Podcasts about congresso

  • 1,548PODCASTS
  • 24,733EPISODES
  • 33mAVG DURATION
  • 5WEEKLY NEW EPISODES
  • Jul 20, 2026LATEST

POPULARITY

20192020202120222023202420252026

Categories




    Best podcasts about congresso

    Show all podcasts related to congresso

    Latest podcast episodes about congresso

    PEBMED - Notícias médicas
    Afya News | 20/07/26: Novas vias em RNAm, fatores sobrepostos em cardio-oncologia e plano do SUS

    PEBMED - Notícias médicas

    Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 2:12


    Fontes do episódio aqui:⁠https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/20-07-2026Nesta segunda-feira, o boletim analisa descobertas em biologia molecular de plataformas genéticas, a intersecção de fatores em cardio-oncologia e o planejamento estratégico de saúde frente a riscos ambientais. Abordamos o estudo publicado na Nature Biotechnology revelando que a resposta gerada por tecnologias de RNAm segue múltiplos caminhos no organismo, evidenciando o papel ativo das células musculares na apresentação de antígenos ao sistema de defesa. Detalhamos o alerta da American Heart Association direcionado a mulheres idosas, apontando que a fibrilação atrial e neoplasias mamárias compartilham fatores basais comuns como processos inflamatórios crônicos e distúrbios metabólicos. Por fim, trazemos no Radar a apresentação do plano AdaptaSUS no Congresso do Conasems, uma iniciativa do Ministério da Saúde para estruturar a resiliência de serviços públicos e o alerta precoce diante de oscilações ambientais extremas. Afya News. Informação médica confiável e atualizada no seu tempo.

