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28 DE DEZEMBRO - DOMINGORef.: Gênesis 11.26-32
27 DE DEZEMBRO - SÁBADORef.: 1 Crônicas 12.1-2, Gênesis 49.27-28, Atos 11.19-23, 2 Coríntios 12.9, 1 Coríntios 15.10
Culto realizado sexta-feira, 26 de Dezembro de 2025. Acompanhe as minhas redes:
O maior projeto ferroviário do país encontrou um travão logo no arranque. O que correu menos bem? A análise deste tema foi feita pelo jornalista da secção de Economia do Expresso Pedro LimaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
26 DE DEZEMBRO - SEXTARef.: 1 Crônicas 12.1-2
O ano de 2025 teve algumas boas notícias para o meio ambiente, e deixou um gosto de “estamos indo na boa direção, mas ainda falta muito pela frente”. Nesta retrospectiva, a RFI relembra alguns dos fatos mais importantes dos últimos 12 meses. O ano começou com uma perspectiva nada favorável para o combate às mudanças climáticas: a volta do presidente Donald Trump ao poder, que chegou a dizer que o aquecimento global é "a maior farsa" já promovida na história. Quando o maior emissor histórico de gases de efeito estufa se retira da jogada e congela os investimentos na transição energética, a preocupação era que esse retrocesso se generalizasse no resto do mundo. Em várias regiões, as populações sentem na pele os impactos do aumento da temperatura na Terra. Gustavo Loiola, especialista em Sustentabilidade e professor convidado em instituições como FGV e PUC-PR, notou que o agronegócio brasileiro, motor da economia do país, não pode mais se dar ao luxo de virar as costas para o assunto. “Não tem como não falar de clima dentro do agronegócio. O produtor rural é o primeiro a sofrer com a escassez ou o excesso de chuvas e as mudanças climáticas, que acabam afetando a produção”, indicou ele ao podcast Planeta Verde, um mês após a posse de Trump. “Impacta também o setor financeiro, que oferece crédito para o agronegócio. O risco de emprestar se torna maior, então é ilógico não olhar para esses temas”, acrescentou. Expansão das renováveis: um caminho sem volta Quem se deu bem com o recuo americano foi a sua principal concorrente, a China. Pequim já liderava a transição energética e aumentou o impulso a esta agenda mundo afora. A queda dos custos de painéis solares, baterias e outros equipamentos fundamentais para a substituição de fontes de energia altamente poluentes resultou em um ponto de inflexão em 2025: pela primeira vez, a geração de eletricidade global por fontes renováveis ultrapassou a dos combustíveis fósseis, as mais prejudiciais ao planeta. A Agência Internacional de Energia afirma que o novo recorde de expansão de renováveis será batido este ano, com mais de 750 gigawatts de capacidade adicional, sobretudo solar. Isso significa que o crescimento da demanda mundial de energia elétrica foi, principalmente, atendido por fontes limpas. Só que este desafio se mede em trilhões de watts: a expectativa é que a demanda mundial energética dispare nos próximos anos, puxada pelo desenvolvimento das tecnologias e, em especial, da inteligência artificial. A poluição digital já respondia por 4% das emissões mundiais de gases de efeito estufa por ano. O aumento das emissões de grandes empresas de tecnologia nos últimos anos comprova essa tendência. “Já temos um crescimento exponencial só nessa fase de treinamentos dos modelos de IA generativa: do número de placas gráficas utilizadas, do consumo de energia. Portanto, as emissões de gases de efeito estufa estão também em crescimento exponencial, assim como o esgotamento dos recursos abióticos, ou seja, não vivos, segue nessa mesma trajetória”, salientou Aurélie Bugeau, pesquisadora em Informática da Universidade de Bordeaux. “As empresas alertam que é um verdadeiro desafio para elas conseguirem atingir a neutralidade de carbono que era visada para 2030, afinal a IA traz novos desafios. Por isso é que esse imenso consumo de energia pode levar à reabertura de usinas nucleares, como nos Estados Unidos, sob o impulso da Microsoft”, alertou. Transição energética para quem? Em ano de COP30 no Brasil, a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, a RFI também buscou ouvir as populações mais vulneráveis ao aquecimento do planeta. Nos países em desenvolvimento, a corrida pelos minerais críticos, essenciais para a eletrificação das economias – como alumínio, cobalto e lítio – causa apreensão. Toda essa discussão