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O nome de Anne Frank e o diário dela estiveram entre os assuntos mais comentados no mês de setembro - mas o motivo não foi dos melhores. Em um vídeo produzido durante a Bienal do livro em São Paulo, uma leitora afirmou não ter gostado do livro porque Anne era muito “viti…” - ela não chegou a terminar o termo vitimista, mas o estrago já estava feito. Longe de querer crucificar a pessoa que fez um comentário prá lá de infeliz e ignorante, hoje vamos conversar sobre o enorme legado de Anne Frank, uma menina que sonhava em ser escritora, mas não sabia que seu singelo diário de adolescente seria uma das grandes obras na temática do Holocausto - e jamais saberia, afinal, a jovem judia que vivia na Holanda foi assassinada pelo regime nazista em um campo de concentração.A memória de Anne Frank é tão relevante que criou raízes em diversas partes do mundo. A Anne Frank House, em Amsterdam, deu origem a Rede Jovem Anne Frank, uma iniciativa que pretende ser um espaço de formação, escuta e protagonismo juvenil que nasce do encontro entre memória, Educação em Direitos Humanos e ação no presente. A Rede convida jovens de diferentes territórios a refletirem sobre o passado para compreender o mundo de hoje e atuar de forma consciente na construção do futuro. Aqui no Brasil, a Rede Jovem Anne Frank é um projeto tocado pelo Instituto Plataforma Brasil e atua em três locais: em Belo Horizonte, Minas Gerais, Parnaíba, no Piauí e Cabreúva, em São Paulo. E está sendo retomada em Santos também. Nesse episódio, a gente recebe a professora Fabiana Amado e a estudante Victoria Cavalcante Vieira, que estão envolvidas nessa rede pra bater um papo sobre o legado e a memória de Anne Frank.
Se vir a Susana de chinelos de piscina e meias... não estranhe.
No episódio de hoje, Luisa e Nanna estão usando Insider, porque conforto combina especialmente com aqueles dias em que a gente só quer vestir algo leve e seguir a rotina. E setembro ainda está com a promoção Combine e Ganhe: na compra de 4 peças participantes, a de menor valor sai de graça. O cupom CRINGE continua valendo como desconto adicional e pode ser acumulado com a promoção até o dia 30 de setembro. No site: https://www.insiderstore.com.br/collections/combine-e-ganhe?utm_source=influmkt&utm_medium=c67ef737&utm_campaign=LU&cupom=LUDessa vez, as hosts conversam sobre o puerpério da Luisa e tudo o que envolveu esse período tão intenso de adaptação. Pela primeira vez desde que começou a trabalhar com a internet, Luisa passou 40 dias completamente longe das redes, vivendo uma pausa inédita na sua rotina profissional.Agradecimento especial ao nosso produtor de vídeo João (@goncalves.joao_).Instagram: @derepentecringepod
O que significa o "poder das chaves" na igreja local? Longe de ser apenas um conceito distante, o exercício das chaves do Reino se manifesta na fiel pregação do Evangelho e no cuidado amoroso da disciplina eclesiástica.Nesta pregação, o pastor Rodrigo Ribeiro expõe Mateus 18:15-20 para demonstrar como a restauração de um irmão é um dever comunitário e uma expressão profunda de amor e graça.Assista ao vídeo completo e compartilhe com sua comunidade local!#pregação #IgrejaLocal #EstudoBíblico #AconselhamentoBíblico #Mateus18 #VidaEmComunidade #RodrigoRibeiro
Rui Afonso (CH) critica "medidas de propaganda". António Mendonça Mendes (PS) fala em "insensibilidade" do Governo. Paulo Núncio (CDS) rejeita regresso à bancarrota. As medidas do Governo em debate.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O sucesso raramente acontece no tempo que imaginamos. Ele exige paciência para respeitar o processo e persistência para continuar mesmo quando os resultados ainda não aparecem.Neste episódio, Diego Maia mostra por que muita gente desiste não por falta de talento, mas por não suportar o intervalo entre o esforço e a recompensa. Uma reflexão direta sobre consistência, maturidade e a capacidade de seguir em frente quando seria mais fácil parar.Quem é Diego Maia? Diego Maia é palestrante de vendas e uma das principais referências em vendas do Brasil. Autor de oito livros sobre vendas, entre eles 7 Princípios da Venda, é fundador da CDPV Companhia de Palestras, agência de palestrantes especializada em eventos corporativos, e do Grupo CDPV. Desde 2003, é presença constante em convenções de vendas com foco no desenvolvimento de equipes, treinamento de vendas e alta performance comercial — somando mais de 1.800 palestras realizadas e 500 mil profissionais treinados no Brasil e no exterior. Apresenta o Podcast de Vendas do Diego Maia, publicado diariamente desde 2009, sempre às 7h, com mais de 2.000 episódios. É editor do portal Vendedor Profissional e, desde 2011, lidera o movimento #SouDeVendasComOrgulho, pela valorização e profissionalização de quem vive de vendas no Brasil. Seu lema resume sua filosofia: “Onde tem venda, tem vida”.Siga Diego Maia no Instagram clicando aqui.
