Podcasts about impactos

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Presunto Podcast
Inundación/información

Presunto Podcast

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 63:46


[Ep.318 - T8] En este episodio analizamos la cobertura mediática de la emergencia en Córdoba, un departamento con el 80% de su territorio inundado, poniendo el foco en los líos estructurales de la represa Urrá y el impacto de sus descargas sobre la población. Debatimos si la prensa está explicando la responsabilidad técnica detrás del nivel del agua o si se limita a registrar el choque político entre la gobernación y la UNGRD, en medio de acusaciones de oportunismo y disputas por la declaratoria de desastre.Invitado especial desde la zona:Alex Manuel GalvánConducción y análisis: Juan AlvarezEn el panel de discusión: Andrés Páramo y María Paula Martínez Notas del episodio:Resumen ejecutivo, DNP, 2014 - Impactos económicos del cambio climático en ColombiaMax Henriquez explica lo que pasó con las inundaciones de CórdobaCrónica - Cuando el miedo se llena de agua. Alex Manuel Galván, crónica ganadora del Premio Relatos País.¿Le gustó este análisis? ¡Vuélvase Presunter! Presunto Podcast sigue vivo y vigilante gracias a su comunidad. Si usted cree que la crítica de medios es necesaria para la salud mental del país, súmese a nuestro Patreon. Con su aporte no solo mantiene las luces prendidas, sino que entra al chat más informado (y divertido) de la crítica de medios en Colombia. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Sala de Negócios
#332 Reforma Tributária na prática: IBS, CBS e os primeiros impactos nas empresas | Valquíria Fiuza (Forvis Mazars)

Sala de Negócios

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 48:37


A reforma tributária entra em fase prática e passa a influenciar decisões estratégicas das empresas. A conversa explora os primeiros impactos da operacionalização do IBS e da CBS, os desafios de adaptação operacional e financeira, os efeitos sobre precificação, margens e fluxo de caixa, além dos aprendizados iniciais e dos principais pontos de atenção até 2027, incluindo o papel do split payment e a convivência entre sistemas durante a transição.#200 Reforma Tributária: Como as mudanças impactarão empresas e consumidores - https://open.spotify.com/episode/5E0edRlIvxQijVnIXaSJF9?si=260f8cbf3a354100 #235 Reforma Tributária: O que a Lei Complementar 214/25 significa para sua empresa - https://open.spotify.com/episode/7EVq2h1EMhYY8jpvEXG24i?si=37595cf3fce74808 #307 Padronização nacional: o futuro das notas fiscais a partir de 2026 | Fabiana Schiavon (Forvis Mazars) - https://open.spotify.com/episode/24d4PlgHqTaJTRKApgkhtU?si=e4299c555ae64b45 #309 Reforma tributária: o impacto real nos resultados das empresas | Valquíria Fiuza (Forvis Mazars) - https://open.spotify.com/episode/2RhSwokqt1oVVWUjgBU63w?si=f6a45fcb2dea4de8Participantes:Valquíria Fiuza, Sócia líder de consultoria tributária, Forvis Mazars.Host(s):Alexandre Abreu, Apresentador, Tracto.

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Teletime
09/06/26 | A venda do tridígito da Oi | Impactos da venda da Ligga | Idec critica Redata

Teletime

Play Episode Listen Later Feb 8, 2026 22:32


Este boletim traz um resumo das principais notícias do dia na análise de Samuel Possebon, editor chefe da TELETIME.TELETIME é a publicação de referência para quem acompanha o mercado de telecomunicações, tecnologia e Internet no Brasil. Uma publicação independente dedicada ao debate aprofundado e criterioso das questões econômicas, regulatórias, tecnológicas, operacionais e estratégicas das empresas do setor. Se você ainda não acompanha a newsletter TELETIME, inscreva-se aqui (shorturl.at/juzF1) e fique ligado no dia a dia do mercado de telecom. É simples e é gratuito.Você ainda pode acompanhar TELETIME nas redes sociais:Linkedin: https://www.linkedin.com/company/teletimenews/Facebook: https://www.facebook.com/Teletime/ Ou entre em nosso canal no Telegram: https://t.me/teletimenews Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

FARSUL - Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul

– Impactos da Reforma Tributária no agro é tema de seminário.

NexoCast
NexoCast 81 – NR-1 e riscos psicossociais: o que as empresas precisam saber

NexoCast

Play Episode Listen Later Feb 6, 2026 53:58


No episódio 81 do NexoCast, com o apoio de Pereira da Costa Advogados, BR Supply e CNEX, discutimos a NR-1 e a gestão dos riscos psicossociais, tema que passa a ser ainda mais relevante com as novas exigências previstas para 2026.Participam da conversa:Dra. Luciana Pereira da Costa – advogada tributarista e previdenciária, MBA em Economia e sócia do Pereira da Costa AdvogadosEduardo (conferir sobrenome) – engenheiro de segurança do trabalho, perito judicial, ergonomista e professor universitárioDe forma leve e prática, o episódio abordou por que a NR-1 se tornou prioridade nas empresas, os Impactos jurídicos e financeiros de ignorar riscos psicossociais, como incluir esses riscos no PGR e se proteger juridicamente, bem como trouxe importantes insights sobre a documentação adequada à esta nova normativa, bem como relevância desta temática estar inserida na cultura organizacional das empresas. A NR-1 como oportunidade de inovação, crescimento e redução de riscos trabalhistasUm episódio essencial para empresários, líderes e famílias empresárias que desejam se antecipar aos desafios e construir ambientes de trabalho mais seguros, humanos e sustentáveis.Com o apoio de CNEx | BR Supply | Pereira da Costa Advogados

Jornal da USP
Ambiente é o Meio #207: Indústria da moda oferece pouca informação sobre seus impactos ambientais e sociais

Jornal da USP

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 26:27


Setor é um dos mais poluentes do mundo e o brasileiro tem baixa transparência, impactos ambientais crescentes e urgência de mudanças estruturais, avalia pesquisadora

Café debug seu podcast de tecnologia
#181 Cache em Arquitetura de Software: Tipos, Estratégias e Impactos

Café debug seu podcast de tecnologia

Play Episode Listen Later Feb 2, 2026 50:50


No episódio de hoje, o assunto é cache! Conversamos com Reginaldo Barros para explicar o que é cache, seus principais tipos, estratégias de uso e por que é tão importante pensar em cache no desenho da arquitetura das aplicações.

Podcast Contábeis
Contabilizando 145: Alterações no Lucro Presumido e os novos impactos tributários

Podcast Contábeis

Play Episode Listen Later Feb 2, 2026 5:35


Em mais um episódio do Contabilizando, Ricardo Rios explica quais são as alterações no Lucro Presumido e os novos impactos tributários.

Así las cosas
Impactos ambientales actuales del Tren Maya, el 80% de la capacidad de carga fue asignada a PEMEX

Así las cosas

Play Episode Listen Later Jan 29, 2026 17:00


La Neta del Planeta con Doctor Rodrigo Medellín, del Instituto de Ecología de la UNAM

Así las cosas
Asi las Cosas con Gabriela Warkentin - 29 enero 2026 (Programa Completo)

Así las cosas

Play Episode Listen Later Jan 29, 2026 135:59


Impactos ambientales del Tren Maya; Elecciones del 2027; las negociaciones para la revisión del T-MEC; y la Reunion de Sheinbaum con integrantes de la Industria Automotriz

Arena de Ideias
178 | Impactos da instabilidade global no ambiente de negócios brasileiro

Arena de Ideias

Play Episode Listen Later Jan 29, 2026 68:08


Vamos falar da instabilidade global no ambiente de negócios brasileiro? No episódio 178, a conversa é sobre como decisões militares, econômicas e institucionais tomadas fora do Brasil já impactam negócios, investimentos, cadeias produtivas e a reputação das organizações por aqui. A mediação é de Raquel Madeira, Head de Public Affairs da Oficina Consultoria em um debate que conecta poder, influência e ambiente de negócios em um mundo cada vez mais imprevisível. Com convidados, temos, Gisele Agnelli, socióloga e cientista política, fundadora do #VoteNelas, colunista do Congresso em Foco e autora de Autocracia Made in USA.E Juliano Cortinhas, professor do IREL/UnB e coordenador do GEPSI, especialista em política externa, segurança internacional e relações civil-militares.Se reputação hoje define acesso, previsibilidade e confiança, entender o tabuleiro global deixou de ser opcional.

MTZ CAST
01/26 - Colapso Logístico nos Contêineres: Retroáreas, Galpões e os Impactos no Mercado Imobiliário

MTZ CAST

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 86:33


As operações de contêineres vivem um momento de forte pressão. Gargalos logísticos, escassez de áreas, aumento de custos e perda de eficiência já fazem parte da rotina de portos, operadores e da cadeia logística como um todo.Neste episódio do Conexão MTZ, debatemos o colapso logístico nas operações de contêineres e sua relação direta com o mercado imobiliário, destacando o papel estratégico das retroáreas e dos galpões logísticos na fluidez operacional e na competitividade do setor.Ao longo da conversa, abordamos:Os principais gargalos nas operações de contêineresA importância das retroáreas na eficiência portuáriaGalpões logísticos como ativos estratégicosImpactos diretos no mercado imobiliárioDesafios e soluções para os próximos anos

DW em Português para África | Deutsche Welle
26 de Janeiro de 2025 - Jornal da Noite

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Jan 26, 2026 20:00


Moçambique: A partir de Xai-xai, sul do país, cidadão relata o caos no contexto das cheias e queixa-se de comunicação deficitária das autoridades. Moçambique: Cheias já afetam agentes económicos. Guiné-Bissau: Académico pede medidas concretas a comunidade internacional para o caos político vigente no país.

XP Econocast
#123 - Impactos do acordo Mercosul-UE para o Brasil

XP Econocast

Play Episode Listen Later Jan 26, 2026 22:50


No episódio de hoje, Caio Megale, economista-chefe da XP, conversa com a economista Luíza Pinese e Raquel de Sá, estrategista de investimentos da XP, sobre a assinatura do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia. Raquel e Luíza analisam o contexto geopolítico que levou à assinatura do acordo após mais de duas décadas de negociações e discutem os impactos esperados para o comércio exterior e diferentes setores da economia brasileira. Por fim, Caio comenta as expectativas para a próxima reunião do Copom e o cenário macroeconômico por trás do início do ciclo de corte de juros.