sobre transição energética, num contexto em que a demanda por energia só aumenta, parece até provocação aos olhos de pessoas como a maranhense Elaine da Silva Barros, integrante do Movimento pela Soberania Popular na Mineração (MAM). Ela participou das manifestações da sociedade civil à margem da COP30, em Belém, para pedir justiça climática. "A transição energética não é para nós. O Brasil já se supre e tem uma matriz energética de renováveis”, disse. "Não faz sentido o Brasil ter que mudar a sua matriz energética para que os países europeus e os Estados Unidos possam sair dos combustíveis fósseis. Não faz sentido aumentar a mineração nos nossos territórios e aumentar a expulsão dos nossos povos deles”, argumentou. O pescador Benedito de Souza Ribeiro, 62 anos, dependeu a vida inteira do rio Amazonas para sobreviver. Ele sente não apenas os impactos das secas, que estão mais frequentes, como vê com preocupação os planos do Brasil de aumentar as exportações de minerais para a transição energética nos países desenvolvidos. “As grandes indústrias estão se instalando em nossos territórios e expulsando os nossos pescadores da área, os ribeirinhos, que vivem da pesca. Esses empreendimentos causam o aquecimento global”, denunciou. “As barragens e as mineradoras poluem os rios e os peixes, e nós ainda tomamos essa água contaminada. Isso é um prejuízo muito grande para a nossa alimentação.” COP30 e acordo sobre transição justa Para não deixar ninguém para trás, a transição energética precisa ser justa. Significa criar oportunidades de trabalho para as pessoas que dependem de setores que serão gradualmente abandonados, distribuir as novas riquezas geradas pela economia de baixo carbono, e não aprofundar as desigualdades. Essa foi uma das principais pautas do Brasil na COP30 e um dos resultados mais concretos do evento, sediado no país em 2025. A conferência decepcionou pela pouca ambição dos acordos finais, travada entre dois grupos de países com visões opostas sobre o fim da dependência dos combustíveis fósseis, ou seja, o carvão, o petróleo e o gás. “Os resultados estão muito voltados para demandas dos países mais vulneráveis e isso é muito importante porque é uma COP no Brasil, na Amazônia, um país em desenvolvimento. Foi aprovado aqui um programa de trabalho de transição justa, algo que não tinha se conseguido na última COP. Na COP29 não houve acordo”, destacou a negociadora-chefe do Brasil, Liliam Chagas, ao final do evento. “É uma das questões mais polêmicas, e era uma demanda da sociedade civil de todos os países em desenvolvimento. Esse mecanismo foi instituído, e vai ser um órgão mais permanente para que os países possam recorrer para fazer políticas de transição justa, seja para pessoas ou para infraestrutura”, salientou. Combate ao desmatamento ameaçado Internamente, o maior desafio do Brasil é acabar com o desmatamento, que responde por 80% das emissões brasileiras. Neste ano, o país teve bons resultados a comemorar: na Amazônia e no Cerrado, a devastação caiu 11% entre agosto de 2024 e julho de 2025. Na Amazônia, foi o terceiro menor nível desde 1988. Este avanço foi apontado por especialistas como uma das principais razões pelas quais o nível mundial de emissões se manteve estável em 2025, em vez de aumentar – como sempre acontece a cada ano. “O Brasil é, sem dúvida, uma referência, não só por causa da floresta, mas pelo que ele tem em termos de conhecimentos científicos a respeito do tema. O Brasil vem trabalhando com planos de redução do desmatamento desde 2004, com resultados respeitáveis”, aponta Fernanda Carvalho, doutora em Relações Internacionais e diretora de políticas climáticas da organização WWF. “Acho que o Brasil tem condições de ser a grande liderança nesse aspecto. Depende de ter vontade política.” As divergências políticas internas ameaçam essa trajetória virtuosa. A nova versão da Lei de Licenciamento Ambiental flexibiliza os procedimentos para a liberação de grandes projetos. Na prática, se a lei entrar em vigor, pode fazer o desmatamento voltar a subir no país. Análises da ONU sobre os compromissos dos países para combater o aquecimento global indicam que o mundo está avançando na direção correta, apesar dos contratempos. No entanto, o ritmo precisa ser acelerado – e a próxima década vai ser crucial para a humanidade conseguir limitar a alta das temperaturas a no máximo 1,5°C até o fim deste século.
