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Em França, a morte de Lyhanna, uma menina de 11 anos, está a gerar uma mobilização contra a lentidão da justiça em tratar os crimes sexuais contra crianças. O suspeito da sua morte acumulava outras denúncias de violações e abusos de menores, mas nunca foi interrogado pelas autoridades. A activista Luísa Semedo denuncia um “escândalo de Estado” que “mete a nu muitas deficiências do Estado” francês, sublinha que “a cada três minutos há uma criança que é agredida sexualmente em França” e que apenas 3% dos agressores são condenados. A investigadora associa-se à mobilização que pede a adopção de uma Lei Integral de combate aos crimes sexuais e acredita que “uma parte da sociedade está a acordar”. Esta segunda-feira, houve manifestações em várias cidades francesas para expressar a revolta colectiva pela morte de Lyhanna e para protestar contra as falhas da Justiça e do Estado francês no que toca à protecção das crianças contra crimes sexuais. Esta quinta-feira, a indignação e a revolta chegaram ao jornal português Público com uma crónica da activista Luísa Semedo, que começa assim: “Em França, a cada três minutos, o tempo de leitura desta crónica, uma criança é vítima de agressão sexual e apenas 3% das denúncias de violação de menores resultam em condenação.” [Os números “abissais” da violência sexual sobre crianças são da Comissão [francesa] Independente sobre Incesto e Violências Sexuais contra Crianças (Ciivise).] Conversámos com Luísa Semedo, investigadora em Filosofia Política e Ética; que olha para a morte de Lyhanna como “a ponta do iceberg” daquilo que denuncia como “um escândalo de Estado”. “É um escândalo de Estado porque mete a nu muitas deficiências do Estado, justamente a vários níveis, quer seja no nível judicial, na polícia, a nível das leis, a nível dos apoios sociais, dos apoios médicos, da educação, ou seja, como é que toda a estrutura está a falhar às pessoas que são vítimas. Portanto, é de facto um escândalo de Estado. A questão que aqui se coloca não é só o que aconteceu com Lyhanna, é o facto de ter havido, durante mais de dez anos, queixas contra este o suspeito que nunca foram levadas a sério e ele nunca foi ouvido”, explica, por telefone, à RFI. Luísa Semedo sublinha que além de ser um “escândalo de Estado”, a morte de mais uma criança alegadamente vítima de um predador sexual revela também “um escândalo da sociedade”, pelo que é urgente “uma mudança de mentalidades”. “Estamos a falar de 3% de pessoas condenadas. Estamos a falar também que a cada três minutos há uma criança que é agredida sexualmente em França. Estes números são absolutamente abissais, por isso é que cada caso que aparece é só a ponta do iceberg. As pessoas que se estão a mobilizar sabem disso e querem que haja visibilidade sobre esta situação porque é uma situação que é absolutamente grave, que se passa, muitas vezes, dentro de casa ou muitas vezes com pessoas que são muito próximas. Não se trata de casos que se passam na rua, num canto escuro com um estranho ou com um estrangeiro - como nos quer fazer acreditar a extrema-direita. Não. Passa-se, sim, dentro de casa. Passa-se na escola. É uma catástrofe e um escândalo. É um escândalo de Estado. É um escândalo da sociedade. Felizmente, há uma parte da sociedade que acordou para isto”, diz Luísa Semedo. As associações feministas e de protecção da infância reivindicam a adopção de uma Lei Integral de combate à violência sexual contra crianças e mulheres, a qual já tinha sido apresentada por cerca de cem deputados no fim de 2025, mas que nunca foi analisada. Na concentração desta segunda-feira, em frente ao ministério da Justiça, em Paris, a polícia deteve Andréa Bescond, uma conhecida realizadora e autora de um livro (‘Les chatouilles ou la danse de la colère') - que transformou em peça de teatro e que também deu um filme - sobre os abusos sexuais que ela própria sofreu quando era menor. Ela passou a noite na esquadra e denunciou uma detenção arbitrária. Nas redes sociais, muitos partilharam as imagens da violenta detenção de Andréa Bescond e ela também publicou fotografias das nódoas negras que daí resultaram. Luísa Semedo também ficou perplexa com o que aconteceu e pergunta-se como é que Andréa Bescond, uma vítima, “foi detida e passou toda a noite na prisão, enquanto um agressor com queixas há dez anos nunca foi sequer ouvido”. Por outro lado, Luísa Semedo subscreve o apelo de Andréa Bescond de concentrações pacíficas todas as segundas-feiras, às 19h, diante de todos os tribunais de França até à adopção da Lei Integral de combate às violências sexuais. “Esta Lei Integral implica vários tipos de vias para tratar esta questão da violência sexual contra as crianças e vai desde questões como a imprescritibilidade, ou seja, que não haja limite de tempo para apresentar queixa. Também aborda questões como a educação nas escolas: são as crianças que têm de ser educadas, mas também os futuros adultos (...) É uma lei cujo objectivo é fazer com que, cada vez que haja um destes casos, não seja considerado só como um ‘fait divers' ou como um caso pontual ou ‘um disfuncionamento', como disse o [Emmanuel] Macron, mas que faz parte de um sistema”, acrescenta a investigadora. Esta semana, nos protestos e até na Assembleia francesa, ouviram-se pedidos a exigir a demissão do primeiro-ministro, Sébastien Lecornu, que rejeita deixar o cargo e aponta o dedo à justiça - ainda que o governo francês seja acusado de ter feito cortes no sector. Lecornu propôs a possibilidade de uma pena de prisão perpétua para os violadores em série contra os actuais 20 anos de prisão [para os que chegam a ser julgados] e disse querer que os inquéritos relativos a crimes contra menores sejam feitos em menos de três meses. Estas medidas são suficientes? Não, responde Luísa Semedo, sublinhando que a questão principal “não está no número de anos da pena do agressor”, mas no facto de apenas “3% dos casos de agressão sexual serem punidos”. No domingo, o ministro da Justiça, Gérald Darmanin, assinalou que existem “graves falhas” na gestão do caso do suspeito da morte de Lyhanna, e anunciou que 70 mil queixas envolvendo crimes sexuais contra menores terão de ser examinados até 14 de Julho. Mais uma vez, Luísa Semedo aponta o seu olhar crítico para este anúncio e diz: “Parece até humanamente impossível, tendo em conta que um dos problemas em França é justamente, em relação à União Europeia, a França ter menos meios, por exemplo, em procuradores do que no resto dos países europeus. Ou seja, há um problema também de meios que não vêm directamente da culpa de magistrados ou dos serviços da Justiça. Vem do Estado em geral e dos meios que são dados a estas questões e das prioridades também que estão em cima da mesa. Por exemplo, a formação de polícias é algo que é importante e também não é feito. O que este caso está a revelar é, de facto, todas as insuficiências do Estado em relação a esta questão, que é uma questão que é multifactorial e que não é só uma questão de magistrados ou só uma questão de ir ver cada caso. Claro que é importante ver cada caso e acho muito bem que se faça, mas não com este lado de 'performance', com uma data, como se fosse uma espécie de concurso. Até acho indecente e de mau gosto porque há um lado de 'performance' que não tem nada a ver com a seriedade do tema.” Apesar de lamentar que tanto a Justiça, quanto o Estado, quanto a Sociedade tenham falhado até agora, Luísa Semedo acredita que “uma parte da sociedade a acordar”. Por isso deixa também o apelo: “Eu acho que o apelo de se juntar todas as segundas-feiras vai ao encontro disso, ou seja, é dizer NÃO, há uma parte da sociedade que não vai deixar passar. Isto foi a gota de água. O Estado falhou. A sociedade também ainda não está completamente consciencializada para o problema, mas há uma parte que está e que vai continuar a lutar.” Luísa Semedo: A morte de Lyhanna é “um escândalo de Estado” e "talvez o início de uma revolução” RFI: Por que é que decidiu mobilizar-se e escrever num jornal português sobre a morte de Lyhanna? Luísa Semedo, Activista e Investigadora em Filosofia Política e Ética: “Porque em França está a ser uma situação que está a causar imensa emoção e penso que é uma questão que é universal, não é uma questão que é só importante em França, a questão da violência contra as crianças. Parece-me importante também que em Portugal se fale sobre isto porque o que se sente é que há, de facto, uma zona um pouco escondida, a questão do MeToo, da violência em geral e da violência sexual e nomeadamente contra as crianças. É como se fosse uma zona em que o problema é tão grande que parece preferir-se não se ver um problema tão grande. Neste momento, está a rebentar em França com o caso da Liana, ou seja, é a gota de água que fez com que as pessoas saíssem todas para a rua.” Na segunda-feira houve manifestações em várias cidades francesas para exigir medidas e está a haver uma mobilização. O que espera desta mobilização? É possível que algo mude? É preciso um tsunami? Ou, como escreve na crónica no Público, "está-se talvez a viver o início de uma revolução?” “Sim. O que eu espero é que haja uma mudança de mentalidades porque são questões tão estruturais, tão profundas na sociedade, que não é só com pequenas medidas de urgência que se vai lá. Ou seja, é uma questão que necessita que várias soluções sejam postas em prática e uma das mais importantes é talvez uma mudança de mentalidades. Ou seja, olhar para uma criança como uma pessoa é a base, perceber que é uma pessoa que tem um corpo e que tem de ter consentimento em relação ao que lhe fazem. A criança também tem de ter essa consciência e, por isso, as associações pedem muito que haja, por exemplo, uma educação sexual e afectiva