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Ciência
Hidratação é palavra de ordem durante vagas de calor

Ciência

Play Episode Listen Later Jun 22, 2026 10:17


A Europa está a ser atingida por uma vaga de calor intensa que deve continuar, pelo menos, até quinta-feira. De forma a afrontar as altas temperaturas, a hidratação resta uma arma importante, assim como uma exposição mínima ao sol, adaptação de horários de saídas e prática de desporto limitada e adaptada.   Em várias capitais europeias os termómetros vão chegar quase aos 40 graus, levando ao encerramento de escolas, suspensão de trabalho ao ar livre e cancelamento de comboios, tudo devido ao calor. Em França este é o segundo fenómeno extremo de calor em 2026, estando a bater recordes devido à duração e às temperaturas máximas atingidas, levando a cuidados reforçados com as crianças e com os idosos, mas lançando também um alerta de prevenção a toda a população.  Maria Castro, médica de Medicina Geral e Familiar em Portugal, explicou em entrevista à RFI o impacto das temperaturas extremas no corpo humano e o que acontece quando somos expostos a altas temperaturas de forma prolongada. "O nosso corpo funciona ali à volta dos 37 graus e acaba por ter mecanismos para dissipar o calor. O corpo tenta então, através da transpiração e da dilatação dos nossos vasos sanguíneos mais ao nível superficial da pele, dissipar o calor. No entanto, quando a temperatura se torna mesmo muito elevada, tudo isto pode não ser eficaz, ou seja, pode não ser o suficiente e a nossa temperatura corporal começa mesmo a aumentar. Com este aumento da temperatura, vai haver aqui um reforço cardiovascular porque o corpo continua a tentar combater o calor e pode ocorrer mesmo também aquilo que se chama a desidratação. Esta desidratação vai dar alguns sinais e esses sinais de alarme, os principais, passam por uma sensação de sede intensa, boca seca, uma sensação de fraqueza fora do normal, sensação de tonturas, até mesmo dores de cabeça. Às vezes até pode mesmo ocorrer a sensação de uma náusea ou até algum episódio de vómito. A pessoa pode mesmo ter a sensação de palpitação, porque o nosso esforço cardiovascular vai aumentar, que a frequência cardíaca e é possível que a gente sinta em palpitação. E tudo isto pode se tornar mais grave, até mesmo com confusão mental, desorientação, eventualmente uma perda de consciência", explicou Maria Castro. Estima-se que em França, 90% da população esteja a ser afectada por esta vaga de calor e o alerta vermelho cobre também uma grande parte do país, levando a uma vigilância reforçada e conselhos permanentes à população. "Começando logo pela questão de beber água. No fundo nós estamos, de certa forma, mal habituados. Só bebemos água quando temos sede e mesmo sem ser nas ondas de calor, isso acaba por ser um erro. Mas principalmente nestas alturas devemos tentar ir bebendo água ao longo do dia sem esperar pela sensação de sede, até porque às vezes nem nos apercebemose não estamos muito alerta para esta sensação e confundimos até, às vezes com fome. Por exemplo, os idosos até perdem mesmo fisiologicamente esse mecanismo. Então é importante irmos mantendo a hidratação e não esperar pela sensação de sede", aconselhou a médica. Tanto em Paris, como Madrid ou Lisboa, e sem esquecer que decorre actualmente um Mundial de Futebol do outro lado do Atlântico, muitos atletas continuam a sua prática seja de corrida, levantamente de pesos ou desportos de equipa mesmo durante as vagas de calor. Maria Castro lembra que é importante continuar a praticar desporto, mas que deve os esforços têm de ser adaptados. "No que diz respeito à prática de exercício, se a prática for a uma hora de muito calor, devemos alterar. Deve ser reduzido o prolongamento de exposição ao sol. [...] Obviamente [em eventos profissionais] estamos a falar de adaptação por parte das organizações [desportivas]. E no fundo, a nível de tempo aqui do Mundial, seria importante adaptar os horários, aumentar o período de pausa para a ocorrência de hidratação, monitorização médica das condições do atleta. Mas a nível de sinais de alarme penso que a população que até os conhece melhor serão exactamente os atletas", concluiu.

Audios de Iglesia Bíblica Las Condes

Amados hermanos: «Y estas palabras que yo te mando hoy, estarán en tu corazón; y las repetirás a tus hijos, y hablarás de ellas estando en tu casa, y andando por el camino, y al acostarte, y cuando te levantes.» — Deuteronomio 6:6-7 Dios no solo entrega mandamientos y reglas a su pueblo, sino que responsabiliza de entregar estas enseñanzas, más que al oído de sus hijos, al corazón de ellos. Primero, las enseñanzas de Dios debían estar en el corazón de los padres («estarán en tu corazón»), luego, estos debían entregarlas a sus hijos formando parte del andar y del vivir cotidiano, en la casa, en el camino, y no solo en momentos muy especiales, sino que desde el despertar hasta el momento de acostarse. La presencia de Dios y su voluntad debían estar presentes en la atmósfera misma que se respiraba en cada hogar, no solo en la sinagoga o el templo, no solo durante ceremonias o conmemoraciones especiales, sino todo el tiempo. Han pasado los años. Hoy no estamos en la dispensación legal sino en la de la gracia, no obstante, el principio sigue siendo el mismo para los padres cristianos: tenemos la responsabilidad de alimentar en nuestros hijos el amor hacia Dios, entregarles el conocimiento bíblico y lo que es Su voluntad para con ellos, además de corregir cualquier desviación de las normas divinas. Obviamente, que todo lo anterior será solo un buen intento si primero nosotros, los padres, no experimentamos la satisfacción y la disciplina propia del andar en Cristo. Los padres estamos comisionados, responsabilizados de la formación espiritual de nuestros hijos, formación que influirá en sus emociones, en sus elecciones, en sus relaciones, incluso, en su salud física y mental. «Y vosotros, padres, no provoquéis a ira a vuestros hijos, sino criadlos en disciplina y amonestación del Señor.» — Efesios 6:4 Pastor Sergio Oschilewski Malinowski Iglesia Bíblica Las Condes

Alfonso Aguirre
#89: The Secret History: el libro que se volvió mi favorito

Alfonso Aguirre

Play Episode Listen Later Jun 17, 2026 58:00


Es muy raro pero sofisticado. La portada es elegante y perfecta. Hay 5 estudiantes obsesionados con el griego. Se publicó en los 90s. Ya es un clásico. Su autora publica un libro cada diez años. Y estoy obsesionado! Lo leí en la madrugada sin querer que terminara y ahora meses después sigo sin poder sacármelo de la cabeza. Está escrito con un estilo que me tiene impresionado: con elegancia y una inteligencia que nunca había leído. Donna Tart (la autora) tarda una década escribiendo cada libro cuidando cada detalle. Este fue el primer libro que publicó y fue best seller al instante. Este libro rompe todas las reglas: el final lo sabes da desde el principio. Es una historia en reversa. Aquí desglozo cómo llegué al libro, por qué decidí leerlo, qué fue lo que de verdad me atrapó y por qué terminó siendo mi nuevo favorito #1. Obviamente incluí el primer capítulo para que escuches exactamente lo que yo leí cuando lo abrí y todo lo que descubrí de la escriora investiando su historia. Escúchalo con café, caminando, manejando o en un día nublado   

Artes
Biblioteca Nacional de França mostra mapas portugueses como objectos de poder, imaginação e controlo

Artes

Play Episode Listen Later Jun 17, 2026 9:51


A Biblioteca Nacional de França organiza uma exposição sobre mapas, mostrando alguns exemplares portugueses do século XVI. São mapas que mostram o Mundo conhecido, mas que representam também o desconhecido, com todos os mitos e já algumas marcas de crenças que se vão perpetuar nos séculos seguintes marcados pelo colonialismo. Um mapa serve para orientar, guiar e percorrer um caminho até ao ponto de chegada. Olhamos para os mapas, agora nos nossos telemóveis, para nos assegurarmos que fazemos o percurso mais curto ou traçamos a rota mais directa. Mas tempos houve em que os mapas misturavam mundos fantásticos, certezas matemáticas e vontades políticas. Na exposição “Cartes Imaginaires” ou “Mapas Imaginários”, patente na Biblioteca Nacional de França, ou BnF, em Paris, até 19 de Julho, o departamento de mapas desta instituição retraça os primórdios dos nossos mapas modernos, com exemplares desde o século XIV até aos mapas reinterpretados por artistas contemporâneos.  Na primeira parte da exposição, chamada “Mundos Inexplorados” figuram grandes cartógrafos portugueses ou ao serviço dos reis portugueses. Entre o acervo mostrado ao público está o Atlas Miller, um atlas que data de 1519 e foi elaborado pelos cartógrafos Lopo Homem, Pedro Reinel e Jorge Reinel ilustrado pelo miniaturista António de Holanda. Este mapa exaustivo para a sua época traça o Oceano Atlântico Norte, a Europa do Norte, Madagáscar, ou ainda o Brasil. Terá sido oferecido pelo Rei D.Manuel a Francisco I de França. Para as comissárias da exposição Julie Garel-Grislin et Cristina Ion, este é um trabalho de precisão, confirmado com certezas matemáticas e também imaginação à mistura. “Eles faziam bem o seu trabalho. O que é interessante sobre esta exposição, e falando especificamente sobre os mapas portugueses e, em particular, temos o Atlas de Miller, que foi produzido em 1519, é que podemos ver que há mapas que são muito precisos e outros que são muito menos. É verdade que a precisão dos mapas que apresentamos é muito desigual No entanto, por exemplo, no que diz respeito às linhas costeiras, exploradas já há muitos anos pelos ocidentais, temos uma linha bastante precisa e ela também é o resultado do trabalho colaborativo de todos os navegadores”, explicou a comsisária Julie Garel-Grislin. “Esta cartografia marítima era, acima de tudo, uma cartografia de experiências, portanto não era, estritamente falando, uma cartografia matemática, como a cartografia que seria herdada da chegada ao Ocidente da geografia de Ptolomeu. Mas isso não significa que as duas tradições sejam mutuamente exclusivas; pelo contrário, a tradição da cartografia matemática e a tradição da cartografia, digamos, empírica, realmente complementam-se e enriqueceram-se mutuamente. Elas interagiam e os atlas que circularam com a geografia de Ptolomeu tinham ido buscar referências da cartografia marítima. Já os mapas náuticos foram buscar à geografia matemática questões de escala ou o clima”, complementou Cristina Ion. “Se pensarmos no continente africano, é preciso saber que os mapas feitos pelos portugueses, em particular, foram retomados, reformulados e assim por diante. E isto aconteceu até ao período moderno. Os mapas feitos pelos portugueses tinham uma enorme influência, o que significa que teríamos um mapa que seria copiado e disseminado entre todos os cartógrafos europeus. Portanto, no que diz respeito ao Ocidente, os mapas portugueses não são influentes, é algo diferente, Eles são como uma matriz para os outros cartógrafos”, reforçou Julie Garel-Grislin. Mais do que indicar caminhos, o Atlas Miller mostra a fauna e a flora dos continentes assim como as projecções mais ou menos correctas sobre os habitantes de terras longínquas. Estas interpretações do outro levaram a preconceitos que se cristalizaram durante séculos sobre a estratificação dos seres humanos e a capacidades dos povos europeus a reconhecerem a humanidade dos povos autóctones sobretudo em África e na América.  “Estas representações não foram produzidas inicialmente para justificar ou legitimar a escravidão, pois elas são muito mais antigas do que esse flagelo. Obviamente, essas representações têm outras origens. Elas derivam de textos antigos, mas é verdade que elas ajudaram a construir uma certa maneira de olhar para a África, para as pessoas que vivem lá, e, claro, num certo sentido, a tornar a escravidão talvez mais fácil de pensar, de aceitar, de praticar para os países colonizadores”, afirmou Julie Garel-Grislin. “A presença dessas criaturas híbridas nos mapas deve-se principalmente a textos antigos, particularmente à “História Natural” de Plínio, o Velho, escrita no I século depois de Cristo e que foi transmitida pelo enciclopedismo medieval e que levou a colocar monstros nos mapas. Isso não era, de forma alguma, uma maneira de desumanizar os seres humanos, mas, ao contrário, de mostrar como os monstros faziam parte da criação. Eles não estavam fora do Mundo, estavam no Mundo. Depois, durante o período conhecido como as Grandes Descobertas, começou a haver um encontro real e efectivo entre os europeus e os povos indígenas, especialmente do continente americano. Com toda a ambiguidade e o debate que surgia já nos textos da época, à volta da natureza, desses povos que eram ao mesmo tempo adornados com todas as virtudes da antiguidade e considerados como selvagens que comiam carne humana e ignoravam a salvação da alma. Mesmo nessa altura já havia debates que denunciam a violência da colonização europeia e, paradoxalmente, em última análise, a escravidão em larga escala e a exploração colonial maciça de outros continentes pelos europeus”, explicou Cristina Ion. Se no início do período das grandes descobertas, estas representações tinham um sentido quase religioso e a necessidade de representar o desconhecido, rapidamente, e com a prática da escravatura em massa, muitos destes mapas foram sendo alterados e substituídos por grandes espaços brancos. Espaços brancos convidavam à aventura, à conquista, ou seja, à colonização. Nos séculos XV e XVI, os mapas constituíam um símbolo de conhecimento e estatuto de um país, mas sobretudo uma ferramenta de poder para os monarcas em pleno período de Descobertas. “É um facto. Sabemos muito bem que os mapas, especialmente naquela época, eram um instrumento essencial de poder. Claro que os vemos como obras de prestígio, mas eles são instrumentos de Estado, instrumentos de poder, e também podemos ver isso, por exemplo, na questão do Tratado de Tordesilhas. Agora sabemos que, aparentemente, os portugueses estavam mais bem informados do que aparentavam estar”, detalhou Julie Garel-Grislin. “Os mapas eram estritamente controlados pelos Estados e pelos reinos ibéricos, que estavam envolvidos numa competição aguerrida pelo controlo das rotas marítimas. E os mapas eram segredos de Estado. De facto, eles eram guardados a sete chaves e protegidos de espiões, sendo copiados, transmitidos e transportados em segredo”, indicou Cristina Ion. Para a exposição “Mapas Imaginários”, foi preciso escolher entre cerca de um milhão de mapas, 10 mil atlas e 300 globos. Um trabalho de supressão permanente com explica a comissária Julie Garel-Grislin. “Organizar uma exposição foi uma experiência de privação e supressão. Portanto, foi extremamente difícil escolher. Foi mesmo muito complicado. A ideia era encontrar mapas que fossem suficientemente inteligíveis em si mesmos, que também tivessem um apelo estético interessante e que os mapas pudessem interagir uns com os outros. Ou seja, que se encaixassem no itinerário da exposição, que se encaixassem no objectivo intelectual que definimos com a Cristina e que, colocados lado a lado, constituíssem esse diálogo”, declarou Julie Garel-Grislin. A Biblioteca Nacional de França faz um esforço quotidiano de preservação destas obras, muitas delas com mais de cinco séculos, o que significa um investimento permanente nas condições de acondicionamento, no restauro e na conservação. Recentemente, o Departamento de Mapas e Planos mudou-se para as novas instalações, na renovada Biblioteca Richelieu. Esta obra custou quase 270 milhões de euros e as obras duraram 12 anos, com a mudança das colecções para este palácio a ser chamada “a mudança do século” já que foi preciso transportar 42 milhões de objectos entre mapas, moedas ou livros raros e preciosos. “Tem sido um grande esforço nos últimos 10 anos na configuração de um lugar de armazenamento. O departamento de mapas e planos foi transferido para a recém-restaurada Biblioteca Richelieu e aí, nessas novas instalações temos 14 quilómetros para armazenar e bem acondicionar os nossos mapas”, concluiu Cristina Ion. A exposição “Mapas Imaginários”, que inclui também a história de como muitos autores de ficção e não só criaram os Mundos para os seus livros, está patente na Biblioteca François Mitterrand, em Paris, até dia 19 de Julho.

WGospel.com
Corte o mal pela raiz

WGospel.com

Play Episode Listen Later Jun 15, 2026 5:19


TEMPO DE REFLETIR 01796 – 15 de junho de 2026 Mateus 5:29 – Se o teu olho direito te faz tropeçar, arranca-o e lança-o de ti; pois te convém que se perca um dos teus membros, e não seja todo o teu corpo lançado no inferno. O nervo ótico é uma das avenidas através das quais o pecado penetra na mente humana. Cristo disse que o adultério, por exemplo, começa com um olhar impuro (Mt 5:28). Então a solução proposta seria arrancar o olho direito, que, no conceito popular antigo, enxergava melhor. Mas, será que o problema ficaria resolvido? E o olho esquerdo não pode fazer alguém tropeçar? Obviamente, esse conselho de Cristo não deve ser interpretado literalmente, pois nesse caso teríamos um mundo de caolhos. No versículo seguinte Cristo dá o mesmo conselho caso a mão direita fizer você tropeçar: Corte-a fora! Assim, além de caolhos, você teria também uma multidão de manetas. E se você continuar cortando tudo o que o faz pecar, o que sobraria? Orígenes, um dos maiores eruditos da igreja, no século III, combinou esses textos com a declaração de Cristo de que há alguns homens “que a si mesmos se fizeram eunucos, por causa do reino dos céus” (Mt 19:12), e se castrou. Isso mostra que a interpretação literal de um simbolismo pode afetar a a vida física. “Cristo usa aqui uma figura de linguagem. Ele não requer a mutilação do corpo [que é o templo do Espírito Santo], mas o controle dos pensamentos. O recusar-se a contemplar o mal é tão eficaz como o fazer-se cego, e tem a vantagem adicional de reter a visão e utilizá-la para aquilo que é bom. Uma raposa às vezes rói a própria pata, presa numa armadilha, a fim de escapar. De igual modo um lagarto sacrifica sua cauda, ou uma lagosta suas tesouras. “Cristo aconselha simbolicamente arrancar o olho ou amputar a mão para salientar que se deve tomar uma decisão resoluta para resguardar-se do mal. O cristão faria bem em seguir o exemplo de Jó, o qual disse: ‘Fiz aliança com meus olhos; como, pois, os fixaria eu numa donzela?'” (Jó 31:1) (SDA Bible Commentary, v. 5, p. 337). Como podemos evitar maus pensamentos? Veja o conselho inspirado: “Os que não querem cair presa dos enganos de Satanás, devem guardar bem as vias de acesso à alma; devem-se esquivar de ler, ver ou ouvir tudo quanto sugira pensamentos impuros” (Atos dos Apóstolos, p. 518). Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Grande Deus e a Pai: coloco os meus olhos, a minha boca, a minha mente, o meu coração, em Tuas mãos. Por favor. Toma conta de tudo isso. Toma conta de minha vida. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes

Vida en el Planeta
La activista mapuche Moira Millán presenta en París su novela 'telúrica'

Vida en el Planeta

Play Episode Listen Later Jun 15, 2026 14:23


RFI recibe a la activista mapuche Moira Millán durante su gira en Francia para presentar la edición francesa de 'El tren del olvido'. La novela mezcla saga familiar, historias de amor y lucha del pueblo mapuche contra el colonialismo en argentina. En esta entrevista, Millán aborda la crisis ecológica, el feminismo occidental, la trágica historia de los mapuches expuestos en zoológicos humanos en París así como la resistencia contra la ley de glaciares en Argentina. ¿Cómo habitar la tierra de forma pacífica sin destruirla? A esta pregunta urgente en estos tiempos de crisis ecológica, la líder mapuche Moira Millán responde llamando a la revolución "telúrica", es decir, a reconectar con el medioambiente para dejar atrás el capitalismo, el colonialismo y el racismo. Millán, quién vive en una comunidad mapuche en el sureste de Argentina, en tierras recuperadas, se define como una weychafe, una guerrera en mapudungun, el idioma mapuche que se habla en ambos lados de la Cordillera de los Andes. Una guerrera que defiende la tierra, el territorio y también la cultura, la memoria de su pueblo y el idioma. Además de liderar movimientos sociales para la defensa del territorio, Moira Millán es autora de un ensayo – ‘Terricidio'– y de una novela titulado ‘El tren del olvido', cuya versión acaba de ser publicada en francés. RFI la recibió durante su gira en Francia para presentar la edición francesa de esta novela apasionante que mezcla saga familiar, historia de amor y la resistencia del pueblo mapuche contra el colonialismo del estado argentino. RFI: Usted viajó desde el Puel Wallmapu -la Patagonia en mapudungun- para presentar en París su libro “El tren del olvido”, que acaba de salir en francés. Esta novela es un ejercicio de memoria sobre el pueblo mapuche, con el despojo y el desplazamiento del pueblo mapuche como telón de fondo, a través de cuatro generaciones. ¿Por qué haber elegido este título El tren del olvido? Moira Millán: El tren significó el progreso, la llegada de la “civilización” y con él el despojo territorial, la invasión a nuestro territorio. Y este tren es una metáfora de los espejitos de colores que todo el tiempo nos venden los distintos gobiernos de turno, con políticas que pretenden sacarnos de la pobreza, traer el desarrollo, el bienestar a los pueblos. Y luego, termina sucediendo que es todo parte de una gran desilusión. El tren del olvido es eso: es confrontar la memoria, el pasado y entender que muchos de los interrogantes que hoy tenemos tienen su respuesta en lo que nos sucedió antes. Y el ferrocarril, que fue muy significativo para nosotros, terminó después, en la década del 90, con el gobierno de Menem, desapareciendo. Ese símbolo que era el ferrocarril también después sucumbió frente al neoliberalismo. El tren del olvido es un revisionismo histórico y es una lucha contra la desmemoria de los pueblos. Escuche el audio de la entrevista: RFI: ¿Se inspiró en alguna forma de la historia de su propia familia para tejer esta novela? Moira Millán: Sí, de hecho, mi abuelo puso las vigas del tren, las vías. Tuvo un accidente ahí. Mi padre fue maquinista. Mis tíos trabajaron en el ferrocarril. Y mi sueño era ser ferroviaria hasta que Menem privatizó. RFI: En este libro usted alude a un episodio trágico de la historia mapuche: la captura de varios mapuches que fueron deportados aquí a París, a Francia, para ser exhibidos en un zoológico humano. Moira Millán: Esa es una página triste de la historia, lamentablemente real. No solamente fueron traídos mapuches y tehuelches, sino también otros pueblos indígenas. Y en esta exotización de la vida y de las personas que habitábamos otros confines de la tierra, se intentó hacer un espectáculo de estos pueblos y por supuesto, contra su voluntad fueron traídos y exhibidos para la gran feria de ciencia que se hizo aquí en París. Era parte, digamos, del entretenimiento en condiciones inhumanas. Muchos de ellos murieron en el camino. RFI: Esta novela es también la de un encuentro. Hay un personaje de un inmigrante irlandés y una mujer mapuche. ¿Cómo surge este personaje irlandés? Moira Millán: Hay una la analogía de los pueblos que resisten en el mundo. El pueblo irlandés es un pueblo tan lejano a nuestra territorialidad, sin embargo, enfrentó un enemigo común que era la Corona británica. Durante mucho tiempo, más de un siglo, la Corona británica poseyó prácticamente la Patagonia. El trazado del ferroviario se hizo en función de los intereses económicos de los ingleses y tenían mano de obra esclava, que éramos todos nosotros, los pueblos indígenas, con el aval y la complicidad del gobierno argentino. Entonces, hago una analogía de la lucha de los irlandeses por su libre determinación con la lucha mapuche contra esa colonialidad que iba tomando los territorios y tomando su vida. En un punto histórico tan adverso, de tanta complejidad, se encuentran dos personas que aparentemente vienen de mundos muy diferentes, pero logran enamorarse y encontrarse en el sentido más profundo y absoluto de su humanidad. RFI: Efectivamente, es una novela también de amor, de luchas, de luchas históricas, de luchas sociales, de guerras. En esta novela también rescata usted la cultura mapuche, su lengua. Encontramos muchas palabras del idioma del mapudungun en el relato. Es un encuentro también con las creencias, sus ritos y los vínculos con la tierra. ¿De qué manera las culturas tradicionales de Latinoamérica podrían o pueden ser clave para salvarnos de la crisis ecológica? Moira Millán: Yo creo que frente a la crisis civilizatoria hay muchas respuestas en la defensa de una cosmovisión que establece el cosmocentrismo. Es decir, cómo nos relacionamos en amorosidad, en reciprocidad, y con total y absoluto respeto hacia todas las formas de vida y los modos de habitar el mundo. Creo que los pueblos indígenas hemos logrado, a pesar de todo y a pesar de una colonización y un genocidio, salvaguardar esos principios, ese legado de nuestros ancestros, nuestras ancestras. Es posible, me parece, hoy en plena crisis civilizatoria. Entonces, con la memoria telúrica de los pueblos, poner en diálogo no solamente estos mandatos que hemos recibido como pueblos indígenas, sino también los sueños que vamos tejiendo con las sociedades criollas que al igual que nosotros, quieren volver a vincularse con la tierra de manera respetuosa, armoniosa. Creo que estamos en un punto muy crítico de la humanidad y que la misma tierra, que para mí siempre digo que es el sujeto político social emergente, hoy ya no es la clase obrera. Cada vez se va tecnificando más la industria, cada vez hay menos obreros. Ni siquiera te diría los movimientos feministas. Hoy, el emergente político social es la tierra. Es la tierra la que nos está uniendo, es la tierra que va urdiendo una estrategia de lucha por la vida. RFI: Usted se define como una weychafe, una guerrera. ¿Qué es lo que defiende? Moira Millán: Defiendo la vida en todas sus formas. Defiendo la memoria, defiendo el vínculo sagrado con la tierra y lucho contra ese antropocentrismo, ese capitalismo desmedido, cruel. Entonces, la idea de poder utilizar herramientas como la literatura, que, lamentablemente, por lo menos en Argentina, es absolutamente racista, supremacista, es el bastión de la blanquitud. De repente, una voz indígena, poniendo su pluma ahí, poniéndole palabras a la memoria, poniéndole palabras a la lucha, volviendo a re-existir a través de la escritura, es un desafío que no tiene precedentes. Yo venía contando a mis compañeras que soy la primera novelista indígena en ser publicada en Argentina y espero que haya muchas más. RFI: ¿Qué tanto se difundió su libro en Argentina? Moira Millán: De hecho, este libro en Argentina fue saboteado, perseguido, censurado. Ese libro no se consigue en Argentina. Figura como agotado, pero nadie lo tiene. Entonces es un honor y una alegría que pueda publicarse en Francia. A mí, como mujer mapuche, como escritora, me cuesta muchísimo no solamente publicar, escribir y luego que se sostenga la difusión de mi libro. ‘Terricidio', que es otro libro que he escrito, también pasó por un proceso de persecución. Incluso un juez de la justicia argentina quería declararlo material terrorista. Obviamente, no tenía ningún tipo de asidero semejante acusación y quedó sin efecto. Pero logró, por ejemplo, que el Gobierno de la Provincia de Chubut lo censure dentro de la provincia. RFI: Usted llama a restablecer la armonía, nuestra armonía entre la comunidad humana y la naturaleza, y hablar y acabar con el “terricidio”, el título de su ensayo. ¿Cómo podría traducirse políticamente esta idea de mantener un vínculo con lo vivo un poco más equilibrado? Moira Millán: Primero, el entendimiento, la comprensión de que todas las vidas se ensamblan, todas las vidas importan y todas las formas de vida son necesarias. Entonces, a veces luchamos y ponemos el énfasis en la protección de los ecosistemas tangibles, pero sin embargo se llevan adelante cacerías de referentes indígenas que protegen esos ecosistemas y ciertos sectores ambientalistas no ponen el grito en el cielo por eso. Y nosotros decimos que cada vez que desaparece un elemento de la naturaleza, desaparece con él un elemento de nuestra cultura y viceversa. Es decir, que es tan importante la preservación de los ecosistemas como la preservación de los ecosistemas intangibles, de lo cultural. Entonces, “terricidio” es toda esa forma de agredir la vida que encontró el sistema y se enlaza con la desaparición de los cuerpos, territorios diversos, es decir, cuando se comete travesticidio, cuando se comete feminicidio, eso también es terricidio. ¿Cómo se combate el terricidio? Primero poniéndole nombre y apellido a ese mal para poder extirparlo. Creemos que algún día el terricidio puede llegar a ser declarado crimen de lesa humanidad y lesa naturaleza. Por supuesto, los principales responsables son los gobiernos, los estados nación y las empresas. Las empresas deberían ser juzgadas por terricidio. RFI: Últimamente usted se ha unido a la movilización en Argentina contra la Ley de Glaciares. Es una ley impulsada por el gobierno de Javier Milei que dejará en manos de las provincias argentinas y no ya no al Estado. La protección de los glaciares y, sobre todo, los permisos para desarrollar minería en estas zonas para favorecer e impulsar la actividad minera en estas zonas. ¿Por qué se ha movilizado contra esta ley? Moira Millán: Esta ley es una aberración a la vida. En momentos de crisis climática, donde los glaciares son reguladores de la temperatura del mar y, por lo tanto, también una importante estructura de contención del clima, pretender destruir los glaciares, contaminarlo, habilitar la megaminería es un acto criminal que atenta contra la vida de toda la humanidad. Milei no es el dueño de los glaciares en Sudamérica y no es, por lo tanto, una lucha que solo debemos encarar el pueblo mapuche tehuelche o el pueblo patagónico. La humanidad toda debe defender la Patagonia, debe defender los glaciares. Ojalá la gente pudiera entender la contribución de la Patagonia al mundo: es un reservorio de agua dulce. Hay crisis hídrica en el planeta. Necesitamos realmente de los glaciares y estamos necesitando la solidaridad del mundo. Que por favor, nos ayuden a salvar a la Patagonia. RFI: Usted ha combatido el colonialismo, el machismo, esta novela es muy feminista, aparecen varios personajes femeninos empoderados que luchan y resisten. Sin embargo, usted sostiene que no se trata de quitarle el poder a los hombres sino de restablecer la armonía entre los seres. ¿Usted se identifica con el ecofeminismo? Moira Millán: No. Yo creo que el feminismo le ha aportado mucho a la lucha antipatriarcal, pero no tiene el monopolio de la lucha antipatriarcal. Esta lucha tiene muchas aristas, tiene muchos modos y formas. Las mujeres indígenas en general no nos reconocemos como feministas, sino como anticoloniales. Y en esa lucha anticolonial, por supuesto, está una de las mayores expresiones de opresión, que es el patriarcado. Y vamos a luchar contra eso. Y en ese punto nos encontramos con el feminismo. La lucha ecologista tiene también una identificación en nosotras, pero es más profundo, porque nuestra lucha es por el restablecimiento de la armonía, por la recomposición del vínculo sagrado con el cosmos, con la tierra, con todas las vidas. Y en eso vamos a estar siempre encontrándonos con puntos en común con el feminismo, con el ecologismo, con el antifascismo, el anticapitalismo, el antirracismo. Pero hay un proyecto civilizatorio que nosotros tenemos como horizonte y que queremos recuperar. Entonces creemos que se necesita escuchar más a los pueblos indígenas.

Convidado
Mundial de Futebol 2026 "será provavelmente aquele com maiores emissões de gases de efeito estufa"

Convidado

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 9:44


Nesta quinta-feira, no dia da abertura do Mundial de Futebol do Canadá, Estados Unidos e México, não podíamos deixar de evocar o arranque desta competição desportiva. Esta competição que decorre a partir deste 11 de Junho até ao dia 19 de Julho promete ser rica em emoções mas, desde já, tem sido marcada por várias polémicas. E isso bem longe dos relvados. Ainda nesta quarta-feira, a ONU apelou Washington a rever "profundamente" a aplicação da sua política migratória, na sequência de tensões resultantes da recusa de os Estados Unidos atribuírem um visto a Omar Artan, árbitro da Somália, as autoridades americanas tendo igualmente vedado a entrada a membros da comitiva iraniana, apesar de protestos da Federação Internacional de Futebol (FIFA). Outro aspecto problemático: a festa do desporto-rei não é para todos. Para um adepto ir ver um jogo, tem que gastar uma média de mil Dólares, o preço de alguns bilhetes podendo ultrapassar os seis mil Dólares. Para além do custo dos bilhetes, há também as despesas de viagem e estadia entre as diversas cidades, muito distantes umas das outras, que vão acolher os jogos: Toronto e Vancouver no Canadá, Atlanta, Boston, Dallas, Houston, Kansas City, Los Angeles, Miami, Nova Iorque, Filadélfia, San Francisco e Seattle nos Estados Unidos, bem como Guadalalajara, Guadalupe e a capital do México. Com estes destinos todos, 48 equipas em vez de 32 em edições anteriores, 104 jogos e uma dezena de dias suplementares para esta competição, este Mundial 2026, promete também ser um dos mais poluentes jamais organizados, apesar de a FIFA ter chegado a apresentar uma estratégia para limitar a sua pegada ambiental. Refira-se, entretanto, que dentro de quatro anos, adopta-se uma fórmula semelhante, com Marrocos, Espanha e Portugal a acolherem o Mundial 2030. Foi sobre estes aspectos que conversamos com Francisco Ferreira, líder da organização ambientalista portuguesa "Zero". RFI: Como se apresenta o Mundial de Futebol 2026? Francisco Ferreira: Efectivamente, nós estamos a falar de um Mundial que será provavelmente aquele que terá maiores emissões de gases de efeito estufa, praticamente o dobro das emissões daquele que foi o Mundial no Qatar. Porque eu vou ter que usar o transporte aéreo para deslocações de vários milhares de quilómetros entre cidades como Vancouver e Miami. Estamos a falar de 16 cidades sede e com o aumento de selecções, a necessidade de transportes vai ser muitíssimo maior. E estamos a falar de todo o continente norte-americano, não propriamente de três países relativamente próximos. 85/90% das deslocações vão ter que ser em transporte aéreo. E já agora, para se ter a noção, 9 milhões de toneladas de dióxido de carbono, são aproximadamente 15 a 20% das emissões de Portugal durante um ano e, portanto, muito significativas. E, além disso, nós também devemos olhar para o clima, não apenas pelos prejuízos que estão a ser feitos com esta poluição, mas também pelo facto de nós estarmos no verão norte-americano com temperaturas e humidades que são extremas. Aliás, calcula-se que um quarto dos jogos serão em condições de stress, quer para os espectadores quer para os jogadores. Vamos ter um consumo de energia muito significativo. Com a climatização, os grupos mais vulneráveis vão estar em maior risco. Vamos ter um maior consumo de água e isso deve ser também uma preocupação. Obviamente, apesar de a FIFA ter anunciado uma estratégia para a sustentabilidade, há muitas dúvidas sobre aquilo que é uma efectiva redução, eu diria mesmo impossível, no consumo de recursos e na produção de resíduos associados à magnitude de um evento como este. E o futebol é aqui, infelizmente, um símbolo das contradições da sustentabilidade global. Ou seja, nós, em vez de mantermos um formato que poderia ter menos emissões, portanto, não passando das 32 para as 48 equipas e fazendo investimentos realmente muito significativos nas cidades sede, apesar de a FIFA apontar para os vários pilares da sustentabilidade, o económico, ambiental, a governança, os aspectos sociais, o que é facto é que nós temos exemplos de curtas melhorias, investimentos muito limitados associados a este Mundial e, portanto, o futebol que deveria ser aqui uma oportunidade absolutamente fantástica e espectacular, e temos tido bons exemplos de algumas realizações, quer de campeonatos mundiais, quer, por exemplo, dos Jogos Olímpicos. Como é que eu posso fazer este tipo de eventos desde o início até ao fim, ou seja, desde a construção até ao futuro daquilo que são os investimentos de uma forma mais amiga do ambiente e das cidades e das pessoas? Neste caso, do que conhecemos, a mais valia vai ser muito limitada. RFI: No fundo, o que se pode concluir relativamente à forma como tem sido organizado este Mundial em três países, com mais equipas, com uma duração maior, com mais jogos, é que efectivamente, a FIFA, o cálculo que fez foi sobretudo o lucro, em vez do respeito pelo meio ambiente. Francisco Ferreira: Exactamente. Portanto, logo o fundamental que tem a ver com o uso de recursos e de energia. E aqui estamos a falar, acima de tudo, dos combustíveis fósseis associados principalmente aos transportes. Estes aspectos que são, no fundo, que o que realmente interessa em termos de contribuição ou de minimização por parte da FIFA em relação a um evento desta natureza, acaba, sem quaisquer dúvidas, por vir a ter um impacto muito maior com esta expansão, onde acima de tudo foram os lucros associados que levaram a este desfecho de um aumento de 16 equipas nesta fase final do campeonato mundial. E portanto, se havia realmente um compromisso com a sustentabilidade por parte da FIFA, mais do que investimentos num ou noutro aspecto nas diferentes cidades sede, a primeira e mais importante decisão era não ter aumentado o número de equipas participantes. RFI: Relativamente a outro aspecto que desta vez tem a ver com um aspecto mais político, também houve polémica em torno do facto de os Estados Unidos continuarem a aplicar a sua política extremamente restritiva de entrada de estrangeiros no seu território e escolher a dedo quem vem, quem não vem. Há uma série de vistos que foram recusados, nomeadamente para um árbitro da Somália ou também pessoas que iam acompanhar a equipa do Irão. Francisco Ferreira: Estes aspectos são, obviamente de natureza política, mas enquadram-se numa das valências fundamentais da sustentabilidade que é a governança, bem como na componente social e com os bilhetes ao preço a que foram colocados e, obviamente com questões de participação que deveria ser completamente aberta a todos os espectadores e a todos os participantes, sejam eles directamente atletas ou dirigentes desportivos ou árbitros de futebol. Eu não poderia ter realmente restrições se quisesse estar alinhado com os princípios da sustentabilidade que a FIFA tão apregoa e que, pelos vistos, não estão a ser devidamente respeitados. RFI: Como é que vê este Mundial tendo em conta que já se antevê que para 2030 o figurino será mais ou menos o mesmo, ou seja, jogos dispersos por vários países também. Francisco Ferreira: Daí que tenha começado desde já há mais de um ano, a conversar com a Federação Portuguesa de Futebol, a olhar para os três países-chave da candidatura Portugal, Espanha e Marrocos para assegurar, por exemplo, que as deslocações que mesmo assim são muito mais próximas por comparação com o continente norte-americano, mas que possam ser feitas quer em termos de espectadores, quer em termos de equipas por comboio. E aqui até temos bons exemplos que é uma contradição que vale a pena assinalar desde já. É que, enquanto Marrocos já tem uma linha de alta velocidade, por exemplo, Portugal não tem qualquer linha nem dentro do país nem na ligação entre Portugal e Espanha. Portanto, temos quatro anos para garantir, mais uma vez, que o número de equipas é o decisivo. Mas eu tenho que fazer transformações rapidamente para minimizar aquilo que serão as actividades associadas à logística do Mundial 2030, mas que, como digo logo à partida, com um impacto menor, porque as distâncias entre Rabat, o Porto, Madrid e Lisboa são, mesmo assim, bastante menores. Ou seja, com menor impacto no ambiente, mesmo se tiver que usar o avião, do que no caso dos Estados Unidos.

Grandes Reportajes de RFI
Argentina: fábrica de futbolistas y entrenadores de clase mundial

Grandes Reportajes de RFI

Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 12:15


Una de las selecciones favoritas para ganar la Copa Mundial de Fútbol 2026 es Argentina, actual campeón y poseedor de tres títulos. Para desentrañar qué es lo que hace que el país de Di Stéfano, Maradona, Messi sea una potencia productora, no solo de jugadores, sino también de directores técnicos de primer nivel, nuestro corresponsal en Argentina visitó clubes y academias de Buenos Aires y Rosario, donde habló con formadores, técnicos, captadores y aspirantes a jugadores que sueñan con jugar en las grandes ligas. Argentina es una máquina de producir jugadores de clase mundial no solo para su selección nacional, sino para los mejores equipos del mundo, entre otros, los que compiten en la Champions League europea. Argentina también es una productora de directores técnicos de enorme nivel: seis selecciones son dirigidas por argentinos en este Mundial. El Club Parque, en la Ciudad de Buenos Aires, es un histórico semillero de grandes jugadores de fútbol. En la entrada, un cartel dice que el club es "cuna de cracks". En sus paredes están colgadas las camisetas de futbolistas notables que se formaron ahí. "Estos son muchos de los chicos que salieron del club. Bueno, ahí está la mía, La Paglia", dice César La Paglia, director deportivo del Club Parque. La Paglia tuvo una carrera exitosa como futbolista en Argentina y Europa, además de jugar en juveniles de la selección albiceleste. Mientras hablamos, los chicos están practicando baby fútbol, una versión del deporte que se juega en canchas más pequeñas; y que favorece el control, la gambeta corta, la velocidad mental y la creatividad bajo presión. Eso contribuye al desarrollo de jugadores rápidos, pícaros y habilidosos. Todo empieza con el "baby foot"  Para La Paglia, el “baby fútbol” permite trabajar muy bien los fundamentos del deporte. "A ver, lo más importante en el baby fútbol siempre es el pase, se trabaja mucho lo que es el control y el pase, y después se trabaja con conos, lo que es la técnica, se usa mucho la pisada en el baby fútbol, pisar para un lado, pisar para el otro". “Buen jugador se nace”, cree La Paglia, pero la formación es clave. Y esta etapa es fundamental. "En el desarrollo de un jugador de fútbol, futuro jugador de fútbol, esta es para mí la instancia que los chicos más incorporan, es el 'infanto juvenil' digamos, es el preescolar o el jardín de infantes de los chicos del fútbol, donde desarrollan toda la parte técnica, si bien el chico naturalmente ya viene con la técnica, pero acá se le mejora mucho". "Gracias a los profes juego así" Nahuel Díaz tiene diez años, juega desde los tres, y tiene claro qué es lo que aprende aquí. "Aprendí muchas cosas: control del balón, pegarle fuerte al arco, empeine, y también zig zag. Todo eso me lo enseñaron los profes. Gracias a los profes puedo jugar así". La dedicación al deporte no es solo de los niños, es también un compromiso para toda la familia. Así lo explica Cristian Díaz, papá de Nahuel. "Hay toda una logística importante a nivel familiar, tanto los horarios de colegio, salida de las corridas, venir acá, o ir al otro club. Incluso los sábados hay que compaginar también con mi trabajo. Mi señora también trabaja. Es todo un tema de cuadrar los horarios para llegar a cumplir con los entrenamiento y los partidos.   Cristian dice que se cuida mucho de no generar una presión excesiva sobre su hijo, algo que ocurre en algunos casos. Es que para los chicos y sus familias el fútbol puede ser una vía de ascenso social y prestigio, lo que aumenta la presión sobre ellos, pero explica asimismo el número creciente de jugadores que intentan profesionalizarse. Rosario, "ciudad-cantera" de cracks Rosario, situada a 300 kilómetros al norte de la ciudad de Buenos Aires,  es, con relación a su cantidad de habitantes, la principal cantera de grandes jugadores de Argentina. En su costanera, un cartel asegura que esta es la Capital Mundial del Fútbol. Aquí nació Lionel Messi y la ciudad lo recuerda con murales en varios edificios. Uno de ellos, que muestra a un Messi de niño, vigila desde un edificio las instalaciones del modesto club de barrio en el que dio sus primeros pasos en el fútbol. Abanderado Grandoli, con sus colores naranja y blanco, y su cancha de césped amarronado por el otoño, recibe a niños que disputan una fecha del torneo local. Leandro Zavala mira uno de los partidos, es profesor de los chicos de la categoría 2018, y cuenta qué implica que Messi haya jugado aquí. "Es un orgullo de que sus primeros pasos hayan sido acá. Esto es algo que uno le transmite también a los chicos, a mí que me tocó arrancar con los de 2018, se los transmito para que ellos lo sepan, para que sepan qué escudo están defendiendo, qué colores, para que recuerden que el mejor del mundo pasó por acá, estuvo en esta misma cancha". Leandro es también papá de Benjamín, de 10 años, quien sueña con una carrera en el fútbol. "Me gustaría mucho jugar profesionalmente, me encantaría. Es uno de mis sueños. Me gustaría mucho jugar en Europa, algún equipo de Europa como Barcelona, Real Madrid. Y en la selección argentina, obviamente". Leer tambiénColombia, cuna de talentos futbolísticos para los clubes europeos y el Mundial A diferencia de otros países en los que el fútbol infantil es puramente recreativo, en Argentina los niños juegan en torneos competitivos. Los chicos como Benjamín se toman muy en serio el fútbol. "No me gusta faltar al entrenamiento mucho porque pierdo el rendimiento. Y es demasiado feo cuando perdés el rendimiento o cuando te enfermás", dice Benjamín. El amor por el fútbol atraviesa todo aquí. Esa obsesión que hay en Rosario con el deporte, el jugar en todos lados, todo el tiempo, explica también por qué tantos grandes futbolistas emergen de esta ciudad-cantera. Así lo explica Leandro Zavala: "Vivimos jugando al fútbol en cualquier parte de la ciudad, en cualquier parte estamos jugando al fútbol. Vas al parque y ves chicos jugando al fútbol, ves grandes, a nivel nacional también es así, pero en Rosario se vive de otra manera". La formación en los cientos y cientos de clubes del país, el acompañamiento de las familias, el respirar fútbol día tras día, todo el tiempo, explican en parte por qué Argentina produce tantos grandes jugadores. Pero parece haber algo que los futbolistas argentinos traen casi desde la cuna. Jugar en potreros, la gran diferencia "Siempre me llamó la atención. Yo digo, acá pasa algo que no pasa en otros lugares. Entonces alguna respuesta tiene que haber", dice Sandra Rossi,  especializada en medicina del deporte. Ella trabaja en neurociencia aplicada al alto rendimiento en el club River Plate, de Buenos Aires, y tiene una posible respuesta a la pregunta de qué es eso que los jugadores argentinos parecen traer desde la cuna. "Cuando todas las cosas están previstas, cuando vos tenés rutinas, cuando todo está bien, cuando las canchas son impecables, hay poco desafío para el cerebro. Argentina es un país en el que exactamente nos pasa lo contrario. Nunca sabemos qué va a pasar mañana. Y los chicos, sobre todo los que llegan, los que se van acercando al fútbol profesional, por lo general vienen de lugares que son potreros. El potrero es para mí el primer laboratorio de neurociencia que existe, tiene las características de la imprevisibilidad. Son terrenos de tierra donde uno no sabe cómo va a picar la pelota. Entonces, ese chico a la fuerza tiene que desarrollar un control de su cuerpo mucho más fino que un chico que empieza a jugar al fútbol en una cancha que está perfecta. Considero que esa es una de las grandes ventajas de los argentinos". Esos son, justamente, los chicos que buscan los clubes como River Plate. "Nos acercamos a los chicos, tratamos de ponernos cerca de él, le preguntamos el nombre, de dónde sos, ¿siempre jugaste en esta posición? ¿No te animás a jugar en otra posición?", explica Luis Pereyra, director del área de captación en el interior del país de River. Su equipo de 28 personas viaja por todo el territorio argentino para detectar potenciales futuros cracks. Lo que él busca es muy preciso. "Nosotros tenemos que traer un chico al 60-65% de la técnica individual, un chico que con las dos piernas intente eludir un contrario para jugar. Ése es el primer punto. Esta camiseta es para tipos inteligentes. Segundo: el carácter. A ver cómo se enoja cuando le dan una patada, cuando se cae, cómo se manifiesta ante la adversidad". Los jugadores que encuentran Luis Pereyra y su equipo luego pasan a las manos de Gabriel Rodríguez, uno de los grandes gestores de la fábrica de futbolistas que es Argentina. Rodríguez es coordinador de las divisiones inferiores de River. Hace 27 años que se dedica a esto y sabe bien cómo desarrollar el talento que le traen los captadores. "Nosotros priorizamos mucho el tema de la técnica individual. Además de los trabajos esenciales que se hacen en cancha, que los hacen todas las instituciones, nosotros sí tenemos nuestros 45 o 50 minutos todos los días de un trabajo específico de técnica individualizada". Es un proceso que va puliendo a los jugadores, intentando acercarlos a su máximo potencial, y que los convierte muchas veces en atractivos para mercados internacionales, algo que también empuja el desarrollo de futbolistas de calidad. "Somos países en América que tenemos la necesidad de exportar constantemente jugadores para que también las arcas de las instituciones se puedan engrandecer", dice Gabriel Rodríguez. River Plate, exportador No. 1  River Plate es uno de los grandes equipos del país. Es el principal proveedor histórico de jugadores de la selección y el mayor exportador del fútbol argentino, aunque preferiría muchas veces que los cracks se queden con ellos, dice Andrés Ballotta, vicepresidente de River, sentado en una de las butacas del estadio del club. "A muchos de nosotros... no, a todos nosotros, nos gustaría disfrutar a nuestros jugadores muchísimo más, ¿no? Obviamente el mercado europeo, de sobra está decirlo, es un mercado económicamente muy superior al nuestro. Ese mercado ansía los jugadores de River. En los últimos 5 años hemos alcanzado ventas por más de 200 millones de dólares". Esas ventas dan un aire económico a los clubes y al fútbol local, además de ampliar las oportunidades de los futbolistas. Pero Argentina no sólo exporta jugadores, también es una fábrica de directores técnicos. Entrenadores, capacidad de adaptación  Tan es así, que en el Mundial 2026, cinco selecciones, además de la albiceleste, son dirigidas por técnicos argentinos. Es un récord histórico que tiene explicación. "Yo creo que el entrenador argentino se adapta muy fácilmente a cualquier cultura", dice Eduardo González, director de la Escuela de Técnicos del Club Parque, avalada por la Asociación de Técnicos de Fútbol Argentino."Generalmente el entrenador argentino tiene como esa llama que cree que puede solucionar los problemas o formar equipos muy competitivos, puede desarrollar buenos equipos y también puede adaptarse a equipos que, quién sabe, no tienen muy buenos jugadores, pero bueno va sacando y va puliendo, tiene ese ojo diferente como para salir airoso de una situación". A eso se suma que la abundancia de jugadores en una economía con dificultades como la la de la Argentina también lleva a un gran interés por la carrera de técnico. Muchos futbolistas que se retiran o dejan de jugar por una lesión siguen ese camino, como Carlos Morelli, que está participando de esta clase, jugó en inferiores de River y tuvo que dejar su carrera como futbolista.  "Mi sueño es volver a entrar en River y dirigir algunas categorías de lo más chicos", dice Morelli. Dándole indicaciones a los alumnos está Juan De Angelis, profesor de la escuela. De Angelis tiene 30 años de técnico y 19 en esta escuela. "Ahí va, paro y toco, paro y toco", dice a los muchachos. Según él, el éxito de los técnicos argentinos viene de la formación y de su capacidad para entregar resultados. "Por lo general, los técnicos argentinos tienen muy buena base. Han dirigido selecciones infantiles y juveniles, se preparan muy bien. Están capacitados y han logrado resultados importantes mediante el trabajo, el buen nivel de jugadores. Y eso les da la posibilidad de que, en lo laboral, les den equipos de selecciones para dirigir". El resultado de todos estos procesos formativos, tanto de jugadores como de técnicos, sobre la base de una cultura que vive y respira el deporte, sumado a la sofisticación que representa llegar a las ligas más competitivas del mundo, se vio reflejado en el triunfo albiceleste en el Mundial 2022. Y llena de expectativa a este país "locos por el fútbol" cuando faltan pocos días para el inicio del Mundial 2026.

Programa del Motor: AutoFM
El peso de un segundo: la cruda realidad de quien causa una muerte en el asfalto

Programa del Motor: AutoFM

Play Episode Listen Later Jun 6, 2026 17:19


Eduardo Sánchez rompe el silencio y narra en primera persona el calvario, el paso por prisión y los siete años de terapia tras provocar un choque mortal bajo los efectos del THC y el cansancio. Para la opinión pública, el causante de un siniestro vial mortal suele ser un personaje plano, una fría silueta en un expediente judicial o un titular de sucesos. Sin embargo, cuando la condena penal se extingue, queda un ser humano que debe convivir el resto de sus días con la certeza de haber segado una vida inocente. Eduardo Sánchez, transportista que en el año 2017 provocó una colisión frontal letal, ha decidido dar un paso al frente de la mano de la asociación de víctimas P(A)T para contar lo que ocurre en el lado más oscuro de la carretera. Su relato no busca la autoexculpación, sino lanzar una advertencia desesperada a una sociedad que a diario normaliza pequeñas imprudencias al volante. La bomba de relojería: THC, fatiga y asfalto En junio de 2017, Eduardo se dedicaba profesionalmente al transporte por carretera. Consumidor habitual de marihuana, asumió una ruta de larga distancia entre Barcelona y Jaén sin haber descansado lo suficiente. En el trayecto de vuelta, la combinación de sustancias, el cansancio acumulado y las horas de conducción ininterrumpida actuaron como una bomba de tiempo. A la altura de Castellón, el vehículo de Eduardo invadió el carril contrario y chocó de frente contra un turismo. El conductor del vehículo contrario falleció en el acto, dejando a una niña huérfana de padre. «Fui consciente de que no había marcha atrás en el momento en que me evacuaban las unidades de emergencia y escuché que había un fallecido en el acto. Te quedas en shock. Todo te da vueltas, te cuestionas absolutamente todo como ser humano», relata Eduardo con una voz quebrada por el peso de los años. La justicia penal actuó con firmeza. Eduardo fue condenado por un delito de homicidio por imprudencia y otro contra la seguridad vial a una pena de 2 años y 7 meses de prisión, junto a la privación del derecho a conducir durante 6 años La paradoja de la celda y la herida familiar El 19 de diciembre de 2019, Eduardo cruzaba el umbral de la prisión para cumplir su condena, enfrentándose de inmediato al aislamiento de la pandemia de la COVID-19, que canceló temporalmente sus permisos de salida. Pero más allá de la pérdida de libertad física, lo que verdaderamente devastó el entorno de Eduardo fue el impacto colateral en su propia familia. «La cárcel es un proceso duro. Es ver los primeros pasos de tu hija pequeña a través de un cristal de comunicaciones en el locutorio. Es que tu hijo mayor te confiese, tiempo después, que el principal recuerdo que conserva de su infancia es el estremecedor sonido metálico de las puertas de la prisión cerrándose tras de ti al ir a visitarte», confiesa. Para Eduardo, la prisión fue un trámite civil, pero no el espacio de curación o reinserción real. El verdadero trabajo de reconstrucción moral requirió 7 años de terapia psicológica intensiva para tratar un cuadro severo de estrés postraumático y aprender a digerir la culpa. Durante años, Eduardo fue incapaz de pronunciar una sola palabra sobre el accidente sin romper a llorar o verse desbordado por la angustia. El muro legal frente a la necesidad de pedir perdón Uno de los puntos más críticos del testimonio de Eduardo coincide con el análisis del informe Vías Restaurativas de la Cátedra Ethos: el sistemático veto de los abogados al contacto humano. Eduardo sentía la necesidad moral e imperiosa de pedir perdón de corazón a la familia afectada. Sin embargo, la rígida estrategia de la abogacía de ambas partes desaconsejó y prohibió taxativamente cualquier acercamiento antes y durante el juicio penal para no perjudicar los intereses del proceso. «Nos cruzamos miradas en el pasillo del juzgado. Obviamente me deseaban todos los males del mundo y que me pudriera en la cárcel. Yo quería pedirles perdón, pero no hubo manera. Hasta que no conocí la asociación de víctimas y el documental de justicia restaurativa, nadie me había informado de que existía un proceso amparado por la ley que permitía ese espacio de entendimiento humano», explica Eduardo. De infractor a voluntario: sanar ayudando Tras cumplir su condena de privación de libertad y finalizar el periodo de 6 años de retirada de carné, Eduardo acudió a un curso de sensibilización y reeducación vial para recuperar su permiso por motivos laborales. Allí conoció a Enrique Rodríguez, presidente de la sección de afectados de P(A)T y padre de Iván, un joven fallecido en carretera. Aquel encuentro cambió el rumbo de su vida. Apoyado por su psicólogo terapeuta, Eduardo decidió unirse activamente a la asociación de víctimas como voluntario. Hoy en día, se sienta de forma regular ante aulas llenas de conductores que han perdido sus puntos para decirles cara a cara: «Yo también pensaba que no me iba a pasar nada por fumarme un porrito o ir cansado». Su testimonio, desprovisto de tecnicismos y cargado de una cruda honestidad, desarma a los infractores más reacios a asumir sus responsabilidades. Para Eduardo, este compromiso activo es la única forma de "pagar" una deuda moral que las indemnizaciones de las aseguradoras y los años de celda jamás podrán saldar. El objetivo es que nadie más tenga que vivir con la insoportable certeza de haber arrebatado una vida en la carretera.

Radioi2

En este episodio sumamente especial regresa un compa de la vieja guardia: Dany Darko del Trío Monstruoso, un ser conocido por sus opiniones controversiales, su humor ácido y esa hermosa habilidad de decir cosas que probablemente deberían pasar primero por recursos humanos. Y justo por eso no había mejor invitado para hablar de la moralidad doble cara que se vive hoy en día: esa donde todo mundo se espanta en público, pero en privado trae más mugrero que historial de navegador sin borrar.Nos metemos de lleno en esas reglas raras que la sociedad inventa, en la gente que se ofende por deporte, en los que predican pureza mientras hacen sus cochinadas en silencio y en esas opiniones que sabes que te pueden llevar directo a la funa… pero que igual alguien tenía que decir. Obviamente no venimos a dar cátedra ni a salvar al mundo, venimos a reírnos de lo absurdo, de la hipocresía y de lo fácil que es señalar al prójimo mientras uno trae la cola más larga que fila del IMSS.Prepárate para uno de los capítulos más políticamente incorrectos que hemos hecho, lleno de carrilla, humor negro, risas incómodas y comentarios que tal vez no envejezcan bien… pero si te hicimos reír antes de que nos funaran, nuestro trabajo aquí está hecho. Persígnate antes de oírlo, pon cara de que no te dio risa y compártelo con esa familia de doble moral que todos conocemos.#LosQueQuedan #LosQueQuedan237 #Moralidad #DobleMoral #HumorNegro #PodcastMexicano #ComediaMexicana #HumorMexa #PodcastDeComedia #PoliticamenteIncorrecto #RisaSinFiltro #DanyDarko #TrioMonstruoso

Hadas y Nalgadas
Nessian y el Arpa en la Prisión / Deep Dive de Una Corte de llamas Plateadas (cap. 51-54)

Hadas y Nalgadas

Play Episode Listen Later May 26, 2026 76:59


✨ En este episodio de Hadas y Nalgadas nos metemos de lleno al caos emocional, mágico y sexy de los capítulos 51 al 54 de A Court of Silver Flames de Sarah J. Maas. Hablamos de la evolución brutal de Nesta Archeron, el nacimiento oficial de las nuvas Valquirias y, OBVIAMENTE, del momento en que el Arpa del Tesoro del Miedo despierta y cambia todo el juego. Analizamos uno de los bloques más intensos, místicos y cinematográficos de toda la saga ACOTAR. Si amas romantasy, fantasy books, Sarah J Maas theories, Night Court drama, Nessian y las teorías conspirativas del Maasverse… este episodio ES para ti. ✨

Desde La Linea Podcast
Ep.788 - Desde La Línea Podcast - 17 segundos a veces son suficientes XD

Desde La Linea Podcast

Play Episode Listen Later May 18, 2026 47:15


Esta semana prometemos que nuestro podcast sí va a durar más que la pelea de Ronda vs. Carano XD. Obviamente, hablamos de la primera cartelera de la promoción MVP en el deporte del MMA, la NBA y los premios individuales, entre otras cosas más. REDES Desde La Línea Podcast https://linktr.ee/DesdeLaLineaPod?utm_source=linktree_profile_share<sid=0c3413a1-1132-4d8d-91f5-d6168547f11b RaviO https://www.instagram.com/ravi.o.the.assessini?igsh=MXI1cno4Nm9ubzc1Zw==

Expresso - Expresso da Meia-Noite
Habitação, mobilidade e tecnologia: a quem serve a cidade inteligente?

Expresso - Expresso da Meia-Noite

Play Episode Listen Later May 16, 2026 47:27


Enquanto as cidades portuguesas enfrentam os desafios das alterações climáticas e do crescimento urbano, o debate sobre territórios inteligentes ganha nova urgência. Oeiras ganhou prémios internacionais de inovação. Coimbra tem uma das melhores universidades do mundo. O Oeste construiu o primeiro gémeo digital regional de Portugal. E ainda assim os jovens saem, as rendas sobem e os municípios pequenos ficam para trás. Há algo que a tecnologia não resolve? A cidade inteligente serve quem? Ricardo Costa e Bernardo Ferrão moderam o debate ao vivo no Portugal Smart City Summit, na FIL, em Lisboa, entre Isaltino Morais, Presidente da Câmara Municipal de Oeiras; Ana Abrunhosa, Presidente da Câmara Municipal de Coimbra; Paulo Simões, Secretário Executivo da Comunidade Intermunicipal do Oeste; e Miguel de Castro Neto, Diretor da NOVA Information Management School.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Bola Provisional (El podcast de golf de Ten Golf)
Aronimink gana el primer asalto de un PGA Championship espléndido

Bola Provisional (El podcast de golf de Ten Golf)

Play Episode Listen Later May 15, 2026 53:31


Nuevo episodio de la Bola Provisional de Ten Golf, edición especial PGA Championship. Analizamos todo lo ocurrido en la primera jornada en el Aronimink Golf Club. Los nombres propios, la extraordinaria preparación del campo de la PGA de América, los candidatos que han dado un paso adelante, los que se han caído.Hablamos, claro, de Scheffler, Schauffele, Koepka, McIlroy, DeChambeau, Reed, Potgieter, Nicolai Hojgaard, Kaymer...Obviamente, le metemos el bisturí a la primera jornada de los españoles. Lo que nos dicen las vueltas de Jon Rahm, David Puig y Ángel Ayora.

Bola Provisional
Aronimink gana el primer asalto de un espléndido PGA Championship

Bola Provisional

Play Episode Listen Later May 15, 2026 53:31


Nuevo episodio de la Bola Provisional de Ten Golf, edición especial PGA Championship. Analizamos todo lo ocurrido en la primera jornada en el Aronimink Golf Club. Los nombres propios, la extraordinaria preparación del campo de la PGA de América, los candidatos que han dado un paso adelante, los que se han caído. Hablamos, claro, de Scheffler, Schauffele, Koepka, McIlroy, DeChambeau, Reed, Potgieter, Nicolai Hojgaard, Kaymer... Obviamente, le metemos el bisturí a la primera jornada de los españoles. Lo que nos dicen las vueltas de Jon Rahm, David Puig y Ángel Ayora.

Urbana Play Noticias
Patricia Bullrich se aleja del mileísmo y le pega a Jorge Macri criticando los subtes porteños: Audios del 14 de mayo por Urbana Play

Urbana Play Noticias

Play Episode Listen Later May 14, 2026 15:37


Patricia Bullrich, senadora de LLA, en diálogo con la prensa, afirmó: “Yo ya lo dije, ya lo expresé, me parece que con una vez alcanza las cosas, mi posición fue clara, es clara, ahora es el jefe de gabinete el que estará analizando y trabajando sobre su declaración jurada de bienes”.“Yo ya lo dije, ya lo expresé, me parece que con una vez alcanza las cosas, mi posición fue clara, es clara, ahora es el jefe de gabinete el que estará analizando y trabajando sobre su declaración jurada de bienes” agregó sobre el Caso Adorni.Alejandro Álvarez, Subsecretario de Póliticas Universitarias en Mitre, afirmó: “Vos podés juntar 100.000 personas, 1 millón o 5 millones, pero al otro día la restricción presupuestaria sigue estando ahí. Y no te la va a cambiar. Ojalá haciendo manifestaciones nosotros pudiéramos cambiar la realidad que nos dejaron, que implica una restricción presupuestaria importante”.“Obviamente siempre hay una parte de la población que no está de acuerdo con lo que hace un gobierno y tiene derecho a manifestarse. Hay libertad para que los sindicatos se expresen y hagan una marcha. En ese aspecto nosotros no tenemos ninguna evaluación, porque hay toda una discusión del número y para mí eso es relativo. Primero porque esto es una república y los legisladores y el presidente se eligen en elecciones libres, no por quién junta más gente. Pero además hay otro problema. Vos podés juntar 100.000 personas, 1 millón o 5 millones, pero al otro día la restricción presupuestaria sigue estando ahí. Y no te la va a cambiar. Ojalá haciendo manifestaciones nosotros pudiéramos cambiar la realidad que nos dejaron, que implica una restricción presupuestaria importante” se refirió en relación a la Marcha Universitaria.Ricardo Manetti, decano de la Facultad de Filosofía y Letras de la UBA, en Olga, afirmó: “Las universidades argentinas, y en el caso particular de la UBA, se audita todos los años”.Patricia Bullrich, senadora de LLA, en redes sociales, comparó la red de subte de Santiago de Chile con la de la Ciudad de Buenos Aires, y afirmó: “Nos pasaron por arriba, 143 kilómetros de subterráneo versus 56,6. Santiago versus Buenos Aires, 600 millones de transportados versus 191 millones de transportados. 163 estaciones versus 90. Fíjense ustedes las diferencias”. Y agregó: “Nos pasaron por arriba, 143 kilómetros de subterráneo versus 56,6. Santiago versus Buenos Aires, 600 millones de transportados versus 191 millones de transportados. 163 estaciones versus 90. Fíjense ustedes las diferencias. ¿Qué quiere decir esto? Que Buenos Aires se quedó, somos el primer subte de América Latina. El de Chile es de 1975, sin embargo, nos pasaron por arriba. ¿Qué tenemos que hacer? Darle velocidad al subte en Buenos Aires para que conecte cada rincón de la ciudad”.Eduardo “Wado” de Pedro, Senador Nacional de UXP en Futurock, afirmó: “Bienvenidos los Axel, los Sergio, los fulanos, las fulanas que quieran ser, las compañeras que quieren ser gobernadoras, los que quieren ser gobernador. Me parece bárbaro eso, pero creo que la estrategia funciona cuando la militaría está focalizada al lado de la gente”.“Digo, la situación es muy seria, más allá del endeudamiento de la Argentina, la entrega de recursos naturales, todo eso es muy serio. Es muy serio como para estar pensando tan fino en algo que todavía falta. Y bienvenidos los Axel, los Sergio, los fulanos, las fulanas que quieran ser, las compañeras que quieren ser gobernadoras, los que quieren ser gobernador. Me parece bárbaro eso, pero creo que la estrategia funciona cuando la militaría está focalizada al lado de la gente”. agergó.

Segurança Legal
#417 – Condomínios e biometria, novos crimes digitais e o mito do Mythos

Segurança Legal

Play Episode Listen Later May 12, 2026 72:30


Neste episódio, Guilherme Goulart e Vinícius Serafim analisam casos reais e tendências que colocam em xeque a segurança digital e física no Brasil. Você vai descobrir como criminosos burlaram um sistema de reconhecimento facial em condomínios de Porto Alegre usando engenharia social, expondo os riscos do teatro da segurança, do solucionismo tecnológico e da hipossuficiência técnica dos consumidores. Em seguida, você vai entender o que está por trás do lançamento do modelo Mitos da Anthropic — classificado como perigoso demais para uso público —, e por que os resultados práticos com o Firefox e o cURL geraram ceticismo no meio da cibersegurança, levantando questões sobre propaganda de IA, governança, regulação e concorrência no mercado de inteligência artificial. Neste episódio, você também acompanha a análise da lei 15.397, que atualizou crimes digitais no Brasil com penas mais severas para furto qualificado digital, cessão de conta laranja e fraude eletrônica — e por que, sem investimento em capacidade investigativa, isso pode ser apenas populismo penal. Além disso, são discutidas duas vulnerabilidades críticas no Linux (CVE Copyfile e Dirty Frag) com exploits já circulando antes da correção, e como a IA pode acabar com o anonimato na internet ao identificar autores por fingerprint de texto com apenas 125 palavras. Os temas de privacidade, proteção de dados, LGPD, segurança ofensiva, pentest e infraestrutura em nuvem permeiam toda a conversa. Assine o Segurança Legal na sua plataforma favorita, siga o perfil nas redes sociais e avalie o podcast para ajudar a ampliar o alcance deste projeto independente de conteúdo sobre segurança da informação. Você também pode apoiar diretamente pelo Apoia.se (apoia.se/segurancalegal) ou simplesmente indicar o podcast para colegas e amigos — cada compartilhamento faz diferença. Entre em contato pelo e-mail podcast@segurancalegal.com ou pelo Mastodon, Instagram, Bluesky, YouTube e TikTok. Esta descrição foi realizada a partir do áudio do podcast com o uso de IA, com revisão humana.  Visite nossa campanha de financiamento coletivo e nos apoie!  Conheça o Blog da BrownPipe Consultoria e se inscreva no nosso mailing Shownotes Polícia prende suspeitos de invadir e furtar apartamentos de alto padrão em Porto Alegre; grupo usava fraude em reconhecimento facial Polícia desarticula grupo de criminosos que furtava apartamentos de luxo via redes sociais Atualização do Código Penal para alguns crimes digitais Will AI end anonymity? I tested it I can never talk to an AI anonymously again Anthropic's most dangerous AI model just fell into the wrong hands Unauthorized group has gained access to Anthropic's exclusive cyber tool Mythos, report claims It’s a myth that you need Mythos to find bugs: Open source models can do it just as well Filme: Quebra de Sigilo (Sneakers) BC Protege Livro – Sob a sombra da suástica: a França ocupada Filme – Viagem ao mundo dos sonhos Artigo – Em louvor ao Teatro da Segurança Imagem do episódio: The Ancient Days, Willia, Blanke

Podcast Podcast Annavalaina
PODCAST ANNAVALAINA ES RESPUESTAS, RECOMENDACIONES Y BASAL Parte 1

Podcast Podcast Annavalaina

Play Episode Listen Later May 11, 2026 96:48


Aquí la primera parte de lo que debía ser un episodio único de respuestas a oyentes con recomendaciones de libros y comentar algo sobre el documental de Ugia Pedreira "Basal". Ahora bien, el programa se alargó tanto que duraba 3 horas y pico bien largas, por lo que hemos tenido que dividirlo en dos partes. Esta es la primera de esas partes que contiene la presentación principal, y el inicio de respuestas a mensajes desde Facebook y X (de oyentes y otros varios). Obviamente, la parte de X, antes Twiter se ha alargado mucho, había 12 páginas. Después de ello tenemos una despedida secundaria que dará pie a la entrada secundaría con la que iniciaremos la siguiente parte. Esperamos que os gusten las recomendaciones de libros que hacemos. DIRECTOR y LOCUTOR: Miguel a. Mateos Carreira GUION: Juan Ruiz Rodriguez y Maite Fernández (en revisión Miguel A. Mateos Carreira) MUSICA: GarageBand MONTAJE: AUDACITY

Noticias de América
Marco Rubio visita al papa León XIV para aliviar las tensiones entre Vaticano y EEUU

Noticias de América

Play Episode Listen Later May 7, 2026 2:32


El papa León XIV recibe este jueves al secretario de Estado estadounidense, Marco Rubio, apenas semanas después de las duras críticas al pontífice por parte del presidente Donald Trump. Esta visita a Roma y el Vaticano se lee como un intento de descongelar las frías relaciones entre la administración Trump y el sumo pontífice. León XIV fue elegido papa hace justo un año, y en lo que lleva de pontificado se ha caracterizado por el choque frontal con el Gobierno de Donald Trump. El pontífice estadounidense dijo que la amenaza de Trump de destruir Irán era inaceptable, Trump respondió que no era fan de León XIV y lo calificó de débil y terrible. Marco Rubio es católico así que la visita puede tender puentes, analiza Manuel Camilo González Vides, profesor de Relaciones Internacionales de la Universidad de San Buenaventura en Bogotá: “Los interlocutores son muy cercanos. Marco Rubio es católico y esto permitiría un acercamiento mucho más próximo, mucho más cálido, después del conflicto que se ha tenido”. “Obviamente creo que la parte difícil de la conversación puede ser hasta qué punto el Vaticano puede alinearse con las políticas de Washington. Creo que eso puede ser una línea roja que seguramente tendrán que superar ambas partes para restablecer la relación”, prosigue el especialista. ¿Posturas irreconciliables? Las posturas parecen irreconciliables también en otros puntos, puesto que el papa ha sido muy crítico con las políticas migratorias del presidente: “Creo que hay dos situaciones que están muy hiladas: una es la propia experiencia personal del papa antes de ser papa, y es que ciertamente el cardenal Prevost en ese entonces tuvo mucho contacto con comunidades indígenas, que han sufrido marginalización y violencia, y que por obvias razones se han visto obligadas a migrar. Eso lo acerca mucho a la experiencia del migrante y del acompañamiento de la Iglesia católica en este tema, que es un tema muy espinoso. Creo que se mantienen esas líneas de oposición a las políticas muy autoritarias en términos de migración que ha colocado el presidente Donald Trump”, explica asimismo el profesor de Relaciones Internacionales. Marco Rubio pidió también verse con Giorgia Meloni, aunque a Trump no le gustó que la primera ministra italiana saliera en defensa del papa tras sus ataques. “Marco Rubio va a jugar un poco a decir ‘bueno, nosotros ya hemos desistido de aniquilar toda una civilización', como dijo Trump, pero buscará tratar el entendimiento de que efectivamente lo que sucede en el estrecho de Ormuz es un asunto global, que tiene implicaciones globales, y seguramente será la línea que tratará de enfocar hacia el Papa León XIV, no tanto como líder espiritual, sino como jefe de Estado”, concluye González Vides.

Noticias de América
Marco Rubio visita al papa León XIV para aliviar las tensiones entre Vaticano y EEUU

Noticias de América

Play Episode Listen Later May 7, 2026 2:32


El papa León XIV recibe este jueves al secretario de Estado estadounidense, Marco Rubio, apenas semanas después de las duras críticas al pontífice por parte del presidente Donald Trump. Esta visita a Roma y el Vaticano se lee como un intento de descongelar las frías relaciones entre la administración Trump y el sumo pontífice. León XIV fue elegido papa hace justo un año, y en lo que lleva de pontificado se ha caracterizado por el choque frontal con el Gobierno de Donald Trump. El pontífice estadounidense dijo que la amenaza de Trump de destruir Irán era inaceptable, Trump respondió que no era fan de León XIV y lo calificó de débil y terrible. Marco Rubio es católico así que la visita puede tender puentes, analiza Manuel Camilo González Vides, profesor de Relaciones Internacionales de la Universidad de San Buenaventura en Bogotá: “Los interlocutores son muy cercanos. Marco Rubio es católico y esto permitiría un acercamiento mucho más próximo, mucho más cálido, después del conflicto que se ha tenido”. “Obviamente creo que la parte difícil de la conversación puede ser hasta qué punto el Vaticano puede alinearse con las políticas de Washington. Creo que eso puede ser una línea roja que seguramente tendrán que superar ambas partes para restablecer la relación”, prosigue el especialista. ¿Posturas irreconciliables? Las posturas parecen irreconciliables también en otros puntos, puesto que el papa ha sido muy crítico con las políticas migratorias del presidente: “Creo que hay dos situaciones que están muy hiladas: una es la propia experiencia personal del papa antes de ser papa, y es que ciertamente el cardenal Prevost en ese entonces tuvo mucho contacto con comunidades indígenas, que han sufrido marginalización y violencia, y que por obvias razones se han visto obligadas a migrar. Eso lo acerca mucho a la experiencia del migrante y del acompañamiento de la Iglesia católica en este tema, que es un tema muy espinoso. Creo que se mantienen esas líneas de oposición a las políticas muy autoritarias en términos de migración que ha colocado el presidente Donald Trump”, explica asimismo el profesor de Relaciones Internacionales. Marco Rubio pidió también verse con Giorgia Meloni, aunque a Trump no le gustó que la primera ministra italiana saliera en defensa del papa tras sus ataques. “Marco Rubio va a jugar un poco a decir ‘bueno, nosotros ya hemos desistido de aniquilar toda una civilización', como dijo Trump, pero buscará tratar el entendimiento de que efectivamente lo que sucede en el estrecho de Ormuz es un asunto global, que tiene implicaciones globales, y seguramente será la línea que tratará de enfocar hacia el Papa León XIV, no tanto como líder espiritual, sino como jefe de Estado”, concluye González Vides.

Superando la diabetes
S2 E39 El Balance de Tu vida tambien incluye tu dinero I Bienestar y Finanzas Personales

Superando la diabetes

Play Episode Listen Later May 6, 2026 4:43


¿Tu historia se parece a la mía?   Cuando empecé este podcast lo llamé Superando la Diabetes, el enfoque era compartir como llevaba el proceso de un diagnóstico que para mi fue super fuerte: Sería del tipo ,  o sea insulinodependiente. No pasaron muchos meses cuando supe que no debía enfocarme en esa condición de salud y me propuse perseguir el balance del bienestar.   Te pregunto si tu historia se parece a la mía porque sé que has lidiado con algo en tu vida. Has lidiado con tu físico, con tus emociones, con tu entorno familiar o social y tus creencias o tu faceta espiritual… con algunas cosas juntas o con todo a la vez.   Y en el balance del bienestar hay muchas dimensiones que wow, son el reto de estar vivo: Cuidar tu cuerpo, tu salud mental, tener relaciones sanas, y se abarca también lo espiritual, lo ocupacional y lo financiero.   Cuando se habla del bienestar financiero no es de forma abstracta. Es poder responderte con claridad preguntas simples como:  ¿Sé cuánto dinero entra y cuanto sale cada mes? ¿Tengo aunque sea, un pequeño fondo de emergencias?  ¿Estoy tomando decisiones hoy que apoyen mi estabilidad de mañana?    Si no te puedes responder estas preguntas no es por falta de capacidad, es por falta de organización, y eso se puede trabajar.   Una de las cosas que valoro en mi rutina es el aprendizaje continuo, este me da propósito y afina mi conexión con el entorno porque aún a esta edad hay cosas en la vida que no entiendo. Hoy día es vital para mí servir de  apoyo a mis amados, si me hubiera quedado con la educación de los sistemas del estado nada más, sería muy pobre. Pobre en recursos, pobre en mis emociones, pobre para usar mis talentos. Obviamente las experiencias cuentan, pero ser autodidacta, y dejarme guiar por los que saben me ha dado independencia de criterios y una comprensión amplia para afrontar los retos de la vida.   ¿Te has propuesto alguna vez salir de tu burbuja y ver que puedes gestionar mejor tu alimentación, tu estrés, tus relaciones, tu desarrollo laboral y la gestión de tus recursos económicos? ?¿Te has propuesto dejarte ayudar? ¿Son tus retos, una respuesta directa de tus acciones pasadas? ¿Te has planteado de qué aún se pueden arreglar muchas cosas?    Es de esa forma que llegue a este podcast y al campo de las finanzas personales, sabiendo que existe el balance del bienestar sin importar cuantas veces hayas fallado o intentando un método nuevo, para mantener ya sea tu salud (que en mi caso sería, por ejemplo: mi glucosa en sangre bajita) o tus finanzas personales en buen estado (que en muchos casos sería, ahorrar de forma recurrente y luego mantener los ahorros creciendo en cuentas de alto rendimiento) con miras a un retiro financieramente estable.   Me intriga saber cuáles son tus retos para mantener el balance del bienestar. Compárteme en mensaje por IG si es la satisfacción laboral, tus relaciones, tu salud o la estabilidad financiera, lo que más te reta.    Dicen que las mujeres lideramos el mundo, pues te digo, son las mujeres las que más me contactan para organizar sus finanzas personales. Ahora bien, al momento de ver las estadísticas de quién escucha el podcast, están apareciendo cada vez más los hombres. Y eso maravilloso, saber que todos se empoderan y buscan esa estabilidad y progreso.   Así que te digo: Comenzaste la adultez en un lugar, en una mentalidad. Luego trabajaste duro por lo que creías que era correcto. A través del camino, te has educado y comenzado a hacer ajustes. Te prometo que si estás en estos procesos de hacer ajustes… sí vas por buen camino.   El bienestar no es perfecto, es intencional. Y cuando decides mirar tu vida completa, incluyendo tus finanzas, empiezan a pasar cosas diferentes. Es la ruta para tener un balance real en tu vida, ¿Me acompañas?   IG  https://www.instagram.com/eligetranquilidad buscame por allí, contactame tambien a través de mi website www.primerica.com/burgosgonzalez o el email: mabel.burgos@primerica.com y entérate de todo lo bueno que puedes adaptar hoy a tu vida para vivir en esa tranquilidad de estar preparado y organizado con tus finanzas. Escanea el qr code que está abajo.   www.instagram.com/hola.vidaenpositivo

Desde Lejos
Mira como me río - Miércoles 29 de Abril, 2026

Desde Lejos

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 17:37


Una vez intenté abrir una nuez con una puerta, pegándole fuerte. La cuestión es que la agarré de chanfle; la nuez salió volando, le pegué un televisor y rompí la pantalla. Obviamente le eché la culpa a mi perro.Mira como me río - Miércoles 29 de Abril, 2026

Noticias de América
Honduras: El blindaje del partido del presidente Asfura pasa por la justicia

Noticias de América

Play Episode Listen Later Mar 31, 2026 2:34


La semana pasada, dos altos funcionarios fueron removidos de sus cargos tras el uso, desde el Congreso Nacional, de la Ley de Juicio Político. En el caso del fiscal general de la República, el juicio político se llevó a cabo de forma expedita y resultó en su destitución. La presidente de la Corte Suprema de Justicia renunció antes de conocer la misma suerte. Sus sucesores, afines al partido oficialista y a su nuevo aliado, el Partido Liberal, ya han sido nombrados. ¿Qué hay detrás de este cambio de piezas en el escenario judicial? A la salida del Ministerio Público de Tegucigalpa, en su carro blindado, el fiscal anti corrupción, Luis Javier Santos, habla a RFI de su preocupación acerca de los recientes nombramientos de altos funcionarios en el sector justicia. “Todos esos casos van a quedar en la impunidad” “Lo que está ocurriendo en Honduras es lo que ocurre siempre cuando inicia una nueva administración de Gobierno”, explica. Es decir, el intento de apoderarse políticamente de las instituciones claves del país. Lo cual, en Honduras, pasa por el Congreso Nacional. “Cualquiera que llegue al poder, el objetivo es proteger a todos los funcionarios o exfuncionarios, y que queden en la impunidad unas acusaciones que hay pendientes”, recalca el fiscal anti corrupción. Investigar a funcionarios corruptos es su especialidad. Muchos de ellos vienen del Partido Nacional, y aún están en el poder: “Todos esos casos van a quedar en la impunidad, porque son casos que de alguna manera son contra el partido. El actual presidente de la República tiene una investigación pendiente en la Corte Suprema de Justicia desde hace aproximadamente 14 meses”, apunta. El presidente Nasry Asfura está acusado por el desvío de más de un millón de dólares, cuando fungía como alcalde de la capital. El nuevo fiscal general, Pablo Emilio Reyes, afín al Partido Nacional, prometió en su primera conferencia de prensa no parcializar la persecución de delitos. “Ellos van a buscar cuidarse” “Toda línea de investigación que ha sido aperturada seguirá, siempre y cuando se haya iniciado o se siga realizando con la objetividad e imparcialidad que debe caracterizar la gestión del Ministerio Público”, afirmó Reyes. Una promesa que Juan Carlos Aguilar, analista político, mira con recelo: “Mientras las instituciones públicas estén altamente politizadas, es muy difícil que sean independientes y autónomas. Obviamente hay juicios que están abiertos, lo que usted mencionaba del presidente. El expresidente Hernández incluso no hace mucho intentó revocar una orden de captura para poder, me imagino, regresar al país y defenderse en libertad. La Corte dijo que no”, analiza. “Pero sí, naturalmente ellos van a buscar cuidarse, van a buscar lo que muchas veces hemos visto, el tema de negociar impunidad también, en función de cómo se reconfiguran las cosas”, prosigue el director de Transparencia de la ASJ (Asociación para una Sociedad más Justa). En las próximas semanas, otros funcionarios podrían enfrentar un juicio político. El presidente del Congreso Nacional, Tomás Zambrano, ya mencionó al consejero Marlon Ochoa, por abusar de su cargo en las elecciones presidenciales de noviembre desde el Consejo Nacional Electoral.

Noticias de América
Honduras: El blindaje del partido del presidente Asfura pasa por la justicia

Noticias de América

Play Episode Listen Later Mar 31, 2026 2:34


La semana pasada, dos altos funcionarios fueron removidos de sus cargos tras el uso, desde el Congreso Nacional, de la Ley de Juicio Político. En el caso del fiscal general de la República, el juicio político se llevó a cabo de forma expedita y resultó en su destitución. La presidente de la Corte Suprema de Justicia renunció antes de conocer la misma suerte. Sus sucesores, afines al partido oficialista y a su nuevo aliado, el Partido Liberal, ya han sido nombrados. ¿Qué hay detrás de este cambio de piezas en el escenario judicial? A la salida del Ministerio Público de Tegucigalpa, en su carro blindado, el fiscal anti corrupción, Luis Javier Santos, habla a RFI de su preocupación acerca de los recientes nombramientos de altos funcionarios en el sector justicia. “Todos esos casos van a quedar en la impunidad” “Lo que está ocurriendo en Honduras es lo que ocurre siempre cuando inicia una nueva administración de Gobierno”, explica. Es decir, el intento de apoderarse políticamente de las instituciones claves del país. Lo cual, en Honduras, pasa por el Congreso Nacional. “Cualquiera que llegue al poder, el objetivo es proteger a todos los funcionarios o exfuncionarios, y que queden en la impunidad unas acusaciones que hay pendientes”, recalca el fiscal anti corrupción. Investigar a funcionarios corruptos es su especialidad. Muchos de ellos vienen del Partido Nacional, y aún están en el poder: “Todos esos casos van a quedar en la impunidad, porque son casos que de alguna manera son contra el partido. El actual presidente de la República tiene una investigación pendiente en la Corte Suprema de Justicia desde hace aproximadamente 14 meses”, apunta. El presidente Nasry Asfura está acusado por el desvío de más de un millón de dólares, cuando fungía como alcalde de la capital. El nuevo fiscal general, Pablo Emilio Reyes, afín al Partido Nacional, prometió en su primera conferencia de prensa no parcializar la persecución de delitos. “Ellos van a buscar cuidarse” “Toda línea de investigación que ha sido aperturada seguirá, siempre y cuando se haya iniciado o se siga realizando con la objetividad e imparcialidad que debe caracterizar la gestión del Ministerio Público”, afirmó Reyes. Una promesa que Juan Carlos Aguilar, analista político, mira con recelo: “Mientras las instituciones públicas estén altamente politizadas, es muy difícil que sean independientes y autónomas. Obviamente hay juicios que están abiertos, lo que usted mencionaba del presidente. El expresidente Hernández incluso no hace mucho intentó revocar una orden de captura para poder, me imagino, regresar al país y defenderse en libertad. La Corte dijo que no”, analiza. “Pero sí, naturalmente ellos van a buscar cuidarse, van a buscar lo que muchas veces hemos visto, el tema de negociar impunidad también, en función de cómo se reconfiguran las cosas”, prosigue el director de Transparencia de la ASJ (Asociación para una Sociedad más Justa). En las próximas semanas, otros funcionarios podrían enfrentar un juicio político. El presidente del Congreso Nacional, Tomás Zambrano, ya mencionó al consejero Marlon Ochoa, por abusar de su cargo en las elecciones presidenciales de noviembre desde el Consejo Nacional Electoral.

Libros para Emprendedores

¿Sabías que uno de los mejores violinistas del mundo ganó solo 32 dólares tocando en una estación de metro, mientras llena salas de 300 dólares la entrada? Mismo talento, mismo violín, diferente CONTEXTO. Eso es exactamente lo que le pasa a tu negocio cuando no controlas tu posicionamiento. April Dunford ha dedicado más de 25 años al posicionamiento de productos. Ha reposicionado 16 productos como ejecutiva de marketing en empresas como IBM, y después ha trabajado con más de 200 empresas como consultora. En Obviously Awesome comparte su sistema probado de 10 pasos para que cualquier producto o servicio sea entendido, valorado y comprado. En este episodio verás: ✅ Qué es realmente el posicionamiento (y por qué NO es un eslogan ni una frase bonita) ✅ Las 2 trampas mortales que atrapan a la mayoría de emprendedores sin que se den cuenta ✅ Los 5 componentes (+1 bonus) de un posicionamiento efectivo ✅ La pregunta que cambia todo: "¿Qué haría tu cliente si no existieras?" ✅ Los 3 estilos de posicionamiento y cuándo usar cada uno ✅ Un reto concreto para que apliques esto a tu negocio ESTA SEMANA No cambias tu producto. Cambias tu contexto. Y al cambiar tu contexto, cambias tu negocio.

Pop Pop Pop (by JJ)
4x29 - Chappell, Zara y Rosalía m4t 4ron a una niña de 11 años

Pop Pop Pop (by JJ)

Play Episode Listen Later Mar 23, 2026 166:55


No estáis preparadxs para el viaje que va a ser este episodio xd. Hablamos de las movidas en las que se han vuelto envueltas Chappell Roan, Zara Larsson y Rosalía últimamente: vídeos de frutas de Inteligencia Artificial, controversias por chistes sobre el aborto, niñas de 11 años disgustadas, futbolistas brasileños enfadados, guardaespaldas violentos, un tour que no ha gustado... Tenemos de todo y para todos los gustos. Obviamente, también comentamos la actualidad musical.

Noticias de América
Ecuador: Tres preguntas para entender las lluvias intensas que golpean el país sudamericano

Noticias de América

Play Episode Listen Later Mar 18, 2026 2:34


En Ecuador, las prolongadas lluvias con tormentas eléctricas han causado desbordamientos de ríos y derrumbes principalmente en las provincias costeras y andinas. El Gobierno declaró la emergencia nacional para "responder" a los "impactos negativos" de las lluvias, aseguró la Secretaría de Gestión de Riesgos en un comunicado. La decisión le permite evitar trámites burocráticos para facilitar la asistencia y acceder a fondos extra de emergencia. Las lluvias también han dejado desde enero a dos personas desaparecidas, más de 24 heridos, unas 80 casas destruidas y más de 124.000 animales de granja muertos, según la misma fuente. Hablamos con Vladimir Arreaga, director de Pronósticos del Instituto Nacional de Meteorología e Hidrología de Ecuador, INAMHI. RFI: El periodo de lluvias en Ecuador se espera cada año entre enero y abril, ¿por qué en este 2026 se ve una intensificación de las precipitaciones especialmente en el litoral? Vladimir Arreaga: Durante este año 2026 estamos teniendo ciertas características peculiares que han originado que la temporada de lluvias se torne bastante activa en gran parte del territorio nacional, pero especialmente a partir del mes de febrero, hemos tenido una intensificación bastante importante de lluvias en la región litoral, en la región costera que está próxima al Océano Pacífico. Y tenemos una condición especial y es que, frente a las costas de Ecuador y el norte de Perú, hemos tenido un incremento de la temperatura de la superficie de mar. Esto justamente está asociado al arribo de aguas cálidas que provienen desde la parte del Pacífico occidental, transitan por el Pacífico central y llegan hasta la costa de Sudamérica. Y cuando nosotros tenemos esta condición, tenemos un escenario ideal justamente para que tengamos una mayor producción de lluvias. Las aguas cálidas originan que tengamos un entorno más inestable, una evaporación bastante importante, una formación de nubes permanente. Y sobre todo tenemos la intensificación de un sistema atmosférico que en la meteorología lo conocemos como zona de convergencia intertropical. Este sistema se ha fortalecido y es responsable de generar lluvias intensas en la costa ecuatoriana, dejando precipitaciones de mucha consideración en varios sectores del Ecuador. RFI: El 13 de marzo el Gobierno ecuatoriano declaró la emergencia nacional por 60 días, basados en los pronósticos del INAMHI. ¿Hasta cuándo podría prolongarse este periodo de lluvias intensas? Vladimir Arreaga: Nosotros también hemos emitido comunicados oficiales puestos a disposición para la población del país, donde se menciona justamente que la temporada de lluvias continuará durante el mes de marzo y posiblemente se extienda hasta inicios incluso del mes de mayo. Obviamente vamos a tener algunos cortos periodos donde tengamos una reducción de lluvias, sin embargo, lo más probable es que tengamos una frecuencia importante de precipitaciones y es lo que estamos atravesando actualmente acá en el país. RFI: Las provincias costeras de Guayas, El Oro, Esmeraldas, Los Ríos, Manabí y Santa Elena, así como las provincias andinas Loja y Chimborazo son las más afectadas hasta ahora. ¿Qué mensaje les envía a esas poblaciones? Vladimir Arreaga: La población que vive en zonas susceptibles de inundaciones y movimientos en masa hay que justamente estar comunicada, saber cuáles son las acciones que se deben ejecutar en estas zonas propensas.  No debemos transitar justamente por zonas cercanas a ríos, a cuerpos hídricos, porque han existido incrementos de caudales, de niveles que han originado lamentablemente impactos muy significativos en el territorio nacional. Hay que cuidarnos de las tormentas eléctricas. También es normal que se activen los accidentes de tránsito. Así que circulemos con precaución porque la calzada mojada y la presencia de niebla justamente origina que tengamos una reducción de visibilidad y es un fenómeno que hay que tener alta relevancia.

Noticias de América
Ecuador: Tres preguntas para entender las lluvias intensas que golpean el país sudamericano

Noticias de América

Play Episode Listen Later Mar 18, 2026 2:34


En Ecuador, las prolongadas lluvias con tormentas eléctricas han causado desbordamientos de ríos y derrumbes principalmente en las provincias costeras y andinas. El Gobierno declaró la emergencia nacional para "responder" a los "impactos negativos" de las lluvias, aseguró la Secretaría de Gestión de Riesgos en un comunicado. La decisión le permite evitar trámites burocráticos para facilitar la asistencia y acceder a fondos extra de emergencia. Las lluvias también han dejado desde enero a dos personas desaparecidas, más de 24 heridos, unas 80 casas destruidas y más de 124.000 animales de granja muertos, según la misma fuente. Hablamos con Vladimir Arreaga, director de Pronósticos del Instituto Nacional de Meteorología e Hidrología de Ecuador, INAMHI. RFI: El periodo de lluvias en Ecuador se espera cada año entre enero y abril, ¿por qué en este 2026 se ve una intensificación de las precipitaciones especialmente en el litoral? Vladimir Arreaga: Durante este año 2026 estamos teniendo ciertas características peculiares que han originado que la temporada de lluvias se torne bastante activa en gran parte del territorio nacional, pero especialmente a partir del mes de febrero, hemos tenido una intensificación bastante importante de lluvias en la región litoral, en la región costera que está próxima al Océano Pacífico. Y tenemos una condición especial y es que, frente a las costas de Ecuador y el norte de Perú, hemos tenido un incremento de la temperatura de la superficie de mar. Esto justamente está asociado al arribo de aguas cálidas que provienen desde la parte del Pacífico occidental, transitan por el Pacífico central y llegan hasta la costa de Sudamérica. Y cuando nosotros tenemos esta condición, tenemos un escenario ideal justamente para que tengamos una mayor producción de lluvias. Las aguas cálidas originan que tengamos un entorno más inestable, una evaporación bastante importante, una formación de nubes permanente. Y sobre todo tenemos la intensificación de un sistema atmosférico que en la meteorología lo conocemos como zona de convergencia intertropical. Este sistema se ha fortalecido y es responsable de generar lluvias intensas en la costa ecuatoriana, dejando precipitaciones de mucha consideración en varios sectores del Ecuador. RFI: El 13 de marzo el Gobierno ecuatoriano declaró la emergencia nacional por 60 días, basados en los pronósticos del INAMHI. ¿Hasta cuándo podría prolongarse este periodo de lluvias intensas? Vladimir Arreaga: Nosotros también hemos emitido comunicados oficiales puestos a disposición para la población del país, donde se menciona justamente que la temporada de lluvias continuará durante el mes de marzo y posiblemente se extienda hasta inicios incluso del mes de mayo. Obviamente vamos a tener algunos cortos periodos donde tengamos una reducción de lluvias, sin embargo, lo más probable es que tengamos una frecuencia importante de precipitaciones y es lo que estamos atravesando actualmente acá en el país. RFI: Las provincias costeras de Guayas, El Oro, Esmeraldas, Los Ríos, Manabí y Santa Elena, así como las provincias andinas Loja y Chimborazo son las más afectadas hasta ahora. ¿Qué mensaje les envía a esas poblaciones? Vladimir Arreaga: La población que vive en zonas susceptibles de inundaciones y movimientos en masa hay que justamente estar comunicada, saber cuáles son las acciones que se deben ejecutar en estas zonas propensas.  No debemos transitar justamente por zonas cercanas a ríos, a cuerpos hídricos, porque han existido incrementos de caudales, de niveles que han originado lamentablemente impactos muy significativos en el territorio nacional. Hay que cuidarnos de las tormentas eléctricas. También es normal que se activen los accidentes de tránsito. Así que circulemos con precaución porque la calzada mojada y la presencia de niebla justamente origina que tengamos una reducción de visibilidad y es un fenómeno que hay que tener alta relevancia.

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Génesis 1:21a“Y creó Dios los grandes monstruos marinos y todo ser viviente que se mueve, que las aguas produjeron según su especie, y toda ave alada según su especie. Y vio Dios que era bueno”.Un ejemplo inusual de un diseño en la naturaleza que va en contra del sentido común humano se encuentra en las aletas pectorales de la ballena jorobada. El borde de estas aletas, que uno intuitivamente esperaría que sean lisas, en realidad tienen protuberancias espaciadas por igual.Después de todo, los aviones, así como las aves, tienen bordes lisos sobre sus alas. Estas alas lisas parecerían ser las más eficientes para cortar a través del aire, que es un fluido, igual que el agua. Desconcertados por esto, los científicos recientemente hicieron dos modelos de aletas pectorales de una ballena jorobada. Una tenía un borde liso, la otra tenía protuberancias como las aletas reales. Estos modelos fueron llevados a ser probados en un túnel de viento. No es de extrañarse que las aletas de bordes lisos se desempeñaran como un ala estándar. ¡Sin embargo, el modelo de la ballena jorobada lo hizo mucho mejor! Ésta generó 8 por ciento más alza y un tercio menos de arrastre que el diseño estándar. Lo que es más, la aleta con protuberancias podía ponerse en un ángulo de 40 por ciento más pronunciado en el aire que el modelo liso antes de atascarse. Dado que el agua, como el aire, es fluido, estos principios se aplicarían a una verdadera aleta de ballena jorobada, permitiendo que la jorobada sea más ágil en el agua.Este diseño inusual es muy útil para las jorobadas porque se alimentan de bancos de arenques y sardinas ágiles. Obviamente, Dios les dio un diseño especial para ayudarlas a hacer esto.Oración: Padre, Te agradezco que tus pensamientos no son como los nuestros. Ayúdame a pensar más como Tu. Amén.Ref: Scientific American, “Bumpy Flying.”  To support this ministry financially, visit: https://www.oneplace.com/donate/1235/29?v=20251111

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Maçã podre

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Play Episode Listen Later Mar 8, 2026 5:05


TEMPO DE REFLETIR 01697 – 8 de março de 2026 Ezequiel 28:15 – Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado até que se achou iniquidade em ti. Uma maçã podre numa caixa estraga todas as outras. Mas quando Deus criou o mundo, tudo era perfeito. Não havia germes nocivos, morte ou lágrimas. Infelizmente, nesse mundo perfeito apareceu uma maçã podre que estragou a criação de Deus. E a pergunta que surge é a seguinte: Se Deus é bom e todo-poderoso, por que não pegou essa maçã e a jogou no lixo, para evitar que ela estragasse as outras? Você não faria isso? Obviamente, estamos falando de Satanás. Deus sabia que se Satanás continuasse vivendo, sua influência perniciosa se espalharia pela terra e resultaria em Hitler, Idi Amin, Stalin, Saddam Hussein e outros tiranos. Resultaria também em males como o câncer, AIDS, depressão, solidão, defeitos congênitos, alcoolismo, dependência de drogas, acidentes, crimes e divórcios. Em resumo: resultaria num mundo cheio de miséria e dor. Foi justo da parte de Deus deixar que toda essa miséria se espalhasse quando poderia ter cortado o mal pela raiz? Vejamos a seguinte ilustração: Uma empresa tinha um diretor que era amado por seus gerentes e funcionários. O seu assistente o ajudava em tudo. Mas então esse assistente começou a espalhar o boato de que o diretor estava fraudando a empresa. Foi um golpe devastador num líder que sempre havia procurado ser honesto e leal. Pior ainda foi o fato de que entre os gerentes e funcionários houve quem acreditasse no boato. O assistente havia preparado o terreno e conquistado simpatizantes. E quando ele fez essa denúncia, muitos acreditaram nele. Alguns até sugeriram que o conselho dos diretores deveria colocá-lo no lugar do diretor. O diretor poderia tê-lo despedido. Mas pensou: “Mesmo os funcionários que confiam em mim podem desconfiar que eu tenha algo a esconder, pois demito quem discorda de mim. E funcionários que não confiam em seu líder, trabalham mal”. Assim, o diretor permitiu que o seu assistente continuasse trabalhando. Mais cedo ou mais tarde a verdade apareceria. E foi o que aconteceu. A empresa passou por um período difícil, todos perceberam que a acusação do assistente era falsa, e ele acabou pedindo demissão. Tal e qual aquele presidente, Deus deu a Satanás tempo para que surgissem os frutos de sua obra. E ao derramar “o sangue do Filho de Deus, desarraigou-se Satanás das simpatias dos seres celestiais” (O Desejado de Todas as Nações, p. 761). No seu devido tempo a maçã podre será, finalmente, jogada fora. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Ajuda-me, Pai, a confiar inteiramente em Ti. Que nunca a semente da dúvida ganhe espaço para crescer em minha mente e coração. Por favor, em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes

Alta Definição
Marcelo Rebelo de Sousa em 2019: “Sou responsável como Presidente mesmo do que não depende diretamente de mim, sou um pouco responsável moral. Bate-me na consciência”

Alta Definição

Play Episode Listen Later Mar 7, 2026 49:56


Na última semana da presidência de Marcelo Rebelo de Sousa, e antes da tomada de posse de António José Seguro como novo presidente da República, o Alta Definição recorda a emissão de 2019 em que o “Professor Marcelo” esteve à conversa com Daniel Oliveira. Percorrendo o seu percurso pessoal e político, e refletindo sobre o estilo de presidência que procurou imprimir desde a tomada de posse, Marcelo Rebelo de Sousa defende que todos os Presidentes da República tiveram, à sua maneira, uma dimensão de proximidade e afetividade com o país, mas explica que decidiu manter o seu modo de ser — espontâneo e próximo — mesmo depois de assumir o cargo, recusando alterar a personalidade por causa da função. Ao longo da conversa, o presidente da República recorda a infância marcada por uma família politicamente exposta, fala da influência do pai e da formação académica em Direito, que o levou à carreira universitária. O “Professor Marcelo” evoca também a longa presença no comentário político e na vida pública, descrevendo-a como uma escola de contacto permanente com a realidade do país. Marcelo aborda o exercício da Presidência como um equilíbrio entre proximidade humana e responsabilidade institucional, reflete sobre o peso das decisões, a solidão que por vezes acompanha o cargo e a necessidade de interpretar os sinais da sociedade portuguesa. Entre memórias, episódios e reflexões, traça um retrato de um percurso marcado pela política, pela comunicação e por uma relação direta com os cidadãos. Recorde aqui a conversa originalmente emitida em outubro de 2019.See omnystudio.com/listener for privacy information.

EN POCAS PALABRAS
Rafael Grossi, «no hay pruebas de que Irán esté fabricando una bomba nuclear».

EN POCAS PALABRAS

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026 3:49


En su cuenta de X, el director del Organismo Internacional para la Energía Atómica, Rafael Grossi, escribió que «no hay pruebas de que Irán esté fabricando una bomba nuclear».Antes en declaraciones a medios televisivos de EEUU, Grossi comentó que «sí, hay muchas razones para preocuparse, pero no iba a haber una bomba mañana o pasado mañana. Obviamente muchos países, ese es el caso de Estados Unidos o Israel y de otros, pueden tener la impresión de que todas estas actividades están dirigidas directamente a la fabricación de un arma nuclear.

Daniel Ramos' Podcast
Episode 516: 27 de Febrero del 2026 - Devoción matutina para adolescentes - ¨La vuelta al mundo en 365 días¨

Daniel Ramos' Podcast

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 4:29


====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA ADOLESCENTES 2026“LA VUELTA AL MUNDO EN 365 DIAS”Narrado por: Mone MuñozDesde: Buenos Aires, ArgentinaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church27 de Febrero101%«TODO LO QUE HAGAS, HAZLO BIEN» (ECLESIASTÉS 9:10).Durante muchos años, el título de «edificio más alto del mundo» estuvo en manos de la ciudad de Taipéi, en la isla de Taiwán. La enorme torre de acero y vidrio en forma de escalones encastrados impresiona a cualquiera que se acerque a esa megaconstrucción. Obviamente, la mayor adrenalina se consigue al subir en el ascensor a 62 km por hora hasta el último piso, nivel 101, que corresponde al piso 106. Después de «levitar» por 30 segundos hasta el «techo del mundo», como denominaron a su mirador, la visión desde allí arriba sorprende.¿Sabes cuál es el nombre de este edificio? Taipei 101. ¿Y por qué? En primer lugar, para homenajear la informatización del siglo XXI y la llegada del código binario, el sistema de representación de datos que utiliza los números 0 y 1 para representar información en computadoras y dispositivos electrónicos. Pero la segunda razón es la más interesante: los taiwaneses querían mostrarle al mundo que el 100% no es suficiente, sino que es necesario dar y ser más que eso. Por eso usaron el número 101, de 101 %.¿Has pensado en eso? La superación ya no consiste en dar «solamente» lo máximo; ha pasado a ser más que eso. Cuando la búsqueda de la excelencia sobrepasa los límites conocidos, es necesario aventurarse más en el terreno de lo desconocido. De otra manera, nunca se habrían inventado la lámpara eléctrica y el avión, ni tampoco se habría llegado a la Luna. Las grandes conquistas de la inteligencia humana siempre pidieron más que lo obvio; exigían osadía creativa. Y tú también puedes hacer más.¿Y si decides hacer de manera diferente lo que todo el mundo hace igual? ¿Para qué ser alfombra de las mayorías siempre con la misma? monotonía? Dios busca y necesita muchachos y muchachas como José, David, Ester y Timoteo. Este planeta carece de personas valientes capaces de romper las cadenas del miedo y tomar riesgos con la confianza puesta en el cielo.Los más grandes pagarían por algo que tú tienes gratis: la oportunidad. El problema es que pase el tiempo y desperdicies la oportunidad exclusiva de ser y dar el 101 %. ¿Y si inventamos algo en lo que nadie pensó? ¿Y si observamos más las cosas increíbles y bloqueamos las influencias de la pereza? Serás más si Jesús es tu todo y llegarás más lejos si estás cerca de Dios, la Biblia y las personas buenas.¿Quién sabe si, al leer estas palabras, surge alguien que sea 101 %? O mejor: ¡olvídate de Taiwán y sé un 102 %! Tu generación te lo agradecerá. 

WGospel.com
A fidelidade e a integridade

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Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 4:46


TEMPO DE REFLETIR 01684 – 23 de fevereiro de 2026 Daniel 1:8 – Resolveu Daniel, firmemente, não contaminar-se. A história de Daniel abrange dois impérios mundiais. Ela começou quando o rei babilônio, Nabucodonosor, levou judeus cativos de Jerusalém para o exílio, em 605 a.C. Sua história estende-se através dos dias de Ciro, no império persa. O exílio de Daniel demonstra que a fidelidade a Deus pode trazer sucesso, mesmo sob as mais adversas circunstâncias. Como cativo em terras estrangeiras, Daniel resolveu, ainda em seus anos de adolescente, ser fiel a Deus. Introduzido no luxuoso salão de banquetes do rei babilônico, ele recusou adorar os ídolos do rei, beber o vinho do rei, ou comer os manjares impuros do rei. Mas ele fez isso com tanta elegância que logo conquistou o coração dos seus senhores. A integridade de Daniel continuou durante toda sua vida. Aos 80 anos, ele enfrentou a sua maior prova, talvez. Seus colegas, mancomunados, tramaram contra ele. Ardilosamente, eles influenciaram o rei a passar um decreto proibindo o culto a qualquer deus, exceto o próprio rei, por 30 dias. Obviamente, Daniel não podia consentir. O preço pela desobediência era alto. O profeta não tomou esta decisão baseado nas consequências de suas ações. Ele a tomou baseado na sua fidelidade à Palavra de Deus. Se tivesse considerado as consequências, a morte na cova dos leões, talvez houvesse cedido. Ser esquartejado por ferozes leões, sedentos de sangue, não é um pensamento muito agradável. Sempre que as consequências de uma decisão torna-se a força motora para tomar-se aquela decisão, é provável que cedamos. Mas Daniel vivia para agradar a seu Pai celeste. Quando os registros supremos da vida forem mostrados, o que verdadeiramente vai contar é ter vivido para agradar a Deus. Todos os grandes heróis da fé viveram para um propósito. Eles ergueram-se acima das massas. Eles viam a vida com uma perspectiva diferente. Eles não viviam para agradar a si mesmos ou à multidão. O propósito principal da vida deles era agradar a Deus. Por ter tomado esta decisão fundamental, Daniel viveu uma vida centrada. A fórmula de Deus para a paz verdadeira e o sucesso duradouro ainda é a mesma hoje. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Pai, assim como Daniel foi fiel e íntegro, eu também desejo ser. Sei que essa é a vontade de cada um que me ouve agora e ora comigo. Toma conta de nossa vida, por favor! Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes

Daniel Ramos' Podcast
Episode 514: 15 de Febrero del 2026 - Devoción matutina para adolescentes - ¨La vuelta al mundo en 365 días¨

Daniel Ramos' Podcast

Play Episode Listen Later Feb 14, 2026 4:11


====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA ADOLESCENTES 2026“LA VUELTA AL MUNDO EN 365 DIAS”Narrado por: Mone MuñozDesde: Buenos Aires, ArgentinaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church15 de FebreroLa frontera sin frontera«TODOS USTEDES SON UNO EN CRISTO JESÚS» (GÁLATAS 3:28).Hola, ¿todo bien? ¿Con ánimo para enfrentar este día? ¿Te imaginas levantarte de la cama en un país y, al ir al baño, pasar a otro país? Y cenar en el comedor  que pertenece a una nación y, al ir a la cocina, llegar a otro territorio nacional? Qué locura, ¿no?Sí, eso puede suceder en la pequeña ciudad de Derby Line. Allí es perfectamente posible que alguien vaya de Estados Unidos a Canadá solo caminando de un cuarto a otro de su casa. Todo esto porque la línea de frontera entre estos dos países enormes pasa exactamente por este pueblito y atraviesa edificios, casas, plazas y jardines.Imagina a un padre que intenta que le sellen el pasaporte en «migraciones del pasillo», solo para entrar al cuarto de su hijo que queda «en el otro país». Es el colmo de lo absurdo, ¿verdad? Obviamente, allí no se necesita hacer ese trámite. En aquel lugar, las ciudadanías se mezclan y los canadienses conviven normalmente con los estadounidenses. Lo único que recuerda las dos nacionalidades es una estrecha senda peatonal que de un lado tiene escrito «Estados Unidos», y del otro, «Canadá».¿Pensaste alguna vez cómo sería el mundo si las fronteras fueran así: sin tanta burocracia, sin tanto miedo y con muchos menos prejuicios entre los países? Cuando Jesús vino a la Tierra, intentó enseñar exactamente eso: a los ojos del Padre no existen las diferencias territoriales porque todos somos hijos del mismo Dios. Y eso les ocasionaba un colapso mental a fariseos, saduceos y líderes mezquinos, porque ellos eran quienes más ganaban con la desunión.¿Por qué no podemos vivir más como Jesús y menos como un policía de migraciones? No debemos mirar a las personas por las diferencias que nos alejan, sino por las similitudes que nos acercan. Tener miradas diferentes, colores de piel contrastantes y semblantes peculiares no hace a nadie menos importante para el Reino de los cielos. Y a muchos eso les molesta.¿Y si vivimos este día sin fronteras? Sin juzgar a los demás por su apariencia o sus orígenes. A los pies de la cruz, nadie es mejor que el peor de todos. ¿Y si seguimos el ejemplo de Derby Line? Estaremos más preparados para el cielo, donde no habrá pasaportes y apreciaremos juntos «el único país» de la eternidad.¿Estás listo? 

Daniel Ramos' Podcast
Episode 514: 12 de Febrero del 2026 - Devoción matutina para Jóvenes - ¨Diferente¨

Daniel Ramos' Podcast

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 4:14


====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA JÓVENES 2026“DIFERENTENarrado por: Daniel RamosDesde: Connecticut, USAUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church===================|| www.drministries.org ||===================12 de FebreroEl Hombre Del SombreroCaminó, pues, Enoc con Dios, y desapareció, porque Dios se lo llevó (Génesis 5:24).Lo recuerdo como si fuera hoy. Acababa de salir de la Iglesia Central de Río de Janeiro cuando, de repente, me encontré con un hombre alto, serio, de piel morena, con un gran sombrero en la cabeza para protegerse del sol. Sus pasos eran cortos, como si estuviera al final de un largo camino. Allí estaba el pastor Roberto Rabello, ex orador de A Voz da Profecía [La voz de la Profecía], el primer programa evangélico transmitido por radio en Brasil.Fue la única vez que lo vi en persona. Ya lo conocía a través de los antiguos discos de vinilo que sonaban en el tocadiscos de mi padre. Además de ser reconocido por su voz aterciopelada, el pastor Rabello era admirado por su profunda consagración a Dios. Años después, más precisamente en 2005, no podía creer que mi primera función en la Red Nuevo Tiempo de Comunicación, además de cantar, fuera transcribir sus sermones.Un hecho aún está fresco en mi memoria. En 1996, incluso antes del surgimiento de las redes sociales, una gran noticia falsa se difundió en los círculos adventistas de todo Brasil, acerca del supuesto arrebatamiento del pastor Rabello. Algunos llegaron a decir que en el lugar donde se encontraba ¡solo había quedado un par de sandalias! Obviamente, el pastor Rabello no fue llevado al Cielo, como algunos especularon.Esta historia me hace recordar a Enoc, el personaje bíblico que también fue un ejemplo de comunión con Dios. Enoc se apartó del mundo y amaba pasar horas en oración y reflexión. Vivió de manera contraria a las costumbres de su tiempo. Mientras que los descendientes de Caín buscaban los placeres del mundo, Enoc se encontraba satisfecho al caminar con Dios. La amistad entre ambos fue tan profunda que Dios lo llamó para vivir permanentemente en su casa.Enoc fue el primer ser humano en pasar por los portales eternos. En una visión extraordinaria, Elena de White describió: "Allí vi al anciano Enoc, quien había sido trasladado. [...] Sobre la guirnalda [en la cabeza] ceñía Enoc una preciosa corona más brillante que el Sol" (Primeros escritos, p. 70).Cuando Jesús regrese, creo que el pastor Rabello resucitará y, como ocurrió con Enoc, ascenderá al Cielo. Allí no llevará un sombrero, sino una hermosa corona. Esta esperanza también es para ti y para mí. 

Welcome Aboard - MD1 podcast
#EP00137 - Melhor roteiro de 15 dias em Orlando

Welcome Aboard - MD1 podcast

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 64:13


Orlando é um destino COMPLEXO!! Fazer um bom roteiro pode significar literalmente a diferença entre uma super viagem, ou um desperdício frustrante de uma pequena fortuna!Obviamente não existe um roteiro perfeito para todos, mas existe uma estrutura que se levada em consideração, pode elevar DEMAIS o aproveitamento da sua visita!!Para comprar os roteiros dos parques, eBooks, ingressos, chip e muito mais, acesse a agência oficial de Orlando >> MD1 TRAVELBaixe nosso App Grátis >> APP MD1Vou deixar abaixo a sugestão de roteiro que trabalhamos nesse EP!!Dia 1 - chegada / check in hotel / Walmart (se for muito tarde / walgreens) Dia 2 - Magic Kingdom Dia 3 - Epcot Dia 4 - Compras/ Outlet/ Mall at milenia Dia 5 - Hollywood StudiosDia 6 - AK / Disney Springs a noite Dia 7 - dia livre/ custar winter Park / Winter Garden Dia 8 - Universal StudiosDia 9 - SeaWorld Dia 10 - livre / compras / passeios extra parques / boardwalk / icon Dia 11 - Islands of Adventure Dia 12 - NASA (KSC)Dia 13 - Epic Dia 14 - Discovery Cove (pra relaxar) Dia 15 - viagem de volta 

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Episode 514: 11 de Febrero del 2026 - Devoción matutina para adolescentes - ¨La vuelta al mundo en 365 días¨

Daniel Ramos' Podcast

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 4:14


====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA ADOLESCENTES 2026“LA VUELTA AL MUNDO EN 365 DIAS”Narrado por: Mone MuñozDesde: Buenos Aires, ArgentinaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church11 DE FEBREROLA SEMILLA DEL PARAÍSO«LAS SEMILLAS [...] REPRESENTAN A LOS QUE OYEN EL MENSAJE» (MATEO 13:20).Seychelles. Este es uno de los destinos más paradisíacos de nuestro planeta. Las bellezas de estas islas son tan encantadoras que casi no pueden describirse con palabras. No alcanzan. Hay que viajar hasta allí. Es uno de los rarísimos archipiélagos de origen volcánico que existen en nuestro planeta. Ya el nombre en sí es un encanto, ¿verdad?La arena brillante parece harina blanca que se disuelve en el agua cálida más transparente del océano Índico. Mientras se mecen al compás del viento, las palmeras de este lugar parecen más verdes que las que aparecen en las películas. El gran punto distintivo de las islas Seychelles son las piedras de color rosáceo. Los granitos de tonos rojizos muestran formas redondeadas que la brisa fue limando a través de los siglos. En fin, cada rinconcito es un palacio visual, y la naturaleza reina con majestuosidad sobre todo el paisaje.¿Quieres más? Estas islas son consideradas como uno de los destinos más ecológicos del turismo mundial. En una de ellas, la isla La Digue, no se permite circular con automóviles privados, lo que obliga a los viajantes a ejercitar las piernas con buenas pedaleadas en bicicleta. Además, las tortugas megagigantes, las aves marinas y los arrecifes de corales multicolor son atracciones maravillosas. ¡Todo es tan hermoso!Ah, y hay algo más que se destaca en las Seychelles: allí se encuentran las semillas más grandes del mundo. En el bosque nativo, a la orilla de las playas de agua azul esmeralda, se encuentran las palmeras Lodoicea maldivica, que producen una semilla conocida como coco de mar. Estas semillas pueden medir hasta 50 centímetros de diámetro y pesar hasta 30 kilos, ¿puedes creerlo?Una semilla de ese tamaño me recuerda la parábola del sembrador. Obviamente, las semillas eran mucho más pequeñas, pero si representan la verdad, deben ser vistas como la mayor verdad de la tierra. ¿Estás de acuerdo? Y pensar que hay personas que no tienen en cuenta la voluntad de Dios para sus vidas, como si quisieran ignorar un coco de mar inmenso.Tenemos un gran día por delante. Permitamos que en nuestro corazón crezca la semilla más grande del universo. La verdad de la salvación hará una gran diferencia en nuestra vida, sin contar los frutos que nacerán de nuestra amistad con Cristo. Será tan maravilloso que las Seychelles parecerán un simple jardín. 

Desde La Linea Podcast
Ep.758 - Desde La Línea Podcast - Gracias Bad Bunny

Desde La Linea Podcast

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 16:31


Esta semana venimos más pompiau que un niño con 5 dólares. Qué brutal ver ese medio tiempo del Supertazón completamente en español. Obviamente hablamos de eso, de lo sucedido en #laliga , se viene la #NWSL, el drama de Giannis, entre otras cosas más. REDES Desde La Línea Podcast https://linktr.ee/DesdeLaLineaPod?utm_source=linktree_profile_share<sid=0c3413a1-1132-4d8d-91f5-d6168547f11b

El libro de Tobias
ELDT: Audio relato El médico de Thomas Ligotti

El libro de Tobias

Play Episode Listen Later Feb 8, 2026 9:12


paypal.me/LibroTobias ko-fi.com/asier24969 Siempre se ha maltratado el género de terror como algo de segunda clase, tal como se ha hecho con la fantasía o la ciencia ficción. Algo de menor rango frente a géneros más «elevados» o no minoritarios. Como algo de adolescentes o de «frikis» que no llegan a ser adultos. Obviamente, esto como en muchos otros casos es más algo para darse golpes de pecho y darse importancia. Hay autores que destilan calidad y que de estar trabajando en otros géneros harían que fuesen mejor considerados. Y creo que Thomas Ligotti es uno de ellos. El relato "El médico" pertenece a su antología "Noctuario". En este relato el protagonista llega a una fiesta donde tendrá que ofrecer un servicio final a los participantes de una fiesta. Canciones: • “Hidden Histories” de Morbus Tenebris • “Horrifyingly creepy music” de Potato Derp Narración: Asier Menéndez Marín Diseño logo Podcast: albacanodesigns (Alba Cano) Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals

Las Almas Despiertas
94. Cómo escapé de la new age - Anishaa

Las Almas Despiertas

Play Episode Listen Later Feb 6, 2026 106:04


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Humor en la Cadena SER
Especialistas Secundarios | ¿Cumplen con su horario laboral los integrantes de La Ventana cuando el programa acaba antes por el fútbol?

Humor en la Cadena SER

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 5:52


Obviamente, la respuesta es no y recibimos un merecido reproche por ello. Esto es el Defensor del Oyente y aquí se viene a recibir palos.

La Ventana
Especialistas Secundarios | ¿Cumplen con su horario laboral los integrantes de La Ventana cuando el programa acaba antes por el fútbol?

La Ventana

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 5:52


Obviamente, la respuesta es no y recibimos un merecido reproche por ello. Esto es el Defensor del Oyente y aquí se viene a recibir palos.

Música Cristiana (Gratis)

Música Cristiana (Gratis)

Play Episode Listen Later Feb 3, 2026 3:40 Transcription Available


Puedes ver el video completo aquí: https://youtu.be/Z276nwP9aSg Hola amigos de Radio Ebenezer RD, un tema del momento y que está generando debates es la desclasificación de millones de archivos relacionados con el caso de Jeffrey Epstein por parte del Departamento de Justicia de Estados Unidos. Esta reciente divulgación de documentos, evidencia la gravedad de las acusaciones de tráfico sexual y abuso de menores. Expertos en geopolítico destacan que la lista involucra a figuras prominentes de la política, finanzas y entretenimiento, entre ellos se menciona a Donald Trump, Bill Clinton, Elon Musk, Bill Gates y el Príncipe Andrés. Allí se habla de conexiones de inteligencia, que sugieren que Epstein trabajaba para el servicio de inteligencia israelí, Mossad, y posiblemente para otros, utilizando el chantaje basado en grabaciones de abusos sexuales como herramienta. Definitivamente, esto tiene grandes Implicaciones políticas, ya que estos archivos afectan la reputación de líderes internacionales. Además, tiene una dimensión espiritual, pues desde la perspectiva cristiana, se interpreta la corrupción moral de estas élites como un reflejo de un problema espiritual profundo. Algunos hablan del caso del senador Lindsey Graham como ejemplo de posibles chantajes. El periodista César Vidal describe a Epstein como un delincuente sexual y traficante de personas que utilizó su firma financiera para cultivar relaciones con las élites más altas del mundo. ¿Cuál era el Modus Operandi? Sé dice que el núcleo de su actividad era proporcionar menores de edad a personajes poderosos para abusar de ellas, utilizando estos encuentros para filmarlos y obtener material de chantaje. Algunos destacan irregularidades judiciales, por el polémico acuerdo de 2005 en Florida, donde Epstein cumplió una condena mínima a pesar de haber decenas de víctimas identificadas. Además, su muerte sigue siendo controversial. Muchos cuestionan la versión oficial del suicidio en 2019, citando opiniones forenses que sugieren señales de violencia y la desaparición de minutos clave en las grabaciones de la celda. Estamos hablando de la divulgación de unos 3 millones de páginas que incluyen nombres de diversas figuras públicas: Bill Clinton, Donald Trump, el príncipe Andrés de Inglaterra, Ehud Barak (ex primer ministro de Israel) y William Burns (director de la CIA). También empresarios y académicos: Bill Gates, Elon Musk (quien habría negado su relación inicialmente), Sergei Brin (cofundador de Google), y el lingüista Noam Chomsky. Se incluyen celebridades como: Woody Allen, David Copperfield, Stephen Hawking y Michael Jackson. Supuestamente hay documentos donde se alega material comprometedor sobre Donald Trump y su supuesta relación estrecha con intereses del Estado de Israel. César Vidla afirmó hace poco que Epstein trabajaba para el servicio de inteligencia israelí (Mossad) como un activo para chantajear a políticos y empresarios estadounidenses y así influir en la política exterior. Obviamente, este sistema de corrupción afecta la soberanía de Estados Unidos, y se suma ahora la presión sobre congresistas que intentan investigar estos temas. Al final, esta situación es vista como un reflejo de una "casta" académica, política y financiera nihilista y carente de moral. A pesar de lo escalofriante o escandaloso del caso, la salida a la luz de esta información es una "gran noticia" porque permite diagnosticar y enfrentar la enfermedad que corroe el sistema. Hay una necesidad de transparencia y estas revelaciones, aunque tenebrosas, pueden permitir la depuración en la política estadounidense. Aunque sabemos, que los tiempos van de name en peor.Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/radio-ebenezer-rd-emisora-cristiana--3279340/support.

Música Cristiana

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Puedes ver el video completo aquí: https://youtu.be/Z276nwP9aSg Hola amigos de Radio Ebenezer RD, un tema del momento y que está generando debates es la desclasificación de millones de archivos relacionados con el caso de Jeffrey Epstein por parte del Departamento de Justicia de Estados Unidos. Esta reciente divulgación de documentos, evidencia la gravedad de las acusaciones de tráfico sexual y abuso de menores. Expertos en geopolítico destacan que la lista involucra a figuras prominentes de la política, finanzas y entretenimiento, entre ellos se menciona a Donald Trump, Bill Clinton, Elon Musk, Bill Gates y el Príncipe Andrés. Allí se habla de conexiones de inteligencia, que sugieren que Epstein trabajaba para el servicio de inteligencia israelí, Mossad, y posiblemente para otros, utilizando el chantaje basado en grabaciones de abusos sexuales como herramienta. Definitivamente, esto tiene grandes Implicaciones políticas, ya que estos archivos afectan la reputación de líderes internacionales. Además, tiene una dimensión espiritual, pues desde la perspectiva cristiana, se interpreta la corrupción moral de estas élites como un reflejo de un problema espiritual profundo. Algunos hablan del caso del senador Lindsey Graham como ejemplo de posibles chantajes. El periodista César Vidal describe a Epstein como un delincuente sexual y traficante de personas que utilizó su firma financiera para cultivar relaciones con las élites más altas del mundo. ¿Cuál era el Modus Operandi? Sé dice que el núcleo de su actividad era proporcionar menores de edad a personajes poderosos para abusar de ellas, utilizando estos encuentros para filmarlos y obtener material de chantaje. Algunos destacan irregularidades judiciales, por el polémico acuerdo de 2005 en Florida, donde Epstein cumplió una condena mínima a pesar de haber decenas de víctimas identificadas. Además, su muerte sigue siendo controversial. Muchos cuestionan la versión oficial del suicidio en 2019, citando opiniones forenses que sugieren señales de violencia y la desaparición de minutos clave en las grabaciones de la celda. Estamos hablando de la divulgación de unos 3 millones de páginas que incluyen nombres de diversas figuras públicas: Bill Clinton, Donald Trump, el príncipe Andrés de Inglaterra, Ehud Barak (ex primer ministro de Israel) y William Burns (director de la CIA). También empresarios y académicos: Bill Gates, Elon Musk (quien habría negado su relación inicialmente), Sergei Brin (cofundador de Google), y el lingüista Noam Chomsky. Se incluyen celebridades como: Woody Allen, David Copperfield, Stephen Hawking y Michael Jackson. Supuestamente hay documentos donde se alega material comprometedor sobre Donald Trump y su supuesta relación estrecha con intereses del Estado de Israel. César Vidla afirmó hace poco que Epstein trabajaba para el servicio de inteligencia israelí (Mossad) como un activo para chantajear a políticos y empresarios estadounidenses y así influir en la política exterior. Obviamente, este sistema de corrupción afecta la soberanía de Estados Unidos, y se suma ahora la presión sobre congresistas que intentan investigar estos temas. Al final, esta situación es vista como un reflejo de una "casta" académica, política y financiera nihilista y carente de moral. A pesar de lo escalofriante o escandaloso del caso, la salida a la luz de esta información es una "gran noticia" porque permite diagnosticar y enfrentar la enfermedad que corroe el sistema. Hay una necesidad de transparencia y estas revelaciones, aunque tenebrosas, pueden permitir la depuración en la política estadounidense. Aunque sabemos, que los tiempos van de name en peor.Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/musica-cristiana--4958188/support.

Dr. Stanley – Ministerios En Contacto

Puedes ver el video completo aquí: https://youtu.be/Z276nwP9aSg Hola amigos de Radio Ebenezer RD, un tema del momento y que está generando debates es la desclasificación de millones de archivos relacionados con el caso de Jeffrey Epstein por parte del Departamento de Justicia de Estados Unidos. Esta reciente divulgación de documentos, evidencia la gravedad de las acusaciones de tráfico sexual y abuso de menores. Expertos en geopolítico destacan que la lista involucra a figuras prominentes de la política, finanzas y entretenimiento, entre ellos se menciona a Donald Trump, Bill Clinton, Elon Musk, Bill Gates y el Príncipe Andrés. Allí se habla de conexiones de inteligencia, que sugieren que Epstein trabajaba para el servicio de inteligencia israelí, Mossad, y posiblemente para otros, utilizando el chantaje basado en grabaciones de abusos sexuales como herramienta. Definitivamente, esto tiene grandes Implicaciones políticas, ya que estos archivos afectan la reputación de líderes internacionales. Además, tiene una dimensión espiritual, pues desde la perspectiva cristiana, se interpreta la corrupción moral de estas élites como un reflejo de un problema espiritual profundo. Algunos hablan del caso del senador Lindsey Graham como ejemplo de posibles chantajes. El periodista César Vidal describe a Epstein como un delincuente sexual y traficante de personas que utilizó su firma financiera para cultivar relaciones con las élites más altas del mundo. ¿Cuál era el Modus Operandi? Sé dice que el núcleo de su actividad era proporcionar menores de edad a personajes poderosos para abusar de ellas, utilizando estos encuentros para filmarlos y obtener material de chantaje. Algunos destacan irregularidades judiciales, por el polémico acuerdo de 2005 en Florida, donde Epstein cumplió una condena mínima a pesar de haber decenas de víctimas identificadas. Además, su muerte sigue siendo controversial. Muchos cuestionan la versión oficial del suicidio en 2019, citando opiniones forenses que sugieren señales de violencia y la desaparición de minutos clave en las grabaciones de la celda. Estamos hablando de la divulgación de unos 3 millones de páginas que incluyen nombres de diversas figuras públicas: Bill Clinton, Donald Trump, el príncipe Andrés de Inglaterra, Ehud Barak (ex primer ministro de Israel) y William Burns (director de la CIA). También empresarios y académicos: Bill Gates, Elon Musk (quien habría negado su relación inicialmente), Sergei Brin (cofundador de Google), y el lingüista Noam Chomsky. Se incluyen celebridades como: Woody Allen, David Copperfield, Stephen Hawking y Michael Jackson. Supuestamente hay documentos donde se alega material comprometedor sobre Donald Trump y su supuesta relación estrecha con intereses del Estado de Israel. César Vidla afirmó hace poco que Epstein trabajaba para el servicio de inteligencia israelí (Mossad) como un activo para chantajear a políticos y empresarios estadounidenses y así influir en la política exterior. Obviamente, este sistema de corrupción afecta la soberanía de Estados Unidos, y se suma ahora la presión sobre congresistas que intentan investigar estos temas. Al final, esta situación es vista como un reflejo de una "casta" académica, política y financiera nihilista y carente de moral. A pesar de lo escalofriante o escandaloso del caso, la salida a la luz de esta información es una "gran noticia" porque permite diagnosticar y enfrentar la enfermedad que corroe el sistema. Hay una necesidad de transparencia y estas revelaciones, aunque tenebrosas, pueden permitir la depuración en la política estadounidense. Aunque sabemos, que los tiempos van de name en peor.Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/meditacion-del-dia--4064350/support.

Podcast La Rueda del Misterio
MECENAS: Recordar sin Memoria- Recuperar el Color en las Canas. - Episodio exclusivo para mecenas

Podcast La Rueda del Misterio

Play Episode Listen Later Feb 2, 2026 34:27


Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! Bienvenidos a un episodio cargado de esperanza y ciencia que roza lo increíble: hoy exploramos cómo la música puede abrir puertas cerradas por la demencia y el Alzheimer, devolviendo recuerdos que parecían perdidos para siempre, y cómo el estrés crónico puede blanquear el pelo... pero, en muchos casos, ¡también revertirlo cuando la calma regresa! Dos temas que nos recuerdan que el cuerpo humano guarda capacidades de reparación que apenas empezamos a entender. Empecemos por el poder casi mágico de la música en personas con Alzheimer o demencia avanzada. Todos hemos visto esos momentos virales: un abuelo que no reconoce a nadie, pero al oír su canción favorita de juventud, canta la letra completa, sonríe, llora de emoción y hasta conversa con fluidez durante unos minutos. No es casualidad ni mito urbano. Es neurociencia sólida, respaldada por revisiones sistemáticas y meta-análisis recientes (hasta 2025). La memoria musical se aloja en redes cerebrales (áreas auditivas, motoras y emocionales) que el Alzheimer ataca mucho más tarde que el hipocampo (responsable de los recuerdos recientes). Estudios de 2023-2025 muestran que la musicoterapia (especialmente la personalizada y activa: cantar, tocar instrumentos simples): Mejora la memoria autobiográfica y episódica Reduce ansiedad, depresión y agitación en un 50-70% en muchos casos Aumenta la fluidez verbal, la orientación y la calidad de vida Activa conexiones neuronales "apagadas", como demuestran resonancias funcionales Incluso combinada con actividades nostálgicas (como recordar momentos con música de época), mejora la cognición, el sueño y el estado de ánimo en pacientes de leve a moderado. Programas como Music & Memory se usan cada vez más en residencias de España y Latinoamérica, con resultados que las familias describen como "milagrosos". ¡La música no cura, pero puede devolvernos a nuestros seres queridos aunque sea por instantes preciosos! Y ahora, el segundo misterio: ¿las canas por estrés son para siempre? La respuesta, según investigaciones de los últimos años: no siempre. El estudio pionero de la Universidad de Columbia (2021, con actualizaciones y confirmaciones hasta 2025) demostró que el estrés masivo agota las células madre melanocíticas (McSC) mediante noradrenalina del sistema simpático, "quemando" el pigmento. Pero cuando el estrés baja (vacaciones, resolución de problemas, divorcio...), ¡muchas canas recuperan color desde la raíz! Casos documentados: cabellos que encanecen en periodos duros y repigmentan al volver la calma. En 2025, avances con luteolina (antioxidante natural de apio, brócoli, zanahorias) revirtieron el gris en ratones por completo, y terapias con exosomas muestran repigmentación en humanos (hasta 60% de mejora en algunos casos tras varias sesiones). Obviamente, las canas genéticas o por edad muy avanzada son más difíciles de revertir, pero las prematuras por estrés crónico (a los 30-50 años) tienen una ventana de oportunidad real si se actúa a tiempo: reducir estrés, antioxidantes, hábitos saludables. La lección final de hoy, mecenas: el cuerpo humano no es un reloj que solo avanza hacia la destrucción. Eliminar lo que lo daña (dolor cognitivo, estrés tóxico) activa mecanismos de autorreparación impresionantes. La música nos trae de vuelta fragmentos de quienes amamos. Reducir el estrés puede devolvernos el color de la juventud. ¿Magia? No. Ciencia en evolución. Y esperanza muy real. ¡Contadnos en comentarios vuestras historias! ¿Habéis visto a alguien "volver" con una canción? ¿Alguien que "descaneció" tras un cambio de vida? ¡Gracias por ser mecenas de La Rueda del Misterio! Nos vemos en la próxima vuelta, donde seguiremos desentrañando los enigmas que nos rodean. laruedadelmisterio2010@gmail.com ®© La Rueda del MisterioEscucha este episodio completo y accede a todo el contenido exclusivo de La Rueda del Misterio. Descubre antes que nadie los nuevos episodios, y participa en la comunidad exclusiva de oyentes en https://go.ivoox.com/sq/4754

Julia en la onda
David Vico, filósofo: "Si empezamos a perder la confianza en los demás obviamente nos cerramos sobre nosotros mismos"

Julia en la onda

Play Episode Listen Later Feb 1, 2026 22:50


Después de 'Ética para desconfiados' y 'Era de Idiotas', llega 'Filosofía para desconfiados', la tercera obra publicada en España por David Pastor Vico, escritor y filósofo. Nos presenta este nuevo libro en Julia en la Onda

Reflexión diaria del Evangelio por el P. Luis Zazano

1) Designó: Capaz que, si las cosas no te están saliendo como lo pensaste o no estás logrando adquirir esos objetivos que te pusiste, no sea por falta de voluntad. Quizás lo que estés necesitando es un grupo de ayuda y que te dé ese sentido de pertenencia, dejarte ayudar por otros y que puedas tener ese espacio para hablar con otros de cómo vas caminando tu vida. Si hay algo que es esencial en la Iglesia es generar comunidad y la comunidad no es para armar equipo de trabajo o grupo de relevamiento, sino el acompañarse el uno al otro en el sostenimiento de nuestras vidas. Obviamente que esto también me llama la atención en decir si no será que los grupos parroquiales, las comunidades parroquiales, se han detenido más en convertirse en un equipo de trabajo que un sostenimiento de acompañantes:2) Obreros: Recuerdo que, cuando me iba a ordenar sacerdote, un obispo me dijo: “Si no estás dispuesto a llevar una vida sacrificada, bórrate, bórrate de ser cura”. Porque nos dicen en el día que te ordenan sacerdote: “Recibe esta ofrenda del pueblo santo, considera lo que realizas e imita lo que conmemoras y conforma tu vida con el misterio de Cristo crucificado”. Por tanto, también, te lo digo a vos, si sos cura o no, que tu vida aquí es llevar la cruz y saber que lleva a muchos a una resurrección. 3) Recibir: Estamos a llevar bendición. Bendecir viene del término que “Benedicere” significa desear el bien al otro y fortalecer con tu buena intención la vida de los otros. Por tanto, no dejes de hacer y desear el bien a los otros porque los otros logran hacer mucho bien con tu deseo y con tu colaboración con los demás. Algo bueno está por venir.

Tu dinero nunca duerme
TDND: Cobas, sobre la Bolsa española: "¿El mercado está caro? Sí, pero sigue habiendo compañías baratas"

Tu dinero nunca duerme

Play Episode Listen Later Dec 28, 2025 57:50


Iván Chvedine, responsable de la cartera Iberia de la gestora, visita Tu Dinero Nunca Duerme. La Bolsa española ha sido una de las grandes estrellas en los mercados financieros de este 2025 que está a punto de terminar. El Ibex 35 ronda el 45 y 50% de subida. Lo que ha disparado el optimismo de los inversores. Pero no todos lo han hecho igual. La mayoría ha sacado un sobresaliente; pero unos pocos están cerca de la Matrícula de Honor. Con uno de ellos, Iván Chvedine, responsable de la cartera Iberia de Cobas AM, hablamos este domingo en Tu Dinero Nunca Duerme. Y sí, ha sido un gran año, pero Chvedine sigue siendo optimista de cara al futuro: "Obviamente, si la cartera sube un 50%, el potencial de revalorización se reduce. Pero sigue en el 80%", asegura: "Hemos hecho cierta rotación. Por ejemplo, con la revalorización de Técnicas Reunidas, vendimos una parte y subimos Sacyr o Meliá. El proceso suele ser gradual". En este contexto, qué explica lo ocurrido (no es tan normal que una bolsa de un país rico se revalorice un 50% en doce meses) y cómo podemos afrontar lo que viene: "Hay que ir un poco a la macro de España. El PIB está creciendo, gracias a la inmigración. Gran parte de la subida del Ibex se explica por los bancos. E Indra, que ha multiplicado por tres. Nosotros hemos logrado este 50% sin tener bancos y teniendo durante muy poco tiempo, Indra. Una reflexión sobre por qué ha subido Indra: porque creemos que vamos a crear un campeón nacional de Defensa, pero eso tarda años y ya sabemos cómo funcionan las compañías con mucha participación del Gobierno", nos explica: "¿El mercado está caro? Sí, pero sigue habiendo compañías baratas. Y hay que arremangarse. La bolsa española está a un múltiplo de 15, pero nuestra cartera está en 9, sólo con llegar a los múltiplos medios tenemos gran potencial de revalorización".