[O Observador está a republicar os episódios mais ouvidos do ano em cada podcast. Este é de 21 de outubro de 2025.] Teresa Paiva e José Monteiro Ferreira querem o horário mais próximo possível da "hora natural". Teresa recorda ainda quando em 1966 Portugal tentou, sem sucesso, fixar o horário único... de verão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
25 DE DEZEMBRO - QUINTARef.: Lucas 2.6-20
24 DE DEZEMBRO - QUARTARef.: Lucas 2.1-14
O Flamengo detalhou sua visão sobre liga, CBF, calendário, arbitragem, fair play financeiro e gramados. Na apresentação institucional, o clube explicou críticas antigas, reconheceu avanços recentes da confederação e mostrou como atua nos bastidores para tentar melhorar o futebol brasileiro.Neste vídeo, você confere os alertas feitos pelo Flamengo sobre o calendário, a avaliação dos gramados do Maracanã, a discussão sobre arbitragem, fair play financeiro e a atuação do clube em Brasília.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #CBF
Hospedagem improvisada, correria, calorão. Mas também comida boa e pessoas acolhedoras. Você vai acompanhar como foram os desafios de quem trabalhou para registrar os momentos da Conferência da ONU sobre as Mudanças Climáticas, em Belém
23 DE DEZEMBRO - TERÇARef.: Mateus 25.14-30
A mudança é a única constante do século 21 e continua mais rápida em 2026. Mas tem coisas que nunca mudam, como a nossa lista de dez livros para o novo ano. Os dez livros de 2026 (que na verdade são 11) ajudam a ler o presente tecnológico, com senso crítico, e mantendo o humano no centro. Bora ler?Os livros de 2026Superagency: What Could Possibly Go Right with Our AI Future - escrito por Reid Hoffman e Greg Beato;Empire of AI: Dreams and Nightmares in Sam Altman's OpenAI - de Karen Hao;A máquina que pensa: Jensen Huang, Nvidia e o microchip mais cobiçado do mundo - escrito por Stephen Witt, com tradução de André Fontenelle;O cientista e o executivo - de Diego Barreto e Sandor Caetano;Pensamento eficaz: Como transformar situações cotidianas em resultados extraordinários, livro de Shane Parrish;Uma Breve História da Inteligência: Evolução, IA e os Cinco Avanços que Nosso Cérebro fez - escrito por Max Bennett, com tradução de Eveline Machado;Reshuffle: Who Wins When AI Restacks the Knowledge Economy - livro de Sangeet Paul Choudary;The Instant AI Agency: How To Cash 6 & 7 Figure Checks In The New Digital Gold Rush Without Being A Tech Nerd - de Dan Wardrope;Start. Scale. Exit. Repeat.: Serial Entrepreneurs' Secrets Revealed! - por Colin C. CampbellAgilidade Emocional: Abra sua Mente, Aceite as Mudanças e Prospere no Trabalho e na Vida — escrito por Susan David, com tradução de Claudia e Eduardo Gerpe Duarte A The Shift é uma plataforma de conteúdo que descomplica os contextos da inovação disruptiva e da economia digital.Visite o site www.theshift.info e assine a newsletter
Sob governo de Bashar al-Assad, país árabe realizava produção em escala industrial do estimulante captagon; desde queda do ex-presidente, 15 laboratórios foram desmontados; comprimido com anfetamina e outros aditivos tem sido usado por combatentes para aumentar desempenho em campos de batalha.
Mudança no comando técnico: sai Davide Ancelotti, entra Martín Anselmi, que vai ter o desafio de manter o clube vencedor e competitivo em pouco tempo. Como uma pré-Libertadores dura e exigente, já em fevereiro, pode definir toda a temporada do Botafogo? O que esperar do estilo e da mentalidade do argentino, de 40 anos? Rafa Barros, Cláudio Portella, Pedro Dep e Jéssica Maldonado, em seu programa de despedida do GE Botafogo, comentam.
