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Nesta semana, Antônio da Luz coloca o dedo no pulso da economia para analisar os movimentos que estão impactando o Brasil, o agronegócio e os mercados globais. Câmbio, juros, inflação, risco fiscal, fluxo de capital estrangeiro e os reflexos da economia americana entram no radar em uma análise profunda e direta. Além dos indicadores econômicos, o episódio traz os impactos para o agro, preços de commodities, cenário para soja, milho, café e os desafios que podem influenciar as próximas decisões do produtor rural e dos investidores. Informação estratégica para quem quer entender o cenário e se antecipar aos movimentos do mercado. ➡
Dedo no Pulso está no ar! Entre os dias 01 e 07 de junho, acompanhe uma análise completa dos movimentos que estão moldando a economia brasileira e internacional, com reflexos diretos no agronegócio. PIB em desaceleração, mercado de trabalho dando sinais de enfraquecimento, inflação pressionada e os impactos da queda do petróleo entram no radar desta semana. Nesta edição, Antônio da Luz analisa os principais indicadores macroeconômicos, os desdobramentos para juros, câmbio e inflação, além dos efeitos práticos sobre custos de produção, commodities e perspectivas para o agro. Uma leitura estratégica para produtores, investidores e profissionais que precisam antecipar cenários e tomar decisões melhores.
Jesús González, Director gerente de BME Growth y BME Scale Up, comparte en Mercado Abierto las perspectivas para este foro centrado en compañías de pequeña y mediana capitalización
Nesta edição, Antônio da Luz analisa os principais acontecimentos da economia brasileira e internacional que podem impactar o agronegócio nos próximos dias. Entre os destaques, estão os debates sobre a autonomia do Banco Central, os reflexos da política monetária sobre juros, inflação, crédito e os desafios econômicos que afetam produtores, empresas e consumidores. O episódio também traz uma análise estratégica sobre a Índia e seu potencial para se tornar um dos maiores mercados para as exportações brasileiras nas próximas décadas. Com crescimento acelerado, aumento da demanda por alimentos, energia e matérias-primas, o país desponta como uma grande oportunidade para o agro nacional. Informação de qualidade, visão estratégica e leitura de cenário para quem precisa tomar decisões com o dedo no pulso da economia e do agronegócio. Ouça e fique por dentro dos movimentos que podem impactar o seu negócio. ➡
Novo episódio no ar do podcast Dedo No Pulso!Nesta semana, Antônio da Luz analisa os principais movimentos da macroeconomia e os impactos diretos no agronegócio entre os dias 18 e 24 de maio de 2026. Inflação, juros, câmbio, petróleo e o cenário internacional entram no radar em uma leitura profunda e estratégica do momento econômico. O episódio também aborda a relação entre Estados Unidos, China e Brasil, os efeitos da alta do petróleo na inflação dos alimentos, além das movimentações do dólar e do fluxo de capital estrangeiro no mercado brasileiro. Um panorama essencial para produtores, investidores e todos que querem entender os bastidores da economia real. Com análises técnicas, linguagem acessível e visão de mercado, o Dedo No Pulso traz informações que ajudam você a antecipar tendências e tomar decisões com mais segurança no agro e nos investimentos. ➡
PodCast do Grupo de Conjuntura IE - UFRJEstabilização macroeconômica argentina e seus limitesParticipam: Antonio Licha e Margarida Gutierrez.https://www.youtube.com/@grupodeconjuntura-ieufrj4650
Miramos a la macro del día, y echamos un vistazo también a las divisas. Con Javier Pino, analista de AFI
Nesta semana, o cenário econômico ganha atenção redobrada com inflação no Brasil e nos EUA, pressão sobre os juros, câmbio, petróleo e os impactos diretos no agronegócio. O episódio traz uma leitura estratégica dos principais indicadores da semana e como eles podem afetar investimentos, produção e mercado. Além disso, o podcast aprofunda temas que estão movimentando o país, como o debate sobre a escala 6x1, informalidade no mercado de trabalho e as oportunidades gigantescas que estão surgindo com biodiesel, etanol de milho e biocombustíveis. Uma análise direta, provocativa e essencial para quem quer entender o presente e enxergar o futuro do agro e da economia brasileira. ➡
Toca hablar de los datos macro y divisas, con Diego Puertas, analista de Serenity Markets
Miramos a la macro del día, y echamos un vistazo también a las divisas. Con Olivia Álvarez, analista en el departamento de análisis económico y de mercados de Afi
