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Em época de eleição, aparece promessa pra todo lado. Mas afinal… o que é uma eleição? Quem são essas pessoas que escolhemos? E por que existem tantos políticos no Brasil? Neste episódio do Café Com Leite, Bárbara e Babica embarcam numa conversa divertida e cheia de descobertas sobre democracia, voto, cidadania e responsabilidade. Um papo para ajudar crianças, e muitos adultos também, a entender que votar não é torcida: é participar da construção do país onde vivemos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Il gruppo di Thiene di Futuro Nazionale verrà presentato ufficialmente a settembre. nel frattempo i tesserati sono saliti a 70 ma i membri del gruppo raccontano che il candidato sindaco alle prossime amministrative è stato scelto a Roma e di aver subito l'imposizione dal partito centrale di non poter parlare di argomenti locali.
Víctor Torres afronta el reto de recuperar la alcaldía con ilusión y responsabilidad apostando por la cercanía con la calle
Víctor Torres afronta el reto de recuperar la alcaldía con ilusión y responsabilidad apostando por la cercanía con la calle
El senador electo Andrés Forero conversó con Dos Puntos acerca de la pelea alrededor de quién debe presidir el Senado en el primer año del gobierno de Abelardo de la Espriella.
Miques João, candidato independente, falou à reportagem da RFI para expor as linhas mestras da sua candidatura. Este conhecido advogado é um dos quatro candidatos que disputam as eleições presidenciais de São Tomé e Príncipe deste domingo. O candidato, muito implicado na defesa do único civil condenado no caso do ataque contra o Quartel general a 25 de Novembro de 2022, afirma que o povo é que o move. A campanha, de facto, em São Tomé e Príncipe tem sido marcada por uma disputa centrada mais na confiança, estabilidade institucional e a resposta aos problemas económicos do que em confrontos políticos directos. O apelo constante à paz por parte das autoridades eleitorais e dos candidatos demonstra a preocupação em preservar a tradição democrática do país e garantir eleições livres, tranquilas e credíveis. Temos como convidado o candidato Miques João, que concorre pela segunda vez às presidenciais em São Tomé e Príncipe. Miques João, que esteve preso por razões infundadas, segundo ele, encontra-se há dez meses em liberdade e disse que não tem espírito de vingança, afirmando mesmo o que lhe move é o povo. Quem montou as suas coisas vai desmontar sozinho, ou seja, já desmontaram. Eu estou há dez meses em liberdade, como se pode aperceber, e as pessoas todas que fizeram correr ou esconder, sabem o que fizeram. Eu não tenho espírito de vingança de ninguém. As pessoas, quando fazem alguma coisa errada, eu chamo a atenção, porque não deve ser, para corrigir, mas cada um responderá pelos seus actos conforme os seus métodos. A minha preocupação e minha concentração são para o povo. É só o povo que me interessa. Porque se não fosse o povo, senhor, eu estaria morto. O povo agora quer esclarecimento e o meu objectivo é esclarecer o povo e dizer ao povo com quem pode contar, o que povo pode contar e como é que pode contar. Porque o povo agora vai decidir, é a vez do povo decidir. O povo tem que decidir de forma esclarecida para que, após tomar a decisão 19 de Julho, ser capaz de assumir ou aguentar as consequências das suas decisões durante cinco anos. Porque o poder pertence ao povo e o povo é para o povo e só para o povo, por exemplo, que eu estou a concorrer. Interrogado sobre o exercício da democracia em São Tomé e Príncipe e o papel do Presidente da República Miques João respondeu: O que temos assistido nesses 35 anos, 36 anos de democracia é confusão. Cada um quer mostrar poder e eu não estou cá para isso. O Presidente da República, eu, caso o povo assim decidir, estarei cá como árbitro para fazer o seguinte: não sou árbitro para pôr regras nisso, por ordem. Quando houver confusões, eu vou intervir para fazer parar a confusão. Nós temos essa tendência, o Presidente da República, em princípio, no âmbito dos poderes que tem na Constituição, ele tem capacidade de fazer três tipos de coisas. Eles funcionam como para estabelecer as regras e fazer o jogo democrático funcionar. A dada altura, ele também funciona como polícia. Quando houver violações, ele aplica a sanção. E, por fim, ele funciona como bombeiro para apagar fogos. Quando vemos a Assembleia com muita inconveniência, a querer sobrepor o Presidente da República, querer sobrepor-se à vontade do povo, dissolvemos a Assembleia, mandamos novamente, devolvemos poder ao povo. Está na lei. O presidente tem poder de dissolver a Assembleia e voltar a devolver poder ao povo. Admite que, se for eleito Presidente da República, trabalhará com todos os órgãos para que se possa atingir os objectivos do Estado. Enquanto Estado, esses órgãos de soberania têm que agir em interacção para exaurir o objectivo do Estado. Não podem efectivamente estar. E o Presidente tem essa função. Por isso que assegura o regular funcionamento da gestão democrática e permite que os objectivos de Estado sejam atingidos. E muita gente está a fazer confusão. Quando nós falamos dos objectivos do Estado, todos os órgãos de soberania devem concorrer para os objectivos de Estado. É por isso que existe hierarquia no Estado e o Presidente da República é o chefe do Estado. Está na Lei número 1 do artigo 77. E enquanto Chefe do Estado, cabe garantir que o Estado funciona. E é nessa conjuntura que esse exercício deve ser feito. Na lógica de que o poder que o povo nos dá, porque o poder não nos pertence, o povo dá um mandato, ora de cinco anos, ora de