MIT Technology Review Brasil
Futuro Inteligente com Deloitte e AWS: Os impactos da inteligência artificial no varejo

MIT Technology Review Brasil

Play Episode Listen Later Jan 23, 2026 28:00


A Inteligência Artificial generativa está redefinindo como o varejo entende, atende e encanta consumidores. No novo episódio da série Futuro Inteligente, parceria entre Deloitte, AWS e MIT Technology Review Brasil, lideranças do setor discutem como a IA vem transformando processos, acelerando a digitalização e impulsionando jornadas de consumo mais inteligentes e personalizadas.  A conversa aborda tendências, maturidade tecnológica, uso estratégico de dados, a evolução da experiência fígital e o papel da nuvem na democratização do acesso à inovação, inclusive para empresas de diferentes portes. Participam do episódio Paulo de Tarso, sócio-líder para a indústria de Consumer da Deloitte; Jefferson Denti, Chief do Disruption Office da Deloitte; e Enio Garbin, líder de Desenvolvimento de Negócios na AWS para a indústria de Consumo na América Latina. Ouça o episódio completo. 

Fundação (FFMS) - [IN] Pertinente
POLÍTICA | Para que serve o/a Presidente da República?

Fundação (FFMS) - [IN] Pertinente

Play Episode Listen Later Jan 23, 2026 45:55


Em Portugal, quais são as funções do Presidente da República? É um cargo meramente simbólico ou influencia decisivamente os destinos do país? Na sua estreia como dupla, o politólogo Pedro Magalhães e a humorista Luana do Bem explicam-lhe tudo o que ainda não sabe sobre o chefe de Estado, que é também Comandante Supremo das Forças Armadas e guardião da Constituição. Há quem julgue que o Presidente só atribui condecorações – e atribui muitas –, mas há muitas outras áreas em que assume um papel fundamental. Ao promulgar e vetar leis e decretos-leis da Assembleia da República e do Governo, participa ativamente nas políticas públicas do país. Além disso, o Presidente pode fazer uso da chamada ‘bomba atómica', isto é, decidir dissolver a Assembleia da República. Mas sabia que há um «poder secreto» que não vem na Constituição? E o que distingue o semipresidencialismo português do francês? Há sistemas melhores do que outros?Nesta conversa, Luana do Bem e Pedro Magalhães analisam ainda as características do primeiro e segundo mandatos de um Presidente, como funcionam a 1ª e a 2ª voltas e as tendências de participação do eleitorado português. Em tempo de escolhas, não perca este episódio [IN]Pertinente.REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEISCOSTA PINTO, António e FREIRE, André, «O Poder Presidencial em Portugal» (D. Quixote, 2011)SANTANA PEREIRA, José e CANCELA, João «Abstenção Eleitoral em Portugal: Mecanismos, Impactos e Soluções» (FFMS, 2025)Documentário «A Duas Voltas – Mário Soares e as Presidenciais de 1986» de Ivan Nunes e Paulo Pena (RTP, 2025)BIOSPedro MagalhãesInvestigador do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. Doutorado em Ciência Política pela Ohio State University, estuda e tem publicado livros e artigos sobre temas como a opinião pública e eleições, entre outros. Luana do BemHumorista, já lançou o seu primeiro solo de Stand-Up no Youtube: «Crente». Autora do podcast "Contraluz", Luana do Bem faz também parte do painel do programa «Irritações».

MIT Technology Review Brasil
Mudanças climáticas: dados revelam impactos na saúde

MIT Technology Review Brasil

Play Episode Listen Later Jan 22, 2026 37:14


As mudanças climáticas já produzem efeitos concretos sobre a saúde da população, com impactos desiguais entre regiões e grupos sociais. Ondas de calor, frio extremo e eventos climáticos intensos estão associados ao aumento da mortalidade e a agravos evitáveis.Neste episódio do podcast Biotech and Health, Camila Pepe e Carolina Abelin conversam com Mauricio Barreto, pesquisador da Fiocruz Bahia, sobre o uso de tecnologia e grandes bases de dados para ajudar a compreender e enfrentar esses impactos. A conversa aborda a plataforma Cidacs-Clima e o papel da ciência no apoio a políticas públicas em um cenário de emergência climática.

Notícias Agrícolas - Podcasts
Petróleo sobe nesta 4ª feira com melhor perspectiva da OPEP sobre demanda global, mas fundamentos ainda são de pressão

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Jan 21, 2026 46:58


Impactos do caos geopolítico no mundo ainda são limitados sobre os preços, porém, podem se intensificar ao passo em que os conflitos também se intensifiquem.

Momento Investidor
Olhar de Especialista #113 O mundo em reconfiguração: conflitos, acordos e impactos econômicos.

Momento Investidor

Play Episode Listen Later Jan 21, 2026 66:40


Com a Saúde Em Dia
Com a Saúde em Dia - Pesquisas recentes mostram os impactos das mudanças climáticas na saúde pública no Brasil

Com a Saúde Em Dia

Play Episode Listen Later Jan 21, 2026 1:24


O episódio de hoje mostra os impactos das mudanças do clima na saúde pública dos brasileiros. Saiba como o aumento das temperaturas e a poluição do ar pode impactar o seu dia a dia. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Notícia no Seu Tempo
CONTEÚDO PATROCINADO: Fundação Grupo Boticário aposta na natureza para reduzir impactos das mudanças climáticas

Notícia no Seu Tempo

Play Episode Listen Later Jan 20, 2026 26:09


As mudanças climáticas destão no nosso dia a dia: na enchente que invade bairros inteiros, na seca que ameaça o abastecimento de água, no calor extremo que transforma cidades em ilhas de concreto escaldante, entre outros. Mas, diante de tantos eventos, a própria natureza pode ser parte desta solução. Neste podcast, uma produção do Estadão Blue Studio com patrocínio da Fundação Grupo Boticário, especialistas falam sobre três iniciativas que colocam a ciência, o território e a biodiversidade no centro da adaptação climática no Brasil: uma plataforma digital que mapeia riscos climáticos, o avanço das chamadas soluções baseadas na natureza e um movimento que aposta nessas soluções para proteger a água.Ouça o bate-papo entre o jornalista Eduardo Geraque e os especialistas Guilherme Karam, gerente de Economia e Biodiversidade, e Juliana Ribeiro, gerente de Projetos, ambos da Fundação Grupo Boticário.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Rádio PT
BOLETIM | Acordo Mercosul-UE trará impactos significativos para a região

Rádio PT

Play Episode Listen Later Jan 19, 2026 4:51


Parlamentares do PT ressaltam o protagonismo do Brasil e do presidente Lula na costura do acordo. Após 25 anos de negociações, o tratado, que precisa ser ratificado pelo parlamento dos dois blocos, possibilitará a criação de uma área de livre comércio com cerca de 720 milhões de pessoas e PIB de mais de US$22 trilhões.Sonoras:

Direito de Resposta (RE_Talks)
Retrospectiva 6ª temporada - Inteligencia Artificial: impactos no Mercado Jurídico

Direito de Resposta (RE_Talks)

Play Episode Listen Later Jan 19, 2026 27:05


Este episódio é o segundo de uma série especial de retrospectiva do Direito de Resposta, focada em um temas recentes mais polêmicos do mercado jurídico: os impactos da Inteligência Artificial na atuação do Direito. Reunimos um pout-pourri de entrevistas com referências no setor para discutir as dificuldades, os desafios e as tendências do uso da ferramenta.

Entrevistas Jornal Eldorado
Quais serão os impactos do acordo Mercosul-UE para o Brasil? Ouça análise de especialista

Entrevistas Jornal Eldorado

Play Episode Listen Later Jan 19, 2026 9:03


O governo brasileiro informou que o acordo Mercosul-União Europeia, assinado no último sábado, em Assunção, no Paraguai, deverá eliminar tarifas de importação sobre 92% do valor das compras europeias de bens brasileiros e sobre 85% das importações provenientes da UE. Entidades da indústria e do agro comemoraram a assinatura, após mais de 25 anos de negociação. Ainda segundo o governo, o acordo entrará em vigor um mês depois de concluído o processo de ratificação entre os dois blocos comerciais. No Brasil, o pacto precisa ser aprovado pelo Congresso Nacional. Já na UE, o acordo comercial depende de aprovação do Parlamento Europeu. As principais concessões do bloco europeu envolvem: carnes (bovina, suína e de aves), açúcar, etanol, arroz, mel, milho, suco de laranja, cachaça, queijos, iogurte, manteiga e frutas. Em entrevista à Rádio Eldorado, Roberto Kanter. professor de MBAs da FGV, disse que o acordo abre “uma ponte de oportunidades” para o Brasil, mas ressaltou que o acerto também deve se converter em “porta de entrada para um projeto de reindustriualização” do País.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Kellen Severo Podcast
821. Nova era na geopolítica mundial e impactos no agro

Kellen Severo Podcast

Play Episode Listen Later Jan 9, 2026 2:06


Nova era na geopolítica mundial e impactos no agro

Podcast Contábeis
Conversas de Trabalho 140: Reforma tributária e os impactos nas negociações coletivas

Podcast Contábeis

Play Episode Listen Later Jan 7, 2026 11:46


Em mais um episódio do Conversas de Trabalho, Camila Cruz, fala sobre a reforma tributária e os impactos nas negociações coletivas

Entre Chaves
#252 Java 25: o que os desenvolvedores precisam saber

Entre Chaves

Play Episode Listen Later Jan 6, 2026 30:28


Está inseguro sobre migrar ou não para as novas versões do Java em seus projetos? Neste episódio, Jefferson Fabrício, Engineer Lead, e Breno Baudeson Furtado, Analista de Desenvolvimento, ambos da dti digital, discutem as principais inovações do Java 25, os desafios na migração entre versões e como as novas funcionalidades podem facilitar o desenvolvimento. Eles abordam desde a evolução da linguagem até comparações com outras tecnologias como .NET e Kotlin, oferecendo insights valiosos para as decisões técnicas. Dê o play e ouça agora! Assuntos abordados: Comparação entre Java e .NET; Principais inovações do Java 25; Escolha de frameworks para projetos Java; Desafios na migração entre versões; Impactos no dia a dia do desenvolvedor; Mekhorias de performance; Java x Kotlin: contextos de uso; Relevância para grandes empresas; Modernidade e escalabilidade do Java 25; Papel da comunidade no desenvolvimento. Links importantes: Vagas disponíveis Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato:  entrechaves@dtidigital.com.br O Entre Chaves é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP

Podcasts epbr
O que vai acontecer com a oferta de petróleo após os EUA invadirem a Venezuela? I comece seu dia

Podcasts epbr

Play Episode Listen Later Jan 5, 2026 4:45


NESTA EDIÇÃO. Impactos da invasão dos EUA à Venezuela na oferta global não tendem a ser imediatos, indicam especialistas. Petrobras inicia produção da sétima plataforma do campo de Búzios. Ano eleitoral no Brasil começa com alta nos preços do diesel, gasolina e gás de cozinha, depois da elevação do ICMS. Ibama renova licença de instalação do gasoduto Brasil Central, que pode destravar licenciamento de três térmicas. ***Locução gerada por IA

Fim do Dia
Jamil Chade e Janio de Freitas analisam captura de Maduro e impactos na América Latina #1172

Fim do Dia

Play Episode Listen Later Jan 5, 2026 5:21


O Aos Fatos desta segunda-feira (5) destaca o decreto de estado de emergência da Venezuela após o ataque dos Estados Unidos que resultou na captura de Nicolás Maduro. Em resposta, o governo publicou uma ordem determinando que as forças de segurança iniciem imediatamente a busca e a prisão, em todo o território nacional, de pessoas envolvidas na promoção ou no apoio à ação armada norte-americana.

