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Neste episódio do podcast do Fantástico, a repórter do Fantástico Lilia Teles, conversa com a socióloga Jacqueline Pitanguy. Jacqueline foi presidente do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher entre 1986 e 1989 e foi uma das protagonistas na inclusão dos direitos das mulheres na Constituição brasileira.
“Tá caro.”Se você trabalha com vendas, provavelmente já ouviu essa frase inúmeras vezes. Ela aparece em reuniões, propostas comerciais, negociações e até em conversas aparentemente promissoras que, de repente, parecem travar.Muitos vendedores, quando escutam isso, entram em modo defensivo.Começam a justificar demais.Tentam explicar cada detalhe do produto.Ou, pior ainda, entram em pânico e oferecem desconto antes mesmo de entender o que realmente está acontecendo.Mas existe um ponto fundamental que separa vendedores comuns de vendedores profissionais.Quando um cliente diz “tá caro”, na maioria das vezes ele não está falando de preço.Ele está falando de percepção de valor.Preço é apenas um número. Valor é interpretação.E interpretação pode — e deve — ser conduzida por quem vende.Neste episódio do Podcast de Vendas do Diego Maia, você vai aprender 5 respostas inteligentes e estratégicas para quando o cliente reclama do preço. Não são frases prontas para decorar. São estratégias psicológicas e comerciais utilizadas por vendedores experientes para conduzir negociações com confiança e inteligência.Ao longo deste episódio, Diego Maia apresenta abordagens que ajudam a transformar uma objeção em oportunidade de avanço na negociação. Entre elas:Como usar perguntas estratégicas para descobrir a referência de preço do clienteComo reposicionar a conversa, tirando o foco do valor financeiro e levando para o resultadoComo usar perspectiva de tempo para diluir mentalmente o investimentoComo mostrar ao cliente o custo real de uma decisão baseada apenas no preçoE como devolver a decisão ao cliente de forma elegante, sem parecer defensivo ou inseguroEssas técnicas fazem parte do repertório de quem entende que vendas são, antes de tudo, conversas bem conduzidas.Clientes testam vendedores o tempo todo. Quando alguém diz “tá caro”, muitas vezes está apenas tentando medir a convicção de quem está vendendo.Vendedores inseguros defendem preço. Vendedores profissionais defendem valor.E quando o valor fica claro, o preço deixa de ser o problema.Se você é vendedor, empreendedor, gestor comercial ou alguém que quer melhorar sua capacidade de negociação, este episódio traz insights práticos que podem ser aplicados imediatamente nas suas conversas de vendas.O Podcast de Vendas do Diego Maia é um dos programas mais tradicionais do Brasil dedicados ao universo comercial. Desde 2009, Diego Maia compartilha reflexões, estratégias e experiências reais sobre vendas, liderança e empreendedorismo. Este é um podcast para vendedores, empreendedores e profissionais que querem evoluir em performance, mentalidade e resultados.Diego Maia é autor de livros sobre vendas, palestrante corporativo e fundador da CDPV – Companhia de Palestras, sendo frequentemente citado como um dos principais palestrantes de vendas do Brasil.Aqui você encontra conteúdos diretos, aplicáveis e sem romantização.Porque vender não é improviso.Se este episódio fez sentido para você, siga o podcast, compartilhe com sua equipe e envie para aquele vendedor que precisa aprender a responder quando o cliente diz: “tá caro”.Porque no final das contas existe uma verdade simples:Quem sabe conduzir objeções… vende mais.Eu sou Diego Maia.E lembre-se sempre:Onde tem venda, tem vida.Siga Diego Maia no Instagram clicando aqui.
Onde se detalham doze dimensões fundamentais para cultivar a autonomia e a autorregulação nos estudantes, integrando teoria académica com estratégias práticas de sala de aula. O autor explora competências essenciais como o autoconhecimento metacognitivo, a definição de metas realistas e a gestão eficiente do tempo para melhorar o rendimento escolar. É dada uma ênfase especial à importância da retroalimentação constante, da resiliência perante o erro e da transição para uma motivação intrínseca duradoura. Através de exemplos detalhados, o texto demonstra como a tomada de decisões e a responsabilidade partilhada transformam os alunos em aprendizes mais conscientes. O guia serve como um roteiro pedagógico para que docentes promovam a independência intelectual e a persistência nos seus alunos.
App 10 Minutos com Jesus. Disponível em: App Store - https://tinyurl.com/10mcj-ios Google Play - https://tinyurl.com/10mcj-android Subscreve aqui: https://youtube.com/@10minuteswithjesus10minutoscon?si=ZICSchJe3gXvG49x ️ Segue-nos no teu serviço habitual de podcast: Spotify: https://spoti.fi/3bb5Edp Google Podcast: https://bit.ly/2Ny0S1r Apple Podcast: https://apple.co/3aqxYt6 iVoox: https://bit.ly/2ZmpA7t Recebe uma mensagem com a Meditação via: WhatsApp: http://dozz.es/10mjp Telegram: https://t.me/dezmincomjesus +Info: http://10minutoscomjesus.org
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Onde se faz uma análise detalhada sobre a propriedade intelectual no setor educativo, explorando como a proteção de criações se equilibra com a democratização do saber. O autor descreve as diversas tipologias de direitos, como patentes, direitos de autor e marcas, especificando as suas durações e aplicações práticas desde o ensino infantil até ao superior. É dada uma atenção especial ao contexto português, destacando o papel preponderante das universidades na produção de patentes e na inovação tecnológica nacional. A fonte examina ainda os marcos regulatórios internacionais e os modelos de licenciamento, incluindo as alternativas flexíveis como as Creative Commons. Por fim, discutem-se os desafios da digitalização e a importância de políticas institucionais claras para gerir a transferência de conhecimento no futuro.
Onde se oferece uma análise detalhada sobre a propriedade intelectual no setor educativo, explorando como a proteção de criações se equilibra com a democratização do saber. O autor descreve as diversas tipologias de direitos, como patentes, direitos de autor e marcas, especificando as suas durações e aplicações práticas desde o ensino infantil até ao superior. É dada uma atenção especial ao contexto português, destacando o papel preponderante das universidades na produção de patentes e na inovação tecnológica nacional. A fonte examina ainda os marcos regulatórios internacionais e os modelos de licenciamento, incluindo as alternativas flexíveis como as Creative Commons. Por fim, discutem-se os desafios da digitalização e a importância de políticas institucionais claras para gerir a transferência de conhecimento no futuro.
Onde se apresenta uma transcrição de uma entrevista televisiva de 2001, onde o prestigiado escritor e psiquiatra António Lobo Antunes reflete sobre a sua vida e obra. O autor discute a sua experiência traumática na Guerra Colonial, a influência da educação rígida e a importância de figuras familiares, como o seu avô. A conversa aborda o seu processo criativo solitário, descrevendo a escrita como uma atividade árdua que visa aproximar-se da essência da realidade humana. Lobo Antunes partilha ainda a sua visão sobre o sucesso literário, a distinção entre fama e qualidade, e o seu trabalho com doentes psiquiátricos. Em última análise, o diálogo revela a profunda sensibilidade de um artista que encara a literatura como uma forma de salvação e autoconhecimento.
Onde se apresenta uma transcrição de uma entrevista televisiva de 2001, onde o prestigiado escritor e psiquiatra António Lobo Antunes reflete sobre a sua vida e obra. O autor discute a sua experiência traumática na Guerra Colonial, a influência da educação rígida e a importância de figuras familiares, como o seu avô. A conversa aborda o seu processo criativo solitário, descrevendo a escrita como uma atividade árdua que visa aproximar-se da essência da realidade humana. Lobo Antunes partilha ainda a sua visão sobre o sucesso literário, a distinção entre fama e qualidade, e o seu trabalho com doentes psiquiátricos. Em última análise, o diálogo revela a profunda sensibilidade de um artista que encara a literatura como uma forma de salvação e autoconhecimento.
Onde se apresenta um estudo de red-teaming sobre agentes de IA autónomos operados por modelos de linguagem em ambientes reais interconectados. Os investigadores identificaram vulnerabilidades críticas de segurança e privacidade, onde os agentes executaram comandos destrutivos, revelaram dados sensíveis e consumiram recursos de forma descontrolada. A análise destaca falhas na coerência social, como a obediência indevida a estranhos e a incapacidade de validar a autoridade de quem dá as ordens. Observou-se que estas ferramentas podem entrar em ciclos infinitos ou sofrer manipulação emocional, resultando em danos à infraestrutura dos proprietários. O relatório enfatiza a necessidade urgente de criar normas de governação e responsabilidade perante a crescente autonomia destes sistemas. Conclui-se que o fosso entre as capacidades técnicas e o discernimento ético dos agentes gera riscos sistémicos significativos.
Ce vendredi 6 mars, les conséquences de la guerre en Iran sur l'économie ont été abordées par Denis Payre, président de Nature & People First, Gilbert Cette, professeur d'économie à Neoma Business School, et Jean-Victor Semeraro, journaliste à La Tribune, dans l'émission Les Experts, présentée par Ludovic Desautez sur BFM Business. Retrouvez l'émission du lundi au vendredi et réécoutez la en podcast.
