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UNAS CUANTAS VERDADES con Mariano Obarrio 04-03-2026 Entrevistas a: Martín Polo @Macroopolo (Jefe de Estrategia de Cohen Aliados Financieros @CohenArgentina ) Diego Abdo (Gerente de comunicación de Exponenciar) Lorenzo Sigaut Gravina @LSigautGravina (Director de Análisis Macroeconómico de Equilibra @_equilibra )
Lorenzo Sigaut Gravina @LSigautGravina (Director de Análisis Macroeconómico de Equilibra @_equilibra ) Unas Cuantas Verdades @marianoobarrio
O episódio do Dedo No Pulso desta semana traz uma análise abrangente sobre os principais fatores que afetam a economia brasileira e o agronegócio. Antônio da Luz destaca a decisão do governo de aumentar impostos de importação, medida que, segundo ele, reduz a produtividade e a competitividade nacional. Além disso, aborda os entraves logísticos como a paralisação da Ferrogrão e o recuo na concessão de hidrovias, reforçando como infraestrutura deficiente compromete o escoamento de grãos e a eficiência do setor. O cenário internacional também entra em pauta, com os possíveis impactos econômicos do conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, que podem afetar preços de petróleo e comércio global.No campo dos indicadores, o episódio analisa a desaceleração do PIB no quarto trimestre de 2025, a queda da confiança do consumidor para 86,1 pontos, e os dados fiscais que revelam aumento da dívida bruta para 78,66% do PIB. A inflação surpreendeu com alta de 0,84% no IPC-15, puxada pelo setor de educação, evidenciando a inércia inflacionária brasileira. No crédito rural, a inadimplência subiu para 7,33%, enquanto o mercado de capitais se fortalece como alternativa de financiamento ao agro. Por fim, Antônio ressalta que problemas complexos exigem soluções estruturais, e não medidas simplistas que apenas agravam os desafios da economia e do agronegócio. ➡
O Ibovespa não para de quebrar recordes em 2026! Com a marca histórica dos 190 mil pontos superada e o maior fluxo mensal de capital estrangeiro desde 2006, a pergunta que todo investidor se faz agora é: estamos no início de um ciclo de alta estrutural ou o fôlego está acabando?Neste episódio do podcast Genial Analisa, Igor Bastos e Vitor Souza conversam com Bruce Barbosa, um dos analistas mais influentes do mercado brasileiro. Bruce abre o jogo sobre sua polêmica saída da Nord Research, detalhando os desafios da sociedade e o que o levou a iniciar sua nova jornada com a Atlas Valorum.O que você vai aprender neste vídeo:Bastidores do Mercado: Bruce explica como o fim de parcerias societárias moldou sua visão sobre o negócio de análise e gestão de patrimônio.Estratégias de Investimento: Uma análise profunda sobre por que o Brasil continua "barato" e por que as Small Caps podem ser a grande oportunidade do momento, enquanto o fluxo estrangeiro dita o ritmo do Ibovespa.Análise de Setores: O futuro dos bancões (Itaú, BTG, Bradesco) diante da revolução da Inteligência Artificial e os detalhes do case de sucesso da PetroRio (PRIO3).Cenário Macroeconômico: O impacto dos juros altos, a postura dos fundos de pensão e o que esperar do cenário fiscal brasileiro comparado a períodos históricos como o governo Temer.Se você busca entender a dinâmica entre o Research independente e o Wealth Management, ou quer insights valiosos sobre alocação de ativos em 2026, este papo é indispensável.Inscreva-se no canal da Genial Investimentos para acompanhar todas as terças e quintas as melhores análises do mercado financeiro!
Você já ouviu que o brasileiro produz pouco porque trabalha pouco?Os dados mostram exatamente o contrário. No novo episódio do Dedo no Pulso – Panorama Macroeconômico, analisamos números recentes do PISA (OCDE), do Banco Mundial (Doing Business), da Organização Mundial do Comércio (OMC) e do The Conference Board, para entender por que o Brasil gera apenas cerca de US$ 21 por hora trabalhada, enquanto países como os Estados Unidos e a Alemanha superam os US$ 80 por hora.
El euro en su nivel más bajo en un mes...¿Qué esperar de la macro? Con Diego Puertas, analista de Serenity Markets.
