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Luiz Alexandre Souza Ventura aborda o universo das pessoas com deficiência e da inclusão na coluna Vencer Limites, no Jornal Eldorado, às terças-feiras, às 7h20.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Como explicar que alguns cânceres são mais difíceis de tratar do que outros? O que determina o prognóstico e as chances de sobrevida? A oncologista francesa Laurence Albigès, chefe do setor no Instituto Gustave Roussy, em Villejuif, nos arredores de Paris, fala sobre os avanços na prevenção, diagnóstico e tratamento da doença. Em 2022, segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), foram registrados 20 milhões de novos casos de câncer e 9,7 milhões de mortes. As estimativas do Observatório Global do Câncer (GCO, na sigla em inglês) englobam 185 países e 36 tipos de câncer. Segundo os dados, coletados em 2022, dois terços de todos os novos casos e mortes pela doença no mundo concentram dez tipos de tumores malignos. O câncer de pulmão é o mais comum, com 2,5 milhões de novos diagnósticos, e representa 12,4% do total. O câncer de mama chega em segundo lugar, com 2,3 milhões de casos (11,6%) e o colorretal ocupa a terceira posição, com 1,9 milhão de casos (9,6%), seguido pelo câncer de próstata, que registra 1,5 milhão de diagnósticos (7,3%). Na quinta posição está o câncer de estômago, responsável por 970 mil casos e equivalente a 4,9% do total mundial. “O câncer é uma palavra que gera medo, e os pacientes e suas famílias se questionam muito quando têm o diagnóstico. Na realidade, quando os pacientes são atendidos e o tratamento começa, essas dúvidas são menos recorrentes, mas é importante continuar falando sobre elas e deixar a porta do consultório sempre aberta para respondê‑las”, explica a oncologista francesa Laurence Albigès. Em função do órgão afetado e do tipo de câncer, a abordagem médica será diferente, mas há outros fatores que influenciam as decisões das equipes. “O prognóstico está relacionado à extensão da doença. O tumor é localizado e pode ser curado? Ou a doença já se disseminou, está se propagando e existem metástases? Nesse caso, mesmo que uma remissão não seja impossível, com frequência o câncer vai evoluir no organismo.” A taxa de mortalidade de um determinado tipo de câncer está baseada em dados científicos e epidemiológicos, e com frequência está diretamente relacionada às chances de melhora do paciente. Mas essas estatísticas dão apenas uma dimensão global da situação. Cada caso traz suas especificidades no manejo, reitera a oncologista francesa, lembrando que o atendimento é cada vez mais personalizado. “Essas estatísticas não se aplicam a um indivíduo. O paciente será acompanhado, e teremos ao longo de sua trajetória cada vez mais acesso a diferentes tipos de tratamentos, mais inovadores. No Instituto Gustave Roussy, por exemplo, temos novos medicamentos sendo testados. Por isso é sempre importante explicar que essas estatísticas não se aplicam a uma pessoa.” Outros critérios, independentemente da gravidade da doença, devem ser levados em conta. Entre eles estão o sistema de saúde, o acesso a tratamentos inovadores, a formação dos profissionais e o financiamento das diferentes formas de atendimento, que têm impacto direto na remissão, cura e sobrevida. Estágios do câncer O que significam os quatro estágios do câncer, que vão vão de um a quatro e indicam o nível de evolução da doença? Nos dois primeiros estágios, as células cancerígenas estão restritas ao órgão afetado, e a remissão e a cura são, com frequência, possíveis. No estágio 3, o tumor está começando a se espalhar, e no 4 atingiu outros órgãos, ou seja, há metástase. Outra questão frequente envolve a diferença existente entre cânceres líquidos e sólidos, que são tumores malignos que aparecem em diferentes órgãos, como pulmão, mama e próstata. Os cânceres hematológicos, que se localizam nas células sanguíneas ou da medula óssea, são chamados de "líquidos", com alterações visíveis em um hemograma, por exemplo. De acordo com a oncologista francesa, a morfologia do órgão atingido pelo tumor maligno é um fator essencial. No cérebro, por exemplo, os cânceres às vezes se infiltram nos sulcos. Isso faz com que, cirurgicamente, a retirada completa do tumor seja complexa. Outro problema é a ausência de sintomas que caracteriza alguns cânceres, como o de pâncreas, por exemplo, impedindo a detecção precoce. Mas a prevenção personalizada, que está cada vez mais difundida na França e em outros países, deve ajudar a amenizar esse problema. O objetivo é antecipar o aparecimento do câncer e agir em função dos dados preditivos. O Instituto Gustave Roussy, por exemplo, criou um programa individual de diagnóstico da doença, disponível em cerca de 700 centros de combate ao câncer na França. O centro propõe a biópsia líquida — a detecção do DNA tumoral no sangue. Essa nova técnica permite às equipes isolar anomalias biológicas dentro de uma célula. Essas células que ainda não se transformaram em tumores malignos poderão ser alvos terapêuticos de futuros tratamentos, que também evoluem cada vez mais rapidamente. Os mais conhecidos, como a quimioterapia, a radioterapia e, mais recentemente, a imunoterapia, ainda são referência, mas novas terapias, ainda em fase de estudos, vêm sendo testadas nos pacientes com resultados cada vez mais promissores. Os avanços possibilitam que a doença que deixou de ser uma sentença de morte em vários casos, se torne cada vez mais uma patologia crônica, com a qual muitos pacientes deverão conviver por vários anos.
