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Sexualidade: Líder, você está pronto para essa conversa?A sexualidade tem sido uma das áreas que mais geram dúvidas, conflitos e questionamentos entre adolescentes e jovens da nova geração. Em um contexto onde identidade, relacionamentos e desejos são temas cada vez mais presentes, muitos líderes se perguntam: como abordar essas questões de forma bíblica, amorosa e relevante?Neste episódio do Multiplique Podcast, recebemos o Pr. Pedro Vercelino para uma conversa franca sobre os desafios da sexualidade no ministério com adolescentes e jovens. Falamos sobre como discipular aqueles que enfrentam lutas e dúvidas nessa área, como responder às perguntas difíceis que surgem no ministério e como unir verdade e amor sem abrir mão de nenhum dos dois.Além disso, refletimos sobre o papel dos líderes e dos pais na formação da identidade dos adolescentes, a importância de criar ambientes seguros para conversas difíceis e como o evangelho oferece esperança e transformação para todos nós.Se você lidera adolescentes, jovens ou voluntários, este episódio vai te ajudar a desenvolver uma visão mais bíblica, pastoral e prática sobre uma das conversas mais importantes da nossa geração.Recursos recomendados:• O Que Deus Tem a Ver com Sexo? — David Riker• Garota Gay, Bom Deus — Jackie Hill Perry• O Coração Explícito do Sexo — Andréa Vargas• Deus é Contra os Homossexuais? — Sam Allberry• Ama Teu Corpo — Nancy Pearcey• Teologia do Corpo — Gregg R. Allison• Sexualidade Santa — Christopher Yuan• O Dilema Gay (livreto Fiel) — John Freeman• O Que Deus Ensina Sobre Homossexualidade — Kevin DeYoungConvidado: @pedrovercelinoMultiplique Podcast — Capacitando líderes para alcançar e discipular a nova geração.
A humorista Ana Arrebentinha é a convidada de Daniel Oliveira, no Alta Definição em podcast. A comediante natural de Amareleja, é conhecida pelo seu humor genuíno e sotaque alentejano inconfundível. Recorda com saudade uma infância de grande liberdade, entre o monte, os animais e as apanhas de azeitona e melão com a família. “Fui uma criança muito feliz. Era a menina do meu pai”, afirma. Ana fala sobre as raízes que moldaram o seu caráter e de como o trabalho digno dos seus pais lhe ensinou os valores que ainda hoje a guiam. O sonho de ser humorista parecia distante. Com 17 anos enviou um e-mail ousado para o programa Boa Tarde, da SIC: “Olá, eu sou a Ana e sei mais de 100 anedotas. Possivelmente vai ser mais um e-mail que vão eliminar, mas gostava muito de ir ao vosso programa.” Na primeira vez que entrou no estúdio de televisão percebeu que era aquilo que queria fazer para o “resto da vida.” A humorista reflete ainda sobre a perda do pai e o luto que nunca chegou a fazer, por se ter focado na sua mãe, que sofreu de uma doença grave. “Quando se perde um pai, perde-se a muralha que te protege. Há menos um lugar à mesa, fica um vazio”, explica. A comediante aborda também a sua sexualidade, que assumiu publicamente de forma natural, e sobre como o humor a salvou nos momentos mais difíceis da sua vida. “Cada vez que faço um espetáculo, salva-me.” Ouça a conversa intimista no Alta Definição, em podcast, emitido na SIC a 6 de junho. * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa See omnystudio.com/listener for privacy information.
Berenice Shakti, fisioterapeuta especialista em saúde pélvica e sexualidade, participou do programa Direto ao Ponto para falar sobre o Dia Internacional da Dignidade Menstrual e discutir pobreza menstrual, acesso à informação, saúde íntima e os impactos do silêncio em torno da menstruação na vida de meninas e mulheres.
Berenice Shakti, fisioterapeuta especialista em saúde pélvica e sexualidade, participou do programa Direto ao Ponto para falar sobre o Dia Internacional da Dignidade Menstrual e discutir pobreza menstrual, acesso à informação, saúde íntima e os impactos do silêncio em torno da menstruação na vida de meninas e mulheres.
Falo a recente decisão do STF na ADI. n. 7847, que declarou inconstitucional lei do Espírito Santo que dava aos pais poder de proibir que seus filhos tenham acesso a atividades pedagógicas sobre gênero/sexualidade. Na mesma sessão o STF também declarou inconstitucional (ADPF. n. 1153) lei de Betim (MG) que proibia "linguagem neutra" nas escolas.Discuto os fundamentos do STF para tomar as 2 decisões, inclusive sobre o abuso legislativo que elas representam.
