Podcasts about ainda

Township in Sagaing Region, Burma

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ainda

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Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | JUNTOS SOMOS MELHORES

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 2:39


Leitura Bíblica Do Dia: ECLESIASTES 4:9-12 Plano De Leitura Anual: NÚMEROS 9–11; MARCOS 5:1-20  Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  Søren Solkær fotografou por anos os pássaros estorninhos e seu grande espetáculo: revoadas com centenas deles movendo-se com fluidez pelo céu. Assisti-los é como estar sob uma onda rodopiante pré-ensaiada ou uma densa e maciça pincelada que flui em uma sequência caleidoscópica de poses. É notável como os estorninhos seguem instintivamente o colega mais próximo, voando tão próximos que, se um perdesse o ritmo, viraria um caos. Estes pássaros se agrupam para se protegerem. Ao avistarem um falcão, eles entram em formação compacta e movem-se em grupo, repelindo o predador que facilmente os pegaria se estivessem sozinhos. Juntos somos melhores do que sozinhos! Lemos em Eclesiastes: “É melhor serem dois que um […] quem cai sem ter quem o ajude está em sérios apuros. […] duas pessoas que se deitam juntas aquecem uma à outra” (4:9-11). Sozinhos, somos presas fáceis, isoladas e expostas sem o conforto ou proteção dos outros. Se seguirmos ladeados de irmãos, oferecemos e recebemos auxílio. Ainda no livro de Eclesiastes, lemos: “Sozinha, a pessoa corre o risco de ser atacada e vencida, mas duas pessoas juntas podem se defender melhor. Se houver três, melhor ainda, pois uma corda trançada com três fios não arrebenta facilmente” (v.12). Juntos somos melhores quando Deus nos guia.   Por: WINN COLLIER  

Senta Que La Vem Spoiler!
EP 546 - Imperdíveis de Fevereiro (spoiler free!)

Senta Que La Vem Spoiler!

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 46:02


Ainda tirando os últimos resquícios de glitter e purpurina, estamos de volta com seus filmes e séries amados em 30 minutos (ou um pouquinho mais). Se atraque com seu sofá, aumente o volume e Senta que lá vem Imperdíveis do Mês!

Reverend Ben Cooper's Podcast
“Psalm 23:4 — Jesus, Walk With Me Through This Valley and Lift My Eyes Toward Your Light Again” -

Reverend Ben Cooper's Podcast

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 4:50 Transcription Available


Send us your feedback — we're listening“Psalm 23:4 — Jesus, Walk With Me Through This Valley and Lift My Eyes Toward Your Light Again” Psalm 23:4 (NIV): “Even though I walk through the darkest valley… You are with me.” John 12:46 (NIV): “I have come into the world as a light, so that no one who believes in Me should stay in darkness.” Ao vivo de Londres, Inglaterra para Belo Horizonte (Brasil) • Lisboa (Portugal) • Huambo (Angola) • Maputo (Moçambique) • Los Angeles (Estados Unidos) Live from London, England to Belo Horizonte, Lisbon, Huambo, Maputo, Los Angeles vale escuro • esperança viva • luz de Jesus • coragem renovada dark valley • living hope • light of Jesus • renewed courage Jesus, as this night reaches its quietest hour, I bring You the shadows I still carry. Some fears walk close beside me. Some memories are heavier in the darkness. Some questions linger at the edges of my mind. “Ainda que eu ande pelo vale escuro, Tu estás comigo.” Let this truth settle deeply: I am not abandoned in the valley. I am not walking through uncertainty alone. Your presence is the light that stays with me, even when my own strength fades. Hold my heart steady as the night deepens, and guide me through every place I cannot yet see clearly. Your word says You came as the light of the world so I would not remain in darkness. “A Tua luz rompe a noite na minha alma.” Jesus, shine that light into every hidden fear, every tired corner of my spirit, every place where hope feels small. Lift my eyes toward the promise that Your light is stronger than any shadow that falls across my path. Let Your presence breathe courage into me. A Tua esperança viva renova meu coração. Let it rise gently, like dawn waiting just beyond the horizon. Jesus, walk with me through this valley. When my heart feels weak, strengthen it. When I feel surrounded by uncertainty, surround me with Your peace. When darkness whispers defeat, speak Your truth over me. Let Your light guide my steps toward tomorrow. Let Your comfort hold me tonight. Let Your hope be the warmth that stays with me until morning comes. You are my Shepherd in the valley, my Light in the shadows, and my Strength in the quiet. Jesus, stay close to me. Lift my eyes to Your light again. oração da noite, esperança viva, luz de Jesus, vale escuro, Psalm 23 valley prayer, Brazil devotional, Jesus my light  oração da noite, esperança viva, luz de Jesus, vale escuro, Psalm 23 valley prayer, Brazil devotional, Jesus my lightSupport the showFor more inspiring content, visit RBChristianRadio.net — your home for daily devotionals, global prayer, and biblical encouragement for every season of life. We invite you to connect with our dedicated prayer hub at DailyPrayer.uk — a place where believers from every nation unite in prayer around the clock. If you need prayer, or would like to leave a request, this is the place to come. Our mission is simple: to pray with you, to stand with you, and to keep the power of prayer at the centre of everyday life. Your support through DailyPrayer.uk helps us continue sharing the gospel and covering the nations in prayer. You can also discover our ministry services and life celebrations at LifeCelebrant.net — serving families with faith, dignity, and hope. If this devotional blesses you, please consider supporting our listener-funded mission by buying us a coffee through RBChristianRadio.net. Every prayer, every gift, and every share helps us keep broadcasting God's Word to the world.

Reportagem
Após 4 anos de guerra, Ucrânia resiste a ataques maciços de drones russos com redes artesanais e robôs

Reportagem

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 8:27


Quatro anos depois da invasão russa, a guerra na Ucrânia continua em um impasse sangrento, e sem qualquer sinal de desfecho. Estimativas militares apontam entre 1,5 milhão e quase 2 milhões de soldados mortos desde 2022 — a maioria deles russos. Nesta terça-feira (24), data que marca mais um aniversário da guerra, a RFI ouviu militares e civis para traçar um resumo da situação atual no país.   Com informações dos enviados especiais da RFI à Ucrânia, Murielle Paradon e Julien Boileau, e de Théo Renaudon. A Rússia mantém o controle de aproximadamente 20% do território da Ucrânia, consolidando ganhos obtidos sobretudo em 2024, ainda que sem grandes avanços desde então. A presença russa é forte ao leste, no Donbass, e ao sul, perto de Zaporíjia, Kherson e Crimeia. Porém, a proliferação de drones mudou a configuração da guerra. Na cidade portuária de Kherson, é preciso dirigir em alta velocidade para evitar ser perseguido por um drone russo. A estrada também é parcialmente protegida por redes artesanais projetadas para deter o que os moradores chamam de "máquinas mortais".  “Usamos diferentes tipos de redes para deter os drones. Algumas têm buracos de vários tamanhos, que podem parar os drones e as cargas explosivas que eles lançam", explica Oleksander Tolokonnikov, vice-chefe da administração regional de Kherson. "E não são apenas as redes; temos sistemas de interferência contra drones e unidades móveis que podem abatê-los,” completa.  O clima é sombrio na cidade. Cerca de 80% da população fugiu de Kherson. Os poucos que ficaram parecem resignados.  Vika tomava um café ao ar livre, enfrentando o frio e a ameaça inimiga. Aos 16 anos, ela diz que se acostumou com a ideia de morrer a qualquer momento.  “Quando você ouve o som de um drone, você não sabe o que vai acontecer, se você vai conseguir chegar ao seu destino ou se o drone vai lhe atingir. Então eu me escondo debaixo das árvores, sim, das árvores!”  Apenas os idosos, funcionários públicos e suas famílias permaneceram em Kherson. Para eles, a vida está por um fio. Ludmila, de 71 anos, prefere depositar sua fé em Deus. “Antes de sair de casa, eu rezo a Deus para que Ele esteja comigo, para que nada aconteça comigo, com meus filhos, meus netos ou com a minha igreja”, diz.  Combate robotizado Além da guerra com drones, os soldados ucranianos contam cada vez mais com a ajuda de robôs no combate. Equipamentos controlados remotamente são usados para reabastecer soldados e até mesmo resgatar os feridos, como os enviados especiais da RFI acompanharam em Pavlograd, no leste da Ucrânia.  Na zona rural coberta de neve, Artem, um soldado de 24 anos, opera remotamente um robô equipado com uma plataforma e grandes esteiras — uma espécie de mini-tanque — que surgiu no campo de batalha há alguns meses para reabastecer os soldados ucranianos na linha de frente.  “Usamos este robô conectado para transportar suprimentos, comida, geradores, munição — tudo o que os soldados precisam para sobreviver. Devido ao grande número de drones inimigos, não é possível reabastecer os soldados a pé ou em um veículo sem colocar em risco a vida de outros soldados.”  Esses robôs também podem evacuar os feridos. Os dispositivos maiores podem transportar uma carga de até 500 kg. Artem relata que em uma operação recente conseguiram "evacuar dois soldados feridos que estavam cercados em território já ocupado pelo inimigo. A evacuação exigiu um longo planejamento", afirma. "Aguardamos condições climáticas favoráveis e então lançamos a operação. Ela durou 10 horas e foi um sucesso! Não consigo descrever a emoção que senti quando conseguimos retirar o robô com os dois soldados feridos da zona de perigo”, conclui.  O próprio jovem Artem foi ferido na linha de frente em 2023. Tendo perdido uma perna, ele não luta mais com um fuzil, mas com um joystick, que é uma nova forma de fazer guerra.  Conversas de paz estagnadas Enquanto isso, na arena diplomática, as mais recentes negociações de paz entre Rússia e Ucrânia, realizadas em Genebra em meados de fevereiro, terminaram sem avanços significativos. As duas delegações descreveram as conversas como “difíceis”. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que os resultados foram “insuficientes” e que questões políticas sensíveis seguem sem solução, apesar de algum progresso técnico nas discussões militares.  Novas rodadas estão previstas, mas sem data anunciada. Os Estados Unidos continuam a mediar o processo e falam em “progresso significativo”. Combate à corrupção Ao mesmo tempo em que enfrenta negociações de paz marcadas por avanços limitados e grande pressão internacional, a Ucrânia também trava uma batalha interna contra a corrupção — um fator decisivo para sua credibilidade diante dos mediadores e aliados ocidentais. Kiev tenta demonstrar comprometimento institucional ao aprofundar investigações, sancionar envolvidos em escândalos e restaurar a independência de órgãos anticorrupção. Essas medidas são vistas como essenciais, tanto para fortalecer sua posição nas negociações quanto para avançar no caminho da integração europeia.  Saudadas por ONGs anticorrupção, essas deliberações ainda são insuficientes, explica Maria Barabach, porta-voz da Sproto (“Resistência”, em português), que denuncia os subornos e acordos secretos na Ucrânia. “Antes da guerra, havia relatórios oficiais de que a corrupção custava mais de 30% do orçamento da Ucrânia", diz. "Mas acho que esse valor aumentou durante a guerra, porque existem muitos documentos confidenciais. E nós, como ativistas anticorrupção, não podemos verificá-los, controlá-los ou sequer vê-los”, lamenta.  “A corrupção nos custa mais vidas do que o agressor durante a guerra. Porque a corrupção significa que os soldados não terão capacetes, não terão equipamentos de proteção e não terão armas suficientes. Não terão munição suficiente. E, obviamente, isso custa vidas, as mais preciosas, as de nossos civis e de nossos militares. É por isso que devemos lutar contra isso. Devemos impedir isso.”  Apesar da exaustão do conflito, qualquer noção de “vencedor” é ilusória nesse momento, segundo especialistas: Moscou suporta perdas históricas e uma economia sob pressão, enquanto Kiev enfrenta desgaste humano, destruição de infraestrutura e dependência crescente do apoio ocidental. Ainda assim, pesquisas apontam que a sociedade ucraniana mantém um nível surpreendente de resiliência.  Ao completar quatro anos de guerra, as expectativas de um acordo entre Rússia e Ucrânia seguem baixas. Moscou insiste em concessões territoriais amplas, enquanto Kiev exige garantias de segurança robustas e rejeita ceder partes de seu território. 

Notícias Agrícolas - Podcasts
Arroba do boi está prestes a testar patamares recordes no mercado internacional e ainda assim, seguir competitiva

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 48:06


No quadro MANEJO EFICIENTE , o Rebrote de plantas daninhas é um desafio a pecuária brasileira e exige atenção no controle

Notícias Agrícolas - Podcasts
Rebrote de plantas daninhas ainda é um desafio na pecuária e exige atenção no controle

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 15:30


O uso de herbicidas deve seguir critérios técnicos para evitar prejuízos no GPD dos animais

Reverend Ben Cooper's Podcast
“Psalm 23:4 — Jesus, Walk With Me Through This Valley and Lift My Eyes Toward the Hope of Tomorrow”

Reverend Ben Cooper's Podcast

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 4:35 Transcription Available


Send us your feedback — we're listening“Psalm 23:4 — Jesus, Walk With Me Through This Valley and Lift My Eyes Toward the Hope of Tomorrow” Psalm 23:4 (NIV): “Even though I walk through the darkest valley… You are with me.” John 8:12 (NIV): “I am the light of the world… whoever follows Me will have the light of life.” Ao vivo de Londres, Inglaterra para Belo Horizonte (Brasil) • Coimbra (Portugal) • Benguela (Angola) • Pemba (Moçambique) • Los Angeles (Estados Unidos) Live from London, England to Belo Horizonte, Coimbra, Benguela, Pemba, Los Angeles vale profundo • esperança viva • luz de Jesus • coragem renovada deep valley • living hope • light of Jesus • renewed courage Jesus, as this day draws to a close and the weight of the hours settles across my thoughts, I bring You the valleys I have walked through. Some were shadows I did not expect; some were emotions I tried to hide; some were questions that still feel unanswered. Yet Your word speaks into the night: “Ainda que eu ande pelo vale mais escuro, Tu estás comigo.” Tonight, let this truth steady my breathing and lift my heart. I am not alone in this valley. You walk with me, step by step, even when I cannot see the way forward. Your voice cuts through the heaviness of the evening, reminding me of light, hope, and purpose. “Eu sou a luz do mundo.” Jesus, illuminate the paths I cannot yet understand and bring clarity to the thoughts that feel tangled. Let Your light reach into the corners of my mind where worry tries to linger, and let Your presence reshape the atmosphere within me. Tonight, I ask You to lift my eyes beyond the shadows and toward the quiet hope You place before me. Where fear whispers, bring courage. Where sorrow settles, bring comfort. Where the future feels uncertain, bring the assurance that Your hand is guiding me. “A Tua luz dá vida ao meu coração.” Let that life rise gently within me tonight, restoring strength that has drained away through the day. Jesus, breathe renewed courage into my spirit as this night unfolds, reminding me that every valley is temporary and every step is held in Your grace. As I rest, surround me with Your peace. Hold my heart steady. Light my tomorrow again with Your unfailing love. valley prayer, esperança viva, Jesus light of life, Psalm 23 renewal, Brasil oração da noite, emotional healing, 11PM devotionvalley prayer, Psalm 23, night comfort, Jesus light, Brazil devotional, Portuguese anchors, hope for tomorrowSupport the showFor more inspiring content, visit RBChristianRadio.net — your home for daily devotionals, global prayer, and biblical encouragement for every season of life. We invite you to connect with our dedicated prayer hub at DailyPrayer.uk — a place where believers from every nation unite in prayer around the clock. If you need prayer, or would like to leave a request, this is the place to come. Our mission is simple: to pray with you, to stand with you, and to keep the power of prayer at the centre of everyday life. Your support through DailyPrayer.uk helps us continue sharing the gospel and covering the nations in prayer. You can also discover our ministry services and life celebrations at LifeCelebrant.net — serving families with faith, dignity, and hope. If this devotional blesses you, please consider supporting our listener-funded mission by buying us a coffee through RBChristianRadio.net. Every prayer, every gift, and every share helps us keep broadcasting God's Word to the world.