Seu cabelo não reage na velocidade da sua ansiedade.Ele reage na velocidade da biologia.Muitas vezes você associa a queda ao que aconteceu na semana passada: um shampoo novo, uma química, um remédio. Mas o ciclo do cabelo tem um intervalo entre a causa e a queda visível. Esse intervalo costuma ser de meses.O mesmo vale para a melhora. Às vezes o tratamento já estava fazendo efeito, e você acredita que foi o último produto que resolveu. Nem sempre é assim. Existe um tempo fisiológico para estabilizar e recuperar.Entender isso muda sua relação com o tratamento.Reduz ansiedade.Aumenta clareza.Evita decisões precipitadas.Tratamento capilar é processo.E processo exige tempo.SEU TRATAMENTO É O SEU MELHOR PARCEIRO PARA O SUCESSO CAPILAR.
No segundo episódio da série Alzheimer em foco, Danielle Calil, neurologista e editora médica do Portal Afya, discute as evidências mais recentes no tratamento da Doença de Alzheimer (DA), em um momento histórico para a especialidade: pela primeira vez em décadas, terapias modificadoras da doença passaram a integrar o cenário clínico.O que você verá neste conteúdo:• Papel das intervenções não farmacológicas em todas as fases da doença• Manejo dos sintomas comportamentais e psicológicos da demência• Tratamento farmacológico sintomático: inibidores da acetilcolinesterase e memantina• Evidências clínicas dos anticorpos monoclonais anti-beta-amiloide• ARIA: riscos, monitoramento e seleção adequada de pacientes• Terapia combinada e início precoce do tratamento• Registro de lecanemabe e donanemabe pela ANVISA• Desafios estruturais e econômicos para implementação no Brasil• Limitações da população elegível para terapias modificadorasDê o play e atualize sua prática clínica.
Reforma trabalhista de Milei é aprovada na Câmara com mudanças; texto volta ao Senado. Suprema Corte dos EUA pode decidir nesta sexta sobre legalidade do tarifaço de Trump. CNU 2025: listas de classificação e espera são divulgadas nesta sexta. Eric Dane, de 'Grey's Anatomy' e 'Euphoria', morre aos 53 anos. Paciente volta a andar e leva polilaminina aos trends; entenda o que a substância pode fazer e o que ainda não se sabe. 'Fiuk da Harmonia': jurado que viralizou no carnaval de SP é doutor pela USP, tem banda cigana e ajudou a fundar bloco de rua.
Trump reúne em Washington representantes de quase 50 países na primeira reunião do chamado Conselho da Paz, que prometem um investimento equivalente a 52 bilhões de reais em um fundo para reconstrução de Gaza. E ainda:- Indonésia, Marrocos, Cazaquistão, Kosovo e Albânia se comprometem a enviar tropas para uma força internacional de estabilização em Gaza- Trump diz que coisas ruins podem acontecer ao Irã caso os países não cheguem a um acordo sobre a questão nuclear nos próximos dias- Tensão entre EUA e Irã eleva o preço do barril de petróleo Brent a 71 dólares- Polícia britânica prende Andrew Windsor, ex-príncipe de 66 anos e irmão do rei Charles, suspeito de compartilhar informações confidenciais com Jeffrey Epstein durante seu papel como enviado comercial britânico- Tratamento experimental com polilaminina que devolveu movimentos ao tetraplégico Bruno de Freitas e conduzida pela cientista da UFRJ Tatiana Coelho de Sampaio, ganha o mundo todo e vira destaque no The Guardian Ouça PriCler e as Panteronas no Spotify Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 SegundosFale conosco através do redacao@mundo180segundos.com.br
Serviços do SUS oferecem orientação, triagem e encaminhamento para tratamento de álcool, outras drogas e nicotina
O tratamento de amiloidose e cardiomiopatia hipertrófica mudou de patamar. O que antes era “manejo de sintomas + rezar” virou era de terapias-alvo, com impacto real em desfechos e qualidade de vida.No DozeCast #212, Victor Bemfica e Plínio Wolf fazem um passeio completo pelo passado, presente e futuro dessas duas cardiomiopatias que, finalmente, ganharam armas de verdade.Falamos sobre:Amiloidose (ATTR) • Tipos: wild-type vs hereditária e por que isso muda o jogo • Clínica além do coração: músculo-esquelético, disautonomia, neuropatia, TGI • Diagnóstico: o fluxograma pra não perder tempo (e não errar feio) • Tratamento “inespecífico” da cardiomiopatia: – IC na amiloidose: por que o quarteto clássico costuma falhar e por que o diurético é rei (com o “lençol curto” congestão vs hipovolemia) – iSGLT2 e ARM: o que já dá pra defender com dados – Quando IECA/BRA/BB atrapalham mais do que ajudam – Arritmias, marcapasso, FA, tromboembolismo: o que muda na conduta • Tratamento específico da transtirretina: – Estabilizadores (tafamidis e a nova geração) – Silenciadores (RNA/antisense) e a corrida pelo melhor desfecho – O que vem aí: depletadores e o “futuro” que promete • Desafios reais: custo, acesso, timing da terapia e por que não é curaCardiomiopatia Hipertrófica (CMH) • Obstrutiva vs não obstrutiva: fisiopatologia e como isso direciona terapia • Epidemiologia e prognóstico: por que a mortalidade caiu e o que ainda mata • Controle de sintomas: do beta-bloqueador raiz até a decisão de reduzir septo – Miectomia vs alcoolização vs RF: quem é o melhor candidato pra quê • A revolução dos inibidores de miosina: mecanismo, indicações e onde eles entram no algoritmo • CMH não obstrutiva: por que nem tudo que brilha é miosina • Prevenção de morte súbita: CDI e as principais indicações (sem romantização)
Neste vídeo, exploramos as mais recentes diretrizes da Obesity Association para o tratamento da obesidade, detalhando as melhores práticas e evidências para o manejo clínico assertivo. Descubra as principais mudanças nas recomendações terapêuticas e como aplicá-las na sua rotina de atendimento a pacientes com excesso de peso.Endocrinologia descomplicada para médicos e residentes. Aqui você encontra conteúdos sobre atualização médica, casos clínicos e preparação para provas de título.