No novo episódio do podcast da Ecoagro, apresentado pelo economista Antonio da Luz, você confere uma análise profunda e direta dos principais movimentos que estão moldando a economia brasileira e global — com impactos diretos no agronegócio. Nesta edição, o destaque vai para o cenário fiscal preocupante do Brasil, mesmo diante de uma arrecadação recorde, com déficit elevado e aumento expressivo da dívida pública, além da queda significativa do chamado “colchão de liquidez” do Tesouro Nacional, que acende um alerta sobre o custo futuro da dívida e a perda de flexibilidade do governo em momentos de turbulência. O episódio também aborda o avanço da inflação, impulsionada principalmente por alimentos, combustíveis e efeitos indiretos do aumento do diesel, além da mudança no tom do Copom, que agora reconhece uma inflação em aceleração e mais distante da meta. No campo internacional, a análise traz uma leitura estratégica dos Estados Unidos, incluindo dados de atividade, inflação e decisões do Federal Reserve, além de uma comparação histórica entre diferentes posturas no combate à inflação, indicando uma possível tendência de alta nos juros americanos — fator que pode impactar diretamente o câmbio, os investimentos e o fluxo de capital para o Brasil. Com uma linguagem clara, técnica e acessível, o episódio conecta teoria econômica, dados atuais e projeções de mercado para ajudar investidores, produtores e empresários a entenderem os riscos e oportunidades do cenário atual. ➡
Toca hablar de la macro estadounidense y de los efectos económicos de la guerra en las bolsas de la mano de Brais Prieto, analista técnico y macro en Marot Strategies.
En un nuevo episodio del podcast Acentos, Mario Iparrairre, economista de BBVA Research en Argentina, analiza los hallazgos del último informe "Situación Automotriz", destacando cómo la estabilización de la economía y el regreso del crédito reactivaron las ventas de vehículos. En medio de un proceso de normalización, el mercado automotor empieza a mostrar los frutos de una macroeconomía más saneada. Argentina ha logrado reactivar el sector gracias a una conjunción de variables clave: la baja de la inflación, una menor brecha cambiaria y, fundamentalmente, la reaparición del crédito como canal de acceso. Este reordenamiento permitió que las ventas experimentaran un salto del 50% en 2025, trepando de 400.000 a 600.000 unidades, y que el esfuerzo para comprar un 0 km se redujera drásticamente a cerca de 25 salarios, una métrica que nos retrotrae a niveles de 2018 y 2019. En paralelo, la normalización del comercio exterior trajo consigo una mayor disponibilidad de unidades importadas en las calles. Además, los vehículos híbridos y eléctricos se consolidan como una tendencia ineludible tras crecer más de un 70% el último año, si bien la falta de infraestructura sigue siendo la principal barrera para alcanzar su masificación. Para confirmar que este escenario se consolida a largo plazo, el especialista remarca que será clave mantener un entorno de tasas moderadas, aprovechar la competitividad regional en vehículos utilitarios y sostener el nivel de ventas sin agravar el déficit externo.
Miramos a la macro del día, y echamos un vistazo también a las divisas. Con Olivia Álvarez, analista en el departamento de análisis económico y de mercados de Afi
No episódio desta semana do podcast da Ecoagro, apresentado pelo economista Antonio da Luz, você acompanha uma análise profunda e estratégica dos principais movimentos que estão moldando o cenário macroeconômico e seus impactos diretos no agronegócio. Em uma semana marcada por decisões importantes de juros no Brasil e nos Estados Unidos, o destaque vai para o ambiente de incerteza global, influenciado por fatores como inflação persistente, tensões geopolíticas e oscilações no preço do petróleo. Antonio explica como o diferencial de juros entre Brasil e EUA tem atraído um volume expressivo de capital estrangeiro, fortalecendo o real por meio do chamado “carry trade” — movimento que, apesar de positivo no curto prazo, carrega riscos relevantes de reversão. O episódio também mergulha nos fundamentos do câmbio, mostrando de forma didática como o balanço de pagamentos, os fluxos de capital e o comportamento das contas externas determinam a taxa de câmbio no país. Mesmo com um déficit estrutural em transações correntes, o Brasil tem conseguido equilibrar suas contas graças à entrada consistente de investimento estrangeiro direto e, principalmente, ao capital financeiro de curto prazo. Para o agro, o alerta é claro: o câmbio mais baixo reduz receitas de exportação, mas alivia custos de insumos importados — exigindo uma gestão ainda mais estratégica e proteção cambial neste momento. Além disso, o episódio traz projeções de cenários para o dólar, análises sobre inflação, atividade econômica e mercado internacional, além de um panorama atualizado das commodities agrícolas, com destaque para soja, milho, café e etanol. Um conteúdo essencial para quem quer entender o presente e se antecipar aos movimentos do mercado. ➡
Toca hablar de la macro estadounidense y de los efectos económicos de la guerra en las bolsas de la mano de Gonzalo Cañete, jefe de estratega de mercado global para ATFX.