Em meio a uma semana encurtada por feriados no Brasil, nos Estados Unidos e na China, o debate econômico ganhou intensidade ao invés de desacelerar: enquanto parte do país discute a redução da escala 6x1 como se fosse um avanço civilizatório automático, os dados da PNAD mostram uma realidade muito mais complexa — de 2012 a 2025, o Brasil ampliou sua força de trabalho, mas viu crescer de forma mais acelerada o contingente de trabalhadores por conta própria e sem carteira assinada, revelando um processo claro de desformalização; hoje, mais da metade da população ocupada não está sob o regime formal que seria diretamente impactado por mudanças na legislação trabalhista, o que levanta uma pergunta incômoda: estamos discutindo a cereja do bolo enquanto ignoramos o bolo inteiro? Ao mesmo tempo, os indicadores recentes confirmam desaceleração no varejo, resiliência nos serviços, inflação ainda pressionada no Brasil e mercado de trabalho aquecido nos EUA, reforçando que o cenário global exige responsabilidade fiscal — tema que ganhou destaque com o alerta internacional sobre a chamada “brazilificação”, expressão usada para descrever economias presas a juros elevados e fiscal frágil. No agro, apesar de revisões otimistas para soja e estabilidade no milho, há inconsistências nos dados de arroz e preocupações no setor sucroenergético, enquanto Chicago sustenta preços firmes para grãos. O pano de fundo é claro: o Brasil ainda vive seu bônus demográfico, mas ele tem prazo de validade, e decisões populistas hoje podem custar caro entre 2045 e 2050, especialmente no campo previdenciário e fiscal; antes de importar modelos estrangeiros ou criar novas regras que não alcançam a maioria da força de trabalho, talvez seja hora de enfrentar as distorções estruturais que os próprios números já escancaram. ➡
PIB del cuarto trimestre en la eurozona y la inflación de EEUU como datos destacados. Lo vemos con Enrique Díaz, director de Riesgos de Ebury.
Lo más destacado lo tenemos en EEUU con ese dato de empleo de enero. Lo comentamos con Joaquín Robles, director de Ventas de Banco BIG.
O episódio analisa uma semana decisiva para a economia global e brasileira, com foco na desaceleração da atividade no Brasil, no comportamento da inflação e, principalmente, na crise política e monetária do Japão, que pode gerar impactos relevantes nos mercados financeiros globais. A forte desvalorização do iene, a elevada dívida pública japonesa e a pressão sobre o Banco Central do Japão aumentam o risco de volatilidade internacional, fuga de capitais e fortalecimento do dólar, afetando emergentes como o Brasil. Em paralelo, a indicação de um nome mais duro para o comando do Fed levou a uma reprecificação global, pressionando metais e criptomoedas. Apesar desse cenário mais tenso, o agro brasileiro segue como ponto de sustentação da economia, com boa performance nas exportações, avanço da colheita e recuperação de preços, especialmente da soja. ➡
Enrique Díaz, director de Riesgos de Ebury, repasa la macro de la sesión con vistazo la reunión de tipos del BCE, la libra y la plata.
Neste episódio do Dedo no Pulso, referente à semana de 2 a 8 de fevereiro de 2026, o programa analisa uma agenda intensa de indicadores no Brasil e no exterior. No Brasil, destaque para o IGP-DI em deflação, IPCA da Fipe, balança comercial e produção industrial, que segue em desaceleração com expectativa de resultado negativo no primeiro trimestre. O Copom manteve a Selic em 15%, mas sinalizou início de flexibilização já em março, apontando maior confiança na queda da inflação e expectativas mais bem ancoradas. Nos Estados Unidos, foco no mercado de trabalho com Payroll, taxa de desemprego e pedidos de seguro-desemprego, além da decisão do Fed de manter juros. O episódio comenta também a indicação de Kevin Warsh para substituir Jerome Powell como chairman. Na Europa, saíram dados de varejo, IPP e PMIs. No Brasil, os números fiscais revelaram deterioração: dívida bruta em 78,7% do PIB, déficit primário de R$ 55 bilhões e pagamento recorde de R$ 1 trilhão em juros em 2025, equivalente a 7,9% do PIB. O episódio conclui com alerta sobre os impactos da política fiscal irresponsável, a pressão sobre juros e os riscos para o crescimento econômico, além da preocupação com a inadimplência no setor agro.
Enrique Díaz, director de Riesgos de Ebury, repasa la macro de la sesión con vistazo al dólar, al dato de PIB e IPC español y el oro y plata.