Coletiva: Governador Tarcísio de Freitas | Inauguração da Ampliação da Estação de Tratamento de Água - ETA Embu-Guaçu by Governo do Estado de São Paulo
Neste episódio, recebemos o Dr. Carlos Aurélio Aragão, da família Clube da Cardio, para uma aula completa sobre doença de Chagas, insuficiência cardíaca e arritmias ventriculares.Conversamos sobre o agente etiológico da miocardiopatia chagásica e suas formas de transmissão, as principais manifestações cardíacas (forma dilatada versus forma arrítmica), além dos achados ecocardiográficos que levantam suspeita diagnóstica, como disfunção biventricular e aneurisma apical em “dedo de luva”.Discutimos também as evidências do chamado “quarteto fantástico” na insuficiência cardíaca chagásica, o papel da sacubitril-valsartana à luz do estudo PARACHUTE, indicação de tratamento antiparasitário, quando anticoagular para prevenção de AVC (Escore Fiocruz) e critérios para implante de CDI, além do papel da amiodarona.Um episódio essencial para quem quer aprofundar a abordagem prática da cardiopatia chagásica.
Caminhos inesperados - e acidentados - de cura. No primeiro ato: a revolução carnavalesca não será televisionada. Por Luciana Osório. No segundo ato: o dia em que um presidente ligou para um xamã para curar um cientista. Por Flora Thomson-DeVeaux. Membros do Clube da Novelo podem ouvir os episódios do Rádio Novelo Apresenta antecipadamente, além de ter acesso a uma newsletter especial e a eventos com a nossa equipe. Quem assinar o plano anual ganha de brinde uma bolsa da Novelo. Assine em radionovelo.com.br/clube Acompanhe a Rádio Novelo no Instagram: https://www.instagram.com/radionovelo/ Siga a Rádio Novelo no TikTok: https://www.tiktok.com/ Palavras-chave: hanseníase, lepra, Rodrigo Lima, Rita Giarolla, carnaval, medicina indígena, Metuktire, Kayapó, Kaiapó, Rogério Medeiros, Raoni, cientista, Augusto Ruschi, pajelança Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Bruno Passeri é roteirista com mais de quinze anos de experiência no audiovisual, com atuação em projetos de ficção e não-ficção marcados por forte abordagem realista. Foi head writer de séries como DNA do Crime (Netflix), Veronika, além dos documentais Casão – Num Jogo sem Regras e Jesse & Colombo – Amar é Resistir. Também … Continue lendo "Primeiro Tratamento – Bruno Passeri – #361"
Neste vídeo, exploramos as principais atualizações e os destaques do tratamento farmacológico do diabetes mellitus segundo o novo Guideline ADA 2026. Revisamos as mudanças nas linhas de tratamento e as recomendações para a escolha de medicamentos baseadas no perfil do paciente.Endocrinologia descomplicada para médicos e residentes. Aqui você encontra conteúdos sobre atualização médica, casos clínicos e preparação para provas de título.
Ao contrário dos medicamentos convencionais, o Lecanemab promove a remoção das estruturas que prejudicam a comunicação entre os neurônios
Neste vídeo, discutimos as atualizações e a nova meta terapêutica no tratamento do hipoparatireoidismo, baseadas nas orientações mais recentes do guideline europeu. Aprenda como manejar o paciente com foco nas novas recomendações de controle clínico e laboratorial.Endocrinologia descomplicada para médicos e residentes. Aqui você encontra conteúdos sobre atualização médica, casos clínicos e preparação para provas de título.