Miramos a la macro del día, y echamos un vistazo también a las divisas. Con Olivia Álvarez, analista en el departamento de análisis económico y de mercados de Afi.
O novo episódio do podcast da Ecoagro, apresentado pelo economista Antonio da Luz, traz uma análise profunda e atual do cenário macroeconômico com foco no agronegócio, destacando os principais movimentos que devem impactar investidores e produtores nos próximos dias. Em uma semana marcada por indicadores relevantes, o destaque vai para a queda recente do preço do petróleo, que pode abrir espaço para um possível corte na taxa de juros na próxima reunião do Copom, ainda cercado de incertezas ligadas ao cenário internacional. O episódio também explora a dinâmica das transações correntes, o papel do investimento estrangeiro direto no equilíbrio cambial e os riscos de desequilíbrios econômicos, trazendo comparações importantes com crises recentes, como a da Argentina. Antonio da Luz faz um alerta contundente sobre o comportamento do investidor brasileiro, criticando a preferência por apostas em detrimento da construção de patrimônio via mercado de capitais. No cenário interno, a análise ganha ainda mais peso ao abordar o grave problema fiscal brasileiro, evidenciado pelo PLDO e pelas projeções de dívida pública, além de críticas à condução política e econômica do país em um contexto pré-eleitoral. O episódio também percorre dados relevantes sobre inflação, atividade econômica, consumo, além de um panorama internacional envolvendo Estados Unidos e China, destacando desacelerações, pressões inflacionárias e mudanças estratégicas nas grandes economias globais. Com uma leitura clara, crítica e fundamentada, o podcast oferece insights essenciais para quem deseja entender os rumos da economia e tomar decisões mais conscientes no agro e nos investimentos. ➡
Miramos a la macro del día, y echamos un vistazo también a las divisas. Con Marina Garcia, analista en el departamento de análisis económico y de mercados de Afi.
A economia brasileira mostra sinais de desaceleração, com consumo mais fraco e inflação pressionada pelo petróleo, o que deve levar a um corte menor da Selic. No cenário global, EUA enfrentam inflação alta e a China muda sua estratégia, reduzindo dólar e comprando ouro. Para o agro, o cenário é positivo, com fundamentos mais fortes para commodities, especialmente a soja. ➡
Poco movimiento en Estados Unidos, aunque sí lo ha habido en el Viejo Continente con el PMI compuesto de la Eurozona, entre otros. Con Luciana Taft, de Afi.
