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Quer conhecer o vinho que provamos neste episódio?
As facções criminosas brasileiras estão ampliando sua atuação para além das fronteiras do Brasil e provocando reações de governos vizinhos. Na Bolívia, autoridades lançaram um plano para combater a entrada de grupos como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho, após uma sequência de assassinatos na região de Guayaramerín, na fronteira com o Brasil. Na Argentina, dois homens ligados à facção gaúcha Bala na Cara serão julgados pelo assassinato de um comerciante na província de Misiones. Os casos reforçaram o alerta sobre a presença e a articulação de grupos criminosos brasileiros em países sul-americanos.Essa expansão do crime levantou dúvidas sobre como essas organizações estão se articulando fora do País, quais são seus principais interesses e quais conflitos surgem nos territórios onde passam a atuar. No episódio desta sexta-feira, o Direto ao Ponto conversa com o especialista em Segurança Pública, Charles Kieling, e com o professor do curso de Relações Internacionais da PUCRS, João Jung, para entender como esses grupos estão avançando pela América Latina e pelo mundo e os impactos desse movimento para a segurança da região.
Os meus convidados de hoje cresceram em cidades do interior da Argentina. Em comum, tiveram uma infância marcada pelas brincadeiras ao ar livre, pelo esporte e pela liberdade. Ele é filho de um ex-jogador e treinador de futebol. Cresceu jogando futebol, vôlei, softball e experimentando tudo o que aparecesse pela frente. Aos 13 anos, participou de uma prova de corrida de 1.500 metros pelas ruas da cidade. Voltou para casa com um troféu e descobriu a modalidade que passaria a fazer parte da sua rotina durante a década seguinte. Foram anos dedicados ao atletismo até ingressar na Faculdade de Educação Física. Ela, a segunda de cinco irmãos, tinha tanta energia que a mãe fazia questão de mantê-la sempre em alguma atividade esportiva. Ainda criança, conheceu modalidades como vôlei, atletismo, basquete, softball e ginástica artística. Aos sete anos, começou a nadar. Durante o inverno, fazia balé, judô e outras atividades. Mais tarde, passou a correr para manter o condicionamento físico, sem imaginar que logo encontraria o esporte que mudaria sua vida. Em dezembro de 1991, aos 17 anos, participou do primeiro triathlon realizado em sua cidade. Precisou competir com uma bicicleta emprestada, venceu a prova e nunca mais se afastou da modalidade. Pouco tempo depois, mudou-se para La Plata para cursar Educação Física, passou a treinar com uma equipe especializada e rapidamente conquistou espaço entre as principais atletas do país, iniciando uma longa trajetória representando a Argentina. Foi também em La Plata que suas histórias passaram a caminhar juntas. Enquanto ela já vivia intensamente o triathlon, ele ainda dividia seus dias entre a universidade e as corridas de rua. A convivência com os triatletas foi despertando sua curiosidade. Acompanhou treinos, participou de algumas competições e decidiu disputar todo o circuito argentino da modalidade. Bastou uma temporada para descobrir que havia encontrado um novo caminho. No ano seguinte, já competia na categoria elite. A carreira dos dois se desenvolveu na mesma medida que sua conexão pessoal. Representaram a Argentina em competições internacionais, conquistaram títulos, dividiram treinos, viagens e experiências que fortaleceram uma relação construída dentro e fora do esporte. Em 2003, decidiram mudar-se para o Brasil em busca de novos desafios. Aqui consolidaram suas carreiras profissionais, viveram alguns dos momentos mais marcantes de suas trajetórias e ajudaram a escrever parte da história do triathlon brasileiro. Casaram-se e tiveram um filho. Ao longo dos anos competindo na Argentina, ela foi heptacampeã estadual de triathlon, campeã da Copa Nacional de Triathlon, duas vezes vice-campeã nacional, integrou a Seleção Argentina em diversas competições continentais. No Brasil, foi terceira colocada no Ironman Brasil de 2010, campeã do Circuito Long Distance de 2009, vice-campeã em 2005 e vice-campeã do Troféu Brasil em 2004 e 2005. Na Argentina, ele foi pentacampeão estadual de triathlon, campeão da Copa Nacional em 2001 e vice-campeão argentino em 2001 e 2004. Também representou a Seleção Argentina em diversas competições pelo continente e