Podcasts about fato

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PQU Podcast
Episódio #356 – Psiquiatria e cultura

PQU Podcast

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 27:41


No episódio 356 do PQU Podcast, apresentamos e comentamos o livro “Medicine and Culture”, de 1988, um clássico que discorre sobre a influência da cultura na prática médica, muito maior do que pensamos, e demonstra que a medicina não é baseada somente em ciência objetiva. Depois de apresentar brevemente as conclusões da autora, a jornalista Lynn Payer, sobre as diferenças na prática médica entre Alemanha, França, Inglaterra e Estados Unidos, abordaremos o que ela conta sobre a prática da psiquiatria nesses países. Por fim, falamos algo da miscigenação da prática médica em nosso país. Fato é que escutar esse episódio, colega em formação, vai lhe proporcionar melhor compreensão do seu papel na sociedade e da sua prática. Por isso, esse você não pode perder!

E eu com isso?
#377 O que está acontecendo no Líbano?

E eu com isso?

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 41:05


Quando Israel e Hezbollah aceitaram um cessar-fogo, muita gente imaginou que a guerra na fronteira entre Israel e Líbano finalmente havia chegado ao fim. Mas os últimos acontecimentos mostram uma realidade diferente. Ataques de drones continuam acontecendo, tropas israelenses avançaram para novas posições no sul do Líbano e o governo de Benjamin Netanyahu afirma que está ampliando uma zona de segurança para proteger as comunidades do norte de Israel.Ao mesmo tempo, o Hezbollah continua presente na região, acusa Israel de violar o acordo e mantém sua capacidade de atacar o território israelense. Afinal, esse cessar-fogo existe apenas no papel? O que está acontecendo na fronteira norte de Israel? E quais os riscos de uma nova escalada regional? Nosso convidado de hoje é Henry Galsky, brasileiro que vive em Israel, jornalista, correspondente da CNN Portugal e editor do portal Israel de Fato.

Presente Diário
Santifiquem-se!

Presente Diário

Play Episode Listen Later May 30, 2026 3:34


Devocional do dia 30/05/2026 com o tema: Santifiquem-se! Decisões têm consequências. O ato de não nos posicionarmos já é uma decisão, o que também traz implicações. Cuidamos da saúde? Que relacionamentos nutrimos? Que valores nos dirigem? Cultivamos um relacionamento com Cristo? Fato é que nossas ações e omissões têm impacto em nossa vida. Leitura Bíblica: Josué 7.10-15 Bem-aventurados aqueles que ouvem a Palavra de Deus e lhe obedecem (Lc 11.28).See omnystudio.com/listener for privacy information.

Rádio ASPUV
Rádio ASPUV #6/26 | Democratização da comunicação

Rádio ASPUV

Play Episode Listen Later May 25, 2026 48:16


A comunicação é um campo de disputas… um objeto de desejo e marcado pelo monopólio da classe dominante. No Brasil, os veículos tradicionais são controlados por poucas famílias e as redes sociais também reproduzem a concentração de poder, já que estão nas mãos das big techs..Para ampliar vozes, pautar a informação como direito, não como mercadoria, e garantir pleno acesso à cidadania, é preciso avançar em um processo de democratização da comunicação. E é sobre isso que nós debatemos nesta edição do Rádio ASPUV!.Nosso convidado é o professor e cientista de dados Ergon Cugler, do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé. Confira!.Confira!..Dicas culturais da edição:.- “TIC Domicílios 2024”, do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação;- “Mídia, Poder e Contrapoder: Da Concentração Monopólica à Democratização da Comunicação”, de Dênis de Moraes, Ignacio Ramonet e Pascual Serrano;- “Democratizar a Comunicação: Teoria Política, Sociedade Civil e Políticas Públicas”, do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé;- “Democratização dos Meios de Comunicação: Estado, Direito e Políticas Públicas”, de Tarso Cabral Violin;- “Uma Onda no Mar”, de Helvécio Ratton;- “O Quinto Poder”, de Bill Condon;- “O Momento Waldo”, episódio 2 da segunda temporada de Black Mirror;- Instituto Conhecimento Liberta, Brasil de Fato e Nexo Jornal, portais de comunicação independentes; e- "Comunicação e contra-hegemonia" e "Soberania digital", episódios do Rádio ASPUV.

Notícias MP
MPAC apura alteração em política de cobrança de estacionamento no Via Verde Shopping

Notícias MP

Play Episode Listen Later May 8, 2026 1:11


O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da 1ª Promotoria de Justiça Especializada de Defesa do Consumidor, instaurou Notícia de Fato para apurar possível prática abusiva relacionada à alteração na política de cobrança do estacionamento do Via Verde Shopping, em Rio Branco.

Entendendo a Notícia
#1111 - O QUE DE FATO IMPORTA NA CONVERSA DE LULA COM TRUMP

Entendendo a Notícia

Play Episode Listen Later May 6, 2026 23:35


Tema de abertura de Claudio Zaidan para o programa Bandeirantes Acontece

Passando a Limpo
A polarização no Brasil é fato novo?

Passando a Limpo

Play Episode Listen Later May 6, 2026 22:15


Passando a Limpo: No Passando a Limpo desta quarta-feira (6), Igor Maciel e a bancada do programa conversam com o diretor de jornalismo do SJCC, Laurindo Ferreira, sobre as mudanças gráficas no Jornal do Commercio. O cientista político, empresário e político brasileiro, Luiz Felipe DAvila, conversa sobre polarização política.

Devocional Diário
O que de fato é um problema?

Devocional Diário

Play Episode Listen Later Apr 26, 2026 2:17


“Se eu soubesse que Deus faria isso, daria pulos de alegria, mesmo sofrendo muita dor. Pois Deus é santo, e eu nunca fui contra as suas decisões.” Jó 6:10 NTLH O que de fato é um problema?Dizem que 90% dos problemas, de fato não são problemas e sim preocupações sobre um futuro incerto ou de situações que não estão nosso controle.Jó que foi um dos homens que mais sofreu na Bíblia, disse este versículos em meio a um situação de muito dor e perdas e que se soubesse o final da história ficaria irradiante de felicidade. No livro de Romanos Paulo diz :“Nos gloriamos nas próprias tribulações, sabendo que a tribulação produz perseverança; e a perseverança, experiência; e a experiência, esperança.” (Rm 5:3,4)É como ler uma história de um livro sabendo que no final as coisas ficariam muito bem, pois:Não há experiências sem os fracassos;Não há vitória sem luta;Não há esperança sem ter fé;Se alegre em Deus e saiba que se Ele está no controle da sua vida, não há o que temer! Pergunte a si mesmo:Sabendo que Deus tem sempre o melhor para sua vida, vale a pena se preocupar?Oração : Senhor nos de a tranquilidade de saber que o Senhor é quem cuida de nós e ter a alegria hoje pela certeza de que contigo haverá um bom futuro.Em nome de Jesus, Amém !Que você tenha um dia abençoado!Por Ubiratan Paggio#devocionaisdiarios#deusfalacomigo#haveraumbomfuturo#DeusNoControle#ubiratanpaggio@ubiratan.paggio@ubiratanpaggio

Entendendo a Notícia
#1104 - O QUE IMPORTA DE FATO NO DEBATE SOBRE A RIQUEZA MINERAL BRASILEIRA

Entendendo a Notícia

Play Episode Listen Later Apr 24, 2026 27:37


Tema de abertura de Claudio Zaidan para o Bandeirantes Acontece

Podcast do Professor Marins
Dica: Assuma de fato a sua função

Podcast do Professor Marins

Play Episode Listen Later Apr 24, 2026 0:33


43a. CLÍNICA DE GESTÃO com Professor Marins Os 07 maiores desafios de liderança, motivação, atendimento e vendas em tempos disruptivos Clique aqui e saiba mais

O Antagonista
Flávio usa vídeo de fome da época do governo Bolsonaro em crítica a Lula

O Antagonista

Play Episode Listen Later Apr 13, 2026 12:17


O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro publicou no domingo, 12, um vídeo em que critica o governo Lula (PT), abordando o aumento da inadimplência e episódios de fome no país.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto   de Brasília.     Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil.     Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado.    Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube.  https://www.youtube.com/@OAntagonista   Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay:  https://assine.oantagonista.com.br/   Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #FlávioBolsonaro, #Lula, #Fome, #Política, #Checagem, #FactChecking, #GovernoBolsonaro, #GovernoLula, #Brasília, #Polêmica, #VídeoViral, #Oposição, #Notícias, #Brasil, #Debate, #FakeNews, #Verdade, #RedesSociais, #Podcast, #MeioDiaEmBrasília

IBBP
Ele Ressuscitou: O Fato que Alterou o Curso da História

IBBP

Play Episode Listen Later Apr 6, 2026 11:50


Jerusalém viveu seus dias mais sombrios quando o Autor da Vida foi morto por aqueles que Ele mesmo criou. Mas o terceiro dia trouxe a notícia que alterou eternamente o curso da criação: o túmulo está vazio e Jesus ressuscitou, exatamente como havia prometido.Neste vídeo, exploramos o relato bíblico de Mateus 28 e João 20 para entender como a ressurreição valida a oferta de Cristo pelos nossos pecados e garante a nossa adoção na família de Deus.Por que a ressurreição muda tudo hoje?• Vitória sobre a Morte: Porque Ele vive, a morte não tem mais poder sobre os salvos e nossa esperança é real.• Solução para a Angústia: A ressurreição é a resposta para as aflições, dúvidas e anseios do coração humano.• Nova Identidade: Nossa identidade não está mais em nossos erros ou pecados, mas no Cristo ressurreto.• Acesso Direto ao Pai: Temos paz com Deus e a certeza de que nossas orações são ouvidas por meio do nosso mediador vivo.Se você busca uma razão para acreditar ou precisa de renovo para sua fé, este estudo mostra que a obra de Deus em você será completada porque Aquele que iniciou a boa obra venceu a morte.

Eles que Lutem
CAMILA GENTILE revela os MAIORES TABUS na CAMA | ELES QUE LUTEM

Eles que Lutem

Play Episode Listen Later Apr 2, 2026 58:08


Camila Gentile é sexóloga, CEO da Exclusiva Sex e vai revelar os maiores tabus na cama, o segredo do prazer feminino e masculino e os maiores fetiches atualmente. Você sabia que existe fetiche em ser corno? Camila abre o jogo e conta tudo isso na entrevista do Eles que Lutem. Episódio para maiores de 18 anos.

