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Township in Sagaing Region, Burma

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ainda

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WGospel.com
A vida é muito curta!

WGospel.com

Play Episode Listen Later Jan 1, 2026 5:10


TEMPO DE REFLETIR 01631 – 1 de janeiro de 2026 Salmo 90:10 – Os dias da nossa vida sobem a setenta anos ou, em havendo vigor, a oitenta. Eu e você temos pelo menos uma coisa em comum: Deus nos deu exatamente o mesmo espaço de tempo cada dia. Cada um de nós recebe 24 horas por dia para viver. Isto é igual para todos. Segundo a Bíblia, nosso tempo médio de vida é de 70 anos. Em alguns casos, pode chegar a 80, ou até mais, dependendo do vigor físico. Moisés, o provável autor deste salmo, viveu 120 anos (Dt 34:7), e seu irmão Arão, 123 (Nm 33:39). Mas esses podem ter sido casos excepcionais. Ainda assim, é muito pouco, se comparado com a idade que os patriarcas atingiam: Adão, 930 anos; Sete, 912; Jarede, 962. E o campeão de todos, Matusalém, viveu 969 anos. Quase um milênio! Hoje, a nossa vida está reduzida a menos de um décimo disso. Mas o que o salmista está realmente querendo nos ensinar, através deste texto, é que, mesmo que você viva 80 anos ou mais, a vida é curta, se comparada com a eternidade. No fim do verso 10, do Salmo 90, seu autor diz: “Porque tudo passa rapidamente, e nós voamos.” Davi diz a mesma coisa com outras palavras: “O homem é como um sopro; os seus dias, como a sombra que passa” (Sl 144:4). E o apóstolo Pedro, citando Isaías, diz: “Pois toda carne é como a erva, e toda a sua glória, como a flor da erva; seca-se a erva, e cai a sua flor” (1Pe 1:24; ver Is 40:6, 7). Estas são maneiras diferentes de dizer que a vida do homem é transitória. Que estamos aqui por pouco tempo. Diante dessa realidade, o grande desafio que temos é o de usar sabiamente o curto espaço de tempo que Deus nos concede. É isso que diz o Salmo 90:12: “Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio.” E que sabedoria será essa, na qual devemos aplicar nosso coração? Sem dúvida alguma, é aquela que nos leva a utilizar nossa vida como preparativo para a vida eterna. Esta vida deve ser a escola que nos educa para a eternidade. Esta é a mensagem central deste salmo. Ao compreendermos que a vida é um sopro que logo se extingue, devemos aplicar cada minuto naquilo que realmente tem valor – o preparo para a eternidade. Faremos isto, no decorrer deste ano? Ore comigo: Pai, sabemos que o tempo voa. Passa muito rápido! E as vezes não sabemos aproveitar cada dia que nos ofereces. Por favor, Senhor, ensina-nos a contar os nossos dias! Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes

Uma palavra no seu caminho
Santa Maria Mãe de Deus

Uma palavra no seu caminho

Play Episode Listen Later Jan 1, 2026 8:26


Segue uma versão organizada da homilia, já com pontuação e parágrafos, e a caber confortavelmente em 4000 caracteres (cerca de 3620, com espaços incluídos).Em termos litúrgicos, celebramos hoje o último dia da oitava de Natal. As grandes festas, Páscoa e Natal, têm oitava; e este último dia coincide com o primeiro dia do ano civil e com a solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus. Desde Paulo VI, assinala-se também o Dia Mundial da Paz. À primeira vista, parecem temas dispersos, como realidades que não casam. No entanto, casam quando olhamos para Cristo.Depois da ressurreição, sempre que Jesus aparece aos discípulos, começa do mesmo modo: «A paz esteja convosco». O sinal mais perfeito de que o Ressuscitado está no meio de nós é, precisamente, a possibilidade de falar de paz e de a desejar, apesar de tudo. É verdade que, nos nossos dias, falar de paz pode soar irónico: há conflitos sociais, há guerra na Europa, há guerras no mundo; basta ligar a televisão, a rádio ou a internet. Ainda assim, faz todo o sentido: se celebramos o nascimento de Jesus Cristo, somos chamados a ser homens e mulheres de paz.A primeira leitura, do Livro dos Números, é luminosa: «O Senhor te abençoe e te proteja; o Senhor faça brilhar sobre ti a sua face e seja favorável; o Senhor volte para ti o seu olhar e te conceda a paz». Muitas vezes desvalorizamos a bênção, reduzindo-a a superstição ou a uma espécie de amuleto para “correr bem”. Mas a bênção é outra coisa: abençoar é dizer bem; e deixar que a Palavra de Deus faça bem, reorganize a vida, cure o coração, abra caminhos. Quando transformamos a bênção em juízo moral, fazemo-lo muito mal: não somos juízes de ninguém; podemos, sim, bem dizer a Deus e deixar que Deus faça o seu bem em cada pessoa. Isso não se nega a ninguém.É nesta luz que se entende a segunda leitura: «Ao chegar a plenitude dos tempos, Deus enviou o seu Filho, nascido de uma mulher, sujeito à Lei, para resgatar os que estavam sujeitos à Lei e nos tornar filhos adotivos». Celebrar Maria, Mãe de Deus, é afirmar uma verdade fundamental: Jesus Cristo é verdadeiro Deus e verdadeiro homem. É na nossa carne e na nossa história que a salvação nos visita; é na vida concreta que podemos saborear a novidade de Deus e renovar a relação com Ele.Mas a paz tem uma ambiguidade. Pode ser paz interior, e isso é bom; porém, pode degenerar num comodismo egoísta: “eu estou em paz, não me meto com ninguém, ninguém se mete comigo”. A Escritura não diz: bem-aventurados os que apenas vivem em paz. Diz: «Bem-aventurados os construtores da paz». E aqui está a mudança decisiva: a paz não se alcança de pantufas no sofá; constrói-se quando se combate o mal nas suas formas quotidianas, quando se cuida do que se diz e do que se faz, quando se vigia a forma como nos relacionamos com os outros, no que potenciamos e no que evitamos, para que a paz aconteça.O Evangelho ajuda-nos a perceber por onde começar. Os pastores, então considerados pobres e excluídos, aproximam-se do Menino, contam o que viram e ouviram, e «todos se admiravam». Deus começa pelos que estão à margem; e talvez isso nos peça uma conversão do olhar: menos à procura de “grandes sinais” e mais atentos aos que estão ao nosso lado. A paz começa nas pequenas pontes, nos laços de proximidade, na dignidade reconhecida a quem parece não contar.No Baptismo e na Confirmação fomos ungidos com o santo crisma. O óleo deixa marca e, com o tempo, alarga-se: faz nódoa, espalha-se. Assim também a unção de Cristo, fonte da paz: onde nos colocamos, deve alargar o bem. Se cada um construir paz à sua beira, essas marcas tocam-se e a nossa textura social torna-se mais pacífica, mais harmoniosa, mais conforme à lógica do Ressuscitado. Que o Senhor nos abençoe e nos conceda a paz, fazendo de nós construtores de paz.

Podniners

Os San Francisco 49ers venceram o Chicago Bears por 42 a 38 em um Sunday Night Football eletrizante, com emoção até o último segundo. Foi um duelo ofensivo intenso, cheio de viradas e decisões no limite. Brock Purdy comandou a vitória com 303 jardas, três TDs aéreos e dois correndo, enquanto Christian McCaffrey somou mais de 180 jardas totais, sendo peça fundamental durante toda a noite. Mesmo com a vitória, o alerta fica ligado: Trent Williams saiu lesionado logo na primeira jogada e George Kittle não atuou por conta do tornozelo. Ainda assim, San Francisco segue firme na briga pelo top seed da NFC. ➡️ Aperta o play, deixa o like e se inscreve no canal para não perder nenhuma análise da temporada! ✅ Curte o conteúdo? Deixa o like, se inscreve no canal e ativa o sininho pra acompanhar tudo sobre os Niners!See omnystudio.com/listener for privacy information.

Toco e Tackle
T&T NFL #275: O que ainda está em jogo na semana 18?

Toco e Tackle

Play Episode Listen Later Dec 31, 2025 64:05


Último podcast do ano e também o último sobre a temporada regular! O que ainda está em aberto na semana 18? Pelo que cada equipe briga? Vaga nos playoffs, divisão, folga no wildcard... Aqui você confere tudo o que precisa saber para curtir o final de semana de NFL relaxado e bem informado.Direto ao ponto:(0:00) abertura e introdução;(5:15) o que aconteceu com os Lions?(14:40) Broncos vencem Chiefs e se aproximam da seed 1; (26:35) Momento merchan; (27:42) a temporada de superação dos Niners;(34:40) mesmo sem linha ofensiva, Chargers seguem surpreendendo;(39:45) o esnobado Jacksonville Jaguars;(47:45) prévias da semana 17;Para mais conteúdo do Talk e Tackle Podcast:Nos siga no Instagram e no X: @talketackle. Inscreva-se no nosso canal: ⁠⁠⁠⁠www.youtube.com/@tocoetackle⁠⁠⁠⁠⁠⁠. Apresentação: Jonas Faria; Comentários: Jonatan Mombach.

Gabinete de Guerra
"2026. Cessar-fogo possível mas será uma paz podre"

Gabinete de Guerra

Play Episode Listen Later Dec 31, 2025 18:18


Para Bernardo Valente, Zelensky conseguiu chegar ao fim do primeiro ano da presidência Trump garantindo que a "Ucrânia não vai ser uma nova Bielorrússia". Ainda, o balanço de 2025 no Médio Oriente.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Resumão Diário
JN: PF interroga dono do Banco Master em depoimento de duas horas e meia; desemprego no Brasil atinge o menor patamar em 13 anos

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Dec 31, 2025 5:31


Num depoimento de duas horas e meia, a Polícia Federal interrogou o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. Logo depois, ouviu o ex-presidente do Banco de Brasília, Paulo Henrique Costa. E, em seguida, o diretor de fiscalização do Banco Central, Ailton de Aquino. Ainda não há decisão sobre uma acareação entre os três. O desemprego no Brasil atingiu o menor patamar em 13 anos. As estatais federais acumularam prejuízo recorde de seis bilhões de reais. Em ameaça à Europa, a Rússia movimentou um míssil hipersônico com capacidade nuclear. Na Alemanha, ladrões usaram uma furadeira para roubar 30 milhões de euros de um banco. Longas filas de turistas no aeroporto fizeram Portugal mudar o controle de passaportes. E a Mega-Sena recorde da Virada renovou o sonho de uma multidão de brasileiros.

Corvo Seco
#476 - Dzongsar Jamyang Khyentse - Apenas Uma Xícara de Chá

Corvo Seco

Play Episode Listen Later Dec 31, 2025 8:08


Trechos do livro “What Makes You Not a Buddhist”, de Dzongsar Jamyang Khyentse.Dzongsar Jamyang Khyentse Rinpoche ou Thubten Chökyi Gyamtso, é um grande mestre da linhagem Nyingma do budismo tibetano, cineasta e escritor.Nascido em 1961, em Khenpajong (leste do Butão), é o filho mais velho de Thinley Norbu.Aos sete anos, foi reconhecido por Sua Santidade Sakya Trizin como a principal encarnação de Dzongsar Jamyang Khyentse Chökyi Lodrö, o herdeiro espiritual de uma das mais influentes e admiradas encarnações de Manjushri (o Buda da Sabedoria).Até a idade de doze anos, Dzongsar estudou no Mosteiro do Palácio do Rei de Sikkim no nordeste da Índia, onde estudou com vários mestres contemporâneos influentes como Dudjom Rinpoche, Dalai Lama e Dilgo Khyentse que considera ser seu principal mestre. Ainda adolescente, Dzongsar construiu um pequeno centro de retiro em Ghezing em Sikkim e logo começou a viajar e ensinar pelo mundo.Em 1989, Dzongsar fundou a Siddhartha's Intent, uma associação budista internacional de centros sem fins lucrativos, a maioria das quais são sociedades e instituições de caridade, com a intenção principal de preservar os ensinamentos budistas, bem como aumentar a conscientização e a compreensão dos muitos aspectos do ensinamento budista além dos limites das culturas e tradições.Como cineasta, Dzongsar estudou com o italiano Bernardo Bertolucci; e seus dois filmes principais são “A Copa” (1999) e “Traveller e Magicians” (2003).Dzongsar Rinpoche é famoso pela liberdade descontraída com que se move entre culturas e povos e por sua dedicação incansável em trazer a filosofia e o caminho da iluminação para qualquer pessoa com um coração aberto.

Fact Check
O que é que ainda não sabemos sobre o "réveillon"?

Fact Check

Play Episode Listen Later Dec 31, 2025 11:09


Sabia que a palavra “réveillon” é francesa e não se refere apenas à véspera de Ano Novo? Ainda os rituais (mais ou menos criativos) associados à passagem de ano e os desejos para cumprir em 2026.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Convidado
França: um ano político em estado de turbulência permanente

Convidado

Play Episode Listen Later Dec 31, 2025 19:34


Duas quedas de governo, dois primeiros-ministros e a recondução surpresa de Sebastien Lecornu, tudo isto no espaço de apenas 12 meses. França viveu novamente um ano de grande instabilidade política, decorrente da grande fragmentação da Assembleia Nacional Francesa, dividida em três grandes blocos: a esquerda, o centro liberal de Emmanuel Macron e a extrema-direita. O ano começou com um novo primeiro-ministro, François Bayrou, que sucedeu ao negociador Michel Barnier, com a difícil missão de conseguir fazer aprovar orçamento do Estado. A 14 de Janeiro, Bayrou apelava à estabilidade, mas tudo desmoronou quando pediu uma moção de confiança que lhe foi rejeitada. O governo de Bayrou caiu a 08 de setembro e entrou em cena Sebastien Lecornu, considerado o último trunfo de Emmanuel Macron. Lecornu, que vem tradicionalmente da direita francesa, do partido gaulista "Os Republicanos", sempre foi visto como alguém dialogante, capaz de negociar e encontrar consensos, tanto com a esquerda, como com a direita. Sebastien Lecornu tentou formar governo e demorou cerca de um mês a anunciar a composição do seu executivo. O aliado fiel de Macron viria a demitir-se, de forma surpresa, a 06 de outubro, um dia depois de anunciar a primeira salva de ministros, que lhe valeu muitas críticas, por parte de quase todos os partidos políticos. O Presidente francês deu-lhe 48 horas para negociar com as diferentes forças políticas e disse que lhe concederia "carta branca" para governar, acabando por reconduzi-lo no cargo. Até ao momento, Lecornu tem adoptado a "estratégia de pequenos passos", negociando com as diversas forças políticas, à medida que surgem diferendos, tendo conseguido já uma primeira vitória: a aprovação do Orçamento do Estado da segurança social para o próximo ano. Este foi também um ano repleto de verdadeiras reviravoltas. Marine Le Pen, figura central do Rassemblement National, partido de extrema-direita, foi condenada, pelo Tribunal de Paris, a 5 anos de inelegibilidade, no caso dos Assistentes Parlamentares, ficando, para já, impedida de se candidatar às presidenciais de 2027. Ainda no decorrer deste ano 2025, Nicolas Sarkozy passou de ex-Presidente a presidiário. O antigo Presidente foi condenado a cinco anos de prisão no caso do financiamento líbio da campanha Presidencial de 2007 e passou 20 dias na prisão de La Santé, em Paris. Abordámos todos estes temas com Miguel Guedes, ex-conselheiro da Embaixada Portuguesa em Paris, que nos fez o balanço da turbulência política vivida este ano aqui em França.