Esportes
Zagueira da seleção brasileira, Tarciane mira Copa do Mundo de 2027 e fala da adaptação na França

Esportes

Play Episode Listen Later Feb 22, 2026 5:36


Uma das zagueiras brasileiras mais vitoriosas do futebol feminino, Tarciane tem apenas 22 anos e uma longa carreira pela frente. Apesar de jovem, a jogadora do Lyon já tem uma coleção de títulos. Revelada pelo Fluminense em 2021, Tarciane ganhou destaque com a camisa do Corinthians. No clube paulista, a carioca conquistou quatro campeonatos brasileiros, uma Libertadores e três Supercopas do Brasil. Marcio Arruda, da RFI em Paris Depois de uma rápida passagem pelo Houston Dash, dos Estados Unidos, a zagueira foi campeã da Liga Francesa no ano passado pelo Lyon. Na seleção brasileira, conquistou a última edição da Copa América. Tarciane vai se apresentar nesta semana para a seleção brasileira, que faz uma série de três amistosos contra países do mesmo continente. O primeiro compromisso do Brasil é contra a Costa Rica, em Alajuela, na próxima sexta-feira, 27 de fevereiro. Na sequência, a seleção enfrenta a Venezuela no dia 4 de março e o México no dia 7; estes dois últimos jogos serão em território mexicano. Em entrevista para a RFI, Tarciane destacou o trabalho que a equipe brasileira tem feito. A zagueira afirmou que o foco é a Copa do Mundo de 2027, que será disputada entre junho e julho do ano que vem, no Brasil. Este mundial reunirá as melhores seleções do planeta e é bem provável que a Espanha, atual campeã, os Estados Unidos, ouro na Olimpíada de Paris, a Inglaterra, a Suécia, a Alemanha e o Canadá disputem a competição. Leia tambémApós beijo forçado em atleta espanhola, surge outra denúncia contra presidente da federação de futebol "A gente está conseguindo fazer um bom trabalho. Toda a comissão e as atletas abraçam totalmente a ideia de jogo para podermos melhorar até a Copa do Mundo. A gente já passou por um momento especial nos Jogos Olímpicos de Paris. Hoje a gente já entende o que é jogar uma competição de alto nível; sabemos o quanto é importante a parte física para a gente poder estar bem na competição", afirmou. Com mais de 25 jogos pela seleção, Tarciane pensa grande. "Mentalmente é importante estarmos trabalhando e jogando com grandes seleções para podermos nos adaptar melhor e chegarmos muito bem na Copa. É um grupo novo e bastante jovem, e certamente vai ter menina que disputará pela primeira vez uma Copa do Mundo. Se eu for convocada, será a minha primeira Copa. Tenho experiência dos Jogos Olímpicos e de outras competições com a seleção. Então, é importante a gente estar pronta para conseguirmos ganhar o mundo; e a gente vai ganhar o mundo", deseja a confiante Tarciane. Mas a zagueira, que conquistou a medalha de prata na Olimpíada de Paris, não quer saber de oba-oba no Mundial do ano que vem. "A gente não quer favoritismo. Ainda mais com a Copa do Mundo em casa. A gente quer chegar em silêncio e bem quietinha, fazendo o nosso trabalho e jogando contra as grandes seleções. É isso que a gente quer", disse Tarciane. "Eu tenho certeza que a seleção brasileira vai chegar muito bem preparada na Copa do Mundo." "A gente se prepara todos os dias, aprendendo e demonstrando cada vez mais a nossa identidade em campo. Assim, vamos trazer o torcedor brasileiro para o nosso lado. E isso vai fortalecer a gente cada vez mais para jogar uma partida importante no Brasil diante da nossa torcida", falou. Leia tambémEm Paris, Formiga e Michael Jackson dizem o que falta para o futebol feminino decolar no Brasil Mas para continuar a ser lembrada pelo técnico da seleção, Arthur Elias, a zagueira brasileira precisa manter o bom desempenho que tem apresentado com a camisa do Lyon. No clube desde fevereiro do ano passado, Tarciane é titular da zaga do time francês e já marcou três gols – diante do PSG, Nantes e Strasbourg, todos nesta temporada. Mas se ela já está adaptada à equipe francesa, no dia a dia, Tarciane ainda precisa de mais um tempinho. "A adaptação é difícil. Outra língua, outro idioma… tudo muito diferente, mas a cada dia aprendendo mais um pouquinho. Hoje eu entendo muito mais francês do que quando cheguei aqui (fevereiro de 2025) e agora só falta falar um pouco mais. Acho que isso é a parte mais complicada, mas a adaptação é todos os dias", conta. "É um momento importante de aprendizado." E como será que ela faz para matar as saudades da família e amigos? "Sinto saudades de casa; sempre. É difícil porque é muito longe. O Rio de Janeiro e a França são totalmente diferentes. A logística, o horário... Eu pude ir para casa nas férias e aproveitei meus dez dias de folga. É vida de atleta. Eu sabia que isso iria acontecer porque são escolhas que a gente faz na nossa vida. A gente vai matando (a saudade) por telefone e videochamada", explicou a zagueira. Mesmo em outro continente, Tarciane mostrou que não esqueceu os clubes que defendeu. Será que o coração da zagueira ainda é de braba, apelido dado às jogadoras do Corinthians? "Ah, sempre vai ser. Foi a segunda equipe que me apresentou para o mundo. A primeira foi o Fluminense e a segunda foi o Corinthians, onde eu pude viver profissionalmente muita coisa. Foi lá que conquistei os melhores troféus que eu tenho. É por isso que eu sempre vou ser uma braba e sempre vou estar na torcida. O Corinthians está no meu coração. Gratidão sempre", disse. Depois da sequência de amistosos com a seleção atual campeã da Copa América, Tarciane voltará ao Lyon para o campeonato francês. O próximo compromisso do clube é em casa contra Le Havre. O Lyon de Tarciane é o líder invicto da competição com 16 pontos de vantagem sobre o Nantes, que hoje está na vice-liderança.

Corvo Seco
#498 - Nisargadatta Maharaj - Vá Além das Palavras

Corvo Seco

Play Episode Listen Later Feb 22, 2026 16:00


Trechos do livro “I Am That”, de Nisargadatta Maharaj.Nisargadatta Maharaj (1897-1981), nascido Maruti Shivrampant Kambli, foi um renomado mestre espiritual indiano da tradição Advaita Vedanta.Nisargadatta nasceu em uma família humilde e viveu uma vida simples como comerciante de cigarros. Após conhecer seu guru, Sri Siddharameshwar Maharaj, Nisargadatta alcançou à Auto-realização. Ainda assim, ele continuou sua vida cotidiana, ensinando de forma despretensiosa em sua casa em Mumbai, onde recebia discípulos de todo o mundo.O ensinamento central de Nisargadatta é a realização de que você é o Eu absoluto, além do corpo, da mente e da personalidade. Ele insistia na introspecção direta, encorajando os buscadores a abandonarem a identificação com o ego e a reconhecerem a sua verdadeira natureza como a pura Consciência. Nisargadatta alcançou reconhecimento mundial através da publicação de 1973, de "Eu Sou Aquilo" (I Am That). Suas conversas, transcritas neste livro abordam a essência da não-dualidade, enfatizando que a libertação espiritual está disponível para todos, sem a necessidade de práticas elaboradas ou crenças religiosas.

Dois Analógicos
Ainda que seja radicalmente diferente de tudo que veio antes do Donkey Kong, é o Donkey Kong

Dois Analógicos

Play Episode Listen Later Feb 22, 2026 18:42


Mas eu acho válido, se ganhar, acho que está contemplado. Mas eu queria que o Silksong ganhasse alguma coisinha também. Talvez o Silksong leve o melhor indie e o Clair Obscure ganhe o melhor jogo do ano? Vamos ver. Ah, sim, mas preciso falar uma coisa importante no Diálogo infinito sobre games via WhatsApp. Com João Varella, Alexandre Sato, Thomas Kehl, Marcos Kiyoto, João R e Marina Andreoli⁠Dois Analógicos - Listen on Spotify - Linktree⁠

Contar Para Encantar
O Senhor é o meu pastor

Contar Para Encantar

Play Episode Listen Later Feb 22, 2026 1:31


Ainda que falte alguma coisa na nossa vida...nunca faltara Jesus! Ele é o nosso pastor e a nossa segurança! Ele sabe de tudo que precisamos e a hora certa pra tudo!

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas
Isabel do Carmo (parte 2): “Continuo a dar consultas aos 85 anos porque adoro ouvir histórias de vida, são fontes de sabedoria, e gosto mesmo de ajudar os outros”

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas

Play Episode Listen Later Feb 21, 2026 94:02


Nesta segunda parte da conversa com a médica e ativista antifascista Isabel do Carmo ficamos a saber de onde veio a sua escolha e impulso para combater o antigo regime e o medo, dá conta de quem era o suporte do fascismo e responde à questão se a ideia de liberdade serve acima de tudo uma elite. Ainda nesta segunda parte, Isabel do Carmo aponta para o futuro e para o caminho que considera melhor para o país, para mais igualdade e liberdade. É possível uma utopia coletiva onde os desejos e a criatividade individual impere? Como podemos cuidar de nós e uns dos outros nestes tempos tão difíceis para continuarmos a lutar por um país mais justo e mais livre e mais democrático? Isabel responde e revela o que a leva a não querer abrandar e a ter o consultório aberto aos 85 anos. E ainda lê um excerto do seu livro “Puta de Prisão”, sobre as vidas das prostitutas que conheceu atrás das grades, e lê também um livro de sonetos de Florbela Espanca. Depois fala dos seus amores do passado e de sempre, partilha algumas das músicas que a acompanham e os seus atuais pequenos grandes prazeres. Boas escutas! Leitura: “Puta de Prisão”, de Isabel do Carmo e Fernanda Fráguas, pela D. Quixote.Sonetos, de Florbela Espanca Músicas: “Araucária” - Aldina Duarte (letra de Capicua - álbum "Metade Metade")“Esperança“ - Teresa Salgueiro (álbum "Horizonte")“Cantiga d'um marginal do séc. XIX” - Vitorino e Manuel João Vieira (Novo álbum de Vitorino - “50 anos a semear salsa ao Reguinho”)“Les temps des cerises” - Yves MontandSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Podcasts FolhaPE
Associação Juntos pela Inclusão no Resgatando a Cidadania

Podcasts FolhaPE

Play Episode Listen Later Feb 21, 2026 58:34


Ainda no clima na de Carnaval, com a temática da Pessoa com Deficiência, o Programa Resgatando a Cidadania deste sábado(21) recebeu integrantes da Associação Juntos pela Inclusão de Paulista, que vai promover a segunda edição do Bloco "Inclusão na Folia", no próximo dia 28, a partir das 9h, na sede da associação, na Rua Coronel Alberto Lundgren, 2071, centro de Paulista. O comunicador Domingos Sávio, apresentador do programa, recebeu no estúdio, Vera Arruda, vice-presidente e Luciene Martin, diretora, da Associação Juntos pela Inclusão de Paulista. A associação presta assistência a cerca de 600 famílias de pessoas com deficiência. São oferecidos, além de alfabetização, também, a preços populares serviços de psicologia, odontologia, neuropediatria, terapia alimentar, assistência jurídica e práticas esportivas, além de um bazar. Para outras informações pode se acessar o Instagram @juntospelainclusao. O Programa Resgatando a Cidadania é apresentado todo sábado, a partir do meio-dia, pela Rádio Folha 96,7FM, produzido e apresentado pelo radialista Domingos Sávio.

Speaking Brazilian Podcast
How to use the words “já” and “ainda” in Brazilian Portuguese

Speaking Brazilian Podcast

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 9:47


Get Your Free Lesson & Worksheet

Contraditório
Anda comigo ver os aviões das Lajes e o PTRR

Contraditório

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 42:37


As medidas de resposta às populações, a tensão com o Chega e o diálogo com o PS. Ainda a posição portuguesa sobre o Conselho de Trump e o 'pit stop' de aviões nos Açores. Edição de João Alexandre.