    Boa Noite Internet
    O Império da IA — com Karen Hao

    Boa Noite Internet

    Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 63:50


    O Império da IA, com Karen HaoEm 2019 — tempos mais simples! — a jornalista Karen Hao foi fazer o primeiro “perfil” jornalístico da sua carreira, aquelas reportagens em que um jornalista passa dias acompanhando uma pessoa ou empresa, uma coisa meio biografia, meio retrato congelado no tempo.A tal empresa era uma startup do Vale do Silício, ainda pequena e desconhecida dos meros mortais como eu e você, mas que hoje é a mais valiosa da história: a OpenAI, também conhecida como “a criadora do ChatGPT”.A Karen Hao vendeu o projeto do perfil para o MIT Technology Review porque a OpenAI parecia, naquela época, uma startup diferente. O “open” no nome nasceu da visão de que inteligência artificial é um assunto tão importante para o futuro da humanidade que precisava ser explorado de um jeito aberto, compartilhando conhecimento com todo mundo, e mais preocupado em proteger esse tal futuro do que em só gerar lucro.Hoje, aqui direto de 2026, a gente já sabe que não foi exatamente isso que aconteceu. Com o tempo, a OpenAI se transformou numa empresa oficialmente voltada para o lucro como qualquer outra e chegou a ser processada por Elon Musk — um dos apoiadores iniciais do projeto — por quebrar essa promessa de ser ‘open'. Em maio, o Elno perdeu a causa, e a OpenAI agora se prepara para lançar as ações na bolsa e, pelos números atuais, já largar valendo mais de 1 trilhão de dólares.Mesmo em 2019, a Karen Hao sentiu que todo esse papo de “open” não era bem assim: segredos e competitividade em todas as conversas que ela ouvia na empresa. Publicou o tal perfil contando isso e o pessoal da OpenAI… não gostou muito. Achou que ela ia só falar bem deles, e a empresa cortou contato com ela por três anos.O Boa Noite Internet é uma publicação apoiada por pessoas como você, nosso público. Para receber novos posts e apoiar meu trabalho, considere tornar-se um assinante gratuito ou pago.Até que, em maio do ano passado, ela lançou nos EUA o livro O império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total, que segue contando a história da OpenAI — e abre com a bizarra saída do Sam Altman, demitido do cargo de CEO por “nem sempre falar a verdade” ao conselho da empresa, para voltar quatro dias depois nos braços dos funcionários.Mas esse livro não é exatamente uma biografia da OpenAI. Para mim, é mais um retrato de todo o sistema empresarial em que vivemos hoje — inteligência artificial ou não. O importante é que ele acabou de sair no Brasil pela Editora Rocco, que me procurou para saber se eu queria entrevistá-la aqui no programa, aproveitando que ela veio participar do Esquenta do Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo. O congresso, aliás, acontece dia 30 de julho — vai lá no site da Abraji saber mais, quem sabe comprar seu ingresso.Mas enfim, claro que eu queria conversar com ela. Obrigado, Abraji, obrigado, pessoal da Rocco, pelo presente. Quem me conhece sabe que IA agora é um assunto muuuito importante no meu trabalho. Eu fico aqui tentando navegar o meio do caminho entre o fim do mundo exterminador do futuro e a utopia vendida por muita gente. Não acredito em nenhum dos dois cenários, falei disso com a Karen antes e durante a conversa. Mas no final da entrevista a gente volta para falar não só disso, como também de como o IA em Curso, minha comunidade de letramento contínuo em IA, se conecta com tudo. Com promoção? Pode ser. Quem ficar até o fim, verá.A entrevista foi gravada em inglês — a Karen também fala mandarim, mas não fala brazilian —, então vai funcionar assim. Se ouvir no áudio, vai ser a versão original, do mesmo jeito que foi com o Ted Chiang ano passado, para você botar o seu cursinho para trabalhar. Aqui no site boanoiteinternet.com.br você está acompanhando a transcrição completa traduzida, se quiser ler enquanto ouve. E no YouTube tem uma versão legendada. Assim, você entra na conversa do jeito que preferir.Combinado? Então, bora lá entender O Império da IA com Karen Hao, no Boa Noite Internet.Cris: Karen Hao, bem-vinda ao Boa Noite Internet.Karen Hao: Obrigada pelo convite.Cris: Que bom ter você aqui. Espero que o Brasil esteja te tratando bem durante a Copa do Mundo — a gente veio falar sobre isso. Hoje é dia de falar de futebol, de Copa do Mundo, quais são as chances de cada país. Mas a primeira coisa que você precisa saber sobre essa conversa é que eu não sou jornalista. Não sei fazer isso. Peço desculpas antecipadas à sua profissão e ao seu ofício.Além disso, você foi enganada. Eu não estou aqui pra te entrevistar. Isso aqui é uma sessão de terapia. Você vai me ajudar a superar meus traumas.Porque eu sou da… do que eu chamo de “geração esquecida” — sou geração X, nasci nos anos 70. Esquecida porque, nessa guerra de gerações, as pessoas esquecem que a gente existe, e isso é incrível, porque a gente causou muito estrago no planeta. O Elon Musk é geração X, então é só isso que você precisa saber sobre a minha turma. Gente como ele, ou como Marc Andreessen… eu cresci lendo e assistindo à ficção científica que dizia que tecnologia é a melhor coisa do mundo, que ciência e engenheiros são incríveis e vão nos levar pra um lugar incrível.Sou uma daquelas pessoas que, quando a internet surgiu, falou: a paz mundial está logo ali. O conhecimento a um clique de distância, o futuro vai ser incrível. E aqui estamos nós. Então, quando usei o GPT pela primeira vez, e depois o ChatGPT, fiquei super empolgado. Foi a primeira vez, desde a internet, que eu fiquei realmente empolgado.Tenho até uma certa fama de ser mal-humorado com tecnologia: Bitcoin é lavagem de dinheiro, Clubhouse não presta — e as pessoas, ah, Clubhouse é a próxima grande coisa. Mas quando a IA chegou, eu falei: isso é importante. Só que eu já não era mais aquela criança dos anos 70. Tinha crescido, tinha visto o que aconteceu com a internet, tinha trabalhado numa big tech. E estava em desespero com o sistema em que a IA estava sendo construída.Dito tudo isso, o seu livro, aqui, já nas livrarias, recebe provavelmente o melhor elogio que eu posso dar: é otimista. Não é uma lista de reclamações e gente má fazendo coisas más. Claro, você fala muito sobre a OpenAI — ela é o fio condutor da história, especialmente aqueles quatro dias em que o Sam Altman saiu e voltou. E é muito divertido de ler. Mas você toma o cuidado de ser otimista.E uma das coisas que você menciona é como as pessoas na OpenAI, e em todas essas empresas, dizem: “isso é inevitável, a gente tem que fazer”. Quero falar sobre isso. Mas a gente tem que começar pela pergunta que você provavelmente ouve em todo podcast, a do título — Império da IA. Por que império?E acho que essa pergunta é ainda mais relevante no Brasil, país do sul global, colonizado. Por que império da IA?Karen Hao: Antes de mais nada, obrigada por dizer que o livro é otimista. Muita gente não reconhece isso, mas é verdade. Eu escrevo com um profundo otimismo de que os danos que a gente vê podem mudar. Não faria o trabalho que faço se não achasse que as coisas vão mudar.Sobre por que eu uso a expressão império, ou império da IA: a forma como empresas como a OpenAI operam é impressionantemente parecida com a dos impérios antigos. Eu traço quatro paralelos no livro. O primeiro é que elas reivindicam recursos que não são delas — os dados das pessoas, a propriedade intelectual de artistas, criadores como você, jornalistas.Segundo, elas exploram uma quantidade extraordinária de mão de obra. Isso vale tanto para os trabalhadores da cadeia de produção de IA, mal pagos e maltratados, que ainda assim geram uma riqueza extraordinária para essas empresas, quanto para os trabalhadores cujos empregos são automatizados e cujos direitos são corroídos pela implantação dessas tecnologias em diferentes setores.A terceira característica é que impérios controlam os fluxos de informação na sociedade. Essas empresas censuram a pesquisa fundamental sobre essas tecnologias, o que limita nossa capacidade de entender as verdadeiras limitações e capacidades dos modelos que desenvolvem. E estão criando uma tecnologia de informação que tentam transformar no portal único pelo qual qualquer pessoa se relaciona com o mundo.Esse portal impregna as ideologias do Vale do Silício, seus sistemas de valores, sua língua, e projeta a hegemonia do inglês. Isso influencia boa parte do conhecimento que a gente vai produzir daqui pra frente, porque cientistas e educadores usam essas plataformas e acabam perpetuando essas mesmas ideologias e valores.E o quarto e último paralelo é que impérios sempre se agarram a uma narrativa existencial ou moral sobre por que precisam existir. Essas empresas fazem a mesma coisa. Dizem que são o “império do bem”, numa missão civilizatória de trazer progresso e modernidade pra toda a humanidade, competindo contra um “império do mal” que ameaça mandar a humanidade pro inferno.Quando você conversa com algumas pessoas dentro dessas empresas, ou que as lideram, elas dizem: se você nos deixar construir uma inteligência artificial geral, que elas de alguma forma moldam como um deus, a gente vai acabar numa espécie de utopia, um paraíso onde a mudança climática é resolvida, o câncer é curado, a pobreza é aliviada.Mas, se os caras maus conseguirem isso antes, a gente pode acabar com todos os humanos mortos — um risco de extinção pra todos nós.Cris: E eles vêm dizendo isso há quase dez anos, e ainda usam como ferramenta. A gente está num país que foi influenciado por três impérios ao longo da história: Portugal, Inglaterra e agora os Estados Unidos. Então a gente olha pra essas empresas de um jeito meio cínico: sim, sim, já conhecemos essa história.Mas, ao mesmo tempo, ano passado, o Pew Research Center fez uma pesquisa sobre como o mundo enxerga a IA, e o sul global é bem mais otimista do que o norte. Uma das razões é a ideia de democratizar — não só informação, mas: ah, finalmente eu posso montar uma startup, sair desse lugar de exploração e criar o unicórnio de um bilhão de dólares. Os números são grandes na China. Países em desenvolvimento veem muito mais benefício do que risco na IA.China, 83%. Tailândia, 77%. Holanda, 36%. Canadá, 40%. Será que a gente está deixando passar alguma coisa? A gente está certo? Isso está democratizando mesmo? Até que ponto?Karen Hao: Provavelmente tem duas razões. Uma é que muitos dos danos que a indústria de IA causa à maioria global são bem escondidos. Ela se esforça muito pra esconder como polui o ambiente dessas comunidades, como explora e devasta a mão de obra, deixando traumas psicológicos — como documento no livro.E, recentemente, li um artigo de opinião no New York Times que trazia um bom ponto: muitas economias desenvolvidas estão especialmente atentas ao potencial da IA de desmontar oportunidades de emprego de tempo integral. A gente começa a ver isso cada vez mais. Já na maioria global, muito mais gente vive em economias informais, e aí a ideia de que a IA vai tomar um emprego de tempo integral não pesa tanto.Então os danos mais visíveis — a erosão do emprego formal de tempo integral — pesam mais no norte global, ou pelo menos é lá que as pessoas se sentem mais ansiosas. E os danos invisíveis, que atingem o sul global, ninguém percebe tanto, justamente porque são invisíveis. É meio por isso que tanta gente sente essa divisão que aparece na pesquisa do Pew.Cris: Eu tenho acompanhado as notícias sobre IA no Brasil, e toda semana tem um novo data center sendo construído em alguma cidade. Isso é vendido como uma coisa boa: que ótimo investimento, gera emprego. E me fez pensar de novo — a gente passou por três impérios, mas algumas famílias no Brasil, e aposto que em outros lugares também, estão no poder há 500 anos ao longo da história do país.Então, ao mesmo tempo, a gente pensa: é, estamos sendo explorados, é a mesma coisa. Eu já não tenho emprego, então deixa eu usar essa tecnologia pra melhorar minha vida. Mas as pessoas que realmente tomam as decisões, de novo, nos últimos 500 anos, se perguntaram: como a gente ajuda esse pessoal a explorar nosso país de um jeito que nos mantenha no poder e nos dê muito dinheiro?Mas também foi verdade que, sei lá, a Volkswagen abre uma fábrica no Brasil e aquilo gera emprego, contrata gente pro chão de fábrica e pros escritórios. Como é que isso é diferente com a IA?Karen Hao: De certa forma, não é diferente. Existe um fenômeno parecido: a indústria de IA terceiriza muitos dos trabalhos que ela não quer dentro dos centros de poder, e joga isso pra comunidades empobrecidas, do mesmo jeito que outras multinacionais fizeram por décadas.Mas também é diferente, porque a escala dos impactos trabalhistas e ambientais da IA é completamente outra, muito maior que a da indústria automobilística ou da moda. E a velocidade é outra, porque são tecnologias digitais que atravessam fronteiras muito rápido.E é diferente porque a maioria das pessoas não percebe que a IA, mesmo sendo tecnologia digital, tem uma cadeia de suprimentos muito física e intensiva em mão de obra manual.Quando você compra roupa, café, um carro, é mais óbvio que existem materiais que precisam ser extraídos e depois manuseados por pessoas pra criar aquele produto. Já com a IA, a maioria aceita a narrativa que o Vale do Silício projeta: a de que isso vem da “nuvem”, desses espaços etéreos que parecem nem existir no planeta. E a verdade é exatamente o oposto.Ela depende de uma quantidade extraordinária de extração mineral. Depende da construção de infraestruturas enormes — data centers, instalações de supercomputação espalhadas pelo mundo. E depende de muita, muita mão de obra manual: trabalhadores de dados que limpam, preparam e moderam o conteúdo dos sistemas de IA que chegam até você quando usa o ChatGPT.É isso que a torna tão diferente. E há também uma ideologia completamente diferente sustentando a expansão da IA. Quando você conversa com executivos da moda, eles não vão dizer: se você não comprar nossa roupa, vai pro inferno.Já a indústria de IA diz: se você não nos deixar capturar cada vez mais terra, mais recursos e mais mão de obra pra produzir essas tecnologias, vamos ter uma destruição civilizacional. Isso é, ao mesmo tempo, retórica política usada como arma pra moldar o debate público e a cabeça de quem formula políticas, e também está enraizado num sistema de crenças — algumas pessoas dentro dessas empresas realmente acreditam que, se uma AGI fosse construída, e construída nas mãos erradas, isso levaria mesmo a esse tipo de destruição.E é isso que move a sede cada vez maior da indústria por mais capital, mais recursos e mais terra.Cris: Eu quero falar sobre AGI, mas antes: ano passado, a OpenAI estava sendo processada no Reino Unido por violação de direitos autorais, basicamente todos os livros do mundo digitalizados e usados pra treinar modelos. E um dos executivos disse ao júri: bem, se a gente não puder fazer isso, fecha as portas. Me chocou que muita gente reagiu com um “ah, tá, o que a gente pode fazer? Eles vão fechar as portas”.Em parte porque a gente já está acostumado com essa narrativa. Outro dia, numa conferência, um ex-CEO dizia: a gente teve que usar embalagem de plástico porque é mais barata que papel, senão prejudicaria nosso resultado. E a plateia reagia: ah, então é só fechar as portas — a sociedade não pode arcar com isso.Mas isso também, como você disse, se conecta à ideia de uma grande missão, uma missão de salvar o mundo, que a gente precisa cumprir antes que seja tarde, senão estamos condenados. OpenAI está literalmente no nome — só que em português não é tão direto: é “inteligência artificial aberta”.Foi criada a partir de um sonho, um projeto que era pra ser uma coisa pro bem comum. Em 2019, num tempo bem distante, antes da pandemia, você cobriu a OpenAI, foi até o escritório deles, ficou lá dentro. O que você viu? E, mais importante, como essa missão mudou? O Elon Musk os processou outro dia justamente por mudarem a missão. Isso alguma vez foi verdade? Em algum momento eles pensaram mesmo “ah, a gente vai salvar o mundo”?Como essa narrativa de ser aberta funciona com a OpenAI?Karen Hao: Quando comecei a cobrir a OpenAI, levei a sério o que eles diziam — que tinham sido recrutados com a missão de beneficiar toda a humanidade. E aí, quando me infiltrei na empresa, fui ficando bem mais cética, porque via como eles operavam de um jeito completamente diferente, portas adentro, do que diziam em público.Diziam que iam publicar todas as pesquisas e abrir o código de tudo, e na prática eram uma das organizações mais secretas que já cobri. Eram muitas discrepâncias, e, na época, presumi que tinha havido algum tipo de corrupção que os levou a abandonar a missão original. Depois de cobrir a empresa por mais alguns anos e de trabalhar neste livro, mudei de ideia até sobre a missão original.Não acho mais que ela era um esforço sincero e generoso de beneficiar a humanidade. A missão foi criada pra dar à empresa — na época, uma organização sem fins lucrativos — uma margem de manobra extraordinária pra depois levantar muito capital, acumular muito talento e perseguir a força motriz de verdade por trás de tudo aquilo: se tornar a força dominante no desenvolvimento de IA.E penso assim agora porque, quando você olha pras narrativas de cada nova empresa de IA no começo — a Anthropic, a xAI, a Safe Superintelligence do Ilya Sutskever, a Thinking Machines Lab da Mira Murati —, todas usam a mesma narrativa da OpenAI: nós somos os mocinhos, eles são os bandidos.É por isso que precisamos criar uma nova empresa que avance a IA do nosso jeito, não do deles. E você começa a perceber, por esse padrão, que eles repetem a mesma coisa em parte porque acreditam nela até certo ponto, mas também porque ela funciona muito bem com a imprensa, com o público, com quem formula políticas.No livro, eu reproduzo os e-mails internos que Elon Musk, Sam Altman e Greg Brockman trocavam nos primeiros dias da OpenAI. Eles tinham plena consciência de que estavam criando uma missão que soasse bem para o público. E o propósito de verdade, que também deixaram registrado nesses e-mails, era vencer o Google. Viam o Google como a força dominante em IA e queriam ser eles essa força.Não gostavam de ver o Google na frente, então inventaram justificativas: o Google é uma empresa com fins lucrativos, então nós vamos ser sem fins lucrativos. Mas, no fundo, acho que era puro ego: tem que ser a gente, não eles, a gente quer ser quem lidera isso.E aí passaram um tempão moldando essa missão pública, que acabou sendo super útil pra recrutar o primeiro grupo de pesquisadores e turbinar o avanço deles.Cris: Então agora é um bom momento pra falar de AGI, a inteligência artificial geral. Muita gente pergunta: o que é AGI? O que “geral” quer dizer? E a impressão que peguei lendo seu livro é que, por design, isso nunca fica claro de verdade, porque é um alvo móvel. Essas empresas um dia vão dizer “chegamos, alcançamos a AGI”? Ou o plano é sempre “não, não, ainda não chegamos, me dá mais dinheiro, me dá mais poder”?Qual é o papel da AGI na narrativa dessas empresas?Karen Hao: Já que a gente está falando de ficção científica, eu costumo usar a analogia de que o mundo da IA é meio como Duna. Em Duna, o personagem principal, Paul Atreides, entende, ao chegar no planeta Arrakis, que o povo de lá foi semeado com um mito: o de que um dia viria um Messias pra libertá-los. Ele sabe que é um mito, mas decide entrar nele e agir como se fosse o Messias pra controlar melhor aquele povo.E, vivendo, respirando e encarnando esse mito dia após dia, ele começa a perder a noção de que é um mito. Passa a se perguntar se o mito era mesmo verdadeiro ou se foi ele quem o tornou verdadeiro. É essa confusão entre mito e realidade — ele vive num espaço intermediário, sem ter mais certeza do que é verdade e do que é ficção.E trago isso pra responder sobre a AGI porque a AGI é, ao mesmo tempo, um mito e algo que os líderes e os trabalhadores dessas empresas vivem, respiram e encarnam dia após dia, a ponto de perderem a noção do que é mito e do que é realidade. É a ideia de um sistema de IA teórico que um dia igualaria as capacidades humanas. Só que a gente nem tem consenso científico sobre o que é inteligência humana.Por isso, de certa forma, por design, é um termo bem maleável, que deixa essas empresas fazerem o que quiserem. Elas definem e redefinem a AGI conforme a necessidade, movem a trave pra onde quiserem. E, ao mesmo tempo, isso é sustentado por uma crença genuína de certas pessoas lá dentro, por causa dessa confusão entre mito e realidade. Pelas minhas contas, a OpenAI já usou pelo menos quatro definições diferentes de AGI.A primeira está no site deles: “sistemas altamente autônomos que superam humanos na maioria dos trabalhos economicamente valiosos”. É uma definição de automação do trabalho — eles dizem, de forma explícita, que estão atrás dos empregos mais bem pagos. A segunda apareceu no contrato com a Microsoft, por um tempo a maior investidora deles: ali, a AGI virou um sistema que geraria 100 bilhões de dólares em receita.Ou seja, uma definição feita pra incentivar a Microsoft a investir. Já o Sam Altman disse ao Congresso que AGI é um sistema que cura o câncer e resolve a mudança climática — uma definição de benefício social, muito útil quando você quer que os reguladores não te regulem.E, por fim, quando falam com o consumidor, dizem que vai ser o melhor assistente digital que você já teve — porque, claro, estão tentando vender o produto.E aí você percebe duas coisas. Primeiro, que é um conjunto de definições completamente incoerente. Segundo, que eles trocam de definição conforme o público que querem convencer. Mas também tem gente nessas empresas que acredita de verdade que está construindo uma tecnologia capaz de dar conta das quatro coisas.Então é uma realidade bem confusa e complicada: o que a AGI de fato é, e pra que ela serve, para essas empresas, para a agenda delas e também para as crenças delas.Cris: Como ex-funcionário da Meta — entrei em 2013 —, a missão era unir o mundo e torná-lo mais aberto e conectado. É uma missão incrível. E tem uma coisa que eu sempre digo, porque muito amigo meu vem falar comigo, “ah, esse cara da OpenAI, ou a própria Meta, são maus”. Eu conheci muita gente na empresa. Nunca conheci uma pessoa mal-intencionada.Todo mundo, independente da missão, era gente boa tentando entregar o melhor produto possível, pra dar poder a quem tem um pequeno negócio, por exemplo. Tenho amigos pessoais que construíram a empresa deles em cima da publicidade do Facebook e do Instagram. E esse é justamente o problema, porque ainda assim é uma corporação muito má, pelo que ela causa ao mundo pra bater as metas de negócio.Ou seja, você não precisa de um vilão tipo Lex Luthor pra causar um estrago desse tamanho no mundo. E adorei a referência a Duna. Duna é engraçado: é o livro que eu mais reli na vida que não foi escrito pelo Tolkien. Li o primeiro Duna umas três vezes, e toda vez é como se fosse um livro diferente. Na primeira, eu era adolescente, e era só o Paul Atreides, o cara durão.Na segunda, eu morava no Canadá e li com olhos de estrangeiro, pensando em colonização. E na terceira vez foi quando os filmes do Denis Villeneuve saíram, e aí era: ah, o Bene Gesserit criou esse mito, isso é meio pós-moderno. Narrativamente, fico me perguntando o que vai significar pra mim se eu ler uma quarta vez.Karen Hao: Eu ia te perguntar isso. Quando você disse que cresceu numa época cheia de ficção científica falando das maravilhas da tecnologia, fiquei curiosa: que histórias você estava lendo? Porque muita coisa que saiu nos anos 70 e 80 dizia exatamente o oposto. E muita gente já apontou que os executivos de tecnologia de hoje, que vivem citando essas histórias, interpretam elas justamente ao contrário da intenção original.Cris: Concordo plenamente. Mas, respondendo: foi basicamente Isaac Asimov e Arthur C. Clarke. E é por isso mesmo — os executivos de tecnologia, e o Elon Musk mais que todos, leem esses livros como receita, não como aviso. O livro de que eu mais me lembro, nem lembro o título, era um do Asimov em que ele descreve o elevador espacial que aparece na série da Apple TV, Fundação.E o enredo é: eu sou esse engenheiro brilhante, quero construir essa coisa no Sri Lanka, mas o governo trava tudo com regulação — eu sou um gênio e a regulação é a vilã. Hoje eu leio e penso: ah, sei. Mas, quando garoto, era só “olha, um elevador espacial, que genial, a gente nem precisa de foguete”. E aí você começa a entender. E aí eu parei de ler esses caras.E passei a ler gente com uma visão completamente diferente: o Ted Chiang, que entrevistei ano passado, a N.K. Jemisin, o Cory Doctorow, de quem sou muito fã. E talvez eles sejam mais explícitos, pra gente burra como eu entender: “não, bobo, a analogia é essa”. Mas Duna era incrível — vermes gigantes de areia, o tal garoto durão, e aquela coisa do “eu não aceito o meu destino”.Tenho esse grande destino, mas não quero ele. Do resto da série eu já não gosto tanto. Mas o mais importante de tudo: Duna gerou o melhor GIF de filme de todos os tempos, o “Lisan al Gaib” do Javier Bardem — que eu devia ter colocado durante a sua explicação, aquele “uau, ele está cumprindo a profecia, agindo como o profeta”.Mas, de novo, falando de vilões: você mencionou que essas empresas se colocam como o bem contra o mal, feito impérios antigos. Só que elas também jogam a carta da China, né? “Se a gente não fizer, a Rússia faz primeiro.” Só que a Rússia começou uma guerra e está ocupada demais. “Mas a China chega lá, e é por isso que a gente tem que ser fechado.” É por isso que Mythos e Fable e agora o GPT-5.6 foram proibidos pelo governo. Isso tem fundamento?Quero saber se é possível a China competir — quero mesmo essa resposta — mas também porque, desde toda essa conversa do Fable-Mythos, países como Índia e Brasil vêm dizendo que precisam de um modelo soberano. Dá pra fazer, ou a OpenAI, a Anthropic e o Google estão tão à frente que já não dá?Karen Hao: Sobre a China: você está certíssimo, o Vale do Silício usou por anos a carta do “e a China?” pra escapar de qualquer responsabilização de verdade. Fizeram muito isso na era das redes sociais.A Meta fez muito isso, com o Mark Zuckerberg dizendo ao governo dos EUA: vocês não podem nos regular, senão a gente perde. Mas, se a gente ganhar, vai ter um efeito liberalizante no mundo e nas democracias em todo