Rui Afonso (CH) critica "medidas de propaganda". António Mendonça Mendes (PS) fala em "insensibilidade" do Governo. Paulo Núncio (CDS) rejeita regresso à bancarrota. As medidas do Governo em debate.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Perto dos olhos e longe do coração - Diác. Frank by Igreja Missionária Evangélica Maranata do Méier Para conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
Qual é o segredo de uma marca que, em menos de uma dúzia de anos, foi capaz de atrair cerca de 70 milhões de clientes no mundo inteiro, 2 milhões só em Portugal – ao ponto de hoje incomodar os gigantes do seu setor? É claro que a explicação não é só uma. Mas, no caso que é tema deste episódio, há um ingrediente decisivo: uma cultura interna tão clara, forte e diferenciadora como a própria marca. É sobre essa cultura, a sua importância para o crescimento, e a forma como é vivida no dia a dia que conversamos com a Thais Guapyassu, Financial Regulatory Reporting Senior Manager da Revolut. Na maior parte das empresas, marca, crescimento e cultura são tratados como temas separados. Não é assim, decididamente, na Revolut. Longe de serem uma mera declaração de intenções, os valores da marca orientam de facto o quotidiano da empresa. E, para garantir que é assim, tudo o que tem a ver com a cultura interna foi desenhado ao pormenor – da forma de recrutar e acolher aos critérios de avaliação e à própria operação da empresa. Conhecedora, por dentro, dessa cultura de alta performance, a Thais Guapyassu ajuda-nos a perceber os mecanismos que a tornam tão decisiva para o espetacular desempenho da Revolut. Ouça o episódio e descubra: Como fazer da cultura interna uma vantagem competitiva da sua empresa. Como fazer com que os valores da sua empresa passem de mera teoria a comportamentos reais e critérios efetivos de decisão. Como levar os princípios que orientam a empresa para a experiência do cliente. O que uma marca deve manter igual, e o que precisa de adaptar, quando cresce para novos mercados. Como levar a sua marca construída no B2C para o mercado B2B sem perder a sua identidade. Com base na transcrição deste episódio, pedimos à inteligência artificial que nos fizesse um resumo da conversa, que pode ler a seguir. Valores só contam quando se tornam comportamento Ter valores escritos não chega. Na Revolut, eles aparecem logo no onboarding, são reforçados pela liderança e até entram na forma como os colaboradores reconhecem o trabalho uns dos outros. Para Thaís Guapyassu, é essa repetição que transforma conceitos como Get It Done ou Think Deeper em formas concretas de trabalhar e tomar decisões. A cultura deixa, assim, de ser uma declaração para passar a fazer parte do dia a dia. A experiência do cliente começa dentro de casa Simplicidade e excelência não são apenas objetivos para o produto final. A ideia é aplicar os mesmos princípios aos processos internos. Se trabalhar dentro da organização é mais simples, linear e eficiente, torna-se mais fácil levar essa experiência até ao cliente. Para Thaís, aquilo que acontece dentro da empresa acaba por se refletir na forma como as pessoas usam os seus produtos. Global na identidade, local na execução Crescer para vários mercados implica saber o que não deve mudar e aquilo que precisa de ser adaptado. Na Revolut, os valores, o modo de trabalhar e alguns princípios da marca mantêm-se globais, enquanto as equipas locais ajudam a perceber que produtos, mensagens ou comunicadores fazem sentido em cada país. O mesmo princípio acompanha a passagem do B2C para o B2B: a marca mantém o seu ADN, mas adapta a proposta às necessidades de uma empresa, onde simplicidade tem também de significar confiança e fiabilidade. Sobre Thaís Guapyassu: LinkedIn Recomendações: O Poder do Hábito — Charles Duhigg Outliers — Malcolm Gladwell Nexus — Yuval Noah Harari Pessoas, marcas e instituições mencionadas: Revolut Banco BBM Leste Group Chess Capital BNP Paribas CVM Via Verde
This week on "Out of Office: A Travel Podcast," Ryan heads to Rio de Janeiro, Brazil! He takes in the city's beaches, mountains, museums, historic sites, restaurants, natural wine bars, and more, with everything you need to know for your first trip to Rio. Things We Talked About: History Book Brazil: A Biography https://www.amazon.com/dp/0374280495 Attractions + Culture Parque Bondinho Pão de Açúcar (Sugarloaf) https://bondinho.com.br/ Christ the Redeemer + Corcovado Train https://www.tremdocorcovado.rio/ Cais do Valongo https://www.rio.rj.gov.br/web/muhcab/cais-do-valongo-patrimonio-mundial Real Gabinete Português de Leitura https://www.realgabinete.com.br/ Paço Imperial http://www.pacoimperial.com.br/ Jardim Botânico do Rio de Janeiro https://www.gov.br/jbrj/pt-br Museums MAM Rio https://mam.rio/ Museu da República — Palácio do Catete https://www.gov.br/museus/pt-br/museus-ibram/museu-da-republica Museu Nacional https://museunacional.ufrj.br/ Restaurants Talho Café https://talhocapixaba.com.br/ Casa do Chef Jota https://www.casadochefjota.com.br/ Artigiano https://restauranteartigiano.com/ Quinta da Henriqueta https://www.instagram.com/quintadahenriqueta/ Haru Sushi Bar https://haruichiban.com.br/ Mocellin Steak https://www.mocellinsteak.com.br/ OCYÁ Ilha (Taking a Boat!) https://ocya.com.br/ Wine Virtuoso Vinho https://www.instagram.com/virtuosovinho/ Casa Tão Longe, Tão Perto (Botafogo) https://www.instagram.com/casatltp.botafogo/ Belisco Bar de Vinhos (Botafogo) https://www.instagram.com/belisco.rj/ Cocktails Babbo Osteria https://www.instagram.com/babboosteria/ ÊTTA Bar https://www.instagram.com/etta_bar/ Coffee Coffee Five https://coffeefive.com.br/ LAB Café https://www.instagram.com/labcafe.rio/ The Last Stop Ryan: Dolly Parton + Great Smoky Mountains https://podcasts.apple.com/us/podcast/knoxville-the-great-smoky-mountains/id1438098925?i=1000495407828 Kiernan: Rick Steves Purchases Edmonds Theater https://www.seattletimes.com/entertainment/movies/rick-steves-purchases-edmonds-theater-moviehouse/