nas escolas, que é uma coisa que não existe ou existe de forma muito rudimentar. Ou seja, é toda uma panóplia de soluções que devem ser feitas.” As associações que se têm mobilizado e participado nestes protestos reivindicam a adopção de uma proposta de lei integral de combate à violência sexual contra crianças e mulheres. A Luísa Semedo também fala nesta lei integral na sua crónica. O que é esta lei integral que chegou a ser apresentada no final de 2025 por cerca de 100 deputados, mas que nunca foi analisada? “Esta lei integral implica vários tipos de vias para tratar esta questão da violência sexual contra as crianças e vai desde questões como a imprescritibilidade, ou seja, que não haja limite de tempo para apresentar queixa. Também aborda questões como a educação nas escolas: são as crianças que têm de ser educadas, mas também os futuros adultos, ou seja, a questão do que é que é a dominação sobre o corpo de outro, o que é o consentimento. São questões que implicam toda a gente e, portanto, também começa na educação. Isso é muito importante. É uma lei cujo objectivo é fazer com que cada vez que haja um destes casos que não seja considerado só como um ‘fait divers', só como um caso pontual ou ‘um disfuncionamento', como disse o [Emmanuel] Macron, mas que faz parte de um sistema. E esse sistema tem de ser combatido com esta lei integral que são 78 medidas e que são medidas para enfrentar este caso de frente, ou seja, com várias leis diferentes.” Nos protestos em frente ao Ministério da Justiça, em Paris, a polícia deteve Andréa Bescond, realizadora e autora de um livro (‘Les chatouilles ou la danse de la colère') - que transformou em filme e em peça de teatro - sobre os abusos sexuais que ela própria sofreu quando era menor. Ela passou a noite na esquadra e denuncia uma detenção arbitrária. Como é que vê o que aconteceu e vai seguir o apelo dela de manifestar todas as segundas-feiras em frente aos tribunais de França até à Lei Integral de protecção das vítimas de abusos sexuais ser adoptada? “Sim, sem dúvida. Eu sempre que posso tento acompanhar este tipo de acções que me parecem absolutamente importantes e acho que é muito reconfortante até para as vítimas. Eu própria também sou uma sobrevivente, portanto, é sempre muito forte ver estas pessoas mobilizadas. Acho que nos toca a todas as pessoas que foram de alguma forma vítimas de violência e, portanto, sim, sem dúvida. O que aconteceu com a Andréa Bescond foi, de alguma forma, uma intimidação de uma das cabeças da manifestação, que foi acompanhada também, algumas horas antes, pela proibição da manifestação à frente do Ministério da Justiça. O Estado ou o governo dá com uma mão e tira com a outra, ou seja, há ali um discurso que é bastante ambíguo em relação à questão da violência e da violência sexual contra as crianças e contra as mulheres, que já dura há bastantes anos, não é só de agora.” No seu texto escreve “A lei tem um prazo. O trauma não”. O que pode fazer o Estado francês para ajudar as vítimas que vivem com o trauma e para evitar futuras agressões? “Sim, na Lei Integral também é pedido para que haja apoio para as vítimas para as questões do trauma. Muitas das vítimas vivem o que nós chamamos de stress pós-traumático e stress pós-traumático complexo também. É, por exemplo, o acesso a profissionais de saúde da psiquiatria, psicologia e medicamentos. Há todo um acompanhamento que é necessário quando se sofre de stress pós-traumático, por exemplo. É algo que é muito complicado ainda de ter em França. Isso é um dos pedidos também da Lei Integral. Parece-me absolutamente essencial também ver algo que acho que faz parte da Lei Integral, que é a forma como se ouvem as crianças. Ou seja, elas serem ouvidas de forma autónoma dos adultos que, por vezes, são as pessoas que as agridem e portanto, elas terem um local seguro para serem ouvidas, para serem escutadas, para serem levadas a sério.” Ou seja, é todo um dispositivo que muda completamente a forma como nós vemos até agora as vítimas. Por enquanto, os agressores parecem ser mais protegidos do que as vítimas e o objectivo é que esta estrutura mude completamente, ou seja, que o centro da preocupação sejam, de facto, as vítimas e não os agressores.” Depois do que aconteceu, o ministro da Justiça Gérald Darmanin anunciou, no domingo, que 70.000 processos envolvendo violência sexual contra menores deverão ser examinados antes de 14 de Julho. O jornal Libération diz que o poder Executivo francês reconhece erros, mas transfere a responsabilidade da tragédia para a Justiça. Que leitura faz? E é possível estes 70.000 processos serem analisados num mês? “Pois, somente não me parece possível, como me parece que o que for feito vai ser mal feito porque parece até humanamente impossível, tendo em conta que um dos problemas em França é justamente, em relação à União Europeia, a França ter menos meios, por exemplo, em procuradores do que no resto dos países. Ou seja, há um problema também de meios que não vêm directamente da culpa de magistrados ou dos serviços da Justiça. Vem do Estado em geral e dos meios que são dados a estas questões e das prioridades também que estão em cima da mesa. Por exemplo, a formação de polícias é algo que é importante e também não é feito. O que este caso está a revelar é, de facto, todas as insuficiências do Estado em relação a esta questão, que é uma questão que é multifactorial e que não é só uma questão de magistrados ou só uma questão de ir ver cada caso. Claro que é importante ver cada caso e acho muito bem que se faça, mas não com este lado um bocado de 'performance' com uma data, como se fosse uma espécie de concurso. Até acho indecente e de mau gosto porque há um lado de 'performance' que não tem nada a ver com a seriedade do tema.” Ouviram-se pedidos a exigir a demissão do Primeiro-Ministro francês, não só nas manifestações, mas também na Assembleia. Sébastien Lecornu rejeita deixar o cargo e aponta o dedo à Justiça, ainda que o governo francês seja acusado de ter feito cortes no sector. Ele propôs a possibilidade de uma pena de prisão perpétua para os violadores em série, contra os actuais 20 anos de prisão (para os que chegam a ser julgados) e disse querer que os inquéritos relativos a crimes contra menores sejam feitos em menos de três meses. Estas medidas chegam? “Estas medidas não chegam porque há medidas que já existem. O problema é que as medidas não estão a ser cumpridas. Se só há 3% dos casos de agressão que são punidos, não tem nada a ver com a pena ser maior ou mais pequena. O que é importante é que estas pessoas sejam punidas e é importante ouvir as vítimas. Muitas das vítimas dizem: ‘O que nós queremos, o que nos vai fazer ficar em sentir insegurança e sentir reconfortados é que não haja impunidade'. Não se está à espera que haja pena de morte ou castração, ou o que quer que seja de medida cada vez mais espectacular para dar uma impressão de que se está a fazer alguma coisa. Não é isso. O facto é que só 3% de casos de agressão sexual é que são punidos, portanto, a questão está aí e não está nos anos da pena do agressor.” É por isso que fala num “escândalo de Estado” em relação ao caso Lyhanna? “Sim, sim. É um escândalo de Estado porque mete a nu muitas deficiências do Estado, justamente a vários níveis, quer seja no nível judicial, na polícia, a nível das leis, a nível dos apoios sociais, dos apoios médicos, da educação, ou seja, como é que toda a estrutura está a falhar às pessoas que são vítimas. Portanto, é de facto um escândalo de Estado sim. A questão que aqui se coloca não é só o que aconteceu com Lyhanna, é o facto de ter havido, durante mais de dez anos, queixas contra este suspeito que nunca foram levadas a sério e ele nunca foi ouvido, o que é bastante impressionante. Imagine-se que alguém com este perfil nunca foi ouvido e alguém com o perfil de Andréa Bescond, que é uma sobrevivente, foi detida e passou toda a noite na prisão, enquanto um agressor com queixas há dez anos contra ele nunca foi sequer ouvido. Portanto, já se está aqui a ver o contraste entre como é que as pessoas vítimas e activistas são tratadas e os agressores são tratados.” Ou seja, como escreve no artigo, “não houve aqui só uma negligência pontual, nem um simples disfuncionamento, como afirmou o Presidente Macron”, é algo mais vasto? “Sim, sem dúvida é algo mais vasto. Nós estamos a falar de 3% de pessoas condenadas. Estamos a falar também que a cada três minutos há uma criança que é agredida sexualmente em França. Estes números são absolutamente abissais, por isso é que cada caso que aparece é só mesmo a ponta do iceberg. As pessoas que se estão a mobilizar sabem disso e querem que haja visibilidade sobre esta situação porque é uma situação que é absolutamente grave, que se passa muitas vezes dentro de casa ou muitas vezes com pessoas que são muito próximas. Não se trata de casos que se passam na rua, num canto escuro com um estranho ou um estrangeiro - como nos quer fazer acreditar a extrema-direita. Não. Passa, sim, dentro de casa. Passa-se na escola. É uma catástrofe e é, de facto, um escândalo. É um escândalo de Estado. É um escândalo da sociedade. Felizmente, há uma parte da sociedade que acordou para isto.” A Justiça e o Estado falharam? “Sim. Falharam a Justiça, o Estado, mas a sociedade em geral também está a falhar. Felizmente, o que se está a ver nas ruas é uma parte da sociedade a acordar e a mostrar que não vai deixar passar. Eu acho que o apelo de se juntar todas as segundas-feiras vai ao encontro disso, ou seja, é dizer NÃO, há uma parte da sociedade que não vai deixar passar. Isto foi a gota de água. O Estado falhou. A sociedade também ainda não está completamente consciencializada para o problema, mas há uma parte que está e que vai continuar a lutar.”
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Quanto vale aquele “sim” eternizado na memória – e nas redes sociais? Em Paris, os pedidos de casamento excepcionais se consolidaram como um nicho lucrativo do setor de turismo e eventos. Um pedido diante da emblemática Torre Eiffel, com arranjos de rosas e tapete vermelho, sai a partir de € 600, mas as cifras podem rapidamente ultrapassar os seis dígitos. Lúcia Müzell, da RFI em Paris Um dos momentos mais procurados do ano é o Dia dos Namorados. Patrícia Lima organiza eventos na cidade desde 2011 e, depois da famosa série Emily in Paris, viu a demanda por pedidos de casamento subir a cada ano, impulsionada pelo efeito nas redes sociais. Hoje, 30% dos contratos que ela fecha são de casais em busca de um “sim” especial em Paris. “Como tudo é personalizado, o valor tem a ver com os pedidos que o cliente faz. Se quer acrescentar balões em forma de coração, quantidade, tamanho. Se quer acrescentar um champanhe de uma marca especial, afinal tem garrafa que custa € 450”, explica. Patrícia afirma ser a única a oferecer um cenário em português, o que lhe permite atrair a clientela lusófona. O goiano Ronivaldo da Costa Meireles decidiu contratar o serviço depois de perceber os olhos brilhando da namorada na primeira vez que o casal foi a Paris e presenciou pedidos românticos nas margens do rio Sena. “Acho que é o sonho de toda mulher e ela merecia passar por essa experiência”, comentou, instantes depois de se ajoelhar diante de Pâmela Costa dos Santos, 29 anos. “Eu não estava suspeitando de nada. Foi uma surpresa muito emocionante”, disse ela, há oito anos em um relacionamento com o agora noivo. Violinista, carruagem e castelo O momento em si costuma ser curto, de apenas alguns minutos. Mas, nos bastidores, a preparação é complexa: decoração com flores, fotógrafo, violinista, carruagem e até o anel de noivado podem fazer parte do pacote, sem falar das autorizações exigidas pela prefeitura de Paris, conforme o local escolhido, e que encarecem o serviço. No setor do luxo, o céu é o limite, podendo atingir dezenas de milhares de euros se o “quer casar comigo?” for pronunciado em um iate no Sena, em uma suíte 5 estrelas com vista privilegiada da Cidade Luz ou até em um castelo. A agência Kiss Me in Paris se especializou nesse nicho, em pleno crescimento, e já realizou mais de 1,2 mil pedidos de casamento. “Estamos atraindo clientes cada vez mais exigentes do mundo todo, e as pessoas gastam muito mais dinheiro. Eu diria que a média fica entre US$ 5 mil e US$ 15 mil, mas tem gente que gasta bem mais”, revela o CEO Cengiz Ozelsel. Só para privatizar um castelo, o valor já sobe para US$ 4 mil. “Eles podem querer o transporte de helicóptero, para ter uma chegada com toda a pompa. Eles querem artistas, ou um dia inteiro repleto de experiências divertidas, que atinjam o ápice no momento do pedido de casamento”, relata, sem esquecer do “primeiro jantar romântico e a primeira noite em um hotel como recém-noivos”. A maioria dos clientes de Ozelsel vem de países anglo-saxões, e principalmente da costa leste dos Estados Unidos. Na América Latina, os mexicanos são os que mais investem em um pedido de casamento “cinematográfico”, conta o empresário, que também já atendeu influenciadores brasileiros. “Os mexicanos visam grande”, resume. “Um dos maiores eventos que fizemos foi um barco enorme, que ancoramos do outro lado da Torre Eiffel. Toda a família do México veio e se escondeu embaixo do barco, e a noiva não fazia ideia de nada. Nunca vou me esquecer.” Concorrência de amadores O sucesso do setor motiva a concorrência, inclusive de amadores. Pacotes pela metade do preço são oferecidos nas redes sociais, porém o risco é acabar em decepção. “Sempre existiu, mas tem se intensificado: pessoas que não são registradas, não têm empresa, e muitas vezes até sem capacitação para isso”, aponta Patrícia Lima. “Elas não pagam impostos, não pagam contador nem aluguel, então obviamente os custos delas serão totalmente diferentes dos de uma empresa.” A utilização das margens do Sena, por exemplo, é regulamentada pela prefeitura. A gestora do local exige o pagamento de uma taxa e de um seguro para cada participante do evento, inclusive os organizadores. Os infratores podem ser multados e o evento ser desmontado às vésperas do momento tão sonhado pelo casal. Leia também‘Parece a Disney': moradores do bairro Montmartre estão preocupados com excesso de turistas em Paris
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Depois de duas semanas de jogos, o torneio de Roland-Garros chega ao fim neste domingo (7) com uma edição que já entra para a história do tênis brasileiro. Em 2026, o país alcançou seu maior número de vitórias em um único Grand Slam: 37 triunfos, superando as 26 conquistas do US Open de 2014. O desempenho se distribuiu entre simples, duplas, juvenil e cadeirantes e reflete um momento de renovação e consistência, coroado com o título de Luis Guto Miguel no torneio juvenil. Maria Paula Carvalho, de Roland-Garros O grande destaque foi o jovem João Fonseca. Aos 19 anos, o carioca chegou às quartas de final e alcançou o melhor resultado recente de um brasileiro no torneio, algo que não acontecia nas fases mais altas da competição desde a era de Gustavo Kuerten. O tricampeão de Roland-Garros, inclusive, esteve presente em Paris para acompanhar e apoiar a nova promessa. Fonseca também protagonizou uma das maiores surpresas