Chutando a Escada
Ecologia da mente e extrema-direita

Chutando a Escada

Play Episode Listen Later Mar 26, 2026 70:01


O que há em comum entre uma bateria antiaérea da Segunda Guerra Mundial, os algoritmos do WhatsApp e o bolsonarismo? Para Letícia Cesarino, professora associada de Antropologia Social na Universidade Federal de Santa Catarina, a resposta está na cibernética. Neste episódio, produzido em parceria com o Observatório da Extrema Direita, David Magalhães e Guilherme Casarões recebem Letícia para discutir seu artigo recém-publicado na revista Current Anthropology: “An Ecology of Mind Approach to Far-Right Publics in Brazil“, no qual ela aplica o quadro teórico da ecologia da mente, desenvolvido pelo antropólogo Gregory Bateson, para reler o bolsonarismo como um sistema tecnopolítico. No bloco de notícias, David traz dois termômetros da extrema-direita global: os resultados das eleições municipais na França, que revelam o avanço territorial do Rassemblement National a despeito de um teto de vidro nas grandes cidades, e as eleições húngaras de abril, onde Peter Magyar desafia 15 anos de governo Orbán. E ainda tem, no último bloco, dica cultural. Aperte o play! Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX: perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: Letícia Cesarino (UFSC), David Magalhães e Guilherme Casarões Capa do episódio: Agência Brasil (CC BY 3.0 BR) Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Capítulos: 00:00 — Abertura 00:02 — Entrevista: ecologia da mente, cibernética e extrema-direita digital 00:32 — Bolsonarismo, populismo e públicos digitais artificiais 00:45 — Radicalização, a lacuna online-offline e os limites da etnografia 00:57 — Boletim: França — eleições municipais e o Rassemblement National 01:03 — Boletim: Hungria — Orbán e Peter Magyar às vésperas das eleições de abril 01:08 — Dica cultural: Feels Good Man (Amazon Prime, 2020) Citados no episódio CESARINO, Letícia. “An Ecology of Mind Approach to Far-Right Publics in Brazil”. Current Anthropology, 2026. BATESON, Gregory. Steps to an Ecology of Mind. Chandler, 1972. GALISON, Peter. “The Ontology of the Enemy: Norbert Wiener and the Cybernetic Vision”. Critical Inquiry, v. 21, n. 1, 1994. WIENER, Norbert. Cybernetics: Or Control and Communication in the Animal and the Machine. MIT Press, 1948. MASSUMI, Brian. Ontopower: War, Powers, and the State of Perception. Duke University Press, 2015. SIMONDON, Gilbert. L’individuation à la lumière des notions de forme et d’information. Jérôme Millon, 2005. LIFTON, Robert Jay. The Nazi Doctors: Medical Killing and the Psychology of Genocide. Basic Books, 1986. EASTON, David. A Systems Analysis of Political Life. Wiley, 1965. Documentário Feels Good Man. Direção: Arthur Jones. EUA, 2020. Disponível na Amazon Prime. Chute 391 — Transcrição Parceria Chutando a Escada e Observatório da Extrema Direita Publicado em 26 de março de 2026 Abertura David Magalhães: Olá, pessoal! Sejam bem-vindos e bem-vindas a mais um episódio da parceria entre o Chutando a Escada e o Observatório da Extrema Direita — o primeiro episódio de 2026. A partir de agora, nos encontramos sempre na última semana de cada mês com episódios dedicados a discutir a extrema-direita em suas dimensões globais, teóricas e também reagindo ao calor dos acontecimentos. Para quem já acompanha o podcast, vale lembrar que nosso programa segue dividido em três blocos. No primeiro, trazemos uma entrevista mais aprofundada com pesquisadores e pesquisadoras que estão na linha de frente desse debate. Depois, passamos para um boletim com as análises das principais notícias envolvendo a extrema-direita global. E, para fechar, uma dica cultural sempre conectada com o universo do extremismo de direita — pode ser um livro, um filme, uma série, uma produção musical. Peço que você fique conosco até o fim, porque a dica deste episódio está completamente relacionada com o tema da nossa entrevista. Vamos lá. Entrevista — Letícia Cesarino David Magalhães: Estou aqui com o meu amigo Guilherme Casarões para receber a nossa convidada deste episódio, que é a Letícia Cesarino. A Letícia é professora associada de Antropologia Social na Universidade Federal de Santa Catarina e também uma das novas integrantes do Observatório da Extrema Direita. Aproveitamos para dar as boas-vindas — é um prazer ter você conosco, não só no episódio, mas também no Observatório. Nos últimos cinco anos, a Letícia desenvolveu uma pesquisa bastante aprofundada e relevante sobre antropologia digital, extrema-direita e redes sociais. E, mais recentemente, ela acaba de publicar — acabou de sair do forno — um artigo bastante interessante e instigante na revista Current Anthropology. O artigo se intitula “An Ecology of Mind Approach to Far-Right Publics in Brazil” — algo como uma abordagem da ecologia da mente aplicada aos públicos de extrema-direita no Brasil. A ideia deste episódio é discutir esse novo artigo. Letícia, você mobiliza um quadro teórico bastante sofisticado, especialmente ao trazer a ideia de ecologia da mente — ecology of mind —, que vem do trabalho de Gregory Bateson, um antropólogo e linguista britânico importante do século XX. Confesso que não o conhecia; encontrei o livro dele em PDF na internet e li um pouco para me inteirar de como você adota e aplica esse quadro teórico para discutir redes sociais e extrema-direita brasileira. Fiquei bastante interessado no uso do termo “cibernético”, porque para ouvidos contemporâneos ele remete imediatamente ao universo digital, de redes e internet. Mas as principais obras de Bateson são publicadas logo após a Segunda Guerra, nos anos 1960 e 1970 — embora ele tenha iniciado seu desenvolvimento nos anos 1930 —, e ele não estava falando exatamente de internet. Isso me gerou dúvidas. Antes de falarmos da aplicação propriamente dita, você poderia nos explicar um pouco sobre essa abordagem e esse quadro teórico? Bateson propõe tudo isso muito antes da chamada terceira revolução industrial. Letícia Cesarino: Oi, David, Casarões. É um grande prazer estar aqui com vocês no podcast e também no Observatório da Extrema Direita como um todo. Obrigada pelo convite. Acho que esse artigo é um bom gancho para trabalharmos questões da minha abordagem mais específica para a extrema-direita, porque, diferente de muitos que trabalham nesse campo, eu não venho dos estudos da política. Sou uma antropóloga cuja área de origem é a antropologia da ciência e tecnologia — sempre foi assim, desde a graduação —, e nos últimos anos fui transitando para essas questões das mediações digitais, das plataformas e da cibernética. O meu olhar para a extrema-direita é, portanto, um olhar tecnopolítico. O meu interesse é entender essa dimensão relativamente pouco trabalhada nas ciências sociais: o papel das máquinas, o papel da técnica, o papel das infraestruturas técnicas na conformação dessa força política e, mais especificamente no caso desse artigo, dos ecossistemas digitais de extrema-direita. A ecologia da mente e o Bateson — nos últimos anos consolidei em torno da obra dele um arcabouço que remeto também a outros autores da antropologia e da área dos estudos de mídia e tecnopolítica, para desenvolver uma perspectiva que veja agência humana e maquínica juntas, de forma recursiva. E aí a cibernética — podemos começar por ela, esclarecendo o termo. O termo remete a computadores, o que faz sentido, porque a cibernética clássica dos anos 1940, a de Norbert Wiener, o matemático estadunidense que inventou o termo, também deu origem à indústria de tecnologia que temos hoje. Existe, portanto, uma continuidade entre o que chamamos de cibernética hoje e o que era a cibernética como superciência da comunicação e do controle, tanto nos sistemas maquínicos como nos sistemas animais, incluindo o humano. Gregory Bateson fez parte do grupo original das chamadas Conferências Macy, nos anos 1940. Mas depois da Segunda Guerra houve uma bifurcação: uma linha foi trabalhar o que chamo de cibernética das máquinas — Norbert Wiener, Von Neumann, todos os nomes precursores da indústria de tecnologia, da construção dos computadores, da inteligência artificial —, enquanto Bateson foi trabalhar a questão da cibernética dentro de uma chave mais próxima da teoria da evolução e da história natural, o que chamo de cibernética da vida. Ele tem um arcabouço que inclui a cibernética das máquinas, os princípios comuns do funcionamento de máquinas cibernéticas, humanos e animais, mas vai além, trazendo as camadas extras que o humano coloca na relação com a máquina. Nesse sentido, a ecologia da mente inclui a cibernética, mas é maior. É a partir desse ponto de vista que tenho olhado para a participação de máquinas cibernéticas — que, no fundo, hoje são basicamente algoritmos, e a evolução dos algoritmos são as inteligências artificiais — e como elas influem e participam em processos que entendemos como políticos, mas que, na verdade, são tecnopolíticos, porque têm cada vez mais a participação de agências não humanas, agências maquínicas. Guilherme Casarões: Letícia, eu também ficava intrigado com essa terminologia cibernética. Lembro que na faculdade, na aula de sociologia, tive contato com David Easton, que aplicava a cibernética aos sistemas políticos e aos sistemas humanos em geral. Sempre achei curioso que não tivesse a ver com computador — essa foi a maneira como sempre encaramos o termo. Mas toda teoria de sistemas convida a um tipo de abordagem cibernética, com essa linguagem muito interessante de inputs e outputs, de como os sistemas funcionam. Trazer isso de volta à discussão é fundamental. E você argumenta no seu texto que a infraestrutura das redes sociais carrega uma espécie de ontologia do inimigo, herdada dessa cibernética militar da Segunda Guerra Mundial. Como essa visão do ser humano como um servomecanismo — um animal a ser controlado por algoritmos — cria uma afinidade eletiva com a lógica da guerra e a desumanização do outro praticadas pela extrema-direita? Letícia Cesarino: Ótima pergunta. É um bom gancho para colocarmos mais camadas na questão da cibernética. O que tentaram fazer nos anos 1940 — e é importante notar que a cibernética nasce do esforço de guerra, do esforço de guerra dos americanos entrando na Segunda Guerra contra o nazifascismo; a primeira conferência foi em 1946, se não me engano — era produzir conhecimento básico, porque a cibernética é uma ciência que explicaria formas comuns de funcionamento de máquinas cibernéticas, de animais e de humanos. O que têm em comum entre o funcionamento desses sistemas? A cibernética gira em torno da ideia não só de input e output, mas principalmente do feedback — quando o output volta para o sistema como input. O coração da cibernética é essa questão da recursividade, ou causalidade circular, que é uma característica de qualquer organismo vivo e também de máquinas construídas à imagem e semelhança desses organismos, ou seja, máquinas que tomam decisões sozinhas. Essa é, para mim, a principal definição de máquina cibernética, porque os algoritmos fazem isso. Mas muito antes da indústria de tecnologia, outras máquinas já faziam isso — como a própria máquina a vapor de James Watt, que é a base do que Marx, no uso grundrissiano, chama de automata. Ele já identificou no século XIX que havia máquinas sendo incorporadas nas infraestruturas do trabalho que tomavam decisões sozinhas — ainda muito rudimentares, mas a ideia de que as máquinas começam a dar o ritmo do trabalho humano já estava colocada desde o século XIX. A cibernética dos anos 1940 traz para o centro essa questão da guerra, que é quando houve um pico na produção dessas máquinas antes da indústria de tecnologia propriamente dita. Peter Galison — um dos grandes historiadores da ciência, físico de formação — tem um artigo no qual trabalha a ontologia da cibernética de Wiener a partir do contexto de guerra. Ele vai elaborar o que seria essa ontologia do inimigo de guerra a partir da cibernética. Ele faz uma progressão que vale a pena resgatar brevemente aqui. Quando você está numa conjuntura de guerra — uma conjuntura de exceção, isso é importante —, você precisa desumanizar seu inimigo, porque assim vai torná-lo eliminável. Em modelos de guerra anteriores, até a Primeira Guerra, quando você tinha que confrontar seu inimigo no corpo a corpo com uma baioneta ou uma arma de fogo de curto alcance, a forma de desumanização era através de analogias com animais, com monstros. Galison trabalha, por exemplo, cartas de soldados americanos que representam os japoneses através de analogias com ratos, com vermes. Essa é uma forma de desumanização. A segunda forma seria a da Segunda Guerra, que compartilha com a cibernética essa ideia do servomecanismo — um híbrido de humano-máquina. Quando Norbert Wiener começou a desenvolver a cibernética para produzir artilharia antiaérea — máquinas que conseguissem calcular sozinhas a trajetória do caça inimigo para atirar antes de o avião chegar, e o projétil encontrar o alvo no meio da trajetória —, o que o servomecanismo significa? Por que essa imagem do inimigo desumaniza? Porque não interessa quem está dirigindo aquele avião. O que interessa é como aquele avião se comporta — e um comportamento que possa ser previsto e controlado. É um tipo de desumanização cibernética. E podemos pensar também em outras formas de desumanização que evoluem com a guerra, como essa guerra de videogame que temos hoje, onde o inimigo não é sequer visto — é quase como algo da fantasia dos videogames. Isso sempre acompanha a guerra. A cibernética é uma boa epistemologia para entender contextos de exceção, conjunturas de guerra, conjunturas de crise que não se superam, porque são conjunturas de grande instabilidade, de não linearidade, com essa tendência à bifurcação do corpo social. Essas são ferramentas melhores para esse tipo de conjuntura do que muitas das ferramentas clássicas das ciências sociais — Durkheim, por exemplo, desenvolveu ferramentas em sua maioria para contextos de estabilidade, de paz, onde o social está mais estruturado, mais previsível e regido por normas. Num contexto de exceção, de crise e de guerra, o social muda de modo de funcionamento. Uma das hipóteses do meu próximo livro é a de que o social de guerra, de exceção e de crise, funciona em outra dinâmica, e que a cibernética tem boas ferramentas para entender isso, inclusive as formas de desumanização que tendem a se proliferar nesses contextos. David Magalhães: Excelente. Acho que é um bom gancho para avançarmos para a parte do seu texto em que você enquadra todo esse arcabouço para compreender a extrema-direita em ambiente digital. As principais linhas interpretativas preocupadas em compreender a ascensão dessa onda ultradireitista global olham para a questão ideológica, para eleitores frustrados, para a relação desses eleitores com a globalização e com a crise da democracia liberal. Mas você propõe algo diferente: observar esse fenômeno como um grande organismo cibernético, um sistema no qual humanos — lideranças, influenciadores, seguidores — e máquinas — algoritmos do WhatsApp, do Telegram, de redes sociais — operam de maneira integrada, como parte de um ecossistema. O que ganhamos analiticamente ao fazer esse deslocamento? Letícia Cesarino: São muitas camadas. Uma das coisas que acho importante — sempre começo palestras com isso — é a questão do ciborgue. O que é o ciborgue? É um híbrido de humano-máquina, outra forma de falar no servomecanismo. Mas temos essa imagem fantasiosa do ciborgue que vem da ficção científica, a de que seria um indivíduo com partes de sua função fisiológica — alimentação, respiração — suplementadas por máquina. O Robocop seria o tipo ideal disso. O ciborgue da vida