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La tertulia semanal en la que repasamos las últimas noticias de la actualidad científica. Hoy: -Noticias varias (2:00) -XXVII Escuela Giambiagi de la UBA (35:30) -Entrevista John Mather (45:00)
Neste encontro entre o economista-chefe da Genial Investimentos, José Márcio Camargo, e o economista Fábio Giambiagi há uma análise crítica da crise fiscal brasileira. O especialista destaca o enfraquecimento da liderança do Executivo e a crescente fragmentação política - e como isso inviabiliza o funcionamento de qualquer governo, mesmo que haja alternância de poder. Ele aponta erros do governo na condução do IOF e a falta de articulação com o Congresso. Além disso, comenta as expectativas para a economia da Argentina. Não deixe de assistir!
No episódio, Ana Frazão conversa com Fabio Giambiagi, economista do BNDES desde 1984, com passagens pela assessoria econômica do Ministério do Planejamento, pelo IPEA e pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento em Washington. Além disso, foi professor da Faculdade de Economia e Administração (FEA-UFRJ) e da PUC-RJ e é autor de diversos livros, dentre os quais “A Vingança de Tocqueville. A importância do bom debate”.Na conversa, o professor Fábio Giambiagi explica porque, no seu entender, “a grande questão com a qual os defensores de reformas econômicas pro-mercado se defrontam no país é: como convencer a população de que um conjunto de políticas baseadas na forte presença do Estado na economia não darão certo, dado que essas políticas, no passado, levaram o país a se desenvolver rapidamente?”. Ao propor uma abordagem mais liberal, o professor demonstra as razões pelas quais o que funcionou no Brasil no pós-1930 por um tempo considerável não funciona mais hoje, o que seria a lógica pró-mercado que deveria prevalecer na atualidade e como se situa o debate entre ortodoxia econômica e heterodoxia. Para fundamentar suas opiniões, o professor demonstra como a economia é também política e como o liberalismo depende de alguns pressupostos, tais como a defesa das liberdades, da democracia, da plena vigência das instituições e da alternância de poder. Ponto alto da conversa diz respeito a saber como avançar no debate econômico no Brasil diante da excessiva ideologização e polarização, que obscurece o debate de ideias e faz com que os lados extremos sofram da mesma miopia.
Trabalhe no mercado financeiro e seja um Consultor de Elite: https://finc.ly/5053c0434bNEWSLETTER DA FINCLASS - FIQUE BEM INFORMADO SOBRE O MERCADO FINANCEIRO: https://finc.ly/a14090c6bcNeste episódio de Os Economistas, recebemos Fábio Giambiagi, um dos economistas mais respeitados do país, para uma análise profunda sobre o atual cenário econômico brasileiro.Discutimos os desafios fiscais, as perspectivas de crescimento, inflação, juros e as reformas necessárias para impulsionar a economia. Além disso, abordamos o impacto das políticas do governo e do cenário global no Brasil.Se você quer entender o que está por trás dos números e quais são as possíveis direções para o futuro da economia brasileira, este episódio é indispensável!
Olá, ouvintes do podcast Fronteiras no Tempo! Nossos historiadores vão se debruçar sobre um conceito bastante usado tanto na vida acadêmica, quanto no discurso popular: o Neoliberalismo. Mas, afinal, o que é o neoliberalismo? Da origem do conceito à crise da política hegemônica atual, os apresentadores C.A, Marcelo Beraba e o Estagiário Rodolfo recebem os professores Leandro Salman Torelli e Marcos Sorrilha para discutir as principais interpretações e significados do tema. Neoliberalismo é coisa de conservador? Como os governos do final da década de 1980 ajudaram a estabelecer uma nova ordem política e econômica no mundo? Augusto Pinochet é o pai do neoliberalismo? Existe vida após o neoliberalismo e com quantos carros Gol se faz uma montadora de carros no Brasil? Todas as respostas para essas perguntas e várias outras você vai encontrar nesse episódio mais que especial e polêmico! Arte da Capa Arte da Capa: Danilo Pastor INSCREVA-SE PARA PARTICIPAR DO HISTORICIDADE O Historicidade é o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo: um podcast de história. O objetivo principal é realizar divulgação científica na área de ciências humanas, sociais e de estudos interdisciplinares com qualidade. Será um prazer poder compartilhar o seu trabalho com nosso público. Preencha o formulário se tem interesse em participar. Link para inscrição: https://forms.gle/4KMQXTmVLFiTp4iC8 Financiamento Coletivo Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de diversas formas: PADRIM – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) https://www.padrim.com.br/fronteirasnotempo PIC PAY [https://app.picpay.com/user/fronteirasnotempo]– Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android PIX: [chave] fronteirasnotempo@gmail.com Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Expediente Produção Geral e Hosts: C. A, Beraba e Rodolfo Grande Neto, Recordar é Viver: Willian Spengler. Arte do Episódio: Danilo Pastor, Edição: Waymov Como citar esse episódio Citação ABNT Fronteiras no Tempo #74 Neoliberalismo. Locução: Marcelo de Souza e Silva, Rodolfo Grande Neto, Cesar Agenor F. da Silva, Willian Spengler, Leandro Salman Torelli e Marcos Sorrilha [S.l.] Portal Deviante, 24/05/2023. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=58357&preview=true Obras citadas no episódio ARRIGHI, Giovanni. Adam Smith Em Pequim: Origens e fundamentos do século XXI. São Paulo: Editora Boitempo, 2008. CHAMAYOU, Gregórie. A sociedade ingovernavel: uma genealogia do liberalismo autoritário. São Paulo: Editora Ubu, 2020 FISHER, Mark. Realismo Capitalista: É mais fácil imaginar o fim do mundo do que o fim do capitalismo? São Paulo: Editora Autonomia Literária, 2020. POLANYI, Karl. A Grande Transformação. Rio de Janeiro: Editora Contraponto, 2021. STEFANONI, Pablo. A rebeldia tornou-se de direita? Campinas: Editora Unicamp, 2022. Material Complementar BOAS, Taylor C; GANS-MORSE, Jordan. Neoliberalism: From New Liberal Philosophy to Anti-Liberal Slogan. St Comp Int Dev (2009) 44:137–161. GIAMBIAGI, Fabio; ALMEIDA, Paulo Roberto. Morte do consenso de Washington?: os rumores a esse respeito parecem muito exagerados. Rio de Janeiro: Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, 2003. 34 p. (Textos para discussão; 103). GIAMBIAGI, Fabio; MOREIRA, Mauricio Mesquita. Políticas Neoliberais? Mas oque é o Neoliberalismo? REVISTA DO BNDES, RIO DE JANEIRO, V. 7, N. 13, P. 171-190, JUN. 2000. Disponível em: https://x.gd/UwT05 SILVA, Luis Felipe Carnevalli. Do “neoliberalismo” ao “neodesenvolvimentismo”: as representações sobre agenda macroeconômica do governo lula (2003 – 2010). Dissertação de Mestrado. Franca: Unesp, 2019. https://repositorio.unesp.br/bitstream/handle/11449/190770/Silva_LFC_me_fran_int.pdf?sequence=4&isAllowed=y Madrinhas e Padrinhos Alexsandro De Souza Junior, Aline Lima, Anderson Paz, André Luís Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Carolina Pereira Lyon, Ceará, David Viegas Casarin, Elisnei Menezes De Oliveira, Ettore Riter, Flavio Henrique Dias Saldanha, João Carlos Ariedi Filho, Klaus Henrique De Oliveira, Lucas Akel, Luciano Abdanur, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Iara Grisi, Nel Adame, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael Machado Saldanha, Raphael Bruno Silva Oliveira, Renata Sanches, Rodrigo Olaio Pereira, Rodrigo Alfieiro Rocha, Thomas Beltrame, Tiago Nogueira, Victoria Cavalcante Muniz e Wagner de Andrade Alves See omnystudio.com/listener for privacy information.
A decisão do ex-presidente da Argentina, Mauricio Macri, de não disputar as eleições presidenciais do país, em outubro, mostra que o pleito deve ser marcado por surpresas e terá um resultado imprevisível. Macri disse que sua saída servirá para fortalecer seu grupo político “Juntos por el Cambio”, de escolher um nome forte para a eleição. Entre eles, Horacio Larreta, prefeito de Buenos Aires, e Patricia Bullrich, ex-ministra da Defesa no governo Macri. Esse movimento mexe também com seus principais adversários. A Frente de Todos é o grupo que hoje governa a Argentina. Entre os possíveis candidatos constam o presidente da República, Alberto Fernández, a vice-presidente, Cristina Kirchner, e o atual ministro da Economia, Sergio Massa. Mas, com uma economia cada vez mais problemática, que levou mais de 40% da população argentina para a linha da pobreza, existe a possibilidade do povo radicalizar no seu voto, e escolher um “Bolsonaro” para o país. Neste caso, trata-se do deputado Javier Milei, um parlamentar que adora polemizar em seus discursos. Afinal, como a situação econômica da Argentina vai refletir nas eleições de outubro? Existe a chance do país eleger alguém com o perfil de Jair Bolsonaro como represália? No ‘Estadão Notícias' de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o pesquisador associado do FGV Ibre, Fábio Giambiagi. O ‘Estadão Notícias' está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A Argentina atravessa uma das maiores crises econômicas da sua história. Com a inflação nas alturas, 4 em cada 10 cidadãos se encontram abaixo da linha da pobreza. Já os preços dos alimentos foram os que mais subiram e no acumulado dos últimos 12 meses, a inflação passou dos 60%. Para tentar conter este avanço inflacionário, o Banco Central argentino já aumentou a taxa básica de juros para mais de 50% ao ano. O agravamento da crise tem levado cada vez mais pessoas às ruas para protestar. Milhares de argentinos marcharam até a Casa Rosada, sede do governo, contra a pobreza que vem aumentando no país. Essa crise tem origem política também, o presidente Alberto Fernández e a vice Cristina Kirchner não se entendem sobre a condução da política econômica do país, o que agrava o cenário. O aumento de gastos, defendido por Cristina, levou o ministro da Economia a renunciar e a substituta dele também. Para tentar salvar a economia fragilizada do país, o governo aposta em um superministro da Economia: Sergio Massa. O ministro disse que não tem um plano, e sim objetivos e planos de voo: recuperar reservas para o BC, estabilizar a inflação e recuperar a confiança do mercado. O novo titular da pasta é conservador e representante de um peronismo de centro-direita, o que destoa da centro-esquerda do presidente Alberto Fernandez. No episódio desta quarta-feira, 03, vamos falar sobre a situação econômica da Argentina e seus efeitos para a América do Sul, com o economista Fábio Giambiagi, pesquisador do FGV IBRE. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O título deste livro já deixa claro o assunto: crescimento econômico e justiça social. Mas não julgue este livro pela capa! Não se trata de uma obra dedicada apenas aos especilistas em economia.No Resenha de hoje, Priscila Vieira conversa com Fabio Giambiagi, economista graduado pela Faculdade de Economia e Administração Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e um dos principais economistas dedicados as finanças públicas.Apesar de ser um tema que assusta inúmeras pessoas, Giambiagi descreve e explica, de forma simples e acessível, as receitas e despesas governamentais.Vai ficar de fora dessa?
Recebemos Cristiane Schmidt, professora da Fundação Getúlio Vargas e economista do braço de gestão de ativos do Itaú, co-autora com Fábio Giambiagi do livro Macroeconomia para executivos – teoria e prática no Brasil, para uma conversa sobre a obra e também os principais problemas da economia brasileira atual. Programa veiculado em 26 de abril de 2015.
Conversamos com o economista Fabio Giambiagi, que, recentemente, tem se dedicado a esclarecer a importância da previdência complementar como parte integrante de um investimento a longo prazo mais qualificado. Na entrevista, Giambiagi destaca que, numa economia de país mais estável – e, portanto, com juros mais “civilizados” – os investimentos voltados para a aposentadoria não somente devem acontecer mais cedo, como também é preciso que os aportes sejam mais consistentes. Nesse sentido, o economista ressalta a importância de uma educação financeira já no período do ensino médio, capaz, portanto, de mostrar a importância desse tipo de investimento desde o período escolar. Giambiagi observa, ainda, que a previdência complementar é elementar para quem não quer ter seu padrão de vida drasticamente diminuído num estágio da vida mais avançado, o que fatalmente pode acontecer, segundo ele, caso haja dependência exclusiva do INSS. Fabio Giambiagi faz parte do Desenvolvimento Econômico do BNDES e escreveu, entre outros, os livros “Reforma da Previdência” e “Brasil: Raízes do atraso”. Entrevista gravada em 18 de dezembro de 2014.
Conversamos com o economista Fabio Giambiagi, que, recentemente, tem se dedicado a esclarecer a importância da previdência complementar como parte integrante de um investimento a longo prazo mais qualificado. Na entrevista, Giambiagi destaca que, numa economia de país mais estável – e, portanto, com juros mais “civilizados” – os investimentos voltados para a aposentadoria não somente devem acontecer mais cedo, como também é preciso que os aportes sejam mais consistentes. Nesse sentido, o economista ressalta a importância de uma educação financeira já no período do ensino médio, capaz, portanto, de mostrar a importância desse tipo de investimento desde o período escolar. Giambiagi observa, ainda, que a previdência complementar é elementar para quem não quer ter seu padrão de vida drasticamente diminuído num estágio da vida mais avançado, o que fatalmente pode acontecer, segundo ele, caso haja dependência exclusiva do INSS. Fabio Giambiagi faz parte do Desenvolvimento Econômico do BNDES e escreveu, entre outros, os livros “Reforma da Previdência” e “Brasil: Raízes do atraso”. Entrevista gravada em 18 de dezembro de 2014.
Recebemos o economista Fábio Giambiagi, autor do livro Brasil: raízes do atraso - Parternalismo versus produtividade, sobre sua visão a respeito dos problemas e desafios para o desenvolvimento econômico e social do país, além do confronto entre o desejo por mais empregos ou mais bolsas família. Programa veiculado em 25 de março de 2007.