Como é o trabalho de pesquisa de tendências em um mundo tão fragmentado? E como as marcas podem trabalhar para que alcancem seus consumidores? O episódio #228 do programa Mídia e Marketing conversa com Daniela Dantas, vice-presidente da WGSN para América Latina. No papo, Daniela fala sobre a importância da conexão social, aborda o conceito de 'efervescência latina' e sobre como o avanço da inteligência artificial trouxe nova dinâmica ao mercado. 'Independente de tudo, o gatilho humano sempre vai ganhar o jogo das redes sociais', diz.
22 DE DEZEMBRO - SEGUNDARef.: Gênesis 12.2-3, Gálatas 3.29, Deuteronômio 28.12, 2 Coríntios 8.1-5, 2 Coríntios 9.6-11, Malaquias 3.10, Malaquias 3.18, Gênesis 28.10-11, Gênesis 28.22, Gênesis 32.10
Culto realizado sexta-feira, 12 de dezembro de 2025. Acompanhe as minhas redes:
21 DE DEZEMBRO - DOMINGORef.: Mateus 5.20, Gálatas 6.7, Gênesis 8.22, Mateus 5.48, 2 Crônicas 16.9a, Provérbios 14.29, Gálatas 6.8, Provérbios 18.21, Mateus 12.36, Tiago 3.18, Deuteronômio 30.19, Miqueias 6.8, Oseias 8.7, Salmo 126.5.
Neste episódio, mergulhamos no artigo de Marynês Pereira, especialista em Neurobusiness e IA, para desmistificar o "terrorismo tecnológico".Elon Musk previu o fim da utilidade humana, mas será que estamos enfrentando o fim do trabalho ou apenas o fim da nossa complacência cognitiva?.O que você vai aprender:A Regra de Ouro da Gestão de Mudança: por que a maioria de nós ignora a realidade para proteger a zona de conforto?Marketing do Terror: o que a "Guerra das Correntes" de Thomas Edison nos ensina sobre o pânico atual com a IA.Tarefa vs. Propósito: a IA substitui tarefas, mas o valor humano migra para a empatia e a conexão real.Reprogramando seu Cérebro: como substituir o julgamento pela curiosidade e mudar sua química cerebral.
20 DE DEZEMBRO - SÁBADORef.: Gálatas 6.7, Gênesis 8.22, Mateus 5.48, 2 Crônicas 16.9a
Culto realizado sexta-feira, 19 de dezembro de 2025. Acompanhe as minhas redes:
Confira nesta edição do JR 24 Horas: O Conselho Monetário Nacional, órgão que reúne os Ministérios da Fazenda e do Planejamento, além do Banco Central, aprovou uma série de medidas que pode ajudar financeiramente os produtores rurais que foram atingidos por eventos climáticos. Uma das medidas aprovadas é a ampliação da oferta de crédito para o pagamento de dívidas adquiridas entre 2024 e junho de 2025. O Conselho também adiou, de janeiro para abril de 2026, o início das regras de restrições ambientais para a concessão de crédito rural. Para os agricultores familiares, as exigências de boas práticas passam a valer apenas em janeiro de 2027. E ainda: União Europeia aprova ajuda financeira de quase R$ 600 bilhões para a Ucrânia.
O mercado de trabalho brasileiro vive um momento de descompasso: oferta e demanda se desencontraram. Ainda que empresas de diferentes setores possuam diversos tipos de vagas abertas, parte da população segue com dificuldade de se inserir no mundo profissional. Questões como o envelhecimento dos cidadãos brasileiros, a informalidade e as expectativas dos jovens trabalhadores exigem mudanças. Em entrevista à CBN Vitória, o presidente da Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes), Paulo Baraona, analisa como o poder público e indústria devem repensar modelos de contratação e qualificação. Ouça a conversa completa!
