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#DNACAST
O Trabalho Devolve - 14 de Junho

#DNACAST

Play Episode Listen Later Jun 14, 2026 1:20


Chame a Laila e descubra como eu posso te ajudar: https://bit.ly/laila-otrabalhodevolveSe você tivesse 15 minutos por dia, o que mudaria na sua vida?

Podcast : Escola do Amor Responde
3352# Escola do Amor Responde (no ar 12.06.2026)

Podcast : Escola do Amor Responde

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 16:49


Neste programa, Renato Cardoso compartilhou o pedido de ajuda de uma aluna de 31 anos, casada há 11 anos. O marido dela tem 33 anos. Logo no início do casamento, ela descobriu que ele era viciado em pornografia e, por isso, voltou para a casa da mãe, pois não aceitava esse comportamento.Contudo, ele foi atrás dela e prometeu mudar. Assim, ela resolveu voltar. Ela percebeu mudanças, mas, cerca de dois anos depois, ele voltou a cometer o mesmo erro e, com isso, eles se separaram novamente. Esse ciclo voltou a se repetir outras vezes, totalizando quatro separações. Além disso, ele a agride verbalmente, mesmo ela não sendo rude com ele.O marido nunca a procura com frequência e, sempre que ela toma a iniciativa, é rejeitada por ele. Ademais, ela também descobriu que ele se masturba quando está sozinho em casa, mas ele nega. A aluna disse que os dois têm dois filhos e que ela está grávida do terceiro. Ela também relatou outras questões, afirmando que não está feliz e que tem se sentido triste e sozinha.Aplicativo “Quero Te Conhecer”Ainda durante este programa, confira depoimentos de quem se conheceu por meio do “Quero Te Conhecer”, exclusivo para os solteiros da Terapia do Amor, e como funciona o aplicativo. Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes

Oxigênio
#220 – Paul Singer, uma utopia militante 

Oxigênio

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 23:09


Um dos mais importantes economistas brasileiros. Marxista, que teve uma carreira brilhante na academia, como professor da USP e da PUC em São Paulo. Houve um período em que teve que ficar afastado, por conta da ditadura militar no Brasil. Ele sempre teve uma militância política junto com a carreira acadêmica, e também como intelectual. Uma figura muito inquieta, no sentido de que ele não se acomodava a um determinado tema. Este foi Paul Singer, personagem do documentário que faz parte de uma série de documentários de não ficção realizados pelo diretor Ugo Giorgetti. Este terceiro episódio sobre a série teve a colaboração por meio de entrevistas com o ex-aluno de Singer, Marcos Barreto, a jornalista e pesquisadora Paula Quental, autora de uma dissertação de mestrado sobre a trajetória política e intelectual de Singer, e Marcelo Justo, diretor executivo do Instituto Paul Singer.  Roteiro Liniane Brum: Paul Singer, uma utopia militante: esse episódio é o terceiro de uma série sobre os documentários e as peças de não ficção do diretor de cinema Ugo Giorgetti.  Meu nome é Liniane Brum, sou doutora em teoria e crítica literária pela Unicamp e realizei a pesquisa de pós-doutorado “Contra o apagamento – o cinema de não ficção de Ugo Giorgetti” também na Unicamp, no Labjor, com o apoio da Fapesp. [Trilha musical] Liniane: A partir do ano de 2020, Ugo Giorgetti assina três documentários biográficos. São produções realizadas sob encomenda, que têm em comum a apresentação de homens que se destacaram em suas áreas de atuação e como pessoas também. São filmes que não partem de uma inquietação artística ou de uma necessidade intelectual. Ainda assim, são autorais.  Estou falando dos filmes Paul Singer, uma utopia militante, produção de 2021, A invenção de Conrado Wessel, de 2024, e Alberto Dines – vínculos de liberdade, que saiu em 2026. Neste episódio vamos tratar de Paul Singer, uma utopia militante. Eu conversei com três pessoas sobre esse documentário. O economista, produtor do filme e ex-aluno de Singer, Marcos Barreto, que me ajudou a entender os bastidores da produção. A jornalista e pesquisadora Paula Quental, autora de uma dissertação de mestrado sobre a trajetória política e intelectual de Singer, e Marcelo Justo, diretor executivo do Instituto Paul Singer. [Vinheta Oxigênio] Liniane: Antes de mais nada, pedi a eles que apresentassem quem foi Paul Singer.   Paula Quental: Ele era de uma família judia, assimilada, como se diz, não era religiosa. Ele vinha da Áustria, a mãe percebeu para onde caminhava a coisa do nazismo. Ele conta, inclusive tá na dissertação, que ele descobriu que era judeu, aos seis anos de idade, quando a Áustria foi anexada por Hitler. Aí, chegaram os amiguinhos dele do colégio, com aquelas bandeirinhas nazistas, com a suástica, e ele queria sair junto (com os meninos) com aquela bandeirinha. Aí, a mãe dele vira para ele e diz: “mas, Paul, você é judeu”. Marcos Barreto: É um dos mais importantes economistas brasileiros, marxista e veio com sete anos fugindo do nazismo, com a mãe, o pai já havia falecido, ele veio com a mãe para São Paulo, e ele faz um curso técnico primeiro, ele começa a trabalhar como metalúrgico, só depois ele vai fazer faculdade. E vai fazer faculdade por conta de uma militância política dele, porque o sindicato, o movimento, achava, o mesmo movimento operário, que eles deveriam se qualificar as lideranças, e sugerem que ele vai fazer economia, e ele faz economia, ele se forma já com quase 30 anos, e ele depois tem uma carreira brilhante na academia, professor da USP, foi professor da PUC em São Paulo também, no período que teve que ficar afastado por conta da ditadura militar no Brasil. Ele sempre teve uma militância política junto com a carreira acadêmica, e também como intelectual, uma figura muito inquieta, no sentido de que ele não se acomodava a um determinado tema. Paula Quental: Quando ele entrou na USP, ele já tinha lido o Capital, Trotsky, Lenin, Rosa Luxemburgo, que é muito da tradição dele, ele se considerava um luxemburguista. Então, é uma história de alguém que foi mergulhando nos clássicos e foi desenvolvendo um trabalho muito original, porque ele acabou indo para uma vertente, digamos, herética do marxismo, não convencional, heterodoxa, porque ele criticava, por exemplo, a União Soviética, ele criticava o centralismo da economia, ele defendia que deveria vir da base, da economia solidária, das cooperativas. Então, ele era um crítico da Revolução de 17 de outubro, da Revolução Bolchevique. Marcos Barreto: Depois, já mais nos últimos 20 anos da vida dele, ele se dedica a um tema muito importante, que é a economia solidária, então ali ele encontra talvez o assunto dos quais ele estudou, que mais ele pôde misturar uma militância política com um saber acadêmico, e colocou em prática, ele foi secretário de economia solidária no governo Lula e Dilma, até o impeachment da Dilma, praticamente ele ficou em Brasília coordenando essa Secretaria.  Liniane: Esta apresentação foi feita pela Paula e pelo Marcos. E por aí a gente já consegue ver uma trajetória bem particular, que mistura prática militante e teoria, o que já o difere de muitos intelectuais. Faltou o destaque que o Marcelo Justo fez do nosso protagonista, que trago agora. Marcelo Justo: Tem um marco na vida do Singer, tanto pessoal quanto como militante, que é trabalhar em grupo. Ele se destaca como intelectual e parece que o intelectual é uma figura sozinha, isolada, mas ele só tem essa força que ele tem pela capacidade de estar em grupo e de se conectar o Singer é o que a gente chama mais contemporaneamente de um articulador de redes, ele está sempre mantendo redes de amigos e de militantes juntos, que caminham juntos. Liniane: Marcos, como surge a ideia de um filme sobre ele, ou seja, quem fala: “olha, agora tem que ser feito um documentário sobre o Paul Singer”. Marcos Barreto: Quando ele falece, um grupo de amigos, de pessoas que gostavam muito do professor, dizem, bom, a gente precisa fazer alguma coisa pra contar essa história dele, precisamos registrar isso de alguma forma, fazemos um livro, fazemos o que? Não, vamos fazer um filme e aí a gente faz então uma campanha de crowdfunding, pra conseguir o recurso pra fazer o filme. O primeiro passo foi esse: nós não tínhamos diretor, nós não sabíamos exatamente que filme seria, mas a gente resolve fazer algo que tem muito a ver com a economia solidária, uma grande vaquinha, em todos os 27 estados do Brasil, no Distrito Federal, há pessoas que contribuíram pra que o filme fosse feito. E aí ficamos, então, pensando que diretor pode fazer esse filme, ou diretora? Quebramos a cabeça até que eu sugeri que fosse o Ugo Giorgetti.  Liniane: Por que Ugo Giorgetti?  Marcos Barreto: Porque, entre várias coisas, o Paul Singer escolheu a cidade de São Paulo, quer dizer, ele veio criança, ele não escolheu propriamente, foi a mãe dele que veio, porque já haviam familiares em São Paulo. Mas ele acaba vindo pra São Paulo e adota a cidade como a cidade dele. Ele era um apaixonado por São Paulo, falava isso várias vezes, ele voltava às vezes pra Europa, ia fazer palestra, dizendo que não tem nada como São Paulo.  Liniane: Assistindo o documentário, a gente percebe que Ugo Giorgetti traduz o Singer múltiplo. Os entrevistados comentam o olhar do diretor sobre suas conexões com figuras importantes da política, do campo da educação e mesmo e seu papel na difusão de O Capital, de Marx no Brasil. Foi ele quem primeiro traduziu o livro para o português.  Paula Quental: Teve uma passagem no documentário do Ugo Giorgetti, em que ele entrevista o Paul Singer, porque ele fez ainda várias entrevistas com o Paul Singer, em que o Singer lembra da época que ele dividiu o secretariado da Erundina com Paulo Freire. E ele fala que aprendeu muito com o Freire, que se sente extremamente influenciado pelo Freire. E isso até me estimulou a escrever uma sessão na minha dissertação, chamada Dois Paulos, em que eu analiso justamente o aspecto pedagógico da obra do Paul Singer, que ele próprio se coloca como muito influenciado pelo Freire. Marcos Barreto: Com essa amplitude que tem a vida do professor, as pessoas podiam conhecer um lado, mas pouca gente conhecia o todo, e o filme permite esse registro. E do ponto de vista acadêmico, é um registro interessante também, mais uma vez, sem ser algo cansativo, extenuante, chato, ou mais maçante, vamos dizer assim, porque ele está ali, o registro da vida intelectual, de uma forma leve, de uma forma que você compreende e fala nossa, ele fez tudo isso, nossa, foi ele então que traduziu o Capital.  Liniane: No final dos anos 1950, professores da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, dentre os quais José Arthur Gianotti, Fernando Henrique Cardoso e Ruth Cardoso, organizaram um grupo para fazer a leitura de O Capital. Paul Singer integra esse grupo com a missão de traduzir o livro diretamente do alemão. Não custa lembrar que se trata de uma obra canônica no campo das ciências humanas. E que naquele momento Paul Singer ainda não era o economista, intelectual destacado e homem público da alta burocracia governamental. Aqui, as falas de Marcelo, Marcos e depois a Paula. Marcelo Justo: Isso é um marco né? é um marco, acho que para o Singer, é um marco na esquerda brasileira também, porque é um primeiro momento falando pelos relatos deles, que vão se debruçar sobre a obra do Marx de uma forma sistemática, durante muitos anos, – que é interrompido com o golpe de 64, mas começa, se eu não me engano, em 58, 59 e aí vão para outros autores, não só Karl Marx, que aí vão pegar o Singer como um leitor, desde criança, do alemão. Então ele integra o grupo como quem vai ler, trazer a versão original do alemão, mas é que eles vão comparando também a tradução. Então tem a leitura em alemão, tem a leitura em francês, a leitura do que existia em português. Isso depois vai servir também como base para o Singer depois fazer a tradução, a primeira tradução original em alemão do Capital, aí já nos anos 80. A partir desse grupo sai a tese de doutorado do Fernando Henrique Cardoso, então acho que tem todos esses marcos. O professor Roberto Schwarz até hoje também se refere a esse momento, o professor Michael Löwy, que é conselheiro do nosso instituto, que foi muito amigo do Singer, também se refere até hoje como um marco na vida dele, esse momento de leitura do Capital. Marcos Barreto: E depois tem um segundo momento, que é muito rico também, quando ele é convidado por um grupo de jovens que diz assim: “poxa, a gente queria fazer uma leitura do Capital”. E aí veio a ideia de fazer uma leitura no Teatro de Arena. Então já pensou o que era isso? Você reunia no Teatro de Arena, já na ditadura militar – aí nós estamos falando de um Brasil já fechado do ponto de vista político – e esse grupo se reunia sábado de manhã para fazer a leitura do Capital com a coordenação do professor Paul Singer. Então isso é um marco também, e desta leitura ele também aproveitou, como bom acadêmico, e fez um livro sobre essa experiência. Paula Quental: Eu ouvi do Lincoln Seco, professor de História da USP, que ouviu do Florestan Fernandes, que ele é a pessoa que mais conheceu O Capital no Brasil. Ele editou uma edição da Abril Cultural do Capital, uma edição famosa do início dos anos 1980, que a editora Ubu agora reeditou. E ele lia no original, ele mergulhou, e desde uma externa idade. Liniane: Eu selecionei um trecho do documentário em que o próprio Paul  Singer fala sobre Marx. Ele integra o segmento intitulado por Ugo Giorgetti “Um autodidata na USP”. Ouve só: [Trecho do documentário] Paul Singer: Marx, em primeiro lugar, deu uma visão do capitalismo que ninguém havia dado antes, e que agora se mostra inteiramente verdadeira. Marx está sendo ressuscitado por não marxistas, exatamente como coincide, eu diria, de uma forma ultra surpreendente com este capitalismo extremamente em crises, crises que se repetem etc. porque ele entendeu, uma das coisas que tem Marx, a contribuição dele, é só dele, não é de outros, é que os economistas clássicos, tipo Ricardo, Adam Smith e tantos outros, que não eram reacionários, não, eles não eram de direita, mas eles jamais lembrariam em analisar a economia através de lutas de classes, isso é Marx.  [Efeito Sonoro] (Voz de Paul Singer bem baixinha) [Silêncio prolongado] [Trilha incidental] Liniane: Marcelo, o Instituto Paul Singer e o documentário nascem praticamente ao mesmo tempo e se dedicam à difusão do legado do professor. Em que medida essa coincidência influencia o trabalho da entidade? Marcelo Justo: O Instituto, ele começa em 2021, a organização dele. No final do ano é que ele se formaliza com o CNPJ, e em 2022 é lançado, tornado público o Instituto. Ele é uma iniciativa dos familiares do Paul Singer, basicamente eu e a Helena Singer, que é a minha esposa, filha dele. É uma associação sem fins lucrativos que tem como missão preservar e reinventar esse legado. Um legado que tem esse histórico de uma luta pela democracia, pela solidariedade, a luta contra todas as formas de injustiça e desigualdade. Marcelo Justo: O nosso principal desafio é a difusão, é a divulgação das ideias e obras do Singer. Então, um documentário como esse é muito importante, ajuda muito nisso em 50, 40 e poucos minutos, assim, você tem a trajetória inteira dele, da história de vida, as principais ideias e algumas das polêmicas enfrentadas na trajetória, na vida dele. Então, para a gente, é um material muito importante, muito rico para divulgar.  Liniane: É fato: documentário e Instituto convergem em objetivo e se fortalecem mutuamente. Porém, Marcos Barreto me explicou que o filme foi feito a partir de entrevistas realizadas em momentos diferentes. Na primeira, de 2015, Paul Singer é entrevistado pelo grupo que viria a produzir o documentário. A segunda é feita por Giorgetti, em 2018, antes do falecimento do professor. Já o Instituto, como Marcelo me contou, e formalizado em 2022. Marcos Barreto: O professor, no final da vida, já nos últimos anos, tinha alguns fatores de memória, algumas coisas que estavam começando a falhar. E a gente identificou isso, e a família, e a gente falou, bom, vamos gravar, vamos colocar o Paul Singer falando sobre a vida dele, sobre coisas que ele fez na vida que são marcantes, sobre passagens importantes, vamos quase que fazer uma entrevista com ele. E a gente fez duas sessões grandes com o professor, foi o Fernando Kleyman quem organizou isso, em Brasília. E ele então, por duas sessões de quase três, quatro horas, falou um monte, o que foi ótimo, porque quando a gente conseguiu resolver o dinheiro para fazer o filme, escolher o Ugo, etc, o professor havia já avançado na doença, já tinha dificuldade, o Ugo chegou a conversar com ele ainda em vida, o filme é lançado depois que o professor já faleceu. Liniane: O documentário foi divulgado na imprensa como uma produção que praticou a Economia Solidária. O que significaria essa afirmação, Marcelo? Marcelo Justo: Então, na economia solidária, democracia e autogestão são sinônimos, praticamente, nos escritos dele. Então, o que é isso? As pessoas se organizarem para produzir juntos, sem patrão e sem empregado. Todo mundo é cooperado.  Não é à toa que o documentário tem o nome da utopia militante, que esse é o título do livro dele, que ele se coloca a isso, né? A questão da utopia como uma militância. A militância dele é por essa utopia, que é uma utopia de construir um socialismo que seja democrático, que não seja a experiência do chamado socialismo real, que é uma ditadura de esquerda.  Liniane: Marcos também comentou sobre o termo utopia que está no título do documentário. E destacou, mais uma vez, a multiplicidade de papeis de Singer nos vários espaços em que atuou. Marcos Barreto: Esse título é tão forte e também resume tanto do que é o professor, porque justamente reúne essas duas facetas, que é uma pessoa que é um intelectual brilhante, professor titular da USP, com um militante que nunca deixou de ser militante. Ele foi estudar economia porque ele era um militante, e ele termina a vida como alguém que está pensando a economia solidária, que é algo prático, então ele não tava sendo um teórico da economia solidária, só que aí no meio desse percurso, já nessa última década da vida, nas últimas duas décadas, ele escreve esse livro, que é uma utopia militante, então ele assume ali o quê? Que ao mesmo tempo que ele está defendendo algo que é utópico, que é um desejo do que ele gostaria de ver acontecer, ele assume que aquilo só vai acontecer se tiver militância, ou seja, talvez aí, diferente do socialismo científico, que parte da ideia de que há uma evolução natural da história que vai ligar o socialismo, e que é algo que aliás o Singer não acreditava. Então o título, na verdade, quem escolheu foi o professor Paulo Singer, para o livro, e a gente quando viu, quando foi pensar no título do filme, a gente falou, putz, difícil achar um nome melhor do que Utopia Militante. Liniane: O documentário estreou no Festival Internacional É Tudo Verdade, em 2021, em um momento em que a letalidade do coronavírus alcançava um dos seus picos. Ele foi exibido de modo on-line, mediante a distribuição de duas mil senhas, que se esgotaram em poucos minutos. [Efeito sonoro] Liniane: “A trajetória política e intelectual de Paul Singer: da crítica marxista à Economia Solidária” é o título da dissertação de mestrado defendida por Paula Quental no Instituto de Estudos Brasileiros, o IEB, da USP, a Universidade de São Paulo, em 2024.  Marcelo Justo, que é doutor em geografia pela mesma universidade, organizou o livro “Urbanização e Desenvolvimento”, uma coletânea de textos de Paul Singer. O volume foi editado pela Autêntica em parceria com a Fundação Perseu Abramo.  Marcos Barreto é hoje Diretor Geral do Instituto Equipe Educação, Cultura e Cidadania e Vice-Diretor Geral da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), e segue engajado com a divulgação do legado de Singer.  [Vinheta de encerramento Oxigênio] Esse trabalho de divulgação sobre a obra de não ficção do cineasta Ugo Giorgetti é realizado no âmbito do Programa Mídia Ciência, do Labjor, com supervisão da Simone Pallone.  As entrevistas, o roteiro e a narração desse episódio foram feitos por mim, Liniane Brum. A revisão do roteiro é da Simone Pallone. A edição é do Guilherme Lopes, estagiário da Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares da Unicamp, a Cocen. A vinheta do Oxigênio é do Elias Mendez.  As trilhas usadas no podcast são de  Blue Dot Sessions, tiradas do Free Music Archive. A gente vai deixar a ficha técnica do filme na descrição do episódio.  As reportagens referentes à divulgação da obra de não ficção de Ugo Giorgetti foram publicadas no dossiê “Ugo Giorgetti” da Revista ComCiência.  Este episódio conta com o suporte da Diretoria Executiva de Apoio e Permanência, da Unicamp e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, a FAPESP, por meio de bolsas, e também da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast.  Se você gostou do conteúdo, deixe seu like e compartilhe com seus amigos.