Washington começa a desmontar, de forma calculada, as sanções sobre o ouro venezuelano, mas a jogada vai além da economia. Ao liberar o comércio de minerais estratégicos, os EUA miram não só recursos valiosos, mas também influência sobre a Amazônia e o Escudo das Guianas. A abertura, porém, é seletiva, reversível e chega antes que Caracas consiga controlar a extração ilegal, que mistura crime organizado, grupos armados e rotas clandestinas. Thiago de Aragão, analista político Sanções costumam ser mais sinceras quando começam a ser desmontadas. A ordem das exceções diz muito sobre o que Washington realmente quer. Na Venezuela, o petróleo veio primeiro. Era previsível. Agora, os Estados Unidos começam a montar uma arquitetura parecida para o ouro, os minerais e o carvão. O subsolo venezuelano entrou, de vez, na diplomacia de Washington. Isso não encerra as sanções. Longe disso. A abertura é controlada, seletiva e, sobretudo, reversível. Ainda assim, muda o lugar da Venezuela no cálculo norte-americano: o país deixou de ser visto somente como um problema político ou uma reserva petrolífera e passou a ocupar espaço na disputa por recursos estratégicos, cadeias de suprimento e influência sobre a Amazônia e o Escudo das Guianas. O desenho começou em 6 de março, quando o Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos (OFAC) publicou a Licença Geral 51, autorizando determinadas atividades relacionadas ao ouro de origem venezuelana. Três semanas depois, Washington ampliou a autorização para outros minerais, permitiu o fornecimento de alguns bens e serviços ao setor e abriu a possibilidade de negociar contratos condicionais de investimento. Em 2 de setembro, o OFAC mexeu novamente nessa estrutura. As licenças 51D, 54C e 55A passaram a incluir expressamente carvão, minerais e ouro, assim como serviços e negociações ligadas a investimentos futuros. A linguagem continua estreita de propósito: Washington autoriza “determinadas atividades”, não o comércio inteiro, e mantém de pé o restante do regime de sanções. A Venezuela não foi normalizada. Está sendo religada a circuitos econômicos escolhidos pelos Estados Unidos, tomada por tomada. A produção venezuelana não nasce de um setor convencional, com empresas transparentes, rastreabilidade confiável e uma autoridade regulatória que chegue aonde o mapa oficial diz que ela chega. Durante anos, o Arco Mineiro do Orinoco virou uma economia paralela. Ali se cruzam autoridades políticas, oficiais militares, grupos armados, atravessadores e organizações criminosas, cada qual com seu pedaço da mina, da estrada ou do silêncio. O metal ganhou peso quando o colapso do petróleo secou as divisas. E trouxe uma vantagem nada desprezível para quem prefere operar nas sombras: pode ser carregado em pequenas quantidades, fundido, misturado e reexportado com documentos novos. Uma barra não conta de qual mina saiu. Muito menos quem trabalhou nela ou qual território indígena ficou para trás. Essa amnésia cabe no bolso A história da região, aliás, já passou por isso. Quando o ouro foi descoberto no território disputado entre a Venezuela e a Guiana Britânica, Londres tentou ampliar sua presença sobre a área. A disputa escalou até a crise de 1895, quando o secretário de Estado Richard Olney invocou a Doutrina Monroe e pressionou o Reino Unido a aceitar arbitragem. Mais de um século depois, o ouro volta a puxar Washington para o Escudo das Guianas, agora pela porta das sanções, não pela linha de fronteira. O novo governo venezuelano tenta recuperar o comando dessa economia. Em abril, Caracas aprovou uma legislação para atrair capital estrangeiro ao setor mineral. Em junho, enviou forças para Las Claritas, no estado de Bolívar, uma das principais áreas de mineração ilegal do país. Segundo a Reuters, a operação ocorreu enquanto o governo procurava reabrir um setor praticamente fechado ao investidor estrangeiro desde as nacionalizações iniciadas durante o governo de Hugo Chávez. Oficialmente, é uma ofensiva contra o crime organizado. Economicamente, a lógica é outra e bastante simples: ninguém oferece uma concessão séria sobre um território que não controla. Antes de atrair investidores, Caracas precisa provar que manda nas minas, nas estradas e nas rotas de exportação. A região antes tolerada como fonte informal de renda agora precisa virar ativo negociável. Washington quer criar canais legais para o ouro venezuelano antes que a Venezuela tenha mostrado capacidade de separar produção formal, extração ilegal e interesses de atores sancionados. A licença chega antes da rastreabilidade. O mercado, sabemos, não costuma esperar a papelada alcançar a realidade. Um estudo publicado em março pela Global Initiative Against Transnational Organized Crime identificou uma inversão nas rotas do ouro ilegal da Amazônia. O metal já não sai somente da Venezuela. Ouro extraído no Brasil e na Guiana passou a entrar em território venezuelano, enquanto Boa Vista se consolidou como centro logístico de fluxos alimentados por rodovias, aeronaves pequenas, pistas clandestinas e fronteiras onde a presença estatal oscila entre escassa e decorativa. Investigadores brasileiros chegaram a conclusão semelhante. Segundo o jornal Folha de S.Paulo, o aumento da fiscalização no Brasil empurrou redes criminosas para Venezuela, Guiana e Suriname. O ouro retirado ilegalmente