Se 2025 fosse um retrato do STF, ele não caberia numa única moldura — e foi justamente essa a nossa tentativa neste episódio: descrever e sintetizar o Supremo de 2025, com suas decisões mais barulhentas, seus recuos silenciosos e a política atravessando cada corredor do tribunal.Ao longo do ano, o STF jogou “Copa do Mundo” toda semana: a condenação de Jair Bolsonaro por tentativa de golpe, a troca na presidência, julgamentos tributários e de direitos fundamentais, a ADPF das Favelas, o debate sobre marco temporal, disputas envolvendo parlamentares e mandatos, a reconfiguração do foro por prerrogativa de função, inquéritos e operações que colocaram o Congresso novamente sob pressão.Com Felipe Recondo, Diego Werneck, Juliana Cesário Alvim e Thomaz Pereira, a conversa percorre o que talvez seja o traço mais forte do ano: o Supremo assumido como “player” político — e, ao mesmo tempo, um tribunal que alterna força e acomodação. De um lado, o STF cumpriu a promessa de concluir o julgamento do golpe, com impacto histórico. De outro, a discussão expõe um dilema incômodo: onde o tribunal cede, por que cede e quem paga o preço dessas concessões, especialmente quando direitos fundamentais entram na conta.No fim, 2025 aparece como um ano em que o Supremo manteve — e exibiu — poder. Mas também como um ano em que ficou mais difícil sustentar a fantasia de um tribunal “apenas técnico”. A pergunta que sobra, e que atravessa o episódio, é direta: que STF está se consolidando — e que STF está sendo nomeado para o futuro?▶️ Dá o play, se inscreva no canal, ative o sininho e avalie o episódio na sua plataforma. Isso ajuda o conteúdo a chegar a mais gente.00:00 Análise do Supremo Tribunal Federal em 202505:57 Interação entre Supremo e Legislativo11:03 Conflitos e Concessões no Cenário Político13:43 O Papel do Supremo na Responsabilização Política19:32 Mudanças no Perfil dos Ministros do Supremo23:44 Mudanças no Supremo: O Futuro da Presidência24:58 Concessões e Captulações: O Jogo do Supremo27:21 Direitos Fundamentais: Vigilância e Concessões29:22 O Papel do Supremo na Democracia Brasileira31:17 Crises e Desafios: O Contexto Atual do Supremo36:31 Foro por Prerrogativa de Função: Poder e Política41:38 Ética e Poder: O Código de Conduta do Supremo
19 DE DEZEMBRO - SEXTARef.: Deuteronômio 30.11-18
18 DE DEZEMBRO - QUINTARef.: Provérbios 26.1-3
Nesta edição de CBN e a Família, a comentarista Adriana Müller traz como destaque a importância das mudanças em nossas vidas. Qual conquista desse ano você sente orgulho de ter alcançado? Dentro da sua proposta de mudança de vida, aprendizado de algo, impacto positivo? Ouça a conversa completa!
Uma vez, anos atrás, eu fui numa peça de teatro sem conhecer o grupo e sem saber muito do tema. Foi uma decisão completamente no escuro, guiada por um aspecto objetivo: eu queria assistir alguma coisa e essa sessão tinha ingresso.Horas depois, eu entrei no carro para voltar para casa com uma sensação estranha no corpo e uma pergunta: o que acabou de acontecer? Hoje, eu tenho essa resposta: eu tinha acabado de presenciar as fases do desconforto que antecedem as boas mudança. E é sobre elas que eu falo nesse episódio. Cê vem? Nessa quarta-feira no @spotifyedição: @valdersouza1 identidade visual: @amandafogacatexto: @natyopsNome do grupo que eu cito: Magiluth - peça ‘Dinamarca'.PUBLICIDADE: INSIDERCUPOM: NOMEASCOISASCompre com desconto e cashback: https://creators.insiderstore.com.br/NOMEASCOISASPalestra em BH 28/01: https://www.sympla.com.br/evento/natalia-sousa-em-belo-horizonte-palestra-medo-de-dar-certo/3040757?referrer=www.google.comPalestra em Curitiba 21/03: https://www.sympla.com.br/evento/natalia-sousa-em-curitiba-palestra-medo-de-dar-certo/3163529?referrer=www.google.com&referrer=www.google.comMEU LIVRO: Medo de dar certo: Como o receio de não conseguir sustentar uma posição de sucesso pode paralisar você | Amazon.com.brApoie a nossa mesa de bar: https://apoia.se/paradarnomeascoisas