SENTA DIREITO GAROTA!
#252 • BOM MESMO É SER EMOCIONADA | Com Luana Carvalho

SENTA DIREITO GAROTA!

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 46:33


Neste episódio do Senta Direito Garota!, Juliana Amador recebe Luana Carvalho, escritora, criadora de conteúdo e apresentadora do podcast Bom Mesmo é Ser Emocionada. Autora do livro O Amor Não Mora na Urgência do Outro, Luana conquistou milhares de mulheres ao abordar temas como amor, autoestima, relacionamentos e autoconhecimento de forma sensível e honesta. Através de seus textos, do podcast e das redes sociais, ela incentiva mulheres a abraçarem a própria intensidade, ressignificarem suas experiências afetivas e construírem relações mais saudáveis consigo mesmas e com os outros. Em uma conversa profunda e acolhedora, Luana fala sobre vulnerabilidade, amadurecimento emocional e os desafios dos relacionamentos contemporâneos. Esse programa é completamente independente e precisa muito da colaboração de vcs para seguir nessa luta incansável, vem apoiar a gente para ampliar as vozes de diversas mulheres ✅ APOIA-SE: https://apoia.se/sentadireitogarota ✅ FACEBOOK: https://www.facebook.com/profile.php?id=61558474657149 ✅ INSTAGRAM: https://www.instagram.com/sentadireitogarota/?hl=pt ✅ TIKTOK: https://www.tiktok.com/@sentadireitogarota?_t=8nYG2q5V72L&_r=1 ✅ @sentadireitogarota ✅ @jujuamador ✅ @lxccarvalho #podcastfeminista #lugardemulheréondeelaquiser #sentadireitogarota #lutecomoumagarota #feminismo #fortecomoumamãe#podcast #podcastbrasil #videocasting #videocast #PodcastFeminista #Feminismo #Antirracismo #FeminismoInterseccional #empoderamentofeminino #MulheresPodcasters #PodcastsDeEsquerda #JustiçaSocial #IgualdadeDeGênero #ResistênciaFeminista #MovimentosSociais #Diversidade #Inclusão #EquidadeRacial #VozesFemininas #MulheresNoPodcast #LutaAntirracista #PolíticaDeEsquerda #FeministasUnidas #HistóriasDeMulheres #Feminismo #Antirracismo #FeminismoInterseccional #JustiçaSocial #empoderamentofeminino #DireitosDasMulheres #IgualdadeDeGênero #LutaAntirracista #PolíticaDeEsquerda #MovimentosSociais #Diversidade #Inclusão #EquidadeRacial #FeministasUnidas #ResistênciaFeminista #fofoca #fofocas #fofocasdosfamosos Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Eu só queria dizer que...
Eu só queria dizer que... esse é pra você!

Eu só queria dizer que...

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 42:40


Sem retorno triunfal, apenas uma demonstração de amor com um toque de criatividade, lágrimas e vergonha. Ele merece um episódio só pra ele e pra todos os quilômetros que ele toda a semana para estarmos juntos. Sem edição porque eu não achei mais um editor fácil e prático.

RW notícias - fique sempre bem informado
Campeão da Copa de 70: ex-zagueiro Brito morre aos 86 anos

RW notícias - fique sempre bem informado

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 2:14


Informação foi divulgada por familiares nas redes sociais.Esse conteúdo é uma parceria entre RW Cast e RFI.

Podcast Internacional - Agência Radioweb
Giro Internacional: Teerã desmente acordo com Donald Trump

Podcast Internacional - Agência Radioweb

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 3:08


Trump disse que acordo pode ser assinado neste final de semana.Esse conteúdo é uma parceria entre RW Cast e RFI.