lugar. E, infelizmente, o que a gente viu foi que jogar essa carta repetidamente produziu exatamente o efeito contrário do que o Vale do Silício prometeu.Uma das empresas de rede social dominantes dessa era é a ByteDance. Ou seja, mesmo sem regulação das redes sociais nos EUA, existe uma empresa chinesa de rede social bem dominante. E as redes sociais estadunidenses acabaram tendo um efeito antiliberal no mundo — é bastante consensual que enfraqueceram democracias em todo lugar. E aí, na era da IA, elas seguiram jogando a mesma carta.Mas o que eu sempre aponto é que a gente definitivamente não devia acreditar nelas. Já existe evidência significativa de que tudo o que elas dizem está, de novo, se provando o oposto. Elas disseram: não regulem a gente como empresas de IA, regulem a China, via controles de exportação — um mecanismo do governo dos EUA com alcance extraterritorial.Só que as empresas chinesas agora estão produzindo modelos de IA de código aberto extremamente eficientes, que viraram super populares no próprio Vale do Silício. Existe um monte de startup de lá que prefere usar modelo chinês a OpenAI, Anthropic ou Google.Então, nesse sentido, é um conjunto de evidências bem decisivo, acho, pra mostrar que a gente devia simplesmente responsabilizar essas empresas, não importa o que digam sobre “ah, vamos perder pra China”. No fim das contas, é só retórica política. Não é um argumento real que elas consigam sustentar pra escapar da responsabilização.Responsabilizá-las vai fortalecer a democracia pelo mundo, vai trazer mais direitos humanos, trabalhistas e de privacidade de dados pras pessoas — é sempre o contrário do que elas dizem que aconteceria. E, sobre a sua pergunta em torno da IA soberana: acho a ideia realmente importante, mas acho também que muitos países estão meio confusos sobre o que querem dizer com isso.Muitos governos, hoje, pensam a IA soberana pela pergunta: a gente consegue construir o nosso próprio ChatGPT? O nosso próprio grande modelo de linguagem, o nosso sistema de IA generativa? Estão olhando só pro modelo que o Vale do Silício já definiu e tentando descobrir como recriar aquilo.E o que eu digo pra quem formula políticas é: defina pra que a IA serve no seu país, no seu contexto. Quais são, no fim das contas, os objetivos do seu país? Os objetivos do seu povo? E também os nossos objetivos coletivos, entre países?Porque a gente tem, por exemplo, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Já definimos coletivamente que há coisas que precisamos resolver juntos: superar a crise climática, reduzir a pobreza, melhorar a educação.E, enquanto o Vale do Silício adora dizer que está fazendo tudo isso, na prática não está. Mas a gente poderia — poderia desenvolver, de forma colaborativa, sistemas de IA que realmente avançassem em cada um desses objetivos coletivos que já acordamos.E cada país também devia fazer o exercício: quais objetivos você quer alcançar, e que tipos de sistema de IA você poderia desenhar pra chegar lá — sistemas que talvez não se pareçam em nada com um grande modelo de linguagem. Se os países fizessem isso, acho que descobririam que a maioria dos sistemas de que precisam exigiria muito menos recursos.Ou seja, contextos como o Brasil, a Índia e outros, quando não precisam competir construindo essas infraestruturas de computação gigantescas e gastando centenas de bilhões de dólares, na verdade já têm, localmente, todos os recursos necessários pra desenvolver um sistema de IA soberano.Cris: Quando ouvi falar do seu livro pela primeira vez, uma amiga me disse que você não poupa ninguém — fala mal do Sam Altman, mas também do Dario Amodei. E as pessoas costumam escolher um lado. Eu sou time Claude, odeio o ChatGPT, essas coisas. Então cheguei no livro pensando: ah, é mais um livro dizendo que a IA é terrível, que a gente não devia usar IA.Mas, conforme fui lendo, e ouvindo outras entrevistas suas, me pareceu que o seu problema é justamente o que você acabou de descrever: a forma como essa tecnologia é feita. E, em especial, a palavra escala — a ideia de que a solução é a escala. O que você quer dizer com isso?Karen Hao: Eu costumo usar a analogia de que “IA” é como a palavra “transporte”: na verdade se refere a uma coleção de tecnologias que vão da bicicleta ao foguete. São tipos bem, bem diferentes de tecnologia, que exigem insumos diferentes pra se desenvolver e depois têm impactos diferentes na sociedade.E você está certo: sou especificamente crítica ao que chamo de “foguetes da IA”, os sistemas que os impérios da IA estão desenvolvendo, aqueles que exigem uma quantidade enorme de exploração de mão de obra e extração ambiental.E sou bem otimista com o que chamo de “bicicletas da IA”: sistemas especializados, eficientes, com bom custo-benefício, governáveis pelas pessoas, cujo desenvolvimento pode ser participativo. Países como o Brasil, o Chile, a Índia, qualquer contexto, têm recursos pra desenvolver e se autodefinir, em vez de simplesmente herdar um sistema criado pelos dois únicos centros do mundo capazes de gastar uma quantidade extraordinária de capital: o Vale do Silício e o ecossistema tecnológico chinês.E o motivo pelo qual eu acho tão corrosivo o que os impérios da IA estão desenvolvendo é exatamente o que você disse: a forma como eles fazem isso, por um mecanismo de força bruta pra avançar as capacidades da IA em escala. Eles vão simplesmente empurrando cada vez mais dados de treinamento nesses modelos, e isso exige corroer a privacidade das pessoas, tomar a propriedade intelectual delas e, ainda por cima, baixa a qualidade dos dados que entram nos modelos — o que leva aos danos de exploração de mão de obra, porque aí você tem que dar conta da moderação de conteúdo.E aí você tem pessoas psicologicamente traumatizadas por serem expostas a todo aquele conteúdo horrível que se tenta “lavar” através desses modelos.E aí vem o problema dessas infraestruturas de computação enormes, com impactos ambientais que aumentam a conta de luz das comunidades que as hospedam e agravam a crise de custo de vida. Elas precisam ser alimentadas por fontes fósseis, que jogam mais carbono na atmosfera e mais poluição no ar dessas comunidades.Então todos os problemas que eu identifico, no que têm de corrosivo, derivam inteiramente da abordagem deles pro desenvolvimento de IA. Por que não descartar a abordagem, em vez de descartar a tecnologia? Redefinir e redesenhar de que tipos de sistema de IA a gente precisa de verdade, com uma cadeia de suprimentos fundamentalmente diferente. E isso não é exclusivo da IA.A gente já viu muitas outras indústrias que começaram com uma cadeia de suprimentos bem ruim. A moda, por exemplo: muita degradação ambiental, muita exploração de mão de obra.Com muita organização, protesto, ação de consumidores, regulação governamental e cooperação entre governos, a gente conseguiu criar mercados novos pra moda sustentável e ética, cadeias de suprimentos novas e inovações pra fazer roupa mais saudável pras pessoas e pro planeta.E é basicamente isso que eu defendo: transformar a indústria de IA do mesmo jeito que transformamos a moda, e as cadeias de suprimento de alimentos. Assim a gente fica com os benefícios da tecnologia, ajuda ela a avançar os objetivos que importam pra gente, sem jogar uma fração enorme da população mundial numa condição atrasada e numa qualidade de vida pior.Cris: O Brasil está agora, no Congresso, discutindo a escala de seis dias por semana. A regra atual é: você trabalha seis dias e descansa um. E muitas empresas, o comércio principalmente, dizem “vamos fechar as portas”, e os trabalhadores respondem “isso é problema seu, não meu”. É mais ou menos a mesma narrativa dessas empresas de IA: se eu não usar a sua água, a Idade das Trevas está chegando.Falando em Idade das Trevas, e falando em bicicleta: a sua analogia me lembrou uma coisa. Eu gosto de jogo de zumbi, de mundo aberto, e em nenhum deles tem bicicleta. Num desses jogos, instalei um plugin que deixava andar de bicicleta — você acha uma e sai pedalando. E aí entendi por que não tem bicicleta: desbalanceia tudo. Parte da graça do jogo é você precisar achar um carro, e daí pneu, gasolina, comida pra carregar. De bicicleta, você vai a qualquer lugar.E eu pensei: ah, é. Meio que estraguei o jogo pra mim, porque agora tenho uma bicicleta, é incrível. Enfim, em termos práticos: no fim do ano passado, uns meses atrás, a revista Wired publicou um artigo pedindo pra jornalistas de tecnologia contarem como usam IA no trabalho. E cada um usava de um jeito. Você usa IA no seu trabalho? Como?Karen Hao: Eu não uso nenhum sistema de IA generativa no trabalho — nem ChatGPT, nem Gemini, nem Claude. Por três motivos. O primeiro é uma postura ética, depois de tanto investigar essas empresas. O segundo é privacidade de dados: eu investigo essas empresas.Não quero que elas conheçam todo o meu raciocínio enquanto eu apuro o livro, literalmente investigando elas. E o terceiro é que, no meu caso específico, a força do meu trabalho está na capacidade de construir relações fortes com as fontes, pela empatia, e de contar histórias envolventes, pela narrativa. E os grandes modelos de linguagem simplesmente não são a ferramenta certa pra nenhuma das duas coisas.Não vão melhorar a minha empatia nem a minha escrita. Então eu não perco nada com essa postura ética: simplesmente corto essas ferramentas e sigo fazendo o meu trabalho muito bem. Pra outros jornalistas pode ser diferente, e pra quem está em outras áreas o cálculo pode ser outro.Mas eu incentivo as pessoas a pensarem primeiro: quais são as suas forças no trabalho? Quais são os seus objetivos? E aí ir de trás pra frente pra descobrir se a IA é a ferramenta certa, qual tipo de IA é a ferramenta certa, e qual fornecedor você quer de fato usar, apoiar, votar com os pés. Agora, eu uso, sim, IA preditiva.Aquelas ferramentas de IA especializadas, as “bicicletas da IA”, digamos. No livro, tinha um detalhe que eu queria muito ilustrar: como a OpenAI deu um salto quando passou de organização sem fins lucrativos a um empreendimento bancado pela Microsoft. Percebi que as cadeiras do escritório ficaram bem mais caras. Então fotografei as cadeiras de um escritório e as do outro.E joguei tudo na busca reversa de imagens do Google, que é um sistema de IA especializado — não é baseado em grandes modelos de linguagem, não é IA generativa. Assim descobri quanto essas cadeiras costumam custar. No primeiro escritório, cerca de 2 mil dólares por cadeira. No segundo, eram cadeiras de um designer brasileiro famoso, uns 10 mil dólares cada.Coloquei esse detalhe no livro pra ilustrar o tipo de riqueza e de concentração de recursos de que a gente está falando. Esses são alguns dos jeitos como eu uso IA, ainda que de forma bem limitada, sempre pontual, quando acho que vai ajudar. E, claro, uso ferramentas de transcrição por IA — outra IA especializada — em todas as minhas entrevistas.Cris: Essa foi uma das partes em que a minha cabeça explodiu, eu nunca tinha percebido: a OpenAI criou o Whisper. Deixa eu dizer de outro jeito, do meu ponto de vista. A OpenAI liberou abertamente essa ferramenta incrível de transcrição, o Whisper, em que eu jogo o áudio e ela me devolve as palavras que as pessoas disseram. E eu pensei: ah, que generoso da parte deles.Mas o motivo real de terem criado a ferramenta foi pegar todos os vídeos do YouTube, transcrever e alimentar a máquina. E aí é: ah, claro. Enfim, falando de ferramentas e de otimismo — a gente está chegando ao fim da conversa. Eu tenho uma regra desde o episódio dois deste programa, há oito anos: de novo, como eu disse do seu livro, não pode ser só uma lista de reclamações e coisa ruim. E a gente tem se saído bem até aqui.Você falou de caminhos e de bicicletas, mas eu quero ser mais específico. Se isso aqui fosse uma reunião de negócios: qual é o plano de ação, quais são os próximos passos? Só que uma das coisas que eu repito bastante, na vida e neste programa, é que problema sistêmico não se resolve com ação individual. Se eu tomar banhos mais curtos, isso nunca vai salvar o planeta do aquecimento global.E muitos amigos meus simplesmente: não quero falar de IA, não quero usar IA. Voltando aos videogames: leram que tal jogo usa IA e pronto, não vão jogar. E a minha primeira pergunta pra você é: como a gente ocupa esses espaços da IA generativa — ChatGPT, Gemini e por aí vai? Porque o que a gente viu com as redes sociais foi: ah, o Facebook é do mal, vou sair do Facebook. Ah, vou sair do Twitter.E, na esperança de quê, sei lá, talvez alguém diga: ah, sinto falta do Cris, cadê ele? Ah, está no Bluesky. Mas isso deixa o espaço aberto pra os radicais entrarem e postarem o que quiserem, sem ninguém contrapor ou tornar aquilo um lugar melhor. Então como a gente ocupa o espaço da IA — seja qual for a definição de “espaço da IA” que você preferir — com todos esses problemas que a gente vem discutindo?Karen Hao: Acho que tem duas categorias de ação pra gente pensar. Uma é desmantelar o império. A outra é investir e construir novos tipos de sistema de IA, que se tornem alternativas às tecnologias do império. Quando eu digo desmantelar o império, não estou dizendo que quero que a OpenAI, o Google, a Anthropic, seja quem for, simplesmente deixem de existir.É que eu não quero que elas sejam imperiais. Não quero que fiquem extraindo uma quantidade extraordinária de valor sem redistribuir nada em troca. Se elas voltassem a ser negócios que praticam uma troca justa de valor com o mundo, eu ficaria perfeitamente feliz com qualquer tecnologia que estivessem desenvolvendo.E a forma de desmantelar o império, acho, se resume a muita organização de base, que vai pressionar os governos a regular e responsabilizar essa indústria. No último ano, a gente viu uma quantidade incrível dessa organização de base florescendo pelo mundo.Recentemente, lancei com um grupo de jornalistas, pesquisadores de IA e acadêmicos críticos um projeto chamado AI Resist List, que busca documentar parte dessa organização de base pelo mundo. A gente encontrou cerca de 30 exemplos, de todas as regiões, de ações individuais, institucionais e movidas pela comunidade.Tinha ação artística, ação política. E isso mostra bem o seu ponto: não dá pra contar só com a ação individual, mas o indivíduo pode, sim, ter impacto. Até uma ação pequena pode gerar um grande efeito cascata. Claro que se juntar com os vizinhos pra protestar contra o data center é ainda mais eficaz. Se juntar dentro da sua escola ou universidade pra protestar contra a parceria dela com uma empresa de IA também é mais eficaz.Se juntar com os colegas de trabalho de um setor pra barrar a adoção de uma IA que corrói os direitos trabalhistas é mais um jeito eficaz. A gente tem um monte desses exemplos. Um dos meus favoritos é o de uma comunidade sobre a qual escrevi no livro, Quilicura, no Chile, na periferia de Santiago. É uma comunidade da classe trabalhadora, bem pobre, que vem sendo alvo incessante da expansão de data centers.E por isso protestaram de forma bem aguerrida contra essa expansão, porque não acharam bom negócio hospedar essas instalações sem tirar nenhum benefício, enquanto elas consomem uma parte significativa dos recursos naturais da região.E, logo depois que escrevi sobre eles, foram além na resistência e criaram uma plataforma chamada Quili.ai. É um site em que você entra e que parece um chatbot, parece o ChatGPT: tem uma interface de chat pra você digitar. Só que, quando você faz uma pergunta, em vez de um modelo de IA responder, a mensagem é encaminhada pra alguém que mora em Quilicura, no Chile. Aí, se você pede “quero a imagem de um cachorro”, aquilo vai pro artista local deles, o Benji. Ele pega um pedaço de papel, desenha um cachorro, tira uma foto e te manda de volta.Eles fizeram isso essencialmente como um projeto de arte performática, pra fazer as pessoas pensarem duas vezes antes de usar IA generativa pra bobagem. A mensagem era: ei, quando você fica brincando com essas ferramentas em pedido besta, isso afeta comunidades como a nossa, drena os recursos de que a gente precisa pra viver bem.E também queriam levar as pessoas a pensar: por que não perguntar pra alguém da sua própria comunidade aquela receita que você procurava, ou pedir aquela imagem? Porque aí você reconstrói as conexões que estão tão em falta na sociedade — a falta delas é o que nos deixa mais vulneráveis a esse tipo de colonização do império.Eles deixaram o projeto aberto por 24 horas, e qualquer pessoa no mundo podia mandar um pedido. Receberam uma quantidade extraordinária deles. Viralizou de vez. E essa cidadezinha conseguiu uma virada enorme de narrativa sobre a suposta inevitabilidade e necessidade dessa tecnologia, sobre tudo o que o Vale do Silício diz — que, se você não usar, vai ficar pra trás de quem usa.E esse é só um exemplo, entre muitos, de como pessoas comuns, não importa a sua posição na sociedade, podem ter impacto real no debate, na consciência pública e até na regulação. A gente está vendo isso agora com os protestos contra data centers. Nos EUA, em 2025, cerca de 150 bilhões de dólares em projetos de data center foram travados.Isso virou uma das questões políticas mais quentes nos EUA para as próximas eleições de meio de mandato. Tem gente eleita sendo literalmente tirada do cargo por ter aprovado data centers, contrariando a vontade do povo. E isso já está tendo efeito real sobre as empresas e sobre a trajetória do desenvolvimento de IA.A OpenAI teve que encerrar recentemente a sua ferramenta de geração de vídeo, o Sora. Quando lançaram, apresentaram como o segundo produto mais importante desde o ChatGPT. O que aconteceu entre o lançamento e o fim? Uma reportagem do Wall Street Journal apontou três motivos, todos moldados por ação de base. Um: um gargalo enorme de capacidade de computação.Muitos dos data centers travados ou parados eram da OpenAI. Dois: um cenário financeiro bem mais incerto. A OpenAI está se preparando pro IPO, o que significa ficar mais exposta a Wall Street — e Wall Street está cada vez mais nervoso com a capacidade dessas empresas de cumprir o que prometem.E aí a OpenAI teve que reforçar alguns projetos paralelos pra fazer o balanço parecer um pouco melhor aos olhos de Wall Street. E, terceiro: os consumidores simplesmente não estavam usando o produto — o que também é ação coletiva de consumidores. Então, por todo esse tipo de resistência, de várias formas, de baixo pra cima, as pessoas estão de fato tendo impacto real na indústria e responsabilizando ela.Essa é a primeira categoria de ação. A segunda é: ok, que tecnologias de IA a gente usaria como alternativa? E aí a gente precisa investir mais nelas. Muitas vezes, quando converso sobre o livro, a pessoa diz: ok, me convenci de que não quero usar ChatGPT, não quero usar Claude — mas então uso o quê no lugar?E o problema é que eu não tenho muitas respostas pra essa lista de alternativas. Tem umas poucas aqui e ali, uma plataforma, uma empresa.Cris: Dá pra rodar o modelo no seu próprio computador, como o Cory Doctorow faz, mas aí é limitado e…Karen Hao: Exatamente, exige mais habilidade técnica. Mas, pra quem consegue instalar modelos de código aberto no próprio computador, eu incentivo 100%. Só que a gente também precisa de mais gente desenvolvendo interfaces bem fáceis pra esses modelos de código aberto, pra que qualquer pessoa consiga usar.A gente também precisa de mais gente desenvolvendo “bicicletas da IA”, de investidores e governos investindo mais nesse tipo de solução, e de talento — pesquisadores de IA, desenvolvedores e outras pessoas dispostas a sacrificar um pouco e abrir mão dos pacotes de remuneração enormes.Cris: Eu estava começando a achar que agora as empresas precisam ter menos lucro — e isso nunca vai acontecer.Karen Hao: Não, não é a empresa ter menos lucro. É o trabalhador topar abrir mão do pacote de milhões de dólares pra levar o talento dele pra outro lugar. Mais fácil, bem mais fácil. Eu converso com muito pesquisador de IA cansado da abordagem da indústria, porque ela é completamente sem criatividade intelectual.Eu conversei com pesquisadores que não passaram seis anos num doutorado em IA só pra ficar empurrando mais dados na máquina — pra eles, é o trabalho mais chato do mundo. E depois automatizar a programação, que era justamente o que eles gostavam de fazer. Converso com tanta gente que já não acha graça nenhuma nisso. Estão meio presos por “algemas de ouro”.E estão tentando descobrir, dentro de si, que carreira alternativa poderiam ter. Eu costumo incentivar esses pesquisadores a gastar o talento deles construindo um tipo diferente de empresa, que trabalhe com “bicicletas da IA”. E a gente já começa a ver cada vez mais desse talento indo por aí.E a gente precisa que todas as facetas da sociedade invistam num ecossistema muito mais robusto e rico de tecnologias de IA, capaz de substituir as que hoje dominam. Eu ainda tenho as cicatrizes das minhas próprias “algemas de ouro”, mas concordo plenamente.Cris: E as redes sociais são o exemplo — veja o que aconteceu com elas. Tem aquela frase famosa: as mentes mais brilhantes da minha geração passam o tempo fazendo as pessoas clicarem em anúncios. E ainda dizem: ah, isso pode ser o futuro. Pois é.Você contou a história do Quili.ai e isso me lembrou um dos primeiros criadores de conteúdo do Brasil, o Cid Não Salvo. Uns 10, 15 anos atrás, ele tuitou o seguinte: “Gente, eu disse pro meu pai que, sempre que ele precisar pesquisar alguma coisa na internet, é pra ir no Twitter.com e digitar a pergunta na caixa”. E olha que ele tinha milhões de seguidores.E, por uns bons dias, quase um mês, você entrava no Twitter do pai dele e via perguntas tipo “onde eu compro pizza?”. Era engraçadíssimo. No fim, ele contou pro pai — ou talvez não. Mas eu adoro essa ideia. Antes de a gente terminar: você já deve ter respondido isso mil vezes, mas vai continuar cobrindo IA? O que está na sua cabeça, o que vem por aí? Turnê mundial? O que vem pela frente?Karen Hao: Com certeza estou pensando em como continuar responsabilizando essas empresas. Estou envolvida em várias colaborações, com gente incrível, em diferentes projetos ligados a isso. O AI Resist List foi um deles. Também co-criei um programa chamado AI Spotlight Series, com o Pulitzer Center, uma organização jornalística sem fins lucrativos que financia jornalismo investigativo pelo mundo.É um programa que treina jornalistas do mundo inteiro a cobrir IA por uma lente de responsabilização. Até agora, já treinamos mais de 3 mil. E eu sigo pensando em como construir mais capacidade dentro do jornalismo, da sociedade civil, de outros contextos, pra mobilizar ainda mais essa organização de base — pra conter de verdade os impérios da IA e ajudar a desmantelá-los.Cris: Adorei o seu exemplo da moda. É possível, já foi feito. Ou até a indústria automotiva. Ou o grande exemplo que a gente não mencionou, e que o pessoal da OpenAI vive citando: o Projeto Manhattan, a energia nuclear.O mundo não acabou. Quando eu era criança lendo Asimov, achava que ia tudo acabar num fogo nuclear. Enfim — alguma última palavra, alguma mensagem, algum palpite pros jogos do Brasil na Copa, alguma coisa que você queira dizer antes da gente encerrar?Karen Hao: No fim das contas, o que eu espero que fique desta conversa e do livro é o seguinte: neste momento, o Vale do Silício está concebendo a IA como um projeto político. E a característica central desse projeto é tirar a autonomia de todo mundo — a autonomia de moldar de verdade o próprio futuro e o nosso futuro coletivo. Mas, no instante em que você reconhece que já tem uma autonomia significativa pra resistir, o império começa a desmoronar.Então espero que as pessoas encontrem a própria voz, a afirmem, conquistem o seu lugar à mesa e se conectem com os vizinhos, com a comunidade, com os colegas de trabalho, pra criar mais movimentos juntos.Cris: Que ótimo. Karen Hao, o seu livro é O Império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total. Obrigado por vir ao Brasil conversar com a gente. Foi um prazer.Karen Hao: Muito obrigada.Uma das primeiras perguntas que anotei quando comecei a pensar nessa conversa foi justamente a do final, a da ocupação de espaços. Porque, como eu disse, quando as redes sociais chegaram para ficar, muita gente falou “ah, não vou usar, é do mal” — e aí as pessoas ruins, vamos chamar assim, acabam ocupando esse espaço e falando o que bem entendem. A gente precisa aprender essa lição agora, no mundo da IA.Fora que vejo muita gente falando de IA sem nunca ter usado — ou que usou, sei lá, dois anos atrás, acha que continua tudo igual e já diz que não quer chegar perto.E por quê? Porque essa abordagem de ocupar espaços é o que eu e a Ana Freitas buscamos fazer no IA em Curso, nossa comunidade de letramento contínuo em IA. Foi, aliás, uma conversa que tive com a Karen antes da entrevista: ao mesmo tempo que a gente fala do impacto da IA no mundo, também precisa focar no que é prático, no que dá para fazer hoje com IA, sem vender sonho nem desastre. A analogia que usei foi a de que é que nem quando a gente fazia curso de Word e Excel — é o que eu faço agora que vai facilitar minha vida, me fazer ganhar tempo, botar a IA para me ajudar. Quem viu minha conversa com a Ana aqui no Boa Noite Internet, no fim de 2025, sabe do que estou falando. Se não viu, volta lá e confere.Desde que a gente lançou este episódio, o IA em Curso já passou de 400 pessoas. Tem muita gente colocando projetos pessoais incríveis na rua, tirando do papel aquela ideia que rondava a cabeça há um tempão. E a comunidade tem mentoria ao vivo, aula gravada, newsletter, banco de agentes, grupo de Telegram… que mais? O que não falta é jeito de passar para você o conhecimento sobre IA de que você precisa hoje, agora. Quero te dar a bússola para navegar nesse universo.Se esse é o tipo de abordagem que você quer ter com a IA, passa lá no iaemcurso.com.br e usa o cupom BNI2026 para ganhar 20% de desconto no plano anual. Mas corre, porque daqui a duas semanas vou apagar esse cupom — não é todo dia que a gente dá um desconto desses.É isso. Boa Noite Internet, temporada 2026 começando — como todo ano, com mudança, ideia, projeto. Ou, como diz minha citação preferida de todos os tempos: “vivemos uma fase de transição, como sempre”. Espero ver você por aqui e lá no IA em Curso.Obrigado pelo seu tempo e pela sua atenção. Até o próximo episódio. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit boanoiteinternet.com.br/subscribe