de terras indígenas cruza a fronteira, ganha novos documentos e pode reaparecer no mercado internacional com uma biografia perfeitamente limpa. Para o Brasil, destruir pistas e equipamentos dentro do território nacional resolve uma parte visível do problema. A rede aprende rápido. Quando a repressão aperta de um lado, ela muda a rota, o comprador e o papel que acompanha o metal. A fronteira não interrompe o negócio; apenas encarece a travessia. Para a França, tudo isso está bem mais perto do que parece. A Guiana Francesa convive há décadas com uma economia ilegal do ouro conectada ao Brasil e ao Suriname. Um estudo da Fondation pour la Recherche Stratégique estimou em cerca de € 70 milhões por ano o custo das operações francesas de repressão, enquanto as perdas econômicas associadas à mineração ilegal superariam € 500 milhões. Essas redes teriam capacidade para ocultar ou lavar aproximadamente dez toneladas de ouro por ano. Caiena está na Amazônia. Bruxelas também, embora nem sempre se lembre disso. A Guiana Francesa é a fronteira amazônica da União Europeia e uma linha de contato direta entre o mercado europeu, as redes criminosas brasileiras e as economias informais do Escudo das Guianas. O ouro que atravessa essa geografia não respeita as categorias confortáveis de política externa. Ele mistura segurança, meio ambiente, crime organizado, sanções e disputa por recursos numa mesma barra. A abertura norte-americana pode atrair investimento, tecnologia e algum grau de transparência para a mineração venezuelana. Pode ainda dar a Caracas um incentivo para substituir grupos armados por operadores formais e voltar a exercer autoridade em áreas abandonadas pelo Estado. Esse é o cenário otimista. O outro é menos elegante. Se a demanda legal crescer antes que existam mecanismos confiáveis de rastreabilidade, o novo mercado autorizado poderá absorver ouro extraído ilegalmente no Brasil, na Guiana ou na própria Venezuela. A flexibilização não desmontaria a economia criminosa. Daria a ela uma porta nova, com placa oficial e acesso ao sistema financeiro internacional. A pergunta, portanto, não é se o ouro venezuelano pode voltar ao mercado. É outra: quem o extraiu, quem controlou o caminho e quantas vezes sua origem foi reescrita até a exportação? Washington está abrindo uma rota legal para os minerais venezuelanos. O ouro ilegal já sabe viajar.
QUATRO jogos sem vitórias no Brasileiro. Perdemos pro lanterna do campeonato, virtual rebaixado. E jogando mal, merecemos sair derrotados. Fernando Diniz precisa acordar! A culpa é só dele? Longe disso, os jogadores tem jogado muito abaixo também. Mas a torcida quer solução e não temos visto isso aparecer com o treinador. E nosso presidente, Osmar Banana, continua tropeçando na língua, fechando a porta pra SAFIEL e agora achou uma amizade com um perito de araque. SIGA A IRMANDADE! https://linktr.ee/irmandadecorinthiana
Enquanto a Alemanha treme com a extrema-direita e os juros asfixiam as famílias, Portugal prefere a fofoca sobre Seguro. O caso Luís Neves tapou o debate sério para dar lugar às novelas de bastidores.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Manuel Caldeira Cabral afirma que a medida anunciada é positiva, mas alerta para os riscos de ir mais longe. Diz ainda que o estudo do Governo sobre segurança social é alarmista.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Até onde uma pessoa pode chegar para tentar recuperar o dinheiro perdido em uma aposta?Neste vídeo, Reinaldo Domingos, PhD em Educação Financeira, faz uma reflexão sobre um problema que ultrapassa cada vez mais o orçamento pessoal: os impactos das apostas online na vida profissional, familiar e emocional.Quando alguém começa a apostar, muitas vezes acredita que está no controle. Mas, depois de uma perda, pode surgir um pensamento perigoso: "eu só preciso recuperar o que perdi". A partir daí, novas apostas podem gerar novas perdas, dívidas, uso de crédito e decisões cada vez mais arriscadas.E quando esse comportamento chega ao ambiente de trabalho, as consequências podem ser ainda maiores. Carreira, reputação, credibilidade, relacionamentos e até a própria integridade podem ser colocados em risco.Neste vídeo, Reinaldo explica:Por que a necessidade de recuperar perdas pode alimentar um ciclo de apostasComo as perdas financeiras podem afetar as emoções e as decisõesPor que apostas não são investimento nem planejamento financeiroComo o endividamento pode levar a decisões cada vez mais perigosasDe que maneira as apostas podem afetar a família e os relacionamentosPor que problemas financeiros também podem comprometer a vida profissionalE quais caminhos podem ajudar quem percebe que perdeu o controle sobre as apostasSe existe endividamento, a solução não está em apostar novamente para tentar recuperar o dinheiro. É preciso reorganizar, buscar orientação, negociar e mudar o comportamento financeiro.Como Reinaldo Domingos sempre reforça: prosperidade não se constrói tentando ganhar dinheiro rapidamente. Ela é construída por meio de Educação do Comportamento Financeiro, consciência e escolhas feitas todos os dias.Nenhuma aposta vale a sua paz, a sua família ou a sua integridade.Assista ao vídeo até o final e reflita: o que você está colocando em risco quando tenta recuperar uma perda financeira?Conheça a DFLIX, o primeiro streaming de Educação Financeira do Brasil: https://dflix.com.br/
Pois é, Povo de Deus, nesta-terça-feira, 25 de agosto, lemos as duras críticas de Jesus aos mestres da Lei e aos fariseus. O legalismo ée a hipocrisia deles e dos fariseus de todos os tempos desagradavam e desagradam a Deus . Longe de nós toda hipocrisia. Leiam Mateus 23,23-26.
Coronel José do Carmo diz que a Ucrânia está mais forte apesar dos problemas com falta de armamento. Sublinha ainda que resiliência ucraniana se mantém e que a ausência de fundos não é problemática.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Antenados #334 - Danilo Gobatto conversa com Isaac Belfort. O ator e cantor está em cartaz com dois espetáculos – “Benjamim, O Palhaço Negro” e “Vindos de Longe”. “Benjamim, O Palhaço Negro”, celebra a vida e obra de Benjamim de Oliveira, o primeiro palhaço negro do Brasil. Nascido no final do século XIX, mesmo com desafios em sua trajetória, se concretizou um artista múltiplo dos palcos, picadeiros e cinema. Já “Vindos de Longe” é a versão brasileira do premiado musical Come From Away, e traz aos palcos a emocionante história real da pequena cidade de Gander, no Canadá. Em um dos momentos mais incertos da história moderna, o fechamento do espaço aéreo americano, no dia 11 de setembro de 2001, desviou 38 aviões para esta comunidade remota, que acolheu de braços abertos mais de 7.000 passageiros de todas as partes do mundo. Tem ainda um bate papo com Ellen Oléria. A cantora e compositora está lançando o disco “Canto de Casa Vol. 1”. Com dez faixas, o álbum celebra a arte feita no afeto do encontro, recriando a atmosfera calorosa das rodas de cantoria entre amigos. Apresentação, produção e edição: Danilo Gobatto. Sonorização: Cayami Martins
Muito antes das adaptações cinematográficas de Hollywood sobre a mitologia grega, o Brasil abrigou um tradutor improvável e notável de Homero durante o século XIX: o próprio imperador Dom Pedro II. Longe de ser apenas a figura distante e de longas barbas brancas cristalizada no imaginário popular após a Proclamação da República, o último monarca brasileiro possuía um perfil intelectual rigoroso, sendo um estudioso poliglota que dominava dezenas de idiomas. Neste vídeo, exploramos as madrugadas em que Dom Pedro II se debruçava sobre versos de quase três mil anos, buscando traduzir para o português a complexidade de obras como A Ilíada, A Odisseia e Prometeu Acorrentado direto do grego antigo. Abordamos como esse esforço literário e de preservação de métrica não foi interrompido sequer pela queda do Império em 1889. Ironicamente, o homem que traduzia a jornada épica de Ulisses — o herói grego que enfrentou décadas de provações tentando retornar ao lar — viveu sua própria odisseia, passando os últimos anos de sua vida em um doloroso exílio, longe da pátria que governou.
Longe de dogmas ou instituições tradicionais, a busca por sentido e o acolhimento sensível revelam-se pilares essenciais na manutenção da saúde e do equilíbrio emocional humano. Neste episódio do Religare — Conhecimento e Religião, o prof. Flávio Senra recebe a enfermeira, teóloga e cientista da religião Rosiléia de Fátima Costa para debater os resultados de sua dissertação de mestrado desenvolvida no PPGCR/PUC Minas. A pesquisa mergulha na rotina da unidade pediátrica de internação de Belo Horizonte durante o enfrentamento da Covid-19 (2020–2022). Por meio da metodologia da história oral temática, o estudo revela os bastidores conceituais e humanos dos chamados "conflitos espirituais" — momentos críticos em que a dor e as perdas massivas colocam à prova as crenças e a própria identidade dos profissionais da saúde. Ancorada nas teorias da hierarquia de necessidades de Abraham Maslow, na psicologia existencial de Viktor Frankl e nas contribuições contemporâneas sobre o equilíbrio emocional de Anna Lembke, Rosiléia propõe uma leitura aplicada e urgente sobre a ética do relacionamento humano na saúde pública.
Relatório mostra avanços importantes, como a queda de 42% nas novas infecções por HIV e a eliminação da transmissão vertical no Brasil; desafios incluem aumento das mortes por hepatite B, resistência a antibióticos e cortes de fundos.
Há 35 anos, o Brasil criou uma lei para ampliar a presença de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. A chamada Lei de Cotas obriga empresas com cem ou mais funcionários a reservar de dois a cinco por cento dos postos para pessoas com deficiência e beneficiários reabilitados. Mas os números mostram que ainda existe uma grande distância entre a lei e a realidade.
Pílula de cultura digital para começarmos bem a semana
Neste episódio Prof.Vítor Soares e Alexandre Nickel abordam um lado sombrio e pouco comentado da história ao analisar casos reais de membros do clero que cometeram crimes graves e atrocidades ao longo dos séculos. Longe de ser um ataque à fé religiosa, o programa utiliza uma abordagem histórica para examinar como figuras que ocupavam posições de autoridade e liderança espiritual usaram sua influência para praticar atos monstruosos, variando de colaboracionismo político a assassinatos etc.Você quer ser um anjinho sem asas e piloto de empilaheira longe dos padres mais malditos do mundo? então acessa lá o apoia.se/historiaprosbrother e ascenda ao divino.
Leia esse e outros textos acessando https://eutedigo.substack.com
Na década de 1950, enquanto os Estados Unidos projetavam ao mundo uma imagem de prosperidade e expansão, o Sul do país ainda era assombrado pelas leis de segregação racial conhecidas como "Jim Crow". Este cenário de profunda divisão institucional motivou um jovem pastor batista, Martin Luther King Jr., a liderar o maior movimento pelos direitos civis da história moderna. Longe de ser um revolucionário pautado na desordem, King fundamentou sua argumentação na tradição cristã, defendendo que os direitos humanos são inalienáveis, concedidos por Deus, e precedem qualquer intervenção do Estado. Neste vídeo, exploramos a base intelectual e teológica de Martin Luther King Jr., destacando a histórica "Carta da Prisão de Birmingham". Escrito em 1963, o documento justifica a desobediência civil pacífica contra leis segregacionistas utilizando como alicerce o pensamento de Santo Agostinho e de São Tomás de Aquino. Para King, uma lei injusta, que degrada a dignidade da pessoa humana, não é uma lei moralmente válida. Compreenda como o célebre discurso proferido na Marcha sobre Washington ressoou muito além de sua época e por que a esperança de uma sociedade julgada pelo caráter, e não pela cor da pele, continua atual frente aos desafios contemporâneos.
Análise pós-jogo da partida entre Atlético-GO x Fortaleza, válida pela 17º rodada da Série B do Campeonato Brasileiro 2026. Vem com a turma! Fortaleza ficou com superioridade numérica em campo ainda no primeiro tempo, quando o jogo estava empatado em 0 a 0, porém isso não foi o suficiente. Time levou o gol da derrota, […]
Longe de serem perfeitos, nossos corpos são um arquivo vivo dos rumos da evolução. A anatomia revela um registro histórico de adaptação, custo evolutivo e contingência.
Neste episódio de História Pros Brother, Alexandre Nickel e Prof. Vítor Soares mergulham na surpreendente e milenar história do baralho de cartas, focando especialmente na trajetória do Baralho de Copas. Longe de ser apenas um passatempo moderno, a evolução das cartas revela um processo de intercâmbio cultural fascinante que conecta diferentes continentes e épocas, cruzando caminhos com dinastias antigas, o mundo árabe e a Europa medieval até desembarcar em terras brasileiras.E você quer trucar e mandar um royal flush na cara dos brothers? Então acessa lá apoia.se/historiaprosbrothers e seja o maior TRUCADOR de todos os tempos.
Neste episódio do História Pros Brother, Alexandre Nickel e Prof. Vítor Soares mergulham de cabeça nas páginas da Bíblia para desmistificar a transição do politeísmo para o monoteísmo nas religiões abraâmicas. Longe de ser uma mudança linear ou pacífica, o debate revela como a consolidação de Javé como o Deus único esteve intimamente ligada a disputas territoriais, guerras e à absorção de elementos culturais e espirituais de povos vizinhos, como os cananeus e babilônicos, influenciados fortemente pelo zoroatrismo.E você sabe quem mais é um deus poderoso que a bíblia não fala? É o deus chamado apoia.se/historiaprobrother entra lá para ascender e conhecer essa divinidade!.
Joel Jota, ex-atleta e hoje uma das principais referências em liderança no país, consolidou uma trajetória orientada pela busca contínua da excelência, acumulando mais de 16 milhões de seguidores por meio de uma execução de alta performance. Longe de caminhos rápidos ou simplificações vazias, sua experiência prática demonstra que o verdadeiro crescimento de longo prazo demanda consistência metodológica e clareza analítica nos bastidores. Neste episódio, Joel Jota detalha a engenharia por trás de sua metodologia dos 16Cs para o domínio de algoritmos e destrincha a radiografia exata dos 12 bloqueios invisíveis — como a identidade antiga e o teto emocional — que desafiam operadores experientes no mercado. Uma análise cirúrgica desenhada especificamente para quem busca eliminar posturas frouxas, corrigir pontos cegos e assumir uma autorresponsabilidade radical sobre a própria jornada.Patrocinador:Território da Forja 95% de você quer conforto. 5% quer vencer.Aqui não se motiva. Se molda.Se você escolheu ser forjado, entre.
O governo de Donald Trump adotou uma medida de proporções internacionais ao classificar as duas maiores facções criminosas do Brasil, o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), como "Terroristas Globais Especialmente Designados". A decisão, comunicada publicamente pelo Secretário de Estado Marco Rubio, sinaliza ainda a intenção de incluir ambas as organizações na lista oficial de Organizações Terroristas Estrangeiras dos Estados Unidos. Esta análise detalhada da Brasil Paralelo investiga o impacto jurídico, econômico e geopolítico dessa resolução. Longe de ser uma mera alteração de nomenclatura, o novo status abre prerrogativas para sanções financeiras severas, bloqueio de ativos internacionais e cooperação transnacional direta. O programa contextualiza a transformação dessas facções em verdadeiras multinacionais do crime e estabelece um paralelo com o combate às gangues ("maras") em El Salvador, sob a gestão de Nayib Bukele, analisando se tais medidas de isolamento e confinamento são aplicáveis à realidade brasileira.
Neste episódio Prof.Vítor Soares e Alexandre Nickel explicam de forma clara e descontraída a impressionante transformação do Japão após a Segunda Guerra Mundial. O debate gira em torno de como o país, após sofrer a devastação das bombas atômicas e o colapso de sua ideologia imperialista, conseguiu se reerguer e mudar completamente sua imagem global. Longe de ser um plano friamente calculado, a ascensão japonesa é analisada sob a ótica da forte influência geopolítica e do suporte financeiro dos Estados Unidos durante o contexto da Guerra Fria.Não esqueçam de dar uma passadelas lá no nosso apoia.se/historiaprosbrother !
We often pray for the rain. For answered prayers. For open doors. For increase. For the fulfillment of God's promises. But when the rain comes, everything changes. The pace shifts. New demands emerge. What was once a prayer point becomes a responsibility. God does not only answer prayers. He equips His people for the realities those answers bring. This Sunday at Ecclesia Hills, we'll explore what it means to receive divine strength for the season God has brought you into, and how to move with Him when the rain begins to fall. Running in the Rain
O INIMIGO QUER TE ABENÇOAR MAS LONGE DO CORPO
Nós precisamos ser mais produtivos? | Mariane Santana | Programa 20 MinutosEm meio à correria do dia a dia e à glorificação do estoicismo laboral, a pergunta que não quer calar ecoa: nós realmente precisamos ser mais produtivos? No programa 20 Minutos de hoje, recebemos a educadora e pesquisadora Mariane Santana, autora do recém-lançado livro “Quem dá conta de tudo não dá conta de si mesmo” . Em uma conversa profunda, Mariane desconstrói a armadilha da “cultura da produtividade tóxica” — aquela que nos convence de que nosso valor pessoal está atrelado à quantidade de tarefas que riscamos de um checklist . Longe de defender o ócio irresponsável, a autora nos apresenta o conceito de antiprodutivismo: uma ferramenta política e filosófica para recusar a vida que vive para produzir e resgatar o tempo como experiência de vida, não apenas como capital . Discutimos como a exaustão coletiva se tornou um símbolo de status e por que colocar limites na lógica do trabalho é, na verdade, um ato revolucionário e urgente para a saúde mental e para a construção de uma existência mais significativa. Mariane nos desafia a perceber que, se a produtividade não está a serviço da vida, talvez estejamos apenas alimentando a nossa própria exploração .#PrecisamosFalarSobreIsso #AntiProdutivismo #MarianeSantana #SaúdeMental #CulturaDoCansaço
Neste episódio especial do Conversa Paralela, Lara Brenner e Arthur Morisson recebem Silvio Grimaldo e Paulo Briguet para um diálogo aberto e detalhado sobre a trajetória e as ideias de Olavo de Carvalho. Longe de análises superficiais, os nossos convidados trazem perspectivas de quem acompanhou de perto o cotidiano e a produção do autor, resgatando desde as memórias da sua infância e os bastidores na Virgínia até à consolidação do Curso Online de Filosofia (COF).
As grandes ameaças que rondam o mundo | Miguel Nicolelis | Programa 20 Minutos00:00:00 - Introdução00:01:40 - Seleção brasileira00:03:00 - Vivemos o período mais ameaçador do último século00:06:45 - Ciência e tecnologia não são a mesa coisa00:09:05 - Os perigos de tecnologia sem ética00:12:22 - Nicolelis é ludista?00:13:42 - A luta contra data-centers00:18:45 - IA não dá lucro e não produz nada de útil00:21:12 - A IA cria um regime totalitário00:27:00 - O conheicmento matemático é limitado00:31:30 - O perigo das mudanças climáticas00:34:00 - O cérebro humano está adoecendo devido a inatividade física00:40:15 - Como o sistema imunológico humano lidou com o COVID00:45:03 - A ciência não está pronta para uma nova pandemia00:46:32 - A mente humana é o maior perigo contra o ser humano00:47:10 - Pedido de apoio00:48:12 - Lewis Mumford e a ditadura da tecnologia00:54:25 - A china utiliza a tecnologia com mais ética do que o ociente01:03:30 - Como Nicolelis entrou no plano quinquenal chinês01:05:33 - A ciência é respeitada na China01:12:07 - A universidade nos EUA está sendo assassinada pela IA01:13:40 - A IA destroi os emppregos e ameaça o futuro dos trabalhadores01:15:42 - A política brasileira de atração de data-centers é vergonhosa01:16:15 - Pedido de apoio01:18:12 - Mongólia01:19:50 - O embate entre religão e ciência01:25:00 - O referêncial do observador da mecânica quântica deve ser o cérebro01:26:13 - A extrema-direita não sabe nem o que é ciência, nem religião01:28:45 - O cérebro não funciona como um computador01:36:00 - A polêmica da Poliaminina01:36:45 - A vida humana não tem condições de se estabelecer em outros planetas01:40:01 - Existe vida fora da terra01:41:50 - Posadismo e a Libelu01:43:10 - A cosmologia cérebro-cêntrica e a origem de tudo01:47:55 - A decadência dos EUA01:51:25 - Qual o melhor país e época para ser cientista?01:51:55 - Perguntas do público01:55:25 - Jogo de Ping-Pong02:02:05 - Indicações culturais
Neste episódio, falamos sobre a conquista da FA Cup pelo Manchester City, Chelsea anuncia Xabi Alonso, despedidas emocionantes na Espanha, as primeiras convocações para a Copa do Mundo e muito mais. Vem com a gente! Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Da primária ao doutoramento com 19 valores, Catarina, 30 anos, foi sempre a melhor: “Vejo-me a ensinar. É quando vou explicar, vou contar. E sempre como se fosse a primeira vez.”See omnystudio.com/listener for privacy information.
Da primária ao doutoramento com 19 valores, Catarina, 30 anos, foi sempre a melhor: “Vejo-me a ensinar. É quando vou explicar, vou contar. E sempre como se fosse a primeira vez.”See omnystudio.com/listener for privacy information.
Taxas de mortalidade caíram, incidência de tuberculose diminuiu, mas casos de malaria e violência contra mulheres continuam subindo; entre 2020 e 2023, mais de 22 milhões de pessoas morreram de causas associadas à Covid19.
EVENTO PRESENCIAL: O PLANO DE AÇÃO PARA VOCÊ ENTRAR NO MERCADO FINANCEIRO, CONQUISTAR SEUS PRIMEIROS CLIENTES E CHEGAR A R$ 18 MIL OU MAIS POR MÊS!Garanta seu ingresso com desconto: https://finc.ly/4bbc549c11 O Brasil saiu do conflito no Oriente Médio com o cofre cheio.Enquanto o mundo acompanhava em pânico a escalada da guerra no Irã, o petróleo disparando para US$ 150 e o estreito de Ormuz no centro do tabuleiro, o Brasil fazia algo que ninguém esperava: o real se valorizou, o dólar caiu para R$ 4,92 e mais de R$ 63 bilhões em fluxo estrangeiro entraram na bolsa só até abril. Mais que o dobro de todo o ano passado.Coincidência? Longe disso.Neste episódio 220 d'Os Economistas, recebemos Ruy Alves, da Kinea Investimentos, para destrinchar por que o Brasil se tornou o grande beneficiário geopolítico do choque de petróleo, o que muda na sua carteira a partir de agora e quais setores devem capturar a maior parte desse fluxo nos próximos meses.Discutimos:. Por que o Brasil é o emergente que mais ganha com o choque de termos de troca. Onde o petróleo deve se estabilizar no médio prazo (e a tese de US$ 70 estrutural). O efeito segunda ordem em alumínio, fertilizantes e cadeias agrícolas. A nova escassez do mundo: capacidade computacional, energia e data centers. Por que tokens são o novo petróleo digital. O que o ciclo de corte da Selic abre para utilities, distribuição de combustíveis e small caps. O risco do Brent superar US$ 150 e o que isso faria com o BRL. Como o IPCA de 4,56% pode surpreender pra baixo se o real seguir forte. O cenário do Fed com Kevin Warsh e a sucessão de Powell. Onde estão as melhores oportunidades em juros globais (Suécia, Nova Zelândia, yuan)SIGA O PESSOAL: Ricardo Figueiredo: @ricardo.fiisEvandro Medeiros: @oevandromedeirosOtávio Magalhães / Guepardo: @guepardoinvestimentos
Oro Por Você 03148 – 07 de maio de 2026 Pai, preciso de Tua ajuda para me afastar do que não é santo, daquilo que não presta, daquilo que me impede de ter uma verdadeira comunhão contigo. Ajuda-me a fazer o necessário para remover do coração o que não é Teu ideal para mim. Às vezes são pensamentos egoístas, pessimistas, carregados de dúvidas e questionamentos. Outras vezes são atitudes concretas cheias de pecado. Quero que minha vida seja um cântico de gratidão a Ti, brotando de um coração arrependido e sincero. Por isso, obrigado porque não me tratas segundo os meus pecados. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as orações diárias do Oro Por Você: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99797 2727 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Conheça nosso novo portal de oração: www.oroporvoce.com.br -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: https://www.whatsapp.com/channel/0029Va9r7v8G8l5NcIiafZ2V . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
O Papo fala sobre os distanciamentos que podem melhorar nossas relações. Também fala sobre se render à pressão do algoritmo e sobre sexo casual com amigos.
Fala Pirataria! Já está no mar mais um episódio da História de Bolso dos EUA, um projeto encabeçado pelo Prof. Marcos Sorrilha em colaboração com o História Pirata. Em nosso quarto episódio, exploramos Jamestown, o primeiro assentamento inglês permanente na América do Norte. Longe de um projeto de liberdade ou fé, a Virgínia nasceu como um empreendimento econômico voltado ao lucro marcado por desafios desafios iniciais (fome, conflitos e alta mortalidade). Ao longo dessa história, veremos como o tabaco transformou a colônia em um negócio viável, impulsionando a exploração do trabalho, da servidão à escravidão africana. Como não poderia deixar de ser, Pocahontas aparece, não como a figura romântica apresentada pela Disney, mas como parte de um complexo jogo político. Ao final, veremos como Jamestown revela, desde o início, as contradições que marcariam a história dos Estados Unidos. Quem quiser saber mais sobre a história dos EUA compre o livro: As Origens dos Estados Unidos da América https://amzn.to/4taRPlS
O Jorge conheceu a Renata no trabalho e se apaixonou mesmo sabendo que ela era casada há 10 anos e com uma filha de 6. Ele insistia na relação, mas ela tinha medo de estragar o casamento e pediu para que eles se afastassem, mas a vontade falou mais alto. Renata acabou terminou com o marido, mas ao aumentar a convivência, Jorge percebeu que talvez nunca a amou de verdade e tudo perdeu a graça. Hoje, ele não se culpa e mesmo sabendo que destruiu um casamento, ele acha que cada um é responsável por suas escolhas.
Alexandre Garcia comenta o veto de Lula ao visto do conselheiro de Donald Trump.
Muito bem, muito bem, muito bem, está no ar o BTCast 633! Neste episódio, Bibo, Luiz Henrique Erlan Tostes e Alexandre Miglioranza mergulham em um tema muitas vezes ignorado nas leituras bíblicas: as genealogias. Longe de serem listas monótonas de nomes difíceis, elas revelam teologia, identidade, memória e propósito na narrativa das Escrituras. Por que os […] O conteúdo de Genealogias bíblicas, pra quê? – BTCast 633 é uma produção do Bibotalk - Teologia é nosso esporte!.
Muito bem, muito bem, muito bem, está no ar o BTCast 633! Neste episódio, Bibo, Luiz Henrique Erlan Tostes e Alexandre Miglioranza mergulham em um tema muitas vezes ignorado nas leituras bíblicas: as genealogias. Longe de serem listas monótonas de nomes difíceis, elas revelam teologia, identidade, memória e propósito na narrativa das Escrituras. Por que os […] O conteúdo de Genealogias bíblicas, pra quê? – BTCast 633 é uma produção do Bibotalk - Teologia é nosso esporte!.