Podcasts about Seria

Municipality in Brunei

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Seria

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NerdCast
NerdCast 1019 - O Cavaleiro dos Sete Reinos (Ou Seriam Nove?)

NerdCast

Play Episode Listen Later Feb 27, 2026 120:33


Lambda lambda lambda, nerds! Seria um sonho, ou Game of Thrones realmente está nos deixando FELIZES DE NOVO?! Neste NerdCast, Alottoni, Tucano, Katiucha Barcelos, Marcelo Bassoli, Eduardo Spohr e Azaghal juram lealdade a O Cavaleiro dos Sete Reinos, a série que conquistou nossos corações com a divertida, fofa e emocionante aventura de Dunk, seu fiel escudeiro Egg, e nosso novo personagem favorito de todos os sete (ou nove) reinos, LYONEL BARATHEON, O TEMPESTADE RISONHA! Oscar de Pijama 2026 Acompanhe a premiação com JN, Azaghal, Katiucha, Max Valarezo e Desce a Letra Show. Dia 15 de março, a partir das 19h, no YouTube do Jovem Nerd: https://www.youtube.com/watch?v=R6scb811NiA Bem Brasil Assista ao Oscar de Pijama com o gostinho da melhor batata frita do Brasil: https://jovemnerd.short.gy/bb_nc1 Nerdologia Política Internacional 2025 Assista/ouça ao programa no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=i3kdLq42u2k Estante Virtual Volta às aulas 2026. Use o cupom FACULDADE e garanta descontos em livros universitátrios: https://jovemnerd.short.gy/evnc_2 NERDCAST NO YOUTUBE! Acompanhe a publicação de novos programas no canal oficial do Jovem Nerd, e arquivo do NerdCast no canal oficial do podcast: https://youtube.com/@nerdcastjovemnerd?si=ITSiGd08IABGI8yL  CONFIRA OS OUTROS CANAIS DO JOVEM NERD E-MAILS Mande suas críticas, elogios, sugestões e caneladas para nerdcast@jovemnerd.com.br APP JOVEM NERD: Google Play Store | Apple App Store ARTE DA VITRINE: Randall Random Baixe a versão Wallpaper da vitrine EDIÇÃO COMPLETA POR RADIOFOBIA PODCAST E MULTIMÍDIA Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

BEN-YUR Podcast
O FIM DE KANYE WEST: Arrependimento Real ou Golpe de Marketing?

BEN-YUR Podcast

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 97:36


Kanye West quebrou o silêncio. Neste vídeo, analisamos a fundo a carta aberta no Wall Street Journal e a entrevista bombástica para a Vanity Fair. Seria este um pedido de desculpas genuíno após o episódio maníaco de 2025, ou apenas a maior jogada de marketing para o lançamento do álbum BULLY?Dissecamos as teorias sobre lesão no lobo frontal (TCE), transtorno bipolar e as narrativas de redenção que cercam Ye. Além da análise completa da carreira de Kanye West, mergulhamos em um debate profundo sobre música: Kendrick Lamar vs Drake, a genialidade do Outkast, e o meu TOP 10 álbuns que mudaram minha vida (de Gorillaz a Refused).Se você busca análises musicais sem filtro, bastidores do Rap, Rock e cultura Pop, este é o lugar. Inscreva-se para mais conversas sobre o universo da música, criatividade e saúde mental.

Amorosidade Estrela da Manhã
DEUS SABE, QUER E FAZ! ENTÃO, TALVEZ, SERIA BOM QUE NÃO SOUBÉSSEMOS DE NADA, NÃO QUISÉSSEMOS NADA E NÃO FIZÉSSEMOS NADA. A MENOS QUE GOSTAMOS DE NOS ENGANAR. PIOR TALVEZ SEJA QUERERMOS, E SABERMOS...

Amorosidade Estrela da Manhã

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 4:37


Centrum Chrześcijańskie OdNowa
Obrazy Chrystusa w ST: Samuel - Adam Kowalczyk

Centrum Chrześcijańskie OdNowa

Play Episode Listen Later Feb 22, 2026 42:45


Seria "Obrazy Chrystusa w Starym Testamencie"

O Macaco Elétrico
Egos e incoerência no caminho da superinteligência

O Macaco Elétrico

Play Episode Listen Later Feb 22, 2026 8:50


Mensagens do Meeting Point
04 A Caminho com Jesus 

Mensagens do Meeting Point

Play Episode Listen Later Feb 21, 2026 2:27


Devocional Quaresma Ao cair da noite, Jesus sentou-se à mesa com os doze discípulos. Enquanto comiam afirmou solenemente: «Um de vós vai atraiçoar-me.» Eles ficaram muito tristes e começaram a perguntar-lhe um por um: «Serei eu, porventura, Senhor?» Jesus respondeu: «Aquele que molhou o pão no prato juntamente comigo, esse é quem me vai atraiçoar. Na verdade o Filho do Homem vai partir, tal como é dito na Escritura a respeito dele, mas ai daquele por quem o Filho do Homem vai ser atraiçoado. Seria melhor para esse homem não ter nascido!» Então Judas, o traidor, perguntou assim: «Serei eu, porventura, Mestre?» E Jesus respondeu: «Tu o disseste!»  Mateus 26:20-25 Eu consigo imaginar a cena. Na verdade, a maioria de nós consegue vê-la claramente, pois a Última Ceia é uma obra de arte frequentemente reproduzida em muitos lares cristãos. Os homens na pintura têm barbas, taças de vinho e vestem túnicas. Um deles parece mais malévolo do que os outros. É claro que o homem malvado não é outro senão Judas. Jesus partilhou aquela última refeição com o Seu traidor. Ele deu a Judas todas as oportunidades para se arrepender. Na verdade, Jesus chamou a atenção para o seu pecado sem amenizar nada. Mas Judas permaneceu de coração duro e sem se arrepender. Ele evitou a culpa com as palavras: «Certamente não te referes a mim, Rabi?» Judas recusou-se a reconhecer o seu pecado. Ele recusou-se a permitir que a culpa penetrasse nas camadas da sua orgulhosa autopreservação. Talvez não traiamos Deus intencionalmente, mas persistimos em alguns padrões pecaminosos? Permitimos que a convicção do pecado nos quebre? A caminho de casa
 Em que é que  Deus está a convencer-me? Em que áreas da minha vida estou a inventar desculpas e não permitindo que a Sua voz de convicção me transforme? Oração
 Pai Celestial, mostra-me as áreas em que o meu pecado é habitual, onde passou despercebido por causa de anos inventando desculpas. Dá-me o poder de mudar. Dá-me um coração que seja suave, flexível e aberto à Tua convicção. Amém. Neste tempo, abrando o passo. Escolho caminhar com Jesus, mesmo quando o caminho aperta. Escuto o que Ele diz. Observo o que Ele faz. Entrego-Lhe as minhas resistências e os meus medos. Pergunto: onde preciso de parar hoje para caminhar contigo? O que preciso de largar para Te seguir mais de perto?

Enterrados no Jardim
Lavar as mãos com os talhantes. Uma conversa com Maria Leonor Figueiredo

Enterrados no Jardim

Play Episode Listen Later Feb 21, 2026 287:27


Em tempos que talvez nem possam ser outra coisa senão uma pura efabulação, um desvio, uma desordem dessas para as quais nos viramos quando os sonhos se põem a lutar contra o mundo, chegávamos a um desses textos onde parecia que o intuito, todo o esforço em que alguém se empenhou, passava por “escrever páginas e páginas, enchê-las de pedras, de erva, de floresta, de céus, de movimentos das pessoas na rua, de vozes, de casas, do passado, do hoje, de quadros, de estátuas, de rios e de ondas e de copos e de frascos e de gesso branco no meu ateliê e de nuvens, criança deitada na liberdade…” (Alberto Giacometti). Seria um modo de um tipo vestir o mundo como uma segunda pele, resvalar consistentemente entre as coisas, ser de tal modo substantivo que deixava de se considerar um indivíduo. A solidão estava dispersa, absorta. Mas agora que os poetas também se consideram personagens essenciais da beleza publicitária, talvez até mais no momento em que se julgam separados da restante massa de gente, apenas vinculados a uma suposta autonomia das formas artísticas, regulando-se por outras leis num mundo que se encontra em todos os seus aspectos prostituído, é bom lembrar aquilo que notou Barthes, vincando como toda a publicidade dos produtos de beleza se baseia numa espécie de representação épica da intimidade. Num tempo em que os indivíduos se vêem transformados em seres abstractos, o modo como cada um enfatiza a sua realidade íntima, engrandecendo-a para costurar a mitologia patética de si mesmo, é assim que o discurso consegue alcançar a superfície, andar a par dessa superfície viva que é a pele, onde se organizam as miragens galopantes deste tempo, um discurso inteiramente absorvido pelas aparências, por fazer funcionar essa ordem de representações. Seres que são coisas, mas sem qualquer substância. Talvez por isso, naquele breve romance com esse título, Perec diz-nos que o inimigo passou a ser invisível… “Ou melhor, estava neles, tinha-os apodrecido, gangrenado, destruído. Eram os tansos da história. Pequenos seres dóceis, reflexos fiéis de um mundo que escarnecia deles. Estavam enterrados até ao pescoço num bolo de que nunca teriam mais do que migalhas.” Não damos já com esse orgulho dos monstros, que caíam nas zonas mais inesperadas “para revelar a entristecidos burgueses que a sua vida de todos os dias tem de raspão assassinos sedutores, ardilosamente guindados até ao seu sono, que eles atravessam por uma qualquer escada de serviço que não rangeu, armada em cúmplice” (Genet), e isto de modo a fazer explodir de aurora as sugestões dos seus crimes, como segredos entre os quais a língua se recompõe e parece respirar de novo, fazendo-se entender por gestos de tal modo vivos, e encarniçados, que parecem a um tempo absurdamente espontâneos e longamente premeditados. A partir de um certo momento o mal é a única forma de clareza que nos resta, e tem do seu lado toda a razão, toda essa razão que foi votada a uma existência clandestina por aqueles que quiseram livrar-se das suas próprias consciências. Bataille diz-nos que o interesse da obra de Genet não se deve à sua força poética, mas ao ensinamento que resulta das suas fraquezas. “Existe nos escritos de Genet qualquer coisa de frágil, de frio, de friável, que não detém necessariamente a admiração, mas que suspende a harmonia. A harmonia, o próprio Genet a recusaria, se por um erro indefensável lha quiséssemos aplicar. Esta comunicação que se esquiva, quando o jogo literário faz dela a exigência, pode deixar uma sensação de fingimento, e pouco importa se o sentimento de uma falta nos reenvia à consciência da fulguração que é a comunicação autêntica. Na depressão, resultante destas trocas insuficientes, em que se mantém uma divisória embaciada que nos separa, leitores, daquele autor, tenho a seguinte certeza: a humanidade não é feita de seres isolados, mas de uma comunicação entre eles; jamais nos damos, nem que seja a nós próprios, senão numa rede de comunicação com os outros: estamos mergulhados na comunicação, encontramo-nos reduzidos a essa comunicação incessante da qual, mesmo no fundo da solidão sentimos a ausência, enquanto sugestão de múltiplas possibilidades, como a espera de um momento em que ela se resolve num grito que outros ouvem. Porque a existência humana apenas é em nós, nesses pontos em que periodicamente se estabelece, linguagem gritada, espasmo cruel, riso louco, onde a harmonia nasce de uma consciência enfim partilhada da impenetrabilidade de nós mesmos e do mundo.” E se algum dos ditos ‘poetas' nos segue, convinha que fixasse pelo menos isto, para nunca o esquecer: “jamais nos damos, nem que seja a nós próprios, senão numa rede de comunicação com os outros…, jamais nos damos, nem que seja a nós próprios, senão numa rede de comunicação com os outros”. Mas, hoje, tudo parece invertido, como se submetido a uma radiância de astros de luto, de tal modo que mesmo o desejo e o prazer estão novamente inscritos no quadro das formas de profanação e degradação íntima, por todo o lado vemos essa pressão de uma moral que se impõe em todos os aspectos da vida e leva a que as relações sexuais sejam “tematizadas como práticas altamente problemáticas, traumatizantes, das quais se arrisca sempre, ao aventurar-se nelas, sair-se ferido e, portanto, em relação às quais seria preciso estabelecer os processos necessários para poder obter uma reparação” (Geoffroy de Lagasnerie). Neste episódio entrelaçámos uma série de fios das conversas que vimos mantendo, e contámos com os impulsos e as sugestões de Maria Leonor Figueiredo, que além de ter desenvolvido estudos no campo literário e artístico, mantém desde há muito um compromisso com as lutas políticas deste tempo, e assinou na rede anticapitalista um conjunto de intervenções importantes sobre tantos destes temas. Em “a nova (des)ordem sexual: consentimento, trauma e identidade”, refere que, se falar mais sobre trauma trouxe conquistas inegáveis, e deu legitimidade a experiências antes silenciadas, criando novas formas de reconhecimento, por outro lado, também trouxe uma armadilha, que se prende com a transformação do trauma em identidade política. “A centralidade do trauma é também sintoma de uma época que transformou o sofrimento em capital simbólico e, portanto, em poder. Neste contexto, o espaço político tende a organizar-se em torno da competição por reconhecimento individual. O trauma deixa de ser uma experiência que exige transformação colectiva e passa a ser um selo de autenticidade.” Neste momento parece decisivo assinalar que, num esforço para compreender a metamorfose contemporânea das questões sexuais, não podemos perder de vista como, até há algumas décadas, esteve em campo uma forma de pensar a sexualidade como força de desestabilização, como energia capaz de corroer instituições, códigos e hierarquias. Em Barthes, o amor aparecia como um discurso marginal, uma fala que não encontrava lugar na linguagem dominante, e em Foucault, a sexualidade era inseparável das redes de poder que a produzem, classificam e administram, mas, depois da orgia, Baudrillard foi dos primeiros a dar-se conta de que o desejo começava já a dissolver-se numa cada vez mais acelerada e indiferente circulação de signos. O recuo actual não consiste, como tantas vezes se repete, num simples retorno à moral conservadora clássica, a um reconvir do puritanismo. O que se verifica é algo mais subtil: uma transformação da própria lógica da libertação sexual em dispositivo de controlo. A partir dos anos 60 e 70, a esquerda ocidental assumiu a descriminalização, a despatologização, a ampliação dos direitos sexuais como parte integrante do seu horizonte emancipatório. O combate contra a repressão jurídica e médica — contra a polícia dos corpos, contra o tribunal das perversões — era inseparável de uma crítica mais ampla ao capitalismo disciplinar. Mas, como mostrou Foucault, a sexualidade nunca foi apenas aquilo que o poder reprime, mas passava também por aquilo que o poder produz, organiza, incentiva a confessar. O paradoxo instala-se quando a energia crítica que denunciava a vigilância se converte ela própria em instância vigilante. A esquerda, que outrora suspeitava das categorias fixas e das identidades rígidas, passou a investir numa taxonomia minuciosa das posições subjectivas, numa ontologia de micro-identidades que exigem reconhecimento permanente. O gesto que visava libertar o desejo de normas opressivas transformou-se, assim, num gesto de reinscrição normativa: o comportamento desviante deixa de ser perseguido em nome da moral religiosa ou familiar, mas passa a sê-lo em nome de uma moral da protecção, da segurança, do dano potencial. A linguagem do pecado vê-se substituída pela linguagem do trauma e a figura do pecador pela do agressor, enquanto a denúncia pública, a exclusão simbólica, a penalização social, passam a engendrar uma nova forma de recriminação e regulação punitiva. Não se trata de negar a existência real de abusos ou violências, mas de observar como o campo sexual, que fora pensado como laboratório de liberdade, se converteu em campo privilegiado de policiamento discursivo. E se a suspeita generalizada se instala como norma, a ambiguidade, que foi sempre constitutiva do desejo e da busca pelo prazer, bem como o jogo de sedução, que sempre comportou risco e assimetria, são submetidos a protocolos quase administrativos. Neste ponto, Baudrillard ajuda-nos a compreender esta mutação, notando como a sexualidade contemporânea não tem sido tanto reprimida como hiperexposta, saturada de imagens, convertida em espectáculo permanente. A pornografia deixa de ser marginal e infiltra-se na publicidade, na moda, na política. O erotismo, que supõe distância, espera, segredo, é absorvido pela transparência obscena de uma visibilidade total. Ora, quanto mais visível se torna o sexo, mais rarefeito se torna o desejo. A proliferação de signos sexuais não intensifica a experiência, mas, pelo contrário, neutraliza-a. A esquerda, que deveria ter articulado uma crítica a esta mercantilização integral, preferiu muitas vezes alinhar com uma ética da exposição e da denúncia que coincide, paradoxalmente, com a lógica capitalista da transparência e da gestão de riscos. Se tudo deve ser explicitado, nomeado, regulado, é porque tudo deve ser integrado num sistema de cálculo. A sexualidade, que outrora escapava à contabilidade, passa a ser quantificada em consentimentos, protocolos, declarações prévias. E se ainda quisermos falar de amor, se nos atrevermos a isso, podemos virar-nos para Erich Fromm, que nos desafiou a pensar o amor como arte, sublinhando como este sentimento, guindado a uma razão idealizadora, implica desde logo sair do narcisismo, reconhecer a alteridade irredutível do outro. Ora, o que se observa hoje é uma derrota dessa dimensão exigente: sacrificado à lógica do consumo, o amor vende seja o que for, adapta-se, estende-se como justificação para que sejam reinvindicados todos os caprichos e apetites. O amor que foi sempre difícil, hoje conta com a conveniência e o infinito desdobramento das aplicações de encontros, algoritmos de compatibilidade, mercados de afinidades, beneficiando dos modelos preditivos para nos proteger dos nossos erros e fornecer uma escolha optimizada. E, com isto, o outro surge já como mero elemento de validação, como aquele ser-espelhar que deve confirmar, consolidar a narrativa que temos sobre nós próprios. A ideia de ser transformado pelo outro, de ser compelido a um radical desvio face a si mesmo, e ao contexto, esse perigo ou vertigem já nem se colocam. Nos seus fragmentos sobre o discurso amoroso, Barthes mostrava como o amante fala numa língua minoritária, desajustada, vulnerável. Hoje, essa vulnerabilidade é frequentemente lida como fraqueza, dependência, falha de autonomia. A cultura contemporânea exalta a auto-suficiência, a gestão emocional, o empoderamento individual. O amor, que implica risco de perda e exposição ao sofrimento, torna-se ameaça à integridade narcísica, sendo de preferir a circulação incessante de experiências breves, intercambiáveis, as dinâmicas poliamorosas, onde a substituição rápida protege contra o investimento profundo. Com tudo isto, o puritanismo contemporâneo não se funda já na proibição do prazer, mas na sua gestão e programação até dissolver o desejo pelo outro e focalizar cada vez mais na relação que o indivíduo mantém consigo mesmo, na sua capacidade de satisfazer as suas projecções e de se auto-validar. A sexualidade já não pode, assim, representar qualquer efeito transgressivo, uma vez que passou a estar pautada pela proliferação jurídica. Assim, os aparelhos de vigilância conseguem delimitar o aceitável, estigmatizar o excesso, sancionar o desvio. Ao reivindicar protecção absoluta, segurança total, reconhecimento permanente, temos vindo a permitir o reforço de uma ordem normativa infinitamente minudente, em que cada relação é enquadrada de antemão reconhecendo um potencial litígio, tomando-se cada gesto como susceptível de ser entendido como uma agressão, e devendo estar submetido ao escrutínio moral público. Aos poucos, o desejo retrai-se ou converte-se em cálculo, preferindo-se cada vez mais o semelhante, o compatível, o previsível. O outro é convocado para legitimar uma imagem de si que já está pronta. Entre o puritanismo progressista e o hedonismo administrado, o amor torna-se ele mesmo a fachada para uma indústria de produtos culturais e experiências programadas. E a esquerda, ao abandonar a crítica radical das formas de poder que atravessam o desejo, assiste e promove esta lógica de controlo que domina no mesmo sentido todo o espectro político.

Eu Quero Ver o Filme
Episódio 134 - Showgirls: Dançando Para Viver (1996)

Eu Quero Ver o Filme

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 112:03


De lesmas alienígenas às provas e tribulações do mundo do showbusiness. Essa semana visitamos este clássico cult Showgirls, multi ganhador de framboesas de ouro. Seria realmente uma injustiça? Não perca o episódio para ter a resposta definitiva.

Cantu Psicoterapia Radio
Los Therians: Conversación seria sobre la Theriantropía como valor atípico neurológico

Cantu Psicoterapia Radio

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 21:00


En esta semana el tema de moda son los therians y en este episodio hablaré de donde surge esto y sobre un estudio psicológico que se realizó al respecto. Es importante diferenciar la theriantropía de la moda de ser therian que es de lo que estamos siendo testigos actualmente. En este sentido quisiera enfatizar que lo preocupante más bien es que algunos jóvenes se encuentren teniendo dificultades sociales al grado de querer pertenecer a comunidades tan cerradas y exttanas como ser therian, porque sienten que no encajan en el mundo, en las relaciones sociales convencionales y que se sienten solos por lo que suelen buscar pertenecer a estas comunidades. Otra cuestión es la theriantropía, que sucede cuando alguien realmente cree desde una edad temprana que es un animal atrapado en un cuerpo humano. La theriantropía puede ser una respuesta a un trauma temprano o una fijación infantil con los animales, o puede ser el resultado de un cableado cerebral diferente. Es diferente a la licantropía clínica, donde los delirios y alucinaciones convencen a un paciente de que se ha transformado en un animal. Lo más que podemos decir sobre el estado clínico de los therians es que son valores atípicos neurológicos. En 2019, Helen Clegg, psicóloga de la Universidad de Buckingham dirigió la primera investigación exhaustiva sobre el bienestar y la salud mental de los therians. Reclutó a 112 y descubrió que el 7.69% había sido diagnosticado con autismo, aunque no está claro cómo se podrían vincular las dos condiciones. También descubrieron que muchos therians batallan con las relaciones y las habilidades sociales. La Asociación Americana de Psicología no ha identificado hasta la fecha la theriantropía como un trastorno mental.

Convidado
Daniel Chapo: “O terrorismo e o clima não se resolvem apenas com bilateralismo”

Convidado

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 15:10


No rescaldo da 39.ª Cimeira da União Africana, o Presidente de Moçambique, Daniel Chapo, fez um balanço “bastante positivo” da liderança angolana da organização, alerta os desafios das mudanças climáticas ao nível do continente e lembra que áfrica tem de se fazer representar no Conselho de Segurança da ONU. RFI Português: Que balanço faz desta 39.ª Cimeira da União Africana? Presidente de Moçambique, Daniel Chapo: Faço uma análise bastante positiva, porque a 39.ª Cimeira da União Africana concentrou-se muito sobre questões relacionadas com infra-estruturas e, sobretudo, a questão da água a nível do continente. Concretamente, sobre a Presidência angolana [da União Africana], faço um balanço bastante positivo, porque o Presidente João Lourenço fez um esforço extraordinário para ver se conseguimos alcançar a paz, por exemplo, no Leste da República Democrática do Congo, para além de várias frentes que abriu para questões de paz e segurança, que é uma das grandes preocupações dos países ao nível do continente africano. Outro aspecto bastante importante está relacionado com os desafios das mudanças climáticas. Todos nós, ao nível do continente, estamos mais solidários. É uma matéria na qual África tem que continuar a se fazer sentir a nível mundial. O outro aspecto bastante importante é assento para o continente africano no Conselho de Segurança das Nações Unidas. Inclusive, aconteceu uma reunião à margem da cimeira da União Africana, precisamente para preparar uma posição africana em relação ao próximo secretário-geral das Nações Unidas - o mandato de António Guterres termina em Dezembro de 2026. Seria importante que a África estivesse alinhada não só para a corrida ao secretário-geral das Nações Unidas, mas também na representação no Conselho de Segurança? É um ponto extremamente importante para o continente africano. O Presidente João Lourenço fez esse trabalho durante o seu mandato. Nós, como África, conseguimos fazer sentir a nossa voz ao nível da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Setembro do ano passado, quando estivemos em Nova Iorque. Como países africanos temos que nos organizar para que África também se faça sentir. Achamos que chegou o momento das Nações Unidas fazerem uma reforma, que passa além do secretário-geral das Nações Unidas, pela questão relacionada com o assento no Conselho de Segurança das Nações Unidas. A questão dos golpes de Estado é uma temática que há muitos anos assola África e que foi novamente relembrada nesta cimeira, também é uma questão que o preocupa? Preocupa-me bastante e quero elogiar mais uma vez o Presidente João Lourenço, no seu discurso do fim do mandato, deixou de uma forma muito clara e condenou, deixou palavras muito duras e necessárias, de que não podemos normalizar os golpes de Estado ao nível do continente africano. E ultimamente, o que tem acontecido é que as pessoas golpeiam, acontecem golpes e depois nós normalizamos. Portanto, somos países de direito democrático. Temos realizado eleições de cinco em cinco anos e achamos que é extremamente importante, como africanos, continuarmos a respeitar os princípios que regem as nossas constituições dos países, mas também os princípios da União Africana. Os povos africanos têm direito de escolher os seus líderes e continuarem a trabalhar e não haver golpes de Estado. Estou bastante impressionado com a forma como o Presidente João Lourenço condenou e achamos que, como líderes africanos, este caminho que temos que seguir. A água e saneamento são prioridades desta nova presidência rotativa da União Africana. Este é um dossier crítico para África. Especificamente em Moçambique, qual é a situação? É um dossier extremamente crítico não só para Moçambique, mas para todo continente africano. Por uma razão muito simples, o maior desafio que nós temos são as infra-estruturas para a retenção da água, para o tratamento de água para termos água potável e questões relacionadas com o saneamento, que é extremamente importante para evitarmos as doenças. Em Moçambique, concretamente, estamos neste momento a sofrer de cheias e inundações. Tivemos também o ciclone Gezani que afectou, portanto, o país. Foram cerca de 800.000 pessoas deslocadas para os centros de acomodação temporária. Se nós tivéssemos recursos financeiros para a construção de barragens, a construção de vias que possam realmente conter o curso das águas, seria uma grande solução. Mas também quero falar uma coisa muito importante: as mudanças climáticas são uma realidade ao nível do mundo. É uma coisa que eu tenho dito em todos os encontros internacionais ligados às mudanças climáticas e à justiça climática, a justiça ambiental. A questão climática é mundial. Mas Moçambique é um dos países que mais sofre as consequências das alterações climáticas. O seu país ainda não recuperou das inundações e já estava a ser fustigado por um ciclone. Em que ponto é que está a justiça climática que tanto se fala nestas cimeiras? Infelizmente, da palavra à acção ainda falta muito caminho. Eu tenho dito isso em todos os encontros internacionais e como campeão africano para a gestão de desastres a partir da União Africana, também o voltei a fazer sentir essa voz. Se realmente o mundo reconhecesse que a África, em particular Moçambique, não polui quase nada, mas, dada a localização geográfica, sofre ciclicamente de cheias e inundações, ventos ciclónicos, tinha que haver aqui compensação - isso é que seria uma verdadeira justiça climática - para que Moçambique pudesse construir essas infra-estruturas para a gestão das águas, barragens, etc. Temos projectos, temos planos, mas os recursos financeiros que temos neste momento não são suficientes. Se o mundo fosse solidário e percebesse esta questão da justiça climática, poderíamos realmente ter financiamento daqueles que poluem mais para aqueles que poluem menos, como o caso de Moçambique, mas que infelizmente sofrem mais as consequências. Mesmo assim, Moçambique tem evoluído, tem melhorado a nível de sistemas de alerta e a população também já se encontra mais consciente das recomendações, dos alertas das autoridades, porque efectivamente, a nível de mortos, o número tem vindo a diminuir. Sim, sem margem de dúvidas, os números falam. Em 2000, aconteceram as cheias na província de Gaza, que tiveram uma magnitude menor do que estas cheias de 2026, mas tivemos cerca de 700 mortos e mais de 2.000 pessoas desaparecidas. Estas cheias de 2026, tiveram uma magnitude maior do que as 2000 e tivemos um número menor de desaparecidos. E em termos também de mortos, tivemos um número muito menor. Estou a falar de cheias que aconteceram no mesmo espaço, em épocas diferentes. Vamos melhorando cada vez mais e agora tivemos o [ciclone] Gezani. Se não tivesse havido o aviso prévio, se não tivesse havido alerta e as populações não tivessem assumido aquilo as medidas de prevenção para que não houvesse consequências graves, tenho certeza absoluta que o Gezani teria causado danos maiores. Causou danos menores porque a população moçambicana já está em alerta para estas situações e obedece. Ainda temos desafios porque ainda temos populações que, infelizmente, não obedecem. Mas quando comparamos o que acontecia antes e o que acontece hoje em termos de consequência, a situação moçambicana está a melhorar bastante. Eventualmente em Adis Abeba, procurou apoios para a reconstrução do país após inundações e após ciclone, nomeadamente na Cimeira Itália-África? Sim, conseguimos fazer vários contactos a partir da União Africana e a União Africana garantiu-nos que continua a mobilizar recursos, para que haja um apoio na fase de reconstrução. Na cimeira Itália-África, voltamos a agradecer o apoio que temos recebido da União Europeia e dos seus países membros. Nesta fase, as populações estão deslocadas, vão regressando paulatinamente às casas, mas ainda temos os centros de acomodação. Mas temos certeza absoluta que depois vamos precisar reconstruir o país. E os parceiros também responderam positivamente. Neste momento, tanto os parceiros de cooperação internacionais como os nacionais estão a se preparar para podermos trabalhar juntos por forma a reconstruímos o país, depois desta fase em que nos encontramos. O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, disse-se muito preocupado com a situação em Cabo Delgado. Especificamente, que estratégias o seu governo está a adoptar para proteger os civis, para garantir a segurança? E quais são as grandes dificuldades que o governo moçambicano tem para acabar com o terrorismo, com a insurgência naquela região do país? Neste momento, o que posso garantir é que a situação da segurança é relativamente melhor do que estava antes. Digo isto porquê? Porque quando aconteceram os primeiros ataques em 2017, estes homens terroristas chegaram a ocupar várias vilas nos distritos da zona norte da Província de Cabo Delgado. A título de exemplo, a vila de Macomia, a vila de Mocímboa da Praia estavam totalmente ocupadas. Quando digo que está relativamente melhor é porque, neste momento em que estamos a falar, não há nenhuma vila da província de Cabo Delgado que esteja ocupada. As instituições públicas continuam a trabalhar, as populações estão nas vilas, mas têm havido ataques esporádicos dos terroristas, principalmente nas aldeias vizinhas das vilas, ao no nível do distrito de Mocímboa da Praia, distrito de Macomia, é esta que é a grande preocupação. Quando fazem esses ataques esporádicos, tem havido deslocação das populações. Então, quando há um disparo ou um ataque, as populações acabam se deslocando. E, felizmente, mais uma vez temos tido uma grande ajuda das agências das Nações Unidas e outros parceiros continuam e conseguem dar o apoio às populações quando se deslocam. Mas, o país precisa de mais ajuda? Neste momento, temos ajuda da União Europeia, que está a trabalhar connosco. Mas também continuamos a trabalhar com as forças do Ruanda, ao nível do terreno, e as nossas Forças Armadas de Defesa de Moçambique. Agora, no que toca realmente à assistência às populações, nós achamos que as ajudas são sempre necessárias. As agências das Nações Unidas e os parceiros de cooperação estão no terreno, continuam a trabalhar e nós também continuamos a trabalhar, de várias formas, para que possamos encontrar a solução para este assunto do terrorismo em Cabo Delgado. Mas é um assunto complexo. O terrorismo não é um fenómeno só de Moçambique, é um fenómeno global e internacional. À semelhança do que falava no início sobre a justiça climática, se o mundo se apercebesse que o terrorismo é um fenómeno global que tem que ser estancado, nós tínhamos que nos unir como mundo e trabalhar para terminar com esses fenómenos terroristas, à semelhança das mudanças climáticas que afectam todo o mundo, embora com focos de incidência em certos pontos do mundo.   A importância do multilateralismo que tanto se fala nos dias de hoje, com este mundo cada vez mais fragmentado e numa evolução, transformação alucinante. Exactamente. Eu acho que o multilateralismo é extremamente importante, mas, hoje em dia, há quem se concentre só nas questões bilaterais, não está preocupado com o multilateralismo e isto pode perigar o futuro deste planeta Terra. As mudanças climáticas e o terrorismo são fenómenos globais, aos quais não se responde só com situações bilaterais. E podia dar vários outros exemplos que mostram que o multilateralismo é extremamente importante ao nível do planeta Terra, para a resolução de vários desafios que o mundo tem. Vê com preocupação as ameaças que têm sido dirigidas à classe jornalística em Moçambique? Isto preocupa-me bastante. Quando aconteceu o atentado a um jornalista na província de Manica, fiz questão de reagir, logo, a condenar, porque Moçambique é um país de direito democrático, que respeita os direitos humanos. Moçambique é um país de liberdades, tem liberdade de imprensa como lei, tem liberdade de imprensa como um princípio a ser respeitado para podermos construir este Moçambique e outro aspecto bastante importante é que Moçambique é um país que defende a liberdade de expressão. Para mim é extremamente importante trabalhar com a imprensa, porque a imprensa não só comunica, não só informa, mas forma a sociedade moçambicana. Daí que as ameaças jornalistas são actos a condenar veementemente, para podermos construir um país de liberdade, que é o futuro que todos nós precisamos para, juntos como moçambicanos, desenvolvermos o país.

Pre-Bet Show - Betano.pt
FIZEMOS O MELHOR XI DA EUROPA

Pre-Bet Show - Betano.pt

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 57:30


Um XI da Europa contra um XI do Resto do Mundo? Seria muito bom de ver, mas como não será assim tão provável de acontecer nos próximos tempos, só nos resta imaginar e foi isso que fizemos. Escolhemos os melhores de cada lado da barricada. Quem achas que venceu?Fizemos também um top5 das equipas europeias em melhor forma no momento e antecipámos os resultados de FC Porto, Sporting e Benfica até à pausa para Seleções. Dinâmicas que dão cor a um episódio que não podes mesmo perder.

TheValveCast
Click Valvar #711 - Interpretação precisa do que seria futilidade na Estenose Aórtica

TheValveCast

Play Episode Listen Later Feb 16, 2026 4:21


No Click Valvar de hoje temos grandes insights sobre a interpretação precisa do que seria futilidade na Estenose Aórtica.

Centrum Chrześcijańskie OdNowa
Obrazy Chrystusa w ST: Mojżesz - Ps Zbyszek Zarożny

Centrum Chrześcijańskie OdNowa

Play Episode Listen Later Feb 15, 2026 35:59


Seria "Obrazy Chrystusa w Starym Testamencie"

Uma palavra no seu caminho
VI Domingo do Tempo Comum - Homilia

Uma palavra no seu caminho

Play Episode Listen Later Feb 15, 2026 10:24


A primeira leitura, do livro de Ben-Sirá, começa com uma afirmação exigente: «Se quiseres guardar os mandamentos… ser fiel depende da tua vontade». Parece colocar sobre nós toda a responsabilidade entre cumprir ou não cumprir. Devemos, certamente, esforçar-nos por viver a lei de Deus. Mas o Novo Testamento recorda que Jesus Cristo não veio abolir a Lei, mas cumpri-la. E isto responde a uma convicção muito instalada em nós: a ideia de que cumprir a lei é doloroso, que custa, e que talvez fôssemos mais livres e felizes se ela não existisse. É uma leitura humana, alimentada pela nossa experiência das leis civis, tantas vezes sentidas como limitações e proibições. Porém, a lei que o Senhor dá não é para nos coagir, prender ou diminuir; é um apoio para vivermos em plenitude. Jesus não proíbe o que nos faz bem; proíbe o que nos faz mal. Até certas prescrições do Antigo Testamento, ligadas às condições de vida no deserto, tinham um intuito de cuidado e de proteção da vida: pense-se, por exemplo, em evitar alimentos facilmente corruptíveis num tempo sem refrigeração, quando a intoxicação podia ser fatal. A lei de Deus, portanto, não tem como objetivo limitar-nos, mas dar-nos vida, e vida em abundância.Contudo, Ben-Sirá diz que ser fiel depende da vontade; e a nossa vontade não é isolada: depende do que sabemos e, sobretudo, do que desejamos. Os profetas anunciaram que Deus não gravaria a sua lei apenas em pedra, mas no coração; e isso cumpre-se em Cristo, que transforma a obediência em desejo e a norma em caminho de liberdade. As mãos e os pés fazem, na verdade, o que o coração deseja. Se faço algo de que não gosto, pesa-me e cansa-me; se faço algo que amo e cujo sentido reconheço, mesmo que custe, faço-o com alegria. Veja-se o exercício físico: é exigente, mas muitos o assumem porque desejam saúde, equilíbrio, disposição. O esforço torna-se habitável quando o fim é bom. Assim também com a lei de Deus: o Senhor dá-nos a graça de desejar as coisas de Deus e a sabedoria de compreender que a sua lei não nos diminui; torna-nos mais livres e abre-nos à plenitude. Seria belo que conseguíssemos olhar a lei desta forma.Por isso Jesus aprofunda os mandamentos. «Ouvistes que foi dito aos antigos: não matarás…». Numa leitura legalista, matar seria apenas tirar a vida com uma arma ou uma faca. Mas Jesus completa: quem se encoleriza contra o irmão, quem o insulta, quem o reduz com palavras, coloca-se já no caminho do julgamento. Não se trata apenas de eliminar fisicamente; também se mata quando se fere a dignidade, quando se rouba a alegria, quando se desfigura o outro com desprezo. E esta lei, aparentemente “mais dura”, é na verdade mais verdadeira, porque revela que o mal feito ao outro repercute-se sobre mim: deformo-me quando ajo mal; edifico-me quando ajo bem. O mal contra a criação, contra a natureza, ou mesmo nos comentários agressivos nas redes, faz mal, mas também me faz mal a mim; nega a graça de Deus. Pelo contrário, quando ajo bem, deixo que a graça me planifique e me construa.Talvez então possamos dizer com verdade: «Feliz o que anda na lei do Senhor». E é importante perguntar com sinceridade: sou realmente mais feliz quando caminho com o Senhor? Se a resposta for difícil, não há escândalo: é ocasião para pensar porquê, para compreender melhor a lei de Deus e confrontar as imagens distorcidas de uma religião feita apenas de obrigações e proibições. Às portas da Quaresma, facilmente reduzimos a fé a um catálogo: «proibido comer carne», «devo fazer isto e aquilo». E pode surgir a tentação de pensar que, sem Deus, viveríamos melhor. Mas o Deus de Jesus Cristo quer dar-nos vida em plenitude. Se não o experimentamos assim, talvez estejamos a seguir ídolos, ou a projetar deformações de Deus que pedem conversão. Hoje desafio-me, e desafio-vos, a olhar a nossa relação com Deus: mais do que preocupar-nos apenas em cumprir mandamentos, peçamos a graça de desejar a beleza e a plenitude de vida que o Senhor quer dar.

Vida em França
"As relações sexuais devem estar ligadas ao consentimento"

Vida em França

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 6:56


O Parlamento francês aprovou por unanimidade, no passado mês de Janeiro, um projecto de lei que visa excluir o dever de ter relações sexuais no casamento. A medida, se vier a ser aprovada pelo Senado, poderá contribuir para evitar lacunas jurídicas em casos de violação no casamento ou de divórcios por ausência ou recusa de relações sexuais. Em entrevista à RFI, Luísa Semedo, doutorada em Filosofia Política, considera que, com esta votação, os deputados enviam uma mensagem clara sobre a urgência de eliminar a ambiguidade da lei e impedir interpretações que imponham uma obrigação sexual no casamento. O diploma ainda tem de passar pelo Senado, mas que mensagem enviam os deputados franceses ao votarem de forma unânime um projecto de lei que visa excluir o dever de manter relações sexuais no casamento? A mensagem é a de eliminar a ambiguidade da lei. Em si mesma, a lei nunca afirmou explicitamente que é necessário ou obrigatório ter relações sexuais, mas o texto é suficientemente ambíguo para permitir esse tipo de interpretação. O objectivo é acabar com a possibilidade de julgamentos arcaicos que defendem que uma mulher ou um homem são obrigados a manter relações sexuais dentro do casamento e que, se não o fizerem, são de alguma forma culpados do que quer que seja. A exclusão do dever conjugal elimina totalmente ambiguidades legais em casos de violação no casamento? Como sempre, há uma diferença entre a lei e a prática. Seria perfeito se as leis fossem sempre cumpridas. A ideia de que a mulher ou o homem têm de estar sempre disponíveis sexualmente é profundamente cultural. No caso das mulheres, implica estarem à mercê do desejo do homem. Não é apenas uma questão legal; é algo que está enraizado culturalmente. Ainda vivemos com esse pensamento, profundamente patriarcal, que limita tanto mulheres como homens, embora por razões diferentes. Este modo de ver o mundo não está apenas na lei, mas também na cultura e na arte. Em filmes, por exemplo, surge muitas vezes a ideia de que a ausência de relações sexuais significa que alguém está a falhar. E não é assim que deveria ser visto. As relações sexuais devem estar ligadas ao consentimento, ao desejo e à relação afectiva. A França que chegou a ser condenada pelo Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, em 2025, num caso em que uma mulher foi considerada culpada de divórcio por recusar sexo ao marido…. Porque esta obrigação não faz parte dos textos fundamentais da lei. Mesmo em França, tratava-se de interpretações feitas por juízes e por jurisprudência, sem base no Código Civil ou na Constituição. Por isso, faz todo o sentido que os tribunais internacionais se tenham manifestado contra. Houve também casos anteriores que marcaram a actualidade. Em 2011, houve pelo menos dois casos mediáticos: um homem condenado a pagar 10.000 euros de indemnização por falta de relações sexuais com a mulher e uma mulher condenada por ter recusado manter relações íntimas com o marido... Estas decisões têm impacto em muitos outros casos. Por exemplo, no caso de Gisèle Pelicot, estava presente a ideia de que a mulher pertence ao marido e que, portanto, o marido pode fazer o que quiser com ela, como se existisse um dever. A mulher passa a ser vista como um instrumento ou um objecto, ao ponto de poder ser “emprestada” ou “alugada” a outros homens. Esta forma de ver os corpos como objectos continua a existir e tem consequências extremamente graves. Estamos a falar de uma visão mais patriarcal? Sim, claramente mais patriarcal, sabendo que o patriarcado também tem implicações negativas para os homens. Quando falamos de masculinidade tóxica, falamos disso mesmo: os homens são pressionados a estar sempre disponíveis, sempre “funcionais”. Parte-se do princípio de que o homem quer sempre ter sexo e, quando isso não acontece, ele é insultado, diminuído ou sente-se obrigado a ser performativo, muitas vezes perante outros homens. O caso de Gisèle Pelicot mostra também isso: homens que mantêm relações sexuais à frente de outros homens como forma de pertença a um boys club, de validação da virilidade, daquilo que significa ser “macho” ou ser homem. Esta lei pode oferecer maior protecção às vítimas de violência sexual no casamento, facilitando a denúncia e a prova de crimes sexuais entre cônjuges? Penso que sim, na medida em que pode ajudar a mudar mentalidades. Pode tornar a violação conjugal mais presente no debate público e ajudar a consolidar a ideia de que insistir não é consentir. Dizer “sim” depois de insistência não é consentir; é ceder, é fazer algo que não se quer. Em França, por exemplo, 57% das mulheres já tiveram relações sexuais dentro do casamento sem vontade. Isto corresponde, na prática, à definição de violação. É extremamente grave. De que forma esta decisão reforça a protecção do consentimento e da autonomia individual dentro do casamento? Reforça porque afirma que o indivíduo não é um instrumento ao serviço dos desejos do outro, mas sim uma pessoa autónoma, com vontade própria. O consentimento não é dado para sempre. Não é por uma pessoa casar que consente para sempre ter relações sexuais com o seu companheiro. E não é sequer por ter iniciado uma relação sexual que não pode dizer “não” a meio. A qualquer momento, qualquer um dos dois pode dizer que não quer continuar. Isto reforça a ideia do indivíduo como alguém com desejos próprios, unicidade e autonomia, e não como um objecto utilitário. Esta decisão do Parlamento francês pode ter repercussões noutros países? Penso que sim. A França é um país muito observado neste tipo de questões e pode servir de modelo, tanto para outros países como para si própria, afirmando esta visão também a nível europeu.

La cuarta es la vencida
150. ¿En qué momento la vida se volvió tan seria?

La cuarta es la vencida

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 28:01


¿En qué momento la vida se volvió tan seria? ¿Y en qué momento empezamos a vivir como si todo tuviera que salir bien, rápido y perfecto?En este episodio te invito a hacer una pausa y a cuestionar la manera en la que te estás exigiendo avanzar. No para abandonar las cosas, sino para dejar de pelearte con tu proceso.Tal vez hoy no necesitas respuestas, tal vez solo necesitas darte permiso.Si estás leyendo esto… NO OLVIDESSSS POR NADA DEL MUUUNDO, seguir La cuarta es la vencida y calificar el podcast ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️ para que lleguemos a más personas que quieran trabajar en sí mismas!!Si estás interesadx en iniciar tu proceso psicológico, déjame tus datos por aquí: https://tally.so/r/wbx7VeAmix, si quieres que tu historia sea parte de un episodio de la cuarta es la vencida, desahógate aquí: https://tally.so/r/mV552vPonte cómodx porque te quiero dar la bienvenida a este espacio en el que aprenderás que la tercera NUNCA es la vencida. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Konglomerat Podcastowy
Star Wars. Sana Starros. Sprawy rodzinne

Konglomerat Podcastowy

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 36:00


Seria o doktor Aphrze zakończyła się już jakiś czas temu, a my w ramach nadrabiania gwiezdnowojennych zaległości postanowiliśmy sięgnąć po serię „Sana Starros: Sprawy rodzinne”, która silnie jest z runem Wong o niepokornej archeolog związana. W wirtualnym studio spotkali się Mando, Rychu oraz Jerry aby podyskutować o tym na ile „Sprawy rodzinne” to komiks, po który można sięgnąć samodzielnie, a na ile to swoisty spin off („Doktor Aphry”) lub… sequel (do wątków z okresu Wielkiej Republiki)? Jak oceniamy mnogość nawiązań oraz wybuchowej akcji? Jak Justina Ireland ogrywa skomplikowane relacje rodzinne w klanie Starrosów? Dlaczego warto sięgnąć po ten album? O tym wszystkim i paru innych kwestiach posłuchacie w dzisiejszym odcinku.

Robert Nawrowski
Q&A #578 – Czy seria S26 ma szansę dogonić Oppo/VIVO?

Robert Nawrowski

Play Episode Listen Later Feb 8, 2026 39:07


Centrum Chrześcijańskie OdNowa
Obrazy Chrystusa w ST: Józef - Bartek Zarożny

Centrum Chrześcijańskie OdNowa

Play Episode Listen Later Feb 8, 2026 27:50


Seria "Obrazy Chrystusa w Starym Testamencie"

Boletim Folha
Lula diz que avisou Vorcaro de que investigação do Master seria técnica

Boletim Folha

Play Episode Listen Later Feb 6, 2026 4:47


Dino manda suspender penduricalhos não previstos em lei nos três Poderes. E letalidade policial cresce em 17 estados brasileiros.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Amorosidade Estrela da Manhã
Vídeo - QUE ESCOLHE TER RAZÃO E NÃO SER FELIZ OPINA, SEM TEREM PEDIDO A SUA OPINIÃO, E SABENDO QUE ELA NÃO SERIA BEM ACEITA PARA QUEM NÃO PEDIU

Amorosidade Estrela da Manhã

Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 1:42


Amorosidade Estrela da Manhã
Áudio - QUE ESCOLHE TER RAZÃO E NÃO SER FELIZ OPINA, SEM TEREM PEDIDO A SUA OPINIÃO, E SABENDO QUE ELA NÃO SERIA BEM ACEITA PARA QUEM NÃO PEDIU

Amorosidade Estrela da Manhã

Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 1:42


Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | FAMOSA HUMILDADE

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Feb 3, 2026 3:16


LEITURA BÍBLICA DO DIA: FILIPENSES 2:1-8 PLANO DE LEITURA ANUAL: ÊXODO 31–33; MATEUS 22:1-22 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira 

Un Mensaje a la Conciencia
«El matrimonio es cosa seria»

Un Mensaje a la Conciencia

Play Episode Listen Later Feb 2, 2026 4:01


(2o. domingo de febrero: Día Mundial del Matrimonio) «Adriana Moreno era hondureña de nacimiento. Sus padres eran hondureños también, pero que por caprichos de la suerte tuvieron que abandonar su patria y trasladarse a la vecina República de Guatemala, llevando a su hija.... »Poco tiempo después de haber llegado a Guatemala, los padres de Adriana murieron, y la joven quedó confiada [al cuidado del] padre de Julio, que hacía pocos años había dejado a Honduras para ir en busca de fortuna a la misma República.... »Un día, estando Adriana sola en el salón de la casa..., entró Julio y fue a sentarse en un sofá al lado de ella. »—Vive Dios, [Adriana], que siempre estás deslumbradora —le dijo. »—Y tú siempre galante.... »Julio la contemplaba en silencio, y aún se atrevió a tomar en las suyas la perfumada mano de la señorita Moreno, mano que la joven ni pensó en retirar.... »... Su amada... en aquel momento parecía ser la realización de un dulce sueño de amor: bella hasta el idealismo, casta y pura como la sonrisa de un ángel. Y Julio la miraba, y oprimía más y más la mano de [Adriana], hasta que [ella], como saliendo del arrobamiento en que estaba y volviendo a la realidad, la retiró bruscamente. »Julio la miró asombrado. “¿Qué es esto?”, se dijo. »Pues no, no era nada; capricho de mujer que quiere. Alguna justicia deben tener los hombres al decir que el corazón de la mujer es una cosa inexplicable. La mujer quiere, pero al mismo tiempo que daría su vida por el hombre al que ama, tiene no sé qué placer secreto en hacerlo padecer, siempre que en ello halla una nueva prueba de amor.... ... Juega con el hombre... como el gato con el ratón; ya lo [agarra], ya lo suelta, y por último, si el ratón no anda listo, concluye... por atraparlo de veras.... »Julio... se quedó asombrado del repentino cambio de la joven, e inclinándose hacia ella, le dijo: »—Adriana,... eres... la reina de mi corazón... a quien adoro. »Y había vuelto a acercarse a la joven, y su rostro casi la acariciaba. »—Te amo, Adriana —murmuró con el acento de la pasión más vehemente—.... ¿Me amas, Adriana?.... »Húmedos, llenos de amor, los ojos de la señorita Moreno se fijaron en los de Julio, prometiéndole un mundo de felicidad. »—¿Pero consientes en ser mi esposa? ¿Me amas?.... »—Sí. »—¡Oh, qué feliz me haces, mi adorada, mi prometida! —dijo Julio.... »Doce días después... celebrose el matrimonio de Adriana con Julio....»1 Así concluye la historia del romance entre Adriana y Julio en la obra titulada Adriana y Margarita, con la que la talentosa novelista hondureña Lucila Gamero de Medina se inicia en las letras. Reconocida como la primera novela hondureña, fue publicada en 1897, cuando Lucila Gamero Moncada tenía apenas dieciocho años. Ya a esa temprana edad, parece haber estado convencida de la verdad expresada en el proverbio del sabio Salomón que dice: «Quien halla esposa halla la felicidad.»2 De ahí que la joven Lucila se despidiera de sus lectores con el siguiente consejo: «Vosotros tenéis el mundo donde escoger, y culpa vuestra será si no sabéis encontrar una Adriana.... Pero yo os digo: Tened mucho cuidado; escoged bien. Ved que el matrimonio es cosa seria....»3 Carlos ReyUn Mensaje a la Concienciawww.conciencia.net 1 Lucila Gamero Moncada (de Medina), Adriana y Margarita (Tegucigalpa, Honduras: Editorial Universitaria [UNAH], 2007), pp. 102‑17. 2 Pr 18:22 3 Gamero Moncada (de Medina), p. 118-19.

Centrum Chrześcijańskie OdNowa
Obrazy Chrystusa w ST: Melchizedek - Marek Nawrocki

Centrum Chrześcijańskie OdNowa

Play Episode Listen Later Feb 1, 2026 35:30


Seria "Obrazy Chrystusa w Starym Testamencie"

Dia a dia com a Palavra
Decepção, seria possível evitar esse sentimento?

Dia a dia com a Palavra

Play Episode Listen Later Feb 1, 2026 1:23


Certamente eu e você já vivemos por situações de grande decepção. A decepção é um sentimento que dói de verdade. Toda a nossa expectativa vai ao chão, é como o mundo desabasse.Lendo o Salmo 41 no verso 9, veja o que encontramos: "Até o meu amigo íntimo, em quem eu confiava, que comia do meu pão, levantou contra mim o seu calcanhar.""Até o meu amigo íntimo" - percebe o sentimento de decepção vivido pelo salmista?Para impedir esse sentimento, algumas pessoas decidem parar de gerar expectativas com relação ao outro, é como se qualquer coisa servisse. Talvez você já tenha sido aconselhado a fazer isso.Mas de verdade, é impossível viver sem expectativas. Até o próprio Deus tem expectativas conosco, e olha que Ele já sabe exatamente o que vai acontecer. Se Deus tem expectativas, por que você não deveria tê-las?Se não podemos impedir a decepção, podemos curá-la. E essa cura só pode acontecer com um perdão genuíno. É o melhor a se fazer! Porque a verdade é que durante a caminhada da vida as pessoas nos decepcionarão.O amor de Deus cobriu todas as decepções que você já gerou a Ele. Então, é possível superar tal sentimento com amor. Que o Senhor te ajude, porque fácil nunca foi ou será.

Conversas à quinta - Observador
Contra-Corrente. Seria possível salvar as árvores que o Kristin levou?

Conversas à quinta - Observador

Play Episode Listen Later Jan 29, 2026 10:40


A passagem da depressão Kristin deixou um cenário de devastação em todo o país, arrancando ou fazendo cair milhares de árvores, algumas marando pessoas. Teria sido possível salvá-las? E era correto?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Contra-Corrente
Seria possível salvar as árvores que o Kristin levou?

Contra-Corrente

Play Episode Listen Later Jan 29, 2026 10:40


A passagem da depressão Kristin deixou um cenário de devastação em todo o país, arrancando ou fazendo cair milhares de árvores, algumas marando pessoas. Teria sido possível salvá-las? E era correto?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Colunistas Eldorado Estadão
Bem-Estar: O que seria uma boa forma de se alimentar?

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 3:30


Doutor Carlos Alberto Pastore dá dicas sobre bem-estar e saúde às 2ªs, 4ªs e 6ªs, às 6h50, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

seria alimentar bem estar boa forma jornal eldorado
Los Hijos de Tuta
La mujer seria

Los Hijos de Tuta

Play Episode Listen Later Jan 27, 2026 17:04 Transcription Available


Meditacion Online y Mindfulness
646. Como Gestionar la dispersión Mental. Resumen completo. Gestionar la dispersión.

Meditacion Online y Mindfulness

Play Episode Listen Later Jan 26, 2026 17:38


Hoy veremos todos los pasos que hemos visto en los anteriores podcast sobre la gestión de la dispersión mental, pero no como piezas sueltas, sino como un proceso completo. Porque al final esto va de una cosa muy concreta: de ese instante en el que te das cuenta de que tu mente se ha ido… y de lo que haces justamente después. Mucha gente cree que meditar es estar presente. Y es así. Pero el trabajo real muchas veces no ocurre cuando estás estable en la respiración, osino cuando te pierdes y vuelves. Ahí es donde se entrena la mente de verdad. Ahí se construye tu práctica. Y ahí, sin darte cuenta, también estás entrenando cómo vives tu día a día. Seria bueno entender que todo esto no se trata de no dispersarse. Eso es imposible. Se trata de que la dispersión tenga menos poder sobre ti. Y eso se consigue reduciendo tu reacción ante lo que aparece. Cuanto menos lo alimentas, menos fuerza tiene. Y cuanto menos fuerza tiene, menos insiste. Y cuanto menos insiste, más fácil se vuelve estar donde quieres estar. Ahora, para poder gestionar algo, primero hay que saber qué es.

O Assunto
A Groenlândia em disputa e a Otan sob ameaça

O Assunto

Play Episode Listen Later Jan 20, 2026 32:35


Convidado: Vitelio Brustolin, professor de Relações Internacionais da UFF (Universidade Federal Fluminense). Localizada estrategicamente entre o Ártico e o Atlântico Norte, a Groenlândia é a maior ilha do mundo. São mais de 2 mil km², um território rico em minerais raros e considerado por Donald Trump vital para a segurança dos EUA. A ilha gigante se tornou objeto de cobiça pelo governo americano. O problema: trata-se de um território semiautônomo da Dinamarca. Trump já sugeriu anexar ou adquirir a Groenlândia, mas o governo dinamarquês deixa claro que não tem interesse em negociar a ilha. A Casa Branca aumentou a crise ao anunciar novas tarifas contra oito países europeus que enviaram tropas ao território na última semana. Uma tensão que escancara da fragilidade atual da Europa, e coloca a Otan em risco. Neste episódio, Natuza Nery conversa com Vitelio Brustolin para explicar por que Trump cobiça a Groenlândia. Professor de Relações Internacionais da UFF, ele responde quais são os interesses militares (como a construção do Domo de Ouro) e estratégicos (caso da rota naval do Ártico) dos americanos na região. Vitelio analisa também as consequências de uma eventual anexação pelos EUA, sobretudo para o futuro da aliança do Atlântico Norte, da qual fazem parte 30 países europeus. Ele aponta os sinais de enfraquecimento da Otan e os riscos deste processo de deterioração: “Seria um cenário catastrófico para o mundo todo”.

Bunker X
Joey Ponzi contra a Paralisia do Sono! | Bunker X Podcast

Bunker X

Play Episode Listen Later Jan 15, 2026 98:37


Um dos relatos mais assustadores que já chegaram ao Bunker X.Neste episódio, Affonso Solano e Joey Ponzi mergulham em casos reais enviados pela audiência do podcast. Entre eles, o de um ouvinte que vive experiências paranormais recorrentes durante o sono — cada vez mais intensas e difíceis de explicar.Mesmo dormindo por horas seguidas, ele acorda completamente esgotado. As noites são marcadas por paralisias do sono frequentes e episódios ainda mais perturbadores: marcas inexplicáveis surgindo pelo corpo, incluindo arranhões e até o que parece ser uma marca de mão. Tudo isso acompanhado por presenças sombrias no quarto… e pelo comportamento estranho de suas três gatas, que pareciam observar algo que ele não conseguia enfrentar.Seria uma entidade do astral? Um ataque espiritual? Algum tipo de abdução? Ou apenas um distúrbio do sono extremo levado ao limite?Assista agora e tire suas próprias conclusões — se tiver coragem de dormir depois.Já viveu algo parecido?Conte seu relato nos comentários. Quem sabe ele não aparece no próximo episódio do Bunker X?

Oxigênio
#211 – Mãos à Obra – Ep. 2

Oxigênio

Play Episode Listen Later Jan 15, 2026 25:20


No segundo episódio da série “Reparos de um Ataque – 8 de Janeiro”, Aurélio Pena, Marcos Ferreira e Rogério Bordini contam como é o delicado processo de restauro de obras de arte danificadas. É um trabalho minucioso que envolve vários experimentos, alguns deles realizados no Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), usando as linhas de luz do acelerador de partícula Sirius. Eles também te contam como o restauro das obras danificadas nos ataques golpistas é um sinal de fortalecimento dos símbolos da democracia brasileira. _____________________________________________________________________ ROTEIRO “Série – Reparos de um Ataque –  8 de Janeiro” – Ep.2 Mãos à Obra Presidente Lula: Hoje, é dia de dizermos em alto e bom som, ainda estamos aqui, ao contrário do que planejávamos golpistas de 8 de janeiro de 2023. Se essas obras de arte estão aqui de volta, restauradas com esmero por homens e mulheres que a elas dedicaram mais de 1.760 horas de suas vidas, é porque a democracia venceu. Muito obrigado, companheiros. Aurélio: Este é o segundo episódio da série sobre a restauração das obras vandalizadas no 8 de janeiro de 2023. Se você ainda não escutou o episódio anterior, dá uma olhadinha nele e aí volta pra cá, porque hoje nós vamos nos aprofundar em toda a ciência do restauro de uma obra rara e também pensar sobre o atual cenário da democracia brasileira.  Marcos: Eu sou o Marcos Ferreira, um dos apresentadores dessa série. Aurélio: E eu sou o Aurélio Pena, e você está ouvindo o Podcast Oxigênio. Aurélio: Uma das obras mais famosas entre as restaurações é o mural Mulatas à Mesa, de Di Cavalcanti, parte do acervo do Palácio da Alvorada. Natural da cidade do Rio de Janeiro, Di Cavalcanti viveu entre 1897 e 1976. O artista modernista produziu principalmente pinturas, desenhos, murais e caricaturas. Suas reconhecidas cores vibrantes e temas tipicamente brasileiros o tornaram um dos grandes nomes da pintura e do modernismo do Brasil.  Marcos: A obra, produzida em 1962, mostra uma cena na qual predominam figuras femininas, as chamadas mulatas, retratadas com curvas voluptuosas, pele morena e uma postura que mistura sensualidade e introspecção. Elas aparecem em um ambiente descontraído, cercadas por elementos tropicais, como frutas e flores, que evocam a exuberância e o calor do Brasil. A pintura é de grande importância porque reflete a valorização da cultura e da identidade nacional, exaltando a miscigenação como um elemento central do Brasil. Di Cavalcanti buscou celebrar a mulher brasileira, representando não apenas a sua beleza, mas também como um símbolo da força e do espírito nacional. Foi essa obra que levou sete facadas.  Aurélio: A cultura japonesa tem um tipo de arte chamado Kintsugi. Nela as rachaduras e avarias de um objeto são mantidas e valorizadas, normalmente com ouro. Essas imperfeições contam a história desses objetos. Marcos: Uma lógica parecida com a do Kintsugi foi utilizada na restauração da Mulatas à Mesa, como nos contou a coordenadora do projeto de restauro, a professora Andréia Bachettini, que você também ouviu no primeiro episódio desta série. Andréia Bachettini: Quando eu desembrulhei ela lá no início, em setembro de 23, eu fiquei muito impactada assim com a brutalidade que ela foi agredida. E o processo de restauração foi muito pensado assim, como que a gente vai não tirar o valor dessa obra, mas também a gente não podia esconder essas marcas que ela sofreu, essas sete perfurações que ela sofreu. Então a gente optou por remover esse reentelamento, o reentelamento, para os leigos, é colar uma tela para dar sustentabilidade à tela original. Então ela já tinha essa tela, ela tem a tela original, e colada a ela um outro linho que era um tecido bem resistente. Esses dois tecidos foram rasgados, inclusive a sustentação dela é feita com um bastidor em madeira que também foi quebrado, os montantes, as travas desse bastidor foram quebradas. Então a gente teve que fazer uma substituição de travas do bastidor, e aí optamos então por fazer um reentelamento com o tecido de poliéster de vela de barco, de vela, que é transparente assim, e não esconderia então as cicatrizes por trás da obra. Pela frente ela ficou imperceptível, a gente fez a restauração com a técnica de pontilhismo, que são sobreposição de pontinhos na cor, dando a ilusão de ótica da cor na superfície. Então ela fica imperceptível pela frente, mas pelo verso as marcas dessa restauração estão evidenciadas. Aurélio: Ao destacar a figura da mulata, que frequentemente é marginalizada na sociedade brasileira, a obra também provoca reflexões sobre questões sociais, como a posição da mulher negra e mestiça no Brasil. Assim, vai além da mera representação de uma imagem, tornando-se um manifesto visual da busca por uma identidade cultural, nacional e autêntica no contexto modernista. Marcos: O restauro de uma obra é extremamente sofisticado, e envolve profissionais de áreas das quais normalmente nem imaginamos. Um exemplo disso é que parte do projeto exigiu um estudo das tintas e vernizes utilizadas nos quadros danificados, feita por cientistas de materiais.  Andréia Bachettini: Falando um pouquinho do ofício, hoje a conservação e restauração não é só um artesanato, só o fazer, a habilidade manual. Claro que existe a necessidade de ter habilidade manual para interferir em uma obra, mas por trás de tudo isso, tem muita ciência, muito estudo. A gente tem que conhecer os materiais que foram feitos nessas obras. É um trabalho multidisciplinar, envolve profissionais da química, da biologia, da arquitetura, da física, da história da arte, da conservação e restauração, da museologia. Pensar como essa obra vai ficar exposta depois. Então são muitos profissionais envolvidos na restauração hoje.  Aurélio: Compreender com precisão a composição dessas tintas é uma etapa importante, pois permite aos restauradores recriar os materiais que serão utilizados para recuperar as obras, garantindo que elas fiquem quase como se fossem tocadas. Essa tarefa não é simples, já que muitas vezes as tintas usadas no passado são bem diferentes das que nós temos hoje. Além disso, é comum que artistas misturem diversos meios e pigmentos para conseguir os efeitos desejados. Em alguns casos, faziam as próprias tintas, sem deixar registro sobre esse processo. Marcos: Para entender um pouco mais sobre como o estudo dos vernizes e tintas foi feito, conversamos com dois professores da Universidade Federal de Pelotas, o Bruno Nuremberg e o Mateus Ferrer, que atuaram nas análises químicas das obras danificadas pelos golpistas.  Aurélio: Bruno, você pode contar um pouquinho pra gente como se deu esse estudo?  Bruno Nuremberg: Em janeiro de 2024, a gente já estava montando o laboratório lá em Brasília para realizar esse projeto de restauro. Claro que a base dele é a parte do restauro dessas obras, mas ele também contou com várias ações pontuais, dentre elas a que eu e o Mateus a gente está desenvolvendo até agora, que seria o quê? Seria a pesquisa dos materiais presentes nesses bens culturais para fazer toda uma parte de documentação, um estudo dos materiais utilizados pelo artista, tentar descobrir novas informações. Aurélio: E por que é feito um estudo dos materiais presentes nas obras?  Bruno Nuremberg: Então a gente pode utilizar essas técnicas na parte do pré-restauro. Por exemplo, eu tenho um quadro e nesse quadro eu preciso remover o verniz dele porque ele passou por um processo de oxidação.  Marcos: A oxidação que o professor Bruno mencionou é uma reação química que acontece com o oxigênio do ar e que acaba desgastando um material. Bruno Nuremberg:  Então se eu tiver conhecimento do material que compõe esse meu verniz, ou seja, do aglutinante, do polímero, eu vou conseguir estar direcionando um solvente muito mais adequado para ser aplicado nesse processo de remoção desse verniz. Outro ponto muito importante é que conhecendo esses materiais a gente também consegue direcionar mais corretamente, digamos assim, quais materiais devem ser utilizados no processo de restauração, no processo de intervenção. Então todo material que eu vou aplicar numa obra de arte, ele não pode ser exatamente da mesma composição. Ele tem que ter a mesma característica estética, mas a parte química dele tem que ser diferente. Por que isso? Porque daqui a 15, 20 anos um novo restaurador vai trabalhar em cima dessa tela e ele tem que distinguir os materiais que foram aplicados ali naquela intervenção. Eles têm que ser quimicamente diferentes. Então no futuro, daqui a 50, 100 anos, quando essa obra precisar passar por um processo de limpeza ou de reintegração pictórica, que seria o processo de repintar perdas, as pessoas já vão ter essas informações ali, quais materiais foram utilizados, vão ter, enfim, tudo caracterizado quimicamente, dados robustos e confiáveis do que aquela obra presença de materialidade. Então se eu tenho, por exemplo, uma pintura a óleo e eu vou fazer uma reintegração com óleo, se eu precisar retirar no futuro essa intervenção que eu fiz, eu vou estar causando um dano na pintura original que também era a base de óleo Marcos: E Bruno, quais são os desafios na caracterização dos componentes químicos dessas obras de arte?  Bruno Nuremberg: Quando a gente se depara com esse tipo de amostra, a gente encontra desafios que, digamos assim, na pesquisa tradicional de engenharia de materiais, da química, a gente não tem. O número de amostras que a gente pode coletar de uma obra de arte, ele não é ilimitado. Então a gente tem que ter uma série de autorizações, a gente tem que ver, tem vários critérios que a gente tem que seguir para poder realizar essas amostragens. As amostras que a gente coleta tem em torno de um milímetro quadrado, digamos assim. Então são amostras super pequenas. Então a gente tem numa pintura, por exemplo, tu vai encontrar aglutinantes de vernizes, tu vai encontrar cargas, tu vai encontrar aditivos, tu vai encontrar pigmentos, tu vai encontrar dois, três tipos de aglutinantes. Então essa sopa química dentro desse universo microscópico é o que a gente tem que realizar de caracterização. Aurélio: Esse tal aglutinante de verniz que o Bruno mencionou é também conhecido como ligante. Ele é o componente essencial que atua como base da formulação e é responsável por unir todos os outros ingredientes, como pigmentos e aditivos das tintas, e por formar uma película na superfície da obra que protege ela.  Marcos: Nós conversamos também com o professor Mateus Ferrer, que também é da UFPel, que trabalhou junto com o Bruno no estudo desses materiais das obras raras. Ele nos contou um pouquinho de como isso foi feito.  Mateus Ferrer: Primeiro que ali não são somente pinturas, não são somente telas. Nós temos diversos tipos de obras, inclusive materiais cerâmicos, telas de várias épocas, pintores diferentes, com técnicas e materiais diferentes. Então isso gera uma complexidade e a gente nota uma complexidade até mesmo na literatura.  Marcos: Para determinar com alta precisão os constituintes de amostras muito pequenas das telas, os professores Bruno e Mateus utilizaram diversas técnicas avançadas de análise. Algumas foram realizadas na própria universidade, enquanto outras foram feitas em instalações abertas para toda a comunidade científica, no CNPEM, o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais, que fica em Campinas/SP. Uma delas é a técnica de espectroscopia de infravermelho, que permite identificar e medir quais substâncias estão presentes nas obras do acervo nacional.  Mateus Ferrer: Então a gente tem o que a gente encontra na literatura, de forma muito vaga, e tem o nosso conhecimento do nosso grupo, que de fato a gente está explorando, buscando novas técnicas, buscando ferramentas, buscando laboratórios parceiros, buscando projetos como o caso do Sirius, que esse foi o primeiro projeto e não será o único, haverão outros projetos que a gente precisa de super laboratórios e equipamentos que a gente não tem na nossa estrutura.  Aurélio: Isso só é possível porque existe uma interação entre o infravermelho e as substâncias estudadas, mais especificamente, quando as moléculas das tintas ou dos vernizes conseguem interagir com a luz infravermelha. O nome disso é atividade do infravermelho. Dessa maneira, parte dessa luz interage com a amostra, podendo ser absorvida por ela, sendo isso detectado e medido pelo equipamento. Marcos: É interessante destacar que a infraestrutura de estudos com o infravermelho beneficia toda a comunidade científica brasileira, estando disponível na linha de luz Imbuia, uma das linhas de luz do Sirius, um acelerador de partículas de última geração e o mais famoso equipamento do CNPEM. A nossa Imbuia é a única linha de luz infravermelha em um equipamento desse tipo no mundo todo, mostrando para a comunidade científica internacional que o Brasil é, sim, líder em ciência de ponta.  Bruno Nuremberg: A gente consegue obter informações a respeito dos pigmentos pela espectroscopia Raman, a espectroscopia infravermelho, para a gente identificar especialmente a parte orgânica, então quais são os polímeros que compõem essa tinta, quais são os polímeros que compõem os vernizes, e a parte de microscopia eletrônica de varredura e espectroscopia de fluorescência para fazer a identificação de elementos, elementos químicos. Então, essas três técnicas aplicadas, a gente geralmente consegue informações bem completas, essas informações se complementam para a gente montar o quebra-cabeça de cada uma dessas micro amostras. Aurélio: A espectroscopia Raman é uma técnica de análise que utiliza a interação da luz com a amostra para obter informações sobre a sua estrutura molecular e a composição química. Marcos: Já a microscopia eletrônica de varredura, mencionada pelo Bruno, é uma técnica para gerar imagens de alta resolução da superfície de uma amostra. Isso acontece ao se varrer cada ponto da superfície da amostra com um feixe de elétrons bem pequeno e focado. Bruno Nuremberg: O projeto que foi submetido lá foi para utilizar o micro-FTIR, na linha Imbuia-micro. O nosso objetivo lá, então, era fazer o mapeamento químico da fração orgânica da obra do Di Cavalcanti, intitulada Mulatas à Mesa. Então, o nosso objetivo, na verdade, era identificar quais compostos orgânicos estavam presentes dentro de cada uma das camadinhas que compõem a nossa tela. A gente teve, além da utilização do equipamento, toda uma parte de preparo de amostras que foi bem complexa.  Aurélio: O professor Mateus também explicou que, para conseguir analisar essas amostras, que em geral são bem complexas, foi muito importante a ajuda da equipe científica do CNPEM, para que algumas dificuldades fossem superadas.  Mateus Ferrer: Além do pessoal da Imbuia, incluindo o cientista de linha, que foi o Bruno, o pessoal da LCRIO (Laboratório de Preparações Criogênicas), a gente teve muita dificuldade ali com essas obras. Cada uma tinha um tipo de densidade, um tipo de dureza, e junto também com a pesquisadora Juliana, do nosso grupo também, que se dedicou bastante nos cortes ali. Eu acredito que esse foi um dos grandes desafios, que a gente tinha pouquíssima amostra, quase a gente não enxergava as amostras, então a gente tinha que preparar essas amostras e para depois fazer o infravermelho com diversas formas que a gente usou ali. Mas eu acho que o grande diferencial que a gente teve ali foi realmente o mapeamento, o infravermelho acoplado com o mapeamento, que a gente conseguia encontrar as composições e as regiões daquele determinado material que a gente enxergava. Então a gente conseguia ver as camadas, mais a quantidade de materiais ali que faziam parte daquelas amostras.  Marcos: Professor Mateus, conta para a gente como o estudo químico dos materiais usados nas obras de arte pode também resultar em novos conhecimentos artísticos e históricos.  Mateus Ferrer: Quando a gente começa a entrar nesse mundo de entender o material, a gente começa a ver e comprovar de fato que a arte é um reflexo da história. Lógico que a gente tem obras também nacionais e de artistas de fora do Brasil, mas a gente começa a entender um pouquinho da história da forma como nunca ninguém viu. Eu sei que tem pessoas que criticam quando a gente quer olhar a obra de uma forma mais lógica, de uma forma científica, mas a gente começa também a pegar uma essência que não está diretamente impressa ali na obra. A gente começa a entender qual o material que aquela pessoa utilizava, a gente começa a ver discrepâncias, por exemplo, uma pessoa de classe média acima usava e uma pessoa de classe inferior usava. Então, a gente começa a entender a história e também extrair algum tipo de sentimento ali entendendo o material que foi utilizado naquela obra. São pistas para a gente, para que a gente possa entender naquela época qual era o tipo de pigmento, qual era o tipo de resina, no caso pega uma composição da tinta no geral ali ou no verniz que se utilizava, por que tal pintor utilizava materiais totalmente diferentes do que era dessa época. É dessa época mesmo? Então são questões aí que a gente, são pistas, é um processo investigativo realmente que a gente tem que ir aí se apoiando também na história. Presidente Lula: Se essas obras de arte estão aqui de volta é porque a democracia venceu, caso contrário estariam destruídas para sempre e tantas outras obras inestimáveis teriam o mesmo destino da tela de Di Cavalcanti, vítima do ódio daqueles que sabem que a arte e a cultura carregam a história e a memória de um povo. A arte e a cultura que as ditaduras odeiam, a história e a memória que sempre tentaram apagar. Estamos aqui porque é preciso lembrar para que ninguém esqueça, para que nunca mais aconteça. Aurélio: Em janeiro de 2025, em um evento comemorativo da finalização do processo de restauro das obras em Brasília, o presidente Lula discursou sobre a importância do reestabelecimento do acervo nacional e também da nossa democracia. Marcos: A fala de Lula sobre a finalização do projeto é um exemplo claro de como a manutenção da cultura e história de um país é também o restauro da democracia brasileira. Não é possível uma democracia saudável existir sem um patrimônio material, mantido em bom estado e celebrado nos espaços públicos, acessíveis para todas as gerações, por meio dos aparelhos de cultura. Aurélio: Sobre isso, o professor Mateus comenta sobre a falta de incentivos para áreas como as artes, os estudos museológicos, a manutenção e o restauro dos nossos acervos históricos.  Mateus Ferrer: É muito difícil a gente pensar em incentivos na parte de restauro e proteção quando a gente vê que a gente não dá valor às nossas obras. Então como é que a gente está pensando em incentivos, em proteger algo que a gente não valoriza? Então a gente precisa pensar realmente de incentivos na arte como um todo, dos nossos artistas, das obras que a gente tem, dos legados já que foram deixados aí e lógico isso vai vir também um incentivo na proteção desse patrimônio material que é tão precioso e tão fantástico e diversificado aqui no nosso país. Aurélio: Agora que já temos as obras restauradas e os golpistas que as danificaram vêm sendo julgados e punidos, o que o futuro promete? A democracia voltou à sua normalidade ou ainda se encontra ameaçada?  Jornalista 1: Um protesto pela anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro reuniu milhares de pessoas na Avenida Paulista em São Paulo.  Jornalista 2: O ex-presidente Jair Bolsonaro e sete governadores participaram da manifestação. Bolsonaro: O movimento aqui hoje é pela anistia, pela liberdade das pessoas de bem que nunca pegaram arma na sua vida, tanto é aquele dos condenados que estão respondendo o processo, não achei ninguém com qualquer passagem pela polícia. Música (Marcelo Crivella): A anistia chegou, é a justiça mais ampla.  Aurélio: Fizemos essa pergunta para o cientista político e professor da Universidade Federal de São Carlos, Piero Leiner, que você já deve ter ouvido no episódio anterior.  Piero Leiner: Diante desse cenário, os problemas para a democracia foram tão profundos no Brasil e tão pouco solucionados que a gente só está vivendo, assim como aquele corredor que começa tropeçando e não consegue reestabelecer o equilíbrio. A restituição do nosso processo democrático está demorando demais para acontecer, porque a máquina está ocupada em lidar com esse excesso de ruído que essas coisas todas vinculadas ao Bolsonaro e ao bolsonarismo criaram durante esses últimos anos. O bolsonarismo radicaliza cada vez mais para a extrema direita e agora com o Trump, então, isso vai escalar muito mais e o Lula acaba indo também no vácuo disso para o campo do centro-centro-direita, o que é um problema. Agora, o que vai ser nos próximos dois anos? Bom, eu acho que isso ainda está incerto, não dá para saber exatamente o que vai rolar, mas tem pesquisas mostrando um Lula muito pouco competitivo hoje já. Marcos: O professor Piero também nos contou sobre como Bolsonaro, de certa maneira, sempre buscou se vender como antissistêmico, por mais que antes da presidência, ele e a sua família já estivessem no sistema político brasileiro há décadas. Piero Leiner: Eu acho que muita gente está com uma espécie de ideia fixa na ideia de uma espécie de utopia regressiva, de que a gente vive numa sociedade extremamente desorganizada e que é uma sociedade cujos pilares são estabelecidos por uns poucos agentes que controlam a ordem das coisas a partir de uma espécie de sala secreta. É um pouco uma espécie de visão conspiratória tá? Que começa daquela percepção muito comum, muito do senso comum, de que os políticos são uma casta que só trabalha em benefício próprio, que conseguem produzir um sistema que beneficia a eles e que a sociedade é alguma coisa completamente separada ou apartada desse sistema. E a partir de um determinado momento, as pessoas passaram a botar na cabeça a ideia de que precisaria vir uma espécie de agente antissistêmico ou antissistema para fazer uma reviravolta na vida social. Quando, na verdade, isso é um engodo, uma mega farsa. Como é possível um cara ser liberal e antissistêmico ao mesmo tempo? Então, essa rebelião brasileira é uma rebelião profundamente auto-enganada, porque eles procuram justamente os agentes da ordem e da ordem que cria a própria desordem para fazer o seu movimento de rebelião. Ou seja, já é uma rebelião que nasce equivocada do começo. Me parece que tem como grande tarefa esvaziar aí sim o potencial de transformador que poderia estar ancorado a um campo popular de esquerda, etc., e tal. Marcos: Chegamos ao final do nosso episódio. Se você gostou, não se esqueça de deixar cinco estrelas para o nosso podcast. Isso nos ajuda muito a chegar em mais ouvintes e também compartilhe o Oxigênio com os seus amigos em suas redes sociais. Aurélio: Esse episódio foi produzido por Marcos Vinícius Ribeiro Ferreira, Aurélio Bianco Pena e Rogério Bordini. Foram utilizados trechos de áudios de matérias jornalísticas disponíveis na internet. Marcos: Agradecemos a todos os especialistas que conversaram com a gente neste episódio. Também agradecemos ao Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Universidade Estadual de Campinas, o Labjor da Unicamp, em especial a coordenadora do Oxigênio, a professora Simone Pallone de Figueiredo, e a doutoranda Mayra Trinca. Um grande abraço e até mais! Vinheta: Você ouviu Oxigênio, um programa de jornalismo científico-cultural produzido pelo Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, LabJor da Unicamp. – Roteiro, produção e pesquisa: Marcos Vinícius Ribeiro Ferreira, Aurélio Bianco Pena e Rogério Bordini. Narração: Marcos Vinícius Ribeiro Ferreira e Aurélio Bianco Pena. Capa do episódio: Andréa Lacerda Bachettini trabalhando na restauração do quadro ‘As mulatas', de Di Cavalcanti. A obra levou sete cortes nos ataques do em 8 de janeiro — Foto: Nauro Júnior/UFPel. Revisão: Mayra Trinca, Livia Mendes e Simone Pallone. Entrevistados: professores da Universidade Federal de Pelotas: Andréa Lacerda Bachettini, Bruno Noremberg, Mateus Ferrer e, Piero Leirner, da Universidade Federal de São Carlos. Edição: Rogério Bordini. Vinheta: Elias Mendez Músicas: Youtube Audio Library (sem atribuição necessária) e “A Anistia Chegou” de Marcelo Crivella. Para saber mais:  Reportagem “Entre Tintas, Vernizes e Facadas” | Revista ComCiência: https://www.comciencia.br/entre-tintas-vernizes-e-facadas/ Documentário “8 de Janeiro: Memória, Restauração e Democracia” (Iphan): https://youtu.be/CphWjNxQyRk?si=xcIdb26wQTyTmS5m  

Gabinete de Guerra
“Ação militar contra a Gronelândia seria acabar com a NATO”

Gabinete de Guerra

Play Episode Listen Later Jan 14, 2026 8:32


Bruno Cardoso Reis afirma que Donald Trump parece não querer desistir de anexar o território. O historiador admite ainda que parece difícil uma ação militar ter resultados no Irão.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Wspólnota Chrześcijańska Swojczyce
Szczera relacja, autentyczna troska (seria "Inni", Mirek Marczak)

Wspólnota Chrześcijańska Swojczyce

Play Episode Listen Later Jan 11, 2026 30:31


1P 4,7-11 (7) Przybliżył się jednak koniec wszystkiego. Bądźcie zatem rozsądni i trzeźwi — gotowi do modlitwy. (8) Przede wszystkim pielęgnujcie żarliwą miłość względem siebie nawzajem, gdyż miłość zakrywa mnóstwo grzechów. (9) Okazujcie jedni drugim gościnność, bez szemrania. (10) Każdy niech usługuje pozostałym tym darem łaski, który otrzymał, jako dobry powiernik różnorodnej w swych przejawach łaski Boga. (11) Kto przemawia, niech mówi tak, jakby przekazywał słowa Boga. Kto usługuje, niech to czyni w sile, której On udziela, aby we wszystkim uwielbiony był Bóg przez Jezusa Chrystusa. Do Niego należy chwała i moc — na wieki. Amen. Nauczanie z dnia 11 stycznia 2026

Gabinete de Guerra
Fazer frente pela Gronelândia? UE seria "esmagada" por Trump

Gabinete de Guerra

Play Episode Listen Later Jan 7, 2026 13:25


Dois cenários possíveis, na análise de Helena Ferro Gouveia, para o território autónomo da Dinamarca. EUA admitem agora comprar, mas não excluem intervenção militar. "Trump fala muito a sério".See omnystudio.com/listener for privacy information.

Canaltech Podcast
Austrália bane redes sociais para menores de 16 anos: como seria no Brasil?

Canaltech Podcast

Play Episode Listen Later Jan 6, 2026 23:36


No episódio desta terça-feira (6), abordamos a decisão histórica da Austrália de banir o acesso às redes sociais para menores de 16 anos e como isso repercute no Brasil com a recente aprovação do ECA Digital. Conversamos com Filipe Medon, professor de Direito Civil da Fundação Getulio Vargas e pesquisador da FGV, para entender a responsabilidade das Big Techs, os desafios da verificação de idade e os riscos que vão além do vício em telas, como a interação perigosa de crianças com chatbots de inteligência artificial. Você também vai conferir: Motorola confirma celular da Copa do Mundo e lançamento será nesta semana; Mercado de PCs pode encolher 9% por conta do alto preço da memória RAM em 2026; LG anuncia TV OLED mais fina do mundo. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Marcelo Fischer, e contou com reportagens de Wendel Martins, Lillian Sibila e Nathan Vieira, sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natalia Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Wspólnota Chrześcijańska Swojczyce
Uzdolnieni przez Boga (seria "Inni", Mirek Marczak)

Wspólnota Chrześcijańska Swojczyce

Play Episode Listen Later Jan 4, 2026 31:02


1P 3,8-12 (8) W końcu, bądźcie wszyscy jednomyślni, pełni współczucia, braterstwa, litości i pokory. (9) Nie oddawajcie złem za zło ani obelgą za obelgę. Przeciwnie, każdemu życzcie dobrze, gdyż zostaliście powołani, aby odziedziczyć to, co najlepsze. (10) Bo kto kocha życie i chce oglądać dobre dni, niech powstrzyma swój język od zła, a swoje wargi od zdrady. (11) Niech odstąpi od zła i postępuje dobrze, niech szuka pokoju i do niego dąży. (12) Gdyż oczy Pana patrzą na sprawiedliwych, Jego uszy słuchają ich próśb, ale oblicze Pana zwraca się przeciw ludziom popełniającym zło. Nauczanie z dnia 4 stycznia 2026

Morning Show
Filipe Martins é preso / Combustíveis mais caros / Diálogo de Maduro com Trump

Morning Show

Play Episode Listen Later Jan 3, 2026 119:59


Confira no Morning Show desta sexta-feira (02): O ex-assessor de Jair Bolsonaro Filipe Martins foi preso pela Polícia Federal nesta sexta-feira (02) por ordem do ministro do STF Alexandre de Moraes. A acusação é de descumprimento de medidas cautelares. A defesa fala em "vingança do magistrado" e punição indevida, enquanto a bancada do Morning Show debate o impacto jurídico e político dessa decisão. Entenda os detalhes desse novo capítulo da trama golpista. O ano de 2026 começa com um novo aumento no ICMS sobre a gasolina, diesel e gás de cozinha, impactando diretamente o custo de vida da população e a inflação. A medida, aprovada pelo Confaz, eleva os preços nas bombas e gera um alerta sobre a inadimplência e o endividamento das famílias. O Morning Show debate se a arrecadação estadual justifica o peso no bolso do consumidor. Assista e entenda as consequências desse reajuste na economia brasileira. O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, surpreendeu ao defender um diálogo "sério" com o mandatário dos EUA, Donald Trump, propondo acordos sobre petróleo, combate ao narcotráfico e deportação de imigrantes. Com a tensão militar crescendo no Caribe, a bancada do Morning Show debate se a oferta é uma saída estratégica para a crise venezuelana ou apenas uma tentativa de Maduro de ganhar tempo e evitar uma incursão norte-americana. Entenda os riscos dessa negociação e o impacto para a América Latina. Uma explosão devastadora em um bar na Suíça durante o Réveillon deixou pelo menos 47 mortos e mais de 100 feridos. Com suspeitas de falha em protocolos de segurança e uso indevido de pirotecnia, o caso levanta alertas sobre a fiscalização em eventos de grande porte e a dificuldade na identificação das vítimas. A bancada do Morning Show debate as causas dessa tragédia e a dor das famílias que ainda buscam respostas. O presidente dos EUA, Donald Trump, vira alvo de especulações após aparecer com marcas misteriosas nas mãos. Enquanto ele alega uso excessivo de aspirinas, o Morning Show debate a falta de transparência sobre a sua saúde e as semelhanças com o caso Joe Biden. Seria apenas estética ou um risco real ao mandato? Entenda o impacto dessas revelações para o cenário político norte-americano. O ator George Clooney soltou o verbo e criticou duramente a postura das emissoras de TV dos EUA, afirmando que a mídia deveria ter enfrentado o presidente dos EUA, Donald Trump, ao invés de recuar diante das pressões e processos. O debate no Morning Show analisa se a fala do artista é um alerta necessário ou apenas um "ranço" político, enquanto o mandatário norte-americano avança com processos bilionários contra gigantes como CBS e BBC. Um passageiro embriagado foi detido pela Polícia Federal após causar um tumulto no Aeroporto Internacional de Recife. O homem, que perdeu o voo, depredou equipamentos e ameaçou funcionários, gerando caos no terminal. A bancada do Morning Show debate a falta de controle emocional, a precariedade dos serviços aéreos e as consequências legais para atos de vandalismo. O ano de 2026 começou e a promessa de emagrecer e se exercitar volta com tudo. Mas cuidado: sair do sofá direto para a academia pode ser um erro fatal. O cardiologista Eugênio Moraes traz as dicas essenciais sobre avaliação médica, consistência nos treinos e os cuidados fundamentais com a hidratação no calor extremo. Confira o debate completo com a bancada do Morning Show sobre como cuidar da saúde sem riscos. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.

Os Sócios Podcast
POR QUE TODO MUNDO DEVERIA FAZER JIU-JITSU (Com Fábio Gurgel) | Os Sócios 277

Os Sócios Podcast

Play Episode Listen Later Jan 1, 2026 87:24


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Morning Show
Explosão na Suíça / Moraes nega prisão domiciliar a Bolsonaro / Mega da Virada

Morning Show

Play Episode Listen Later Jan 1, 2026 120:57


Confira no Morning Show desta quinta-feira (01): Uma explosão devastadora no resort de Crans-Montana, na Suíça, transformou a festa de Ano Novo em uma tragédia com dezenas de mortos e pelo menos 100 feridos. A polícia investiga se uma falha elétrica causou o incêndio no badalado bar Le Constellation. O Morning Show debate a segurança em eventos internacionais e a dor das famílias neste início de ano. Entenda os detalhes do caso. O ministro Alexandre de Moraes negou, pela segunda vez, o pedido de prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, mesmo após a apresentação de novos laudos médicos. A defesa alegou agravamento do quadro de saúde e citou precedentes, como o caso de Fernando Collor, mas o STF entendeu que não há requisitos legais para a concessão do benefício e manteve a custódia na Polícia Federal, em Brasília, apontando risco de fuga. Com a confirmação da alta hospitalar, a decisão foi reiterada pelo magistrado. A bancada do Morning Show debate se a medida é estritamente técnica ou se há motivação política. Reportagem: Igor Damasceno. O sorteio da Mega da Virada, com prêmio recorde de R$1,09 bilhão, foi marcado por atrasos e instabilidades que geraram revolta nos apostadores. A bancada do Morning Show debate a falta de transparência da Caixa e o impacto na credibilidade do maior prêmio do país. Seria apenas um erro técnico ou há algo mais por trás? Entenda os detalhes e os riscos para o sistema de apostas. O presidente Lula encerrou 2025 exaltando os recordes econômicos do país, mas a bancada do Morning Show questiona: esses números chegam ao bolso do brasileiro? O debate analisa o tom de campanha antecipada para 2026, o lançamento de uma cartilha para a militância virtual e a dificuldade do governo em converter propaganda em percepção real de melhora. Marketing ou realidade? Confira! A mídia internacional colocou o governo Lula sob os holofotes: enquanto a The Economist critica a economia "medíocre" e a idade avançada do petista, o Financial Times considera o petista como favorito para 2026. A bancada do Morning Show debate se o embate com Donald Trump fortalece Lula ou se o Brasil precisa de renovação política. Quem seria o sucessor ideal da esquerda? O Morning Show traz os detalhes da maior virada de ano da história! De Copacabana, que garantiu seu lugar no Guinness Book, ao show tecnológico na Avenida Paulista, a bancada debate os destaques, as falhas de organização e os planos para 2026. Entenda como o Brasil e o mundo celebraram a chegada do novo ano em meio aos espetáculos de drones e atenção com a segurança pública. Abusou da ceia de Réveillon e acordou com aquele peso na consciência (e na balança)? O nutricionista Giancarlo Eidler traz dicas práticas para retomar a rotina saudável sem cair na armadilha das dietas malucas. A bancada do Morning Show debate a importância da moderação, os riscos da desidratação e como filtrar as promessas milagrosas da internet para alcançar o shape em 2026. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.

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Luca Lodde - Il Triathlon è una cosa seria, ti migliora la vita! - Mondo Triathlon su Bike Channel

Triathlon Daddo Podcast

Play Episode Listen Later Dec 29, 2025 30:48


Protagonista della puntata numero 128 di Mondo Triathlon, la rubrica di Dario Daddo Nardone in onda su Bike Channel, èLUCA LODDEOgni lunedì alle 19.00 in anteprima il nuovo episodio sul canale youtube @DaddoSport,tutte le puntate di Mondo Triathlon sulla pagina ufficiale:https://www.mondotriathlon.it/mondoGuarda Mondo Triathlon anche sui canali di Bike Channel:- SKY Canale 222- DTT Canale 259- DTT Canale 60 tasto rosso SI- www.bikechannel.it#daddocè #mondotriathlon #ioTRIamo ❤️#triathlon #trilife #fczstyle #passionetriathlon

Opinião
OPINIÃO | PODCAST É O NOVO RÁDIO? | 28 /11/2025

Opinião

Play Episode Listen Later Dec 26, 2025 26:54


“O podcast é o novo rádio?” O Opinião desta sexta (28/11) busca responder esta e outras questões sobre a mídia que tem conquistado os brasileiros.Seria o podcast o novo rádio ou nascido, justamente, dele? O que muda, na linguagem, na escuta e na relação com o público, quando trocamos o dial pela tela do celular? E mais: com uma indústria que já movimenta bilhões de dólares no mundo, estamos diante de um fenômeno cultural ou de um novo e poderoso negócio da comunicação? Para tentar responder todos esses questionamentos, o programa recebe a roteirista, apresentadora e cofundadora do podcast Mamilos, Juliana Wallauer, e o coordenador da Pós-graduação na ESPM em São Paulo, Bruno Peres. O Opinião conversa também, de maneira remota, com Cesar Agenor, historiador e cocriador do Fronteiras no Tempo, um dos primeiros podcasts do Brasil; e com Pedro Daltro e Cristiano Botafogo, do podcast Medo e Delírio em Brasília.#SomosCultura #TVCultura #Podcast #Rádio

Os Sócios Podcast
O QUE O NATAL AINDA NOS ENSINA? A FILOSOFIA DO NATAL (com Guilherme Freire) | Os Sócios 276

Os Sócios Podcast

Play Episode Listen Later Dec 25, 2025 101:27


CONHEÇA OS PRODUTOS DA CAFFEINE ARMY: https://r.vocemaisrico.com/e08eeca18a Encontre o ativo certo para investir hoje: https://finc.ly/f3461cf665 Ao longo da história, poucas datas atravessaram séculos com tanta força quanto o Natal. Hoje, ele carrega um significado histórico e religioso — e, ao mesmo tempo, virou uma das maiores datas comerciais do ano.Mas nem sempre foi assim. Quando o Natal começou a ser celebrado de fato? Como o calendário litúrgico foi se formando e, no Império Romano, como surgiram as datas de celebração do nascimento de Cristo? Seria o Natal apenas o solstício de inverno — ou isso é uma simplificação do mundo antigo, que usava símbolos das estações para representar coisas profundas? Por que 25 de dezembro se tornou tão significativo, e qual é a relação disso com crenças concorrentes da época, como o culto a Mitra e festivais como a Saturnalha? Se a Bíblia não traz uma data exata, como essa tradição se consolidou? E como símbolos e costumes foram mudando com o tempo — do São Nicolau ao Papai Noel, da missa do galo aos Reis Magos — até chegarmos ao Natal moderno, cada vez mais comercial?Para responder a estas e outras perguntas, convidamos Guilherme Freire para o episódio nº 276 do podcast Os Sócios. Falamos sobre o Natal, como essa data se consolidou e tudo o que podemos aprender com ela.O episódio será transmitido ao vivo nesta quinta-feira (25/12), às 12h, no canal Os Sócios Podcast.Hosts: Bruno Perini @bruno_perini e Malu Perini @maluperiniConvidado: Guilherme Freire @guilhermefclfreire

Morning Show
Desdobramentos da fraude do INSS / Fim do nudismo em BC / Guerra do petróleo

Morning Show

Play Episode Listen Later Dec 18, 2025 119:59


Confira no Morning Show desta quinta-feira (18): A Polícia Federal realizou buscas na casa do senador Weverton Rocha (PDT-MA) em uma nova fase da operação contra desvios bilionários no INSS. O esquema, que envolveria empréstimos consignados e figuras do alto escalão em Brasília, levanta alertas sobre a infiltração política em órgãos públicos. A bancada do Morning Show debate o que as "reuniões com churrasco" significam aos aposentados do país. A Câmara de Balneário Camboriú, Santa Catarina, aprovou o fim da prática de naturismo na Praia do Pinho, a primeira do Brasil com essa finalidade. A medida, que divide opiniões, surge após denúncias de falta de ordem e atos libidinosos na região. O Morning Show debate se a decisão protege a comunidade local ou se fere a liberdade individual e o turismo. Será que a fiscalização falhou? Reportagem: Vinicius Rezende. O presidente dos EUA, Donald Trump, endurece o jogo e impõe um bloqueio naval para impedir a exportação de petróleo da Venezuela. Com o cerco fechado, o líder venezuelano Nicolás Maduro tenta manobras para furar as sanções e o Morning Show debate: o Brasil será usado como rota de fuga na transação? Entenda os riscos da escalada e se o governo Lula pode acabar no meio do fogo cruzado. Reportagem: Eliseu Caetano. A Polícia Federal pediu um prazo maior a Alexandre de Moraes, magistrado do STF, para concluir o laudo que identifica se o general Augusto Heleno realmente tem Alzheimer. Além disso, o presidente Lula lançou uma ofensiva para garantir a aprovação de Jorge Messias no STF, pedindo para que os ministros liguem para senadores em busca de votos sob o pretexto de desejar um "Feliz Natal". A bancada do Morning Show debate se o critério de lealdade deve se sobrepor ao notável saber jurídico nas indicações ao Supremo. Seria essa uma estratégia política válida ou um erro institucional? O Senado aprovou o Projeto de Lei da Dosimetria das penas, que pode reduzir as punições dos envolvidos na trama golpista de 8 de Janeiro e beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro. Enquanto a pesquisa Quaest aponta que 47% dos brasileiros são contra a medida, a bancada do Morning Show debate se a aprovação rápida esconde um "acordão" político entre o governo e a oposição. Confira a análise completa sobre o futuro das penas no Brasil. O senador Weverton Rocha está no centro de uma investigação da Polícia Federal sobre desvios bilionários no INSS. A operação "Sem Desconto" aponta o parlamentar como a figura central em um esquema de lavagem de dinheiro e organização criminosa. A bancada do Morning Show debate a gravidade das provas e a manutenção do senador como vice-líder do governo. O Estado pode estar blindando os seus próprios aliados? Reportagem: Bruno Pinheiro. Milhares de agricultores europeus tomaram as ruas de Bruxelas contra o acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul. Os manifestantes alegam que o tratado prejudica o setor agrícola local, enquanto a bancada do Morning Show debate se a resistência europeia é puro protecionismo contra a eficiência do agronegócio brasileiro. Entenda os riscos para a economia nacional e se o governo Lula conseguirá destravar a negociação que se arrasta por décadas. Reportagem: Luca Bassani. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.

Colunistas Eldorado Estadão
Gribel: Rompimento com Enel não é simples; saída seria venda do ativo

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Dec 17, 2025 12:58


Álvaro Gribel, repórter especial e colunista do Estadão, comenta os principais assuntos da Economia e Política nacionais no Jornal Eldorado, às 2ªs, 4ªs e 6ªs, às 8h30.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Morning Show
Rodrigo Pacheco apoia PL da Dosimetria / Flávio Bolsonaro é favorito da direita para 2026

Morning Show

Play Episode Listen Later Dec 17, 2025 119:53


Confira no Morning Show desta quarta-feira (17): O Senado Federal vive um dia de tensão com a análise do PL da Dosimetria na CCJ. Enquanto Rodrigo Pacheco sinaliza apoio à redução de penas para os condenados do 8 de Janeiro, o governo Lula articula um veto e a esquerda tenta travar a votação. Seria essa medida um passo para a segurança jurídica ou um erro estratégico? Confira o debate completo com a bancada do Morning Show. Reportagem: Rany Veloso. A nova pesquisa Genial/Quaest mostrou o senador Flávio Bolsonaro na liderança entre os nomes da direita para a disputa presidencial em 2026. O Morning Show debate se o filho 01 é o herdeiro natural do bolsonarismo ou se a rejeição ao sobrenome pode travar os planos da família. Com a direita fragmentada entre Tarcísio, Zema e Caiado, Flávio surge como a peça que faltava no tabuleiro? Após temporais deixarem milhares de imóveis sem luz e causarem mortes em São Paulo, o governo estadual e a prefeitura pedem o rompimento do contrato com a Enel. A bancada do Morning Show debate a ineficiência da concessionária, a falta de investimentos e o jogo de empurra político entre as esferas de governo. Quem paga a conta do apagão? A deputada federal Érika Hilton acionou a Embaixada do Vaticano após a decisão do Arcebispo Dom Odilo Scherer em suspender as transmissões das missas do Padre Júlio Lancellotti. A medida gerou forte reação na bancada do Morning Show, que discute se a parlamentar está ferindo a liberdade religiosa e o Estado Laico para viralizar nas redes sociais. Confira o debate completo sobre a polêmica que envolve fé, política e direito canônico. O vereador Ricardo Zampieri, de Ponta Grossa (PR), propõe converter multas de trânsito em doações de sangue ou de medula óssea. A medida, limitada a duas vezes por ano, busca incentivar o bem e salvar vidas ao invés de apenas arrecadar dinheiro. A bancada do Morning Show debate a viabilidade jurídica da proposta e se o Estado estaria "sugando" até o sangue da população. Seria essa uma saída criativa ou um erro estratégico? O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou um bloqueio total aos navios petroleiros da Venezuela, afirmando que o país está "completamente cercado". A medida elevou a tensão internacional, provocando reações da Rússia e do regime de Nicolás Maduro, que denunciou a ação à ONU. O Morning Show debate se a estratégia econômica pode levar a uma intervenção militar e como isso impacta a segurança e o preço do petróleo no mundo. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.

Con Las Bases Llenas Podcast de Beisbol
_ Dodgers lanzan oferta SERIA por Tarik Skubal a Detroit

Con Las Bases Llenas Podcast de Beisbol

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 62:38 Transcription Available


Los Dodgers han sorprendido al mercado al presentar una propuesta de intercambio seria e intrigante a los Tigres de Detroit por el estelar lanzador Tarik Skubal. La organización angelina busca reforzar su rotación y estaría dispuesta a mover piezas de alto valor. En Baseball News te contamos los detalles, el impacto potencial y cómo este movimiento podría cambiar el panorama de la MLB. ⚾

Conversas à quinta - Observador
Contra-Corrente. Portugal seria outro sem a morte de Sá Carneiro?

Conversas à quinta - Observador

Play Episode Listen Later Dec 4, 2025 6:15


É a pergunta a que ninguém sabe responder. Se não tivesse morrido faz hoje 45 anos será que Sá Carneiro teria logrado provocar as rupturas por que combatia? Ou o atavismo de Portugal seria mais forte?See omnystudio.com/listener for privacy information.