Os 3 Consultores
“A Bofetada Financeira”: já chegou a 100 mil portugueses?

Os 3 Consultores

Play Episode Listen Later Dec 30, 2025 10:15


Será que o livro Bofetada Financeira já chegou a 100.000 portugueses?Ainda não. Este livro não é motivacional, não é fofinho e não promete enriquecer ninguém.É um murro no estômago para quem passa a vida a adiar decisões financeiras, a “deixar andar” e a achar que um dia tudo se resolve.O objetivo é simples e público: chegar a pelo menos 100.000 portugueses — em ebook, audiobook ou livro — e obrigar as pessoas a pensar antes de ser tarde.

Academia da Fé • Tijuca
Ainda dá tempo | Pr. Carlinhos

Academia da Fé • Tijuca

Play Episode Listen Later Dec 29, 2025 39:30


Seja bem-vindo à Academia da Fé!Somos uma igreja cristã, apaixonada pela Palavra de Deus!Que tal nos conhecer mais?Acesse: https://academiadafe.com.br/redes-sociais/Faça a sua inscrição e acompanhe o nosso canal!Deus te abençoe!#academiadafé #af

Doa a Quem Doer
Anabela perdeu o filho num acidente na base área do Montijo. 16 anos depois, família ainda espera indemnização

Doa a Quem Doer

Play Episode Listen Later Dec 29, 2025 26:57


Rúben Matono tinha 20 anos quando perdeu a vida num acidente na base aérea do Montijo. 16 anos depois, o caso ainda se arrasta nos tribunais e o Estado recusa-se a pagar os 100 mil euros de indemnização acordados há vários anos.  

Expresso - Blitz Posto Emissor
Os mais ouvidos de 2025, com Marco Rodrigues: “Em Moscovo as pessoas andam com a cabeça para baixo, ninguém olha ninguém. Mas vi pessoas a chorar no meu concerto”

Expresso - Blitz Posto Emissor

Play Episode Listen Later Dec 29, 2025 74:33


A duas semanas de voltar ao festival Caixa Alfama, Marco Rodrigues estreia-se no Posto Emissor. Ainda com o álbum “Canta Carlos do Carmo” na estrada, o fadista recorda a infância a percorrer romarias com o pai e a adolescência a ouvir Scorpions e Nirvana, desmistificando, também, a ideia de que ter canções em novelas é a sorte grande de um cantor. No 249º podcast da BLITZ, falamos ainda sobre os Radiohead e os MTV VMAs.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Convidado
“Entre guerras, clima e novas potências: O mundo em 2025”

Convidado

Play Episode Listen Later Dec 29, 2025 18:59


O ano de 2025 ficou marcado por um agravamento das tensões globais e por tentativas ainda inconclusivas de estabilização da ordem internacional. Neste balanço internacional, ouvimos o especialista em política internacional, Germano Almeida, para analisar os principais acontecimentos que moldaram a agenda mundial. As guerras na Ucrânia e em Gaza continuaram a dominar o debate internacional, acompanhadas por acusações de genocídio contra dirigentes israelitas e de crimes contra a humanidade imputados ao Hamas. Um ano atravessado por sucessivas tentativas de cessar-fogo que expuseram as fragilidades da arquitectura de segurança europeia e a dificuldade da comunidade internacional em impor soluções duradouras. 2025 ficou também assinalado pela eleição de um novo Papa. Leão XIV, o primeiro pontífice norte-americano, tem sido descrito pela imprensa como uma figura discreta, mas com sinais de continuidade em relação a temas centrais do pontificado anterior. No plano geopolítico, a escalada de tensão no Indo-Pacífico - envolvendo a China, Taiwan e o Japão - reforçou os receios de um alargamento dos focos de instabilidade global. A cimeira do clima no Brasil voltou a colocar no centro do debate a urgência da resposta às alterações climáticas, num contexto internacional cada vez mais polarizado. O ano começou ainda com o regresso de Donald Trump à Casa Branca. Uma presidência descrita como mais organizada e simultaneamente mais disruptiva, marcada por uma postura de crescente hostilidade em relação à Europa e por uma redefinição das alianças tradicionais dos Estados Unidos. O ano de 2025 fica marcado pelo regresso de Donald Trump à Casa Branca. Que impacto teve a reeleição de Trump nos Estados Unidos e no resto do mundo? Um impacto enorme, ainda maior do que se imaginava, tendo em conta o que representa o Presidente dos Estados Unidos. Os Estados Unidos continuam a contar muito, talvez menos do que nos últimos anos, mas passaram a contar de outra maneira. Ou seja, esta segunda presidência de Trump é diferente da primeira. Tem alguns traços idênticos aos do seu estilo pessoal, mas distingue-se da anterior porque chega com uma agenda mais organizada e mais disruptiva. Donald Trump surgiu com ideias de interferir na soberania do Canadá e do México, através de tarifas que pareciam enormes, mas que depois afinal já não eram -e que, mais tarde, voltaram a sê-lo. Tudo isto transformou-se numa negociação permanente entre o caótico e o imprevisível, com impacto na tentativa de alterar a economia mundial e o papel dos Estados Unidos nessa economia. E, sobretudo, pelo que Trump foi demonstrando em termos de hostilidade em relação à Europa, de uma relativa e perigosa proximidade com a Rússia, e de oposição ao actual quadro internacional baseado numa ordem assente em regras e no multilateralismo. Fica a expectativa de que as grandes potências passem a resolver os assuntos com base em interesses de negócio, e não na segurança e na estabilidade internacionais. Quais é que são as consequências desta política para a economia e também no plano diplomático? São gigantescas, porque o quadro, embora em crise, da sociedade internacional que conhecemos nas últimas décadas mudou completamente. Era baseado no poder norte-americano, que, embora com muitos defeitos, dava garantias relativamente a alguns valores: a relação transatlântica, a estabilidade multilateral, a importância da NATO e da União Europeia. Tudo isto está em causa, porque Trump encara como negativo o poder dessas instituições. E depois porque, internamente, também ataca os direitos humanos de cidadãos americanos, com uma governação errática e absolutamente incompetente. O primeiro ano de Trump tem péssimos resultados do ponto de vista dos seus objectivos: prometeu baixar a inflacção e a inflacção está a aumentar; tem um nível de aprovação muito baixo, mesmo dentro daquilo que eram os seus apoios há um ano. Portanto, está a ser uma presidência caótica. A primeira também o foi, mas com a diferença de ter um foco e um interesse na agenda internacional que não correspondia ao habitual posicionamento americano. E quando uma ordem perde o seu principal pilar e ainda não tem uma alternativa consolidada, entra-se numa era e num período de um certo caos. É o momento em que estamos. Nesta agenda internacional, têm sido apresentados vários planos para tentar solucionar os conflitos no mundo. Em 2025, a população da Faixa de Gaza viveu, até ao cessar-fogo em vigor no enclave desde Outubro, um cenário de fome extrema, com as autoridades israelitas a serem acusadas de genocídio e o Hamas de crimes contra a humanidade. Perante este contexto, a solução de dois Estados ainda é possível? No papel, sim. Mas quando um dos lados - o lado israelita - tem um Governo que diz que isso não vai acontecer, essa solução torna-se muito difícil. E quando o outro lado tem como objectivo principal apagar do mapa o outro, como é o caso do Hamas em relação a Israel, também se torna difícil. O Hamas aceitou aparentemente um acordo por estar numa posição de grande fragilidade. Mas a verdade é que o próprio acordo para Gaza parou momentaneamente a guerra, mas de forma muito frágil, com ataques constantes, longe de uma verdadeira paz ou de um verdadeiro cessar-fogo. Há também um outro ponto que contribui para um momento de grande instabilidade naquela região. O impasse nas negociações na guerra na Ucrânia e os desentendimentos entre os Estados Unidos e a Europa na concepção de um plano de paz marcaram 2025. Que opções restam à Ucrânia? A Ucrânia está numa situação absolutamente dramática, porque aquilo que ajudou a aguentar quatro anos de invasão russa está a ser posto em causa. Os Estados Unidos são o principal financiador e contribuinte da NATO, que foi fundamental para a resistência ucraniana. E os Estados Unidos passaram de principal aliado a uma das ameaças à Ucrânia, porque, no plano negocial, quem manda na política americana escolheu um lado: a Rússia. Donald Trump diz que quer a paz, mas quer uma paz a qualquer custo, que até agora beneficiaria quase exclusivamente a Rússia. À Ucrânia resta continuar a resistir, passando a depender apenas da ajuda europeia e canadiana, sem a ajuda americana, que é fundamental. Oficialmente mantém-se alguma ajuda, mas de forma muito "interesseira", vendendo armas em vez de as fornecer. Resta saber até quando os Estados Unidos manterão a partilha de inteligência, que é crucial. A Ucrânia vai ter de resistir. Com a Europa poderá conseguir, mas isso custa dinheiro e tempo. Não sei se a Europa terá capacidade suficiente no momento actual, sendo obrigada a tomar decisões difíceis mais rapidamente do que imaginava. Isso gera outra consequência da posição americana: sectores europeus que ideologicamente concordam com Washington e outros que ainda não perceberam totalmente a dimensão do problema. Este conflito às portas da Europa levou o velho continente a apostar no sector da defesa. As ameaças da Rússia colocam em risco a paz europeia? A situação é diferente. A Europa não está a sofrer uma guerra como a Ucrânia, com ataques diários às cidades, mas está a sofrer um outro tipo de ameaça que não enfrentava nas últimas décadas: uma ameaça híbrida. Está a passa por situações como as que referiu e poderá evoluir para outros patamares de agressão. Se não conseguir travar a Rússia, a Europa passa a enfrentar um desafio e uma ameaça inédita. Terá de mostrar força e dissuasão suficiente para travar Moscovo, e terá de o fazer sem os Estados Unidos, pelo menos enquanto esta administração durar. São dois elementos novos para a Europa. Mas a liderança europeia será capaz de responder a esse desafio? Está a fazê-lo mais rapidamente do que muitos imaginam. O cliché de que a Europa não fez nada é falso. A Europa foi o principal pilar de reacção à agressão russa, embora não estivesse preparada, porque durante décadas viveu sob o guarda-chuva americano, que acabou. Estamos numa fase de transição. Há líderes europeus a fazer o possível, mas é preciso muito mais. Como somos democracias, não sabemos quem continuará no poder: quem sucede a Emmanuel Macron, quanto tempo terão os actuais líderes para modernizar as Forças Armadas. É uma fase de grande indefinição e risco. A Rússia é o principal inimigo da Europa? Vladimir Putin é a principal ameaça. Há um inimigo declarado e isso ainda nos causa perplexidade. Basta ler a estratégia de segurança americana: quem manda em Washington não gosta da Europa e quer destruir o projecto europeu. Não é uma guerra directa, mas é uma guerra ideológica. A Rússia é um potencial inimigo, embora, no papel, a Europa tenha muito mais força. Mas força que não é accionada é apenas potencial. A Rússia é um agressor com capacidade real e comprovada. Quais são os principais riscos da escalada de tensão entre China, Taiwan e Japão? Creio que os Estados Unidos continuarão a apoiar Taiwan e o Japão, mas com reacções mais imprevisíveis. A China vai explorar isso, e já o está a fazer. A Primeira-Ministra japonesa pode mudar a política do país? Já o está a fazer. [Sanae Takaichi] percebeu que a China é uma ameaça real e que a aproximação a Donald Trump não trouxe garantias suficientes. O Japão está a tirar conclusões sobre aquilo que os Estados Unidos podem não fazer. Uma das consequências poderá ser a militarização, até a nuclearização, do Japão. O ano de 2025 ficou marcado pela eleição do Papa Leão XIV. Que balanço faz dos primeiros meses do sumo pontífice? É difícil igualar o carisma do Papa Francisco, mas, de forma discreta, Leão XIV tem mostrado continuidade em vários temas. A viagem à Turquia e ao Líbano concretizou desejos antigos de Francisco. Na questão da Ucrânia, parece-me mais claro na definição das responsabilidades e do que é preciso fazer para travar a Rússia. Tenho, para já, muito boas impressões, sobretudo quanto ao papel do Vaticano como mediador discreto. A COP 30 terminou com um acordo modesto. O mundo continua a ignorar as alterações climáticas? Não é o mundo, são os principais poluidores. Muitos países estão preocupados, mas quando Estados Unidos, Índia e China não lideram, nada avança. Esta nova ordem é ditada por interesses de grandes potências, e isso tem consequências graves no combate ao risco climático. Que mensagem enviou o Brasil com a condenação do antigo Presidente Jair Bolsonaro? O Brasil tem problemas, mas o seu sistema judicial respondeu mais rapidamente do que em países supostamente mais desenvolvidos. É um bom sinal, apesar das contradições da democracia brasileira. No caso de Bolsonaro, é uma boa notícia para a democracia. O grupo das 20 potências económicas reuniu-se na África do Sul, mas sem a presença dos Estados Unidos.  Ainda assim, os países presentes assinaram uma declaração. Isto revela que o continente africano passa a ter outro peso na economia mundial?  A África tem um potencial enorme e é a zona do mundo que, proporcionalmente, mais vai crescer nas próximas décadas. Basta olhar para a relação entre a China e África ou para países como a Nigéria, tendo em conta o crescimento demográfico e as riquezas naturais. No entanto, para ter um peso efectivo, África teria de contar muito mais com instituições fortes. Existe ainda uma certa imaturidade institucional, apesar de algumas excepções positivas, e uma dependência excessiva de grandes potências globais -como a China, a Rússia ou, nalguns casos, a França- que nem sempre tem sido benéfica para o desenvolvimento do continente como um todo. As taxas americanas podem afectar África? Claro que sim. São mais um travão ao desenvolvimento. Em Portugal, 2025 fica marcado pelas eleições legislativas que colocaram um partido de extrema-direita como a segunda força de oposição no país, 51 anos depois do 25 de Abril. A democracia do país está ameaçada? Não, claro que não. A subida rápida do Chega tem a ver com um voto de protesto. Sobretudo, tem a ver com a culpa dos dois principais partidos por terem provocado três eleições legislativas em três anos. Um absurdo completo, uma loucura, uma irresponsabilidade. Mas eu acho que Portugal tem noção das contradições. Tem indicadores económicos muito bons, como não tinha há muitos anos. Tem problemas grandes, como o acesso à habitação e alguns problemas pontuais ao nível da saúde. E depois tem uma subida artificial da percepção de risco relativamente a questões como a criminalidade e a imigração. Bom, eu vivo em Portugal e não vejo nada disso. Vejo um país muito seguro, vejo um país com um potencial bastante grande e com um dado novo, que é ter muito mais imigrantes. Eu não concordo com a ideia de que isso gere mais insegurança. Não vejo isso, sinceramente. Mas há, sim, um novo ecossistema, também mediático, que levou à subida de um partido que explora alguns medos. Há algum grau de irresponsabilidade em explorar essa questão de uma forma primária e, nalguns casos, injusta. Mas sabemos que em política não há justiça nem injustiça: não é abster-se, é a capacidade de explorar. Ainda assim, o Governo aprovou um novo diploma relativamente aos imigrantes que vêm, que de certa forma os penaliza... Este é um desafio para os partidos que dominaram a democracia portuguesa nos últimos 50 anos. Houve algumas capacidades perdidas, mas também grandes conquistas. Este país é muito melhor do que era há 51 anos. Falta saber se teremos partidos e líderes mais moderados que tenham a capacidade de explicar isso às pessoas e de encontrar respostas. Porque, volto a dizer, há um problema grave de habituação dos mais jovens, há outros problemas pontuais, como a questão da saúde, mas que também não está no caos de que muitas vezes se fala. Estamos numa situação global muitíssimo melhor do que a apreciação que as pessoas fazem dela, e agora é preciso tentar resolver esta discrepância. A subida de partidos chamados populistas é uma tendência global, ou pelo menos europeia e americana. Como tudo, terá fases. Os partidos que estão a subir hão-de parar de subir. Falta saber se só vão parar quando chegarem ao governo ou se é possível evitar que cheguem ao poder. Eu acho que em Portugal isso ainda não é uma inevitabilidade assim tão grande. Pode acontecer, mas não é inevitável. E, se acontecer, será uma fase que depois acabará por recuar. Quais são os grandes desafios para 2026? O risco de erosão das democracias e a polarização das sociedades. Paradoxalmente, o momento económico global é melhor do que as pessoas pensam.