venceu uma etapa do Pré-Olímpico da ITU realizada em La Paz, em 2006. Nas provas de longa distância, conquistou o título de campeão do Ironman Brasil de 2012, foi segundo colocado em 2010 e terceiro colocado em 2011. Venceu ainda o Ironman Wisconsin, em 2011, e o Ironman 70.3 Penha, em 2010. Encerradas suas carreiras como atletas profissionais, permaneceram onde sempre estiveram desde a juventude: no esporte. Compartilham, desde então, a experiência acumulada em décadas de competições à frente da EZK Team, em Niterói, formando atletas e acompanhando de perto novas histórias que começam a ser escritas. Conosco aqui, um casal que construiu toda uma vida tendo o esporte como ponto de encontro. Dois educadores físicos, ex-triatletas profissionais, treinadores e pais, argentinos que escolheram o Brasil para viver e que seguem inspirando atletas dentro e fora das competições: a concordiense Maria Soledad Omar e o lobense Ezequiel Alfredo Morales. Inspire-se! Race Smart - check your heart Este episódio é oferecido pela @z2perfomance Para quem quer aumentar o consumo de carboidratos, a Z2 tem um gel com uma composição pensada exatamente pra isso: a linha Load Up, com maltodextrina e frutose na proporção 1 pra 0.8, que garante um digestão mais eficiente e energia ultrarrápida. Você encontra o Z2 Load Up na versão 75g ou 40g de carboidratos, com ou sem cafeína. O Saltz, da Z2, é pensado pra reposição eficiente de eletrólitos e suporte real à performance em treinos e provas. Repõe sódio, potássio e magnésio, ajudando a manter o desempenho em treinos longos e dias de calor de acordo com a sua estratégia e necessidade. Siga @z2performance e fique por dentro do universo da Z2. SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
Na Argentina, Fluminense arranca a classificação nos pênaltis e avança às quartas da Libertadores.
Fluminense precisa vencer na Argentina para poder avançar na Libertadores. Um novo empate leva a decisão da vaga para os pênaltis.
No Bate-Pronto desta sexta-feira (14), o Corinthians segurou um empate importante contra o Rosario Central, na Argentina, e voltou para casa com um resultado valioso fora de casa. O programa analisa a atuação do Timão, os principais lances da partida e os impactos do resultado para a sequência da equipe na temporada. Além disso, Neymar foi o grande destaque do Santos, com uma atuação genial que empolgou a torcida e voltou a colocar o camisa 10 no centro das atenções. A bancada repercute os melhores momentos, o desempenho do craque e o momento vivido pelo Peixe. Informação, opinião e os principais assuntos do futebol brasileiro.
No início do segundo tempo, o goleiro Hugo Souza chamou o árbitro da partida e acionou o protocolo de racismo. Segundo o jogador do Corinthians, a torcida do Rosario Central o chamou de "macaco e negro de merda".
Após visita ao país, Kristalina Georgieva informa que taxas de inflação apresentaram melhorias após país viver um dos momentos econômicos mais difíceis da sua história em 2024.
A presença de Xavier Milei em evento bolsonarista, os insultos repetidos do presidente argentino a Lula e novos ataques de Washington ao presidente brasileiro mostram que o risco de ingerência estrangeira na eleição presidencial de 2026 é real. Thomás Zicman de Barros, analista político Esta é uma crônica de política internacional. Como tal, evito falar muito sobre política brasileira. Mas, às vezes, a política internacional invade a atualidade nacional. Falo de “invasão” aqui num sentido metafórico, mas não sem motivo: com a proximidade da eleição presidencial de 2026, aumenta a preocupação com possíveis ingerências estrangeiras na política nacional. Não se trata, por sinal, de uma paranoia exclusivamente brasileira: em diversas democracias, inclusive na Europa, são cada vez mais frequentes as acusações de interferências externas em eleições. Apesar de guardar inequívoca base militante, o bolsonarismo vive um momento de fraqueza no Brasil. Jair Bolsonaro está preso por tentativa de golpe de Estado, e impedido de se comunicar diretamente. Seu filho-candidato Flávio, que até poucos meses atrás aparecia à frente de Lula em certas pesquisas, entrou num inferno astral, envolvido em trapalhadas com Daniel Vorcaro e em conflitos político-familiares com a madrasta Michelle. Partidos de direita que prometiam compor sua coligação parecem preferir a neutralidade. Sem força suficiente