real, porém, não se parece em nada com o Robocop. O ciborgue da vida real somos nós. É qualquer um que acorda e a primeira coisa que faz é pegar o celular — para olhar o WhatsApp ou para desligar o alarme — e fica nessa relação de dependência com aquela máquina o dia inteiro, para questões de memória e de tomada de decisão. Por que isso acontece? Porque o Homo sapiens é uma espécie extremamente técnica — uma questão antropológica. Sobrevivemos como espécie, enquanto todos os outros hominíneos foram extintos, pela questão da técnica, da cultura. Precisamos ser suplementados. Como espécie biológica, precisamos ser suplementados o tempo todo pela cultura e pela técnica. Isso não significa que outros animais não tenham técnica — vários mamíferos têm, pássaros também. Mas para o sapiens, isso é existencial. Como Bateson diz, a mente não termina na pele; a mente humana é estendida para o seu ambiente. A unidade de análise da ecologia da mente nunca é o indivíduo sozinho — tentamos delimitar qual é o circuito relevante, e esse circuito de feedbacks é sempre maior que o indivíduo. Pode ser uma família, como no caso dos cães e de uma matilha; pode ser uma comunidade, algum território existencial qualquer. E o nosso território existencial hoje passa necessariamente por essas tecnologias. Os algoritmos, as máquinas, a agência maquínica fazem parte desse território existencial. Isso é um preâmbulo para chegar ao argumento que também faço em vários textos — inclusive nesse —: de que a extrema-direita, se a gente for transposto para a política, é uma força política nativa digital, pelo menos essa extrema-direita que conhecemos hoje. O nazifascismo histórico tem muita participação de mídia, embora isso não seja suficientemente notado. Há muitos estudos históricos que mostram o papel do rádio na capilarização do Terceiro Reich, para conformar esse grande território existencial imaginado e como isso atraiu os alemães comuns em torno daquele projeto. De certa forma, algo similar — similar, mas muito diferente também — está sendo recolocado hoje com relação à nova infraestrutura técnica midiática que são as plataformas digitais. Evito usar a palavra “mídia” porque quando falamos em mídia pensamos em máquinas específicas — televisão, rádio —, mas plataformas não são exatamente mídias. Elas se sobrepõem a todo tipo de infraestrutura técnica, não apenas midiática. Com a plataformização — uma tendência relativamente recente; a internet era muito diferente antes de 2010 — e com os smartphones, que foram um verdadeiro game changer, as primeiras áreas cujos efeitos foram sentidos foram a política eleitoral e a área da saúde. Mesmo antes da pandemia, pesquisadores já identificavam como o autocuidado começou a passar rapidamente por essas infraestruturas, com o “doutor Google”. Para não me estender, vou colocar os dois pontos principais que desenvolvo no artigo, porque são mais ontológicos: como essas máquinas mudam a própria relação espaço-temporal dos nossos sistemas sociotécnicos. O que os algoritmos fazem? Eles hiperaceleram — e esse é, para mim, o ponto central. Quando você hiperaccelera, desestabiliza a relação da mente humana com o seu ambiente. Fica aquele fluxo constante de eventos ao qual você tem que responder o tempo todo, e cognitivamente isso é lido como uma situação de crise, do ponto de vista da ecologia da mente — não só para o humano, para qualquer espécie. Quando há uma instabilidade muito grande do ambiente, isso tende a reverter para o modo crise. É o que Wendy Chun chama de situação de crise permanente que as plataformas jogam nos nossos sistemas sociotécnicos. Isso é, obviamente, uma base fértil para a instrumentalização por forças de extrema-direita. Um outro ponto que os algoritmos introduzem, relacionado à hiperaceleração — que seria uma dimensão mais temporal —, é uma dimensão mais espacial de bifurcação. Algoritmos programados para segmentar públicos, porque essa é a lógica do modelo de negócios da economia da atenção, acabam gerando — não sozinhos, mas na interação com os usuários humanos, porque a recursividade do humano-máquina vai para os dois lados — um efeito sistêmico não de segmentação pura e simples, mas de bifurcação. É aí que entra o código amigo-inimigo, a polarização, a sismogênese — todos esses processos de antagonismo extremo, o que chamo de “mundo do avesso”: um lado é o extremo oposto do outro, numa dinâmica de guerra em que só um pode prevalecer, porque o outro é visto como uma ameaça existencial. No ecossistema de extrema-direita, ele vai desde um polo mais moderado — Tarcísio, digamos — até um polo mais radicalizado — o pessoal do 8 de janeiro, o “tio França” que se explodiu na frente do STF. O que é a extrema-direita? Um lado? O outro? Agentes específicos? Discursos específicos? Não. Do ponto de vista da ecologia da mente, a extrema-direita é toda essa ecologia, todo esse ecossistema que cobre todo esse espectro e que inclui a agência maquínica como um dos seus principais motores. Primeiro porque ela desestabiliza o mundo real, com a hiperaceleração e todos esses processos. Mas ao mesmo tempo ela direciona — é como um rio que tem uma corrente que vai para um lado, e os agentes da extrema-direita são aqueles que nadam a favor da correnteza, porque as plataformas são um ambiente; elas não são variáveis. Elas mudam o ambiente no qual fazemos política. E esse ambiente tem vieses técnicos intrinsecamente favoráveis a uma força política como a extrema-direita. Por isso não é que eles estejam mais espertos ou inteligentes — é que a forma como fazem política converge com a lógica das redes de maneira subliminar, intrínseca. Como o Casarões disse, há uma certa afinidade eletiva com a lógica das plataformas. Mas essa afinidade não é aleatória — por isso foi importante voltarmos à cibernética dos anos 1940, ao esforço de guerra, à artilharia antiaérea. O próprio DNA dessa indústria de tecnologia se originou da guerra e nunca saiu da chave de guerra. Depois da Segunda Guerra, a cibernética se tornou parte da Guerra Fria, com a mesma lógica do controle indireto — fazer o inimigo fazer o que você quer que ele faça indiretamente —, que é essa ideia cibernética do controle numa chave sempre não linear, sempre recíproca. É o que o Trump exatamente tenta fazer agora, em outra versão. Houve um breve interregno onde se tornou uma indústria civil, nos anos 1980 e 1990, mas a lógica algorítmica, a lógica cibernética, continuou sendo a da guerra — só que agora, em vez de controlar o inimigo, você vai controlar o usuário, para fazê-lo clicar num anúncio e vender a atenção daquele usuário para os anunciantes. Há também uma convergência, especialmente durante a Guerra Fria, entre a lógica de guerra indireta, a lógica da propaganda e a indústria de publicidade que temos hoje. Não foi a publicidade que originou a propaganda política — foi a propaganda política que veio primeiro e depois se tornou uma indústria civil, que é o coração da lógica da economia da atenção. Mesmo essas plataformas que se colocavam como liberais sempre tiveram um DNA mais próximo da lógica de guerra, propaganda e controle indireto do que de algo parecido com democracia. Era, de certa forma, um pouco inevitável que as coisas se desenrolassem como estão se desenrolando, porque já estavam previstas na própria ontogênese dessa indústria — como Simondon chamaria —, uma ontogênese ligada à guerra, ao controle e à desumanização. As plataformas, os algoritmos, não nos veem como humanos. É exatamente a mesma coisa do caça com o piloto dirigindo: a máquina é incapaz de ver interioridade, incapaz de ver subjetividade. Ela só nos interpela no nível do controle, da previsão de comportamento. A política está se tornando isso — retroalimentando-se com os discursos da extrema-direita que ativam o senso comum na direção da regeneração, que é a lógica do fascismo histórico: seria possível vencer essa crise, resetar o sistema e construir o estereótipo de um inimigo que precisa ser derrotado para que a crise permanente seja superada. No fim das contas, é uma mistificação de processos reais e de problemas reais, numa linguagem nacionalista e nativista. Guilherme Casarões: Letícia, um outro conceito com que você trabalha no texto e na sua obra é o de populismo. Uma das passagens que mais me chamaram a atenção — e que acho fascinante — é que essa abordagem ecológica de Bateson ganha muita relevância frente ao populismo contemporâneo, justamente porque esse populismo se ampara em públicos que, como você diz no texto, são parcialmente artificiais. A passagem, para quem quiser ler depois, está na página 2 do texto: “os públicos que são produzidos por essa dinâmica são resultados transindividuais de uma agência que é humana e não humana, na medida em que os algoritmos coemergem permanentemente por meio de ciclos cibernéticos”. Essa questão da artificialidade do público é muito central para entender tanto a dinâmica amigo-inimigo quanto a maneira pela qual o populismo contemporâneo consegue controlar a construção narrativa e a mobilização de seu público. Queria ir mais especificamente para o caso que você estuda no texto, que é o bolsonarismo. Seu texto descreve o bolsonarismo não só como uma ideologia, mas como uma dinâmica mutante que oscila entre a moderação e a radicalização. Você traz o conceito de indecidibilidade rítmica — essa coisa de ir e voltar — e eu queria que você explicasse como o bolsonarismo, a partir dessa chave analítica, alterna entre o institucional e o antiestructural, e como isso permitiu ao ex-presidente Bolsonaro manter o sistema político num estado de antagonismo permanente sem chegar a uma ruptura total — o que só vai acontecer em 2023. Letícia Cesarino: O que tentei fazer nesse texto é reler parte do governo Bolsonaro até as eleições de 2022 a partir dessa lógica cibernética — ou seja, como ele performou uma dinâmica cibernética que é essa tecnopolítica moldada pelas máquinas. Casarões, você trouxe a questão do populismo, e acho que são etapas. Desde 2013 até 2018, temos essa invasão muito forte e muito rápida da agência técnica dessas mídias e desses dispositivos dentro da política — um movimento mais tectônico, de desestabilização. E aí essas figuras aparecendo mais ou menos ao mesmo tempo: Modi, Trump, Bolsonaro, Duterte, Orbán — é aí que o conceito de populismo realmente faz mais sentido, nesse sentido dessa irrupção de uma política antiliberal, com uma norma mais afetiva, mais espontânea. É a política da exceção. E que, novamente, bate com a estrutura das plataformas, porque as plataformas também são políticas de exceção e de multidão. É importante termos isso em mente. A citação que você trouxe mostra como as plataformas fazem um tipo de prestidigitação: colocam uma coisa na interface, então o usuário tem a impressão de que é livre, de que é um indivíduo, enquanto o que está acontecendo atrás da tela é que esse indivíduo está sendo desagregado e reagregado com fragmentos de outros usuários em grandes multidões digitais. Ele não tem liberdade — ao contrário, está tendo seu comportamento indiretamente controlado, no sentido cibernético, pelos algoritmos. E esse social de multidão é o social de crise. Quem está imerso nesses ambientes está se colocando num modo crise — e a extrema-direita é a força política que mais combina com esse tipo de ambiente. Sem crise eles não são nada. Se você tirar a crise, a atmosfera de ameaça de que o Brasil vai acabar, eles não têm nada. Por isso não têm programa político: são uma força política na e da crise e da exceção. Daí esse paradoxo de como uma tecnopolítica de crise, de exceção e de guerra se rotiniza como um governo — que foi exatamente o paradoxo do governo Bolsonaro. E ainda teve a pandemia, que adicionou uma camada enorme de crise a isso. Ciberneticamente, faz muito sentido esse vai e vem — os ciclos de feedback positivo e negativo. O feedback positivo é o que acelera o viés que você já está; o negativo coloca um freio. Bolsonaro, enquanto governante, não podia ficar só no runaway, só no feedback positivo, porque o feedback positivo sozinho eventualmente leva a um colapso — tanto nos organismos vivos como nas máquinas. O que ele e o Trump fazem é colocar estrategicamente esses freios, esses recuos: avanço e recuo, feedback positivo e negativo. Tentei mostrar no artigo como isso se deu durante o governo e como esse processo perde o controle na eleição de 2022, redundando eventualmente no 8 de janeiro. O governo Bolsonaro não construiu nada — estava destruindo coisas, que é o que a extrema-direita faz — mas dosando até onde poderia ir na relação com os outros agentes: o Congresso Nacional, o público. E o público passou a ser medido através das redes sociais — pelas métricas das mídias digitais — e cada vez mais por pesquisas de opinião, que são outra forma de feedback que coteja com as mídias sociais. Bolsonaro foi assim sentindo, de forma propriamente recursiva, lidando com um ambiente de causalidades circulares, crises, etc. A linearidade só é possível em contextos de estabilidade e paz — e é exatamente o que o Trump está fazendo hoje. Agora, uma virada acontece, e aí é muito importante a questão do método. Esse artigo é baseado em pesquisa de métodos mistos, onde a abordagem qualitativa antropológica foi composta com uma abordagem computacional de grandes quantidades de dados, com os meus parceiros da Universidade da Bahia, do LabHD, onde fazíamos o mapeamento em tempo real dos públicos do Telegram. Foi muito interessante ver como, em meados de 2021, o comportamento desse ecossistema transindividual — que chamamos de públicos refratados, os públicos da extrema-direita — mudou. O comportamento pandêmico, ativado pela pandemia, e inclusive as teorias da conspiração começaram a diminuir. Isso foi bem na época da questão do voto impresso. Quando o voto impresso é enterrado, um conspiracionismo eleitoral começa a subir e se estabilizar. Por quê? As condenações do Lula tinham sido definitivamente canceladas, e eles, na mentalidade de guerra deles, já previam: “Está vindo um golpe que vai impedir o Bolsonaro de ganhar as eleições de 2022.” Isso mais de um ano antes da eleição. Já entraram no modo de contra-golpe. Que é outra característica desse social de crise — o que Brian Massumi, também batesoniano, chama de preempção: você passa a agir antecipando a ação do seu inimigo. É muito como a lógica da Guerra Fria entre os dois blocos. Por isso a extrema-direita está sempre reagindo — isso é uma característica muito consistente, inclusive dos ecossistemas misóginos, que estão sempre reagindo à suposta provocação ou traição da mulher. O bolsonarismo entrou nesse modo preemptivo, com a certeza de que haveria um golpe contra ele. Na cabeça deles, dessa grande mente transindividual controlada pelo Bolsonaro, o golpe deles era um contra-golpe: seria dado um golpe no Bolsonaro, e o que estavam fazendo seria a resposta. Quando você vê tudo o que fizeram ao longo desse tempo com esse olhar, tudo faz sentido — e o Bolsonaro, como depois ficou demonstrado, de fato estava tentando articular esse contra-golpe. Nas eleições de 2022, estavam nessa dinâmica de avanço e recuo, não deixando o sistema escalar demais, a temperatura subir demais, enquanto conspiravam. Quando ele finalmente desiste, vê que não ganhou a eleição — isso se arrasta por algumas semanas —, e quando realmente percebem que os comandantes das três forças não vão entrar, que o golpe não vai acontecer, Bolsonaro fica em silêncio. Ciberneticamente, isso foi muito importante, porque era ele que fazia a regulação cibernética entre a camada moderada e a camada radicalizada. Ele não deixava as coisas escalar. Era um agente de radicalização, mas também de moderação. Quando ele se retira, a coisa