Uma palavra no seu caminho
Festa da Sagrada Família - Homilia

Uma palavra no seu caminho

Play Episode Listen Later Dec 28, 2025 11:12


Há realidades da vida religiosa e da vida crente que facilmente se deixam olhar de modo idealizado, perfeccionista e até idílico, como se vivessem num plano sem rugosidades nem chão. A família é um desses lugares onde a tentação do ideal é forte: imagina-se uma “família cristã” como molde rígido ao qual todas as famílias e todas as histórias deveriam caber. Não é esse o caminho. Quando se contempla a família de Nazaré, não se recebe um modelo estreito para reproduzir, mas uma forma de viver: uma familiaridade que pode existir na família nuclear, na família alargada, nas famílias recompostas, e também em comunidades como a “família hospitaleira”, onde homens e mulheres se encontram e, por diversas circunstâncias, constroem uma casa comum.O que se entende, então, por “família” e por “familiaridade” em sentido cristão? Antes de mais, a consciência de que todos derivam do mesmo Pai, Deus, e que, por serem filhos, se devem tratar como irmãos. As primeiras comunidades cristãs diziam-no com naturalidade; hoje, por vezes, reserva-se a palavra “irmão” para contextos religiosos, esquecendo que o estilo cristão é, todo ele, um modo de viver como família de Deus. É nesse horizonte que ganha relevo o apelo paulino: suportai-vos uns aos outros e perdoai-vos mutuamente, se alguém tiver razão de queixa contra outro; como o Senhor perdoou, assim também vós. A consequência concreta de vestir o “traje” da misericórdia é um perdão real, praticado, que não fica em teoria. E, acima de tudo, como toque final, revesti-vos de caridade, vínculo da perfeição: a caridade é o elo que une de forma plena e madura.Há, porém, uma tensão que se sente no quotidiano: também se escolhe roupa para “estar na moda”, para não destoar, para se sentir integrado. Revestir-se de misericórdia e caridade pode não ser a “moda” de muitos ambientes; pode até parecer um fato antigo, como algo ultrapassado. Por isso é importante a comunidade cristã, onde, pelo menos ao domingo, se volta a ver que esse traje não está fora de tempo: há outros homens e mulheres que o vestem, e nele encontram alegria e vida plena. Ainda assim, isto exige aprendizagem; pede tempo, pede que estas atitudes se entranhem, que se tornem “carne” em quem crê.Aqui se percebe a importância insubstituível da família biológica. É nela, com o pai e a mãe, com irmãos, tios, avós, primos, que surgem as primeiras relações significativas; é aí que, idealmente, se aprende a experiência fundamental de ser amado de forma incondicional. Sem essa base, educar na fé torna-se mais difícil: se, lá atrás, não houve a experiência de amor recebido e oferecido sem cálculo, a relação com Deus pode ficar mais árdua e inquieta. Quando essa experiência existe, a receção de Deus tende a fazer-se com maior serenidade e confiança. E, a partir daí, a família cristã e a comunidade tornam-se lugar onde se exercitam, de modo continuado, laços de misericórdia, humildade, mansidão, paciência e caridade. “Suportar” uns aos outros, no sentido pleno da palavra, aprende-se também em situações concretas: quando alguém adoece, quando a fragilidade cresce, quando a mente enfraquece e o ritmo abranda, nasce o respeito e a delicadeza que permitem a paz, sustentadas pelo perdão.A Escritura, aliás, ajuda a purificar equívocos: não é legítimo invocar a religião para privilegiar homens ou mulheres. Há uma beleza particular naquela afirmação: Deus quis honrar os pais nos filhos e firmou sobre eles a autoridade, incluindo a autoridade da mãe. A complementaridade, o lugar próprio e a imprescindibilidade de cada um não se opõem; sustentam-se. Assim se aprende a viver em família com alegria, presença inteira e confiança.

Resposta Pronta
"Reunião entre Trump e Zelensky pressiona a Rússia e os EUA"

Resposta Pronta

Play Episode Listen Later Dec 28, 2025 8:23


Orlando Samões considera que a criação de uma zona desmilitarizada será a "chave" num eventual cessar-fogo entre Rússia e Ucrânia. Ainda acrescenta que pode funcionar como um território "tampão".See omnystudio.com/listener for privacy information.

Leste Oeste de Nuno Rogeiro
“É contraproducente falarmos já em tropas portuguesas na Ucrânia, mas Portugal tem mantido tropas suficientemente preparadas muito perto”

Leste Oeste de Nuno Rogeiro

Play Episode Listen Later Dec 28, 2025 99:06


Aproxima-se um possível acordo de paz entre a Ucrânia e a Rússia? Zelensky e Trump encontram-se na Flórida para tentar um acordo, enquanto que no terreno houve um cessar-fogo na zona da central nuclear de Zaporijia. O balanço de poder mundial parece desequilibrado, com Putin, Xi Jinping e Trump mais próximos do que seria de esperar. Zelensky acusa a China de utilizar satélites para ajudar a Rússia na guerra, mas os chineses rejeitam a ideia. Neste momento, o país oriental está preocupado com a situação de Taiwan, com receio de que se separe oficialmente da República da China. Em Itália, Giorgia Meloni teve palavras muito duras sobre os EUA e a subserviência da Europa aos americanos a nível de defesa. A Europa tenta reagir e reforçar a sua defesa. Ainda o reconhecimento da Somalilândia por Israel e o possível ataque dos EUA à Venezuela. Estes e outros temas da atualidade internacional são analisados neste episódio do Leste/Oeste em podcast. O programa foi emitido na SIC Notícias a 28 de dezembro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sociedade Primitiva
Dúvidas sobre vermes sociais (com Epifania Disruptiva) - Número 337

Sociedade Primitiva

Play Episode Listen Later Dec 27, 2025 135:10


Ainda não acabou não viu, tem especial de final de ano.Epifania Disruptivahttps://youtube.com/@EpifaniaDisruptiva69?si=6W0SxdQg4WMsWFC2Música encerramento: Dakota Star - Call me now

Toco e Tackle
T&T NFL #274: Eliminação dos Lions e times esnobados

Toco e Tackle

Play Episode Listen Later Dec 27, 2025 58:16


A decepcionante temporada de Detroit chegou ao fim, após ter a melhor campanha na temporada passada, muita coisa deu errado pros Lions, que devem passar por mudanças na off season. Ainda tem a análise dos pouco falados, mas muito competentes, Jaguars, Niners e Chargers, além das prévias dos principais duelos da semana 17.Direto ao ponto:(0:00) abertura e introdução;(5:15) o que aconteceu com os Lions?(14:40) Broncos vencem Chiefs e se aproximam da seed 1; (26:35) Momento merchan; (27:42) a temporada de superação dos Niners;(34:40) mesmo sem linha ofensiva, Chargers seguem surpreendendo;(39:45) o esnobado Jacksonville Jaguars;(47:45) prévias da semana 17;Para mais conteúdo do Talk e Tackle Podcast:Nos siga no Instagram e no X: @talketackle. Inscreva-se no nosso canal: ⁠⁠⁠⁠www.youtube.com/@tocoetackle⁠⁠⁠⁠⁠⁠. Apresentação: Jonas Faria; Comentários: Jonatan Mombach.

CEI DE CABO FRIO
NÂO perca a ESPERANÇA (com Apresentação do Coral)

CEI DE CABO FRIO

Play Episode Listen Later Dec 27, 2025 42:04


Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em Lucas, capitulo 2, versículos 21 ao 32, nos traz uma reflexão sobre não percamos a esperança, assim como foi com Simeão.O texto acima, nos apresenta dois personagens quase silenciosos, mas profundamente cheios de fé: Simeão e Ana. Pessoas comuns, marcadas pelo tempo, pela espera e, certamente, por muitas perguntas sem respostas aparentes. Ainda assim, eles nos ensinam uma verdade poderosa: quem espera em Deus nunca espera em vão.Simeão tinha uma promessa. O Espírito Santo lhe havia revelado que ele não morreria antes de ver o Cristo do Senhor. Os dias passaram, os anos se acumularam, e nada parecia mudar. Contudo, Simeão não perdeu a esperança. Ele continuou indo ao templo, continuou crendo, continuou esperando. Até que, em um dia aparentemente comum, Deus transformou o ordinário em eterno. Um bebê nos braços, simples aos olhos humanos, mas suficiente para Simeão declarar: “Os meus olhos já viram a tua salvação.”A esperança verdadeira não depende da rapidez das respostas, mas da fidelidade de Deus às Suas promessas. Deus pode não agir no nosso tempo, mas Ele nunca se atrasa.Ana também aparece como sinal dessa esperança perseverante. Viúva, idosa, marcada por perdas, ela não se afastou da presença de Deus. Jejuava, orava e servia dia e noite. Quando viu Jesus, passou a anunciar que a redenção havia chegado. A esperança que permanece em Deus não apenas sustenta o coração, ela se torna testemunho para outros.Este texto nos lembra que a esperança não é negar a dor, mas crer apesar dela. Simeão e Ana viveram em um tempo de opressão, silêncio profético e incertezas, mas mantiveram o coração firmado em Deus.Talvez você esteja vivendo um tempo de espera. Talvez as promessas pareçam distantes, e o cansaço queira roubar sua fé. Lucas 2 nos convida a olhar para além das circunstâncias e confiar: Deus está agindo, mesmo quando tudo parece silencioso.Não perca a esperança. O que Deus prometeu, Ele cumprirá. O mesmo Cristo que Simeão tomou nos braços continua sendo hoje luz para iluminar os que estão em trevas e glória para o povo de Deus.Espere. Confie. Persevere. A esperança tem nome — JesusSe esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!

3 em 1
Congresso derruba metade dos vetos de Lula / Silvinei é preso

3 em 1

Play Episode Listen Later Dec 26, 2025 120:30


No 3 em 1 desta sexta-feira (26), o destaque foi a derrota significativa imposta pelo Congresso Nacional ao Palácio do Planalto, com a derrubada de cerca de 50% dos vetos presidenciais assinados por Lula (PT-SP) ao longo dos últimos anos. O ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques, foi preso na madrugada desta sexta-feira (26), no Aeroporto Internacional de Assunção, no Paraguai. Condenado recentemente pelo STF a 24 anos e 6 meses de prisão por participação na trama golpista, Vasques rompeu a tornozeleira eletrônica em Santa Catarina e tentava embarcar para El Salvador utilizando um passaporte paraguaio falso. O quadro de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ) inspira novos cuidados após a cirurgia para correção de uma hérnia inguinal bilateral. Boletins médicos indicam que a equipe avalia a necessidade de um novo procedimento cirúrgico, problema recorrente desde o atentado sofrido em 2018. Um levantamento detalhado revelou que a Câmara dos Deputados desembolsou ao menos R$ 280 milhões para custear o aluguel de veículos, embarcações e aeronaves utilizados por parlamentares. Pesquisa do Paraná Pesquisas acendeu o alerta na oposição ao mostrar o presidente Lula (PT-SP) na liderança em todos os cenários da corrida presidencial. O petista mantém vantagem sobre Jair Bolsonaro (PL-RJ), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP). A partir de 1º de janeiro de 2026, entra em vigor a nova tabela do Imposto de Renda, uma das principais promessas de campanha do presidente Lula. No cenário internacional, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciou que se reunirá com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Republicanos), neste domingo (28), na Flórida, para tentar avançar em um acordo de paz com a Rússia. Ainda nos EUA, o governo Trump escalou a tensão com a Europa ao proibir a entrada de cinco figuras importantes no país. A Casa Branca afirma que os sancionados integram um suposto “complexo industrial de censura” que persegue empresas de tecnologia americanas e restringe a liberdade de expressão. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Encontro com a Beleza
Os mais ouvidos de 2025. Quando o sabor de Espanha tomou a Europa

Encontro com a Beleza

Play Episode Listen Later Dec 26, 2025 9:40


[O Observador está a republicar os três episódios mais ouvidos do ano em cada podcast. Este é de 6 de abril de 2025.] No século XIX havia um fascínio pela cultura ibérica e Georges Bizet criou uma das peças mais famosas da história. Ainda assim, a vida não permitiu que testemunhasse o sucesso em que se tornou.See omnystudio.com/listener for privacy information.

MIGG - Evangelho da Graça
113 - A BÍBLIA AINDA SERVE PARA NÓS?