No episódio de hoje do Pelas Pistas, mantendo uma tradição que acompanha o podcast desde o início, recebemos o campeão da Stock Car 2025, Felipe Fraga, para falar sobre a conquista do título, os desafios da temporada e sua experiência em diferentes categorias do automobilismo.O episódio também aborda um dos temas mais recentes da Fórmula 1: as mudanças na Red Bull, com a saída de Helmut Marko e a confirmação de que Gianpi ero Lambiase deixará o cargo de engenheiro de Max Verstappen — movimentos que levantam questionamentos importantes sobre o futuro da equipe. Para fechar, fazemos o balanço final da temporada 2025 da Fórmula 1, com análises de desempenho, comparativos entre pilotos e os principais destaques do campeonato.Um episódio completo, com informação, bastidores e análise técnica para quem acompanha o automobilismo de perto. Então ja sabe, aperta o Play e divirta-se.Este episódio é patrocinado por PITSTOP Faça seu pedido na loja, whats ou site! https://www.pitstop.com.br/MOTOROLACadastre-se e ganhe até R$200,00 na sua primeira comprahttps://www.motorola.com.br/novidadesPatrocine o Pelas PistasEntre em contato com nosso time comercial:pelaspistas@pod360.com.brLoja Oficial Pelas Pistas Podcast https://pelaspistas360.com.br/ Redes sociais: @pelaspistas360 / pelaspistas360 Seja membro deste canal no Youtube e ganhe benefícios / @pelaspistaspodcast PATROCINE O PELAS PISTASEntre em contato com nosso time comercial:pelaspistas@pod360.com.brLOJA OFICIAL PELAS PISTAS PODCASThttps://pelaspistas360.com.brREDES SOCIAIS@pelaspistas360 / pelaspistas360 SEJA MEMBRO DO CANAL NO YOUTUBE E GANHE BENEFÍCIOS / @pelaspistaspodcast NOSSAS REDES / pelaspistas360 / pelaspistas360 Apresentadores: Thiago Alves, Christian Fittipaldi e Nelsinho Piquet Direção Executiva: Marcos Chehab e Tiago Bianco Direção de Conteúdo: Felipe Lobão Produção: Kal Chimenti Captação de áudio: Willian Souto Edição de áudio: Doriva RozekCaptação de vídeo e Redes sociais: Guilherme Diaz
17 DE DEZEMBRO - QUARTARef.: Joel 3.14, Isaías 61.1, Jeremias 2.13
Confira a novidade: https://www.enfbyleosaldanha.com/post/openai-gpt-image-1-5-guerra-ia-googleA "Guerra das IAs" esquentou! Em resposta direta ao avanço do Google, a OpenAI acionou o "Código Vermelho" e lançou o GPT-Image-1.5. Neste vídeo, vamos além do press release oficial para revelar não apenas as novas funcionalidades, mas a mudança de estratégia radical e a arma secreta na interface que eles não anunciaram. Prepare-se para entender por que a era dos "brinquedos" de IA acabou e a era das ferramentas de trabalho indispensáveis começou.Analisamos ponto a ponto o novo lançamento da OpenAI para que você entenda o impacto real dessa atualização:•
O PL da Dosimetria foi incluído pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União), na pauta da sessão deliberativa de quarta-feira, 17, do plenário. Porém, o projeto ainda precisa ser votado pela CCJ da Casa, o que deve ocorrer na quarta-feira também.O relator do texto na CCJ, Esperidião Amin (PP), disse a O Antagonista que dificilmente a versão da Câmara será aprovada no Senado sem qualquer tipo de mudança. O senador Sergio Moro (União Brasil) também deu uma declaração nesse sentido. Duda Teixeira, Madeleine Lacsko e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Por Pr. Guilherme Nascimento. | https://bbcst.net/R9479M1
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Para evitar penalizações injustas, importante é que o proprietário da terra esteja com as medidas preventivas em dia, documentado e ciente das mudanças na legislação.
O podcast GE Sport lança dois episódios especiais em que os setoristas Daniel Leal e Camila Sousa entrevistam os candidatos à presidência do clube. Nesta edição, você escuta Branquinho, da chapa "Sport Unido para Vencer". O outro entrevistado é Paulo Bivar, da "Sport Eterno - Mudança para Vencer". O terceiro candidato, Matheus Souto Maior, da chapa "Leões pela Mudança", foi procurado, mas disse que não tinha agenda para entrevista ao podcast.
O podcast GE Sport lança dois episódios especiais em que os setoristas Daniel Leal e Camila Sousa entrevistam os candidatos à presidência do clube. Nesta edição, você escuta Paulo Bivar, da chapa "Sport Eterno - Mudança para Vencer". O outro entrevistado é Branquinho, da "Sport Unido para Vencer". O terceiro candidato, Matheus Souto Maior, da chapa "Leões pela Mudança", foi procurado, mas disse que não tinha agenda para entrevista ao podcast.
N517 - EASD 2025 - Novo Consenso Internacional: Destaca Mudanças no manejo do Diabetes Tipo 1 no Adulto - Melanie Rodacki e Dhiãnah Santini by SBD
A realização da Conferência do Clima das Nações Unidas em plena Amazônia não bastou para os países chegarem a um consenso sobre como encaminhar o fim do desmatamento no mundo. Dias após o fim do evento, a nova Lei de Licenciamento Ambiental Especial (LAE) ameaça o cumprimento dessa meta pelo Brasil, país que mais devasta florestas no planeta. Lúcia Müzell, da RFI em Paris O desmatamento é a segunda maior fonte de emissões de gases de efeito estufa, atrás do uso de combustíveis fósseis. Mesmo assim, a COP30 falhou em apontar um caminho para o cumprimento de uma das metas do Acordo de Paris: acabar com a destruição das florestas até 2030. O objetivo está previsto no tratado internacional há dez anos. Com uma linguagem vaga, os documentos da Conferência de Belém mencionam a importância da preservação da natureza e do aumento dos “esforços para deter e reverter o desmatamento e a degradação florestal” nos próximos cinco anos – sem especificar como nem com quais recursos. “Eu acho que ela podia ter entregado muito mais do que entregou. A gente viu que dois textos até tratam da questão das florestas. Mas do ponto de vista da implementação mesmo, a gente viu zero avanços”, lamenta Fernanda Carvalho, diretora global de políticas climáticas da organização WWF. Ela acompanhou as negociações da COP30 como observadora da sociedade civil. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tentou emplacar a discussão de dois roteiros fundamentais para o combate efetivo das mudanças climáticas: um para o fim dos combustíveis fósseis e um segundo para o desmatamento. Nenhum dos temas estava na agenda oficial de negociações da conferência. Um primeiro projeto da decisão Mutirão da COP30 – o pacote de acordos políticos do evento – chegou a incluir a discussão sobre os temas. Entretanto, diante da forte resistência de cerca de um terço dos países participantes à questão do petróleo, ambos os trechos foram retirados dos documentos finais. Foco nos combustíveis fósseis Os debates acirrados sobre as energias fósseis acabaram por abafar as possibilidades de progressos no tema do desmatamento, avalia Fernanda Carvalho. “Não soube de ninguém que bloqueou especificamente o desmatamento, mas como isso não era um item de agenda, a opção foi não avançar com isso. Como já estava gerando tanto conflito a parte de combustíveis fósseis, eu acho que não teve como avançar”, reitera. A especialista salienta que, sem um planejamento robusto, os cinco anos que restam pela frente podem não ser suficientes para o cumprimento do objetivo. “É um prazo curtíssimo para implementar coisas que a gente já tinha que ter implementado. E, no caso de florestas, já existem compromissos anteriores, que eram sobre 2020, que a gente não conseguiu alcançar”, lembra. “Então era superimportante que a gente tivesse tratado disso com mais força nessa COP.” A solução apresentada pela presidência brasileira da COP30 foi lançar discussões oficiais sobre os dois mapas do caminho – para o fim da dependência das energias fósseis e o fim do desmatamento – ao longo do próximo ano, durante o mandato do embaixador André Corrêa do Lago. O papel das florestas na crise climática é central: elas não apenas absorvem cerca de 30% do CO₂ emitido no planeta, como a derrubada das árvores as torna fonte de mais emissões. O Brasil, com a maior floresta tropical do mundo, lidera o ranking dos países que mais devastam as florestas, seguido por República Democrática do Congo, Bolívia, Indonésia e Peru, entre outros. Mas o país é o único que já possui um roteiro para acabar com a devastação até o fim desta década, salientou a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, ao