Rádio PT

No Café PT desta segunda-feira, Quenes Payayá, coordenadora do Setorial Nacional de Assuntos Indígenas do PT e consultora da Secretaria Nacional de Cuidado e Família do MDS, analisou a aprovação do Marco Temporal no Senado, uma decisão que contraria o STF e ameaça direitos constitucionais dos povos indígenas.

LíderCast - Instituto de Formação de Líderes de São Paulo (IFL-SP)
Tarifas de Trump: Protecionismo ou Estratégia Geopolítica? | IFL debate | Caminhos da Liberdade Podcast

LíderCast - Instituto de Formação de Líderes de São Paulo (IFL-SP)

Play Episode Listen Later Dec 15, 2025 62:20


Tarifas de importação fortalecem a soberania de um país ou empobrecem sua população? Neste episódio especial do Caminhos da Liberdade Podcast, o formato é diferente: um debate direto entre dois núcleos do Instituto de Formação de Líderes sobre um dos temas mais controversos da economia e da geopolítica atual — as tarifas impostas por Donald Trump. De um lado, o IFL-BH, com Fernando Fonseca e Kléberson Amaral, defende que as tarifas podem ser uma ferramenta legítima de soberania produtiva, segurança nacional e reequilíbrio geopolítico diante da ascensão chinesa e das fragilidades do multilateralismo. Do outro, o IFL-SP, com Gabriel Gouveia e Diego Penna, argumenta que tarifas são, na prática, impostos regressivos, prejudicam consumidores, reduzem inovação e contradizem os princípios do capitalismo de livre mercado. Ao longo do episódio, os debatedores confrontam dados históricos, teoria econômica, exemplos do Brasil e dos Estados Unidos, além de discutir temas como: • Livre comércio vs. protecionismo • Tarifas como instrumento geopolítico • Impactos sobre inflação, produtividade e inovação • Segurança nacional, indústria e soberania • Custos reais para a população

Noticiário Nacional
6h Governo e Sindicatos divididos sobre impactos da greve geral

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Dec 12, 2025 7:57


O Antagonista
Pesquisa mostra os impactos da inteligência artificial na sociedade

O Antagonista

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 19:07


No Papo Antagonista desta quinta-feira, 11, Duda Teixeira, Madeleine Lacsko, Dennys Xavier conversaram com Sabrina Abud, co-fundadora da Página 3, sobre o levantamento Mais do Mesmo, que aponta que 63% dos brasileiros já pedem para a IA escrever até mensagens pessoais. Assista:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do   dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores.     Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade.     Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.     Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h.    Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista  https://bit.ly/papoantagonista  Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br 

Gringolândia
Gringolândia #325 - Os impactos das crises de Real e Liverpool na Champions League

Gringolândia

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 60:15


Caíque Andrade, Jorge Natan e Rodrigo Lois analisam sexta rodada da fase de liga, com Arsenal como líder isolado.

Oxigênio
#208 – A infraestrutura da IA: o que são datacenters e os riscos que eles representam