No episódio da semana, o economista Antonio da Luz analisa o cenário macroeconômico e o impacto do crédito no Brasil, mostrando que a crise não está apenas no agro, mas em toda a economia. Apesar do aumento da inadimplência no setor, os dados revelam que empresas e famílias enfrentam uma situação ainda mais crítica, com alto endividamento e juros elevados. O podcast destaca que o principal problema está no desequilíbrio fiscal, que faz o governo absorver grande parte do crédito disponível, encarecendo o dinheiro para o setor produtivo. Além disso, a economia brasileira segue em desaceleração, com inflação pressionada e pouca margem para queda de juros. Por fim, Antonio desmistifica a dependência do Brasil em relação à China, mostrando que o agro tem ampliado sua presença em diversos mercados globais. A mensagem central é clara: o agro continua sendo um setor resiliente e estratégico, mesmo diante de um cenário econômico desafiador. ➡
Lorenzo Sigaut Gravina @LSigautGravina (Director de Análisis Macroeconómico de Equilibra) Precisiones
PRECISIONES con Fernando Alonso y Pilar Wolffelt 01-04-2026 Entrevista a: Lorenzo Sigaut Gravina @LSigautGravina (Director de Análisis Macroeconómico de Equilibra)
O episódio desta semana revela como a trajetória dos juros no Brasil tem influenciado o crédito, os investimentos e o ritmo de crescimento das empresas e propriedades rurais, além de mostrar como fatores externos, como a alta do petróleo e tensões globais, podem pressionar ainda mais a inflação e dificultar a queda da taxa Selic. Ao longo do episódio, Antonio da Luz explica o que está por trás das decisões do Banco Central, o que o mercado financeiro já está precificando e por que há cada vez mais incerteza sobre o futuro econômico do país. O conteúdo também desmistifica a ideia de que a crise está concentrada no agro, evidenciando que o endividamento, a inadimplência e os desafios econômicos são generalizados, atingindo diferentes setores e famílias brasileiras. Se você atua no agronegócio, investe ou precisa tomar decisões estratégicas, este episódio entrega insights valiosos que normalmente ficam restritos a grandes bancos e investidores, ajudando você a entender o cenário atual e se preparar para o que vem pela frente. ➡
A imprevisibilidade da guerra no Oriente Médio, com impactos globais nas cadeias de energia e suprimentos, acende o alerta para o risco de uma crise econômica em cascata. O petróleo em alta encarece toda a cadeia produtiva, com potencial de gerar inflação e afetar o crescimento econômico em 2026. Os países em desenvolvimento, com menos margem de manobra para reagir a essa espiral, são os mais vulneráveis. Lúcia Müzell, da RFI em Paris Os efeitos da alta dos preços do petróleo e do gás se espalham por toda a economia: transportes, indústrias, agricultura. A escalada inflacionária pode estar apenas começando. “O risco é muito importante. Quanto mais tempo os preços da energia ficam altos, mais temos a hipótese de que, depois, isso se torne uma inflação alta e generalizada”, observa Bruno de Moura Fernandes, analista de macroeconomia da seguradora Coface. “Depois, vai obrigar os Bancos Centrais a subir as taxas de juros, o que leva a que tenhamos menos consumo das famílias, menos investimento das empresas, mais insolvências.” O Estreito de Ormuz, por onde circulam cerca de 20% da produção mundial de petróleo e gás natural liquefeito, permanece bloqueado desde o início dos ataques de Israel e dos Estados Unidos ao Irã, incluindo refinarias e depósitos desses produtos. A reação de Teerã, que passou a bombardear locais estratégicos de produção nos seus vizinhos no Golfo aliados dos norte-americanos, como o Catar, instala na região um clima de insegurança para o tráfego dos navios petroleiros. “É um país muito mais complexo e com muito mais capacidade de reação do que estava previsto, do ponto de vista estratégico”, salienta Silvia Matos, professora de Economia e Finanças da Fundação Getulio Vargas, responsável pela elaboração dos Cenários Macroeconômicos do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre). “Estamos tendo um choque de oferta que poderá ser mais duradouro do que se imaginava.” Volta ao normal não será rápida As infraestruturas de produção e refino estão sendo visadas – o que significa que, independentemente da duração do conflito, levará tempo para as exportações se normalizarem. Nesse contexto, os preços dos combustíveis não param de subir mundo afora, e a tendência é a mesma para produtos essenciais do cotidiano, como o plástico. Alguns países, como Espanha e Portugal, anunciaram