    Jornal da Manhã
    Jornal da Manhã - 18/07/2026 | Moraes marca depoimento de Flávio Bolsonaro no STF

    Jornal da Manhã

    Play Episode Listen Later Jul 18, 2026 240:15


    Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (18): O presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional , Nelsinho Trad (PSD) pede respostas ao governo Lula sobre a aplicação da Lei da Reciprocidade como resposta ao tarifaço de 25% imposto pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. A iniciativa busca entender como o governo federal está colocando a lei em prática e se os mecanismos do Congresso são suficientes para proteger os interesses comerciais do Brasil. Por outro lado, o governo brasileiro adota cautela e descarta retaliação aos EUA neste momento. Reportagem: Beatriz Souza. A carne brasileira está fora do tarifaço de 25% imposto pelo governo dos Estados Unidos a produtos brasileiros. O alívio, no entanto, é parcial. A China segue como principal preocupação do setor. O país mantém salvaguardas sobre a carne bovina brasileira com validade de três anos. Reportagem: Bruno Pinheiro. O conselho do governo federal aprovou o aumento na mistura de etanol na gasolina vendida nos postos do país. A medida tem validade de 180 dias, mas pode ser prorrogada. Reportagem: Marco Vianna. O Congresso Nacional iniciou o recesso com projetos importantes travados. Devido ao período eleitoral, pautas como o fim da escala 6x1 e “pautas-bombas” podem ser adiadas. Reportagem: Marco Viana. O Tribunal de Contas da União (TCU) autorizou a concessão de novos penduricalhos financeiros para integrantes do Congresso Nacional. A decisão do tribunal desafia o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) e abre caminho para um reajuste salarial indireto de até 15%. Reportagem: Marco Viana. Os Estados Unidos confirmaram a aplicação de uma nova tarifa de 25% sobre parte das exportações do país, afetando principalmente os produtos industrializados brasileiros. O economista Ricardo Balistiero analisa neste sábado (18) os impactos reais da medida do governo Donald Trump na inflação e na balança comercial nacional. O Ministro da Fazenda, Dario Durigan, pediu o adiamento da votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que cria novos benefícios para agentes comunitários. O tema é considerado uma “pauta-bomba” uma vez que o impacto fiscal estimado é de até R$ 30 bilhões. Reportagem: Marco Viana. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), marcou o depoimento do senador Flávio Bolsonaro (PL) para o dia 28 de julho. A decisão do magistrado atende a uma investigação em andamento na corte sobre suspeita de calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Reportagem: André Anelli. A pauta climática e as eleições foram os temas centrais da entrevista de Sônia Guajajara ao Jornal da Manhã deste sábado (18). As pautas indígenas e as eleições de 2026 foram um dos temas abordados na conversa, A parlamentar criticou o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) e o classificou como “aprendiz”. A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) prevê um plano de R$ 130 milhões para diversificar o mercado de exportação do Brasil. A medida estratégica do órgão visa mitigar as perdas causadas pelo novo tarifaço imposto pelo governo dos Estados Unidos. Reportagem: André Anelli. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

    O Antagonista
    Valdemar fala demais e Dino intima 21 partidos sobre emendas

    O Antagonista

    Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 18:19


    Depois de Valdemar Costa Neto admitir que dirigentes partidários interferem nas emendas, Flávio Dino deu 10 dias para 21 partidos explicarem como controlam esses recursos — e a sombra de Eduardo Cunha volta ao centro do debate. No Meio-Dia em Brasília, Rodolfo Borges e Wilson Lima analisam o alcance da medida.No bloco internacional, Duda Teixeira desmonta a acusação de Trump de que a China teria interferido em 2020. E a nova edição da Crusoé traz o "selo Nunes Marques de qualidade" e a desconfiança fabricada contra as pesquisas eleitorais.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto   de Brasília.     Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil.     Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado.    Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube.  https://www.youtube.com/@OAntagonista  Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay:  https://assine.oantagonista.com.br/   Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários!  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Valdemar CostaNeto #FlavioDino #Emendas #STF #CongressoNacional #Politica #NoticiasBrasil #Orcamento #Investigacao #DebatePolitico #PodcastBrasil #YoutubeBrasil #Repercussao

    Boletim Folha
    Governo Lula fala em ataque grosseiro e calcula impacto do novo tarifaço

    Boletim Folha

    Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 5:36


    Congresso entra em recesso sem votar 6x1, taxa das blusinhas e PEC da segurança. E Fifa avalia possível punição à Argentina por faixa sobre as Malvinas na Copa.See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Momento Agrícola
    2026.07.18-3 A MP da Renegociação das Dívidas, com Irineu Orth, da Aprosoja-RS.mp3

    Momento Agrícola

    Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 11:46


    O Ireneu Orth, presidente da Aprosoja-RS, comenta a Medida Provisória para Renegociação das Dívidas, publicada nesta semana. Reconhece avanços, critica alguns pontos, e aguarda a inclusão de mais produtores no futuro, com Projetos de Lei que tramitam no Congresso.