LowOpsCast
#50 Da advocacia ao Cloud Native global: carreira internacional com Julia Furst Morgado

LowOpsCast

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 71:43


Neste episódio do LowOpsCast, o papo é com Julia Furst Morgado, CNCF Ambassador, Community Manager OpenTelemetry, AWS Container Hero, Docker Captain, organizadora do KCD New York e palestrante internacional.Mas antes dos títulos e das comunidades globais, a conversa começa pela pessoa.A Julia tem uma trajetória diferente daquelas que parecem roteiro pronto de carreira em tecnologia. Ela começou no Direito no Brasil, estudou negócios na UC Berkeley, passou por marketing e, em 2022, entrou de vez na área tech. Um caminho nada linear, mas cheio de repertório, comunicação, estratégia e coragem para mudar de rota.Hoje, ela atua como Principal Developer Relations Engineer na Dash0, ajudando pessoas desenvolvedoras a adotarem OpenTelemetry e criarem fluxos práticos de observabilidade. Também participa ativamente da comunidade OpenTelemetry e de diversas iniciativas cloud native ao redor do mundo.Neste episódio, a gente conversa sobre:- Transição de carreira para tecnologia- Como transformar uma trajetória não linear em vantagem- Comunidade, pertencimento e construção de confiança- Developer Relations e o papel de educar, conectar e apoiar pessoas- OpenTelemetry e observabilidade na prática- Cloud Native, Kubernetes, Docker e AWS- Como é palestrar internacionalmente em diferentes idiomas- Organização de eventos como KCD New York, AWS Community Day NY e CNCF Meetup NYCTambém iremos falar sobre carreira internacional, open source, desafios de entrar em tecnologia vindo de outra área e a importância de não se excluir só porque o caminho parece diferente do “padrão”.Esse episódio é sobre tecnologia, sim.Mas também é sobre coragem, curiosidade, comunidade e sobre entender que não existe uma única forma certa de construir uma carreira em tech.Se você está em transição de carreira, trabalha com DevOps, SRE, Cloud Native, observabilidade, open source ou quer entender melhor o papel de comunidade na evolução profissional, esse episódio vai fazer muito sentido.Links compartilhados pela Julia:https://www.juliafmorgado.com/posts/the-complete-guide-to-ace-your-next-networking-coffee-chat/https://www.youtube.com/watch?v=HHAXlDu49rEhttps://github.com/juliafmorgado

Boia
Boia 359 - Adeus ao Petrônio, La Libertad presa e mais.

Boia

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 124:51


Petrônio Tavares era um surfista verdadeiro, no sentido mais literal da palavra verdade.O Camarada viveu do surfe e para o surfe.Daqueles que não arredam o pé da areia quando tem onda boa.Cada um de nós quando for ao mar atrás de diversão, de imersão, ou de solidão, vai levar Petrônio junto - como levamos Andy, Castejá, Pitzalis, Severson, Kealoha e tanta gente boa que partiu mas continua conosco.Esse episódio do Boia fala de campeonato, de prancha, de linha, do power e das escolhas que fazemos.Podia ser uma conversa na sombra, abrigado do sol na Cacimba, esperando um pouco mais de água na maré.Tivemos Bruno Santos e Calunga partilhando lembranças, Alexandre Iglesias tratando dos slabs e a trilha com Roger Glenn tocando Reachin', Bill Withers cantando Use Me e Mexican Institute of Sound com Meridian Brothers e Beck bagunçando tudo com Cumbia Beckiana.

DozeCast - Cardiologia
Risco residual: LDL controlado, mas ainda com risco de infarto? - Ft. Dr. Eduardo Lima (DozeCast 228)

DozeCast - Cardiologia

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 77:20


Você otimizou o LDL. Chegou na meta de ApoB. E o paciente volta meses depois com um novo evento. Neste episódio especial, com apoio da Novo Nordisk, Diandro Mota e William Batah recebem o Dr. Eduardo Lima, doutor em Cardiologia pela USP, professor colaborador e supervisor da Residência em Cardiologia da FMUSP/InCor e Head Nacional de Cardiologia da Rede Américas, para uma conversa que pode redefinir como você enxerga o risco residual. A tese é direta: a aterosclerose nunca foi só uma doença de colesterol. Ela é imunometabólica, e a inflamação subclínica pode ser o elo que faltava.O que você vai aprender:

Thaís Galassi
778 - Você não está se curando, está apenas contando a mesma história há anos!

Thaís Galassi

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 26:05


Você já usou uma frase da terapia para sairde uma situação difícil sem ter que lidar com ela de verdade? "Isso me dágatilho." "Estou respeitando meu processo." "Esse é meulimite." Essas frases podem ser poderosas — ou podem ser a forma maissofisticada de não mudar nada.Neste episódio, a gente mergulha fundo numtema que poucos têm coragem de tocar: o therapy speak — quando a linguagemterapêutica vira esconderijo, e não ferramenta de transformação. Porqueentender sua ferida não te autoriza a ferir. Nomear seu trauma não substituireparar suas atitudes. E ter consciência do padrão não é o mesmo que sair dele.A gente fala sobre: — O que diz a ciênciasobre insight sem ação (e por que saber não basta) — Por que a Terapia deAceitação e Compromisso (ACT) coloca o movimento como centro da cura — Adiferença entre usar o autoconhecimento para crescer e usá-lo para sejustificar — Uma pergunta prática que você pode fazer a si mesma toda vez queusar uma frase terapêutica numa situação difícilCom base em estudos do Journal of ContextualBehavioral Science, Behavior Research and Therapy e da Universidade deGroningen — e nas ideias de Steven C. Hayes, Carl Rogers e Irvin Yalom.Se você está em terapia, já foi, ouacompanha alguém que usa muito essa linguagem, esse episódio vai te provocar —do jeito certo.

Command Cast
SENTIMENTO

Command Cast

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 6:10


Esse video foi feito em 2023 e resolvi compartilhar como vocês para que possamos refletir sobre sentimentos.O sentimento define muitas coisas na nossa vida e se não tomar cuidado, somos levados por eles.Por isso é sempre importante entender o que estou realmente sentindo no momento e assim procurar as melhores decisões para seguir em frente.Siga no Instagram : @andresoares.ultra

FIRMESA REDONDA
KNICKS CONSEGUE VIRADA HISTÓRICA SOBRE SPURS E FICA A UMA VITÓRIA DO TÍTULO | FIRMESA REDONDA (273)

FIRMESA REDONDA

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 152:20


No FIRMESA REDONDA 273, Firu e Mesa comentam a virada histórica do New York Knicks, que conseguiu bater o San Antonio Spurs mesmo estando atrás do placar por 29 pontos. O Knicks abriu 3 a 1 e colocou a mão no título!LANCE SEUS HOT TAKES AQUI: https://hottakes.replit.a pp/GIGANTES DO OESTE: Podcast de Giovanni o Brabo com Gabriel Covezzi pra falar de Lakers e Warriorshttps://www.youtube.com/@UCNqnoNdisSkRxP51MMpGBtw FANTASY FIRMESA agora tem seu próprio APP. Sim, entra la pra conferir classificação de todas as ligas e algumas stats avançadas:https://fantasyfirmesa.replit.app/Temos programa novo na casa! É o TOCONVERSANDO, nosso programa de entrevistas.Esse programa só aconteceu graças aos nossos apoiadores, que colaboram mensalmente com valores a partir de R$10 através da nossa campanha no apoia-se: https://apoia.se/tocotvE criamos também nosso CANAL no whatsapp, aberto a todos, siga la para receber no zap as notícias mais quentes da NBA além de todo nosso conteúdo online em primeira mão: https://whatsapp.com/channel/0029Vao4Pyv5a249dqbzFj2S

TEOmídia Blog
Da cruz do calvário para a vitória

TEOmídia Blog

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 10:31


Por que os discípulos de Emaús permaneceram tristes mesmo diante do túmulo vazio? Uma reflexão profunda sobre a cruz do Calvário e o plano de redenção revelado nas Escrituras.Esse post encontra-se no:TEOmídia Blog - uma preciosa fonte de edificaçãoConfira também:TEOmídia - plataforma gratuita de vídeosTEOmídia Rádio - 24 horas no arTEOmídia Cast - disponível no seu serviço de streaming de música e podcast.

Podcast Internacional - Agência Radioweb
Giro Internacional: EUA bombardeiam Irã que responde com ataques a bases americanas

Podcast Internacional - Agência Radioweb

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 3:09


Irã ameaça bombardear navios que passarem pelo Estreito de Ormuz.Esse conteúdo é uma parceria entre RW Cast e RFI.

Podcast Internacional - Agência Radioweb
Copa de 2026 começa em meio a polêmicas geopolíticas

Podcast Internacional - Agência Radioweb

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 4:48


Os detalhes sobre a a abertura e as polêmicas que antecederam o evento.Esse conteúdo é uma parceria entre RW Cast e RFI.

Podcast JR Entrevista
Elbia Gannoum destaca potencial do Brasil para liderar a transição energética

Podcast JR Entrevista

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 32:24


A convidada do JR ENTREVISTA desta quarta-feira (10) é a presidente da ABEEólica (Associação Brasileira de Energia Eólica) e vice-presidente da GWEC (Global Wind Energy Council), Elbia Gannoum. À jornalista Lívia Veiga, ela falou sobre a posição estratégica do Brasil na corrida global pela transição energética, destacando que o país possui uma das matrizes elétricas mais limpas do mundo. Segundo Gannoum, o Brasil vive hoje um “bônus verde” que precisa ser transformado em vantagem competitiva real para atrair investimentos e impulsionar a economia.Gannoum explica que, embora o Brasil utilize fontes renováveis há décadas, a valorização global desses recursos ganhou força após o Acordo de Paris, em 2015. Com a Europa passando a exigir produtos de baixo carbono a partir de 2026, o Brasil tem uma oportunidade estratégica única. “O Brasil é o país mais renovável do mundo. Estamos num processo de construção para transformar a vantagem comparativa em vantagem competitiva”, afirmou a especialista durante a entrevista.Um dos pontos centrais da discussão foi o paradoxo da sobra de energia durante o dia. Com o avanço da geração solar em telhados, o sistema produz em excesso entre as 10h e 16h, o que muitas vezes força o desligamento de grandes usinas por segurança. Para corrigir esse desperdício, ela defende o uso de baterias para armazenar o excesso e a adoção de tarifas mais baratas que incentivem o consumo nesse horário.O impacto socioeconômico do setor também foi pauta, com foco no Nordeste, que concentra 95% da produção eólica do país. Gannoum apresentou números que comprovam o alto retorno desses investimentos para a sociedade. “A cada R$ 1 que você investe em energia renovável, você devolve R$ 3 para a economia brasileira”. Esse fluxo financeiro foi fundamental para que o PIB (Produto Interno Bruto) da região crescesse 21% nos últimos 15 anos e o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) local saltasse 20% nas áreas que abrigam os parques eólicos.Apesar do otimismo, há um alerta sobre a perda de liderança para países como a China, que hoje domina o mercado global de transição energética. Elbia aponta que o Brasil está relativamente atrasado na regulamentação de leis cruciais, como as de eólicas offshore e hidrogênio verde, o que gera insegurança jurídica. Ela também criticou o descompasso entre o Executivo e o Legislativo, que por vezes aprova leis que contrariam o planejamento técnico e encarecem o sistema.Para o futuro, a aposta do setor reside na descarbonização da indústria e na atração de centros de dados de alta tecnologia. Gannoum reforça que a energia deve ser vista como uma alavanca de industrialização e crescimento do PIB. “O Brasil tem todas as condições para ocupar esse espaço... ele não precisa mais discutir o que tem que ser feito, ele precisa fazer”, concluiu, enfatizando a “urgência do presente” para que o país não perca a janela de oportunidade global.O programa também está disponível na Record News, no R7, nas redes sociais e no RecordPlus.

Foodness Talks
Uma conversa com Ricardo Garrido #300

Foodness Talks

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 75:50


O setor de bares e restaurantes está mudando e quem entende isso antes sai na frente.No episódio #300 do Foodness Talks, Ricardo Garrido, da CiaTC, um dos nomes mais respeitados da cena de hospitalidade do Brasil, fala sobre o que está moldando o futuro do setor: novos perfis de consumo, operações mais inteligentes e uma relação diferente entre marca, gente e experiência.A conversa passa por pontos que todo gestor precisa ter no radar. As pessoas estão fazendo curadoria de como saem e quando saem, querem uma experiência que justifique cada decisão. Isso exige restaurantes mais atentos, mais flexíveis e mais leves na operação, capazes de se adaptar sem perder identidade. Simplificação e eficiência não são sobre fazer menos, são sobre fazer o que realmente importa, com menos ruído e mais resultado.E no centro de tudo isso, está gente. Investir em cultura e nas pessoas que fazem a experiência acontecer todos os dias continua sendo o movimento mais estratégico que um negócio de alimentação pode fazer, independente do quanto a tecnologia avance.Esse espisódio é um oferecimento da @‌searafoodsolutions, @rispostabr e @‌goomer_br

Hora do Texugo
Em Defesa de Neymar Jr - Hora do Texugo 258

Hora do Texugo

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 109:31


Futebol, mulher e rock'n roll, meu deus como isso é bom! Copa do Mundo tá aí, o menino Ney foi convocado e CHUPEM todos… e la sigam chupando! Gostando ou não, menino Ney é realidade em 2026 e nós vamos investigar se ele é mesmo tudo isso, se ele deveria estar nessa copa & no panteão dos grandes jogadores do futebol brasileiro.Deixe seu pitaco lá no nosso grupo de Telegram, e faça parte da maior rede de comentaristas freestyle da internê.Entra também lá no nosso Instagram, por que não??Nesse episódio:O hóspede quer presunto;Malditos contratos de gaveta;Vamos ver se o Barcelona é isso tudo!Quem se anima com milionário;O que mais importa na Kings league?A internacionalização da pimba;Repetição de beldades;O que é uma Flayslaine?Skatista da bagunça;Ninguém é de ninguém no surf;Renato ou Romário;Todas as capas de revista;Cadê meus bandidos?Esse ano o coxa tá voando!Jornalismo de gordo perdedor;Falsificação histórica;Louro José pistola;Está liberado acreditar;O Luva de Pedreiro brasileiro;Injuriaram o Mister;A pior música de todos os tempos;Desmaiou maravilha;Dates coreanos;Meu cunhado Bento;Quem ama demais o futebol?Comendo a bola e todo o resto;Quartas no tapetão;Qual o caminho do hexa?Quanto custa um albinho?Acidentes de Brasil e Argentina;Elifot da copa;Incidentes diplomáticos de primeiro grau;Gastando a luz de galhofa;Ganhar pra quem?A volta da bandidagem;O fim de Gil Cebola;... e muito, mas muito mais!!!Host: Scheid-o-CEO.Bancada: Menino Farinhaki, Menino Punk Willians, Menino Tio Fabs, Menino Roqueiro Caio, Menino Meu Irmão Michell e Menino General Maciel.

Podcast Internacional - Agência Radioweb
Giro Internacional: Irã ataca países do Golfo em resposta a bombardeios americanos

Podcast Internacional - Agência Radioweb

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 3:08


Negociações estão cada vez mais travadas.Esse conteúdo é uma parceria entre RW Cast e RFI.

Igreja Esperança
Evangelho Segundo Satanás | #8 Faça a tua parte e Deus te ajudará - Preg. Felipe dos Anjos

Igreja Esperança

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 53:30


"Faça a sua parte e Deus te ajudará". Esse conselho soa muito bem, mas carrega uma mentira pesada: a ideia de que a graça de Deus é apenas um prêmio para o seu bom comportamento.Neste [Número]º episódio da série Evangelho Segundo Satanás, o pregador Felipe dos Anjos expõe os perigos de transformar o Cristianismo em uma meritocracia exaustiva. Mergulhando em Mateus 20, na Parábola dos Trabalhadores na Vinha, descobrimos um Deus que não nos contrata para pagar o que merecemos, mas que nos resgata no fim do dia, no auge do nosso desespero, e nos dá aquilo que jamais poderíamos comprar: a Sua graça imerecida. Entenda por que viver tentando provar o seu valor para Deus só vai te deixar seco e cansado, e como descansar no amor d'Ele muda tudo.Gostou deste episódio? Siga o nosso podcast para acompanhar toda a série!▶️ NAVEGUE PELA MENSAGEM (CAPÍTULOS):00:00:00 - A mentira da meritocracia na fé00:14:03 - O Jovem Rico e a inversão de valores00:18:30 - Mateus 20: A Parábola dos Trabalhadores00:25:06 - A angústia dos desempregados das 5 da tarde00:32:12 - O escândalo de um Deus generoso00:40:31 - Cuidado para não ser apenas um "Amigo" distante00:50:12 - A Graça vs. O Mérito nas Igrejas▶️ CONECTE-SE COM A IGREJA ESPERANÇA• Instagram: https://www.instagram.com/esperanca.igreja/

Convidado
Insurgentes em Cabo Delgado continuam a ter financiamento próprio

Convidado

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 14:54


Cabo Delgado é uma das regiões mais ricas de África em gás natural, rubis e minerais estratégicos, mas continua marcada pela pobreza e pela violência. A investigação internacional Mozambique Exposed, coordenada pela Forbidden Stories, revela como a exclusão das comunidades locais, as promessas falhadas dos grandes projectos extractivos e a resposta militar do Estado ajudaram a alimentar a insurgência. O trabalho mostra ainda como os grupos armados encontraram formas próprias de financiamento e continuam a operar em zonas fora do controlo estatal. Durante quase uma década, Cabo Delgado tem sido retratado sobretudo através das imagens da guerra: aldeias queimadas, deslocados, ataques armados e operações militares. Por detrás da violência existe uma realidade que a investigação internacional Mozambique Exposed, realizada por cerca de 30 jornalistas de vários países, procurou desvendar ao longo de cinco meses. Entre eles esteve Tomás Queface, jornalista do Zitamar News. Segundo o repórter moçambicano, uma das conclusões mais importantes da investigação foi mostrar que muitas das explicações apresentadas sobre o conflito permanecem incompletas. “Quando nós analisamos a questão da insurgência em Cabo Delgado, ultimamente tem-se abordado muito a componente militar”, afirma. Porém, acrescenta, o trabalho do consórcio procurou revelar “algumas ligações entre o conflito, a insurgência e a violência estatal”. Para Tomás Queface, a violência não se resume às operações militares, manifesta-se na relação histórica do Estado com parte da população local. O jornalista recorda a repressão exercida sobre garimpeiros artesanais no sul da província e considera que muitos desses episódios ajudaram a criar um terreno fértil para o recrutamento insurgente. “A violência estatal foi marcada pela forma como se reprimiu vários garimpeiros ou mineiros artesanais no sul da província de Cabo Delgado”, diz. “Muitos destes mineiros acabaram por se juntar aos grupos insurgentes.” A dimensão económica ocupa um lugar central. Cabo Delgado concentra investimentos de milhares de milhões de dólares ligados ao gás natural e à exploração mineira. Ainda assim, a riqueza produzida não se reflecte nas condições de vida da maioria da população. “Temos projectos de recursos naturais bilionários. A província continua a ser uma das mais pobres de Moçambique”, sublinha Tomás Queface. “É exactamente essa pobreza que acaba por puxar muitos jovens para a insurgência.” Na visão do jornalista, uma das falhas do debate tem sido ignorar essa contradição. “São essas linhas que muitas das vezes são esquecidas quando nós abordamos a questão do conflito”, observa.  A investigação estabelece ainda uma relação entre a forma como o Estado respondeu à insurgência e como enfrentou os protestos pós-eleitorais que marcaram Moçambique após as eleições de 2024. “Há reivindicações implícitas que o Estado moçambicano não quer reconhecer”, afirma o jornalista. “Tanto os protestos como a violência armada são respondidos exactamente pela violência.” Na análise de Tomás Queface, o poder político continua a interpretar Cabo Delgado como uma questão de segurança. “O Estado moçambicano procura sempre olhar para o que está a acontecer em Cabo Delgado como um problema meramente securitário”, afirma. Desde 2017, a principal aposta tem sido o reforço das forças armadas, da polícia e dos serviços de informação. Embora tenha sido criada uma agência para promover o desenvolvimento do norte do país, Tomás Queface considera que essa aposta nunca recebeu os meios necessários.“O governo moçambicano pouco investiu” nessa estrutura, afirma. “A sobrevivência da agência esteve sempre dependente da canalização de fundos internacionais.” O jornalista defende que a persistência da guerra não pode ser explicada pelo extremismo religioso. Embora os grupos armados actuem actualmente sob a bandeira do auto-proclamado Estado Islâmico, as suas origens estão ligadas a factores sociais, económicos e políticos mais profundos. “Temos a questão religiosa, temos a radicalização, temos a questão da pobreza, da vulnerabilidade, mas também a repressão que foi feita pelo Estado moçambicano e a falta de inclusão de quase toda a população de Cabo Delgado no sistema económico de Moçambique", descreve. Uma das áreas mais sensíveis investigadas pelo consórcio diz respeito aos grandes projectos de gás natural. Em Palma, milhares de habitantes foram deslocados para permitir a instalação das infra-estruturas ligadas ao LNG. “Há muitas populações que tiveram de abandonar as suas aldeias para dar lugar à construção das fábricas de gás natural”, explica Tomás Queface. Segundo o jornalista, muitas das compensações e promessas feitas às comunidades ficaram suspensas ou nunca chegaram a ser concretizadas. “O que nós queremos mostrar é que as próprias populações de Cabo Delgado não estão a ser beneficiadas com essa riqueza”, resume. A investigação procurou, ainda, compreender como os insurgentes conseguem manter a capacidade operacional depois de anos de combate contra as forças moçambicanas, ruandesas e parceiros internacionais. Segundo Tomás Queface, os grupos armados continuam a beneficiar de ligações externas, nomeadamente ao auto-proclamado Estado Islâmico, mas desenvolveram mecanismos locais de financiamento. “Os insurgentes ultimamente têm estado a levar a cabo incursões em algumas minas de ouro”, explica. Paralelamente, “adoptaram outras tácticas com vista à obtenção de financiamento local, através de sequestros de pessoas e embarcações na costa”. Esse dinheiro permite-lhes reforçar a capacidade militar e atrair novos recrutas. “Com base nisso vão ganhando uma capacidade financeira que os permite adquirir suprimentos, mas também recrutar mais jovens para as suas fileiras”, descreve. A investigação levanta dúvidas sobre a capacidade do Estado para travar estas redes de financiamento. Tomás Queface recorda que os resgates exigidos pelos insurgentes são frequentemente pagos através de plataformas nacionais de transferência móvel. “A Procuradoria-Geral da República ainda não trouxe um relatório detalhado que explique essa situação”, afirma. “Ainda não conseguiu trazer pessoas para responsabilizar exactamente por essas transferências.” A fragilidade do Estado moçambicano não se limita à investigação financeira. Ela é também visível no terreno. Apesar da presença militar moçambicana, ruandesa e internacional, vastas zonas da província continuam fora de um controlo efectivo. “As forças militares estão mais concentradas nos distritos onde decorrem os projectos de exploração de recursos naturais”, explica Tomás Queface, referindo-se a Palma e a Mocímboa da Praia. O resultado é que os insurgentes encontram espaço para se reorganizar e actuar noutras regiões. “Os insurgentes sentem que gozam de uma maior liberdade de operar em outros distritos onde não há uma forte presença” das forças de segurança. É aí que conseguem explorar minas, realizar sequestros e manter fontes de financiamento próprias.

Vida em França
"Estamos todos no mesmo Mundo, Terra, Pátria"- Álvaro Vasconcelos

Vida em França

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 40:47


Foi apresentado em finais de Maio em Paris, o terceiro e último volume do livro "Memórias em tempo de amnésia" de Álvaro Vasconcelos, especialista de relações internacionais e voz bem conhecida das nossas antenas. Nesta obra em três partes, o autor relata as épocas que atravessou, o salazarismo, o colonialismo português em África, nomeadamente em Moçambique onde viveu, os anos de militância política na África do Sul, em França e em seguida em Portugal, onde regressou na altura do 25 de Abril. No terceiro volume das suas memórias intitulado "O futuro para além do apocalipse", Álvaro Vasconcelos recorda a conquista da independência das ex-colónias, assim como os primórdios da democratização de Portugal e a sua adesão à União Europeia. O antigo director do Instituto de Estudos de Segurança da União Europeia e fundador em Portugal do Instituto de Estudos Estratégicos e Internacionais também evoca a viragem autoritária a que se assiste actualmente em várias partes do mundo, a que ele chama de «brutalismo» e que tem a ver com a corrente 'tecno-totalitarista', encabeçada nomeadamente por alguns magnatas da Silicon Valley. Álvaro Vasconcelos fala também da urgência ambiental, da urgência de não nos esquecermos que somos humanos, numa época em que tendemos a colocar tudo nas mãos da Inteligência Artificial. No fundo, ele fala da urgência de pensarmos. Neste livro denso que é uma chamada de atenção, ele começa cada capítulo com uma espécie de guião de filme e fala com um gosto não dissimulado de todas as fitas que o fizeram reflectir de outra forma sobre o mundo, porque este texto, ainda mais do que os anteriores, é uma declaração de amor à sétima arte. E evidentemente não podíamos deixar de falar -antes de mais- da importância que o cinema tem para Álvaro Vasconcelos. "O cinema é algo que me formou porque eu vivia na África colonial, na Beira, em Moçambique. E como era lá no fundo do Império, a ditadura era certamente muito mais suave para os brancos, para os negros era mais brutal do que em Portugal era para os portugueses. E os brancos da cidade da Beira, onde eu vivia, tinham acesso ao Cineclube da Beira, às grandes obras do cinema mundial, por exemplo, nós vimos o ‘Couraçado Potemkin', que em Portugal era absolutamente proibido. (…) E como o cinema, começamos a vê-lo mesmo muito, desde muitos miúdos, não só nos cineclubes, os cinemas eram a maravilha da época, era aquilo que nos educava, nos abria novos horizontes, que nos fazia rir com Charlot, com os irmãos Marx, que nos ensinava os problemas graves do mundo, como ‘Hiroshima mon amour', o neo-realismo italiano, ‘Os ladrões de bicicletas', etc. Evidentemente que o cinema teve para a minha geração e em particular para aquela que viveu no Império, mas não só, também também em Portugal, um impacto enorme, portanto, foi formativo. E ao escrever o último livro da minha trilogia, senti a necessidade de fazer um livro que fosse mais de reflexão que apenas descritivo da minha vida e de reflexão. Não sou filósofo, portanto, não podia ser uma reflexão filosófica. Mas era uma reflexão à volta das ideias que são veiculadas pelo cinema, que foram veiculadas pela grande literatura que eu li desde miúdo, que sempre me apaixonou e continuo a ler e que me ensinou imenso sobre o mundo. Eu descobri muitas coisas no cinema e na literatura que não era capaz de descobrir com o mesmo grau de profundidade dos ensaios", explica o autor. Nas suas memórias, Álvaro Vasconcelos fala da época colonial e também de uma descolonização das mentes que ainda não foi totalmente feita. "Em África, descobri a violência colonial e que a palmatória é um símbolo absoluto dessa violência. Palmatória com que iam castigar os empregados negros por coisas, não importa o quê. Mas mesmo que fossem coisas graves, era a mesma palmatória que era usada contra os escravos, como eu vi no Museu Afro-Brasileiro, em São Paulo. Infelizmente não temos em Portugal, nenhum museu sobre a escravatura. Temos um pequeno museu em Lagos, mas não temos um grande museu, como têm os brasileiros. E essa palmatória era usada também pelo professor primário para nos manter. Identifico a violência brutal de que era vítima pelo professor primário, que tinha um poder absoluto sobre mim, com a violência, de que eram vítimas os negros, que não tinham direitos nenhuns, nem direito à vida. E para que isso pudesse ter acontecido, foi preciso criar uma narrativa de que eles não eram gente civilizada. E essa narrativa perdurou no pós 25 de Abril, porque nunca se fez um trabalho verdadeiro de descolonização das mentalidades. E hoje, quando os imigrantes são tratados como são tratados com desumanidade, é porque não são considerados humanos iguais a nós. E como não são considerados humanos iguais a nós, podem ser vítimas da arbitrariedade. Não têm os direitos iguais. Isso é uma questão fundamental", considera o estudioso. "Quando se deu o 25 de Abril, podia-se ter feito uma coisa extraordinária e teria ficado para a história. Era considerar que toda a gente que reside em Portugal tem os mesmos direitos. Há um país no mundo em que isso, pelo menos já acontece, que é na Nova Zelândia. E, portanto, se os imigrantes tivessem o direito do voto, seriam tratados de forma completamente diferente ", diz ao referir que, em vez disso, "são vítimas da desigualdade mais absurda da escravatura às vezes da violência da morte no Mediterrâneo. Em vez de irem socorrer, acham que é uma forma dissuasiva que eles morram no Mediterrâneo. Isso, evidentemente, é feito posto em prática por políticos democráticos, mas evidentemente que estão a abrir o caminho à extrema-direita que fará disso uma doutrina de poder." No capítulo que reserva a estes aspectos, o autor escreve que “o silêncio sobre a verdadeira natureza do colonialismo é um dos grandes fracassos da democracia portuguesa” e que “a Europa assumir que o colonialismo foi um crime contra a humanidade tornaria o seu discurso sobre a democracia muito mais legítimo.” "O 25 de Abril foi uma revolução extraordinária. Libertou os portugueses da ditadura e criou um sistema de liberdades públicas, de Estado de Direito. Isso deve ser sublinhado e eu sublinho no livro, porque é único no século XX, uma revolução que não foi só uma libertação, mas trouxe a liberdade. Podemos pensar, por exemplo, que a Revolução de Outubro libertou os russos do Czarismo, que era um regime terrível. Mas não construiu um regime de liberdade. Isso aconteceu em Portugal. Simplesmente, Portugal era ao mesmo tempo uma ditadura e um império. E quando se construiu a democracia, fez-se um trabalho mais ou menos profundo sobre o que era a ditadura, o que é que era o fascismo. Existem vários museus, o Museu do Aljube, um museu em Peniche, existe um trabalho de memória. Existem nos livros de História. Conta-se o 25 de Abril, todo esse passado ditatorial. As pessoas sabem que houve a tortura, que havia a PIDE, que as pessoas não tinham direito à palavra. Tudo isso faz parte da memória colectiva dos portugueses", constata Álvaro Vasconcelos. "O que não se fez nenhum trabalho. O que é que era o colonialismo? Não se explicou o que é que era a tortura em África, o que era o trabalho forçado. Qual era a origem que isso tinha na escravatura? Manteve-se um mito do lusotropicalismo, ou seja, que Portugal tinha contribuído para criar um mundo diferente, um mundo não racista, um mundo multiétnico. Até se dizia isso : ‘Deus criou os homens e os portugueses criaram as mulatas' escondendo que as mulatas nasciam muitas vezes de actos de violação absoluta, porque as mulheres negras não tinham direitos e, portanto, o senhor tinha um direito de pernada sobre a mulher negra. Isso acontecia frequentemente. Eu, aliás, entrevistei para um dos meus livros uma senhora africana que conta exactamente a história de uma mulher que, depois do 25 de Abril, andava à procura do homem branco, que tinha sido o pai dos seus filhos e que o homem branco tinha desaparecido. Tinha regressado a Portugal e que nunca mais soube dele. E as crianças queriam conhecer o pai. Mas isto é um caso de uma pessoa que se movimentou. A maior parte das vezes ficaram e são vítimas de toda a discriminação. Isso é o aspecto em que o 25 de Abril não fez esse trabalho", diz o politólogo. "Quando em Portugal surge um movimento de sociedade civil poderoso, hoje formado por intelectuais afro-descendentes que defendem o direito à igualdade, que tem voz no espaço público, quando nos lembramos, por exemplo, da Joacine Katar Moreira que foi deputada na Assembleia da República, a campanha racista contra ela. No Parlamento, a extrema-direita dizia ‘Volta para o teu país'. Estou a falar numa deputada, membro do Parlamento. Mas depois as intelectuais todas que são superactivas na sociedade portuguesa, que é aquilo que há hoje de mais vibrante na sociedade portuguesa, mais criativo. Publicam, fazem filmes como a Pocas Pascoal e outros. Ainda recentemente a Kitty Furtado organizou na Gulbenkian um ciclo sobre o cinema africano produzido em Portugal, com numerosos filmes, numerosos realizadores. Portanto, na Bienal de Veneza, há dois anos, a representação de Portugal foram artistas negros. Portanto, temos um movimento extraordinário. Esse movimento choca com esta mentalidade dominante. E então são acusados de serem ‘wokistas'. ‘Wokistas, quer dizer que são pessoas com consciência", sublinha o universitário. Relativamente às lições que se podem tirar do pós 25 de Abril, Álvaro Vasconcelos faz um balanço agridoce : apesar de considerar que “os seus objectivos essenciais foram atingidos: liberdade, fim do colonialismo e um estado inspirado nos modelos sociais europeus”, ele constara que “o que triunfou não foram os mecanismos que permitiriam compatibilizar a democracia liberal com o desejo de participação dos cidadãos (...) com o tempo, os partidos tornaram-se organizações fechadas (...) foram-se impondo como actores únicos do sistema politico”. "Portugal fez uma revolução que permitiu a existência de partidos políticos que não existiam antes. Mas a revolução, no momento em que ela aconteceu, despertou uma vontade de participação enorme na sociedade portuguesa. Todos os portugueses queriam participar na vida política pública. Eu próprio participei na criação de um jornal que era a voz do trabalhador e aquilo vendia-se como pãezinhos quentes. Quer dizer, toda a gente cria jornais. Toda a gente queria ler. Toda a gente fazia um pequeno comício. Enchiam-se de pessoas. Criaram-se cooperativas, associações de bairro, associações, moradores, associações agrícolas, movimentos cooperativos por todo o lado. Ao mesmo tempo, os partidos políticos foram-se consolidando como forças dominantes da sociedade portuguesa. E esses movimentos participativos foram vistos pelos partidos que acabaram por triunfar como movimentos que eram contrários à consolidação da democracia representativa liberal, como havia no resto da Europa. E foram desaparecendo. E o sistema político português ficou concentrado nos partidos políticos. Esses anos todos passaram e as pessoas hoje, como têm acesso às redes sociais, já têm outra forma de expressão, sem passar pelos partidos políticos. Exprimem-se nas redes sociais. Muitas vezes, o que dizem alguns? Nós não gostamos nada. Mas outras coisas dizem coisas correctas. Estes movimentos que eu referi, ecológicos, anti-racistas, de solidariedade social, também usam as redes sociais. Mas há muita gente que usa as redes sociais e que diz coisas horríveis. Mas não interessa, diz. Acha que tem direito à palavra. E acha que os partidos não dão direito à palavra. Então vão atrás de um demagogo que diz ‘Eu dou vos a palavra. Eles não vos dão a palavra'. Os partidos políticos são organizações fechadas. Em Portugal nunca se fez a regionalização, porque os partidos acharam que aquilo era fugir ao controlo central dos partidos de Lisboa. Era abrir o controlo da sociedade a nível regional. E tudo isso foi enfraquecendo a democracia portuguesa", comenta. “Foi nas redes sociais, espaço sem regras, que descobri que estávamos perante um brutalismo neofascista. O significado das palavras e a verdade deixaram de ser facilmente reconhecíveis. O algoritmo privilegia a violência verbal, exponencia o número de visões e partilhas. Acreditei – e escrevi –, depois das revoluções árabes de 2011, que as redes sociais tinham potencial de empoderamento dos cidadãos e poderiam ser um factor de emancipação democrática, mas hoje sou obrigado a constatar que não tive em conta a capacidade de manipulação, seja pelos algoritmos ou ainda mais pela IA, dos Estados e grupos que controlam as empresas da indústria do mundo virtual", escreve Álvaro Vasconcelos no capítulo que dedica ao regresso do que chama de 'brutalismo'. "A nível europeu, nós não podemos separar de um fenómeno mundial, que é aquilo que atravessa bastante o meu livro, que é a ideia do colapso do pensamento. E esse colapso do pensamento. O que significa que quando os homens deixam de pensar, diz Hannah Arendt, são capazes dos piores crimes. E esses homens são capazes dos piores crimes. E o homem banal, o homem comum que pode seguir um líder que vai destruir as suas liberdades e a liberdade dos outros. E isso pode se chamar ‘tecno-totalitarismo'. Porquê tecno-totalitarismo? Porque grande parte da economia mundial hoje está a ser dominada pelas grandes empresas tecnológicas. Estamos numa nova revolução tecnológica. E as grandes empresas tecnológicas que dominam a inteligência artificial, que dominam as redes sociais, como o Musk, é o exemplo mais claro, defendem aquilo que eu chamei de ‘tecno-totalitarismo'», explica o autor das "Memórias em tempo de amnésia". "Há uma politóloga francesa, Asma Mhalla que diz que ‘este século não vos proíbe de pensar. Ele ocupa-vos até que já não se saiba como fazer. Isto vem, como eu digo aqui no livro, do desenvolvimento da Inteligência artificial. O desenvolvimento da inteligência artificial cria um mundo onde os humanos deixam de pensar. A banalidade do mal passa a ser a norma. Isso acontece em muitos actos quotidianos. Quando recorremos à inteligência artificial para tomarmos decisões. Quando manipulados por algoritmos, ficamos de tal forma hipnotizados que somos levados a acreditar nos líderes populistas como Trump, como Bardella em França como em Portugal, o André Ventura, como Bolsonaro no Brasil", diz Álvaro Vasconcelos. "Há um aspecto deste ‘tecno-totalitarismo' que também nos deve inquietar, que é menos presente em França, mas está presente em muitos países, que é a relação dele com uma determinada corrente religiosa. Ele é religioso na sua essência, porque ao mesmo tempo, fala de Apocalipse, destruição do mundo pelo aquecimento global, pela guerra nuclear e está a propor uma solução tecnológica para estes problemas. Ora, isto é típico da crença religiosa. A ideia do Apocalipse, se pensarmos no apoio dos evangélicos americanos a Trump e em cenas em que Trump se reúne com os evangélicos e os evangélicos rezam na Casa Branca a volta do Trump ou quando o Bolsonaro tomou posse rodeado pelos evangélicos, a primeira coisa que fizeram, foi um ato religioso. (…) Vemos que o ‘tecno-totalitarismo' muitas vezes é também uma ‘tecno-teocracia'. E, portanto, esse problema, que é um problema mundial, que é da criação do mundo em que os homens deixam de pensar, a inteligência artificial substitui o pensamento humano. É um mundo em que o brutalismo, que é o tema do meu livro, se torna possível. É possível que o Trump decida destruir o Irão, que o Netanyahu faça o genocídio de Gaza e agora esteja a fazer no Líbano o que fez em Gaza, no sul do Líbano. É exactamente a mesma coisa. Vai destruir o sul do Líbano completamente", diz o especialista em relações internacionais. No capítulo em que aborda o que chama de dever de hospitalidade, Álvaro Vasconcelos considera que é neste aspecto que a Europa pode fazer a diferença "para superar o brutalismo contemporâneo, porque, por um lado, é uma das regiões do mundo onde as democracias ainda resistem ao assalto da extrema‑direita neofascista, e por outro porque a hospitalidade é a essência da sua sobrevivência". "Estamos a falar da União Europeia, a que se podem juntar alguns Estados, como a Noruega, como hoje o Brasil do Lula. Têm a mesma ambição de escapar ao brutalismo de Putin, Trump, Netanyahu, ao ‘tecno-totalitarismo' que domina a China. Verdadeiramente o único sítio do mundo em que ainda há um grupo de Estados que pode e quer resistir é na União Europeia, mas que tem estes aliados muito importantes que tem que procurar no Canadá, já procura no Brasil. Por isso, o acordo com o Mercosul é tão importante, apesar de a Argentina do Milei estar completamente na mesma linha de brutalismo. Mas o Brasil é um país importantíssimo. Na Ásia, o Japão, a Coreia do Sul. (…) Portanto, a Europa é a nossa esperança. Mas para que essa esperança não passe de uma utopia não realizada, para ser uma utopia realizada, é preciso que a Europa integre toda a sua vitalidade num projecto comum, (…) é preciso uma mudança radical de política. Ou seja, é preciso uma política que seja alternativa à política da extrema-direita. Claramente. E o que é que se deve fazer? Os imigrantes que são grande parte da população europeia ou originários na imigração devem ser cidadãos plenos, activos, integrados nas nossas sociedades, dando-lhes o voto. Aqueles que ainda não têm, damos-lhe a palavra, ouvindo-os e tornando as nossas democracias muito mais participativas", preconiza o autor. No seu livro, Álvaro Vasconcelos estabelece um elo directo entre o ‘tecno-totalitarismo', a negação dos direitos de boa parte da humanidade e a destruição do meio ambiente. "Um dos temas que eu acho que é muito importante é a questão do ambiente. Eu, aliás, começo o meu livro com uma citação do Camus que diz ‘A minha geração quis mudar o mundo. Não o mudou, mas pelo menos lutou para preservar o que de melhor tinha sido conquistado'. (…) O aquecimento global está a ser um problema gravíssimo que pode pôr em causa a vida na terra. E aí é lembrarmo-nos de Edgar Morin, um grande pensador. Eu cito Edgar Morin dez ou 15 vezes no meu livro. Ele diz que nós não estamos só perante um mundo que destrói a vida humana. Estamos num mundo em que a globalização foi extremamente destrutiva do ponto de vista económico e social. Criou também a consciência de um destino comum da humanidade a consciência de que estamos todos no mesmo barco. Ou seja, no barco da vida. Nós sabemos que a vida não é eterna. Mas enquanto estamos no barco da vida, não vamos cair no niilismo. Nem vamos cair na melancolia de esquerda. Isto é uma conclusão que alguém tirou do meu livro que eu sou contra a melancolia de esquerda. A melancolia de esquerda é nós pensarmos em tudo aquilo por que a gente lutou está a desaparecer e já não podemos fazer nada. Vai tudo acabar. Vai acabar a democracia, a liberdade. Vai voltar o racismo como política de Estado. Vai desaparecer a ordem internacional. Vai desaparecer o multilateralismo", diz o universitário. "Estamos perante uma guerra cultural. É um tema central, porque a guerra cultural é algo que acompanha a civilização europeia desde o Iluminismo e desde a Revolução Francesa. Houve sempre uma corrente que se opôs às conquistas de liberdade, igualdade, fraternidade da Revolução Francesa. Considerou sempre que a compaixão pelo outro não fazia nenhum sentido, que o homem era um animal fundamentalmente egoísta e violento E que tinha que ser treinado desde criancinha para a competição. E por isso, a cooperação não é uma questão fundamental da aprendizagem. As pessoas não aprendem a cooperar, aprendem a competir. Já vimos no sistema escolar como é terrível a competição. A infância nas grandes escolas. O que é que é difícil chegar lá acima. Portanto, formam-se elites que foram treinadas para a competição e não foram treinadas para a cooperação. E se nós não cooperarmos neste barco da vida, se não percebermos que o clima não tem fronteiras, que o aquecimento é global, que os calores do Norte de África chegam à Europa, que as transformações da Amazónia transformam as correntes do Atlântico e nos atingem também como europeus. Então não perceberemos que estamos todos no mesmo mundo. Mundo, terra, pátria, como diz o Edgar Morin. E que neste mundo, terra pátria, nós somos todos cidadãos, mesmo quando não somos considerados cidadãos", conclui Álvaro Vasconcelos.

Olho Vivo
Olho Vivo | 10/06/2026 - 17.ª Festa Italiana e 8.º Encontro do Vinho reúnem 900 pessoas em Floriano Peixoto; ouça a entrevista com o prefeito Jair Ostrowski

Olho Vivo

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 24:18


A 17.ª Festa Italiana e o 8.º Encontro Municipal do Vinho serão realizados neste 13 de junho (sábado), com a expectativa de reunir 900 pessoas no Ginásio Municipal de Floriano Peixoto. A venda dos ingressos foi encerrada em menos de uma hora e meia após o início.A organização da festa é liderada pela vice-prefeita, Daiane Bonetta, pela secretária municipal de Educação, Marília, e pela chefe de gabinete, Silvana Konecheff.O prefeito de Floriano Peixoto, Jair Ostrowski, explicou em entrevista à Rádio Sideral a rapidez na venda dos ingressos. "Esse evento já é em nível regional. A gente tem uma dificuldade de arrumar ingressos para todas as pessoas, pelo sucesso que ele é, e a gastronomia, também o pessoal gosta da comida típica italiana e vai ser servida, bons vinhos, produtos da comunidade", relatou.

Mamilos
A coragem de existir e dizer sim à vida com Viviane Mosé | Mamilos #560

Mamilos

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 69:13


Parece que a nossa civilização declarou uma verdadeira guerra à finitude, tentando a todo custo não envelhecer, não sofrer e apagar as marcas do tempo no nosso corpo. Mas o que a gente acaba perdendo quando foge tanto da nossa própria condição de ser mortal? No episódio desta semana, temos a alegria de receber novamente a Viviane Mosé para nos ajudar a desatar esse nó e entender o que significa dizer sim à vida, mesmo quando ela inclui tantas dores e desafios.  Em uma conversa profunda, mergulhamos na diferença entre a felicidade idealizada, aquela que a gente só mostra para os outros nas redes sociais, e a alegria real, que é corporal, sem sentido lógico e que transborda. Falamos sobre como tentar eliminar o atrito das nossas rotinas nos desconecta do fluxo natural das coisas e como a angústia é, na verdade, a dor da nossa alma rasgando para conseguir caber mais mundo. Esse episódio é um convite para pararmos de fugir da solidão, abraçarmos a efemeridade construindo castelos sabendo que a maré vai levar e retomarmos o nosso senso estético, que é a verdadeira inteligência dos afetos. Vem com a gente existir e se expandir!————————-A peça da Viviane Mosé está em São Paulo nessa semana! Para adquirir o seu ingresso acesse:https://www.eventim.com.br/artist/teatro-j-safra/viviane-mose-apresenta-um-sim-a-vida-4074716/

Economia do Futuro
O Brasil e a nova geopolítica da energia

Economia do Futuro

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 30:55


**Este episódio teve o apoio e a colaboração do Instituto Clima e Sociedade**A gente já sabia que as nossas fontes de energia precisam mudar. A transição energética já estava em curso. Mas o que era urgente, agora ficou urgentíssimo.A guerra no Irã expôs a fragilidade de um modelo econômico baseado em combustíveis fósseis — recursos concentrados em poucas regiões do mundo e distribuídos por cadeias longas e vulneráveis.E agora a gente viu: o estrangulamento no Estreito de Ormuz, no Oriente Médio, pressionou a inflação e desacelerou economias ao redor do planeta. Esse tipo de choque tem o potencial de reverberar por décadas — e o meu entrevistado explica como. Jorge Arbache é professor de economia da Universidade de Brasília e senior fellow do Instituto Clima e Sociedade. Ele já passou pelo BNDES e pelo Ministério do Planejamento, e também foi economista sênior do Banco Mundial e vice-presidente do Banco de Desenvolvimento da América Latina e Caribe.Nesta conversa, Jorge explica as mudanças estruturais que estão em curso e a oportunidade histórica do Brasil: ao oferecer energia limpa para o mundo, o país pode se tornar protagonista de um novo modelo de desenvolvimento econômico.Para entrar em contato, escreva para: podcast@economiadofuturo.com

FIRMESA REDONDA
WEMBANYAMA CALA NOVA YORK E MANTÉM SPURS VIVO NA NBA | FIRMESA REDONDA (272)

FIRMESA REDONDA

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 113:14


No FIRMESA REDONDA 272, Firu e Mesa comentam a vitória do San Antonio Spurs pra cima do KNICKS em pleno MSG lotado. NÃO VAI TER VARRIDA! E temos uma série! Parece que o jogo virou, não é mesmo? LANCE SEUS HOT TAKES AQUI: https://hottakes.replit.a pp/GIGANTES DO OESTE: Podcast de Giovanni o Brabo com Gabriel Covezzi pra falar de Lakers e Warriorshttps://www.youtube.com/@UCNqnoNdisSkRxP51MMpGBtw FANTASY FIRMESA agora tem seu próprio APP. Sim, entra la pra conferir classificação de todas as ligas e algumas stats avançadas:https://fantasyfirmesa.replit.app/Temos programa novo na casa! É o TOCONVERSANDO, nosso programa de entrevistas.Esse programa só aconteceu graças aos nossos apoiadores, que colaboram mensalmente com valores a partir de R$10 através da nossa campanha no apoia-se: https://apoia.se/tocotvE criamos também nosso CANAL no whatsapp, aberto a todos, siga la para receber no zap as notícias mais quentes da NBA além de todo nosso conteúdo online em primeira mão: https://whatsapp.com/channel/0029Vao4Pyv5a249dqbzFj2S

Consciência Cristã
Queira verdadeiramente com Carol Merkh - Ep. 84

Consciência Cristã

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 18:00


Deus nos dá o direito de escolher, mas é certo que as escolhas que nos aproximam de Cristo sempre serão as melhores, porque trazem vida, paz e propósito. A verdadeira entrega nasce de um coração sincero, que deseja agradar ao Senhor não por obrigação, mas por amor.Quando uma mulher quer agradar a Cristo de verdade, ela precisa querer isso com sinceridade, deixando que o desejo de viver para Ele seja maior do que qualquer outra vontade. Esse querer profundo é o que transforma a fé em prática, o amor em ação e a devoção em testemunho. É nessa sinceridade que o coração encontra força para rejeitar o que afasta de Jesus e abraçar o que O glorifica.#conscienciacrista #CC2026 #aigrejadecristo #vidacrista #mulherecristas

Podcast Internacional - Agência Radioweb
Giro Internacional: Israel convoca moradores do sul do Líbano a deixarem suas casas

Podcast Internacional - Agência Radioweb

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 3:09


EUA pediram para que ataques sejam interrompidos e tenta negociar cessar-fogo.Esse conteúdo é uma parceria entre RW Cast e RFI.

Stemma Podcast
EP.251 - Júlia Sette: criadora de conteúdos runnísticos e corredora | stemma podcast

Stemma Podcast

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 44:34


Episódio Especial com a @sette_julia gravado diretamente do estúdio stemma montado no Rio de Janeiro para a cobertura e transmissão ao vivo da @maratonadoriooficial!Aproveitamos a nossa vida à Cidade Maravilhosa pra conhecer mais sobre a sua história até chegar nos dias de hoje como uma das maiores criadoras de conteúdo de corrida da atualidade no

Radio Goblin: il Podcast de La Tana dei Goblin
RGK#51: "Tutta colpa della esse finale!"

Radio Goblin: il Podcast de La Tana dei Goblin

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 66:29


Cosa accade quando, in un eterno riciclo ludico, gli editori iniziano a chiamare i giochi con nomi che differiscono per un solo carattere? Regia: guglie

Rádio Panorama Agrícola Epagri.
9 de junho - Inverno tem início de El Niño, mais umidade e pouco frio em Santa Catarina

Rádio Panorama Agrícola Epagri.

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 10:08


Como ficará o tempo nos meses de junho, julho e agosto? Esse é o tema da entrevista com a meteorologista da Epagri/Ciram Gilsânia Cruz.>> CRÉDITOS:Produção, roteiro e locução: Mauro Meurer e Maurício FrighettoApoio técnico e edição: Eduardo Mayer

Debate da Super Manhã
PCC e CV na mira dos EUA: quais os impactos para o Brasil

Debate da Super Manhã

Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 49:41


Debate da Super Manhã: Recentemente, os Estados Unidos anunciaram a classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. Esse posicionamento reacende uma discussão que o Brasil evita enfrentar: afinal, o que define o terrorismo? No debate desta quinta-feira (4), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os convidados sobre o posicionamento do governo americano em relação às facções brasileiras, as consequências políticas dessa decisão, a soberania nacional e as relações diplomáticas entre os dois países diante da ofensiva americana. Participam o pesquisador, consultor e especialista em Governança, Estratégias e Sistemas de Segurança Pública, pesquisador do Laboratório de Governança, Risco e Conformidade (LABGRC/UFPE) e do Laboratório de Apoio à Criação e Inovação (LACAI/UFPE), Armando Nascimento; a advogada especialista em Direito Criminal, doutora em Processo Penal pela PUC/SP, presidente da Comissão Nacional de Direito Penal do Conselho Federal da OAB (CFOAB), Carolina Amorim; e o estudioso do modelo de Segurança Pública da Colômbia, Idealizador e ex-gestor da Rede Compaz do Recife, Murilo Cavalcanti.

RTÉ - News at One Podcast
Jennies Law to be signed off by cabinet tomorrow

RTÉ - News at One Podcast

Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 5:16


Jennies Law is a legislation to create a register of individuals convicted of serious domestic violence, named after Jennifer Poole - who was murdered by her ex-partner. Similar to "Clare's Law" in operation in the UK since 2014. To tell us how it works there, Dr Katerina Hadjimatheou, Director of the Centre of Criminology at the University of Esse

99Vidas - Nostalgia e Videogames
99Vidas 723 - Videogame (ainda) é coisa de criança?

99Vidas - Nostalgia e Videogames

Play Episode Listen Later Jun 5, 2026 86:02


Essa semana Jurandir Filho⁠, ⁠Felipe Mesquita⁠, ⁠Evandro de Freitas⁠ e ⁠Bruno Carvalho⁠ revisitam um episódio de 15 anos atrás para discutir como o hobby dos videogames é visto nos dias de hoje. "Eles" ainda nos julgam por jogar? Por que maratonar séries e doramas é aceito, mas passar horas no videogame gera estranhamento? Jogar é visto como coisa de criança? Falamos sobre experiências pessoais, mudanças culturais e refletimos sobre como a percepção dos games evoluiu ao longo dos anos e o que ainda não mudou tanto assim.Esse é mais um podcast da nossa série ⁠Remakes⁠!⭐ Quer mais 99Vidas? Apoie e escute + de 400 episódios exclusivos. Assine agora em ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠99vidas.com.br/bonus⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Acompanhe o 99Vidas:➡️ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Site⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ | ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ | ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Twitter⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ | ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Youtube⁠

Medo e Delírio em Brasília
II – 2026.35 – Tudo nosso e nada deles

Medo e Delírio em Brasília

Play Episode Listen Later Jun 5, 2026 56:41


OI PRESSÃO! Esse episódio é um oferecimento do Bonde! https://www.instagram.com/vamodebonde Home *AGENDA* 20/06 – Rio de Janeiro Festa do Medo e Delírio no Circo Voador Ingressos: https://www.eventim.com.br/event/medo-e-delirio-a-festa-no-circo-circo-voador-21706785/ @bnegaooficial botando um som responsa total, a mixtape que une política e lisergia de maneira divina e uma atração inédita em toda a galáxia: a Cumbia Combo Fuego, que junta no palco os talentos de @mintchogarrammone + @afroribeirinhos + @letto.oficial! Além de @bandabiltre e a Mixtape do Medo e Delírio! Melhor forma de ajudar o Medo e Delírio é no pix medoedelirioembrasilia@gmail.com Quer anunciar no Medo e Delírio? Escreve pro medoedelirioembrasilia@gmail.com O post II – 2026.35 – Tudo nosso e nada deles apareceu primeiro em Central 3.

Medo e Delírio em Brasília
II – 2026.34 – Obrigado, Mário

Medo e Delírio em Brasília

Play Episode Listen Later Jun 4, 2026 86:31


Esse episódio é um oferecimento do Bonde! https://www.instagram.com/vamodebonde Home Sobre Flávio, Frias, Filmes e… Fracassos Futuros? AGENDA 20/06 – Rio de Janeiro Festa do Medo e Delírio no Circo Voador Ingressos: https://www.eventim.com.br/event/medo-e-delirio-a-festa-no-circo-circo-voador-21706785/ @bnegaooficial botando um som responsa total, a mixtape que une política e lisergia de maneira divina e uma atração inédita em toda a galáxia: a Cumbia Combo Fuego, que junta no palco os talentos de @mintchogarrammone + @afroribeirinhos + @letto.oficial! Além de @bandabiltre e a Mixtape do Medo e Delírio! Melhor forma de ajudar o Medo e Delírio é no pix medoedelirioembrasilia@gmail.com Quer anunciar no Medo e Delírio? Escreve pro medoedelirioembrasilia@gmail.com O post II – 2026.34 – Obrigado, Mário apareceu primeiro em Central 3.

Rinse & Repeat Radio
Rinse & Repeat (314) • Cazes 'Hour Mix'

Rinse & Repeat Radio

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 58:57


Welcome back to another week & another episode of Rinse & Repeat Radio! This week I will be taking over the whole hour with new music from CID, Discip, Kenz, Esse, & more.Make sure to subscribe for new music every Wednesday on both Apple Podcasts & Mixcloud.Episode 314 - Turn it up!**Tracklisting**David Guetta & Sia x SIDEPIECE - Titanium (Cazes 'Function' Edit)Kid Cudi - Day N Nite (Richard Vission x Villa Edit)Josh Fawaz Vs Daft Punk & Hills - LIke A Prayer (Rick Wonder 'One More Time' Edit)Vintage Culture, Volkoder - Hands UpOdd Mob feat. Luciana - Rock The Rhythm (I Like That)Playboi Carti ft Lil Uzi Vert - Shoota (Vuskiii Remix)KENZ & ESSE - GodzillaTeriyaki Boyz - Tokyo Drift (Matt Faulk Flip)Galantis x Benny Benassi x Zamna Soundsystem & Andro x Smith & Sorren - Runaway (Cazes 2026 LIVE Edit)Joris Voorn x Roddy Lima x Talyr Renee - MachineCID - Loaded GunDiscip - ElevatorRihanna - Where Have You Been (PATRIZI & WHO!SDAM Remix)ANOTR feat. 54 Ultra - Talk To You (Azooland Edit)Chris Lake & ATRIP - Make You FightCrazy Town x Bradeazy x Genesi - Butterfly (Cazes 'Tempo' Edit)Find me on my socials! @CazesTheDJwww.cazesthedj.comUpcoming Dates 6/5 - Good Night John Boy - Cleveland, OH6/6 - Pool After Dark - Atlantic City, NJ6/12 - Lower Deck - Tampa, FL6/13 - M Bird - Tampa, FL6/19 - Barstool - Nashville, TN6/27 - Trio - Charleston, SCSupport the show

Geopolítica com o Paulo Filho
Se depender da decisão da IA, caminhamos para a guerra nuclear / Geopolítica com Paulo Filho

Geopolítica com o Paulo Filho

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 59:09


Seres humanos devem sempre ter a palavra final no uso de armamento letal contra alvos inimigos? Essa discussão ética já está presente. E chama a atenção um estudo científico realizado com as principais IAs comerciais, no qual, em jogos de guerra, elas, via de regra, optam por empregar armas nucleares.Esse é o assunto em destaque na edição de hoje, mas, como de costume, também conversaremos sobre os principais assuntos estratégicos e geopolíticos da semana.Geopolítica com Paulo Filho - Edição 193Conheça os livros que indico na minha lista de desejos da Amazon - https://amzn.to/351TTGKSe você acha nosso trabalho relevante e reconhece as horas dedicadas à pesquisa e formulação de todo o conteúdo, você pode se tornar apoiador do blog. Veja como em https://paulofilho.net.br/apoieoblog/Não deixe acompanhar o Blog do Paulo Filho, em http://www.paulofilho.net.br e de nos seguir nas redes sociais:Receba notificações diárias sobre assuntos estratégicos e geopolíticos no Telegram - https://t.me/paulofilho90Siga-nos no Twitter - https://x.com/PauloFilho_90Siga-nos no Linkedin - / paulo-filho-a5122218 Siga-nos no Instagram - / blogdopaulofilho Conheça os livros que indico na minha lista de desejos da Amazon - https://amzn.to/351TTGK

Mamilos
Dados e Políticas Públicas com Tabata Amaral e Alexandre Schneider | Mamilos #559

Mamilos

Play Episode Listen Later Jun 2, 2026 82:08


Em um país polarizado, onde o dado muitas vezes parece ter virado mera opinião, o que fica no meio do caminho entre saber que uma solução funciona e fazê-la acontecer na prática? Para conversar sobre esse dilema técnico e profundamente humano, o Mamilos recebe a deputada federal Tabata Amaral e o gestor público Alexandre Schneider.  Neste episódio, destrinchamos os bastidores da criação de leis e projetos que transformam realidades cotidianas. Investigamos como a evidência científica precisa se aliar ao "diploma de realidade" para enfrentar desafios complexos: desde a proibição de celulares nas escolas até a universalização de creches e a garantia da dignidade menstrual. Vem entender a engrenagem oculta da política, o peso da transparência radical de dados e a urgência de dialogar além das bolhas ideológicas para construir o bem comum.Gostou do papo? Seja o algoritmo que você quer ver no mundo e compartilha com quem precisa ouvir esse episódio!*Esse episódio do Mamilos tem parceria com a Plan International Brasil, uma organização que atua diretamente nas comunidades e nas políticas públicas para combater o casamento precoce, garantindo educação e oportunidades para que as meninas possam ser donas do próprio futuro.Conheça as iniciativas, compartilhe informações e apoie essa causa: https://plan.org.br/doe-agora/?utm_source=MamilosPodcast&utm_medium=merchan&utm_campaign=NWT_Azul-por-elas_Mamilos-Podcast_Merchan---

Notícia no Seu Tempo
Prejuízo dos Correios sobe 83% e chega a R$ 3,15 bi no trimestre

Notícia no Seu Tempo

Play Episode Listen Later Jun 2, 2026 7:34


No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta terça-feira (02/06/2026): Os Correios tiveram prejuízo de R$ 3,15 bilhões no primeiro trimestre de 2026, alta de 83% em relação à perda de R$ 1,72 bilhão registrada no mesmo período de 2025. Houve uma queda de 2,3% na receita líquida no trimestre passado e um forte aumento nas despesas gerais e administrativas. Esse aumento foi puxado por R$ 1,079 bilhão em provisão para contingências, principalmente trabalhistas Apesar do prejuízo maior, a estatal afirmou que o resultado trimestral ficou melhor do que o esperado e que já refletiria medidas implementadas no plano de contenção de custos. Desde 2022, os Correios fecham seus balanços no vermelho. Em 2025, o prejuízo foi recorde, de R$ 8,5 bilhões, o que levou a companhia a buscar um empréstimo de R$ 12 bilhões com um consórcio de bancos, com garantia da União, para tentar implementar um plano de reestruturação e sair da crise – e que virou alvo de investigação do TCU. Economia: Empresários brasileiros preveem que EUA vão impor novas tarifas ao País Política: Ação contra desvio de dinheiro público atinge produtora de filme de Bolsonaro Metrópole: Nova regra faz brasileiros iniciarem corrida por cidadania portuguesa Internacional: Irã cita ataques de Israel no Líbano e suspende negociações com EUA Esportes: João Fonseca enfrenta Mensik por vaga histórica na semifinal de Roland Garros See omnystudio.com/listener for privacy information.

Infiltrados No Cast
EP. 09 — A imaginação negra foi sequestrada pela identidade?

Infiltrados No Cast

Play Episode Listen Later May 31, 2026 19:32


Esse episódio tem uma provocação muito mais forte do que "afrofuturismo". Na verdade ele questiona se a comunidade negra está sendo incentivada a consumir identidade enquanto abandona a imaginação.Alguns títulos:EP. 09 — A imaginação negra foi sequestrada pela identidade?EP. 09 — Por que a ficção científica negra incomoda tanto?EP. 09 — Quem tem medo da imaginação negra?EP. 09 — Quando a identidade sufoca a imaginaçãoEP. 09 — O afrofuturismo virou sociologia?EP. 09 — Afrofuturismo além da identidadeEP. 09 — Imaginação negra, ficção científica e futuroEP. 09 — A crise da imaginação negraEP. 09 — Literatura negra precisa ser útil?EP. 09 — O utilitarismo negro da literaturaEP. 09 — A comunidade negra desaprendeu a imaginar o futuro?EP. 09 — Estamos transformando autores negros em professores?EP. 09 — Por que livros negros de ficção vendem menos?EP. 09 — O mercado quer identidade, não imaginaçãoEP. 09 — O que acontece quando a imaginação negra desaparece?

99Vidas - Nostalgia e Videogames
99Vidas 722 - 2-Pak: Bonkers e Pulseman

99Vidas - Nostalgia e Videogames

Play Episode Listen Later May 29, 2026 68:11


Essa semana Jurandir Filho, Felipe Mesquita, Evandro de Freitas e Bruno Carvalho retornam com mais um episódio da série 2-Pak, agora dedicada a explorar duplas de jogos disponíveis no portátil R36S. Desta vez, Evandro e Bruno assumem os controles para apresentar duas pérolas que merecem muito mais atenção: Bonkers e Pulseman.Bonkers (SNES): Baseado no personagem da Disney, o jogo surpreende com uma aventura de plataforma extremamente divertida, colorida e cheia de personalidade. Evandro relembra como Bonkers consegue capturar toda a energia dos desenhos animados dos anos 90 enquanto entrega uma experiência sólida e injustamente esquecida do Super Nintendo. Pulseman (Mega Drive): Desenvolvido pela Game Freak antes da explosão mundial de Pokémon, o jogo coloca você no controle de um herói capaz de manipular eletricidade em fases rápidas e criativas. Bruno explica por que Pulseman é considerado por muitos uma das maiores joias escondidas do Mega Drive, combinando visual impressionante, trilha sonora marcante e mecânicas que pareciam estar à frente de seu tempo.Esse é mais um podcast da nossa série 2-Pak!⭐ Quer mais 99Vidas? Apoie e escute + de 400 episódios exclusivos. Assine agora em ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠99vidas.com.br/bonus⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Acompanhe o 99Vidas:➡️ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Site⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ | ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ | ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Twitter⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ | ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Youtube⁠

Urbana Radio Show
URBANA PODCAST 740 BY DAVID PENN

Urbana Radio Show

Play Episode Listen Later May 29, 2026 60:02


Urbana Radio Show By David Penn Chapter #740 1.ANOTR, 3DDY - Like It - 2.Definite Grooves - Shoulda Known Better - Fool's Paradise 3.Spiller, Sophie Ellis-Bextor, Luke Alessi, Jordan Brando, William Kiss - GrooveJet (If This Ain't Love) (not without friends Remix) - defected 4.Francesco Capodaglio, Robbie Groove, Alex Ferrarini - In My House! - Sound Division 5.Din Jay, Rubber People - House Is Forever - Safari Music 6.Reza & JustGio - Back In The Day - Wh0 Plays Records 7.Milton Shadow - Black Night - HouseU Records 8.ESSE. - Stop Tonight - There Was Jack 9.Mirko & Meex - Keep On Walking - House Heads 10.David Penn, KPD - Get Yourself Together - urbana recordings 11.Illyus Barrientos, MALU - Right Here - toolroom 12.David Penn - Satisfy My Soul - urbana recordings 13.Jude & Frank - The Sound Of House - Toolroom Trax 14.KPD - WUAW ACID - pp music Thanks to all the labels and artist for their music. All tracks selected and mixed by David Penn DJDAVIDPENN.COM FACEBOOK DJDAVIDPENN INSTAGRAM @DJDAVIDPENN INGENIUM BOOKINGS (Spain-Portugal)RADIOUS AGENCY (Rest of the world) EUROPA MUSIC MANAGEMENT Encoded by MUSICZONE PODCAST SERVICES.

Talitha Pereira
#215 - Uma palavra necessária para esse tempo - Talitha Pereira

Talitha Pereira

Play Episode Listen Later May 28, 2026 51:39


#215 - Uma palavra necessária para esse tempo - Talitha Pereira by Talitha Pereira

DrauzioCast
O impacto do analfabetismo na saúde e o papel do médico de família - DrauzioCast #262

DrauzioCast

Play Episode Listen Later May 27, 2026 40:01


Cerca de 40 milhões de brasileiros saem da consulta médica sem entender a receita, não por causa da letra dos médicos, mas porque esse é o número de analfabetos funcionais no país.Para essas pessoas, não existe um programa no sistema público de saúde que atenda às suas necessidades, deixando milhões sem conseguir seguir as orientações médicas ou ler a bula dos medicamentos.Esse cuidado depende principalmente dos agentes de saúde e de médicos de família que se dedicam a olhar com mais atenção para essa população.Neste episódio do DrauzioCast, Drauzio Varella conversa com o médico de família Lucas Cardim, criador da plataforma Cuidado Para Todos, sobre as dificuldades enfrentadas por pessoas analfabetas durante e após uma consulta médica.Veja também: Analfabetismo: milhões de brasileiros saem da consulta sem entender a receita médica

Flow
CEO e CO-FUNDADOR DA CAJU - Eduardo Del Giglio

Flow

Play Episode Listen Later May 26, 2026 44:34


Esse é nosso quadro chamado Executive Talks, focado no Igor conversar com executivos fodas de grandes empresas pra que ele se torne um CEO melhor. Neste episódio, recebemos Eduardo Del Giglio, co-fundador e CEO da Caju, para um papo sobre empreendedorismo, tecnologia, o mercado de benefícios flexíveis e como a Caju vem transformando a forma como empresas cuidam e oferecem benefícios aos seus colaboradores.

#DNACAST
Como Criar um Negócio do Zero em 4 Passos (JOEL JOTA) | JOTA JOTA PODCAST #279

#DNACAST

Play Episode Listen Later May 26, 2026 16:07


Crie o seu site com o Horizons da Hostinger:

Tudo Orna
O Pulo do Pato - Ep. 01 | O novo (velho) formato de conteúdo

Tudo Orna

Play Episode Listen Later May 26, 2026 18:08


Onde está o “pulo do pato”? Enquanto “pulo do gato” refere-se a um truque ou segredo especial para o sucesso, nesta série brinco com a ideia do “pulo do pato”. Trata-se de sinais e mensagens sutis que, embora pareçam pequenos, têm um impacto profundo na percepção das pessoas. Meu objetivo é despertar aquela sensação de “Como não percebi isso antes?” ou “Esse é o pulo do pato!”. O “pato” é uma referência ao símbolo da nossa comunidade. Escute o primeiro episódio e descubra questões sobre comunicação, semiótica e posicionamento de marcas pessoais e institucionais. Deixe seus comentários, críticas e sugestões! Sobre EFEITO ORNA Somos uma instituição de ensino dedicada a formar profissionais e empresas na criação e gestão de marcas icônicas. Oferecemos cursos livres e multidisciplinares que combinam teoria e prática para ensinar estratégias de branding eficazes, preparando nossos alunos para deixar uma marca duradoura no mundo. Desde 2016, com mais de 30 mil alunos, somos a Escola de Marcas.Instagram: @efeitoorna Sobre DÉBORA ALCÂNTARADébora é uma comunicadora premiada, líder em inovação no mercado digital e branding. Reconhecida como Profissional do Ano pela ABRADI em 2020 e como Top Voice no LinkedIn, Débora é uma referência em estratégias de marca. Graduada em Comunicação Social pela PUCPR, ela começou sua carreira em 2010 ao fundar o blog Tudo Orna, que se tornou um case de sucesso digital. Além disso, é autora dos livros Instagram Skills, Deixe sua Marca e Marketing de Influência, e continua impactando o mercado por meio de palestras e mentorias. Instagram: @deboralcantara

RapaduraCast
RapaduraCast 907 - Nostalgia 2006: Acontecimentos + Filmes

RapaduraCast

Play Episode Listen Later May 23, 2026 109:35


Jurandir Filho, Rogério Montanare, Thiago Siqueira e Fernanda Schmölz batem um papo nostálgico sobre o ano de 2006 nos cinemas!! Esse podcast é mais uma edição da série We Have to Go Back, onde voltamos no tempo e revisitamos os grandes filmes de um ano específico. Além disso, é um programa nostálgico, pois relembramos os acontecimentos desse ano, as músicas, as evoluções tecnológicas, as curiosidades, os costumes e muito mais!!Falamos sobre "À Procura da Felicidade", "Piratas do Caribe - O Baú da Morte", "Os Infiltrados", "O Diabo Veste Prada", "Rocky Balboa", "Carros", "007 - Cassino Royale", "O Labirinto do Fauno", "300", "Missão Impossível 3" e muito mais.==- OFERECIMENTO | Tem lançamento que a gente gosta de verdade, e esse é um deles. A xícara vermelha de Pilão já está disponível. A combinação ideal para maratonar filmes e séries com café forte de verdade. Garanta a sua agora: https://bit.ly/49tSgjj