MIGG - Evangelho da Graça

Play Episode Listen Later Dec 26, 2025 52:45


Sem dúvida alguma, o espalhamento do conhecimento das Doutrinas da Graça e da Escatologia Consumada é algo maravilhoso. Quanto mais pessoas conhecerem a verdade, melhor será. Porém, a chegada desses entendimentos a mais pessoas traz também alguns “efeitos colaterais” ― como o surgimento de raciocínios não fundamentados na Palavra (heresias). E uma dessas ideias estapafúrdias é a que afirma que “nada na Bíblia serve para nós”. (Gravação do Estudo da Graça de Deus transmitido ao vivo no domingo, dia 04/06/2023)---------------------------------------­­­­­­­­----------SEJA UM SEMEADOR!CLIQUE AQUI ➜ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://bit.ly/2srbORG⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ajude-nos a manter (e a crescer) o nosso trabalho de divulgação do Evangelho da Graça de Deus. Desde já o nosso MUITO OBRIGADO pelo seu apoio.----------------------------------------­­­­­­­­----------Leia GRATUITAMENTE os livros de nosso Ministério:LIVRARIA ➜ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠http://www.loja.abencoados.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠----------------------------------------­­­­­­­­----------Instagram - Cristiano França ➜  ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://instagram.com/cfeleito⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Aplicativo (Android, iPhone, Windows e Mac) com Rádio 24h e muito + ➜ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠http://app.abencoados.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Página do MIGG no Facebook ➜ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.facebook.com/evangelhogenuino/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Página do MIGG no Twitter ➜ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠http://www.twitter.com/infomigg⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠----------------------------------------­­­­­­­­-Participe de nosso Canal Oficial no Telegram e receba estudos em Graça, links, folhetos digitais de evangelização, conteúdos exclusivos e todas as demais informações de nosso Ministério.ACESSE O LINK ABAIXO através de seu telefone ou pesquise no Telegram: MIGG Canal Oficial.⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://t.me/canalmigg⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠----------------------------------------­­­­­­­­--

Semana em África
Semana marcada pelo arranque do Campeonato Africano das Nações

Semana em África

Play Episode Listen Later Dec 26, 2025 9:53


Esta semana, as atenções estiveram voltadas para o Campeonato Africano das Nações que começou a 21 de Dezembro, em Marrocos, e decorre até 18 de Janeiro. Neste programa, também repomos as reportagens de Natal feitas pelos nossos correspondentes na Guiné-Bissau, Moçambique, Angola, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe e marcadas pelas dificuldades económicas e pelas preocupações políticas. Bem vindos a esta Semana em África, marcada pelo arranque do CAN, Campeonato Africano das Nações, que começou a 21 de Dezembro, em Marrocos, e que decorre até 18 de Janeiro. Angola e Moçambique são as únicas seleções lusófonas presentes. Na segunda-feira, Angola perdeu no seu jogo de estreia frente à África do Sul por 2-1 e, na terça-feira, Moçambique foi derrotado pela campeã Costa do Marfim por 1-0. Esta sexta-feira, Angola enfrentou o Zimbabué e não foi além do empate a uma bola, um resultado que complica as contas dos Palancas Negras. Este domingo os Mambas vão jogar contra o Gabão. Esta foi também a semana de Natal, marcada por muita preocupação quanto ao clima político na Guiné-Bissau. No domingo à noite, Vladimir Deuna, dirigente do Movimento para Alternância Democrática (MADEM-G15), foi agredido na sua residência por um grupo de homens armados e encapuzados. Na terça-feira, a Liga Guineense dos Direitos Humanos denunciou a invasão da sua sede, a Casa dos Direitos, em Bissau, por agentes policiais, depois de uma vigília para reclamar a libertação dos presos políticos na Guiné-Bissau. De acordo com Bubacar Turé, presidente da Liga, dois funcionários da organização foram espancados e tiveram que receber tratamento médico. Ainda na terça-feira, a junta militar que tomou o poder a 26 de Novembro e que interrompeu todo o processo eleitoral, libertou seis pessoas ligadas à oposição, mas Domingos Simões Pereira, Octávio Lopes e outras figuras destacadas continuam presas. Também o candidato da oposição Fernando Dias, que reclama a vitória nas presidenciais, continua refugiado junto da embaixada da Nigéria, que lhe concedeu asilo. Em Moçambique, o Presidente Daniel Chapo indultou 22 pessoas que tinham sido condenadas por terem participado nas manifestações pós-eleitorais de 2024. Porém, mais de 2.700 - das 7.200 que na altura foram detidas - continuam presas por terem participado nos protestos, de acordo com a plataforma eleitoral Decide. Recordo que 411 pessoas morreram na repressão pós-eleitoral, segundo dados da plataforma Decide. Quanto à festa de Natal, Orfeu Lisboa mostrou-nos os preparativos para aquela que é considerada como dia da família em Moçambique. Em Angola, as celebrações foram novamente condicionadas pelas dificuldades económicas da população, como nos contou Avelino Miguel. O fraco poder de compra também condicionou as festas em São Tomé e Príncipe, como nos lembrou Maximino Carlos. Fomos, ainda, até à ilha de São Vicente, em Cabo Verde, onde Odair Santos nos falou sobre as comemorações de Natal.

O Lado Bom da Vida
Encontro com a Beleza. Os mais ouvidos de 2025. Quando o sabor de Espanha tomou a Europa

O Lado Bom da Vida

Play Episode Listen Later Dec 26, 2025 9:40


[O Observador está a republicar os três episódios mais ouvidos do ano em cada podcast. Este é de 6 de abril de 2025.] No século XIX havia um fascínio pela cultura ibérica e Georges Bizet criou uma das peças mais famosas da história. Ainda assim, a vida não permitiu que testemunhasse o sucesso em que se tornou.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Nem tudo o que vai à rede é bola
E o Campeão é... “Depois querem adeptos". O que aconteceu ao Boxing Day?

Nem tudo o que vai à rede é bola

Play Episode Listen Later Dec 26, 2025 18:02


O tradicional dia de muito futebol no Reino Unido tem este ano apenas um jogo da Premier League devido a acordos de transmissão televisiva. Morreu uma tradição? Ainda a renovação de Diogo Costa.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sala Precisa Podcast
Avatar ainda funciona? | #151

Sala Precisa Podcast

Play Episode Listen Later Dec 26, 2025 21:32


Avatar sempre foi sinônimo de espetáculo visual. Mas em 2025, isso ainda basta?Em Avatar: Fogo e Cinzas, James Cameron entrega mais um marco técnico — imagens grandiosas, mundos impressionantes e uma experiência pensada para a tela grande.O problema é outro: o roteiro acompanha esse impacto?Um debate sem hype e sem ódio gratuito — só análise, cinema e pergunta incômoda.

Cultura
Brasil leva narrativas periféricas ao topo de vitrine global em ano histórico para o cinema nacional

Cultura

Play Episode Listen Later Dec 26, 2025 16:19


2025 será lembrado como um marco para a cultura brasileira. Entre as celebrações do Brasil na França, que selaram 200 anos de relações diplomáticas, o país ocupou palcos globais e conquistou prêmios históricos: do Oscar à Palma de Ouro, passando pelo Leão de Prata, uma presença massiva no Festival de Avignon e homenagens literárias. A arte nacional reafirmou sua força e diversidade, enquanto nos despedimos de ícones que moldaram gerações, como Lô Borges, Jards Macalé e Sebastião Salgado. O ano da temporada cultural cruzada entre Brasil e França instaurou um deslocamento silencioso e profundo: narrativas vindas das bordas — do corpo insurgente, das florestas e viadutos, das memórias insistentes — tomaram o centro dos palcos e telas. Em vez de grandiloquência, um pulso firme: o país se viu e se deixou ver, de Hollywood à Amazônia, de Veneza a Madureira. Em janeiro, Fernanda Torres ergueu o Globo de Ouro por Ainda Estou Aqui, e o gesto abriu a temporada com um aviso ao mundo, mostrando uma história brasileira que reivindica lugar sem pedir licença. Leia tambémFernanda Torres faz história para o cinema brasileiro nos Globos de Ouro Cinema: o país que lembra e resiste Em fevereiro, a Berlinale se tingiu de azul profundo com O Último Azul, de Gabriel Mascaro, que recebeu o Urso de Prata do Grande Prêmio do Júri e ainda dois prêmios paralelos. “É muito bonito. A gente passou por um ano muito especial do Ainda Estou Aqui, percorrendo o mundo, que traz o primeiro Oscar para o Brasil”, disse ele à RFI. “Quando a gente achou que era um episódio isolado, aí vem O Último Azul no Festival de Berlim e ganha o Urso de Prata, um grande prêmio do júri. E quando a gente ensaiou que talvez pudesse ter mais um acidente de percurso, aí vem O Agente Secreto e confirma nossa força no Festival de Cannes. É um ano muito lindo para o cinema brasileiro.”  Leia também“Um país sem memória é um país sem presente e sem futuro”, diz Walter Salles ao lançar o filme “Ainda estou aqui” em Biarritz Março assentou a realidade sobre o sonho: Ainda Estou Aqui, de Walter Salles, tornou-se o primeiro filme brasileiro a vencer o Oscar de Melhor Filme Internacional. Salles falou do cerne ético e histórico da obra: “Um país sem memória é um país sem presente e sem futuro. Isso, pra mim, sempre esteve bastante claro enquanto documentarista”. E recordou o processo: “Nesse filme, que a gente começou a fazer em 2017, ou seja, antes daquela virada que, eu confesso, eu não esperava, de 2018 para 2022, o presente começou a se tornar muito próximo daquele daquele passado que a gente estava retratando no filme, ou queria retratar no filme. Isso nos mostrou o quanto a democracia é uma matéria frágil.” Em maio, Cannes registrou o Brasil no alto de um dos festivais mais prestigiados do cinema mundial: O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, levou a Palma de Ouro de direção, e Wagner Moura foi consagrado como melhor ator. Mendonça nomeou a natureza política do gesto: “Eu acredito que o agente secreto é uma crônica em longa-metragem de um momento da história do Brasil que eu pessoalmente ainda lembro, porque eu era uma criança. Mas, ao mesmo tempo, eu acho que tem muita pesquisa histórica.” O diretor sublinhou a ética do real: “No momento em que as coisas estão ao contrário, se você diz que a água é molhada, você se torna um resistente. Eu gosto muito também dessa ideia. Eu acho que a resistência muitas vezes é você manter o olhar na realidade”. Leia também“O Agente Secreto” é um filme “absolutamente brasileiro”, define Wagner Moura em Cannes Moura devolveu o espelho ao público: “Eu acho muito importante que o público fora do Brasil veja aquilo, mas acho mais importante ainda que nós, brasileiros, nos vejamos. Eu não consigo entender ainda a lógica de quem não acha que o governo devia apoiar a cultura.” Em setembro, o filme foi escolhido para representar o Brasil no Oscar de 2026; em dezembro, vieram três indicações ao Globo de Ouro, incluindo melhor ator. O Agente Secreto foi  também incluído nas shortlists da Academia Norte-Americana para o Oscar, figurando entre os 15 pré-selecionados (pré-indicados), inclusive na categoria de Melhor Filme Internacional para a cerimônia de 2026, avançando para a fase final de votação antes da lista oficial de indicados. Teatro e literatura: corpo, escrita e viadutos Enquanto o cinema redesenhava mapas, o teatro afirmava o corpo como arquivo e ferida. Em julho, Carolina Bianchi recebeu o Leão de Prata na Bienal de Veneza, reconhecimento que a situou no epicentro da dança e performance contemporâneas. Bianchi celebrou e definiu o alcance: “Foi uma felicidade tremenda e uma sensação de surpresa inigualável ganhar um prêmio como o Leão de Prata. Acho que é um prêmio que reconhece não só a minha trajetória, mas também uma trajetória coletiva com a minha companhia Cara de Cavalo.” Leia tambémFestival de Avignon: 'A Noiva e o Boa Noite Cinderela', ou como explodir no próprio corpo as fronteiras do teatro Segundo ela, trata-se de "um caminho de mais de dez anos, vindo de uma cena completamente independente no Brasil". Desde 2023, ela se apresenta na Europa com os dois primeiros capítulos da trilogia Cadela Força. "Acho que o prêmio também reconhece esse trabalho continuado, esse trabalho coletivo continuado, de um espetáculo que mistura muitas linguagens dentro da linguagem teatral para falar sobre traumas, sobre a relação com a história da arte, com a violência, com a violência poética, e amparado na escritura, na literatura. Então, é uma alegria enorme, profunda, e é bonito ver essa história sendo reconhecida dessa maneira.” Leia tambémTeatro brasileiro é homenageado no Festival de Avignon, o maior evento de artes cênicas do mundo No Festival de Avignon, na França, na mostra paralela do maior evento cênico do mundo, Zahy Tentehar — primeira atriz indígena a receber o Prêmio Shell — estrelou Azira'i – Um Musical de Memórias, dirigido por Duda Rios. Rios descreveu o choque poético de migração de público e contexto: “As pessoas aplaudem muito, se emocionam. A gente fica muito feliz, porque tem um contexto do espetáculo que, para um público brasileiro, a gente não imaginava essa internacionalização do espetáculo. Mas a gente vê que ele chega da mesma maneira, com a mesma potência. As pessoas estão se emocionando, se comovendo, rindo menos do que no Brasil, mas elas se comovem e se conectam com o espetáculo.”  Leia tambémFlup celebra diáspora negra e traz literatura como 'aquilombamento' para 'reencantar' o debate decolonial Na literatura, o viaduto de Madureira recebeu a Flup — Festa Literária das Periferias — com uma homenagem à Conceição Evaristo, cujo conceito de “escrevivência” reorganiza a forma de narrar o cotidiano negro e periférico. Evaristo falou à RFI de direito e de encontro, direto do Rio de Janeiro: “A mensagem que eu deixaria primeiro é pensar a literatura como um direito. Cada vez mais também se conectar um com o outro para a gente perceber o aspecto coletivo das nossas histórias, sem anular a nossa individualidade.”  Despedidas e heranças Leia tambémLô Borges, o menino da esquina que virou música: artista deixa legado que ultrapassou fronteiras O ano também nos cobrou liturgias da ausência. Lô Borges e Jards Macalé partiram, e a música brasileira reconheceu a orfandade de gerações que aprenderam a pensar o país pelo acorde. Na fotografia, a França recebeu a retrospectiva monumental de Sebastião Salgado, nas Franciscaines, em Deauville — uma cartografia de quatro décadas de mundo. Leia tambémJards Macalé volta à Europa para celebrar 50 anos de seu disco de estreia com turnê por 7 países Antes de falecer, em maio, Salgado, diante da plateia e muito emocionado, foi ao núcleo de seu método, na ocasião, em entrevista exclusiva à RFI: “Você só fotografa com a sua herança, com tudo que está dentro de você. As minhas fotografias têm céus dramáticos, carregados. Isso vem de onde eu nasci, vem da chegada da época de chuva, naquelas montanhas de Minas Gerais, em que meu pai me levava para a montanha mais alta da nossa fazenda para festejar as nuvens incríveis. Para ver o raio de sol passar através dessas nuvens, ver a chuva caindo. Aquelas imagens ficaram em mim, e o dia que eu comecei a fotografar, elas já estavam aí. Naquela fração de segundo, aquele milésimo de segundo que eu aperto, é a minha herança que está fotografando.”  Leia tambémRetrospectiva na França celebra 40 anos de trabalho do fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado    

Os Sócios Podcast
O QUE O NATAL AINDA NOS ENSINA? A FILOSOFIA DO NATAL (com Guilherme Freire) | Os Sócios 276

Os Sócios Podcast

Play Episode Listen Later Dec 25, 2025 101:27


CONHEÇA OS PRODUTOS DA CAFFEINE ARMY: https://r.vocemaisrico.com/e08eeca18a Encontre o ativo certo para investir hoje: https://finc.ly/f3461cf665 Ao longo da história, poucas datas atravessaram séculos com tanta força quanto o Natal. Hoje, ele carrega um significado histórico e religioso — e, ao mesmo tempo, virou uma das maiores datas comerciais do ano.Mas nem sempre foi assim. Quando o Natal começou a ser celebrado de fato? Como o calendário litúrgico foi se formando e, no Império Romano, como surgiram as datas de celebração do nascimento de Cristo? Seria o Natal apenas o solstício de inverno — ou isso é uma simplificação do mundo antigo, que usava símbolos das estações para representar coisas profundas? Por que 25 de dezembro se tornou tão significativo, e qual é a relação disso com crenças concorrentes da época, como o culto a Mitra e festivais como a Saturnalha? Se a Bíblia não traz uma data exata, como essa tradição se consolidou? E como símbolos e costumes foram mudando com o tempo — do São Nicolau ao Papai Noel, da missa do galo aos Reis Magos — até chegarmos ao Natal moderno, cada vez mais comercial?Para responder a estas e outras perguntas, convidamos Guilherme Freire para o episódio nº 276 do podcast Os Sócios. Falamos sobre o Natal, como essa data se consolidou e tudo o que podemos aprender com ela.O episódio será transmitido ao vivo nesta quinta-feira (25/12), às 12h, no canal Os Sócios Podcast.Hosts: Bruno Perini @bruno_perini e Malu Perini @maluperiniConvidado: Guilherme Freire @guilhermefclfreire