quatro anos, ora de três anos, para fazer cumprir o objectivo do Estado. E este mandato deve ser cumprido. O que está a acontecer em São Tomé e Príncipe é que cada um dos órgãos de soberania, uma vez eleitos ou empossados, indicados, pegam o poder que recebem, fazem como se fosse a sua propriedade e tornam-se o Estado dentro do Estado a impedir ou a tornar o estado disfuncional. Isto vai acabar. O Presidente da Republica tem aquela missão enquanto chefe de Estado, permitir que o Estado funcione, porque nós somos um colectivo. O Estado é como se fosse uma equipa de futebol. Tome o exemplo de Cabo Verde, como é que foi o jogo? O presidente da República é o treinador. Ele tem que fazer com que a máquina funcione. E fazer a máquina funcionar é começar a efectivamente aplicar a lei e fazer as pessoas entenderem que cada um tem que cumprir o seu papel. Durante muito tempo foram enganando os cidadãos. Não explicaram aos cidadãos como é que as coisas são. É assim: o governo tem o papel de executar a política do Estado, fazer gestão, executar a política do Estado. Repare bem, não se faz eleições para eleger governos nenhum em São Tomé e Príncipe. A eleição é feita para eleger deputados que compõem a Assembleia. E uma vez assembleia constituída, é preciso que o partido que ganhou ou que efectivamente pretende constituir o Governo apresente ao Presidente da República aquilo nós chamamos de sustentabilidade parlamentar. E é a partir daqui que sai o Governo. O Governo é o Executivo. Tanto o governo como órgão de soberania, como os tribunais, não são eleitos, são executivos. Os Tribunais passam por concurso, cidadão vai, concorra e tudo mais, faz concurso público a juiz. Mas dita o direito ao nome do povo, à luz do artigo 120 da Constituição, podem ver. Mas, tanto o governo como os tribunais, não são eleitos directamente pelo povo, Mas já o presidente e os deputados, sim. Tanto é que, repare, o Presidente é o chefe do Estado na hierarquia do Estado e o presidente da Assembleia é o segundo homem do Estado, porque são eleitos directamente pelo povo. Miques João é um dos quatro candidatos às presidenciais de 19 de Julho em São Tomé e Príncipe.
Paulo César Zinn, pré-candidato a deputado estadual pelo Republicanos, participou do programa Direto ao Ponto para apresentar suas propostas e falar sobre a pré-candidatura à Assembleia Legislativa.
Paulo César Zinn, pré-candidato a deputado estadual pelo Republicanos, participou do programa Direto ao Ponto para apresentar suas propostas e falar sobre a pré-candidatura à Assembleia Legislativa.
El presidente Bukele fue designado por su partido como candidato para las presidenciales de 2027, su tercera participación en unos comicios, en un momento en el que goza de amplia popularidad por su guerra contra las pandillas pero también en medio de cuestionamientos sobre el alto costo de esta política en términos de respeto de los derechos humanos. Entrevista con el analista y profesror Rodolfo Cardenal. Sin otro candidato a la vista, el partido Nuevas Ideas proclamó a Nayib Bukele, en el poder desde 2019, como el próximo candidato de su formación para las elecciones presidenciales de 2027. La noticia no sorprendió a nadie, sobre todo, tras la reforma del Congreso en julio de 2025, cuando se abolió el límite de dos mandatos consecutivos. Esta decisión concierne a numerosos activistas encarcelados. Rodolfo Cardenal, jesuita y profesor de la Universidad Centroamericana de El Salvador, advierte sobre el futuro que les espera. “Los activistas van a seguir encerrados. Mientras exista el régimen de excepción que Bukele ha impuesto y que el gobierno viene renovando continuamente, la idea es que todos los detenidos, culpables e inocentes, la inmensa mayoría, sigan detenidos indefinidamente. Eso, razonablemente, no es sostenible a largo plazo, pero esa es la idea. Uno de los argumentos de su campaña es: ‘Si yo me voy, van a liberar a los pandilleros'. Y eso la gente, obviamente, no lo quiere”, afirma Cardenal. La popularidad de Bukele, conocido como “el dictador cool”, se consolidó en 2022, cuando instauró un estado de excepción para desmantelar las bandas criminales, una medida que, según organizaciones como Amnistía Internacional y Human Rights Watch, ha transgredido los derechos humanos y reducido las libertades individuales de la población. “Es indiscutible que tiene una popularidad masiva, en gran medida derivada de haber terminado con las pandillas. Ese es su punto fuerte y el principal argumento para la reelección. Por otro lado, la inmensa mayoría se conforma con eso”, sostiene el académico. Pero Cardenal insiste en que Bukele necesita mantenerse en el poder por otros motivos más allá de la seguridad. “Seguir en el poder permite que él y su entorno se sigan enriqueciendo e impide que se investigue la corrupción y, en cambio, que ésta se mantenga. Si deja el poder y cambian las tornas] [si llega otro grupo político al gobierno], puede haber un gobierno distinto que comience a investigar la corrupción y a perseguirla. Y eso no lo pueden tolerar”, asegura. El profesor critica también la falta de un programa político real. “Pienso que su prioridad es perpetuarse en el poder. Lo demás es absolutamente secundario. Toda la estructura económico-social va a seguir igual. Pero, voy a darle un dato, El Salvador es el país de Centroamérica que tiene menos inversión extranjera directa, y esa inversión tiende a bajar. ¿Por qué? Porque no hay seguridad”, concluye. Sin una oposición que le haga sombra y con la expulsión o encarcelamiento de gran parte de las voces críticas, el gobernante derechista se perfila como el vencedor en las elecciones del próximo año.
El presidente Bukele fue designado por su partido como candidato para las presidenciales de 2027, su tercera participación en unos comicios, en un momento en el que goza de amplia popularidad por su guerra contra las pandillas pero también en medio de cuestionamientos sobre el alto costo de esta política en términos de respeto de los derechos humanos. Entrevista con el analista y profesror Rodolfo Cardenal. Sin otro candidato a la vista, el partido Nuevas Ideas proclamó a Nayib Bukele, en el poder desde 2019, como el próximo candidato de su formación para las elecciones presidenciales de 2027. La noticia no sorprendió a nadie, sobre todo, tras la reforma del Congreso en julio de 2025, cuando se abolió el límite de dos mandatos consecutivos. Esta decisión concierne a numerosos activistas encarcelados. Rodolfo Cardenal, jesuita y profesor de la Universidad Centroamericana de El Salvador, advierte sobre el futuro que les espera. “Los activistas van a seguir encerrados. Mientras exista el régimen de excepción que Bukele ha impuesto y que el gobierno viene renovando continuamente, la idea es que todos los detenidos, culpables e inocentes, la inmensa mayoría, sigan detenidos indefinidamente. Eso, razonablemente, no es sostenible a largo plazo, pero esa es la idea. Uno de los argumentos de su campaña es: ‘Si yo me voy, van a liberar a los pandilleros'. Y eso la gente, obviamente, no lo quiere”, afirma Cardenal. La popularidad de Bukele, conocido como “el dictador cool”, se consolidó en 2022, cuando instauró un estado de excepción para desmantelar las bandas criminales, una medida que, según organizaciones como Amnistía Internacional y Human Rights Watch, ha transgredido los derechos humanos y reducido las libertades individuales de la población. “Es indiscutible que tiene una popularidad masiva, en gran medida derivada de haber terminado con las pandillas. Ese es su punto fuerte y el principal argumento para la reelección. Por otro lado, la inmensa mayoría se conforma con eso”, sostiene el académico. Pero Cardenal insiste en que Bukele necesita mantenerse en el poder por otros motivos más allá de la seguridad. “Seguir en el poder permite que él y su entorno se sigan enriqueciendo e impide que se investigue la corrupción y, en cambio, que ésta se mantenga. Si deja el poder y cambian las tornas] [si llega otro grupo político al gobierno], puede haber un gobierno distinto que comience a investigar la corrupción y a perseguirla. Y eso no lo pueden tolerar”, asegura. El profesor critica también la falta de un programa político real. “Pienso que su prioridad es perpetuarse en el poder. Lo demás es absolutamente secundario. Toda la estructura económico-social va a seguir igual. Pero, voy a darle un dato, El Salvador es el país de Centroamérica que tiene menos inversión extranjera directa, y esa inversión tiende a bajar. ¿Por qué? Porque no hay seguridad”, concluye. Sin una oposición que le haga sombra y con la expulsión o encarcelamiento de gran parte de las voces críticas, el gobernante derechista se perfila como el vencedor en las elecciones del próximo año.
Nito Abreu, apoiado pela ADI, falou à reportagem da RFI para expor as linhas mestras da sua candidatura. Ele é um dos quatro candidatos que disputam as eleições presidenciais de São Tomé e Príncipe deste domingo. O candidato assume a sua confiança no apoio do eleitorado jovem e não só. A campanha de facto, em São Tomé e Príncipe tem sido marcada por uma disputa centrada mais na confiança, estabilidade institucional e a resposta aos problemas económicos do que em confrontos políticos directos. O apelo constante à paz por parte das autoridades eleitorais e dos candidatos demonstra a preocupação em preservar a tradição democrática do país e garantir eleições livres, tranquilas e credíveis. Temos hoje como convidado o candidato Nito Abreu. Nito Abreu começa por justificar a sua candidatura à Presidência da Republica. São Tomé e Príncipe, em torno, acima de tudo, de uma liderança e uma liderança nova ! Não é apenas uma liderança jovem. É uma liderança de comprometimento de alguém que de facto esteja preocupado com o país. Relativamente à minha campanha, eu optei por uma presença de terreno através de passeatas em várias localidades no país e também no exterior. Falei com milhares de militantes, milhares de são-tomenses e senti neles, de facto a necessidade de mudança. Isso eu senti. E eu creio que isso no dia 19 o povo vai decidir. O facto de São Tomé e Príncipe ter um sistema semi-presidencialista. O candidato aponta que o Presidente da República deve trabalhar fundamentalmente em estreita coordenação com o Governo. Eu, enquanto são-tomense, eu enquanto jovem, enquanto indivíduo que pensa muito sobre a realidade do país, eu não vejo o sistema como ponto dos problemas que nós temos. Eu vejo o homem: quando o homem está preocupado, está envolvido, sente-se comprometido com a causa. Independentemente do sistema, as coisas mudam. Nós temos vários países que nós podemos tomar como exemplo, que não são um sistema semi-presidencialista como o nosso: 1 ! Mas também digo que quem sabe até experimentarmos um sistema presidencialista já vivemos 30 e poucos anos, não é? 30 e poucos anos ! 35 anos num sistema semi-presidencialista também não seria mau se experimentássemos um outro ! Já tivemos presidencialismo também na Primeira República ! Mas não, não garantiu também grande grande coisa. Mas também não vou aqui criticar aquilo que foram os 15 anos. Porquê? Porque os 15 anos eu ainda lembro. Em 1990 eu ia para a escola comendo ou não comendo em casa. Eu era obrigado a comer na escola que havia as coisas a funcionar. Referi a década de 90, ainda na primeira e segunda classe. Nós tínhamos lá e às vezes acontecia duas vezes. Comíamos, até levarmos para casa. E hoje? E hoje? Essa é a grande questão ! No âmbito da política externa Nito Abreu defende uma maior aproximação com os países da região central africana e também o reforço no contexto das organizações internacionais. Eu defendo uma aproximação forte, sobretudo regional. Primeiramente, um Estado tem que ter um projecto seu interno, para depois atingir, através dos parceiros internacionais, através dos vizinhos, através das organizações, conseguir mecanismos ou meios para materializar. Eu digo qual é a característica, qual é, qual é, qual é o nosso projecto? Qual é a política externa de São Tomé hoje para termos que país tem para resultar em ações e que possivelmente conseguirá consubstanciar em desenvolvimento? Nós não temos porque temos uma governação. Temos um país à deriva e que vive com base numa governação de vulcanização. Quando há problema nós atendemos. Tapa esse furo. Quando surge outro, tapamos o outro. O que acontece ? A câmara entra em ruptura, este é o nosso Estado hoje. Por isso uma política externa forte, maior aproximação, maior conexão com as organizações de países amigos tradicionais e não só. Nito Abreu diz que a sua candidatura não se revê exclusivamente na juventude, mas em população são-tomense. A minha candidatura, ela não assenta apenas na juventude. Talvez as pessoas identificam-me mais por isso.Ainda está nessa faixa etária ! Pese embora, um indivíduo de 42 anos é um indivíduo jovem, não é? Mas as pessoas identificam-me mais como candidato jovem. O país tem 73% de jovens, no último resultado estatístico a que tive acesso. Dados estatísticos revelam que 73% da população tem menos de 30 anos, menos de 30 anos ! Se essa massa toda galvanizar, é claro que terei vitória nestas eleições. Mas, por outro lado, como disse, a minha candidatura é uma candidatura aberta, de todas as idades para todas as idades, independentemente de classe social, grupo social, seja lá quem for, porque os são-tomenses a Constituição não nos separou pela idade. Ela une-nos a todos. Este é o meu propósito. Para o candidato Nito Abreu, a fragmentação do ADI, o partido que o apoia não o intimida. O ADI tem um grupinho, muito ínfimo, que decidiu ou pensou que de facto poderia usurpar o partido, mas como já disseram, o partido não é aparelho, não é sigla, é mais do que isso. Os militantes da ADI conhecem-se e sabem o que é que é. Hoje o ADI é visto, as pessoas sabem quem é o ADI. Ninguém levou 5 ou 10% no ADI. Não foi a nenhum lugar ! E ninguém levou 10% dali para nenhum lugar. Esperava-se que o ADI fosse dividido, talvez 50 por 40 ou 30% e apoiar uma outra candidatura. O ADI não moveu, o ADI, assumiu a minha candidatura. Está em torno disto. Mas a minha candidatura continua, com base numa estratégia que todos já conhecem: aproximação, contacto com a militância sem acusação, sem envolvimento, com base em violência. Porquê que digo isto? Porque tem havido actos de violência contra a presença dos que me apoiam. Nito Abreu é um dos quatro candidatos que disputam as eleições presidenciais em São Tomé e Príncipe, marcadas para o dia 19 de Julho.
São Tomé e Príncipe vai a votos neste domingo para escolher o seu Presidente. A RFI ouve esta semana os 4 candidatos ao escrutínio. A começar nesta segunda-feira com o presidente cessante Carlos Vila Nova. Ouvido por Maximino Carlos, o nosso correspondente, ele descarta advogar no seu programa a mudança do regime constitucional do arquipélago. A campanha de facto, em São Tomé e Príncipe tem sido marcada por uma disputa centrada mais na confiança, estabilidade institucional e a resposta aos problemas económicos do que em confrontos políticos directos. O apelo constante à paz por parte das autoridades eleitorais e dos candidatos demonstra a preocupação em preservar a tradição democrática do país e garantir eleições livres, tranquilas e credíveis. Temos hoje como convidado o candidato Carlos Vila Nova, que concorre a sua própria sucessão. Sobre o Processo de 25 de Novembro de 2022, que causou a morte de quatro civis no Quartel general das Forças Armadas o candidato Carlos Vila Nova disse que é um assunto de Estado, por isso cabe ao Estado resolver este problema. O Processo de 25 Novembro é um assunto sério que tem que ser tratado com o cuidado que ele merece. Não estou a justificar seja o que for. Era mais qualquer coisa do que a subversão. Mas deixemos isso para que a justiça resolva. No tocante à revisão constitucional, Carlos Vila Nova disse que não é sua intenção fazer uma alteração e até afirmou que convive com o actual sistema. Ao abordar a revisão constitucional, fui suficientemente claro: Não é meu objectivo nem a intenção fazer uma revisão constitucional para a alteração do regime. Eu convivo bem com o sistema actual. Aliás, é nesse sistema que eu me candidatei e volto a me candidatar. Quanto a isto os são-tomenses devem estar tranquilos porque não é por aí. Não pretendo ir por aí. O que eu pretendo é que de facto, aqueles sinais pouco claros na Constituição que permitem a introdução e a interferência de um órgão no outro, porque eu também não gosto quando o outro órgão entra nas competências do Presidente da República. Porque