Oxigênio

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 34:08


A inteligência artificial, em seus múltiplos sentidos, tem dominado a agenda pública e até mesmo o direcionamento do capital das grandes empresas de tecnologia. Mas você já parou para pensar na infraestrutura gigantesca que dê conta de sustentar o crescimento acelerado das IAs? O futuro e o presente da inteligência artificial passa pela existência dos datacenters. E agora é mais urgente que nunca a gente discutir esse assunto. Estamos vendo um movimento se concretizar, que parece mais uma forma de colonialismo digital: com a crescente resistência à construção de datacenters nos países no norte global, empresas e governos parecem estar convencidos a trazer essas infraestruturas imensas com todos os seus impactos negativos ao sul global. Nesse episódio Yama Chiodi e Damny Laya conversam com pesquisadores, ativistas e atingidos para tentar aprofundar o debate sobre a infraestrutura material das IAs. A gente conversa sobre o que são datacenters e como eles impactam e irão impactar nossas vidas. No segundo episódio, recuperamos movimentos de resistência a sua instalação no Brasil e como nosso país se insere no debate, seguindo a perspectiva de ativistas e de pesquisadores da área que estão buscando uma regulação mais justa para esses grandes empreendimentos.  ______________________________________________________________________________________________ ROTEIRO [ vinheta da série ] [ Começa bio-unit ] YAMA: A inteligência artificial, em seus múltiplos sentidos, tem dominado a agenda pública e até mesmo o direcionamento do capital das grandes empresas de tecnologia. Mas você já parou para pensar na infraestrutura gigantesca que dê conta de sustentar o crescimento acelerado das IA? DAMNY: O futuro e o presente da inteligência artificial passa pela existência dos data centers. E agora é mais urgente que nunca a gente discutir esse assunto. Estamos vendo um movimento se concretizar, que parece mais uma forma de colonialismo digital: com a crescente resistência à construção de datacenters nos países no norte global, empresas e governos parecem estar convencidos a trazer os datacenters com todos os seus impactos negativos ao sul global. YAMA: Nós conversamos com pesquisadores, ativistas e atingidos e em dois episódios nós vamos tentar aprofundar o debate sobre a infraestrutura material das IAs. No primeiro, a gente conversa sobre o que são datacenters e como eles impactam e irão impactar nossas vidas. DAMNY: No segundo, recuperamos movimentos de resistência a sua instalação no Brasil e como nosso país se insere no debate, seguindo a perspectiva de ativistas e de pesquisadores da área que estão buscando uma regulação mais justa para esses grandes empreendimentos. [ tom baixo ] YAMA: Eu sou o Yama Chiodi, jornalista de ciência e pesquisador do campo das mudanças climáticas. Se você já é ouvinte do oxigênio pode ter me ouvido aqui na série cidade de ferro ou no episódio sobre antropoceno. Ao longo dos últimos meses investiguei os impactos ambientais das inteligências artificiais para um projeto comum entre o LABMEM, o laboratório de mudança tecnológica, energia e meio ambiente, e o oxigênio. Em setembro passado, o Damny se juntou a mim pra gente construir esses episódios juntos. E não por acaso. O Damny publicou em outubro passado um relatório sobre os impactos socioambientais dos data centers no Brasil, intitulado “Não somos quintal de data center”. O link para o relatório completo se encontra disponível na descrição do episódio. Bem-vindo ao Oxigênio, Dam. DAMNY: Oi Yama. Obrigado pelo convite pra construir junto esses episódios. YAMA: É um prazer, meu amigo. DAMNY: Eu também atuo como jornalista de ciência e sou pesquisador de governança da internet já há algum tempo. Estou agora trabalhando como jornalista e pesquisador aqui no LABJOR, mas quando escrevi o relatório eu tava trabalhando como pesquisador-consultor na ONG IDEC, Instituto de Defesa de Consumidores. YAMA: A gente começa depois da vinheta. [ Termina Bio Unit] [ Vinheta Oxigênio ] [ Começa Documentary] YAMA: Você já deve ter ouvido na cobertura midiática sobre datacenters a formulação que te diz quantos litros de água cada pergunta ao chatGPT gasta. Mas a gente aqui não gosta muito dessa abordagem. Entre outros motivos, porque ela reduz o problema dos impactos socioambientais das IA a uma questão de consumo individual. E isso é um erro tanto político como factual. Calcular quanta água gasta cada pergunta feita ao ChatGPT tira a responsabilidade das empresas e a transfere aos usuários, escondendo a verdadeira escala do problema. Mesmo que o consumo individual cresça de modo acelerado e explosivo, ele sempre vai ser uma pequena fração do problema. Data centers operam em escala industrial, computando quantidades incríveis de dados para treinar modelos e outros serviços corporativos. Um único empreendimento pode consumir em um dia mais energia do que as cidades que os abrigam consomem ao longo de um mês. DAMNY: Nos habituamos a imaginar a inteligência artificial como uma “nuvem” etérea, mas, na verdade, ela só existe a partir de data centers monstruosos que consomem quantidades absurdas de recursos naturais. Os impactos sociais e ambientais são severos. Data centers são máquinas de consumo de energia, água e terra, e criam poluição do ar e sonora, num modelo que reforça velhos padrões de racismo ambiental. O desenvolvimento dessas infraestruturas frequentemente acontece à margem das comunidades afetadas, refazendo a cartilha global da injustiça ambiental. Ao seguir suas redes, perceberemos seus impactos em rios, no solo, no ar, em territórios indígenas e no crescente aumento da demanda por minerais críticos e, por consequência, de práticas minerárias profundamente destrutivas. YAMA: De acordo com a pesquisadora Tamara Kneese, diretora do programa de Clima, Tecnologia e Justiça do instituto de pesquisa Data & Society, com quem conversamos, essa infraestrutura está criando uma nova forma de colonialismo tecnológico. Os danos ambientais são frequentemente direcionados para as comunidades mais vulneráveis, de zonas rurais às periferias dos grandes centros urbanos, que se tornam zonas de sacrifício para o progresso dessa indústria. DAMNY: Além disso, a crescente insatisfação das comunidades do Norte Global com os data centers tem provocado o efeito colonial de uma terceirização dessas estruturas para o Sul Global. E o Brasil não apenas não é exceção como parece ser um destino preferencial por sua alta oferta de energia limpa. [pausa] E com o aval do governo federal, que acaba de publicar uma medida provisória chamada REDATA, cujo objetivo é atrair data centers ao Brasil com isenção fiscal e pouquíssimas responsabilidades. [ Termina Documentary] [tom baixo ] VOICE OVER: BLOCO 1 – O QUE SÃO DATA CENTERS? YAMA: Pra entender o que são data centers, a gente precisa antes de tudo de entender que a inteligência artificial não é meramente uma nuvem etérea que só existe virtualmente. Foi assim que a gente começou nossa conversa com a pesquisadora estadunidense Tamara Kneese. Ela é diretora do programa de Clima, Tecnologia e Justiça do instituto de pesquisa Data & Society. TAMARA: PT – BR [ Eu acho que o problema da nossa relação com a computação é que a maioria parte do tempo a gente não pensa muito sobre a materialidade dos sistemas informacionais e na cadeia de suprimentos que permitem que eles existam. Tudo que a gente faz online não depende só dos nossos aparelhos, ou dos serviços de nuvem que a gente contrata, mas de uma cadeia muito maior. De onde ver o hardware que a gente usa? Que práticas de trabalho são empregadas nessa cadeia? E então, voltando à cadeia de suprimentos, pensar sobre os materiais brutos e os minerais críticos e outras formas de extração, abusos de direitos humanos e trabalhistas que estão diretamente relacionados à produção dos materiais que precisamos pra computação em geral. ] So I think, you know, the problem with our relationship to computing is that, most of the time, we don’t really think that much about the materiality of the computing system and the larger supply chain. You know, thinking about the fact that, of course, everything we do relies not just on our own device, or the particular cloud services that we subscribe to, but also on a much larger supply chain. So, where does the hardware come from, that we are using, and what kind of labor practices are going into that? And then be, you know, further back in the supply chain, thinking about raw materials and critical minerals and other forms of extraction, and human rights abuses and labor abuses that also go into the production of the raw materials that we need for computing in general. DAMNY: A Tamara já escreveu bastante sobre como a metáfora da nuvem nos engana, porque ela dificulta que a gente enxergue a cadeia completa que envolve o processamento de tantos dados. E isso se tornou uma questão muito maior com a criação dos chatbots e das IAs generativas. YAMA: Se a pandemia já representou uma virada no aumento da necessidade de processamento de dados, quando passamos a ir à escola e ao trabalho pelo computador, o boom das IA generativas criou um aumento sem precedentes da necessidade de expandir essas cadeias. DAMNY: E na ponta da infraestrutura de todas as nuvens estão os data centers. Mais do que gerar enormes impactos sócio-ambientais, eles são as melhores formas de enxergar que o ritmo atual da expansão das IAs não poderá continuar por muito tempo, por limitações físicas. Não há terra nem recursos naturais que deem conta disso. YAMA: A gente conversou com a Cynthia Picolo, que é Diretora Executiva do LAPIN, o Laboratório de Políticas Públicas e Internet. O LAPIN tem atuado muito contra a violação de direitos na implementação de data centers no Brasil e a gente ainda vai conversar mais sobre isso. DAMNY: Uma das coisas que a Cynthia nos ajudou a entender é como não podemos dissociar as IAs dos data centers. CYNTHIA: Existe uma materialidade por trás. Existe uma infraestrutura física, que são os data centers. Então os data centers são essas grandes estruturas que são capazes de armazenar, processar e transferir esses dados, que são os dados que são os processamentos que vão fazer com que a inteligência artificial possa acontecer, possa se desenvolver, então não existe sem o outro. Então falar de IA é falar de Datacenter. Então não tem como desassociar. YAMA: Mas como é um datacenter? A Tamara descreve o que podemos ver em fotos e vídeos na internet. TAMARA: [ Sim, de modo geral, podemos dizer que os data centers são galpões gigantes de chips, servidores, sistemas em redes e quando você olha pra eles, são todos muitos parecidos, prédios quadrados sem nada muito interessante. Talvez você nem saiba que é um data center se não observar as luzes e perceber que é uma estrutura enorme sem pessoas, sem trabalhadores. ] Yeah, so, you know, essentially, they’re like giant warehouses of chips, of servers, of networked systems, and, you know, they look like basically nondescript square buildings, very similar. And you wouldn’t really know that it’s a data center unless you look at the lighting, and you kind of realize that something… like, it’s not inhabited by people or workers, really. DAMNY: No próximo bloco a gente tenta resumir os principais problemas socioambientais que os data centers já causam e irão causar com muita mais intensidade no futuro. [tom baixo ] VOICE OVER: BLOCO 2 – A ENORME LISTA DE PROBLEMAS YAMA: O consumo de energia é provavelmente o problema mais conhecido dos data centers e das IAs. Segundo dados da Agência Internacional de Energia, a IEA, organização internacional da qual o Brasil faz parte, a estimativa para o ano de 2024 é que os data centers consumiram cerca de 415 TWh. A cargo de comparação, segundo a Empresa de Pesquisa Energética, instituto de pesquisa público associado ao Ministério das Minas e Energia, o Brasil consumiu no ano de 2024 cerca de 600 TWh. DAMNY: Segundo o mesmo relatório da Agência Internacional de Energia, a estimativa é que o consumo de energia elétrica por datacenters em 2030 vai ser de pelo menos 945 TWh, o que representaria 3% de todo consumo global projetado. Quando a gente olha pras estimativas de outras fontes, contudo, podemos dizer que essas são projeções até conservadoras. Especialmente considerando o impacto da popularização das chamadas LLM, ou grandes modelos de linguagem – aqueles YAMA: Ou seja, mesmo com projeções conservadoras, os data centers do mundo consumiriam em 2030, daqui a menos de cinco anos, cerca de 50% a mais de energia que o Brasil inteiro consome hoje. Segundo a IEA, em 2030 o consumo global de energia elétrica por data centers deve ser equivalente ao consumo da Índia, o país mais populoso do mundo. E há situações locais ainda mais precárias. DAMNY: É o caso da Irlanda. Segundo reportagem do New York Times publicada em outubro passado, espera-se que o consumo de energia elétrica por data centers por lá represente pelo menos 30% do consumo total do país nos próximos anos. Mas porquê os datacenters consomem tanta energia? TAMARA: [ Então, particularmente com o tipo de IA que as empresas estão investindo agora, há uma necessidade de chips e GPUs muito mais poderosos, de modo que os data centers também são sobre prover energia o suficiente pra todo esse poder computacional que demandam o treinamento e uso de grandes modelos de linguagem. Os data centers são estruturas incrivelmente demandantes de energia e água. A água em geral serve para resfriar os servidores, então tem um número considerável de sistemas de cooling que usam água. Além disso tudo, você também precisa de fontes alternativas de energia, porque algumas vezes, uma infraestrutura tão demandante de energia precisa recorrer a geradores para garantir que o data center continue funcionando caso haja algum problema na rede elétrica. ] So, you know, particularly with the kinds of AI that companies are investing in right now, there’s a need for more powerful chips, GPUs, and so Data centers are also about providing enough energy and computational power for these powerful language models to be trained and then used. And so the data center also, you know, in part because it does require so much energy, and it’s just this incredibly energy-intensive thing, you also need water. And the water comes from having to cool the servers, and so… So there are a number of different cooling systems that use water. And then on top of that, you also need backup energy sources, so sometimes, because there’s such a draw on the power grid, you have to have backup generators to make sure that the data center can keep going if something happens with the grid. YAMA: E aqui a gente começa a entender o tamanho do problema. Os data centers são muitas vezes construídos em lugares que já sofrem com infraestruturas precárias de eletricidade e com a falta de água potável. Então eles criam problemas de escassez onde não havia e aprofundam essa escassez em locais