Endörfina com Michel Bögli
#444 Iazaldir Feitoza

Endörfina com Michel Bögli

Play Episode Listen Later Dec 25, 2025 158:10


Ele nasceu e cresceu em São Conrado, entre a praia e a montanha. Favorecido por essa geografia, aproveitava ao máximo seus dias entre o futebol de areia, o futevôlei, o surfe e as trilhas da Floresta da Tijuca. Desenvolveu desde cedo uma ligação natural com o esporte e com a vida ao ar livre. Jogou futebol nos times de base do Botafogo, intercalando com a corrida. Ainda adolescente, ingressou no atletismo pela Universidade Gama Filho e, aos 18 anos, já conciliava os treinos com o serviço militar. Seguiu o caminho natural, passando por todas as categorias do atletismo. Quando deixou o Exército, especializou-se nas distâncias de 5 e 10 mil metros, onde chegou ao seu limite. Foi aconselhado pelo seu então técnico a voltar a se dedicar aos estudos e a pensar em uma alternativa de carreira. Ele acatou o conselho e enquanto concluía sua formação, migrou para as corridas de rua. Formado, encontrou um novo horizonte quando foi incentivado pelo amigo e lenda do triathlon brasileiro, Alexandre Ribeiro, a participar do El Cruce de Los Andes em 2011. Como havia previsto o amigo, aquela experiência o transformou e iniciou ali uma trajetória que determinaria o rumo da sua carreira. A partir de então, acumulou vitórias emblemáticas em provas de 50, 80 e 100 quilômetros no Brasil e na América do Sul e foi duas vezes vice-campeão no El Cruce. Em 2019, foi também vice-campeão na Tahoe 100milhas e, no ano seguinte, venceu a One Hundred Brasil. Depois de uma década, decidiu se reinventar novamente e encerrou sua carreira como ultramaratonista para se dedicar, como amador, às maratonas e a compartilhar conhecimento e experiência com seus alunos. Conosco aqui, o ex-paraquedista do Exército, ex-corredor profissional eleito o melhor atleta de trilhas de 2013 pela revista Go Outside, educador físico, proprietário do Time Iaza, escalador de pódios, criador da #deixasofrer, um carioca apaixonado pela corrida, Iazaldir Feitoza Santana. Inspire-se! Um oferecimento @oakleybr  e @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala.  A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo.  Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.          

Durma com essa
Bolsonaro preso. Mundo sob Trump. Como foi o ano de 2025

Durma com essa

Play Episode Listen Later Dec 24, 2025 19:55


O ano de 2025 se encaminha para o fim após uma série de acontecimentos que colocaram o Brasil o mundo em atenção, como a prisão de Jair Bolsonaro e seus aliados por tentativa de golpe de Estado, a guerra tarifária de Donald Trump, a COP30 em Belém e a primeiro estatueta do cinema brasileiro no Oscar com “Ainda estou aqui”. O Durma com Essa desta quarta-feira (24) faz uma retrospectiva dos principais fatos do ano. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Younity Church Podcast
A LUZ DO MUNDO - Por que Jesus ainda importa hoje

Younity Church Podcast

Play Episode Listen Later Dec 24, 2025 49:13


Jesus não veio ao mundo para nos dar ordens de um trono distante; Ele veio para ser o pioneiro da nossa fé, demonstrando o caminho através do exemplo. Neste podcast de Natal, exploramos a essência do Evangelho: a verdade de que somos mais imperfeitos do que ousamos acreditar, mas mais amados do que jamais ousamos esperar.Aprenda como a luz de Jesus não vem para condenar, mas para revelar e guiar. Entenda o seu papel como "luz do mundo" hoje: Deus depositou a chama d'Ele em você para que você brilhe em sua cidade, sua família e seu trabalho. Não espere que Deus faça tudo sozinho; descubra o poder da parceria com o Espírito Santo.

Primeiro Café
Foguete explode e Bolsonaro opera

Primeiro Café

Play Episode Listen Later Dec 24, 2025 8:12


Deu ruim no lançamento do primeiro foguete comercial na Base de Alcântara, no Brasil. O treco explodiu em 30 segundos. Ainda nesse tema, o cometa interestelar 31/Atlas passou “perto” da Terra e foi embora. E a agenda de eventos astronômicos para 2026.Em solo, o ex-presidente Bolsonaro será operado no dia de Natal. E o presidente Lula negou indulto para os condenados pela tentativa de golpe. Para terminar, um alerta: cuidado para não esquecer a pessoa que você ama nas paradas durante a viagem para as festas de fim de ano…Saiba mais: https://linktr.ee/primeirocafenoar 

BBC Lê
'Nos reencontramos depois de 40 anos e o amor ainda estava lá': a comovente história de adolescentes separados após gravidez

BBC Lê

Play Episode Listen Later Dec 23, 2025 11:58


Kevin e Debi se apaixonaram quando era adolescentes, mas acabaram se separando. Eles precisaram esperar 40 anos para se reencontrar e conhecer a filha que tiveram.

Empiricus Puro Malte
PodCa$t #120 - Perspectivas para 2026 do Bitcoin: ainda vale investir ?

Empiricus Puro Malte

Play Episode Listen Later Dec 22, 2025 56:03


AGENDE DEU HORÁRIO NO EMPIRICUS WEALTH CLUB: https://emprc.us/xDsSpZ O Bitcoin bateu máxima histórica em 2025, mas devolveu grande parte dos ganhos na reta final do ano.A pergunta agora é: como investir em criptomoedas em 2026?No Empiricus PodCa$t #120, Larissa Quaresma e Matheus Spiess recebem Valter Rebelo, analista de cripto da Empiricus, para discutir:- O que explica a forte volatilidade do Bitcoin após a máxima- Quais podem ser os principais gatilhos para o mercado cripto em 2026- Estratégia de alocação em criptomoedas para o próximo anoTambém falamos sobre política e mercado:- As chances de Tarcísio de Freitas em 2026 diminuíram?- Flávio Bolsonaro muda o jogo da centro-direita?- O que dizem as pesquisas Genial/Quaest e Atlas/IntelE ainda o quadro Compra ou Vende?:- Ethereum- Bolsa Chilena após a vitória de José Antonio Kast- Bolsa Brasileira 

5 Minutes Podcast com Ricardo Vargas
Retrospectiva 2025: Um Ano de Pressão, Aprendizado e Decisões em Projetos

5 Minutes Podcast com Ricardo Vargas

Play Episode Listen Later Dec 22, 2025 4:16


Neste episódio, Ricardo faz uma retrospectiva do ano em projetos com um olhar maduro e profundamente reflexivo, focando no aprendizado. Ele descreve um ano intenso, marcado por forte pressão por resultados, prazos mais curtos e orçamentos cada vez mais apertados, em que planejar bem deixou de ser diferencial e passou a ser questão de sobrevivência. A execução ganhou protagonismo e o erro ficou mais caro. Ao mesmo tempo, a inteligência artificial deixou de ser promessa e passou a fazer parte do dia a dia dos projetos, trazendo ganhos reais de produtividade. A IA não substituiu o gerente de projetos, substituiu o improviso. Ainda assim, o maior desafio seguiu sendo humano: cansaço, sobrecarga, burnout e falhas causadas pelo desgaste das pessoas. A disputa entre métodos perdeu sentido; venceu quem soube adaptar ao contexto. Os projetos ficaram mais estratégicos, guiados por valor, propósito e escolhas conscientes para o futuro. Escute o podcast para aprender mais!

Estadão Notícias
O código de conduta de Fachin e a conduta de Dino | Estadão Analisa

Estadão Notícias

Play Episode Listen Later Dec 22, 2025 52:40


No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 22, Carlos Andreazza comenta sobre indicação que ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino deu de que o tribunal deverá discutir a constitucionalidade das emendas parlamentares impositivas, em 2026, aquelas que obrigam o governo federal a pagar os recursos indicados por deputados federais e senadores. Andreazza também comenta sobre conversas do ministro Edson Fachin com ministros sobre a proposta de instituir um código de conduta para os integrantes da Corte. Ainda não foram realizadas reuniões entre os ministros para tratar do tema. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Gabinete de Guerra
EUA a fazer "vista grossa" aos invadidos?

Gabinete de Guerra

Play Episode Listen Later Dec 22, 2025 16:27


Orlando Samões afirma que a Ucrânia poderá ter de aceitar um acordo de paz "injusto" e "condicionado". Ainda acrescenta que a Rússia vai "aguentar" a guerra até quando conseguir.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | A LUZ DA ESPERANÇA

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Dec 21, 2025 5:01


Leitura Bíblica Do Dia: SALMO 42 Plano De Leitura Anual: MIQUEIAS 4–5; APOCALIPSE 12  Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  A cruz deveria estar pendurada ao lado da cama de minha mãe no centro de tratamento de câncer. E eu deveria estar me preparando para visitá-la nos feriados entre seus tratamentos. Tudo o que eu queria de presente de Natal era ter mais um dia com minha mãe. Em vez disso, eu estava em casa, pendurando numa árvore falsa uma cruz que pertencera a ela. Quando meu filho acendeu as luzes, sussurrei: “Obrigada” e ele me respondeu: “De nada”. Ele não sabia que eu estava agradecendo a Deus pelas luzes piscantes que direcionavam meus olhos para Jesus — a eterna Luz da esperança. O escritor do Salmo 42 expressou suas genuínas emoções a Deus (vv.1-4). Ele reconheceu sua alma “abatida” e “triste” antes de encorajar os leitores: “Espere em Deus! Ainda voltarei a louvá-lo, meu Salvador e meu Deus!” (v.5). Embora estivesse dominado por ondas de tristeza e sofrimento, a esperança dele brilhou ao lembrar-se da fidelidade de Deus (vv.6-10). Finalizou questionando suas dúvidas e afirmando a resiliência de sua fé, agora refinada: “Por que você está tão abatida, ó minha alma? Por que está tão triste? Espere em Deus! Ainda voltarei a louvá-lo, meu Salvador e meu Deus” (v.11). O Natal desperta alegria e tristeza em muitos de nós. Felizmente, mesmo as emoções confusas podem ser reconciliadas e redimidas por meio das promessas da verdadeira Luz de esperança: Jesus.  Por: XOCHITL DIXON 

45 Graus
Reedição especial. O legado de Nuno Loureiro na área da energia de fusão nuclear

45 Graus

Play Episode Listen Later Dec 20, 2025 69:33


A morte inesperada e prematura de Nuno Loureiro foi um choque profundo. Em mais de oito anos de 45 Graus, nunca tinha perdido um convidado tão jovem e brilhante, com tanto ainda para dar ao mundo. Apesar da sua partida, o seu legado permanece. Espero que este episódio contribua para divulgar a área da fusão nuclear e inspire novos investigadores a seguir o caminho científico que o Nuno deixou aberto.Recorde aqui o episódio 119, originalmente publicado em abril de 2022. _______________ Nuno Loureiro é licenciado em Engenharia Física Tecnológica pelo Instituto Superior Técnico, e doutorado em física pelo Imperial College de Londres. A sua especialidade é a física dos plasmas e as suas aplicações à fusão nuclear e a problemas do domínio da astrofísica. Actualmente é professor catedrático do departamento de Ciência e Engenharia Nuclear e do departamento de Física do Massachusetts Institute of Technology, EUA. _______________ Índice da conversa: (0:00) Introdução (07:36) Como funciona a energia nuclear de fusão? Reagentes: deutério e trítio (isótopos de hidrogéneo) (14:57) Porque é tão difícil gerar fusão nuclear? Potencial da computação quântica (25:46) De onde vem a energia nuclear? (28:40) Progressos recentes. Record do National Ignition Facility (NIF) de Agosto 2021. Record do JET de Fevereiro de 2022. Projecto ITER. Fusão magnética vs inercial (laser). Investimento privado. (39:00) O que explica progressos recentes? Cimeira na Casa Branca em Março. (42:46) Desafios para tornar energia de fusão comercialmente viável. (46:54) Como converter energia nuclear em electricidade? Aneutronic Fusion (48:07) Há perigos na fusão nuclear, como na energia nuclear tradicional (de fissão)? (50:30) O que estão a fazer as empresas privadas de diferente? Germany’s Wendelstein 7-X stellarator. (55:39) Porque é que a Europa está a liderar a investigação nesta área? (58:40) Que método é mais promissor: confinamento magnético ou inercial (laser)? (01:02:13) Como a investigação nesta área ilumina a Astrofísica. (01:04:44) Previsões: quando vamos conseguir tornar a energia de fusão viável? Livros recomendados: The Star Builders, de Arthur Turrell. Star Power, de Alain Bécoulet _______________ Todos sabemos que, para fazer face às alterações climáticas, o Mundo tem forçosamente de diminuir o consumo de energias fósseis. O petróleo e o gás são, além disso, altamente sensíveis a perturbações geopolíticas, como os últimos meses têm mostrado, com impacto directo na vida das pessoas. No entanto, a verdade é que a energia é necessária, e as energias renováveis ainda não permitem fazer face às necessidades energéticas, de tal forma que o grosso da energia consumida no mundo continua a ser de combustíveis fósseis. Mas e se vos dissesse que existe uma fonte de energia alternativa que não emite dióxido de carbono para a atmosfera, tem um baixo risco associado e é, além disso, virtualmente ilimitada? Parece exagero, mas é verdade. Chama-se energia de fusão nuclear. Esta energia é ainda mais poderosa do que a energia nuclear clássica (de fissão), utiliza matérias ilimitadas (átomos e isótopos de hidrogénio) e, ao contrário daquela, produz muito pouca radioactividade. E se vos dissesse, ainda, que tem havido nos últimos tempos avanços promissores que podem tornar esta energia viável nas próximas décadas? Há muito tempo, há quase um século, que sabemos que é possível produzir energia de fusão. Por uma razão simples: é ela a fonte de energia do Sol, onde as altas temperaturas e a enorme gravidade geram a fusão de átomos de hidrogénio. No entanto, conseguir gerar este tipo de reacção na terra tem-se revelado muito difícil. Esta dificuldade é de tal forma, que há até uma piada batida no meio: “faltam só 30 anos até termos energia de fusão… e hão-de sempre faltar!”. Abordei a energia de fusão pela primeira vez no 45 Graus, no final de 2018, no episódio 42, com Luís O. Silva, físico e professor do Técnico. Em qualquer outra altura das últimas décadas, é quase certo que um episódio gravado há 3 anos continuaria perfeitamente actual. No entanto, desta vez não é assim -- e por bons motivos. Tem havido nos últimos anos desenvolvimentos importantes nesta área. Só no último ano, verificaram-se dois dos maiores avanços concretos das últimas décadas no caminho para produzir energia de fusão. Em Agosto do ano passado, nos EUA, a National Ignition Facility (NIF) bateu o record no que toca ao rácio de energia gerada pelo processo de fusão nuclear face à energia que foi necessário injectar para accionar a fusão (a energia gerada continua a ser menos do que a energia injectada, mas é um resultado muito promissor). E mais recentemente, em fevereiro deste ano (o que, em Ciência, é o mesmo que dizer -- ontem), o laboratório JET, no Reino Unido, bateu o record do máximo de energia total gerada pelo processo de fusão. Ainda faltam muitos passos para tornar esta energia viável, mas estes são dois progressos muito importantes; de tal forma que ainda em Março houve uma cimeira importante sobre o tema organizada pelo governo norte-americano. Ao mesmo tempo, estes progressos e o imperativo de encontrar soluções para as alterações climáticas tem levado a um aumento do investimento, inclusive privado, com dezenas de novas empresas a tentarem, actualmente, serem as primeiras a produzir energia de fusão viável. Parece por isso, finalmente, que podemos ter uma expectativa realista de ver avanços importantes nesta área no futuro próximo. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Conversas à quinta - Observador
Cinco Continentes. EUA podem reclamar o petróleo da Venezuela?