pacotes de subsídios para limitar os impactos. Mas, depois da crise da Covid e em meio à guerra na Ucrânia, a margem fiscal é limitada. “Alguns, como Bangladesh, um país obviamente mais pobre, estão a dizer às pessoas para não irem ao trabalho, fecharam as universidades. Alguns países vão ter que reduzir a demanda por energia porque não têm condições de comprar, de entrar nesse leilão em que basicamente os países dizem ‘eu pago tanto para esse barco de petróleo, para esse barco de gás'”, pontua. Exposição do Brasil O Brasil, apesar de ser importador de derivados de petróleo, é exportador líquido de petróleo bruto, o que tem permitido ao país atenuar os prejuízos do choque no mercado internacional, inclusive no câmbio. “Em um país produtor de commodities, a nossa taxa de câmbio é chamada commodity currency, porque a moeda também depende do preço do petróleo. Quando você tem aumento de preços, tem uma certa valorização da moeda”, salienta Silvia Matos. “É um movimento que ajuda a atenuar o choque sobre o preço internacional, em dólar.” A chave para determinar a extensão da bola de neve que se desenha na economia mundial é a duração do conflito – o que direciona as atenções para o papel dos Estados Unidos na guerra. Moura Fernandes avalia que a aproximação das eleições de meio de mandato no país, em novembro, será determinante para o presidente Donald Trump limitar a atuação norte-americana a, no máximo, dois a três meses. “Provavelmente vai ter que parar bastante antes das eleições para poder tomar outras decisões e mudar um pouco a dinâmica. Mas sabemos também que ele é imprevisível e, por isso, é muito difícil saber como ele vai pensar”, pondera. Crise mais grave que a de 2008? O economista norte-americano Richard Bookstaber, famoso por “prever” a crise financeira de 2008, alertou que o mundo pode estar diante de uma crise ainda maior do que aquela. Ele identifica uma confluência negativa de múltiplos fatores: além das guerras, a ampliação da oferta de crédito privado, a alta valorização dos mercados financeiros e a possibilidade de uma bolha da inteligência artificial. Silvia Matos também vê essa combinação com preocupação. “Os data centers e a inteligência artificial precisam de energia, então a grande preocupação com esse choque adicional é que, como esse setor é muito intensivo em energia, o risco do retorno mais baixo dos investimentos em inteligência artificial tenha maior probabilidade”, explica. “Essa combinação me preocupa bastante. Há um risco, sim, porque estamos em um mundo de juros altos e dívida alta. Fica bem mais complicado ter um choque de energia nesse contexto, em comparação com a crise de 2008”, afirma a professora da FGV.
Na última semana de março, o cenário econômico trouxe fortes emoções para investidores e para o setor do agronegócio. O Copom decidiu por um corte de 0,25 pontos na taxa Selic, levando-a para 14,75%, contrariando parte do mercado que esperava uma redução maior. Mais importante que a decisão em si foi o comunicado, que deixou claro que novos cortes não estão garantidos diante das incertezas externas, especialmente os conflitos no Oriente Médio e seus impactos sobre o petróleo e demais commodities.O Banco Central divulgou também o relatório trimestral de inflação e dados como IPC-15 e IGP-M, reforçando a preocupação com a trajetória dos preços. Estudos apresentados mostram que, mesmo com Selic em queda, o IPCA pode ultrapassar o teto da meta caso o petróleo se mantenha em patamares elevados. Isso coloca em xeque a continuidade do ciclo de cortes.Nos Estados Unidos, o Federal Reserve manteve os juros entre 3,50% e 3,75%, destacando a solidez da atividade econômica e do mercado de trabalho, mas também a pressão inflacionária vinda do petróleo. Jerome Powell reforçou que futuros cortes dependem da evolução dos dados e do impacto da guerra.Na China, os sinais de desaceleração preocupam: desemprego em alta, varejo fraco e queda contínua nos preços dos imóveis. Apesar disso, a produção industrial segue crescendo, mostrando a tentativa de sustentar o ritmo econômico.Além dos indicadores, Antônio da Luz trouxe reflexões sobre o legado do ministro Fernando Haddad no Ministério da Fazenda, destacando os desafios que ficam para seu sucessor e para o futuro da política econômica brasileira.O episódio reforça que o momento exige atenção redobrada: inflação pressionada, petróleo em alta, incertezas externas e a necessidade de avaliar com cautela os próximos passos da política monetária.Esse é o Dedo no Pulso, acompanhando semana a semana os movimentos da economia e seus reflexos no agro e nos investimentos ➡