final da conferência em Belém. “A Amazônia não recebe apenas um legado, mas ela também oferece um legado. Com certeza o Brasil será uma referência para mapas do caminho em outros lugares e em outras regiões do mundo, salvaguardando os diferentes contextos e realidades em termos de conformação florestal”, indicou Silva. Liderança brasileira ameaçada Na visão de Fernanda Carvalho, o país tem demonstrado que poderá cumprir o objetivo: o desmatamento caiu 32% de 2023 para 2024, e iniciativas como o Plano Nacional de Bioeconomia alavancam o desenvolvimento sustentável na região, sem devastação. Entretanto, os retrocessos promovidos pelo Congresso na agenda ambiental, como a simplificação do licenciamento de grandes projetos dos governos, colocam a meta brasileira em xeque. “Tudo depende de vontade política, e a gente vê sempre que existem batalhas políticas internas. A flexibilização do licenciamento pode ser desastrosa e gerar mais desmatamento”, adverte Carvalho. A nova versão da Lei de Licenciamento Ambiental Especial (LAE) – criada por Lula por meio da Medida Provisória 1.308/2025 – foi aprovada a toque de caixa pelo Senado nesta quarta-feira (3), dias depois de o Congresso derrubar quase todos os vetos de Lula à atualização da Lei de Licenciamento Ambiental no país, o chamado PL da Devastação. Na prática, 52 dos 63 vetos não apenas caíram, como a nova lei amplia o alcance da LAE, que agora poderá se aplicar a qualquer obra considerada “estratégica” pelo governo, com liberação simplificada em até 12 meses. “O parecer da MP, aprovado com aval do governo Lula, já traz em seu texto a primeira encomenda: a BR-319, estrada que implodirá o controle do desmatamento - e, por tabela, das emissões de gases de efeito estufa do Brasil – passará a ser licenciada por LAE”, apontou o Observatório do Clima, em nota após a aprovação do texto. “A rodovia recebeu uma licença prévia ilegal no governo Bolsonaro, que fez o desmatamento no entorno da estrada explodir 122% em um ano após sua concessão. A licença hoje está suspensa na Justiça”, complementa a organização, que reúne quase 200 entidades de proteção do meio ambiente.
O Santa Cruz viveu um dia histórico: em Assembleia Geral Extraordinária neste domingo (30), os sócios aprovaram a transformação do clube em SAF. Dos 1.182 votos registrados, 99% foram favoráveis. Com esse passo, após pareceres do Executivo, Conselho Fiscal, Comissão Patrimonial e Conselho Deliberativo, o Tricolor avança no processo e segue para os próximos trâmites […]
A Série C vem para 2026 com um novo regulamento, mudanças geográficas, alterações nas cotas de TV e nos direitos de transmissão, novos clubes e muito mais. Debatendo tudo isso, o Ice e o Fire. Venha conosco nessa jornada pela nova Série C. Fred Figueiroa comandou o programa e contou com os comentários de Cassio […]
Convidados: Poliana Casemiro, repórter do g1 enviada a Belém; e Paulo Artaxo, professor da USP e membro do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas da ONU. A COP 30 entrou em sua semana decisiva nesta segunda-feira (17), com a chegada de ministros dos países participantes a Belém (PA). Inaugurada a etapa mais política da conferência, a expectativa é de que um acordo sobre o texto final da COP seja apresentado até sexta-feira (21). Fora da agenda oficial da conferência da ONU, uma proposta alternativa do Brasil tem recebido elogios: o chamado “mapa do caminho” para o abandono de combustíveis fósseis. Reduzir o consumo de combustíveis fósseis é uma medida considerada essencial para frear o aquecimento do planeta. Em conversa com Natuza Nery, a repórter do g1 Poliana Casemiro detalha o que é esse mapa e qual foi a estratégia adotada pelo Brasil para fazer o plano avançar. Direto de Belém, Poliana conta como os negociadores brasileiros dividiram as discussões em blocos, e quais são os pontos mais polêmico até aqui. Depois, a conversa é com Paulo Artaxo, professor da USP e integrante do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas da ONU, o IPCC. Artaxo analisa como o mapa do caminho pode contribuir para o sucesso da COP 30. Ele também responde o que precisa sair da conferência para que seja possível dizer que houve avanço real na transição energética.