Conversas à quinta - Observador

Play Episode Listen Later Dec 20, 2025 42:14


O reforço do apoio à Ucrânia, o adiamento do acordo UE-Mercosul e a importância do encontro entre Luís Montenegro e Zelensky. Ainda a nova estratégia da China na América Latina e a resposta dos EUA.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Noticiário Nacional
16h PM acredita que o caminho ainda é longo para a paz na Ucrânia

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Dec 20, 2025 10:16


WGospel.com
Conheça a palavra preferida de Deus

WGospel.com

Play Episode Listen Later Dec 19, 2025 5:30


TEMPO DE REFLETIR 01618 – 19 de dezembro de 2025 Apocalipse 22:17 – O Espírito e a noiva dizem: Vem! E todo aquele que ouvir diga: Vem! Quem tiver sede venha; e quem quiser, beba de graça da água da vida. De acordo com filólogos e gramáticos, a língua portuguesa tem aproximadamente 300 mil verbetes. Como Deus não está limitado a regras de semântica ou gramática, em Seu infinito vocabulário, qual seria a palavra favorita dEle? Sempre que a pronunciamos, essa palavra demonstra o interesse pelo bem-estar das pessoas, o desejo de ter sua companhia. Nós a dirigimos a quem duvida do nosso amor e acolhimento. É a palavra que Deus usa para aqueles que se recolhem em si mesmos com medo dEle. Essa palavra se repete três vezes no texto de hoje. Está apropriadamente inserida na conclusão do último livro; no último convite da Bíblia. É a palavra “vem”. Parece que Deus, no fim de tudo, antes de fechar o último texto e tudo o que os escritores da Bíblia tinham falado, disse a João: “Vamos abrir parênteses. Deixe-Me fazer um novo convite. Vamos dar mais uma chance para que decidam. Ainda há muitos indecisos. Deixe-Me insistir. Por isso, o Espírito e a noiva dizem: ‘Vem!' E todo aquele que ouve diga: ‘Vem!' Quem tiver sede, venha.” Essa era a palavra que estava constantemente nos lábios de Jesus: “Venham a Mim todos os que estão cansados e sobrecarregados” (Mt 11:28). “Venham, benditos de Meu Pai!” (Mt 25:34). Mas, apesar dessa insistência, Ele diz: “Quem quiser.” Não “quem entende”, “quem pode” ou “quem é digno”. Simplesmente quem quiser. No dia do funeral de Janete, Ted Kidd, o esposo, contou como haviam se conhecido. Ele tinha terminado antes que ela os estudos na faculdade e trabalhava numa cidade a centenas de quilômetros dali. Pareciam estar sempre em diferentes cidades, mesmo assim, já namoravam havia sete anos. Em cada Dia dos Namorados, Ted propunha o noivado, mas Janete dizia: “Não, ainda não.” Finalmente, ambos foram morar em Dallas. Ted estava no limite de sua paciência. Comprou um anel de noivado e convidou-a para jantar. Estava preparado para insistir na proposta. Outro “não” significaria que ele teria que decidir viver sem ela. Depois da sobremesa seria a hora. Reuniu toda a sua coragem, mas sabendo que Janete havia levado um presente para ele, decidiu esperar. “O que você trouxe?”, perguntou ele. Janete colocou nas mãos dele uma pequena caixa do tamanho de um livro. Ele abriu a caixa e desdobrou cuidadosamente o papel de seda. Dentro havia uma peça de bordado que Janete havia feito, com uma simples inscrição: “Sim.” Essa é a palavra que Deus anseia ouvir de cada um de nós. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Pai, a nossa resposta também é SIM. Toma conta de nossa mente, de nosso coração, de nossa vida. Por favor! Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes

FAMÍLIA DOS QUE CREEM
A Vinda de Cristo - Leandro Vieira ( Apocalipse 19:1-21 - Série: Cristo, nossa esperança)

FAMÍLIA DOS QUE CREEM

Play Episode Listen Later Dec 18, 2025 86:00


No terceiro domingo do Advento, refletimos sobre a volta de Cristo e fomos confrontados com a pergunta: de qual ceia você participará? Aquilo que cremos sobre o fim dos tempos molda profundamente a forma como vivemos hoje. Em Apocalipse, somos conduzidos à revelação plena de quem Cristo é: o Noivo, o Cordeiro, marcado pelo sacrifício feito por amor ao Seu povo. Como regenerados, nossa resposta não pode ser passiva. Somos chamados a uma vida de santificação constante — livres da imoralidade, da ganância e da ostentação — enquanto aguardamos a consumação da promessa. Cristo não está distante. Ainda não o vemos plenamente, mas Ele já está entre nós. Ele nos vê por completo. Glória seja dada a Jesus, o Fiel e Verdadeiro. Maranata! __ #FAMILIADOSQUECREEM #SÉRIEAPROMESSADOADVENTO Visite nosso site: http://familiadosquecreem.com Compre nossos livros e produtos: http://familiadosquecreem.com/loja Contribua financeiramente: http://familiadosquecreem.com.br/contribuir Ouça nossas músicas: https://open.spotify.com/artist/6aPdiaGuHcyDVGzvZV4LHy Siga-nos no Instagram: http://instagram.com/familiadosquecreem Curta-nos no Facebook: http://facebook.com/familiadosquecreem Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/familiadqc

Oxigênio
#209 – Sinais de vida num planeta fora do sistema solar?