da edição ao eliminar, de virada, o sérvio Novak Djokovic, maior campeão de Grand Slams da história. Na sequência, superou o norueguês Casper Ruud, duas vezes finalista em Paris. Após a eliminação para o tcheco Jakub Mensik, o brasileiro avaliou de forma positiva a campanha e destacou o aprendizado ao longo do torneio. “Eu me sinto bem. Foi um caminho muito bom. Duas semanas muito positivas, de muito trabalho duro e aprendizado. Eu não tinha expectativa e consegui um ótimo resultado. Consegui virar um jogo que estava quase perdido, totalmente dominado na segunda rodada… então fico feliz com a semana.” A campanha projeta João Fonseca no cenário internacional e recoloca o Brasil em evidência no tênis masculino. No simples feminino, no entanto, o resultado ficou abaixo do esperado. Principal nome do país, Beatriz Haddad Maia foi eliminada ainda na primeira rodada, após derrota de virada para a britânica Francesca Jones. Stefani perde na semifinal Nas duplas, o desempenho brasileiro foi mais consistente. A paulista Luisa Stefani chegou às semifinais ao lado da canadense Gabriela Dabrowski, confirmando sua regularidade entre as principais especialistas do circuito. Na sexta-feira (5) elas foram derrotadas pela dupla formada pela tcheca Katerina Siniakova e a americana Taylor Townsend. Em entrevista à RFI após o jogo, Stefani analisou a derrota. “Ontem à noite, eu tive dor de garganta, dor de cabeça. A energia talvez não seja a mesma, mas isso não justifica. O que mais me chateia é que eu queria ter tido mais disposição, uma execução melhor e ter enfrentado melhor essa dificuldade”, disse. “É uma pena. Parece uma oportunidade desperdiçada", continuou. "Uma semifinal é sempre uma boa campanha, mas, conforme o torneio vai afunilando, o desafio fica cada vez maior. Então, é preciso manter o foco no que a gente vem fazendo bem, executar, e isso faltou hoje”, concluiu. Entre os homens, o gaúcho Marcelo Demoliner avançou até as quartas de final nas duplas, ao lado do indiano N. Sriram Balaji, reforçando a presença brasileira nas fases decisivas. Ao fim da campanha, ele destacou a confiança adquirida. “Feliz com a participação nas quartas de final inédita, que vai dar uma confiança boa para o decorrer da temporada. Agora é aproveitar essa confiança e ir para a grama, na próxima semana, que é o meu habitat natural, onde eu mais gosto de jogar.” Torcedores marcaram presença Fora das quadras, a presença brasileira também chamou atenção. Durante as duas semanas de competição, torcedores com as cores verde e amarelo ocuparam o complexo esportivo na zona oeste de Paris. O engenheiro civil Carlos Frazão se mostrou impressionado com a nova geração de atletas. “Pois é, muita gente boa nova surgindo no tênis. Acho que o João Fonseca ajudou muito essa nova geração a aparecer. A gente está torcendo para surgirem muitos novos ‘Joões Fonsecas'.” A avaliação se repete entre outros torcedores. Para o administrador Cristiano França, nunca houve uma presença tão expressiva de brasileiros no torneio. “A nova geração… nunca vi tanto brasileiro em Roland-Garros. Depois do Gustavo Kuerten, agora estamos vendo muito mais brasileiros e espero que continue assim”, disse à RFI. Nova geração: Luis Guto é campeão Essa presença se reflete também entre os mais jovens. Naná, Victoria e Pedro estão entre alguns dos jovens nomes que se destacaram. Mas a grande estrela foi o goiano Luis Guto Miguel, que aos 17 anos, venceu a sua primeira final de Grand Slam. ele derrotou o americano Michael Antonius, de 16 anos, por dois a zero, com parciais de 6/3 e 6/4. “Estou muito feliz, aproveitando o momento, mas mantendo a humildade, porque temos muito a fazer”, afirmou na entrevista coletiva após o título inédito. De Paris, Luís volta ao Brasil, onde deve continuar a celebrar sua conquista, mas já com o foco voltado para os próximos passos de sua promissora carreira. “Seria um sonho voltar aqui no ano que vem jogando como profissional, mas, como eu falei, é preciso colocar muito trabalho duro, manter os pés no chão, aproveitar o momento agora, mas viver tudo passo a passo dessa trajetória, porque essa transição não é fácil. Trabalho duro é a chave do processo”, insiste. Ele tem consciência de que sua conquista deve inspirar outros jovens tenistas, mas seu recado é firme e direto: “Eu acho que estou mostrando para a galera mais jovem brasileira que é possível trabalhar duro, acreditar no processo e nos treinadores”, afirma. Em entrevista à RFI, no sábado, declarou: "É um sonho, porque desde pequeno eu sonhava em estar jogando nestas quadras. Agora já sou número 1 do ranking mundial, então é muita coisa acontecendo". Na semifinal, Luis Guto derrotou o conterrâneo e amigo, Leonardo França, outra bela supresa do torneio júnior. “Saio de cabeça erguida, em todos os jogos entreguei o meu melhor”, avaliou o tenista. A gaúcha Pietra Rivoli, de 18 anos, é outro exemplo dessa nova leva. Ela destacou o impacto de conviver de perto com grandes nomes do circuito. “Estar perto da Sabalenka, da Osaka, do João… ver o que eles fazem dentro e fora da quadra é muito inspirador. Jogar em uma Phelippe-Chatrier lotada faz a gente querer trabalhar ainda mais para chegar lá um dia”, disse em entrevista à RFI. No balanço geral, Roland-Garros 2026 consolida uma participação positiva do Brasil, combinando resultados expressivos, presença em diversas categorias e o surgimento de um novo protagonista no cenário internacional.
Pere Aznar, Hassan Elfadul y Carles Cuevas repasan la actualidad de la semana. Además, Vanessa Romero y Javier Coronas nos presentan 'Atasco 4'. Ignatius Farray ha aparecido a lo líder espiritual. Y ha venido el cuatrista puertorriqueño José Eduardo Santana que acompaña en su gira mundial a Bad Bunny.CRÉDITOS:Guion: Pere AznarProducción: Toni CuartDirige: Javier del PinoRealización técnica: Pablo Arévalo
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Pere Aznar, Hassan Elfadul y Carles Cuevas repasan la actualidad de la semana. Además, Vanessa Romero y Javier Coronas nos presentan 'Atasco 4'. Ignatius Farray ha aparecido a lo líder espiritual. Y ha venido el cuatrista puertorriqueño José Eduardo Santana que acompaña en su gira mundial a Bad Bunny.CRÉDITOS:Guion: Pere AznarProducción: Toni CuartDirige: Javier del PinoRealización técnica: Pablo Arévalo
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Leave an Amazon Rating or Review for my New York Times Bestselling book, Make Money Easy! Check out the full episode: https://greatness.lnk.to/1934DM Emmanuel Acho hung his NFL rejection letter above his bed. Stared at it every morning. Every night. That was his goal. Then at the NFL Combine, his quad tore off the bone mid-40-yard dash. Every scout watching. ESPN rolling. He hit the ground, got drafted in the sixth round, and walked away with one conclusion nobody expected: stop setting goals. Goals have a ceiling. Hit one and you've stopped short of what was possible. Miss one and your self-worth takes the damage. Acho replaced goals entirely with what he calls an objective with no limitations. Sounds like a small distinction. It isn't. He also won't model himself after Michael Strahan. Not because Strahan isn't great. Because Strahan's already taken. Let Strahan be Strahan, and Acho be Acho. Sign up for the Greatness newsletter: http://www.greatness.com/newsletter TOPICS Emmanuel Acho, goal setting mindset, self-worth, NFL Combine, objectives vs goals, self-efficacy, unlimited potential, personal identity, Illogical book, motivation psychology Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
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Craig and Big Mac celebrate the New York Knicks' dominant Game 1 win over the San Antonio Spurs, praising the defensive effort against Victor Wembanyama. They also address the sobering news regarding Aaron Judge, who is seeing a specialist for potential season-ending thoracic outlet syndrome. They weigh the impact of losing the Yankees' captain against the joy of a historic Knicks championship run. 01:50 - Knicks Beat The Spurs 05:50 - Towns and Brunson Excel 15:15 - Craig's Edible Story 22:42 - Acho and Bayless Tweets 31:34 - Aaron Judge Injury News 37:10 - Thoracic Outlet Syndrome Explained 41:43 - Secondary Market Tickets 48:30 - King Of New York 55:40 - Towns Shuts Down Wemby
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O verão ainda nem chegou no hemisfério norte e diversos países europeus acabaram de suportar uma semana de temperaturas escaldantes, algo inédito para o período do ano. Com o aumento da intensidade e da frequência das ondas de calor, potências como França, Reino Unido e Países Baixos, acostumadas a lidar com o frio na maior parte do ano, encaram o desafio de ter de se preparar para conviver com as altas temperaturas. Lúcia Müzell, da RFI em Paris O impacto econômico desses períodos antes raros, mas agora repetidos devido às mudanças climáticas, é brutal. Um levantamento recém-divulgado pela seguradora Allianz Trade estimou que o prejuízo acumulado no PIB de 2026 a 2030 pode chegar a 7% nos países mais expostos, como a França, onde o custo das ondas de calor poderá atingir US$ 240 bilhões no período. O forte calor afeta as condições de uso dos transportes, indústrias, instituições, escolas e empresas, mal preparados para os dias de altas temperaturas. Ao ar livre, a agricultura, a construção civil e a logística estão na linha de frente. O impacto na produtividade é direto e já pode ser mensurado. A partir de 30°C, a produção horária de um trabalhador diminui em média 3% a cada grau adicional, e é ainda maior quando os termômetros ultrapassam 35°C. Em paralelo, aumentam significativamente os gastos de saúde e seguridade social, em especial das pessoas mais vulneráveis, como idosos e pessoas em situação precária, salienta Mireille Chiroleu, professora de Economia do Meio Ambiente na Universidade Panthéon-Sorbonne. “As perdas de produção não são os únicos impactos: os na saúde são muito significativos. Estudos mostram que os custos decorrentes das ondas de calor na França entre 2015 e 2020 variaram entre € 22 bilhões e € 37 bilhões”, afirma ela, que também é diretora de pesquisas da Paris School os Economics. “É um valor altíssimo e muito maior do que o de perdas diretas de produção.” Risco de choque macroeconômico Em 2025, um estudo da universidade alemã de Mannheim em conjunto com o Banco Central Europeu trouxe um alerta grave: as ondas anormais de calor têm o potencial de causar um choque macroeconômico nos países do bloco. Somadas às secas e inundações, os fenômenos climáticos poderão custar € 126 bilhões à economia europeia até 2029. Os países mais expostos são Espanha, Itália e França. Em Paris, uma coletiva de imprensa da ministra da Transição Ecológica, Monique Barbut, sobre o tema na última semana foi sintomática: com os termômetros marcando 36°C à sombra, ela recebeu os jornalistas em uma sala “fervendo”, relatou Le Monde, com ventiladores circulando ar quente para os participantes molhados de suor. O Alto Conselho para o Clima, que orienta o governo francês para as medidas de enfrentamento da crise climática, adverte que o país deve se preparar para um cenário de alta de 4°C na média das temperaturas até o fim deste século. 19% de prédios adaptados na Europa Mudanças estruturais devem ser implementadas, observou a Allianz Trade em seu relatório: com “uma população envelhecida, um parque imobiliário pensado para reter o calor e infraestruturas de resfriamento do ar subdesenvolvidas”, a Europa tem uma média de apenas 19% dos prédios adaptados para enfrentar o calor. “As possibilidades estão em constante evolução e vêm apresentando avanços significativos. Recomenda-se a implementação de soluções para controlar a demanda energética ao mesmo tempo em que se combate as mudanças climáticas”, ressalta Chiroleu. “O ar-condicionado pode criar ilhas de calor na área externa a que é climatizada, e assim agravar as desigualdades, principalmente nos centros urbanos. Ele deve ser apenas um elemento da política de adaptação, afinal existe toda uma hierarquia de intervenções, como isolamento térmico de edifícios, arborização, etc.” Este ano, a Espanha instaurou uma licença climática de até quatro dias por ano em caso de eventos climáticos extremos, como enchentes, que impossibilitem o trabalho presencial. Na vizinha França, os ecologistas defendem a ideia e sugerem incluir as ondas de calor como uma razão de afastamento do trabalho, às custas dos cofres públicos. Faltam recursos para a adaptação até nos países ricos Organizações ambientalistas salientam que, antes disso, os países precisariam cumprir os seus planos de adaptação, ampliando as proteções contra o sol nas empresas e residências. A agência francesa de Meio Ambiente e Energia (Ademe) aponta que a instalação de janelas e venezianas adequadas pode diminuir de 20% a 60% a necessidade de ar-condicionado no interior dos prédios. Na prática, entretanto, a maioria dos países está atrasada na aplicação das medidas, principalmente por não disponibilizarem os recursos necessários. “As restrições orçamentárias particularmente fortes da França significam que os fundos destinados a essa adaptação, o Fundo Verde para o Clima, foram drasticamente reduzidos”, aponta. Em 2024, foram alocados € 2,5 bilhões para o mecanismo, que inclui os gastos para adaptação. No ano seguinte, o valor caiu para € 1,1 bilhão em 2025. “Isso é realmente muito pouco. Acho que outros países europeus estão enfrentando as mesmas deficiências de planejamento”, constata a professora francesa.
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Oi. Essa é mais uma daquelas conversas que começam sem muito rumo e acabam passando por lugares que a gente não planeja muito. O Petry sentou aqui e a gente falou sobre bastante coisa. Ele me contou de como a vida no mato é solitária mas necessária e de como a classe média cria umas dores silenciosas que acabam sendo usadas por outras pessoas. Falamos de como é estranho nutrir algo e de repente atrair pessoas que odeiam o que você se tornou. Ele detalhou a exaustão de tentar parecer normal num mundo que exige tanta interação constante. Tem uma parte que ele fala sobre cogumelos e insetos simpáticos. Acho que você vai gostar do jeito que ele enxerga o absurdo de tentar fazer os outros rirem enquanto se sente meio deslocado do resto do mundo. É o décimo episódio nosso. Espero que o seu fim de semana seja gentil. Pega um café.
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