onde isso já era uma grande questão – como a região metropolitana de Fortaleza sobre a qual falaremos no próximo episódio, que está em vias de receber um enorme data center do Tiktok. DAMNY: É o que também relatam os moradores de Querétaro, no México, que vivem na região dos data centers da Microsoft. A operação dos data centers da Microsoft gerou uma crise sem precedentes, com quedas frequentes de energia e o interrompimento do abastecimento de água que muitas vezes duram semanas. Os data-centers impactaram de tal forma as comunidades que escolas cancelaram aulas e, indiretamente, foram responsáveis por uma crise de gastroenterite entre crianças. YAMA: E isso nos leva pro segundo ponto. O consumo de água, minerais críticos e outros recursos naturais. TAMARA: [O problema da energia tem recebido mais atenção, porque é uma fonte de ansiedade também. Pensar sobre o aumento da demanda de energia em tempos em que supostamente estaríamos transicionando para deixar de usar energias fósseis, o que obviamente pode ter efeitos devastadores. Mas eu acredito que num nível mais local, o consumo de água é mais relevante. Nós temos grandes empresas indo às áreas rurais do México, por exemplo, e usando toda a água disponível e basicamente deixando as pessoas sem água. E isso é incrivelmente problemático. Então isso acontece em áreas que já tem problemas de abastecimento de água, onde as pessoas já não tem muito poder de negociação com as empresas. Não têm poder político pra isso. São lugares tratados como zonas de sacrifício, algo que já vimos muitas vezes no mundo, especialmente em territórios indígenas. Então as consequências são na verdade muito maiores do que só problemas relacionados à energia. ] I think the energy problem has probably gotten the most attention, just because it is a source of anxiety, too, so thinking about, you know, energy demand at a time when we’re supposed to be transitioning away from fossil fuels. And clearly, the effects that that can have will be devastating. But I think on a local level, things like the water consumption can matter more. So, you know, if we have tech companies moving into rural areas in Mexico and, you know, using up all of their water and basically preventing people in the town from having access to water. That is incredibly problematic. So I think, you know, in water-stressed areas and areas where the people living in a place don’t have as much negotiating power with the company. Don’t have as much political power, and especially if places are basically already treated as sacrifice zones, which we’ve seen repeatedly many places in the world, with Indigenous land in particular, you know, I think the consequences may go far beyond just thinking about, you know, the immediate kind of energy-related problems. YAMA: Existem pelo menos quatro fins que tornam os data centers máquinas de consumir água. O mais direto e local é a água utilizada na refrigeração de todo equipamento que ganha temperatura nas atividades de computação, o processo conhecido como cooling. Essa prática frequentemente utiliza água potável. Apesar de já ser extremamente relevante do ponto de vista de consumo, essa é apenas uma das formas de consumo abundante de água. DAMNY: Indiretamente, os data centers também consomem a água relacionada ao seu alto consumo de energia, em especial na geração de energia elétrica em usinas hidrelétricas e termelétricas. Também atrelada ao consumo energético, está o uso nas estações de tratamento de água, que visam tratar a água com resíduos gerada pelo data center para tentar reduzir a quantidade de água limpa utilizada. YAMA: Por fim, a cadeia de suprimentos de chips e servidores que compõem os data centers requer água ultrapura e gera resíduos químicos. Ainda que se saiba que esse fator gera gastos de água e emissões de carbono relevantes, os dados são super obscuros, entre outros motivos, porque a maioria dos dados que temos sobre o consumo de água em data centers são fornecidos pelas próprias empresas. CYNTHIA: A água e os minérios são componentes também basilares para as estruturas de datacenter, que são basilares para o funcionamento da inteligência artificial. (…). E tem toda uma questão, como eu disse muitas vezes, captura um volume gigante de água doce. E essa água que é retornada para o ecossistema, muitas vezes não é compensada da água que foi capturada. Só que as empresas também têm uma promessa em alguns relatórios, você vai ver que elas têm uma promessa até de chegar em algum ponto para devolver cento e vinte por cento da água. Então a empresa está se comprometendo a devolver mais água do que ela capturou. Só que a realidade é o quê? É outra. Então, a Google, por exemplo, nos últimos cinco anos, reportou um aumento de cento e setenta e sete por cento do uso de água. A Microsoft mais trinta e oito e a Amazon sequer reporta o volume de consumo de água. Então uma lacuna tremenda para uma empresa desse porte, considerando todo o setor de Data centers. Mas tem toda essa questão da água, que é muito preocupante, não só por capturar e o tratamento dela e como ela volta para o meio ambiente, mas porque há essa disputa também com territórios que têm uma subsistência muito específica de recursos naturais, então existe uma disputa aí por esse recurso natural entre comunidade e empreendimento. DAMNY: Nessa fala da Cynthia a gente observa duas coisas importantes: a primeira é que não existe data center sem água para resfriamento, de modo que o impacto local da instalação de um empreendimento desses é uma certeza irrefutável. E é um dano contínuo. Enquanto ele estiver em operação ele precisará da água. É como se uma cidade de grande porte chegasse de repente, demandando uma quantidade de água e energia que o local simplesmente não tem para oferecer. E na hora de escolher entre as pessoas e empreendimentos multimilionários, adivinha quem fica sem água e com a energia mais cara? YAMA: A segunda coisa importante que a Cynthia fala é quando ela nos chama a atenção sobre a demanda por recursos naturais. Nós sabemos que recursos naturais são escassos. Mais do que isso, recursos naturais advindos da mineração têm a sua própria forma de impactos sociais e ambientais, o que vemos frequentemente na Amazônia brasileira. O que acontecerá com os data centers quando os recursos naturais locais já não forem suficientes para seu melhor funcionamento? Diante de uma computação que passa por constante renovação pela velocidade da obsolescência, o que acontece com o grande volume de lixo eletrônico gerado por data centers? Perguntas que não têm resposta. DAMNY: A crise geopolítica em torno dos minerais conhecidos como terra-rara mostra a complexidade política e ambiental do futuro das IA do ponto de vista material e das suas cadeias de suprimento. No estudo feito pelo LAPIN, a Cynthia nos disse que considera que esse ponto do aumento da demanda por minerais críticos que as IA causam é um dos pontos mais opacos nas comunicações das grandes empresas de tecnologia sobre o impacto de seus data centers. CYNTHIA: E outro ponto de muita, muita lacuna, que eu acho que do nosso mapeamento, desses termos mais de recursos naturais. A cadeia de extração mineral foi o que mais foi opaco, porque, basicamente, as empresas não reportam nada sobre essa extração mineral e é muito crítico, porque a gente sabe que muitos minérios vêm também de zonas de conflito. Então as grandes empresas, pelo menos as três que a gente mapeou, elas têm ali um trechinho sobre uma prestação de contas da cadeia mineral. Tudo que elas fazem é falar que elas seguem um framework específico da OCDE sobre responsabilização. YAMA: Quando as empresas falam de usar energias limpas e de reciclar a água utilizada, eles estão se desvencilhando das responsabilidades sobre seus datacenters. Energia limpa não quer dizer ausência de impacto ambiental. Pras grandes empresas, as fontes de energia limpa servem para gerar excedente e não para substituir de fato energias fósseis. Você pode ter um data center usando majoritariamente energia solar no futuro, mas isso não muda o fato de que ele precisa funcionar 24/7 e as baterias e os geradores a diesel estarão sempre lá. Além disso, usinas de reciclagem de água, fazendas de energia solar e usinas eólicas também têm impactos socioambientais importantes. O uso de recursos verdes complexifica o problema de identificar os impactos locais e responsabilidades dos data centers, mas não resolve de nenhuma forma os problemas de infraestrutura e de fornecimento de água e energia causados pelos empreendimentos. DAMNY: É por isso que a gente alerta pra não comprar tão facilmente a história de que cada pergunta pro chatGPT gasta x litros de água. Se você não perguntar nada pro chatGPT hoje, ou se fizer 1000 perguntas, não vai mudar em absolutamente nada o alto consumo de água e os impactos locais destrutivos dos data centers que estão sendo instalados a todo vapor em toda a América Latina. A quantidade de dados e de computação que uma big tech usa para treinar seus modelos, por exemplo, jamais poderá ser equiparada ao consumo individual de chatbots. É como comparar as campanhas que te pedem pra fechar a torneira ao escovar os dentes, enquanto o agro gasta em minutos água que você não vai gastar na sua vida inteira. Em resumo, empresas como Google, Microsoft, Meta e Amazon só se responsabilizam pelos impactos diretamente causados por seus data centers e, mesmo assim, é uma responsabilização muito entre aspas, à base de greenwashing. Você já ouviu falar de greenwashing? CYNTHIA: Essa expressão em inglês nada mais é do que a tradução literal, que é o discurso verde. (…)É justamente o que a gente está conversando. É justamente quando uma empresa finge se preocupar com o meio ambiente para parecer sustentável, mas, na prática, as ações delas não trazem esses benefícios reais e, pelo contrário, às vezes trazem até danos para o meio ambiente. Então, na verdade, é uma forma até de manipular, ou até mesmo enganar as pessoas, os usuários daqueles sistemas ou serviços com discursos e campanhas com esses selos verdes, mas sem comprovar na prática. YAMA: Nesse contexto, se torna primordial que a gente tenha mais consciência de toda a infraestrutura material que está por trás da inteligência artificial. Como nos resumiu bem a Tamara: TAMARA: [ Eu acredito que ter noção da infraestrutura completa que envolve a cadeia da IA realmente ajuda a entender a situação. Mesmo que você esteja usando, supostamente, energia renovável para construir e operar um data center, você ainda vai precisar de muitos outros materiais, chips, minerais e outras coisas com suas próprias cadeias de suprimento. Ou seja, independente da forma de energia utilizada, você ainda vai causar dano às comunidades e destruição ambiental. ] But that… I think that is why having a sense of the entire AI supply chain is really helpful, just in terms of thinking about, you know, even if you’re, in theory, using renewable energy to build a data center, you still are relying on a lot of other materials, including chips, including minerals, and other things that. (…) We’re still, you know, possibly going to be harming communities and causing environmental disruption. [ tom baixo ] YAMA: Antes de a gente seguir pro último bloco, eu queria só dizer que a entrevista completa com a Dra. Tamara Kneese foi bem mais longa e publicada na íntegra no blog do GEICT. O link para a entrevista tá na descrição do episódio, mas se você preferir pode ir direto no bloco do GEICT. [ tom baixo ] VOICE OVER: BLOCO 3 – PROBLEMAS GLOBAIS, PROBLEMAS LOCAIS YAMA: Mesmo conhecendo as cadeias, as estratégias de greenwashing trazem um grande problema à tona, que é uma espécie de terceirização das responsabilidades. As empresas trazem medidas compensatórias que não diminuem em nada o impacto local dos seus data centers. Então tem uma classe de impactos que são globais, como as emissões de carbono e o aumento da demanda por minerais críticos, por exemplo. E globais no sentido de que eles são parte relevante dos impactos dos data centers, mas não estão impactando exatamente nos locais onde foram construídos. CYNTHIA: Google, por exemplo, nesse recorte que a gente fez da pesquisa dos últimos cinco anos, ela simplesmente reportou um aumento de emissão de carbono em setenta e três por cento. Não é pouca coisa. A Microsoft aumentou no escopo dois, que são as emissões indiretas, muito por conta de data centers, porque tem uma diferenciação por escopo, quando a gente fala de emissão de gases, a Microsoft, nesse período de cinco anos, ela quadruplicou o tanto que ela tem emitido. A Amazon aumentou mais de trinta por cento. Então a prática está mostrando que essas promessas estão muito longe de serem atingidas. Só que aí entra um contexto mais de narrativa. Por que elas têm falado e prometido a neutralidade de carbono? Porque há um mecanismo de compensação. (…) Então elas falam que estão correndo, correndo para atingir essa meta de neutralidade de carbono, mas muito por conta dos instrumentos de compensação, compensação ou de crédito de carbono ou, enfim, para uso de energias renováveis. Então se compra esse certificado, se fazem esses contratos, mas, na verdade, não está tendo uma redução de emissão. Está tendo uma compensação. (…) Essa compensação é um mecanismo financeiro, no final do dia. Porque, quando você, enquanto empresa, trabalha na compensação dos seus impactos ambientais e instrumentos contratuais, você está ignorando o impacto local. Então, se eu estou emitindo impactando aqui o Brasil, e estou comprando crédito de carbono em projetos em outra área, o impacto local do meu empreendimento está sendo ignorado. YAMA: E os impactos materiais locais continuam extremamente relevantes. Além do impacto nas infraestruturas locais de energia e de água sobre as quais a gente já falou, há muitas reclamações sobre a poluição do ar gerada pelos geradores, as luzes que nunca desligam e até mesmo a poluição sonora. A Tamara nos contou de um caso curioso de um surto de distúrbios de sono e de enxaqueca que tomou regiões de data centers nos Estados Unidos. TAMARA: [ Uma outra coisa que vale ser lembrada: as pessoas que vivem perto dos data centers tem nos contado que eles são super barulhentos, eles também relatam a poluição visual causada pelas luzes e a poluição sonora. Foi interessante ouvir de comunidades próximas a data centers de mineração de criptomoedas, por exemplo, que os moradores começaram a ter enxaquecas e distúrbios de sono por viverem próximos das instalações. E além de tudo isso, ainda tem a questão da poluição do ar, que é visível a olho nu. Há muitas partículas no ar onde há geradores movidos a diesel para garantir que a energia esteja sempre disponível. ] And the other thing is, you know, for people who live near them, they’re very loud, and so if you talk to people who live near data centers, they will talk about the light pollution, the noise pollution. And it’s been interesting, too, to hear from communities that are near crypto mining