Oxigênio

Play Episode Listen Later Dec 18, 2025 38:18


Em abril deste ano foi anunciada a detecção de possíveis sinais de vida extraterrestre num planeta fora do sistema solar com o telescópio espacial James Webb, mas a descoberta não foi confirmada. Afinal, tem ou não tem vida nesse outro planeta? Que planeta é esse? Como é possível saber alguma coisa sobre um planeta distante? Este episódio do Oxigênio vai encarar essas questões com a ajuda de dois astrônomos especialistas no assunto: o Luan Ghezzi, da UFRJ, e a Aline Novais, da Universidade de Lund, na Suécia. Vamos saber um pouco mais sobre como é feita a busca por sinais de vida nas atmosferas de exoplanetas.  __________________________________________________________________________________________________ ROTEIRO Danilo: Você se lembra de quando uma possível detecção de sinais de vida extraterrestre virou notícia de destaque em abril deste ano, 2025? Se não, deixa eu refrescar a sua memória: usando o telescópio espacial James Webb, pesquisadores teriam captado sinais da atmosfera de um exoplaneta que indicariam a presença de um composto químico que aqui na Terra é produzido pela vida, algo que no jargão científico é chamado de bioassinatura.  A notícia bombou no mundo todo. Aqui no Brasil, o caso teve tanta repercussão que a Folha de São Paulo dedicou um editorial só para isso – os jornais costumam comentar política e economia nos editoriais, e raramente dão espaço para assuntos científicos. Nos dois meses seguintes, outros times de pesquisadores publicaram pelo menos quatro estudos analisando os mesmos dados coletados pelo James Webb e concluíram que as possíveis bioassinaturas desaparecem quando outros modelos são usados para interpretar os dados. Sem o mesmo entusiasmo, os jornais noticiaram essas refutações e logo o assunto sumiu da mídia. Afinal, o que aconteceu de fato? Tem ou não tem vida nesse outro planeta? Aliás, que planeta é esse? Como é possível saber alguma coisa sobre um planeta distante? Eu sou Danilo Albergaria, jornalista, historiador, e atualmente pesquiso justamente a comunicação da astrobiologia, essa área que estuda a origem, a evolução e a possível distribuição da vida no universo. Nesse episódio, com a ajuda de dois astrofísicos, o Luan Ghezzi e a Aline Novais, vou explicar como os astrofísicos fazem as suas descobertas e entender porque a busca por sinais de vida fora da Terra é tão complicada e cheia de incertezas. Esse é o primeiro episódio de uma série que vai tratar de temas relacionados à astrobiologia. [Vinheta] Danilo: Eu lembro que li a notícia quentinha, assim que ela saiu no New York Times, perto das dez da noite daquela quarta-feira, dia 16 de abril de 2025. No dia seguinte, acordei e fui checar meu Whatsapp, já imaginando a repercussão. Os grupos de amigos estavam pegando fogo com mensagens entusiasmadas, perguntas, piadas e memes. Os grupos de colegas pesquisadores, astrônomos e comunicadores de ciência, jornalistas de ciência, também tinham um monte de mensagens, mas o tom era diferente. Em vez de entusiasmo, o clima era de preocupação e um certo mau-humor: “de novo DMS no K2-18b fazendo muito barulho”, disse uma cientista. Outra desabafou: “eu tenho coisa melhor pra fazer do que ter que baixar a fervura disso com a imprensa”. Por que o mal-estar geral entre os cientistas? Já chego lá. Os cientistas eram colegas que eu tinha conhecido na Holanda, no tempo em que trabalhei como pesquisador na Universidade de Leiden. Lá eu pesquisei a comunicação da astrobiologia. Bem no comecinho do projeto – logo que eu cheguei lá, em setembro de 2023 – saiu a notícia de que um possível sinal de vida, um composto chamado sulfeto de dimetila, mais conhecido pela sigla DMS, havia sido detectado num planeta a 124 anos-luz de distância da Terra, o exoplaneta K2-18b. Eu vi a repercussão se desenrolando em tempo real: as primeiras notícias, os primeiros comentários críticos de outros cientistas, a discussão nas redes sociais e blogs. Como eu estava no departamento de astronomia de Leiden, vi também como isso aconteceu por dentro da comunidade científica: os astrônomos com quem conversei na época estavam perplexos com a forma espalhafatosa com que o resultado foi comunicado. O principal era: eles não estavam nem um pouco animados, otimistas mesmo de que se tratava, de verdade, da primeira detecção de vida extraterrestre. Por que isso estava acontecendo? Vamos começar a entender o porquê sabendo um pouco mais sobre o exoplaneta K2-18b, em que os possíveis sinais de vida teriam sido detectados. Primeiro: um exoplaneta é um planeta que não orbita o Sol, ou seja, é um planeta que está fora do sistema solar (por isso também são chamados de extrassolares). Existem planetas órfãos, que estão vagando sozinhos pelo espaço interestelar, e planetas girando em torno de objetos exóticos, como os pulsares, que são estrelas de nêutrons girando muito rápido, mas quando os astrônomos falam em exoplaneta, quase sempre estão falando sobre um planeta que gira em torno de outra estrela que não Sol. O Sol é uma estrela, obviamente, mas o contrário da frase geralmente a gente não ouve, mas que é verdade… as estrelas são como se fossem sóis, elas são sóis. As estrelas podem ser maiores, mais quentes e mais brilhantes do que o Sol – muitas das estrelas que vemos no céu noturno são assim. Mas as estrelas também podem ser menores, mais frias e menos brilhantes do que o Sol – as menores são chamadas de anãs vermelhas. Elas brilham tão pouco que não dá para vê-las no céu noturno a olho nu. O K2-18b é um planeta que gira em torno de uma dessas anãs vermelhas, a K2-18, uma estrela que tem menos da metade do tamanho do Sol. Só que o planeta é relativamente grande. Luan Ghezzi: Ele é um planeta que tem algo entre 8 e 9 vezes a massa da Terra, ou seja, é um planeta bem maior do que a Terra. E ele tem um raio ali aproximado de 2.6 vezes o raio da Terra. Então, com essa massa e com esse raio há uma dúvida se ele seria uma super-Terra, ou se ele seria o que a gente chama de Mini-Netuno, ou seja, super-Terra, são planetas terrestres, mas, porém, maiores do que a Terra. Mini-Netunos são planetas parecidos com o Netuno. Só que menores. Mas com essa junção de massa e raio, a gente consegue calcular a densidade. E aí essa densidade indicaria um valor entre a densidade da Terra e de Netuno. Então tudo indica que esse K2-18b estaria aí nesse regime dos mini-Netunos, que é uma classe de planetas que a gente não tem no sistema solar. Danilo: Netuno é um gigante gelado e ele tem uma estrutura muito diferente da Terra, uma estrutura que (junto com o fato de estar muito distante do Sol) o torna inabitável, inabitável à vida como a gente a conhece. Mini-Netunos e Super-Terras, de tamanho e massa intermediários entre a Terra e Netuno, não existem no sistema solar, mas são a maioria entre os mais de 6 mil exoplanetas descobertos até agora.  A estrela-mãe do K2-18b é bem mais fria, ou menos quente do que o Sol: enquanto o Sol tem uma temperatura média de 5500 graus Celsius, a temperatura da K2-18 não chega a 3200 graus. Então, se a gente imaginasse que o Sol fosse “frio” assim (frio entre aspas), a temperatura aqui na superfície da Terra seria muito, mas muito abaixo de zero, o que provavelmente tornaria nosso planeta inabitável. Só que o K2-18b gira muito mais perto de sua estrela-mãe. A distância média da Terra para o Sol é de aproximadamente 150 milhões de quilômetros, enquanto a distância média que separa o K2-18b e sua estrela é de 24 milhões de quilômetros. Outra medida ajuda a entender melhor como a órbita desse planeta é menor do que a da Terra: a cada 33 dias, ele completa uma volta ao redor da estrela. E comparado com a estrela, o planeta é tão pequeno, tão obscuro, que não pode ser observado diretamente. Nenhum telescópio atual é capaz de fazer imagens desse exoplaneta, assim como acontece com quase todos os exoplanetas descobertos até agora. São muito pequenos e facilmente ofuscados pelas estrelas que orbitam. Como, então, os astrônomos sabem que eles existem? O Luan Ghezzi explica. Luan Ghezzi: a detecção de exoplanetas é um processo que não é simples, porque os planetas são ofuscados pelas estrelas deles. Então é muito difícil a gente conseguir observar planetas diretamente,  você ver o planeta com uma imagem… cerca de um por cento dos mais de seis mil planetas que a gente conhece hoje foram detectados através do método de imageamento direto, que é realmente você apontar o telescópio, e você obtém uma imagem da estrela e do planeta ali, pertinho dela. Todos os outros planetas, ou seja, noventa e nove porcento dos que a gente conhece hoje foram detectados através de métodos indiretos, ou seja, a gente detecta o planeta a partir de alguma influência na estrela ou em alguma propriedade da estrela. Então, por exemplo, falando sobre o método de trânsito, que é com que mais se descobriu planetas até hoje, mais de setenta e cinco dos planetas que a gente conhece. Ele é um método em que o planeta passa na frente da estrela. E aí, quando esse planeta passa na frente da estrela, ele tampa uma parte dela. Então isso faz com que o brilho dela diminua um pouquinho e a gente consegue medir essa variação no brilho da estrela. A gente vai monitorando o brilho dela. E aí, de repente, a gente percebe uma queda e a gente fala. Bom, de repente passou alguma coisa ali na frente. Vamos continuar monitorando essa estrela. E aí, daqui a pouco, depois de um tempo, tem uma nova queda. A diminuição do brilho e a gente vai monitorando. E a gente percebe que isso é um fenômeno periódico. Ou seja, a cada x dias, dez dias, vinte dias ou alguma coisa do tipo, a gente tem aquela mesma diminuição do brilho ali na estrela. Então a gente infere a presença de um planeta ali ao redor dela. E aí, como são o planeta e a estrela um, o planeta passando na frente da estrela, tem uma relação entre os tamanhos. Quanto maior o planeta for, ele vai bloquear mais luz da estrela. Então, a partir disso, a gente consegue medir o raio do planeta. Então esse método do trânsito não só permite que a gente descubra os exoplanetas, como a gente também pode ter uma informação a respeito dos raios deles. Esse é o método que está sendo bastante usado e que produziu mais descobertas até hoje. Danilo: e foi por esse método que o K2-18b foi descoberto em 2015 com o telescópio espacial Kepler. Esse telescópio foi lançado em 2009 e revolucionou a área – com o Kepler, mais de 2700 exoplanetas foram detectados. Com ele, os astrônomos puderam estimar que existem mais planetas do que estrelas na nossa galáxia.  A órbita do K2-18b é menor do que a do planeta Mercúrio, que completa uma volta ao redor do Sol a cada 88 dias terrestres. Mas como sua estrela-mãe é mais fria do que o Sol, isso coloca o K2-18b dentro do que os astrônomos chamam de zona habitável: nem tão longe da estrela para que a superfície esfrie a ponto de congelar a água, nem tão perto para que o calor a evapore; é a distância ideal para que a água permaneça em estado líquido na superfície de um planeta parecido com a Terra. Só que o estado da água depende de outros parâmetros, como a pressão atmosférica, por exemplo. E é por isso que a tal da zona habitável é um conceito muito limitado, que pode se tornar até mesmo enganoso: um planeta estar na zona habitável não significa que ele seja de fato habitável. Claro, estar na zona habitável é uma das condições necessárias para que a superfície de um planeta tenha água líquida, o que é fundamental para que essa superfície seja habitável. Ter uma atmosfera é outra condição necessária. Além de estar na zona habitável, o K2-18b tem atmosfera e o Luan também explica como os astrônomos fazem para saber se um exoplaneta como o K2-18b tem uma atmosfera. Luan: a gente estava falando sobre o método de trânsito. E a gente falou que o planeta passa na frente da estrela e bloqueia uma parte da luz dela. Beleza, isso aí a gente já deixou estabelecido. Mas se esse planeta tem uma atmosfera, a luz da estrela que vai atingir essa parte da atmosfera não vai ser completamente bloqueada. A luz da estrela vai atravessar a atmosfera e vai ser transmitida através dela. A gente tem essa parte bloqueada da luz que a gente não recebe, a gente percebe a diminuição de brilho da estrela, com o método de trânsito, mas tem essa luz que atravessa a atmosfera e chega até a gente depois de interagir com os componentes da atmosfera daquele planeta. Então a gente pode analisar essa luz, que é transmitida através da atmosfera do planeta para obter informações sobre a composição dela. Danilo: e como é possível saber a composição química dessa atmosfera? A Aline Novais é uma astrofísica brasileira fazendo pós-doutorado na Universidade de Lund, na Suécia. A tese de doutorado dela, orientada pelo Luan, foi exatamente sobre esse tema: a coleta e a análise dos dados de espectroscopia de atmosferas de exoplanetas. Aline: No início, a gente não está olhando uma foto, uma imagem dos planetas e das estrelas. A gente está vendo eles através de uma coisa que a gente chama de espectro, que é a luz da estrela ou do planeta em diferentes comprimentos de onda. O que é o comprimento de onda? É literalmente o tamanho da onda. Você pode ver também como se fossem cores diferentes. Então a gente vai estar vendo vários detalhes em diferentes comprimentos de onda. O que acontece? A gente já sabe, não da astronomia, mas da química de estudos bem antigos que determinados compostos, vou usar aqui, por exemplo, a água, ela vai ter linhas muito específicas em determinados comprimentos de onda que a gente já conhece, que a gente já sabe. Então já é estabelecido que no cumprimento de onda X, Y, Z, vai ter linha de água. Então, quando a gente está observando novamente o brilho da estrela que passou ali pela atmosfera do planeta. Interagiu com o que tem lá, que a gente não sabe. Quando a gente vê o espectro dessa estrela que passou pela atmosfera, a gente vai poder comparar com o que a gente já sabe. Então, por exemplo, o que a gente já sabe da água, a gente vai ver que vai bater. É como se fosse um código de barras. Bate certinho o que tem na estrela, no planeta e o que tem aqui na Terra. E aí, a partir disso, a gente consegue dizer: “Ah, provavelmente tem água naquele planeta.” Claro que não é tão simples, tão preto no branco, porque tem muitas moléculas, muitos átomos, a quantidade de moléculas que tem ali também interferem nessas linhas. Mas, de forma mais geral, é isso. A gente compara um com o outro. E a gente fala: essa assinatura aqui tem que ser de água. Danilo: Em setembro de 2023, o time de pesquisadores liderado pelo Nikku Madhusudhan, da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, anunciou a caracterização atmosférica do K2-18b feita com o telescópio espacial James Webb. Alguns anos antes, a atmosfera do exoplaneta tinha sido observada com o telescópio espacial Hubble, que havia indicado a presença de vapor de água. Com o James Webb, esses cientistas concluíram que a atmosfera não tinha vapor de água, mas fortes indícios de metano e dióxido de carbono, o gás carbônico. Não só isso: no mesmo estudo, eles também alegaram ter detectado, com menor grau de confiança, o sulfeto de dimetila, também chamado de DMS, uma molécula orgânica que aqui na Terra é produzida pela vida marinha, principalmente pelos fitoplânctons e microalgas. O DMS pode ser produzido em laboratório mas não existe um processo natural em que o nosso planeta, sozinho, consiga fazer essa molécula sem envolver a vida. Ou seja, o DMS seria uma possível bioassinatura, um sinal indireto da existência de vida. Por isso, esses cientistas alegaram ter encontrado uma possível evidência de vida na atmosfera do K2-18b. O fato é que a suposta evidência de vida, a detecção de DMS lá de 2023, tinha um grau de confiança estatística muito baixo para contar seriamente como evidência de vida. O time liderado pelo Madhusudhan continuou observando o K2-18b e voltou a publicar resultados apontando a presença de DMS usando outros instrumentos do James Webb. Foram esses resultados que fizeram tanto barulho em abril de 2025. E por que tanto barulho? Porque esse novo estudo apresenta um grau de confiança estatística mais alto para a detecção de DMS. Ele também alega ter detectado outra possível bioassinatura, uma molécula aparentada ao DMS, o DMDS, ou dissulfeto de dimetila. O resultado pareceu reforçar muito a hipótese da presença dessas possíveis bioassinaturas no K2-18b e, por isso, os grandes meios de comunicação deram ainda mais atenção ao resultado do que há dois anos atrás. O problema é que é muito complicado analisar os resultados do James Webb sobre essas atmosferas, e ainda mais difícil cravar a presença desse ou daquele composto químico ali. Aline Novais: Acho que a primeira etapa mais difícil de todas é como você tinha falado, Danilo, é separar o que é a luz do planeta e o que é a luz da estrela. Quer dizer, da atmosfera do planeta e o que é luz da estrela. E isso a gente faz como quando a gente está observando o trânsito. A gente não só observa o planeta passando na frente da estrela. Mas a gente também observa a estrela sem o planeta, e a gente compara esses dois. É literalmente subtrair um do outro. Então, assim, supondo que a gente já tem aqui o espectro pronto na nossa frente. O que a gente vai fazer para entender o que está naquele espectro? Aquilo ali é uma observação. Só que a gente tem da teoria da física, a gente sabe mais ou menos quais são as equações que vão reger a atmosfera de um planeta. Então a gente sabe o que acontece de formas gerais, que é parecida com o que acontece aqui na Terra e com o planeta do sistema solar. Então a gente sabe mais ou menos como deve ser a pressão, a temperatura. A gente sabe mais ou menos quais compostos químicos vão ter em cada camada da atmosfera, que depende de várias coisas. A gente sabe que se um planeta está muito próximo da estrela, ele vai ter determinados compostos químicos que ele não teria se ele estivesse muito mais longe da estrela dele. Então tudo isso interfere. E aí, o que a gente faz? A gente tem os dados, a gente tem o que a gente observou no telescópio. E a gente vai comparar com a teoria, com modelos que a gente faz no computador, programando, parará, parará, que vão reger aquela atmosfera. E aí, a partir disso, a gente vai comparar e ver o que faz sentido, o que não faz, o que bate e o que não bate. Danilo: Notaram que a Aline ressalta o papel dos modelos teóricos na interpretação dos dados? Os astrônomos comparam os dados coletados pelo telescópio com o que esperam observar, orientados pelas teorias e modelos considerados promissores para representar o que de fato está lá na atmosfera do planeta. E é nessa comparação que entra a estatística, a probabilidade de que as observações correspondem a este ou aquele modelo teórico. Aline Novais: Na estatística, a gente sempre vai estar quando a gente tiver probabilidade de alguma coisa, a gente sempre vai estar comparando uma coisa X com uma coisa Y. A gente nunca vai ter uma estatística falando que sim ou que não, vai ser sempre uma comparação de uma coisa ou de outra. Então, quando a gente, por exemplo, a gente tem o espectro lá de um planeta, a gente tem assinaturas que provavelmente podem ser de água, mas vamos supor que essa assinatura também é muito parecida com algum outro elemento. Com algum outro composto químico. O que a gente vai fazer? A gente vai comparar os dois e a resposta não vai ser nem que sim nem que não. A resposta vai ser: “Ah, o modelo que tem água é mais favorável.” Ou então, ele ajusta melhor os dados, do que o modelo com aquele outro composto químico.  Danilo: O time do Nikku Madhusudhan, que fala em possível detecção de DMS, tem um modelo predileto que eles mesmos desenvolveram para explicar planetas como o K2-18b: os mundos hiceanos, planetas inteiramente cobertos por um oceano de água líquida debaixo de uma espessa atmosfera de hidrogênio molecular – por isso o nome, que é uma junção do “hi” de hidrogênio e “ceano” de oceano. É esse modelo que orienta a interpretação de que os dados do K2-18b podem conter as bioassinaturas.  Aline: Todo o resultado final, que é: possivelmente detectamos assinaturas, não dependem dos dados em si, mas dependem de como eles analisaram os dados e que modelos foram utilizados para analisar esses dados. […] Os resultados vão sempre depender de como a gente analisou esses dados. […] Então a questão da detecção, ou possível detecção de bioassinatura depende principalmente de como foram colocados os modelos, do que foi inserido nos modelos e como esses modelos foram comparados. Nesse caso, os modelos utilizados foram modelos que estavam supondo que o planeta era hiceano. Que o planeta tinha um oceano e tinha uma atmosfera de hidrogênio, majoritariamente de hidrogênio. Porém, outros estudos levantaram também a possibilidade de esse planeta não ser desse tipo, ser um planeta, por exemplo, coberto de lava e não de oceano, ou com uma atmosfera, com compostos diferentes, onde a maioria não seria hidrogênio, por exemplo. E esses modelos não foram utilizados para testar essas bioassinaturas. Então o que acontece: no modelo deles, com o oceano, com a atmosfera X, Y e Z, é compatível com a existência de bioassinaturas. Porém, é completamente dependente do modelo.  Danilo: Então, a escolha de modelos teóricos diferentes afetam a interpretação dos resultados e das conclusões sobre a composição química da atmosfera de exoplanetas.  Aline: Esse grupo acredita que o planeta tenha majoritariamente hidrogênio na sua composição. O que eles vão fazer no modelo deles? Eles vão colocar sei lá quantos por cento de hidrogênio na composição, no modelo deles. Então eles estão construindo um modelo que seja semelhante ao que eles acreditam que o planeta tem. Eu não vou colocar nitrogênio se eu acho que não tem nitrogênio. Então, aí que entra a controvérsia, que é justamente o modelo ser feito para encontrar o que eles tentam encontrar. Então, assim, se você pegasse um modelo completamente diferente, se você pegasse um modelo, por exemplo, de um planeta feito de lava, que tem metano, que tem isso, que tem aquilo, será que você encontraria a mesma coisa? Danilo: Saber qual modelo teórico de atmosferas de exoplanetas corresponde melhor à realidade é algo muito difícil. O que dá pra fazer é comparar os modelos entre si: qual deles representa melhor a atmosfera do exoplaneta em comparação com outro modelo. Aline: A gente nunca vai estar falando que o modelo é perfeito. A gente nunca vai estar falando que a atmosfera é assim. A gente sempre vai estar falando que esse modelo representa melhor a atmosfera do que um outro modelo. E se você pegar uma coisa muito ruim que não tem nada a ver e comparar com uma coisa que funciona, vai ser muito fácil você falar que aquele modelo funciona melhor, certo? Então, por exemplo, no caso do K2-18b: eles fizeram um modelo que tinha lá as moléculas, o DMS, o DMDS e tal, e compararam aquilo com um modelo que não tem DMS e DMDS. O modelo que tem falou “pô, esse modelo aqui se ajusta melhor aos dados do telescópio do que esse outro que não tem”. Mas isso não significa que tenha aquelas moléculas. Isso significa que aquele modelo, naquelas circunstâncias, foi melhor estatisticamente do que um modelo que não tinha aquelas moléculas.  Danilo: O Luan tem uma analogia interessante pra explicar isso que a Aline falou. Luan: É como se você, por exemplo, vai em uma loja e vai experimentar uma roupa. Aí você pega lá uma mesma blusa igualzinha, P, M ou G. Você experimenta as três e você vê qual que você acha que se ajusta melhor ao seu corpo, né? Qual ficou com um caimento melhor? Enfim, então você vai fazendo essas comparações, não é que a blusa talvez M não tenha ficado boa, mas talvez a P ou a G tenha ficado melhor. Então os modelos são agitados dessa forma, mas também como a Aline falou depois que você descobriu o tamanho, por exemplo, você chegou à conclusão que o tamanho da blusa é M, você pode pegar e escolher diferentes variações de cores. Você pode pegar essa mesma blusa M, azul, verde, amarela, vermelha, né? E aí elas podem fornecer igualmente o mesmo bom ajuste no seu corpo. Só que a questão é que tem cores diferentes. […] A gente obviamente usa os modelos mais completos que a gente tem hoje em dia, mas não necessariamente, eles são hoje mais completos, mas não necessariamente eles são cem por cento completos. De repente está faltando alguma coisa ali que a gente não sabe.  [Música] Danilo: Eu conversei pessoalmente com o líder do time de cientistas que alegou ter descoberto as possíveis bioassinaturas no K2-18b, o Nikku Madhusudhan, quando ele estava na Holanda para participar de uma conferência em junho de 2024. Ele pareceu entusiasmado com a possibilidade de vir a confirmar possíveis bioassinaturas em exoplanetas e ao mesmo tempo cuidadoso, aparentemente consciente do risco de se comunicar a descoberta de vida extraterrestre prematuramente. A questão é que ele já cometeu alguns deslizes na comunicação com o público: por exemplo, em abril de 2024, num programa de rádio na Inglaterra, ele disse que a chance de ter descoberto vida no K2-18b era de 50% – o próprio apresentador do programa ficou surpreso com a estimativa. Naquela mesma conferência da Holanda, o Madhusudhan também pareceu muito confiante ao falar do assunto com o público de especialistas em exoplanetas – ele sabia que enfrentava muitos céticos na plateia. Ele disse que os planetas hiceanos eram “a melhor aposta” que temos com a tecnologia atual para descobrir vida extraterrestre.   Na palestra em que apresentou os novos resultados esse ano, o Madhusudhan contou que essa hipótese de mundos hiceanos foi desenvolvida com a ajuda de alunos de pós-graduação dele quando ele os desafiou a criar um modelo teórico de Mini-Netuno que oferecesse condições habitáveis, amenas para a vida. Mas a questão é que a gente não sabe se os mundos hiceanos sequer existem. É uma alternativa, uma hipótese para explicar o pouco que sabemos sobre esses exoplanetas. Há outras hipóteses, tão promissoras quanto essa, e muito menos amigáveis à existência da vida como a conhecemos. Enfim, a gente ainda sabe muito pouco sobre esses exoplanetas. Ainda não dá para decidir qual hipótese é a que melhor descreve a estrutura deles. Mas o que vai acontecer se algum dia os cientistas conseguirem resultados que apontem para uma detecção de possível bioassinatura que seja num alto grau de confiança, a tal ponto que seria insensato duvidar de sua existência? Estaríamos diante de uma incontroversa descoberta de vida extraterrestre? Digamos que os cientistas publiquem, daqui a algum tempo, novos resultados que apontam, com um grau de confiança altíssimo, para a presença de DMS no K2-18b. Mesmo que a gente tivesse certeza de que tem DMS naquela atmosfera, não seria possível cravar que a presença de DMS é causada pela vida. Como a gente tem ainda muito pouca informação sobre os ambientes que os Mini-Netunos podem apresentar, e como o nosso conhecimento sobre a própria vida ainda é muito limitado, vai ser muito difícil – para não dizer praticamente impossível – ter certeza de que a presença de uma possível bioassinatura é de fato uma bioassinatura.  Luan: A gente sabe que aqui na Terra, o DMS e o DMDS estão associados a processos biológicos. Mas a gente está falando de um planeta que é um Mini-Netuno, talvez um planeta hiceano. Será que esse planeta não tem processos químicos diferentes que podem gerar essas moléculas sem a presença da vida?  Danilo: Como disse o Luan, pode ser que processos naturais desconhecidos, sem o envolvimento da vida, sejam os responsáveis pela presença de DMS no K2-18b. A gente sabe que o DMS pode ser gerado fora da Terra por processos naturais, sem relação com a presença de vida. Para que seja gerado assim, são necessárias condições muito diferentes das que temos aqui na Terra. O interior de planetas gigantes como Júpiter, por exemplo, dá essas condições. DMS também foi detectado recentemente na superfície de um cometa, em condições muito hostis para a vida como a gente a conhece. Mais hostis ainda são as condições do meio interestelar, o espaço abissal e incrivelmente frio que existe entre as estrelas. Mesmo assim, DMS já foi detectado no meio interestelar.  É por isso que detectar uma possível bioassinatura num exoplaneta não necessariamente responde à pergunta sobre vida fora da Terra. É mais útil pensar nesses dados como peças de um quebra-cabeças: uma possível bioassinatura em um exoplaneta é uma peça que pode vir a ajudar a montar o quebra-cabeças em que a grande questão é se existe ou não existe vida fora da Terra, mas dificilmente será, sozinha, a resposta definitiva. Luan: Será que as bioassinaturas efetivamente foram produzidas por vida? Então, primeiro, estudos para entender diversos processos químicos ou físicos que poderiam gerar essas moléculas, que a gente considera como bioassinaturas, pra tentar entender em outros contextos, se elas seriam produzidas sem a presença de vida. Mas fora isso, nós astrônomos, nós também tentamos procurar conjuntos de bioassinaturas. Porque se você acha só o DMS ou o DMDS é uma coisa. Agora, se você acha isso e mais o oxigênio ou mais outra coisa, aí as evidências começam a ficar mais fortes. Um par muito comum que o pessoal comenta é você achar metano e oxigênio numa atmosfera de exoplaneta. Por quê? Porque esses dois compostos, se você deixar eles lá na atmosfera do planeta sem nenhum tipo de processo biológico, eles vão reagir. Vão formar água e gás carbônico. Então, se você detecta quantidades apreciáveis de metano e oxigênio numa atmosfera, isso indica que você tem algum processo biológico ali, repondo constantemente esses componentes na atmosfera. Então, a gente vai tentando buscar por pares ou conjuntos de bioassinaturas, porque isso vai construindo um cenário mais forte. Você olha, esse planeta está na zona habitável. Ele tem uma massa parecida com a da Terra. Ele tem uma temperatura parecida com a da Terra. Ele tem conjuntos de bioassinaturas que poderiam indicar a presença de vida. Então você vai construindo um quebra-cabeça ali, tentando chegar num conjunto de evidências.  Danilo: Talvez só vamos conseguir ter certeza quando tivermos condições de viajar os 124 anos-luz que nos separam do K2-18b, por exemplo, para examinar o planeta “in situ”, ou seja, lá no local – só que isso ainda é assunto para a ficção científica, não para a ciência atual. Não quer dizer que, dada a dificuldade, a gente deva desistir de fazer ciência nesse sentido, de detectar bioassinaturas nos exoplanetas. Luan: É claro que é super interessante aplicar esses modelos e sugerir a possível existência dessas moléculas. Isso ajuda a avançar o conhecimento, porque isso gera um interesse, gera um debate, um monte de gente vai testar, e outras pessoas já testaram e mostraram que, ou não tem a molécula nos modelos deles, ou eles não detectam ou detectam uma quantidade muito baixa. Enfim, então isso gera um debate que vai avançar o conhecimento. Então isso, no meio científico, é muito interessante esse debate, que gera outras pesquisas, e todo mundo tentando olhar por diferentes ângulos, para a gente tentar entender de uma maneira mais completa. Mas o cuidado… E aí, o grande serviço que o seu podcast está fazendo é como a gente faz chegar essa informação no público, que é o que você falou, uma coisa é: utilizamos um modelo super específico, e esse modelo indica a possível presença dessas moléculas que, na Terra, são associadas à vida. Outra coisa é dizer, na imprensa, achamos os sinais mais fortes de vida até agora. É uma distância muito grande entre essas duas coisas. Aline: Se eu analisei o meu dado e eu vi que tem aquela molécula de bioassinatura, uma coisa é eu falar: “Tem!” Outra coisa é falar: “Ó, eu analisei com esse modelo aqui e esse modelo aqui faz sentido. Ele representa melhor os meus dados do que o outro modelo”. São maneiras diferentes de falar. Mas qual que é a que vende mais? Danilo: Foi no final do nosso papo que o Luan e a Aline tocaram nessa questão que tem se tornado central nos últimos anos: como comunicar os resultados da astrobiologia da forma mais responsável? É possível que com o James Webb vamos continuar vendo potenciais detecções de bioassinaturas num futuro próximo. Por isso, a comunidade científica está preocupada com a forma como comunicamos os resultados da busca por vida fora da Terra e está se movimentando para contornar os problemas que provavelmente teremos no futuro. Eu venho participando desses esforços, pesquisando como a astrobiologia está sendo comunicada, e até ajudei a organizar um evento no ano passado para discutir isso com cientistas e jornalistas de ciência, mas conto essa história em outra hora. No próximo episódio, vamos falar sobre uma possível detecção de bioassinatura sem o James Webb e muito mais próxima da gente. A notícia veio em setembro de 2025. O planeta em que a bioassinatura pode ter sido encontrada? O vizinho cósmico que mais alimentou a imaginação humana sobre extraterrestres: Marte. Roteiro, produção, pesquisa e narração: Danilo Albergaria Revisão: Mayra Trinca, Livia Mendes e Simone Pallone Entrevistados: Luan Ghezzi e Aline Novais Edição: Carolaine Cabral Músicas: Blue Dot Sessions – Creative Commons Podcast produzido com apoio da Fapesp, por meio da bolsa Mídiaciência, com o projeto Pontes interdisciplinares para a compreensão da vida no Universo: o Núcleo de Apoio à Pesquisa e Inovação em Astrobiologia e o Laboratório de Astrobiologia da USP [VINHETA DE ENCERRAMENTO]