O episódio trouxe uma leitura detalhada dos principais movimentos da economia global e seus reflexos no Brasil e no agronegócio. A chamada “super quarta” marcou decisões de juros tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. Por aqui, a expectativa era de corte de 0,25 pontos na Selic, enquanto nos EUA o mercado trabalhava com a manutenção das taxas, em razão dos impactos da guerra e da alta do petróleo.Antonio da Luz apresentou um estudo aprofundado sobre os efeitos da escalada do preço do petróleo na inflação, destacando que o choque atual é de oferta, e não de demanda. Isso significa que os juros, embora utilizados pelos bancos centrais, não atacam a causa do problema, apenas o sintoma. O risco é que a política monetária acabe provocando recessão antes que a inflação se acomode.O episódio também analisou os impactos sobre atividade econômica, câmbio, títulos públicos e commodities, com atenção especial à soja, diretamente influenciada pelo petróleo. No Brasil, os dados mostraram desaceleração nas vendas do varejo e nos serviços, além de uma inflação pressionada em fevereiro, puxada principalmente pela educação. Nos Estados Unidos, o emprego segue forte e a inflação ao consumidor se aproxima da meta. Já a China apresentou sinais de saída da deflação, com crescimento robusto nas exportações e importações.Antonio reforçou que o mundo vive uma sobreposição de vulnerabilidades: estoques globais de petróleo nos menores níveis desde 2008, anos de subinvestimento em exploração e um conflito no Oriente Médio que ameaça o estreito de Ormuz, responsável por 20% do fluxo mundial de petróleo. O resultado é uma inflação de custos com efeitos explosivos sobre famílias, empresas e governos.O Podcast Dedo no Pulso traduz a complexidade dos mercados globais e mostra como o agronegócio brasileiro está navegando em meio a essa tempestade, trazendo análises sobre inflação, juros, fiscal e commodities, sempre com foco em como esses movimentos impactam diretamente o setor e o ambiente de negócios.Quer que eu faça uma versão ainda mais enxuta, no estilo de chamada rápida para redes sociais, destacando só os pontos mais impactantes? ➡
No episódio desta semana, o economista Antônio da Luz analisa os principais indicadores macroeconômicos do Brasil e do mundo, trazendo uma visão crítica sobre os rumos da economia e do agronegócio. No Brasil, os destaques são o IPCA de fevereiro, vendas no varejo, crescimento dos serviços e confiança do consumidor. Nos Estados Unidos, os olhos estão voltados para o CPI e o núcleo do PCE, fundamentais para as decisões do Fed. Já na China, inflação ao consumidor e ao produtor, além da balança comercial, entram em pauta.O PIB brasileiro de 2025 cresceu 2,3%, exatamente como projetado, com o setor agropecuário registrando um avanço expressivo de 11,7%, impulsionado pela produção de 350 milhões de toneladas. Apesar disso, Antônio chama atenção para um problema estrutural: a baixa taxa de investimento, estacionada em apenas 17%, insuficiente para sustentar o crescimento de longo prazo. Ele compara esse modelo, baseado em consumo e gasto público, a “voos de galinha”, defendendo que apenas o investimento sólido pode garantir crescimento sustentável. Para reforçar sua análise, recorre às teorias de grandes economistas como Keynes, Solow, Lucas e Romer, mostrando como o Brasil permanece preso na armadilha da renda média.O episódio também aborda os impactos da primeira semana da guerra no Irã sobre a economia global e, em especial, sobre o agronegócio. A mensagem é clara: não há motivo para pânico e o setor pode até sair fortalecido.Este episódio é essencial para quem deseja compreender o papel dos investimentos no crescimento econômico, como o Brasil pode romper a barreira da renda média e os efeitos da geopolítica sobre o agro e os mercados. Um conteúdo direto e indispensável para investidores, profissionais do agro e todos que querem colocar o dedo no pulso da economia. ➡
Tras el anuncio de Trump con el que pretende suspender las relaciones comerciales con España, analizamos su impacto potencial para nuestro país y el resto de efectos que nuestra economía puede sufrir con el conflicto entre Estados Unidos e Irán. Lo analizamos con Santiago Carbó, en Hora 25 de los Negocios.
Tras el anuncio de Trump con el que pretende suspender las relaciones comerciales con España, analizamos su impacto potencial para nuestro país y el resto de efectos que nuestra economía puede sufrir con el conflicto entre Estados Unidos e Irán. Lo analizamos con Santiago Carbó, en Hora 25 de los Negocios.