    Ponto de Partida
    Pesquisa com selo e orçamento sem selo

    Ponto de Partida

    Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 49:20


    No Ponto de Partida React desta sexta-feira (17), Luiza Silvestrini e Pedro Doria comentam as opiniões da audiência do Meio sobre o sistema eleitoral brasileiro, os reflexos dele na composição do Congresso e, consequentemente, na destinação do orçamento, e sobre a proposta do Tribunal Superior Eleitoral de conceder um selo aos institutos de pesquisa que mais se aproximarem do resultado das eleições.See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Radioagência
    Governo, Congresso e setor agropecuário entram em acordo sobre dívida agrícola

    Radioagência

    Play Episode Listen Later Jul 17, 2026


    Focus economia
    Ponte Morandi: ex ad Castellucci condannato a 12 anni

    Focus economia

    Play Episode Listen Later Jul 16, 2026


    L'ex amministratore delegato di Autostrade per l Italia, Giovanni Castellucci, è stato condannato a 12 anni di reclusione per il crollo del Ponte Morandi avvenuto il 14 agosto 2018. È questa la sentenza di primo grado emessa dai giudici del Tribunale di Genova. L'ex numero uno di Aspi sta già scontando una condanna per la strage del viadotto di Monteforte Irpino (Avellino) del 2013, in cui perirono 40 persone. I giudici Paolo Lepri (presidente), Ferdinando Baldini e Fulvio Polidori, hanno anche condannato a 11 anni Michele Donferri Mitelli (ex numero tre di Aspi), per cui il pm aveva chiesto 15 anni e sei mesi. Si conclude così un processo in primo grado che si è snodato in 287 udienze. Alla sbarra, in attesa delle decisioni dei giudici , 57 imputati, tra i quali Giovanni Castellucci che, ai tempi del disastro, era amministratore delegato di Autostrade per l Italia. Per gli imputati, i Pm hanno chiesto 400 anni di carcere complessivi e un assoluzione. E la pena più alta, 18 anni e sei mesi, era stata chiesta proprio per l ex ad. Ne parliamo con Raoul de Forcade, Il Sole 24 Ore.Quando la difesa diventa infrastrutturaIl vertice NATO di Ankara ha confermato che il rafforzamento della difesa europea non passa soltanto dall'acquisto di sistemi d'arma, ma anche dalla disponibilità di capacità produttiva, reti logistiche, comunicazioni sicure e infrastrutture in grado di continuare a funzionare sotto pressione. È questo il significato più ampio della resilienza: non solo respingere una minaccia, ma impedire che un attacco, un sabotaggio o un'interruzione prolungata paralizzino il funzionamento di un Paese. Il quadro di riferimento resta quello fissato al vertice NATO dell'Aia del giugno 2025 e riconfermato ad Ankara: gli alleati si sono impegnati a portare la spesa complessiva al 5% del PIL entro il 2035, di cui almeno il 3,5% per la difesa in senso stretto e fino all'1,5% per spese di difesa e sicurezza allargata che comprendono esplicitamente la protezione delle infrastrutture critiche, la difesa delle reti, la resilienza civile e il rafforzamento della base industriale.Una rete elettrica, per esempio, non è un sistema d'arma, ma senza elettricità non funzionano basi militari, ospedali, telecomunicazioni, data center, aeroporti, porti, ferrovie, industrie e sistemi di pagamento. Le reti europee sono già sottoposte a investimenti significativi per sostenere l'elettrificazione, l'integrazione delle fonti rinnovabili e la crescente domanda dei data center; a queste esigenze si aggiunge ora la necessità di proteggere il sistema da blackout, cyberattacchi, sabotaggi e shock energetici. Approfondiamo il tema con Giacomo Calef, co-fondatore di Rheos Partners.Troppo caldo: in Italia a rischio 126 miliardi di Pil in 5 anniIl caldo estremo è ormai un rischio strutturale crescente soprattutto per l'Europa e in particolare per i Paesi del Sud Europa. Dal 1980 a oggi, gli eventi di stress termico sono aumentati di sette volte, mentre la mortalità media per evento è quintuplicata. L'Europa concentra un numero elevato di vittime: Italia, Francia, Spagna e Germania rappresentano insieme circa il 50% dei decessi globali legati alle ondate di calore registrati nel database analizzato. L'Italia da sola pesa per circa il 18% della mortalità mondiale censita. Secondo lo studio di Allianz Trade, oltre la soglia dei 30°C gli effetti economici del caldo peggiorano rapidamente. Ogni grado aggiuntivo tra 30°C e 35°C riduce la produzione oraria media di circa il 3%, mentre il consumo energetico aumenta dell'1,2% per grado a causa della maggiore domanda di raffrescamento. Gli economisti di Allianz Trade sottolineano che l'Europa è particolarmente vulnerabile perché dispone ancora di una diffusione limitata dell'aria condizionata: circa il 19% delle abitazioni contro il 90% degli Stati Uniti. Nello scenario elaborato per il periodo 2026-2030 basato sulla ripetizione degli anni più caldi registrati nell'ultimo decennio i costi macroeconomici risultano molto elevati. Le perdite cumulative di PIL potrebbero raggiungere: 206 miliardi di euro in Francia; 126 miliardi di euro in Italia; 112 miliardi di euro in Germania; 103 miliardi di euro in Spagna. Per Italia, Francia e Spagna ciò equivale a una riduzione cumulativa del PIL compresa tra il 5% e il 7% rispetto allo scenario climatico storico. Ne parliamo con Andrea Resteghini, Head of Credit Underwriting ( capo dei rischi ) Italia e MMEA Allianz Trade.«Dazi, tariffe illegali» e gli Usa rimborsano alle aziende 81 miliardiDonald Trump aveva promesso che i superdazi avrebbero riportato le fabbriche in America, ridotto il deficit federale e costretto il resto del mondo a negoziare alle condizioni di Washington. Ma la realtà dei conti pubblici si sta rivelando molto diversa. Il Tesoro americano ha rivelato di aver già restituito 81 miliardi di dollari alle aziende che avevano versato dazi poi dichiarati illegittimi dalla Corte Suprema. È la prima volta che vengono quantificati i rimborsi già effettuati, una cifra enorme che cancella una parte consistente degli incassi ottenuti con la politica protezionistica dell'Amministrazione Trump e contribuisce ad allargare il profondo rosso del bilancio federale.Negli Usa il contraccolpo delle scelte di Trump è forte e si avverte soprattutto sul piano giuridico e fiscale. I rimborsi riguardano i cosiddetti dazi del «Liberation Day» annunciati da Trump nell'aprile del 2025 e imposti sulla base dell'International Emergency Economic Powers Act (IEEPA), una legge del 1977 che attribuisce al presidente poteri straordinari in caso di emergenza nazionale. La Casa Bianca sosteneva che gli squilibri commerciali costituivano un'emergenza tale da giustificare un dazio minimo di almeno il 10% sulle importazioni provenienti da quasi tutto il mondo, accompagnato da tariffe molto più elevate nei confronti di numerosi partner commerciali, a partire dalla Cina. Lo scorso febbraio, però, la Corte Suprema, con una maggioranza di sei giudici contro tre, ha stabilito che quella legge non autorizzava il presidente a imporre una tassa generalizzata sulle importazioni. Secondo i giudici, Trump aveva oltrepassato i limiti dei poteri affidatigli dal Congresso e l'Amministrazione è stata chiamata a restituire alle imprese il denaro già incassato. I nuovi dati del Tesoro mostrano per la prima volta l'entità dei rimborsi già effettuati. Dall'inizio dell'anno fiscale il governo ha restituito 81 miliardi di dollari, contro i circa 5 miliardi che vengono normalmente rimborsati ogni anno per contenziosi e rettifiche doganali. Approfondiamo il tema con Massimo Fabio, Partner KPMG, EMEA Regional Leader Trade & Customs services.

    JORNAL DA RECORD
    JORNAL DA RECORD | 15/07/2026

    JORNAL DA RECORD

    Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 50:10


    Confira na edição do Jornal da Record desta quarta-feira (15): Polícia desmonta esquema de lavagem de dinheiro do PCC e de facções do RJ. Investigação encontra elo entre a rede de financiamento e terroristas. Brasil espera anúncio de novo tarifaço dos EUA. Governo federal e Congresso fecham acordo para renegociar dívidas de agricultores. Sete anos após vazamento de petróleo, pescadores afetados na costa brasileira seguem sem indenização. O JR mostra como objetos comuns dentro de casa podem prejudicar o sinal do seu wi-fi.

    Assunto Nosso
    Assunto Nosso - Martin Goldmeyer e Waldy Lau, Congresso de Professores da Rede Sinodal em Santa Cruz do Sul

    Assunto Nosso

    Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 28:13


    Martin Goldmeyer e Waldy Lau participaram do programa Assunto Nosso para falar sobre o Congresso de Professores da Rede Sinodal, realizado em Santa Cruz do Sul.

    Arauto Repórter UNISC
    Assunto Nosso - Martin Goldmeyer e Waldy Lau, Congresso de Professores da Rede Sinodal em Santa Cruz do Sul

    Arauto Repórter UNISC

    Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 28:13


    Martin Goldmeyer e Waldy Lau participaram do programa Assunto Nosso para falar sobre o Congresso de Professores da Rede Sinodal, realizado em Santa Cruz do Sul.

    O Antagonista
    Aprovada pauta-bomba: aposentadoria especial pesa nas contas

    O Antagonista

    Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 6:25


    O Senado aprovou a PEC que cria aposentadoria especial para agentes comunitários de saúde e de combate a endemias, medida com impacto fiscal estimado em até R$ 27 bilhões em dez anos.Rodolfo Borges e Wilson Lima analisam por que Davi Alcolumbre pautou a proposta como recado ao Planalto, que pressiona pela PEC do fim da escala 6x1, e a falta de comando fiscal do governo Lula, num cenário em que o próximo presidente terá de fazer um arrocho fiscal sem precedentes.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto   de Brasília.     Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil.     Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado.    Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube.  https://www.youtube.com/@OAntagonista  Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay:  https://assine.oantagonista.com.br/   Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários!  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #aposentadoria #previdência #pautabomba #contaspúblicas #economia #reforma #orçamento #congresso #política #rombo #finanças #governo #votação #análiseeconômica #notícias #podcastbrasil #audiocast #youtube #emalta #tendências

    3 em 1
    Trump recua de cobrar pedágio de 20% no Estreito de Ormuz

    3 em 1

    Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 123:59


    No 3 em 1 desta terça-feira (14), o destaque foi que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou ter desistido de aplicar a taxa de 20% sobre a carga dos navios que trafegarem pelo Estreito de Ormuz. A medida havia sido anunciada na última segunda-feira (13), e será substituída por acordos comerciais e investimentos em países do Golfo Pérsico. Reportagem: Luca Bassani. Em coletiva de imprensa concedida nesta terça-feira (14), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União), afirmou que, caso haja consenso, a MP do Frete poderá ser votada antes do recesso parlamentar. O texto, que foi enviado para o Congresso em março e aprovado pela Câmara dos Deputados em junho, perde a validade na próxima quinta-feira (16). O ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino deu um prazo de 30 dias para as comissões de saúde da Câmara e do Senado esclarecerem a distribuição e transparência na execução das emendas parlamentares. Dino também criticou o que ele chamou de “mercado de terceirização de emendas”. Reportagem: Bruno Pinheiro. A Ordem dos Advogados do Brasil encaminhou nesta terça-feira (14) um ofício ao Supremo Tribunal Federal solicitando a revisão da medida que proíbe as visitas do senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), por 90 dias. Procurada por Flávio, a OAB encaminhou o pedido formal para que os dois possam se encontrar para tratar de temas estritamente profissionais. Reportagem: André Anelli. Em encontro na Barra da Tijuca no Rio de Janeiro, o senador e pré -candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL), definiu o senador Carlos Portinho (PL) como pré-candidato ao senado pelo estado. Portinho ocupa posição deixada após desistência do ex-governador Cláudio Castro (PL). O ministro do Tribunal Superior Eleitoral Kassio Nunes Marques propôs a criação de um selo para premiar os institutos de pesquisa que mais se aproximarem do resultado das eleições. A medida enfrenta resistência e parte das entidades manifestaram serem contrárias à ideia. Reportagem: Thais Sprovieri. O governo brasileiro já trabalha na lógica de que o tarifaço americano de 25% é inevitável e planeja agora negociações para aumentar a lista de exceções às tarifas. A decisão do governo norte-americano deve sair na próxima quarta-feira (15). Reportagem: André Anelli. A Polícia Federal concluiu a primeira investigação da Operação Sem Desconto, que mira o esquema de descontos indevidos em aposentadorias e pensões do INSS. Nesta primeira fase, 48 pessoas foram indiciadas, entre elas o ex-presidente do Instituto, Alessandro Stefanutto, o ex-procurador geral do órgão, Virgílio de Oliveira Filho e o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, o careca do INSS. O ex-governador do estado de Goiás e pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), voltou a criticar seu concorrente Flávio Bolsonaro (PL). Caiado afirmou que Flávio não pode ficar “à margem do pai”, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e que ele deve construir a “própria liderança”. Reportagem: Misael Mainetti. O Conselho Nacional de Política Energética aprovou o aumento da mistura de etanol anidro na gasolina de 30% para 32%. Segundo o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD) , a medida deve diminuir a necessidade de importação de gasolina e também trazer uma redução de até três centavos por litro. Reportagem: Beatriz Souza. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

    No pé do ouvido
    Senado aprova pauta-bomba com impacto de R$ 27 bilhões

    No pé do ouvido

    Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 21:22


    Hoje, 'No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essa e outras notícias: Aprovação contou com ampla maioria e votos de senadores do PT. Ministro da Fazenda diz que pode recorrer ao STF se Congresso não apontar fonte de custeio. Donald Trump desiste de taxa, mas mantém bloqueio no Estreito de Ormuz. Espanha bate a França e é finalista da Copa do Mundo. E Estudo britânico mostra benefícios de restringir uso de celular por adolescentes. See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Notícia no Seu Tempo
    Senado aprova pauta-bomba de R$ 28 bi; governo cogita ir ao STF

    Notícia no Seu Tempo

    Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 7:53


    No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quarta-feira (15/07/2026): O Senado aprovou por 73 votos a 1, em dois turnos, a PEC que cria aposentadoria especial para agentes comunitários de saúde e de combate a endemias. A medida tem impacto estimado em R$ 27,9 bilhões em dez anos, segundo o governo, que a considera “pauta-bomba” e deve questioná-la no STF. A alegação é de que o Congresso não pode criar despesa sem apontar receita. A líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), porém, liberou o voto da bancada. Senadores governistas afirmaram que não tinham como rejeitar a proposta por se tratar de ano eleitoral. A aprovação ocorreu após ofensiva do PT para pressionar o presidente Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) a pautar a votação o fim da escala de trabalho 6x1. Economia: Novas taxas dos EUA ao Brasil devem deixar itens básicos de fora Política: ‘Careca do INSS’ e ex-presidente do órgão são indiciados Internacional: Trump desiste de pedágio em Ormuz e exige investimento do Golfo nos EUA Metrópole: Maioria defende diálogo, mas admite que já castigou criança Esportes: Espanha de Yamal anula a favorita França e buscará o bi na Copa do MundoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

    Direto da Redação
    Congresso aprova PEC de aposentadoria especial para agentes de saúde; considerada pauta-bomba pelo governo, medida tem impacto de R$ 27 bilhões

    Direto da Redação

    Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 9:17


    O Assunto
    O Orçamento Secreto 2.0

    O Assunto

    Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 31:40


    Convidado: Breno Pires, repórter da revista "Piauí". Na última semana, o ministro do STF Flávio Dino determinou o bloqueio de R$ 125 milhões em bens de caciques políticos sem mandato. A decisão trouxe à tona um possível esquema de destinação de verbas públicas que envolve a cúpula do Congresso. As investigações da Polícia Federal (PF) buscam esclarecer se o Orçamento Secreto deu origem a novos mecanismos para camuflar a distribuição de recursos, mesmo após ter sido considerado inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em 2022. Em outras palavras: a PF investiga se dinheiro público continua sendo usado para gerar ganhos políticos por meio de emendas parlamentares. Entre os investigados de agora estão o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha e o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, que teriam atuado como "agentes privados" com influência superior à de deputados eleitos. A engrenagem desse "arranjo decisório paralelo", como definiu a PF, seria abastecida por servidores da própria Casa Legislativa. Mensagens obtidas pela investigação mostram, por exemplo, Cunha, cassado em 2016, gerenciando planilhas e reclamando de "mineiros enrolados" enquanto direcionava milhões de reais para redutos eleitorais em Minas Gerais, de olho em sua própria campanha. Não para por aí. O cerco às emendas parlamentares parece se aproximar da atual presidência da Câmara. Breno Pires, repórter da revista Piauí, explica n'O Assunto como Hugo Motta (Republicanos-PB), que classificou as decisões de Flávio Dino como uma "indevida intervenção judicial", vê seu próprio partido sob escrutínio. Isso porque, como mostra o estudo da Transparência Brasil divulgado nesta segunda-feira (13), quase metade dos recursos de emendas de comissão do Republicanos foi destinada à Paraíba, reduto político de Motta, sem que se saiba qual parlamentar fez as indicações. Neste episódio, Natuza Nery conversa com Breno Pires para explicar como o poder sobre o Orçamento da União continua concentrado em poucas mãos, à revelia da transparência exigida por lei.

    O Antagonista
    Alcolumbre segura escala 6x1 e PT parte para pressão

    O Antagonista

    Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 7:47


    Jaques Wagner e parlamentares do PT intensificaram a pressão pelo fim da escala 6x1, mas Davi Alcolumbre já sinalizou que só deve pautar o tema depois das eleições.No Meio-Dia em Brasília, Wilson Lima e Rodolfo Borges explicam por que a PEC virou peça de discurso eleitoral, a desmobilização do Congresso na última semana antes do recesso e por que a MP do frete, ligada aos caminhoneiros, é a urgência real do governo Lula.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto   de Brasília.     Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil.     Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado.    Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube.  https://www.youtube.com/@OAntagonista  Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay:  https://assine.oantagonista.com.br/   Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários!  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Alcolumbre #Escala6x1 #SenadoFederal #PTPressão #FimDaEscala6x1 #PoliticaNacional #JornadaDeTrabalho #CongressoNacional #DireitosTrabalhistas #BastidoresDaPolitica #NoticiasPoliticas #CLT #DebateTrabalhista #PECEscala6x1 #BrasilHoje #CenarioPolitico #EconomiaBrasil #Trabalhadores #SenadoHoje #PoliticaBrasil

    O Antagonista
    Cortes do Papo - Lula sanciona lei que inclui educação política no ensino básico

    O Antagonista

    Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 11:16


    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei 15.468/26, que inclui a educação política e os direitos da cidadania no currículo obrigatório da educação básica.A proposta altera as diretrizes do ensino nacional e divide opiniões no parlamento.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores.       O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade.       Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.       Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube.   https://www.youtube.com/@OAntagonista  Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay:  https://assine.oantagonista.com.br/  Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários!  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Lula #EducacaoPolitica #EnsinoBasico #CidadaniaNaEscola #Lei15468 #EscolaSemPartido #LDB #EducacaoBrasil #PoliticaNaEscola #NoticiasPoliticas #CenarioPolitico #DebateEducacao #GovernoLula #CongressoNacional #BrasilHoje #Estudantes #Cidadania #DireitosDoCidadao #EscolasPublicas #ReformaCurricular

    DW em Português para África | Deutsche Welle
    Praça Pública - DW - 14 de Julho de 2026

    DW em Português para África | Deutsche Welle

    Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 20:00


    Contestatários da RENAMO querem recorrer ao tribunal para obrigar Ossufo Momade a convocar Congresso extraordinário. São-tomenses vão às urnas, no próximo domingo, para eleger o Presidente da República. E a campanha eleitoral para esta corrida vai ao rubro.

    Linea mercati
    Caffè Affari (ristretto) | Hormuz e il pedaggio di Trump, l'ipotesi di un rialzo Fed a luglio e le altre storie

    Linea mercati

    Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 3:11


    Hormuz, Trump vuole riscuotere un pedaggio; Timori inflazione, Fed verso un rialzo a giugno?; Usa, in arrivo il dato CPI e prima audizione Warsh al Congresso; I mercati mantengono il sangue freddo; Oggi cinque grandi banche Usa pubblicano i conti. Puntata a cura di Adolfo Valente - Class CNBC Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

    Black Box
    The future is still unwritten

    Black Box

    Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 19:19


    Kevin Warsh è intervenuto davanti al Congresso degli Stati Uniti. Intanto l'Europa è di nuovo flat. Promozione esclusiva per gli ascoltatori di Black Box: se apri un conto FINECO con il codice FINBLACK hai 10 ordini gratis per investire entro 6 mesi dall'apertura. Promo valida fino al 31/12/2026. Per maggiori info clicca ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠qui⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://it.finecobank.com/ Iscriviti a Black Box Script, la nuova newsletter di Black Box: ⁠https://blackboxchora.substack.com/ Scopri i corsi della New Media Academy, la scuola di podcasting e digital journalism di Chora e Will: https://newmediacademy.com/ Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

    CNN Poder
    O fator STF nas eleições

    CNN Poder

    Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 51:28


    O destino do STF (Supremo Tribunal Federal) está diretamente atrelado ao resultado da eleição presidencial deste ano. Se o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vencer, fará três indicações e consolidará por décadas uma maioria na Corte alinhada ao seu grupo político. Se o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) vencer, deverá haver um ambiente no Congresso pelo impeachment de ministros da Corte e pelo avanço de investigações criminais contra eles. Participam desta edição Caio Junqueira, analista de Política, Thaís Herédia, analista de Economia, Daniel Rittner, diretor editorial de Brasília, Alberto Rollo, advogado especialista em Direito Eleitoral, Cristiano Noronha, vice-presidente da Arko Advice, Lourival Sant'Anna, analista de Internacional, e Najad Khouri, economista e professor sobre Oriente Médio.

    Black Box
    Asia recupera, Brent a 84$. Tassi, Fed: rialzo a luglio? Oggi: Warsh, inflazione, trimestrali banche | Morning Finance

    Black Box

    Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 29:11


    14/7 Altri raid Usa-Iran. Teheran colpisce due petroliere nello stretto. Trump al Congresso: la guerra è ricominciata. Brent a 84$, prodotti raffinati corrono. Treasury oltre 4,6%, due anni ai max da febbraio 2025: sfiora 4,3%. Mercato, Fed: chances di un rialzo a luglio salgono al 50%. Oggi Warsh alla Camera, dato su inflazione, trimestrali quattro principali banche americane. Cosa aspettarsi? Focus su semiconduttori dopo debacle ieri. Per JPM e Fundstrat è un buy the deep. Nvidia dimezza export chip in Asia, Paramount-Warner: 12 stati fanno ricorso, Google verso maggior progetto globale rinnovabili. Apple nuovo record storico: il mercato premia chi è capital light. ****Questo episodio è offerto da ⁠Scalable Capital ⁠Apri un conto con Scalable Capital e inizia a ricevere il 2,5% di interessi* sui tuoi risparmi:  https://it.scalable.capital/broker-online?utm_medium=affiliate&utm_source=qualityclick&utm_campaign=broker&c_id=QC59486e7f67706c777b517d435049607362766c747c5aS7541p&utm_term=983 Messaggio pubblicitario. Tasso lordo annuo variabile sulla liquidità depositata nel conto deposito non vincolato, composto da tasso base collegato al Tasso di Deposito BCE e tasso bonus discrezionale. Liquidità allocata presso banche partner e fondi monetari riconosciuti. Foglio informativo e condizioni su scalable.capital. Investire comporta dei rischi*** Asia recupera perdite, Nikkei e Kospi poco sopra parità. SK ancora giù, Samsung recupera. Cina: export giugno +27% massimi ottobre 2021. Verso Europa +17%. Export auto giugno supera 1 mln veicoli, nel 2026 verso 10 milioni. Import +36%, dal Sud Corea +61%. Import petrolio -41% dato più basso ottobre 2016. Domani Pil 2Q, vendite dettaglio, produzione industriale. Shein verso Ipo a Hong Kong. Europa prudente, oggi Lagarde vede Bessent. Sfilata dei volenterosi e Ucraina a Parigi. Francia: 36mld investimenti in difesa al 2030. Nasce scudo anti missili balistici russi. Consob, Milano cresce di valore ma è sempre più deserta. Verso nomina a Presidente Guido Stazi. Focus su automotive. Newcleo più vicino all'Ipo al Nasdaq. Focus su difesa e Leonardo. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

    Os Pingos nos Is
    Dino bloqueia bens de Valdemar / Lula libera R$ 32 bi em emendas

    Os Pingos nos Is

    Play Episode Listen Later Jul 11, 2026 120:01


    Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta sexta-feira (10):O ministro do STF Flávio Dino determinou a suspensão de emendas parlamentares que, segundo a investigação, teriam sido indicadas de forma irregular pelo presidente do PL, Valdemar Costa Neto. A decisão também determina a indisponibilidade de bens do dirigente partidário. A defesa de Valdemar Costa Neto partiu para o ataque contra a decisão do ministro Flávio Dino (STF). Em nota oficial, os advogados afirmam que a canetada se baseia em "premissas frágeis e inferências subjetivas", acusando o magistrado de promover uma indevida criminalização da atividade política.O bloqueio de R$ 119,2 milhões decretado por Flávio Dino não é o primeiro revés financeiro expressivo de Valdemar Costa Neto. Uma apuração do repórter Bruno Pinheiro relembra que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob a gestão do ministro Alexandre de Moraes, condenou o PL a pagar R$ 22,9 milhões por litigância de má-fé. O Governo Lula desembolsou o montante recorde de R$ 32 bilhões em emendas parlamentares em apenas 6 meses deste ano, um valor 30% maior do que o registrado no mesmo período de 2022. Sob forte pressão do Congresso, o Planalto abriu o cofre às vésperas do período eleitoral. A federação partidária formada pelo Progressistas (PP) e pelo União Brasil decidiu recuar e não deve apoiar a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República. Conforme antecipado pela repórter Beatriz Manfredini, as siglas pretendem anunciar neutralidade, liberando seus filiados para apoiarem quem desejarem. O pré-candidato do partido Missão à Presidência da República, Renan Santos, disparou duras críticas contra o senador e concorrente Flávio Bolsonaro (PL). O fundador do Movimento Brasil Livre (MBL) questionou publicamente as reais motivações da candidatura do parlamentar ao Palácio do Planalto, afirmando que o senador "nunca quis ser presidente". A promotora Elayne Christina da Silva Rodrigues virou alvo de denúncia no Conselho Superior do Ministério Público do Rio de Janeiro após afirmar que é "inconstitucional" citar Deus em um evento oficial em Duque de Caxias. A representação, movida pela Associação dos Conselheiros e Ex-Conselheiros Tutelares, pede a abertura de procedimento administrativo contra a promotora. A Corregedoria Nacional de Justiça (CNJ) instaurou um pedido de providências para investigar a conduta do juiz Júnior da Luz Miranda, da Segunda Vara Criminal de Jales. O magistrado condenou um casal a 50 dias de detenção em regime semiaberto pelo crime de "abandono intelectual", após os pais decidirem educar as filhas de 11 e 15 anos em casa (ensino domiciliar). Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.

    Resumão Diário
    JN: PF investiga Valdemar Costa Neto por indicar emendas parlamentares mesmo sem mandato no Congresso; EUA impõem novas sanções contra o Irã

    Resumão Diário

    Play Episode Listen Later Jul 11, 2026 5:35


    O Supremo bloqueou R$ 119 milhões em bens de Valdemar Costa Neto. A Polícia Federal investiga se o presidente do PL atuou para indicar verbas nesse valor em emendas parlamentares, mesmo sem ter mandato no Congresso. Os Estados Unidos impuseram novas sanções contra o Irã. Um incêndio florestal matou 12 pessoas no sul da Espanha. Produtores rurais se preparam para extremos de chuva e seca no Brasil. Na Copa do Mundo, a Espanha eliminou a Bélgica e se classificou para a semifinal. Os espanhóis não chegavam tão longe havia dezesseis anos e, agora, enfrentam a França.

    O Antagonista
    Cortes do Papo - Dino manda bloquear R$ 119 milhões de Valdemar por emendas suspeitas

    O Antagonista

    Play Episode Listen Later Jul 10, 2026 18:49


    O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o bloqueio de até R$ 119,2 milhões em bens do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto.A decisão atende a um pedido da Polícia Federal no âmbito da Operação Transparência, que investiga um suposto esquema de direcionamento irregular de emendas parlamentares na Câmara dos Deputados.Segundo os investigadores da PF, mesmo sem exercer mandato eletivo, Valdemar controlaria uma "cota paralela" do orçamento público com o auxílio de funcionários da liderança do partido e assessores da Câmara.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores.       O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade.       Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.       Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube.   https://www.youtube.com/@OAntagonista  Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay:  https://assine.oantagonista.com.br/  Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários!  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Dino #Valdemar #Bloqueio #Milhões #Emendas #STF #Política #Investigação #Congresso #Orçamento #Notícia #Bastidores #Justiça #Decisão #Governo #YouTube #Podcast #Áudio #Viral #Internet

    O Antagonista
    O cálculo político por trás da desistência de Aécio Neves

    O Antagonista

    Play Episode Listen Later Jul 10, 2026 6:32


    Aécio Neves desistiu de disputar a Presidência em 2026 e o PSDB ficará, pela segunda eleição seguida, sem candidato próprio ao Planalto.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto   de Brasília.     Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil.     Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado.    Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube.  https://www.youtube.com/@OAntagonista  Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay:  https://assine.oantagonista.com.br/   Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários!  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Aécio #Neves #Política #Desistência #Cálculo #Estratégia #Eleições #Partido #Candidatura #Bastidores #Notícia #Análise #Debate #Congresso #Governo #YouTube #Podcast #Áudio #Viral #Internet

    Resumão Diário
    Sessão do Congresso é cancelada e Legislativo não votará nada de relevante até eleições; Governo adia decisão sobre retirada do subsídio à gasolina após novos ataques ao Irã e mais

    Resumão Diário

    Play Episode Listen Later Jul 9, 2026 3:48


    Sessão do Congresso é cancelada e Legislativo não votará nada de relevante até eleições. Governo adia decisão sobre retirada do subsídio à gasolina após novos ataques ao Irã. Escolas particulares dizem que lei das férias de 2027 fere autonomia das instituições e estudam ação na Justiça. TV estatal da Hungria suspende noticiário e pede desculpas por mentir durante os anos de governo Orbán. Ator Edward Boggiss morre aos 49 anos.

    O Antagonista
    Quem vai acabar com o tarifaço? Lula ou Flávio? | Meio-Dia em Brasília - 07/07/2026

    O Antagonista

    Play Episode Listen Later Jul 7, 2026 57:01


    O programa Meio-Dia em Brasília desta terça-feira, 7, fala sobre a disputa entre o Itamaraty e o pré-candidato à Presidência da República e senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para tentar acabar com o tarifaço de até 25% que foi autorizado pelo governo Donald Trump aos produtos brasileiros.Além disso, o jornal também aborda a exclusão em massa de conteúdos da Agência Brasil por conta do período eleitoral, fala sobre a sexta-feira da operação Unha e Carne no Rio de Janeiro e sobre o novo comunista do pedaço: o deputado federal Zé Trovão (PL-SC).Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto   de Brasília.     Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil.     Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado.    Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube.  https://www.youtube.com/@OAntagonista  Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay:  https://assine.oantagonista.com.br/   Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários!  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #politica #lula #flavio #tarifaco #imposto #economia #debate #podcast #brasil #governo #oposicao #noticias #disputa #tributos #financas #congresso #polemica #crise #analise #audiopast

    O Antagonista
    Cortes do Papo - Em audiência nos EUA, Flávio Bolsonaro acusa governo Lula e pede suspensão de tarifas

    O Antagonista

    Play Episode Listen Later Jul 7, 2026 15:33


    O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) participou de uma audiência pública oficial em Washington para contestar o tarifaço de 25% contra produtos brasileiros.No depoimento, o parlamentar acusou a gestão Lula de prejudicar empresas americanas e propôs contrapartidas econômicas.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores.       O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade.       Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.       Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube.   https://www.youtube.com/@OAntagonista  Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay:  https://assine.oantagonista.com.br/  Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários!  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #flavio #bolsonaro #audiencia #eua #lula #governo #tarifas #politica #economia #podcast #noticias #diplomacia #congresso #suspensao #debate #brasil #washington #tributos #analise #audiopast

    Podcasts epbr
    Importação de diesel da Rússia despenca e Brasil recorre a EUA e Índia I comece seu dia

    Podcasts epbr

    Play Episode Listen Later Jul 7, 2026 3:56


    NESTA EDIÇÃO. Brasil reduz compras de diesel da Rússia em junho, após ataques a refinarias e terminais. Congresso prorroga prazo para analisar medida provisória que criou subvenções a combustíveis. TBG e UTE Paulínia Verde firmam acordo para transporte de gás natural para atender ao contrato do leilão de reserva de capacidade. BNDES financia compra de ônibus menos poluentes em SC, SP e DF. ***Locução gerada por IA

    il posto delle parole
    Valerio Varesi "E' sangue di noi tutti"

    il posto delle parole

    Play Episode Listen Later Jul 6, 2026 22:07 Transcription Available


    Valerio Varesi"E' sangue di noi tutti"Neri Pozza Editorewww.neripozza.itReggio Emilia, 7 luglio 1960. Nella piazza dei Teatri sono arrivati a decine di migliaia, richiamati dal Pci e dal sindacato per protestare contro l'imminente Congresso del Movimento sociale italiano a Genova, città medaglia d'oro della Resistenza. Sono ex partigiani, operai, ragazzi, le magliette a strisce per riconoscersi, i cartelli stretti in pugno, sulle labbra le canzoni della Resistenza e gli slogan gridati contro il governo Tambroni, eletto proprio grazie ai voti dell'Msi. Sono tantissimi, il loro entusiasmo fa paura. I poliziotti della Celere arrivano in piazza per sgomberarla, spegnere le proteste sul nascere, tacitare le voci sempre più forti. Arrivano con licenza di sparare. Sparano. In quarantacinque minuti di mattanza muoiono in cinque: Lauro Farioli, Ovidio Franchi, Emilio Reverberi, Marino Serri e Afro Tondelli, ragazzi, padri di famiglia, tutti ugualmente attoniti di fronte alla polizia che apre il fuoco su gente disarmata. Questa giornata di sangue, tuttavia, non arriva dal nulla: le sue radici affondano nei quarant'anni che l'hanno preceduta, nelle traiettorie singole plasmate da forze storiche opposte. Come quella di Afro Tondelli che, di origini contadine, cresce testimone della brutalità squadrista ed entra nella Resistenza; e quella dell'uomo senza nome che preme il grilletto – uno fra i tanti educati dal fascismo alla violenza politica – di cui l'autore immagina origini, percorsi e ragioni. In pagine vivide e adamantine, Valerio Varesi narra così queste due vite unite da un tragico giorno d'estate. È il romanzo di una strage, emblema della frattura mai ricomposta di un Paese senza memoria.Ci si genuflette per pregare, per rendere omaggio a una divinità, a un santo o a una donna. Ma il poliziotto si è genuflesso per uccidere. A volte i gesti capovolgono il loro senso. E con essi anche quello della Storia, che inverte la marcia e rigurgita il passato.«Valerio Varesi sottrae all'oblio storie passate che meritano di essere ricordate per affrontare il nostro presente». AvvenireValerio Vares, giornalista e scrittore italiano (1959). Laureatosi in Filosofia, ha iniziato la sua carriera giornalistica nel 1985, collaborando come corrispondente di vari quotidiani, tra cui La Stampa, la Gazzetta di Parma e la Repubblica. Autore di romanzi gialli, ha esordito nella letteratura nel 1998 con Ultime notizie di una fuga, in cui compare per la prima volta la figura del commissario Soneri, protagonista di altri polizieschi di V., ai quali è stata ispirata una serie di sceneggiati televisivi dal titolo Nebbie e delitti. Tra gli altri libri con il commissario Soneri protagonista si ricordano: Il Fiume delle nebbie (2003), L'Affittacamere (2004), Le Ombre di Montelupo (2005), A mani vuote (2006), Oro, incenso e polvere (2007), La casa del comandante (2008), Il commissario Soneri e la mano di dio (2009), Il commissario Soneri e la strategia della lucertola (2014), Il commissario Soneri e la legge del Corano (2017), La paura nell'anima (2018), Reo confesso (2021) e Vuoti di memoria (2024). Nel 2002 ha vinto il  Premio Fedeli con il romanzo Il cineclub del mistero. Tra gli altri romanzi: Le Imperfezioni (2007), Il paese di Saimir (2009), Lo stato di ebbrezza (2015), Un marito (2018) e L'ora buca (2020). Per Giallo Mondadori ha pubblicato Vuoti di memoria (2024) e Lago Santo (2025).Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/

    Jornal da Manhã
    Jornal da Manhã - 04/07/2026 | Congresso avança projeto contra misoginia / PF investiga brasileiros sancionados pelos EUA

    Jornal da Manhã

    Play Episode Listen Later Jul 4, 2026 239:30


    Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (04): Casos de estupro e feminicídio aumentaram no estado de São Paulo entre janeiro e maio deste ano. Segundo dados da Secretaria da Segurança Pública, a alta nos feminicídios foi puxada principalmente pelo interior paulista. Reportagem: Danúbia Braga. A Câmara dos Deputados aprovou o regime de urgência para o projeto que equipara a misoginia ao crime de racismo. O texto, de autoria da deputada Tabata Amaral (PSB), já foi aprovado pelo Senado e agora terá tramitação acelerada. Reportagem: Beatriz Souza. A Polícia Federal intensificou as investigações contra brasileiros sancionados pelos Estados Unidos por suspeita de ligação com o PCC. O governo federal afirma que os investigados já eram monitorados no Brasil e avalia que a ação americana pode ter afetado as apurações. O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou que Michelle Bolsonaro (PL) pode desistir da candidatura ao Senado pelo Distrito Federal. A indefinição ocorre após atritos públicos com o senador Flávio Bolsonaro (PL). Reportagem: Misael Mainetti. A partir deste sábado, candidatos às eleições de 2026 ficam proibidos de participar de inaugurações de obras públicas. A medida busca impedir o uso da máquina pública para promover candidaturas durante o período eleitoral. Reportagem: Misael Mainetti. A Polícia Federal deflagrou a quinta fase da Operação Unha e Carne para investigar um esquema de lavagem de dinheiro ligado à contravenção no Rio de Janeiro. O nome de Cláudio Castro (PL) aparece em uma lista atribuída a um bicheiro investigado, mas a defesa do ex-governador nega o recebimento de propina. Reportagem: Rodrigo Viga. O prefeito Ricardo Nunes (MDB) criticou a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que suspendeu a exigência de seguro adicional para mototáxis por aplicativo em São Paulo. Segundo o prefeito, a medida compromete a segurança dos passageiros e limita a autonomia dos municípios para regulamentar o serviço. Reportagem: Misael Mainetti. Um cientista político iraniano entrou na Justiça dos Estados Unidos contra a FIFA e pediu uma indenização de R$ 5,2 bilhões após a eliminação da seleção do Irã na Copa do Mundo. A ação cita um gol anulado pelo VAR e alega tratamento desigual durante o torneio. Reportagem: Wanderlei Nogueira. O professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) Augusto Teixeira afirmou que a intensificação dos ataques entre Rússia e Ucrânia torna um acordo de paz ainda mais difícil. Na entrevista, ele também analisou os impactos do terremoto na Venezuela e os desafios para a assistência humanitária. O pré-candidato à Presidência Renan Santos (Missão) anunciou Aroldo Medina como candidato a vice em sua chapa para as eleições de 2026. Durante o evento, o partido também destacou o desempenho do presidenciável em uma pesquisa de intenção de voto. Reportagem: Marcelo Mattos. O economista e ex-diretor do Brasil no BID, Márcio Sete Fortes, avaliou que o segundo semestre deve ser marcado por desafios fiscais, juros elevados e impactos do cenário eleitoral sobre a economia. Segundo ele, o compromisso com as contas públicas será determinante para o mercado. O vice-presidente da Força Sindical, Sérgio Luiz Leite, defendeu que a PEC do fim da escala 6x1 seja votada antes das eleições de 2026. Segundo ele, a proposta tem amplo apoio popular e a reunião com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), foi positiva. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

    O Antagonista
    Michelle vira mártir e Flávio tenta evitar o tarifaço | Meio-Dia em Brasília - 03/07/2026

    O Antagonista

    Play Episode Listen Later Jul 3, 2026 56:56


    O programa Meio-Dia em Brasília desta sexta-feira, 3, fala sobre a tentativa de Flávio Bolsonaro de evitar o tarifaço do governo Donald Trump e como isso repercutiu junto ao Itamaraty e aos aliados do presidente Lula.Além disso, o jornal também aborda a saída de Michelle Bolsonaro do PL Mulher e sua provável desistência de disputar o Senado Federal, destaca ainda o novo recado de Davi Alcolumbre ao governo Lula, escolhe os melhores e piores da semana e fala sobre a Revista Crusoé.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto   de Brasília.     Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil.     Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado.    Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube.  https://www.youtube.com/@OAntagonista  Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay:  https://assine.oantagonista.com.br/   Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários!  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Michelle #Flávio #mártir #tarifaço #podcast #política #internet #youtube #áudio #notícias #debate #governo #repercussão #análise #tendência #oposição #congresso #economia #engajamento #atualidades

    O Antagonista
    Alcolumbre detona PT e STF: "Fazem hoje o que criticavam antes"

    O Antagonista

    Play Episode Listen Later Jul 3, 2026 10:31


    O presidente do Senado Davi Alcolumbre foi ao microfone para rebater ataques de petistas e ministros do STF, usando os próprios argumentos que eles usavam contra Bolsonaro, e virando a mesa.O Antagonista analisa o que está em jogo: a PEC bilionária travada, a briga com o PT e a hipocrisia de quem antes falava em defesa das instituições. Assine o canal e ative o sininho para não perder nada.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto   de Brasília.     Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil.     Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado.    Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube.  https://www.youtube.com/@OAntagonista  Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay:  https://assine.oantagonista.com.br/   Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários!  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Alcolumbre #PT #STF #críticas #oposição #governo #senado #congresso #política #internet #podcast #youtube #áudio #notícias #debate #repercussão #análise #tendência #contradição #atualidades

    O Antagonista
    Cortes do Papo - Romário abre mão de vencimentos durante a Copa, mas mantém voto remoto

    O Antagonista

    Play Episode Listen Later Jul 1, 2026 12:11


    O senador Romário (PL-RJ) anunciou oficialmente que vai abrir mão de seu salário e de benefícios parlamentares durante o período da Copa do Mundo.O parlamentar explicou que optou por não pedir licença do cargo para continuar participando das votações do Senado por videoconferência, com destaque para a PEC que propõe o fim da jornada de trabalho na escala 6x1.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores.       O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade.       Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.       Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube.   https://www.youtube.com/@OAntagonista  Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay:  https://assine.oantagonista.com.br/  Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários!  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Romario #SenadoFederal #CopaDoMundo2026 #PoliticaNacional #BastidoresDaPolitica #Escala6x1 #CazeTV #VotoRemoto #PolêmicaNaWeb #NoticiasDoDia #PodcastDePolitica #DebatePolitico #CongressoNacional #Transparencia #PressaoPopular #GiroDeNoticias #RadarPolitico #Informacao #RomarioNoSenado #BrasilHoje

    O Antagonista
    O divórcio de Michelle Bolsonaro com o PL de Bolsonaro | Meio-Dia em Brasília - 01/07/2026

    O Antagonista

    Play Episode Listen Later Jul 1, 2026 56:58


    O programa Meio-Dia em Brasília desta quarta-feira, primeiro de julho, fala sobre o afastamento de Michelle Bolsonaro do PL Mulher e sobre as consequências desse ato para a campanha presidencial de Flávio Bolsonaro.Além disso, o jornal fala sobre os novos recados dados por Davi Alcolumbre (União-AP) para a base do governo Lula no Congresso, discute os novos resultados da pesquisa AtlasIntel na corrida presidencial e aborda ainda a mais nova derrota de Donald Trump na Suprema Corte dos EUA.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto   de Brasília.     Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil.     Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado.    Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube.  https://www.youtube.com/@OAntagonista  Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay:  https://assine.oantagonista.com.br/   Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários!  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #MichelleBolsonaro #PLMulher #CriseNoPL #Bolsonarismo #PoliticaNacional #FlavioBolsonaro #ValdemarCostaNeto #BastidoresDaPolitica #NoticiasPolitica #PodcastDePolitica #DireitaFirme #Oposicao #DisputaEleitoral #CrisePolitica #DebatePolitico #AnalisePolitica #PodcastBrasil #Informacao #GiroDeNoticias #RadarPolitico

    Fernando Ulrich
    BANCO CENTRAL QUER TRAVAR CRIPTOS POR 24H, QUE HISTÓRIA É ESSA?

    Fernando Ulrich

    Play Episode Listen Later Jul 1, 2026 16:04


    O Banco Central do Brasil quer reter operações cripto acima de US$ 10 mil por 24 horas! Entenda a nova proposta do BACEN que traz insegurança jurídica e vai na contramão do mundo, que avança com iniciativas como a stablecoin Open USD. Analiso os impactos dessa regulação no mercado nacional, o risco de arrecadação do governo e os perigos à auto custódia.00:00 - Nova proposta do BACEN para travar criptos00:26 - Suspensão recente de operações de câmbio01:20 - Entenda a regra de retenção por 24h01:53 - O crescimento das stablecoins no Brasil03:29 - Transações acima de 10 mil dólares afetadas04:47 - Prazos da normativa e riscos de arrecadação06:17 - O papel do Congresso na regulação cripto07:31 - Lançamento da stablecoin global Open USD09:51 - O fracasso da Libra do Facebook11:38 - Como o Brasil caminha na contramão global14:42 - Os perigos reais contra a auto custódia

    O Assunto
    Homeschooling e o papel das escolas na educação brasileira

    O Assunto

    Play Episode Listen Later Jun 30, 2026 26:47


    Convidada: Marina Fragata Chicaro, diretora de Políticas Públicas na Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal. Em 2022, a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei que regulamenta a educação domiciliar para crianças e adolescentes no Brasil – na época, o homeschooling era uma das bandeiras do então presidente Jair Bolsonaro em busca da reeleição. A proposta foi ao Senado onde está parada. Mas deve se mover, e logo. Senadores do campo conservador articulam para apresentar nesta terça-feira (30) um pedido de urgência para o projeto. Com isso, o texto iria diretamente para votação em plenário sem que haja discussão em comissões parlamentares. Caso seja aprovado, o PL autoriza pais e mães a darem aulas de educação básica ao ensino médio em casa para seus filhos. Em 2018, o Supremo Tribunal Federal decidiu sobre o tema: a prática não é ilegal, mas precisa de uma lei regulamentar para ser permitida – exatamente o que está em jogo no Congresso. Neste episódio, Natuza Nery entrevista Marina Fragata Chicaro, da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, sobre a educação domiciliar e o papel das escolas na formação de crianças e adolescentes. Marina explica o que está no PL e analisa os argumentos favoráveis e críticos ao homeschooling.

    Angu de Grilo
    Michelle x Flávio, Jaques Wagner #338

    Angu de Grilo

    Play Episode Listen Later Jun 30, 2026 78:00


    Boa terça, angulers! Abrimos o #338 comentando a treta entre Michelle e Flávio. Familia Bolsonaro cada vez mais rachada. Também falamos sobre Jaques Wagner na mira da PF por recebimento de vantagens indevidas em troca de favorecimento ao Banco Master no Congresso. No segundo bloco, momentos e emoções de copa do mundo, os terremotos na Venezuela, a situação de Cuba sem petróleo. Sirva-se! Apoie o Angu de Grilo no apoia.se: apoia.se/angudegrilo ou na Orelo: orelo.cc/angudegriloCortes do episódio em vídeo no @angudegrilo no Instagram e Tiktok! Siga, curta e compartilhe! Edição e mixagem: Tico Pro @ticopro_Redes sociais: Claudio Thorne @claudiothorneCortes em vídeo: Nathália Dias Souza @natdiassouza

    Morning Show
    Caiado defende domiciliar de Bolsonaro / Lula anuncia Plano Safra

    Morning Show

    Play Episode Listen Later Jun 30, 2026 118:56


    Confira no Morning Show desta terça-feira (30): O pré-candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD), entrevistado do programa Morning Show de hoje, comenta o Plano Safra 2026/27, critica as taxas de juros para o agronegócio e afirma que "é o agro que carrega o Brasil". Caiado também fala sobre reforma agrária, MST e faz críticas ao governo Lula. O pré-candidato confirmou que anunciará o nome de seu candidato a vice nesta quarta-feira, antes da convenção partidária marcada para o dia 26 de julho. Caiado também afirmou que o PSD será o primeiro partido a apresentar a chapa completa para a disputa presidencial. A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei da Misoginia, que equipara crimes motivados por ódio contra mulheres ao crime de racismo e prevê penas mais rigorosas. O tema gerou debate sobre liberdade de expressão, combate à violência contra a mulher e o papel do Estado. A segurança pública segue como uma das principais preocupações dos brasileiros. Segundo pesquisa BTG Nexus, 29% apontam a violência como o maior problema do país. O tema foi debatido com o pré-candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD), que apresentou os resultados da segurança pública em Goiás e defendeu investimentos em inteligência, policiamento ostensivo e políticas sociais. O presidente Lula intensifica as articulações políticas com lideranças da Câmara dos Deputados e do Senado para acelerar a votação de pautas prioritárias antes do recesso parlamentar. O tema gerou debate sobre a relação entre o governo e o Congresso. A dívida pública bruta do Brasil atingiu 81,1% do PIB, segundo dados divulgados pelo Banco Central. O tema gerou debate sobre o cenário fiscal, o endividamento do país, os gastos públicos e os impactos para a economia brasileira. O pré-candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) comentou as investigações envolvendo o Banco Master e afirmou que, em sua avaliação, o PT está presente nos principais escândalos de corrupção do país. O ex-governador também classificou o caso como uma das maiores fraudes financeiras já vistas no Brasil. Ronaldo Caiado também comentou a possível manutenção da prisão domiciliar de Jair Bolsonaro e afirmou que a situação deve ser analisada sob uma perspectiva humanitária. Médico ortopedista, Caiado também explicou as complicações causadas pelas sucessivas cirurgias e pela fibrose enfrentada pelo ex-presidente. Levantamento com imagens de satélite da NASA aponta que cerca de 58 mil edifícios foram danificados ou destruídos após os terremotos na Venezuela. O número de mortos já passa de 1.700, e equipes de resgate seguem buscando desaparecidos em meio aos escombros. O advogado especialista em crimes cibernéticos Luiz Augusto D'Urso comentou a investigação sobre páginas sem responsáveis identificados que investiram cerca de R$ 1,3 milhão em anúncios nas redes sociais com conteúdos contra Tarcísio de Freitas e Flávio Bolsonaro. O especialista também explicou como funcionam os chamados "gabinetes do ódio", o impulsionamento de conteúdo e os desafios para identificar os responsáveis. O desenvolvedor venezuelano Gabriel Angulo criou um aplicativo para ajudar famílias a localizar parentes internados após os terremotos que atingiram a Venezuela. A ferramenta reúne informações de hospitais com o apoio de voluntários digitais e facilita a identificação de pacientes em meio às dificuldades de comunicação e infraestrutura. A filha de Neymar com a modelo Amanda Kimberlly não acompanhou o jogador durante a Copa do Mundo. Segundo informações divulgadas, Amanda afirmou que não recebeu convite para viajar aos Estados Unidos com Helena, de 2 anos, o que reacendeu especulações sobre a relação entre as famílias. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.

    Boletim Folha
    Venezuela registra novo tremor, e número de mortos continua em alta

    Boletim Folha

    Play Episode Listen Later Jun 30, 2026 4:25


    Maioria dos brasileiros diz não saber ou não lembrar o nome de ninguém do Congresso. E seleção brasileira vence Japão nos acréscimos e avança na Copa do Mundo. See omnystudio.com/listener for privacy information.

    O Antagonista
    Lula associa roubo aos políticos brasileiros

    O Antagonista

    Play Episode Listen Later Jun 24, 2026 13:05


    Presidente da República declarou que jovens podem se candidatar caso achem que todo político é ladrão.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto   de Brasília.     Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil.     Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado.    Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube.  https://www.youtube.com/@OAntagonista  Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay:  https://assine.oantagonista.com.br/   Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #LulaPolíticos #DeclaraçãoLula #PolêmicaPolítica #LulaRoubo #PolíticaBrasil #DiscursoLula #NotíciasBrasil #DebatePolítico #ViralPolítica #CongressoNacional #CortesDePodcasts #PodcastDePolítica #CortesDoYoutube #Atualidades #TrendingTopicsBrasil #ComentárioPolítico #DiscussãoPolítica #ÁudioViral #Oposição #LulaViral

    O Antagonista
    Jaques Wagner cai por causa do Banco Master - Racha no PSOL | Papo Antagonista - 24/06/2026

    O Antagonista

    Play Episode Listen Later Jun 24, 2026 56:56


    No Papo Antagonista desta quarta-feira, 24, falamos sobre a reunião entre o presidente Lula e senador Jaques Wagner para decidir se o baiano fica na liderança do governo do Senado.Wagner foi alvo da nona fase da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, que investiga o suposto recebimento de vantagens indevidas para favorecer os interesses do ex-banqueiro Daniel Vorcaro e do Banco Master no Congresso.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores.       O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade.       Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.       Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube.   https://www.youtube.com/@OAntagonista  Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay:  https://assine.oantagonista.com.br/  Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #LulaEJaquesWagner #LiderancaNoSenado #GovernoLula #JaquesWagner #PoliticaBrasil #CongressoNacional #SenadoFederal #NoticiasBrasil #DebatePolitico #BastidoresDaPolitica #CortesDePodcasts #PodcastDePolitica #CortesDoYoutube #Atualidades #TrendingTopicsBrasil #ComentarioPolitico #DiscussaoPolitica #AudioViral #CriseNoPlanalto #ArticulacaoPolitica

    O Antagonista
    Cortes do Papo - Erika Hilton foi a candidata estreante com maior volume de recursos em 2022

    O Antagonista

    Play Episode Listen Later Jun 24, 2026 17:18


    O resgate dos relatórios de prestação de contas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de 2022 revela que Erika Hilton foi a candidata estreante à Câmara dos Deputados mais contemplada com recursos financeiros pelo PSOL.Os dados trazem uma nova camada de análise para o atual embate público na legenda.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores.       O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade.       Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.       Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube.   https://www.youtube.com/@OAntagonista  Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay:  https://assine.oantagonista.com.br/  Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #ErikaHilton #RecursosDeCampanha #FundaoEleitoral #PoliticaBrasil #CampanhaEleitoral #PSOL #CortesDePodcasts #PodcastDePolitica #CortesDoYoutube #Atualidades #TrendingTopicsBrasil #ComentarioPolitico #DiscussaoPolitica #AudioViral #DadosEleitorais #ErikaHilton2022 #TransparenciaPolitica #FinancasPartidarias #EleicoesBrasil #BancadaAtivista

    3 em 1
    Moraes vai revogar domiciliar de Bolsonaro? / Reunião entre Jaques Wagner e Lula

    3 em 1

    Play Episode Listen Later Jun 24, 2026 119:52


    No 3 em 1 desta quarta-feira (24), o destaque foi que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), abriu um prazo regulamentar de 24 horas para que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre o destino da prisão domiciliar de Jair Bolsonaro. A bancada do 3 em 1 debate a decisão do ministro Alexandre de Moraes, que deu 48 horas para a PGR e a defesa se manifestarem sobre uma possível "falta grave" cometida pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O magistrado avalia se o fato de o ex-presidente manter uma pistola 9mm em casa, sob a justificativa de "proteger três mulheres", viola as regras da prisão domiciliar humanitária, o que poderia provocar o retorno do líder da direita ao regime fechado. O senador Jaques Wagner (PT-BA) deixou o Palácio do Alvorada após uma tensa reunião com o presidente Lula (PT-SP) para definir seu futuro no Congresso. Alvo da Operação Compliance Zero da PF, o petista agendou um encontro com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), para debater sua situação na Casa Alta. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) usou suas redes sociais para parabenizar a conservadora Keiko Fujimori por sua vitória nas eleições presidenciais do Peru. O presidente Lula (PT-SP) comanda uma reunião decisiva para bater o martelo sobre o desenho eleitoral em São Paulo. O Palácio do Planalto tenta convencer o ex-ministro Márcio França (PSB-SP) a abrir mão de se lançar ao governo e aceitar o posto de vice na chapa de Fernando Haddad (PT-SP). Veja os bastidores de João Vitor Revedilho. O presidente Lula (PT-SP) deu o aval político para que o Diretório Estadual do PT de Minas Gerais construa uma candidatura própria ao Palácio Tiradentes. A decisão foi selada em reunião após a consolidação do recuo do senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Breaking News: O senador Jaques Wagner (PT-BA) confirmou oficialmente sua saída da liderança do governo no Senado Federal após uma reunião de emergência com o presidente Lula (PT-SP) no Palácio do Alvorada. Pressionado por uma ala do próprio partido e desgastado desde a deflagração da Operação Compliance Zero da Polícia Federal, o parlamentar optou por entregar o cargo. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

    O Antagonista
    Cortes do Papo - Oposição vai a Washington debater taxas comerciais enquanto Planalto adota via bilateral

    O Antagonista

    Play Episode Listen Later Jun 23, 2026 18:11


    O governo federal decidiu não enviar representantes à audiência pública promovida por uma comissão do Congresso dos Estados Unidos para debater a política de tarifas comerciais. Paralelamente, o senador Flávio Bolsonaro confirmou sua inscrição para participar e discursar no fórum americano.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores.       O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade.       Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.       Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube.   https://www.youtube.com/@OAntagonista  Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay:  https://assine.oantagonista.com.br/  Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Oposicao #Planalto #Washington #TaxasComerciais #Economia #PoliticaExterna #ComercioExterior #Noticias #BastidoresPoliticos #PodcastBrasil

    O Assunto
    Caso Master chega ao líder do governo no Senado

    O Assunto

    Play Episode Listen Later Jun 19, 2026 33:15


    Convidado: Reynaldo Turollo Jr., repórter do g1 em Brasília. A 9ª fase da Operação Compliance Zero teve como principal alvo o senador Jaques Wagner (PT-BA), nesta quinta-feira (18). A Polícia Federal suspeita que ele tenha usado de sua influência política no Congresso para favorecer os interesses do Banco Master; em troca, o senador teria recebido “vantagens indevidas” que incluem a aquisição de um apartamento de luxo em Salvador (avaliado em R$ 2,5 milhões) e repasses milionários para empresas de familiares. A PF destaca conexão entre Jacques Wagner e o banqueiro Augusto Lima, também alvo da operação: uma relação que se consolidou a partir de 2018, quando o governo do Estado da Bahia, à época sob gestão de Rui Costa (PT), privatizou uma empresa pública de supermercados e criou um cartão de crédito consignado para servidores estaduais – uma operação que, posteriormente, foi incorporada pelo Master e replicada em outros estados do país, com alta lucratividade para o banco. Neste episódio, Natuza Nery entrevista o jornalista Reynaldo Turollo Jr., que acompanhou de perto a operação da PF nesta quinta-feira. Turollo explica em detalhes as suspeitas sobre o senador petista e a relação dele com Augusto Lima, e analisa o impacto da notícia dentro do governo Lula.