facilities, because they will complain of things like migraine headaches and sleep deprivation from living near the facilities. And, you know, the other thing is that the air pollution is quite noticeable. So there’s a lot of particulate matter, particularly in the case of using diesel-fueled backup generators as an energy stopgap. DAMNY: E do ponto de vista dos impactos locais, há um fator importantíssimo que não pode ser esquecido: território. Data centers podem ser gigantes, mas ocupam muito mais espaço que meramente seus prédios, porque sua cadeia de suprimentos demanda isso. Como a água e a energia chegarão até os prédios? Mesmo que sejam usados fontes renováveis de energia, onde serão instaladas as fazendas de energia solar ou as usinas de energia eólica e de tratamento de água? Onde a água contaminada e/ou tratada será descartada? Quem vai fiscalizar? YAMA: E essa demanda sem fim por território esbarra justamente nas questões de racismo ambiental. Porque os territórios que são sacrificados para que os empreendimentos possam funcionar, muito frequentemente, são onde vivem povos originários e populações marginalizadas. Aqui percebemos que a resistência local contra a instalação de data centers é, antes de qualquer coisa, uma questão de justiça ambiental. É o caso de South Memphis nos Estados Unidos, por exemplo. TAMARA: [ Pensando particularmente sobre os tipos de danos causados pelos data centers, não é somente a questão da conta de energia ficar mais cara, ou quantificar a quantidade de energia e água gasta por data centers específicos. A verdadeira questão, na minha opinião, é a relação que existe entre esses danos socioambientais, danos algorítmicos e o racismo ambiental e outras formas de impacto às comunidades que lidam com isso a nível local. Especialmente nos Estados Unidos, com todo esse histórico de supremacia branca e a falta de direitos civis, não é coincidência que locais onde estão comunidades negras, por exemplo, sejam escolhidos como zonas de sacrifício. As comunidades negras foram historicamente preferenciais para todo tipo de empreendimento que demanda sacrificar território, como estradas interestaduais, galpões da Amazon… quer dizer, os data centers são apenas a continuação dessa política histórica de racismo ambiental. E tudo isso se soma aos péssimos acordos feitos a nível local, onde um prefeito e outras lideranças governamentais pensam que estão recebendo algo de grande valor econômico. Em South Memphis, por exemplo, o data center é da xAI. Então você para pra refletir como essa plataforma incrivelmente racista ainda tem a audácia de poluir terras de comunidades negras ainda mais ] I think, the way of framing particular kinds of harm, so, you know, it’s not just about, you know, people’s energy bills going up, or, thinking about how we quantify the energy use or the water use of particular data centers, but really thinking about the relationship between a lot of those social harms and algorithmic harms and the environmental racism and other forms of embodied harms that communities are dealing with on that hyper-local level. And, you know, in this country, with its history of white supremacy and just general lack of civil rights, you know, a lot of the places where Black communities have traditionally been, tend to be, you know, the ones sacrificed for various types of development, like, you know, putting up interstates, putting up warehouses for Amazon and data centers are just a continuation of the what was already happening. And then you have a lot of crooked deals on the local level, where, you know, maybe a mayor and other local officials think that they’re getting something economically of value. In South Memphis, the data center is connected to x AI. And so thinking about this platform that is so racist and so incredibly harmful to Black communities, you know, anyway, and then has the audacity to actually pollute their land even more. DAMNY: Entrando na questão do racismo ambiental a gente se encaminha para o nosso segundo episódio, onde vamos tentar entender como o Brasil se insere na questão dos data centers e como diferentes setores da população estão se organizando para resistir. Antes de encerrar esse episódio, contudo, a gente traz brevemente pra conversa dois personagens que vão ser centrais no próximo episódio. YAMA: Eles nos ajudam a compreender como precisamos considerar a questão dos territórios ao avaliar os impactos. Uma dessas pessoas é a Andrea Camurça, do Instituto Terramar, que está lutando junto ao povo Anacé pelo direito de serem consultados sobre a construção de um data center do TIKTOK em seus territórios. Eu trago agora um trechinho dela falando sobre como mesmo medidas supostamente renováveis se tornam violações territoriais num contexto de racismo ambiental. ANDREA: A gente recebeu notícias agora, recentemente, inclusive ontem, que está previsto um mega empreendimento solar que vai ocupar isso mais para a região do Jaguaribe, que vai ocupar, em média, de equivalente a seiscentos campos de futebol. Então, o que isso representa é a perda de terra. É a perda de água. É a perda do território. É uma diversidade de danos aos povos e comunidades tradicionais que não são reconhecidos, são invisibilizados. Então é vendido como território sem gente, sendo que essas energias chegam dessa forma. Então, assim a gente precisa discutir sobre energias renováveis. A gente precisa discutir sobre soberania energética. A gente precisa discutir sobre soberania digital, sim, mas construída a partir da necessidade do local da soberania dessas populações. DAMNY: A outra pessoa que eu mencionei é uma liderança Indígena, o cacique Roberto Anacé. Fazendo uma ótima conexão que nos ajuda a perceber como os impactos globais e locais dos data centers estão conectados, ele observa como parecemos entrar num novo momento do colonialismo, onde a soberania digital e ambiental do Brasil volta a estar em risco, indo de encontro à violação de terras indígenas. CACIQUE ROBERTO: Há um risco para a questão da biodiversidade, da própria natureza da retirada da água, do aumento de energia, mas também não somente para o território da Serra, mas para todos que fazem uso dos dados. Ou quem expõe esses dados. Ninguém sabe da mão de quem vai ficar, quem vai controlar quem vai ordenar? E para que querem essa colonização? Eu chamo assim que é a forma que a gente tem essa colonização de dados. Acredito eu que a invasão do Brasil em mil e quinhentos foi de uma forma. Agora nós temos a invasão de nossas vidas, não somente para os indígenas, mas de todos, muitas vezes que fala muito bem, mas não sabe o que vai acontecer depois que esses dados estão guardados. Depois que esses dados vão ser utilizados, para que vão ser utilizados, então esses agravos. Ele é para além do território indígena na série. [ tom baixo ] [ Começa Bio Unit ] YAMA: A pesquisa, entrevistas e apresentação desse episódio foi feita pelo Damny Laya e por mim, Yama Chiodi. Eu também fiz o roteiro e a produção. Quem narrou a tradução das falas da Tamara foi Mayra Trinca. O Oxigênio é um podcast produzido pelos alunos do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp e colaboradores externos. Tem parceria com a Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp e apoio do Serviço de Auxílio ao Estudante, da Unicamp. Além disso, contamos com o apoio da FAPESP, que financia bolsas como a que nos apoia neste projeto de divulgação científica. DAMNY: A lista completa de créditos para os sons e músicas utilizados você encontra na descrição do episódio. Você encontra todos os episódios no site oxigenio.comciencia.br e na sua plataforma preferida. No Instagram e no Facebook você nos encontra como Oxigênio Podcast. Segue lá pra não perder nenhum episódio! Aproveite para deixar um comentário. [ Termina Bio Unit ] [ Vinheta Oxigênio ] Créditos: Aerial foi composta por Bio Unit; Documentary por Coma-Media. Ambas sob licença Creative Commons. Os sons de rolha e os loops de baixo são da biblioteca de loops do Garage Band. Roteiro, produção: Yama Chiodi Pesquisa: Yama Chiodi, Damny Laya Narração: Yama Chiodi, Danny Laya, Mayra Trinca Entrevistados: Tamara Kneese, Cynthia Picolo, Andrea Camurça e Cacique Roberto Anacé __________ Descendo a toca do coelho da IA: Data Centers e os Impactos Materiais da “Nuvem” – Uma entrevista com Tamara Kneese: https://www.blogs.unicamp.br/geict/2025/11/06/descendo-a-toca-do-coelho-da-ia-data-centers-e-os-impactos-materiais-da-nuvem-uma-entrevista-com-tamara-kneese/ Não somos quintal de data centers: Um estudo sobre os impactos socioambientais e climáticos dos data centers na América Latina: https://idec.org.br/publicacao/nao-somos-quintal-de-data-centers Outras referências e fontes consultadas: Relatórios técnicos e dados oficiais: IEA (2025), Energy and AI, IEA, Paris https://www.iea.org/reports/energy-and-ai, Licence: CC BY 4.0 “Inteligência Artificial e Data Centers: A Expansão Corporativa em Tensão com a Justiça Socioambiental”. Lapin. https://lapin.org.br/2025/08/11/confira-o-relatorio-inteligencia-artificial-e-data-centers-a-expansao-corporativa-em-tensao-com-a-justica-socioambiental/ Estudo de mercado sobre Power & Cooling de Data Centers. DCD – DATA CENTER DYNAMICS.https://media.datacenterdynamics.com/media/documents/Report_Power__Cooling_2025_PT.pdf Pílulas – Impactos ambientais da Inteligência Artificial. IPREC. https://ip.rec.br/publicacoes/pilulas-impactos-ambientais-da-inteligencia-artificial/ Policy Brief: IA, data centers e os impactos ambientais. IPREC https://ip.rec.br/wp-content/uploads/2025/05/Policy-Paper-IA-e-Data-Centers.pdf MEDIDA PROVISÓRIA Nº 1.318, DE 17 DE SETEMBRO DE 2025 https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/medida-provisoria-n-1.318-de-17-de-setembro-de-2025-656851861 Infográfico sobre minerais críticos usados em Data Centers do Serviço de Geologia do Governo dos EUA https://www.usgs.gov/media/images/key-minerals-data-centers-infographic Notícias e reportagens: From Mexico to Ireland, Fury Mounts Over a Global A.I. Frenzy. Paul Mozur, Adam Satariano e Emiliano Rodríguez Mega. The New York Times, 20/10/2025. https://www.nytimes.com/2025/10/20/technology/ai-data-center-backlash-mexico-ireland.html Movimentos pedem ao MP fim de licença de data center no CE. Maristela Crispim, EcoNordeste. 25/08/2025. https://agenciaeconordeste.com.br/sustentabilidade/movimentos-pedem-ao-mp-fim-de-licenca-de-data-center-no-ce/#:~:text=’N%C3%A3o%20somos%20contra%20o%20progresso’&text=Para%20o%20cacique%20Roberto%20Anac%C3%A9,ao%20meio%20ambiente%E2%80%9D%2C%20finaliza. ChatGPT Is Everywhere — Why Aren’t We Talking About Its Environmental Costs? Lex McMenamin. Teen Vogue. https://www.teenvogue.com/story/chatgpt-is-everywhere-environmental-costs-oped Data centers no Nordeste, minérios na África, lucros no Vale do Silício. Le Monde Diplomatique, 11 jun. 2025. Accioly Filho. https://diplomatique.org.br/data-centers-no-nordeste-minerios-na-africa-lucros-no-vale-do-silicio/. The environmental footprint of data centers in the United States. Md Abu Bakar Siddik et al 2021 Environ. Res. Lett. 16064017: https://iopscience.iop.org/article/10.1088/1748-9326/abfba1 Tecnología en el desierto – El debate por los data centers y la crisis hídrica en Uruguay. MUTA, 30 nov. Soledad Acunã https://mutamag.com/cyberpunk/tecnologia-en-el-desierto/. Acesso em: 17 set. 2025. Las zonas oscuras de la evaluación ambiental que autorizó “a ciegas” el megaproyecto de Google en Cerrillos. CIPER Chile, 25 maio 2020. https://www.ciperchile.cl/2020/05/25/las-zonas-oscuras-de-la-evaluacion-ambiental-que-autorizo-aciegas-el-megaproyecto-de-google-en-cerrillos/. Acesso em: 17 set. 2025. Thirsty data centres spring up in water-poor Mexican town. Context, 6 set. 2024. https://www.context.news/ai/thirsty-data-centres-spring-up-in-water-poor-mexican-town BNDES lança linha de R$ 2 bilhões para data centers no Brasil. https://agenciadenoticias.bndes.gov.br/industria/BNDES-lanca-linha-de-R$-2-bilhoes-para-data-centersno-Brasil/. Los centros de datos y sus costos ocultos en México, Chile, EE UU, Países Bajos y Sudáfrica. WIRED, 29 maio 2025. Anna Lagos https://es.wired.com/articulos/los-costos-ocultos-del-desarrollo-de-centros-de-datos-en-mexico-chile-ee-uu-paises-bajos-y-sudafrica Big Tech's data centres will take water from world's driest areas. Eleanor Gunn. SourceMaterial, 9 abr. 2025. https://www.source-material.org/amazon-microsoft-google-trump-data-centres-water-use/ Indígenas pedem que MP atue para derrubar licenciamento ambiental de data center do TikTok. Folha de S.Paulo, 26 ago. 2025. https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/08/indigenas-pedem-que-mp-atue-para-derrubar-licenciamento-ambiental-de-data-center-do-tiktok.shtml The data center boom in the desert. MIT Technology Review https://www.technologyreview.com/2025/05/20/1116287/ai-data-centers-nevada-water-reno-computing-environmental-impact/ Conferências, artigos acadêmicos e jornalísticos: Why are Tech Oligarchs So Obsessed with Energy and What Does That Mean for Democracy? Tamara Kneese. Tech Policy Press. https://www.techpolicy.press/why-are-tech-oligarchs-so-obsessed-with-energy-and-what-does-that-mean-for-democracy/ Data Center Boom Risks Health of Already Vulnerable Communities. Cecilia Marrinan. Tech Policy Press. https://www.techpolicy.press/data-center-boom-risks-health-of-already-vulnerable-communities/ RARE/EARTH: The Geopolitics of Critical Minerals and the AI Supply Chain. https://www.youtube.com/watch?v=GxVM3cAxHfg Understanding AI with Data & Society / The Environmental Costs of AI Are Surging – What Now? https://www.youtube.com/watch?v=W4hQFR8Z7k0 IA e data centers: expansão corporativa em tensão com justiça socioambiental. Camila Cristina da Silva, Cynthia Picolo G. de Azevedo. https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/ia-regulacao-democracia/ia-e-data-centers-expansao-corporativa-em-tensao-com-justica-socioambiental LI, P.; YANG, J.; ISLAM, M. A.; REN, S. Making AI Less “Thirsty”: Uncovering and Addressing the Secret Water Footprint of AI Models. arXiv, 2304.03271, 26 mar. 2025. Disponível em: https://doi.org/10.48550/arXiv.2304.03271 LIU, Y.; WEI, X.; XIAO, J.; LIU, Z.;XU, Y.; TIAN, Y. Energy consumption and emission mitigation prediction based on data center traffic and PUE for global data centers. Global Energy Interconnection, v. 3, n.3, p. 272-282, 3 jun. 2020. https://doi.org/10.1016/j.gloei.2020.07.008 SIDDIK, M. A. B.; SHEHABI, A.; MARSTON, L. The environmental footprint of data centers in the United States. Environmental Research Letters, v. 16, n. 6, 21 maio 2021. https://doi.org/10.1088/1748-9326/abfba1 Las Mentiras de Microsoft en Chile: Una Empresa No tan Verde. Por Rodrigo Vallejos de Resistencia Socioambiental de Quilicura. Revista De Frente, 18 mar. 2022. https://www.revistadefrente.cl/las-mentiras-de-microsoft-en-chile-una-empresa-no-tan-verde-porrodrigo-vallejos-de-resistencia-socioambiental-de-quilicura/. Acesso em: 17 set. 2025.

