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Após quase 15 anos da Lei de Cotas, o cenário das instituições federais de ensino superior mudou a partir do ingresso cada vez maior de estudantes pretos e pardos e com diferentes realidades socioeconômicas. Entretanto, a insuficiência das políticas de assistência ainda é uma das principais barreiras que dificultam a conclusão da graduação. A Rádio UFRJ convidou os professores e escritores Djamila Ribeiro e Luiz Antonio Simas, que participaram da sexta edição da Rio Innovation Week, para debater essa questão. Reportagem: Sophia SantanaEdição: Vinícius Piedade
A alta do preço do petróleo provocada pelo conflito no Oriente Médio reacende o debate sobre a transição energética. Especialistas avaliam que crises como essa incentivam investimentos em fontes renováveis, mas alertam que o mundo ainda deve depender do petróleo por muitas décadas.
Há 35 anos, o Brasil criou uma lei para ampliar a presença de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. A chamada Lei de Cotas obriga empresas com cem ou mais funcionários a reservar de dois a cinco por cento dos postos para pessoas com deficiência e beneficiários reabilitados. Mas os números mostram que ainda existe uma grande distância entre a lei e a realidade.
Os choques de petróleo e gás gerados pelas guerras em curso deram a sacudida que faltava para a Europa mexer na sua matriz energética. A Comissão Europeia anunciou um plano para dobrar até 2040 a produção de eletricidade no bloco, estagnada em apenas 23% do consumo de energia final, ainda amplamente dominado pelas fontes fósseis. Lúcia Müzell, da RFI em Paris O grande desafio será baixar e estabilizar o preço da eletricidade, três vezes mais taxada do que o gás, o que a torna mais cara. Para isso, serão necessárias novas fontes de financiamento para os investimentos nas infraestruturas dos sistemas energéticos europeus, historicamente focados no petróleo, no gás e no carvão. “Isso é realmente o cerne da coisa”, frisa Nicolas Berghmans, diretor do programa de Novas Políticas Industriais do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Relações Internacionais (Iddri), em Paris. “Quando olhamos para o resto do mundo, a China, a Coreia e o Japão já atingiram taxas de 30% e seguem aumentando rapidamente a dinâmica de apoio à eletricidade no seu mix. Isso mostra que é perfeitamente possível caminhar nessa direção e que é rentável, mas requer alguns ajustes.” Mudança vem pelo bolso Apesar de o bloco europeu ter metas ambiciosas de descarbonização, a maioria das economias ainda tem uma forte dependência das importações de combustíveis fósseis. O novo Plano de Ação para a Eletrificação é uma reação a essa vulnerabilidade. Desde o bloqueio de Ormuz, no Irã, a conta da energia subiu € 50 bilhões na União Europeia, com impacto para a estabilidade econômica dos Estados e seus cidadãos. Neste contexto, o estímulo à eletrificação se tornou uma prioridade para Bruxelas, principalmente para os setores altamente consumidores de energia, como transportes, construção civil e indústria. O objetivo é conseguir cortar em 70% o uso de gás no bloco – substituindo, por exemplo, caldeiras de aquecimento dos prédios ou fornos industriais por modelos elétricos. “Uma das soluções é eliminar os subsídios aos combustíveis fósseis e transferir para eles parte da carga tributária que existe na eletricidade. Isso desestimularia o uso dos fósseis e garantiria que o impacto de curto prazo nas finanças públicas não seja tão severo, uma vez que se os preços da eletricidade caírem, a arrecadação hoje atrelada a ela também vai diminuir”, observa Berghmans. Ao comentar a incompatibilidade entre o regime fiscal em vigor para a energia com as metas ambientais da UE, o comissário europeu de Energia, Dan Jorgensen, comparou os subsídios às fontes fósseis a “dar açúcar para pacientes diabéticos”. Ele defendeu que os incentivos – que chegaram a 97 bilhões de euros em 2024 – precisam acabar “o mais rapidamente possível”. A Comissão Europeia aponta para a meta de 46% de eletricidade no bloco até o fim da próxima década, mas caberá aos Estados-membros decidirem, nos próximos meses, se aceitam o desafio. Países com maior dependência das fontes fósseis, como Polônia, República Tcheca e Itália, tendem a pressionar por metas mais baixas ou contrapartidas, nas discussões que se sucederão no Parlamento e no Conselho Europeu, ao longo dos dois próximos semestres. Flexibilização do mercado de carbono Antecipando esse cenário, no mesmo dia da apresentação do plano, a Comissão também propôs um relaxamento das regras do mercado de carbono europeu. Os prazos de gratuidade e cotas mais baratas de emissões para diversos setores industriais altamente poluentes serão prorrogados, de 2034 para 2038. Em outras palavras, as empresas terão mais tempo para se descarbonizar. Aurélie Brunstein, analista de indústrias pesadas na organização Réseau Action Climat, ficou decepcionada. Ela acha que a decisão poderá comprometer as metas europeias de 90% de redução das emissões até 2040. “Constatamos que a Comissão Europeia escolheu privilegiar a competitividade industrial em detrimento do clima – e num momento em que acabamos de passar por uma terceira onda de calor. Quando vemos a que ponto ela relaxa a incitação para as indústrias se descarbonizarem, nos questionamos como os Estados farão para atingir os objetivos que foram fixados pela própria União Europeia”, questiona. “O risco é que a pressão que foi colocada sobre as indústrias seja transferida para outros setores, como o transporte, a agricultura, a construção civil e os sistemas de aquecimento”, lamenta Brunstein. Entenda o projeto de mudança Outro aspecto que gerou críticas de organizações ambientalistas é que as companhias poderão adquirir créditos de carbono internacionais a partir de 2036, por meio do financiamento de projetos de descarbonização fora da União Europeia, e esses créditos poderão ser contabilizados na redução de suas emissões. Há mais de 20 anos, o bloco implementou um mercado de cotas de emissões (ETS, na sigla em inglês) para enfrentar a mudança climática. Na prática, as indústrias que mais consomem energia e as companhias de luz devem comprar "permissões para poluir", segundo o princípio de "quem polui, paga", para compensar suas emissões de CO2. O preço da tonelada varia atualmente em torno de € 80. O total de cotas disponíveis no mercado vem sendo reduzido ao longo do tempo para estimular que as indústrias emitam menos. Cotas gratuitas também foram implementadas como incentivo. Elas deveriam ser extintas em 2034, mas agora a Comissão propõe prolongá-las e reduzir o ritmo de eliminação de todas as cotas disponíveis no mercado. “O preço do CO2 precisa ser baixo o suficiente para que as empresas europeias sejam minimamente competitivas e capazes de manter a produção. Mas, ao mesmo tempo, deve ser alto o bastante para impulsionar a descarbonização e permitir que os planos de investimento considerem um preço mínimo por tonelada de CO2 para fecharem o financiamento e a rentabilidade que esperam ter”, salienta Nicolas Leclerc, cofundador do Omnegy, consultoria especializada em descarbonização. Ele avalia que, num contexto em que a indústria europeia se encontra esmagada pela concorrência asiática e por regras ambientais rigorosas, a flexibilização representa um alívio. “Chegou-se a um compromisso, e que vai na direção certa, afinal, não queremos que as empresas europeias fechem e os produtos passem a ser fabricados no exterior, em condições ambientais piores”, ressalta, frisando que as receitas geradas pelo mercado de carbono poderão financiar projetos de descarbonização.
NESTA EDIÇÃO. Cartel aumenta cotas de produção de petróleo para agosto. Motorista terá acesso a histórico de irregularidades de postos em novo aplicativo da ANP. Território disputado entre Argentina e Inglaterra, Ilhas Malvinas vivem expectativa de produção de petróleo. Plano de Transformação Ecológica capta US$5,5 bi e multiplica Fundo Clima em 316 vezes. ***Locução gerada por IA
Episódio postado em 03 de julho de 2026. No Foro de Teresina desta semana, Fernando de Barros e Silva, Ana Clara Costa e Celso Rocha de Barros analisam os novos desdobramentos da crise na campanha presidencial de Flávio Bolsonaro, após Michelle Bolsonaro deixar a presidência do PL Mulher e aprofundar o racha na família e no partido. No segundo bloco, o trio discute os bastidores da disputa pelo legado político de Jair Bolsonaro e as tentativas de Flávio de conter o desgaste provocado pelos conflitos internos do bolsonarismo. No terceiro bloco, os apresentadores tratam da proposta de grandes partidos para alterar as regras de distribuição do Fundo Eleitoral, reduzindo os recursos destinados às candidaturas de mulheres e de pessoas negras. Escalada: 00:00 1º bloco: 05:13 2° bloco: 26:54 3º bloco: 40:45 Kinder Ovo: 55:55 Momento Cabeção: 57:09 Correio Elegante: 1:02:14 Créditos: 01:03:36 Acesse a transcrição e os links citados nesse episódio: https://piaui.uol.com.br/web/ft119 Leia "O publisher missionário", reportagem de Felippe Aníbal sobre a trajetória da Gazeta do Povo e sua influência na direita brasileira: https://piaui.uol.com.br/revista/238/o-publisher-missionario-gazeta-do-povo/ Receba o Caderno do Repórter, newsletter para assinantes da piauí: https://piaui.uol.com.br/newsletter/ Assine a piauí e tenha acesso ao melhor do jornalismo da revista: https://piaui.uol.com.br/assine Quer anunciar no Foro de Teresina? Entre em contato com nossa área comercial: comercial@revistapiaui.com.br. Ficha técnica: Apresentação: Fernando de Barros e Silva, Ana Clara Costa e Celso Rocha de Barros Coordenação geral: Bárbara Rubira Direção: Mari Faria Edição: Bárbara Rubira e da Mariana Leão Produção e distribuição: Maria Júlia Vieira Finalização e mixagem: Pipoca Sound Intérpretes da nossa música tema: João Jabace e Luis Rodrigues Identidade visual: Maria Cecília Marra com arte de Amandadrafts Coordenação digital: Bia Ribeiro e Juliana Jaeger Checagem: Ethel Rudnitzki Gravado no Estúdio Rastro Redes Sociais: Fábio Brisolla, Emily Almeida e Isa Barros. Vídeos: Isa Barros e Fernanda Catunda
Cenário de pressão na arroba pode ser revertido com oferta controlada de animais, alerta analista
O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou uma ação civil pública exigindo que a Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein passe a aplicar o sistema de cotas raciais em seus processos seletivos para programas de residência médica.A demanda é fundamentada nos incentivos e parcerias públicas mantidos pela instituição.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #MPF #HospitalAlbertEinstein #CotasNaMedicina #ResidenciaMedica #JusticaFederal #DireitoEsaude #MedicinaBrasil #AcaoDireta #DebateSobreCotas #PodcastDeNoticias #Atualidades #Noticias #SaudeEPolitica #EmAlta #Tendencias #Debate #Internet #Brasil #PoliticasAfirmativas
O encerramento da safra da tainha para a modalidade de arrasto de praia tem gerado surpresa e revolta entre pescadores artesanais de Santa Catarina. A decisão foi comunicada pelo Ministério da Pesca e Aquicultura no último domingo (7), após a cota coletiva atingir 90% do limite autorizado para a temporada de 2026. A medida, de caráter preventivo, está prevista em portaria que estabeleceu um limite máximo de captura de 8.168 toneladas para as regiões Sul e Sudeste do Brasil, volume cerca de 20% superior ao autorizado no ano passado. Mesmo assim, diversas comunidades pesqueiras afirmam que praticamente não tiveram oportunidade de capturar o pescado. Em entrevista ao programa Cruz de Malta Notícias desta terça-feira (9), a presidente da Colônia de Pesca Z-33, que representa pescadores da região de Balneário Rincão e Jaguaruna, Maria Aparecida Luciano, explicou que a cota coletiva foi definida com base em estudos técnicos voltados à preservação da espécie. No entanto, segundo ela, a distribuição das capturas ocorreu de forma desigual entre as diferentes regiões do litoral. De acordo com a presidente, o avanço de tecnologias como drones e radares aumentou significativamente a eficiência da pesca em determinados locais, possibilitando grandes capturas, especialmente na região de Florianópolis. Enquanto isso, comunidades tradicionais do Sul catarinense ficaram praticamente sem acesso ao recurso, mesmo antes do encerramento da safra. Maria Aparecida também defendeu a adoção de políticas públicas que valorizem o pescado artesanal e ofereçam melhores condições de comercialização e infraestrutura aos pescadores, fortalecendo a atividade e garantindo renda para as famílias que dependem da pesca. Além disso, ela informou que existe uma articulação para tentar o remanejamento de eventuais sobras de cotas de outras modalidades de pesca. A expectativa é que essa redistribuição permita a retomada das atividades por pescadores que ainda não conseguiram realizar suas capturas nesta temporada. Ouça a entrevista completa:
Marcelo Branco - Secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação - Programa Casa Paulista
Quais são os erros que faz você cair na Alfândega ao voltar de uma viagem internacional? Quem nunca sentiu aquele frio na barriga ao passar pelo "Nada a Declarar"? No episódio de hoje, mergulhamos nos bastidores da alfândega nos maiores aeroportos do Brasil.Conversamos com Marcelo Conceição, Auditor Fiscal Chefe da Divisão de Conferência de Bagagem da Receita Federal do Aeroporto de Guarulhos, e Patrícia Miranda, Auditora Fiscal Delegada do Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. Eles inclusive estarão na próxima temporada do famoso programa "Aeroporto: Área Restrita".Você vai entender de uma vez por todas como funcionam os limites de isenção, as cotas para compras no exterior e o que realmente acontece quando alguém é parado no raio-x.Neste episódio, você vai descobrir:Cotas e limites: O que pode e o que não pode? Como não ser pego de surpresa. O raio-X não mente: O que os fiscais realmente buscam nas malas.Tudo sobre multas: Qual o imposto e quando o bem pode ser retido.Apreensões: O que acontece com os itens apreendidos?Mitos X Realidade: Trazer dois iPhones é permitido? Posso dividir a cota pela família?Esse episódio é um guia essencial pra você que viaja pro exterior e traz aquelas comprinhas para o Brasil. Evite dores de cabeça e prejuízos ao desembarcar.Mais informações: Guia do Viajante da Receita FederalGostou desse episódio? Siga ou inscreva-se o podcast e já compartilhe com quem está com viagem marcada para o exterior.*** Imagem de capa gerada por IA
Analista alerta para período nebuloso de preços da arroba do boi entre maio e agosto
Falo sobre recente decisão da UFMG de abrir vagas adicionais para pessoas trans/travestis e a Ação Popular que foi proposta contra a medida. Discuto a diferença entre vaga adicional e cotas e o que significa o direito à igualdade.
Para analista, movimento é exagerado diante de um cenário crítico para a economia chinesa com a taxação da carne brasileira
Preconceito, barreiras dentro dos partidos, a dupla jornada de trabalho das mulheres estão entre os motivos para que, eleições após eleições, os partidos não cumpram as Cotas de Gênero.
Fator China deve estar no radar dos pecuaristas porque pode influenciar diretamente nos preços da arroba , tanto para cima quanto para baixo
No quadro PRODUÇÃO X PRODUTIVIDADE , o lançamento da BRS Carinás, a primeira cultivar brasileira de Brachiaria decumbens da Embrapa
O Supremo Tribunal Federal formou maioria para derrubar a lei de Santa Catarina que proíbe o uso de cotas raciais e outras ações afirmativas em instituições de ensino superior que recebem recursos do Estado. O placar chegou a 7 a 0 com o voto do ministro Edson Fachin, acompanhando o relator Gilmar Mendes. O julgamento segue no plenário virtual até esta sexta-feira (17), mas a maioria já garante o resultado. Essas e outras notícias que foram destaque nesta quinta-feira, 16 de abril, você ouve no Giro de Notícias!
Já está no ar o novo episódio do STJ No Seu Dia, que analisa o entendimento do Superior Tribunal de Justiça sobre a destinação do capital segurado nos contratos de seguro de vida em que há indicação de beneficiários com cotas definidas.No programa, o STJ destaca a jurisprudência da Terceira Turma segundo a qual, quando um dos beneficiários falece antes do segurado, a parte que lhe caberia não pode ser transferida ao beneficiário sobrevivente, devendo ser destinada aos herdeiros do segurado, conforme o artigo 792 do Código Civil. O episódio também explica a diferença jurídica entre a indicação conjunta de beneficiários e a fixação de percentuais específicos na apólice.Em conversa com o jornalista Thiago Gomide, o advogado Thiago Garcia comenta os fundamentos jurídicos dessa orientação, a importância da vontade expressa do segurado na interpretação dos contratos de seguro de vida e os impactos práticos dessa jurisprudência para seguradoras, beneficiários e operadores do direito.STJ No Seu Dia Com entrevistas em linguagem acessível sobre questões institucionais ou jurisprudenciais do Tribunal da Cidadania, o podcast é veiculado às sextas-feiras, às 21h30, na Rádio Justiça (104,7 FM – Brasília), e também está disponível no canal do STJ no Spotify e em outras plataformas de áudio.
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Desde a sanção da Lei de Cotas, em 2012, mais de 1,1 milhão de estudantes ingressam no ensino superior; entre eles a médica quilombola Marina Barbosa. A baiana fala sobre a sua trajetória e a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, explica como essa política pública transformou o perfil da universidade brasileira. Sonoras:
María Santos nos trae el tiempo de esta semana. La Semana Santa comenzará este fin de semana, y el tiempo se presenta inicialmente frío y con algunas precipitaciones en puntos del norte y este aunque de cara a jueves y viernes santos la tendencia parece señalar que la estabilidad será la tónica dominante en España. Sin embargo parece que el arranque de la Semana Santa en algunas zonas podría llegar marcado por la lluvia y la nieve en cotas relativamente bajas. Además, no hay que olvidar que este fin de semana cambiamos la hora la madrugada del sábado al domingo, adelantando los relojes 1 hora. Hoy esperamos que el paso de un frente frío por el norte peninsular aumente la nubosidad y las precipitaciones, que serán especialmente frecuentes en el tercio norte de la península y las islas Baleares. Las más copiosas se pueden registrar entre el litoral de Cantabria y el País Vasco y, posteriormente, en algunas zonas de lasislas de Menorca y Mallorca. Tampoco se descartan algunas precipitaciones en otras zonas del este de la península a medida que durante el fin de semana se vaya colando aire mucho más frío. En cuanto a las temperaturas, algunas capitales del norte no pasarán de un solo dígito, mientras que en las del sur y Canarias sí se espera que el mercurio pueda llegar a los 20ºC. El viento, sin embargo, se encargará de hacer que la sensación de frío sea mucho más baja de lo que registran algunos termómetros, sobre todo en zonas del norte y este de la península y en las islas Baleares. En los días de pascua veremos una subida de temperaturas, dada la disposición de la dorsal, el aire sería más cálido en el oeste y centro peninsular, fruto de la subsidencia (que provoca calentamiento de la masa de aire). En el este, además de haber menos subsidencia, el flujo sería en cierta medida del norte, haciendo que hubiera una masa de aire más fría. Así pues, las máximas, durante la tarde del jueves santo, podrían alcanzar o superar los 20 ºC en casi todo el territorio, con la excepción de puntos del este del país y las islas Baleares. En zonas del centro, sur y oeste se podrían alcanzar máximas de entre 24 ºC y 26 ºC. Serían más probables en Galicia, Extremadura y Andalucía. El viernes podría llegar algo de inestabilidad por el cantábrico pero parece claro que esta Semana Santa será más tranquila que las de años previos, con pocas precipitaciones y temperaturas con oscilaciones entre frescas y suaves, en función del momento del período festivo.
Falo sobre o PL.663/26 que quer abolir cotas por cor, etnia e gênero nos concursos públicos da Administração Pública direta e indireta de Belo Horizonte. Falo sobre a inconstitucionalidade do projeto e o abuso do processo legislativo.
A Libra deu um passo importante nas negociações sobre a divisão das cotas de TV após reunião entre Flamengo e Bahia no Rio de Janeiro.Neste vídeo, explicamos o que foi discutido, o impacto para os clubes e como esse movimento pode mudar o futebol brasileiro.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @SiteSerFlamengoINSTAGRAM I @SiteserFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #Libra
In this week's episode of FOX Rehabilitation's Live Better Longer podcast, FOX Regional Director John Dominski, PT, DPT, OCS, COMT, joins the conversation to explore the future of healthcare and the evolving role of physical therapists, occupational therapists, and speech-language pathologists. John shares why the profession must continue shifting from reactive care to proactive, preventative models—and how PTs can function as primary care providers of functional health. He paints a vision of a system that fully integrates PTAs, COTAs, and fitness specialists to support patients across the lifespan. The discussion unpacks the idea of “flipping the funnel,” emphasizing early intervention over downstream treatment. John also speaks directly to students and clinicians on preparing for this shift, changing long‑held mindsets, and advocating for the value of PT amid ongoing Medicare cuts.
In this week's episode of FOX Rehabilitation's Live Better Longer podcast, FOX Regional Director John Dominski, PT, DPT, OCS, COMT, joins the conversation to explore the future of healthcare and the evolving role of physical therapists, occupational therapists, and speech-language pathologists. John shares why the profession must continue shifting from reactive care to proactive, preventative models—and how PTs can function as primary care providers of functional health. He paints a vision of a system that fully integrates PTAs, COTAs, and fitness specialists to support patients across the lifespan. The discussion unpacks the idea of “flipping the funnel,” emphasizing early intervention over downstream treatment. John also speaks directly to students and clinicians on preparing for this shift, changing long‑held mindsets, and advocating for the value of PT amid ongoing Medicare cuts.
In this week's episode of FOX Rehabilitation's Live Better Longer podcast, FOX Regional Director John Dominski, PT, DPT, OCS, COMT, joins the conversation to explore the future of healthcare and the evolving role of physical therapists, occupational therapists, and speech-language pathologists. John shares why the profession must continue shifting from reactive care to proactive, preventative models—and how PTs can function as primary care providers of functional health. He paints a vision of a system that fully integrates PTAs, COTAs, and fitness specialists to support patients across the lifespan. The discussion unpacks the idea of “flipping the funnel,” emphasizing early intervention over downstream treatment. John also speaks directly to students and clinicians on preparing for this shift, changing long‑held mindsets, and advocating for the value of PT amid ongoing Medicare cuts.
O Sport já conhece seu adversário na 2ª fase da Copa do Brasil: a Desportiva Ferroviária. No programa, Fred Figueiroa e Cassio Zirpoli detalham datas, mandos de campo, valores das cotas, formato do confronto e o impacto financeiro e esportivo para o Leão. Análise completa do cenário do mata-mata, projeções para a campanha rubro-negra e […]
O Fortaleza já tem adversário definido na Copa do Brasil: o Maguary. No programa, Fred Figueiroa e Cassio Zirpoli detalham datas, mandos de campo, valores das cotas e o cenário do confronto que vale vaga na próxima fase. Análise do impacto financeiro, projeções para o Laion no mata-mata e os pontos de atenção do duelo. […]
O Ceará já conhece seu rival na Copa do Brasil: o Primavera. No programa, Fred Figueiroa e Cassio Zirpoli destrincham datas, mandos de campo, valores das cotas e o que esperar do confronto decisivo. Análise do cenário do Vozão no mata-mata, impacto financeiro da classificação e os principais pontos de atenção do duelo. Vem conferir […]
Nesse episódio o nosso analista Wagner Yanaguizawa traz um resumo sobre o recente anúncio do México aplicando cotas de importação o que afetará diretamente as exportações Brasileiras de carne bovina e suína, assim como a atual situação da "bicheira do Novo Mundo" (NWS). Consulte nosso disclaimer em https://www.rabobank.com.br/conhecimento/disclaimer/011483208/disclaimer para saber sobre as limitações do conteúdo publicado neste podcast.
Convidado: Luiz Augusto Campos, professor do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da UERJ e coautor do livro "O Impacto das Cotas". O Tribunal de Justiça de Santa Catarina suspendeu, por decisão liminar, a lei sancionada pelo governador Jorginho Mello que proíbe cotas raciais e outras ações afirmativas em universidades e empresas que recebem recursos do estado. A medida interrompe, ao menos temporariamente, a aplicação da norma aprovada pela Assembleia Legislativa no fim de 2025. Além da suspensão no TJ-SC, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, deu prazo de 48 horas para que o governo catarinense e a Alesc prestem esclarecimentos sobre a lei. O episódio ocorre mais de uma década depois da aprovação da Lei de Cotas, em 2012, que mudou o perfil das universidades brasileiras, como explica Luiz Augusto Campos, professor do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da UERJ. Em conversa com Natuza Nery, ele, que é coautor do livro "O Impacto das Cotas", analisa a constitucionalidade da lei e afirma: ela é um "atropelo ao pacto federativo brasileiro".
PicPay faz seu IPO nesta quinta-feira, o primeiro de uma empresa brasileira desde 2021. Veja o que se sabe sobre a morte de corretora de imóveis em Caldas Novas. Cotas raciais proibidas em SC: o que diz a lei aprovada no estado, suspensa pelo TJ e questionada no STF. Câmara dos Deputados abre inscrições para concurso público com salários de R$ 21 mil; veja detalhes. Resultado da chamada regular do Sisu 2026 está disponível; saiba como consultar. Prazo de inscrição do Prouni do 1º semestre termina nesta quinta; saiba quem tem direito à bolsa.
Entrevista com Ricardo Matheus, professor da UNESP e co-autor de um estudo pioneiro sobre o desempenho acadêmico de estudantes cotistas e não-cotistas. Conversamos sobre os resultados que mostram, entre outras coisas, que estudantes cotistas são admitidos com notas mais baixas no vestibular que não-cotistas e que seu desempenho durante o curso tende a ser menor, pelo menos em disciplinas e cursos com maior demanda cognitiva. Discutimos a relação desses resultados com a teoria da inteligência, as pressões políticas, a formação da elite cognitiva brasileira, como a universidade é e como deveria ser, entre outros tópicos.
Mais um conteúdo no ar! Fred Figueiroa e Cássio Zirpoli desbravam mais ainda a temporada 2026 do Brasileirão, trazendo agora a distribuição dos times nas ligas, como vão ser as transmissões dos jogos e cotas para os clubes. Ouça agora ou quando quiser!
Confira o Fechamento de Mercado desta quarta- feira (07)
Cenário é valido para o primeiro semestre do ano por conta de China acelerando compras, EUA avançando na demanda e oferta contida por pecuaristas brasileiros
Deputados do PL são alvo de operação contra desvio de cotas parlamentares. Entenda os bastidores da cassação do mandato de Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem. Suspeito de ataque da Universidade Brown é encontrado morto. Piloto da Nascar Greg Biffle, mulher e filhos morrem em acidente aéreo. O que fazer se a segunda parcela do 13º não cair na conta.
A Série C vem para 2026 com um novo regulamento, mudanças geográficas, alterações nas cotas de TV e nos direitos de transmissão, novos clubes e muito mais. Debatendo tudo isso, o Ice e o Fire. Venha conosco nessa jornada pela nova Série C. Fred Figueiroa comandou o programa e contou com os comentários de Cassio […]
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Você já parou para pensar em qual é a relação entre a Beyoncé e a inclusão no mercado de trabalho?
11 de outubro é o Dia Nacional da Pessoa com Deficiência Física e, para falar mais desse tema que é tão importante para o mundo corporativo e para a sociedade, criamos a temporada Caos, carreira e capacitismo.
Federico y Luis F. Quintero comentan la apertura del parqué madrileño.
O cinema brasileiro vive um paradoxo: enquanto ganha prestígio internacional com prêmios no Oscar, no Globo de Ouro e nos principais festivais do mundo, enfrenta, dentro de casa, uma série de desmontes e entraves estruturais. No episódio de hoje, mergulhamos nessa contradição entre o brilho lá fora e a luta por sobrevivência aqui dentro.A discussão parte do sucesso de “Ainda Estou Aqui” - vencedor do Oscar de Melhor Filme Internacional - e de outros títulos que levaram o Brasil de volta ao centro da cena global. Mas esses feitos são frutos de políticas públicas do passado, e não o reflexo de um presente estável. O episódio traz um panorama do atual estado da indústria audiovisual brasileira, que gera bilhões e emprega milhares, mas opera à base de insegurança e precarização.Abordamos também os esforços de regulamentação em curso. O PL 2.331/2022, já aprovado no Senado e agora em análise na Câmara dos Deputados, propõe regras para o setor audiovisual. O PL 8.889/2017 busca estabelecer cotas de investimento em conteúdo nacional por parte das plataformas de streaming, enquanto o PL 2.768/2022 pretende atribuir à Anatel a regulação do funcionamento dessas plataformas digitais. Apesar de essenciais, esses projetos enfrentam forte lobby e disputas setoriais, correndo o risco de se tornarem ineficazes diante da rápida evolução tecnológica e da ausência de fiscalização robusta.Rafael Arinelli, Thiago Guimarães e Daniel Cury analisam como o audiovisual brasileiro pode deixar de ser exceção e se tornar regra: diverso, acessível e soberano.Dá o play e venha refletir com a gente sobre o futuro de uma das maiores forças criativas do país - que só precisa de espaço, política e vontade para florescer.• 03m37: Pauta Principal• 1h19m53: Plano Detalhe• 1h34m44: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos padrinhos: • Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Flavia Sanches• Gabriela Pastori Marino• Guilherme S. Arinelli• Thiago Custodio Coquelet• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• Facebook: https://bit.ly/facebookcinemacao• BlueSky: https://bit.ly/bskycinemacao• Instagram: https://bit.ly/instagramcinemacao• Tiktok: https://bit.ly/tiktokcinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir R$30,00, você terá acesso a conteúdo exclusivo e muito mais! Não perca mais tempo, torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Daniel): Livro: Clubes de leitura: Uma aposta nas pequenas revoluções• (Daniel): Livro: Caderno proibido• (Thiago): Livro: O grande desatino• (Thiago): Livro: Discursos, políticas e ações• (Rafa): Youtube: Existe futuro para o CINEMA BRASILEIRO?• (Rafa): Site: https://vod12.com.br/• (Rafa): Podcast: Tantos Tempos - Denise Fraga e Marcelo Gleiser Edição: ISSOaí
Santiago González comenta cómo El País cuenta el secuestro del yerno de Edmundo González Urrutia y comentarios de tonnntos patrios.