A sexualidade feminina deixou de ser tabu para muitas mulheres. Mas quando o assunto é câncer, o silêncio ainda prevalece. As mudanças no corpo, a queda de cabelo, os efeitos hormonais e as inseguranças emocionais afetam não só a saúde, mas também a autoestima, a intimidade e a forma como pacientes oncológicas enxergam a si mesmas.Neste episódio, Larissa Britto e Gabriel Muniz discutem como o câncer impacta a sexualidade feminina, os tabus que ainda cercam esse tema e a importância de falar sobre afeto, desejo e acolhimento durante o tratamento. Foto: Frepik / pikisuperstar
Você já pensou em como é importante falar sobre questões de gênero e sexualidade no nosso dia a dia? Pensando nisso, o Projeto Ariadnes é um observatório de mídia, gênero e sexualidade, uma ação extensionista vinculada ao Programa de Incentivo à Diversidade e Convivência (PIDIC-UFOP), que busca desenvolver discussões, produções de conhecimento e críticas no contexto da educação midiática. Para entender melhor essa iniciativa, conversamos com a professora do Departamento de Jornalismo e do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFOP, e coordenadora do projeto, Karina Gomes Barbosa.Ficha TécnicaProdução: Giovanna ÁvilaEdição de Texto: Patrícia ConscienteEdição de áudio e sonoplastia: Aurélio Bernardi
No primeiro episódio do podcast O Prazer é Todo Meu, Marta Crawford fala sobre o que ficou por ensinar na escola: sexo, prazer, consentimento e comunicação. Ouça aqui o novo podcast do Expresso. Alguma vez se perguntou porque se sente assim, como dizer “não” ou se deve falar sobre o que o magoa? Associamos a educação sexual apenas a infeções sexualmente transmissíveis, contraceção ou ao funcionamento do corpo. Mas é muito mais do que isso.See omnystudio.com/listener for privacy information.
"Sexualidade consciente e liderança emocional.".....Marcar atendimento: https://linktr.ee/gisipaz.ayurvedaInstagram: @gisipaz_ayurveda
Falar de sexualidade sem vergonha, com tempo e com conhecimento. 'O Prazer é Todo Meu' é um podcast apresentado por Mafalda Cruz, médica e sexóloga, que questiona o que achamos que sabemos e abre espaço à educação sexual que nunca tivemos. Com especialistas e convidados especiais, desmontam-se mitos à luz da ciência e da experiência clínica. Porque ter informação é ter autonomia para saber escolher, saber dizer sim e saber dizer não, siga o podcast no Expresso ou na sua app preferida e junte‑se à conversa. Todas as semanas, à terça-feira, novos episódios. O primeiro sai dia 21 de abril.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Agora você também pode assistir na íntegra às nossas transmissões na sua plataforma de áudio favorita!Café com Sexologia, domingos, ao vivo, às 20h30 pela Rádio Vibe Mundial 95,7 FM e no instagram instagram.com/cafecomsexologiaVisite o Instituto Paulista de Sexualidade - InPaSex inpasex.com.brEntre em contato e mande sua dúvida: oswrod@uol.com.brWhatsApp: +55 11 98718-4240Siga Oswaldo Rodrigues nas redes sociais:facebook.com/oswaldo.rodrigues.jrinstagram.com/oswrodinstagram.com/cafecomsexologiayoutube.com/oswrod
Estamos no Abril Azul, mês de conscientização sobre o autismo, e ganha força o alerta sobre os riscos de tratar a sexualidade de pessoas autistas como tabu. A falta de informação adequada pode ampliar a vulnerabilidade e trazer consequências à saúde. Um estudo publicado na revista científica Trauma, Violence, & Abuse aponta que 40% das pessoas com autismo já foram vítimas de abuso ou violência sexual, dado que evidencia a urgência do tema. Para falar sobre o assunto, o âncora Neneo de Carvalho conversa com a psicóloga especialista em Transtorno do Espectro Autista (TEA) e mãe atípica, Frínea Andrade, no Canal Saúde desta quarta-feira (8).
