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No 45º episódio do Rodada dos Ouvintes Gustavo Lopes comenta áudios dos nossos apoiadores do Catarse comentam sobre jogos que não foram tudo isso, que foram hypes que não concretizaram na opinião dos ouvintes e analisamos os motivos pelos quais esse hypes são gerados.Link da nossa Campanha no Catarse: https://www.catarse.me/gambiarra_board_gamesPlaylists e Índice completo de episódios: https://playlistsgambiarrabg.carrd.co/Instagram com fotos dos jogos @gambiarraboardgames Edição - Gustavo Lopes. Capa - Gustavo Lopes. Vinhetas: Fabs FabulosoParceiros:Acessórios BG: https://www.acessoriosbg.com.brBravo Jogos: https://bravojogos.com.brAroma de Madeira: https://www.aromademadeira.com.brApoio:BGSP: https://boardgamessp.com.br/Créditos:Abertura: Free Transition Music - Upbeat 80s Music - 'Euro Pop 80s' (Intro A - 4 seconds)Jay Man - OurMusicBox Trilha: Inner Light by Kevin MacLeodLink: https://incompetech.filmmusic.io/song/3916-inner-lightLicense: https://filmmusic.io/standard-license
No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos Thammy Manuella, especialista em vendas one to one, negociação eobjeções com mais de 30 mil alunos formados e R$93 milhões em negociações geradas por eles.Três graduações, anos de experiência, reconhecimento dos clientes e a conta bancária que não ressoava nada disso. Foi essa crise de identidade que a fez largar o marketing e mergulhar de cabeça no universo das vendas. Entrou no digital em 2014 com o Érico Rocha. Ficou cinco anos sem resultado expressivo. Não desistiu. Em 2019 tudo começou a mudar.Hoje ela chama de analfabetismo comercial o que o sistema educacional faz em escala com profissionais tecnicamente brilhantes que saem sem saber cobrar, apresentar proposta ou defender o próprio preço. A nutricionista que não fecha pacote. O designer que pede desculpa pelo orçamento. O advogado que não sabe defender o próprio valor.Ela ensina exatamente isso a mudar.No Kiwicast, ela falou sobre:● Por que cinco anos sem resultado no digital não a fizeram desistir● O que é analfabetismo comercial e por que afeta quem mais estuda● Onde nasce a vergonha de cobrar e como destravar isso na prática● Como vender sem cair em manipulação ou gatilhos agressivos● O que vem antes do preço na hora de fechar uma negociação● Qual decisão em 12 anos de mercado veio antes do dinheiro e mudou tudoAprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify
Não é à toa que, em português, a expressão “parece final de Copa do Mundo” é usada para descrever uma situação em que os nervos estão à flor da pele ou uma multidão unida por um mesmo objetivo. No domingo (19), na Plaza de Colón, no centro de Madri, foi possível comprovar que poucas coisas provocam tanta paixão em uma torcida quanto uma decisão de Mundial. Ana Beatriz Faria, correspondente da RFI na Espanha O calor intenso da tarde madrilenha não impediu o público de chegar cedo para garantir um bom lugar. Na batalha contra as altas temperaturas, valia de tudo: água para beber e borrifar no corpo, o tradicional leque espanhol, chapéu na cabeça e muito ânimo. Antes de a bola rolar, era só festa. Uma charanga, vinda de Toledo especialmente para acompanhar a final na capital, embalava a multidão e dava um charme ainda mais espanhol ao ambiente. Os palpites apontavam quase todos na mesma direção: Espanha campeã. O placar, sim, variava. Havia quem apostasse em 2 a 1, mas também quem esperasse uma goleada. Era o caso de Enzo Reigada, de 10 anos, que viajou das Astúrias para Madri com parte da família. “Nesta Copa do Mundo, somos os favoritos e temos que ganhar”. Questionado sobre o resultado da partida, não hesitou: “Quatro a zero. A Espanha ganha.” A tia de Enzo, Reme Nieves, também estava confiante, embora um pouco mais cautelosa. No intervalo, quando o placar ainda estava zerado, apostava em uma vitória por 2 a 0. Independentemente do resultado, porém, dizia que a viagem já tinha valido a pena pelo simples fato de viver aquele momento em meio à multidão. “O clima está muito bom, muito bom. Viemos hoje de manhã para assistir à final aqui em Madri. Somos do norte, das Astúrias. Está tudo bem, muito bem”, contou. Entre a confiança e a tensão Com duas bandeirolas da Espanha na cabeça, uma bandeira envolvendo o corpo e o rosto pintado com listras vermelhas e amarelas, Laura Pérez não deixava nenhuma dúvida sobre a empolgação diante da possibilidade de ver a Espanha se tornar bicampeã mundial. Ela fez questão de dizer que não escolheria nenhum outro lugar para acompanhar a decisão. “A Espanha me encanta. Acho que sempre houve muita energia e um clima muito bom. E eu nunca iria embora”, afirmou. Laura e os milhares de torcedores reunidos na Plaza de Colón, no entanto, tiveram de enfrentar momentos de muita tensão. Gol anulado de um lado, quase gol do outro. Os braços subiam, as mãos iam à cabeça e a multidão suspirava em uma desolação coletiva. Depois, ao som do grito de “sí, se puede” (“sim, é possível”), a esperança voltava a se espalhar pela praça. No fim do tempo regulamentar, o argentino Enzo Fernández foi expulso. A partida seguiu para a prorrogação, e a explosão veio com o gol de Ferran Torres logo no primeiro minuto da segunda etapa do tempo extra. A superioridade espanhola ficou evidente nas estatísticas. Foram 20 finalizações da Espanha, 12 delas na direção do gol, contra apenas duas da Argentina. A seleção argentina não acertou a meta espanhola nenhuma vez. Mesmo assim, nos últimos instantes, quase conseguiu empatar. Um susto final antes do alívio. Festa de Colón a Cibeles A catarse definitiva veio com o apito final. Depois de muita luta, a Roja, como é carinhosamente apelidada a seleção espanhola, sagrou-se campeã mundial de 2026. Foi o segundo título da história do país com a seleção masculina, após a conquista de 2010. A festa tomou as ruas do centro de Madri. Torcedores surgiam de todos os lados e caminhavam em direção à emblemática Fuente de Cibeles, testemunha de tantas comemorações esportivas e escolhida mais uma vez como palco das grandes festas. A informal, que aconteceu no domingo, e a oficial, que será realizada nesta segunda (20). É lá que a Espanha vai receber a seleção que, nesta manhã, acordou com mais uma estrela. Depois de viver a celebração nas ruas, Alba Carbonell quer estar no meio da multidão que receberá os campeões. Para ela, ver a seleção espanhola conquistar o Mundial foi uma experiência única e também uma espécie de segunda chance. “Foi muito emocionante assistir ao jogo em Madri, vendo as ruas cheias de pessoas torcendo pela mesma coisa ao mesmo tempo, sentindo essa alegria. Eu nem consigo explicar, porque nunca tinha visto as ruas de Madri assim”, contou. Alba era pequena quando a seleção espanhola conquistou o primeiro título mundial, em 2010, e guarda poucas lembranças daquela celebração. “Para mim, foi uma segunda oportunidade de reviver isso de forma mais intensa. Foi muito lindo. Estou até querendo ir para a comemoração que vai ter em Madri com os jogadores, vai ter até show. Estou muito, muito feliz.” O brasileiro Luis Iglesias, que também tem nacionalidade espanhola, conhece bem essa sensação. Ele ainda era criança quando o Brasil conquistou sua última Copa do Mundo, em 2002, e agora finalmente pôde viver de perto a festa de um título mundial. “Está sendo uma loucura e uma emoção gigantesca, como se fosse o Brasil ganhando de novo. Eu tinha só 4 anos quando o Brasil ganhou a última Copa, em 2002. Nem lembro, não tenho nenhuma memória do que foi aquela festa. Hoje estou podendo ter esse gostinho do que é ganhar uma Copa do Mundo”, afirmou. Depois de viver as comemorações na capital espanhola, Luis não esconde o sentimento de pertencimento: “Estou me sentindo mais espanhol do que nunca por poder participar da festa aqui em Madri”.
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A FIFA registrou um aumento de 3% de publicações racistas nas redes sociais em comparação com a Copa de 2022 e afirma que o conteúdo tem sido objetivamente mais ofensivo. Diretor do Observatório da Discriminação Racial no Futebol, Marcelo Carvalho, aponta falhas da instituição e das plataformas digitais no combate ao racismo. Vitória Barreto, especial para a RFI Em menos de um mês, o órgão da FIFA que monitora as redes durante a Copa do Mundo registrou quase 90 mil publicações de teor abusivo. Foram 13 vezes mais do que na Copa de 2022, desde que a organização começou o monitoramento. Desse total, 11% tinham teor racial, apenas 3% a mais do que na Copa do Catar. Mas o órgão afirma que, neste ano, o conteúdo foi mais ofensivo. Marcelo Carvalho, diretor-executivo do Observatório da Discriminação Racial no Futebol, aponta as lacunas no combate ao racismo na Copa do Mundo: "Precisamos pensar no quanto essa Copa do Mundo promove diversidade, o quanto promove inclusão, fora das quatro linhas. Temos mais seleções africanas, mais seleções na Copa e a porcentagem de treinadores negros continua pequena. A FIFA poderia promover esse debate." O diretor do observatório também cobra a falta de fiscalização por parte das redes sociais. Ele aponta que a entidade identifica os autores das ofensas e entrega os dados para os donos das plataformas, mas enfatiza: "Parece que não vemos esse trabalho sendo feito por quem é dono da rede social." Mbappé foi um dos principais alvos A seleção francesa foi um dos principais alvos. O ex-presidente do governo espanhol Mariano Rajoy disse em um artigo que a equipe era de alto nível, "mas sem franceses". Também houve a série de mensagens com ataques racistas da senadora paraguaia Celeste Amarilla contra o atacante francês Kylian Mbappé, que um porta-voz da ONU classificou como "desprezíveis e, infelizmente, não isolados", além de cobrar uma ação mais firme de governos e entidades esportivas. A FIFA tem aplicado vários protocolos contra o racismo nos últimos anos. Um deles é o sistema de arbitragem, implementado em 2024, pelo qual os árbitros podem fazer um gesto de "X" com os braços para pausar a partida quando acontece uma ofensa racista. Para Carvalho, entretanto, o sistema apresenta lacunas na proteção dos jogadores que sofrem racismo. "Esse protocolo é falho porque permite que o racista se manifeste até três vezes. Imagine a situação da vítima: ela ouve a ofensa, o árbitro interrompe o jogo; depois, a ofensa se repete, o árbitro para a partida novamente e avisa que, na terceira vez, o jogo será encerrado", explica Carvalho. "Quando chega a terceira ofensa, o jogador já está no limite", acrescenta. A Human Rights Watch disse que a FIFA poderia fazer mais para combater o problema fora do torneio, embora tenha condenado os casos de racismo. A ONG também criticou o fato de os jogos serem realizados nos Estados Unidos: a repressão abusiva e discriminatória de Donald Trump à imigração, voltada principalmente para comunidades negras e pardas, colocou fãs, trabalhadores e comunidades em risco, na visão da organização internacional. Desta forma, o Mundial acabou perdendo parte do seu simbolismo como espaço de encontro entre diferentes povos, constata Carvalho. "Quando olhamos para essa Copa do Mundo, temos o prêmio da paz para o presidente dos Estados Unidos, temos árbitro negro que foi barrado para entrar nesse país. O que a Copa do Mundo representa, de fato, ela deixou de representar", analisa. "Não podemos esquecer que futebol e política sempre se misturaram", salienta.
A CPLP, Comunidade dos países de língua portuguesa, assinala hoje 30 anos de existência. Uma organização confrontada com múltiplo desafios e fragilizada pela suspensão da Guiné-Bissau na sequência do golpe de Estado de Novembro passado. O antigo Primeiro-Ministro angolano Marcolino Moco foi o primeiro secretário executivo da organização lusófona e fez um balanço à RFI destas três décadas de existência do bloco lusófono. Marcolino Moco começa por afirmar a sua grande decepção relativamente ao desempenho da CPLP. Eu tenho uma ideia de uma certa desilusão. Porque eu tinha a ideia inicial de que essa CPLP podia ser um impulsionador, sobretudo na área de reafirmação dos valores que constituíram o histórico dos países que constituem a CPLP: Portugal mais as suas ex-colónias, mais o Brasil. Portanto trabalhar em mais-valias que poderiam resultar deste histórico. Mas isso não tem sido possível, por várias razões, entre as quais eu costumo sublinhar especialmente o maior desperdício de energias para uma actividade meramente formal, diplomática ou formal entre os Estados. Portanto, aquela ideia de que, especialmente os países africanos poderiam adquirir vantagens, uma espécie de recomposição daqueles aspectos positivos que resultaram da nossa história, isso não se tem conseguido porque na relação entre Estados há muito formalismo. O problema do respeito das soberanias de cada um é tão forte que se desprezam as mais-valias que poderiam beneficiar às populações. Embora se fale muito até hoje dos males da colonização. Mas havia muitos aspectos positivos que poderiam ter sido recuperados e que não o foram. Pelo contrário, continuamos, especialmente nos países africanos, a perder valores éticos, sobretudo na área política, em que, por exemplo, as eleições são praticamente uma inutilidade. Talvez com a excepção de Cabo Verde, onde as eleições são um factor de estabilização, são factor de escrutínio da acção dos políticos governantes. Mas isso não acontece nos outros países, especialmente continentais africanos, com casos graves: em Angola, começou por Angola, que é o meu país, da Guiné-Bissau. São casos muito graves e também de Moçambique. A suspensão da Guiné-Bissau da CPLP, onde um ex-secretário executivo da CPLP está desde a semana passada em prisão preventiva, com os golpistas a assumirem o poder, não pode ser fatal à sobrevivência da organização? Talvez não seja fatal, porque vai-se continuar a trabalhar na base do formalismo e não na base de algo que seja útil para estabilizar politicamente todos os Estados. Possivelmente a Guiné-Bissau, Angola também, a situação não é, como muita gente pensa, boa, óptima. E também temos acompanhado aspectos negativos em Moçambique. Na sua opinião, a CPLP deve ser mais exigente na defesa da democracia e dos direitos humanos nos Estados-Membros? Ora, nem mais. Em relação a esse aspecto, a CPLP não actua por causa do tal respeito à soberania e por causa da defesa de interesses de algumas pessoas, tudo agentes do Estado. Veja que, pelo contrário, foi associado um país muito pior em termos de respeito dos direitos humanos, da democracia, da preocupação dos dirigentes do seu Estado, em relação ao bem-estar social das suas populações. Estou-me a referir à Guiné Equatorial, por exemplo, que por nenhuma razão que se invocasse deveria fazer parte da CPLP, tanto pelo respeito aos direitos humanos como por outros aspectos do regime. Este Estado foi atraído pela CPLP, indiciando que o tal ideal da democracia, o ideal ético, de uma política ética não tem grande significado perante perante nós, elites políticas. Eu também faço parte das elites políticas, dos nossos Estados. E veja este caso da Guiné-Bissau. Um dirigente que até também foi secretário da CPLP, detido arbitrariamente de forma vergonhosa e tanto quanto eu saiba, a CPLP está impotente para actuar. A expulsão é uma coisa que não não tem grande relevância. Mas eu pensaria que haveria atitudes anteriores. Essas situações deviam ser promovidas para darmos maior utilidade à nossa organização. Daqui a 30 anos, o que eu gostaria que se dissesse da CPLP? Eu sou professor ainda e às vezes digo muita coisa que é politicamente incorrecta. Devemos começar primeiro por reconhecer que as nossas independências foram muito mal conduzidas. Não houve reflexão. Foram rejeitadas ideias de Constituição de transições mais úteis. Eu não estou a preconizar um regresso ao passado, uma recolonização, mas pelo menos uma capacidade de olhar para o presente, fazermos uma retrospectiva correctiva do que aconteceu e não permitirmos efectivamente muitas coisas que estão a acontecer hoje nesses países, que tiveram o seu surgimento graças à presença de Portugal aqui em África. Independentemente dos aspectos negativos que possam ter acontecido. Tenho para os amigos muito próximos dito que podíamos ter independência, mas sem descolonizar. Acho que isso é politicamente incorrecto, sobretudo para quem não reflectiu, como eu tenho reflectido. Mas nós temos exemplos positivos de uma prática desse tipo. Onde houve independência sem descolonização. Portanto, as instituições estão preservadas. Quando se fala em descolonização, normalmente pensa-se que é afastar o branco da administração e deixá-lo sair, se for possível. Mas nos nossos Estados, onde se realizou uma descolonização precipitada, onde constituímos essas pátrias com pessoas de todas as proveniências e depois 74-75, montámos um esquema mental completamente errado. Aquele êxodo que houve aqui nos nossos países. É talvez por isso que justamente Cabo Verde é um exemplo onde não houve êxodo, com uma parte da população retendo as elites com conhecimento, etc. Hoje vão, digamos, se estabilizando melhor. E aqui onde houve o êxodo da população branca em grande quantidade, estávamos pobres em tudo, a partir da própria moralidade, da própria ética, passando pelas prioridades que são traçadas por pessoas mal preparadas. Eu também me incluo nesse aspecto, porque também ocupei funções. De modos que é isso que eu lamento que a CPLP, 30 anos depois, não possa ter contribuído para, digamos, remediar esses problemas. Era Marcolino Moco, primeiro secretário executivo da CPLP, no dia em que a organização assinala três décadas de existência.
O jurista Eugénio Tiny é candidato pela segunda vez consecutiva à Presidência da República em São Tomé e Príncipe. Ele optou por uma campanha sem comícios nem o aparato de outros candidatos ao escrutínio deste domingo no arquipélago equatorial. Eugénio Tiny é um dos quatro candidatos às eleições presidenciais do São Tomé e Príncipe, agendadas para o próximo domingo. Em primeiro lugar, nós vivemos num país com muita dificuldade. Eu sou professor, dou aulas de manhã, dou à tarde e dou noite na universidade. Acontece, porém, que, por exemplo, há dez meses que não recebo salário. Porquê? Porque na nossa universidade quem paga, portanto, bolsa de estudo são empresas petrolíferas. Mas quando se fala de empresas petrolíferas, eu não posso acusá-las de modo nenhum. São empresas, estão aqui que dão a sua contribuição no quadro de responsabilidade social, vão dando a sua contribuição. Mas não podemos culpá -as porque elas ainda não tiraram um litro de petróleo em São Tomé e Príncipe que eu saiba ! Por isso mesmo temos que encontrar outros meios, outras vias para resolvermos esse problema. Relativamente à questão dos cartazes, etc. Tendo em conta essas mesmas dificuldades, não seria muito de bom tom...Eu, por exemplo, que sou completamente independente, estar aqui com cartazes, com T-shirts, etc. É certo que eu pedi apoio apenas para a questão de materiais não financeiros, porque eu não coloquei dinheiro em lado nenhum para ir pedir dinheiro, portanto pedi se alguém poder ajudar, em questão materiais, tudo bem,. Mas não tendo chegado, eu não ia parar por causa disto. Porque o meu propósito é muito maior que T-shirts, que cartazes com tudo isto !... Ou com a música aqui por trás, quando as pessoas estã na miséria total ! Tem feito mais contacto porta a porta ? Sim,quando no hospital você não tem medicamentos, não tem coisa nenhuma, há muitas dificuldades. Falta muito combustível. Há muitos apagões ! Isso nos últimos dias melhorou relativamente. Melhorou um pouco. Já não está como há coisa de dois, três meses atrás. Já melhorou a coisa sensivelmente de 20 dias, um mês, para ser mais sincero. Já a coisa não está como estava, Já há uma melhoria substancial. Ainda não todo o território nacional, mas já boa parte do país já tem energia de modo regular. Por isso é que no final. Então quem é cartaz, afinal de contas, numa eleição presidencial, é a própria pessoa ?! E o senhor tem ideias que destoam das dos demais candidatos, não é? Gostaria que falássemos, nomeadamente, por exemplo, das suas ideias relativamente à evolução dos símbolos nacionais: a bandeira e também a designação oficial do país. Isto é a minha bandeira, por uma questão de justiça e também do estado atual em que nos encontramos: corrupção por todo o lado ! O país ficou de tal modo corrupto que ninguém mais acredita em nós ! Ora, é preciso a gente mudar. Mudar de fundo. Porque eu tenho dito aos leitores o seguinte não me interessa de modo nenhum que votem em mim se não têm confiança em mim. Não, não vale a pena. Agora, se nós quisermos mudar profundamente o país, eu participo e tenho ideia. O nome do país em vez de República democrática... Democrática, não há nada de democrático ! Vamos pôr a República Centro Equatorial porque nós estamos, de facto, no centro do Equador: República Centro Equatorial ! É que isto não se parece demasiado com a vizinha Guiné Equatorial, por exemplo ? Não, não, não, não, não. Uma coisa, então existe a República do Equador ! República Centro Equatorial, até podemos mudar o nome para outra coisa qualquer ! Mas eu acho que nós estamos efectivamente no centro do Equador. E devemos aproveitar isto também como mais valia para o nosso futuro. Quanto à bandeira actual, a bandeira não representa efectivamente o nosso território. As estrelas que representam as duas ilhas do arquipélago: Você pulava que fossem cinco para representar também os ilhéus, não é? Sim, sim. Os ilhéus fazem parte do arquipélago. São habitáveis? Se são habitáveis. Então porque não fazer parte da bandeira? Se fossem ilhas completamente desertas, não teria qualquer sentido. Eu, como já disse várias vezes, o mar, por exemplo, o azul: são 160.000 quilómetros quadrados e não aparece uma linha azul na nossa bandeira ! E estamos a falar da economia azul. Estamos a falar de quê, afinal de contas? Eu acredito na potencialidade que essa economia pode gerar para a nossa própria economia futura, porque no mar temos tudo ! O território firme é 1001 quilómetros quadrados, o território firme ! Portanto, devíamos fazer uma conjugação aqui para aproveitarmos tudo o que nós temos que a natureza nos deu. Quanto à nacionalidade: nós chamamos os naturais do Príncipe: são são-tomenses ! Porquê que são são-tomenses ? Então por que nós não são príncipienses ? Não, são são-tomenses ! Somos todos portugueses. Até bem pouco tempo éramos todos portugueses ! O que se adequava: o natural de o de São Tomé era natural de São Tomé. O natural do Príncipe era natural do Príncipe, e com nacionalidade portuguesa. Aí não havia qualquer contradição. Agora nós, por sermos ilha maior, impusemos a nacionalidade a naturais do Príncipe, não pode ser ! Se nós formos centro-equatorianos, continuaremos a ser são-tomenses na mesma. A capital vai continuar a ser São Tomé. A única coisa que vamos mudar é a Constituição. Queremos continuar a ser um país democrático. Isso vai adequar a nossa situação e a situação dos naturais do Príncipe. Não haverá aqui qualquer contradição. Sem apoios políticos, Não acha que, de alguma forma, esta eleição já está decidida ? Porque há candidatos que, esses sim, conseguiram apoios de várias franjas políticas, de vários partidos? Em que medida é que ainda há algum suspense relativamente a este escrutínio ? Isso não me espanta coisa nenhuma, porque eu vivo aqui, eu tenho o sentimento geral do país. Os partidos políticos em São Tomé e Príncipe que representação é que têm ? Dizendo com franqueza, em termos de militantes, as pessoas aderem a este ou aquele partido em razão da pessoa ! É o caso da ADI, temos que ser sinceros nesse aspecto. Não podemos culpar o fulano que está fora do país, que dispõe fulano e fica fulano. Nós estamos aonde, então ? Por que razão isso acontece? Portanto, o que está a faltar aos são-tomenses é sinceridade e nós não vamos a lado nenhum. Se nós não fomos sinceros. Por essa razão eu proponho uma mudança total ! Eu posso dar um exemplo simples : o meu irmão que morreu no mato em Portugal, foi secretário de Estado, foi ministro e ajudou-me bastante para ser quem sou hoje. Como é que as pessoas conseguem comprar casas pessoais com dinheiro de São Tomé e não conseguem comprar casa-residência para doentes que estão em Portugal a andar de um lado: para casa de familiares, que vão correndo com eles de para um lado, para o outro. Isso não é normal. As pessoas estão aqui à espera de junta médica porque não têm família em Portugal, porque não têm isto, não têm aquilo. Oh Senhor, o que é que nos custa por Portugal uma casa ? Se os portugueses é que nos colocaram aqui nesta ilha. Sabiam que a população ia crescer e que iríamos ter dificuldades! Eles é que foram buscar os nossos antepassados no continente africano, e trouxeram-nos para aqui, para São Tomé e para o Príncipe e estamos agora nessa situação. Foram-se embora lá para o "jardim à beira mar plantado" na Europa e ficámos aqui à mercê de indivíduos bandidos, falsos, mentirosos! Não pode ser ! Temos que encontrar uma alternativa rápida para esta situação. É isto que quero dizer, com toda a honestidade ! O Presidente não têm pouco poder. Não pode ter mais poderes que os que a Constituição lhe confere. Agora, o que tem acontecido é má interpretação. As pessoas não percebem que é má interpretação da lei constitucional ! Nenhum Presidente da República até agora, excepto o Miguel Trovoada, que uma vez foi ao Parlamento, nenhum foi ao Parlamento e está na Constituição, é lá onde ele deve espelhar o seu ponto de vista. Não é necessário para si mexer no regime semipresidencial ? Não, não, não, não. Agora, eu acho que sim, que a própria Constituição impõe de que, se em cinco, em cinco anos se deve fazer a sua revisão.
O adolescente Matheus Carrer Della Justina, de 15 anos, segue internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) enquanto enfrenta o tratamento contra uma doença genética rara. Após receber as seis doses do medicamento necessário para o controle da enfermidade, o jovem apresentou sinais de evolução clínica, embora ainda permaneça sob cuidados intensivos devido à fragilidade muscular e às complicações decorrentes do longo período de internação. Em entrevista à Rádio Cruz de Malta, o pai de Matheus, Jorge Luiz, atualizou o quadro de saúde do filho e informou que os exames mais recentes indicaram avanços no tratamento. Segundo ele, um dos principais marcadores da doença apresentou resultado animador. "Foram feitas as seis doses e, na semana passada, os exames mostraram que o ácido aminolevulínico veio negativo. A questão da porfiria ainda deu positivo, mas agora os médicos estão avaliando a quantidade para saber se a doença está em remissão ou se ainda será necessária alguma dose adicional do medicamento", explicou. Jorge também destacou que Matheus vem respondendo ao tratamento e já demonstra pequenos avanços na recuperação motora. "Ele vem evoluindo. Com essas seis doses, mostrou alguns movimentos a mais. Agora seguimos com as fisioterapias, principalmente a parte respiratória", afirmou. Nos últimos dias, a equipe médica chegou a retirar a traqueostomia de Matheus, mas uma sequência de episódios de queda na saturação de oxigênio fez com que o procedimento precisasse ser revertido. "O músculo respiratório ainda estava muito fraco. Houve necessidade de recolocar a cânula da traqueo. Agora foi colocada uma mais adequada e seguimos acompanhando. Todo esse processo acaba deixando ele um pouco mais abatido por causa das sedações, mas ele está vindo, devagarinho, para a recuperação", relatou o pai. Atualmente, Matheus completa 50 dias internado na UTI. Além da recuperação muscular, ele também trata feridas provocadas por complicações durante o uso de antibióticos. "Cada dia na UTI é um desafio maior. Eles estão tratando essas feridas e, resolvida essa situação, será mais fácil intensificar as fisioterapias. A expectativa é que, dependendo da evolução da respiração, ele possa ser transferido para o quarto na próxima semana. Acreditamos que vai dar certo", disse Jorge. Campanha solidária continua A mobilização para ajudar a família segue ativa. De acordo com Jorge Luiz, a vaquinha virtual já arrecadou aproximadamente R$ 201,5 mil, valor que aumenta quando somadas as doações recebidas via Pix e em dinheiro. "Vamos manter a vaquinha ativa por mais um tempo. As despesas continuam sendo muito altas", destacou. Além das contribuições da comunidade, o Unibave, instituição onde Matheus é estudante, promove neste sábado uma ação beneficente. O tradicional drive-thru de porco à pururuca terá toda a renda revertida para auxiliar no tratamento e nas despesas da família. A campanha solidária permanece aberta. As doações podem ser realizadas por meio da chave Pix 6152128@vaquinha.com.br ou diretamente à família.
Não tem muito jeito: apesar de ter sido nosso principal assunto na semana passada, as demissões de Xbox são novamente o que mais falamos nesta edição, agora com mais detalhes de como isso afetou os estúdios que permanecem com a Microsoft. A gente também falou de fatos recentes em torno de Star Wars Eclipse, o jogo da Quantic Dream que não aparece desde seu anúncio, e de uma conversa que PH Brazil teve com a deputada Erika Hilton.Participantes:Guilherme JacobsHeitor De PaolaAssuntos abordados:12:00 - Star Wars Eclipse passa por problemas em seu desenvolvimento32:00- Detalhes novos das demissões em Xbox1:07:00 - PH entrevista Erika Hilton sobre mídias físicas e direitos do consumidor em PlayStation1:19:00 - Rápidas e curtasLinks citados: Entrevista: Dep. Erika Hilton Fala Sobre o Fim da Mídia Física no PlayStation Vai comprar jogos na Nuuvem? Use o link de afiliado do Overloadr!Use nosso link de filiado ao fazer compras na Amazon Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Qual é a maior seleção que nunca venceu uma Copa do Mundo? O 45 Minutos monta o ranking definitivo das 18 seleções que ainda não foram campeãs mundiais. Tradição, grandes gerações, campanhas históricas, craques marcantes, peso da camisa e o que cada país já fez em Copas entram na conta. Fred Figueiroa, Cassio Zirpoli e […]
Não tem muito jeito: apesar de ter sido nosso principal assunto na semana passada, as demissões de Xbox são novamente o que mais falamos nesta edição, agora com mais detalhes de como isso afetou os estúdios que permanecem com a Microsoft. A gente também falou de fatos recentes em torno de Star Wars Eclipse, o jogo da Quantic Dream que não aparece desde seu anúncio, e de uma conversa que PH Brazil teve com a deputada Erika Hilton.Participantes:Guilherme JacobsHeitor De PaolaAssuntos abordados:12:00 - Star Wars Eclipse passa por problemas em seu desenvolvimento32:00- Detalhes novos das demissões em Xbox1:07:00 - PH entrevista Erika Hilton sobre mídias físicas e direitos do consumidor em PlayStation1:19:00 - Rápidas e curtasLinks citados: Entrevista: Dep. Erika Hilton Fala Sobre o Fim da Mídia Física no PlayStation Vai comprar jogos na Nuuvem? Use o link de afiliado do Overloadr!Use nosso link de filiado ao fazer compras na Amazon Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Confira no Morning Show desta quarta-feira (08): A Polícia Federal realizou um mandado de busca e apreensão na casa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes. O motivo da busca foi a falta de informação sobre o paradeiro de armas e munições que não foram entregues à PF. Nada foi encontrado na residência do ex-presidente, porém, uma espingarda declarada ainda não foi entregue às autoridades. O deputado federal Otoni de Paula (PSD), ex-aliado de do grupo político bolsonarista, afirmou em discurso na Câmara dos Deputados que os membros do Partido Liberal são “uma cambada de ladrões” e acusou o partido de roubar os aposentados do estado do Rio de Janeiro através do escândalo do Banco Master. O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), afirmou na audiência do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), que este é “o pior momento” para aplicação de tarifas contra o Brasil, que está prestes a entrar em um período eleitoral. Segundo Flávio, um novo tarifaço favoreceria uma possível reeleição de Lula. O governo brasileiro repudiou as falas do senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), na audiência do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), que discute novas tarifas de 25% em produtos do Brasil. Em nota, o Palácio do Planalto afirmou: “divergir é legítimo. Convocar uma potência estrangeira a pressionar o próprio país, é traição à Pátria”. O Tribunal de Justiça de São Paulo está implantando varas especializadas no combate ao crime organizado no estado. Entre as novas varas específicas criadas estão as de: crimes tributários, organização criminosa e a de lavagem de bens. A cerimônia contou com a presença do presidente do Conselho Nacional de Justiça, ministro Edson Fachin. A Polícia Federal está realizando na manhã desta quarta-feira (08), operações em 15 estados brasileiros contra a lavagem de dinheiro do crime organizado. Foram cumpridos 93 mandados de prisão e 180 de busca e apreensão. O governo americano classificou como “absurda” a hipótese de operações militares em solo brasileiro por conta da classificação de facções criminosas como CV e PCC como grupos terroristas. Segundo os EUA, serão tomadas medidas contra esses grupos apenas em seu próprio território, onde já atuam. A resposta veio após manifestação do ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira. A Justiça brasileira mandou soltar uma mulher acusada de ligação com o Primeiro Comando da Capital. A mulher, que estava em prisão temporária de no máximo cinco dias, sofre sanções do governo americano, como bloqueio em contas. A vereadora Deza Guerreiro (PP) de Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, recebeu uma caixa em seu gabinete com um cachorro morto. A parlamentar tem como uma de suas principais bandeiras a defesa da causa animal e interpretou o caso como uma ameaça. O deputado federal Zé Trovão (PL) participou de um podcast em que se discutia sobre os atos de 8 de janeiro e afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) teve uma atitude “covarde” ao ficar em silêncio após a derrota em 2022 e que o ex-presidente “errou” ao não mandar seus apoiadores para casa após perder as eleições “gerando a prisão de pessoas inocentes”. A mais recente pesquisa DataFolha mostra que dentre os eleitores do presidente Lula, 24% se consideram de direita, enquanto entre os eleitores de Flávio Bolsonaro, 18% se consideram de esquerda. Segundo o especialista em comunicação Samer Agi, o cenário mostra que a eleição de outubro deve ser decidida pela rejeição, e não pela aprovação dos candidatos majoritários. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Convidado: Paulo César Vasconcellos, jornalista esportivo e comentarista do SporTV O Brasil chegou a transformar a Copa do Mundo em sinônimo de seleção brasileira. Foram cinco títulos, finais históricas e gerações de jogadores que marcaram época. Mas, desde o penta, em 2002, a seleção não voltou a conquistar o Mundial. Sequer chegar a uma final. Agora, o maior campeão do mundo entrou no maior jejum da sua história. A eliminação precoce do Brasil na Copa de 2026 contra a Noruega ampliou a sensação de crise. A seleção não caía nas oitavas de final desde 1990. Com isso, chegamos a seis Copas do Mundo seguidas sem títulos. O futebol mudou. O Brasil perdeu espaço. Neste episódio, Natuza Nery conversa com Paulo César Vasconcellos, jornalista esportivo e comentarista do SporTV, sobre o que explica esse jejum histórico e os desafios do futebol brasileiro para voltar ao topo.
A encenadora, actriz e escritora brasileira Carolina Bianchi regressou ao Festival de Avignon para estrear “Uma Luz Cordial”, o último capítulo da "Trilogia Cadela Força" aqui iniciada em 2023. Esta é “uma luz atrelada à expressão da violência”, mas também à "expressão do prazer", conta-nos a artista que neste espectáculo confronta o público com “o enigma” que atravessa a peça e que envolve teatro, literatura e sexualidade. Carolina Bianchi e a sua companhia Cara de Cavalo vão também fazer dois dias de maratona teatral de 10 horas com as três peças seguidas da trilogia, um gesto movido pelo desejo de “aventura total”. Carolina Bianchi encerrou a trilogia iniciada em Avignon com “Uma Luz Cordial”, um espectáculo que leva para o palco a violência do acto de escrever e o mistério da sua própria sexualidade. Esta é “uma luz atrelada à expressão da violência”, mas também “à expressão do prazer”, conta-nos a artista que foi buscar o título da peça a um poema que lhe é fundamental: “My Life Had Stood a Loaded Gun”, de Emily Dickinson, em que a imagem de uma arma carregada lhe evoca o potencial explosivo de uma poeta a escrever. Além do novo espectáculo, Carolina Bianchi e a sua companhia Cara de Cavalo retomam toda a trilogia nesta 80ª edição do Festival de Avignon e o público poderá ver, no mesmo dia, “A Noiva e o Boa Noite Cinderela” [que a revelou aos palcos europeus e com o qual conquistou o Leão de Prata da Bienal de Veneza em 2025], “The Brotherhood” e “Uma Luz Cordial”. A maratona teatral de 12 e 13 de Julho, na Opéra Grand Avignon, dura diariamente cerca de dez horas, um gesto movido pelo desejo de “aventura total”, em referência à "obra de arte como aventura total” do artista Alberto Greco, de quem também fala em palco. “A Noiva e o Boa Noite Cinderela”, o primeiro capítulo, arrasta o público para o inferno das violações e dos feminicídios. “The Brotherhood”, o segundo capítulo, mergulha-nos nas alianças masculinas que têm dominado a história da arte e do teatro e verbaliza o fascínio por esses mestres da arte e da violência. Agora, “Uma Luz Cordial”, o terceiro capítulo, tenta fintar a brutalidade da criação artística e faz a literatura irromper em todo o espaço cénico. Diluem-se novamente fronteiras entre teatro e poesia, entre ficção e real, entre autor e alter ego. Carolina Bianchi vai desaparecendo de cena para reaparecer “nas vozes” de autoras como Hilda Hilst e Emily Dickinson. Não se pense que este último capítulo vem curar alguma dor porque, ela avisa em palco, “a dor não passa” e “não há salvação”. Há, no entanto, uma luz ao fundo do túnel, a tal “luz cordial”, ainda que corresponda ao disparo de uma arma no poema “My Life Had Stood a Loaded Gun”. O teatro radical de Carolina Bianchi, que deixa enigmas e não dá respostas, que leva para o palco a complexidade e a perplexidade do mundo, que leva à tona tanto a parte maldita quanto a parte poética da criação, está no Festival de Avignon até 12 de Julho. RFI: Como é que nos pode apresentar este terceiro capítulo que fecha a trilogia “Cadela Força”? Carolina Bianchi, Autora e encenadora da trilogia teatral “Cadela Força”: “Uma Luz Cordial é um trabalho que vai na direcção da escrita, sobre o acto de escrever. Então, ele é, na verdade, eu me colocando ali também, nesta travessia deste espectáculo, como a escrita em si, o meu corpo está muito mais fora de cena do que nos outros trabalhos da trilogia. Acho que também tem essa questão: a de uma escritora que está desaparecendo, que está se tornando pura escrita. Por tocar nesse assunto da escrita, acho que forma um triângulo muito importante com outras duas coisas, que é a imaginação e a sexualidade. Aí, para mim, surge uma equação do enigma desta terceira parte, que é o que atravessa este último capítulo, estas três palavras que não se conseguem mais dissociar, a escrita também como uma possível expressão da sexualidade e é não só falar sobre a sexualidade, mas a escrita como expressão de uma sexualidade. Acho que, sobretudo, é também muito importante dizer: a literatura como forma de prazer.” Há uma poesia de Emily Dickinson essencial na peça, que fala em "uma luz cordial" em que "a arma tem o poder de matar, mas não de morrer". Por que chamou ”Uma Luz Cordial” ao terceiro capítulo? “Esse é o meu poema preferido da vida. Emily Dickinson traz uma possibilidade de ler esse poema - porque é o que eu digo também no trabalho: é difícil chegar a uma conclusão sobre como analisar um poema de Emily Dickinson. E essa é a coisa mais bonita sobre essa autora, que trabalha com enigmas, com espaços de puro mistério na sua escrita, na sua poesia. Acho que essa imagem de uma arma carregada que, para mim, pode ser a imagem da poeta a escrever, é uma das imagens mais bonitas que a poesia já trouxe para o meu imaginário. Aí vem essa frase ‘Uma luz cordial' que está no poema e ela essa sentença para descrever o momento do disparo da arma. Então, o tempo todo ela está trazendo nesse poema esses dois lados de uma arma que também é uma arma que é uma expressão de violência e, ao mesmo tempo, quando o disparo é descrito como uma luz cordial isso também traz outra imagem sobre essa arma, que é uma imagem de vida, uma imagem de sorriso, uma imagem de prazer, uma imagem de iluminação que é muito forte.” Em “A Noiva e o Boa Noite Cinderela” a principal inspiração era a artista italiana Pippa Bacca, violada e assassinada em trabalho. Em “The Brotherhood”, inspirava-se também na dramaturga Sarah Kane que dizia que “não há amor sem violência” e que explorava os temas do amor e da violência. Agora, as suas musas são Hilda Hilst e Emily Dickinson. Porquê falar através da voz destas artistas mulheres e porquê levar de forma tão franca a literatura para o teatro? “Tem uma coisa que eu acho que é importante dizer. A Pippa Bacca, para mim, ela não foi tanto uma inspiração como a minha relação com a Sarah Kane, talvez com outras dessas autoras. Acho que a Pipa Baca tinha uma coisa ali de um mistério do qual eu precisava, era quase a atracção de um detective que eu acho que é um pouco diferente. Nestes dois outros trabalhos, quando Sarah Kane aparece, quando vem a Emily, a Hilda e outras vozes também, para mim tem um aspecto de um encontro que é um encontro onde você se sente pertencente a um lugar ou onde você tenta pertencer a um lugar onde encontra essas outras autoras, onde você se sente menos sozinha, onde você tem um lugar onde se reconhece numa história. Acho que isso acontece muito com a Sarah Kane na ‘Brotherhood', alguém que fez espectáculos extremamente violentos, que sofreu também muitas consequências, boas e ruins, dessa dramaturgia sem concessões que ela fazia. Agora, nesta terceira, o ponto onde a coisa ainda fica mais profunda é a questão de elas serem alter egos. Quando eu falo dessa escritora que morreu e que agora aguarda nesse outro espaço essa hora de voltar, para mim, esse virar escrita também significa dissolver-se em alter egos. A minha voz já não é essa voz central, a voz está espalhada, está tudo espalhado, estilhaçado. Tudo ali é duplo. Também vem essa ideia da fantasmagoria em si, que eu também falo nos outros capítulos. Para mim, essa fantasmagoria chega no seu ápice na trilogia, que é a ideia de que nem sequer essa voz é a voz que agora é a mais ouvida. Essa voz precisa de se dissolver em alter egos e o da Emily Dickinson - que ocupa um lugar muito importante na minha vida, na minha história, com a literatura, com a escrita - aparecem também nesse chamado para seguir escrevendo.” Também interroga o próprio sacrifício da escrita e a violência que é escrever? “Sim, interroga, mas também é um lugar de prazer. Para mim, é muito importante afirmar essa palavra neste último capítulo, que eu acho que também é uma palavra que pouca gente esperava que fosse aparecer aqui. Há uma questão de associação entre a literatura e o prazer e, por isso, também a gente está associando com a questão da sexualidade, porque eu estou trazendo uma sexualidade que também se está colocando como uma grande desorganização, como um grande enigma o tempo todo. Aqui, isso está mais endereçado do que nunca. Então, é um corpo que está ali fervendo, que é o corpo da escritora, que é o corpo da escrita, que é um corpo que também está revelando uma expressão sexual muito forte.” Por isso é que traz esse corpo colectivo da sexualidade para o palco, com os actores da sua companhia Cara de Cavalo? “Sim, sim, porque eu acho que tem ali mesmo uma pergunta sobre como se manifesta essa sexualidade no espectáculo, sem ser a sexualidade de estar atrelada ao real ou o sexo real no palco ou a representação. Não me interessa essa pergunta. Nesta peça, para mim, interessa-me falar como manifestar essa sexualidade que está atrelada ao acto de escrever. É uma sexualidade que vem da palavra e uma sexualidade que está atrelada à leitura. Ela é uma sexualidade que é o tabu da leitura, que limites são esses também que a literatura explode o tempo todo e que para o teatro é mais complicado. Então, acho que tem uma tensão aí entre teatro e literatura, entre o acto de ler e de você também não poder escapar dessa literatura. Acho que tem muitas coisas aí onde esse fio vai dando um nó mesmo.” Nessa “dramaturgia sem concessões”, em que leva também a sexualidade para o palco, recorre a uma obra que a escritora Hilda Hilst escreveu para fintar o pedido do editor que queria uma obra que vendesse muito. A Carolina coloca em cena uma marioneta a representar uma criança manipulada por dois adultos e durante 20 minutos ela fala da sua prostituição infantil. É uma das cenas mais fortes desta peça. Porquê esta cena? “Porque o meu desejo era colocar um livro dentro da peça. Ali a gente tem um livro que é ‘O Caderno Rosa de Lori Lamby' e acho que tem uma questão que ainda traz neste livro particular que é uma resposta a uma determinada maneira que o mercado editorial trabalha, que eu acho muito forte, porque ele é um livro sobre escrita. É uma menina que escreve o tempo todo e é o que a marioneta faz também em cena, ela escreve o tempo todo. Então, uma menina que escreve o tempo todo, inspirada pelo pai, que é um escritor que tem problemas também para vender os seus próprios livros. Inspirada pelo que ela ouve das conversas ao redor, das coisas que lê, ela começa a escrever esse relato. Acho que tem uma coisa que eu acho muito bonita que é, primeiro, uma questão do tabu, um tabu enorme que é a imaginação sexual de uma criança, porque não é só uma questão de abuso, acho que tem ali uma questão ou outra que é o que uma criança imagina quando escreve e isso é uma coisa que toca todo o mundo. Todos nós já fomos crianças. Todos nós sabemos que é uma imaginação que ainda não está tão moldada pelos limites, pelos tabus. Ela narra uma questão extrema nesse contacto dessa imaginação, tem um caminho extremo que a Hilda percorre, porque ela sabe que isso vai provocar algo ali, nesse tabu, com o jeito que a gente percebe essas situações. Ao mesmo tempo, tem uma coisa da escrita dela que é extremamente poética, que tem humor, que é uma coisa que você vê nos outros livros dela que eu acho muito importante. Acho que tem uma coisa desse choque também que isso provoca, que eu acho que é curioso também, que vem na cena seguinte mais explicitamente, que é uma cena que é “O Caderno do Cu do Sapo Liu Liu”, onde a gente tem o inverso, que é o grande escritor que escreve coisas terríveis, violentíssimas e é considerado um génio. Ele é considerado um Rimbaud. A gente está aqui na França, a terra de Georges Bataille, de Marquês de Sade, e é interessante como Hilda Hilst é tão chocante.” É por ser mulher? “Eu acho que o facto de ser mulher também faz ser mais chocante. O facto de ela ser mulher, o facto de ela ter escrito esse livro quando ela tinha 60 anos, mas eu acho que não vem a ser uma questão para mim pessoalmente. Eu não sei se isso é uma questão para quem lê isso e fica completamente perturbado, mas para mim, as questões dela ali, em relação à literatura, aos não limites que a literatura pode operar, são muito interessantes para mim.” Apesar da violência relatada por si e pelas mulheres de que fala, apesar de toda a vulnerabilidade, a trilogia chama-se Cadela Força. Agora que temos a trilogia completa em palco, por que é que a chamou assim? “Essas duas palavras não têm um significado específico quando colocadas em par. Elas não estão nem se dando adjectivo no português brasileiro, elas são palavras que não se estão completando, elas são realmente duas palavras jogadas ali. Acho que tem uma coisa sobre essa sonoridade que elas produzem, sobre as milhares de imagens que essas duas palavras podem produzir em contacto com os materiais da peça. E elas também têm um enigma delas, um segredo.” Na peça diz que “não há salvação”, que “não passa a dor”. Lemos que “o teatro é uma armadilha, que a literatura é uma armadilha e que talvez ainda esteja na mala do carro”, em referência à violação que sofreu e que conta no primeiro capítulo da trilogia. Quem viu os capítulos um e dois poderia esperar uma espécie de salvação no capítulo três ou, pelo menos, que o teatro fosse uma forma de reconstrução para si e, através de si, para outras mulheres. Não foi? “Não. E acho que quem esperava isso de mim assim estava muito equivocado. Para mim, é impossível pensar no teatro como salvação. Eu acho que já estou anunciando isso desde o princípio. Esse lugar de que o artista é alguém que precisa conceder esperança à sociedade, respostas à sociedade, conclusões de perguntas que são impossíveis, é um delírio e uma alucinação porque os artistas não têm essa responsabilidade. O que me interessa é justamente esse mistério do teatro. O teatro começa como um ritual dionisíaco, os rituais dionisíacos eram cheios de violência, cheios dessa violência poética que opera no fundamento da história do teatro. Então, eu acho que o teatro é um lugar onde ele precisa operar na chave do mistério, da instabilidade, não como salvação de nada.” Nas entrevistas que fizemos, em 2023 e em 2025, sobre os capítulos anteriores da trilogia, dizia-nos que “A Noiva e o Boa Noite Cinderela” falava da “antecâmara do inferno já com um pé no inferno”, que “Brotherhood” era “acordar no purgatório” e tentar perceber o que significa “situar-se no teatro depois de voltar do inferno”. E neste terceiro capítulo? “Esse capítulo, a gente chega na citação do 'Paraíso' de Dante Alighieri, esse momento onde tem uma imagem do paraíso que é muito linda, em que ele começa a ver esses espíritos, essas imagens de luz. Quase como chega um ponto ali onde, depois de ele se entender incapaz de seguir escrevendo, ele já se perdeu ali do Virgílio que encontrou uma outra musa que é a Beatriz que agora tem a palavra. Acho que tem alguma coisa nessa transformação onde a luz aparece, para mim, atrelada a uma expressão de violência que está no poema da Emily Dickinson, que também abre esse lugar de onde também há esse prazer da literatura que aparece. Esse lugar onde a literatura vai dominando tudo, onde essa ficção vai dominando tudo. É essa conexão que eu faço com o paraíso, com esse lugar onde a violência não pára, onde a violência não se resolve, mas ela chega a outras formas.” Não há salvação, mas há uma luz cordial? “Mas lembre-se que à luz cordial é o disparo da arma.” Fecha a trilogia no sítio onde a começou, no Festival de Avignon. Mostra o terceiro capítulo, mas também os dois anteriores. Já alguma vez representou dez horas seguidas e por que é que decidiu fazer algo quase sobre-humano? “Nunca representei por dez horas seguidas. Sobretudo, acho que nada me teria preparado, mesmo se tivesse feito. Não, nada me teria preparado para fazer isso, porque acho que essas dez horas são dez horas muito específicas, muito desse universo onde há aí uma consequência de se fazer algo depois do primeiro capítulo e eu acho que é isso que a gente vai estudar juntos. O que é que isso muda na nossa leitura de espectáculos que as pessoas já viram? Como eles vão ler esses espectáculos agora com esse efeito presente e contínuo? O que acontece? O que acontece com o teatro? O que acontece com a performance? O que acontece com a literatura quando se leva isso, essa experiência, que é uma experiência extrema? Tem uma frase num dos textos de ‘Uma Luz Cordial', onde eu estou-me referindo a um outro artista que é o Alberto Greco, um artista argentino, e ele diz que acredita na obra de arte como aventura total. Para mim, isso resume muito bem este gesto. Então, para si, é uma obra de arte total? “Não, aventura total. Não sei se é uma obra de arte total o que nós fazemos, mas eu acredito que o desejo de fazer essa obra tem a ver com esse desejo pela aventura total.” A trilogia ajuda a pensar o impensável. Verbaliza a violência, apropria-se da linguagem da violência para desconstruir o sistema em que ela se baseia. Ao fazê-lo, também não alimenta o sistema em que “Somos todos brotherhood”? Não há maneira de quebrar o ciclo? “Acho que não. Eu não saberia dizer. Acho que não. Acho que esse ciclo talvez vai ser um ciclo que vai demorar muito para ser quebrado. Onde estamos agora no mundo, o que a gente está vendo acontecendo ao redor do mundo, esse conservadorismo extremo, esse fascismo extremo que está em toda parte, que está no mundo das artes também, eu não vejo ainda uma saída desse ciclo. Sinto muito., mas espero que exista um dia. Não sei se eu vou estar aqui para assistir isso, mas…” Foram vários anos a escrever, a interpretar, a representar, a sofrer também com esta trilogia que agora fecha. Olhando para trás, o que é que representou para si e o que gostaria que ela deixasse junto de quem a viu? “Eu acho que é uma coisa enorme. Mesmo assim, eu nunca vou conseguir, talvez nem nesta encarnação, ter distanciamento suficiente para ver tudo o que isso representou na minha vida, na vida das pessoas que trabalham comigo ou ainda de quem acompanhou o trabalho. Agora eu estou muito próxima, ainda estou muito aqui para entender qualquer coisa sobre isso. Eu sei que as mudanças que isso faz na minha vida são imensas. A minha vida foi completamente transformada e transtornada por esse trabalho, mas eu sinto isso assim, eu sinto que eu estou aqui, eu estou dentro dele ainda. Talvez no ano que vem eu consiga já ter um pouco mais de distanciamento para entender, porque agora eu só consigo dizer que isso mexeu em tudo. E eu estou ainda no meio desse furacão.” O furacão que também afectou o público e, se calhar, a história do teatro contemporâneo? “Tomara que sim. Eu nunca consigo afirmar muito esse tipo de coisas. Não sei. Tomara que sim. Tomara que tenha afectado muita gente. Eu acho fez algo, com certeza, com este contexto, mas eu preciso de distanciamento mesmo para entender o que foi feito, o que mexeu.”
A Igreja Católica vivencia, em julho de 2026, mais um momento histórico e delicado. A Fraternidade Sacerdotal São Pio X, grupo fundado por Dom Marcel Lefebvre, realizou a ordenação de quatro novos bispos sem a autorização do Papa Leão XIV, incorrendo em excomunhão automática prevista no direito canônico. Neste programa, analisamos as origens dessa divisão profunda, que remonta às reformas do Concílio Vaticano II na década de 1960. Compreenda os motivos que levaram ao primeiro rompimento em 1988, as exaustivas tentativas de diálogo com a Santa Sé ao longo das últimas décadas e as graves consequências do recente ato cismático de 1º de julho. Abordamos também a relação dessa crise com o Brasil, destacando a história da Diocese de Campos e elucidando as diferenças centrais entre os lefebvrianos e a Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney.
Os Gentios na Bíblia: Eles nunca foram o plano B | Análise Profunda
Foram cerca de cinco décadas de diálogos com João Paulo 2, Bento XVI, Francisco e, agora, com o Papa Leão IV.
Políticos fazem promessas e desde pequeno eu aprendi a não esperar nada dessas promessas. Em geral, eles mentem, falam de coisas que não sabem, ou não tem controle. Manipulam com um único interesse: ganhar o seu voto. Depois disso não movem um dedo para cumprirem o que prometeu.Pais fazem promessas. Diferente dos políticos, eles se esforçam para cumprir o que prometeram, falo de forma geral. Mas nem sempre conseguem cumprir suas palavras e as razões pra isso são muitas.Deus também fez promessas e elas estão registradas em sua Palavra. Diferente dos políticos ou dos pais, não há uma só promessa de Deus que não se cumpra. Suas palavras não são ditas ao vento ou de forma aleatória. Ele não volta atrás no que prometeu e não erra.Veja o que diz o Salmo 81 nos versos 15 e 16: "Os que odeiam o Senhor se submeteriam a ele, e isto duraria para sempre. Mas a vocês eu sustentaria com o trigo mais fino e os saciaria com o mel que escorre da rocha."Como você pode ver, dependendo de quem prometeu, as promessas tomam um rumo diferente. O problema não são as promessas, mas quem as fez. Agarre-se nas promessas de Deus, Ele é o único que pode cumprir tudo o que prometeu.
Com a abertura da free agency, o San Antonio Spurs confirmou seu primeiro reforço para a próxima temporada: Tobias Harris. À beira dos 34 anos, o que o veterano pode oferecer ao elenco e como pode ajudar esse time em mais uma campanha de playoffs? Esse foi o tema central do episódio. Também falamos sobre o Draft. O Spurs encerrou a noite de recrutamento com quatro novos calouros. Foram dois selecionados na primeira rodada, após uma troca para adquirir a escolha 26, e outros dois na segunda rodada. Qual é o perfil desses jogadores? Eles já podem contribuir para a equipe desde a próxima temporada? Por fim, falamos de Julian Champagnie e Harrison Barnes, que renovaram seus contratos e voltam para a próxima temporada. É isso, vem com a gente! Índice do episódio:Agora você tem o índice do episódio gerado automaticamente pelo Spotify. Cultura Pop nas redes sociais:twitter.com/culturapoppodtwitch.tv/culturapoppodinstagram.com/culturapoppodyoutube.com/@CulturaPopPod tiktok.com/@culturapoppod
O colectivo de rappers guineenses ‘Fartudibos' acaba de lançar em Junho o seu primeiro álbum intitulado ‘Sissoco Na Kai ‘. Como os nomes do colectivo e do próprio disco indicam, trata-se aqui de usar o vector da música para abanar as consciências e dar uma visão da situação política da Guiné-Bissau. Fundado em 2023, o colectivo ‘Fartudibos' que reivindica a ausência de qualquer elo com partidos políticos, junta músicos e rappers dispersos por diferentes partes, nomeadamente a França, a Alemanha, o Brasil e Portugal. A RFI falou com dois dos sete membros do colectivo : Jada Imperatriz que vive e trabalha em Portugal, assim como Slim Drácula que mora em Curitiba no Brasil, país para onde foi há quase nove anos. Ao evocar a génese do grupo, este último recorda que o projecto surgiu "num período em que o regime autoritário sangrento buscava calar a todas e todos para encobrir os seus actos criminosos". "Todos nos sentimos convidados, de certa forma, a uma reflexão", conta o artista referindo-se às circunstâncias em que foi convidado a integrar o colectivo. "Como guineense comprometido com a causa social, tornou-se muito preocupante ver o rumo desastroso que a Guiné-Bissau vem tomando desde a época que estava na Guiné-Bissau. (…) Não podia ficar indiferente vendo tudo aquilo acontecendo. Ainda que estou num espaço e tenho uma ferramenta onde eu posso dar a voz para o meu povo, afirmando o meu descontentamento com tudo o que está a acontecer. Por isso, quando recebi esse convite eu me identifiquei logo e aceitei a proposta e seguimos em frente", diz o rapper que revela ter sempre vivido no universo da arte. A morar em Portugal desde 2017, Jada Imperatriz, única mulher do colectivo, trabalha na área da administração em Lisboa. Apesar da distância, continua atenta à vida do seu país. Ao descrever-se como "cidadã consciente", ela refere ter "sempre sentido a necessidade de abordar as coisas que se passavam no país". "No meu ‘stories' escrevia coisas, às vezes fazia ‘freestyle' e punha nas minhas redes sociais. Depois, fui abordada por um colega a perguntar se eu tinha interesse e uma vez que eles compartilhavam a mesma vontade de estar à frente e ser a voz de alguma forma das pessoas que estão no momento, porque nós, como não estamos aí, é diferente a forma como nos atinge, mas não deixam de ser os nossos. Então eu acho que seria um pouco mau da nossa parte tapar os olhos e fingir simplesmente que não se passa nada. Então senti a necessidade de entrar lá e dar o meu contributo da maneira que eu consigo, que é fazendo a arte", diz a rapper. A consciência no exílio Em quase uma década fora do seu país, Jada Imperatriz não voltou a estar na Guiné-Bissau, por considerar que "ainda não é o momento oportuno". Também para Slim Drácula, ainda não chegou a altura de ir novamente ao encontro das suas raízes, mesmo no caso de ter a possibilidade material para tal. "Não sinto que seja muito diferente das pessoas que estavam fora da Guiné-Bissau e foram para lá. Tenho muitos colegas que estavam fora. Foram para lá. Foram perseguidos, raptados, espancados. (…) Por isso prefiro esperar mais um tempo para ver o que é que acontece, se realmente todas as nossas denúncias ao sistema vão construir um caminho menos perigoso para a gente andar para as próximas lutas que a gente tem", justifica. Por estarem dispersos geograficamente, os membros do grupo, não se conhecem todos fisicamente. Isto não os impede de trocar ideias e trabalhar juntos à distância. "Todas as reuniões são feitas online, num espaço de concertação que criámos no WhatsApp. Ali acontece. Todas as reuniões, todas as decisões são tomadas ali, em conjunto. Quanto à produção, nós decidimos não aceitar apoio de nenhuma pessoa claramente alinhada a algum partido político. E todas as músicas foram gravadas com custos próprios. Temos um produtor que faz mixagem e masterização e também faz instrumental, que no caso é o Marlon C. Temos dois editores de vídeos e temos um responsável pelo design. Hoje, com essa tecnologia que a gente tem, ficou muito mais fácil. Mesmo estando em situações geográficas diferentes, a pessoa pode gravar aqui e enviar para o produtor e depois de receber todas as vozes, ele compila tudo numa única música", explica Slim Drácula que, para além de rapper é também um dos editores dos vídeos do grupo. Um álbum marcadamente crítico Após divulgar gradualmente algumas músicas ao longo destes últimos meses, o colectivo lançou o seu álbum na internet no passado mês de Junho. São 17 faixas em que denunciam a situação política do seu país, a corrupção, a pobreza, a violência política, os raptos, espancamentos e assassínios destes últimos anos. Dado o teor fortemente crítico do disco, Jada Imperatriz considera que o seu impacto é abafado pelo medo que o público sente. "A impressão que tenho é que as pessoas ouvem. As pessoas ouvem, tem uns que comentam, mas lá está, existe aquela coisa do medo, do medo de partilhar, do medo do ouvir em público. Aqui (em Portugal) não. Mas na Guiné-Bissau, por exemplo, tem familiares e amigos que dizem ouvir a vossa música. ‘Interessante, mas eu não posso partilhar ou eu não posso ouvir em público.' Ou ‘Tu não podes voltar para o país por teres cantado isto'. Então existe sempre um bocadinho de receio nas pessoas partilharem o álbum ou partilharem as nossas músicas", descreve a artista. Esta análise é partilhada por Slim Drácula. "Por ser um um trabalho de denúncia para um país onde a liberdade de expressão é negada, nós recebemos feedback mais direto das pessoas que nos conhecem. Alguns vêm dizendo ‘Por favor, afasta-te disso. Tu és um jovem, um jovem talentoso. Tem muitas coisas para fazer, então não vale a pena denunciar esse sistema'. E tem alguns que ouvem, aplaudem dizendo ‘Sim, senhor, vale a pena'. E entre todo esse universo também do feedback que nós recebemos e ainda estamos a receber, em termos de consumo e de partilha do trabalho, entendemos que muitas pessoas ainda têm receio de partilhar ou consumir em público, sobretudo pelo conteúdo que o álbum tem", considera. Enquanto Slim Drácula admite ter recebido pressões indirectas no sentido de não expressar a sua opinião publicamente, Jada Imperatriz refere ter optado por bloquear as mensagens nas redes sociais. Uma esperança adiada Questionada sobre a situação vigente desde a desestabilização militar do final do ano passado, com a instalação de um governo de transição, as detenções de vozes de oposição, a perspectiva de presidenciais em Dezembro, assim como um possível referendo sobre a Constituição da Guiné-Bissau, Jada Imperatriz mostra-se pouco optimista. "Eu acho que estamos a sair do mau para o pior, porque o Sissoco não está lá fisicamente, mas ele está na mesma. Porque o comando militar que assumiu esta farsa do golpe, isto tudo é uma coisa planeada. Então está a piorar. O comando militar está a fazer o que bem entende. As pessoas não conseguem falar e isto de mexerem com a Constituição é um absurdo", lamenta a artista para quem a comunidade internacional pouco fez para ajudar a Guiné-Bissau. "A impressão que tenho é que embora a CEDEAO já tenha lá ido e tenha havido intervenções também de Portugal, eu sinto que estamos sozinhos e este problema é nosso e nós é que temos que resolver", comenta. O activismo através da arte, um salto no escuro Sobre a experiência do activismo através da música, Jada Imperatriz reconhece estar assustada. "Sou mãe de dois meninos pequeninos e tenho sempre os familiares a dizer que ‘não estou a fazer bem. Estou a pôr em risco a minha família, Estou a arriscar-me imenso. Isto nunca vai mudar. Não há nada a ser feito. Isto sempre foi assim'. Mas eu acredito o contrário. Então eu sinto quando faço alguma coisa, embora sinta medo, mas faço na mesma, porque eu não quero sentir que estou a trair a minha nação. Não quero sentir que estou a aplaudir com o meu silêncio o opressor. Porque eu acho que é mais insatisfatório para mim sentir isso do que sentir medo. Então esta experiência está a ser boa. Estou a compartilhar com pessoas que acreditam no mesmo que eu", conclui. Slim Drácula também não vive essa experiência de forma serena. Todavia, para ele, o importante é fazer passar mensagens. "Para mim, está sendo uma experiência muito dolorosa. A Guiné-Bissau faz mais de meio século de independência e em todo esse tempo vivenciamos muitas situações em que o povo pedia o básico. O governo prometia. Não cumpria. Não fazia praticamente nada. Nem as justificativas eram convincentes. E o povo vive mal o tempo todo. Então, ser um activista usando a música, para mim dói muito. De sentar, pegar na folha e caneta, escrever sobre uma coisa básica e, sobretudo, ver que aquela situação poderia ser resolvida, sobretudo se o ministro decidir não comprar carros para ir agradar os deputados na Assembleia, ao escrever sobre esse tipo de situação, dá uma raiva e essa raiva cansa e dá uma tristeza enorme. Essa tristeza cansa. Por isso que eu falo que é uma experiência muito horrível. Agora me alegra também que a minha mensagem chegue ao meu povo. E não sou mais um que ficou preso numa caixinha, comportando e agindo de acordo com o que é que o sistema espera de nós", remata Slim Drácula. Podem ouvir o álbum de Fartudibos aqui : https://www.youtube.com/watch?v=ZQrtmhx9aKU&list=PLcp-0zXmNItxrDtlHmfQztBaqMTILbg4B&index=1
Convidados: Pedro Pannunzio, repórter correspondente na Venezuela, e Paulo Velasco, professor de relações internacionais da UERJ. Uma semana depois dos terremotos que devastaram a região norte da Venezuela, o que sobrou é uma tragédia humanitária de grandes proporções: a contagem oficial tem cerca de 2 mil mortes e 10 mil feridos, e a ONU estima aproximadamente 50 mil pessoas desaparecidas. Foram dois tremores de terra de 7,2 e 7,5 na escala Richter que, num intervalo de 39 segundos, levaram ao chão dezenas de milhares de construções. A dimensão real do desastre ainda está longe de ser conhecida: a ONU calcula que mais de 6 milhões de pessoas podem ter sido afetadas e já anunciou o envio de 10 mil sacos mortuários para acomodar os corpos. Equipes de buscas fazem de tudo para tentar resgatar as vítimas ainda com vida, um trabalho que conta com a ajuda internacional de diversos países – entre eles o Brasil. Neste episódio, Natuza Nery conversa com dois entrevistados. Primeiro, ela fala com o jornalista Pedro Pannunzio, que mora em Caracas e está fazendo a cobertura da tragédia. Pedro conta o que tem visto nas ruas, relata o trabalho de buscas e resgates e se emociona com as histórias que ouviu. Natuza entrevista também o analista Paulo Velasco sobre as crises institucionais da Venezuela na política e na economia.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (01): Após entrevista ao programa Morning Show, da Jovem Pan, o pré-candidato à presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), afirmou ser o melhor candidato para enfrentar o atual presidente do Brasil nas eleições deste ano. Segundo Caiado, o país está cansado da polarização e dos ataques pessoais que regem a disputa eleitoral, e que seu nome traz uma base sólida de experiência e gestão para o cargo. Reportagem: Marcelo Mattos. Lideranças do Partido dos Trabalhadores articulam nos bastidores para garantir a indicação do primeiro suplente da chapa de Simone Tebet ao Senado por São Paulo. A estratégia leva em conta a possibilidade de Tebet voltar a ocupar um ministério em um eventual novo governo de Luiz Inácio Lula da Silva, caso ele seja reeleito. Nesse cenário, o suplente assumiria a cadeira no Senado. O partido também defende que a vaga seja ocupada por um nome ligado ao ex-ministro Fernando Haddad, pré-candidato ao governo paulista. Reportagem: João Vitor Revedilho. Durante a 68ª Cúpula do Mercosul, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu que os países da região evitem “alinhamentos automáticos” com grandes potências e reforcem a autonomia política e econômica do bloco. O presidente afirmou que a América do Sul deve diversificar suas parcerias e proteger sua soberania em meio às tensões comerciais e geopolíticas. Lula também sugeriu ampliar o sistema brasileiro de transferências para os países do Mercosul como base para uma infraestrutura regional integrada. Reportagem: André Anelli. Pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira (1º) mostrou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a frente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em eventual disputa de segundo turno no pleito presidencial. O chefe do Executivo registra 48,8% das intenções de voto, enquanto o parlamentar tem 42,3%. O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre, se reúne nesta quarta-feira (1º) com parlamentares do governo e representantes de centrais sindicais para discutir a proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6x1. O texto, aprovado pela Câmara dos Deputados no fim de maio, aguarda o início da tramitação no Senado. Alcolumbre afirmou que a Casa fará uma análise detalhada da proposta antes de levá-la à votação em plenário. Reportagem: Raphaela Almeida. O estado de São Paulo registrou aumento no número de ocorrências de estupro entre janeiro e maio deste ano. Foram 6.500 notificações no período, contra 6.219 registradas no mesmo intervalo do ano passado. Apenas em maio, o estado contabilizou 1.320 casos, acima dos 1.183 registrados em 2025. Reportagem: Danúbia Braga. O número de mortos após os terremotos que atingiram a Venezuela subiu para 1.943, segundo o governo venezuelano. O balanço mais recente aponta ainda 10.571 feridos e 6.461 pessoas resgatadas com vida dos escombros. Uma estimativa da Organização das Nações Unidas indica que cerca de 50 mil pessoas ainda podem estar desaparecidas. Reportagem: Eliseu Caetano. A Polícia Civil do Distrito Federal concluiu a investigação sobre a arma apreendida em junho e não indiciou o ex-presidente Jair Bolsonaro. O relatório enviado ao Supremo Tribunal Federal aponta apenas o indiciamento do sargento do Exército Estácio Leite da Silva Filho por porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. Segundo a investigação, o militar teria transportado uma arma registrada em nome de Bolsonaro sem autorização formal e fora das regras previstas no Estatuto do Desarmamento. Em depoimento, Bolsonaro afirmou que o armamento permaneceu em sua residência após uma operação e alegou necessidade de proteção do local. Reportagem: Bruno Pinheiro. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Há 50 anos, a 27 de Junho de 1976, ocorreram as primeiras eleições presidenciais da democracia portuguesa. Foram eleições muito participadas, que deram uma vitória esmagadora ao general Ramalho EanesSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O Nacional das Acervas é o maior encontro da cerveja caseira brasileira, e a edição de 2026 aconteceu pela primeira vez no Centro-Oeste: Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Foram 439 amostras julgadas, 10 estados representados e uma nova liderança no movimento associativista que organiza e sustenta a cerveja caseira no país.Neste episódio, Henrique Boaventura conversa com Tiago Panda, organizador local e membro de quatro diretorias da Acerva Brasil, e com Jana Meirelles, nova presidenta da Acerva Brasil, sobre os bastidores do evento, os resultados do concurso e os planos da nova gestão para os próximos anos.O que você vai aprender:Por que o Nacional é mais que um concurso de cervejasOs números da edição 2026: estilos mais disputados, estados representados e vencedores do BossPor que o juiz pode (e às vezes deve) não atribuir medalhaQuem compõe a nova diretoria da Acerva Brasil e quais as prioridadesComo a Copa das Acervas funciona como a Champions League dos concursos estaduaisPor que mandar 4 garrafas por amostra pode salvar sua participaçãoCom Tiago Panda, organizador do Nacional das Acervas 2026, Acerva Mato Grosso do Sul.Com Jana Meirelles, nova presidenta da Acerva Brasil, Acerva Mineira.
Confira no Morning Show desta segunda-feira (29): O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL), que está em viagem na Argentina, afirmou neste domingo (28), em um evento conservador, “ter inveja” do país platino. Nós queremos saber, você tem inveja da Argentina? O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes irá decidir nesta quarta-feira (01) se a prisão domiciliar humanitária do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) será prorrogada. O prazo inicial para o cumprimento da pena em casa se encerrou no dia 25 de junho. Pesquisa Datafolha divulgada neste domingo (28) mostra que a maioria dos brasileiros não se lembra em quem votou para cargos legislativos nas eleições de 2022. Apenas 23% dos entrevistados afirmam recordar o voto para senador, deputado federal e deputado estadual, enquanto a lembrança aumenta quando o assunto é a escolha para presidente, citada por 85% dos eleitores. O presidente Lula (PT) lançou nesta segunda-feira (29) o programa “Desenrola Adimplentes” em conjunto com o ministro da Fazenda, Dario Durigan. O foco do programa é beneficiar os contribuintes que estão com as contas em dia, mas pagam juros mais altos, evitando endividamento. O prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião (União), barrou uma lei aprovada pelo legislativo municipal para a aplicação de multas para pessoas flagradas consumindo drogas ilícitas nas ruas da cidade. O projeto instituía multa de R$ 1.500 e eventual suspensão da multa em caso de adesão a um programa de tratamento de desintoxicação. Um novo tremor foi registrado por volta das 8h da manhã desta segunda-feira (29) na capital venezuelana, Caracas. O país segue lidando com os efeitos de dois terremotos que destruíram Caracas e La Guaira na quarta-feira (24). Segundo a imprensa local, o tremor mais recente foi de magnitude 4.2 e foi fortemente sentido pelos moradores. Os rodoviários do Rio de Janeiro deflagraram uma greve nesta segunda-feira (29), exigindo melhores salários e adesão do setor à escala 6x1. Foram registrados episódios de confusão entre grevistas e até de vandalismo de veículos. A Justiça permitiu a greve, mas exigiu que ao menos metade da frota estivesse em circulação. A SPTrans assumiu nesta quinta-feira (25) o controle das 50 linhas de ônibus operadas pela Transunião, após operação do Ministério Público que revelou que a empresa lavava dinheiro do Primeiro Comando da Capital, envolvendo inclusive o vereador Senival Moura (PT), que atuava como intermediário para a facção. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
O director de investigação no Instituto Pasteur, em Paris, o cientista português Eduardo Rocha, dedica-se ao estudo da evolução bacteriana, da diversidade genética e dos mecanismos que permitem às bactérias trocar informação genética entre si. Um trabalho fundamental para compreender um dos maiores desafios da saúde pública contemporânea: a resistência aos antibióticos. Entrevista realizada por Taíssa Stivanin. A investigação começa quase sempre pela leitura do genoma. Ou melhor, pela leitura de milhares de genomas. "As nossas análises, em geral, começam com a sequenciação de um genoma, ou de muitos genomas. As pessoas fazem amostragem de bactérias ou de elementos móveis que estão no ambiente, nos hospitais ou dentro dos indivíduos - nós temos muitas bactérias no nosso intestino. Depois sequencia-se o genoma, isto é, identifica-se a sequência de nucleótidos no ADN que vai estabelecer, por exemplo, os genes que estão presentes no genoma e quando vão ser expressos. É preciso perceber que o genoma de uma bactéria típica é um texto grande. Pode ter quatro milhões de letras, um milhão ou dez milhões, depende das bactérias. E é um texto escrito com um alfabeto de quatro letras, os quatro nucleótidos. O nosso objectivo é compreender o que está escrito nesse texto: identificar que genes estão presentes, que elementos regulam a sua presença e a sua expressão. E sobretudo compará-los para perceber como é que as bactérias evoluíram no passado e como poderão evoluir no futuro." O foco da equipa está precisamente nessa capacidade das bactérias para evoluírem. Uma evolução que, ao contrário do que acontece nos organismos mais complexos, pode ser observada em tempo real. "Tentamos perceber como é que as bactérias se adaptam. Elas conseguem adaptar-se muito rapidamente. Temos a ideia dos processos evolutivos como algo muito lento, mas nas bactérias, em parte porque se conseguem dividir muito rapidamente, estes processos podem ser extremamente rápidos, tão rápidos que os podemos observar no laboratório. Podemos fazer experiências em que vemos a evolução da bactéria. Em poucos dias, ela pode tornar-se resistente a antibióticos, perder virulência ou aumentar a virulência. E como agora podemos sequenciar genomas muito facilmente, conseguimos traçar exactamente quais foram as modificações nos genomas que levaram ao resultado final." Durante muito tempo, os cientistas pensaram que a evolução bacteriana resultava sobretudo de pequenas mutações. Mas a realidade revelou-se bastante mais complexa. "Se continuarmos na analogia do texto, é um bocado tentar perceber como é que as palavras mudaram. O que percebemos nos últimos vinte anos é que muitas das mudanças nos genomas não são pequenas mutações, não são palavras que mudaram. Na realidade, são frases, parágrafos ou até secções inteiras que mudaram completamente. Isso acontece porque as bactérias têm a capacidade de trocar genes com outras bactérias, adquirir genes de outras bactérias. E isso permite-lhes evoluir rapidamente. É isso que explica que há setenta anos praticamente todas as bactérias com as quais convivíamos fossem susceptíveis aos antibióticos e que hoje existam bactérias resistentes a quase todos os antibióticos conhecidos. Foram adquirindo estes genes e isso permitiu-lhes evoluir muitíssimo mais rápido." No Instituto Pasteur, a equipa de Eduardo Rocha procura reproduzir e observar estes fenómenos em condições controladas. Mas nem toda a investigação acontece em laboratório. Uma parte importante do trabalho passa pela análise de amostras recolhidas em hospitais ou em estudos clínicos. Um dos projectos recentes acompanhou pessoas saudáveis sujeitas a tratamento antibiótico. “Publicámos um estudo feito num hospital em França com vinte e duas pessoas saudáveis que tomavam dois tipos de antibióticos. Seguimos essas pessoas ao longo de vários meses para perceber o que acontecia à flora intestinal depois do tratamento. Porque ao tomarmos antibióticos, perturbamos as bactérias que estão na nossa flora intestinal e demora um certo tempo até o equilíbrio se voltar a estabelecer.” O estudo tinha uma aplicação clínica directa, mas permitiu também aprofundar uma questão central para o trabalho da equipa: o papel dos chamados elementos genéticos móveis. "Um dos aspectos que nos interessava era compreender como é que os elementos móveis das bactérias reagiam à presença de antibióticos. As bactérias tendem a transferir genes entre si e isso permite-lhes adaptar-se a novos desafios ou aproveitar novas oportunidades. Mas para que o ADN passe de um genoma para outro existem, na maior parte dos casos, elementos genéticos móveis que fazem essa transferência. É aí que se concentra actualmente a nossa equipa. Porque são esses elementos que vão determinar a capacidade das bactérias para se adaptarem. Mas também têm um lado egoísta. Cada vez que se replicam ou se transferem, impõem um custo à bactéria. Em alguns casos, esse custo pode mesmo levar à morte da bactéria. Existe portanto um equilíbrio delicado entre os benefícios que trazem e os custos que impõem." Esses elementos móveis funcionam como verdadeiros veículos de transporte genético. Alguns actuam através de vírus que infectam bactérias. Outros constroem pontes entre células vizinhas. Esses elementos móveis funcionam como verdadeiros veículos de transporte genético. Alguns actuam através de vírus que infectam bactérias, outros constroem pontes entre células vizinhas. E nos últimos anos, os investigadores descobriram ainda um novo nível de complexidade. "Percebemos que existe todo um zoológico de elementos móveis que utilizam outros elementos móveis para se transferirem. Temos agora duas camadas de complexidade: elementos móveis que utilizam a bactéria e elementos móveis que utilizam os elementos móveis que utilizam a bactéria. Estabelece-se uma relação a três entre a bactéria, o elemento móvel autónomo e um segundo tipo de elemento móvel que vai jogar com os outros dois elementos para se transferir. Mas o que nós constatámos é que muitos dos genes de resistência aos antibióticos estão neste segundo tipo de elementos móveis. Uma vez chegados à bactéria, são muito pouco custosos. Isso permite que a bactéria mantenha durante muito tempo os genes de resistência. É uma das razões pelas quais a resistência aos antibióticos não desaparece simplesmente quando deixamos de tomar os medicamentos. A resistência ficou estabilizada na bactéria."
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Dois terremotos de grande magnitude atingiram a Venezuela na noite da última quarta-feira (24). Foram os mais fortes em mais de 100 anos no país. E ainda: Taxista e passageiros escapam de assalto no Rio de Janeiro.
Foram precisos 13 anos de negociações para a União Europeia fechar um acordo sobre os direitos dos passageiros. Com a jornalista Ana Sanlez, explicamos o que muda e o que fica igual.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Foram precisos 13 anos de negociações para a União Europeia fechar um acordo sobre os direitos dos passageiros. Com a jornalista Ana Sanlez, explicamos o que muda e o que fica igual.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No dia 9 de junho, data em que se celebra o Dia Nacional de São José de Anchieta, a herança cultural e espiritual da Companhia de Jesus ganha um relevo ainda maior na compreensão da formação nacional. No século XVI, a Europa enfrentava profundas transformações decorrentes da Reforma Protestante. Como resposta a esse cenário, a Igreja Católica testemunhou o surgimento da Companhia de Jesus, ordem fundada por Inácio de Loyola que se destacou por sua vanguarda intelectual e missionária. Em março de 1549, sob a liderança do Padre Manuel da Nóbrega, a primeira comitiva de jesuítas desembarcou na Bahia junto à frota do governador-geral Tomé de Sousa. O objetivo da ordem expandia-se para além da administração colonial, visando lançar as fundações espirituais, educacionais e culturais da nova terra. Neste vídeo, analisamos o impacto duradouro das missões jesuíticas na construção do território e da cultura do Brasil. O conteúdo detalha a criação dos primeiros colégios, a organização dos aldeamentos indígenas e a pioneira sistematização da língua tupi por José de Anchieta. São abordados, também, os frequentes conflitos com os colonos e os bandeirantes decorrentes da oposição jesuíta à escravização dos povos nativos. Por fim, examina-se a ascensão do Marquês de Pombal e o decreto de 1759 que determinou a expulsão dos jesuítas e o confisco de seus bens, encerrando um dos capítulos mais determinantes da história nacional.
Depois de uma rodada inteira, como foram as estreias dos favoritos na primeira rodada da Copa? Fizemos o ranking com as melhores e as piores estreias das principais seleções da maior Copa do Mundo da história.SEJA MEMBRO! Seu apoio é fundamental para que o Meiocampo continue existindo e possa fazer mais. Seja membro aqui pelo Youtube! Se você ouve via podcast, clique no link na descrição para ser membro! https://www.youtube.com/channel/UCSKkF7ziXfmfjMxe9uhVyHw/joinNEWSLETTER! Nossa newsletter chega toda sexta aberta a todos com nossos textos sobre o que rolou na semana, e às terças com conteúdo apenas para assinantes: https://newsletter.meiocampo.net/Conheça o canal do Bonsa sobre Football Manager, BonsaFM: https://www.youtube.com/@BonsaFMConheça o canal do Lobo sobre games, o Próxima Fase: https://www.youtube.com/@Proxima_FaseConheça o canal de Leandro Iamin sobre a seleção brasileira, o Sarriá: https://www.youtube.com/@SarriaBrasil
Foram dias vivendo a magia de um jeito que nunca imaginamos e claro que trouxemos vocês para experienciar isso com a gente de pertinho. ✨
Doze anos após o início de um surto que transformou o mundo em um território dominado pelos mortos, ninguém sabe ao certo o que aconteceu. As grandes cidades ruíram primeiro, a internet desapareceu e as respostas foram enterradas junto com bilhões de pessoas. Agora, após a queda de mais uma pequena comunidade, um grupo de sobreviventes segue pela estrada com pouca comida, quase nenhuma munição e uma última esperança: rumores sobre um assentamento distante, escondido no interior, um lugar que talvez ainda ofereça segurança. Em um mundo onde comunidades desaparecem por fome, desgaste ou um único erro fatal, a jornada pode ser apenas o último capítulo de suas vidas… ou o começo de algo novo. Tema do Episódio: Zumbis, Festa Junina. Ajude esse projeto Apoia-se: https://apoia.se/rpguaxa Se quiser fazer uma pequena contribuição aleatória, nosso PIX é rpguaxa@gmail.com Contatos: E-MAIL: rpguaxa@gmail.com BlueSky do RPGuaxa: https://bsky.app/profile/rpguaxa.bsky.social Instagram do Guaxa: https://instagram.com/rpguaxa BlueSky do Guaxa: https://bsky.app/profile/marceloguaxinim.bsky.social Instagram do Guaxa: https://instagram.com/marceloguaxinim Assine o Feed! http://deviante.com.br/podcasts/rpguaxa/feed/ Se não esta achando no seu agregador cole esse link lá que ele acha! Assine o Feed! Expediente: Produção, Narração e Edição Final: Marcelo Guaxinim. Edição: Rafael Zorzal e Nate Jogadores do Episódio: Shelly, Jean, Rodrigo Bodas Música: “Ancient Winds” Kevin MacLeod (incompetech.com) Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ QUEM APOIA ESSE PROJETO: Aldo Caccavo, Aledson C. Carvalho, Alexandre Dotto, Alexandre Duarte, Alexandre Lopes Acioli Olegario, Alice Azevedo Gomes, Allan Felipe Rocha Penoni , Allan Outsuki, Allen da Costa Araujo, Amanda Cristina da Silva Martins, ANA BEATRIZ RIBEIRO, Ana Paula Ruhe, Anderson Key Saito, Andre Bomfim , Andrey Andrade de Lima, Anthony Mikail Cuco, ANTONIO CARLOS , Ariane Thiele , Arthur Accioly Pereira , Augusto Cesar de Sant’Ana Rodrigues , Beatriz Valério, Boanerge Phoenix-Draco Jerônimo, Breno Resende , BRUNA PLANK , Bruno Ishimoto , Bruno Saito , Bryan Macêdo de Brito , Caio Guilherme Dutra , Caio Lourencio , CALISTA JUBILEE (A HISTORIADORA) , CaroIina Martins , Carolina Lopes Perez, Cassiano Simões , Christian Alef Almeida Silva , Clecius Alexandre Duran , Cristiano Souza , Daniel Gracias dos Santos Vieira , Danielle Golebiowski Ren , Davi Mascote Domingues , David Koltun , David Picoli Dorigon , Débora Mazetto , Diego Martins , Diego Ribeiro , Dimas Sewaybricker , Domenica Mendes , DOUGLAS FERREIRA NAZARETH , Eder Felipe Moreira da Silva , Edinam Luis , Edson José de Oliveira Neto , Eduardo Dias Defreyn , Eduardo Railton A S Silva , Ejoyce Nogueira Braga , Elcio Cezario Sanches Junior , Elisnei Menezes de Oliveira , Esron Dtamar da Silva , Eugênio Luiz , Evandro Alves Torquato Filho , Evandro Rafael Saracino , Everton Torres , Ewylla Sayonara de Almeida Santos , Fabíola Belo do Nascimento , Felipe Augusto de Oliveira , Felipe Corá , Felipe Nelli , Felipe Santana da Silva , Felipe Viana Alves, FILIPE MOTA , Filipe Peduzzi , Fran Aquino , Francisca Edyr Xavier , GABRIEL BALARDINO BOGADO FARIA , Gabriella Almenteiro Ventura , Gilles de Azevedo , Giovanna Ryss , Guilherme Luiz Klug , Gustavo Assi , GUSTAVO GUIDOLIM LOPES , Gustavo Martinez , Gustavo Pires , Heitor Alencar Moraes , Heloisa Saraiva Frank , Henrico Reis Barbosa, Henrique Dairiki da Silva , Hugo de Araújo Araújo , Hygor Lisboa , Ibrahim Mattus Neto , Ike Bunny , Iuriy Makohim Kozelinski , Izabela Vitoria Gonzaga de Moura, Jean Gustavo da Silva Macedo , Jessica Loyana Teles , Jéssica Mendes , João Fernando Mari , JOÃO PEDRO , JOÃO VITOR BISPO GALVÃO , JONATAN LACERDA ROSANTE , Jonathas Barreto Pessoa Silva , Jorge Marcos dos Santos Silva, José Garcia Ribas Filho, José Carlos Lisbôa Recarey Eiras , José Luiz Muniz Florentino , JOSE SERGIO SILVA , JUNIOR CARVALHO , JuuLenah, Karol Moura , Kempes Jacinto , Lauriene Renata de Moura , Leandro Menezes de Sousa , Leiz Nunes , LEONARDO SOUZA , Leonidas Lopes Filho , LUCAS COQUENÃO, Luckas Taleikis Prilip , Luis Edvaldo Correa , Luis Felipe Brito Herdy , Luiz Carlos , Luiz Guilherme Rizzatto Zucchi , Maíra Carneiro Silva , MARCEL MONTEIRO DE OLIVEIRA, marcela porcaro rausch , Marcelo Albuquerque , Marcelo Duarte Machado , Marcelo Santana do Amaral , Marcos Nascimento , Marcos Werley Neves Ferreira , Mariana Bocorny, Mariana Rodrigues , Mariane Domingos Silvestre , Marina Melo Pires , Matheus Ferreira , Mattheus Belo , Mauro Vasconcellos , Maxwell Rocha Santos , MAYSA SIGOLI , Michelle Mantovani, Moisés Almeida , Moises Ferreira Dias , MW-PLAYS , Natalia Blinke , Naus do Arquivo , Nicolas Francelino , Nicolas Vieira Lima , Nina Peta, Patrick Buchmann , PAULA E D PIVA , PEDRO CASTRO MARTINS , Pedro Henrique Barboza Alves , PEDRO LEANDRO LOPES DA SILVA , Pedro Lucas Mendes Peron , Pipoca , Press Start Cast , Priscila Franco de Oliveira , Rafael 47 , Rafael Alves Corradi , Rafael Antonio Batistela Macedo , Rafael Antonio Da Rosa , Rafael da Rocha , Rafael de Souza Garcia , Rafael Pereira , Rafael Silva Andrade , RAFAELA MALECHESK , RAFAELA RANGEL , Raphael do Nascimento Prado , RAQUEL ARAUJO DA SILVA , Rebel Bia , Renato Bordenousky Filho , Renato Campos , Rhanyere da Mata , Ricardo Maggessi , Ricardo Nespoli , RICARDO RODRIGUES , Richard Valdi Regis Rocha , Roberto Rodrigues , Roberto Vieira Rezende , Rodrigo Basso , Rodrigo Figueiredo , Rodrigo Miranda , Rodrigo Prestes , Rodrigo Soares Azevedo , Rodrigo Tiago Mendonça , Sandro D Annunciação , SARA PEREIRA DA SILVA BARBOZA , Stefanye mantovan , Stenio Vinicios de Medeiros , Tahlla Slade , Taissa Muniz Almeida , Tania de Arruda Fernandes , Tarinê Cortina Poeta Castilho da Silva , Tati Kafka Ricarto , Thais Jucá Avelar , Thalita Cecilier , Thamires Castro , THIAGO BRUNO DE SOUSA SILVA , Thiago de Souza , Thiago Kesley de Barros Silva , Victor Hugo Marques Stoppa, Victor Manoel Mondaini de Souza Sena Sampaio , VICTOR PESSOA , VINÍCIUS BATISTA, VINICIUS DEGRECCI MENDES DA SILVA, Vinícius S. 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Aos 32 anos, Evandro viu sua vida mudar de forma repentina: o cabeleireiro que sonhava em ter o próprio salão passou a depender de cuidados diários após um AVC grave. Mas, para Anderson, o amor que construíram juntos nunca coube dentro de um diagnóstico. Anderson e Evandro se conheceram pela internet. Em poucos meses já dividiam a mesma casa, os mesmos planos e o sonho de empreender juntos. Com o passar dos anos, tornaram-se família um para o outro. No segundo semestre de 2023, começaram as dores de cabeça de Evandro. Eles não sabiam, mas eram sinais de que algo estava errado.Na segunda-feira de Carnaval de 2024, Anderson foi visitar a família em outra cidade e quando voltou, encontrou Evandro apoiado na pia do banheiro, pedindo ajuda porque já não sentia as pernas. Horas depois, ele estava inconsciente no hospital.Foram dias de incerteza, até que em um breve momento de esperança, Evandro voltou a falar. E, logo depois, a notícia que mudaria tudo: ele havia sofrido um AVC.Foram quase cinquenta dias de UTI até que os médicos falaram em cuidados paliativos. Anderson imaginou que estava se despedindo. Em vez disso, precisou aprender a cuidar. Aprendeu a aspirar a traqueostomia, adaptar a casa e reorganizar toda a vida.Em meio à rotina do hospital, uma pergunta mal feita atravessou Anderson. Um médico quis saber onde estava a família de Evandro. Por um instante, ele percebeu tudo o que haviam construído juntos, e respondeu que a família estava ali. Nos seus irmãos, nas cunhadas, na sua mãe que não saía do seu lado, sobretudo na sua presença também. Porque, depois de tantos anos compartilhando a vida, Anderson não era, nem nunca foi um simples companheiro. Ele é a família do Evandro.Atualmente, o quadro do Evandro é bastante complexo. Ele se comunica por olhares, expressões e pequenos sinais que só quem ama aprende a traduzir. E Anderson aprendeu que cuidar não é abandonar a própria vida, mas encontrar novas formas de compartilhá-la.Porque o caminho não ficou mais fácil, só ficou mais leve. E, às vezes, o amor não cura, no sentido que a gente acredita que seja a cura, mas permanece. E permanecer, em certos momentos, é o gesto mais bonito que existe.
No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos Neide e Luiz, mãe e filho que viraram sócios no digital e hoje somam mais de R$2,5 milhões faturados, incluindo R$1,5 milhão em um único lançamento no mercado americano.A história começa em Juazeiro do Norte, no Ceará. Mariatrabalhou desde os 12 anos como empregada doméstica, passou por comércio, restaurante, vendas de bolsa, bijuteria e foi representante de marca de sandália no interior do Ceará. Em julho de 2023, aos 56 anos, descobriu o marketing digital. Quando chegou em casa animada para contar ao filho, Luizachou que era golpe. Levou três meses para convencê-lo.Para investir no mercado sem dinheiro, venderam o quetinham: liquidificador, televisão, cama, poltrona. Foram all-in sem garantia nenhuma. Levaram 6 meses para fazer a primeira venda. Mudaram de cidade. E foram.Hoje moram em Florianópolis, nos Ingleses, perto da praia.Ensinam outras pessoas a garimpar e lançar produtos no mercado americano usando Google Fundo de Funil, uma estratégia que os brasileiros quase não conhecem e que eles chamam de mar azul.No Kiwicast, eles falaram sobre:● Como venderam os móveis de casa para investir no digital sem nenhuma garantia● Por que Luiz achou que era golpe e o que o fez mudar de ideia● Como funciona o método de lançamento no mercado americano● Por que o Google Fundo de Funil ainda é mar azul para produtores brasileiros● O que separa quem destrava de quem fica parado entre os mais de 1.000 alunosAprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify
Muitas mulheres temem que a maternidade lhes tire a liberdade e dificulte a construção de uma carreira. Mas e se, para algumas, ela fosse justamente o impulso que faltava?Marília é casada com um diplomata e mãe da Pina, que nasceu em Tel Aviv há seis anos. Desde então, a família já passou por São Paulo, Brasília, Orlando e agora, Londres. Foram seis escolas para Pina e quase seis vidas para Marília.Marília fala aqui da gestação em Jerusalém, das mudanças e conta como nunca deixou de perseguir o seu desejo mais íntimo.Movida pelo modelo de mãe que queria ser, Marília voltou a atuar e abriu a livraria Plato, em Brasília — uma cidade que não era dela nem do marido, mas que viria a se tornar o ponto de retorno da família.Com muita honestidade sobre suas escolhas, ela fala da vida dividida entre Brasília e Londres, onde hoje vivem o marido e a filha.Assim, longe de afastá-la da realização pessoal, a maternidade lhe deu chão e abriu caminhos. Como entender isso?Talvez porque para se tornar quem se é, é preciso antes se autorizar. E, para algumas mulheres, a maternidade pode ser justamente essa autorização fundamental: aquela a partir da qual todo o resto começa a fluir.Obrigada, Marília, por nos lembrar que não existe uma única forma de ser mãe e que cada mulher inventa o seu próprio caminho.
Gabriel Martins (@caradossports) e João Eduardo Dutra (@duca_JE) fizeram Top 5 com temas surpresaEntre no grupo do Cara dos Sports no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/DBCkiq0Gg397h0kgRjzrVoApoie o Podcast Cara dos Sports e tenha acesso a conteúdos exclusivos: https://caradossports.com.br/Se torne membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UCZ3MkOrQx7444pm7tSZ-10Q/join
António José Seguro já segue as pisadas de Marcelo, mas só nas selfies. Enquanto isso, nova lei de aprender a conduzir com os pais ou avós pode acabar com escolas de condução e aumentar os acidentes?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Send us Fan MailBem-vindos ao Episódio 80! Neste Journal Club, percorremos quatro estudos recentes que ampliam nossa compreensão sobre o cuidado ao prematuro — da sala de parto à vida adulta jovem.1. Transition to Adulthood for Extremely Preterm Survivors - https://publications.aap.org/pediatrics/article/153/1/e2022060119/196245/Transition-to-Adulthood-for-Extremely-Preterm?autologincheck=redirected2. Growth and safety evaluation in very low birth weight infants receiving an exclusive human milk diet: a phase III randomized control trial in Japan - https://www.nature.com/articles/s41372-026-02695-w3. Cerebral Oximetry–Guided Treatment and Cerebral Oxygenation in Extremely Preterm Infants: A Randomized Clinical Trial - https://jamanetwork.com/journals/jamanetworkopen/fullarticle/2844666?utm_campaign=articlePDF&utm_medium=articlePDFlink&utm_source=articlePDF&utm_content=jamanetworkopen.2025.57620#google_vignette4. Apgar Score Plus Umbilical Artery pH and Adverse Neonatal Outcomes in Very Preterm Infants - https://jamanetwork.com/journals/jamanetworkopen/fullarticle/2844714?utm_campaign=articlePDF&utm_medium=articlePDFlink&utm_source=articlePDF&utm_content=jamanetworkopen.2025.57913Quatro perguntas diferentes, uma mesma direção: cuidar melhor, com mais precisão e mais evidência. Não esqueça: você pode ter acesso aos artigos do nosso Journal Club no nosso site: https://www.the-incubator.org/podcast-1Lembrando que o Podcast está no Instagram, @incubadora.podcast, onde a gente posta as figuras e tabelas de alguns artigos. Se estiver gostando do nosso Podcast, por favor dedique um pouquinho do seu tempo para deixar sua avaliação no seu aplicativo favorito e compartilhe com seus colegas. Isso é importante para a gente poder continuar produzindo os episódios. O nosso objetivo é democratizar a informação.Se quiser entrar em contato, nos mandar sugestões, comentários, críticas e elogios, manda um e-mail pra gente: incubadora@the-incubator.orgEvidência, cuidado e contexto brasileiro - esse é o nosso roteiro.
Desde criança a Melina sonhava em ser mãe. Aos 15 anos conheceu o Carlos e viveu uma história intensa até o casamento. Eles queriam um filho, mas depois de alguns exames, Melina teria que apelar pela fertilização in vitro. Foram 18 óvulos, mas ela teve ascite e hiperestimulação ovariana que quase tirou a sua vida. Ao todo, foram 7 anos de tentativas e frustrações por não conseguir realizar o seu sonho. Em 2021, eles entraram na fila de adoção e 3 anos depois, eles adoraram o Yuri. Foram 15 anos de espera, mas hoje ela vê que tudo tem o seu tempo. Apesar de anos de dor, seu maior sonho se realizou no momento certo.
Neste segundo episódio extra de maio, finalmente fizemos o aguardado react da obra hot conservadora Tudo Pela Luxúria, da Dinastia Lancaster, com participação especial de Mulher Tamarindo. Foram mais de duas horas de leitura, comentários, reações e surpresas incríveis! Assista a nossa transmissão no Youtube:https://www.youtube.com/live/mfda_Twn-iA APOIE financeiramente a continuidade do MIDCast: - Apoia.se : https://apoia.se/midcast - Chave PIX : podcastmid@gmail.com # COMPRE produtos na lojinha do MIDCast: colab55.com/@midcast # CANAL do MIDCast Política no WhatsApp: bit.ly/midcast-zap # GRUPO dos ouvintes no Telegram: bit.ly/midcastgrupo # LISTA de paródias do MIDCast: bit.ly/parodiasmidcast PARTICIPANTES: ------------------ Anna Raissa - https://bsky.app/profile/annarraissa.bsky.social Diego Squinello - https://bsky.app/profile/diegosquinello.bsky.social Mulher Tamarindo - https://bsky.app/profile/mulhertamarindo.bsky.social Rodrigo Hipólito - https://bsky.app/profile/rodrigohipolito.bsky.social Thais Kisuki - https://bsky.app/profile/thaiskisuki.bsky.social Victor Sousa - https://bsky.app/profile/vgsousa.bsky.social
Foram divulgados centenas de documentos inéditos sobre OVNIs e vida extraterrestre. Mas será que há mesmo vida fora da Terra? É disso que vamos falar neste Crime e Castigo, um podcast com o Paulo João Santos e Rui Godinho, moderado por Rita Fernandes Batista e editado por Nuno Carvalho.
Aos 33 anos, o Vinícius tomou um susto quando o que parecia ser apenas uma crise de gota revelou algo muito maior. Seus rins já não funcionavam como deveriam, e metade da função estava perdida. Junto com o diagnóstico, veio um medo que ele nunca tinha sentido antes, que era a sensação constante de que podia morrer, já que em determinado momento ele passou a precisar de um transplante de rim.Por sorte, Vinicius sempre teve muito acolhimento da família e também dos amigos, como o Thiago e a Xaxá. Foi numa ligação despretensiosa com a Xaxá, que ele ouviu que se fosse preciso, o amigo doaria um rim. Mas isso soou apenas como um apoio moral, até porque até ali ninguém sabia da seriedade da sua doença. O tempo passou, a doença do Vinicius avançou e ele seguiu em silêncio, carregando a certeza de que não podia pedir um rim pra ninguém. Até que, numa conversa com os amigos, ele mencionou que precisaria do transplante. E, como se fosse a coisa mais natural do mundo, Thiago e Xaxa compartilharam seus tipos sanguíneos. Como quem diz: “Sou um possível doador”.Foi nesse momento que tudo mudou.O que antes era impensável se tornou real, mas aceitar que alguém fizesse isso também doía porque receber um gesto desses carrega uma enorme responsabilidadeMas os amigos estavam junto com o Vinicius, e não voltariam atrás. Foram fazer os exames para saber qual dos dois era o doador perfeito, e o escolhido foi o Thiago.Xaxa, apesar de não se tornar doadora, não ficou de fora. Criaram um grupo dos três e ela era a mãezona que sustentava, cuidava e permanecia ali para não deixar as ansiedades consumirem os dois.Antes da cirurgia, Vinícius, que é ator e músico, sentia como se estivesse prestes a entrar em cena. Ansioso, mas pronto. Sabia que precisava daquilo para continuar.E deu certo!E, no fim, não era só um transplante, mas um chamado para o SIM. O gesto dos amigos, a responsabilidade de Vinicius, tudo isso revela muito sobre amizade, mas também sobre algo muito simples e raro: um ser humano disposto a dar vida a outro.
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Futebol, informação, humor, opinião e corneta! Um programa de debate sobre tudo que envolve futebol de um jeito descontraído e animado. Veja muito mais no YouTube
“Nunca desista do seu sonho”. Ana Lúcia Silva, carioca de família paraibana, transformou mais de duas décadas de dedicação à dança em uma conquista rara na Austrália: a residência permanente com o visto Global Talent. Foram quase seis anos de espera entre a aplicação e a aprovação final. Aqui, aos 43 anos, a dançarina, coreógrafa e professora conta como a versatilidade na dança, a paixão por ritmos do Norte e Nordeste brasileiro e o impacto social do seu trabalho foram fundamentais para esse marco na sua trajetória.
Sérgio Martins é jornalista e crítico musical. Ele apresenta a coluna Conversas Musicais às 3ªs, 8h, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (04): O presidente Luiz Inácio Lula da Silva inicia a semana com reuniões de emergência com ministros para enfrentar uma crise política, agravada por derrotas recentes no Congresso Nacional. A expectativa entre aliados é reorganizar a base governista e definir novas estratégias para recuperar apoio e estabilidade no cenário político. O governo de Ronaldo Caiado é aprovado por 84% dos eleitores em Goiás, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada na última quinta-feira (30). De acordo com o levantamento, 11% desaprovam a gestão, enquanto 5% dos entrevistados não souberam ou não quiseram opinar, indicando um alto índice de popularidade do governador no estado. O Pix passou por atualizações importantes em 2026 após novas regras estabelecidas pelo Banco Central entrarem em vigor, principalmente a partir de fevereiro. As mudanças têm como objetivo aumentar a segurança das transações e agilizar a recuperação de valores em casos de fraudes, reforçando a proteção dos usuários do sistema de pagamentos instantâneos. O secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, afirmou que os países europeus “ouviram” o recado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a guerra com o Irã e a necessidade de maior compromisso com a defesa. A declaração ocorre após Washington anunciar a retirada de cerca de 5 mil tropas da Alemanha, aumentando a pressão sobre os aliados. Segundo Rutte, os europeus reconhecem a insatisfação americana e já começam a dar sinais de maior envolvimento nas questões de segurança e defesa. A desaprovação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, atingiu um nível recorde, segundo pesquisa Washington Post-ABC News-Ipsos divulgada neste domingo (03). O levantamento aponta insatisfação crescente dos americanos com a condução da guerra com o Irã e outras questões importantes. De acordo com os dados, 62% desaprovam o governo, enquanto 37% aprovam. O governo federal lança nesta segunda-feira (4) o Novo Desenrola Brasil, um pacote de medidas voltado à redução do endividamento da população. Segundo o Banco Central, cerca de 117 milhões de brasileiros tinham dívidas com instituições financeiras no fim de 2024. O programa permitirá a renegociação de débitos como cartão de crédito, cheque especial, crédito pessoal e Fies, após articulação entre o governo e o setor financeiro. A iniciativa busca facilitar acordos e aliviar a situação financeira de milhões de consumidores no país. O Irã afirmou ter impedido a entrada de um navio de guerra dos Estados Unidos no Estreito de Ormuz nesta segunda-feira (04), em meio à escalada de tensões no Oriente Médio. Segundo autoridades iranianas, a embarcação teria ignorado alertas e acabou sendo atingida por mísseis nas proximidades da ilha de Jask. O episódio ocorre no mesmo dia em que o governo de Donald Trump prometeu iniciar uma operação para escoltar navios na região, aumentando o risco de novos confrontos em uma das rotas marítimas mais estratégicas do mundo. O debate sobre o fim da escala 6x1 ganha força no Congresso Nacional e levanta discussões sobre impactos na economia e no mercado de trabalho. Para analisar o tema, a Jovem Pan entrevista o deputado federal Alex Manente (Cidadania), que comenta os possíveis efeitos da proposta e os desafios para sua implementação. O estado de São Paulo registrou aumento significativo nos casos de feminicídio no primeiro trimestre de 2026, segundo dados da Secretaria da Segurança Pública. Foram 86 feminicídios no período, o maior número da série histórica para os primeiros meses do ano, com uma mulher morta a cada 25 horas. O crescimento representa alta de 41% em relação a 2025 e acompanha uma tendência nacional, mas em ritmo mais acelerado no estado. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
No Mundo Freak Confidencial de hoje, revisitamos o Caso Varginha por um ângulo muito menos confortável e muito mais estranho: as hipóteses esotéricas, espirituais e interdimensionais que rondam um dos episódios mais famosos da ufologia brasileira.Ao lado de Rony Vernet e Antônio Fagundes, a conversa mergulha em uma linha de investigação que cruza relatos antigos da região, criaturas de olhos vermelhos, folclore local, fenômenos paranormais, ritualística, memória contaminada, narrativas ufológicas cristalizadas ao longo dos anos e a figura enigmática de Zé Gomes, personagem cercado por histórias de magia, medo e influência em Varginha.Falamos sobre como certas testemunhas e versões do caso podem ter sido moldadas com o tempo, sobre a hipótese de que o fenômeno não seja necessariamente extraterrestre no sentido clássico, e sobre a possibilidade de que o caso Varginha seja muito mais próximo de uma história de terror, de criptozoologia ou de manifestação interdimensional do que de uma simples “nave com ETs”.Se você gosta de Caso Varginha, ufologia brasileira, mistérios do Brasil, sobrenatural, esoterismo, fenômenos paranormais, criptozoologia, teorias sobre entidades, investigações de campo e histórias em que a realidade parece ficar cada vez mais escorregadia, esse episódio é para você.▶ Assista até o fim para acompanhar essa investigação completa.