Notícias Agrícolas - Podcasts
Preços do leite ao produtor podem volta a subir ainda em março , alerta Stonex

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 12:31


Retomada do equilíbrio entre oferta e demanda cria cenário mais favorável para os preços

Convidado
“Ainda temos cárceres mentais de fundamento colonial”, Karyna Gomes

Convidado

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 16:00


Karyna Gomes acaba de lançar o álbum Kantigas di Liberdadi. O novo trabalho discográfico da cantora e compositora da Guiné-Bissau é um testemunho que celebra a liberdade, a história e o amor. Karyna Gomes propõe um resgatar da história que constitui o imaginário colectivo guineense para consolidar o que Amílcar Cabral e companheiros conquistaram. Navegando por ritmos com raízes na música guineense, como o gumbé e a tina, Kantigas di Liberdadi também deixa transparecer o efeito, por exemplo, da rumba, da soul music, da música popular brasileira ou do kompa haitiano. O álbum conta com as participações de Micas Cabral e de Alana Sinkëy e inclui a participação de Dara Haniel, filha de Karina Gomes. Integralmente cantado em kriol da Guiné, Kantigas di Liberdadi foi gravado “live on tape” porque, como diz Karyna Gomes, “a Guiné-Bissau sempre foi de fazer música ao vivo” ... “ e esta é a essência musical dos guineenses”. A RFI falou com a artista na capital portuguesa, Karyna Gomes começa por explicar o que idealizou colocar no novo trabalho e o que este representa na carreira. Karyna Gomes: (Kantigas di Liberdadi) é um trabalho que, para mim, constitui uma grande aventura, na verdade, porque eu sou cantora guineense radicada em Portugal, num universo muito desafiador para artistas que fazem música alternativa, que não fazem música pop, mas que têm uma carreira, graças a Deus, a correr bem, a solo, já há mais de 10 anos. Decidi juntar alguns músicos extraordinários da Guiné-Bissau e de Angola, a minha filha Dara Haniel, de 23 anos, que que também é cantora, e convidar o Micas Cabral e a Alana Sinkëy para se juntarem a mim, num dia, durante 12 horas, e gravar um álbum com 9 faixas. Um álbum que tem a minha essência, um álbum em que eu vou buscar as minhas raízes, mas que também vou-me dar a liberdade de navegar por outros mares, mares esses que fizeram parte da minha vida, da minha formação, falo do Brasil, falo das Antilhas, falo do Congo. Mas também não esquecendo a minha raiz crioula guineense, quando vou resgatar a raiz crioula e a raiz interventiva, quando vou resgatar canções como Titina, que é uma canção que o José Carlos Schwarz escreveu em 1975 e interpretou. Não editou, mas tive acesso à parte de uma bobina gravada num ensaio em Bissau, em que ele canta a música, mas só que a bobina já estava deteriorada e só se conseguiu resgatar a primeira estrofe. Essa primeira estrofe inspirou-me de tal maneira que eu andei 19 anos à procura do resto da canção e só fui conseguir juntá-la em 2024, quando, a convite da Casa da Cultura para o evento Hora di Canta Tchega, que é exactamente um evento de homenagem ao próprio José Carlos, onde eu vou com este quarteto, que depois vou convidar para gravar o disco, descobrir que a canção na verdade é um grande gumbé. Como é que eu vou juntando as peças? Eu vou falando com alguns contemporâneos de José Carlos, nomeadamente Djon Motta, Miguelinho N'Simba, mas quem me vai ajudar mesmo a juntar tudo é o Guto Pires, o cantor guinese Guto Pires, que, gentilmente, cantou para mim o restante da música e eu vou descobrir que na verdade é um grande gumbé. Ou seja, é um resgate daquilo que é nosso, mas também um apelo à história. Porque nós para chegarmos até aqui houve quem deu a sua vida para que nós fôssemos livres e independentes e pudéssemos navegar livremente nesse universo cultural e da música. Portanto, José Carlos é uma pessoa que eu conto sempre homenagear nos meus álbuns. Este não é diferente e foi através dessa visita à história, visita à nossa sonoridade, a passar por caminhos musicais onde já tinha passado, mas que em algum tempo da minha carreira decidi tentar outras sonoridades, mas que também tinha que fazer essa viagem, mas senti a necessidade de voltar às raízes e de resgatar o que é genuíno, o que é orgânico e não electrónico. RFI: O álbum chama-se Kantigas di Liberdadi, porquê este nome quando a independência da Guiné-Bissau já foi conquistada há mais de 50 anos? Karyna Gomes: Porque a descolonização ainda é um processo, um processo contínuo, um processo actual. Porque nós ainda precisamos de descolonizar a nossa mente e porque nós, mesmo nós que somos africanos, que somos guineenses, cabo-verdianos, angolanos, moçambicanos e que já temos uma nacionalidade, que temos um passaporte, um bilhete de identidade, nós ainda temos cárceres mentais de fundamento colonial de onde nós precisamos nos libertar. Eu acredito que através da cultura e através da música, indo resgatar a história, a história que constituiu a nossa nação, o nosso imaginário colectivo, nós vamos conseguir então mobilizar, continuar a mobilizar essa juventude, esse capital jovem, para que nós possamos consolidar o que Amílcar Cabral e seus companheiros, Zé Carlos e seus companheiros conquistaram durante a luta pela independência. E também, esse disco foi gravado exactamente no ano em que os PALOP, digamos assim, quatro países dos PALOP completam 50 anos de independência e a Guiné completa 52 anos de independência. Isto tudo é simbólico, mas também é necessário, porque eu tenho percebido como artista, mas também como uma pensadora de África, que há uma forte tendência, uma forte corrente de branqueamento da nossa história, a querer apagar a nossa história, a querer minimizar o esforço dos combatentes da liberdade da pátria pela nossa independência. Lugares onde se fala muito da democracia, sem as nossas independências, sem a nossa luta pela independência, não chegaríamos a essa meta da democracia. Eu acho que é muito necessário nós, como artistas, meditarmos sobre. Já dizia Nina Simone, que o verdadeiro artista é aquele que pensa e reflecte o seu tempo. Eu acredito. Aliás, Nina Simone é uma das minhas grandes referências na música e no pensamento. Portanto, eu acho que é um exercício sobre quem somos e também um legado que eu gostaria de deixar para as minhas filhas e para a geração delas. Daí ter convidado a minha filha para participar do disco e a Alana Sinkëy, que é filha do nosso saudoso Bidinte da Silva, que é uma grande cantora guineense, que tem uma estrada brilhante pela frente e que está noutra geografia, ela mora em Madrid, mas tem uma carreira internacional, apadrinhada pelo grande Richard Bona, e eu penso que é dessa maneira que nós conseguimos passar o testemunho para que a história da nossa luta não se apague. RFI: Pode dar-nos um exemplo de como, tendo em conta toda a experiência passada de luta da Guiné-Bissau e depois destes 52 anos de independência, como é que foi traduzido isso? Um tema por exemplo. Karyna Gomes: O tema que eu escrevi para o meu pai, chama-se Djonsa, e é como se eu tivesse a desabafar com ele sobre tudo o que aconteceu depois dele ter desaparecido e também como forma de reconhecimento do que ele simbolizou em vida quando. Numa determinada altura da história, houve um recuo significativo daquilo que era o ideal do Amílcar Cabral, e ele ter escolhido o silêncio como forma de resistência … E depois de ele ter partido, estas coisas continuarem como estão. Portanto, é como se através da minha conversa com o meu saudoso pai, vou relatando a história de antes e de agora. Outros temas, Tufulin, que é um tema que fala sobre o espaço de intimidade entre mulheres no trançar o cabelo, que é um lugar de fala privilegiado entre duas mulheres quando estão uma a pentear o cabelo à outra. Estão a contar histórias, histórias íntimas, histórias sobre várias questões sociais. Isto desde os primórdios foi assim e ainda agora, apesar de ter uma tendência de desaparecer, mas continua a existir essa tradição das mulheres estarem em momentos mais íntimos, trançar cabelo à outra para contar histórias. Eu aproveito para dizer que ainda temos muitas histórias para contar. Temos histórias da nossa luta, temos histórias da resistência, temos histórias das Mandjuandadi, que é a irmandade das mulheres, que depois passa a ser de mulheres e homens, em que vai-se resistir contra um sistema colonial e vai-se criar uma nação forte, forjar-se uma nação forte e unida na diversidade. Portanto, o tema No Brinca também é um tema em que vou falar que, apesar da situação em que o país está, nós não podemos esquecer que nós temos que estar juntos, a partilhar, nos divertir, mesmo porque a vida é curta. Mas não esquecendo que, sim, o país não está bem, as coisas não estão bem, mas vamos nos divertir. E tem o tema do Zé Carlos (Schwarz), que fala da história da Titina. Tem vários outros temas. Há só dois temas aqui que não falam directamente dessa questão da nossa realidade sociocultural e política, mas falam daquilo que nós somos. Por exemplo, há temas mais íntimos relativamente às mulheres e há temas mais direccionados às famílias, mas é um tema só. Portanto, acaba tocando outras coisas, mesmo porque liberdade, para mim, também é a liberdade que eu tenho para expressar sobre outros assuntos e não só aquilo que toca a vida pública. RFI: Como mulher atenta a tudo que se passa na Guiné-Bissau, como é que olha para o actual momento político e social que o país atravessa? Karyna Gomes: É sempre com muita tristeza que eu, de longe, vou chorando pela forma como o povo da Guiné-Bissau tem sido ignorado relativamente ao que escolhe nas urnas, mas isso já vem de muitas décadas para cá. O povo da Guiné-Bissau sempre votou, sempre soube escolher os seus governantes, mas, infelizmente, nunca deixam que a sua vontade prevaleça. É sempre com muita tristeza que eu vejo isso. E é claro que as consequências são sempre muito graves, privilegiando um grupo muito exclusivo de pessoas, que, infelizmente, perderam a sensibilidade em relação ao povo. Mas eu sou aquela pessoa que acredito no perdão, há dias estive a falar sobre isso, porque às vezes as pessoas pensam que estão a fazer bem, mas não estão. Eu acredito que o povo guineense deve continuar resiliente, deve continuar resistente, deve continuar persistente em relação aos seus valores, aos valores que fundamentaram a luta pela sua independência, aos valores que Cabral transmitiu, e os seus companheiros, e continuar a lutar, continuar a lutar com dignidade, porque o povo guineense é um povo digno, um povo batalhador, tem dado mostras disto. Oprimido, triste, com medo, mas sempre ali guardando os seus valores. Eu acredito que dias melhores virão, é continuar agarrado aos seus valores. RFI: Voltando a falar do novo disco da Karyna Gomes, nove temas gravados live on tape, tudo num dia, doze horas seguidas. Porquê esta opção? Karyna Gomes: Porque é o que nós somos musicalmente na Guiné-Bissau e isso está-se a perder. A Guiné-Bissau sempre foi de fazer música ao vivo, música orgânica, música que toca a pele das pessoas, porque vai dentro da alma e não tem jeito de não fazer pele de galinha, como eu costumo dizer. Esta é a essência musical dos guineenses. Eu acho que no mundo em que estamos, faz-se necessário também voltar a ouvir aquilo que a Guiné-Bissau cria como música e eu gostaria de deixar um contributo. Deixar aqui alguma coisa também de homenagem aos nossos pioneiros da música guineense e deixar também um legado para a geração mais nova e perceber que há uma outra forma de fazer música na Guiné-Bissau, mesmo estando num mundo, num universo, de novas tecnologias na música. Mas há uma forma de fazer música na Guiné-Bissau que pode impactar o mundo de uma maneira diferente. RFI: Em relação aos espectáculos, já há agenda de concertos? Karyna Gomes: Sim, já há agenda de concertos. Vai começar agora no dia 10 de Abril, terei um concerto em Bissau, no Centro Cultural Português, em que eu vou apresentar exactamente o álbum e a seguir vou trabalhar aqui em alguns cineteatros em Portugal, e também tenho o Brasil para fazer uma digressão com o disco. Já estamos a preparar a agenda para 2026 e 2027. RFI: França faz parte de uma ideia de onde vir a apresentar este trabalho? Karyna Gomes: Com certeza, França é um sonho e já estamos a trabalhar na agenda para França. Se Deus quiser, brevemente teremos respostas. Línk vídeo “Tufulin”: https://www.youtube.com/watch?v=rTYuh5bJFMw

PrevCast
VOCÊ AINDA TRATA RESIDÊNCIA COMO RISCO LEVE? | PÍLULAS DA PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIO #641

PrevCast

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 4:55


Bom dia!A pílula de hoje mostra como o comportamento do fogo mudou dentro das residências e por que materiais sintéticos aceleram drasticamente o desenvolvimento do incêndio.

TIAGOL! com Tiago Leifert
FLAMENGO AINDA TÁ MAL, CORINTHIANS VENCE MAIS UMA E OUTRAS NOTÍCIAS DA SEMANA!

TIAGOL! com Tiago Leifert

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 51:56


Falei também sobre Vini, Coutinho e outras notícias

Podcasts FolhaPE
Pós-Carnaval ainda no pique!

Podcasts FolhaPE

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 32:30


O Sextou na 96.7 Rádio FolhaPE tá daquele jeito! Valdenio e Rainier comandando a resenha, música boa e a energia lá em cima pra folia não acabar! E olha só… Monica, Rejane, Gabi e Jaime também entraram na onda!