escala — e foi justamente o 8 de janeiro. Olha que interessante: quando aquela multidão invadiu o Congresso, o que aconteceu? Ficaram esperando para ver o que ia acontecer, porque confiavam no plano — só que o plano já tinha dado errado e eles não sabiam disso. Tem esse componente de um mundo de fantasia criado dentro das comunidades radicalizadas — o Bateson ajuda a entender isso, porque ele tem uma teoria cibernética da fantasia e do jogo. Foi aquele choque de realidade. Não houve mais regulação, não houve mais feedback negativo, a coisa escalou, a temperatura subiu — e é onde o artigo termina, fazendo essa releitura cibernética e ecológica dos eventos do segundo governo Bolsonaro e das eleições de 2022. David Magalhães: Ótimo, Letícia. Encaminhando para o fechamento: no finzinho do artigo você faz uma ressalva que achei bastante importante, ao apontar que a ecologia da mente é extremamente poderosa para entender essas dinâmicas sistêmicas mais amplas, mas que também tem limites — especialmente quando tentamos compreender a totalidade da vida cotidiana do sujeito. É justamente aí que você coloca a necessidade de retornar à etnografia tradicional, à etnografia offline. Queria te ouvir sobre esse desafio metodológico. Como a antropologia pode costurar essas duas pontes — de um lado, a visão de um sistema cibernético amplo no qual os indivíduos parecem agir quase como parte de um circuito, de maneira relativamente previsível; de outro, as trajetórias de vida, as experiências subjetivas, as dores concretas que não desaparecem. Como não reduzir essas pessoas a meros nós de rede? Letícia Cesarino: Ótima pergunta, porque é realmente um desafio metodológico. No caso da ecologia da mente, você nunca pode fechar só no indivíduo. Mas é possível — e é o que estou fazendo no livro novo — pensar como o indivíduo enquanto sistema, porque todo organismo individual é um sistema cibernético, com outras camadas além dele, mas ele próprio é uma camada de individuação bastante importante. Ele pode estar dividido entre dois territórios existenciais — e é um pouco como estou tentando trabalhar a questão da radicalização no livro novo. O online oferece um tipo de território existencial onde a persona online do sujeito está com interações específicas. É isso que gera o elemento de fantasia nas comunidades extremistas: no online é possível cultivar uma realidade e um tipo de estereotipação do inimigo, toda a questão da desinformação, que não é possível fazer no offline. Por isso o que aconteceu depois da invasão ao Congresso e ao STF: a realidade bateu. Eles achavam que a realidade era o que era cultivado na mente transindividual do online — e isso não bateu com o que estava acontecendo offline. Com a internet, não é mais preciso se deslocar fisicamente para se radicalizar. Você pode viver sua vida normalmente e, em parte do seu circuito, se radicalizar só no online. São muito esses casos que abordarei no próximo livro: adolescentes e jovens que estão no quarto jogando videogame, vivendo normalmente na escola, e estão fazendo coisas indescritíveis na internet — que você só vai descobrir quando a polícia bater na porta. Etnografar a radicalização é muito difícil, porque é um processo — você precisa acompanhar a pessoa desde o início, quando não estava radicalizada. É praticamente impossível, a não ser que alguém muito próximo passe por isso. Mas existem autorrelatos. Tenho trabalhado muito com o caso dos neonazistas, onde já há na Europa e nos Estados Unidos um repertório grande de testemunhos e autobiografias de pessoas que saíram dessas comunidades extremistas. No jihadismo também há bastante material; os manifestos de atiradores em escolas, por exemplo, muitas vezes trazem essa visão subjetiva da radicalização. Há um outro ponto que descobri e que não estava na pesquisa anterior: o que alguns estudos de radicalização chamam de reduplicação. Isso vem de um estudo histórico de Robert Lifton sobre médicos nazistas — como eles dividiam a personalidade. Quando estavam em Auschwitz, eram um tipo de pessoa; quando estavam em casa, com a família, eram completamente diferentes. Era uma reduplicação da personalidade em duas, como forma de resolver dissonâncias e contradições. O médico conseguia desumanizar as pessoas que selecionava para morrer em Auschwitz, enquanto em casa humanizava os seus. Algo assim parece acontecer também no nível da mente individual através da lacuna online–offline: as pessoas inconscientemente encontram formas de dividir a sua mente entre esses dois mundos, de forma que não precisem romper com familiares, amigos ou colegas de trabalho por razões políticas. Esse efeito da lacuna online–offline deve ser estudado — não é só uma questão metodológica, é a questão de qual é o efeito dessa própria separação, que é inédita: são as primeiras tecnologias que possibilitam essa divisão em ambientes existenciais separados, ainda que em relação recursiva. Isso pode ser um indutor de radicalização. Sabe aquele meme dos cachorros latindo no portão? Quando o portão abre, cada um vai para um lado. O humano tem um pouco disso: fica mais agressivo, fala coisas e faz coisas quando não está cara a cara com a pessoa — coisas que não faria no presencial. Isso é muito característico da extrema-direita: estão latindo, agressivos, no comportamento de ameaça, e quando a Polícia Federal bate na porta, revertem ao comportamento de autopiedade e vitimização — que é o que o Bolsonaro está fazendo agora na cadeia. Bateson trabalha isso muito bem, não só no humano, mas em outros mamíferos. A ecologia da mente, pegando inclusive insights de outros mamíferos — como o Bateson faz —, nos ajudaria a reincorporar o elemento biológico-evolutivo nas nossas explicações. E aqui chego a um ponto que acho muito importante: a extrema-direita tem todo um repertório do darwinismo social e da psicologia evolutiva para dizer que a forma como ela vê o humano é a forma real, a forma biológica, a forma natural. São leituras completamente erradas e enviesadas, mas para o senso comum são muito intuitivas. A questão de gênero, por exemplo: a ideia de que o homem é para um papel e a mulher para outro não tem apoio em estudos sérios de outras espécies ou da nossa. A antropologia, porém, abandonou esse campo — tornou-se etnografia, estudo da cultura, abandonou a natureza e a biologia, por razões relacionadas à história e à política interna da disciplina. Um dos meus objetivos é recuperar esse espaço de autoridade científica para falar do humano, do que é natural no humano, a partir de abordagens como a do Bateson — que é uma teoria da evolução que inclui a cultura — para competir também nesse campo da naturalização do comportamento humano. Eu diria que é talvez o campo mais persuasivo dos discursos da extrema-direita, porque a esquerda e as ciências sociais ficam só na desconstrução e no culturalismo, enquanto eles estão falando daquilo que é espontâneo, natural, atemporal. É assim que o fascismo mira, e precisamos competir nessa ordem de discurso, reivindicando uma abordagem científica mais universalista — um outro tipo de universalismo, não o positivista. A ecologia da mente é uma das principais vias que vejo para isso. No contexto desse artigo, foi também um subtexto: o artigo foi parte de um dossiê financiado pela Fundação Wenner-Gren, a maior fundação de antropologia dos Estados Unidos, e queria passar essa mensagem para os meus colegas antropólogos — a gente pode falar de universais humanos de uma forma mais refinada e rica, e competir com a extrema-direita nesse campo de discurso. Guilherme Casarões: Letícia Cesarino — incrível, tanto no pessoal quanto no profissional. E agora descobrimos, o que não deveria ser exatamente uma surpresa, que você é especialista em memes. Foi de longe uma das conversas mais eruditas que tivemos aqui, não só na colaboração com o OED, mas de todas as entrevistas que já fiz. Uma densidade impressionante, transmitida de forma didática. Tenho certeza de que os nossos ouvintes vão adorar esse papo. Quem está acompanhando, fiquem por aí — ainda temos a segunda parte da conversa, com o boletim de notícias e a dica cultural. Boletim — Giro de Notícias David Magalhães: Vamos ao nosso boletim com duas notícias envolvendo a ultradireita. França No próximo ano teremos eleições nacionais na França, que serão importantíssimas tanto para a Europa quanto para o futuro da direita radical no mundo. No dia 22 de março, domingo, ocorreu o segundo turno das eleições municipais francesas, que costuma ser um termômetro importante para medir o crescimento e a capilaridade da direita radical francesa, representada aqui pelo Rassemblement National. O resultado dessas eleições foi bastante ambíguo. O Rassemblement National, partido de Marine Le Pen e da estrela em ascensão Jordan Bardella, não conseguiu vencer em grandes cidades estratégicas — como Marselha e Toulon —, onde havia uma expectativa de vitória da direita radical. Por outro lado, o partido avançou de forma importante em outro nível: consolidou uma presença territorial, especialmente no sudeste e no nordeste do país, conquistando dezenas de prefeituras e ampliando de maneira bastante significativa sua base local. Hoje, de acordo com matéria do Le Monde de 23 de março, o Rassemblement National passa a governar aproximadamente 70 municípios e conta com cerca de 3 mil representantes locais — uma quantidade bastante considerável. Outro ponto central é um certo teto de vidro que tem impedido a vitória do RN em grandes cidades. Esses centros urbanos mais ricos, mais jovens e com maior nível educacional têm sido um desafio para a expansão da direita radical. Por outro lado, há um crescimento muito forte em áreas periféricas, regiões pós-industriais e comunas menores, geralmente marcadas por uma sensação de abandono e por um acúmulo de ressentimento — o que alguns autores chamam de left behinds, os que foram deixados para trás —, sentimento que a direita radical populista costuma explorar. Quero destacar ainda um fator que pode ser preocupante olhando para as eleições nacionais de 2027: não houve, ou houve em pouquíssimas cidades, a chamada frente republicana — também chamada de cordão sanitário. O cordão sanitário é o conjunto de alianças tradicionais de partidos com compromissos democráticos para barrar a direita radical no segundo turno das eleições. A quase inexistência desse cordão fez com que o RN conquistasse cidades onde, em eleições anteriores, havia sido bloqueado. No final das contas, essas eleições não deram o resultado que o RN esperava — um grande impulso nacional —, mas consolidaram uma base territorial sólida. Isso coloca uma questão relevante olhando para 2027: seria esse enraizamento local suficiente para sustentar uma vitória nas eleições presidenciais? Seguiremos acompanhando o caso da França. Hungria Passamos para a Hungria — continuamos falando de eleições, já que os húngaros vão às urnas em abril para decidir se encerram os 15 anos de governo de Viktor Orbán. No domingo, 15 de março, os dois principais atores políticos do país — Viktor Orbán, do Partido Fidesz, e o oposicionista Peter Magyar, do partido Tisza — realizaram grandes manifestações em Budapeste no Dia Nacional Húngaro. Mais do que uma comemoração histórica, os eventos funcionaram como um teste de força às vésperas das eleições de abril. Os dois lados reivindicaram vitória em termos de mobilização — como já vimos aqui no Brasil. O governo afirmou que foi uma das maiores marchas já realizadas no país, enquanto a oposição chegou a afirmar que reuniu meio milhão de pessoas. Ainda que sejam números exagerados, as estimativas independentes indicam que o Tisza, de Magyar, levou mais gente às ruas do que o Fidesz de Orbán, o que sinalizaria um possível avanço da oposição no campo urbano. Essas manifestações têm algo interessante: acontecem dentro de um calendário nacional, e foi possível observar uma disputa não só eleitoral, mas simbólica. Ambos os lados tentavam se apropriar da memória da Revolução de 1848. Orbán engendrou uma narrativa que associa o passado à luta contra o domínio estrangeiro, ao globalismo, à ingerência da União Europeia e à ameaça da guerra na Ucrânia. A oposição liderada por Peter Magyar utiliza os mesmos símbolos nacionais, mas com outros significados: para eles, a defesa da liberdade hoje se traduz em manter a Hungria dentro da União Europeia e vinculada à OTAN, além de restaurar o funcionamento das instituições democráticas do Estado húngaro — bastante prejudicadas nos anos de Orbán. As pesquisas de intenção de voto desde julho do ano passado mostram um quadro relativamente estável, com uma diferença de aproximadamente 10% em favor da oposição. É preciso ter cautela com essas pesquisas, no entanto, porque em 2011 Orbán fez uma importante reforma eleitoral que dá mais peso aos distritos rurais, geralmente mais conservadores. Além disso, ele concedeu cidadania a húngaros que vivem na Eslováquia, na Romênia e na Sérvia, uma população que tende a votar no governo. E há também uma mobilização ideológica mais incandescente da direita radical húngara, que pode fazer diferença nas urnas. Fato é que nenhum dos lados parece acreditar numa vitória esmagadora. Já se discute a possibilidade de alianças — o partido Jobbik, na Hungria, pode ser crucial para a formação de uma maioria no parlamento. No nosso episódio de abril, iremos repercutir o resultado dessa eleição. Dica Cultural David Magalhães: A nossa recomendação cultural deste episódio tem tudo a ver com a conversa que tivemos no primeiro bloco com a Letícia Cesarino. Se você se interessou pelo debate sobre internet, cultura digital, extrema-direita e disputa de narrativas, vale muito a pena assistir o documentário Feels Good Man, disponível na Amazon Prime. O documentário é de 2020, mas chegou recentemente a essa plataforma. O filme conta a história do Pepe the Frog, personagem criado pelo cartunista Matt Furie nos anos 2000. Originalmente era um sapo tranquilo, good vibes, que circulava numa tirinha independente. Com o tempo, porém, esse personagem foi sendo apropriado na internet — primeiro como meme, depois ganhando formas cada vez mais distorcidas, até virar um símbolo associado ao alt-right e a outros grupos de extrema-direita. O documentário é bastante interessante porque não trata isso como uma mera curiosidade da internet. Ele mostra como esse processo revela algo mais profundo: como essas comunidades online — fóruns, antigamente o 4chan, hoje um ecossistema bem mais complexo — funcionam como verdadeiros laboratórios de produção cultural e política, com uma lógica quase darwiniana de disputa por atenção, em que os conteúdos mais chocantes e extremos ganham mais visibilidade, com toda uma engenharia algorítmica por trás. O filme também acompanha o próprio criador do Pepe, que se vê completamente impotente diante da transformação da sua obra. E esse é um ponto central: na era da internet, a circulação de imagens e memes escapa completamente ao controle original — pode ser capturada e ressignificada por distintos atores políticos. O documentário tem um aspecto que dialoga diretamente com o que conversamos com a Letícia Cesarino: esses grupos utilizam o humor, a ironia, a ambiguidade e as trollagens para disseminar ideias racistas, misóginas e xenófobas, muitas vezes sob a aparência de brincadeira. Isso cria uma zona cinzenta que dificulta a crítica e, ao mesmo tempo, aumenta o alcance dessas mensagens de ódio. Feels Good Man nos ajuda a entender essa cultura digital e como ela se relaciona com a extrema-direita — e dialoga perfeitamente com os temas que trouxemos na entrevista do primeiro bloco. Até a próxima. The post Ecologia da mente e extrema-direita appeared first on Chutando a Escada.