Noticiário Nacional
8h Os impactos da greve geral começam já hoje

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Dec 10, 2025 10:09


Notícias Agrícolas - Podcasts
Últimos movimentos políticos do Brasil refletem forte nos mercados e impactos no agro vão aparecer

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Dec 10, 2025 40:26


2026 deverá ser bastante desafiador para o setor, marcado pela corrida presidencial já muito polarizada, mesmo ainda de ser definida.

ONU News
Países lusófonos sofrem impactos crescentes da degradação ambiental, diz estudo

ONU News

Play Episode Listen Later Dec 9, 2025 2:39


Desmatamento no Brasil, redução da pesca em Portugal e aumento da frequência de ciclones em Moçambique são exemplos de como modelo de desenvolvimento atual causa cada vez mais mortes e prejuízos econômicos; relatório do Pnuma defende transformações que podem gerar ganhos de até US$ 20 trilhões.

En Perspectiva
La Mesa - Jueves 27.11.2025 - Lubetkin recibió a su par de Argentina para analizar impactos de HIF

En Perspectiva

Play Episode Listen Later Nov 27, 2025 19:21


La Mesa - Jueves 27.11.2025 - Lubetkin recibió a su par de Argentina para analizar impactos de HIF by En Perspectiva

Direito e Economia
EP#132: Impactos do bolsa-família sobre o mercado de trabalho, com Ricardo Campante

Direito e Economia

Play Episode Listen Later Nov 27, 2025 50:37


No episódio, Ana Frazão conversa com Ricardo Campante, Economista, Técnico de Planejamento e Pesquisa no Ipea, Mestre em Economia pela USP e Doutorando em Economia no Insper. O entrevistado explica o atual estado da reflexão sobre economia, pobreza e desigualdade, procurando contextualizar a importância de políticas como o bolsa-família. Nesse sentido, destaca todos os benefícios do programa desde 2003, além de explorar os seus efeitos multiplicadores. Na segunda parte da conversa, o entrevistado mostra a pesquisa recente, que mostra que os impactos do bolsa-família sobre a saída do mercado de trabalho são menores do que o que comumente é divulgado pela grande mídia, atingindo sobretudo pessoas que já tinham uma inserção precária ou estavam desempregadas há muito tempo. Assim, não há propriamente competição com a carteira de trabalho, uma vez que os poucos efeitos identificados normalmente se concentram em pessoas que já estavam em situação de informalidade, sobretudo em mulheres com filhos pequenos no Nordeste. Ricardo Campante também procura contextualizar a pesquisa com a literatura acadêmica - inclusive estrangeira - que constata os benefícios de transferência de renda, assim como aborda pontos nos quais poderia haver ajustes e aprimoramentos na política.

Histórias para ouvir lavando louça
Ela perdeu familiares pelos impactos ambientais no mar

Histórias para ouvir lavando louça

Play Episode Listen Later Nov 20, 2025 8:34


Antes de entender a própria vida, Maristela precisou entender os impactos das ações humanas na terra onde nasceu. A pesca, que sustentou seu povo por gerações, começou a desaparecer. Mariscos mortos, ostras abertas no mangue, manchas de óleo na maré. E as crianças adoecendo. Algumas não resistindo. Para quem vive ali há décadas, a destruição tem nome e endereço: os empreendimentos que cercaram a ilha.Maristela cresceu ouvindo que seus antepassados fugiram dos engenhos usando a pesca como proteção. O quilombo nasceu da resistência, da água, da noite. Ela foi criada nesse ciclo: mãe no mangue, vizinha mariscando, bisavô alertando que, quando “as fábricas apontassem”, tudo mudaria.E mudou. O mangue escureceu. O peixe ganhou gosto de óleo. A maré passou a irritar a pele das crianças. Estudos confirmaram metais pesados no corpo delas. Adriane virou símbolo dessa dor: perdeu um braço, lutou contra o câncer, mas o corpo não aguentou.A cada vazamento, a cada garrafa achada dentro de um peixe, o quilombo lembrava que comer, tomar banho e respirar virou risco. Adultos criaram feridas. Jovens passaram a ter crises asmáticas. Crianças temeram o próprio prato. E ninguém foi responsabilizado.Mesmo assim, Maristela cuida da ilha como de uma casa que não abandona. Ensina crianças a recolher o lixo que não jogaram, reconhecer árvores sagradas, vigiar manchas na maré. Elas sabem mais do território do que muitos que tentam apagá-lo.Hoje, ela teme o avanço que engole seu povo, mas encontra esperança nos pequenos: nos que querem estudar para salvar o mar, nos que sonham com a volta dos mariscos, nos que carregam no corpo a memória de um território que já foi vivo.Mesmo diante de tudo, ela não troca a ilha por nada. Diz que hoje está enfermeira, mas sempre será pescadora e marisqueira.A história de Maristela faz parte da parceria entre @unicefbrasil e @historiasdeterapia sobre os efeitos das mudanças climáticas na vida de crianças e adolescentes no Brasil. As pessoas retratadas não são necessariamente beneficiárias de programas do UNICEF.

Argus Media
Falando de Mercado: Impactos da tabela mínima de fretes rodoviários

Argus Media

Play Episode Listen Later Nov 17, 2025 9:42


A tabela de frete mínimo da Agência Nacional de Transportes Terrestres colocou em prática um novo sistema de fiscalização, trazendo incertezas para o setor de transportes e impactado os fretes rodoviários. As taxas dispararam nas rotas de fertilizantes partindo dos portos de Santos e Paranaguá em direção a Mato Grosso, Minas Gerais e Goiás. Neste episódio, Camila Fontana, chefe adjunta da redação da Argus Brasil, conversa com João Petrini, um dos responsáveis pelo relatório Argus Brasil Grãos e Fertilizantes, e especialista em logística.

os agilistas
#325 - Como lidar com turnover do mercado de trabalho

os agilistas

Play Episode Listen Later Nov 17, 2025 38:58


Sua empresa está perdendo talentos valiosos e você não sabe como reverter essa situação? Neste episódio, recebemos Fernanda Camargos, Head de Pessoas, e Angela Duarte, Head de Operações, ambas da dti digital, para discutir o impacto do alto turnover nas organizações. Elas compartilham insights sobre como a transparência, o diálogo aberto e os diferentes formatos de trabalho afetam a retenção de talentos no atual cenário profissional. Ficou curioso? Então, dê o play! Assuntos abordados: Alta rotatividade no mercado brasileiro; Impactos na produtividade dos times; Novas expectativas dos profissionais; Transparência e diálogo na retenção; Trabalho remoto x presencial; O que os talentos buscam nas empresas; Comunicação e alinhamento de expectativas; Links importantes: Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: osagilistas@dtidigital.com.br Os Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPPSee omnystudio.com/listener for privacy information.

La W Radio con Julio Sánchez Cristo
Senador Temístocles Ortega fue víctima de ataque armado: su vehículo recibió seis impactos de bala

La W Radio con Julio Sánchez Cristo

Play Episode Listen Later Nov 14, 2025 4:30 Transcription Available


Meio Ambiente
Transição energética para quem? À margem da COP30, Cúpula dos Povos começa com “barqueata”

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later Nov 13, 2025 6:31


Os povos indígenas, ribeirinhos, quilombolas e movimentos sociais do mundo inteiro marcaram a história das Conferência do Clima da ONU nesta quarta-feira (12). Em um protesto inédito em forma de barqueata, com 200 embarcações pelo rio Guamá, eles denunciaram uma COP que não reflete as demandas das populações mais vulneráveis, na linha de frente das mudanças climáticas.  Lúcia Müzell, enviada especial da RFI a Belém  A manifestação no rio deu a largada para a Cúpula dos Povos: durante cinco dias, os cerca de 5 mil participantes trarão para o debate as próprias soluções para o enfrentamento do aquecimento global, como a agroecologia e a agricultura familiar. Muitos questionam um dos focos das negociações diplomáticas da conferência: a transição energética para uma economia de baixo carbono. Elaine da Silva Barros, do Movimento pela Soberania Popular na Mineração (MAM), veio do Maranhão e teme que a busca por minérios importantes para a eletrificação, como alumínio, cobalto e lítio, aumente ainda mais a pressão sobre os territórios amazônicos. "A transição energética não é para nós. O  Brasil já se supre e tem uma matriz energética de renováveis”, explica. "Não faz sentido o Brasil ter que mudar a sua matriz energética para que os países europeus e os Estados Unidos possam sair dos combustíveis fósseis. Não faz sentido aumentar a mineração nos nossos territórios e aumentar a expulsão dos nossos povos deles”, argumenta. A indígena Jéssica Cumaruara também era uma das passageiras da Caravana da Resposta, um barco que navegou mais de 3 mil quilômetros até chegar à capital paraense para o protesto. A embarcação percorreu o chamado corredor da soja, de Sinop, no Mato Grosso, até Belém do Pará, trazendo cerca de 40 movimentos sociais ou povos originários.   "Para quem é a COP? Eles falam muito em transição energética, energia limpa, mas é do jeito deles”, aponta. "Não nos consultam, não se reúnem com a gente para falar sobre ela. Queremos que sejam verdadeiros, que falem sobre os benefícios, mas também sobre os impactos." Impactos socioambientais de hidrelétricas O Movimento dos Atingidos por Barragens estava lá para abordar os impactos ambientais e sociais sentidos há bastante tempo pela produção de eletricidade no país, por hidrelétricas. "Infelizmente o que tratam de energia limpa, para nós, não tem nada de limpo. A transição energética só é possível se houver uma mudança radical das estruturas e do modelo energético no Brasil, que explora, invade territórios, alaga territórios e viola direitos humanos”, afirma Fred Vieira, da coordenação da entidade no Pará. Para Jéssica, a maior preocupação é proteger o rio Tapajós do projeto de hidrovia do governo federal. A obra prevê dragagem para facilitar a navegação para o escoamento da produção de grãos e minérios entre Itaituba e Santarém, no Pará. "O presidente Lula privatizou o nosso rio, quer transformar o nosso rio em rota para o agronegócio, e isso nós não vamos aceitar. Queremos o rio livre”, disse. “Ele já está sendo contaminado pelo garimpo ilegal, pelo mercúrio. Quando destroem e contaminam o nosso rio, também estão nos matando.” O pescador Benedito de Souza Ribeiro, 62 anos, dependeu a vida inteira de outro rio, o Amazonas. Ele vê o governo federal “refém” de um Congresso dominado pelo agronegócio e as mineradoras. "As grandes indústrias estão se instalando dos nossos territórios e expulsando os nossos pescadores da área, os ribeirinhos, que sobrevivem da pesca. E são esses empreendimentos, as barragens, as mineradoras, que estão causando o aquecimento global”, acusa. Participação indígena recorde, mas ainda insuficiente Para os povos indígenas, o enfrentamento do aquecimento global passa por mais demarcação de terras. A gente precisa que os governos, principalmente de outros países, ouçam isso da gente. A demarcação é o mais importante porque ali a gente vai viver em paz, conforme a nossa cultura”, salienta Bepmoroi Metuktire, neto do cacique Raoni e membro da juventude caiapó. "Nós somos os guardiões da floresta. Ela é tudo para nós”, frisa. Nunca uma COP teve tantos indígenas registrados – são 300 apenas na delegação brasileira. Mas, para eles, não é suficiente: eles reivindicam um assento especial nas negociações oficiais. Também exigem ser consultados sobre qualquer projeto que envolta as suas terras, aponta Raquel Mura, do povo indígena Mura Autazes, do Amazonas. "Estar aqui é mostrar a Amazônia para o mundo e dizer assim: ouve a nossa voz, não destrói a floresta porque a gente está aqui. Existem pessoas aqui”, ressalta. "A nossa proposta é que o nosso presidente olhe mais para os povos indígenas, porque por mais que ele tenha ajudado a diminuir o desmatamento, ele simplesmente liberou a exploração de petróleo na foz do Amazonas. Isso é muito indignante porque vai afetar a Amazônia toda – e não só a Amazônia, o mundo", complementa. A Cúpula dos Povos vai reunir em Belém, até domingo, cerca de 1,2 mil entidades de 62 países. Na COP30, o principal espaço para a sociedade civil é a zona verde. Na área azul, reservada às negociações oficiais, integrantes de organizações podem ser cadastrados como observadores do processo.

Canaltech Podcast
Falência da Oi: o fim de uma era e os impactos para investidores

Canaltech Podcast

Play Episode Listen Later Nov 12, 2025 24:07


A Justiça do Rio de Janeiro decretou, nesta segunda-feira (10), a falência do Grupo Oi. A decisão põe fim à segunda recuperação judicial da companhia , reconhecendo sua "insolvência técnica e patrimonial". No episódio de hoje, o repórter Marcelo Fischer conversa com Elias Menegale, gerente jurídico do escritório Paschoini Advogados, para entender o histórico da dívida, o que acontece com os serviços essenciais e qual o impacto para acionistas e credores. Você também vai conferir: Xiaomi testa celular com bateria gigante de 10.000 mAh; Motorola Edge 70 Ultra surge em teste com detalhes de performance; Lojas de PC do Japão começam a limitar compra de SSDs e RAM; Especialistas em cibersegurança são presos por aplicar golpes; Chuva de meteoros Leônidas vai iluminar o céu do Brasil em novembro. Este Podcast foi roteirizado e apresentado por Marcelo Fischer e contou com reportagens de Bruno Bertonzin, Vinícius Moschen, Raphael Gianotti, Jaqueline Sousa e João Melo, sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Vicenzo Varin e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

ONU News
Equipes da ONU preparam resposta a impactos da tempestade tropical Melissa

ONU News

Play Episode Listen Later Oct 24, 2025 1:57


Evento climático deve se intensificar e atingir a categoria de furacão de grande porte nos próximos dias; países no Caribe são os mais ameaçados; impactos já foram relatados no Haiti, onde chuvas e deslizamentos deixaram dois mortos.

45 Graus
Cátia Batista (parte 1): Qual é o impacto da imigração no país de destino?

45 Graus

Play Episode Listen Later Oct 22, 2025 50:09


Veja também em youtube.com/@45_graus Cátia Batista é Professora Catedrática de Economia na Nova School of Business and Economics (SBE), onde é também Fundadora e Diretora Científica do centro de investigação NOVAFRICA. Cátia tem um doutoramento em Economia pela Universidade de Chicago. Tem interesses de investigação relacionados com a migração internacional e fluxos de remessas, inclusão financeira, empreendedorismo, adopção de tecnologia, educação e avaliação de políticas. Tem realizado trabalho incluindo experiências aleatórias e de laboratório no terreno em países como Cabo Verde, Gâmbia, Irlanda, Quénia, Portugal, Moçambique e São Tomé e Príncipe. _______________ Índice: (0:00) Introdução (4:19) Qual é o impacto da imigração nos países de destino? Imigrantes mais vs menos qualificados (16:32) O que sabemos do impacto actual em Portugal? (24:37) Parecer da convidada sobre a naturalização de imigrantes (30:11) Benefícios para as mulheres locais | Estudo que mostra que imigrantes em Portugal são mais qualificados do que locais (37:17) Impactos na criminalidade e nas contas públicas | O caso do ChileSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Tradiciones Sabias
130: Producción de huevos que nos nutre y regenera suelos, con Ana Luz Muñoz de Tierra de Todos

Tradiciones Sabias

Play Episode Listen Later Oct 15, 2025 46:32


Este es el episodio #130 de “Tradiciones Sabias”, el podcast en español de la Fundación Weston A. Price. Algunos de los temas de este episodio - -Cómo comenzó su proyecto de crianza regenerativa de gallinas -Qué condiciones son las adecuadas según las necesidades innatas de las gallinas -Cuáles son algunas de las principales diferencias entre su modelo rotacional y el modelo convencional e industrial -Qué realmente significan algunas de las etiquetas más conocidas en la industria de venta de huevos -Impactos a nivel ambiental y nutricional Datos del invitado -  Ana Luz Muñoz Castillo estudió Administración de Empresas y su esposo Ricardo Gallo estudió Contabilidad. Ambos son ganaderos y agricultores de cuarta generación. Hace seis años crearon “Tierra de Todos”, un proyecto de crianza de animales en armonía con la naturaleza en el semidesierto Querétaro, México. Contacto - -Página web: https://tierradetodos.com  -Instagram: @tierradetodosoficial   Preguntas, comentarios, sugerencias - tradicionessabias@gmail.com     Recursos en español de la Fundación Weston A. Price -   Página web WAPF en Español: https://www.westonaprice.org/espanol/ Cuenta de Instagram: westonaprice_espanol Guía alimentación altamente nutritiva, saludable y placentera: 11 principios dietéticos Paquete de Materiales GRATIS: https://secure.westonaprice.org/CVWEBTEST_WESTON/cgi-bin/memberdll.dll/openpage?wrp=customer_new_infopak_es.htm  Folleto "La Leche Real", de Sally Fallon:  https://www.westonaprice.org/wp-content/uploads/La-leche-real.pdf  Música de Pixabay - Sound Gallery y SOFRA    

História FM
215 Baía dos Porcos: a invasão e seus impactos na Guerra Fria

História FM

Play Episode Listen Later Oct 13, 2025 72:40


Em abril de 1961, um grupo de exilados cubanos anticastristas, treinados e apoiados pela CIA, tentou invadir Cuba pela Baía dos Porcos, no que ficou conhecido como uma das mais emblemáticas derrotas militares da Guerra Fria. A operação, lançada poucos meses após John F. Kennedy assumir a presidência dos Estados Unidos, pretendia derrubar o governo socialista de Fidel Castro, mas terminou em fracasso após apenas três dias de combates. As forças cubanas, preparadas e armadas pelo Bloco do Leste, rapidamente derrotaram os invasores, consolidando o poder da Revolução Cubana e ampliando as tensões entre Washington e Havana. Convidamos Vitor Soares para explicar como se deu a Invasão da Baía dos Porcos, seus desdobramentos políticos e o impacto desse episódio na consolidação do regime de Fidel Castro e no acirramento da Guerra Fria na América Latina.Financiamento coletivo do jogo Imperialismo: América CLICANDO AQUI⁠Adquira o curso História: da pesquisa à escrita por apenas R$ 49,90 ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠CLICANDO AQUI⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Adquira o curso A Operação Historiográfica para Michel de Certeau por apenas R$ 24,90 ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠CLICANDO AQUI⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Adquira o curso O ofício do historiador para Marc Bloch por apenas R$ 29,90 ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠CLICANDO AQUI⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Colabore com nosso trabalho em ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠apoia.se/obrigahistoria⁠⁠⁠Calor chegando, hora de usar INSIDER! Adquira com 12% de desconto com o cupom HISTORIAFM ou pelo link ⁠⁠https://creators.insiderstore.com.br/HISTORIAFM ⁠⁠#insiderstore