Tratamento foi dado pela Casa Civil a quem ganha mais do que 5 mil reais por mês, independentemente do esforço empenhado para receber tal remuneração.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Você não desconfia do seu tricologista por falta de inteligência.Você desconfia porque a queda de cabelo mexe com identidade, ansiedade e medo, e a internet sabe explorar isso melhor do que a medicina séria.Enquanto a ciência trabalha com tempo, incerteza e biologia real, o marketing vende certezas rápidas, antes e depois manipulados e soluções simples para problemas complexos.Neste vídeo, eu explico por que o tratamento capilar virou um terreno fértil para charlatanismo, por que promessas rápidas parecem mais confiáveis do que um diagnóstico bem feito, e como a confiança mal colocada custa cabelo, dinheiro e tempo.Se você está cansado de testar produtos, pular de promessa em promessa e não entender por que nada se sustenta, esse vídeo é para você.▶️ Assista com atenção.▶️ Compartilhe com quem precisa ouvir isso.▶️ E lembre-se: desconfie de quem te vende certeza. Confie em quem te oferece ciência.SEU TRATAMENTO É O SEU MELHOR PARCEIRO PARA O SUCESSO CAPILAR.
Leandro Soares é ator e roteirista e fez diversos trabalhos no cinema, televisão e teatro. Como autor, foi roteirista dos conhecidos programas “A Vila” (2017, Multishow), o remake de “A Escola do Professor Raimundo” (2015, Canal Viva) e “Vai que Cola” (2013, Multishow), entre outros. Leandro atuou e roteirizou a série “Morando Sozinho” (2010, Multishow) … Continue lendo "Primeiro Tratamento – Leandro Soares – #360"
O Dia Mundial de Luta contra o Câncer é comemorado nesta quarta-feira (4). Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a incidência de novos casos da doença no mundo passará de 20 milhões, em 2022, para 35,3 milhões, em 2050, o que representa um aumento de 77%. Apesar desse crescimento, o advento da inteligência artificial surge como um novo aliado no combate à doença: as trajetórias dos pacientes serão cada vez mais personalizadas e os diagnósticos e os tratamentos mais precoces e eficazes. Taíssa Stivanin, da RFI em Paris Através do cruzamento e análise dos dados, as novas ferramentas preditivas de IA vão ajudar, por exemplo, a identificar mais rapidamente pessoas com maior risco de desenvolver câncer e até mesmo prevenir seu aparecimento. Os objetos conectados também terão papel preponderante no acompanhamento dos pacientes, liberando tempo para as equipes médicas. O risco de recidiva também será analisado com mais precisão, diz Fabrice Balesi, diretor-geral do Instituto Gustave Roussy, situado em Villejuif, nos arredores de Paris. A direção do hospital, um dos maiores centros de combate ao câncer do mundo, reuniu a imprensa na capital francesa para explicar como está incorporando as IAs à prática médica. “Nosso objetivo é que o paciente esteja no centro da organização de acompanhamento e não seja apenas uma variável de ajuste de diferentes especialistas ou organizações. A inteligência artificial e as tecnologias digitais vão ajudar a organizar a trajetória do paciente, para que seja o mais simples possível”, diz Balesi. Paciente virtual A ideia, explica Fabrice André, diretor de pesquisa do centro, é personalizar o atendimento, criando o chamado “paciente virtual”. “Essa é a medicina do futuro, que vai reconstituir o paciente a partir do conjunto de informações disponíveis", diz. "São programas ou interfaces digitais que contêm todos esses dados, que podem ser sociais, demográficos, médicos ou biológicos. Tudo isso permite reconstituir virtualmente o paciente e sua doença.” Em seguida, explica, o desafio é associar o conhecimento ao arsenal tecnológico disponível para tomar as melhores decisões em relação ao caso. “Há também outras formas de pacientes virtuais. Em relação ao câncer, por exemplo, podemos reproduzir o câncer em placas de Petri, usadas para cultivar micro-organismos, e reproduzimos o câncer vivo”, detalha. Segundo Fabrice André, essas cópias vivas dos cânceres dos pacientes oferecem a possibilidade de testar medicamentos e encontrar moléculas eficazes contra tipos específicos de tumores malignos, dando maior chance de sobrevida aos pacientes. “As IAs poderão, por exemplo, afirmar que o melhor tratamento para um paciente não existe e que nós é que deveremos criá-lo. Ou dizer, levando em conta todo o conhecimento disponível, qual seria o melhor tratamento possível. Não se trata de substituir o médico. Isso é o coração da inteligência artificial: a IA generativa, baseada em agentes, que não apenas resume o conhecimento. Ela vai classificá-lo, priorizá-lo e desenvolver um raciocínio.” O Instituto Roussy criou um grande banco de dados que reúne informações de centenas de milhares de pacientes, que incluem também dados moleculares. Eles podem conter, por exemplo, detalhes genéticos em nível celular, que permitem modelar a biologia do câncer de cada paciente. Uma das dificuldades atuais, destaca Fabrice André, é padronizar os termos técnicos da oncologia, que podem ser usados de maneira diferente dependendo do clínico. Proteção dos dados A preocupação com as informações foi abordada por vários profissionais durante a coletiva.Segundo o diretor-geral adjunto do instituto, Sylvain Ducroz, a supervisão humana e a garantia do controle e da soberania dos dados, que protegem a privacidade, são duas das prioridades do estabelecimento, que implantou diversas regras internas, não utiliza nenhum serviço de 'cloud' externo. “Nenhum dado ou informação médica pode ser transmitido em um aplicativo de inteligência artificial que não tenha sido validado pela direção”, salienta. A gestão do acesso às informações dos cerca de 500 mil pacientes atendidos anualmente no centro, que são anônimas, e a validação das ferramentas que podem ser utilizadas serão gerenciadas por um comitê de especialistas do hospital. “Temos quase 40% dos pacientes incluídos em estudos clínicos e milhares de estudos que nos permitiram consolidar e enriquecer as informações do dossiê médico”, resume Ducroz.
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Professora, com Graduação em Educação Física, Especialista em Teorias e Técnicas para Cuidados Integrativos, e Doutorado em Neurociências e Comportamento, Paula Costa Teixeira.Só vem!>> OUÇA (116min 16s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*Paula Costa Teixeira possui graduação em Educação Física com Licenciatura Plena pelo Centro Universitário UniFMU (2005), especialização em Teorias e Técnicas para Cuidados Integrativos pela UNIFESP (2017) e Doutorado em Neurociências e Comportamento pelo Instituto de Psicologia da USP (2014).É certificada em Intuitive Eating, em Nutrição Comportamental e no Método das Cadeias Musculares, além de possuir várias certificações em Meditação.Atua como Professora Associada no Programa de Neurociências do Comportamento do Instituto de Psicologia da USP.É também Colaboradora do AMBULIM – Programa de Tratamento de Transtornos Alimentares do Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP, onde é responsável pelas práticas corporais dos pacientes que tratam anorexia, bulimia e compulsão alimentar, e coordena o núcleo de pesquisa e ensino – o NUPE-AMBULIM.Além disso, é Professora do Instituto Nutrição Comportamental e de vários cursos de extensão e pós-graduação.Paula é empreendedora do Exercício Intuitivo, uma marca registrada da sua abordagem na atividade física que surgiu a partir de suas pesquisas clínicas.E é uma das criadoras do movimento “Prevenção Sem Danos”, com ações de prevenção de transtornos alimentares e obesidade na comunidade escolar.Lattes: http://lattes.cnpq.br/2750576428713928*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo
Descubra quais são as novas metas no tratamento do hipoparatireoidismo e como as recentes orientações do guideline europeu impactam o manejo clínico dessa condição. Neste vídeo, detalhamos as principais mudanças e recomendações para otimizar o cuidado dos seus pacientes.Endocrinologia descomplicada para médicos e residentes. Aqui você encontra conteúdos sobre atualização médica, casos clínicos e preparação para provas de título.
QUANDO A LIDERANÇA CLÍNICA EXCLUI A CONFUSÃO SOBRE O QUE FAZER NO TRATAMENTO CAPILARQuanto mais opções surgem para quem sofre com queda de cabelo, menor é a capacidade de decidir bem.O excesso de escolhas não liberta. Ele paralisa, gera ansiedade e interrompe processos que precisariam de tempo para funcionar.Tratamento capilar não falha por falta de recursos, falha por falta de direção, constância e condução clínica firme.Menos ruído. Mais clareza. Mais continuidade.QUANDO A LIDERANÇA CLÍNICA EXCLUI A CONFUSÃO SOBRE O QUE FAZER NO TRATAMENTO CAPILARQuanto mais opções surgem para quem sofre com queda de cabelo, menor é a capacidade de decidir bem.O excesso de escolhas não liberta. Ele paralisa, gera ansiedade e interrompe processos que precisariam de tempo para funcionar.Tratamento capilar não falha por falta de recursos, falha por falta de direção, constância e condução clínica firme.Menos ruído. Mais clareza. Mais continuidade.SEU TRATAMENTO É O SEU MELHOR PARCEIRO PARA O SUCESSO CAPILAR.
“Toda manhã, acordo com a minha ‘ameacinha' de morte me esperando.” O tom é de brincadeira, mas o ódio na internet virou caso de polícia na vida do engenheiro agrônomo francês Serge Zaka. Há cerca de 10 anos, ele compartilha nas redes sociais os conhecimentos de agroclimatologista para ajudar os produtores rurais a se adaptarem às mudanças climáticas. Jamais imaginou que os seus vídeos o tornariam um alvo dos negacionistas climáticos, ao ponto de precisar de proteção. Lúcia Müzell, da RFI em Paris Em 2025, o assédio virtual disparou, de internautas não só da própria França, como de endereços nos Estados Unidos e em países de influência russa. Zaka não acredita em um acaso: a situação piorou após a volta de Donald Trump à presidência americana, impulsionando o discurso contrário à ciência e, em especial, à proteção do meio ambiente. Hoje, o agrônomo vive sob proteção policial, na região de Montpellier, no sul do país. “Chegamos neste ponto. Até na Europa, tem um tipo de ‘trumpização', digamos, da ciência. Passamos para uma era da pós-verdade, na qual colocamos as emoções à frente dos fatos científicos”, resume. “Recebi ameaças de morte, acusações racistas, ameaças de estupro. Cheguei a receber ameaças sobre minha aparência, por usar um chapéu de cowboy. Virou quase uma rotina”, conta o engenheiro agrônomo. A paixão por fotografar trovões levou Zaka, doutor em biologia, a se especializar em uma área pouco conhecida, mas cada vez mais importante para o futuro da agricultura face às mudanças climáticas. A agroclimatologia estuda as interações entre o clima e as atividades produtivas no campo. Nas redes sociais, o especialista tem milhares de seguidores interessados nos seus conselhos sobre como preparar a agricultura francesa ao aumento dos fenômenos extremos, como as secas e enchentes. “É sobre como a gente se prepara até 2050 ou até 2070 face às mudanças climáticas, conforme a região. Preciso trocar espécies? Devo começar a plantar espécies tropicais na Europa?”, exemplifica. “Devo preparar os meus consumidores a novos gostos, novas cores dos produtos no mercado? Os agricultores são muito abertos a essas discussões porque estão particularmente afetados pelas mudanças do clima, afinal isso mexe com o bolso deles”, aponta. Vinho, legumes: agricultura francesa já sofre consequências Na França, as alterações climáticas já viram do avesso uma das culturas agrícolas mais tradicionais, a do vinho. As temperaturas mais quentes obrigam os produtores do sul do país a planejarem sistemas de irrigação, até pouco tempo atrás dispensáveis. Com frequência, as colheitas da uva precisam ser antecipadas e até as zonas geográficas históricas de produção, como a Borgonha, estão ameaçadas. Em 2025, os prejuízos relacionados a duas ondas de calor custaram € 10 bilhões à agricultura francesa, segundo um relatório da universidade alemã de Mannheim sobre as perdas do setor em toda a Europa. A França foi o terceiro país mais atingido, depois da Espanha e da Itália. Os produtores de legumes e hortaliças também buscam caminhos de adaptação. Os invernos mais brandos e curtos levam ao amadurecimento precoce das plantas – que ficam desprotegidas em caso de uma onda de frio tardia. “Eu saliento que as mudanças climáticas são um fato. Não tem nenhuma discussão sobre o aumento da temperatura ou as mudanças das precipitações, afinal elas estão [sendo] medidas por dezenas de milhares de estações meteorológicas no nosso país”, frisa o produtor de conteúdo. “Mas não é só isso: temos as datas de florescimento das plantas, a migração dos pássaros, o início do canto das cigarras, que também mudou. Não são medidas humanas, mas medidas ambientais que estão se alterando progressivamente.” Tratamento dos solos na Europa ou no Brasil Para enfrentar esta nova realidade, o setor vai precisar dar mais atenção ao tratamento dos solos, afirma Serge Zaka. As zonas suscetíveis às ondas de calor precisarão pensar em técnicas de estocagem da água, enquanto aquelas onde as chuvas aumentarão deverão planejar melhor o escoamento da água – que, quando acumulada, leva ao aumento das pragas nas lavouras. Por outro lado, novas culturas favorecidas pelas altas temperaturas, como oliveiras e frutas, poderão ser expandidas no país, aconselha o agroclimatologista. O francês também está de olho nas mudanças no restante da Europa e até mesmo além das fronteiras do continente. “Para os agricultores brasileiros, os princípios são praticamente os mesmos. Precisaremos trabalhar no mapeamento das áreas de distribuição das culturas: no Brasil, algumas migrarão para o sul, para longe dos trópicos”, afirma. “Prestem muita atenção ao solo, porque haverá tanto excesso, quanto escassez de água. E ao avançarem pouco a pouco sobre a floresta tropical, vocês estão não apenas alterando o ciclo global do carbono, mas também estão ressecando os campos e se tornando, vocês próprios, mais vulneráveis às mudanças climáticas”, salienta. A vegetalização das áreas rurais, importante solução natural para o enfrentamento do calor e a resiliência dos solos, é um conselho que hoje vale para grande parte do mundo, ressalta o especialista. As pesquisas em genética e o uso das ferramentas digitais também podem ser aliadas valiosas contra uma crise que só tende a se agravar nas próximas décadas. “As ameaças passam por cima do meu chapéu, como dizemos em francês. Eu não ligo, porque a partir do momento em que eu toco e incomodo pessoas que não concordam comigo, é porque o meu objetivo está sendo cumprido”, diz Zaka. “Pelo contrário, tudo isso me dá mais visibilidade nos algoritmos das redes sociais e na mídia. E tem o efeito oposto do que eles querem: em vez de me silenciar, eles acabam me promovendo.”
Carnaval chegando e os cuidados com as doenças sexualmente transmissíveis devem estar no foco de todo folião. Como se prevenir, quando se preocupar e o que fazer, em especial os homens. Para falar sobre o tema, o âncora Jota Batista conversa no Canal Saúde da Rádio Folha 96,7 FM, nesta terça-feira (27), com o urologista do Hospital Jayme da Fonte, Renato Leal.
Daniel Forjaz
A maioria dos tratamentos capilares não falha por falta de técnica.Falha por conflito interno.Na mente, existe medo da calvície e intenção de tratar.Na prática, surgem inércia, baixa disciplina, negligência e racionalizações.Esse desalinhamento tem nome: dissonância cognitiva.E enquanto ele não é reconhecido, nenhum protocolo se sustenta no tempo biológico necessário.Cabelo responde à coerência.A biologia responde à constância.O tratamento responde à maturidade.Este vídeo não fala de produto.Fala de estrutura.De adesão.De responsabilidade.SEU TRATAMENTO É O SEU MELHOR PARCEIRO PARA O SUCESSO CAPILAR.
No episódio de hoje conversamos com a Dra Larissa Gouvêa que nos conta um pouco sobre sua vasta experiencia em córnea pediátrica no âmbito clinico, cirúrgico e de pesquisa. Ela nos esclarece sobre novos estudos que vem surgindo na área sobre como o aplainamento da córnea deve ser levado em consideração no cálculo da LIO, conjuntivites alérgicas na América do Norte, técnica de crosslinking, cirurgia refrativa em crianças e riboflavina via oral!Material de Apoio- SBOPCast 8 : Como eu trato: Alergia Ocular na infância- Lottelli Pediatric IOL Calculator v2.1Agarwal M, Jin YP, Gouvea L, Mireskandari K, Ali A. Prevalence of vernal keratoconjunctivitis in Canada: a cross-sectional survey study. Can J Ophthalmol. 2025 Jul 21:S0008-4182(25)00276-5. doi: 10.1016/j.jcjo.2025.06.005. Epub ahead of print. PMID: 40618778. Gouvea L, Wilson ME, Trivedi RH, Lottelli AC. Postoperative Keratometry Prediction Model in Children Undergoing Bilateral Cataract Surgery With Primary Intraocular Lens Implantation. J Refract Surg. 2025 Mar;41(3):e207-e212. doi: 10.3928/1081597X-20250123-02. Epub 2025 Mar 1. PMID: 40067662. Loayza A, Lewis A, Trivedi RH, Gouvea L, Bowsher JD, Wolf B, Hernandez V, Peterseim MMW. Evaluation of the QuickSee portable autorefractor system in a pediatric population. J AAPOS. 2025 Jun;29(3):104228. doi: 10.1016/j.jaapos.2025.104228. Epub 2025 May 23. PMID: 40414282.Lottelli AC, Marques JLP, Gouvea L, Trivedi RH, Lottelli LA, Wilson ME. Mathematical Models for Predicting Postoperative Axial length in Children with Bilateral Cataract and Primary Intraocular Lens Implantation: Toward Improved Pediatric IOL Power Selection. Am J Ophthalmol. 2026 Jan 21:S0002-9394(26)00025-5. doi: 10.1016/j.ajo.2026.01.018. Epub ahead of print. PMID: 41577068.
Quando falamos em doenças raras, logo pensamos que é algo que diz respeito a um número pequeno de pessoas. Mas não é bem assim. Estima-se que existam entre 6.000 e 8.000 doenças raras que acometem mais de 13 milhões de brasileiros. Se considerarmos familiares e cuidadores, cerca de 50 milhões de pessoas são diretamente impactadas. São inúmeras famílias que lidam com uma rotina extenuante e desafiadora. E que muitas vezes demoram anos para conseguir fechar um diagnóstico. No episódio de hoje vamos dar um panorama das doenças raras no Brasil, explicar como é feito o diagnóstico e falar sobre a importância das organizações sociais no apoio a pacientes e familiares. Nosso convidado é Antonie Daher, fundador e presidente da Casa Hunter. É uma entidade que presta atendimento especializado para pessoas com doenças raras em todo o Brasil.
Neste episódio do Alta Definição, o ícone da culinária portuguesa, Cátia Goarmon (Tia Cátia), partilha a sua trajetória pessoal e profissional, marcada pela paixão pela cozinha, pela importância da família e pela superação de desafios. Numa entrevista profunda, conduzida por Daniel Oliveira, aborda memórias de infância, a influência dos pais, a maternidade, e a experiência no MasterChef. Relata ainda o impacto do diagnóstico de cancro da mama, destacando a resiliência perante a doença. O episódio evidencia o papel do afeto, da criatividade e do respeito pelas diferenças na construção do seu percurso, sublinhando a força dos laços familiares e a capacidade de transformação perante a adversidade.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No programa de hoje, os professores Renato e Cristiane Cardoso responderam um aluno de 21 anos que não se identificou e relatou que é viciado em pornografia desde os 10 anos de idade. Viciado em pornografiaO aluno contou que quando era criança não imaginava o perigo que era assistir pornografia, mas agora está vendo as consequências disso. Até os 18 anos de idade ele tinha algum controle. No entanto, agora, se tornou dependente e isso atrapalha os seus relacionamentos. Ele perguntou como lutar contra esse tipo de vício e o que deve fazer para se libertar?Os professores aconselharam o aluno e também mostraram relatos de homens e mulheres que têm feito o Tratamento da Cura dos Vícios e se libertado da pornografia.Não sente desejo pelo maridoA aluna Adriana é casada há 11 anos, mas relatou que seu casamento está muito frio e não sente desejo pelo marido. Ela perguntou o que pode fazer nessa situação.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escolado Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo siteEscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Alexandre Garcia comenta ida de Jair Bolsonaro ao hospital, reviravolta no caso de Filipe Martins, e ataque norte-americano à Venezuela para prender Maduro.
A Anvisa autorizou o estudo clínico para avaliar a segurança do uso do medicamento polilaminina no tratamento de lesões. Com tecnologia 100% nacional, a pesquisa recebeu impulso com o novo marco regulatório sancionado pelo presidente Lula para a pesquisa clínica no Brasil.
No episódio de hoje do Check-up Semanal, o Dr. Ronaldo Gismondi, editor-chefe médico do Portal Afya e do Whitebook, comenta os principais destaques recentes em Clínica Médica publicados no Portal Afya.Artigos mencionados:Aspirina na DAC crônica de pacientes que necessitam de anticoagulação oralVasopressores em veia periférica no choque séptico: prática segura?Intubação traqueal: quais são as evidências para o uso em casos de emergências?Tratamento do DM2: atualização da diretriz da Sociedade Brasileira de DiabetesAneurismas intracranianos não rotos: como conduzir?
Saiba quais são as principais intervenções de mudança de estilo de vida recomendadas pela nova Diretriz Brasileira de Dislipidemias 2025. Entenda o impacto real da dieta, exercício físico e controle de peso no manejo dos lipídeos e na redução do risco cardiovascular. Aqui você encontra conteúdos sobre atualização médica, casos clínicos e preparação para provas de título.
Tratamento do câncer de boca em foco neste novo episódio. Abordamos cirurgia, radioterapia, quimioterapia, imunoterapia e o papel da equipe multidisciplinar na prática clínica.Ouça agora o Episódio 3 do podcast do Portal Afya no Spotify.
N474 - EASD 2025 - Incretínicos no Diabetes Tipo 1: O futuro do tratamento? - Fernando Valente e Marcio Lauria by SBD
N496 - EASD 2025 - Tirzepatida, Retatrutida, PG102: Novos caminhos para o tratamento do diabetes e da obesidade - Caio Carneiro, Fernando Valente e Tainã Aci by SBD
N510 - EASD 2025 - Resmetirom: Primeiro tratamento aprovado para MASH - Dhiãnah Santini e Fernando Valente by SBD
Neste episódio do Check-up Semanal, você confere os principais destaques da Clínica Médica no Portal Afya, incluindo atualizações em diabetes tipo 2, uso de metformina, manejo de fluidoterapia no CTI e mais. Um resumo direto, prático e ideal para sua atualização semanal.Artigos mencionados:• Tratamento do DM2: Atualização da diretriz da Sociedade Brasileira de Diabetes• Fluidoterapia no CTI: Qual o papel da ultrassonografia?• Metformina em DRC avançada: interromper ou continuar o tratamento?• Nutrição enteral: um foco para a medicina interna• Aspirina na DAC crônica de pacientes que necessitam de anticoagulação oral
Por que recorrer ao Cannabis Medicinal? Mergulhamos na crise invisível que levou à decisão e na realidade do tratamento no Brasil: ele é acessível? É legal? Desmascaramos o estigma e as perguntas que ninguém faz.Contei em detalhes o que mudou na primeira semana de uso, quais foram os impactos no sono, na ansiedade e na clareza mental. Uma conversa honesta e necessária sobre saúde e as barreiras que ainda persistem.Apoie o Podcast - https://apoia.se/sincerasilusoesChave Pix podcast@alesantos.mehttps://app.picpay.com/user/savagefiction
O Dr. Jader Ricco explica quando a endometriose intestinal exige abordagem cirúrgica, os métodos diagnósticos e os principais desafios do manejo. Aperte o play e entenda os pontos essenciais!
Alexandre Garcia compara as prisões de Lula e Bolsonaro, comenta a ordem de prisão de Ramagem e questiona o notável saber jurídico de Messias
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Somente em 2023, o câncer de próstata causou a morte de mais de 17 mil homens. Segundo o Ministério da Saúde, a doença é responsável por cerca de 57 mortes por dia no Brasil.Entretanto, quando diagnosticado precocemente, o câncer de próstata pode ter até 90% de chances de cura. Graças aos avanços tecnológicos, as possibilidades de detecção precoce e as opções de tratamento estão cada vez mais amplas.Neste episódio do DrauzioCast, o dr. Drauzio Varella conversa com o dr. Diogo Rosa, oncologista e urologista da Rede Américas, sobre a importância do diagnóstico precoce, e com o dr. Rafael Coelho, um dos maiores especialistas do mundo em cirurgia robótica aplicada à urologia, sobre as inovações tecnológicas que vêm transformando o tratamento dos pacientes.Conteúdo produzido em parceria com a Rede Américas.Veja também: Rastreamento do câncer de próstata: o que dizem as entidades médicas?