O Antagonista
Boulos é pego na mentira ao vivo

O Antagonista

Play Episode Listen Later Mar 16, 2026 7:03


Ministro é desmentido durante entrevista concedida na última sexta-feira para uma rádio.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto   de Brasília.     Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil.     Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado.    Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube.  https://www.youtube.com/@OAntagonista   Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay:  https://assine.oantagonista.com.br/   Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Boulos #Eleições2024 #DebateAoVivo #SãoPaulo #FakeNews #PolíticaBrasil #PrefeituraSP #Polemica #Noticias #BoulosMentiu

Gregario Cycling
RADIO - Só Sorrisos: Bravinho vence na Turquia! MVDP pronto para MSR, Vingegaard domina Paris-Nice

Gregario Cycling

Play Episode Listen Later Mar 15, 2026 84:43


Paris-Nice e Tirreno-Adriatico foram duas voltas que movimentaram a semana. Jonas Vingegaard e Isaac Del Toro foram os campeões, respectivamente, mas as etapas trouxeram muita emoção - e polêmicas. Fato é que deu para sentir Mathieu Van der Poel prontinho para o embate com Pogacar na Milão-São Remo. Haja coração A grande notícia para nós brasileiros, no entanto, com a vitória de Henrique Bravo no Tour de Antalya. Etapa-Rainha e classificação geral para esse mineiro que tem feito todo mundo sorrir. Chegue junto conosco no GREGARIO RADIO!

Radioagência
Câmara aprova aumento de pena para lesão corporal quando praticado pelo fato de a vítima ser mulher

Radioagência

Play Episode Listen Later Mar 11, 2026


Capire
Vozes Feministas #1 Cuba: solidariedade e resistência das mulheres

Capire

Play Episode Listen Later Mar 10, 2026 15:00


Neste primeiro programa, olhamos para Cuba e para a resistência cotidiana das mulheres cubanas. Em meio à crise energética e ao bloqueio econômico, são as mulheres que sustentam redes de cuidado, organizam comunidades e defendem a soberania do seu povo.

Rádio Comercial - Já se faz Tarde
Vestir fato de treino, também é ter estilo

Rádio Comercial - Já se faz Tarde

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 16:33


Com Joana Azevedo e Diogo Beja

NerdCast
NerdCast 1017 - Mudanças Climáticas: FATO!

NerdCast

Play Episode Listen Later Feb 6, 2026 107:02


Lambda lambda lambda, nerds! No NerdCast de hoje, vamos reunir o time de ciências para atualizar o nosso papo sobre as mudanças climáticas no mundo.  Neste episódio, Alottoni recebe Tucano, André Souza e a dupla Emílio Garcia e Mila Massuda, do BlaBlaLogia, para debater os efeitos catastróficos dos eventos climáticos no mundo, e o que ainda podemos fazer para encarar esta difícil realidade. NERDCAST AGORA TAMBÉM NO YOUTUBE! Acompanhe a publicação de novos programas no canal oficial do Jovem Nerd, e arquivo do NerdCast no canal oficial do podcast: https://youtube.com/@nerdcastjovemnerd?si=ITSiGd08IABGI8yL Daki Use o cupom JOVEMNERD e tenha R$ 30 de desconto em pedidos acima de R$ 100 (válido para primeiro pedido, exceto bebidas alcoólicas): https://jovemnerd.short.gy/Daki_SPOT_NC3 Oscar de Pijama 2026 Dia 15 de março, no YouTube do Jovem Nerd: https://www.youtube.com/live/R6scb811NiA?si=ay_pmyNwVSdbJAfU CITADOS NO PROGRAMA Vaquinha do Pirulla: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/pirulla Conheça o BlaBlaLogia: https://www.blablalogia.com/ CONFIRA OS OUTROS CANAIS DO JOVEM NERD E-MAILS Mande suas críticas, elogios, sugestões e caneladas para nerdcast@jovemnerd.com.br APP JOVEM NERD: Google Play Store | Apple App Store ARTE DA VITRINE: Randall Random Baixe a versão Wallpaper da vitrine EDIÇÃO COMPLETA POR RADIOFOBIA PODCAST E MULTIMÍDIA Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

O Assunto
Inteligência artificial e o colapso do que parece real

O Assunto

Play Episode Listen Later Feb 2, 2026 26:23


Convidados: David Nemer, antropólogo da Tecnologia e professor da Universidade de Virgínia, nos Estados Unidos; e Roney Domingos, repórter do Fato ou Fake do g1. Segundo uma pesquisa do jornal The Guardian, um em cada cinco vídeos exibidos pelo YouTube para novos usuários já é gerado por IA. É um ambiente saturado por imagens sintéticas e conteúdos hiper-realistas que se espalham com rapidez, apelam à emoção e incentivam o compartilhamento imediato. Essas produções confundem e colocam em xeque algo fundamental: a confiança no que vemos. Esse volume gigantesco de conteúdo sintético que inunda as redes sociais ganhou até um nome: slop. Em tradução livre, significa algo como entulho ou sobra digital. Neste episódio, quem explica como e por que esses vídeos hiper-realistas ganham tanta escala é David Nemer, antropólogo da Tecnologia e professor da Universidade de Virgínia, nos Estados Unidos. Em entrevista a Rafael Colombo, ele descreve quais são os grupos que mais produzem e mais se beneficiam dessa enxurrada de imagens produzidas com ferramentas de última geração. Depois, Rafael Colombo conversa com Roney Domingos, repórter do Fato ou Fake do g1. Roney descreve como funcionam as ferramentas usadas para a checagem desses conteúdos e dá dicas para distinguir o que é real do que é gerado por inteligência artificial.

EconOlívia
Quem é o eleitor brasileiro de fato? EconOlívia #03

EconOlívia

Play Episode Listen Later Feb 2, 2026 54:31


O Maurício voltou! E dessa vez, o assunto é muito complicado, então você vai ter que ficar com a gente até o final se quiser entender, de verdade, os perfis do eleitorado brasileiro.Conservador? Liberal? Esquerda ou direita? Quando o Brasil fica em frente ao espelho, qual é o rosto que o reflete?

Notícias MP
MPAC instaura notícia de fato para apurar morte de professora aposentada

Notícias MP

Play Episode Listen Later Jan 29, 2026 1:20


O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Procuradoria-Geral de Justiça, instaurou notícia de fato criminal para apurar as circunstâncias da morte da professora aposentada Nadir Nazaré Gomes, de 84 anos, ocorrida no dia 22 de janeiro, em Rio Branco, durante atendimento prestado por hospital particular.

Ainda Bem que Faz Essa Pergunta
Seguro já veste o fato presidencial?

Ainda Bem que Faz Essa Pergunta

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 5:09


Já se passeia com o fato presidencial e até o levou para o debate. Seguro chegou para Ventura e há quem ache que ainda sobrou candidato. E as estradas são as novas maternidades?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Rádio Minghui
Programa 1524: “Os nomes dos praticantes foram de fato removidos do registro do inferno”

Rádio Minghui

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 5:45


Bem-vindo à Rádio Minghui. As transmissões incluem assuntos relativos à perseguição ao Falun Gong na China, entendimentos e experiências dos praticantes adquiridas no curso de seus cultivos, interesses e música composta e executada pelos praticantes do Dafa. Programa 1524: Experiência de cultivo da categoria Entendimentos obtidos pelo cultivo intitulada: “Os nomes dos praticantes foram de fato removidos do registro do inferno”, escrita por uma praticante do Falun Dafa em Heilongjiang, China.

Sateli 3
Sateli 3 - Music Non-Stop Sessions: ¡Fiesta Latina! (1947-70s) - 23/01/26

Sateli 3

Play Episode Listen Later Jan 23, 2026 60:03


Sintonía: "Fato consumado" - MILTON BANANA TRIO 1.- "Cosa Nostra" - ERLON CHAVES 2.- "Nao vem que nao tem" - WILSON SIMONAL 3.- "A vida em seus métodos diz calma" - DI MELO 4.- "Guanabara" - DOM SALVADOR & BANDA ABOLIÇAO 5.- "Princesa Negra de Angola" - BEBETO 6.- "Saltei de banda" - ELZA SOARES 7.- "Maria fumaça" - BANDA BLACK RIO 8.- "Jogaram o caxangá" - De SAVOYA COMBOLos 8 cortes extraídos de la recopilación (1xCD) "Samba Sou 70!" (Ziriguiboom/Crammed Discs, 2001) 9.- "Freak Off" - ORCHESTRA HARLOW 10.- "Control" - ISMAEL QUINONES 11.- "Combolu" - EL GRAN COMBO 12.- "Spanish Grease" - EL CHICANOLos 4 cortes extraídos de la recopilación (1xCD) "Freak Off: Latin Breakbeats, Basslines & Boogaloo" (Harmless, 2001) 13.- "Loose Lips" - PERCY MAYFIELD 14.- "Alabama Sue" - ROY GAINES 15.- "Calypso Cha Cha For Spooks" - MONOGRAM CARIBBEAN ORCHESTRA 16.- "Oppin´ For Later" - DUKE GRONER 17.- "Double "A" Mambo" - LINTON GARNER & ALL-STARS 18.- "My Very Own" - DONALD WOODS & THE VEL-AIRESLos 7 cortes extraídos de la recopilación (2xLP/6xVinyl, 10") "Jukebox Mambo Volume III: Afro-Latin Accents In Rhythm & Blues 1947-60" (Jazzman Records, 2017)Escuchar audio

Papo Social Media
Formatos criativos com Hanah Franklin e Alef Marqs

Papo Social Media

Play Episode Listen Later Jan 19, 2026 86:55


Como criar formatos criativos nas redes sociais? Como parar de depender de trends e criar conteúdo que realmente prende atenção, gera conexão e entrega resultado?  Neste episódio do Papo Social Media, Rafael Kiso recebe Hanah Franklin e Alef Marqs para um papo completo sobre como criar formatos criativos que funcionam de verdade, com base em análise de dados, comportamento humano e método científico aplicado ao conteúdo.  Descubra como encontrar padrões em vídeos virais, desenvolver formatos repetíveis (sem ficar refém da criatividade o tempo todo), entender o que realmente influencia a distribuição do algoritmo e criar roteiros que emocionam, retêm e geram lembrança. Tudo com técnica, estratégia e consistência.    00:00:08 Introdução e apresentação de Hanah Franklin e Alef Marqs 00:02:00 A origem do método: “não existe mágica, existe lógica” — análise de vídeos e dados 00:04:20 Método EVA: Estudar, Visualizar e Aplicar (neurociência + prática) 00:10:30 Linguagem familiar: como se conectar com o público 00:12:11 O que funciona em qualquer algoritmo: princípios que não mudam nas redes sociais 00:17:59 Como o algoritmo distribui: clusters, bolhas e o poder do tema no início do vídeo 00:21:36 Por que grandes marcas ainda erram nas redes sociais (padrão “TV” vs. linguagem social) 00:23:30 O olhar do criador: conteúdo que desperta emoção real 00:26:10 Algoritmo humano 00:28:07 Estrutura IHC: Identificação, História e Conteúdo 00:32:22 O objetivo é despertar emoções 00:34:19 História é sobre conflito e mudança 00:36:48 Roteiro e estímulos sensoriais: música, imagens e emoção 00:41:34 O erro que destrói um formato: repetir sem emoção 00:43:49 Técnica poderosa: começar com uma emoção e terminar com a emoção oposta 00:52:45 Como encontrar seu formato criativo 01:03:12 Lapidação de formato = método científico (hipóteses visuais + hipóteses de roteiro)  01:05:10 Volume de posts vs. qualidade e impacto 01:11:48 Fato ou Mito: criadores de conteúdo devem evitar polêmicas e agradar a todos? 01:14:35 Fato ou Mito: a fórmula para viralizar é usar storytelling? 01:15:45 Fato ou Mito: O conteúdo que viraliza deve focar em informação técnica e não gerar emoções?  01:16:07 Fato ou Mito: As trends são mais importantes que o formato?  01:17:35 Fato ou Mito: para quem está começando é estratégico ser pago para aprender, especializando e prestar serviços, antes de criar um produto? 01:19:50 Fato ou Mito: O algoritmo do Instagram é o principal vilão quando o conteúdo não performa? 01:25:50 Encerramento  Acompanhe Hanah Franklin e Alef Marqs no Instagram: https://www.instagram.com/hanahfranklin/  https://www.instagram.com/alefmarqs/  Potencialize sua gestão de mídias sociais com a plataforma mais usada por agências e profissionais no Brasil! Teste grátis a mLabs agora mesmo: https://mla.bs/8f82d839 

Falun Dafa News and Cultivation
70: Our Teacher: A Precious Memory from 1994: Recalling Master’s Fifth Lecture Series in Guangzhou

Falun Dafa News and Cultivation

Play Episode Listen Later Jan 18, 2026 23:41


“Our Teacher” is a collection of essays written by students of Falun Dafa (also known as Falun Gong). This series is comprised of their personal experiences with the practice and their interactions with Dafa's founder, Mr. Li Hongzhi, when the practice was first taught to the public. The writings were originally published on the Minghui website. Original Articles:1. A Precious Memory from 1994: Recalling Master’s Fifth Lecture Series in Guangzhou2. Wonderful Recollection — Immersed in the Light of the FaTo provide feedback on this podcast, please email us at feedback@minghuiradio.org

Portugalex
Fato de treino de Maduro é tendência

Portugalex

Play Episode Listen Later Jan 8, 2026 3:21


Cristiano Ronaldo compra atum japonês.

Renascença - Extremamente Desagradável
All aboard de Fato de Treino - Extremamente Desagradável: Os Piores do Ano!

Renascença - Extremamente Desagradável

Play Episode Listen Later Dec 30, 2025 7:20


Joana Marques traz-nos Miguel Milhão, Francisco Monteiro, Kiko is hot, Adriano Silva Martins, Cláudia Jacques e António Silva Leal. Sim, à meia dúzia é mais barato.

Cardiopapers
Como a genética pode ajudar, de fato, nas diferentes cardiomiopatias?

Cardiopapers

Play Episode Listen Later Dec 23, 2025 3:19


Entenda o papel fundamental da avaliação genética no diagnóstico diferencial, prognóstico e manejo clínico das diversas cardiomiopatias. Descubra como essa ferramenta pode mudar a conduta terapêutica e auxiliar no aconselhamento familiar dos seus pacientes. Aqui você encontra conteúdos sobre atualização médica, casos clínicos e preparação para provas de título.

Café Belgrado
FATO OU FAKE?

Café Belgrado

Play Episode Listen Later Dec 2, 2025 67:34


A KTO é o melhor lugar para você fazer sua aposta. KTO.bet.br - apenas para maiores de 18 anos. Jogue com responsabilidade. kto.bet.br/cafebelgradoTodos os links do Belgradão: https://linktr.ee/ocafebelgradoAssine o conteúdo exclusivo do Café Belgrado em www.cafebelgrado.com.br e tenha acesso a uma variedade de séries exclusivas que vão te encantar:Aproveite o cupom: cafebelgrado em www.pholias.com.br e tenha 20% de desconto! É oferta por tempo limitado!!Amanhã Vai Ser Outro Dia, O Reinado, The Next Dance: A História de Luka Doncic, Belgramadness, El Gringo, BelgraVerso, MIP Hunters, Esquema de Pirâmide, F.A.D.I.N.H.A., Wemby Watch e muitos outros conteúdos empolgantes que estão esperando por você!

GE São Paulo
GE São Paulo #462 - O São Paulo da Vila Belmiro

GE São Paulo

Play Episode Listen Later Nov 6, 2025 42:48


O Tricolor teve a Vila Belmiro como palco do empate contra o Flamengo. Neste episódio, Caio Villela e Marcelo Braga analisam o clima do jogo e o quanto mandar o jogo em outro estádio pode (ou não) atrapalhar a equipe. Fato é que o São Paulo evoluiu com Hernán Crespo e agora mira uma vaga na Libertadores nessa reta final de Campeonato Brasileiro. Dá o play!

