Podcasts about Amaz

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Mundo Freak
Ratanabá é falcatrua, Crânio Católico viraliza e Nessie está de volta | MFC 619

Mundo Freak

Play Episode Listen Later Aug 26, 2026 123:19


Na live de hoje, o Mundo Freak atravessa quatro histórias que misturam fé, arqueologia, lendas urbanas e criaturas que se recusam a desaparecer do imaginário popular.No primeiro bloco, falamos do crânio atribuído a Santa Águeda, relíquia venerada em Catânia, na Sicília. Durante as celebrações pelos 900 anos do retorno dos restos da santa à cidade, o arcebispo Luigi Renna e o prefeito Enrico Trantino beijaram a relíquia, reacendendo debates sobre tradição religiosa, culto aos santos e a dificuldade de comprovar cientificamente a identidade de restos humanos preservados há séculos.Depois, entramos na história de Ratanab, a suposta cidade perdida da Amazônia. A Justiça Federal proibiu novas incursões de um grupo ligado à Idakila Pesquisas na Terra Indígena Kayabi, no Mato Grosso, durante buscas por vestígios da cidade. O caso coloca frente a frente alegações extraordinárias, arqueologia real, proteção indígena e a diferença entre estruturas amazônicas comprovadas e teorias sem evidência científica.Também falamos do Monstro do Lago Ness, que voltou a registrar movimentação em 2026: o banco oficial de avistamentos contabilizou 20 relatos nos primeiros sete meses do ano, igualando todo o volume registrado em 2025. As webcams, celulares e turistas aumentaram os registros, mas não necessariamente a qualidade das provas, e a pergunta continua sendo a mesma: Nessie é um animal desconhecido, uma enguia enorme, um erro de interpretação ou uma lenda turística que nunca morre?Por fim, discutimos os novos levantamentos na Formação Durupinar, na Turquia, estrutura frequentemente associada à Arca de Noé. Pesquisadores usam radar de penetração no solo, tomografia de resistividade e LiDAR para mapear anomalias internas, possíveis cavidades e diferenças na composição do solo. Até agora, porém, não foram encontrados madeira preservada, compartimentos ou vestígios arqueológicos inequívocos que comprovem que a formação seja uma embarcação.Curta a live, compartilhe e participe pelo chat: qual desses mistérios você acha que tem mais chance de revelar algo concreto, a Arca de Noé, Ratanab ou Nessie?Apoie o Mundo Freak: https://apoia.se/confidencialhttps://umapenca.com/mundofreak/Rafael Jacauna Autor (Instagram): https://www.instagram.com/rafaeljacaunaautor/Lynda MD: http://lyndamd.com.brAnuncie com a Paratopia: https://www.instagram.com/paratopiapodcast/Edição: https://www.instagram.com/instadogrmachado/#MundoFreak #ArcaDeNoé #Ratanab #Nessie #LagoNess #Mistérios

CNN Poder
Petróleo na Amazônia Azul desafia país a pensar grande

CNN Poder

Play Episode Listen Later Aug 15, 2026 53:12


A Petrobras realizou uma descoberta de hidrocarbonetos em um poço exploratório na Bacia da Foz do Rio Amazonas, em águas ultraprofundas do Amapá, informou a companhia em comunicado nesta sexta-feira (14). "O intervalo portador de hidrocarbonetos foi constatado através de perfis elétricos e indicativos em rocha", disse a petroleira. Thais Herédia, âncora da CNN, Daniel Rittner, diretor de Jornalismo da CNN em Brasília, e Roberto Ardenghy, presidente do IBP (Instituto Brasileiro de Petróleo), debatem o assunto. 

Resumão Diário
Os próximos passos da Lei de Reciprocidade do Brasil contra os EUA; Como o super El Niño pode afetar a América Latina; 'Workslop': os trabalhos malfeitos por IA que geram retrabalho

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Aug 14, 2026 5:01


Brasil dá início ao processo de reciprocidade contra EUA: veja os próximos passos. Quaest divulga pesquisa da eleição presidencial nesta sexta-feira. Como o super El Niño pode afetar a América Latina, principal região exportadora de alimentos do mundo. Quais são as 18 árvores que sustentam a Amazônia na luta contra o aquecimento global. 'Workslop': os trabalhos malfeitos por IA que geram retrabalho, roubam tempo e custam milhões às empresas. Quase 4 em cada 10 adultos com sintomas de insônia usam remédios de 5 a 7 noites por semana, diz estudo brasileiro.

20 Minutos com Breno Altman
A III Guerra Mundial está próxima? - Rodolfo Laterza - Programa 20 Minutos

20 Minutos com Breno Altman

Play Episode Listen Later Aug 13, 2026 128:17


O poder de defesa do Brasil frente a um ataque estrangeiro | Rodolfo Laterza | Programa 20 Minutos

SBS Portuguese - SBS em Português
Teatros da Amazônia são reconhecidos como Patrimônio Mundial da Humanidade pela Unesco

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later Aug 10, 2026 2:52


O Teatro Amazonas, em Manaus (AM), e o Theatro da Paz, em Belém (PA), foram reconhecidos como patrimônio cultural do mundo.O Teatro Amazonas, em Manaus, e o Theatro da Paz, em Belém, foram inscritos na Lista de Patrimônio Mundial e Cultural da Unesco.Inaugurado em 1878, o Theatro da Paz ajudou a afirmar Belém como porto estratégico e importante centro político e econômico. Em Manaus, o Teatro Amazonas abriu as portas em 1896 e tornou-se o símbolo mais conhecido da modernização e da riqueza que redesenharam a cidade naquele período.

Portal Agrolink o maior produtor de conteúdo Agro
Alertas de desmatamento caem 37% na Amazônia e 8% no Cerrado

Portal Agrolink o maior produtor de conteúdo Agro

Play Episode Listen Later Aug 10, 2026 17:16


Qualidade dos grãos ganha importância na cadeia do amendoim. Alertas de desmatamento atingem 2.874 quilômetros quadrados na Amazônia e 5.119 quilômetros quadrados no Cerrado. Evento promovido pela ApexBrasil e pelo Mapa debate comércio internacional, segurança alimentar e inteligência de mercado. Alta dos insumos reduz poder de compra do avicultor. No tempo, massa de ar polar derruba as temperaturas, enquanto o Paraná segue com previsão de temporais.

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 09/08/2026 | Rio defende suspensão de voos panorâmicos / Lula tenta reverter tarifaço

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Aug 9, 2026 182:01


Confira os destaques do Jornal da Manhã deste domingo (09): Após a queda de um helicóptero na Vista Chinesa que matou quatro pessoas no Rio de Janeiro, o prefeito Eduardo Cavaliere cobrou providências imediatas da Anac. Entre as vítimas do acidente estavam três turistas colombianas da mesma família e o piloto da aeronave. Diante do aumento de casos, a prefeitura defende a suspensão temporária dos voos panorâmicos para uma fiscalização rigorosa das empresas. Investigações com a Polícia Civil e o Cenipa já foram iniciadas no local do acidente. A Espanha iniciou controles fronteiriços temporários para viajantes vindos da Itália após o governo de Roma suspender o livre trânsito com o país vizinho. A medida, tomada sob a gestão de Pedro Sánchez, responde às restrições italianas motivadas pela forte pressão migratória na Europa. As fiscalizações ocorrem de forma aleatória em aeroportos e portos, mantendo em alta a tensão diplomática entre as duas nações. O presidente Lula pretende enviar a Donald Trump os dados mais recentes sobre a queda do desmatamento na Amazônia para contestar o novo tarifaço imposto pelos Estados Unidos. A alegação de desmatamento ilegal foi uma das principais justificativas norte-americanas para aumentar as taxas sobre produtos brasileiros. Em entrevista ao Jornal da Manhã deste domingo (09), o professor de relações internacionais Marcus Vinicius de Freitas analisou os impactos diplomáticos, a eficácia da estratégia e o cenário das relações bilaterais entre Brasil e Estados Unidos. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) promoveu neste domingo (09), em Brasília, a “Corrida pela Democracia”, evento que encerra a Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação. A iniciativa contou com a presença do presidente do TSE, ministro Nunes Marques, e de diversas autoridades políticas. Durante o evento, Marques reforçou a segurança das urnas eletrônicas e destacou as ações de conscientização do tribunal sobre a transparência do processo eleitoral brasileiro. A Câmara dos Deputados inicia uma semana de esforço concentrado para votar propostas decisivas antes do período eleitoral. Em pauta estão sete medidas provisórias que perdem a validade em breve, incluindo a reformulação do Desenrola Brasil e socorros financeiros para conter a alta dos combustíveis. O plenário também avalia temas de grande impacto, como a discussão sobre o fim da escala 6x1 e a suspensão de sanções ambientais no agronegócio. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) oficializou a criação de um novo conselho para monitorar fake news e conter o uso indevido de inteligência artificial nas eleições de 2026. Formado por especialistas de 10 áreas, o grupo consultivo vai auxiliar a presidência do tribunal no combate à desinformação, conteúdos sintéticos e manipulações digitais. O colegiado terá reuniões mensais até o fim do ano. O ministro do STF Alexandre de Moraes negou o pedido da defesa de Jair Bolsonaro para receber a visita dos filhos no Dia dos Pais. A solicitação, classificada pelos advogados como de caráter estritamente humanitário, foi rejeitada com base na restrição imposta em julho que proíbe encontros por 30 dias. A decisão gerou duras críticas da família e da defesa do ex-presidente nas redes sociais. Confira a análise de José Maria Trindade no programa Jornal da Manhã deste domingo (09). O presidente argentino Javier Milei voltou a provocar tensão diplomática ao republicar um ataque do congressista americano Carlos Gimenez contra o presidente Lula. A atitude acirra o desgaste entre Brasil e Argentina, ocorrendo no mesmo momento em que o governo brasileiro decidiu manter no país o embaixador Júlio Bitelli. O cientista político Fabio Andrade e o repórter Fabrizio Neitzke analisam os impactos econômicos e o risco de escalada nessa crise regional. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Vozes do Planeta | Rádio Vozes
Ep. 282 - Paulo Artaxo: El Niño em 2026 e as consequências dos eventos extremos

Vozes do Planeta | Rádio Vozes

Play Episode Listen Later Aug 7, 2026 26:53


Neste episódio do Vozes do Planeta, Paulina Chamorro conversa com Paulo Artaxo, cientista referência mundial em mudanças climáticas e membro do IPCC. A entrevista aborda os impactos do aquecimento do oceano na intensificação do El Niño em 2026 e 2027, os riscos para a Amazônia e para o agronegócio brasileiro, além da vulnerabilidade das cidades diante de enchentes e ondas de calor cada vez mais mortais.Artaxo destaca a necessidade urgente de adaptação econômica e social, a responsabilidade do poder público e da comunicação em engajar a sociedade, e o papel das eleições na defesa de políticas ambientais. Um episódio essencial para entender como ciência, política e justiça climática se entrelaçam no futuro do Brasil.Apresentação Paulina ChamorroProdução: Andre CaséTrabalhos Tecnicos: Compasso Colab

RW notícias - fique sempre bem informado
Alerta de desmatamento na Amazônia cai 36% em 2026

RW notícias - fique sempre bem informado

Play Episode Listen Later Aug 7, 2026 2:31


Foram 2 mil 874 km quadrados de alertas, 55% abaixo da média dos últimos dez anos.

Trilha das Artes
Myriam Scotti fala sobre literatura, maternidade e as múltiplas Amazônias

Trilha das Artes

Play Episode Listen Later Aug 6, 2026


Amazônia Latitude | Humanidades Ambientais
Utopías Amazónicas #08 | Alberto Acosta — El Buen Vivir y la Trampa del Progreso

Amazônia Latitude | Humanidades Ambientais

Play Episode Listen Later Aug 3, 2026 49:46


Há palavras que o poder aprendeu a tolerar: sustentabilidade, transição, economia verde. Ele as repete em cúpulas climáticas, as imprime em relatórios corporativos e as financia com mercados de carbono. Enquanto isso, a Amazônia arde. No oitavo episódio da série Utopias Amazônicas: Conversas com os Autores, o LatitudeCast recebe o economista e ativista equatoriano Alberto Acosta. Ex-ministro de Energia e Minas e ex-presidente da Assembleia Constitinte do Equador — onde contribuiu para inscrever, pela primeira vez na história, os Direitos da Natureza em uma Constituição —, Acosta é autor de uma das obras mais influentes do pensamento latino-americano contemporâneo: O Bem Viver: uma oportunidade para imaginar outros mundos. No livro Utopias Amazônicas, Acosta assina o ensaio “A Amazônia na armadilha do progresso: violência, resistência, transformações, utopias”, abrindo seu texto com o anjo da história de Walter Benjamin para mostrar que o progresso não é uma promessa, mas uma catástrofe que acumula ruínas. Conversamos sobre a ilusão do desenvolvimento sustentável, o extrativismo que sobrevivera a governos neoliberais e progressistas, a violência como condição estrutural do capital, a proposta Waorani e Kichwa do Kawsak Sacha (Selva Viva) e a urgência de "yasunizar" o mundo para desmercantilizar a vida. Utopia não é um sonho distante. É a coragem de incomodar o poder, abandonar a religião do crescimento econômico e construir alternativas reais de existência em harmonia com a Terra.

The Universe Within Podcast
Ep. 199 - Jacques Mabit - Fundador de Takiwasi, Ayahuasca y Medicina Tradicional Amazónica

The Universe Within Podcast

Play Episode Listen Later Jul 31, 2026 180:34


Note: For the english version, see the previous episodeHola a todos! Ya está disponible el episodio 200 del pódcast. En este episodio conversé con Jacques Mabit. Jacques es el fundador de Takiwasi, el centro de medicina tradicional amazónica más antiguo y reconocido del Perú. Conozco el trabajo de Jacques desde hace muchos años, prácticamente desde que comencé a dedicarme a este camino. En 2013 visité Takiwasi y tuve la oportunidad de recibir un recorrido personal por sus instalaciones. Quedé muy impresionado por el lugar, el equipo humano y su enfoque terapéutico. Takiwasi no solo es un centro de sanación, sino también un centro de investigación, además de elaborar sus propios productos con estándares de altísima calidad. Takiwasi se ha especializado en el tratamiento de las adicciones a las drogas y cuenta con una tasa de éxito excepcionalmente alta. Me sentí muy feliz y honrado de que Jacques aceptara esta entrevista. Conversamos sobre su trayectoria, las diferencias entre las visiones del mundo occidental e indígena, la sanación, la ayahuasca, el tabaco, los desafíos y riesgos de este trabajo, y muchos otros temas. Considero que esta es una de mis entrevistas favoritas del pódcast. Jacques posee una sabiduría muy profunda y una perspectiva poco común, si no única, sobre la medicina tradicional amazónica. Esta conversación está llena de enseñanzas valiosas y espero que todos la disfruten. También quiero agradecer a Luis Solaratpor la locución. Como siempre, si deseas apoyar este pódcast, acceder anticipadamente a los episodios, disfrutar de contenido exclusivo y participar en sesiones de preguntas y respuestas, te invito a visitar mi página de Patreon, cuyo enlace encontrarás más abajo. Que lo disfruten!Para conocer más sobre Jacques o ponerte en contacto con él, visita el sitio web de Takiwasi: https://takiwasi.comPara ver el documental reciente, Sacred Tobacco, sobre mi trabajo, visita: https://youtu.be/KB0JEQALI_wJunto con mi colega Merav Artzi (a quien entrevisté en el episodio 28), estaré guiando nuestras próximas dietas con plantas medicinales en 2026: 1 al 8 de septiembre: Dieta en línea (modalidad remota) 2 al 30 de noviembre: Valle Sagrado del Perú Si deseas más información sobre cómo participar, conocer el trabajo que realizo o enterarte de futuros retiros, visita mi sitio web: https://NicotianaRustica.orgLlamadas de integración y consulta: https://nicotianarustica.org/consultationPatreon: https://patreon.com/UniverseWithinÚnete al canal de YouTube y accede a beneficios exclusivos: https://bit.ly/YTPerksDonaciones vía PayPal: https://paypal.me/jasongrechanikSitio web: https://jasongrechanik.comInstagram: https://instagram.com/JasonGrechanikFacebook: https://facebook.com/UniverseWithinPodcastMúsica: Nuno Moreno: https://m.soundcloud.com/groove_a_zen_sound & Stefan Kasapovski's Santero Project: https://spoti.fi/3y5Rd4H

PodCast IDEG
Resumo Semanal – 31/07/2026 – Brasil–Argentina, Brasil–EUA, migração, Coreia do Sul, UNESCO e Cisjordânia

PodCast IDEG

Play Episode Listen Later Jul 31, 2026 22:02


Resumão Diário
JN: Rio tem milhares de casas sem energia um dia após vendaval; dívida pública federal atinge R$ 9,27 trilhões; ampliação dos conflitos na Ásia e Europa preocupa

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Jul 31, 2026 6:45


Um dia depois do vendaval, 300 mil pessoas ainda estão sem luz no Rio de Janeiro. Especialistas reforçam o alerta: a partir de setembro, o El Niño pode provocar temporais ainda mais extremos. André Trigueiro mostrou os efeitos da crise climática nos biomas brasileiros e como as temperaturas mais altas ameaçam a Amazônia e o Pantanal. A dívida pública federal atingiu R$ 9,27 trilhões. O ministro André Mendonça autorizou a Polícia Federal a investigar Fábio Luis Lula da Silva, filho do presidente Lula. A suspeita é de corrupção e tráfico de influência. A defesa dele negou irregularidades. Federações de futebol da Europa aprovaram boicote a torneios da FIFA. O primeiro canal exclusivo de notícias do Brasil completa 30 anos. A GloboNews inaugurou novos estúdios com redação integrada.

Canaltech Podcast
Você confiaria em um hacker para proteger sua empresa?

Canaltech Podcast

Play Episode Listen Later Jul 29, 2026 16:44


Empresas como Google, Microsoft e Meta já pagam milhões de dólares para quem encontra falhas de segurança em seus sistemas. Mas e se esses especialistas forem justamente hackers? Esse é o tema do novo episódio do Podcast Canaltech. Nesta edição, Fernanda Santos conversa com Rudinei Carapinheiro, chefe de Estratégias da IPV7, empresa que recentemente anunciou a aquisição da HuntersPay, uma das principais plataformas brasileiras de Bug Bounty. Durante a entrevista, o executivo explica como funciona esse modelo de segurança ofensiva, quem são os chamados hackers éticos e por que eles podem se tornar grandes aliados das empresas na prevenção de ataques cibernéticos. O episódio também aborda os desafios da cibersegurança no Brasil, a importância da cultura de prevenção, os critérios para selecionar pesquisadores de segurança. Você também vai conferir: Meta quer que você use menos o ChatGPT, conversa no Claude pode estar pública sem você perceber e Balsa leva internet ao fundo dos rios da Amazônia. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer, Viviane França e Renato Moura. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Leandro Gomes e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

FM Mundo
NotiMundo al Día - Esteban Vega - Fondo del Biocorredor Amazónico

FM Mundo

Play Episode Listen Later Jul 29, 2026 12:23


NotiMundo al Día - Esteban Vega - Fondo del Biocorredor Amazónico by FM Mundo 98.1

Boletim Folha
Ministro chama Milei de palhaço, e Lula ironiza presidente argentino após críticas

Boletim Folha

Play Episode Listen Later Jul 28, 2026 5:05


Irã rejeita negociar com os EUA depois de fracasso de ataques de Trump. Teatros da Amazônia são eleitos novos patrimônios culturais mundiais da Unesco.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Oxigênio
Série Termos Ambíguos – #7 Globalismo

Oxigênio

Play Episode Listen Later Jul 28, 2026 35:47


Neste novo episódio da série Termos Ambíguos, o verbete abordado é o “Globalismo”, que ganhou destaque durante o primeiro governo Donald Trump, ao ser contraposto ao patriotismo e à liberdade em seu discurso político. Desde então, passou a integrar o vocabulário de movimentos antiglobalistas, influenciando também o governo Bolsonaro. No entanto, o conceito é complexo e controverso, envolvendo diferentes interpretações, atores políticos e relações com questões contemporâneas, especialmente no contexto brasileiro. Para apresentar um debate sobre o termo, entrevistamos a Sonia Corrêa, o Fernando Brancoli e o Douglas Sanque, que foi também o autor do verbete no Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia, disponível para download gratuito no site do Observatório de Sexualidade e Política. _________________________ Roteiro Ernesto Araújo: “Eu acho que o mais grave do globalismo é na mente, no pensamento. Eu acho que o globalismo é perigoso porque é sobretudo um sistema de pensamento, de anti pensamento. […] Tatiane Amaral:  Quem está falando aqui é Ernesto Araújo, ex-ministro de relações internacionais do governo Bolsonaro Sonora Ernesto Araújo: […] Eu vejo o globalismo muito como o processo pelo qual a ideologia marxista, a partir do começo dos anos 90 e sobretudo a partir dos anos 2000, ela penetra na globalização econômica e faz dela o veículo da sua propagação. Então, justamente através da globalização  começa a entrar com sua agenda em temas como ideologia de gênero, em temas como o ambientalismo distorcido, e outros. E começa sobretudo a controlar o discurso, a dizer o que você pode dizer e o que você não pode dizer, e cada vez o que você pode dizer é menos, ocupa um menor espaço. Então, eu vejo mais o globalismo assim, aquela ideia de que o marxismo descobriu que ele não precisa controlar os meios de produção econômica, quando ele pode controlar o meio de produção de ideias, que é o que já vinha acontecendo. E é através desse controle de ideias começa a capturar instituições e aí começa a partir dessas instituições tentar  agir para diminuir as identidades nacionais, e as identidades pessoais também. A fala pode até soar exagerada, parecer coisa de filme ou de teoria da conspiração… mas ela está se tornando cada vez mais presente em discursos políticos da ultradireita — seja no Brasil ou no mundo. E ela gira em torno de uma palavra: globalismo. Mas afinal, você sabe o que, de fato, é globalismo? Daniel Faria: Eu sou o Daniel Faria  Tatiane: E eu sou a Tatiane Amaral. E este é o sétimo episódio da Série Termos Ambíguos, uma parceria entre o Observatório de Sexualidade e Política e o podcast Oxigênio. Daniel: Juntos, vamos conduzir esta viagem pelo termo que tem estado cada vez mais presente nos discursos políticos globais e nacionais. Falei em viagem porque o termo se vincula a globo, a planeta, além de ser usado em muitos países. Mas também não deixa de ser uma viagem no sentido figurado mesmo, pois o termo como é usado pela extrema direita evoca um certo devaneio, ou até mesmo delírio.  Tatiane: O termo “Globalismo” é mais uma categoria acusatória fabricada pela extrema direita, assim como muitos outros espantalhos, alguns que a gente até já tratou aqui no Termos Ambíguos, como Ideologia de gênero, marxismo cultural,racismo reverso…  Daniel: A extrema direita usa esses e vários outros termos com objetivos específicos: Por um lado, eles querem provocar o medo e, sobretudo, a suspeita. De outro, criar confusão mesmo.⁠ No caso de Globalismo as confusões são muitas e muito sobrepostas, mas vamos tentar esclarecer algumas delas neste episódio. Tatiane: Pra começar, precisamos esclarecer que Globalismo não é a mesma coisa que Globalização. Eu sei que é confuso, mas vem comigo: Globalização é a denominação da transnacionalização intensificada de relações econômicas, culturais e sociais, que se registrou a partir do fim da Guerra Fria. Já o Globalismo pode ser descrito como uma desfiguração de globalização, que atribui a essas dinâmicas outros sentidos, em geral associados à dominação, a atores obscuros e à conspiração.  Daniel: No dicionário de termos ambíguos, que você pode encontrar aqui na descrição desse episódio o verbete escrito pelo Douglas Sanque, que vai aparecer na nossa conversa daqui a pouco, traça um histórico desse processo desde 1991, quando a União Soviética chegou ao fim e seus ex-membros foram integrados à nova ordem neoliberal global. É aí que se consolida a globalização, que foi uma integração via mercados ao redor do… Globo.  Tatiane: Esse movimento promoveu uma ampla abertura de mercados que intensificou a concorrência internacional. Nesse processo foram estimulados os acordos de livre comércio e a formação de blocos econômicos. Em tese, isso deveria favorecer todas as nações, mas vamo lá, né? A gente sabe que não foi bem assim. Claro que os países mais desenvolvidos e industrializados se deram melhor.  Daniel: Foi aí, no meio desse processo, que a União Europeia foi criada, a partir do chamado Mercado Comum Europeu. Foi esse mercado que ampliou a integração que era só, econômica para uma integração política e institucional. Após o fim da Guerra Fria, nos anos 90, a União Europeia se expandiu, incorporando países do Leste Europeu, que antes integravam a antiga União Soviética. Tatiane: Depois disso, foram surgindo blocos econômicos pelo mundo todo, como o Mercosul, por exemplo, que é o Mercado Comum do Sul, formado por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Tem também o Nafta, um Tratado entre México, Estados Unidos e Canadá, assinado em 1994 e atualizado em 2020 como Acordo Estados Unidos-México-Canadá. Além disso, as Economias asiáticas também se fortaleceram nesse contexto, com destaque para os Tigres Asiáticos, formado por Taiwan, Coreia do Sul, Hong Kong e Singapura. Sem falar da China, que também ampliou muito suas relações comerciais internacionais nesse período.  Daniel: A Sonia Corrêa, coordenadora do Observatório de Sexualidade e Política e do projeto do Dicionário, já conversou com a gente em outros episódios do Termos Ambíguos, e dessa vez ela destaca um ponto importante desse processo da Globalização:a expansão do neoliberalismo. E ela lembra que o processo nunca foi tranquilo e nem poupado de críticas.  Tatiane: A Sonia comenta que o Neoliberalismo estava em expansão desde o final dos anos setenta. Com o fim da guerra fria e o desaparecimento do bloco soviético, todo esse espaço econômico passou a analisar (e sentir) os efeitos negativos da expansão do pensamento neoliberal nas desigualdades econômicas dentro dos países, ENTRE países e, mais especialmente, entre o NORTE e o SUL globais.  Daniel: Durante todo o processo, muitos acordos foram sugeridos, mas nem sempre as tentativas deram certo. Um bom exemplo foi a tentativa de implantação da Área de Livre Comércio das Américas, a ALCA, que integraria os mercados de 34 países das Américas, exceto Cuba, eliminando as tarifas e os impostos de importação. A proposta era de George Bush, então presidente dos Estados Unidos, mas não foi pra frente, justamente por causa da grande disparidade de recursos e poder entre os países. Tatiane: Vale a pena a gente dizer que quando os países começaram a entrar nessa chamada “economia global”, muita coisa mudou internamente também. Por exemplo, várias indústrias saíram da Europa e dos Estados Unidos e foram pra lugares como a China ou o México, onde produzir é mais barato, principalmente por causa da mão de obra. Ao mesmo tempo, a globalização também trouxe a privatização de serviços públicos, como saúde e educação, reformas nas leis trabalhistas desfavoráveis a trabalhadoras e trabalhadores, assim como dos sistemas de aposentadoria. Também ativou novas formas ainda mais agressivas de extrativismo. Tudo isso contribuiu para o aumento das desigualdades. E foi nesse clima que a categoria acusatória “globalismo” prosperou e se aproveitou da atmosfera de contestação à globalização para impulsionar seu projeto político que não tem nenhum compromisso com a superação da desigualdade.    Daniel: Autores e autoras, como a Wendy Brown, analisaram como a expansão da lógica neoliberal teve efeitos negativos sobre a política e sobre a nossa forma de pensar e sentir, provocando dinâmicas de erosão da democracia, como estamos vivendo agora. O historiador Quinn Slobodian, autor do livro Globalistas: o fim do império e o nascimento do neoliberalismo, entende que o projeto  neoliberal  tem  como objetivo criar instituições para proteger o capitalismo da ameaça que a  própria democracia representa. E essas novas instituições serviriam para reorganizar o mundo como um espaço de Estados-competidores. Tatiane: Mas o espantalho do “globalismo” não se aproveitou apenas da crítica progressista e da insatisfação real com a globalização. Ele também acionou suas próprias assombrações. Para entender isso é preciso voltar no tempo, lá pros anos 1940, ao final da II Guerra Mundial. Na verdade, vamos voltar até um pouco mais, com a ajuda da Sonia Correa. Sonia Corrêa: Bom, para compreender essa posição dos globalistas há um aspecto que não pode ser perdido de vista. Para a direita, a ultra direita norte americana desde o começo do século XX, pelo menos, foi avessa a uma ordem institucional transnacional. E essa ultra direita raiz, fez uma enorme oposição à adesão dos Estados Unidos à Primeira Guerra Mundial. Tiveram posições contra a Liga das Nações e certamente fizeram pressão contra a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial. Ou seja, tem um DNA muito profundo aí na ultra direita norte americana, que é contrário a existência de uma ordem internacional de regulação global. É porque eles a veem como um contraponto ou uma possível ameaça à ordem hegemônica dos Estados Unidos como império. Eu acho que um outro aspecto a considerar que, se isso é, são as correntes de ultra direita norte americana e outras correntes, como por exemplo, a posição do Dugin, o intelectual russo sobre isso e talvez de segmentos das correntes européias. E tem a ver com um repúdio. Como essas forças fazem um repúdio à ideia da modernidade, os princípios liberais de democracia e direitos humanos. E há uma conexão também por esse lado, que é, digamos, mais filosófica e menos estratégica política.  Tatiane: Além da cooperação multilateral econômica, os países criaram também um sistema para prevenir novos conflitos bélicos e promover a paz. Sim, estou falando da Organização das Nações Unidas, a ONU.  Daniel: No contexto dos giros políticos à ultradireita que tem varrido as Américas e a Europa hoje, os discursos anti-globalistas fizeram da ONU um de seus alvos principais. Seus detratores a descrevem como um aparato de dominação que quer impor sua agenda aos estados nacionais. Ao fazer isso ofuscam o que é de fato a ONU.  Não sei pra você, mas até aqui essa história de globalismo continua bem confusa pra mim. Então, pra gente continuar destrinchando esse termo, falamos com o  Fernando Brancoli. Ele é professor do Instituto de Relações Internacionais e Defesa, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e adicionou elementos que nos ajudam a desarmar qualquer confusão que o termo globalismo possa provocar.  Fernando Brancoli: Bom, eu acho que um ponto interessante é a gente imaginar que o discurso antiglobalista, ele não é uma rejeição integral aos princípios da globalização, né? A gente está falando de uma reconfiguração seletiva no que seria uma espécie de dispositivo narrativo, né? Que separa, separaria, uma globalização boa para esses grupos de extrema direita, uma aproximação que permeia dimensões ligadas a interesses morais, econômicos, culturais e o que eles vão chamar muitas vezes de globalismo, né, que seria uma globalização ruim, que seria um conjunto de normas e procedimentos derivados principalmente do pós-guerra fria, que promoveria aí uma agenda ligada a valores liberais, a direitos sexuais, a direitos humanos, políticas ambientais, que de alguma maneira estariam violando então a soberania dos países, e na verdade tentando, dentro de uma teoria da conspiração bastante clássica, implementar uma agenda de uma espécie de camarilha internacional dos Illuminati e coisas parecidas, né? Tatiane: A professora de sociologia na Universidade de Oxford, Rita Abrahamsen, faz uma análise interessante sobre este tema do espaço transnacional. Pra ela a extrema direita é em si mesma global, ao mesmo tempo em que seus idealizadores ocultam de maneira muito hábil essa transnacionalidade. O Fernando também elaborou sobre essa dimensão oculta, o que nos ajuda a esclarecer uma outra confusão de que as vozes que propagam o fantasma do Globalismo reivindicam para si, como sujeitos nacionalistas ou soberanistas:  Fernando Brancoli: Muitas vezes a gente fala dessas redes antiglobalistas como se elas fossem necessariamente não transnacionais, o que não é verdade. O que elas estão fazendo é reconfigurando um pouco esse dispositivo narrativo. E acho que quem está acompanhando a gente talvez já tenha escutado essa história: “Ah, o Trump é um isolacionista”. Não necessariamente, né? A gente não está falando de uma antiglobalização de necessariamente fechamento completo das fronteiras. Você tem uma recalibragem dessa dinâmica, de um projeto novo de recentralização de poder. Então, sim, eu posso ter dinâmicas mais isolacionistas em alguma medida, construção de muros, expulsão de migrantes e refugiados, fechamento de trocas comerciais tipicamente liberais, mas ao mesmo tempo eu tenho aproximação para outros lados, né? Em que eu apoio ditaduras amigas, eu argumento que posso criar coletivos transnacionais de apoio a dinâmicas de moralidade. Então acho que esse paradoxo, no final das contas … Eu diria que é a grande força dela, que é criar essa espécie muito peculiar de uma internacional nacionalista.  Daniel: Fernando também recorre a uma metáfora  de verniz legitimador para explicar essa mistura paradoxal de discursos que juntam nacionalismo ou antiglobalismo para servir a interesses muito específicos:  Fernando Brancoli: Esse paradoxo é a grande força dentro desse processo. [03:30] A genealogia dessas dinâmicas já passa por think tanks dos Estados Unidos e a gente tem livros importantes acadêmicos já descrevendo como é que eles se expandiram pelo globo ao longo pelo menos nas últimas duas décadas, né? Então são grupos de pesquisa, são empresas que de alguma maneira promovem esse tipo de ideário. Tatiane: Pra entender melhor como esse paradoxo funciona, pedimos pro Fernando explicar como esses discursos colam, como eles têm aderência a uma massa bastante volumosa, que inclusive elege conscientemente essas figuras. Ao mesmo tempo em que batem no peito e dizem: “EU SOU patriota, EU VOU defender meu país”, entregam de mãos abertas a exploração das riquezas naturais brasileiras — como a Amazônia,os minérios e, agora, as Terras Raras do país — a uma potência imperialista como os Estados Unidos. Além disso, defendem intervenções externas, como a retirada forçada de um presidente, e apoiam movimentos extremistas que ameaçam o próprio país. Fernando Brancoli: Acho que essa aparente contradição, né, de uma internacional nacionalista, a ideia de como é que eu crio alianças entre partidos e grupos que são notadamente, introspectivos diante desse tipo de processo, eh, na verdade, é a maior força desses grupos. É a ideia de mobilizar esse paradoxo. E não se trata necessariamente de, uma dinâmica que vai gerar problemas na frente, eu vou tentar explicar porquê dentro desse processo. Acho que a primeira configuração é que sejam partidos de extrema direita no contexto brasileiro, sejam grupos não partidários, como, por exemplo, grupos evangélicos mais conservadores no contexto brasileiro, sejam grupos mega ortodoxos sionistas em Israel, ou seja, agora, o Partido Republicano nos Estados Unidos. Todos eles olham para o transnacionalismo como uma forma de ganhar poder e ganhar prestígio, então a gente tá falando de recursos que circulam nesse processo. A gente tem por exemplo grupos em Israel, grupos não tradicionais do Brasil como partidos ligados a lideranças religiosas e coisas parecidas que de alguma maneira olham para esse processo e veem a transnacionalização como uma ferramenta de ganhar poder e prestígio, seja simbólico ou material. Exemplo clássico que eu acho bastante interessante, parte importante dos grupos de extrema direita em Israel, dos mais ortodoxos, são financiados por capitalistas norte-americanos. Né? Isso não é uma teoria de conspiração, eles argumentam que essa grana seria interessante. Tem um trabalho interessante da Camille Rocha, né? Menos Marx e mais Mises, um livro fascinante em que ela descreve como é que os norte-americanos financiaram grupos liberais e anarco-capitalistas, sabe-se lá o que que é isso, no contexto brasileiro. Então, lembrar que esse transnacionalismo tem dimensões práticas muito claras, né? Daniel: Aqui, de novo fica claro que o transnacionalismo pode ter dimensões práticas, e que ele serve para alguns interesses. Ou seja, mesmo sendo nacionalista, dá pra ser transnacionalista quando você, ou o país, pode ter dividendos importantes. Brancoli usou o exemplo de Eduardo Bolsonaro para mostrar como contatos estratégicos com a ultra-direita ajudaram a movimentação para as taxações sobre produtos brasileiros e a suspensão de vistos para autoridades envolvidas na condenação do pai. Mas o professor dá outros exemplos, segundo ele mais simbólicos, como contatos pessoais, encontros ou declarações nos quais se aprende essa lógica transnacional.  Fernando Brancoli: Você tem encontro do Vox, por exemplo, que é o partido de extrema direita na Espanha, que eles têm uma sessão à tarde do último dia, que é para ensinar técnicas do que eles chamam engajamento digital. Em que você senta com lideranças políticas do globo inteiro numa mesa e te ensinam como é que você faz para, por exemplo, ter acesso mais interessante de pessoas, formar cortes e vídeos bacanas. Eu lembro que nos últimos 3 anos quem esteve lá foi o Nicolas, deputado é, federal de Minas, que é um cara, né, muito especializado em gerar cortes e coisas parecidas. Eu acho que ele já tinha uma capacidade de fazer isso, mas provavelmente ele aprendeu também nesse contexto. Repare como é que o transnacionalismo dentro dessa lógica gera esse tipo de prática. E por fim, o transnacionalismo, ele facilita algo que é muito típico de grupos autoritários que é a possibilidade de criar um mundo binário, né? De você criar um nós contra eles de maneira muito muito clara. Acho que, né, a gente que estuda relações internacionais, quem tem acesso, né, à imprensa, sabe que é muito difícil você criar uma narrativa muito clara de bonzinhos e malvados dentro de um contexto, né? Você vê nuances, você vê pessoas muitas vezes em busca da paz dos dois lados e coisas parecidas, né? Tatiane: E nessa disputa entre nós e eles, surgem dois pólos entre o bem e o mal. E quem é o bem? Quem é o mal? A ultra direita entende que está do lado do bem, de que quem defende a “família” e os valores tradicionais. Mas quem não defende a família, ou as famílias? A sua família? Os seus valores tradicionais, na sua tradição? E para quem está nesse campo da ultra direita, o mal é o socialismo, o comunismo, a esquerda. De novo aqui o Fernando:  Fernando Brancoli: Existe aqueles que do outro lado, que é o mal, que é o PT, o MST, o Foro de São Paulo e a Venezuela, que querem acabar com esses valores, querem destruir todos esses dessas menções. Aí repare como é que esses vetores se aproximam, né? Uma dinâmica de moralidade, uma dinâmica econômica, então vira um caldo complexo aqui dentro desse tipo de processo. Nós somos soberanos ainda, no caso brasileiro, estaremos tentando retomar essa soberania agora que foi roubada pelo PT e temos um governo aliado norte-americano que está tentando nos ajudar nesse processo.  Mas eu acho que esse paradoxo ele acaba sendo de alguma maneira articulado e promovido de maneira interessante. Ainda tem um paradoxo aqui, que é para você ser essencialmente nacionalista e mobilizar dinâmicas transnacionais. Mas acho que mesmo a tentativa de encontrar um meio-termo já facilita e já gera repercussões interessantes. E aí você tem em todo protesto no Brasil, cartazes em inglês, bandeiras dos Estados Unidos, bandeiras de Israel, você tem a a deputados fugindo para a Itália, onde seria supostamente, né, um lugar mais conservador. Ao que tudo indica a Zambelli não vai conseguir ficar por lá há muito tempo. Mas aí você tem o Eduardo Bolsonaro, né, indo para os Estados Unidos, você tem essas mobilizações, isso vai gerando repercussões e impactos e pelo menos são simbólicos gera mídia, a população fica engajada. Então, de alguma maneira tem algo interessante que a gente tá vendo e os manuais de ciência política e de relações internacionais estão todos passando mal por causa disso, que a esquerda tá se transformando por um lado numa defensora do multilateralismo. Daniel: Tem também a China se apresentando como defensora da OMC e contra tarifas praticadas pelos Estados Unidos. Isso também é uma mudança do contexto da esquerda, como disse nosso entrevistado.  A gente tem um deslocamento também, eu diria, do que vai ser o discurso progressista de esquerda ao longo dos próximos anos. A esquerda se apropriou mais de discursos ligados à proteção da indústria nacional, né, contra ALCA e o FMI, contra as empresas estrangeiras, e agora de alguma maneira a gente está vendo uma rearticulação desse tipo de processo. É, a gente está inaugurando uma forma nova de olhar para relações internacionais, em parte porque também está tendo uma rearticulação de como esses grupos de poder estão se configurando. Ninguém tem muita certeza para onde que a gente vai, mas acho que uma das certezas que a gente vai ter que os manuais de relações internacionais e ciência política vão ter que ser reescritos ao longo dos próximos anos, porque as coisas estão mudando de maneira bastante explícita, né? Muito. Tatiane: Sonia Corrêa diz que há duas saídas pra grande confusão que apresentamos aqui entre nacionalismo e globalismo. A primeira é o progressivismo internacionalista que remete para o internacionalismo histórico da esquerda, e a segunda é o que pode ser chamado de constitucionalismo de esquerda. Ela explica melhor do que se trata. Sonia Correa: O que importa é chamar a atenção para essa mélange de posições que requer clarificação, porque, de fato, a crítica do globalismo, ela chove num terreno fértil, que é a crítica do neoliberalismo e da ordem capitalista, não é? Ela ecoa nesse lugar. Ela move afetos, afetos legítimos de crítica. A racionalidade neoliberal e a ordem do capitalismo tardio. A diferença está como diz o Slobodan, em qual a saída? A diferença de visão ideológica é como você sai disso. Se você for para o campo do Dugin, que é a teoria da quarta transformação, é uma ordem. Uma proposição de um retorno a uma ordem de fato quase medieval, quer dizer centrada na terra, no território, numa cultura comum, numa ordem hierárquica. Se você olha para o campo da direita. Num certo sentido, Trump é a manutenção da ordem neoliberal e da racionalidade neoliberal extrema, demolição do Estado. Todo o poder às Big Techs. Aqui são os meus amigos Better Friend Ever, sob um invólucro, uma casca de nacionalismo extremado. Make American big again. Tatiane: Voltando um pouco atrás, no verbete para o Dicionário de Termos Ambíguos, e no tempo, Douglas lembrou da influência de Ernesto Araújo e de Olavo de Carvalho sobre o governo Bolsonaro, no sentido da adoção de uma posição antiglobalista. Vale lembrar que mesmo antes de ser eleito, Bolsonaro afirmava que a ONU não servia para nada e que iria tirar o Brasil do Conselho de Direitos Humanos. Em sua primeira aparição na Assembleia Geral da ONU em 2019, o ex-presidente fez a seguinte afirmação:  Sonora Jair Bolsonaro: “Não estamos aqui para apagar nacionalidades e soberanias em nome de um interesse global abstrato. Esta não é a Organização do Interesse Global! É a Organização das Nações Unidas. Assim deve permanecer!” Daniel: Douglas também escreveu no verbete que Ernesto Araújo afirmava que o caminho para reverter os efeitos negativos do globalismo seria adotar uma política pautada por deus, pátria e família. Com certeza vocês ouviram isso muitas vezes, né? Só pra lembrar, esse é o slogan da Ação Integralista, movimento fascista brasileiro da década de 1930, copiado do movimento fascista italiano.  Tatiane: Ainda segundo o verbete a espiritualidade cristã caracterizaria o ocidente e diferenciaria as nações ocidentais do materialismo asiático e do islamismo. Por outro lado, a família é definida como a célula basilar da nação, o apego à família  seria um traço fundamental do povo brasileiro o qual, nas palavras de Araújo, se vê hoje frontalmente atacado por “ideologia de gênero”, “gayzismo” e “abortismo”.  Daniel: O “globalismo”, na visão de Ernesto Araújo, seria um projeto de governo totalitário mundial, capitaneado pela China e com o apoio da Rússia. E nessa versão do antiglobalismo, existiria um complô entre as elites financeiras ocidentais e o Partido Comunista da China para a implantação de uma sociedade de controle. O ex-ministro ainda afirmava que a China controlava metade do parlamento brasileiro e toda a nossa agricultura, e queria controlar nossa Internet.  Tatiane: Bem, essa tentativa de controle da internet a gente já tá vendo que existe mesmo, mas não por acaso, esse controle não está na China, né? E além desta, qual outra afirmação, entre as muitas feitas aqui, parecem verdadeiras? E quais delas são pura fantasmagoria criada no meio das muitas confusões que esse termo cria? De quais fantasias ele depende para se manter? Bem, responder a tudo isso demandaria uma boa aula de muitas horas… Mas, podemos explicar aqui essa confusão entre os muitos alvos de ataque das vozes “antiglobalistas” Daniel: Mas nem todos os anti globalistas têm o mesmo inimigo. Há diferenças em relação aos alvos dos “antiglobalistas”. Nos Estados Unidos, por exemplo, Trump se utiliza do discurso “antiglobalista” para atacar as “elites liberais”, associadas ao partido democrata estadunidense. Já aqui no Brasil, Bolsonaro denunciava a “conspiração comunista” da qual participaria o PT, assimilando a visão “antiglobalista” ao discurso anticomunista. Douglas Sanque conta um pouco dessas forças globalistas. Tatiane: Douglas é professor na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, a UERJ e é o autor do verbete sobre Globalismo do dicionário que estamos tratando aqui. Ele escreveu o verbete durante a pandemia do Covid-19, em pleno governo Bolsonaro, quando nele discursavam, pra não dizer doutrinavam, antiglobalistas assumidos como Olavo de Carvalho, professor e ideólogo de Bolsonaro, e Ernesto Araújo, que foi ministro de relações exteriores até 2021.  Douglas Sanque: Bom, em relação a essa noção de quem seriam as chamadas forças globalistas, primeiro, a ideia aqui é pensar que as forças globalistas teriam o objetivo de estabelecer um controle mundial, um governo global, totalitarista. E isso é, em alguma medida, uma perversão da ideia de aumento de influência que potências  econômicas sempre tentaram exercer de maneira mais ou menos ética. Mas não se tenta um governo global totalitário, assim inspirado naquela ideia de 1984 do George Orwell. O principal projeto globalista seria capitaneado pela China. Os chineses teriam essa ideia, teriam esse objetivo de longo prazo de controle mundial. Então, seriam as elites liberais do Ocidente que estariam nesse projeto junto ao Partido Comunista Chinês. Essa é a perspectiva, digamos, principal, que é adotada, por exemplo, pelo Steve Bannon e que guia o assim chamado antiglobalismo, ou o nacionalismo americano, que estaria combatendo essas próprias elites, representando o povo, o blue color, os trabalhadores e a classe média americana que, de fato, viu muita s perdas com o processo de desindustrialização dos Estados Unidos ao longo do século XX, e grande parte dessas plantas industriais foi para a China.  Tatiane: Claro que isso causou mudanças significativas na economia americana, que tem levado o país, de forma mais incisiva neste novo governo de Donald Trump, a criar estratégias de proteção econômica. Durante o governo Bolsonaro, quando o Olavo de Carvalho, exercia influência sobre ministros e filho do então presidente, tratou da versão caseira de teoria da conspiração, como nos conta Douglas. Douglas Sanque: O Olavo dizia que havia três projetos globalistas em curso. Em diferentes escalas e com diferentes objetivos. O primeiro seria esse tocado pela China, que tentaria ali uma ideia de governo global, mais ou menos nesses moldes que eu já mencionei. O segundo seria o projeto do Irã. O Irã também teria esse objetivo de governo global, a partir do espraiamento do islamismo, né? Na verdade, a ideia seria um governo global, totalitário islâmico e a principal força por trás desse projeto seria o Irã, que tem ali uma. População muçulmana xiita. Enfim, você tem uma pluralidade importante naturalmente no Irã, mas.    Daniel: O terceiro projeto seria tocado pelas elites financeiras ocidentais. Nessa perspectiva, representada por autores como o russo Aleksandr Dugin [DUGAN], a tentativa de estabelecer uma governança global teria origem no Ocidente, especialmente nos Estados Unidos, vistos como a principal expressão da modernidade ocidental. Nessa visão, esse projeto deveria ser combatido por forças tradicionalistas que defendem a preservação de identidades culturais próprias e de modos de vida considerados mais enraizados nas tradições locais e rurais. Douglas Sanque: Então você tem pensadores, como o Olavo de Carvalho, o Steve Bannon e o Dugin, e os líderes daqui que conseguiram ascender, com esse pensamento, ao poder nos seus países. O Putin na Rússia, o Trump nos Estados Unidos e o Jair aqui no Brasil. A questão é que, como esse pensamento tem muito pouca, digamos, base material, ele vai se moldando pra acomodar os interesses políticos dos líderes. Então a gente pode pensar, por exemplo, no Brasil como o Bolsonaro, se se elege em oposição a um projeto que seria de esquerda e que, na opinião deles, é comunista. A ideia de liberalismo econômico é uma ideia que faz sentido e que pode ser defendida. Os russos têm um papel curioso, porque em diversas situações eles são vistos ali como como uma espécie de braço ou de sócio minoritário dos chineses. Mas ao mesmo tempo, estive vendo, um entende que os russos deveriam estar nessa luta por conta de uma certa essência da identidade russa. É como, como sendo da Igreja Ortodoxa nós teríamos a mesma alma cristã. E tudo se opondo então ao materialismo que caracterizaria o projeto chinês De extirpar a religião da da vida em comunidade. Então a gente percebe que há uma certa coerência no pensamento do globalismo, no sentido de criar uma ordem global que separa muito claramente quem são os mocinhos e quem são os bandidos. Que coloca em uma nação específica. E normalmente é a China, a fonte de todo mal. E aí, contra isso, vale tudo. E nós estamos numa batalha aqui para salvar a nossa nação, para salvar as nossas tradições, para manter o nosso povo e por aí vai.  Tatiane: Pois é, as mudanças estão bastante evidentes e não sei se são para melhor. Desde que fizemos as entrevistas para este episódio, algumas coisas mudaram. O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, um dos principais líderes da extrema-direita global, perdeu as eleições após 16 anos no poder. Estados Unidos e Israel estão promovendo uma grande guerra na Ásia Ocidental, atacando o Irã e o Líbano, sem contar o genocídio que Israel já vinha praticando na Palestina. Aqui na América Latina, os resultados das eleições presidenciais de 2026 em países como Colômbia, Peru e Chile não foram nem um pouco animadores. E neste ano também teremos eleições no Brasil, já com dois extremistas como candidatos: Ronaldo Caiado, pelo PSD, e Flávio Bolsonaro, herdeiro do legado do pai que foi condenado a 27 anos de prisão, e agora também envolvido em um processo de lavagem de dinheiro ligado ao Banco Master. A extrema direita vem ganhando espaço em muitos países, sempre colocando em risco a democracia e os direitos civis.  Daniel: Este foi o sétimo episódio da série Termos Ambíguos, realizada em parceria com o Oxigênio, a partir do material do Termos Ambíguos do debate político atual: Pequeno Dicionário que você não sabia que existia, coordenado pela Sonia Corrêa. Esse é um projeto do Observatório de Sexualidade e Política (SPW) e do Programa Interdisciplinar de Pós-graduação em Linguística Aplicada da UFRJ e contou com vários autores na produção dos verbetes. Tatiane: A apresentação do episódio foi feita pelo Daniel Faria, estudante do curso de Midialogia, na Unicamp, que foi também o editor do áudio desse podcast, e por mim, Tatiane Amaral, doutoranda pelo Programa de Pós-graduação em Relações Internacionais San Tiago Dantas e da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, e editora do áudio desse podcast. As entrevistas foram feitas por mim e pela Stella Brucha Simões. O roteiro foi feito pela Simone Pallone, coordenadora do podcast Oxigênio e por mim. Daniel: A revisão do roteiro foi feita pela Nana Soares, da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, por mim, pela Tatiane, e pela Sonia Corrêa. Tatiane: A principal referência para o episódio foi o verbete produzido por Douglas Sanque para o Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia. Usamos também definições da Wikipedia para alguns conceitos.  Daniel: O áudio de Ernesto Araújo foi extraído de uma entrevista dada por ele ao Canal Poder Paralelo. A fala de Bolsonaro na Assembleia da ONU é uma reprodução do canal do jornal El País no YouTube.  Daniel: Você pode acessar os outros episódios da série Termos Ambíguos pelo site do podcast Oxigênio: www.oxigenio.comciencia.br ou pelas plataformas de áudio de sua preferência. Aproveite para indicar nossa série. Até mais!

ONU News
Teatros da Amazônia e roças de São Tomé e Príncipe tornam-se Patrimônio Mundial

ONU News

Play Episode Listen Later Jul 27, 2026 2:31


Rádio Gazeta Online - Podcasts
Boletim Rádio Gazeta Online - 3ª edição (27 de julho de 2026)

Rádio Gazeta Online - Podcasts

Play Episode Listen Later Jul 27, 2026 3:43


Na terceira edição deste boletim você confere:- Presidente eleito da Colômbia afirma que irá romper relações diplomáticas com Cuba e Nicarágua;- Em São Paulo, financiamento de veículos registra o maior volume desde 2018;- Unesco reconhece Teatros da Amazônia como Patrimônio Mundial.O Boletim Rádio Gazeta Online é um conteúdo produzido diariamente com as principais notícias do Brasil e do mundo. Esta edição contou com a apresentação dos monitores Thales Faria e Maria Eduarda Palermo, do curso de Jornalismo.Escute agora!

Jornal da USP
Cultura na USP #132: Museu de Zoologia tem exposição temporária sobre a Amazônia

Jornal da USP

Play Episode Listen Later Jul 23, 2026 55:58


Os destaques são pequenos animais da extraordinária biodiversidade da maior floresta tropical do planeta

JORNAL DA RECORD
JORNAL DA RECORD | 21/07/2026

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Jul 22, 2026 56:03


Confira na edição do Jornal da Record desta terça-feira (21): Operação mira 'tribunal do crime' e núcleo financeiro do PCC em SP. Quadrilha de quatro estados é presa suspeita de roubar e revender remédios contra o câncer. Você vai saber como funcionava o esquema que desviou R$ 45 milhões de correntistas da Caixa. Capitã da PM chega morta a hospital e marido que também é policial é preso, suspeito de feminicídio. Na véspera do tarifaço, governo federal e empresários discutem medidas para reduzir os impactos na economia. França é o primeiro país da União Europeia a proibir acesso de menores de 15 anos às redes sociais. E Brasil registra forte queda nas queimadas da Amazônia e do Pantanal.

Al Campo
Artesanías amazónicas

Al Campo

Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 46:06 Transcription Available


Las artesanías Bora reflejan su cosmovisión amazónica y su vínculo con la naturaleza. Su cestería fina, hecha con fibras como el bejuco yaré, guambé y alcalde negro, incluye canastos, fruteros, sombreros y cedazos con diseños inspirados en la boa.

Notícia no Seu Tempo
Novo tarifaço atinge 18% das vendas do Brasil aos EUA

Notícia no Seu Tempo

Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 9:10


No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta sexta-feira (17/07/2026): A taxa de 25% imposta pela gestão Trump às exportações do Brasil deve atingir cerca de 18% das vendas do País ao mercado americano, segundo o governo brasileiro. Com base em dados de 2024, o impacto estimado é de US$ 7,4 bilhões. Se considerada a pauta exportadora de 2025, o número cai para 15% das vendas (US$ 5,8 bilhões). O governo prevê ajuda aos setores mais afetados, entre eles os de madeira, máquinas e equipamentos elétricos, móveis, produtos cerâmicos, calçados e açúcar. O vice-presidente Geraldo Alckmin qualificou o tarifaço como medida “injusta e descabida” e disse que, “no momento adequado”, o Brasil poderá aplicar a Lei da Reciprocidade Econômica. A lista de produtos isentos de taxa tem 2.126 itens, entre os quais carne bovina, café e laranja. Política: Taxação deflagra ações digitais de campanhas de Lula e Flávio Metrópole: Redução de 37% na proteção de floresta na Amazônia é aprovada no Senado Internacional: Irã ameaça fechar Mar Vermelho se EUA atacarem usinas de eletricidade Esportes: Foto de Messi com bebê Yamal ganha novo capítulo na final da CopaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Meio Ambiente
Como o colapso da biodiversidade leva à perda de 20% do PIB mundial, segundo cientista francês

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 6:08


Desde os anos 1990, fatores como a atividade humana, a poluição e as mudanças do clima amputaram o planeta de 40% dos seus estoques naturais. No começo do ano, um relatório do IPBES, a plataforma intergovernamental da ONU para a biodiversidade, alertou sobre os riscos desse declínio de seres vivos para a economia mundial e a estabilidade financeira.  O desaparecimento progressivo de plantas, animais, insetos, moluscos e micróbios gera um efeito dominó na agricultura e nas cadeias de valor que, para muitos países, representam a maior parte do PIB. Ao mesmo tempo, essa erosão em curso eleva os custos de produção – em outras palavras, riqueza que deixa de ser gerada, à altura de US$ 2,7 trilhões por ano até 2030, avaliou o Banco Mundial em 2021. Novos estudos apontam que os dois efeitos combinados já teriam resultado em um prejuízo de 20% do PIB mundial, adverte o biólogo Marc-André Selosse, professor e pesquisador do Museu de História Natural de Paris. Autor de diversas obras, ele acaba de publicar De la biodiversité comme un humanisme ("A biodiversidade como humanismo", em tradução livre), no qual detalha o alto custo da degradação da natureza e defende que preservar a natureza significa proteger o ser humano. “Na produção de groselha na Borgonha, por exemplo, a polinização é crucial. Só que as populações de insetos nessas áreas caíram 98% nos últimos 40 anos, então os produtores criam pequenas abelhas solitárias altamente eficazes, nos arbustos da groselha. Desta forma, eles conseguem impulsionar a produção, dobrando ou até quadruplicando, mas precisam manter essas colônias de abelhas, que custam caro”, cita o professor francês. “O que quero dizer é que, às vezes, conseguimos aplicar 'soluções rápidas', mas estamos começando a sobrecarregar o sistema com encargos secundários, simplesmente porque não podemos mais contar com as funções que a biodiversidade naturalmente proporcionaria.” Dependência da natureza que os homens destroem Selosse evoca um recente relatório das agências de segurança interna e externa britânicas, no qual o MI5 e o MI6 constatam que os danos aos ecossistemas considerados essenciais para o equilíbrio do planeta – da Amazônia às florestas boreais, dos manguezais aos recifes de corais – são uma ameaça direta à segurança alimentar no Reino Unido, que importa 40% do que consome. Alimentos, água, fertilidade dos solos, qualidade do ar são serviços ambientais proporcionados pela natureza, mas que a interferência humana está colocando em risco. Em abril, um estudo realizado pela seguradora Swiss Re apontou que 55% do PIB mundial depende de uma biodiversidade “saudável”. “Existem espécies de grupos de seres vivos que são bem catalogados, como plantas ou animais, nos quais vemos a diversidade despencar. Já perdemos 5% das espécies de vertebrados, 7% das espécies de moluscos. Estamos vendo o processo acontecer”, afirma, em entrevista ao programa C'est pas du Vent, da RFI. “Perdemos um pouco menos de plantas, mas estima-se que desde que o homem apareceu na Terra, a velocidade de extinção dos animais aumentou em pelo menos 5 mil vezes. A de plantas, 500 vezes. Estes são dados que temos.” Perda de diversidade genética ameaça a sobrevivência Selosse chama a atenção para alguns casos: 80% dos insetos desapareceram em 30 anos, o número de pássaros na Europa caiu 30% em 15 anos e o de morcegos, em igual proporção, em ainda menos tempo, apenas uma década. O pesquisador salienta os riscos dessa perda de populações para a sobrevivência dos seres vivos. O desaparecimento de indivíduos leva à redução progressiva da diversidade genética de cada espécie, que hoje já é de pelo menos 10%. “Isso é preocupante porque é nesta diversidade genética que se encontram os indivíduos que possivelmente estarão adaptados às condições de amanhã: quando um novo agrotóxico começar a ser usado, quando o clima estiver um grau mais quente ou quando a concentração de microplásticos subir, quem vai conseguir sobreviver?”, salienta. “É a adaptabilidade das espécies que está em jogo. A perda de diversidade genética representa um enfraquecimento das espécies. Ela anuncia a ampliação do mecanismo de extinção, que por enquanto ainda é limitado a entre 5 e 10%”, indica o cientista. A entrevista completa de Marc-André Selosse à RFI pode ser ouvida aqui, em francês. 

Boss Tank: Ser tu propio jefe
146. "Empecé vendiendo cholados y llegué a ocho locales" — Ammiel Manevich | Boss Tank

Boss Tank: Ser tu propio jefe

Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 56:31


Amiel Manevich construyó Amazónica desde un puesto de cholados en Miami hasta ocho locales con filas de cuatro horas y portadas de revista. Y cuando estaba en su mejor momento, la vendió.En este episodio de Boss Tank: Ser Tu Propio Jefe, el fundador de Copiloto habla sin filtro de los cinco socios que lo dejaron cargando el negocio solo, de por qué vendió por menos de lo que valía, y de la verdad que nadie ve detrás de una historia de éxito: “por fuera salía en la portada, por dentro estaba miserable.”Un episodio sobre soltar a tiempo, repartir distinto y dejar de medir tu valor por cómo le va a tu empresa.Copiloto: @somoscopiloto · Podcast Copiloto en Spotify y Apple PodcastsProducción: @humanmediastudios

SBS Portuguese - SBS em Português
Oceanógrafa brasileira explica por que a Grande Barreira de Corais segue ameaçada após decisão da UNESCO

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 20:27


A UNESCO decidiu manter a Grande Barreira de Corais fora da lista de patrimônios “em perigo”, mas o recife segue sob séria ameaça. A oceanógrafa Ana Paula da Silva, da Universidade de Sydney, explica por que a Austrália tem uma responsabilidade global na proteção do ecossistema, compara esse papel ao do Brasil com a Amazônia e analisa os riscos do branqueamento dos corais, da dragagem e do aquecimento das águas.A UNESCO decidiu manter a Grande Barreira de Corais fora da lista de patrimônios “em perigo”, mas o recife segue sob séria ameaça. A oceanógrafa Ana Paula da Silva, da Universidade de Sydney, explica por que a Austrália tem uma responsabilidade global na proteção do ecossistema, compara esse papel ao do Brasil com a Amazônia e analisa os riscos do branqueamento dos corais, da dragagem e do aquecimento das águas.Siga a SBS em Português no Facebook, X, Instagram e You Tube. Assine a 'SBS Portuguese' no Spotify, Apple Podcasts, iHeart Podcasts, PocketCasts ou na sua plataforma de áudio favorita.

20 Minutos com Breno Altman
Qual o projeto da esquerda para o Brasil? | Tarcísio Motta | Programa 20 Minutos

20 Minutos com Breno Altman

Play Episode Listen Later Jul 13, 2026 85:45


No pé do ouvido
PF acusa Valdemar e Cunha de fraude em emendas parlamentares

No pé do ouvido

Play Episode Listen Later Jul 13, 2026 19:58


Hoje, 'No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essa e outras notícias: Investigação aponta que os dois ex-deputados, mesmo sem mandato, direcionavam emendas para bases eleitorais de seu interesse. Amazônia tem menor desmatamento do primeiro semestre em uma década. E OpenAI lança ChatGPT Work.See omnystudio.com/listener for privacy information.

JORNAL DA RECORD
JORNAL DA RECORD | 10/07/2026

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Jul 11, 2026 49:24


Confira na edição do Jornal da Record desta sexta (10): A história dramática do resgate de um menino trancado pela mãe em casa sem água e sem comida. Preço dos alimentos cai e inflação perde força em junho.  Ministro do Supremo bloqueia R$ 119 milhões do presidente do PL em investigação sobre emendas parlamentares. Israel alerta os Estados Unidos sobre plano iraniano para matar o presidente Donald Trump. Desmatamento na Amazônia atinge o menor nível em dez anos. Espanha vence a Bélgica e vai encarar a França nas semifinais da Copa do Mundo. E o JR te leva para um passeio de férias pelo centenário Museu do Ipiranga, em São Paulo.

Amazônia Latitude | Humanidades Ambientais
Utopias Amazônicas #07 | Aurélio Michiles — O Esperançar das Descobertas e o Cinema Decolonial

Amazônia Latitude | Humanidades Ambientais

Play Episode Listen Later Jul 3, 2026 37:42


Nascido em Manaus, o cineasta e documentarista Aurélio Michiles construiu uma obra consagrada e centrada na memória, no território e nos conflitos históricos da Amazônia, tendo se formado pelo Instituto de Artes e Arquitetura da Universidade de Brasília e pela Escola de Artes Visuais do Parque Lage. É diretor de obras fundamentais como Que Viva Glauber (1991), Lina Bo Bardi (1993), O Cineasta da Selva (1997), Segredos do Putumayo (2020) e Honestino (2025). No livro Utopias Amazônicas, o diretor assina o ensaio “Amazônia, Utopia pra quem?”, um texto que parte de suas memórias de infância em Manaus para desmontar séculos de invenção colonial e questionar, sem hesitar, a quem servem as projeções que o mundo ocidental deposita sobre a maior floresta tropical do planeta. Conversamos sobre a infância colonizada, a imagem como testemunho palpável e segunda pele da humanidade, a crueza da invasão petrolífera e o apocalipse no território Sateré-Mawé durante a ditadura militar, a farsa do progresso sob a lógica da terra arrasada e o cinema como um ato político de rebeldia. Utopia não é o lugar que não existe. É a esperança da descoberta, o compromisso ético com a memória coletiva e a teimosia comunitária que se recusa a aceitar a destruição como destino.

Loucos por Biografias
Biografia de CACIQUE RAONI: O Guardião da Floresta Amazônia e do Meio Ambiente!

Loucos por Biografias

Play Episode Listen Later Jul 1, 2026 11:49


* Apoie a Cultura: Chave Pix: 7296e2d1-e34e-4c2e-b4a0-9ac072720b88O cacique Raoni Metuktire (1930) é um líder indígena brasileiro da etnia caiapó. Ele é conhecido internacionalmente por sua luta pela preservação da Amazônia e dos povos indígenas.Essa é a nossa história de hoje. Se você gostou deixe seu like, faça seu comentário, compartilhe essa biografia com mais pessoas. Vamos incentivar a cultura em nosso pais. Encontro voces na próxima história. Até lá! (Tania Barros)- Contato: e-mail - taniabarros339@gmail.com

Infiltrados No Cast
EP. 13 — O carpinteiro amazônico que reinventou o jetski no interior do Pará

Infiltrados No Cast

Play Episode Listen Later Jun 30, 2026 11:29


O que um jet ski de madeira pode ensinar sobre inovação?Neste episódio, conhecemos a história de Cristiano, carpinteiro naval de Abaetetuba (PA), que transformou um sonho em realidade usando o conhecimento tradicional das comunidades ribeirinhas. Uma conversa sobre tecnologia, criatividade e o poder das periferias de reinventar o futuro com aquilo que têm à disposição.Entra no canal Periferia do Futuro pra continuar a conversa sem filtro:⁠⁠https://whatsapp.com/channel/0029VaaAULA8aKvNJZNFEv1A

Gama Revista
Flávia Lins e Silva: como despertar a curiosidade nas crianças

Gama Revista

Play Episode Listen Later Jun 28, 2026 27:36


Se o seu filho ou sua filha lê a série "Diário de Pilar" (Pequena Zahar), escrita por Flávia Lins e Silva, você já deu um grande passo para formar uma mente curiosa, aberta a conhecer diferentes culturas, sabores, histórias e modos de viver. O novo episódio do Podcast da Semana, da Gama, traz a escritora Flávia Lins e Silva para falar sobre Pilar, essa menina que viaja pelo mundo descobrindo os mitos mais antigos da humanidade, e sobre despertar a curiosidade das crianças.Flávia Lins e Silva é escritora, roteirista e jornalista. Com mais de dez livros publicados, é conhecida principalmente por ter criado as séries "Diário de Pilar" e "Os Detetives do Prédio Azul" (Pequena Zahar). Trabalhou como roteirista da TV Globo por 16 anos e, em 2011, ganhou o prêmio da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil com seu livro “Mururu no Amazonas" (Globo Livros). "O Diário de Pilar na Amazônia" acaba de virar filme, lançado pela Disney e adaptado para o cinema pela própria Flávia e por João Costa Van Hombeeck.Na conversa com Gama, a autora fala de seu processo de escrita, da importância de apresentarmos a Amazônia para as crianças e do seu interesse pela meditação e pela contemplação da natureza. Roteiro e apresentação: Luara Calvi Anic

No Hay Derecho
Glatzer Tuesta – Editorial 26 de junio de 2026

No Hay Derecho

Play Episode Listen Later Jun 26, 2026 37:46


En esta edición de No Hay Derecho abordaremos, entre otros temas: - Gobierno entrega el nuevo Hospital Antonio Lorena tras 13 años de espera, pero por ahora solo opera en marcha blanca. - Cusco: Más de 30 obras paralizadas revelan riesgos en la gestión pública. - Elecciones regionales en Cusco: Verónika Mendoza se perfila como candidata al gobierno regional. - Congreso culminó la legislatura sin debatir el proyecto que busca darle seguridad jurídica a la Guardia Indígena Amazónica. - ANP rechaza ataques a la prensa a través del Congreso y la Procuraduría. - Corte Suprema inaplica leyes de impunidad y confirma condena de 20 años a a militar por la desaparición de 17 personas en San Pedro de Hualla en 1984. - CIDH rechaza ley del Congreso que deja abusos de policías y militares en manos de la justicia militar. - ONU pide a la JNJ frenar procesos contra jueces que inaplicaron ley de impunidad sobre crímenes de lesa humanidad. - Sala Plena y presidentes de cortes en todo el país respaldan comunicado de la presidenta del Poder Judicial en defensa de sus fueros. - Keiko Fujimori y su negativa a aceptar la proclamación de Pedro Castillo en el 2021. - JNE entregó credenciales a senadores electos y parlamentarios andinos. Hoy harán lo propio los futuros diputados. - Exjefe de la Dini terruquea a senadores y diputados electos de Juntos por el Perú y dice que tienen vínculos con Sendero Luminoso.

Infiltrados No Cast
EP. 12 — Por que você nunca leu fantasia amazônica?

Infiltrados No Cast

Play Episode Listen Later Jun 25, 2026 10:36


Neste episódio, converso com a escritora Roberta Spindler sobre os caminhos da fantasia produzida na Amazônia e questiono uma ideia muito comum no mercado editorial: a de que o público sempre consome aquilo que quer. Da distribuição de livros aos algoritmos das redes sociais, discutimos por que tantas histórias amazônicas permanecem invisíveis, apesar da riqueza de seus imaginários.Entra no canal Periferia do Futuro pra continuar a conversa sem filtro:⁠⁠https://whatsapp.com/channel/0029VaaAULA8aKvNJZNFEv1A

Oxigênio
#221 – Estoques de carbono

Oxigênio

Play Episode Listen Later Jun 25, 2026 30:41


Em cenário de mudanças climáticas, o armazenamento de carbono nos ecossistemas tem ganhado relevância. Entender como árvores e solos conseguem manter esse elemento aprisionado e impedir que seja lançado à atmosfera é fundamental para manter esse serviço funcionando.  Nesse episódio, Gabriela Andrietta e Mayra Trinca, conversam com pesquisadores sobre pesquisas que estudam esses estoques nas árvores da Amazônia, nos solos do Cerrado e até na Caatinga.  Roteiro completo no site oxigenio.comciencia.br

Global Health Matters
Trailblazers with Garry: uma conversa com Marcus Lacerda

Global Health Matters

Play Episode Listen Later Jun 24, 2026 25:20


Neste episódio, Garry se sentou para uma segunda conversa em português com Marcus Lacerda na sede da OMS, em Genebra. Marcus assumiu a direção do TDR em março de 2026, vindo da Fiocruz Amazônia e da Fundação de Medicina Tropical Doutor Heitor Vieira Dourado, no Brasil. Médico infectologista e pesquisador em medicina tropical, ele tem uma trajetória que influenciou profundamente as estratégias de eliminação da malária e, de forma mais ampla, o campo da saúde global.Nascido em Taguatinga, no entorno de Brasília, Marcus relembra os missionários católicos que o levaram pela primeira vez ao interior da Amazônia, compartilha suas percepções sobre a malária vivax como um “assassino social silencioso”, uma doença que não apenas tira vidas, mas também compromete o desenvolvimento cognitivo de crianças e reflete sobre o que será necessário para reduzir a distância entre inovação científica e impacto real na vida das pessoas.Related episode documents, transcripts and other information can be found on our website.Subscribe to the Global Health Matters podcast newsletter.  Follow us for updates:@TDRnews on XTDR on LinkedIn@ghm_podcast on Instagram@ghm-podcast.bsky.social on Bluesky Disclaimer: The views, information, or opinions expressed during the Global Health Matters podcast series are solely those of the individuals involved and do not necessarily represent those of TDR or the World Health Organization.  All content © 2026 Global Health Matters.  

ONU News
Jornal da ONU - 12 de junho de 2026

ONU News

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 4:36


Jornal da ONU com Monica GrayleyEsses são os destaques desta sexta-feira, 12 de junho.Pesquisador marinho fala de conexão invisível entre Amazônia e Antártica OMS alerta para onda de calor na União Europeia

Rewildology
The Long Game: Forging the Amazon's Next Chapter

Rewildology

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 33:14


In June 1992, 179 nations made two pledges that still shape every international conservation agreement today, and thirty years later, the world's most important climate conference was held inside a tropical rainforest. What happens in those halls matters—but so does everything that happens after. James Deutsch, CEO of Rainforest Trust, breaks down how a half-billion-dollar pledge helped catalyze the 30x30 target, why the Tropical Forests Forever Facility could fix a structural flaw in carbon finance, and where he sees the next window for real conservation progress. Constanza Prieto Figelist, Legal Director for Latin America at the Earth Law Center, explains how a Peruvian court recognized the Marañón River as a subject of rights, and why four articles in Ecuador's constitution have stopped more destructive projects than years of protest ever could. Catarina Nefertari of Amazônia de Pé was on the ground in Belém when COP30 arrived, and has spent years closing the distance between communities most affected by Amazon destruction and the rooms where decisions about its future are made. This is the series finale of Rewilding Amazonia. The Amazon's next chapter is still being forged. If this series changed how you see the Amazon, subscribe, leave a review, and share it with someone who needs to hear it. Would you like to give to Rewildology? Donate here: https://givebutter.com/supportrewildology TIMESTAMPS0:00 Introduction0:29 Rio 1992 & the road to COP301:45 James Deutsch (Rainforest Trust)4:03 The 30x30 pledge5:07 How private conservation finance works7:13 COP30 outcomes & the T Triple F9:37 US funding withdrawal11:23 Indigenous land rights12:42 Constanza Prieto (Earth Law Center)15:54 Criminalizing indigenous defenders17:52 Rights of Nature & the Marañón River case21:48 Catarina (Amazônia de Pé)23:27 Brazil's fossil fuel dilemma24:32 What COP30 delivered28:25 Series closing: 22 voices, 6 countries31:00 Call to action & outro SUPPORTThis episode is supported by Rainforest Trust—protecting tropical forests and endangered wildlife since 1988. Through local partnerships, community engagement, and donor support, they've safeguarded over 66 million acres in almost 70 countries. Learn more at rainforesttrust.org. CREDITSExecutive Producer & Host: Brooke MitchellAssociate Producer & Music Composer: Brad Parsons LISTEN TO THE FULL SERIEShttps://rewildology.com/episode-group/rewilding-amazonia/ SHOW NOTES & NEWSLETTERShow notes & subscribe to newsletter, https://rewildology.com/ SUPPORT REWILDOLOGYhttps://rewildology.com/support-the-show/ LISTEN TO THE REWILDOLOGY PODCASTApple Podcasts: https://apple.co/3YXWSsFSpotify: https://open.spotify.com/show/3oW6artLcvxX0QoW1TCcrq?si=ff3b5e2ec90542a2 FOLLOW REWILDOLOGYYouTube: https://www.youtube.com/@RewildologyInstagram: https://www.instagram.com/rewildology/LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/rewildology/Facebook: https://www.facebook.com/rewildologyX: https://x.com/rewildology DISCLAIMERThe views expressed by guests are their own and don't n... Chapters (00:00:03) - Rewilding Amazonia: When Policy Meets Reality(00:03:34) - Rainforest Trust's role in global conservation targets(00:10:58) - The guardianship of nature(00:13:03) - The role law plays in the Amazon(00:21:11) - COP 30: The fight for the Amazon(00:29:24) - What motivates people to protect the forest?(00:30:57) - Rewilding the Amazon: Stories from the Amazon

The Shortwave Radio Audio Archive
Rádio Nacional da Amazônia: August 14, 1984

The Shortwave Radio Audio Archive

Play Episode Listen Later Jun 4, 2026


Many thanks to SRAA contributor, Paul Harner, who shares the following recording and notes:Broadcaster: Radio Nacional Da AmazonasDate of recording: August 14, 1984Starting time: 0809zFrequency: 6180 kHzReception location: St.Louis, MOReceiver and antenna: Icom IC R-71-A Rádio Nacional da Amazônia: August 14, 1984 Paul Harner Download

Roda Viva
RODA VIVA | PAULO ARTAXO | 01/06/2026

Roda Viva

Play Episode Listen Later Jun 2, 2026 82:20


O Roda Viva recebe nesta segunda-feira (01/06) o físico Paulo Artaxo, diretor do Centro de Estudos da Amazônia Sustentável da USP e uma das maiores autoridades mundiais em clima.Laureado com o Planet Earth Award 2026 e autor-líder nos três últimos relatórios do IPCC, painel da ONU agraciado com o Nobel da Paz, Artaxo vai analisar o cenário de transição global rumo à sustentabilidade. Em debate, os impactos das mudanças climáticas, as vulnerabilidades e vantagens estratégicas do Brasil, o impacto do próximo El Niño, o ponto de não retorno da Amazônia e a resiliência das cidades.O Roda Viva vai ao ar toda segunda, a partir das 22h, na TV Cultura, no site da emissora e no YouTube!#RodaViva #TVCultura #SomosCultura #Amazônia #Sustentabilidade #CentroDeEstudosDaAmazôniaSustentável #SalvemAAmazônia #FlorestaAmazônica #PontoDeNãoRetorno

Middling Along
Your wardrobe isn't a style problem. It's a self problem. Just Get Dressed with Samantha Harman

Middling Along

Play Episode Listen Later Jun 1, 2026 39:48


We say "I've got nothing to wear" standing in front of a full wardrobe. Samantha Harman's argument is that the sentence has nothing to do with clothes — it's about not knowing who we're supposed to be. In this episode I talk to best-selling author, stylist and former journalist Samantha Harman about her book Just Get Dressed: Why You Have Nothing to Wear and What to Do About It — a styling book with no pictures and no body-shape rules, built instead around the inner work most of us avoid. It's a conversation about generational trauma, the prehistoric brain, the martyrdom of the women in the squeezed middle, and why getting dressed in the morning is so flipping hard. What we cover: Why "nothing to wear" is never about a lack of clothes... and what your wardrobe is actually a manifestation of (beliefs, identity, class, politics, generational trauma) The problem with the personal styling industry: more rules, more prescription, more exhaustion Epigenetics and the prehistoric brain — why being a visible woman registers as dangerous, and why the fabulous outfit stays on the hanger Clothing as a business tool — and why men have always been allowed to use it while women get judged for it The "bag of potatoes" meeting: how an ill-fitting supermarket shirt quietly costs you authority, presence and opportunity The compare-and-despair cycle and the social-media misery machine: and the reminder that all of it, even "authentic" personal brands, is marketing Enclothed cognition: why what you wear changes the actions you take (and how you handle Barry from accounts) Midlife as an opportunity, not a decline — finances, time, intelligence, and finding the rooms with brilliant women in them Two exercises from the book: meeting the 5-year-old who's really running your wardrobe, and the letter from your 90-year-old self Emotional spending, scarcity tactics and how retailers weaponise your feelings — plus the fast-fashion harm hiding behind "retail therapy" The wardrobe edit as a non-negotiable business activity — and the one thing to do first: get rid of what you hate Find Samantha here: Just Get Dressed: Why You Have Nothing to Wear and What to Do About It - available on Amaz*n, or justgetdressed.com https://www.instagram.com/styleeditoruk/ https://www.linkedin.com/in/samantha-harman-style-editor/ Enjoyed this episode?  Follow Middling Along wherever you listen, and consider leaving a review — it genuinely helps other midlife women find the show. For weekly research and commentary on midlife wellbeing, subscribe to Emma's Substack, The Messy Middle: https://middlingalong.substack.com/

TV 247
Bom dia 247_ Lula investe na Amazônia_ Eduardo vive como marajá _28_5_26_

TV 247

Play Episode Listen Later May 28, 2026 211:05


Bom dia 247_ Lula investe na Amazônia_ Eduardo vive como marajá _28_5_26_ by TV 247

The Shortwave Radio Audio Archive
Rádio Nacional da Amazônia: July 16, 2025

The Shortwave Radio Audio Archive

Play Episode Listen Later May 21, 2026


Many thanks to SRAA contributor, Liam Spencer, who shares the following recording and notes:Broadcaster: Radio Nacional da AmazoniaDate of recording: July 16, 2025Starting time: 00:05 UTCFrequency: 11.780 MHzReception location: Berthoud, Colorado, USAReceiver and antenna: Sihuadon D-808 with telescopic antennaMode: AMNotes: Here's a recording pulled from my radio archive of Radio Nacional da Amazonia from Brazil on the shortwave frequency on 11.780 MHz from July 16th, 2025. What's interesting is that this was recorded on a weekday, and usually, back-to-back music is not heard on weekday evening programming. Along with the announcers who are usually high energy are not in this recording. Around 20 minutes in, I stopped recording and resumed recording at 01:05 UTC until the end of the recording. Rádio Nacional da Amazônia: July 16, 2025 Lian Spencer Download

VictoriaAmazonica Podcast with Lina Cuartas
VA 10, Ep. 9 ES ORO ; Una Fiebre Amazónica, una Parábola para el Futuro de la Humanidad

VictoriaAmazonica Podcast with Lina Cuartas

Play Episode Listen Later May 20, 2026 53:58


ORO, el impresionante libro de Sebastiáo Salgado, es un libro acerca de la obsesión.   "¿Qúe característica específica posee este metal amarillo opaco que logra que el hombre abandone su hogar, venda todas sus pertenencias y cruce un continente para luego arriesgar su vida, su integridad física y su cordura en búsqueda de un sueño?" Serra Pelada, localizada en el estado de Pará, en el Brasil, fue una mina abierta durante 10 años, pero la relevancia de esta colección es perenne. ORO es un documento primordial de la historia moderna y un portafolio fotográfico extraordinario. Su publicación marcó, además, un período de reconocimiento internacional para Salgado, y le ofreció a la fotografía en blanco y negro, un renacimiento sinigual. Esta historia también es una parábola que nos ofrece una imagen atemporal, un espejo a través del cual podemos analizar las fórmulas de explotación de la humanidad basadas en las ganancias rápidas y el máximo esfuerzo. El Dorado definitivamente parece ser una leyenda que la humanidad no logra superar; y el precio de los esquemas de esa índole no deja de ser cada vez más alto.

O Assunto
O avanço das facções criminosas pelo interior do Brasil

O Assunto

Play Episode Listen Later May 4, 2026 28:56


Convidados: Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro De Segurança Pública e Paulo Renato Soares, jornalista da TV Globo e um dos repórteres do documentário ‘Territórios' do Globoplay. O Brasil vive um processo de interiorização da violência, com o avanço das facções criminosas para cidades médias e pequenas. É o que mostram estudos do Fórum Brasileiro de Segurança Pública em parceria com o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). Enquanto grandes capitais (como Fortaleza, São Luís e Goiânia) reduziram as taxas de homicídios em mais de 60% entre 2013 e 2023, municípios do interior passaram a concentrar episódios de violência antes restritos às metrópoles. Como mostra o documentário do Globoplay “Territórios – Sob o Domínio do Crime”, o crime organizado deixou de ser um fenômeno localizado e passou a atuar de forma articulada em escala nacional e transnacional, apoiado no domínio de territórios, no uso da força armada, na influência dentro do sistema prisional, na penetração em atividades da economia formal e em práticas de corrupção. "A gente escolheu esse nome 'Territórios', porque este é o ponto: é grave a dominação armada de territórios que acontece muito no Rio de Janeiro e está se espalhando por tudo quanto é lugar. Isso subjuga milhões de pessoas. Eles impõem regras a elas, que são consumir produtos e serviços imposto pelos traficantes", disse Paulo Renato Soares, um dos repórteres do documentário. Cidades como Rio Claro, no interior de São Paulo, com cerca de 200 mil habitantes, viraram palco de disputa entre o PCC e o Comando Vermelho. A localização, próxima a grandes rodovias, transformou a cidade em um ponto estratégico para o tráfico. Na Bahia, o município de Juazeiro, a 500 quilômetros de Salvador, reflete esse mesmo movimento. Lá, a taxa de homicídios chega a 76,2 por 100 mil habitantes, três vezes maior que a média nacional. E, na Amazônia Legal, formada por nove estados, a presença do crime organizado já alcança 45% dos municípios. De acordo com Samira Bueno, do Fórum Brasileiro De Segurança Pública, com esse avanço, o Estado precisa considerar a atuação das facções não apenas no âmbito da segurança pública, mas também na formulação de políticas de habitação, transporte e até no processo eleitoral. No Rio de Janeiro, por exemplo, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) tem realizado uma força-tarefa para conter a influência do crime organizado nas eleições.