9 anos de liderança, 5 anos de garantia e apenas 6,3 segundos para chegar em 100km/h.Essa é a confiança de um Jeep. Saiba mais: https://JEEPCOMPASS1.short.gy/compassABRA SUA CONTA NA COINBASE, FAÇA SUA PRIMEIRA NEGOCIAÇÃO E GANHE R$ 20: https://r.vocemaisrico.com/46bbe90d2aDesde seu topo histórico, em outubro de 2025, o Bitcoin já chegou a cair cerca de 42%, rompendo suportes importantes e arrastando consigo grande parte do mercado cripto.O movimento reacendeu uma velha expressão conhecida pelos investidores: o “inverno cripto”, como são chamados os períodos prolongados de bear market no universo das criptomoedas.Mas até onde essa queda pode ir?Estamos diante de apenas mais uma correção dentro de um ciclo maior de adoção… ou de uma mudança estrutural no mercado?Historicamente, momentos de euforia são seguidos por fases de desalavancagem, falências e consolidação — períodos em que muitos projetos desaparecem, enquanto outros saem fortalecidos.Então, como sobreviver ao inverno cripto?Quais sinais indicam quando o mercado está próximo de um fundo?E o que muda neste ciclo, agora que o Bitcoin convive com ETFs, maior participação institucional e a ascensão de novas narrativas dentro do mercado?Para responder a estas e outras perguntas, convidamos Felipe Santana e Vinícius Bazan para o episódio 286 do podcast Os Sócios. Falaremos sobre o atual momento do mercado, as estratégias para sobreviver a períodos de queda — e como o investidor consegue ganhar dinheiro nestes momentos, se o ciclo de fato se rompeu, e muito mais.Ele será transmitido ao vivo nesta terça-feira (05/03), às 12h, no canal Os Sócios Podcast.Hosts: Bruno Perini @bruno_perini e Malu Perini @maluperiniConvidados: Felipe Santana @felipether e Vinícius Bazan @o.viniciusbazan
Respondi perguntas da caixinha como: Me preocupo com a exposição das crianças? Eu vacino minhas filhas? Elas tem acesso a telas? e mais outras listadas aqui embaixo.☀️ Meu curso O Essencial da Maternidade: https://morganasecco.com.br/essencialPERGUNTAS:00:26 Se pudesse comer só uma comida pelo resto da vida, qual seria?01:03 As meninas tem autonomia pra vestir o que elas quiserem no dia a dia?01:56 Onde costuma comprar as roupas das crianças? Loja física ou virtual?03:32 As meninas assistem tv? A partir de que idade começaram?05:12 Alice e Julia não pedem outra irmãzinha?06:33 Você acredita em educação parental evolutiva? Você ouviria a alma das suas filhas?06:51 Como são as meninas na hora de escovar os dentes? 09:01 Como dizer “não” ao invés de dizer “não temos dinheiro”?11:58 O Schiller sempre foi proativo nas atividade de casa? Ou vocês tiveram que estabelecer uma conversa pra função de cada um?16:05 Qual característica da personalidade delas que é mais cópia e cola sua?17:48 Vocês pretendem colocar a Ju na aula de música?20:03 Já ouviu falar sobre as substâncias das vacinas? Alumínio e outras coisas…20:20 O seu curso ajuda até na gestação?24:12 Como vocês fez para conseguir não dar mamadeira pra elas?25:15 A terapia te ajudou a lidar com a pressão envolvida em trabalhar com redes sociais?26:18 Vocês fazem terapia de casal? Se sim, recomendam?26:42 Um conselho sem filtros pra quem não sabe se quer ter filhos aos 35 anos26:56 Morgana, o que te irrita em relação a alguma situação ou modo dos ingleses?27:22 O que vocês gostam de jantar?29:04 Lugares do mundo que querem conhecer31:55 Você acha que quando a Julia aprender inglês, as meninas vão preferir falar inglês em casa também?32:27 Você se preocupa com as possibilidade de super exposição das meninas?34:59 Meu sonho é ser mãe, mas tenho medo de não realizar outros sonhos após me tornarVídeo publicado no meu canal do Youtube em 04.03.2026Curso O Essencial da Maternidade: tudo que você precisa saber desde a gestação ate os 6 primeiros anos da criança: https://morganasecco.com.br/essencialRede SociaisYoutube: https://www.youtube.com/@MorganaSeccoInstagram: https://www.instagram.com/morganasecco/Facebook: https://www.facebook.com/morganaseccoTiktok: https://www.tiktok.com/@morganaseccoTwitter: https://twitter.com/morganaseccoThreads: https://www.threads.net/@morganaseccoCanal do Schiller (Finanças):https://www.youtube.com/@LuizSchillerNewsletter GRATUITA: https://morganasecco.com.br/newsletterPara pesquisar atrações e atividades para ir em família baixe o app GRATUITO: https://apps.apple.com/no/app/minimap-app/id6446462630
Em 2016, Marcelo Rebelo de Sousa assumiu como meta erradicar o problema dos sem-abrigo. Ao longo do mandato, moderou as expectativas. Dez anos depois, e de saída de Belém, o que nos dizem os números?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Onde se detalham as orientações atualizadas de 2026 da União Europeia destinadas a docentes que pretendem fortalecer a literacia digital e a resiliência contra a desinformação no ensino primário e secundário. O guia oferece estratégias práticas para abordar temas complexos, como a inteligência artificial generativa, o impacto dos influenciadores digitais e técnicas de prevenção como o prebunking. Através de planos de aula e conselhos pedagógicos, o documento incentiva a criação de ambientes escolares seguros onde o pensamento crítico permita distinguir factos de ficção. O objetivo central é capacitar os jovens para uma cidadania digital ativa, promovendo o uso ético da tecnologia e a defesa dos valores democráticos. Além de apoiar os professores, o texto fornece recomendações para que líderes escolares e decisores políticos implementem mudanças sistémicas na educação.
Onde se detalham as orientações atualizadas de 2026 da União Europeia destinadas a docentes que pretendem fortalecer a literacia digital e a resiliência contra a desinformação no ensino primário e secundário. O guia oferece estratégias práticas para abordar temas complexos, como a inteligência artificial generativa, o impacto dos influenciadores digitais e técnicas de prevenção como o prebunking. Através de planos de aula e conselhos pedagógicos, o documento incentiva a criação de ambientes escolares seguros onde o pensamento crítico permita distinguir factos de ficção. O objetivo central é capacitar os jovens para uma cidadania digital ativa, promovendo o uso ético da tecnologia e a defesa dos valores democráticos. Além de apoiar os professores, o texto fornece recomendações para que líderes escolares e decisores políticos implementem mudanças sistémicas na educação.
Em 2016, Marcelo Rebelo de Sousa assumiu como meta erradicar o problema dos sem-abrigo. Ao longo do mandato, moderou as expectativas. Dez anos depois, e de saída de Belém, o que nos dizem os números?See omnystudio.com/listener for privacy information.
No programa de hoje, um aluno contou que ele e a esposa eram muito felizes e tinham química, um valorizava o outro e faziam as coisas juntos. Contudo, há algum tempo, ela começou a ter atitudes diferentes e, segundo ele, ficou mais fria. Até que ela pediu a separação. O aluno comentou que não sabe o motivo. Ele já tentou conversar, pedir perdão, mas ela não mudou de ideia. O aluno perguntou se deve lutar ou não pelo casamento.Terapia do AmorEm seguida, confira o que as pessoas têm a dizer sobre a forma como as palestras da Terapia do Amor transformaram o relacionamento delas. Participe de todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Hora certa?Ainda neste programa, Rafael disse que está inseguro e não sabe se é a hora de estar com alguém, pois ainda tem que terminar a faculdade. Mesmo assim, ele quer uma companhia de alguém que esteja no mesmo caminho que ele. Na dúvida, prefere não procurar ninguém. Ele perguntou se está certo ao pensar assim.Ao final, Felipe também compartilhou os benefícios da Terapia do Amor. Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Depois de uma pausa, eu tô de voltaaaaaa! Onde vou levar vocês para dentro do meu universo: casa, pensamentos livres e inspirações!Tô pronta, vamos? Sobre o que vocês querem hablar?
