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Água é crise ou direito?
| 08/03/2026 | 2 Coríntios 5.7 | Série ELE AINDA AGE | Pr. Roberto Barbosa | @igrejaplenario
A autora, diretora e atriz brasileira Viviane Dias vem despertando o interesse dos estudantes da Universidade Paris 8 com um curso acadêmico dedicado ao teatro brasileiro. A partir de figuras do teatro nacional, das ressonâncias modernistas e de referenciais decoloniais, ela apresenta a inventividade da cena paulista a alunos que pouco conhecem da riqueza cultural do país. Em sua segunda edição, a formação voltou a lotar rapidamente as 40 vagas disponíveis e deve permanecer na grade universitária no próximo ano letivo, fortalecendo o intercâmbio artístico entre o Brasil e a Europa. O curso integra o Departamento de Artes, Filosofia e Estética da Universidade Paris 8 e reúne estudantes de teatro, cinema, artes plásticas e filosofia. Para Viviane Dias, a iniciativa surgiu do desejo de apresentar aos jovens franceses outras referências para além do repertório europeu tradicional. “A gente fala das invenções do Teatro de São Paulo, das invenções de linguagem”, explica. “Fazemos um caminho que começa desde o modernismo, nesse primeiro momento em que se buscou uma arte emancipada da Europa. Em que foram formuladas questões mais próprias da cultura brasileira. Seguimos até o momento em que essas ideias acabaram se materializando na cena por meio do José Celso e do Teatro Oficina, que é uma grande referência, e que oferecem uma cena completamente diferente do que eles estão habituados a ver.” Segundo a professora, muitos alunos buscam o curso justamente porque sentem “saturação” de referências tradicionais e precisam de novos estímulos. “Normalmente, eles vêm de formações muito logocêntricas. Tento deslocar um pouquinho essa percepção”, conta. Perspectiva decolonial e o ensino do Sul Global A professora ressalta que compreender melhor a produção do Sul Global é fundamental para jovens que, no futuro, atuarão em novas cenas culturais da Europa. Nesse sentido, autores como o contemporâneo Ailton Krenak, o modernista Oswald de Andrade e artistas como Tarsila do Amaral têm gerado grande interesse entre os estudantes. “Eles têm poucas referências sobre o Brasil, e quando têm, é muito raso, às vezes o clichê do Brasil, do carnaval”, afirma. “É importante falar do Brasil e mostrar que a gente é ótimo para fazer festa, mas a gente também é excelente em fazer teatro, cinema e artes visuais. Além disso, a gente produz pensamento, que é muito interessante e pode nos ajudar a pensar melhor o século 21”, afirma Viviane Dias. Alunos veem o curso como abertura de horizontes Entre os inscritos está Kayij Baku‑Carlos, de 18 anos, estudante de Cinema e francês de origem angolana. Ele considera essencial compreender outras tradições artísticas para construir sua identidade profissional. “Aqui na França, muitas vezes, quando aprendemos História na escola recebemos, inevitavelmente, um ponto de vista mais eurocêntrico e francocêntrico”, diz. “Na universidade, somos expostos a diferentes percursos culturais ligados à arte de vários países. Preciso ampliar meu olhar e entender como esse trabalho é feito em outros lugares. Como sou angolano por parte de pai, pensei que o curso poderia me ajudar a compreender melhor uma parte da minha cultura e da minha herança lusófona, de um país PALOP”, conclui o jovem. Para Ryod Caldas, de 19 anos, estudante de Teatro, o impacto é semelhante: “Quase nunca vemos o que acontece fora do nosso próprio país. Geralmente ouvimos falar de Shakespeare e dramaturgos europeus. Explorar outras referências amplia nossa visão e nossas inspirações”. A única brasileira da turma, Mayara Marçal, de 25 anos, destaca a importância de mostrar à universidade que há interesse por temas ligados ao Brasil e a outros continentes. “Aqui a gente costuma estudar muito autores franceses. Quando vi que tinha um curso na grade curricular ministrado por uma professora brasileira, um curso de descolonização do teatro, eu achei incrível! É uma forma de mostrar para a universidade que a gente se interessa por professores de outros países, por aulas que falem sobre arte de outros continentes, não só da França”. Um curso em Paris e São Paulo ao mesmo tempo O alcance do trabalho fez com que a formação chamasse a atenção da pós-graduação em Artes Cênicas da USP. Com isso, o curso será oferecido simultaneamente na Universidade Paris 8 e na ECA‑USP, em parceria com o professor Ferdinando Martins – algo inédito, segundo Viviane. “É a primeira vez que um curso dedicado às invenções cênicas brasileiras contemporâneas é oferecido ao mesmo tempo em uma universidade parisiense e na USP”, afirma. Para ela, essa articulação reflete um espírito do século 21 de ampliação de caminhos possíveis e inovadores para a educação. “Vivemos entre mundos e espaços, mas ainda somos muito caretas na nossa maneira de pensar processos pedagógicos. Espero que eu possa fazer mais pontes entre as coisas do Brasil e daqui. Eu também faço uma pesquisa de criação. Eu sou uma artista e pesquisadora. As duas coisas são importantes e andam juntas na minha vida”, conclui Viviane Dias.
É um dos criadores mais incontornáveis e relevantes dos palcos e do cinema e há muito que se dedica a contar as histórias das pessoas e comunidades que não têm voz, as encostadas à parede, ou apontadas como o inimigo pelos extremistas do costume. Esta conversa parte do processo criativo da sua nova peça “Um inimigo do Povo”, a partir da obra homónima de Ibsen, que nesta sua versão reflete sobre algumas das grandes rachas sociais da sociedade, e que estará em cena de 12 a 15 de março no CCB, em Lisboa. Ouçam-no nesta primeira parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas” de Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A correria é a distração mais comum do nosso tempo.Vivemos ocupados, mas não necessariamente realizados e satisfeitos com aquilo que realizamos. Fazemos muitas coisas, mas negligenciamos o essencial. Na casa de Marta, Jesus estava presente, ensinando, oferecendo Sua companhia. MasMarta estava tão ocupada servindo que perdeu a chance de estar com Ele.Maria escolheu a boa parte: parar, sentar-se e ouvir.O perigo da correria não está no trabalho ou no serviço em si, mas em permitir que o urgente substitua o importante. Marta estava fazendo coisas boas, necessárias, mas se distraiu do melhor. Jesus não condenou seu trabalho, mas alertou sobre aagitação que rouba a presença. Nesta mensagem, vamos aprender a discernir entre ocupação e propósito, entre estar ocupado e estar presente, entre uma vida cheia de afazeres e uma vida aos pés de Jesus.
Esta semana falámos sobre algo que quase todos nós sentimos, mas nem sempre dizemos em voz alta: a sensação de não sermos vistos.Vivemos todos os dias a fazer pequenas coisas — arrumar a casa, trabalhar, estudar, cuidar dos outros, resolver problemas — e muitas dessas coisas passam despercebidas. Entramos numa espécie de roda da vida. Corremos para cumprir responsabilidades, para corresponder às expectativas, para agradar. Muitas vezes tentamos ser aquilo que os outros precisam que sejamos. Mas, no meio disso tudo, esquecemo-nos de algo essencial: sentirmo-nos valorizados e agradecidos.E não é só sobre os outros não nos verem. Às vezes, também nós não vemos os outros.Vivemos na mesma casa, partilhamos o mesmo espaço, mas cada pessoa vive uma realidade diferente. Cada um carrega preocupações, medos, sonhos e cansaços que nem sempre são visíveis. Duas pessoas podem estar lado a lado no sofá e, ainda assim, estar a viver mundos completamente distintos por dentro.Precisamos de aprender a reconhecer as pequenas coisas. Um “obrigado”. Um “eu reparei”. Um “sei que não tem sido fácil”. Pequenas frases que podem mudar o dia — e até o peso que alguém carrega.Talvez possamos começar hoje. Olhar com mais atenção. Ouvir com mais presença. E lembrar-nos que, mesmo vivendo na mesma casa, cada pessoa vive uma história diferente.Se sentires que este episódio pode tocar alguém que conheces, partilha. Às vezes, uma simples partilha pode fazer toda a diferença.Obrigada por estares desse lado, até ao próximo episódio! INSTAGRAM @avidaacontece.podcasthttp://instagram.com/avidaacontece.podcastQueremos agradecer ao Rodrigo e Filipe Pessoa Jorge por criarem a música do nosso podcast. Só se ouve uma pequena parte mas podem ver a jam session completa aqui http://youtu.be/8y57aAud__Iĺ
Vivemos tempos de guerra, crise e instabilidade constante. Mas como manter a calma quando o mundo parece em alerta permanente? Neste episódio, converso com Liane Pinto, psicóloga, especialista em trauma coletivo e Professora na Escola Somatic em Portugal, com mais de 35 anos de experiência no trabalho com o sistema nervoso e a renegociação traumática. Como distinguir informação de ameaça? Como não sermos arrastados pelo pânico coletivo? E o que pode cada um de nós fazer para não viver em estado de guerra interior? Uma conversa prática, profunda e urgente.Subscreve o canal Somos Infinitos para continuares a aprender como viver com mais consciência.Sabe mais sobre a Escola Somatic aqui.
Você já sentiu que o casamento, às vezes, parece um "contrato de consumo"? Aquela sensação de que, enquanto o outro me faz feliz e supre minhas necessidades, eu fico; mas se o "produto" apresenta defeitos, eu troco? Vivemos na era dos relacionamentos descartáveis, buscando uma "alma gêmea" mágica que resolva todos os nossos problemas sem exigir que mudemos nossos próprios defeitos. Mas e se o objetivo do casamento for algo muito maior do que apenas a sua felicidade imediata?Nessa mensagem, mergulhamos em um dos textos mais profundos da história sobre o tema: Efésios 5. Vamos descobrir que o casamento não é uma prisão, nem um contrato de conveniência, mas uma amizade espiritual profunda. É uma parceria de destino onde duas pessoas decidem ajudar uma à outra a se tornarem a melhor versão que Deus planejou. O casamento é o "polidor de pedras" que Deus usa para moldar nosso caráter e nos mostrar que somos amados mesmo quando somos plenamente conhecidos.Seja você solteiro, casado, divorciado ou alguém que tem pavor de relacionamentos, esta mensagem vai mudar a sua perspectiva. Entenda por que o sexo é mais do que prazer físico, por que a prioridade do seu parceiro vem antes de tudo e como encontrar em Jesus o amor que nenhum ser humano pode oferecer.VEM COM A GENTE!O vídeo dessa mensagem está disponível também no nosso canal do Youtube: https://youtu.be/1WCnsB7kPW4Para acompanhar tudo o que está acontecendo no Luzeiro, acesse nosso site! https://somosluzeiro.com.brSe quiser contribuir com a gente, a chave PIX é contato@somosluzeiro.com.br, e os outros dados para contribuições estão disponíveis neste link: https://qrfacil.me/QCl5ZuEZ #somosluzeiro
Há algo de paradoxal no nosso tempo. Vivemos rodeados de respostas — motores de busca, enciclopédias online, assistentes virtuais — e, no entanto, nunca foi tão urgente aprender a fazer as perguntas certas. A inteligência artificial generativa veio mudar as regras do jogo: não basta ter acesso à informação. O que conta, agora, é saber pedi-la.
Neste episódio do Podcast de Vendas do Diego Maia, você vai ouvir uma verdade que pode incomodar, mas pode transformar completamente sua performance comercial:Trabalhar muito não é mérito. Resultado é.Vivemos em uma cultura que romantiza o cansaço. Aplaude quem trabalha 14 horas por dia. Exalta quem vive ocupado. Mas o mercado não paga esforço. O mercado paga entrega. Não paga horas. Paga impacto.Neste episódio provocativo e direto ao ponto, Diego Maia, considerado pelo Google o palestrante de vendas mais contratado do Brasil, autor de 8 livros sobre vendas e liderança e CEO da CDPV, Companhia de Palestras (uma das principais agências de palestrantes do país), desmonta o mito de que esforço excessivo é sinônimo de sucesso.Você vai entender por que estar ocupado não significa ser produtivo. Vai aprender técnicas práticas para aumentar sua performance comercial e transformar trabalho em resultado real.Entre os temas abordados neste podcast para vendedores:• A diferença entre esforço e performance• Como substituir lista de tarefas por metas de impacto• A regra dos 3 movimentos comerciais diários• Como medir sua taxa de conversão e profissionalizar suas vendas• Agenda blindada de receita• Como parar de romantizar o cansaço e começar a bater metaSe você é vendedor, líder comercial, empreendedor ou profissional que vive de metas, este episódio do Podcast de Vendas é obrigatório.O palestrante de vendas Diego Maia traz reflexões profundas sobre produtividade, foco, disciplina e mentalidade de crescimento. Ele mostra que trabalhar demais pode, muitas vezes, ser sinal de falta de estratégia. E que resultado não é consequência do volume de esforço, mas da qualidade da execução.Você vai ouvir frases impactantes como:“Esforço é obrigação. Resultado é diferencial.” “O cliente não compra o quanto você tentou. Ele compra o quanto você resolveu.” “Venda é matemática com atitude.”O Podcast de Vendas do Diego Maia está no ar desde 2009, sendo um dos podcasts mais tradicionais do Brasil, com 17 anos de história. Durante muitos anos foi veiculado em diversas emissoras de rádio e hoje pode ser ouvido diariamente, às 7h da manhã, em todos os principais tocadores de áudio como Spotify, Apple Podcasts, Google Podcasts, Amazon Music e Deezer.É conteúdo diário, direto, aplicável e estratégico para quem quer vender mais, liderar melhor e crescer de forma consistente.Se você busca técnicas de vendas, estratégias comerciais, mentalidade vencedora e performance em vendas, este podcast para vendedores é uma ferramenta prática de crescimento profissional.Diego Maia é referência nacional em vendas, empreendedorismo e liderança. Como fundador da CDPV, Companhia de Palestras, conecta especialistas aos maiores eventos corporativos do Brasil e do mundo. Sua experiência prática no mercado real transforma teoria em aplicação.Aqui não tem romantização.Aqui não tem fantasia corporativa.Aqui tem venda na vida real.Se este conteúdo fez sentido para você, siga o Podcast de Vendas do Diego Maia, ative as notificações e compartilhe com sua equipe comercial.Porque no final das contas…Trabalhar muito pode cansar.Mas é o resultado que constrói reputação.E onde tem venda, tem vida.Nos encontramos amanhã, às 7h.Siga Diego Maia no Instagram clicando aqui.
Paris presta homenagem ao fotógrafo Sebastião Salgado com uma exposição na Sala Saint-Jean da Câmara Municipal. Concebida por Lélia Wanick Salgado, a exposição reúne 200 fotografias e propõe um percurso cronológico pela sua obra. Lélia Salgado recorda o início da carreira, em 1970, e destaca dimensões pessoais do fotógrafo. Organizada também por Fernando Eichenberg, a exposição inclui imagens inéditas de Paris, referências ao Instituto Terra e trabalhos do filho Rodrigo. Abre sábado e pode ser visitada até 30 de Maio. RFI: Lélia Wanick Salgado, começo por evocar o verão de 1970, quando ainda era estudante de arquitectura e comprou a sua primeira máquina fotográfica, que acabou por ficar nas mãos de Sebastião Salgado. Foi assim? Lélia Wanick Salgado: Olha, foi realmente uma coisa muito interessante. Eu queria ter uma câmara para fazer as minhas fotografias de arquitectura. Nesse verão fomos passar férias à Alta Sabóia. Tínhamos uma amiga com casa lá, muito perto da Suíça, e como na Suíça era muito mais barato, fomos lá comprar uma máquina. Comprámos a máquina e, quando voltámos, eu peguei nela. Mas o Sebastião tirou-a da minha mão e começou logo a pôr o filme. Eu disse: “Mas espera aí, dá-me a máquina.” Ele saiu com ela e começou a olhar através da objectiva. E foi aí que começou tudo. Foi ali que a vida dele se transformou e que ele descobriu que queria fazer fotografia. E foi a Lélia a primeira pessoa que o Sebastião fotografou, e a cores? Fui, sim. Foi uma fotografia a cores. Ele fotografava a cores naquela altura. Fez uma fotografia minha sentada à janela. É uma fotografia muito bonita. Acho que está na biografia ilustrada que pode ser vista na exposição. Estamos aqui na Câmara Municipal de Paris, onde vai estar patente, nos próximos meses, uma homenagem ao trabalho, à vida e à obra de Sebastião Salgado, incluindo também uma exposição do vosso filho, Rodrigo. Como foi construir esta exposição? Essa exposição foi ideia da presidente da câmara de Paris, Anne Hidalgo. Ela pediu ao Sebastião que fizesse fotografias de Paris para a carta de votos de Ano Novo de 2025 da Câmara Municipal de Paris. Ele respondeu: “Olha, se não tiver fotografias boas, desculpa, não posso entregar.” Ele dizia sempre que não tinha conseguido nada, que estava tudo muito ruim. Mas fez muitas fotografias boas. Ela escolheu uma, que está aqui em grande formato, e depois quis fazer esta homenagem. Fiquei muito honrada, disse que gostaria que a homenagem não fosse só ao fotógrafo, mas também ao homem que ele era. O homem que gostava da família. Nós temos um filho com síndrome de Down, o Rodrigo, e ele queria muito fazer uma exposição com os desenhos do filho. Fizemos uma exposição muito bonita em Reims, com 16 vitrais feitos a partir dos desenhos dele, como está sugerido aqui. Aqui não são vitrais, é apenas uma evocação, mas queríamos mostrar isso. Infelizmente, o Sebastião não viu essa exposição, porque morreu na véspera. Por isso quis que aqui também se mostrasse o pai que fez tudo para que o filho pudesse fazer o que fez e ele fez coisas muito bonitas. Outra parte importante é o Instituto Terra, o nosso trabalho ecológico. Plantámos uma floresta enorme. Até hoje já plantámos 3.500.000 árvores e vamos plantar muito mais. Temos muitos projetos de sustentabilidade, dentro e fora do instituto. Também mostramos fotografias da coleção da MEP, da Maison Européenne de la Photographie, que nos acompanha desde o início. No começo, compravam fotografias; depois começámos a fazer doacções. Hoje têm quase 500 fotografias na colecção. Fizemos uma selecção dessas imagens e, como esta sala é muito bonita, preferi expor cópias grandes em vez das pequenas. Como foi acompanhar esta viagem com o fotógrafo, com o homem? A presidente da câmara de Paris dizia há pouco que Sebastião Salgado viajou pelo mundo inteiro, e a Lélia também o acompanhou. Sim, acompanhei muito. Viajei muito com ele, mas não para todos os lugares nem para todas as reportagens. As reportagens mais difíceis, mais duras, eu não quis acompanhar. Vivemos 61 anos juntos. É uma vida inteira. Ele era uma pessoa muito boa. Como viajava muito, também tínhamos os nossos momentos separados. Cada um podia viver um pouco a sua própria vida, os seus amigos, até os seus gostos — até na comida, porque cada um gosta de coisas diferentes. Acho que foi muito interessante. Foi uma vida. Se tivesse de viver outra vez, viveria. Fernando Eichenberg, director do estúdio Sebastião Salgado, destaca que a exposição foi organizada em apenas quatro meses e reúne 200 fotografias, incluindo imagens inéditas de Paris, o último trabalho de Sebastião Salgado. RFI: Como é que se organiza uma exposição desta dimensão em tão pouco tempo, tendo tido pouco mais de quatro meses para preparar esta homenagem, que abre ao público no dia 21 de fevereiro? Fernando Eichenberg: Foi um prazo muito curto. Normalmente não organizamos uma exposição num espaço de tempo tão reduzido. Mas Anne Hidalgo fazia questão de prestar esta homenagem ao Sebastião antes de deixar o cargo e contactou-nos no final de setembro. Já havia uma relação entre eles e, agora que ele já não está aqui, era uma homenagem muito bonita para fazer em Paris. A Lélia teve a ideia de fazermos juntos e aceitou a proposta. Ela é responsável pela cenografia: desenhou tudo, pensou na organização, no que incluir. Decidimos reunir a colecção da MEP, a parte inédita de Paris, o Instituto Terra e as pinturas do filho deles, Rodrigo, que ainda não tinham sido mostradas em Paris. Foi tudo muito intenso. As pessoas pensam que basta pendurar fotografias, mas há todo o trabalho de luz, curadoria, cenografia, textos. Foi muito exigente, mas valeu a pena. São cerca de 200 fotografias, algumas muito conhecidas do grande público, em grande e pequeno formato, e há também imagens inéditas. São fotografias de 2024, tiradas em Paris, e apresentadas aqui pela primeira vez. Foi o último trabalho que ele fez em vida. Depois disso, não voltou a fotografar até morrer. É uma emoção mostrar estas imagens agora. Surgiram do pedido da prefeita para a carta de votos de fim de ano da Câmara. Ele envolveu-se muito e acabou por fazer muitas fotografias. Percebemos que havia um material muito forte, e ele também gostou do resultado. Por isso decidimos apresentar este conjunto. Espero que o público aprecie este trabalho, que é realmente inédito.
Vivemos na era das manchetes bombásticas, dos prints misteriosos e dos “áudios de especialista” que ninguém sabe de onde vieram. Neste episódio, vamos investigar o universo das fake news com lupa na mão e sobrancelha arqueada: quem cria, por que viraliza e como uma mentira bem contada pode correr mais rápido que a verdade. Prepare-se para desconfiar e treinar a farejar informação duvidosa como um verdadeiro detetive digital.VEM PRO ESPAÇO!Praça da Liberdade, 700Belo Horizonte – MG CEP: 30140-010 Telefone (Recepção): (31) 3409-8350Telefone (Assessoria de Comunicação): (31) 3409-8383NOSSOS LINKS:Blog do EspaçoCalendário AstronômicoInstagramFacebookRealização: Espaço do Conhecimento UFMG Pró-reitoria de Cultura UFMG (Procult)Universidade Federal de Minas GeraisTexto original: Maria Clara Ottoni AlvarengaAdaptação e trabalhos de áudio: Samuel LacerdaSupervisão e revisão geral: Fernando SilvaCoordenação: Camila Mantovani
Vivemos cercados de avisos.No trânsito.No remédio.No elevador.Todos existem para a nossa proteção.Ainda assim, muita gente prefere “pagar para ver”.O prudente prevê o mal e se esconde.O simples ignora e depois sofre as consequências.Assista e descubra:você tem sido prudente… ou apenas tem pago para ver?Se este vídeo lhe ajudou, compartilhe para ajudar mais pessoas.
Vivemos na geração do “agora”.Tudo é rápido. Tudo é imediato. Tudo é urgente.Mas por que, quanto mais rápido tudo fica, mais ansiosos nós nos tornamos?Descubra por que a sua impaciência pode estar travando o seu próprio crescimento.Neste vídeo você vai aprender como não se deixar levar pela ansiedade e fazer as pazes com a paciência.Se este vídeo lhe ajudou, compartilhe para ajudar mais pessoas.===
A oração nasce da atenção. Antes de qualquer palavra, existe um gesto interior: voltar o coração para Deus e permanecer ali. Vivemos dispersos, fragmentados, sempre correndo atrás de estímulos, e por isso rezar se torna difícil. A atenção é o que sustenta a oração, porque é ela que recolhe a mente, aquieta o coração e cria espaço para a presença de Deus. Neste episódio, refletimos sobre como aprender a estar inteiro diante d'Ele, transformando a distração em encontro e o silêncio em relação viva.
Vivemos em um mundo agitado, barulhento e apressado. Manter a calma, fazer silêncio e esperar é subversivo e contracultural. A carta de Tiago se dirige aos que estavam inquietos por causa do sofrimento, angustiados e correndo para encontrar uma solução. A última coisa que eles gostariam de ouvir era: tenham paciência. Porém, era necessário. A paciência é essencial, pois é a virtude que nos mantém de pé quando o vento é contrário. Precisamos ter pacência. Esperar no Senhor e colocar a nossa esperança nEle é um desafio diário. Tiago nos exorta a fazer esse exercício espiritual para o bem da nossa alma. Como podemos ter paciência quando tudo conspira contra? A partir de três figuras referenciais, somos encorajados a cultivar a paciência. Vamos meditar e aprender preciosas verdades bíblicas.Pr. Judiclay SantosIgreja Batista do Jardim Botânico.Rio de Janeiro - RJ
Neste episódio mergulhamos em uma análise profunda e necessária sobre a influência das obras de Robert Greene — autor de As 48 Leis do Poder e As Leis da Natureza Humana — no ambiente eclesiástico. Vivemos um tempo de crise de autoridade, onde a lógica do mundo, baseada na manipulação, na vaidade e no controle, tenta se infiltrar na liderança da Igreja. Discutimos como o pragmatismo "greeneano" transforma o pastor em gestor de crises e o evangelho em performance estética. Confrontamos a visão de Greene, que enxerga o ser humano como um animal a ser domesticado, com a cosmovisão bíblica da regeneração e do serviço. É possível liderar sem ceder ao "jogo do poder"? Como a estrutura profética da Igreja Adventista deve resistir à tentação da técnica em favor da fidelidade escatológica? Um alerta urgente para líderes e membros que buscam entender a diferença entre a autoridade do Cordeiro e a tirania da influência humana. Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042
Neste episódio vamos investigar um dos maiores desabafos dos homens gays e bissexuais atuais: a dificuldade de transformar um primeiro encontro em um vínculo real. Vivemos na era da abundância de aplicativos, onde o próximo "match" está a um deslize de distância, mas a sensação de vazio e rejeição continua batendo na porta.Vamos desconstruir a ideia de que você precisa "performar" para ser desejado, analisar por que somos tão atraídos por pessoas emocionalmente indisponíveis e entender o impacto das expectativas irreais sobre a famosa "química imediata".Se você está cansado da superficialidade e quer aprender a construir relações mais autênticas (ou entender onde as coisas estão desandando logo de cara), este vídeo é para você.
Vivemos dilemas o tempo todo. Diferente de escolher o que vestir para uma ocasião ou qual prato do menu vamos pedir em um restaurante, dilemas que nos pegam mesmo são aqueles que envolve ações, ainda mais quando é pra continuar ou parar algo que estamos fazendo.Tem momentos que entendemos que certas coisas chegaram a um limite. Já não tem como seguir por esse caminho ou fazer daquele jeito e é preciso mudar. Ou tem situações em que você está fazendo algo, mas acontece alguma coisa que te impede de prosseguir, mas você precisa continuar. Nas duas situações tem o dilema: para ou continua?É o momento de ouvir sua intuição e sua vontade. Ser empático consigo mesmo e entender se a mudança é porque você precisa mudar ou é um obstáculo que precisa superar para seguir adiante. Bem-vindo ao episódio número 112 de Domingo à Noite. Vamos começar a semana botando o tédio pra fora.Ouça o episódio nas principais plataformas de podcast, para ouvir e conferir os links nas mídias sociais acesse: https://linktr.ee/kazzttorpodcastSiga André Arruda, o apresentador e faz tudo nesse podcast nas mídias sociais. Acesse os perfis em: https://linktr.ee/kazzttorPodcast produzido por Kazzttor AMT: https://www.kazzttor.com.br
Devocional do dia 21/02/2026 com o Tema: Vida justa Vivemos dias difíceis! A falta de amor, a intolerância, o desrespeito e a corrupção são temas frequentes. O pior é que essa realidade também é encontrada entre muitos cristãos. Furar a fila, parar numa vaga reservada para pessoas com deficiência, dar um jeitinho para não pagar alguma multa, dentre outros, além da omissão na prática do bem e da misericórdia mesmo que para cada situação haja uma consequência diferente, isso mostra que o problema não está fora, mas dentro de nós. Leitura Bíblica: 1 Pedro 3.13-17 Bem-aventurados os que guardam a retidão, que sempre praticam a justiça! (Sl 106.3)See omnystudio.com/listener for privacy information.
Vivemos dias em que muitos fazem para aparecer.Dão, mas esperam algo em troca.Servem, mas desejam reconhecimento.Há o evangelho da moda, que alimenta o ego.E há o modo de Deus, que exige renúncia.Assista agora e descubra em qual deles você tem baseado a sua vida.Se este vídeo lhe ajudou, compartilhe para ajudar mais pessoas.
Eu sou Giancarlo Marx e hoje eu vou falar sobre o tema: A Alegria como Resistência. Fevereiro chegou e, com ele, o som das ruas invade as nossas casas. Seja pelas TVs, celulares e até mesmo pelas janelas. Enquanto muitos cristãos se preparam para o ‘retiro espiritual’ fugindo da festa para encontrar Deus no isolamento, eu quero te convidar a pensar na alegria de uma forma um pouco menos… sisuda. Vivemos tempos de ódio, de disputa e de uma vigilância moralista que parece ter medo do riso. Parece que, para ser ‘sério’ na fé, é preciso ser infeliz. Mas a Bíblia nos lembra que “não há nada melhor para o homem do que comer e beber, e fazer com que sua alma goze do bem do seu trabalho. Também vi que isto vem da mão de Deus.” – Eclesiastes 2:24 Ainda que muitas vezes a estética e o rito religioso nos convidem a uma vida sem cores e sem risadas, à luz do Evangelho, é preciso lembrar que a alegria não é um pecado a ser evitado, mas uma virtude a ser cultivada. Em um sistema que lucra com o nosso medo e se alimenta da nossa raiva, ser feliz de verdade, com simplicidade e sem máscaras é um ato de resistência política e também espiritual. Se acreditamos em um Deus que criou as cores, os ritmos e o prazer, por que entregamos a alegria nas mãos do ‘mundo’ e ficamos apenas com a culpa? O evangelho nos desafia a encarnar o Reino na cultura, não a odiar a cultura. É claro que a alegria cristã não ignora a dor do próximo. Mas ao invés disso ela celebra a vida justamente porque sabe que a morte não tem a última palavra. Neste fevereiro, não se sinta culpado por sorrir. Não tenha medo da beleza, da música ou do encontro. O Evangelho é ‘boas novas de grande alegria’, e não uma lista de proibições que nos oprimem, condenam e roubam o brilho dos olhos. Que a sua alegria em 2026 seja ruidosa o suficiente para incomodar os opressores e mansa o suficiente para acolher os cansados. Afinal, se o Reino de Deus é justiça, paz e alegria no Espírito, talvez a gente precise rir um pouco mais para estar mais perto do trono. Vou ficando por aqui. A gente se vê no próximo mês, ou quem sabe, por aí, celebrando a vida. Um abraço. PARTICIPANTES:– Giancarlo Marx COISAS ÚTEIS:– Duração: 04m02s– Feed do Crentassos: Feed, RSS, Android e iTunes: crentassos.com.br/blog/tag/podcast/feed Para assinar no iTunes, clique na aba “Avançado”, e “Assinar Podcast”. Cole o endereço e confirme. Assim você recebe automaticamente os novos episódios.– Todos os “Ampulheta” CITADOS NO PROGRAMA:– Eclesiastes 2:24 GRUPOS DE COMPARTILHAMENTO DA CRENTASSOS:– WhatsApp– Telegram JABÁS: REDES SOCIAIS: Críticas, comentários, sugestões para crentassos@gmail.com ou nos comentários desse post. OUÇA/BAIXE O PROGRAMA:The post A Alegria Como Resistência | Ampulheta 75 appeared first on Crentassos Produções Subversivas.
Vivemos um dos momentos mais complexos da história recente. Conflitos geopolíticos, tensões entre grandes potências, inflação persistente e um sistema monetário cada vez mais pressionado levantam uma questão essencial: Como devemos investir neste cenário? Neste episódio falamos sobre: O impacto real dos conflitos globais nos mercados O que está a acontecer ao valor do dinheiro Como proteger o património em tempos de incerteza Estratégias para navegar mercados voláteis Porque aprender a investir é uma das competências mais importantes da próxima década Se queres construir independência financeira, este episódio é para ti: Aceda à minha mentoria aqui: [colocar link] Siga para mais conteúdos sobre investimento e liberdade financeira. investimentos 2026, inflação, crise económica, finanças pessoais, liberdade financeira, geopolítica, como investir, proteger património, mercados financeiros, bitcoin, ações, economia global
Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em Mateus, capítulo 24, versículo 35, nos traz uma reflexão sobre nossos limites.O texto acima em Mateus, capítulo 24, versículo 35, diz: “O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar.”Essa declaração de Jesus nos confronta com uma pergunta profunda: qual é o seu limite?Vivemos em um mundo onde tudo tem prazo de validade. Nosso corpo tem limite. Nossa força tem limite. Nossa paciência tem limite. Nossos recursos têm limite. Até o céu e a terra, que parecem tão permanentes, segundo Jesus, também têm limite.Mas existe algo que não tem.A Palavra de Deus.1. O seu limite não é o limite de DeusVocê pode ter chegado no seu limite emocional.No limite financeiro.No limite da esperança.No limite da fé.Mas o seu limite não define o agir de Deus.Quando tudo passa, a Palavra permanece. Quando sua força acaba, a Palavra continua de pé.O limite é humano.O ilimitado é divino.2. O limite é o lugar onde Deus começa algo novoMuitas vezes, Deus permite que você chegue ao limite para que você entenda que:Não é sobre sua capacidade, é sobre a fidelidade da Palavra dEle.Quando você chega ao fim de si mesmo, você chega ao começo da dependência de Deus.O limite não é o fim.O limite é o ponto de transição.3. Quem vive pela Palavra vive além dos limitesTudo o que é natural passa, mas quem se apoia na Palavra vive o sobrenatural.A Palavra sustenta quando o mundo desaba.A Palavra fortalece quando a alma enfraquece.A Palavra permanece quando tudo vai embora.Você pode até estar no seu limite…Mas a promessa que Deus fez sobre você não está.Conclusão:O céu tem limite.A terra tem limite.Você tem limite.Mas a Palavra de Deus não tem.O seu limite não é o seu fim.É o lugar onde você descobre que Deus é infinito.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Neste episódio da série A ORDEM, mergulhamos no diagnóstico civilizacional de Zygmunt Bauman sobre a Modernidade Líquida e suas implicações devastadoras para a Igreja Adventista do Sétimo Dia. Vivemos em um tempo onde as instituições se desfazem, a fé é tratada como produto de consumo e a identidade se torna volátil. Como liderar uma comunidade profética em um ambiente que corrói todo tipo de compromisso sólido? Analisamos como a "liquidez" cultural pressiona o sistema representativo da igreja, transformando membros em consumidores exigentes e líderes em gestores de crises emocionais. Discutimos a cegueira moral que surge da burocratização, o perigo da vigilância digital que destrói a confiança e a necessidade urgente de uma resistência escatológica. Não se trata de adaptar a igreja à fluidez do mundo, mas de reafirmar nossa vocação como um corpo sólido, ancorado na revelação e na esperança do Reino. Resumo O episódio utiliza as categorias de Bauman — modernidade líquida, cultura de consumo e cegueira moral — como um espelho para diagnosticar os riscos de desinstitucionalização na fé adventista. Propõe que a resposta à crise não é a informalidade, mas a recuperação da profundidade teológica e da integridade ética. Principais Conclusões A mentalidade de consumo transformou a religião em mercadoria, exigindo que a liderança retome o discipulado radical em oposição ao entretenimento. A estrutura da igreja não é um obstáculo burocrático, mas uma forma necessária de resistência profética contra a dissolução dos laços comunitários. A vigilância líquida e a exposição digital ameaçam a confiança institucional, exigindo uma volta à transparência real e à vida de oração no secreto. Pontos-Chave - A modernidade líquida substitui a cidadania pelo consumo, afetando diretamente a fidelidade e a adoração. - A desinstitucionalização gera ansiedade e fragmentação doutrinária; a forma eclesiástica é proteção, não prisão. - A cegueira moral ocorre quando a eficiência técnica substitui a sensibilidade ética e o cuidado pastoral. - A liderança adventista deve atuar como uma "estaca firme" (Is 22:23), oferecendo solidez em tempos de derretimento moral. Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042 Website www.startmovements.com Sobre Alex Palmeira Alex Palmeira é um formador de líderes focado na revitalização da igreja e no resgate do senso de movimento apostólico. Com experiência na liderança institucional e na plantação de igrejas, ele trabalha a intersecção entre teologia profunda, gestão eclesiástica e missão encarnacional. Seu objetivo é capacitar uma nova geração de líderes que compreendam o tempo em que vivem e respondam com fidelidade bíblica e coragem profética.
Vivemos um momento inédito: pela primeira vez, criamos máquinas capazes de "pensar", e isso parece uma vitória. Mas existe um risco silencioso embutido nessa conquista: nos tornarmos dependentes demais delas. Neste episódio, partindo do filme Idiocracy e passando por Pink Floyd e Elon Musk, vamos explorar uma pergunta incômoda: o que acontece com uma sociedade quando o esforço de pensar deixa de ser necessário? Porque talvez o maior perigo não seja a IA pensar. Seja nós pararmos de pensar.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Depois de 12 anos morando em Portugal, retornamos para o Brasil para visitar. Vivemos momentos inesquecíveis e intensos, reencontramos pessoas que fazem parte da nossa história e conseguimos deixar a saudade para lá um pouquinho. Contudo, claro que fomos com um outro olhar e neste episódio contamos nossas impressões em relação ao Brasil de hoje em relação ao país que deixamos lá em 2014. Esperamos que você goste!Aliás, se você curte o nosso trabalho, seja MEMBRO do nosso canal do YouTube. Clique aqui e entre na nossa comunidade exclusiva que conta com um episódio extra por semana do nosso podcast, um grupo exclusivo no WhatsApp e ainda ganha o e-book do Claudinho "Morar fora: sentimentos de quem decidiu partir". Participe!Você pode comprar o e-book através deste link!Participe do nosso canal no WhatsApp e fique bem informado com tudo o que está acontecendo! Apresentação: Cláudio Abdo e Amanda CorrêaNos siga no: Instagram | YouTube | vagaspelomundo.com.br Este episódio tem o patrocínio de:TFA IMMIGRATION: Se você quer mudar de país, planeje! Conte com a expertise de profissionais especializados em imigração. A TFA está agora também em Portugal sendo um apoio para quem deseja morar, trabalhar, investir ou estudar na Europa. Acesse o site da TFA e siga no Instagram (@tfaeurope) e converse com eles! TRIPLE TEN: A TripleTen é a melhor escola de tech dos EUA e a melhor opção para quem deseja migrar para uma carreira promissora e deseja trabalhar para empresas de fora, com ambiente internacional.Quer planejar sua carreira tech e a vida no exterior? A consultoria da @tripleten.brasil (avaliada em R$200) está GRÁTIS para você! Tire suas dúvidas com especialistas e descubra seu caminho.
Bem-vindo à IBMetrô Online!Celebração transmitida em 08 de fevereiro de 2026Dando continuidade à série “Prosseguindo para o Alvo”, seguimos refletindo sobre o chamado cristão para uma vida orientada por propósito, maturidade espiritual e esperança que não se esgota nas circunstâncias.Na mensagem de hoje, “Ganhar a Cristo”, o pastor Renato Marinoni nos conduz a partir de Filipenses 3.7–9, convidando a igreja a reconsiderar o centro da fé e a redefinir o que realmente significa ganhar na vida cristã.Vivemos em um tempo em que até a fé pode ser instrumentalizada — usada como meio para estabilidade, sucesso ou realização pessoal. Mas o apóstolo Paulo nos confronta com uma verdade decisiva:Cristo não é o meio para um fim maior. Ele é o fim.Ganhar a Cristo é mais do que abrir mão de coisas.É permitir que Ele se torne o valor supremo que reorganiza desejos, expectativas e identidades.✨ A maturidade cristã começa quando Cristo deixa de ser instrumento.✨ E quem vive para ganhar a Cristo descobre que nada essencial foi perdido.Que esta mensagem nos ajude a recentralizar a fé, alinhar o coração e caminhar com liberdade em direção Àquele que é o nosso maior tesouro.⸻
Você está discernindo o tempo… ou apenas sobrevivendo a ele?Vivemos dias espiritualmente intensos. E não é coincidência.Essa mensagem revela por que precisamos urgentemente da Palavra Profética de Deus — não como espetáculo emocional, mas como luz firme em meio à escuridão.Baseado em 2 Pedro 1 e 1 Coríntios 14, entendemos que profecia não nasce da vontade humana, mas de homens e mulheres movidos pelo Espírito Santo para edificar, exortar e consolar.Em um tempo de confusão, excessos e destruição espiritual, Deus está levantando uma igreja que ora para discernir.Quintas Proféticas não são sobre adivinhações…São sobre alinhamento, vigilância e poder espiritual real.Esse não é um mês comum. É um tempo propício!
Vivemos um momento curioso no mundo do marketing. Nunca se falou tanto de propósito, sustentabilidade, responsabilidade corporativa e impacto positivo — e, ao mesmo tempo, nunca foi tão legítima a dúvida sobre até que ponto estes conceitos se traduzem em decisões reais dentro das empresas.Quando falamos de um marketing com propósito, será que temos clareza sobre o que isso significa? E onde acaba a intenção genuína e começa o que poderíamos chamar de purpose-washing? Para nos ajudar a pensar estas questões, ninguém melhor do a convidada deste episódio. Com um percurso no ensino e na investigação, a Marta Bicho está hoje à frente do IPAM – Instituto Português de Administração de Marketing. Tem sido uma ativa promotora da ligação entre a academia e o mundo empresarial e é apaixonada pelo tema da liderança e do marketing com propósito – sobre o qual conversamos neste episódio. Falamos ainda do papel das escolas na preparação para um mundo instável e em mudança, e, inevitavelmente, das competências humanas de que vamos precisar num tempo cada vez mais dominado pela tecnologia. Oiça o episódio e descubra:Que indicadores permitem perceber se o propósito de uma empresa se traduz na realidadeO que são os ODS e que papel têm na construção de métricas de sustentabilidadeQue impacto tem a conjuntura geopolítica nas práticas de sustentabilidade das empresasO papel da academia na promoção da responsabilidade corporativa e do marketing com propósitoComo se traduz, na prática, a ligação entre a academia e as empresas, e como poderia ser reforçadaQue ferramentas devem constar num currículo de ensino de marketing especificamente voltado para o business-to-business Sobre o convidado:Email da Marta BichoLinkedin do IPAMPerfil da Marta Bicho no Linkedin Conceitos e Eventos mencionados:Concurso Academia GraceODS – Objetivos de Desenvolvimento Sustentável Livros recomendados:Alexandre Rangel - O que podemos aprender com os gansos Paulo Coelho - O AlquimistaBrené Brown - A Coragem de Ser Imperfeito Podcasts recomendados:IPAM TalksMarketing na Ponta da Língua Para continuar a acompanhar-nos vá ao site da Hamlet e fique em dia com a comunicação de marketing B2B no nosso blog e ao subscrever a Newsletter B2B da Hamlet.Siga-nos também no LinkedIn, Instagram e Facebook.O papel da Academia: formar profissionais, não só técnicosMarketing B2B: menos “sexy”, mais provável
Vivemos um tempo estranho. As redes sociais estão inundadas de notícias falsas, vídeos gerados por inteligência artificial, imagens fabricadas, opiniões inflamadas. Tudo parece urgente. Tudo parece definitivo. E, no entanto, é cada vez mais difícil saber o que é real. Como manter o discernimento?Support the showVeja a minha página: http://www.tseringpaldron.com/pt
Vivemos um mundo de mudanças rápidas.Tecnologia acelera. Decisões encurtam. Pressões aumentam.Mas, como o Thomas trouxe na nossa live, talvez o maior desafio não seja acompanhar a velocidade do mundo — e sim não nos perdermos de quem somos.Em tempos de IA, metas agressivas e transições constantes, a pergunta central não é apenas “o que fazer?”.É:- Quem eu sou?- O que eu realmente quero?- Onde está o meu servir dentro do sistema?Sem essa clareza interna, qualquer liderança se fragiliza.Qualquer decisão cobra um preço invisível.Se essa reflexão fez sentido para você, a Imersão Sistêmica nas Organizações é o próximo passo para aprofundar esse olhar e trazer consciência para sua prática profissional.
Nesta mensagem, o Pr. Caleb Loureiro, com o texto em Êxodo, capítulo 3, versículos 1 ao 3, nos traz uma reflexão sobre a mesmice que precisamos.Moisés estava vivendo dias comuns. Pastoreava o rebanho de seu sogro, seguindo a mesma rotina, os mesmos caminhos, o mesmo deserto. Nada de novo, nada empolgante, nada extraordinário. Era a mesmice. E, paradoxalmente, foi exatamente nesse cenário repetitivo que Deus decidiu se revelar.Êxodo 3 nos mostra que o fogo de Deus não caiu em um palácio, nem em um momento de glória pública, mas no meio da rotina. A sarça ardia enquanto Moisés fazia o que já fazia todos os dias. Isso nos ensina que há uma mesmice que não é estagnação, mas preparação.Vivemos numa geração que despreza a constância. Queremos sempre o novo, o diferente, o extraordinário. Mas Deus, muitas vezes, trabalha no ordinário. A mesmice de Moisés no deserto não era perda de tempo; era o lugar onde seu caráter estava sendo moldado, sua sensibilidade espiritual sendo refinada e sua dependência de Deus sendo restaurada.O texto diz que Moisés parou para observar. Ele não correu, não ignorou, não estava distraído demais. A mesmice certa nos ensina a perceber Deus nas pequenas coisas. Quem vive apenas atrás do extraordinário pode passar a vida inteira sem enxergar o sobrenatural que já está diante dos seus olhos.Há momentos em que não precisamos de mudança de cenário, mas de permanência com propósito. Não é trocar de deserto, é aprender a ouvir Deus no deserto em que já estamos. A mesmice que eu preciso é aquela que me mantém fiel, constante, obediente, até que Deus decida se manifestar.Porque quando Deus fala, a rotina se torna chamada, o pastoreio vira missão e o deserto se transforma em solo santo.Talvez hoje Deus esteja dizendo: permaneça. Continue fazendo o que é certo, mesmo que pareça comum demais. A mesmice que você vive pode ser exatamente o lugar onde Deus vai chamar seu nome.“Então Moisés disse: Agora me virarei para lá e verei esta grande visão.” (Êxodo 3:3)Às vezes, tudo o que Deus espera é que, no meio da mesmice, você se vire para Ele.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Vivemos em uma época em que sentir virou problema. Tristeza, medo, tédio e dúvida passaram a ser tratados como defeitos ou doenças que precisam ser corrigidas rapidamente. Neste episódio, vamos questionar essa lógica. A partir de histórias, músicas, filmes e ideias da filosofia, da religião e da cultura pop, falamos sobre vulnerabilidade não como fraqueza, mas como parte essencial de ser humano. Não é um convite para eliminar a dor, mas para atravessá-la com dignidade, consciência e coragem.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Você não está cansada porque falta força.Você está cansada porque sua mente não desliga.Vivemos conectadas o tempo todo — notificações, mensagens, vídeos, informações sem pausa. O corpo até senta, mas o sistema nervoso continua em alerta. A mente corre. O peito aperta. O descanso não chega.E o que chamamos de ansiedade, muitas vezes, é excesso de estímulo sem espaço para integração.Neste episódio, você vai entender por que o uso constante de telas está esgotando sua energia emocional, fragmentando sua atenção e criando um cansaço que não passa nem dormindo. Mais do que isso, você vai aprender como criar pausas inteligentes, possíveis e reais, para devolver presença, clareza mental e regulação emocional ao seu dia a dia — sem radicalismos e sem culpa.Aqui, a conversa é direta, acolhedora e profunda. Falamos sobre o impacto invisível das telas no cérebro, no corpo e nas emoções, e como pequenas mudanças conscientes podem transformar completamente sua relação com o tempo, com o silêncio e consigo mesma.Ao longo do episódio, você vai perceber que descansar não é parar de fazer tudo — é parar de se abandonar. É aprender a sair do modo reação e voltar a habitar o corpo. É entender que pausar não atrasa a vida, mas sustenta o caminho.Se você sente que está sempre ligada, mas raramente presente…Se o cansaço virou estado permanente…Se a mente não desacelera nem quando o dia acaba…Essa escuta é um convite para desligar um pouco o mundo de fora e religar algo essencial aí dentro.Dê o play com o coração aberto.A pausa começa aqui.
QUEM É O MEU SENHOR?
Vivemos sobrecarregados de compromissos e responsabilidades e, por isso, muitas vezes, deixamos de lado a nossa vida espiritual. Tolamente pensamos que podemos adiar nosso relacionamento com Deus, nossa saúde espiritual e vivemos longe de pensar e buscar a Deus. Não podemos nos enganar, precisamos recuperar o tempo perdido, precisamos priorizar nosso relacionamento com Deus. Precisamos tomar a decisão urgentíssima de buscar a Deus para encontrar nele a verdadeira vida.
Charles Taylor, em sua obra monumental A Secular Age, define a nossa época não pela ausência de religião, mas pela mudança nas condições da fé: Deus deixou de ser uma certeza cósmica para se tornar uma "opção" entre muitas. Vivemos a era do "Eu Blindado" (Buffered Self), onde a busca por autenticidade pessoal substituiu a obediência à verdade revelada.Neste episódio, exploramos como essa mudança sísmica no imaginário moral afeta a Igreja Adventista. Quando a transcendência desaparece, a igreja corre o risco de se tornar uma ONG de serviços terapêuticos e o pastor, um facilitador de bem-estar. Analisamos como resgatar o Telos (propósito final) e a liderança profética em um mundo que perdeu a capacidade de olhar para o céu. Resumo – Uma análise do pensamento de Charles Taylor sobre a secularização e o "imaginário social", aplicando seus conceitos à crise de autoridade na igreja e à necessidade de restaurar uma visão escatológica e profética de liderança. Principais Conclusões – A secularização não é apenas o fim da crença, mas a transformação da fé em uma escolha de consumo pessoal. – A cultura da "autenticidade" enfraqueceu a autoridade das Escrituras e da liderança institucional. – A Igreja Adventista não pode ser uma prestadora de serviços religiosos; ela precisa ser uma contracultura escatológica. Pontos-Chave – O conceito de "Eu Blindado" e por que o homem moderno é fechado ao transcendente. – A substituição do Telos (glória de Deus) pela busca da felicidade imanente. – O perigo de transformar a liderança pastoral em gestão terapêutica. – Como o sistema representativo da IASD deve resistir à subjetividade moderna. – A restauração da missão profética como resposta ao vazio secular. Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042 Alex Palmeira é um formador de líderes dedicado a catalisar movimentos missionais e fortalecer a liderança apostólica na igreja contemporânea. Com uma abordagem pastoral e teológica, atua como referência em processos de liderança institucional, focando na formação de uma cultura de fidelidade e missão.
Vivemos em ruínas morais. O filósofo Alasdair MacIntyre, em sua obra After Virtue, diagnostica que a modernidade perdeu a capacidade de definir o "bem humano", substituindo a ética pela preferência pessoal (emotivismo) e a autoridade moral pela eficiência gerencial.Neste episódio, aplicamos essa crítica devastadora à realidade da Igreja. Corremos o risco de substituir pastores por gestores? A nossa estrutura representativa está se tornando uma burocracia técnica, desconectada da virtude e da profecia? Exploramos como a teologia adventista, com sua união única entre tradição e escatologia, oferece a resposta que MacIntyre procura, mas não encontra: uma ordem que não é apenas histórica, mas divina e voltada para o Reino. Resumo – Uma análise profunda sobre a fragmentação moral do Ocidente através das lentes de Alasdair MacIntyre e como isso ameaça transformar a liderança da Igreja em mera gestão administrativa, perdendo sua vocação profética. Principais Conclusões – O "emotivismo" moderno transformou juízos morais em preferências pessoais, destruindo a base da autoridade ética. – A figura do "líder virtuoso" está sendo perigosamente substituída pela do "gestor eficiente" dentro das instituições religiosas. – A Igreja Adventista deve responder a essa crise não apenas com tradição, mas com uma ordem escatológica que une virtude, memória e esperança. Pontos-Chave – A crítica de MacIntyre ao "Gestor" como o personagem central da modernidade. – Por que a técnica e a eficiência não podem substituir a santidade e a sabedoria. – A diferença entre uma tradição morta e a memória profética do povo de Deus. – O perigo de uma igreja que opera por métricas corporativas em vez de fidelidade bíblica. – A necessidade de "Novos São Beneditos" vs. o Remanescente Escatológico. Conexões Oficiais Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5X http://x.com/alexpalmeira9Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042Website www.startmovements.com Alex Palmeira é um formador de líderes dedicado a catalisar movimentos missionais e fortalecer a liderança apostólica na igreja contemporânea. Com uma abordagem pastoral e teológica, atua como referência em processos de liderança institucional, focando na formação de uma cultura de fidelidade e missão.
Você também tem a impressão de que tudo hoje parece falso e tem um ar de superficialidade? Vivemos em uma sociedade na qual as imagens possuem mais força que as próprias coisas que deveriam representar, sendo esta uma das principais características daquilo que o autor francês Guy Debord chamou de espetáculo.
Vivemos em um momento em que prevalece o "espetáculo". Se não for postado, parece que não foi vivido e se não for produtivo, parece que não tem valor. Temos sido condicionados a acreditar que dependemos da nossa performance e que o palco, principalmente o virtual, é o lugar onde somos validados. Seja na “caridade”, seja na produtividade, estamos constantemente nos cobrando. Se antes éramos forçados por terceiros, agora nós mesmos assumimos esse papel e internalizamos o chicote. Somos nossos próprios algozes, e o limite passou a ser a exaustão. Em meio a esse caos produzido, o Evangelho nos aponta um caminho, descansar no Senhor. Descansar não é apenas "dar uma pausa"; é um ato de fé. Quando paramos, declaramos que o mundo não gira em torno do nosso esforço, mas da soberania de Deus. O descanso bíblico nos lembra que Deus continua agindo e sustentando o universo, mesmo quando fechamos os olhos. Precisamos compreender que Jesus é o nosso Sábado. Nele, o descanso não é ausência de trabalho ou de esforço, mas ausência de culpa. Em Cristo, não precisamos performar para sermos aceitos, trabalhamos justamente porque já fomos aceitos por Ele. Ele carregou o fardo pesado da nossa insuficiência para que pudéssemos tomar o Seu fardo, que é leve. Quando nós nos encontramos exaustos pela incessante produtividade, o Evangelho nos recorda a graça de descansar em Cristo. Como disse A. W. Tozer: "A santidade não é o caminho para Cristo; Cristo é o caminho para a santidade". Somos chamados a desfrutar da presença de Deus sem a pressão humana por resultados ou entregas, compreendendo que é na quietude do secreto, na dependência e na simplicidade que a vida cristã acontece. __ #FAMÍLIADOSQUECREEM #SÉRIEOEVANGELHONAVIDA Visite nosso site: http://familiadosquecreem.com Compre nossos livros e produtos: http://familiadosquecreem.com/loja Contribua financeiramente: http://familiadosquecreem.com.br/contribuir Ouça nossas músicas: https://open.spotify.com/artist/6aPdiaGuHcyDVGzvZV4LHy Siga-nos no Instagram: http://instagram.com/familiadosquecreem Curta-nos no Facebook: http://facebook.com/familiadosquecreem Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/familiadqc
Vivemos em um mundo com bilhões de vozes disputando a nossa atenção todos os dias. Redes sociais, notícias, opiniões, comparações… tudo isso acelera a mente, rouba o foco e gera ansiedade, preocupação e até pânico.Neste vídeo, você vai entender por que ouvir muitas vozes pode estar sabotando a sua vida e como voltar a ouvir a única voz que não muda.A ciência muda. As opiniões mudam. As pessoas mudam.Mas a voz de Deus permanece a mesma.A Palavra de Deus não é areia, é rocha. Quem constrói sobre ela encontra estabilidade, clareza e direção, mesmo em meio ao caos do mundo. Assista até o final e descubra qual é o primeiro passo para organizar a mente e recuperar o foco.Se este vídeo lhe ajudou, compartilhe para ajudar mais pessoas.
O que você vai ouvir aqui é uma radiografia das entranhas onde se formam não apenas as heresias que surgem entre o povo de Deus, mas também o ceticismo institucional e o descrédito denominacional. Vivemos uma crise global de autoridade — nas famílias, nas instituições, nas igrejas. Mas essa crise não começou apenas na política ou na moral: ela começou na interpretação.Começou quando o homem deixou de crer que Deus fala com clareza e passou a tratar a Bíblia como uma opinião entre muitas. A crise da ordem é, portanto, uma crise hermenêutica.
Vivemos num tempo de paradoxos. A linguagem da liberdade, tão presente nos discursos modernos, frequentemente serve de disfarce para sistemas crescentemente controladores, tanto no campo político quanto no eclesiástico. É nesse cenário que o pensamento de Friedrich Hayek (1899–1992) emerge com força profética, não por apontar uma teologia explícita, mas por diagnosticar com precisão os perigos que rondam qualquer estrutura que confunde eficiência com verdade, e controle com missão. A Igreja Adventista do Sétimo Dia, como movimento escatológico e profético, está chamada a refletir: até que ponto a centralização administrativa, o excesso de regulação e a lógica tecnocrática ameaçam a liberdade necessária à atuação do Espírito e ao florescimento do chamado apostólico?
Vivemos um momento em que a inteligência artificial, a computação em nuvem, as redes de alta velocidade, o sensoriamento de ambientes e o processamento de grandes volumes de dados ampliam a capacidade de inovação de empresas e governos. Ao mesmo tempo, esses avanços elevam a demanda por energia, infraestrutura e recursos naturais. O Start Eldorado desta semana traz a terceira parte de mais um evento da série Conexões - Construindo o Futuro com Inovação e Tecnologias Sustentáveis - que reuniu convidados que trouxeram suas visões sobre quais caminhos precisam ser construídos em datacenters, cidades inteligentes e suas políticas públicas, nas estratégias corporativas e operadoras para sustentar a nova era da IA, dados e dispositivos de forma eficiente e responsável. O apresentador Daniel Gonzales recebeu Eduardo Zago, presidente Latam da Equinix; Mário Rachid, diretor executivo da Claro Empresas; Hingo Hammes, prefeito de Petrópolis (RJ); e José Renato Gonçalves, presidente da NEC no Brasil. O Start vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Rádio Eldorado FM (107,3 para toda a Grande SP), app, site e assistentes de voz. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Vivemos em uma era de profundas transformações, onde as guerras já não se travam apenas em campos de batalha físicos, com exércitos em confronto direto e fronteiras sendo redesenhadas pela força bruta. Uma batalha muito mais insidiosa e penetrante se desenrola, silenciosamente, no vasto e complexo terreno do imaginário humano. Esta é, em sua essência, uma guerra cultural, um embate de narrativas que molda o modo como pensamos, sonhamos, sentimos e, fundamentalmente, interpretamos a realidade que nos cerca. A grande questão que se impõe, com urgência e gravidade crescentes, é: quem, ou o quê, molda o imaginário que guia nossas escolhas mais íntimas e nossas crenças mais profundas?
Vivemos um momento em que a inteligência artificial, a computação em nuvem, as redes de alta velocidade, o sensoriamento de ambientes e o processamento de grandes volumes de dados ampliam a capacidade de inovação de empresas e governos. Ao mesmo tempo, esses avanços elevam a demanda por energia, infraestrutura e recursos naturais. O Start Eldorado desta semana traz a segunda parte de mais um evento da série Conexões - Construindo o Futuro com Inovação e Tecnologias Sustentáveis - que reuniu convidados que trouxeram suas visões sobre quais caminhos precisam ser construídos em datacenters, cidades inteligentes e suas políticas públicas, nas estratégias corporativas e operadoras para sustentar a nova era da IA, dados e dispositivos de forma eficiente e responsável. O apresentador Daniel Gonzales recebeu Eduardo Zago, presidente Latam da Equinix; Mário Rachid, diretor executivo da Claro Empresas; Hingo Hammes, prefeito de Petrópolis (RJ); e José Renato Gonçalves, presidente da NEC no Brasil. O Start vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Rádio Eldorado FM (107,3 para toda a Grande SP), app, site e assistentes de voz. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Conheça os produtos da Puravida - cupom: SOCIOSPURAVIDA: https://r.vocemaisrico.com/ccb634b5a3 Vivemos uma era curiosa: nunca houve tanta informação sobre saúde, nutrição, treino e bem-estar — e, ainda assim, nunca estivemos tão exaustos, acima do peso e distantes da vida que gostaríamos de ter.Como explicar esse paradoxo?Todo mundo sabe o que deveria fazer: comer melhor, dormir mais, treinar com consistência, controlar o estresse, evitar ultraprocessados. Mas, na prática, grande parte das pessoas continua presa ao mesmo ciclo: entusiasmo, tentativa, queda… e culpa.Será falta de disciplina?Ou existe algo mais profundo sabotando nossas escolhas sem que a gente perceba?Por que tantas dietas falham?Quais são os comportamentos mínimos que realmente transformam um corpo — e uma vida?Qual é o pilar mais determinante: alimentação, treino, sono ou ambiente?E, principalmente: o que qualquer pessoa pode começar HOJE para chegar em 2026 no melhor shape da vida — com mais energia, saúde e consistência?Para responder a essas e outras perguntas, recebemos Guto Galamba e Daiana Parisato para o episódio X do podcast Os Sócios.Ele vai ao ar nesta quinta-feira, às 12h, no canal Os Sócios Podcast.Hosts: Bruno Perini @bruno_perini e Malu Perini @maluperiniConvidados: Guto Galamba @gutogalamba e Daiana Parisato @daianaparisato
Vivemos na era da informação, e justamente por isso proteger a mente se tornou um dos maiores desafios.De tudo o que você deve guardar, a mente precisa vir primeiro, porque é dela que nascem as fontes da vida.Comece o dia colocando a Palavra de Deus diante dos seus olhos. Quando a Bíblia é o seu foco, você tem direção, clareza e força para enfrentar qualquer batalha.Por isso, te desafio a participar do Jejum de Daniel: 21 dias de desintoxicação mental e espiritual para que este fim de ano não seja apenas uma virada de calendário, mas uma verdadeira virada de mente.