Endörfina com Michel Bögli
#452 Roberto Landwehr

Endörfina com Michel Bögli

Play Episode Listen Later Feb 19, 2026 149:31


Filho de um casal de imigrantes romenos, ele nasceu em São Paulo, onde praticou natação e jiu-jitsu. Ainda criança, mudou-se para Brasília, onde conheceu uma cidade descomplicada, que favorecia quem gostava de gastar energia. Praticou judô e andava livremente de bicicleta pela capital. Na adolescência, o esporte ocupava quase todo o espaço disponível. Aos 13 anos de idade, pedalou pela primeira vez os 63 km da Volta ao Lago Paranoá com alguns amigos. A escola seguia em paralelo, mas era extravasando energia que ele encontrava o seu equilíbrio. Na juventude, intensificou sua relação com modalidades como a vela, o mergulho, a pesca subaquática, a musculação e corrida. Atendendo às expectativas dos pais, entrou na faculdade de Economia, até que a mãe da sua namorada à época, percebendo sua paixão pelos esportes, sugeriu que ele mudasse para a Educação Física. Fez sua cabeça e, no dia em que contaria aos pais a sua decisão, sofreu um grave acidente de moto. Fraturas múltiplas, cirurgias, perda temporária de movimentos e um longo período de recuperação. Durante esse período, assistiu pela televisão à chegada do Ironman do Havaí de 1982, quando Julie Moss, exausta, se arrastou até cruzar a linha. A cena, que se tornaria um marco da história do Ironman, lhe serviu como motivação e referência concreta de persistência. Preparou-se o melhor que pôde para o teste de aptidão física e ingressou no curso de Educação Física, aos 27 anos. Ainda durante a graduação, começou a atuar como treinador de triatletas e ciclistas. Fundou, em 1984, a academia CORPO – Centro de Orientação e Reeducação Psicomotriz e Orgânica, uma das primeiras iniciativas em Brasília a aplicar condicionamento físico sistemático com embasamento científico. No mesmo ano, organizou o primeiro triathlon realizado na capital federal e, no ano seguinte, o Triathlon do Jubileu de Prata de Brasília, o primeiro da América do Sul reconhecido pela Federação Internacional. A partir daí, sua trajetória se confunde com a formação do triathlon brasileiro. Além de organizador de provas e treinador, atuou como dirigente, árbitro e formulador técnico em um momento em que quase tudo ainda precisava ser criado. Atuou na estruturação da Federação Brasiliense e participou diretamente da fundação da Confederação Brasileira de Triathlon, onde foi diretor técnico, superintendente do departamento técnico e responsável por manuais operacionais e de regras. Nesse período, integrou comissões técnicas da Confederação Pan-americana e da União Internacional de Triathlon, foi delegado técnico e árbitro em etapas de Copa do Mundo, Campeonatos Pan-americanos e Mundiais, além de representar o continente americano em instâncias internacionais da modalidade. Como treinador da seleção brasileira, esteve presente em competições decisivas para a consolidação do triathlon de alto rendimento no país e trabalhou diretamente com atletas centrais da modalidade, entre eles Leandro Macedo, que viria a se tornar o triatleta brasileiro mais bem-sucedido da história. Paralelamente, construiu uma trajetória acadêmica consistente. Foi professor universitário, aprovado em concurso público, estruturou laboratórios, coordenou avaliações fisiológicas e assumiu a chefia do Departamento Biomédico da Universidade Católica de Brasília. Liderou a implantação de bases para programas de pós-graduação e conduziu a instituição a ser reconhecida como centro de excelência esportiva, em um período em que ciência aplicada e esporte de rendimento ainda raramente caminhavam juntos. Conosco aqui, o professor de Educação Física com doutorado em Fisiologia do Exercício pela Universidade do Novo México, pesquisador, cientista e empreendedor, um dos nomes fundamentais que ajudou a estruturar e estabelecer o triathlon em solo brasileiro, treinador da seleção brasileira nas quatro primeiras edições do Campeonato Mundial de Triathlon, um remador nas horas vagas e um hiperativo aposentado que segue se adaptando para continuar em movimento, o paulistano Roberto Landwehr. Inspire-se! Um oferecimento @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala.  A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo.  Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.  

Painel Eletrônico
Deputado Gilson Daniel: Plenário pode votar ainda no primeiro trimestre projeto que torna crime golpe de falso advogado

Painel Eletrônico

Play Episode Listen Later Feb 19, 2026


Podcast Ubuntu Portugal
E373 Panóptico De M***a

Podcast Ubuntu Portugal

Play Episode Listen Later Feb 19, 2026 127:44


Este episódio foi longo; o Diogo trouxe muitas novidades do Ubuntu, desde uma nova wiki a papéis de parede, novas ferramentas, testes de Budgie, PassGo, morte de peças de software; conversas sobre uma possível Minidebconf, a FOSDEM, dia do Linux em Fevereiro no MILL e muito mais! Ainda trouxemos uma catrefada de hiperligações para vocês passarem uma boa temporada a ler - e discutimos com afinco as polémicas sobre excesso de IA, mecanismos de hipervigilância na Internet, padrões obscuros que nos lixam a todos e propostas de legislação coxas e desdentadas sobre verificação de idade - que não resolvem nada. Um fartote!

Convidado
ONGs continuam a lutar contra abusos da polícia em Moçambique

Convidado

Play Episode Listen Later Feb 19, 2026 14:47


Duas semanas depois de a Human Rights Watch ter denunciado, no seu relatório anual, a persistência de atropelos aos direitos humanos em Moçambique, ONGs moçambicanas insistem junto da justiça para travar os abusos. O ex-ministro do Interior e o ex-comandante da polícia foram ouvidos pela Procuradoria-Geral da República no âmbito da queixa apresentada pela Plataforma Decide, há mais de um ano, relativa às mortes nos protestos pós-eleitorais. Por outro lado, a 17 de Fevereiro, a ONG Kóxukhuro apresentou, na Procuradoria Provincial de Nampula, duas queixas‑crime contra a polícia. Em Moçambique, o ex-ministro do Interior Pascoal Ronda e o ex-comandante da polícia Bernardino Rafael foram ouvidos, a 17 de Fevereiro, na Procuradoria-Geral da República sobre uma queixa da sociedade civil relativa às mortes, torturas e desaparecimentos nas manifestações que se seguiram às eleições gerais de Outubro de 2024. A acção tinha sido submetida por organizações da sociedade civil, nomeadamente pela Plataforma Decide, que monitoriza os processos eleitorais e que contabilizou 416 mortos nos protestos. O director da Plataforma, Wilker Dias, também foi ouvido na PGR como um dos autores da participação, e recordou à RFI o teor da queixa, lamentando que ainda continuem atropelos aos direitos humanos mais de um ano depois dos megaprotestos que agitaram o país. “Esta queixa faz menção às mortes que decorreram das manifestações, acusando directamente o ex-comandante da polícia Bernardino Rafael, mas também o ex-ministro Pascoal Ronda não só pelas mortes, mas também pelos feridos, principalmente, com recurso a armas de fogo, a balas reais que acabaram colocando algumas pessoas até com a impossibilidade de se locomover. Também entra a questão dos desaparecimentos forçados que decorreram em todo o país, em todas as províncias. Apercebeu-se que foi uma acção coordenada e sem nenhum tipo de repúdio por parte das autoridades policiais e até ministeriais, o que levou a crer que foi tudo premeditado e, por isso, é que se abriu este processo contra esses dois indivíduos”, resumiu Wilker Dias à RFI. O director da Plataforma Decide lembrou que o caso foi submetido pela ONG a 21 de Novembro de 2024 e que segue os trâmites legais. Mais de um ano e meio depois, Wilker Dias alerta que “os atropelos aos direitos humanos continuam”, ainda que não na dimensão verificada nos protestos pós-eleitorais. “Ainda continua infelizmente. Não naquela dimensão porque não estamos numa fase de manifestações, mas se formos olhar numa outra perspectiva, existem atropelos, principalmente na zona Centro e Norte, com mais incidência para a província da Zambézia e depois um pouco lá mais para cima. Os casos mais gritantes que nós temos estado a receber são os casos de Nampula. Nampula tem sido um dos grandes palcos em que a polícia tem cometido diversos desmandos relativamente às questões de direitos humanos, às detenções arbitrárias, à questão da tortura que também é uma realidade, mortes também de forma indiscriminada. Publicámos até, no princípio do ano, um relatório sobre o que é que terá acontecido em Mogovolas, em que até houve a denúncia de populares sobre a existência de uma provável vala comum por tudo aquilo que aconteceu lá. Nós pedimos à Procuradoria Geral da República que se monte uma comissão de inquérito, uma investigação, para que se possa apurar estes factos todos e responsabilizar os polícias que estarão por detrás disso. Também uma das coisas é a pressão e perseguições aos membros da oposição em Moçambique, que continua de forma triste, com maior incidência para o partido Anamola, aos seus membros, aos seus representantes distritais e provinciais ameaçados e, por vezes, também detidos. Isto também vai, de certa forma, colocando em causa todo este processo de diálogo nacional”, acrescentou Wilker Dias. Por sua vez, a ONG Kóxukhuro apresentou, também a 17 de Fevereiro, na Procuradoria Provincial de Nampula, duas queixas‑crime contra a Polícia da República de Moçambique, as quais colocam em causa o comandante da Segunda Esquadra. O activista social e dos direitos humanos Gamito dos Santos, director da associação, descreveu-nos essas queixas e denunciou uma “prática recorrente” de violação dos direitos humanos por parte da polícia, mas alerta que “a sede de fazer justiça fala mais alto que o medo”. “A primeira queixa tem que ver com a detenção e tortura de quatro jovens naturais de Nampula. Alegadamente, um dos jovens teria comprado um telefone roubado, mas ninguém, em nenhum momento, apresentou queixa sobre o telefone. Então, arrombaram a casa dos jovens e de lá começaram a torturar os miúdos até os levarem à Segunda Esquadra. De lá continuaram com a tortura, até que para serem soltos, estes jovens teriam pago valores. A pessoa acusada de comprar o telefone pagou um valor de 80.000 meticais para ser solta. A segunda pessoa pagou 15.000 meticais, a terceira pagou 14.500 e a quarta pagou 7.000 meticais. Este processo começa a ter suspeitas pelo simples facto de que eles não foram apresentados ao procurador, muito menos ao juiz de instrução. Foram capturados pela polícia, torturados pela polícia, a polícia cobrou os valores ilicitamente e a mesma polícia os soltou depois de três dias”, explicou Gamito dos Santos. “A segunda queixa tem que ver com um jovem capturado em casa e levado à Segunda Esquadra por volta das cinco horas de madrugada, mas depois, às 22 horas do dia em que foi capturado, foi tirado das celas para uma parte incerta, de onde teria sido exigido que ele assumisse os crimes de que ele era acusado:um furto. Aliás, estava sendo já torturado psicologicamente para que ele assumisse este furto. Ele não tendo assumido, a polícia levou-o naquela mata e tê-lo-ão baleado no membro inferior direito. Daí levaram o jovem para o Hospital Central de Nampula, onde teria recebido tratamento. Neste momento, está na Primeira Esquadra, já foi legalizada a sua prisão e está a seguir os seus trâmites legais. Então, tendo em conta que a confissão por tortura é crime na República de Moçambique, nós achámos por bem - pelo bem da dignidade humana e o bem dos princípios basilares da da pessoa humana -  processarmos o comandante da Segunda Esquadra”, acrescentou o activista. De acordo com a Deutsche Welle, a polícia negou as acusações, através da porta-voz em Nampula, Rosa Chaúque, que reafirmou que a corporação cumpre à risca as leis moçambicanas. [A RFI tentou obter uma reacção da polícia de Nampula, sem sucesso.] No início de Fevereiro, o relatório da Human Rights Watch sobre a situação dos direitos humanos a nível mundial, em 2025, apontava que, em Moçambique, os direitos humanos foram afectados pela insegurança alimentar, intensificação de ataques terroristas e sequestro de menores em Cabo Delgado, pelos feminicídios, repressão dos protestos pós-eleitorais, sequestros e tentativas de assassínio a jornalistas e activistas sociais.

MoneyBar
Ainda vale a pena investir em ouro?

MoneyBar

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 23:00


O ouro voltou a ultrapassar os 5.000 dólares por onça e voltou também a estar no centro das atenções. Depois de uma subida impressionante e de uma correção brusca, a pergunta impõe-se: ainda vale a pena investir ou já estamos a chegar tarde? No mais recente episódio do podcast MoneyBar, falamos sobre o que explica esta valorização, quais são os riscos e se faz sentido incluí-lo na sua carteira. Inscreva-se na lista de Espera do Curso “Do Zero à Liberdade Financeira”: https://bit.ly/Lista-de-Espera-Curso  Subscreva a Newsletter: Newsletter MoneyLab – https://bit.ly/NewsletterMoneyLab  Junte-se ao grupo de Telegram: https://bit.ly/moneylab-telegram  Redes Sociais Instagram: https://www.instagram.com/barbarabarroso  Facebook: https://www.facebook.com/barbarabarrosoblog/  Subscreva os canais de Youtube: https://www.youtube.com/barbarabarroso  https://www.youtube.com/moneylabpt  Para falar sobre eventos, programas e formação: https://www.moneylab.pt/  Disclaimer: Todo o conteúdo presente neste podcast tem apenas fins informativos e educacionais e não constitui uma recomendação ou qualquer tipo de aconselhamento financeiro.

Dar Voz a esQrever: Pluralidade, Diversidade e Inclusão LGBTI
Ep.257 - Presidenciais 2026 (2ª volta), Sandra Bernhard & Bad Bunny + Putain

Dar Voz a esQrever: Pluralidade, Diversidade e Inclusão LGBTI

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 26:22


WGospel.com
Mude de rumo!

WGospel.com

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 4:41


TEMPO DE REFLETIR 01679 – 18 de fevereiro de 2026 Marcos 1:18 – Então, eles deixaram imediatamente as redes e O seguiram. Há dias em que, encontrando-nos em uma encruzilhada, tomamos um rumo que muda para sempre o nosso destino. Pedro teve um dia assim. Ele e seus companheiros terminaram uma noite de pescaria fracassada. Cansados e desanimados, puxaram o barco até a praia. Ali, em silêncio, lavaram as redes. O que há para contar, depois de uma noite sem pegar nenhum peixe? Jesus pediu para usar o barco de Pedro como plataforma de pregação. Então sentou-Se e passou a ensinar. Ao concluir Seu discurso, incentivou Pedro a ir até águas mais profundas e ali lançar as redes outra vez. Relutando no início, Pedro finalmente concordou: “Mestre, havendo trabalhado toda a noite, nada apanhamos, mas sob a Tua palavra lançarei as redes” (Lc 5:5). As redes imediatamente encheram-se com uma imensa quantidade de peixes. Pedro ficou atônito. Aquilo era mais do que boa sorte. Sentiu que estava na presença de um Ser divino, a quem a natureza obedecia. E reconheceu sua indignidade, ajoelhando-se aos pés de Jesus e dizendo: “Senhor, retira-Te de mim, porque sou pecador” (Lc 5:8). Mas Jesus não Se afastou. Pedro sentiu a própria fraqueza. Jesus viu nele um enorme potencial. Viu um futuro poderoso pregador de Sua graça. “Não temas”, disse Jesus, “doravante serás pescador de homens” (Lc 5:10). Pedro deixou tudo e O seguiu. Ainda que aos tropeços e expondo fraquezas, chegou a ser o líder de uma revolução religiosa. No dia de Pentecostes, pregando cheio do Espírito Santo, levou ao batismo mais de três mil pessoas. Ao lado de Paulo, foi um dos apóstolos mais influentes na igreja primitiva. Depois daquela noite no mar da Galileia, ele jamais foi o mesmo. Jesus também nos olha, hoje, e vê além das nossas debilidades. Vê o que podemos ser pela operação do Seu Espírito. Lembre-se: “Não há limites à utilidade de uma pessoa que, pondo de parte o próprio eu, oferece margem à operação do Espírito Santo na alma, e vive uma vida de inteira consagração a Deus” (O Desejado de Todas as Nações, págs. 250 e 251). Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Obrigado, Pai, porque à semelhança de Pedro, Tu podes nos transformar e fazer a mudança que precisamos que ocorra em nossa vida. Faça isso, por favor! Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes

Notícias Agrícolas - Podcasts
Mercado da soja pós-Carnaval no Brasil ainda tem poucos negócios; ritmo deve ser mais intenso a partir da próxima semana

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 52:16


Chicago fecha a 4ª feira estável, enquanto prêmios cedem um pouco mais internamente.