no plano interno, o bolsonarismo parece depender cada vez mais de agentes externos para recuperar o fôlego. A presença de Javier Milei, presidente da Argentina, na convenção que oficializou a candidatura de Flávio Bolsonaro foi interpretada por muitos como um sinal de que a internacional da extrema direita – ou, se preferirmos, uma internacional reacionária – poderá atuar no país. Milei seria, nessa leitura, um emissário de Donald Trump e de sua administração. Se ainda não há como demonstrar essa conexão direta entre a Casa Branca e a Casa Rosada, há poucos motivos para duvidar de que Washington passou a acompanhar as eleições brasileiras com atenção. Da cordialidade aparente ao apoio à oposição Até poucos meses atrás, Trump parecia cultivar uma relação cordial com Lula. Elogiou o presidente brasileiro na Assembleia Geral da ONU e voltou a fazê-lo em encontros posteriores, em Kuala Lumpur e em Washington. O tom da administração americana, contudo, parece ter mudado. O governo Trump não é um todo monolítico. O principal articulador de uma política de apoio a movimentos de extrema direita na América Latina parece ser o secretário de Estado, Marco Rubio, político ultraconservador da Flórida e filho de imigrantes cubanos anticastristas. Foi Rubio quem assinou declarações atacando Lula, responsabilizando-o pelas novas tarifas impostas pelos Estados Unidos ao Brasil e respaldando críticas ao Judiciário brasileiro. Soma-se a isso o temor de que Washington recorra a outros expedientes para influenciar a política nacional, como a disseminação de desinformação e o impulsionamento de conteúdos em plataformas digitais. Não por acaso, na semana passada o Itamaraty negou visto a agentes do Departamento de Estado americano, sob a suspeita de que viriam ao Brasil para lançar dúvidas sobre o processo eleitoral. Vale notar que, em diversas ocasiões, as declarações de Trump mais atrapalharam do que ajudaram seus aliados. No Canadá, por exemplo, a hostilidade do presidente americano – que chegou a defender a anexação do país vizinho – contribuiu para a permanência da esquerda no poder, ao associar a oposição conservadora a um adversário externo. Nos últimos meses, entretanto, Washington parece ter sido mais eficiente em suas ingerências. Na Argentina, o próprio Milei só não sofreu uma derrota expressiva nas eleições legislativas do fim do ano passado – sobre as quais escrevi aqui – graças a empréstimos bilionários e à promessa de novas linhas de crédito abertas pelos Estados Unidos. Mais recentemente, na Colômbia, o presidente-eleito Abelardo de la Espriella disparou nas pesquisas depois de receber manifestações públicas de simpatia de Trump. Some-se a isso a vitória, no tira-teima, da ultraconservadora Keiko Fujimori no Peru, a eleição de José Antonio Kast no Chile, e a tutela exercida sobre a Venezuela após o rapto de Nicolás Maduro em janeiro. Brasil: joia da coroa Nesse contexto, o Brasil parece, ao lado do pequeno Uruguai, constituir o último grande baluarte da esquerda – e, digo mais, da democracia – na América do Sul. E não se trata de um bastião qualquer. Sozinho, o Brasil representa mais da metade da população e da economia da região. Trata-se, sem dúvida, da mais cobiçada joia da coroa. Até agora, o saldo da ajuda de Trump ao clã Bolsonaro parece ser negativo. Ao se associarem ao tarifaço – comemorado por Eduardo Bolsonaro –, eles deram a Lula a deixa que precisava para defender a soberania nacional. Mas, num mundo marcado por acusações de ingerências estrangeiras em eleições, não se deve baixar a guarda.
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Quaest: Eduardo Paes lidera em todos os cenários na disputa para o governo do Rio de Janeiro. Após falas de Milei, ministro deve se reunir nesta segunda com embaixador do Brasil na Argentina. Datafolha: 52% acreditam que Trump quer ajudar Flávio Bolsonaro com tarifaço. Xi Jinping diz a Lula que a China apoia o Brasil na rejeição à interferência externa. 'Informações falsas': presidente da Anac diz que agência foi enganada pela Voepass. Vira-lata caramelo: teste de DNA revela a origem genética do cão mais amado do país.
Reunião é uma respostas às falas do presidente argentino, Javier Milei, contra o ministro do STF, Alexandre de Moraes, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Itamaraty também convocou o embaixador da Argentina no Brasil para tratar sobre o tema.
O governo brasileiro convocou o embaixador na Argentina para consultas após ataques do presidente Javier Milei a Lula e ao ministro Alexandre de Moraes. A medida é considerada um forte gesto diplomático diante do aumento da tensão entre os dois países.
Eduardo Tironi, Arnaldo Ribeiro, PVC, Mauro Cezar, José Trajano e Danilo Lavieri debatem a final entre Argentina e Espanha, a disputa do terceiro lugar entre França e Inglaterra, além das polêmicas dos Estados Unidos na Copa do Mundo
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FERNANDA COMORA e MADELEINE LACSKO são jornalistas e RICARDO MARCÍLIO é especialista em geopolítica. Eles são os âncoras do Notícia I-LTDA, o programa de notícias do Inteligência Ltda. Eles vão comentar, junto do Vilela, as notícias recentes do Brasil e do mundo com os convidados CARLOS BEZERRA JR., THIAGO LIMA, VÓ BAHIANA, MAHSIMA NADIM, DEL. RAQUEL GALLINATTI, LUCAS ZANANDREZ e LINCOLN FRACARI. O Vilela tem um exemplar do Estadão do dia do Big Bang.
Correlação futebol e política no Brasil, Argentina e no Mundo Perspectiva do Brasil de Neymar e da Argentina de Messi na Copa do Mundo Com base nas pesquisas, projeção da eleição a presidente da República em outubro
No Bate-Pronto de hoje, a confirmação da ausência de Neymar na estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo movimenta o noticiário esportivo. O programa analisa como a equipe de Carlo Ancelotti deve se adaptar sem seu principal craque e debate se o Brasil segue entre os grandes favoritos ao título. Além disso, a mesa repercute o clima de tensão na Argentina, que também chama atenção às vésperas do início da competição. Bastidores, análises e tudo o que envolve o Mundial estão em pauta.
Convidado: Ariel Palacios, correspondente da Globo e da Globonews para América Latina. A Argentina registrou a menor taxa de pobreza em sete anos, recuando de 38,1% em 2024 para 28,2% sob a gestão de Javier Milei, segundo o Indec, o "IBGE argentino". No entanto, esse avanço econômico contrasta com uma queda drástica na popularidade do presidente, que se tornou o líder mais impopular da América Latina, acumulando 64,5% de desaprovação (dados da consultoria Zuban Córdoba). As políticas econômicas celebradas pelo governo têm sido insuficientes para conter o ceticismo da opinião pública. O desgaste político é alimentado por uma série de escândalos envolvendo o gabinete de Milei. Além disso, a população reage ao aumento do desemprego, ao fechamento de milhares de empresas e aos cortes na saúde e educação pública. Para grande parte do eleitorado, a realidade do cotidiano e a inflação persistente, mesmo que em queda anual, pesam mais do que os índices oficiais de redução da pobreza. Em paralelo, outro desafio crítico é a profunda desconfiança no sistema financeiro, herança de traumas como o "corralito" de 2001. Estima-se que os argentinos ainda guardem US$ 170 bilhões fora dos bancos, e as recentes tentativas de Javier Milei de atrair esse capital com isenções fiscais, sob o mote "alivie seu colchão", tiveram pouco sucesso até agora.
Jorge Natan recebe Fred Gomes e Thiago Lima para analisar empate com o Estudiantes, em duelo marcado por arbitragem polêmica e grave lesão do uruguaio.
Robson Morelli repercute os principais assuntos do Esporte, diariamente, às 8h50, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nesta terça-feira (28), nossos comentaristas repercutiram as jornadas dos clubes brasileiros pelas fases de grupos da Sul-Americana e Libertadores. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
A Argentina enfrenta novos desafios econômicos em 2026. Neste vídeo, analisamos a inflação de março (3,4%) e comparamos o plano de Javier Milei com o Plano Real brasileiro.Entenda por que a expansão do agregado monetário M2 ainda pressiona os preços e o que esperar para os próximos 12 meses. O peso conseguirá se estabilizar ou o câmbio está defasado? Confira a análise completa sobre o cenário macroeconômico.
Acumulados dos próximos dias podem chegar a 100mm em algumas regiões gaúchas
Confira o Fechamento de Mercado desta sexta- feira (10)
A Argentina deixou para trás um modelo fundamentado no petróleo convencional e se tornou um produtor claramente dominado pelo petróleo de xisto de Vaca Muerta. Acompanhe a conversa entre Camila Fontana, chefe-adjunta da redação da Argus em São Paulo, e Nazareno Ferrero, gerente de desenvolvimento de negócios da Argus em Buenos Aires, sobre a evolução recente e as perspectivas da indústria de energia no país sul-americano. Tópicos discutidos: Evolução estrutural da indústria de refino e petróleo na Argentina Foco doméstico dos refinadores e impacto na dinâmica de exportação Mudança na matriz de exportação de Escalante para Medanito Novo preço do Medanito para Puerto Rosales
Após semanas visitando lavouras, produtores rurais, eventos do agro e a Bolsa de Rosário, Cristiano Palavro relata a consciência política muito mais apurada de nossos hermanos.
Chuvas em Juiz de Fora devem diminuir a partir do fim de semana, mas cidade mantém estado de alerta; veja como ajudar famílias atingidas. Termos genéricos camuflam penduricalhos em salários de magistrados. CPMI do INSS mostra que 'acordo' para blindar governo Lula e família Bolsonaro ruiu. Argentina tem nova greve em dia de votações relevantes no Congresso. Disputa por cachorro perdido é decidida após reação do animal ao ver tutor na delegacia.
O Bate-Pronto de hoje falará tudo sobre o jogão entre Lanús e Flamengo, pela ida da Recopa Sul-Americana. O programa também projetará a partida entre Athletico-PR e Corinthians e atualizará as principais informações do futebol mundial.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Aeroportos em diferentes capitais do país registram cancelamentos de voos para a Argentina. Uma greve geral contra a reforma trabalhista proposta pelo presidente Javier Milei paralisa os serviços na Argentina. Por causa disso, dezenas de voos que saem e chegam ao Brasil foram cancelados. E ainda: Ex-príncipe britânico é liberado depois de ser preso por suspeita de ligações com Jeffrey Epstein.
Viradouro é campeã com exaltação ao Mestre Ciça. Passado o Carnaval, veja quais assuntos devem ser discutidos pelo Congresso. Argentina tem greve geral contra reforma trabalhista nesta quinta; governo Milei promete repressão e alerta jornalistas. José María Balcázar Zelada é eleito presidente interino do Peru após destituição de José Jerí. Ex-presidente sul-coreano é condenado à prisão perpétua por liderar insurreição. Ex-príncipe Andrew é preso no Reino Unido em meio a investigação sobre ligações com Epstein, diz imprensa britânica.
O ministro Dias Toffoli deixou a relatoria do caso Master no STF após a PF encontrar citações ao ministro no celular do dono do banco Master. O novo capítulo do escândalo envolvendo o banco aumenta as suspeitas sobre a atuação do ministro, que recebeu apoio dos colegas.Na Argentina, Milei conseguiu fazer avançar a sua proposta de reforma trabalhista e da redução da maioridade penal. Os projetos foram aprovados nas casas legislativas, apesar dos protestos.Saiba mais: https://linktr.ee/primeirocafenoar
PF entrega relatório sobre celular de Vorcaro ao STF; arquivos têm menções a Toffoli. PF cita lei sobre indícios de crimes cometidos por magistrados ao entregar ao STF relatório sobre celular de Vorcaro. 7 pontos sobre a nova pesquisa Quaest, que projeta disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro. Reforma trabalhista de Milei avança com a aprovação do Senado e segue para Câmara. Vídeo mostra agente atirando contra professora durante operação de imigração nos EUA. Decreto muda regras do vale-alimentação e do vale-refeição; entenda como ficou.
O Consultor Pablo Adreani analisa como foi o ano de 2025 para os produtores da Argentina. E inclui algumas conclusões importantes sobre o desenvolvimento do Agro no Brasil e o congelamento do Agro na Argentina, que nos servem de lição.
_____________ Javier Milei contrariou todas as previsões e venceu novamente na Argentina. Analistas, jornais e opositores já davam sua derrota como certa — mas o líder do movimento La Libertad Avanza conquistou uma vitória histórica nas eleições legislativas, transformando o cenário político argentino. Neste vídeo da Brasil Paralelo, você entende como Milei superou a rejeição, reverteu pesquisas e consolidou seu projeto liberal em meio à crise mais profunda do país em décadas. Entre manchetes de “fracasso retumbante” e previsões de colapso, Milei virou o jogo. Seu plano econômico, apelidado de “terapia de choque”, reduziu a inflação, recuperou o peso argentino e devolveu a confiança dos investidores. Mas a vitória vem acompanhada de novos desafios — escândalos políticos, resistência sindical e o desafio de consolidar reformas que dividem o país.
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (15): Movimentos sociais preparam uma marcha paralela durante a COP30, em Belém (Pará), neste sábado (15). O ato, em formato de “cortejo fúnebre”, tem como alvo a indústria do petróleo. Reportagem: Bruno Pinheiro. A Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag) participou de uma marcha ao lado de ministros durante a COP30, em Belém. A entidade, que é alvo de investigações sobre fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), deve ser ouvida por uma comissão parlamentar ainda este ano. Reportagem: Bruno Pinheiro. O doutor em direito ambiental Leonardo Munhoz analisa o encerramento da primeira semana da COP30, marcada por negociações travadas. O especialista afirma ser “normal que ainda não tenha grandes avanços” nesta fase da Cúpula. Parlamentares demonstraram insatisfação com a quarta versão do Projeto de Lei Antifacção, apresentada pelo relator Guilherme Derrite (Progressistas), que ainda não reúne consenso. O deputado Reginaldo Lopes (PT) comentou as negociações, afirmando que o governo “já teve várias vitórias”. A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado inicia seus trabalhos nesta terça-feira (18), no Senado Federal, e deve ouvir diretores da Polícia Federal. Reportagem: Rany Veloso. O morador da casa que explodiu no Tatuapé, em São Paulo, Adir Mariano, já havia sido investigado por ligação com um grupo de baloeiros. O corpo carbonizado encontrado nos escombros seria o dele. A explosão, na noite de quinta-feira (13), deixou 10 feridos e mais de 20 casas interditadas. Reportagem: Julia Fermino. A Polícia Federal indiciou Silvio Almeida por assédio sexual. O ex-ministro dos Direitos Humanos do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi demitido em 2024 após as denúncias. O relatório da investigação foi enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), e o caso corre em sigilo. Reportagem: Janaína Camelo. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou já ter uma decisão tomada sobre a Venezuela, mas não detalhou qual será a medida. Em paralelo, nove guerrilheiros morreram em um bombardeio da Colômbia próximo à fronteira com o país governado por Nicolás Maduro. Reportagem: Fabrizio Neitzke. O coronel da reserva do Exército Brasileiro Marco Antonio de Freitas analisa a Operação Lança do Sul, anunciada por Donald Trump. Para ele, a ação contra o narcotráfico representa uma “tentativa de pressionar a Venezuela”. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O Bate-Pronto de hoje projetará o jogão entre Racing e Flamengo, na Argentina, pela semifinal da Libertadores. O Mengão venceu o jogo de ida, semana passada, no Rio de Janeiro, por 1 a 0. Assim, joga por um empate hoje para avançar à grande decisão do torneio continental.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta segunda-feira (27):O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) colocou a suspensão do tarifaço como condição para a continuidade das negociações com o governo de Donald Trump. Lula reforçou o pedido para que os Estados Unidos retornem ao “patamar zero” nas tarifas, o que, segundo ele, é essencial para o avanço das conversas.O petista também demonstrou insatisfação com a escolha de Marco Rubio para liderar as negociações sobre o tarifaço. Lula pediu a Trump que o secretário de Estado “negocie sem preconceito”, em uma crítica velada à postura ideológica de Rubio.Durante entrevista, Lula afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) é uma figura “irrelevante” e contou ter dito a Trump que “com três reuniões que você fizer comigo, vai perceber que o Bolsonaro era nada praticamente”.Na Argentina, o partido do presidente Javier Milei, A Liberdade Avança, venceu as eleições legislativas com 41% dos votos, consolidando sua força no Congresso. O resultado fortalece as propostas de privatizações e reformas econômicas do governo.O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) defendeu a candidatura do irmão, Carlos Bolsonaro (PL-RJ), ao Senado por Santa Catarina em 2026. A declaração provocou um impasse interno no PL, após a deputada Carolina de Toni (PL-SC) ameaçar deixar a legenda caso não seja a escolhida.Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (27): O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, na Malásia, que a relação entre Brasil e Estados Unidos está “estabelecida” após a reunião com o presidente norte-americano Donald Trump. Em coletiva de imprensa, o petista disse estar otimista com o resultado do encontro e declarou acreditar que os países logo encontrarão uma solução para o “tarifaço” de 50% sobre produtos brasileiros. Associações brasileiras avaliaram positivamente o encontro entre Lula e Trump. A Abiec e a Abimaq afirmaram que um possível acordo sobre as tarifas manterá a competitividade entre os países. O professor de economia do Insper, Gustavo Macedo, analisou o impacto das negociações. Uma pesquisa de intenção de voto divulgada pela Paraná Pesquisas mostrou que o presidente Lula venceria as eleições presidenciais em todos os cenários testados. No primeiro turno, o petista aparece à frente de Jair Bolsonaro (PL), Michelle Bolsonaro (PL), Tarcísio de Freitas (Republicanos), Ciro Gomes (PSDB), Flávio Bolsonaro (PL), Ratinho Júnior (PSD) e Romeu Zema (Novo), variando conforme as simulações. Em entrevista exclusiva ao repórter Misael Mainetti, o secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, Vitor Santos, comentou o avanço do crime organizado no estado e destacou o número de fuzis apreendidos, que já ultrapassa 590 unidades. O presidente Donald Trump elogiou Lula e o parabenizou pelos 80 anos, comemorados nesta segunda-feira (27). Apesar de não confirmar um acordo, os dois líderes trocaram elogios após a reunião na Malásia. Na Argentina, o partido La Libertad Avanza, do presidente Javier Milei, venceu as eleições legislativas deste domingo (27) com mais de 40% dos votos. Cerca de 36 milhões de eleitores foram às urnas para renovar metade da Câmara e um terço do Senado. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que caberá ao seu governo decidir quais forças estrangeiras poderão atuar na Faixa de Gaza para garantir a estabilidade do cessar-fogo. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste domingo (26): Os presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e dos Estados Unidos, Donald Trump, se reuniram na Malásia em um encontro que durou cerca de 50 minutos. O chanceler Mauro Vieira confirmou que o mandatário norte-americano orientou sua equipe a iniciar um processo de negociação bilateral com o Brasil, buscando reduzir ou até suspender as tarifas comerciais impostas ao país. A reunião, marcada por um tom otimista, sinaliza uma retomada do diálogo diplomático entre as duas nações. Comentaristas: Mônica Rosenberg e José Maria Trindade. Reportagem de Eliseu Caetano. O professor de relações internacionais Eduardo Galvão analisou o encontro entre Lula e Trump, destacando o peso da agenda comercial, o futuro das tarifas e o debate sobre regulação das big techs no Brasil — tema de grande interesse dos EUA. O especialista também comentou a nova postura da diplomacia americana e o avanço da China na América Latina. Durante discurso em uma reunião empresarial na Malásia, o presidente Lula apresentou a empresários cinco pilares para atrair o capital estrangeiro, entre eles estabilidade política, fiscal e jurídica. O petista defendeu o multilateralismo e convidou o país asiático para parcerias nas áreas de semicondutores e energia limpa. O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, confirmou que diplomatas do Brasil e dos Estados Unidos discutem a suspensão das tarifas impostas pelo governo norte-americano. Segundo ele, Lula reiterou o pedido a Trump, que aceitou iniciar uma negociação rápida. O chanceler também destacou que o tema Bolsonaro não foi tratado durante o encontro. Ainda de acordo com Vieira, além das tarifas, Lula e Trump também debateram a situação na Venezuela. O presidente brasileiro se colocou à disposição para atuar como interlocutor em busca de uma solução para o iminente conflito. Comentaristas: Mônica Rosenberg e José Maria Trindade. Reportagem de Igor Damasceno. As eleições na Argentina acontecem neste domingo (26), com disputa entre o partido governista de Javier Milei, La Libertad Avanza, e a legenda da oposição peronista, Fuerza Patria. Os comentaristas José Maria Trindade e Mônica Rosenberg analisaram as expectativas para o pleito. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Neste vídeo, analisamos a inédita intervenção do Tesouro Americano no mercado cambial argentino, uma ajuda, que vai além da amizade entre Trump e Milei ou afinidades ideológicas, comprando pesos para tentar estabilizar a moeda, que não para de se desvalorizar. O governo de Javier Milei enfrenta um momento crítico às vésperas das eleições parlamentares de 26 de outubro, que podem definir o futuro de sua governabilidade. Trata-se de uma jogada geopolítica dos EUA para conter a crescente influência da China na América Latina, especialmente na Argentina.
A pesquisadora Gisela Pereyra Doval (CONICET/UNR) analisa o governo Javier Milei e suas contradições: o autoritarismo disfarçado de liberalismo, os cortes à ciência e às universidades, o impacto social do ajuste econômico e a política externa alinhada a Trump e à ultradireita global. No boletim do OED, David Magalhães comenta o assassinato de Charlie Kirk, o avanço do antiglobalismo e da extrema-direita transnacional, e encerra com uma dica cultural sobre Mussolini, o Filho do Século. The post Milei e o populismo reacionário na Argentina appeared first on Chutando a Escada.
O Bate-Pronto de hoje debaterá os dois grandes jogos de ontem pelas quartas de final da Libertadores. Na Argentina, o Flamengo sofreu muito, perdeu por 1 a 0 no tempo normal, mas venceu o Estudiantes nos pênaltis e avançou à semifinal do torneio continental. Já no Morumbi, o São Paulo perdeu novamente para a LDU e deu adeus à competição.
O Palmeiras dominou o jogo no Monumental de Nuñez e voltou de Buenos Aires com 2 a 1 no placar! Neste episódio, Caio Villela, Thiago Ferri e Leandro Bocca analisam a grande atuação do Verdão, a estreia de Andreas Pereira como titular e a boa fase da dupla Fláco Roque. No fim de semana, Abel comanda o time contra o Fortaleza, pelo Brasileirão, ele deve poupar para o duelo de volta da Libertadores? DÁ O PLAY!
O Bate-Pronto de hoje projetará o jogão entre River Plate e Palmeiras, na Argentina, pela ida das quartas de final da Libertadores. O programa também falará sobre o Flamengo, que se prepara para enfrentar o Estudiantes amanhã; o Fluminense, que perdeu para o Lanús pela Copa Sul-Americana; e muito mais!
A derrota de Javier Milei nas eleições em Buenos Aires acendeu um alerta vermelho. O peronismo venceu com folga e o governo saiu muito abaixo das expectativas, aumentando o risco de perder força no Congresso e comprometer suas reformas econômicas.Neste vídeo, analiso o resultado eleitoral, a reação imediata dos mercados — com dólar em alta, bolsa em queda e risco-país subindo — e os desafios políticos e econômicos que Milei precisa enfrentar para salvar o futuro do seu programa liberal.
A crise política e econômica na Argentina se agrava: áudios vazados, denúncias de corrupção no entorno de Javier Milei, recuos na política cambial, alta do dólar e compulsórios recordes pressionando bancos. Explico por que a perda de credibilidade pode acionar uma espiral negativa, como a intervenção do Tesouro fere o acordo com o FMI e o risco de as eleições em Buenos Aires e no Congresso decidirem o futuro do plano de Milei.
Convidado: Ariel Palacios, correspondente da Globo e da GloboNews em Buenos Aires. Depois de quase dois anos no comando da Casa Rosada, Javier Milei já viveu ondas de altos e baixos em sua aprovação. Eleito com o discurso da antipolítica e com a promessa de que daria conta da conturbada economia argentina, ele enfrenta seu pior momento na presidência do país. O gatilho para a crise de Milei é o escândalo que envolve sua irmã, Karina, que é secretária da presidência e a quem chama de ‘El Jefe' (‘O Chefe', em espanhol). O caso veio à tona após a divulgação de áudios de Diego Spagnuolo, amigo pessoal dos irmãos Milei que ocupava o cargo de diretor da Agência Nacional para Pessoas com Deficiência. Nas gravações, Spagnuolo cita a participação de Karina em um esquema de corrupção na compra de medicamentos — a irmã do presidente ficaria com 3% dos 8% da propina cobrada em todos os contratos do departamento. A turbulência se soma à desconfiança da população e do setor financeiro sobre a política econômica de Milei: depois de uma queda expressiva da inflação, os preços voltaram a subir. Tudo isso às vésperas de duas importantes eleições: para representantes da província de Buenos Aires, em 7 de setembro; e para deputados e senadores nacionais, em 26 de outubro. Para explicar a crise no governo da Argentina, Natuza Nery conversa com Ariel Palacios, correspondente da Globo e da GloboNews em Buenos Aires. Ele fala sobre a relação umbilical dos irmãos Milei e o peso das denúncias de corrupção para a imagem do presidente.