Cedo ou tarde, sozinhos ou acompanhados, todos nós temos a necessidade de declarar nossos interesses. Nestes momentos, nada mais natural do que dizer: “gosto disso”, “odeio aquilo”. Estas declarações nos organizam, e através delas podemos nos conhecer e reconhecer como parte de um grupo. Aos poucos, o que era um conjunto de interesses se transforma em uma declaração de identidade: “sou isso”, “não sou aquilo”. A partir daí, os nomes que nos atribuímos – ou que nos são atribuídos – ganham uma nova força. O problema é que ela é dúbia. Neste programa, comentamos a tensão entre desejo e identidade.ParticipantesGabi JacquesRafael LauroRafael TrindadeLinksTexto lidoOutros LinksFicha TécnicaCapa: Felipe FrancoEdição: Pedro JanczurAss. Produção: Bru AlmeidaTexto: Rafael LauroGosta do nosso programa?Contribua para que ele continue existindo, seja um assinante!Support the show
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Vasco Coutinho admite que sempre foi um miúdo “estranho” ou “diferente”, mas hoje confessa estar “tranquilo” com a pessoa que se tornou. Do silêncio e da introspeção vividos num seminário em Roma, quando era muito jovem, à infância inquieta em que se sentiu alvo de insultos de outros miúdos, até a um amor que “correu muito mal” e o deixou em depressão, o percurso foi longo e exigente. “Um dia, a caminho da casa dos meus pais, com a estrada vazia, pensei: ‘Agora dava uma guinada no volante e acabava tudo’”, recorda quando fala da depressão que teve de enfrentar. Neste episódio de Alta Definição, o humorista deixa de lado a personagem Tia Bli, muito popular entre os ouvintes da rádio, para falar abertamente sobre o caminho que percorreu até à afirmação pessoal e à reconciliação com a sua sexualidade. Na conversa conduzida por Daniel Oliveira, fala-se não só da superação das adversidades e da importância do apoio familiar, mas também do papel transformador da fé e da criatividade. Vasco revela como o teatro e a espiritualidade serviram de alicerces para ultrapassar momentos de profunda tristeza. No final do episódio, depois de partilhar toda a sua história de vida, deixa ainda um conselho aos espectadores e ouvintes: “Eu peço desculpa sempre, mesmo quando não tenho razão. Pedir perdão é construtivo. Nós temos sempre culpa de alguma coisa”. O programa foi emitido na SIC a 14 de março e pode ouvir aqui a versão em podcast. A sinopse deste episódio foi gerada com o apoio de inteligência artificial. Saiba mais sobre a aplicação desta tecnologia nas redações do Grupo Impresa a partir deste link.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Antropóloga, Mestra e Doutora, com Pós-Doutorados pela Unicamp, USP e Columbia University (NY-EUA), Coordenadora de Projeto Jovem Pesquisador da FAPESP, Carolina Pareiras.Só vem!>> OUÇA (88min 23s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*Carolina Parreiras Silva possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas (2005), Mestrado (2008) em Antropologia Social e Doutorado em Ciências Sociais (2015), todos pela mesma universidade.Como parte do doutorado, foi uma das participantes do Summer Doctoral Programme, promovido anualmente pelo Oxford Internet Institute da Universidade de Oxford (Inglaterra).Tem experiência docente e de pesquisa na área de Ciências Sociais, com ênfase em Antropologia, Gênero, Sexualidade e estudos de internet, contando com vários artigos e papers publicados em periódicos e livros nacionais e internacionais.De 2013 a 2016, atuou como gestora e consultora para projetos sociais em organização do terceiro setor.Foi pesquisadora de pós-doutorado (bolsista Fapesp) do Departamento de Antropologia, da Universidade de São Paulo - USP (2016 - 2020) e professora colaborado do Programa de Pós-graduação em Antropologia Social da Unicamp (2017 - 2020).Foi Visiting Scholar no Institute of Latin American Studies (ILAS) da Columbia University in the City of New York (2019 - 2020).Foi pesquisadora de pós-doutorado do Programa de Pós-graduação em Antropologia Social da Unicamp (2021 - 2022).É coordenadora do Comitê Antropologia Digital Divulgação Científica da Associação Brasileira de Antropologia e também da Anpocs Pública.É também coordenadora de projeto Jovem Pesquisador da Fapesp no Departamento de Antropologia da USP e também do LETEC - Laboratório Etnográfico de Estudos Tecnológicos e Digitais.Finalmente, é pesquisadora colaboradora do departamento de Antropologia da USP e do PPGAS - USP, onde atua como orientadora de mestrado.Lattes: http://lattes.cnpq.br/9058475337040782*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo
Por Pr. David Riker. Mensagem 4 da série "YouthCon 2026". | Gálatas 2:20 | https://bbcst.net/R9543N1
Por Pr. David Riker. Mensagem 4 da série "YouthCon 2026". | Gálatas 2:20 | https://bbcst.net/R9543N1
Traduzido com permissão e em parceria com Desiring God.Produzido por DBVoz StudiosNarrador: Duda BagueraRealização: Ministério Fiel e Voltemos Ao EvangelhoEditor responsável: Vinicius Lima.