Noticiário Nacional
8h Montemor-o Velho ainda com inundações

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Feb 16, 2026 13:36


Noticiário Nacional
20h Brisa. Reconstrução da A1 pode arrancar ainda esta semana

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Feb 16, 2026 10:21


JORNAL DA RECORD
16/02/2026 | 3ª Edição: Criminoso passa madrugada dentro de shopping para furtar joalheria em Goiás

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Feb 16, 2026 3:42


Confira nesta edição do JR 24 Horas: Um ladrão passou a madrugada dentro de um shopping de Goiânia (GO) para roubar uma joalheria. Depois que o shopping fechou, o homem entrou na loja ao lado da joalheria. Imagens mostram o suspeito no corredor do local. Lá dentro, ele fez um buraco na parede para ter acesso à loja vizinha. O criminoso estava com o rosto coberto enquanto retirava os produtos das prateleiras. Ele só deixou o local na manhã seguinte. Segundo a Polícia Civil, foram levadas joias avaliadas em cerca de R$ 500 mil, entre correntes, relógios, anéis e colares. Ainda de acordo com a polícia, o ladrão conseguiu sair do shopping usando um controle remoto do portão. A suspeita é de que o dispositivo seja clonado. E ainda: Trem comercial descarrila nos Alpes suíços e deixa cinco feridos.

Os Economistas Podcast
BITCOIN EM QUEDA LIVRE: AINDA VALE A PENA INVESTIR? | O QUE ESPERAR PARA 2026 | Os Economistas 208

Os Economistas Podcast

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 124:27


2 ANOS DE CARTEIRAS RECOMENDADAS PELO PREÇO DE 1! E GANHE DE PRESENTE IMERSÃO EM CRIPTOMOEDAS: https://finc.ly/e59fd0612aProjeto Segundo Salário: Aprenda a transformar aportes mensais em renda passiva recorrente, direto na sua conta, mês após mês.https://finc.ly/521b821cf3 Felipe SantAna e Rafael Castaneda detonam as perguntas que ninguém quer fazer. Bitcoin morreu pela 500ª vez? Trump vai salvar ou afundar tudo? O halving de 2024 foi uma cilada?Felipe é co-fundador da Paradigma, primeira empresa brasileira de research 100% cripto, co-produtor do primeiro doc sobre Ethereum e autor do primeiro livro do mundo que também é uma carteira de cripto.Castaneda é CEO da Weever, Mestre em Sistemas pelo IME-RJ com mais de 20 anos como engenheiro de software. Fundador da comunidade Casta Guilda, analista blockchain e criador do canal Casta Crypto, onde mistura filosofia, sociologia e economia pra decifrar o mundo cripto.Nesse episódio: o pior ainda está por vir? É hora de comprar ou vender tudo? Os ciclos de 4 anos acabaram? Altcoins vão voltar ou só Bitcoin importa? E a bomba: Epstein foi o criador do Bitcoin?100k era teto ou só o começo? Regulação americana vai explodir o mercado? Quanto do seu patrimônio deveria estar em cripto? DCA ainda funciona ou é papo de coach?O futuro do Bitcoin em 2026 está aqui. Sem filtro, sem jargão, só insights pesados e as respostas que você precisa ouvir agora.

Semana em África
Golpes, terrorismo e clima dominam agenda da União Africana

Semana em África

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 9:23


Golpes de Estado, terrorismo, alterações climáticas e transições de liderança marcaram a actualidade política do continente africano nos últimos dias. A 39.ª Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da União Africana, a decorrer em Addis Abena, na Etiópia, serviu de palco para debater estes desafios, num momento particularmente sensível para vários países. A situação política na Guiné-Bissau -suspensa da organização pan-africana na sequência da tomada do poder pelos militares -esteve no centro das atenções. Em entrevista à RFI, o Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres, reafirmou uma posição firme, sublinhando a defesa inequívoca da ordem constitucional. Ainda no país, o principal opositor guineense, Domingos Simões Pereira, foi ouvido pelo Tribunal Militar, na qualidade de declarante, no âmbito de uma alegada tentativa de golpe de Estado em Outubro de 2025, segundo os seus advogados. A insegurança no norte de Moçambique também esteve em debate. O terrorismo em Cabo Delgado foi analisado à margem da cimeira, que decorre em Addis Abeba. António Guterres apelou à comunidade internacional, em particular à União Europeia, para reforçar o apoio ao país no combate à insurgência. Ainda em Moçambique, as alterações climáticas e os seus efeitos continuam a preocupar as autoridades. O Secretário-Geral das Nações Unidas reiterou que ainda é possível, até ao final do século, limitar o aumento da temperatura global a 1,5 graus, mas advertiu que tal exige uma redução drástica das emissões com efeitos imediatos. Entretanto, o Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres anunciou a abertura de 600 centros de acolhimento para famílias em risco, face à aproximação do ciclone tropical Gezani. Paralelamente, Maputo procura mobilizar apoio internacional, tanto na Cimeira da União Africana como na Cimeira Itália-África, para a reconstrução das zonas afectadas pelas recentes inundações. À RFI, a ministra dos Negócios Estrangeiros, Maria Manuela Lucas, sublinhou a necessidade de solidariedade internacional. A cimeira marca igualmente uma transição na liderança da organização continental. Termina a presidência angolana e inicia-se o mandato do Burundi. O Presidente burundês, Évariste Ndayishimiye, herdará do seu homólogo angolano, João Lourenço, dossiers complexos como o conflito entre a República Democrática do Congo e o Ruanda. Num balanço da presidência de Angola à frente da União Africana, o ministro das Relações Exteriores, Téte António, destacou o reforço da presença e da voz de África nos fóruns internacionais. Em São Tomé e Príncipe, a actualidade política ficou marcada pela eleição de Abnildo Oliveira como Presidente da Assembleia Nacional. O novo líder do Parlamento sucede a Celmira Sacramento, destituída do cargo há cerca de duas semanas, na sequência da crise parlamentar que abalou o país.

Endörfina com Michel Bögli
#451 Raquel Castanharo

Endörfina com Michel Bögli

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 85:15


Ela nasceu em São Paulo, filha única de uma mãe solteira. Ainda criança, foi para o interior, onde viveu com os avós enquanto a mãe ficou na capital trabalhando. Cresceu cercada por mulheres fortes e teve na avó, uma importante referência. Aprendeu cedo que o estudo e o conhecimento seriam o caminho mais sólido para progredir. Na juventude, voltou a São Paulo para cursar Fisioterapia na USP. Logo nos primeiros anos, aproximou-se da biomecânica por meio da iniciação científica. Após a graduação, seguiu para o mestrado na área e começou a atender corredores. Alugou uma pequena sala, mas atendia onde havia demanda: em parques e até em uma pista de atletismo. Sempre primou pela excelência. Era direta, técnica e embasada em evidências científicas e observação. Com o tempo, montou o primeiro consultório. O trabalho cresceu, os casos se multiplicaram, ela casou-se, veio a primeira gravidez e a necessidade de reorganizar a rotina. Manteve o foco na excelência enquanto buscava continuamente ampliar seu conhecimento. Em 2017, decidiu começar a correr, o que lhe trouxe uma perspectiva mais ampla sobre sua atuação profissional. Determinada a passar o máximo de tempo possível com o filho, tirou do papel um plano antigo: uma clínica própria que levaria o seu nome. Durante as obras, descobriu a segunda gravidez. Pouco depois da inauguração, no final de 2019, nasceu a filha, e em seguida o mundo parou. A pandemia interrompeu os atendimentos presenciais, mas acelerou algo que ela já vinha construindo. Os cursos online, criados para ampliar o alcance do seu trabalho, se tornaram uma importante ponte entre o conhecimento acumulado e milhares de corredores e profissionais da saúde. Ao mesmo tempo, sua presença cada vez maior no Instagram consolidou seu estilo de comunicação e a transformou em uma porta-voz, muitas vezes contundente, da corrida descomplicada. A notoriedade a levou a ampliar o seu campo de atuação dentro da corrida. Contrariando a tendência e a moda, somente no ano passado decidiu fazer sua estreia em uma maratona. Conosco aqui, a fisioterapeuta mestre em biomecânica que usa o raro dom da comunicação direta e sem rodeios para propagar uma mensagem que a transformou em empreendedora e celebridade no mundo da corrida. Uma corredora fora dos padrões que dominaram as redes sociais, ela escolheu o conhecimento como discurso e a coerência como estratégia, inspirando uma infinidade de pessoas a curtirem o melhor que a corrida pode oferecer. A corajosa e poderosa maratonista assisense, Raquel Ana Castanharo Trento. Inspire-se! Um oferecimento @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala.  A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo.  Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.   SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.  

Podcast : Escola do Amor Responde
3268# Escola do Amor Responde (no ar 12.02.2026)

Podcast : Escola do Amor Responde

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 22:57


No programa de hoje da Escola do Amor Responde, Renato Cardoso iniciou salientando que um dos piores problemas dos relacionamentos é o ciúme, inclusive sendo um tema que ele e a esposa, a escritora Cristiane Cardoso, têm encontrado no trabalho que eles realizam com casais e solteiros.Nesse sentido, eles responderam à dúvida de uma aluna relacionada ao ciúme. Na oportunidade, ela compartilhou que o marido é muito ciumento e que, inclusive, já até quebrou um celular dela, já rasgou as roupas da aluna, e isso lhe causa medo. Ela disse que muitas pessoas comentam que é pelo fato de ele já ter sido traído em outro relacionamento. Já outros apontam o fato de ele estar aprontando alguma coisa. Ela perguntou o que fazer, pois sente que o companheiro a ama.Quer melhorar o namoroNa sequência, os professores compartilharam o e-mail do aluno Rodrigo. Ele tem uma namorada que sofre com ciúmes. Quando eles saem, ela diz que ele está olhando para outra e que não aceita que passe pela mente dela que o aluno possa achar outra pessoa bonita, mesmo que seja alguém da família. Rodrigo perguntou como fazer para combater isso e ajudar o namoro dos dois.Ainda hoje, Marisa também pediu ajuda ao casal blindado. O marido dela é viciado em pornografia e ela sempre o pega se masturbando, às vezes, até olhando ou não uma imagem qualquer. Enquanto isso, a aluna fica mendigando um pouco de atenção dele. A aluna comentou ainda que eles estão há um ano e três meses sem ter relação sexual. Marisa perguntou o que fazer. Ela pontou outras questões, inclusive que ele não a respeita. A aluna está sofrendo com a situação, mas não consegue ir embora e deixá-lo.Terapia do AmorQuer alcançar uma vida amorosa feliz? Participe todas as quintas-feiras, às 20h, da Terapia do Amor, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes

Os Pingos nos Is
Tarcísio tem vantagem em SP / Vice de Flávio ainda é incerto

Os Pingos nos Is

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 119:56


Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quarta-feira (11):A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou um novo pedido de prisão domiciliar com base em relatório médico que aponta agravamento do quadro de saúde e necessidade de tratamento especializado fora da Papuda. O caso volta ao Supremo Tribunal Federal, que deve ouvir a Procuradoria-Geral da República antes de decidir. A Polícia Federal quebrou a criptografia do celular do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e encontrou mensagens que indicam pressão de uma autoridade da República para liberação de pagamentos. O material será enviado ao STF e à Procuradoria-Geral da República, aumentando a expectativa sobre possíveis desdobramentos políticos e jurídicos do caso em Brasília. Nova pesquisa Genial/Quaest sobre a eleição presidencial mostra o presidente Lula na liderança tanto no primeiro quanto no segundo turno, mas com redução da vantagem sobre o senador Flávio Bolsonaro. O levantamento indica cenário mais competitivo para 2026 e levanta debate sobre economia, segurança pública e desgaste do governo. Nos bastidores da direita, três nomes aparecem como possíveis candidatos a vice na chapa de Flávio Bolsonaro para a eleição presidencial de 2026. O plano A seria o governador de Minas Gerais, Romeu Zema. Na sequência aparecem a senadora Tereza Cristina, ex-ministra da Agricultura, e o deputado federal Guilherme Derrite. Uma nova pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas mostra que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), lidera todos os cenários de primeiro turno na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes. O levantamento compara o desempenho do atual governador contra nomes como Fernando Haddad (PT) e Geraldo Alckmin (PSB), indicando vantagem ampla de Tarcísio nas intenções de voto. O senador Renan Calheiros afirmou que o Senado pretende colaborar com as investigações sobre o Banco Master e deverá ter acesso às informações do caso. A declaração reacende o debate sobre transparência, sigilo e responsabilização nas apurações que envolvem o sistema financeiro e possíveis irregularidades. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.