Miramos a la macro con especial foco sobre el oro, el cobre, el euro y el dólar. Con Brais Prieto, analista técnico y macro en Marot Strategies.
Joaquín Robles, responsable de Ventas de Banco BIG, sigue de cerca lo más destacado en la macro de la jornada, con el foco en el dólar, el oro y la decisión de tipos en Canadá.
Esta mañana en #Noticias7AM entrevistamos a Dr. José Israel Ibarra González, Profesor-Investigador de Migración y Derechos Humanos de El Colegio de la Frontera Norte Unidad Nogales. Egresado del doctorado en Estudios de Migraciónde El Colef.Investigador invitado de Continente Móvil, para el Migranálisis, un espacio donde convergen la migración y la comunicación con un enfoque científico. Tema: Las implicaciones macroeconómicas de los cambios en los flujos migratorios para 2026#Uniradioinforma
Na última semana de janeiro de 2026, o Brasil vive uma “super quarta” com decisão de juros pelo Copom, que deve manter a Selic em 15%, apesar de já haver condições para iniciar cortes. A inflação está dentro da banda, atacado em deflação e atividade em desaceleração, mas o desemprego ainda não respondeu. Nos EUA, o Fed também decide juros e deve interromper o ciclo de quedas, mantendo taxas até junho. Esse cenário de expectativa de cortes no Brasil impulsiona a bolsa, que já precifica a redução. Além disso, o fiagro EGAF11 se destacou em 2025 como o fundo que mais pagou dividendos e maior retorno sobre cota patrimonial. No campo institucional, o IBGE enfrenta crise com mudanças polêmicas na coordenação das contas nacionais, gerando ruído sobre credibilidade. O quadro é de uma economia pressionada, mas com o mercado financeiro aquecido pela perspectiva de juros menores. ➡
Enrique Díaz, director de Riesgos de Ebury, repasa la macro de la sesión con vistazo a Estados Unidos y la reunión de tipos de Japón.
Miramos a la macro con especial foco sobre el dato de PCE en EE.UU. Vemos eso y mucho más con Gonzalo Cañete, jefe de estratega de mercado global para ATFX.
Diego Barnuevo, analista de Ebury, sigue de cerca lo más destacado en la macro de la jornada, con el foco en el PCE estadounidense, el oro y el dato de inflación en Reino Unido.
Neste episódio do Dedo no Pulso, mergulhamos no panorama macroeconômico e no agronegócio entre os dias 19 e 25 de janeiro de 2026. A análise destacou os desafios da economia chinesa, com foco no setor imobiliário, na desaceleração da produção industrial e nas dúvidas sobre a confiabilidade dos dados de PIB. Nos Estados Unidos, discutimos a resiliência da economia, o baixo nível de desemprego, o forte desempenho do varejo e as pressões inflacionárias diante da política monetária mais frouxa. Na Europa, os dados de inflação foram observados como determinantes para a política econômica. No Brasil, os indicadores apontaram para uma clara desaceleração da atividade econômica, com varejo e indústria em queda, serviços enfraquecidos e deflação nos preços ao produtor. Em contraste, o agronegócio segue como motor positivo, sustentando o superávit da balança comercial. Foi enfatizado o papel crucial do agro na geração de dólares, na estabilidade cambial e na redução da dependência de capitais especulativos. Além disso, o episódio trouxe reflexões sobre o impacto da balança comercial positiva na sustentabilidade do crescimento econômico, análises sobre o cenário eleitoral brasileiro a partir da pesquisa Genial/Quaest, e uma revisão das perspectivas da safra nacional, que influenciaram os dados globais do USDA. ➡
Joaquín Robles, responsable de Ventas de Banco BIG, sigue de cerca lo más destacado en la macro de la jornada, con el foco en el superávit comercial chino y el yen.