Iconocast
PADRE É PEGO COM MULHER DE FIEL - COMO A SOCIOLOGIA PODE EXPLICAR ESSE FATO (AULA COM JOEL)

Iconocast

Play Episode Listen Later Oct 17, 2025 15:01


Siga nosso canal de CORTES: https://www.youtube.com/@IconografiadaHistoria-cortesAJUDE-NOS A MANTER O CANAL ICONOGRAFIA DA HISTÓRIA: Considere apoiar nosso trabalho, participar de sorteios e garantir acesso ao nosso grupo de Whatsapp exclusivo: https://bit.ly/apoiaoidhSe preferir, faz um PIX: https://bit.ly/PIXidhSiga ICONOGRAFIA DA HISTÓRIA em todas as redes: https://linktr.ee/iconografiadahistoriaoficialSiga o JOEL PAVIOTTI: https://bit.ly/joelpaviottiApresentação: Joel PaviottiTexto e roteirização: Adriana de PaulaRevisão: Adriana de PaulaCâmera e produção: Fernando ZenerattoEdição: Eduardo GoesDireção: Fernando Zeneratto / Joel Paviotti

GE Corinthians
GE Corinthians #486 - Timão reclama da arbitragem após empate frustrante contra o Inter

GE Corinthians

Play Episode Listen Later Oct 3, 2025 66:29


Dorival, jogadores e dirigentes saíram do Beira Rio reclamando muito da arbitragem após um pênalti para o Internacional. Fato é que o Corinthians volta com um empate frustrante pra casa. Neste episódio, Caio Villela, Yago Rudá e Careca Bertaglia analisam a partida, a atuação do VAR e as dificuldades do Timão no Campeonato Brasileiro. O que esperar dessa sequência na competição? Dá o play!

Café com Tulipa
CT 3510 - Amor de Fato

Café com Tulipa

Play Episode Listen Later Sep 29, 2025 3:07


Muitas vezes vemos um descompasso entre o que algumas pessoas dizem e o que, de fato, fazem. Há este mesmo descompasso nas pessoas que declaram grande amor por Deus, mas vivem indeferentes em relação às pessoas que o cercam. A Bíblia não deixa dúvidas sobre a relação que existe entre o amor a Deus e ao próximo. É impossível amar a Deus e não ao próximo. Quem declara grande amor por Deus mas é incapaz de amar ao outro está mentindo ou completamente encanado. Amor por Deus, de fato, é visto no amor pelo próximo.

Renascença - Extremamente Desagradável
All Aboard de Fato de Treino

Renascença - Extremamente Desagradável

Play Episode Listen Later Sep 12, 2025 16:40


Joana Marques traz-nos Miguel Milhão, Francisco Monteiro, Kiko is hot, Adriano Silva Martins, Cláudia Jacques e António Silva Leal. Sim, à meia dúzia é mais barato.

Bunker X
"3I/ATLAS está emitindo luz artificial", dizem cientistas | BUNKER X Podcast

Bunker X

Play Episode Listen Later Aug 26, 2025 88:36


chat, ajustar novo texto:ALERTA INTERESTELAR! O misterioso objeto 3I/ATLAS voltou aos radares dos cientistas… e ele está ainda MAIS ESTRANHO do que antes.Com uma trajetória hiperbólica, velocidade absurda (acima de 61 km/s!) e uma emissão de luz que alguns chamam de "anômala", o 3I/ATLAS desafia tudo que sabemos sobre cometas. Estamos diante de mais um visitante interestelar como o ʻOumuamua... ou seria algo muito mais inquietante?Será que 3I/ATLAS é apenas mais um pedaço de gelo cósmico? Ou será que estamos olhando para uma sonda alienígena camuflada, observando a Terra silenciosamente?Algumas perguntas que não querem calar:Por que o brilho do 3I/ATLAS varia de forma tão precisa?Existe tecnologia por trás disso?Estão escondendo algo da gente? A NASA sabe mais do que divulga?Não é teoria, é FATO: algo MUITO ESTRANHO entrou no Sistema Solar — e ninguém está falando sobre isso!No Boletim X de hoje, o telejornal interdimensional do Bunker X, Affonso Solano e Afonso 3D convidam o divulgador científico Schwarza para se aventurarem nessas e outras descobertas surpreendentes, incluindo a notícia de que UMA NOVA LUA FOI DESCOBERTA EM URANO! Ou seria algo mais? Sim, o Telescópio James Webb acaba de revelar um SEGREDO escondido no Sistema Solar: uma nova lua orbitando Urano — algo que passou despercebido por TODA a ciência até agora, inclusive pela lendária Voyager 2! Como isso é possível?ASSISTA ATÉ O FIM e tire suas próprias conclusões.Comente aqui embaixo:O 3I/ATLAS é só um cometa estranho… ou estamos sendo observados?#3IATLAS #Oumuamua #BunkerX #SondaAlienígena #MistériosDoEspaço #Ufologia #Conspiração #NASA #VidaExtraterrestre #PodcastMisterioso #ObjetoInterestelar #Espaço #Mistério #Paranormal #TeoriaDaConspiração #Aliens #Solano #Afonso3D------------------Este programa foi um oferecimento de:NORD VPN. Assinando o plano de 2 anos, você ganha 4 meses extras grátis e ainda leva 74% de desconto! Use o nosso link: https://nordvpn.com/bunkerxeINSIDER. Garanta descontos incríveis usando o nosso cupom BUNKERX em: https://www.insiderstore.com.br/BunkerX------------------

Inteligência para a sua vida
#1389: O QUE FAZER PARA O MAL NÃO ME ATINGIR?

Inteligência para a sua vida

Play Episode Listen Later Aug 20, 2025 12:51


Fato imutável: O mal existe e está por toda parte.Mas será que ele precisa atingir você? Deus nos deu o poder da escolha e é justamente aí que está a chave da proteção.Descubra como se blindar contra o mal e viver na segurança que só a fé inteligente traz.

E eu com isso?
#334 Um jornalista em Gaza

E eu com isso?

Play Episode Listen Later Aug 6, 2025 44:31


No último dia 1º de julho, pela primeira vez desde o início da guerra, um jornalista em língua portuguesa cruzou a fronteira e entrou na Faixa de Gaza. Hoje, ele está aqui para contar sobre essa experiência.Convidamos o jornalista Henry Galsky, editor do portal Israel de Fato, que é brasileiro e vive em Israel, para contar o que viu em Gaza, após um ano de insistência para que isso acontecesse.

Ciência Sem Fim
DIREITA vs ESQUERDA: O que significa de fato? - Ciência Sem Fim #309

Ciência Sem Fim

Play Episode Listen Later Jul 25, 2025 151:15


Com Álvaro Machado Dias.

Jessie Cervantes en Vivo
25/06 Programa completo - Entrevista con Fato & Marco Di Mauro

Jessie Cervantes en Vivo

Play Episode Listen Later Jun 25, 2025 81:36


Estará con nosotros en entrevista Fato & Marco Di Mauro. Además, nuestro gran equipo de colaboradores: Gil Barrera con espectáculos, Poncho Vera con los deportes, Tamara Vargas y Verotika.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jessie Cervantes en Vivo
Entrevista con Fato & Marco Di Mauro

Jessie Cervantes en Vivo

Play Episode Listen Later Jun 25, 2025 25:25


Hablamos con estos dos grandes artistas de de la industria musical sobre su trayectoria musical y que han hecho de sus vidas y de sus carreras musicales recientemente. ¡No te lo pierdas!See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jessie Cervantes en Vivo
El Chisme del Día con Gil Barrera

Jessie Cervantes en Vivo

Play Episode Listen Later Jun 6, 2025 4:37


Fato nos revela que tiene un tema de salud muy complejo el año pasado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Quizá hablemos de ti

Tenemos una entrevista en exclusiva con Fato, autor de temas como “Miedo” y “Por mujeres como tú”, nos cuenta los momentos más duros que ha vivido en torno a su salud.Además, Carín León da la nota en el Domo Care con look fallido y un ambiente incómodo.El luchador "El Patrón” desata caos en Venga la Alegría, Ernesto D'Alessio se molesta con la prensa, y… sin querer queriendo, está por estrenarse la serie de Chespirito.También hablamos del incidente en el Foro Alicia y… ¿quién perdió una demanda?Todo eso y más en el podcast donde el espectáculo no descansa.Dale play a Quizá Hablemos de Ti .

GE Botafogo
GE Botafogo #417 – A culpa é do professor?

GE Botafogo

Play Episode Listen Later May 5, 2025 59:19


A derrota para a Bahia foi a 14° em 25 jogos disputados em 2025. Mas de quem de fato é a culpa? Diretoria? John Textor? Jogadores? Renato Paiva? Fato é que o alvinegro ainda não definiu um estilo de jogo, o que preocupa o torcedor para a maratona de jogos até o Mundial de Clubes. Bruno Mesquita, Pedro Dep, Sérgio Santana e Matheus Andrade debatem o desempenho e o que esperar do Carabobo, fora de casa.

Ralph Nader Radio Hour
Medicare (Dis)Advantage, Medical Blind Spots, & Supreme Court Stench