Oxigênio
#213 – Curupira: da floresta à COP30

Oxigênio

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 42:54


O Curupira foi incorporado ao folclore brasileiro e foi transformado em personagem de histórias infantis, filmes e séries. Recentemente, se tornou mascote da COP-30, a conferência internacional da Organização das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, que em 2025 foi realizada pela primeira vez no Brasil, em Belém do Pará. Mas para os povos da floresta ele é muito mais que um mito. Você vai descobrir curiosidades sobre esse personagem nesse episódio que foi idealizado e produzido por Juliana Vicentini, revisado por Mayra Trinca e editado por Yama Chiodi.  ____________________ Roteiro Juliana: Se você entrar na floresta e ouvir um assobio, fique atento, você não está sozinho. É o Curupira, o guardião da natureza. Ele defende a mata e os animais daqueles que invadem, desmatam, caçam ou exploram o meio ambiente sem necessidade. O Curupira nasceu na cultura dos povos indígenas e continua vivo por meio da oralidade e da memória que se perpetua de geração em geração. Para os indígenas, ele é uma entidade, um espírito protetor da floresta e dos seres vivos. Mas durante o processo de colonização, o Curupira foi distorcido e sofreu tentativas de apagamento. Ele resistiu a isso e saiu do seu habitat natural para ganhar o Brasil e o mundo. O Curupira foi incorporado ao folclore brasileiro e foi transformado em personagem de histórias infantis, filmes e séries. Recentemente, se tornou mascote da COP-30, a conferência internacional da Organização das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, que em 2025 foi realizada pela primeira vez no Brasil, em Belém do Pará.  Juliana: Nesse episódio, nós faremos uma viagem para entendermos o Curupira. Nossa trilha começa pela perspectiva de quem cresceu ouvindo sobre ele não como uma lenda, mas como uma presença viva e protetora da natureza. Ao longo do nosso caminho, pesquisadores e jornalistas nos conduzem nessa jornada, nos revelando camadas que passam pela linguística, história e colonialidade, apresentando a trajetória do Curupira desde uma figura ancestral até a sua chegada como símbolo da COP30. Essa viagem nos ajuda a compreender o Curupira como um símbolo potente de resistência cultural, de decolonialidade e de sustentabilidade.  Juliana: Eu sou a Juliana Vicentini, esse é o podcast Oxigênio e o episódio de hoje é o “Curupira: da floresta à COP30”. [vinheta] Juliana: Algumas histórias não são ensinadas em aulas, não são vistas em livros, vídeos e fotografias. Elas são compartilhadas na convivência entre as pessoas, no chão da floresta, em meio ao som das águas e pássaros, e até mesmo ao redor de uma fogueira. Tem histórias que não são apenas lúdicas, mas que fazem parte da vida, da memória e do território e que pulsam no coração das pessoas com um significado especial.  Juliana: No Brasil, há 391 etnias indígenas, segundo o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística de 2022. E cada povo indígena tem suas próprias entidades que protegem a natureza. O Curupira é um desses seres e ainda assim, suas características nem sempre são contadas da mesma maneira por todos os povos.  Juliana: Hoje nós vamos ouvir alguém que cresceu entre a aldeia e a escola e que carrega histórias que quase não se contam no povo Suruí atualmente — histórias guardadas, íntimas, que vêm do vínculo com o pai e com o território. Maribgasotor Suruí: Não é um ser mitológico, não é um ser assim, de livro de história, né? Mas é verdadeiro. Nós acreditamos no Curupira. Juliana: Maribgasotor Suruí é estudante de Direito na Universidade Federal de Rondônia. Ele pertence a etnia Suruí, da terra indígena Sete de Setembro, localizada nos estados de Rondônia e Mato Grosso.  Maribgasotor Suruí: Eu cresci no meio disso, alguém falando disso, já faz parte do meu convívio, da minha cultura, do meu sangue, inclusive eu tenho curiosidades, tem isso também, um dia a ver, né? Mas como meu pai mesmo fala que não é qualquer pessoa que vê, e é um privilégio um dia, né? Hoje em dia, no Suruí, ninguém conta muito, ninguém pergunta muito, ninguém tem essa história que nós estamos falando. Eu e meu pai somos muito íntimos, né e  desde pequenos, somos uma pessoa muito curioso. Eu saí muito cedo de casa, eu estudei com a escola internato, escola agrícola, eu estudei em São Paulo, né? Eu tenho esse conhecimento, essa mistura de duas culturas diferentes. Eu sempre tive curiosidade com meu pai contar isso para mim, não é todos que querem saber, né? Porque hoje em dia, como eu falo, a evangelização chegou né, junto com os contatos e isso tirou a sensibilidade, a tradição, é como a gente descreve no direito indígena, como se fosse etnocídio. Juliana: A própria palavra Curupira carrega em si muito da história desse ser com os povos indígenas. Quem explica para a gente é o Thomas Finbow da Universidade de São Paulo, onde é professor de linguística histórica, área que investiga como as línguas evoluem.  Thomas: Curupira é uma palavra que vem do tupi, especificamente a fase que a gente conhece como tupi antigo, que seria aproximadamente do período entre 1500 e o final do século 17. E tupi é uma língua que era falada no litoral do que é o atual Brasil e é falada por várias nações indígenas. Esse é uma língua tupi guarani, que é um ramo de uma grande família linguística, família tupi, que tem 10 ramos e essas línguas estão localizadas desde Rondônia, dentro do Brasil, e atravessando a Amazônia, historicamente também no litoral e também existem na Guiana Francesa, no Peru, na Colômbia, na Venezuela, na Argentina, também na Bolívia, então é uma família muito muito dispersa geograficamente. Atualmente não tem mais falantes nativos dessa língua tupi, mas existem vários projetos entre os grupos descendentes das nações falantes de tupi, então os potiguara, na Paraíba, no Rio Grande do Norte, os tupinambás na Bahia, os tupiniquins no Espírito Santo que estão trabalhando para revitalizar essa língua. Juliana: Quando a gente tenta entender a origem de uma palavra indígena, nem sempre encontra uma resposta única e Curupira é um exemplo de ambiguidades. O Thomas explicou que a palavra pode ter alguns significados, mas que nem sempre eles batem com as histórias que conhecemos.  Thomas: Curupira parece ter um item coru e pira como se comenta, então, mas o problema exatamente é de interpretar o que que seriam essa parte de coru. Coru significa uma pele com bolhas, como uma pele de sapo, com uma pele irregular, então isso é uma possibilidade para esta raiz e pira é uma raiz. Pira significa pele. Que é curioso porque isso não é uma característica que se comenta do Curupira. Tradicionalmente hoje, se fala de pele vermelho, de ter os pés virados para trás, de ter o corpo pequeno etc. Então é curioso, talvez isso pode levantar hipótese de que isso não seja exatamente o significado desses raízes e tem alguma coisa que se perdeu em termos da construção da palavra, na transição entre o tupi e o português. Juliana: Temos outras explicações possíveis pra essa palavra então? Thomas: Eu também vi tentativas de explicar essa palavra Curupira usando a palavra kurumin, ou seja, menino, em tupi é kunumin. Esse raiz piir poderia ser uma interpretação da palavra para corpo. Isso também é algo que se vê na língua geral amazônica, no Yengatu, que pira hoje não tem o significado de pele. E aí seria uma tentativa de dizer que é um homemzinho, uma estatura pequena, baixa do Curupira. Então, poderia ser corpo de menino, em tupi, o possuidor vem primeiro como em inglês e a coisa possuída vem depois. A gente sabe que é um conceito antigo, parece que é algo pré-colonial, pré-europeu, porque os primeiros registros já no século XVI mencionam esse nome, Curupira. Então, não parece ser alguma coisa que tenha saído da cabeça dos europeus. E as pessoas que registravam os termos eram pessoas que conheciam o tupi antigo muito bem. É pouco provável que eles tenham errado muito no registro do nome também. Mas eles não explicam o que significa. Juliana: Assim como é difícil estabelecer um consenso sobre o significado da palavra Curupira, também não há unanimidade quanto à sua descrição. O Curupira é representado de diversas maneiras e suas características físicas ilustram o seu papel como o guardião da floresta e dos animais. A Januária Cristina Alves, que é jornalista, escritora, pesquisadora da cultura popular e apaixonada pelo folclore brasileiro nos dá detalhes sobre isso.  Januária: Ele é um menino, dizem que ele raramente anda sozinho, né, ele anda sempre ao lado de uma companheira, tem hora que ele aparece com um só olho no meio da testa, né, com um nariz bem pontudo. Em outras descrições, ele não tem nem nariz, ele não tem nenhum buraco, nenhum orifício no corpo. Ele tem dentes verdes, em algumas regiões, em outras, os dentes são azuis. Ele muitas vezes aparece careca, outras vezes bastante cabeludo. Em algumas ocasiões descrevem com orelhas enormes, sem articulações nas pernas. Mas de qualquer maneira, ele é sempre visto como uma entidade muito forte, que anda virado, com os pés virados para trás, exatamente para confundir as pessoas que tentam persegui-lo, que vão seguir a pista errada. Juliana: Afinal de contas, por que a gente se depara com tantas descrições físicas diferentes do Curupira, Januária? Januária: Na verdade, não é exclusivo do Curupira, não, a Caipora também é assim. Por serem parte da tradição oral, suas histórias correm de boca em boca, quem conta um conto, aumenta um ponto, é assim que diz o ditado popular. Então, de fato, essa narrativa oral vai permitindo com que as pessoas muitas vezes esqueçam um ponto ou acrescentem alguma outra característica e com isso a gente vai reunindo diferentes versões, muitas vezes o nome do personagem muda também, mas as suas características principais, a sua essência, ela é mantida. Então, no caso do Curupira, é verdade, ele aparece em diferentes versões, dependendo da região, da época, né? Mas, no geral, a gente sabe que ele é aquele menino que tem basicamente os pés virados para trás. Juliana: Independentemente das características físicas do Curupira, o que é unânime nas cosmologias indígenas é que ele ensina que a convivência entre os seres humanos e a natureza deve ser respeitosa e quando isso não acontece, o Curupira desaprova, não é mesmo Maribgasotor? Maribgasotor Suruí: Normalmente os caçadores, mata o bicho por hobby, deixa o animal padecendo no mato, ele não gosta. Até com nós que é índio que faz essas coisas, que nasceu dentro do mato, ele já não gosta, imagina com as pessoas que faz destruição com o habitat dele. Ele não tem limite, ele está em todo lugar e inclusive não pode falar muito o nome dele, né? Porque ele é um ser que devemos respeitar.  Juliana: Luís da Câmara Cascudo, em seu livro intitulado Geografia dos Mitos Brasileiros, detalha que a personalidade do Curupira varia segundo as circunstâncias e o comportamento dos frequentadores da floresta. Basicamente, o Curupira não gosta de quem desrespeita o meio ambiente e acaba punindo essas pessoas, por isso, nem sempre ele visto com bons olhos. A Januária conta mais sobre isso  Januária: Ele é o protetor da floresta, né, e muitas vezes, de fato, ele não é politicamente correto. Ele tem lá as leis dele. Por exemplo, um caçador que mate uma fêmea grávida, ele não vai perdoar. Ele vai matar. Muitas vezes, até por isso, ele foi tido como demônio da floresta, principalmente com a chegada dos jesuítas, que tentaram catequisar os índios e tal. A figura do Curupira foi bastante associada ao mal, ao demônio. Ele costuma fazer acordos, né, em troca de bebida, comida, presente. E ele gosta de confundir, né, as pessoas. Então ele passa informações erradas. Ele indica o caminho confuso, faz as pessoas buscarem coisas que ele oferece lá e não tem nada, né. Enfim, mas de qualquer jeito, ele não aceita que ninguém mate por gosto, sem necessidade. Ele se torna mesmo um inimigo implacável. Então, essa é a personalidade do Curupira. Ele é implacável na defesa da natureza. Juliana: O Curupira utiliza algumas estratégias para proteger a floresta e os animais. Ele é um ser muito ágil, o que faz com que ele ande de um lugar para o outro  na mata muito rapidamente. Também é conhecido pelos assobios, gritos e outros barulhos que usa  para desorientar invasores e pelos rastros deixados por seus pés virados, que é considerado um artifício poderoso para confundir sua direção. Mas afinal de contas, Januária, o que mais o Curupira é capaz de fazer? Ele tem poderes? Januária: Ele mesmo consegue se disfarçar em caça, por exemplo, num bicho,  para fugir dos caçadores. Mas o caçador nunca consegue pegá-lo, né. Ele é bom de se disfarçar, ele é bom de disfarçar os caminhos. O pé virado para trás facilita, mas ele de qualquer maneira faz com que o caçador se perca na floresta, no meio dos labirintos. Então, muitas vezes o caçador fica perdido sem nunca conseguir sair de lá, porque o Curupira faz esses caminhos muito confusos. Então, na verdade, não é um super-poder, mas é, sobretudo, uma convicção de que para proteger a floresta, os animais, ele é capaz de tudo. Dizem que ele tem um assobio muito alto e muito estridente. E ele anda em muitas regiões montado num porco do mato. E aí atrás dele sempre vem uma manada também dos porcos do mato. E muitas vezes também vem cachorro selvagem. Ele gosta dos cachorros. Ele é um ente muito ligado à questão da caça. E muitas vezes dizem também que ele consegue saber se vai ter tempestades, se vai ter essas intempéries grandes na natureza, porque ele bate no tronco da árvore dependendo do barulho que faz ele consegue saber se vai chover ou não, por exemplo. E ele também faz vários barulhos. E os caçadores que tentam segui-lo por meio dos barulhos acabam se confundindo. Porque são barulhos que os caçadores não têm condição de identificar. Enfim, mas ele não é um super-herói.   Juliana: Dá pra perceber que o Curupira é ardiloso e tem uma série de truques pra proteger a floresta e quem vive nela, mas afinal de contas, qual é a origem do Curupira e qual foi o primeiro registro que descreveu esse ser, Januária? Januária: A figura do Curupira tá mais ligada mesmo aos indígenas, inclusive o primeiro registro é uma descrição que o padre José de Anchieta faz na carta, onde ele descreve as coisas naturais da Capitania de São Vicente, ele já fala do Curupira. Então ele é fortemente ligado à mitologia indígena. Então, a gente não tem muita dúvida e ele é encontrado, suas histórias, suas tradições no Brasil inteiro. Juliana: A Carta de São Vicente foi escrita em 1560 pelo jesuíta José de Anchieta. Esse tipo de registro era uma mistura de relatório e observação do território brasileiro pelo olhar europeu e cristão. O objetivo dessa carta em específico era descrever a natureza, os habitantes e a cultura indígena. Quem conta para gente como o Curupira foi interpretado e materializado nesses escritos é a Gracinéia dos Santos Araújo. Ela é tradutora, escritora, professora universitária e docente de Espanhol na Faculdade de Letras da Universidade Federal do Pará. Ela atua sob uma perspectiva decolonial piracêmica-emancipatória que reivindica o protagonismo dos mitos e lendas de maneira geral. Gracinéia: A gente precisa retroceder no espaço, no tempo, e lembrar que com a chegada da empresa colonizadora, ao que se chamou Novo Mundo, entre aspas, né, a história dos nossos mitos, mitos autóctones, foi marcada pela demonização. Seres encantados como Curupira e muitos outros foram relegados à condição de demônio, isso foi o que registrou, por exemplo, o Jesuíta Espanhol, Jesuíta de Anchieta. Evidentemente não foi apenas a Anchieta quem o demonizou, porque outros letrados, cronistas da época, ou não, também o fizeram, bem como nos lembra o folclorista Luís da Câmara Cascudo. Juliana: A maneira de os jesuítas explicarem o que viam onde hoje é o Brasil, é marcada pela oposição entre o divino e o demoníaco. Na ausência de um meio-termo e na tentativa de afastar os indígenas de suas crenças, toda figura que não fosse divina, na percepção dos europeus, era demoníaca e, consequentemente, maligna. O Curupira foi o primeiro, mas não o único, a passar por esse processo.   