Inteligência para a sua vida
#1448: DEZEMBRITE: QUANDO O ANO TERMINA, MAS A ALMA AINDA ESTÁ CANSADA

Inteligência para a sua vida

Play Episode Listen Later Dec 17, 2025 11:17


Quando dezembro chega, é natural pararmos para fazer um balanço do que conquistamos ou perdemos ao longo do ano.E, infelizmente, a maioria não encontra muitos motivos para festejar.Se você se sente cansado(a), frustrado(a), como se tivesse apenas sobrevivido nos últimos 12 meses, este vídeo é para você.Existe um antídoto para a dezembrite.Assista até o final e levante-se, porque o ano ainda não acabou e você ainda pode virar o jogo nos últimos 45 min do segundo tempo.

DW em Português para África | Deutsche Welle
16 de Dezembro de 2025 - Jornal da Noite

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Dec 16, 2025 19:59


Ex-primeira dama guineense constituída arguida por suspeita de branqueamento de capitais. Ainda na Guiné-Bissau, criação do Conselho Nacional de Transição gera críticas. Mozal vai suspender operações a partir de 2026. Para economista a multinacional procura obter energia a preços mais baixos. Deutsche Welle foi classificada como "uma organização indesejável" pela Rússia.

MacMagazine no Ar
Case para iPhone 17 Pro espelha a câmera traseira e amplia armazenamento

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Play Episode Listen Later Dec 12, 2025 0:05


A marca Dockcase apresentou uma nova capa projetada para os iPhones 17 Pro/17 Pro Max que adiciona uma tela secundária ao dispositivo, na sua parte traseira. Chamada Selfix, a case oferece uma tela AMOLED 1 circular de 1,6 polegada, sensível ao toque, com resolução de 480×480 pixels. O principal objetivo dessa tela adicional é permitir que você use as câmeras traseiras de 48 megapixels para selfies e gravação de vídeos, funcionando como uma pré-visualização do enquadramento antes de você dar início ao registro — facilitado pelo Controle da Câmera (Camera Control). A case também possui uma porta USB-C PD 3.0 que suporta uma potência de até 100W, bem como um botão liga/desliga dedicado para ativar ou desativar a tela e um slot para cartão microSD de até 2TB de armazenamento — que pode ser usado para armazenar fotos e vídeos adicionais na biblioteca do iPhone. A Dockcase afirma que a tela traseira oferece uma experiência sem atrasos e que a própria capa não requer a instalação de nenhum aplicativo adicional. Ainda não temos informações sobre a disponibilidade e o preço da case, mas espera-se que o produto seja lançado em breve no Kickstarter. Quando lançado, o acessório estará disponível nas cores oat white, blush pink e midnight black. via GSMArena.com Notas de rodapé1Active matrix organic light emitting diode, ou matriz ativa de diodo orgânico emissor de luz.Notas de rodapé1 Active matrix organic light emitting diode, ou matriz ativa de diodo orgânico emissor de luz.

Palavra Amiga do Bispo Macedo
Jesus, ainda que era Filho, aprendeu a obediência, por aquilo que padeceu... - Meditação Matinal 09/12/25

Palavra Amiga do Bispo Macedo

Play Episode Listen Later Dec 9, 2025 29:06


"O qual, nos dias da Sua Carne, oferecendo, com grande clamor e lágrimas, orações e súplicas AO QUE O podia livrar da morte, foi ouvido quanto ao que temia. Ainda que era Filho, aprendeu a obediência, por aquilo que padeceu." Hebreus 5:7-8"Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá?" Jeremias 17:9…Vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos Céus, SANTIFICADO seja o Teu Nome; Venha o Teu Reino, SEJA FEITA A TUA VONTADE, assim na Terra como no Céu; Mateus 6:9-10

NerdCast
NerdCast 1009 - E Se Ganhássemos na Loteria... De Novo?!

NerdCast

Play Episode Listen Later Dec 5, 2025 77:14


Lamba lambda lambda, nerds! Com a Mega da Virada prestes a pagar um prêmio de UM BILHÃO DE REAIS, resolvemos voltar ao NerdCast mais clássico de todos os tempos (segundo vocês), para mais um papo com juros e correção monetária sobre nossas maiores excentricidades da vida de bilionário. Neste programa, Alottoni, Pedro Duarte, Sr. K, Didi Braguinha, Tucano e Azaghal debatem se com R$ 200 mil por mês AINDA dá pra se viver com tranquilidade, se o Concorde é o novo Antonov, e mais delírios extravagantes no sonho do bilhão próprio. Estoure a champanhe e não se arrependa de nada com nossos especialistas da deseducação financeira! Leapmotor Assista à NerdTour de São Lourenço com Leapmotor: https://jovemnerd.short.gy/Leapmotor_NerdTour_NerdCast Ozob: A Cyberpunk Board Game NOVA CHANCE para apoiar a campanha até 09/12! Mais informações em: https://ozob.com.br/ Magalu Cloud Saiba mais sobre a edição 2025 do evento Cloud Futures: https://jovemnerd.short.gy/Maglu_cloud_SPOT_NERDCAST Fanlab Conheça Fanlab, roupas e acessórios de moda geek: https://jovemnerd.short.gy/FanLab_D5_SPOT_ccxp CITADO NO PROGRAMA:Airbnb do Sr. M - Ficou com vontade de conhecer São Lourenço? Hospede-se no apartamento do Sr. M! O mesmo que a Portuguesa morou. Localização privilegiada! Reserve sua estadia: https://airbnb.com/h/jl408Como Vovó Fazia - Financiamento coletivo do Pedro Duarte: https://www.catarse.me/comovovofaziaCONFIRA OS OUTROS CANAIS DO JOVEM NERD E-MAILS Mande suas críticas, elogios, sugestões e caneladas para nerdcast@jovemnerd.com.br APP JOVEM NERD: Google Play Store | Apple App Store ARTE DA VITRINE: Randall Random Baixe a versão Wallpaper da vitrine EDIÇÃO COMPLETA POR RADIOFOBIA PODCAST E MULTIMÍDIA Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices