Somos pais e mães preocupados em levar a informação que pode ajudar outros pais, professores, terapeutas a repensar suas atitudes, condutas e pensamentos na lida com pessoas com o transtorno transtorno do espectro autista

Essa semana a alta gestão francesa para questões de saúde posicionou-se de forma contundente. Mais que declarar que a psicanálise não teria efeitos com evidências no autismo, ela declara que somente terapias comportamentais têm eficácia comprovada. Longe de mim defender cegamente a psicanálise que por vezes flerta com a teoria do apego ( que levou muitas mães ao pânico e a quadros de auto sabotagem) e com as constelações familiares(...), mas resumir a eficácia terapêutica a dados e gráficos sobre mudanças de comportamento... É terrível! O filósofo francês Michel Foucault ficaria horrorizado ao ver seu país dando aval aos projetos de copos dóceis e biopoder.Esse áudio é um pouco mais longo, mas vale pegar caneta e papel para anotar tudoSe só ouço a chapeuzinho vermelho, nunca saberei que a melhor terapia é a que funciona na singularidade de cada indivíduo

Nos últimos anos percebemos a pressão de levar as ferramentas e conhecimento da ciência ABA no ambiente escolar como fosse a grande solução ou tábua de salvação para os problemas com comportamento e ensino de pessoas neurodivergentes.É sabido da eficiência das ferramentas mas não devem ser encerradas assim, além do mais que desloca-se a resposta aos problemas na docilização do aluno e sobre sua capacidade de aceitar parecer igual aos outros alunos.ABA é mais uma ferramenta possível e não como influenciadores e o mercado querem vender!Esse podcast é baseado em um ensaio do professor Alexandre Soledade

É incrível o que a condição autista se tornou em tempos de hiper informação. Redes sociais bombardeando inverdades, profissionais com profunda dificuldade em separar o que acha do que seja autismo, fora aqueles que usam dessa busca por diagnóstico uma oportunidade de fazer seguidores e clientes... Nessa esteira temos uma massa de pessoas que acredita que seu comportamento e jeito de ser é porque tem alguma condição neurodivergente.Parte do boom do autismo pode estar associado a falsos diagnósticos, sejam eles "tirados" pela internet ou dado por profissionais que realmente precisam rever sua postura profissional.

Sempre alertamos sobre o uso do medo como instrumento ou discurso para vender, manter, justificar... No Autismo isso ficou cada vez mais claro desde o abuso de dados e estatísticas sem contextos a narrativas que jogam a responsabilidade sobre os pais sobre o fracasso ou involução terapêutica dos filhos, prática que encontra na vulnerabilidade da mãe atípica um lugar favorável a essas investidas imorais.Esse texto é baseado em um ensaio forte do pesquisador Alexandre Soledade e serve como um alerta a todas as mães.

Entre me sentir diferente e até estranho há uma longa distância a se ter um diagnóstico, no entanto cada vez mais temos visto pessoas, com comportamentos muito comuns, inclusive aqueles que acharam no meio digital uma forma de encontrar conforto, segurança, realização, pertencimento e autonomia.Esse podcast é baseado no ensaio chamado a patologização da evasão do professor Alexandre Soledade. Mais que uma crítica social é um alerta a buscar no diagnóstico uma justificativa para tudo, inclusive sobre a postura de alguns profissionais em validar isso como forma a ter clientes e seguidores.

E ai? Podemos mexer nas rotinas de pessoas autistas? Sim? Não?Esse podcast vai mexer em um dos grandes tabus da condução terapêutica com pessoas neurodivergentes inclusive sobre falas como apego afetivo, vínculo terapêutico, "não pode mudar de cuidador"....Esse trabalho é ambientado dentro de um ensaio científico produzido pelo professor Alexandre Soledade, pesquisador do autismo.

Este podcast é baseado em um ensaio com muita base científica para responder a pergunta: POSSO MUDAR ROTINAS DE ALUNOS AUTISTAS?Essa pergunta se dá em virtude de pais e professores não se alinharem em muitas coisas quando o que ACHO e o que é VERDADE não se encontram.Se você trabalha na escola, pense esse áudio como uma abertura de perspectivas sobre como conduzir a educação com pessoas neurodivergentes. Se você é PAI ou MÃE deixe sua mente aberta a essa possibilidade.GRANDE maioria dos alunos TEA em escolas são GRAU 1 o que torna esse episódio ainda mais realista. Alunos com Graus maiores também podem se beneficiar se as equipes forem melhor treinadas e capacitadas Se gostar, compartilhe!#educacaoespecial #tea #autismo

Após a chegada dos critérios do DSM V e sua atualização TR, muitas pessoas adultas puderam enfim chegar ao diagnóstico e essa notícia, em algumas pessoas teve um peso libertador, no entanto nem todas tem essa impressão...Um episódio muito valioso de assistir e compartilhar #autismoadulto #diagnisticoautismo #diagnisticotardio

É muito comum ouvir o quanto as novas versões do manual DSM, inclusive a versão revisada (TR), permitiram melhorar a precisão do diagnóstico de condições neurodivergentes, mas até que ponto essa suposta precisão acontece? E o CID 11? Ele não seria melhor para iniciar qualquer tipo de condução terapêutica?Assista! Comente! COMPARTILHE!

Nem sempre! Esse é um grande spoiler desse episódio que promete abrir sua mente sobre essa busca frenética para dar um nome ao comportamento do meu filho, que nem sempre é autista ou TDAH ou TOD... Vale a pena assistir e compartilhar#autismo #diagnostico #filhos

Mais que dicas sobre como lidar com essa nova realidade, apresentamos possibilidades reais.O autismo é diferente em toda pessoa e impacta diversos setores da vida da FAMÍLIA. Esse vídeo vale muito a pena assistir... E compartilhar

A informação realmente pode mudar muita coisa em nós. Após recentes casos de crianças autistas se colocando em risco por uma condição chamada de elopement, vale a pena a gente conversar e entender outras possíveis razões para que possamos antecipar e ajudar.

Dediquei um tempo para explicar como nos aproximamos da #LIBRAS como forma de comunicação eficaz quando estamos falando de pessoas #autistas não oralizadas...Talvez esse relato possa abrir sua mente e perspectiva sobre o futuro que quer para seus filhos.#autismo #comunicação

Neste episódio abordaremos a necessidade que os pais hajam sobre os prejuízos e desafios impostos pelo autismo e pela modernidade sobre o convívio e comportamentos sociais.Para muitos, investir tempo em aprender, ajustar e ensinar comportamentos ou sobre relações sociais será a chave para um futuro melhor para os filhos e suas famílias.

ESSE MEDO É MEU é o segundo episódio da serie ou playlist sobre o medo dos pais quanto ao futuro dos filhos diagnosticados dentro do espectro autista Vale a pena ouvir e compartilhar sem receios!

Essa é a pergunta responsável por grande parte das noites mal dormidas de famílias atípicas, responsável por crises de ansiedade e depressivas... Então, esse vídeo pode ter gatilhos...Pensar no futuro implica em mudança de postura HOJE.Esse é o episódio 01 de uma sequência que vai apresentar possibilidades à medida que eu me apresento à condição autista como pessoa pronta para a luta e não como alguém que vai se entregar a sorte ou o acaso.Gostou? Comente! Compartilhe!

Muita gente manda mensagem para nossas redes sociais perguntando se estão fazendo a coisa certa, sobre terapias que ajudam mais, sobre quantas horas terapeuticas, (...) mas o que poucas pessoas sabem é que a abordagem terapêutica que deve ser observada e perseguida, muito mais que as tais horas e mais horas ...Saber "o qual é" da terapia (e do terapeuta) diz muito sobre que tipo de intervenção estou promovendo... E nem sempre o foco é onde deveria ser...

GRAU E SUPORTE SÃO A MESMA COISA?Essa vídeo aula vai fazer você perceber que nós, como muitos, descrevemos o seu autismo ou dos filhos de forma automática e sem muito sentido, mas sob o olhar dos critérios do DSM V, eles passam a ter.Assista quantas vezes for necessário, porque a informação é que vence o preconceito!Não esquece de compartilhar

Muita coisa a se observar, mas vamos por partes e espero que você venha junto...Habemus um censo!Ele pode ter falhas? Sim! Mas muito mais real que os Dados importados do CDC americano. Vai por mim!Vamos conversar?

Tem pelo menos 4 ou 5 anos que pesquisadores trouxeram a idéia de recategorizar o espectro autista trazendo para as discussões uma nova observação: O AUTISMO PROFUNDO Saliento que essa nomenclatura é apenas conceitual e não está nem no CID e nem no DSM V, mas merece ser observa inclusive como algumas pessoas, àqueles que vêem no autismo uma galinha dos ovos de ouro, podem usar essa nova percepção para novamente lançar mão de tecnologias de comportamento de forma intensiva. Esse é um episódio extra que vale muito a pena ser ouvido e debatido

Obviamente o que se espera é um sentimento de esperança ou de liberdade, mas nem sempre é o observado. Em uma sociedade que cresceu com muita informação e necessidades de ter respostas rápidas, o diagnóstico cai como uma luva sobre aqueles que procuram respostas sobre o QUE É e não porque se COMPORTA assim... Dos sites que "ajudam no diagnóstico" até às tais investigações que já viram diagnóstico... Esse episódio vai expandir sua mente e preocupação sobre a produção diagnóstica.

Esse episódio é uma continuação das construções apresentadas no episódio O TÍPICO, O ESTRANHO E O NEURODIVERGENTE Aqui abordamos diversos exemplos sobre como a sociedade tenta moldar a presença e a reação do neurodivergente. A narrativa trás pensamentos de JODY SINGUER, MICHEL FOUCAULT e outros pensadores da nossa modernidade para tentar te ajudar a ver as relações de poder que envolvem o autismo. Vale muito a pena ouvir e compartilhar

Temos observado situações que vão além do que penso ser "coisa de autista" mas reflexos da própria sociedade e de seus comportamentos. O que teria a ver com o autismo os comportamentos da geração Z? O que pais precisam perceber em seus comportamentos pensando no amadurecimento dos filhos? Vale a pena assistir e compartilhar!

E quando aquilo que achávamos que dava segurança acaba construindo um muro para o mundo? Algumas pesquisas apontam situações que favorecem a instalação de quadros de ansiedade e depressão em pessoas autistas que vão além da ideia que seja algo da própria condição *dentre elas o excesso de rotinas*. Analisar as rotinas das crianças e o quanto adolescentes e adultos ruminam pensamentos negativos são muito importantes para a saúde mental deles. Esse vídeo merece que você compartilhe #autismo #adolescentes #empatia #paisefilhos #psicologia #autista #atipica

Muitos pais nunca pensaram nisso, mas irão pensar. Outros estão pensando nisso nesse exato momento: E agora? Como devo agir com a chegada da adolescência do(a) meu filho(a)? Novos problemas, novas angústias, novos temores? Talvez! O certo é que além do seu filho crescer será necessário que você cresça antes... #psicologia #autismo #adolescentes #autista #paisefilhos #atipica

O diagnóstico do autismo pode ter impactos secundários na família, no desenvolvimento e na educação de pessoas autistas. Por vezes a falta de experiência dos pais, especialmente os pais de primeira viagem, podem tornar essa viagem de descobertas um ambiente inseguro a eles, aos filhos, a escola, ao autista... Episódio importante para ser ouvido e compartilhado entre pais e interessados...

Parte das diversas reclamações de pais atípicos se baseiam na inabilidade ou dificuldade em controlar os comportamentos dos filhos... E aí o "ABA resolve"... E sua parte? Nunca percebeu que nossas justificativas podem estar prejudicando ou atrapalhando outras pessoas de ajudar você e seu filho? Da sequência, NEM TUDO É CULPA DO AUTISMO, esse episódio promete mais horas de reflexão após os seus 14 minutos No nosso canal no YouTube e podcast nas plataformas de áudio MEU MUNDO AUTISTA A informação que vence o preconceito

A normalidade depende da nossa compreensão sobre o que é tipico, estranho e neurodivergentes dentro da neurodiversidade humana. Entender esses círculos da percepção humana nos faz enteder porque algumas pessoas aceitam e outras tem limitações a compreender e respeitar a condição autista.

Quando achamos que sabemos bem sobre algo, é hora de buscar em outros campos novas perspectivas e respostas. Convidei a escritora Maria Yasmin para um papo sobre suas impressões antes e após o diagnóstico tardio de AUTISMO. A Yasmin, profunda letrada, põe na nossa mente quase um livro de 700 páginas mostrando que o DSM V apenas arranhou a superfície do que é o espectro Vale muito a pena ouvi-la em um lugar de pessoa, autista e mulher...

Sabe a expressão: SE NÃO AJUDA, NÃO ATRAPALHE? Bem assim. Se pais não sabem ajudar na educação dos filhos, devem, pelo bem, aprender a não atrapalhar... Comportamentos desafiadores e impulsivos podem ter como start na postura permissiva de pais que temem corrigir. Nem tudo é no ambiente clínico que se muda. A intervenção precoce só existe quando as famílias se empoderam.

De forma geral, pouco muda na forma de emitir o laudo ou chegar ao diagnóstico, mas um ponto é preocupante, na questão dos direitos... Em um cenário possível, o CID 11 pode ser a ferramenta que irá sacramentar a perda de benefícios de muita gente, inclusive autistas. Vale a pena ficar atento!

O autismo em si imprime em nós diferenças que poderão ser notadas no convívio social, mas que não necessariamente precisam ser reforçadas como algo anormal... Tratar ou reforçar a patologia sobre a humanidade da pessoa pode criar uma ideia equivocada sobre o que sou. Esse audio tem uma pegada bem filosófica da vida e que muitos pais e profissionais deveriam assistir... E praticar!

Que "XOU DA XUXA É ESSE"? Rss Muitos pais ficaram com essa dúvida após a publicação do parecer encomendado pelo ministério da saúde e órgãos do judiciário ao Sírio Libanês e prontamente uma chuva de apaixonados encheram a web de opiniões sobre o assunto. Mas para nós aqui, o que tem de pertinente no parecer que levanta dúvidas sobre a segurança da ciência ABA? Em que pontos tem relevância? Fato é que muita gente que aplica a metodologia ou ciência, de forma incorreta e sem ética, deve estar de cabelo em pé.

Talvez seja a primeira pergunta que nos vem à cabeça após a notícia. Diferente de quando nós recebemos na fase adulta, muitos pais perdem o chão ao não saber por onde começar. A gente complicou algumas sugestões para que na fase de escolhas terapêuticas possamos nos sentir mais seguros e... Empoderados.

Após a desastrosa fala do Sr ministro do STJ é preciso, além de postar indignação e revolta nas redes sociais, que comparo a pescar no aquário, que observemos o porquê ele chegou a essa conclusão. Será que a comunidade TEA, aqui incluo Eu, pais, mães, profissionais de saúde, professores e também influenciadores (típicos e atípicos) estão fortalecendo essa imagem apresentada pelo magistrado? Nesse vídeo apresentamos que, mesmo sendo uma borracha a fala do meritíssimo, algumas coisas merecem de reflexão de nossa parte. Lembre-se: aqui é um espaço para pessoas maduras... Perceba se não é necessário rever também algumas falas e comportamentos nossos...

Pergunta que parece já ter sido respondida milhares de vezes, mas nesse vídeo fizemos um convite a uma releitura sob a óptica de outro ponto de referência... Que tal entender a condição autista como um posicionamento e não como está descrito nos manuais de diagnóstico? Depois de assistir, responda: o que é o autismo? Espero respostas dessa reflexão! Esse vídeo pode ser acessado também nas plataformas de áudio!

Não seria a primeira e nem a última vez que ouviremos alguém falando que o diagnóstico foi equivocado. A gente volta a esse assunto motivado por uma postagem do Dr. Paulo Liberalesso sobre um garoto com transtorno do processamento sensorial (TPS) diagnosticado como autista. E aí? Podemos falar sobre a diferença entre diagnóstico precoce e pressa para diagnosticar? Ninguém merece um rótulo para carregar tão pouco as horas mal dormidas e choradas porque alguém preferiu não coletar mais informações. Abordamos também a necessidade de experiência para diagnosticar.

Receber o diagnóstico do AUTISMO na fase adulta nem sempre é tão libertador. Sem ajuda ou acompanhamento a liberdade pode virar um instrumento que pode aprisionar e oprimir a pessoa em um loopping onde tudo se resume ao autismo.

Sempre ouve se que a pessoa #autista tem necessidade ou vínculo de suporte associado a sua condição. Do que se trata esse assunto? Qual a importância de terapeutas, família e pessoas autistas entenderem, inclusive, a subjetividade da sua existência, na qualidade de vida da pessoa autista

Falar desse assunto é mexer em vespeiro, ou seja, esperar a leitura que a defesa. Fato: Nem tudo se justifica no #autismo mas muita gente, principalmente as diagnosticadas mais tardiamente, ao invés da "libertação" pelo diagnóstico, tem adotado uma postura preocupante: negar que mesmo autista é uma pessoa como qualquer outra inclusive nos erros, insegurança, dificuldades... Assista e se perceba nesse conteúdo. Ele requer pessoas maduras.

A quantidade de caminhos possíveis na educação são resumidos em dizer NÃO vez em quando... Qual seu papel na educação do seu filho? A terceirização da educação que era ofertada pelos pais, sobre a justificativa do #autismo dos filhos; pais que dizem SIM para tudo, a omissão no educar, justificar tudo na condição #autista ... O tratamento não se resume ao ambiente clínico, mas também as horas em casa, no mercado, na praça, (...) vivendo o autismo.

Como pai, ativista, pesquisador (...) fico preocupado sobre a condução atual do #autismo nas redes sociais... Fala se do #autismo se esquecendo quase sempre que ele(a) é uma pessoa e não um dado, doença, objeto... Assiste! Compartilhe! Pergunte Ajude a crescer a informação que vence o preconceito

Acabamos de concluir um curso direcionado a professores como nome de CONDIÇÕES OCULTAS E NEURODIVERSAS LIGADAS A SALA DE AULA e uma das formadoras foi a psiquiatra infanto juvenil LUANA FRICK. Nesta formação ela aborda a identificação do TDAH e como é possível ser confundido e confundir as pessoas sobre suas formas de se apresentar. Vale a pena muito assistir e compartilhar já que o TDAH é a comorbidade mais comum ao autismo.

Tudo tem no mínimo duas perspectivas... No diagnóstico do autismo também. Vale a pena ouvir e se perceber quanto pais ou autista.

O que falta para que a lei Berenice Piana seja usada na prática a subsidiar que a pessoa #autista possa pleitear vaga de #emprego por meio da Lei de cotas? 12 anos sem a normatização do direito levando a fragilidades no acesso.

Mês de abril no fim... Mês de conscientização do autismo... Em que avançamos? O que não mudou? O que precisa ser mudado? Um vídeo e podcast com um posicionamento muito forte sobre a conduta daqueles que não ajudam em nada na melhoria da qualidade de vida de pessoas autistas junto aos preconceitos e esteriótipos sociais #autismo #autista #diagnostico

No dia 2 de Abril celebramos o dia internacional da conscientização do #autismo mas isso não é tão fácil se não nos apropriar da realidade e de se por no lugar do outro... Tão difícil né? Um vídeo para te fazer refletir...

Já se perguntou o que seria normal? O que faz alguém achar que seu filho(a) precise de tantos ajustes para atender a necessidade dos outros? Até que momento ajudo e apartir de que momento passo a ser mais um a tentar normalizar meu filho? Esse vídeo / podcast requer pessoas maduras! O #autista precisa mudar tanto assim? Onde o processo #terapeutico começa? Todo comportamento é culpa do #autismo ? Aceito meu (minha) filho (a)? Muito diferente buscar por ajuda terapêutica para seu filho abrir portas que ensiná-los a abrir sempre da mesma forma!

Muito se fala sobre o #autismo e suas características mas pouco se aprofunda nos impactos horizontais da condição bem como dessa relação diagnóstico X DSM V. Você que é pai / mãe merece assistir esse vídeo para entender e rever o que preciso fazer / mudar para que meu filho possa melhor se desenvolver. Não só buscando terapias e diagnósticos que uma família atípica precisa entender... Às vezes, um bom começo é olhar com outros o que acho ser não natural ou diferente. Um vídeo que aborda outros interesses ligados ao #diagnostico #autista

Medidas desesperadas ou apenas evidências? Temos observado muito uso da expressão "baseado em evidências científicas" para justificar ou validar o processo terapêutico, mas nem tudo tem evidências sobre tudo e nem tudo, por conta da emoção, se justifica a fazer... E, as divergências, motivaram muitas polêmicas nessa semana. E você? O que acha? #autismo #autista #diagnostico #educação #educacaoinclusiva #terapias

Você sabia que o nível de suporte ou de necessidade de apoio pode variar com o tempo e também quanto ao local onde está? Esse episódio é muito importante para que você compreenda a situação e perceba que o autismo vai além dessa nomeclatura trazida pelo DSM V. #autismo #terapias #diagnostico #empregoapoiado #oficinaprotegida #suporte #autismoadulto #autista