Neste episódio do Dedo no Pulso, panorama macroeconômico do agronegócio, o programa analisa os principais indicadores da semana de 12 a 18 de janeiro de 2026. O episódio destaca a deflação no IPP brasileiro e seus vínculos com a economia chinesa, além da divulgação do IGP-10, vendas no varejo, indústria e serviços. O cenário internacional também é abordado, com foco na inflação dos EUA, política monetária do Fed e dados da balança comercial da China. Um dos pontos centrais é o caso do Banco Master, cuja liquidação expôs fraudes bilionárias e gerou insegurança jurídica, com possíveis impactos sobre mais de um milhão de poupadores e sobre a credibilidade do sistema financeiro nacional. Na frente doméstica, o episódio analisa o IPCA de 2025, que fechou em 4,26%, abaixo do teto da meta mas acima do centro, com alimentos sendo decisivos para o resultado. A indústria mostra sinais de desaceleração, enquanto o setor de serviços apresenta resiliência. No comércio exterior, o Brasil registrou superávit de US$ 68,3 bilhões, sustentado pelo agro, que sozinho garantiu saldo positivo de US$ 149 bilhões. Carnes e café foram destaques de crescimento, enquanto soja e açúcar recuaram. Por fim, o programa avalia o mercado de trabalho e juros nos EUA, reforçando que cortes de taxas devem ocorrer apenas a partir de junho. Uma análise abrangente que conecta inflação, indústria, agro e política monetária, ressaltando o papel estratégico do agronegócio para o equilíbrio econômico brasileiro. ➡
No primeiro episódio do ano, o economista-chefe Antônio da Luz recebe o comunicador e líder do agro José Luiz Tejon Megido para uma conversa inspiradora sobre o futuro do agronegócio brasileiro.
Na última semana de 2025, Antônio da Luz recebe Moacir Teixeira, fundador da Ecoagro, para uma análise profunda sobre os desafios e oportunidades que marcaram o ano. O episódio aborda:
Javier Pino, analista de AFI, sigue de cerca lo más destacado en la macro de la jornada, con el foco en la FED, El Banco de España y el yen.
Tras un año marcado por la volatilidad electoral, las expectativas económicas se han ajustado al alza validando un escenario de recuperación. Se prevé una expansión del PIB del 4,5% para 2025 y del 3% para 2026, respaldada por el saneamiento macroeconómico y el equilibrio fiscal y monetario. La economía argentina crece actualmente a "diferentes velocidades", explica Juan Manías, economista principal de BBVA Research en Argentina, en este nuevo episodio de "Acentos". Al presentar el último informe del año, Situación Argentina, detalla cómo los sectores primarios —especialmente el agro, la minería y la energía— son los que están traccionan este dinamismo. Asimismo, se analizan las recientes medidas anunciadas por el gobierno, como el nuevo esquema de bandas cambiarias que se ajustarán por inflación para evitar el atraso del tipo de cambio, y el retorno a tasas de interés reales positivas, una herramienta clave para fomentar el ahorro en pesos y consolidar la desinflación.
No episódio desta semana o economista Antônio da Luz apresenta uma análise sobre os principais acontecimentos econômicos e políticos que impactam o Brasil e o mundo. Ele começa destacando os indicadores divulgados no país, como o IPC-15, que traz uma prévia da inflação de dezembro, e o IBC-BR, que mostrou nova queda na atividade econômica, confirmando o processo de desaceleração. O câmbio também foi tema importante, fechando em R$ 5,55, pressionado pela saída de dólares típica do fim de ano. Além disso, Antônio chamou atenção para a aprovação de medidas no Congresso que aumentam impostos sobre defensivos agrícolas, fertilizantes, fintechs e dividendos, o que, segundo ele, encarece a produção e desestimula investimentos, resultado de um acordo político que envolveu a chamada “12 metrias”.No agronegócio, o Brasil alcançou um marco histórico ao ultrapassar os Estados Unidos e se tornar líder mundial na produção de carne bovina, além de já ser o maior exportador. Antônio ressaltou que essa conquista não é fruto do acaso, mas de uma tendência consolidada ao longo dos anos, e celebrou o papel dos pecuaristas brasileiros, lembrando que o país é essencial para o abastecimento global de alimentos e para a estabilidade política e econômica mundial. Ele reforçou que o Brasil não apenas exporta alimentos, mas também paz e equilíbrio, já que sem o país o mundo não consegue funcionar da forma como conhecemos.No cenário internacional, os Estados Unidos mostraram força com a criação de 64 mil novos postos de trabalho, acima das expectativas, e com indicadores como o PMI de serviços e manufatura apontando expansão. A inflação segue em 3% no acumulado de 12 meses, ainda acima da meta, o que dificulta justificar cortes de juros. Já na China, os dados revelaram fragilidade, com vendas no varejo crescendo apenas 1,3% e produção industrial abaixo das expectativas, além da queda nos preços dos imóveis. Esses números levantam dúvidas sobre a sustentabilidade do crescimento chinês.Outro tema abordado foi o acordo entre Mercosul e União Europeia, adiado para janeiro. Antônio destacou que o agro brasileiro é altamente competitivo e que o protecionismo europeu, sustentado por subsídios, gera ineficiência. Para ele, o acordo pode beneficiar tanto o Mercosul quanto a Europa, reduzindo custos de alimentos e incentivando a indústria de transformação. O episódio conclui mostrando como o Brasil se consolida como potência agroalimentar, mesmo diante de desafios internos, e reforça a importância estratégica do país no cenário global. ➡
Diego Puertas, analista de Serenity Markets, sigue de cerca lo más destacado en la macro de la jornada, con el foco en la decisión de recortar tipos del Banco de Inglaterra.