Ralph Nader Radio Hour

Play Episode Listen Later Oct 26, 2024 106:39


As the Medicare enrollment period gets underway again, we welcome Dr. Adam Gaffney to remind us the ways all those heavily advertised Medicare Advantage programs are ripping you off. Then we receive another house call from Dr. Marty Makary, author of Blind Spots: When Medicine Gets It Wrong, and What It Means for Our Health about the effect of medical groupthink on all kinds of accepted treatments from peanut allergies to opioid addiction. Finally, founder of Media Matters, David Brock stops by to discuss his latest book, Stench: The Making of the Thomas Court and the Unmaking of America.Dr. Adam Gaffney is a physician, writer, public health researcher, and advocate. Dr. Gaffney practices at the Cambridge Health Alliance and is an Assistant Professor in Medicine at Harvard Medical School. A member of the Cambridge Health Justice Lab, his research focuses on healthcare financing, reform, and equity, and disparities in lung health. He writes about the policy, politics, and history of health care, and is the author of To Heal Humankind: The Right to Health in History.The reality is we don't need Medigap. We could plug those holes with public coverage. There's no reason to have a role for private insurers to cover a slice of our healthcare when all seniors need the same thing—which is comprehensive universal care.  There's no need for these private stopgap measures, when what we need is a public system of universal care.Dr. Adam GaffneyI do think there's growing interest among physicians in change. Their bosses are increasingly these for-profit companies whose mission is not really medicine. Their mission is money. And what we need to do is to rethink our healthcare system, so it serves communities, is owned by communities, and it returns us to the underlying reason why we went into this profession—which is to help patients, and not to pad the pockets of shareholders.Dr. Adam GaffneyDr. Marty Makary is a Johns Hopkins professor and member of the National Academy of Medicine. He is the author of two New York Times best-selling books, Unaccountable and The Price We Pay. Dr. Makary has written for the Wall Street Journal, the Washington Post, and the New York Times, and he has published more than 250 scientific research articles. He served in leadership at the W.H.O. and has been a visiting professor at 25 medical schools. His latest book is Blind Spots: When Medicine Gets It Wrong, and What It Means for Our Health.For most of human history, doctors were respected, but maybe like you would respect your hairdresser, or maybe a clergy member in the community. And we didn't have many tools as doctors. We had a lancet, we had a saw to do amputations, we had a couple of drugs that didn't work or were counterproductive like digoxin. And then what happened in 1922 is Alexander Fleming discovered penicillin. And by the post-World War II era in the 1940s and '50s, we saw the mass production of antibiotics. That ushered in the white coat era of medicine. Doctors began to wear a white coat. They now had the power to prescribe a magical pill that could cure disease, make childbirth safe, enable surgeons to do procedures safer. And this ushered in this new unquestioned authority. And what happened was, physicians as a class took advantage of this unquestioned authority.Dr. Marty MakaryDavid Brock is a Democratic activist and founder of Media Matters for America, a progressive media watchdog group. Following the 2010 elections, Mr. Brock founded the Super PAC American Bridge, which works to elect Democrats. He is a New York Times best-selling author, and his books include the memoir Blinded by the Right: The Conscience of an Ex-Conservative, Killing the Messenger: The Right Wing Plot to Hijack Your Government, and his latest book is Stench: The Making of the Thomas Court and the Unmaking of America.The Federalist Society was originally founded by three rightwing law students. And it was pitched as a debating society. So I don't think in the original incarnation, they had a master plan. But soon enough, they realized that membership in the Federalist Society could confer on people a certain imprimatur for appointments—and that's appointments not only to the federal judiciary, but all through the executive branch.David BrockThe scheme to overturn Roe has been going on for all these decades. There were setbacks, of course, because there were times when Republican appointees ended up being independent—Sandra Day O 'Connor, for example, David Souter, for example—and the right was defeated in their effort to overturn Roe. So it took a while and it took a lot of steadfast, patient spending of money on their crusade.David Brock[This is] a time when the Biden regime is supporting the destruction of the ancient land of Lebanon— whom he's called in prior years an ally. He's letting Netanyahu destroy Lebanon with the same tactics that Netanyahu applied to the genocide in Gaza.Ralph NaderIn Case You Haven't Heard with Francesco DeSantisNews 10/23/241. Last week, Israel announced they had killed longtime Hamas leader Yahya Sinwar. As NBC put it, the footage of his death released by Israel “showed Sinwar not hiding in a tunnel surrounded by hostages — as Israeli officials often claimed he was — but aboveground and hurling a stick at a drone with his last ounce of strength.” American political leaders, such as Kamala Harris and Bernie Sanders, are seeking to use Sinwar's death to argue that Israel has accomplished its mission and should therefore conclude its genocidal campaign in Gaza. Israeli leaders however have made it abundantly clear that they have no intention of pulling out of Gaza, with Benny Gantz – chairman of Israel's National Unity Party and among Prime Minister Netanyahu's chief political rivals – stating that the Israeli military “will continue to operate in the Gaza Strip for years to come,” per Al Jazeera.2. According to POLITICO, during an August 29th meeting in Washington Lise Grande, the top U.S. official working on the humanitarian situation in Gaza told the leaders of more than a dozen aid organizations that “the U.S. would not consider withholding weapons from Israel for blocking food and medicine from entering [Gaza].” It is illegal to block the delivery of humanitarian assistance under both American and international human rights law. As the paper notes, Grande's “candid assessment…raises questions about the seriousness of recent Biden administration threats to [withhold arms].” One attendee told POLITICO “[Grande] was saying that the rules don't apply to Israel.”3. Meanwhile, Israel continues its war on the United Nations mission in Lebanon. On October 20th, UNIFIL released a statement saying “Earlier today, an IDF bulldozer deliberately demolished an observation tower and perimeter fence of a UN position in Marwahin…The IDF has repeatedly demanded that UNIFIL vacate its positions along the Blue Line and has deliberately damaged UN positions. Despite the pressure being exerted on the mission and our troop-contributing countries…We will continue to undertake our mandated tasks.” UNIFIL added “Yet again, we note that breaching a UN position and damaging UN assets is a flagrant violation of international law and Security Council resolution 1701.”4. In a frankly dystopian story from the United Kingdom, British counterterrorism police “raided the home and seized several electronic devices belonging to The Electronic Intifada's associate editor Asa Winstanley,” despite the fact that Winstanley has not been charged with any offense. Electronic Intifada reports the raid was conducted under sections 1 and 2 of the 2006 “Terrorism Act,” which deal with the “encouragement of terrorism.” Human Rights Watch has previously urged the British government to repeal the repressive provisions of the 2006 act noting that “the definition of the encouragement of terrorism offense is overly broad, raising serious concerns about undue infringement on free speech.” Electronic Intifada further notes “In August, Britain's Crown Prosecution Service issued a warning to the British public to ‘think before you post' and threatening that it would prosecute anyone it deemed guilty of what it calls ‘online violence.'” Winstanley is the author of Weaponising Anti-Semitism: How the Israel Lobby Brought Down Jeremy Corbyn and has been interviewed by the Capitol Hill Citizen.5. According to the Libertarian magazine Reason, Bob Woodward's new book War includes a passage about a “shockingly blunt conversation,” between President Biden and Republican Senator Lindsey Graham regarding “Biden's attempts to negotiate a ‘megadeal' between the United States, Saudi Arabia, and Israel.” Per Reason “Graham reportedly said that only Biden could secure a U.S.-Saudi defense treaty, because it would ‘take a Democratic president to convince Democrats to vote to go to war for Saudi Arabia'” Biden's response? “Let's do it.” Furthermore, reports indicate this security pact only fell apart after October 7th, with Saudi Crown Prince Mohammad Bin Salman seeing a prominent deal with Israel at that time as a major political liability. Reason cites an article from the Atlantic in January wherein Salman reportedly told Secretary of State Antony Blinken “Do I care personally about the Palestinian issue? I don't, but my people do…Half my advisers say that the deal is not worth the risk. I could end up getting killed because of this deal.”6. In more international news, the Cuban energy grid collapsed on Friday, under strain from Hurricane Oscar. The complete grid collapse left the entire country of 10 million without electricity, per NPR. Reuters reports that over the weekend, the grid failed three more times as authorities sought to restore power. Brasil de Fato, or BdF, a Brazilian socialist news service, reports China, Venezuela, Mexico, Colombia, Russia and Barbados are offering support to Cuba amid the total blackout. BdF further reports “The Alba Movimientos platform, which brings together more than 400 organizations from 25 countries, issued a statement...[saying] ‘No one can attribute this virtual collapse of the Cuban electricity system to a specific measure by the US government – that would be too simplistic…this is'“the result of a long strategy of planned destruction of the material and spiritual living conditions of the Cuban population…with the financial resources denied to Cuba due to the blockade policy, 18 days of accumulated damages equal the annual cost of maintaining the country's electricity system.” According to the UN, the U.S. embargo cost Cuba $13 million US dollars per day between 2022 and 2023 alone.7. A new scandal has rocked American Higher Education. Inside Higher Ed reports “Last week a lawsuit accused 40 colleges and universities, as well as the nonprofit College Board, of participating in a price-fixing conspiracy to jack up tuition rates” specifically, for children of divorced parents. The scheme itself had to do with consideration of the non-custodial parent's income, but the larger issue at stake here is the fact that the universities entered into a “cartel” in violation of antitrust laws. As this piece notes this is the “second major price-fixing antitrust lawsuit filed against highly selective universities since 2022, when 17 institutions…were accused of illegally colluding to set common financial aid formulas. So far, 10 of those institutions have settled for a combined $248 million.”8. Boeing has offered their striking machinists a new deal, which they hope will end their crippling strike. ABC reports “The new offer delivers a 35% raise over the four-year duration of the contract,” which is short of the 40% raise demanded by the International Association of Machinists and Aerospace Workers but considerably better than the aerospace titan's previous offer of 25%. ABC continues “The proposal also hikes Boeing's contribution to a 401(k) plan, but it declines to fulfill workers' call for a reinstatement of the company's defined pension.” As this piece notes, the machinists overwhelmingly rejected Boeing's previous offer last month; this week they will vote on the new proposal. Whatever the details of the final contract, this episode clearly demonstrates the power of a union, even going up against one of the most powerful corporations in America.9. A stunning CNN investigation reveals the extent of predatory fundraising by the major parties off of elderly people suffering from dementia or other forms of cognitive decline in their old age. According to “More than 1,000 reports filed with government agencies and consumer advocacy groups… deceptive political fundraisers have victimized hundreds of elderly Americans…into giving away millions of dollars.” These heartbreaking stories concern “Donors…often in their 80s and 90s…[including] retired public workers, house cleaners and veterans, widows living alone, nursing home residents…[with] money…from pensions, Social Security payments and retirement savings accounts meant to last decades.” To cite just one just one shocking example: “[an] 82-year-old woman, who wore pajamas with holes in them because she didn't want to spend money on new ones, didn't realize she had given Republicans more than $350,000 while living in a 1,000 square-foot Baltimore condo since 2020.”10. Finally, Congresswoman Rashida Tlaib has sent a letter to Rodney McMullen, Chairman and CEO of Kroger, decrying the company's “decision to roll out surge pricing using facial recognition technology.” Specifically, Tlaib cites concerns about price manipulation based on external factors like supply as well as discrimination based on race, gender, and other criteria determined through facial recognition. Tlaib ends this letter with six key questions, including “Will Kroger use…facial recognition to display targeted advertisements…?…What safeguards will be in pace?…[and] Are there plans to sell data collected in the store?” among others. Grocery prices continue to be a source of everyday economic hardship for working Americans and corporations are increasingly interested in surge pricing for essential goods. There is some comfort in knowing at least one member of Congress is concerned about this dangerous combination.This has been Francesco DeSantis, with In Case You Haven't Heard. 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Talk Art
Fani Parali

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Play Episode Listen Later Oct 10, 2024 61:09


For Frieze Sculpture 2024, London-based multidisciplinary artist Fani Parali presents Aonyx and Drepan; two monumental steel armatures from which performers, as hybrid creatures, 'sing' to each other across a path in Regent's Park.In the video commissioned by Frieze, Parali describes the layered processes behind the 'lip-sync opera' she produces, 'I feel that it [the recorded voice] exists before and after everything else, and the performers then become like channels, like mediums for these voices to come through them.'Like Charon traversing the river Styx, Aonyx and Drepan represent gatekeepers guiding the viewer from one temporal zone to the next. Parali's practice is inspired by 'Deep Time', the 18th-century timescale used to plot non-anthropocentric geological events. In this ecologically destructive era, the work is a portal by which to view the vastness of geological time and think of ourselves as guardians of this, our own, brief epoch.Fani Parali (b. 1983 Greece) lives and works in London. She studied BA Sculpture at Camberwell College of Arts and completed her postgraduate studies at the Royal Academy Schools. Parali's practice includes sculpture, sound, performance, large-scale painting, drawing and moving image. Notable recent exhibitions include 'Aonyx and Drepan & The Minders of the Warm' at Southwark Park Galleries (2020). Her work is currently included in Hayward Galleries touring exhibition 'Acts of Creation: On Art and Motherhood' curated by Hetti Judah (2024).Frieze Sculpture returns to London's Regent's Park 18 September - 27 October 2024. The much-celebrated public art initiative coincides with Frieze London and Frieze Masters, which take place concurrently in The Regent's Park, 9 - 13 October. Curated by Fatoş Üstek, Frieze Sculpture has expanded for its 12th edition to include 22 leading international artists hailing from five continents, whose work will be sited throughout the park's historic English Gardens.Fani Parali (b. 1983 Greece) lives and works in London. She studied BA Sculpture at Camberwell College of Arts and completed her postgraduate studies at the Royal Academy Schools. Parali's practice includes sculpture, sound, performance, large-scale painting, drawing and moving image. She is renowned for the creation of ‘lip-sync' operas, in which performers mime synthesised audio works; ambitiously scaled installations that are at once other-worldly and deeply human. Parali's practice reflects on the concepts of ‘deep time', caregiving and the fragile interconnectivity of human experience. Notable recent exhibitions include ‘Aonyx and Drepan & The Minders of the Warm' at Southwark Park Galleries (2020). Her work is currently included in Hayward Galleries touring exhibition ‘Acts of Creation: On Art and Motherhood' curated by Hetti Judah (2024).Follow @Fani_Parali Visit Frieze Sculpture: https://www.frieze.com/article/frieze-sculpture-2024-fani-parali-aonyx-drepan-2020Learn more at Cooke Latham Gallery: https://www.cookelathamgallery.com/artists/65-fani-parali/biography/ Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

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