Gracinéia: Cascudo destaca, que Curupira foi o primeiro duende selvagem que a mão branca do colonizador europeu fixou em papel e deu a conhecer além das nossas fronteiras e o fez precisamente por meio de uma espécie de certidão de batismo que escreveu na referida carta de São Vicente. Para o colonizador europeu, nesse caso, o José de Anchieta, o Curupira foi visto como um ser temível, um ser meramente do mal, totalmente a contracorrente da perspectiva nativa em relação a este ser encantado. Juliana: O Thomas detalha como o José de Anchieta usou as características de defensor da mata do Curupira pra transformar ele nesse ser que engana as pessoas  de um jeito puramente maldoso no lugar do personagem complexo que ele é. Thomas Finbow: Na segunda metade do século 16, ele menciona a existência de tipos, vou lhe descrever como demônios na visão cristã dele, para que maltratavam indígenas em certas situações, quando ele podia levar eles a se perder nas matas, até acidentes, a sofrer lesões corporais que açoitavam as pessoas, aí as pessoas deixavam oferendas em determinados lugares na floresta para esses demônios. Juliana: Mais pra frente na história, nos registros dos naturalistas e viajantes do século XIX, o Curupira não era descrito como o protetor das florestas. Nos contos escritos a partir do olhar estrangeiro nesse período, ele  retoma a figura ambígua: ora ajuda as pessoas, ora as persegue. O Thomas fala mais sobre isso. Thomas: Por exemplo, Barbosa Rodrigues, um botânico importante, ele tem toda uma série de contos sobre o Curupira, de aventuras nas florestas, que às vezes ajuda, às vezes atrapalha as pessoas, muitas vezes é o caçador que precisa escapar do Curupira. Ele simplesmente é o Curupira que conversa com os seres humanos, mas pode ajudar dando flechas mágicas, por exemplo, que sempre acertam a caça, ou pode querer comer as pessoas também. Então, assim, ele oscila, ele não tem uma característica apenas boa ou ruim. São entidades, seres, habitantes das matas que são um aspecto dos perigos da mata, que as pessoas que circulam precisam lidar e precisam se prevenir contra esses seres. Então, assim, teve essas versões que mostram certos atributos dos Curupiras e essa visão que temos hoje é muito adaptada pelos contos transmitidos pelo século XIX. A nossa imagem do Curupira atualmente é uma coisa composta, que é feita de várias tradições que existiam desde tempos muito antigos em diversos lugares do Brasil, mas todos relacionados mais ou menos com essas figuras da cosmovisão dos povos tupi-guarani principalmente. Juliana: O significado do Curupira depende de quem conta a sua história, por isso, um dia ele já foi demônio, mas continua sendo o protetor da floresta. Essas interpretações diferentes nos revelam mais sobre as pessoas do que o próprio Curupira. Quem nos ajuda a entender isso é a Gracinéia.  Gracinéia: Com o contato linguístico e cultural, resultante do processo de colonização, estendeu-se a ideia do Curupira como um demônio, porque a ideologia predominante dogmática foi a ideologia eurocêntrica dogmática que viu o mito apenas como um demônio, mas para os povos nativos da floresta, o Curupira não é e nunca foi um demônio, mas o pai ou mãe da mata, um ser encantado, que se tem muito respeito, se obedece, porque sabe que como pai da mata, ele a protege, e evidentemente vai defendê-la dos possíveis invasores e dos perigos que põem em jogo a vida dos seus habitantes. Daí que aplique inclusive castigos exemplares, mas mesmo assim, quem padece desses castigos exemplares, não considera como demônio, e reconhece muitas vezes que foi pela sua atitude inapropriada para com a mãe natureza.  Juliana: Parte da transformação do Curupira em demônio também passa pelo projeto de exploração de recursos naturais que se baseava a colonização portuguesa por aqui. Destruir a imagem do protetor da floresta facilitava isso. Gracinéia: Não podemos esquecer que o principal objetivo da empresa colonizadora foi explorar nossas matérias primas e por outro lado, impor ao colonizado, o seu modo de vida e tudo o que isso implicou, a língua, a religião, a guerra etc. os seus mitos, né? Mas, tamanha é a valia de Curupira, que ele ou ela, porque é um ser multifacetário, o Curupira ou a Curupira, sobrevive até os nossos dias e continua igualmente mencionado, dosando o seu valor real. Para o nativo não houve um antes e depois do mito Curupira. Os estudos mais atuais têm nos revelados que para os habitantes da Amazônia, nativos ou forâneos, Curupira é pai ou mãe da mata e isso não resta dúvida.  Juliana: Quando o Curupira é compreendido a partir de versões diferentes, a gente começa a refletir que não se trata apenas de leituras distintas, mas que há disputas sobre memória, cultura e poder. Podemos pensar que esse processo de demonização do Curupira foi uma tentativa de apagamento cultural. A visão eurocêntrica estava se sobrepondo ao simbolismo indígena, como disse a Gracinéia.   Gracinéia: Eu acredito, sem dúvidas, né, que com a chegada do colonizador europeu, não apenas mitos como Curupira sofreram uma tentativa de apagamento, mas muitos povos e culturas milenárias, culturas originárias em uma dimensão ampla, foram apagadas, muitas delas exterminadas. Cabe destacar que muitos povos foram, inclusive, dizimados, e com eles desapareceram línguas, desapareceram culturas, e tudo o que isso implica, né, como seus mitos e as suas lendas. Foram sim seus mitos, porque os mitos também morrem, precisa a gente destacar isso. Então, é importante destacar, por outro lado, que muitos povos ainda resistem também, mas vivem sufocados e condenados a desaparecer, agonizando, junto com os seus mitos, com os mitos que ainda restam, e essa é uma das consequências funestas do processo de colonização, que ainda perdura até os nossos dias.  Juliana: A tentativa de apagamento do Curupira, e consequentemente, da cultura dos povos indígenas, é uma herança colonial, mas que não ficou no passado. No presente, há outros elementos que contribuem para silenciar o Curupira?  Gracinéia: Há outros fatores igualmente impactantes, como podem ser os avanços tecnológicos, a televisão, a internet, entre outros, que exercem uma evidente influência, uma vez que sem pedir licença acabam impondo novas formas de vida, novos mitos também. O Ailton Krenak no seu livro “Futuro Ancestral”, destaca e denuncia que querem silenciar, inclusive, nossos seres encantados, de que forma isso ocorre? Acredito eu, que uma vez que nós destruímos as matas, estamos silenciando os nossos encantados, porque estamos destruindo o seu habitat, então, uma vez que não há floresta, evidentemente os mitos desaparecem. Então, isso vem ocorrendo desde a chegada do colonizador europeu. Criaturas fantásticas como Curupira, que é parte da floresta como é o sol, as águas, a terra etc., se funde, se confunde com a realidade, assumindo um papel de guardião da floresta, tudo que ela habita, sendo uma espécie de protetor da própria vida no planeta.  Juliana: A fala da Gracinéia mostra como o processo de apagamento da cultura indígena segue em curso. Ainda assim, o Curupira ainda tem forças e permanece como guardião da floresta.  Gracinéia: Apesar de tudo, muitos seres encantados da floresta conseguem sobreviver, como é o caso do Curupira, e outros mitos né, que sobrevivem, embora a duras penas, sem que a civilização entre aspas e progresso, tenham conseguido acabar com eles. Isso é o fato de um progresso científico e tecnológico não conseguirem tranquilizarem os nossos medos, ou seja, os frutos desse progresso ainda estão longe de acalmar os medos ancestrais de homens e mulheres. Curupira é um ser que faz parte da idiossincrasia dos povos originários e se manteve vivo pelo papel que representa como pai ou mãe da mata, né, do mato. Juliana: Manter o Curupira vivo no século XXI é uma forma de honrar e valorizar a cultura indígena e a importância desses povos na preservação da natureza e no enfrentamento à crise climática. Então, faz sentido que essas histórias se mantenham por outro elemento muito importante da cultura originária: a oralidade e as histórias contadas de geração em geração. Quem compartilha conosco a sua perspectiva sobre isso é o Maribgasotor: Maribgasotor Suruí: A melhor estratégia para manter essa história, é falar para as crianças que é verdade, não é conto de história, que esse ser existe. Outro dia eu estava pensando sobre isso, que poderia ser mais pesquisado, mais na área acadêmica, na base da cultura, dar mais valor, reconhecer mais, não visto como um mito, uma história, mas como uma coisa verdadeira. Juliana: O Curupira tem circulado para além das florestas e ganhou o Brasil. Ele está presente em livros, poemas, filmes e séries. Isso se deve em parte a ele ser um dos integrantes do nosso folclore. Quem nos conta quando foi isso é a Januária.  Januária: É muito difícil a gente demarcar quando foi que isso aconteceu. Os indígenas foram preservando as suas tradições também oralmente. Então, a gente entende que é uma coisa natural, né? Que essas histórias que os indígenas foram contando, os seus cultos, as suas tradições, foram também se imbricando com a nossa cultura, a ponto de integrarem nosso folclore, serem quase que uma coisa só. Mas, de qualquer maneira, é muito importante deixar claro que mesmo sendo uma figura folclórica, não existe desrespeito, né, à figura do Curupira. Muito pelo contrário, né? Ele é muito respeitado exatamente por ser um protetor da natureza. Juliana: Januária, a essência indígena do Curupira se manteve no folclore brasileiro?   Januária: Basicamente ele se manteve tal como os indígenas o descreviam, né, tanto fisicamente como de personalidade, o que prova exatamente isso, que houve uma mistura. As histórias se amalgamaram do culto religioso para as tradições populares. Como é muito comum de acontecer com diversos personagens do folclore brasileiro. Juliana: O Curupira que já é conhecido no Brasil – seja como um ente da cultura indígena, integrante do folclore brasileiro ou personagem infantil – ganhou projeção internacional. Ele foi escolhido para ser o mascote da COP30. Segundo o comunicado oficial, disponível no site cop30.br Simone: o “Curupira reforça a relação da identidade brasileira com a natureza”. Juliana: Maribgasotor Suruí fala sobre as suas impressões a respeito de quem escolheu o uso do Curupira como símbolo da conferência sobre clima. Maribgasotor Suruí: Espero que essa pessoa tenha mesmo compreensão, tenha o mesmo respeito que eu tenho por ele, não por brincadeira, não por marketing, não por nada. Espero que essa pessoa esteja pedindo a permissão dele, dos seres espirituais. Um evento desse daí, desse nível, né, é um apelo, um grito, e espero que as pessoas compreendam isso, que para falar de Curupira, não é qualquer um, e como se fosse falar de uma religião, que você fala de uma ideia e uma filosofia de vida, não é só apenas um Curupira, uma filosofia de vida que a pessoa vai levar. Por isso, é uma honra falar isso para você, o que é tão significado que esse ser tem para nós, e eu estou muito orgulhoso por falar do meu irmão. Juliana: O Curupira como mascote da COP30 é uma maneira de fortalecer a cultura indígena e de reforçar a necessidade de respeito à natureza. Quem detalha isso pra gente é a Gracinéia.  Gracinéia: Depois de muitos anos, de muitos séculos de invisibilização do modo de vida dos povos originários, considerados primitivos, muitos séculos de apagamento das suas tradições, das suas crenças, de chamá-los de gente sem Deus e sem alma, selvagens indígenas de tutela do colonizador europeu, dar protagonismo para um ser mítico ancestral e próprio das culturas nativas, como é o caso do Curupira em um evento com uma COP30 é sem dúvida, uma forma muito acertada de reconhecimento também, e de certa reparação histórica, uma reparação histórica e cultural, para com os nossos antepassados indígenas e as suas crenças, as suas tradições. Os povos indígenas, é bem sabido, mantém uma relação estrutural com a natureza.  Juliana: A realização da COP30 acontece para que a sociedade como um todo e em todo o mundo discutam ações para o enfrentamento do aquecimento global. Isso significa que vivemos um cenário de crise climática e que entes como o Curupira se tornam ainda mais relevantes nesse contexto,  não é mesmo, Gracinéia? Gracinéia: Insisto que dar protagonismo a seres encantados como Curupira é mais do que importante, é muito necessário. É um compromisso moral e ético que todos deveríamos assumir se queremos continuar sobrevivendo no planeta. Aqui eu falo desde o lugar que eu ocupo como docentes do contexto amazônico e do contexto amazônico, especialmente pelo papel que representa o mito como o protetor da floresta.  Juliana: Isso não significa se ver preso a um modo de vida do passado ou pensar na mata como uma espécie de paraíso perdido… Gracinéia: Mas de olhar e agir para um futuro de maneira circular, ter de encontro nosso passado para entender o nosso presente, e conviver com a natureza de maneira mais respeitosa sem degradação. É precisamente isso que nos ensina o mito Curupira, com o uso responsável dos recursos naturais que significa claramente extrair da natureza apenas o que precisamos para sobreviver, sem avareza, sem devorá-la. Nesse sentido, colocar de releio figuras tão relevantes como Curupira, é sem dúvidas o anúncio de um recomeço, de respeito de ressignificar a nossa relação com a natureza e tudo o que ela nos aporta. Juliana: O combate à crise climática deve ir além da ciência e da tecnologia. É preciso integrar as culturas originárias e tradicionais que são detentoras de saberes profundos sobre a natureza. O Curupira, como o guardião da floresta, é um ser capaz de conectar esses conhecimentos diversos rumo a sustentabilidade planetária, Gracinéia?  Gracinéia: Curupira, sem dúvida, pode ajudar a conectar a cultura, ciência e espiritualidade na luta climática, né. Porque temos em conta que o Curupira não é um simples adorno da floresta. O Curupira é uma lei reguladora da própria vida no planeta, em uma dimensão ampla, porque permite, de certo modo, que siga havendo vida na Terra. O Curupira é essa lei que nos exige que redimensionemos a nossa forma de viver e nos relacionar com a natureza.  Juliana: O modo de vida trazido pelos europeus durante a colonização nos afastou dessa conexão com a terra e com a natureza. Mas os muitos povos indígenas que resistem no Brasil ainda protegem essa herança e podem nos ensinar a ter uma outra relação com o ambiente que nos cerca. Gracinéia: No mundo amazônico, ao longo de séculos e séculos, a relação do ser humano com a Terra era de estreita sintonia, de evidência e dependência, uma dependência harmoniosa. Nessa relação, surge a ciência ancestral como geradora de cultura, geradora de vida abundante, fecunda. No entanto, hoje em dia não é assim. Estamos atordoados. O grande problema da ruptura da relação com a Terra é evidente. Não existe uma espiritualidade com a Terra, com o rio, com a floresta. Porque essa relação com a natureza está se tornando cada vez mais distante. Está havendo uma total ruptura do contato com a Terra, porque a Terra é vista como algo sujo, nos lembra Krenak. Algo que as crianças não podem pisar descalça porque a Terra suja o pé. Essa é uma espécie de mantra que tem se repetido especialmente no contexto das cidades, no contexto dos mais urbanizados ou mais urbanos. Daí que reivindicamos a espiritualidade indígena no contato com a Terra, com a água, com a natureza, em uma dimensão ampla de respeito e de cuidado, mas também de desfrute, de deleite. Isso demonstra que a espiritualidade mantém uma relação estreita com a ciência e vice-versa, porque a ciência é parte da cotidianidade da vida. Juliana: O Curupira com seus pés virado para trás nos ensina que é preciso olharmos para o passado e para a relação de nossos ancestrais com a natureza, para que possamos seguir para o futuro na construção de um mundo mais justo, ético e sustentável.  Juliana: Nossa viagem pelo universo do Curupira chega ao fim. Registramos nossos agradecimentos à Maribgasotor Suruí, Thomas Finbow, Januária Cristina Alves e Gracinéia dos Santos Araújo pelas contribuições valiosas e gentis. Pesquisas, entrevistas e roteiro foram feitas por mim, Juliana Vicentini, e narração do podcast é minha e da Simone Pallone, a revisão do roteiro foi realizada por Mayra Trinca e a edição foi de Yama Chiodi.  A trilha sonora é do Pixabay. A imagem é do acervo do Freepik. O Oxigênio é um podcast vinculado ao Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (LABJOR) da UNICAMP. Segue a gente nas redes sociais, curte, comenta e compartilha. Até a próxima! Tchau. 

Pregador Nonato Souto
Ezequiel capítulo 22 (Explicado) - Quando ninguém se importa, Deus ainda procura!

Pregador Nonato Souto

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 21:31


Ezequiel capítulo 22 (Explicado) - Quando ninguém se importa, Deus ainda procura!

Gasparetto conversando com Você
#181 | VOCÊ AINDA VIVE NO ASTRAL DA SUA MÃE - Gasparetto conversando com você

Gasparetto conversando com Você

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 47:53


Neste episódio, Luiz Gasparetto aprofunda um dos temas mais recorrentes e menos assumidos do sofrimento humano: a permanência no infantilismo psíquico através da ligação energética com mãe, pai, família e relacionamentos passados. Ele mostra, na prática, como grande parte da confusão mental, da falta de prosperidade e da sensação de vida travada não é pessoal, mas resultado de campos energéticos absorvidos e nunca devolvidos.Ao longo dos atendimentos, Gasparetto conduz trabalhos diretos com o “bicho” — a inteligência inconsciente — para retirar cargas emocionais, devolver o que não pertence à pessoa e recuperar forças que ficaram presas em relações de dependência. O episódio confronta a ilusão da carência, a confusão entre amor e apego, e a dificuldade de crescer de verdade. Um programa forte sobre sair do astral da família, assumir a própria energia e parar de viver como criança num corpo adulto.Com uma vasta biblioteca de cursos e palestras em áudio e vídeo do nosso mestre Luiz Gasparetto, você pode descobrir as leis universais e o poder do autoconhecimento. Acesse agora e comece a sua jornada: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠www.gasparettoplay.com.br

DW em Português para África | Deutsche Welle
11 de Fevereiro de 2026 - Jornal da Noite

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 20:00


CPLP vai enviar missão de alto nível para a Guiné-Bissau: a visita é "importante" porém chega "tarde", diz ativista dos direitos humanos. Em Moçambique, António Muchanga pode estar a forçar a sua própria suspensão da RENAMO, alerta analista. Ainda neste jornal, acompanhe, em exclusivo, o relato de um jovem são-tomense que acusa a polícia portuguesa de agressão.

Explicador
Ana Abrunhosa: "Se o dique rebentar, ainda temos tempo"

Explicador

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 16:43


A CM Coimbra reitirou de casa 3.000 pessoas devido a risco de rebentamente de um dique no rio Mondego. A autarca garante que está em coordenação com as autoridades, que estão em peso no terreno.See omnystudio.com/listener for privacy information.

JORNAL DA RECORD
11/02/2026 | 1ª Edição: Mudanças no vale refeição já estão valendo em meio a ações na Justiça

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 3:48


Confira nesta edição: mudanças no vale refeição e vale alimentação já estão valendo, mas, insatisfeitas, operadoras desses benefícios vão à Justiça. Ainda falando em dinheiro,  a Procuradoria-geral do estado de São Paulo realiza nesta quarta-feira (11) um mutirão para esclarecer dúvidas de quem quer renegociar dívidas de impostos estaduais. Veja ainda as informações sobre o ataque a tiros que deixou ao menos dez mortos no Canadá.

Podcast : Escola do Amor Responde
3266# Escola do Amor Responde (no ar 10.02.2026)

Podcast : Escola do Amor Responde

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 23:00


Neste programa, Andreia estava casada há quatro anos e, segundo ela, não foi sábia no relacionamento e permitiu que ele fosse embora. Ele foi, por causa das brigas e do ciúme. Passado um tempo, eles resolveram se encontrar e conversar. Só que logo após enviaram a ele um vídeo pornográfico dizendo que era Andreia. A aluna disse que não é ela e que nem na aparência física se parecia com a outra mulher. O companheiro disse que, por causa disso, não tem como os dois voltarem e está tomado por ciúmes. Andreia pediu ajuda sobre o que fazer.Se sente tentado Ainda hoje, o aluno Atanásio disse aos professores que não sabe o que acontece com ele. Todas as mulheres que ele não teve relações acabam sempre com outro. Após casadas, elas querem reatar com ele e manter um caso amoroso. Ele perguntou ao casal blindado o que deve fazer. Pois se ainda corresponde a algumas tentações.Na sequência, Elaine disse que está cansada da vida amorosa dela, tanto que nem para falar do assunto ela tem paciência. A aluna perguntou se isso é normal.Terapia do AmorPor fim, confira como as pessoas tiveram a vida amorosa transformada após participarem das palestras da Terapia do Amor. Participe de todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes

Acenda sua luz
3 Sinais de que você NÃO está pronto para ser Líder (ainda)

Acenda sua luz

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 13:09


Você quer ser líder ou apenas quer o status e o salário?Muitas pessoas buscam a liderança pelo poder, mas esquecem que a outra face da moeda é a responsabilidade. Neste vídeo, eu revelo por que a insegurança é o maior inimigo de um gestor e como problemas não resolvidos do seu "CPF" (vida pessoal) destroem o seu "CNPJ" (vida profissional).Se você tem medo de demitir, pisa em ovos para dar feedback ou quer ser "amigo" de todo mundo... cuidado. Você pode estar caindo na armadilha da Liderança Insegura.—O que você vai aprender neste vídeo:00:00 - A base da Liderança00:43 - O perigo do Líder "Bonzinho" e inseguro01:52 - Autorresponsabilidade: O erro do time é SEU erro02:56 - A Régua Alta: Você tem do time aquilo que você tolera03:59 - Liderança não é para todos (O peso da decisão)05:25 - Como saber se a pessoa está na cadeira errada?06:04 - "Não se ensina a querer": Quando demitir é um presente06:53 - Fit Cultural: O casamento entre pessoa e empresa09:58 - O Líder Ditador também é inseguro (Liderança pelo medo)12:46 - Trauma com autoridade: Projeção de Pai/Mãe—

Data Hackers
As maiores Mentiras sobre Inteligência Artificial (que você ainda acredita) | Data Hackers #121

Data Hackers

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 42:19


Todos os dias a imprensa e as redes sociais te contam uma série de mentiras e meias verdades sobre o mundo da inteligência artificial e você acaba acreditando… Mas será que eles sabem realmente sobre o que estão falando?Neste episódio do Data Hackers Podcast, dois especialistas em inteligência artificial com mais de 10 anos de experiência na área vão discutir algumas das maiores mentiras faladas no mundo da inteligência artificial, e explicar por que não é exatamente assim que as coisas funcionam.Será que a IA vai substituir meu trabalho? Se eu conversar com o ChatGPT eu vou consumir muita água? Prompt Engineer é a profissão do Futuro?Essas são algumas das afirmações frequentemente citadas na internet que vamos levar para discussão e entender se é mesmo verdade ou mentira.Nossa Bancada Data Hackers: Gabriel Lages, Diretor de Dados e AI na Hotmart e Co-fundador do Data Hackers- Paulo Vasconcellos, Principal AI Engineer na Hotmart e Co-fundador do Data HackersUm episódio para quem prefere escutar quem realmente entende de inteligência artificial e trabalha no dia a dia (nas trincheiras) do mercado, e quer deixar de ser enganado pela internet e redes sociais.Data Hackers Podcast #121

Expresso - Eixo do Mal
“Montenegro disse três vezes no seu discurso que o ciclo político vai durar 3 anos e meio. Ainda Seguro não chegou a Belém, já lhe está a dizer para se pôr no seu lugar”: ouça o comentário de Daniel Oliveira na Grande Noite Presidenciais SIC

Expresso - Eixo do Mal

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 25:37


Com apenas 20 das 3259 freguesias por apurar, Daniel Oliveira, David Dinis, Martim Silva e Ricardo Costa analisam o resultado das eleições presidenciais e as suas consequências políticas. Para entender tudo o que está a acontecer na derradeira noite das eleições presidenciais, acompanhe a segunda volta em direto no Expresso, na SIC e na SIC Notícias, com as primeiras projeções, a informação em permanência, os resultados ao minuto e o comentário mais esclarecido também em podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.

DW em Português para África | Deutsche Welle
9 de Fevereiro de 2026 - Jornal da Noite

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 20:00


Embaixador da União Europeia na Guiné-Bissau expulso da Casa dos Direitos pela polícia durante visita: incidente pode manchar relações diplomáticas, diz analista. Em Portugal, diáspora africana suspira de alívio com a vitória de António José Seguro nas presidenciais. Ainda neste jornal conhecemos relatos de quem passou pela rota de migração mais perigosa do mundo.

Expresso - Eixo do Mal
“André Ventura mobiliza sobretudo contra ele, o que ainda é uma extraordinária notícia”: ouça o comentário de Daniel Oliveira na Grande Noite Presidenciais SIC

Expresso - Eixo do Mal

Play Episode Listen Later Feb 8, 2026 5:25


Com 3239 de 3259 freguesias apuradas, Daniel Oliveira analisa a derrota de André Ventura e a estratégia de Luís Montenegro nas eleições presidenciais. Para entender tudo o que está a acontecer na derradeira noite das eleições presidenciais, acompanhe a segunda volta em direto no Expresso, na SIC e na SIC Notícias, com as primeiras projeções, a informação em permanência, os resultados ao minuto e o comentário mais esclarecido também em podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Endörfina com Michel Bögli
#450 Ricardo Prado

Endörfina com Michel Bögli

Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 89:48


Ele começou a nadar muito cedo. Seguindo o exemplo dos irmãos mais velhos, com três anos de idade já dava suas primeiras braçadas e, com cinco, começou a brincar de competir. Nos anos seguintes, a natação rapidamente deixou de ser apenas brincadeira e passou a ocupar um espaço central na sua rotina. Muito jovem, já disputava campeonatos nacionais, batia recordes em categorias de base e chamava atenção pela versatilidade nas quatro provas do medley, algo raro mesmo entre atletas mais experientes. Ainda adolescente, foi treinar nos Estados Unidos, e foi lá que conquistou o índice para participar pela primeira vez dos Jogos Olímpicos. Em Moscou, em 1980, com apenas 15 anos, tornou-se um dos nadadores mais jovens da história a representar o Brasil em uma Olimpíada. Dois anos depois, no Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos de 1982, conquistou o título mundial dos 400 metros medley e estabeleceu um recorde mundial da prova, um feito inédito para a natação brasileira até então. Em 1983, foi um dos destaques dos Jogos Pan-Americanos de Caracas, somando quatro medalhas e, no auge da carreira, voltou aos Jogos Olímpicos em 1984, em Los Angeles, onde conquistou a medalha de prata nos 400 metros medley, alcançando a melhor colocação individual da história da natação brasileira naquele momento. Continuou competindo e conquistando títulos importantes até encerrar sua carreira aos 23 anos de idade. Seguiu próximo ao esporte atuando como técnico, gestor, palestrante, comentarista televisivo e dirigente, tendo participado do comitê organizador dos Jogos Pan-Americanos do Rio, em 2007, e dos Jogos Olímpicos Rio 2016, além de contribuir para a formação de novas gerações de nadadores. Conosco aqui, o nadador formado em Economia e Educação Física, campeão e recordista mundial dos 400 metros medley, medalhista olímpico, presente no Hall da Fama do COB, da natação brasileira, da Southern Methodist University, no Texas, e do famoso clube de nadadores Mission Viejo, treinador-chefe de natação da Escola Graduada, o andradinense Ricardo Prado. Inspire-se! Um oferecimento @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala.  A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo.  Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.