosóficas

Play Episode Listen Later May 26, 2026 57:32


Por ocasião do Dia da Terra, em abril de 2026, Nova Acrópole promove um díálogo entre a Ciência e a Filosofia, com a participação do cientista Fabio Rubio Scarano e do filósofo Luis Carlos Marques - diálogo este mediado pela professora Lúcia Helena Galvão, da Nova Acrópole.Participam desta reflexão: Lúcia Helena Galvão - professora, escritora, conferencista e poetisa, que dedica-se há mais de 30 anos ao estudo da Filosofia e ao estabelecimento da Escola de Filosofia Nova Acrópole no Brasil; Luis Carlos Marques Fonseca - Engenheiro, instrutor de Filosofia há mais de 40 anos, conferencista, escritor, Diretor-Presidente de Nova Acrópole Brasil (seção norte); Fabio Rubio Scarano - Engenheiro florestal, PHD em Ecologia, ex-colaborador da ONU, escritor e curador do Museu do Amanhã no Rio de Janeiro.

Colunistas Eldorado Estadão
Planeta Eldorado: Qual a principal mensagem deste um ano de coluna?

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later May 8, 2026 12:49


Márcio Astrini, secretário-executivo do Observatório do Clima, trata dos temas mais relevantes sobre Meio Ambiente e mudanças climáticas. A coluna vai ao ar às 6ªs, 7h45, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Morning Show
90% dos brasileiros defendem redução da maioridade penal para 16 anos

Morning Show

Play Episode Listen Later May 5, 2026 120:24


Confira no Morning Show desta terça-feira (05): O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vai se reunir com o líder dos Estados Unidos, Donald Trump, em meio a um impasse diplomático entre os países devido ao conflito no Oriente Médio. O crime organizado e terras raras são alguns dos assuntos que devem ser pautados no encontro. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançou oficialmente, nesta terça-feira (05), o mascote "Pilili" para as eleições gerais de 2026. A figura tem como objetivo aproximar a Justiça Eleitoral dos cidadãos, especialmente do público jovem, promovendo a conscientização sobre a importância do voto. O prazo para regularização do título de eleitor termina nesta quarta-feira (05). A irregularidade do documento pode gerar multas e impedir o cidadão de obter passaporte, tomar posse em concursos públicos ou realizar matrículas em universidades. Reportagem: Danúbia Braga. A ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva (REDE), descartou concorrer a uma vaga no Senado como suplente. Segundo ela, o debate sobre sua suplência não condiz com o tamanho e qualidade de sua contribuição para o partido para a vida política. A PEC que prevê o fim da escala 6x1 deve ser votada no dia 27 de maio após a conclusão do relatório na comissão especial. Nesta terça-feira (05), a comissão se reúne com centrais sindicais na Câmara dos Deputados. As primeiras discussões acontecem nesta semana. Repórter: Raphaela Almeida. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anunciou um novo conjunto de regras que redefine a elegibilidade para o Oscar 2027. A principal mudança atinge a categoria de Melhor Filme Internacional: a partir de agora, o prêmio será entregue aos cineastas e não mais ao país de origem, e filmes premiados em grandes festivais (como Cannes e Veneza) poderão concorrer mesmo sem a indicação oficial de seus governos. Além disso, a Academia estabeleceu uma barreira rigorosa contra a Inteligência Artificial, exigindo que o roteiro e a atuação tenham autoria humana para serem elegíveis. O governo federal lançou, nesta segunda-feira (04), o Novo Desenrola Brasil, programa de renegociação de dívidas para brasileiros. Durante sua fala, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que “o povo tenha capacidade de se endividar”. No entanto, o presidente reforçou para que as pessoas não percam de vista as suas condições de pagamento. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.

Colunistas Eldorado Estadão
Planeta Eldorado: Corrida pelo fim do uso de combustíveis fósseis

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later May 1, 2026 11:06


Márcio Astrini, secretário-executivo do Observatório do Clima, trata dos temas mais relevantes sobre Meio Ambiente e mudanças climáticas. A coluna vai ao ar às 6ªs, 7h45, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Meio Ambiente
Mapa do caminho do Brasil para fim dos fósseis não deve sair até a COP, diz ministro do Meio Ambiente

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later Apr 28, 2026 20:56


A Colômbia promove nesta terça e quarta-feiras (28 e 29) uma conferência inédita para impulsionar o debate internacional sobre o afastamento dos combustíveis fósseis, cuja produção e consumo são os principais responsáveis pelo aquecimento global. O Brasil está presente em Santa Marta, ao lado de outros quase 60 países. Entretanto, como a maioria dos participantes, Brasília chega ao evento sem ter conseguido elaborar o seu próprio plano para reduzir a dependência dos fósseis. Lúcia Müzell, da RFI em Paris “Não estamos trabalhando com a expectativa de termos um mapa do caminho na próxima COP”, disse ministro do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, à RFI. “Mas isso não tem a ver com uma diferença de visão [dentro do governo]. É um debate que está em curso, não está parado e acredito que, em breve, a gente terá uma proposta a ser encaminhada ao Conselho Nacional de Política Energética para estabelecer os marcos, os princípios, que serão utilizados para que o Brasil elabore o seu mapa do caminho”, explicou. Capobianco assumiu a pasta há menos de um mês, com a saída de Marina Silva do ministério para se dedicar à campanha ao Senado, nas eleições de outubro. Considerado o braço direito da ex-ministra, ele esteve em Paris para participar das reuniões preparatórias do G7, presidido este ano pela França. O Brasil é um dos países convidados da cúpula, prevista para junho, em meio a um contexto geopolítico de fortes tensões internacionais. Confira abaixo os principais trechos da entrevista, na qual Capobianco aborda ainda o futuro da política ambiental no Brasil, no contexto eleitoral, e a preparação para a chegada do fenômeno El Niño, que aumenta a probabilidade de incêndios florestais no segundo semestre. RFI: No tema do meio ambiente, a diplomacia francesa do G7 decidiu não abordar a questão climática num tópico específico, para evitar atritos com a delegação americana. Isso lhe surpreendeu, que um país como a França tenha evitado o tema central da crise climática? João Paulo Capobianco: Eu diria que seria de se esperar que este tema tivesse maior destaque. No entanto, ele foi tratado na medida em que a França trouxe de forma bastante assertiva à questão do combate à desertificação, da conservação da biodiversidade e o acordo envolvendo oceanos. Na verdade, esses temas estão totalmente interligados. Durante as nossas reuniões, esse assunto veio de forma muito clara, e o desafio climático permeou todo o debate, mesmo que não tenha tido um tema específico. RFI: Enquanto isso, acontece na Colômbia a Conferência de Santa Marta, a primeira grande iniciativa internacional reunindo os países dispostos debaterem a saída dos combustíveis fósseis. Como será a participação do Brasil?   J.P.C.: Esse tema foi trazido de forma muito intensa pelo presidente Lula na COP30. O Brasil tem sido muito vocal. Nós precisamos, de fato, reconstruir alternativas rapidamente para reduzir a dependência de combustíveis fósseis, e o Brasil vem defendendo que, para isso, é necessário buscar várias rotas, entre elas o caminho do aumento do uso de biocombustíveis associados à eletricidade, ou seja, híbridos com biocombustíveis como uma alternativa importante para o Brasil. Hoje, nós temos um sistema bastante consolidado disso. O etanol tem uma participação na gasolina extremamente alta, mais de 30%. Temos biodiesel. É uma tecnologia acessível, não compete com a produção de alimentos, não gera desmatamento – nós temos mostrado isso muito claramente. Ou seja, há possibilidades de ações de curto prazo para promover essa transição. O Brasil vai participar da reunião na Colômbia contribuindo para esse debate, porque o mundo precisa encontrar caminhos para reduzir essa dependência o mais rápido possível. RFI: Internamente, no entanto, a definição desse mapa do caminho para o afastamento dos fósseis do Brasil está atrasada. No fim do ano passado, o presidente Lula deu um prazo de 60 dias para quatro ministérios e até hoje não foi possível chegar a um consenso. Como está essa discussão? J.P.C.: Está avançando. Existe uma complexidade que envolve a questão que vulgarmente se chama de combate à pobreza energética. O Brasil tem ainda déficit de oferta de energia para o conjunto da sociedade, e o debate é como é que nós vamos tratar, simultaneamente, a redução da dependência de combustíveis fósseis com essa necessidade de garantir a oferta de energia segura para o conjunto da sociedade brasileira. Isso tem levado a algumas discussões sobre o papel dos combustíveis fósseis, ainda, numa transição brasileira. Mas isso não tem a ver com uma diferença de visão. É uma coisa muito importante: o conjunto do governo, sob a orientação do presidente Lula, entende que a participação dos combustíveis fósseis na matriz energética brasileira deve reduzir. A questão é como é que nós vamos fazer essa redução, qual é a nossa rota de redução. Isso é um debate que está em curso, não está parado e acredito que, em breve, a gente terá uma proposta a ser encaminhada ao Conselho Nacional de Política Energética para estabelecer os marcos, os princípios que serão utilizados para que o Brasil elabore o seu mapa do caminho. RFI: Mas vai ser possível chegar a essa proposta e encaminhá-la até a próxima COP, em novembro, lembrando que a presidência brasileira da COP30 levantou essa questão do ponto de vista internacional? O Brasil pode chegar na COP31 sem o seu mapa do caminho? J.P.C.: Os quatro ministérios envolvidos – Minas e Energia, Meio Ambiente, Fazenda e Casa Civil – estão muito motivados a fazer isso agora, nas próximas semanas. Há propostas de conciliação de posições para que a gente tenha isso e que a gente possa oferecer uma proposta de resolução para o Conselho Nacional de Política Energética rapidamente. Porém, repito, não será ainda o mapa do caminho. Será o estabelecimento dos princípios dos procedimentos que irão orientar a elaboração desse mapa do caminho, que precisa ser construído sob análises aprofundadas do ponto de vista de cenários, impactos socioeconômicos e ambientais de todo esse processo. Estamos comprometidos a estabelecer os princípios que vão orientar a elaboração do mapa do caminho, que se inicia na sequência. RFI: Essa poderá ser a maior entrega do Brasil para a próxima COP31? Qual é o seu principal objetivo para a próxima Conferência do Clima? J.P.C.: Nós vamos ter uma COP logo na sequência de um processo eleitoral bastante intenso, complexo, como toda eleição em qualquer país. Então, não estamos trabalhando com a expectativa de termos um mapa do caminho na COP. O que nós temos como expectativa é mostrar o compromisso do Brasil com isso, mostrar que o processo segue vigoroso, em andamento, em construção, para que a gente possa, no menor prazo, ter o nosso mapa do caminho consolidado. No fundo, nós estamos tratando de propor um grande acordo com a sociedade brasileira no sentido de que forma nós vamos compatibilizar a necessidade de desenvolvimento econômico, de combate à pobreza energética, de inclusão social, abrindo mão do uso de uma riqueza natural que o Brasil dispõe. Isso é algo que precisa ser um resultado de um debate aprofundado e precisa ser, digamos, internalizado pela sociedade brasileira de forma consistente. Não é uma questão de um governo. É uma visão de Estado. Não há nenhuma projeção, nem nas mais otimistas ou radicalmente defensoras do fim do uso de combustíveis fósseis, que entenda que é possível que a humanidade abra a mão completamente dos combustíveis fósseis num passe de mágica. É uma construção. Nós só podemos construir isso colocando outras alternativas no lugar. Essas alternativas, embora estejam se mostrando cada vez mais viáveis, haja visto a redução brutal no preço da produção das energias renováveis, ainda não são alternativas amplamente e completamente disponíveis para o conjunto dos países, porque os custos são muito altos. Essa transição precisa ser muito bem cuidada para que não seja mais uma fonte de desigualdade e criando obstáculos para o desenvolvimento de países que precisam se desenvolver. RFI: Nesse contexto, haverá eleições esse ano no Brasil. De que forma o ministério está se preparando para um revés de poder? Tem como blindar algumas políticas ambientais para que, se o presidente Lula não vencer, a política ambiental não seja perdida num eventual mandato da direita? J.P.C.: Eu diria que o esforço que tem sido feito pelo nosso governo é de apresentar soluções mais estruturantes, que envolvam o conjunto da economia, evitando o tratamento da questão ambiental como algo setorial. Essa é uma tese que a ministra Marina Silva defende desde quando nós iniciamos a participação no governo em 2003, a chamada transversalidade da ação ambiental. Na atual gestão do presidente Lula, esse assunto ganhou muita relevância. Há uma questão que eu acho interessante, que é o grau de afinidade existente entre a agenda do Ministério do Meio Ambiente e o da Fazenda. Essa parceria gerou alguns avanços muito importantes, que vão na linha de mudanças na estruturação de políticas econômicas do Brasil. O plano de Transformação Ecológica é um caso: no âmbito desse plano, nós fortalecemos o Fundo Clima. A partir de 2024, passamos a tratar o Fundo Clima como um fundo estratégico de reorientação da economia. Em 2024, passamos para R$ 10 bilhões, ou seja, saímos de R$ 400 milhões, em 2009, para R$ 10 bilhões, e em 2025 fomos para R$ 14 bilhões. Agora, em 2026, temos R$ 27 bilhões.   Além disso, em parceria com o Tesouro, criamos o Eco Invest, que é um modelo de blended finance, ou seja, recurso público que atrai recurso privado, nacional e internacional, para investir em ações mais de maior fôlego. Quando nós lançamos o primeiro desafio no Fundo do Clima, nós não tínhamos muita certeza se o setor privado brasileiro tinha o potencial de captar esses recursos. E no primeiro ano faltou dinheiro. Ou seja, a demanda era maior do que a oferta. Agora, ficou evidente que o setor privado brasileiro está buscando essas alternativas, está investindo nessas inovações. Quer estar na linha de frente no que a gente chama de uma economia de baixo carbono. RFI: Na medida em que hoje essa economia envolve bilhões, poderá ser uma garantia de continuidade? J.P.C.: O setor privado, quando entra uma empresa que busca recursos do governo, mas coloca o seu próprio recurso, isso mostra que é um processo de médio e longo prazo da economia. Não é algo efêmero. Ninguém investe bilhões num setor da economia achando que isso pode mudar a qualquer momento. Quando você estabelece programas que trazem a economia para esse caminho, você está estruturando uma nova via que não irá mudar repentinamente, simplesmente porque muda o governo. Isso significa dizer que, por meio desse tipo de ação e por mudanças na legislação, por inclusão de normativas, você vai garantindo processos que tenham continuidade. Agora, é evidente que nós precisamos de governantes que tenham compromisso com a questão climática e da sustentabilidade. Isso é essencial em qualquer país, em qualquer circunstância. E a gente espera que a sociedade brasileira leve isso em conta, mostrando inclusive as diferenças e os resultados obtidos em diferentes governos, quando for fazer a sua opção. RFI: O fenômeno El Niño deverá voltar nos próximos meses, trazendo seca e alta probabilidade de incêndios no Brasil. Enfrentar os incêndios que estão por vir e talvez sejam inevitáveis será um dos seus desafios nesse curto período como ministro?  J.P.C.: Esse tema de fato é muito preocupante. O El Niño parece que chega com muita intensidade. Desde o ano passado, nós iniciamos um processo de fazer reuniões mensais com os maiores meteorologistas e analistas climáticos do Brasil e alguns internacionais, para acompanhar isso no detalhe. O desafio será enorme se nós assistirmos à repetição do que ocorreu em 2023 e principalmente 2024. É muito grave ter secas intensas no Centro-Oeste Norte e Nordeste e chuvas intensas na região Sul. É muito desafiador, em um país de dimensão continental como o nosso, enfrentar uma situação tão diversa e tão intensa no seu território simultaneamente. Porém o Brasil mudou um pouco desde 2024. Nós começamos a construir o que a gente chama de uma mentalidade de prevenção a incêndios e desastres climáticos mais intensos. Do ponto de vista de incêndios, nós trabalhamos junto ao Congresso Nacional para aprovação de uma lei, que não estava avançando, que trata do chamado manejo integrado do fogo e define com maior clareza as responsabilidades dos diferentes entes nacionais, subnacionais, locais e do setor privado e da sociedade como um todo. Estamos trabalhando para mudar essa visão de que isso é uma responsabilidade só do governo federal. O grande desafio dos incêndios florestais é uma cultura, uma ação permanente da sociedade e das diferentes instâncias de governo para garantir a prevenção. O fogo, quando inicia, é fácil combater. Depois que ele ganha escala, é muito difícil. Várias resoluções foram aprovadas, estabelecendo novas rotinas e procedimentos. Também estabelecemos agora responsabilidades que envolvem proprietários rurais, as regras que eles devem observar para a prevenção. E criamos também o envolvimento da investigação, pela Polícia Federal, para identificar responsáveis pelo início de incêndios criminosos.

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Planeta Eldorado: Conferência de Santa Marta

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Play Episode Listen Later Apr 24, 2026 12:36


Márcio Astrini, secretário-executivo do Observatório do Clima, trata dos temas mais relevantes sobre Meio Ambiente e mudanças climáticas. A coluna vai ao ar às 6ªs, 7h45, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

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Planeta Eldorado: Impactos do asfaltamento de uma estrada na Amazônia

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Play Episode Listen Later Apr 17, 2026 12:19


Márcio Astrini, secretário-executivo do Observatório do Clima, trata dos temas mais relevantes sobre Meio Ambiente e mudanças climáticas. A coluna vai ao ar às 6ªs, 7h45, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

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Planeta Eldorado: Entrevista com Carlos Afonso Nobre

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Play Episode Listen Later Apr 10, 2026 25:02


Márcio Astrini, secretário-executivo do Observatório do Clima, trata dos temas mais relevantes sobre Meio Ambiente e mudanças climáticas. A coluna vai ao ar às 6ªs, 7h45, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

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Planeta Eldorado: Marina deixa Ministério do Meio Ambiente. Como foi seu comando da pasta?

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Play Episode Listen Later Apr 3, 2026 12:53


Márcio Astrini, secretário-executivo do Observatório do Clima, trata dos temas mais relevantes sobre Meio Ambiente e mudanças climáticas. A coluna vai ao ar às 6ªs, 7h45, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.