Neste episódio, Ivan Monteverde e o Assistente Social Kaic Ribeiro exploram como a heteronormatividade molda nossas percepções de sexualidade, gerando estranhamento e preconceito. Discute-se a construção social da heteronormatividade e suas implicações para a diversidade sexual. Com insights profundos e histórias impactantes, a dupla desafia os ouvintes a refletirem sobre suas próprias percepções, promovendo uma sociedade mais inclusiva e consciente. Sintonize-se para uma discussão enriquecedora e transformadora. Pra saber mais: 45º Encontro Anual da ANPOCS - Estranhamento Sexual – articulação entre trabalho e sexualidade no capitalismo (sinteseeventos.com.br)A heteronormatividade como estranhamento: contribuições marxistas à crítica da sua construção social | Germinal: marxismo e educação em debate (ufba.br)https://www.instagram.com/kaicrib/
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Você conhece mesmo o seu corpo?
rene de paula jr · teu signo está errado??? quando sexualidade, psicanálise, Freud e literatura… #deramruim Qual o meu maior defeito? Eu julgo sem cessar. Não me diz respeito, mas… julgo https://www.estadao.com.br/cultura/leandro-karnal/qual-o-meu-maior-defeito-eu-julgo-sem-cessar-nao-me-diz-respeito-mas-julgo/ How Descartes' Mind-Body Dualism Still Haunts Cognitive Science Today https://www.thecollector.com/rene-descartes-dualism-cognitive-science/ Por que seu signo astrológico provavelmente não é o que você pensa https://www.bbc.com/portuguese/geral-58929879 Trees hold the secret to the deadly plague that ripped through Europe https://newatlas.com/biology/volcanic-eruptions-black-death/ Oliver Sacks Put Himself Into His Case Studies. What Was the Cost? https://www.newyorker.com/magazine/2025/12/15/oliver-sacks-put-himself-into-his-case-studies-what-was-the-cost SPINOZA : POURQUOI ON SE TROMPE (et comment l'éviter) https://youtu.be/Gc5-2UdbjQ0?si=cHAx1GSkDmBNawhd canal do radinho no telegram: http://t.me/radinhodepilha meu perfil no Threads: https://www.threads.net/@renedepaulajr meu perfil no BlueSky https://bsky.app/profile/renedepaula.bsky.social meu twitter http://twitter.com/renedepaula aqui está o link para a caneca no Colab55: https://www.colab55.com/@rene/mugs/caneca-rarissima para xs raríssimxs internacionais, aqui está nossa caneca no Zazzle: https://www.zazzle.com/radinhos_anniversary_mug-168129613992374138 minha lojinha no Colab55 (posters, camisetas, adesivos, sacolas): http://bit.ly/renecolab meu livro novo na lojinha! blue notes https://www.ko-fi.com/s/550d7d5e22 meu livro solo https://www.ko-fi.com/s/0f990d61c7 o adesivo do radinho!!! http://bit.ly/rarissimos minha lojinha no ko-fi: https://ko-fi.com/renedepaula/shopmuito obrigado pelos cafés!!! http://ko-fi.com/renedepaula
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Nesta segunda parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, a consultora, oradora e criadora do projeto digital “Espécie Rara Sobre Rodas”, Catarina Oliveira reflete sobre o atual cenário político no país e os desafios na área da inclusão e diversidade perante as alterações geopolíticas mundiais. De que forma o trabalho de uma ativista pode influenciar políticas de inclusão? As propostas legislativas em torno da inclusão deveriam centrar-se onde neste momento? Catarina responde, e sem tabus fala também de amor, de sexualidade, e dos novos desafios da maternidade. E ainda revela as músicas que a acompanham, lê um excerto de um texto de Alice Wong e deixa algumas sugestões culturais. E, no final, deixa uma mensagem só para as pessoas que escutarem este episódio até ao fim. Boas escutas! Excerto lido de: Alice Wong, Disability Visibility: First-Person Stories from the Twenty-first Century Um livro: "Mama Car" de Lucy Catchpole (Autor), Karen George (Ilustrador) Uma Série: "As Mães dos Pinguins" Escolhas musicais: O Rappa - "Pescador de Ilusões" Djamal - "Abram Espaço" Rosalía - "Magnolias" Marisa Monte - "Ainda Bem"See omnystudio.com/listener for privacy information.
Encontro de Casais
Apesar de parecer estar de luto, Pedro está muito animado por receber de volta o comediante e amigo Rafa Rato Pessanha no estúdio. Além de comentarem as notícias mais importantes da semana - entrevista de Manuel João Vieira, encontro entre Donald e Cristiano e o lançamento duma meia da Apple - os dois também conversam sobre latas de atum, ficar sem carta, lesões, sexualidade e os 100 montaditos.(00:00) Intro(00:23) Relação com latas de atum(05:57) Pessanha fica sem carta e carro(11:06) Conceito de brecagem(12:10) PTM contrai duas novas lesões(14:53) Tirar net do quarto para diminuir brainrot(16:08) David Fonseca sai de show de bicicleta(17:28) Behind the scenes de influencers(21:13) PTM e Pessanha questionaram a sua sexualidade em tempos(24:29) Escala de Kinsey, Diagrama de Venn e Análise SWOT(28:22) Análise de entrevista a Manuel João Vieira(36:16) PTM e Pessanha propõem mais medidas para Manuel João Vieira(42:35) Manuel João Vieira tem de facto ângulos interessantes(46:28) CR7 e Trump na Casa Branca(54:11) Novo produto Apple: iPhone Pocket(58:18) PTM é contra acessórios(01:02:20) PTM é contra os 100 montaditos(01:06:16) PTM e Pessanha jogam SongLess(01:11:42) Entusiasmo com debates presidenciais
Penélope Nova é comunicadora, influenciadora digital e ex-apresentadora da MTV Brasil, conhecida por sua irreverência e autenticidade. Marcou uma geração na televisão e, atualmente, conquista seguidores nas redes sociais compartilhando lifestyle, cultura pop e reflexões sobre comportamento, consolidando-se como referência em comunicação digital e influência cultural.Patrocinador: Ajudamos a suavizar as dores do crescimento e aumentar a margem líquida. Clique no link e veja como implementamos isso.Link: https://rebrand.ly/excepcionais-257-programaDisponível no YouTube:Link: https://youtu.be/QtT6-GcSY5k00:00 - Introdução E As Fases Da Vida De Penélope Nova07:18 - MTV, Juventude E A Liberdade Dos Anos 200016:42 - Sexualidade, Tabus E O Papel Da Comunicação Aberta26:37 - Relação Com O Corpo E A Construção Da Autoestima37:11 - Maternidade, Propósito E Transformações Pessoais47:53 - O Peso Das Expectativas E O Processo De Aceitação58:24 - Espiritualidade, Silêncio E Reconexão Interior01:09:15 - A Busca Por Equilíbrio Entre Liberdade E Responsabilidade01:21:38 - Envelhecer Com Verdade E A Beleza Da Vulnerabilidade01:32:44 - Encerramento E Reflexões Sobre Uma Vida AutênticaSiga a Penélope no Instagram: https://www.instagram.com/penelope_novaNos Siga:Marcelo Toledo: https://instagram.com/marcelotoledoInstagram: https://instagram.com/excepcionaispodcastTikTok: https://tiktok.com/@excepcionaispodcast
Neste episódio, leio Sobre a Sexualidade Feminina (1931), um dos textos mais complexos e fascinantes de Freud — e também um dos mais discutidos até hoje. Nele, Freud aprofunda as diferenças entre o desenvolvimento sexual masculino e feminino, questionando a universalidade do complexo de Édipo e revelando o papel decisivo da fase pré-edípica, marcada pela ligação intensa da menina à mãe.Freud afirma: “Foi necessário admitir a possibilidade de que certo número de mulheres se detém na ligação original com a mãe e jamais se volta realmente para o homem.” Essa constatação o leva a rever uma de suas próprias teses centrais: a de que o complexo de Édipo seria o núcleo de todas as neuroses.A partir dessa virada teórica, ele descreve com precisão a transição da menina da mãe para o pai, o papel do complexo de castração, as três possíveis direções do desenvolvimento feminino — renúncia, persistência da masculinidade, ou realização da feminilidade — e a ambivalência entre amor e hostilidade que permeia as relações entre mãe e filha.Freud reconhece que a feminilidade emerge não como simples espelho da masculinidade, mas como um percurso próprio, cheio de rupturas e regressões. “A fase de exclusiva ligação à mãe assume na mulher uma importância bem maior do que no homem”, escreve, propondo uma leitura que se tornaria fundadora para toda a psicanálise posterior sobre o feminino.Um texto denso, histórico e corajoso — onde Freud se aproxima da sombra e da complexidade do que chama de “mistério da feminilidade”.
Neste novo episódio da série Termos Ambíguos, o verbete abordado é o "Politicamente Correto". O termo começou a ser usado no século XVIII, nos Estados Unidos, para denotar visões e ações políticas e sociais consideradas “corretas e justas” . Como outros termos, aos poucos passou a ser acionado para defender ou justificar declarações que ofendem e agridem verbalmente pessoas negras, mulheres, pessoas LGBTQIA+, PCD's e outras minorias. Humoristas têm sido grandes opositores do termo, alegando que o politicamente fere a liberdade de expressão. Ouvimos as especialistas Nana Soares, Joana Plaza e Anna Bentes sobre o uso e a desqualificação do termo. ________________________________________________ ROTEIRO Gravação Léo Lins (Humorista): “Tudo fica divertido. Se alguém fala ‘Po, o que aconteceu ali? Um estupro'. Pesado. ‘Que que aconteceu ali? Um estuprito' Divertido. Estuprito? Posso participar um pouquito? Só a cabecita”. Tatiane: Essa fala foi dita pelo humorista Leo Lins pra ser engraçada, mas brincar com estupro, vamos combinar, não tem nenhuma graça. Daniel: Em junho de 2025, Leo Lins foi condenado a 8 anos e meio de prisão por incitação à discriminação contra pessoas com deficiência. A decisão reconheceu que o conteúdo de suas piadas ultrapassa os limites do humor e configura discurso de ódio. Gravação Léo Lins: “Assim como no meu show, também tem avisos: Show de HUMOR, apresentação de stand up Comedy, obra teatral, ficção, você está entrando em um teatro, está no canal do humorista Léo Lins; mas parece que as pessoas perderam a capacidade de interpretar o óbvio”. Tatiane: A frase, que parece apenas uma defesa pessoal, ecoa um discurso mais amplo, uma tentativa de deslegitimar qualquer responsabilização por falas públicas sob a acusação de que vivemos numa “ditadura do politicamente correto”. Daniel: Tenho certeza de que você já ouviu falar neste termo. Nas últimas décadas, o termo “politicamente correto” tem aparecido constantemente no debate político, e no imaginário coletivo atual. Mas afinal, o que ele realmente significa? [INSERT TRILHA] Tatiane: Pra você que ainda não nos conhece, eu sou a Tatiane... Daniel: E eu sou o Daniel. E esse é o Termos Ambíguos, o podcast que mergulha nas palavras e expressões que se tornaram comuns no debate público atual. Tatiane: Este projeto é uma parceria entre o podcast Oxigênio, do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp, e o Observatório de Sexualidade e Política, o SPW. Daniel: A cada episódio, analisamos termos usados principalmente por vozes de ultra direita que recorrem a essas expressões para “tensionar, inverter e distorcer as disputas políticas”. Hoje, o termo é: politicamente correto. Tatiane: Desde a primeira onda de propagação nos anos 2000, o termo politicamente correto se cristalizou como acusação pronta. No Brasil e em muitos outros países essa expressão é acionada para desqualificar as ditas “patrulhas que se opõem à Liberdade de expressão”, sendo invocado constantemente para defender ou justificar declarações que ofendem e agridem verbalmente pessoas negras, mulheres, pessoas LGBTQIA+, PCD's e outras minorias. Daniel: Por conta disso, nos últimos anos, o termo tem causado muitos embates, especialmente sobre os limites do humor, como no caso recente de Léo Lins. Tatiane: Entretanto, é bom saber que o termo Politicamente Correto não é exatamente uma novidade. Já no século XVIII, nos Estados Unidos, o termo era usado para denotar visões e ações políticas e sociais consideradas “corretas e justas” . Daniel: Mais tarde, no século XX, na União Soviética eram “Politicamente Corretas” as visões e ações que não se desviavam da “linha correta” do Partido Comunista. Joana Plaza: “[...] como politicamente correto mudou de sentido ao longo do tempo. Tatiane: Essa é Joana Plaza, professora do Departamento de Estudos Linguísticos e Literários, da Universidade Federal de Goiás. Joana Plaza: [...
Michelle Sampaio é uma das psicólogas mais renomadas do país, reconhecida por sua especialidade em sexualidade humana e terapia sexual. Além do atendimento clínico, ela faz parte da diretoria da ABEMSS (Associação Brasileira de Estudos em Medicina e Saúde Sexual) onde também já coordenou o departamento de parafilias, e também é psicóloga voluntária no ProSex (Programa de Estudos em Sexualidade) do Hospital das Clínicas de São Paulo. Faz um importante trabalho em divulgar questões como p3dofilia e exibicionismo, e em falar da relevância da educação em sexualidade para proteção dos mais vulneráveis da sociedade.#sexualidade #terapia #investigaçãocriminal Assista aos demais programas do Investigação Criminal:https://www.youtube.com/@ICInvestigacaoCriminal
D. Virgínia comenta a decisão do Governo de retirar do guião das aulas de Cidadania os conceitos de Sexualidade e Saúde Sexual.
Onda de Calor – uma série especial da Onda sobre maternidade e sexualidadeMaternidade e sexualidade. O que essas duas palavras têm a ver?À primeira vista, pode até parecer escandaloso colocá-las lado a lado. Mas é justamente esse desconforto que interessa.Antes de tudo, é importante lembrar que sexo, genitalidade e sexualidade não são a mesma coisa. Na psicanálise, a sexualidade vai muito além dos órgãos genitais. Ela está no corpo, no desejo, no afeto, nas fantasias, nos vínculos. Por isso, a maternidade pode ser, sim, uma das formas de expressão da sexualidade feminina.Concepção, gestação, parto, amamentação, cuidados. Como cada fase da maternidade reflete a forma contemporânea de lidar com o corpo e a sexualidade?É isso que queremos também explorar juntas nessa série.Conversamos com seis mulheres que vivem, pensam e trabalham as relações entre maternidade e sexualidade sob diferentes perspectivas. Vem com a gente nessa Onda de Calor!Hoje, para conduzir a conversa, convidei a Tilie, produtora executiva da Onda e convidada dos episódios #44 e #45. Ela entrevista a Dra. Lígia Santos, mãe, ginecologista e assessora da área técnica da saúde da população negra.Juntas, discutiram os impactos da gestação, do parto e do pós-parto na sexualidade, as dores que chegam até o consultório e os desafios atuais em relação à saúde pública.
No 'TV Elas Por Elas Formação' desta segunda-feira (28/07) acompanhe a apresentação da aula: “Sexualidade, prazer e direitos: liberdade é cuidado também”, com Nelita Frank - Mestre em Sociedade e Fronteira.
A expurgação quase completa dos conteúdos sobre sexualidade do currículo da disciplina de Cidadania continua a gerar polémica, sendo evidente que esta decisão representa uma vitória para os sectores mais conservadores da sociedade. A promessa de que todos as disciplinas acabarão por ter os seus conteúdos revistos, faz pensar que a revisão do currículo da disciplina de História pode também vir a gerar polémica, na medida em que, ao selecionar o que ensinar (e como ensinar), os programas escolares promovem certas narrativas e omitem outras, gerando tensão entre visões conservadoras e progressistas, com impacto direto nas chamadas guerras culturais. Para perceber o que muda na disciplina de Cidadania, conversamos com a jornalista Joana Pereira Bastos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Fernanda Landeiro é psicóloga, mestre e doutora em Saúde pela UFBA, com ênfase em Terapia Cognitiva e Comportamental, e uma das principais referências em Psicologia Baseada em Evidências no Brasil. Especialista em Transtornos Alimentares e Obesidade pela USP, possui formações internacionais pelo Beck Institute (EUA), Oxford Cognitive Therapy Centre (Reino Unido) e Albert Ellis Institute (EUA). Com 20 anos de experiência clínica e 15 anos como professora universitária, sua atuação combina rigor científico e prática terapêutica de excelência.00:00 - Intro08:18 - A Infância Como Base dos Vínculos Emocionais16:37 - A Persistência e o Efeito da Repetição no Comportamento24:56 - A Fragilidade Masculina e os Julgamentos Culturais33:15 - A Construção da Identidade e da Autoconfiança41:34 - Relações Tóxicas e o Papel da Reciprocidade49:53 - Amizades Interrompidas e o Medo de se Abrir Novamente58:12 - A Disforia de Gênero e o Sofrimento Psicológico1:06:31 - Sexualidade, Autodescoberta e Julgamento Social1:14:50 - O Papel do Psicólogo na Construção da Identidade1:23:09 - Saúde Mental e a Busca por Aceitação1:31:28 - A Importância de Validar o Sofrimento do OutroFernanda:https://www.instagram.com/fernandalandeiro/Youtube:https://www.youtube.com/excepcionaispodcastSiga:Marcelo Toledo: https://instagram.com/marcelotoledoInstagram: https://instagram.com/excepcionaispodcastTikTok: https://tiktok.com/@excepcionaispodcastPatrocinador:Remessa Online - Envie e receba dinheiro do exterior com taxas mais baixas e sem burocracia.https://www.remessaonline.com.br/?utm_medium=display&utm_source=Excepcionais&utm_campaign=RM_Podcast_Excepcionais_Awareness-2025
Pedro Alves (PSD) recusa uma abordagem "redutora" da disciplina que "levou paz à escola pública". Filipa Pinto (Livre) questiona: o ministro da Educação tem "medo do Chega e pressões do CDS-PP"?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Falo sobre Resolução do TJGPO que, seguindo orientação normativa do CNJ, reconheceu direito de licenças maternidade e paternidade a servidores/juízes que vivem uniões/casamentos do mesmo sexo.
Quase todo mundo tem fantasias sexuais. Muitas pessoas têm fetiches e algumas têm parafilias. Mas e quando o que dá prazer causa sofrimento?Neste episódio, explicamos cada um desses termos e falamos sobre culpa, dependência, julgamento e conflitos internos que surgem quando o que excita também faz sofrer. Conversamos com Juliana Alves, psiquiatra e sexóloga da Unifesp. Link no destaque "Episódios".Você sofre por vontades sexuais que te despertam? Este é um episódio para entender mais — e (se) julgar menos. Comente o que achou!Support the showClique aqui para contribuir com a manutenção do Entrementes!
Chácara Primavera │ Elefante na sala: Sexualidade Líquida by Chácara Primavera
ChácaraTalk 204 │ Sexualidade Liquida by Chácara Primavera
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta segunda-feira (14/04/2025): Faz quatro meses que o governo Lula vende títulos da dívida pública com vencimento em aproximadamente dez anos a uma taxa real, descontada a inflação, acima de 7%. É o mesmo patamar registrado durante as crises política, econômica e institucional do segundo governo de Dilma Rousseff, entre 2015 e 2016. Desta vez, segundo analistas, o índice reflete a descrença em relação à política fiscal. A venda desses papéis pelo Tesouro Nacional tem sido um termômetro da saúde das contas públicas, pois aponta para a situação do endividamento público, calculado em 76% do PIB. As altas taxas também prejudicam o investimento de empresas – o índice serve como referência para outros investimentos no mercado. Procurados, Tesouro Nacional e Ministério da Fazenda não se manifestaram. E mais: Economia: STF manda excluir verbas do Judiciário do limite de gastos do arcabouço fiscal Metrópole: Cortes de orçamento feitos por Trump devem afetar mapa da ciência mundial Política: Parlamentares enviam R$ 550 mi em emendas para fora de reduto em 4 anos Internacional: Conservador vence 2º turno e é reeleito presidente do Equador Caderno 2: Série trata de sexo e morte com humorSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O título não é engano, é um lembrete de que quando não queríamos que os nossos pais entendessem o que dizíamos falávamos na "língua dos pês". A PSP lançou um alerta sobre os significados ocultos dos emojis usados pelos jovens nas redes sociais, especialmente em conversas de teor sexual ou relacionadas com drogas. A polícia apela aos pais para estarem atentos a este fenómeno, alertando para os riscos de grooming e tráfico de drogas. Neste episódio, conversamos com o psicólogo Mauro Paulino. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Rafaela Rolha, psicóloga clínica, conversa com Fernanod Alvim sobre relacionamentos e sexualidade - tabus, preconcepções, ideias erradas, preconceitos...
Debate da Super Manhã: Pela primeira vez no Brasil, o Dia Nacional da Consciência Negra, em 2024, é celebrado como feriado em todos os estados. 20 de novembro marca a data da morte do líder quilombola, Zumbi dos Palmares, figura histórica conhecida como símbolo de resistência e de luta do Quilombo de Palmares, em Alagoas. No debate desta quarta-feira (20), o comunicador Tony Araújo conversa com as nossas convidadas sobre questões ligadas ao racismo: as ações de conscientização, o empoderamento dos negros, o combate ao racismo estrutural e a responsabilidade sobre a discriminação. Participam a advogada especializada em Compliance Antidiscriminatório e Litigância Estratégica e CEO do Instituto Enegrecer, Manoela Alves, a advogada, doutora em Serviço Social, consultora em Diversidade, Equidade e Inclusão, pesquisadora em Branquitude, Gênero e Sexualidade; e cofundadora do Instituto Ella Criações Educativas, Ana Helena Passos, e a pedagoga, mentora, consultora e treinadora em Diversidade e Inclusão, Dayse Rodrigues.
A importância de sempre manter vivo o tema da proteção à criança contra violências e abusos e dicas práticas de como conduzir diferentes situações.
Recebemos Andrea Vargas, Lissânder Dias e Lucas Pegoraro (Efeito Prisma) para mais uma conversa sobre vocação no último programa gravado durante o Vocare 2024.
Uma rápida conversa com Andrea Vargas durante o Vocare sobre seu novo livro: O coração explícito do sexo.