Diego Barnuevo, analista de Ebury, sigue de cerca lo más destacado en la macro de la jornada, con el foco en el BCE, la libra y el euro.
Borja de Castro, de Banco Big, sigue de cerca lo más destacado en la macro de la jornada, con el foco en esas declaraciones del gobernador del Banco de Francia, François Villeroy.
Alemania en el foco, con vistazo al Banco de Japón, el paro semanal estadounidense y comportamiento del dólar. Con Diego Puertas, analista de Serenity Markets.
BLACK FRIDAY DA REISE: https://finc.ly/ffa006085cNeste episódio imperdível, Christian Keleti, gestor com 30 anos de experiência no mercado financeiro e fundador da AlphaKey Investimentos, traz uma análise profunda sobre o momento do nosso mercaddo. Com um fundo que cresceu 100% nos últimos 3 anos enquanto o mercado patinava, Keleti revela sua visão sobre o futuro da bolsa brasileira.Principais temas abordados:
Enrique Díaz-Álvarez, director de Riesgos de Ebury, repasa la macro con vistazo a la eurozona, el BCE y la FED.
Vistazo a la reunión de tipos de la FED, el IPC de la eurozona, así como el dato de ventas minoristas en Alemania y el yen. Con Enrique Díaz, director de riesgos de Ebury.
Olivia Álvarez, analista de AFI, sigue de cerca la macro de la sesión con vistazo al Banco Central Europeo, el yen y la situación en China.
Echamos un vistazo a la macro del día con Enrique Díaz, director de riesgos de Ebury, que pone el foco en el IPC estadounidense, el dato de paro español, el oro y el cruce euro-dólar.
Gonzalo Cañete, jefe de estrategia de mercado global para ATFX, sigue de cerca la macro de la sesión con vistazo al petróleo, el movimiento del oro y la balanza comercial japonesa.
Enrique Díaz, director de riesgos de Ebury, sigue de cerca la macro de la sesión con vistazo al sector financiero estadounidense y al euro y la lira turca.
Toca hablar de divisas, analizar los últimos datos macro y lo que suponen con María Marcos, analista independiente.
Javier Pino, analista de AFI, pone el foco en la ausencia de macro en EEUU tras ese cierre de gobierno, al tiempo que mira a Alemania, la libra y el euro.
Diego Barnuevo, analista de Ebury, pone el foco en las claves macro con vistazo a las actas de la FED y el nivel actual de tipos en la eurozona.
Enrique Díaz, director de riesgos de Ebury, repasa las claves macroeconómicas de la jornada con el foco en los datos europeos.
El cierre parcial del gobierno en EE.UU nos deja sin datos, pero miramos a referencias europeas, de la mano de Gonzalo Cañete, jefe de estratega de mercado global para ATFX.
Toca hablar de divisas, analizar los últimos datos macro y lo que suponen con Javier Ferrer, responsable de negocio de Tradition España.
Repasamos la macro prestando atención a las últimas declaraciones del presidente de la FED y el mercado de divisas, con Brais Prieto, analista técnico y macro en Marot Strategies.
Repasamos la macro prestando atención a la reunión de tipos de la FED, con vistazo a China, Japón y el dólar. Con Diego Barnuevo, analista de Ebury.
¿Cuáles son los aspectos más sallientes de la programación de gobierno? Análisis del economista Luciano Magnífico.
¿Qué tan severa viene siendo la crisis económica en ese país? Análisis del economista Alejandro Vallcorba.
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