dificulta, isto sim... Se há coisas, há matérias em que nós poderíamos estar de acordo... Não é preciso uma maioria de um bloco. É preciso é que entre exactamente, e no Parlamento se encontra a razão com as propostas, porque só passa aquilo com que todos estiverem de acordo. Isto é que eu partilho. Até porque, volto a dizer se é de lei. Portanto, a pergunta era sobre o regime e depois o futuro do governo de salvação? Nós não sabemos. Vai depender do que sair das eleições de Setembro. Temos que aguardar para ver. Ninguém. Não sabemos o que vai acontecer. A emigração é um dos assuntos que tem vindo a ser debatido em São Tomé e Príncipe, sobretudo da população jovem. Carlos Vila Nova disse que este não é um fenómeno novo, mas, entretanto, enquanto uma figura de Estado também está preocupado com este assunto. O candidato Carlos Vila Nova, ainda Presidente da República, deu-se conta desse fenómeno Também um bocado antes de todos os outros actores políticos desse país. Se não me falha a memória, foi em finais de 2023. Tanto é que houve uma reportagem feita por um gabinete que não foi suficientemente ilustrativo, mas já foi bastante bom. E eu falava naquela altura que já estávamos a caminho de quase um quarto [da população a viver fora]. Eu fui desmentido com baixeza pelo então primeiro ministro e com ataques coordenados políticos. Sem perceber porquê ! Porque naquela altura até sentia que era um projecto para São Tomé e Príncipe em 2022/2003. O Presidente ainda estava convencido que o projecto do partido que sustentava o governo era um projecto para São Tomé e Príncipe. Mas, infelizmente dei-me conta que era um projecto pessoal. Bom, isso são outros contos. Também podemos chegar lá. E quando eu levanto essa questão, sou fortemente atacado. Mas com a mesma serenidade, porque precisamos de um presidente suficientemente sereno em São Tomé e Príncipe para manter o equilíbrio e a estabilidade. E o que é que eu pedi na altura ? Não eram os números com que me preocupava. Era uma estratégia política para lidar com a questão, porque estavam na altura a sair eminentemente jovens abaixo dos 35 anos. Hoje já não. Hoje há outras faixas etárias a acompanhar esse movimento. E não nos esqueçamos que uma boa parte dessa ligação, por razões de saúde, sobretudo pela hemodiálise, que é a desconexão total da pessoa com as suas famílias, e com o seu berço. Elas não podem voltar por enquanto. Mas essa estratégia não foi feita e hoje nós temos numa listagem, chamemos um "top dez". São Tomé e Príncipe é o nono país, é o nono desse "top10" de imigrantes em Portugal. Portanto não é o maior, é o nono. Praticamente só o Paquistão está abaixo de nós. Mas qual é a preocupação de 2021 a 2025? É a que mais cresceu: 263% ! Então nós precisamos de uma estratégia para lidar com a questão, porque nem todos estão a ser bem sucedidos lá. E por vergonha e por outras razões, mesmo colocando condições de regresso, não vêm. E temos que encontrar saída para isso. Há os que estão a serbem sucedidos. Também temos que ter uma estratégia para os que estão a ser bem sucedidos contribuírem positivamente para a melhoria do crescimento económico e da melhoria das condições de vida em São Tomé. Porque são santomenses ! Qual é o país que não recebe contributos, não abraça a sua diáspora para construir o país ? Não vou citar nomes porque eu não gosto muito da comparação, de um ou outro país, porque são diferentes: Europeus, Africanos, todos fazem. Então nós temos que fazer isso. Portanto, isto é matéria para a próxima legislatura nos ocuparmos bem, porque é uma questão que já preocupa a muita gente a sair. São cerca de 46.000 que estão em Portugal e para uma população de 230.000 ou 240.0000, 46 1000 é muita gente ! Relativamente a uma coabitação com o governo Carlos Vila Nova disse que quem escolhe o governo é o povo e que estaria disposto a conviver com o governo que saísse das próximas eleições. Porque quem escolhe o futuro governo é o povo, através das escolhas que faz de partidos políticos e da sustentabilidade parlamentar. E eu terei que trabalhar com o primeiro ministro que sair do fruto dessas eleições em condições muito simples, no respeito dos limites da Constituição, desde que haja o respeito mútuo, a lealdade e condições de diálogo permanente. Porque mesmo não havendo convergência, temos de continuar a conversar e a encontrar caminhos para o bem de São Tomé e Príncipe. Este é o mecanismo que eu me preparei para lidar com os partidos e as próximas eleições legislativas. Carlos Vila Nova é um dos quatro candidatos às eleições presidenciais de 19 de Julho, em São Tomé e Príncipe.
Estreou a sequela de "Zé faz 25", focada num empresário candidato à autarquia de Lisboa que enfrenta o desaparecimento do filho. A série combina mistério policial com intriga política.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A sequela de 'O Zé Faz 25' acompanha um empresário candidato à Câmara de Lisboa enquanto enfrenta o desaparecimento do filho, numa trama de intriga política e mistério. Em parceria com a Coyote Vadio.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Jessé Sangalli (PL), pré-candidato a deputado federal, participou do programa Direto ao Ponto para apresentar suas propostas de atuação caso seja eleito para a Câmara dos Deputados.
Jessé Sangalli (PL), pré-candidato a deputado federal, participou do programa Direto ao Ponto para apresentar suas propostas de atuação caso seja eleito para a Câmara dos Deputados.
Crise no governo do Estado do Rio de Janeiro e Alerj Eleições a presidente, governador e senador do RJ Violência, dívida com o a união e partilha dos Royalties
No 3 em 1 desta terça-feira (07), o destaque foi o ex-prefeito de Belford Roxo e pré-candidato ao Senado, Márcio Canella (União), foi preso na quinta fase da operação “Unha e Carne” da Polícia Federal nesta terça-feira (07). Aliados do pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) já suspeitavam que a operação poderia inviabilizar a candidatura de Canella. Reportagem: Bruno Pinheiro. O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) participou nesta terça-feira (07) do primeiro dia das audiências públicas sobre o tarifaço que ocorrem no Escritório do Comércio dos Estados Unidos. Em seu discurso, Flávio pediu para que o governo adie a aplicação da tarifa para depois das eleições brasileiras e chamou o PT de “Partido das Taxas”. Reportagem: Eliseu Caetano. Grandes empresas multinacionais protocolaram junto ao governo dos Estados Unidos diversos pedidos para que os produtos brasileiros não sejam taxados, alegando que a medida provocaria perda de competitividade. Reportagem: André Anelli. O presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB), Sérgio Bortolozzo, esteve presente na audiência pública sobre o tarifaço que aconteceu nesta terça-feira (07) no Escritório do Comércio dos Estados Unidos. Bortolozzo defende que a questão é puramente comercial, e que os EUA sabem da dependência que tem dos produtos brasileiros. O presidente americano Donald Trump está representando os Estados Unidos na Cúpula da Otan que acontece na Turquia. Na reunião do bloco, o presidente voltou a afirmar que acredita que a Groenlândia deve ser controlada pelos Estados Unidos. Em resposta, a primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, respondeu dizendo que a Groenlândia não está à venda. Reportagem Luca Bassani. Uma pesquisa do Datafolha que analisa as intenções de voto para o Senado do estado de São Paulo apontou que a ex-ministra do Meio Ambiente (Rede), Marina Silva, lidera com 18% da preferência. Enquanto isso, no segundo lugar a ex-ministra do Planejamento e Orçamento do Brasil, Simone Tebet (PSD) aparece com 16% da preferência dos eleitores. O Partido dos Trabalhadores (PT) e o Partido Liberal (PL) enfrentam impasses nas candidaturas para o Governo de Minas Gerais. Tanto o cenário para o Palácio Tiradentes quanto para o Senado apresentaram movimentações intensas. O PL pressiona por uma definição do seu principal nome ao governo, enquanto o PT corre contra o tempo para definir quem será o candidato da sigla no estado. Reportagem: Rodrigo Costa. Em reunião convocada nesta terça-feira (07) pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), os líderes irão definir as pautas a serem discutidas nesta última semana antes do recesso parlamentar, que terá início no dia 18 de julho. Os principais pontos em debate são a PEC da Redução da Maioridade Penal e a PEC do aumento do limite dos Microempreendedores Individuais (MEI). Reportagem: Thaís Sprovieri. Segundo informações de bastidores, o Partido Republicanos quer negociar apoio do Partido Liberal às suas candidaturas estaduais em troca da adesão de Daniella Marques na chapa de Flávio Bolsonaro pela Presidência da República. Reportagem: João Vitor Revedilho. O líder do PT no Senado, Pedro Uczai, ameaçou tratar o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União), como “inimigo dos trabalhadores” se não der andamento à tramitação da PEC que reduz a jornada de trabalho. Diante dessa declaração, Alcolumbre emitiu uma nota oficial onde defende que a definição da pauta não se submete à “pressões políticas ou eleitorais”. Reportagem André Anelli. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Salinas Pliego está en problemas por sus deudas; es un empresario rico con empresa pobre: mesaEnlace para apoyar vía Patreon:https://www.patreon.com/julioastilleroEnlace para hacer donaciones vía PayPal:https://www.paypal.me/julioastilleroCuenta para hacer transferencias a cuenta BBVA a nombre de Julio Hernández López: 1539408017CLABE: 012 320 01539408017 2Tienda:https://julioastillerotienda.com/ Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Félix Salgado encarece el que le impidan ser candidato a gobernador en GuerreroEnlace para apoyar vía Patreon:https://www.patreon.com/julioastilleroEnlace para hacer donaciones vía PayPal:https://www.paypal.me/julioastilleroCuenta para hacer transferencias a cuenta BBVA a nombre de Julio Hernández López: 1539408017CLABE: 012 320 01539408017 2Tienda:https://julioastillerotienda.com/ Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Pedidos de refúgio no Brasil de cubanos superam os de venezuelanos. Derrotado na Colômbia, Iván Cepeda diz que pedirá recontagem de votos. Júri de PMs acusados de matar delator do PCC começa hoje. Fornecedor de armas do Comando Vermelho é preso no Suriname. E o São João, é feriado? Nessa época de festas, a moda dos remixes invadiu as quadrilhas escolares e gerou debate.
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No 3 em 1 desta quinta-feira (18), o destaque foi que em entrevista exclusiva, o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) comentou sobre os principais temas que movimentam os bastidores do poder. Durante a conversa, o parlamentar abordou os desdobramentos do Caso Master e a investigação contra o senador Jaques Wagner (PT), líder do PT no Senado. Um relatório avassalador da Polícia Federal revelou que o senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo Lula no Senado, teria supostamente recebido um apartamento de luxo como propina no Caso Master. Segundo as investigações, o imóvel foi pago por um ex-sócio do banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do banco. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), uniu-se à presidente nacional do partido governista para criar um cordão de isolamento político em defesa de Jaques Wagner (PT-BA), alvo da Operação Compliance Zero. O presidente Lula (PT-SP) telefonou para o senador Jaques Wagner (PT-BA) logo após o parlamentar se tornar o alvo principal da 9ª fase da Operação Compliance Zero. Contudo, nos bastidores do Planalto, o "fogo amigo" e o pragmatismo de aliados acenderam o debate sobre a necessidade de Wagner se afastar da liderança do governo no Senado. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
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5.2 millones de micronegocios informales en Colombia. Un país entero que casi nadie nombra. José Manuel Restrepo —exministro de Hacienda y fórmula vicepresidencial de Abelardo de la Espriella— se sienta con Álvaro Rodríguez a hablar del emprendedor invisible: el del puesto de arepas, el tendero, el que tiene su fábrica en la casa.En este episodio: por qué "la informalidad no es un delito", el plan contra la "esclavitud financiera" del gota a gota, la brecha de productividad que separa a una microempresa de una grande hasta 20 veces, y por qué Restrepo sostiene que "la iniciativa privada es la que va a salvar este país".Una conversación sobre los 5.2 millones de negocios que sostienen al país — y el mensaje final para el microempresario que aún no sabe por quién votar.EN ESTE EPISODIO:El país que nadie ve: 5.2 millones de informalesAcceso a capital y el fin del gota a gotaFragilidad financiera y productividadCosto tributario, regulatorio y energético"Patria milagro o patria migaja": el cierre
Germán Calderón España, abogado del candidato presidencial Abelardo de la Espriella, se refirió en 6AM W a las declaraciones de la excandidata Claudia López a propósito de su apoyo a Iván Cepeda.
A escasos días de que los colombianos elijan al sucesor de Gustavo Petro, la abierta injerencia de Donald Trump introduce un componente de alta fricción en la campaña.Escucha SBS Spanish / Australia en español:Por radio o Internet 7 días a la semana de 1:00 a 2:pm (AEST)También en las plataformas Apple Podcasts, Spotify y YoutubeExplora nuestra extensa colección de podcasts haciendo clic aquíSíguenos en Facebook e Instagram
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En una entrevista sin filtros con Adela Micha, Ricardo Salinas Pliego aborda su confrontación con la Cuarta Transformación, los litigios fiscales que enfrenta Grupo Salinas, el debate sobre la libertad de expresión y las reformas que, a su juicio, podrían limitar la participación política y las candidaturas independientes. El empresario analiza el panorama rumbo a las elecciones de 2027 y 2030, responde sobre una eventual candidatura presidencial, critica el desempeño del gobierno actual y reflexiona sobre el futuro de las instituciones democráticas en México. Además, examina las acusaciones de autoridades estadounidenses contra figuras de la política mexicana, las implicaciones de la relación bilateral con Estados Unidos en temas de seguridad, migración y economía, y plantea una visión basada en la defensa de la libertad, la propiedad y el emprendimiento como ejes para el desarrollo del país. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
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Un juez de Bogotá le prohibió al candidato presidencial Abelardo De La Espriella y a su movimiento, que utilicen la camiseta de la Selección Colombia para hacer campaña política. Se trata de una medida provisional mientras se define de fondo una acción de tutela.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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En la antesala de la primera Cuenta Pública de José Antonio Kast como presidente de la República, el exministro Ricardo Solari señaló esperar un cambio en la retórica del mandatario. También participan Luis Ruz, Rodrigo Ubilla y Álvaro Pezoa. Conduce Cecilia Rovaretti.
O diretório do PSDB de São Paulo anunciou oficialmente o apoio à pré-candidatura do deputado federal Aécio Neves à Presidência da República.Em nota assinada pelo presidente estadual Paulo Serra, o partido em São Paulo defende que o nome do ex-governador mineiro é fundamental para o reposicionamento da legenda.O movimento ocorre logo após o Cidadania, que compõe a federação com o PSDB, também aprovar por unanimidade a indicação de Aécio como alternativa à polarização. Analisamos os impactos dessa decisão no tabuleiro eleitoral.Você já leu uma notícia hoje e sentiu que já viveu esse momento antes? Essa sensação de déjà Vu não é coincidência. No Brasil, o que é manchete hoje costuma ser o eco de decisões e fatos que analisamos meses, ou até anos atrás. Para celebrar os 8 anos da Crusoé, decidimos enfrentar esse ciclo. Pegamos o que nasceu no digital e, pela primeira vez, transformamos em um registro físico, tátil e permanente. Chegou a edição especial Crusoé impressa. É um item colecionável, atemporal e limitado. Uma revista feita para quem gosta de ler com calma, longe das notificações do celular. Um exemplar para guardar sobre o que realmente importa na história recente do brasil. Esta edição é um presente exclusivo para novos assinantes do Combo de 2 anos O Antagonista e Crusoé. Utilize o cupom 8ANOSCRUSOE e acesse o link: https://bit.ly/crusoe-edicao-impressa Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #AécioNeves #PSDB #Presidente #Eleições #Política #Reviravolta #PSDBSP #Candidatura #Bastidores #Debate Político #Tendência #Notícias #AnálisePolítica #Repercussão #Engajamento #CenárioEleitoral #Podcast #Informação #Atualidades #Mídia
Entrevista con el candidato a la presidencia de Colombia, Iván Cepeda. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Apesar de manifestação do Democracia Cristã, Aldo Rebelo promete melar projeto de cúpula do partido.Você já leu uma notícia hoje e sentiu que já viveu esse momento antes? Essa sensação de déjà Vu não é coincidência. No Brasil, o que é manchete hoje costuma ser o eco de decisões e fatos que analisamos meses, ou até anos atrás. Para celebrar os 8 anos da Crusoé, decidimos enfrentar esse ciclo. Pegamos o que nasceu no digital e, pela primeira vez, transformamos em um registro físico, tátil e permanente. Chegou a edição especial Crusoé impressa. É um item colecionável, atemporal e limitado. Uma revista feita para quem gosta de ler com calma, longe das notificações do celular. Um exemplar para guardar sobre o que realmente importa na história recente do brasil. Esta edição é um presente exclusivo para novos assinantes do Combo de 2 anos O Antagonista e Crusoé. Utilize o cupom 8ANOSCRUSOE e acesse o link: https://bit.ly/crusoe-edicao-impressa Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Barbosa, #Joaquim, #podcast, #política, #eleições, #STF, #candidatura, #plano, #bastidores, #debate, #novidade, #atualidades, #judiciário, #partido, #disputa, #notícia, #análise, #polêmica, #tendência, #repercussão
O tabuleiro de 2026 mudou radicalmente. O Democracia Cristã oficializou o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa como pré-candidato ao Planalto, substituindo Aldo Rebelo à força. Aldo reagiu com uma nota dura nas redes sociais e ameaça acionar a Justiça. Entenda os bastidores desse racha que divide o partido.Você já leu uma notícia hoje e sentiu que já viveu esse momento antes? Essa sensação de déjà Vu não é coincidência. No Brasil, o que é manchete hoje costuma ser o eco de decisões e fatos que analisamos meses, ou até anos atrás. Para celebrar os 8 anos da Crusoé, decidimos enfrentar esse ciclo. Pegamos o que nasceu no digital e, pela primeira vez, transformamos em um registro físico, tátil e permanente. Chegou a edição especial Crusoé impressa. É um item colecionável, atemporal e limitado. Uma revista feita para quem gosta de ler com calma, longe das notificações do celular. Um exemplar para guardar sobre o que realmente importa na história recente do brasil. Esta edição é um presente exclusivo para novos assinantes do Combo de 2 anos O Antagonista e Crusoé. Utilize o cupom 8ANOSCRUSOE e acesse o link: https://bit.ly/crusoe-edicao-impressa Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Barbosa, #Joaquim, #DC, #racha, #revolta, #crise, #podcast, #política, #eleições, #bastidores, #partido, #disputa, #Planalto, #candidatura, #notícia, #análise, #polêmica, #divisão, #tendência, #repercussão
No Papo Antagonista desta sexta-feira, 15, falamos sobre a nova reportagem do portal The Intercept Brasil que aponta que Eduardo Bolsonaro foi diretor-executivo da cinebiografia do pai. Também entrevistamos o pré-candidato à presidência pelo Democracia Cristã, Aldo Rebelo.Você já leu uma notícia hoje e sentiu que já viveu esse momento antes? Essa sensação de déjà Vu não é coincidência. No Brasil, o que é manchete hoje costuma ser o eco de decisões e fatos que analisamos meses, ou até anos atrás. Para celebrar os 8 anos da Crusoé, decidimos enfrentar esse ciclo. Pegamos o que nasceu no digital e, pela primeira vez, transformamos em um registro físico, tátil e permanente. Chegou a edição especial Crusoé impressa. É um item colecionável, atemporal e limitado. Uma revista feita para quem gosta de ler com calma, longe das notificações do celular. Um exemplar para guardar sobre o que realmente importa na história recente do brasil. Esta edição é um presente exclusivo para novos assinantes do Combo de 2 anos O Antagonista e Crusoé. Utilize o cupom 8ANOSCRUSOE e acesse o link: https://bit.ly/crusoe-edicao-impressa Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #PapoAntagonista #EduardoBolsonaro #TheInterceptBrasil #AldoRebelo #PoliticaBrasil #CinebiografiaBolsonaro #Eleicoes2026 #BastidoresDaPolitica #Jornalismo #PodcastBrasil #Bolsonaro #DemocraciaCrista #Noticias #AnalisePolitica #Brasilia
Petista volta a ficar numericamente à frente de Flávio Bolsonaro, mas não consegue descolar de seu adversário mesmo com programas populistas.Você já leu uma notícia hoje e sentiu que já viveu esse momento antes? Essa sensação de déjà Vu não é coincidência. No Brasil, o que é manchete hoje costuma ser o eco de decisões e fatos que analisamos meses, ou até anos atrás. Para celebrar os 8 anos da Crusoé, decidimos enfrentar esse ciclo. Pegamos o que nasceu no digital e, pela primeira vez, transformamos em um registro físico, tátil e permanente. Chegou a edição especial Crusoé impressa. É um item colecionável, atemporal e limitado. Uma revista feita para quem gosta de ler com calma, longe das notificações do celular. Um exemplar para guardar sobre o que realmente importa na história recente do brasil. Esta edição é um presente exclusivo para novos assinantes do Combo de 2 anos O Antagonista e Crusoé. Utilize o cupom 8ANOSCRUSOE e acesse o link: https://bit.ly/crusoe-edicao-impressa Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #PesquisaEleitoral #Lula #Eleições2026 #PoliticaBrasil #Quaest #Datafolha #Noticias #Brasil #Democracia #MarketingPolitico #AnalisePolitica #Lula2026 #IntençãoDeVoto #PodcastBrasil #GovernoFederal #Polarização #Debate #EstrategiaDigital #Voto #OpiniãoPublica
En Sin Anestesia, de La Luciérnaga, el candidato presidencial Miguel Uribe Londoño habló sobre el panorama electoral de cara a la primera vuelta.
Hablamos en Washington con la periodista y analista política Dori Toribio; en San José con el politólogo Gustavo Araya, y en la capital estadounidense con el periodista de la CNN Juan Carlos López
O CAÇADOR DE INTOCÁVEIS! Romeu Zema, o cara tá tretando com o STF mais do que o Morgado briga com a balança, governou Minas Gerais com aprovação nas alturas e, agora, tá focadão na cadeira mais quente da República! A gente não é cigano e nem lemos tarot, mas vamos colocar as cartas na mesa! Bora falar do que realmente nos espera em 2026... e também falar do que REALMENTE interessa: será que ele trouxe um cadim de queijo com doce de leite pra turma? Acompanhe no programa mais desconfortável que "furunfar" de meia!