O Ibovespa não para de quebrar recordes em 2026! Com a marca histórica dos 190 mil pontos superada e o maior fluxo mensal de capital estrangeiro desde 2006, a pergunta que todo investidor se faz agora é: estamos no início de um ciclo de alta estrutural ou o fôlego está acabando?Neste episódio do podcast Genial Analisa, Igor Bastos e Vitor Souza conversam com Bruce Barbosa, um dos analistas mais influentes do mercado brasileiro. Bruce abre o jogo sobre sua polêmica saída da Nord Research, detalhando os desafios da sociedade e o que o levou a iniciar sua nova jornada com a Atlas Valorum.O que você vai aprender neste vídeo:Bastidores do Mercado: Bruce explica como o fim de parcerias societárias moldou sua visão sobre o negócio de análise e gestão de patrimônio.Estratégias de Investimento: Uma análise profunda sobre por que o Brasil continua "barato" e por que as Small Caps podem ser a grande oportunidade do momento, enquanto o fluxo estrangeiro dita o ritmo do Ibovespa.Análise de Setores: O futuro dos bancões (Itaú, BTG, Bradesco) diante da revolução da Inteligência Artificial e os detalhes do case de sucesso da PetroRio (PRIO3).Cenário Macroeconômico: O impacto dos juros altos, a postura dos fundos de pensão e o que esperar do cenário fiscal brasileiro comparado a períodos históricos como o governo Temer.Se você busca entender a dinâmica entre o Research independente e o Wealth Management, ou quer insights valiosos sobre alocação de ativos em 2026, este papo é indispensável.Inscreva-se no canal da Genial Investimentos para acompanhar todas as terças e quintas as melhores análises do mercado financeiro!
El euro en su nivel más bajo en un mes...¿Qué esperar de la macro? Con Diego Puertas, analista de Serenity Markets.
PIB del cuarto trimestre en la eurozona y la inflación de EEUU como datos destacados. Lo vemos con Enrique Díaz, director de Riesgos de Ebury.
Lo más destacado lo tenemos en EEUU con ese dato de empleo de enero. Lo comentamos con Joaquín Robles, director de Ventas de Banco BIG.
Enrique Díaz, director de Riesgos de Ebury, repasa la macro de la sesión con vistazo la reunión de tipos del BCE, la libra y la plata.
Enrique Díaz, director de Riesgos de Ebury, repasa la macro de la sesión con vistazo al dólar, al dato de PIB e IPC español y el oro y plata.
Miramos a la macro con especial foco sobre el oro, el cobre, el euro y el dólar. Con Brais Prieto, analista técnico y macro en Marot Strategies.
Joaquín Robles, responsable de Ventas de Banco BIG, sigue de cerca lo más destacado en la macro de la jornada, con el foco en el dólar, el oro y la decisión de tipos en Canadá.
Enrique Díaz, director de Riesgos de Ebury, repasa la macro de la sesión con vistazo a Estados Unidos y la reunión de tipos de Japón.
Miramos a la macro con especial foco sobre el dato de PCE en EE.UU. Vemos eso y mucho más con Gonzalo Cañete, jefe de estratega de mercado global para ATFX.
Diego Barnuevo, analista de Ebury, sigue de cerca lo más destacado en la macro de la jornada, con el foco en el PCE estadounidense, el oro y el dato de inflación en Reino Unido.
Joaquín Robles, responsable de Ventas de Banco BIG, sigue de cerca lo más destacado en la macro de la jornada, con el foco en el superávit comercial chino y el yen.
Javier Pino, analista de AFI, sigue de cerca lo más destacado en la macro de la jornada, con el foco en la FED, El Banco de España y el yen.
Diego Puertas, analista de Serenity Markets, sigue de cerca lo más destacado en la macro de la jornada, con el foco en la decisión de recortar tipos del Banco de Inglaterra.
Diego Barnuevo, analista de Ebury, sigue de cerca lo más destacado en la macro de la jornada, con el foco en el BCE, la libra y el euro.
Borja de Castro, de Banco Big, sigue de cerca lo más destacado en la macro de la jornada, con el foco en esas declaraciones del gobernador del Banco de Francia, François Villeroy.
Alemania en el foco, con vistazo al Banco de Japón, el paro semanal estadounidense y comportamiento del dólar. Con Diego Puertas, analista de Serenity Markets.
BLACK FRIDAY DA REISE: https://finc.ly/ffa006085cNeste episódio imperdível, Christian Keleti, gestor com 30 anos de experiência no mercado financeiro e fundador da AlphaKey Investimentos, traz uma análise profunda sobre o momento do nosso mercaddo. Com um fundo que cresceu 100% nos últimos 3 anos enquanto o mercado patinava, Keleti revela sua visão sobre o futuro da bolsa brasileira.Principais temas abordados:
Enrique Díaz-Álvarez, director de Riesgos de Ebury, repasa la macro con vistazo a la eurozona, el BCE y la FED.