A conversa de hoje é um convite para tirar o peso da culpa das nossas costas e olhar para a saúde de um jeito mais honesto e científico. Nas redes sociais, o debate sobre obesidade, emagrecimento e saúde mental virou um campo minado. De um lado, a ditadura da força de vontade e os "protocolos" milagrosos vendidos por influenciadores. Do outro, uma revolução real na medicina com os novos tratamentos, mas que muitas vezes são sugados pela lógica da estética e do mercado paralelo.Mas afinal, por que a ciência tem tanta dificuldade de competir com o charlatanismo digital? Onde termina a busca por bem-estar e começa a pressão social adoecedora? E, o mais importante: como a gente entende, de uma vez por todas, que obesidade é uma doença crônica multifatorial?Para nos guiar por esse cenário complexo, recebemos duas especialistas no assunto: Dra. Clara Lapa, médica psiquiatra, mestre e doutoranda em Neurociências, e Marie Santini, professora da Escola de Comunicação da UFRJ e diretora do NetLab, especialista em desinformação e ecossistema de mídia.Passa um café e vem dialogar de peito aberto com a gente!*Este episódio tem o patrocínio da Lilly, que apoia o Mamilos na missão de promover debates baseados em ciência, combatendo a desinformação e incentivando o tratamento sério e sem estigmas.A obesidade é uma doença crônica e multifatorial, e a informação de qualidade é o primeiro passo para o cuidado adequado. Para saber mais e acessar conteúdos confiáveis sobre o tema, acesse:
Durante este programa, Nádia, que mora em Belo Horizonte e tem 27 anos de idade, disse que seu casamento não está indo bem. Ela fica muito chateada porque ele prefere os amigos à família. Para ele, tudo são as amizades. Por causa disso, eles já discutiram muito, e ela não está se sentindo bem com a situação.Segundo a aluna, eles não se tocam mais, não há nenhum contato físico e, quando Nádia vai entrar no assunto, ele foge. Ela pontuou outras questões em relação ao marido e, comisso, perguntou aos professores como agir: se deve deixar para lá, ignorá-lo ou dar mais atenção a ele.Ela não consegueEm seguida, outra aluna – que não quis se identificar – disse que não consegue vencer a solidão porque, segundo ela, ninguém nunca a olhou nem a olha. Ela pontuou que acha que sua solidão será eterna.Ainda hoje, em outro momento, Silmara comentou que muitos casais vivem de aparências, usando máscaras, mas que ela não tem vergonha de ser solteira e de ter criado a filha sozinha, que hoje tem 25 anos de idade, é formada e totalmente independente. Silmara salientou que, se casar fosse bom, Jesus teria se casado e que nunca viu nada na Bíblia sobre essa obrigação.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Én af de ting, jeg ofte hører fra stressramte (og selv har oplevet, når jeg selv har været stresset), er, at det kan få os til at spise usundt, spise for meget, for lidt og i det hele taget få uhensigtsmæssige spisevaner. I sidste uge fik jeg et spørgsmål på mail, der handler om netop det emne, og det spørgsmål svarer jeg på i dag.>>> Læs spørgsmålet og find øvrige links her
00:00 O lugar mais perigoso do mundo hoje00:12 O impacto da guerra no seu bolso01:40 O Estreito de Ormuz e os 20% do petróleo global02:18 Petróleo a US$ 100: O que esperar?04:18 Como isso afeta gasolina e inflação no Brasil05:23 Selic pode parar de cair?05:54 O paradoxo da Petrobras e a arrecadação do governo06:39 O risco silencioso no Agronegócio brasileiro07:42 A crise da ureia e dos fertilizantes iranianos08:19 Exportações de carne Halal sob ameaça08:31 Oportunidades para se beneficiar na crise (Onde investir?)10:25 Conclusão10:53 RC Club e RC Wealth
No podcast do PublishNews desta semana, conversamos sobre Mangá com Junior Fonseca, fundador da editora NewPOP e com Bruno Zago, sócio-fundador, apresentador e editor do canal e editora Pipoca & Nanquim. Nesta conversa, falamos sobre a evolução do mangá no Brasil, sua importância como porta de entrada para novos leitores e as diferenças em relação a outros tipos de quadrinhos. Eles abordam a demografia e os gêneros de mangás, os desafios do mercado editorial, as mudanças no consumo, a fidelização do público, o processo de licenciamento e a pirataria. Indicações:Desenhando quadrinhos - Scott McCloud (M.Books) https://altabooks.com.br/produto/desenhando-quadrinhos/Hiroshima - A Cidade da Calmaria (Taverna do rei) https://editora.tavernadorei.com.br/product/a-cidade-da-calmaria-e-a-terra-das-cerejeiras/Esquadrão Secreto Gorenger - Shotaro ISHInoMORI (New Pop)https://www.lojanewpop.com.br/esquadrao-secreto-gorengerShigurui - Takayuki Yamaguchi (Pipoca e Nanquim)https://pipocaenanquim.com.br/colec-o/shigurui.htmlOkinawa - Susumu Higa (Conrad)https://editoraconrad.com.br/publicacoes/blog/okinawa-de-susumu-higa-e-o-novo-manga-da-conrad/GRAMA - Keum Suk Gendry-Kim (Pipoca e Nanquim)https://pipocaenanquim.com.br/grama-reimpress-o.htmlO Horizonte - Jung Ji Hun (Newpop)https://www.newpop.com.br/o-horizonte-volume-1/Ashita no Joe – Em Busca do Amanhã Asao Takamori e Tetsuya Chiba (Newpop)https://www.newpop.com.br/ashita-no-joe-em-busca-do-amanha-volume-01/A Câmara Brasileira do Livro realizará, de 13 a 15 de maio de 2026, a 5ª edição do Encontro de Editores, Livreiros, Distribuidores e Gráficos — o EELDG.Serão três dias de conteúdo estratégico, networking qualificado e troca de experiências com os principais profissionais do setor editorial, no Casa Grande Hotel Resort & Spa, no Guarujá (SP).As inscrições para participação presencial ou on-line já estão abertas no Sympla, basta procurar pelo nome do evento ou acessar www.cbl.org.br. Garanta sua vaga e aproveite os descontos dos primeiros lotes.Este podcast é um oferecimento da MVB América Latina! Onde a inovação e tecnologia impulsionam o mercado do livro. Com a Pubnet, você ganha eficiência, agilidade e segurança em cada pedido.E quando o assunto é metadados… metadados é com Metabooks! Porque, no fim das contas, o propósito da MVB é um só: levar os livros até os leitores! https://pt.mvb-online.com/Já ouviu falar em POD, impressão sob demanda? Nossos parceiros da UmLivro são referência dessa tecnologia no Brasil, que permite vender primeiro e imprimir depois; reduzindo custos com estoque, armazenamento e distribuição. Com o POD da UmLivro, você disponibiliza 100% do seu catálogo sem perder nenhuma venda. http://umlivro.com.br
FLÓRIDA, 2006 - Ali Gilmore ligou para o seu marido na noite de quinta-feira, o lembrando da sessão de terapia de casal que os dois tinham na manhã de sexta. Eles ainda estavam casados no papel, mas morando em casas separadas depois de uma fase turbulenta na relação. A terapia de casal era justamente para que eles pudessem se reconectar e tentar reatar o casamento. Porém, na manhã de sexta-feira, Ali não compareceu para a terapia, mesmo depois dela tendo ligado pro marido para lembrá-lo sobre. Onde está Ali? --- Instagram | Grupo no Telegram | Youtube Apoie o podcast pela Orelo, Patreon, ou direto pelo Spotify! Para fontes de pesquisa, acesse o Website. Email: semrastrospodcast@gmail.com
Neste programa da Escola do Amor Responde, Renato Cardoso compartilhou um trecho de uma palestra recente da Terapia do Amor, no Templo de Salomão (SP), em que ele e a esposa, a escritora Cristiane Cardoso, explicaram o que é ser uma pessoa inteira, ao contrário de ser uma pessoa quebrada. Entenda o que isso quer dizer. Inclusive, confira o programa na íntegra pelo UNIVER Vídeo. Não acredita mais Logo em seguida, um aluno – que não quis se identificar – disse que está divorciado, após 23 anos de casado, e tem dois filhos. Ele saiu do estado em que morava, na Bahia, para se mudar para o Rio de Janeiro. Após alguns meses, ele conheceu outra pessoa e começou a gostar dela, até que os dois resolveram se casar. Contudo, no decorrer do tempo, ele descobriu que essa pessoa não levava uma vida correta, como manter relações com homens casados.Os dois sempre têm discussões, inclusive porque ele percebeu curtidas de homens nas publicações dela. Ele disse que iria embora, mas não sabe o que fazer realmente. A companheira disse que se arrepende e que quer mudar, só que ele não acredita. O aluno comentou que não viu mudanças e perguntou como proceder nessa situação.Está inseguro Ainda hoje, outro aluno comentou que está casado e descobriu, recentemente, uma traição da esposa com um colega de trabalho dela. Os dois conversaram e resolveram dar mais uma chance para o relacionamento. Ela está em período de férias e retornará na semana que vem, e isso o deixa inseguro.O aluno disse que gostaria que ela saísse da empresa, ainda que eles fiquem com uma renda a menos. Ele perguntou se deve ser radical e terminar o relacionamento, já que ela tem demonstrado que o trabalho e a vida dela são mais importantes que a vida a dois do casal, ou se deve confiar e deixar que ela continue no mesmo trabalho.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Por mais esperado que fosse o ataque dos EUA e de Israel ao Irão, até onde pode chegar este conflito? E ainda, morte de líder do Irão significa fim do regime?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Apresentado por Bruno Natal.Where Will AI Take Us?https://www.nytimes.com/interactive/2026/02/02/opinion/ai-future-leading-thinkers-survey.html--Assine a newsletter do RESUMIDO: https://resumido.substack.com--Loja RESUMIDO (camisetas, canecas, casacos, sacolas): https://www.studiogeek.com.br/resumido/--Faça sua assinatura!https://resumido.cc/assinatura
Neste programa, Ana Paula se separou há cinco dias, após um casamento de 13 anos. Ela compartilhou que mandou o marido embora por causa de vícios e traições. Na oportunidade, Ana pediu que ele escolhesse entre o casal e as drogas e, com isso, ele preferiu o vício. Após o ocorrido, ele pediu para voltar, mas a aluna não quer mais, apesar de gostar dele. Ana comentou ainda que a própria sogra aceita que o filho leve outras mulheres dentro da casa dela. O marido da aluna não quer assinar os papéis do divórcio. Ela perguntou o que fazer. Terapia do AmorLogo em seguida, conheça a história de quem vivia em um relacionamento conturbado. Porém, após colocar em prática os ensinamentos adquiridos durante as palestras da Terapia do Amor, o relacionamento foi restaurado. Participe você também, todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11)3573-3535.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Aceita boleia até Kincumber? Este subúrbio tranquilo e em crescimento situa-se na Central Coast, em Nova Gales do Sul. Kincumber fica cerca de 87 quilómetros a norte de Sydney e muito próximo de localidades populares como Erina, Terrigal e Avoca Beach. A sua localização privilegiada, entre Kincumba Mountain e Brisbane Water, oferece o equilíbrio perfeito entre natureza e conveniência. Helena Alemão é portuguesa, mas vive em Kincumber com o marido e a filha desde 2020. Quais os pontos positivos e negativos desta cidade e o que a levou até lá? É isso que damos a conhecer neste episódio da série da SBS em Português, “Onde Mora?”.
Na Escola do Amor Responde de hoje, uma aluna enviou um e-mail aos professores compartilhando que já foi amante e que já foi traída também. Segundo ela, os dois lados da moeda doem, machucam, deixam marcas e mágoas profundas. Ademais, ela disse que nunca mais foi e nem será a mesma, pois não confia mais nos homens. Hoje, quem sofre com os medos e traumas dela é o atual parceiro. A aluna perguntou como superar os erros do passado. Terapia do AmorEm seguida, confira o depoimento de pessoas que, por meio das palestras da Terapia do Amor, se curaram interiormente e mudaram seus relacionamentos. Participe de todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Está apaixonada por outroAinda durante este programa, uma aluna confessou que quer sair de casa, apesar de o marido ser um homem muito bom. Acontece que ela está apaixonada por outro. Ela perguntou aos professores se deve deixar o marido para viver com o amante ou não.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
00:00 A ordem global morreu02:28 A ordem pós-194504:35 O Grande Ciclo das Nações05:09 O Estágio 6 explicado05:52 Por que a ONU se tornou irrelevante?06:44 As 5 etapas da guerra (Onde estamos agora)08:06 Taiwan: O cérebro tecnológico em risco08:50 O paralelo assustador com a década de 193009:35 O que acontece com seu dinheiro no Estágio 611:00 Conclusão11:52 Como podemos te ajudar (RC Club e Wealth)
O Ibovespa não para de quebrar recordes em 2026! Com a marca histórica dos 190 mil pontos superada e o maior fluxo mensal de capital estrangeiro desde 2006, a pergunta que todo investidor se faz agora é: estamos no início de um ciclo de alta estrutural ou o fôlego está acabando?Neste episódio do podcast Genial Analisa, Igor Bastos e Vitor Souza conversam com Bruce Barbosa, um dos analistas mais influentes do mercado brasileiro. Bruce abre o jogo sobre sua polêmica saída da Nord Research, detalhando os desafios da sociedade e o que o levou a iniciar sua nova jornada com a Atlas Valorum.O que você vai aprender neste vídeo:Bastidores do Mercado: Bruce explica como o fim de parcerias societárias moldou sua visão sobre o negócio de análise e gestão de patrimônio.Estratégias de Investimento: Uma análise profunda sobre por que o Brasil continua "barato" e por que as Small Caps podem ser a grande oportunidade do momento, enquanto o fluxo estrangeiro dita o ritmo do Ibovespa.Análise de Setores: O futuro dos bancões (Itaú, BTG, Bradesco) diante da revolução da Inteligência Artificial e os detalhes do case de sucesso da PetroRio (PRIO3).Cenário Macroeconômico: O impacto dos juros altos, a postura dos fundos de pensão e o que esperar do cenário fiscal brasileiro comparado a períodos históricos como o governo Temer.Se você busca entender a dinâmica entre o Research independente e o Wealth Management, ou quer insights valiosos sobre alocação de ativos em 2026, este papo é indispensável.Inscreva-se no canal da Genial Investimentos para acompanhar todas as terças e quintas as melhores análises do mercado financeiro!
Neste episódio, Mayra Trinca fala sobre duas pesquisas que, ao seu modo, usam o som para estudar maneiras de enfrentamento à crise climática. Na conversa, Susana Dias, pesquisadora do Labjor e Natália Aranha, doutoranda em Ecologia pela Unicamp contam como os sons dos sapos fizeram parte das mesas de trabalho desenvolvidas pelo grupo de pesquisa para divulgação sobre esses anfíbios. Participa também Lucas Forti, professor na Universidade Federal Rural do Semi-Árido do Rio Grande do Norte. Ele conta como tem sido a experiência do projeto Escutadô, que estuda a qualidade do ambiente da caatinga através da paisagem sonora. ____________________________________________________________ ROTEIRO [música] Lucas: É incrível a capacidade que o som tem de despertar a memória afetiva. Mayra: Você aí, que é ouvinte de podcast, provavelmente vai concordar com isso. O som consegue meio que transportar a gente de volta pros lugares que a gente associa a ele. Se você já foi pra praia, com certeza tem essa sensação quando ouve um bom take do barulho das ondas quebrando na areia. [som de ondas] Mayra: O som pra mim tem um característica curiosa, na maior parte do tempo, ele passa… despercebido. Ou pelo menos a gente acha isso, né? Porque o silêncio de verdade pode ser bem desconfortável. Quem aí nunca colocou um barulhinho de fundo pra estudar ou trabalhar? Mayra: Mas quando a gente bota reparo, ele tem um força muito grande. De nos engajar, de nos emocionar. [música de violino] Mayra: Também tem a capacidade de incomodar bastante… [sons de construção] Mayra: Eu sou a Mayra Trinca e você provavelmente já me conhece aqui do Oxigênio. Mayra: No episódio de hoje, a gente vai falar sobre som. Mais especificamente, sobre projetos de pesquisa e comunicação que usam o som pra entender e pra falar sobre mudanças climáticas e seus impactos no meio ambiente. [música de fundo] Natália: E as paisagens sonoras não são apenas um conjunto de sons bonitos. Elas são a própria expressão da vida de um lugar. Então, quando a gente preserva uma paisagem sonora, estamos preservando a diversidade das espécies que vocalizam naquele lugar, os modos de vida e as relações que estão interagindo. E muitas vezes essas relações dependem desses sons, que só existem porque esses sons existem. Então, a bioacústica acaba mostrando como os sons, os sapos também os mostram, como que esses cantos carregam histórias, ritmos, horários, temperaturas, interações que não aparecem ali somente olhando o ambiente. [Vinheta] João Bovolon: Seria triste se músicos só tocassem para músicos. Pintores só expusessem para pintores. E a filosofia só se destinasse a filósofos. Por sorte, a capacidade de ser afetado por um som, uma imagem, uma ideia, não é exclusividade de especialistas. MAYRA: Essa frase é de Silvio Ferraz, autor do Livro das Sonoridades. O trecho abre o texto do artigo “A bioacústica dos sapos e os estudos multiespécies: experimentos comunicacionais em mesas de trabalho” da Natália. Natália: Olá, meu nome é Natália Aranha. Eu sou bióloga e mestra pelo Labjor, em Divulgação Científica e Cultural. Durante o meu mestrado, eu trabalhei com os anfíbios, realizando movimentos com mesas de trabalhos e com o público de diferentes faixas etárias. Atualmente, eu sou doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Ecologia pelo Instituto de Biologia da Unicamp. MAYRA: A Natália fez o mestrado aqui no Labjor na mesma época que eu. Enquanto eu estudava podcasts, ela tava pesquisando sobre divulgação científica de um grupo de animais muitas vezes menosprezado. [coaxares] Susana: Os sapos, por exemplo, não participam da vida da maioria de nós. Eles estão desaparecidos dos ecossistemas. Eles estão em poucos lugares que restaram para eles. Os brejos são ecossistemas muito frágeis. São os lugares onde eles vivem. Poucos de nós se dedicam a pensar, a se relacionar, a apreciar, a cuidar dessa relação com os sapos. Mayra: Essa que você ouviu agora foi a Susana, orientadora do trabalho da Natália. Susana: Meu nome é Susana Dias, eu sou pesquisadora do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, o Labjor, professora da pós-graduação em Divulgação Científica e Cultural, do Labjor/IEL/Unicamp. E trabalho com comunicação, artes, ciências, desenvolvendo várias metodologias de experimentação coletiva com as pessoas. Mayra: Mas, o interesse da Natália pelos sapos não começou no mestrado. Ela já era apaixonada pela herpetologia antes disso. [som de ícone] Mayra: Herpetologia é a área da biologia que estuda répteis e anfíbios. E eu posso dizer que entendo a Natália. Pra quem não sabe, eu também sou bióloga. E durante a faculdade cheguei a fazer um estágio na mesma área, porque também era um tema que me interessava muito. Mayra: Só que eu trabalhei mais com répteis, que são as cobras e os lagartos. E eu acabei desistindo da área em pouco tempo, apesar de ainda achar esses bichinhos muito legais. Já a Natália descobriu o amor pelos sapos num congresso de herpetologia que foi durante a graduação e, diferente de mim, ela segue trabalhando com eles até hoje. Natália: E eu me apaixonei. Eu digo que me apaixonei a partir da abertura do congresso, porque foi uma experiência muito legal que fizeram a partir dos sons, a partir de fotos e vídeos de vários pesquisadores realizando trabalhos de campo com esses animais. E, a partir desse momento, eu falei que era isso que eu queria fazer na minha vida. Mayra: Ah, e é importante dizer, que antes mesmo disso tudo, a Natália já tinha um interesse artístico por esses animais. Natália: E, como eu amo desenvolver pinturas realistas, esses animais são maravilhosos, quando você pensa nas cores, nos detalhes, nas texturas que eles trazem. Mayra: Porque foi dessa experiência que surgiu a ideia de trabalhar com divulgação científica, que acabou levando a Natália até a Susana. Mas como ela também tinha interesse de pesquisa com esses animais, ela acabou participando dos dois grupos ao longo do mestrado: o de divulgação e o de herpetologia, com o pessoal da biologia. Susana: Foi muito legal justamente pela possibilidade da Natália habitar esse laboratório durante um tempo, acompanhar o trabalho desses herpetólogos e a gente poder conversar junto com o grupo de pesquisa, que é o Multitão, aqui do Labjor da Unicamp, que é o nosso grupo, sobre possibilidades de conexão com as artes, e também com a antropologia, com a filosofia. A gente começou a tecer esses emaranhados lentamente, devagarzinho. Mayra: Quando a Natália chegou no mestrado, ela tinha uma visão muito comum da divulgação científica, que é a ideia de que os divulgadores ou os cientistas vão ensinar coisas que as pessoas não sabem. Mayra: É uma visão muito parecida com a que a gente ainda tem de escola mesmo, de que tem um grupo de pessoas que sabem mais e que vão passar esse conhecimento pra quem sabe menos. Natália: E daí a Susana nos mostrou que não era somente fazer uma divulgação sobre esses animais, mas mostrar a importância das atividades que acabam gerando afeto. Tentar desenvolver, fazer com que as pessoas criem movimentos afetivos com esses seres. Mayra: Se você tá no grupo de pessoas que tem uma certa aversão a esses animais, pode achar isso bem esquisito. Mas criar essas relações com espécies diferentes da nossa não significa necessariamente achar todas lindas e fofinhas. É aprender a reconhecer a importância que todas elas têm nesse emaranhado de relações que forma a vida na Terra. Mayra: Pra isso, a Natália e a Susana se apoiaram em uma série de conceitos. Um deles, que tem sido bem importante nas pesquisas do grupo da Susana, é o de espécies companheiras, da filósofa Donna Haraway. Natália: Descreve esses seres com os quais vivemos, com os quais aprendemos e com os quais transformam como seres em que a gente não habita ou fala sobre, mas a gente habita e escreve com eles. Eles nos mostram que todos nós fazemos parte de uma rede de interações e que nenhum ser nesse mundo faz algo ou vive só. Então, os sapos, para mim, são essas espécies companheiras. Mas não porque eles falam na nossa língua, mas porque nós escutamos seus cantos e somos levados a repensar a nossa própria forma de estar no mundo. Mayra: Uma coisa interessante que elas me explicaram sobre esse conceito, é que ele é muito mais amplo do que parece. Então, por exemplo, bactérias e vírus, com quem a gente divide nosso corpo e nosso mundo sem nem perceber são espécies companheiras. Ou, as plantas e os animais, que a gente usa pra se alimentar, também são espécies companheiras Susana: E uma das características do modo de viver dos últimos anos, dos últimos 50 anos dos humanos, são modos de vida pouco ricos de relações, com poucas relações com os outros seres mais que humanos. E a gente precisa ampliar isso. Trazer os sapos é muito rico porque justamente abre uma perspectiva para seres que estão esquecidos, que pertencem a um conjunto de relações de muito poucas pessoas. Mayra: Parte do problema tem a ver com o fato de que as espécies estão sumindo mesmo. As mudanças climáticas, o desmatamento e a urbanização vão afastando as espécies nativas das cidades, por exemplo, que passam a ser povoadas por muitos indivíduos de algumas poucas espécies. Pensa como as cidades estão cheias de cães e gatos, mas também de pombas, pardais, baratas. Ou em áreas de agropecuária, dominadas pelo gado, a soja e o capim onde antes tinha uma floresta super diversa. Susana: Eu acho que um aspecto fundamental para a gente entender esse processo das mudanças climáticas é olhar para as homogeneizações. Então, como o planeta está ficando mais homogêneo em termos de sons, de imagens, de cores, de modos de vida, de texturas. Uma das coisas que a gente está perdendo é a multiplicidade. A gente está perdendo a diversidade. Mayra: Pensa bem, quando foi a última vez que você interagiu com um sapo? (Herpetólogos de plantão, vocês não valem). Provavelmente, suas memórias com esses animais envolvem pouco contato direto e você deve lembrar mais deles justamente pelo… som que eles fazem. [coaxares, música] Lucas: Eu comecei a pensar na acústica como uma ferramenta de entender a saúde do ambiente, e queria aplicar isso para recifes de coral, enfim, a costa brasileira é super rica. Mayra: Calma, a gente já volta pra eu te explicar como a Natália e a Susana relacionaram ciências e artes na divulgação sobre os sapos. Antes, eu quero te contar um pouco sobre outro projeto que tem tudo a ver com o tema. Deixa o Lucas se apresentar. Lucas: Pronto, eu me chamo Lucas, eu sou biólogo de formação, mas tive uma vertente acadêmica na minha profissão, em que eu me dediquei sempre a questões relacionadas à ecologia, então fiz um mestrado, doutorado na área de ecologia. Mayra: Sim, o Lucas, assim como eu, a Natália e mesmo a Susana, também fez biologia. Lucas: Os biólogos sempre se encontram em algum lugar. Mayra: A gente ainda vai dominar o mundo…[risadas] Mayra: Tá, mas voltando aqui. O Lucas esteve nos últimos anos trabalhando no Nordeste. Eu conversei com ele durante um estágio de professor visitante aqui na Unicamp. Lucas: Então estou passando um estágio de volta aqui às minhas raízes, que eu sou daqui do interior de São Paulo, então vim passar frio um pouquinho de volta aqui em Campinas. Mayra: Essa entrevista rolou já tem um tempinho, em agosto de 2025. E realmente tava fazendo um friozinho naquela semana. Mayra: Eu fui conversar com o Lucas sobre um projeto que ele faz parte junto com o Observatório do Semiárido, da Universidade Federal Rural do Semi-Árido, no Rio Grande do Norte. Mayra: A ideia dessa pesquisa é criar um banco de dados sonoros e construir um algoritmo. Lucas: testar algoritmos, né, conseguir ter uma ferramenta na mão que possa ajudar a gente a detectar níveis de degradação no Semiárido com base em informação acústica. Mayra: Esse projeto é o Escutadô. Lucas: O projeto Escutadô, ele nasceu… assim, tem a história longa e a história curta. Mayra: Óbvio que eu escolhi a longa. E ela começa escuta só, com os anfíbios. Mayra: Coincidência? Lucas: Não, não tem coincidência nenhuma. Lucas: Mas eu comecei sim estudando o comportamento de anfíbios, e uma característica muito peculiar dos anfíbios é a vocalização, né? Então, os anfíbios me levaram para a acústica, e aí a acústica entrou na minha vida também para tornar as abordagens da minha carreira, de como eu vou entender os fenômenos através desse ponto de vista sonoro, né? Mayra: Isso é uma coisa muito comum na biologia. Tem muitos animais que são complicados de enxergar, porque são noturnos, muito pequenos ou vivem em lugares de difícil acesso. Então uma estratégia muito usada é registrar os sons desses animais. Vale pra anfíbios, pra pássaros, pra baleias e por aí vai. [sons de fundo de mar] Mayra: Inclusive, lembra, a ideia original do projeto do Lucas era usar a bioacústica, essa área da biologia que estuda os sons, pra investigar recifes de corais. Ele tava contando que elaborou essa primeira proposta de pesquisa pra um edital. Lucas: Aí a gente não venceu essa chamada, mas a gente reuniu uma galera com colaboração, escrevemos um projeto super lindo, e aí por alguma razão lá não foi contemplado o financiamento. Mayra: Isso também é algo muito comum na biologia. E em várias outras áreas de pesquisa. Mas, vida que segue, novas oportunidades apareceram. Lucas: O projeto Escutadô começou no mar, mas a gente conseguiu ter sucesso com a ideia mesmo, a hora que eu cheguei em Mossoró, como professor visitante na Universidade Federal Rural do Semiárido, abriu um edital da FINEP, voltado para a cadeias produtivas, bioeconomia, e a gente identificou que a gente poderia utilizar essa ideia, né, e aplicar essa ideia, mas aí eu já propus que a gente fosse atuar no ecossistema terrestre. Mayra: FINEP é a Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. O Lucas quis alterar a proposta inicial, primeiro, porque fazia mais sentido dentro do contexto que ele tava trabalhando. E, depois, porque a região tem uma forte dependência do ecossistema da caatinga pro sustento da população e pra preservação do seu modo de vida, a tal bioeconomia que ele citou. Mayra: Além disso, Lucas: a caatinga é o bioma que certamente tá sentindo mais os extremos, né, das mudanças climáticas, então isso trouxe uma contextualização muito interessante para o projeto, especialmente porque casava com a questão da bioeconomia, né, então a gente tentou embarcar nessa linha e transformamos essa tecnologia para pensar como ela poderia detectar níveis de degradação para a região do Semiárido, né, e aí deu certo. Mayra: Funciona mais ou menos assim, a equipe de pesquisa instalou uma série de gravadores espalhados, mais de 60 pontos no estado do Rio Grande do Norte e alguns pontos na Paraíba e no Ceará. Lucas: Então, quando a gente instala o gravador no ambiente, ele grava três minutos, dorme sete, grava três minutos, dorme sete e fica assim rodando, a gente tem duas rodadas de amostragem, uma que é feita durante a estação seca e outra que é feita durante a estação chuvosa, então o gravador fica em cada ponto por 20 dias e nesses 20 dias ele fica continuamente gravando três minutos e dormindo sete. Mayra: Essas gravações viram uma grande biblioteca sonora. O próximo passo é reconhecer quais sons representam áreas mais conservadas… [captação de área preservada] Mayra: E quais gravações foram feitas em áreas mais degradadas, principalmente com mais alterações antrópicas no ambiente. [captação de área antropizada] Mayra: Pra gente, até que é fácil reconhecer a diferença entre os sons. Agora, como a gente transforma isso, por exemplo, num aplicativo, capaz de identificar o nível de degradação do ambiente usando só o som daquele lugar? Lucas: Pois é, agora você tocou no ponto que eu acho que é o maior desafio do projeto e também o que torna o projeto, assim, inovador. A gente já tem hoje mais ou menos 16 mil horas de gravação, então a gente não tem como não usar uma ferramenta de aprendizado de máquina para ajudar no processamento desses dados. Mayra: A essa altura, você já deve saber o básico de como funcionam as inteligências artificiais. Elas comparam bases de dados gigantescas pra achar padrões. Mas, isso funciona bem pra texto ou pra imagens. Lucas: E a gente introduziu um conceito de aprendizado de escuta de máquina, ou seja, a gente não vai trabalhar sobre o ponto de vista da imagem, vai trabalhar sobre o ponto de vista da escuta, opa, pera aí, mas como é que a gente faz isso? Mayra: O Lucas explicou que o que eles tiveram que fazer foi, de certa forma, realmente transformar esses sons em imagens. Pra isso, eles usam os espectrogramas, que são aquelas representações visuais do som, eu vou deixar um exemplo lá no site e no nosso Instagram, depois você pode procurar pra ver. Mayra: Essa etapa do projeto, o treinamento da IA, tá sendo feita em parceria com o BIOS, o Centro de Pesquisa em Inteligência Artificial aqui da Unicamp. A gente já falou um pouco desse projeto no episódio 201 – Um bate-papo sobre café. Se você ainda não ouviu, tem mais essa lição de casa pra quando acabar esse episódio, vale a pena, porque tá bem legal. [divulgação podcast SabIA!] [música] Mayra: Os sons captados pelo Escutadô, projeto que o Lucas faz parte, ou as gravações dos anfíbios que a gente tava falando com a Natália, nunca são sons isolados. Mayra: Esse conjunto de sons de um ambiente forma o que a gente chama de paisagem sonora. Lucas: Esses sons podem ter origens geofísicas, então o som do vento, o som da chuva, o som dos fluxos de corrente, riachos, cachoeiras, você tem os sons da própria biodiversidade, né, que é baseado nos sistemas de comunicação acústica da fauna, por exemplo, quando as aves produzem as vocalizações, os anfíbios, os insetos, os mamíferos, você tem todo ali um contexto de produção de sinais acústicos que representam assinaturas da presença da biodiversidade no ambiente. E você ainda tem a assinatura da presença das tecnofonias ou antropofonias, né, que são os sons que são produzidos pelos seres humanos, né, seja os sons das rodovias, das construções, das obras, das edificações, ou seja, que tem toda uma contextualização. Mayra: A ideia de usar o som, ou a paisagem sonora, pra entender a saúde de um ambiente, não é nada nova. Um dos livros mais importantes, praticamente fundador do movimento ambientalista nos Estados Unidos, é o Primavera Silenciosa, da Rachel Carson, e ele foi publicado em 1962. Lucas: Então ela já estava alertando para a sociedade acadêmica, especialmente, que o uso de pesticidas, né, as mudanças que o ser humano está promovendo na paisagem estão causando extinções sonoras, né, porque está alterando a composição das espécies na natureza, então a gente está embarcando um pouco nessa ideia que influenciou o que hoje a gente chama de soundscape ecology, que é a ecologia da paisagem sonora, ou ecologia da paisagem acústica. Natália: As pessoas automaticamente imaginam que o silêncio seja algo bom. Mas, esse silêncio é um sinal de alerta, porque ele mostra que as espécies estão desaparecendo e como os seus ciclos e modos de interação estão mudando. E que o habitat, o lugar, já não está dando mais condições impostas pelo clima. Eu acredito que os sons funcionam como uma espécie de termômetro da vida. Quando eles diminuem, é porque a diversidade está ali diminuindo. Mayra: A gente vai ver que a Natália usou noções de paisagem sonora pra criar atividades imersivas de divulgação, onde as pessoas puderam experimentar com diferentes sons e ver como era possível criar novas relações com os sapos a partir deles. Mayra: No caso do Lucas, a paisagem sonora funciona bem como a Natália descreveu, é um termômetro que mede a qualidade de um ambiente da Caatinga. Talvez você imagine esse bioma como um lugar silencioso, um tanto desértico, mas isso tem mais a ver com a imagem comumente divulgada de que é uma região de escassez. Lucas: Do ponto de vista das pessoas interpretarem ela como um ambiente pobre, enquanto ela é muito rica, em termos de biodiversidade, em termos de recursos naturais, em termos de recursos culturais, ou seja, a cultura das populações que vivem lá é extremamente rica. Mayra: Pra complicar ainda mais a situação, a Caatinga está na área mais seca do nosso país. Lucas: Ou seja, a questão da escassez hídrica é extremamente importante. E torna ela, do ponto de vista das mudanças climáticas, ainda mais importante. Mayra: A importância de se falar de grupos menosprezados também aparece na pesquisa da Natália com os sapos. Vamos concordar que eles não tão exatamente dentro do que a gente chama de fofofauna, dos animais queridinhos pela maioria das pessoas, mas não por isso projetos de conservação são menos importantes. Pelo contrário. Mayra: Pra dar uma ideia, na semana que eu escrevia esse roteiro, estava circulando nas redes sociais um estudo que mostrou que, em cinquenta anos, as mudanças climáticas podem ser responsáveis pelo desaparecimento completo dos anfíbios na Mata Atlântica. Mayra: Daí a importância de envolver cada vez mais pessoas em ações de preservação e enfrentamento às mudanças climáticas. Susana: Que a gente pudesse trazer uma paisagem sonora da qual os humanos fazem parte e fazem parte não apenas produzindo problemas, produzindo destruição, mas produzindo interações, interações ecológicas. [música] Mayra: Voltamos então à pesquisa da Natália. Mayra: Ela usou uma metodologia de trabalho que tem sido muito utilizada pela Susana e seu grupo de pesquisa, que são as mesas de trabalho. Susana: E elas foram surgindo como uma maneira de fazer com que a revista ClimaCom, que é uma revista que está tentando ensaiar modos de pensar, de criar, de existir diante das catástrofes, a revista pudesse ter uma existência que não fosse só online, que fosse também nas ruas, nas praças, nas salas de aula, nos outros espaços, que ela tivesse uma existência fora das telas. E que, com isso, a gente se desafiasse não apenas a levar para fora das telas e para as outras pessoas algo que foi produzido na universidade, mas que a gente pudesse aprender com as outras pessoas. Mayra: A ideia das mesas é reunir pessoas diversas, de dentro e de fora da universidade, pra criarem juntas a partir de um tema. Susana: Então, quando chegou a proposta dos anfíbios, a gente resolveu criar uma mesa de trabalho com os sapos. E essa mesa de trabalho envolvia diversas atividades que aconteciam simultaneamente. Essas atividades envolviam desde fotografia, pintura, desenho, colagem, grafismo indígena, até estudo dos sons. Mayra: A Susana estava explicando que durante essas mesas, elas conseguem fazer com que as pessoas interajam com os sapos de uma forma diferente, mais criativa. Criativa aqui tanto no sentido de imaginar, quanto de criar e experimentar mesmo. Susana: A gente propôs a criação de um caderno de estudo dos sons junto com as pessoas. A gente disponibilizou vários materiais diferentes para que as pessoas pudessem experimentar as sonoridades. Disponibilizamos um conjunto de cantos da fonoteca aqui da Unicamp, de cantos dos sapos, para as pessoas escutarem. E pedimos que elas experimentassem com aqueles objetos, aqueles materiais, recriar esses sons dos sapos. E que elas pudessem depois transpor para um caderno essa experiência de estudo desses sons, de como esses sons se expressavam. Mayra: Esse é um exemplo de como a gente pode aproximar as pessoas do trabalho dos cientistas sem que isso coloque a pesquisa feita nas universidades como algo superior ou mais importante do que outros conhecimentos. Escuta só a experiência da Natália: Natália: Através de diferentes materiais, de diferentes meios, é possível criar um movimento afetivo que vai além daquele movimento do emissor-receptor que traz uma ideia mais generalista, mais direta, de que você só fala e não escuta. Então, uma das coisas que mais marcou o meu trabalho nessa trajetória foi a escuta. Onde a gente não apenas falava com os anfíbios, mas também a gente escutava as histórias que as pessoas traziam, os ensinamentos de outros povos, de outras culturas. Então, essa relação entre arte e ciências possibilitou todo esse movimento que foi muito enriquecedor (6:14) Susana: As mesas de trabalho foram um lugar também onde as pessoas acessaram um pouco do trabalho dos herpetólogos. Entraram em relação com a maneira como os herpetólogos estudam os sapos. Interessa para eles se o som do sapo é mais amadeirado, é mais vítreo, é mais metálico. O tipo de som, se ele tem uma pulsação diferente da outra, um ritmo diferente do outro. Eles fazem várias análises desses sons, estudam esses sons em muitos detalhes. Mayra: Trazer essa possibilidade de experimentação é um dos principais objetivos das ações e das pesquisas realizadas pelo grupo da Susana aqui no Labjor. E o encontro com as práticas artísticas tem sido um meio de trabalhar essas experimentações. [música de fundo] Susana: Eu acho que a gente tem pensado muito ciências e artes no plural, com minúsculas, justamente para trazer uma potência de multiplicidade, de possibilidades não só de pesquisa e produção artística, mas de pensamento, modos diferentes de viver no mundo e de praticar a possibilidade de pensar, de criar, de se relacionar com os outros seres. Mayra: Mas, segundo a Susana, tem um desafio grande nesse tipo de trabalho… Susana: Porque é muito comum as pessoas, sobretudo os cientistas, acharem que as artes são uma embalagem bonita para as ciências. Então, o que as artes vão fazer vai ser criar uma maneira das pessoas se seduzirem por um conteúdo científico, de se tornar mais belo, mais bonito. A gente não pensa que esse encontro entre artes e ciências pode tornar as ciências mais perturbadoras, pode questionar o que é ciência, pode gerar coisas que não são nem arte nem ciência, que a gente ainda não conhece, que são inesperadas, que são produções novas. Mayra: Quando a Natália fala da possibilidade de criar relações afetivas com os sapos, ela não quer dizer apenas relações carinhosas, mas também de sensibilidade, de se deixar afetar, no sentido de se permitir viver aquela experiência. De entrar em contato com essas espécies companheiras e, realmente, sair desses encontros diferente do que a gente entrou. Susana: Então, a gente está tentando pensar atividades de divulgação científica e cultural que são modos de criar alianças com esses seres. São modos de prestar atenção nesses seres, de levar a sério suas possibilidades de existir, suas maneiras de comunicar, suas maneiras de produzir conhecimento. É uma ideia de que esses seres também produzem modos de ser e pensar. Também produzem ontopistemologias que a gente precisa aprender a se tornar digno de entrar em relação. Mayra: Em tempos de crise climática, isso se torna especialmente importante. Quando a gente fala de comunicação de risco, sempre existe a preocupação de falar com as pessoas de uma forma que a informação não seja paralisante, mas que crie mobilizações. Mayra: Eu aposto que você, assim como eu, de vez em quando se sente bem impotente quando pensa na catástrofe ambiental em curso. A gente se sente pequeno diante do problema. Só que é necessário fazer alguma coisa diferente do que a gente tem feito ou veremos cada vez mais eventos naturais extremos que têm destruído tantas formas de vida. [encerra música] Susana: Acho que a gente tem pensado nesses encontros justamente como aquilo que pode tirar a gente da zona do conforto e pode gerar uma divulgação científica e cultural nesses encontros entre artes e ciências, que experimentem algo que não seja massificado, algo que escape às abordagens mais capitalizadas da comunicação e mais massificadas, e que possam gerar outras sensibilidades nas pessoas, possam engajá-las na criação de alguma coisa que a gente ainda não sabe o que é, que está por vir. Mayra: A única forma de fazer isso é efetivamente trazendo as pessoas para participar dos projetos, aliando conhecimentos locais e tradicionais com as pesquisas acadêmicas. Isso cria um senso de pertencimento que fortalece os resultados dessas pesquisas. Mayra: O projeto Escutadô, que o Lucas faz parte, também trabalha com essa perspectiva de engajamento. Lucas: A gente usa uma abordagem chamada ciência cidadã, onde a gente se conecta com o público, e os locais onde a gente vai fazer as amostragens são propriedades rurais de colaboradores ou de voluntários do projeto. Então, a gente tem toda essa troca de experiências, de informação com esse público que vive o dia a dia ali no semiárido, ali na Caatinga. Tudo isso enriquece muito a nossa visão sobre o projeto, inclusive as decisões que a gente pode ter em relação a como que essa tecnologia vai ser empregada ou como que ela deveria ser empregada. Mayra: Lembra que o projeto foi financiado a partir de um edital que considerava a bioeconomia? Então, pro Lucas, a pesquisa só se torna inovadora e significativa de verdade se tiver efeitos práticos pra população que ajudou a construir esse conhecimento. Lucas: Senão é só uma ideia bacana, né? Ela precisa se transformar em inovação. Então, a gente tem toda essa preocupação de criar essa ferramenta e de que essa ferramenta seja realmente interessante para mudar a forma com que a gente vai entender ou tomar as decisões de forma mais eficiente, né? E que isso se torne um recurso que seja possível, né? Para que as pessoas utilizem. Mayra: A ideia do projeto é que, a partir de um aplicativo com aquele algoritmo treinado, as pessoas consigam por exemplo avaliar as condições ambientais da região em que vivem. Ou que esses dados possam ser usados pra ajudar a identificar áreas prioritárias de conservação e com isso, contribua diretamente pra qualidade do cuidado com a Caatinga. [música] Mayra: As mudanças climáticas estão aí faz tempo, infelizmente. Mas seus efeitos têm se tornado mais perceptíveis a cada ano. É urgente pensarmos em outras formas de estarmos no mundo, diminuindo os impactos ambientais, antes que esse planeta se torne inabitável, porque, como a gente também tem falado aqui no Oxigênio, não é tão simples assim achar outro planeta pra morar. Susana: Então, acho que isso tem sido fundamental para a gente criar uma comunicação científica em tempos de mudanças climáticas, que não apenas fica na denúncia dos problemas, mas que apresenta possibilidades de invenção de outros modos de habitar essa terra ferida, essa terra em ruínas. [encerra música] Mayra: Eu sou a Mayra Trinca e produzi e editei esse episódio. A revisão é da Lívia Mendes. A trilha sonora tem inserções do Freesound e de captações do projeto Escutadô e do João Bovolon, que também leu o trecho do Livro das Sonoridades. Mayra: Esse episódio é parte de uma bolsa Mídia Ciência e também conta com o apoio da FAPESP. Mayra: O Oxigênio é coordenado pela Simone Pallone e tem apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Estamos nas suas plataformas de áudio preferidas e nas redes sociais como Oxigênio Podcast. Te espero no próximo episódio! [Vinheta encerramento]
No programa de hoje, Renato e Cristiane Cardoso iniciaram abordando sobre o tema “redes sociais”. Na oportunidade, eles salientaram que não é novidade para ninguém que isso tem feito muita gente viver na paranoia.Paralelamente a isso, eles compartilharam o pedido de ajuda do aluno Fernando. Ele perguntou sobre o compartilhamento das senhas das redes sociais. O aluno questionou até que ponto devemos ceder a senha ao cônjuge e quais são as vantagens e desvantagens disso.Terapia do AmorFábio contou de que maneira as palestras da Terapia do Amor têm o ajudado. Após relacionamentos fracassados, ele pensou que não poderia mais ser feliz no amor. Ele entendeu que, antes de mais nada, precisava se curar interiormente. Hoje, ele está casado e feliz. Nesse ínterim, outras pessoas também compartilharam suas histórias. Participe você também, todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11)3573-3535.Questão financeira Ainda hoje, outro aluno disse que está curado interiormente e pronto para um novo relacionamento. Ele tem se organizado e feito planejamentos para aumentar a renda. No momento, ele tem observado uma moça que, segundo ele, tem todas as qualidades e princípios que ele busca. Contudo, ele tem uma dúvida: atualmente, trabalha em uma empresa e ganha muito pouco. Com isso, a questão financeira o impediria de se relacionar com essa pessoa, ou os dois poderiam superar isso juntos?Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Neste episódio, Luiz Gasparetto conduz uma conversa profunda e direta sobre como a vida se torna pesada quando a pessoa passa a viver na cabeça, no medo e nas expectativas do mundo. Ele mostra que não são as situações, as pessoas ou os compromissos que aprisionam, mas o espaço interno em que cada um escolhe permanecer.Ao longo dos atendimentos, Gasparetto trabalha a noção de “espaços interiores” — estados de consciência que determinam como a realidade é sentida e vivida. Ele desmonta o ego, o orgulho ferido, a culpa, a prisão familiar e a falsa ideia de responsabilidade que sufoca o prazer de viver. O episódio é um convite forte para sair do espaço da obrigação, do medo e da cobrança, e entrar num lugar interno de liberdade, presença e verdade pessoal. Um programa sobre sentir mais, pensar menos e recuperar o gosto simples de existir.Com uma vasta biblioteca de cursos e palestras em áudio e vídeo do nosso mestre Luiz Gasparetto, você pode descobrir as leis universais e o poder do autoconhecimento. Acesse agora e comece a sua jornada: www.gasparettoplay.com.br
No programa de hoje, uma aluna contou que mora perto da ex-companheira do marido. Ele ainda a segue pelas redes sociais. Fora isso, segundo a aluna, ele não aguenta ver a ex passando em frente ao portão que já para conversar. Com isso, a aluna fica louca de ciúmes.Preocupada com a situaçãoNesse ínterim, outra aluna, solteira, de 37 anos de idade, tem como meta ajudar os pais com o aluguel até eles se aposentarem. O pai é alcoólatra e não quer ajuda; a mãe é depressiva e se esconde da sociedade, pois nasceu estéril e esconde isso de todos.A aluna disse que, com isso, fica preocupada com todos e tem medo de se relacionar e sofrer. Ela não se envolve com ninguém há tempos e não quer ser vítima de carência. A aluna perguntou por onde começar e como agir. Ela compartilhou outras questões, incluindo que parou de ir à Terapia do Amor. A aluna quer mudar de vida.Restaurar o casamentoAinda neste episódio, um aluno disse que se separou da esposa devido a uma traição por parte dele, que culminou em um filho. Quando ele contou, de início, ela quis aceitar a situação; porém, as brigas estavam insustentáveis. Ele disse que agora as coisas se acalmaram e perguntou aos professores sobre uma possível restauração do casamento deles. Os dois têm uma filha de seis anos de idade.Terapia do AmorPor fim, Rafael agradeceu aos professores e compartilhou de que maneira as palestras restauraram o casamento e a família dele. Participe todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
A forma de assistir esportes mudou e ficou mais complicada. Com campeonatos espalhados entre diferentes plataformas de streaming, canais de TV e aplicativos, muitos torcedores passam mais tempo tentando descobrir onde assistir aos jogos do que acompanhando as partidas. No novo episódio do Podcast Canaltech, a gente conversa sobre esse cenário e como a tecnologia está tentando organizar essa experiência para o usuário. O entrevistado da vez é Ricardo Domingues, gerente de produtos da Roku, que explica o lançamento de uma nova área dedicada aos esportes dentro da plataforma, a estratégia da empresa para o mercado brasileiro e as tendências para o consumo de conteúdo esportivo nos próximos anos. O episódio também discute a fragmentação dos direitos de transmissão, o crescimento do streaming e como a televisão está se transformando em uma plataforma cada vez mais integrada e personalizada. Você também vai conferir: primeiro malware com IA é identificado no Android, reparo em carro híbrido surpreende pelo preço e ligações interurbanas vão ficar mais baratas. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernada Santos e contou com reportagens de Lilian Sibila, Danielle Cassita e Vinicius Moschen, sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natália Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Ibovespa não para de quebrar recordes em 2026! Com a marca histórica dos 190 mil pontos superada e o maior fluxo mensal de capital estrangeiro desde 2006, a pergunta que todo investidor se faz agora é: estamos no início de um ciclo de alta estrutural ou o fôlego está acabando?Neste episódio do Podcast Genial Analisa, recebemos Bruce Barbosa, sócio fundador da Atlas Valorum, para dissecar o atual momento da B3. Janeiro registrou uma entrada líquida impressionante de R$ 26,3 bilhões de investidores externos, e o movimento de "rotação de carteira" global parece ter colocado o Brasil definitivamente no radar dos grandes fundos.Se você quer entender se ainda dá tempo de entrar na bolsa ou se é hora de realizar lucros, este podcast é obrigatório para sua tomada de decisão.
No episódio do Podcast do PublishNews desta semana falamos sobre Sports Romance, este termo que tem aparecido na Lista Nielsen-PublishNews de Mais Vendidos frequentemente nos últimos tempos. Conversamos com Julia Barreto, Editora sênior da HarperCollins Brasil e com Frini Georgakopoulos, Editora de Aquisições Sênior da Editora Arqueiro, falam sobre este subgênero ou o tema do romance esportivo, suas definições, a importância do esporte nas narrativas, a influência da internet e da cultura pop, as expectativas do público em relação aos personagens, a representatividade e a empatia nas histórias. E também com a participação de Paula Drummond Editora de aquisições da Alt, selo da Globo LivrosIndicações: Stick (Apple TV) https://tv.apple.com/us/show/stick/umc.cmc.52w04zy67tiv11p8xvbc57wmcTed Lasso (Apple TV)https://tv.apple.com/us/show/ted-lasso/umc.cmc.vtoh0mn0xn7t3c643xqonfzyHaikyu - Haruichi Furudate (JBC)https://editorajbc.com.br/mangas/colecao/haikyu/Haikyu!! - Anime (Netflix) https://www.netflix.com/title/80090673Heated Rilvary (HBO Max)https://play.hbomax.com/show/50cd4e99-04ee-427b-a3b4-da721ed05d9c?The Cutting Edge (MGM)https://www.primevideo.com/detail?gti=amzn1.dv.gti.28b0a4d7-df3b-695f-cce8-07ba12822199&irclickid=a52f8844N111f11f1bcab55a23fe2a9d&ref=dvm_ass_acm_xx_mf_s_imp_a52f8844N111f11f1bcab55a23fe2a9d&irgwc=1&afsrc=1Fence - CS Pacat (Galera) https://record.com.br/produto/fence-vol-1/Wimbledon - https://www.primevideo.com/detail?gti=amzn1.dv.gti.96a9f694-2713-a363-b0aa-8e46d9bd2f04&irclickid=4955ef22N112011f1bcab55a23fe2a9d&ref=dvm_ass_acm_xx_mf_s_imp_4955ef22N112011f1bcab55a23fe2a9d&irgwc=1&afsrc=1Bluebox (Netfllix)https://www.netflix.com/title/81663323A Câmara Brasileira do Livro realizará, de 13 a 15 de maio de 2026, a 5ª edição do Encontro de Editores, Livreiros, Distribuidores e Gráficos — o EELDG.Serão três dias de conteúdo estratégico, networking qualificado e troca de experiências com os principais profissionais do setor editorial, no Casa Grande Hotel Resort & Spa, no Guarujá (SP).As inscrições para participação presencial ou on-line já estão abertas no Sympla, basta procurar pelo nome do evento ou acessar www.cbl.org.br. Garanta sua vaga e aproveite os descontos dos primeiros lotes.Este podcast é um oferecimento da MVB América Latina! Onde a inovação e tecnologia impulsionam o mercado do livro. Com a Pubnet, você ganha eficiência, agilidade e segurança em cada pedido.E quando o assunto é metadados… metadados é com Metabooks! Porque, no fim das contas, o propósito da MVB é um só: levar os livros até os leitores! https://pt.mvb-online.com/Já ouviu falar em POD, impressão sob demanda? Nossos parceiros da UmLivro são referência dessa tecnologia no Brasil, que permite vender primeiro e imprimir depois; reduzindo custos com estoque, armazenamento e distribuição. Com o POD da UmLivro, você disponibiliza 100% do seu catálogo sem perder nenhuma venda. http://umlivro.com.br
Durante este programa, Renato Cardoso compartilhou com os alunos um trecho de uma palestra realizada por ele e por sua esposa, a escritora Cristiane Cardoso, no Templo de Salomão, em São Paulo. Na oportunidade, eles falaram sobre a questão das “pessoas quebradas”. Confira na íntegra no UNIVER Vídeo.Sendo desprezada Uma aluna que não quis se identificar compartilhou que, após 17 anos de relacionamento, ela e o esposo estão se divorciando. Ela comentou que, desde o início, ele apresentou comportamentos narcisistas herdados do pai dele. Há cerca de 10 anos, ela tem passado por maus tratos e aguentado gritos dele, que não a respeita. Ela pontuou outras questões e disse que a gota d'água foi quando ele confessou que só se casou com a aluna porque não precisava sustentá-la. Ademais, ele tem assistido à pornografia, está endividado e não prospera. O casal tem uma filha de 14 anos, e a aluna não sabe o que fazer.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Neste programa, Letícia disse que está em um relacionamento há um ano e oito meses e grávida de oito meses. Em decorrência disso, ela e o companheiro se casaram. Porém, recentemente, ele a expulsou de casa, e eles estão separados, pois vinham brigando muito por causa das redes sociais. Além disso, ela estava cobrando mais atenção dele. Inclusive, Letícia relatou que não podia sequer encostar no celular do marido. Ademais, ele entrou com o pedido de divórcio e quer estipular o valor da pensão da bebê, que ainda nem nasceu.A aluna confessou que está passando por altos e baixos e há dias em que não se sente bem. Comentou que está lutando pela reconstrução do casamento, mas percebe que isso não é recíproco. Letícia também afirmou que ele já deixou claro que não a ama mais e que deseja voltar à vida de solteiro.Aplicativo “Quero Te Conhecer”Ainda durante este programa, saiba mais sobre o “Quero Te Conhecer”, exclusivo aos participantes da Terapia do Amor.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
No programa da Escola do Amor Responde de hoje, uma aluna disse aos professores Renato e Cristiane Cardoso que acha que o casamento acabou. O marido e ela não se tocam mais e tudo tem dado errado, ela não tem mais vontade de nada, não tem mais carinho com ele e, fora isso, o companheiro está muito chato devido as dívidas que ele tem. Fora isso, a aluna comentou que não se arruma mais, está sem estímulos. Ela pontuou outras coisas, incluindo as próprias frustrações. Por fim, disse que os filhos acham que ela é culpada de tudo. A aluna perguntou se Deus Se esqueceu dela e o que deve fazer diante de toda essa turbulência.Problemas no relacionamentoNa sequência, Daniele contou que o casamento está totalmente destruído. Há duas semanas, eles estão separados. Segundo a aluna, ela estava morando em outra localidade e se mudou para se casar com o companheiro, mas aconteceu uma briga – sem agressões – logo depois, na qual houve até o envolvimento do irmão dela.Nesse ínterim, ele disse que não gostava mais dela e que ficou casado por insistência da aluna e que, mais do que isso, gostava da ex-mulher, com quem foi casado durante três anos. Ela perguntou ao casal blindado o que fazer para reconstruir o casamento.Terapia do AmorAinda hoje, confira o que disseram as pessoas que abriram os olhos para o amor inteligente após os ensinamentos adquiridos durante as palestras da Terapia do Amor. Participe todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Lideranças corporativas em todos os países já dizem que pretendem reduzir a contratação de profissionais em início de carreira por causa da IA e dos seus agentes. Mas essa decisão pode estar profundamente errada. Cortar cargos júnior por causa da IA pode custar muito caro no médio prazo. Quem vai pagar essa conta quando ela chegar? Para essa conversa, convidamos Emerson Pinha, CEO da AI Tour Links do episódio A página do LinkedIn de Emerson Pinha O site da AI Tour O artigo "The Problem in the Age of AI Isn't Young Talent: It's Leadership", de Emerson Pinha O livro "The Shallows: What the Internet Is Doing to Our Brains", de Nicholas Carr A série "Custe o que Custar", da Netflix, baseada em um livro de Harlan Coben O relatório "AI and the Future of Learning", publicado por Ben Gomes, Lila Ibrahim, Yossi Matias, Christopher Phillips e James Manyika, do Google O livro "Who's Afraid of Ai?: Fear and Promise in the Age of Thinking Machines", de Thomas Ramge A The Shift é uma plataforma de conteúdo que descomplica os contextos da inovação disruptiva e da economia digital.Visite o site www.theshift.info e assine a newsletter
Neste programa, uma aluna de 40 anos de idade, que está em um relacionamento há 22 anos, perguntou o que precisa fazer para que o marido preste mais atenção ao que ela fala, pois ele não lhe dá a atenção que ela espera. A aluna compartilhou que faz de tudo: é carinhosa e procura estar sempre mais próxima dele. Os dois dormem em camas separadas há muitos anos, situação que ela não aceita. Contudo, ele afirma que isso ocorre por causa de uma bursite e que precisa esticar o braço.Terapia do AmorAinda hoje, confira os benefícios da Terapia do Amor por meio do que as pessoas falam. Participe todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Em seguida, Lucejane contou que, há dois anos, o esposo tem brigado com ela por “bobagens”, como, por exemplo, questões relacionadas às redes sociais. Ela chegou a agredi-lo verbalmente, dizendo coisas que o magoaram muito e, por tudo isso, ele tomou a decisão de se separar. Lucejane perguntou aos professores se ainda há solução para o problema, pois o que ela mais deseja é restaurar o casamento.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Durante o programa Escola do Amor Responde de hoje, os professores Renato e Cristiane Cardoso aconselharam o aluno Luan. Ele contou que sempre ouviu dizer que o amor é paciente, que esperar é um dom dos sábios e que quem espera sempre alcança. Ademais, questionou: “Então, por que não posso priorizar outra área da minha vida, como a financeira, e deixar a vida amorosa para depois, já que o amor é tão paciente?”Não sabe o que fazerEm seguida, uma aluna disse que está em um relacionamento que dura seis anos, marcado por idas e vindas, com muitas brigas e discussões. Ambos têm ciúmes um do outro e não vivem em paz. Inclusive, o casal já se separou várias vezes. O relacionamento é pautado em desconfiança. Ela é humilhada e até agredida verbal e fisicamente pelo companheiro. Mesmo assim, a aluna confessou que o ama e quer restaurar a família. O marido já a traiu. Os dois têm uma filha de cinco anos.Terapia do AmorAinda neste programa, confira o que as pessoas têm a dizer sobre as palestras da Terapia do Amor. Participe todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes