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Portugal poderá não ter eletricidade suficiente para responder à procura em determinados momentos da próxima década. O alerta consta de um relatório da Direção-Geral de Energia e Geologia, que aponta riscos para a segurança de abastecimento e recomenda medidas para reforçar a capacidade do sistema elétrico. Mas até que ponto devemos preocupar-nos com este cenário? A análise deste tema foi feita pelo editor de Economia do Expresso, Miguel PradoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O NJ Notícias tem sua essência baseada no rádio jornal, agora com notas, duas reportagens e uma entrevista. Neste episódio, vamos falar sobre a reestruturação do Núcleo Técnico de Atenção Psicossocial da Unesp (NTAPS) e da preparação para o ENEM dos cursinhos populares da Unesp em Bauru. Também conversamos com Antônio Luís de Andrade, presidente da Associação dos Docentes da Unesp (ADUNESP), sobre as reivindicações dos docentes e servidores técnicosO podcast foi produzido por estudantes da Unesp de Bauru e esta edição conta com diversas fontes que contribuíram para o enriquecimento das reportagens e da experiência do ouvinte.Pautas, Reportagens e Locução por Brida Souza, Livia Ghirardello, Luísa Machado, Lucas Mello, Mariana Bezerra e Mário Neto Notas por Alice Brida Souza e Mariana BezerraEntrevista por Lucas MelloEdição de som por João Pedro Coelho e Yohana SorianoRoteiro geral por Luísa MachadoProdução por Luísa Machado Edição Geral por Ana Helena Masson Apresentação por Ana Helena Masson
A Igreja Adventista do Sétimo Dia está presente em mais de 200 países, falando milhares de línguas e inserida nas mais diversas culturas. Como é possível manter a exata mesma identidade, teologia e foco em um mundo completamente fragmentado e polarizado? Neste vídeo, vamos entender que a estrutura global da IASD (Associação Geral, Divisões, Uniões e Associações) não é um mero capricho corporativo ou um artifício burocrático, mas sim uma expressão escatológica indispensável para cumprir a Grande Comissão. O que você vai descobrir neste vídeo: * A Urgência Profética: Por que proclamar as Três Mensagens Angélicas a "toda nação, tribo, língua e povo" exige uma organização de alcance global. * Unidade na Diversidade: Como a igreja consegue ser global em sua visão, mas completamente contextualizada em sua aplicação local. * Os Riscos do Gigantismo: O perigo real da burocracia paralisante, da uniformização cultural e os fortes alertas de Ellen White contra a centralização abusiva. * Autoridade Funcional: Por que os líderes mundiais devem operar com espírito de serviço e apoio à base, e não como uma "torre de controle" autoritária. * Aplicação Prática: O impacto dessa visão global na vida do pastor local e de cada membro no banco da igreja. Se você deseja compreender como a ordem eclesiológica protege a mensagem bíblica e impulsiona o movimento remanescente rumo ao tempo do fim, assista a este vídeo até o final! Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042
Neste episódio, discutimos como o cibercrime se tornou uma operação em escala industrial e um dos maiores desafios para o sistema financeiro e para a segurança pública.Para entender como redes criminosas atuam 24 horas por dia e se organizam como verdadeiras empresas globais, capazes de atacar diferentes países ao mesmo tempo, reunimos os principais debates do Congresso de Prevenção e Repressão a Fraudes, Segurança Cibernética e Bancária, o Febraban SEC.O evento trouxe especialistas do Brasil e do exterior para analisar como essas organizações atuam, como a tecnologia tem ampliado o alcance dos ataques e quais estratégias estão sendo adotadas para enfrentá-los. Ao longo do episódio, você vai entender como o crime digital atravessa fronteiras ao explorar brechas tecnológicas e comportamentais.E vai saber também:Como inteligência artificial e agentes autônomos estão sendo usados para automatizar ataques;De que forma criminosos ocultam sua origem com VPNs e redes distribuídas;O que é o modelo de “crime como serviço” e como ele movimenta bilhões;Por que a cooperação internacional é essencial para investigar e desmantelar redes criminosas;Como bancos, autoridades e empresas estão atuando de forma integrada para prevenir fraudes;O papel da conscientização e da educação dos usuários na prevençãoCom Álvaro Azofra Martinez (Europol); Maximiliano Baez (Ameripol); Roberto Troncon (Santander); Jaime Barry Cortez (CELAES); e Cássia Botelho (FIN). Sob a condução de Mona Dorf (Febraban).Ouça também Engenharia Social: como os golpistas manipulam você Febraban Podcast #09 - Engenharia Social: como golpistas manipulam você . Acompanhe o Febraban Podcast para novos episódios toda semana.Ficha Técnica: Apresentadora e Editoria-chefe: Mona Dorf Supervisão Geral e Co-apresentação: Carlos Cidra e Majory Marcelino Supervisão e Produção: Bianca Braga, Julia Alcassa e Leandro LemellaRoteiro, edição e produção: Rachel Cardoso, Lizely Naoum, Patrícia Travassos e Clovis TravassosEdição de vídeo: Leo Reali e Kris Arruda Videomaker backstage: Kris ArrudaGravação: Supernova Cinematográfica
Essa é uma produção do Núcleo de Esportes da RUV Podcasts e contou com roteiro, apresentação, pauta e locução de Murilo Tognette.Comentários de Artur Thiezerini e Pedro InácioEdição de som de Carlos Eduardo StaffMarketing de Gabriel DiazArte de Gabriel DiazPós - Produção de Ricardo BrambillaProdução de Murilo Tognette e Edição Geral de Ricardo Brambilla.
RAP ao vivo; Língua Portuguesa vs Língua Geral; Anjos bebem Frize; músicas feitas em IA; artistas da Festa do Avante!
: ADELSON CARVALHOENTREVISTADO: JOÃO VICENTE CAMPOSPROFISSÃO: CHEFE DE BENEFÍCIOS DO INSS EM SALVADOR
O Observatório Feminino deste domingo (7) recebe Cleide Barcelos dos Reis Rodrigues, que é a primeira mulher da história no comando da Polícia Militar de Minas (PMMG). Cleide Rodrigues está substituindo o coronel Carlos Frederico Otoni Garcia, no comando-geral da corporação desde setembro de 2024.Outro tema abordado no episódio é o novo recurso de segurança do WhatsApp chamado "Alerta de Golpe", criado para identificar mensagens suspeitas enviadas por contatos desconhecidos. Se identificar indícios de fraude, o WhatsApp vai mostrar um alerta na conversa com a mensagem “Isso pode ser um golpe”. A partir daí, o usuário poderá bloquear e denunciar o contato ou informar que confia no remetente e seguir com a conversa normalmente.Participam da conversa a comandante-geral da PMMG, Coronel Cleide Barcelos dos Reis e a Advogada, especialista em Direito das Mulheres, Presidente da Comissão de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres da OAB/MG, Isabel Araújo Rodrigues.
Você sabe qual é a real diferença entre uma Associação Local, uma União e uma Divisão na Igreja Adventista do Sétimo Dia? Muitas pessoas confundem essas instâncias com uma burocracia corporativa ou uma pirâmide autoritária, mas a realidade teológica e prática é completamente diferente. Neste vídeo, vamos abrir o "capô" da administração adventista para entender como três níveis diferentes trabalham de forma coordenada para sustentar uma única missão global. O que você vai descobrir neste vídeo: * Associação Local (O Chão): Como ela nasceu historicamente em 1861 para proteger propriedades e organizar o ministério local. * União (A Coluna Vertebral): O papel de coordenação regional que une as associações e distribui recursos com equilíbrio. * Divisão (A Ponte): Como ela atua como um braço da Associação Geral para contextualizar os planos globais sem perder a identidade. * Ordem vs. Confusão: Por que essa estrutura não é uma "hierarquia opressora", mas sim uma ordem missional projetada por Deus. * Equilíbrio Escatológico: Como a igreja consegue ser global sem ser globalista, unida sem ser uniforme, e organizada sem ser engessada. Entenda de uma vez por todas como cada nível da nossa igreja funciona como um elo de graça focado no cumprimento da Grande Comissão! Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042
No episódio #339 do Animes Overdrive, Pedro Lobato, Luis Hunzecher, André Uggioni e Ed Bernardes se reúnem para conversar sobre To Be Hero X.Neste episódio, mergulhamos nesse donghua que mistura ação, super-heróis, crítica social e uma estética visual impressionante para construir um universo em que a força dos heróis depende diretamente da confiança do público.
No episódio 56 do Giro Histórico, o nosso "camisa 10" Willian Spengler nos leva a um campo de batalha pouco explorado nas narrativas tradicionais da Segunda Guerra Mundial: o continente africano, especificamente a Etiópia. Você sabia que a primeira vitória aliada na Grande Guerra aconteceu em solo etíope? Acompanhe como este povo milenar, que nunca foi formalmente colonizado, resistiu bravamente à ocupação fascista de Benito Mussolini. O Will detalha a luta dos "Patriotas Etíopes", a guerra de guerrilha em Addis Abeba e o papel fundamental do imperador Haile Selassie na denúncia dos crimes de guerra italianos, incluindo o uso ilegal de armas químicas como o gás mostarda. Descubra como a libertação da Etiópia, em 1941, não foi apenas uma vitória moral, mas um marco estratégico que permitiu às forças aliadas conter o avanço do Eixo no Egito e enfrentar a famosa "Raposa do Deserto", Erwin Rommel. É uma aula de história sobre resistência, soberania e a importância da África no cenário global do conflito. Artes do Episódio: Augusto Carvalho DICA DO GIRO Lembrai-vos da guerra… Batalha de Adwa (1896) Financiamento Coletivo Existem duas formas de nos apoiar: Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo Redes Sociais: Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato: fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo: Giro Histórico #56 A primeira vitória aliada na Segunda Guerra Mundial. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva e Willian Spengler. [S.l.] Fronteiras no Tempo, 03/06/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=67105&preview=true Expediente Produção Geral, Host e Edição: C. A. Arte do Episódio: Augusto Carvalho Material Complementar SANTOS, Caliel Alves dos. A representação histórica da Segunda Guerra Ítalo-Etíope (1935-1936) no reggae de Edson Gomes. Revista De História Da UEG, v.14, n.1, 2025 e412504. https://www.revista.ueg.br/index.php/revistahistoria/article/view/15854 Link How Italy Was Defeated In East Africa In 1941 Trilha Sonora Museum of Moments Start Vacuum – Karneef Warzone - Anno Domini Beats War Dance - Ezra Lipp What If So Then - Karneef Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Edimilson Borges, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio 56 do Giro Histórico, o nosso "camisa 10" Willian Spengler nos leva a um campo de batalha pouco explorado nas narrativas tradicionais da Segunda Guerra Mundial: o continente africano, especificamente a Etiópia. Você sabia que a primeira vitória aliada na Grande Guerra aconteceu em solo etíope? Acompanhe como este povo milenar, que nunca foi formalmente colonizado, resistiu bravamente à ocupação fascista de Benito Mussolini. O Will detalha a luta dos "Patriotas Etíopes", a guerra de guerrilha em Addis Abeba e o papel fundamental do imperador Haile Selassie na denúncia dos crimes de guerra italianos, incluindo o uso ilegal de armas químicas como o gás mostarda. Descubra como a libertação da Etiópia, em 1941, não foi apenas uma vitória moral, mas um marco estratégico que permitiu às forças aliadas conter o avanço do Eixo no Egito e enfrentar a famosa "Raposa do Deserto", Erwin Rommel. É uma aula de história sobre resistência, soberania e a importância da África no cenário global do conflito. Artes do Episódio: Augusto Carvalho DICA DO GIRO Lembrai-vos da guerra… Batalha de Adwa (1896) Financiamento Coletivo Existem duas formas de nos apoiar: Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo Redes Sociais: Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato: fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo: Giro Histórico #56 A primeira vitória aliada na Segunda Guerra Mundial. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva e Willian Spengler. [S.l.] Fronteiras no Tempo, 03/06/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=67105&preview=true Expediente Produção Geral, Host e Edição: C. A. Arte do Episódio: Augusto Carvalho Material Complementar SANTOS, Caliel Alves dos. A representação histórica da Segunda Guerra Ítalo-Etíope (1935-1936) no reggae de Edson Gomes. Revista De História Da UEG, v.14, n.1, 2025 e412504. https://www.revista.ueg.br/index.php/revistahistoria/article/view/15854 Link How Italy Was Defeated In East Africa In 1941 Trilha Sonora Museum of Moments Start Vacuum – Karneef Warzone - Anno Domini Beats War Dance - Ezra Lipp What If So Then - Karneef Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Edimilson Borges, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Sara Chang Yan (Lisboa, 1982) licenciou-se em arquitetura na Faculdade de Arquitetura Universidade Lisboa e trabalhou como coordenadora no Centro de Educação pela Arte Pé de Vento no Bairro do Vale da Amoreira, Moita. Mais tarde, foi estudar desenho e artes plásticas na Ar.Co Lisboa e enquanto estudava foi assistente do Rui Moreira durante 3 anos, e recebeu a Bolsa da Fundação Carmona e Costa em 2013. Em 2014 foi convidada para leccionar desenho na Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa, durante 9 anos. Começou a expor regularmente, em 2015 participando na residência artística Getting Lost de Julie Mehretu, da Fundación Botín, Santander, no mesmo ano, foi distinguida com o Prémio Artes Visuais para Jovens Criadores, Fundação Calouste Gulbenkian. Em 2016 foi selecionada para o Open Sessions 2016-2017, The Drawing Center em Nova Iorque. Em 2025, a artista foi premiada com a menção honrosa do Prémio Novos Artistas 2024 Fundação EDP. Exposições individuais: Brotéria, Lisboa 2025; Arquipélago Centro Artes Contemporâneas, Ribeira Grande 2023; LaBF15, Lyon 2022; Galeria Madragoa, Lisboa 2022; Galeria Boavista, Lisboa 2019; Galeria Madragoa, Lisboa 2018. Seleção de exposições coletivas: Galeria Municipal do Porto 2025, MU.SA_Museu das Artes Sintra 2024; Centro de Artes de Águeda 2023; Fundação Eugénio de Almeida, Évora 2022; Galería Ángeles Baños, Badajoz 2022; Coleção Figueiredo Ribeiro, MIAA Abrantes 2021; Colégio das Artes, Coimbra 2020, Art Gate, Lisboa 2020; Colecção da FLAD Maat Central, Lisboa 2020; Torreão Nascente da Cordoaria Nacional, Lisboa 2018; The Drawing Center, Nova Iorque 2017. O trabalho está representado na Coleção de Arte Contemporânea do Estado (CACE), Coleção de Arte Portuguesa da Fundação EDP, Núcleo de Arte Contemporânea da Câmara Municipal de Lisboa, Coleção de Arte FLAD, Museo Ettore Fico Open Collection, e em coleções privadas como a coleção Teixeira De Freitas, José Carlos Santana Pinto e Jill and Peters Kraus.Links: https://sarachangyan.com/ https://www.instagram.com/consonniradziszewski/ https://www.galeriamadragoa.pt/artists/5767f7348cdc4d7957c721dd https://contemporanea.pt/edicoes/2025/sara-chang-yan-finalista-do-premio-novos-artistas-fundacao-edp-2025 https://www.fundacaoedp.pt/en/artist/sara-chang-yan https://www.youtube.com/watch?v=7iDX-ptxKfQ https://gulbenkian.pt/noticias/premios/premio-de-artes-visuais/premio-de-artes-visuais-para-jovens-criadores-ja-tem-vencedor/ https://broteria.org/en/personalities/755-sara-chang-yan Episódio gravado a 28.05.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados
Game Jam, Semana Acadêmica de Animação e Enigma do Medo? Se não fez sentido é porque você ainda não conferiu a última edição do Insira a Ficha!E tem mais! Na edição de hoje você fica por dentro das principais atualizações do mundo dos e-sports e se aprofunda na discussão sobre o que é, ou não, um jogo!Dá o play e vem com a gente explorar o mundo dos games!Roteiro e apresentação por Gio Tavares e Niko MedeirosReportagem por Bela Nowalls, Gio Tavares, Guilherme Kuhnen, Gustavo Wendler, Lillian Carlotto, Luiza Cardoso e Vinicius MendesProdução e Edição Geral de Guilherme Kuhnen e Niko MedeirosCoordenação ténica por Peter LoboCoordenação geral da professora Valci Zuculoto
Na Semana Nacional do Meio Ambiente, o novo episódio do Febraban Podcast conversa sobre o papel da restauração florestal na construção de um futuro sustentável. Muito além de plantar árvores, esta técnica vem se consolidando como um dos pilares da nova economia baseada na natureza ao conectar biodiversidade, clima, desenvolvimento regional e mercado financeiro.Nesta semana, discutimos como o setor ganha escala no Brasil e no mundo, impulsionado por agendas como descarbonização, créditos de carbono e novos instrumentos financeiros voltados à conservação ambiental.Com o avanço das metas globais de biodiversidade e eventos internacionais como a Conferência sobre Biodiversidade 2026, a COP 17, se aproximando – entre 19 e 30 de outubro em Yerevan, Armênia, se intensificam os esforços para transformar compromissos em ação concreta.A partir da experiência de quem está na linha de frente dos projetos, o episódio mostra como a restauração ecológica evoluiu de obrigação ambiental para uma oportunidade econômica com impacto real.Neste episódio, você vai entender:Por que restauração vai além do reflorestamento tradicionalComo esse mercado se conecta ao crédito de carbono e às finanças sustentáveisQuais modelos de negócio estão viabilizando projetos em larga escalaO papel do Brasil como potência em soluções baseadas na naturezaPor que restaurar florestas também é investir em pessoas, clima e biodiversidadeCom Mariana Barbosa (Re.green) e Renato Rosenberg (Serviço Florestal Brasileiro), em conversa com Mona Dorf (Febraban).Assista no YouTube ou ouça no Spotify.Ficha Técnica: Apresentadora e Editoria-chefe: Mona Dorf Supervisão Geral e Co-apresentação: Carlos Cidra e Majory Marcelino Supervisão e Produção: Bianca Braga, Julia Alcassa e Leandro LemellaRoteiro, edição e produção: Rachel Cardoso, Lizely Naoum, Patrícia Travassos e Clovis TravassosEdição de vídeo: Leonardo Reali e Kris Arruda Videomaker backstage: Kris ArrudaGravação: Supernova Cinematográfica
Muitas vezes olhamos para as grandes estruturas da Igreja Adventista — Uniões, Divisões e a Conferência Geral — mas a verdadeira expressão visível desse movimento acontece na Igreja Local. Mas, afinal, o que define uma igreja como verdadeiramente adventista? Neste vídeo, exploramos os elementos que compõem o DNA de uma congregação local, desde a identidade doutrinária até a prática do culto e a disciplina eclesiástica. Neste episódio, discutimos: Identidade Doutrinária: Por que a "Verdade Presente" e a Mensagem dos Três Anjos são o coração da igreja local. Estrutura e Aliança: A importância de não ser uma igreja autônoma, mas interdependente e conectada ao corpo mundial. Liderança que Serve: O papel do ancião como guardião espiritual e a liderança bíblica baseada em dons. Liturgia e Adoração: Os símbolos que nos marcam, como a Escola Sabatina e a Santa Ceia com Lava-pés. Disciplina e Santidade: Como a igreja local atua como guardiã da unidade e da pureza doutrinária. Entenda por que a organização visível não é um obstáculo ao Espírito, mas a moldura pela qual Ele age com ordem e propósito. "A Igreja local não é apenas um lugar de reunião; é uma base missionária de multiplicação." Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042
O NJ Notícias tem sua essência baseada no rádio jornal, agora com notas, duas reportagens e uma entrevista. Neste episódio, vamos falar sobre a passagem do projeto “Arte de Inovar com Maratona de Inovação” em Bauru e do fechamento da unidade da Haribo na cidade. Também conversamos com Paulo Ricardo e Vinicius Lozano, estudantes da Unesp em Bauru, sobre as dificuldades de concilar os estudos com o trabalho.O podcast foi produzido por estudantes da Unesp de Bauru e esta edição conta com diversas fontes que contribuíram para o enriquecimento das reportagens e da experiência do ouvinte.Pautas, Reportagens e Locução por Alice Rodrigues, Analice Cruz, Beatriz Soares, Brida Souza, Livia Ghirardello, Mariana Bezerra e Maysa Cassu Notas por Alice Rodrigues e Beatriz SoaresEntrevista por Brida SouzaEdição de som por João Pedro Coelho e Yohana SorianoRoteiro geral por Luísa MachadoProdução por Luísa Machado Edição Geral por Ana Helena Masson Apresentação por Luísa Machado
Você já se perguntou como funciona a engrenagem administrativa por trás de uma das igrejas mais organizadas do mundo? Ao contrário do que muitos pensam, a Igreja Adventista não é governada por ordens hierárquicas rígidas de vozes solitárias, mas sim por meio de um modelo participativo e representativo de assembleias. Neste vídeo, vamos desmistificar o funcionamento prático e a teologia profunda que sustentam as sessões e assembleias nos diferentes níveis da denominação. O que você vai descobrir neste vídeo: * Sessão x Assembleia: Entenda de uma vez por todas a diferença técnica e prática entre esses dois termos. * Decisões Coletivas: Como representantes eleitos pela própria comunidade tomam decisões vitais sob oração, consulta e estudo da Palavra. * A Pirâmide Organizacional: Como funcionam as votações desde o nível local até a Associação Geral. * A Voz de Deus? O peso espiritual das decisões coletivas e quando a voz da igreja reunida deve ser respeitada. * Papel de Cada Um: O dever do membro comum, a responsabilidade ética do delegado e a transparência exigida da liderança. Se você deseja entender por que essas reuniões não são meros eventos burocráticos, mas sim momentos escatológicos e altares de reforma espiritual, acompanhe este estudo completo! Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042
O que faz um país ser influente no cenário global? E por que algumas nações conseguem transformar reputação em protagonismo, enquanto outras ainda enfrentam dificuldades para converter potencial em poder real?No novo episódio do Febraban Podcast, discutimos o conceito de soft power – a capacidade de influenciar por meio da cultura, dos valores, da credibilidade e da confiança – o papel do Brasil nesse cenário. Apesar de ser reconhecido internacionalmente por símbolos culturais e esportivos como Carnaval e o futebol, o país ainda enfrenta desafios para transformar essa imagem em influência concreta.A conversa explora o paradoxo brasileiro: uma nação com forte presença cultural e econômica, mas que ainda precisa avançar na construção de reputação consistente, estabilidade institucional e visão de longo prazo para fortalecer sua posição global.Neste episódio, você vai entender:O que é soft power e por que ele se tornou estratégico na economia globalPor que o Brasil tem grande potencial, mas ainda subaproveitadoO papel da reputação, da confiança e da governança na construção da influência internacionalComo empresas e instituições financeiras contribuem para projetar a imagem do paísPor que a agenda ambiental, a inovação e a cultura podem ser ativos decisivos para o BrasilCom Silvana Machado, diretora-executiva do Bradesco e Sérgio Valle, economista-chefe da MB Associados. Condução de Mona Dorf (Febraban).Assista no YouTube ou ouça no Spotify.Novos episódios do Febraban Podcast toda quinta-feira.Ficha técnica: Apresentadora e Editoria-chefe: Mona Dorf Supervisão Geral e Co-apresentação: Carlos Cidra e Majory Marcelino Supervisão e Produção: Bianca Braga, Julia Alcassa e Leandro Lemella Roteiro, edição e produção: Rachel Cardoso, Lizely Naoum, Patrícia Travassos e Clovis TravassosEdição de vídeo: Leonardo Reali e Kris Arruda Videomaker backstage: Kris Arruda Gravação: Supernova Cinematográfica
Ana Pérez-Quiroga é artista visual, cineasta e investigadora. O seu trabalho desenvolve-se entre desenho, escultura, instalação, performance, fotografia, filme e som, com um foco continuado nas relações entre quotidiano, objeto, arquivo, memória, pós-memória e pertença. A sua prática articula dimensões poéticas, políticas e conceptuais, explorando processos de repetição, classificação, deslocamento e acumulação. É Doutorada em Arte Contemporânea pelo Colégio das Artes da Universidade de Coimbra (2017), com a tese “Bréviário do Quotidiano #8”. Os regimes cumulativos do objeto e os seus determinantes, e Mestre em Artes Visuais – Intermédia pela Universidade de Évora, com a dissertação “Ana de Gonta Colaço – Escultora 1903-1954”. É atualmente Investigadora CEEC/FCT no CHAIA – Centro de História da Arte e Investigação Artística / IN2PAST, Universidade de Évora, com o projeto “Which house are you from?” – Memory, Collective- memory, Post-memory and the question of belonging”. O seu trabalho tem sido apresentado em diversas instituições e contextos nacionais e internacionais, em exposições individuais e coletivas, performances, conferências e ciclos de cinema. Em 2025 realizou o filme “¿De qué casa eres?”, apresentado em várias universidades nos Estados Unidos com apoio da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD). O trabalho de APQ encontra-se presente em diversas coleções: Museu Nacional de Arte Contemporânea; Coleção Ar.Co; Coleção Figueiredo Ribeiro; Coleção António Cachola; CML; Culturgest; Fundação EDP, Fundação PLMJ e CACE. A sua prática artística cruza-se com a investigação académica, desenvolvendo um campo transdisciplinar onde o arquivo pessoal e coletivo, os objetos do quotidiano, a memória histórica e as estratégias de reprodução e circulação de imagens assumem um papel central. Links: https://anaperezquiroga.com/ https://cecam.ulusofona.pt/eventos/ana-perez-quiroga-great-artists-on-campus-4 https://anaperezquirogahome.com/?Lang=EN https://anabelamotaribeiro.pt/ana-perez-quiroga-223360 https://www.ramastudios.pt/ana-perez-quiroga https://www.maat.pt/pt/exhibition/ana-perez-quiroga-apqhome-maat https://observador.pt/2026/04/11/a-aventura-tao-extraoridnaria-pela-urss-da-mae-de-ana-perez-quiroga-chega-as-salas-de-cinema/ https://appleton.pt/ana-perez-quiroga/ Episódio gravado a 22.05.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados
Conheça o podcast Uma Tupá no Tempo! https://open.spotify.com/show/5g9cA7pE0CKJPphPMkD0fFO verdadeiro mal encarnado tem uma origem em comum em todas as religiões? Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre a origem histórica da figura do demônio.-Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahoraConheça o meu canal!https://www.youtube.com/@profvitorsoaresConheça meu outro canal: História e Cinema!https://www.youtube.com/@canalhistoriaecinemaViaje comigo, com o Vogalizando a História e com o Operação Barbarussa pra Grécia e Roma!https://partiu.vip/historiaecinema2026Ouça "Reinaldo Jaqueline", meu podcast de humor sobre cinema e TV:https://open.spotify.com/show/2MsTGRXkgN5k0gBBRDV4okAssista meu outro podcast, o História pros brother!https://open.spotify.com/show/04a8C8gXTLj68lmZiQD8vmCompre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"!https://a.co/d/47ogz6QCompre meu primeiro livro-jogo de história do Brasil "O Porão":https://amzn.to/4a4HCO8Compre a camisa do História em Meia Hora: https://www.blablalogia.com/blablalojinha/akiralampiaoh30PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.comApresentação: Prof. Vítor Soares.Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre)REFERÊNCIAS USADAS:- NOGUEIRA, Carlos Roberto F. O Diabo no Imaginário Cristão. São Paulo: Ática, 1986.- FORSYTH, Neil. The Old Enemy: Satan and the Combat Myth. Princeton: Princeton University Press, 1987.- RUSSELL, Jeffrey Burton. O Diabo: as percepções do Mal da Antiguidade ao Cristianismo primitivo. Rio de Janeiro: Campus, 1991.- MESSADIÉ, Gerald. História Geral do Diabo. Tradução de Clóvis Marques. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1994.
Dois corpos negros completamente nus, vestidos apenas com meias e tênis brancos. Rodeada pela plateia que se senta ao chão, a dupla de performers brasileiros marca o ritmo da coreografia com o bater dos pés. Com a obra Repertório número 3, os artistas cariocas Davi Pontes e Wallace Ferreira foram indicados ao maior prêmio da dança mundial, o Rose International Dance Prize, do Sadler's Wells, a principal casa de dança internacional do Reino Unido. Yula Rocha, correspondente da RFI em Londres Uma performance política pós-colonial que explora questões centrais de gênero e raça no Brasil e no mundo, a obra indicada foi resultado de uma pesquisa de quase dez anos que teve lançamento na Bienal de São Paulo, em um momento político dominado pela retórica da extrema direita no Brasil. Wallace Ferreira explica que o Repertório número 3 é a segunda parte de uma trilogia que começa em 2018 e surge em um contexto histórico importante para o Brasil. E foi justamente essa performance que levou os dois artistas cariocas para o mundo. “Esse trabalho fala muito sobre o Brasil, mas também são questões que atravessam [fronteiras]. Pra gente não tem como falar sobre racialidade e violência, sem falar sobre o contexto político atual. Sinto que é um trabalho que responde a uma questão no Brasil, mas o mundo se reconhece” , diz Davi Pontes. Davi e Wallace se referem à violência, discriminação e ameaça à sua própria existência como pessoas negras periféricas. A coreografia tem marcação ritmada, com poses e gestos sedutores diante do olhar julgador do público. Em resposta, a dupla apresenta o que chama de "uma dança de autodefesa". “A cada situação de violência, a cada operação policial essa palavra [autodefesa] volta, ela precisa ser dita. A importância desse trabalho é olhar para o contexto do mundo atual e perceber que as coisas não estão fáceis. E ainda assim conseguir trazer uma alternativa possível de continuar vivendo nesse mundo”, diz Davi. Para Wallace a autodefesa tem diversas maneiras de se acontecer: “ela está no embate, está no escape, no se camuflar, no constranger, na ironia, no deboche, no humor. Nos interessa pensar numa ideia de se autodefender que seja mais opaca, que não seja explícita.” E a autodefesa não é luta física. "É estar presente, ali, na sua frente. Dois dançarinos negros, marginalizados que existem, resistem. É sobre a presença de corpos nus, rodeados pela platéia sentada em volta deles no chão. A obra dos brasileiros foi indicada ao prêmio aqui em Londres justamente por seu valor e qualidade como peça coreográfica e teatral, mas também por sua relevância e urgência. Por questionar a nossa percepção e o posicionamento que escolhemos ter", diz Wallace. Davi explica que ter a platéia tão próxima e no mesmo nível que os dançarinos é entender que todos os que estão presentes fazem parte do jogo e são responsáveis pelo o que está sendo apresentado. “Esse trabalho se coloca na situação de responder, de ouvir, de observar e estar atento.” A dupla nunca sequer cogitou estar vestida em cena “A pesença de um corpo negro nu no espaço de fato causa tanto incômodo que eu não preciso mover e criar embate, só a minha presença já torna insustentável de olhar. Dependendo do país, a gente entra na sala e as pessoas querem correr porque elas não conseguem lidar com aquilo", aponta. Wallace afirma que não se sente vulnerável: “Entendemos que o lugar da vulnerabilidade é também um lugar de potência”. Wallace foi criado em Vigário Geral e Davi em São Gonçalo, bem longe das famosas Ipanema ou Copacabana. Da periferia do Rio, fizeram carreira internacional desconstruindo padrões e expectativas da dança contemporânea. A temática política continua a guiar o próximo trabalho deles - uma colaboração com outros coreógrafos estrangeiros. “É bom não esquecer onde tudo começou ainda numa sala vazia, pra quando chegar em uma sala lotada não pensar que tudo aconteceu do nada. A vitória vem se construindo todos os dias. Que eu ainda possa acordar e falar: - hoje vou viver do meu trabalho, vou viver fazendo aquilo que eu acreditei, aquilo que eu sonhei”, conclui Wallace. O vencedor do prêmio será anunciado em fevereiro do ano que vem, quando os indicados brasileiros Davi e Wallace se apresentam nos palcos de Londres.
Dois corpos negros completamente nus, vestidos apenas com meias e tênis brancos. Rodeada pela plateia que se senta ao chão, a dupla de performers brasileiros marca o ritmo da coreografia com o bater dos pés. Com a obra Repertório número 3, os artistas cariocas Davi Pontes e Wallace Ferreira foram indicados ao maior prêmio da dança mundial, o Rose International Dance Prize, do Sadler's Wells, a principal casa de dança internacional do Reino Unido. Yula Rocha, correspondente da RFI em Londres Uma performance política pós-colonial que explora questões centrais de gênero e raça no Brasil e no mundo, a obra indicada foi resultado de uma pesquisa de quase dez anos que teve lançamento na Bienal de São Paulo, em um momento político dominado pela retórica da extrema direita no Brasil. Wallace Ferreira explica que o Repertório número 3 é a segunda parte de uma trilogia que começa em 2018 e surge em um contexto histórico importante para o Brasil. E foi justamente essa performance que levou os dois artistas cariocas para o mundo. “Esse trabalho fala muito sobre o Brasil, mas também são questões que atravessam [fronteiras]. Pra gente não tem como falar sobre racialidade e violência, sem falar sobre o contexto político atual. Sinto que é um trabalho que responde a uma questão no Brasil, mas o mundo se reconhece” , diz Davi Pontes. Davi e Wallace se referem à violência, discriminação e ameaça à sua própria existência como pessoas negras periféricas. A coreografia tem marcação ritmada, com poses e gestos sedutores diante do olhar julgador do público. Em resposta, a dupla apresenta o que chama de "uma dança de autodefesa". “A cada situação de violência, a cada operação policial essa palavra [autodefesa] volta, ela precisa ser dita. A importância desse trabalho é olhar para o contexto do mundo atual e perceber que as coisas não estão fáceis. E ainda assim conseguir trazer uma alternativa possível de continuar vivendo nesse mundo”, diz Davi. Para Wallace a autodefesa tem diversas maneiras de se acontecer: “ela está no embate, está no escape, no se camuflar, no constranger, na ironia, no deboche, no humor. Nos interessa pensar numa ideia de se autodefender que seja mais opaca, que não seja explícita.” E a autodefesa não é luta física. "É estar presente, ali, na sua frente. Dois dançarinos negros, marginalizados que existem, resistem. É sobre a presença de corpos nus, rodeados pela platéia sentada em volta deles no chão. A obra dos brasileiros foi indicada ao prêmio aqui em Londres justamente por seu valor e qualidade como peça coreográfica e teatral, mas também por sua relevância e urgência. Por questionar a nossa percepção e o posicionamento que escolhemos ter", diz Wallace. Davi explica que ter a platéia tão próxima e no mesmo nível que os dançarinos é entender que todos os que estão presentes fazem parte do jogo e são responsáveis pelo o que está sendo apresentado. “Esse trabalho se coloca na situação de responder, de ouvir, de observar e estar atento.” A dupla nunca sequer cogitou estar vestida em cena “A pesença de um corpo negro nu no espaço de fato causa tanto incômodo que eu não preciso mover e criar embate, só a minha presença já torna insustentável de olhar. Dependendo do país, a gente entra na sala e as pessoas querem correr porque elas não conseguem lidar com aquilo", aponta. Wallace afirma que não se sente vulnerável: “Entendemos que o lugar da vulnerabilidade é também um lugar de potência”. Wallace foi criado em Vigário Geral e Davi em São Gonçalo, bem longe das famosas Ipanema ou Copacabana. Da periferia do Rio, fizeram carreira internacional desconstruindo padrões e expectativas da dança contemporânea. A temática política continua a guiar o próximo trabalho deles - uma colaboração com outros coreógrafos estrangeiros. “É bom não esquecer onde tudo começou ainda numa sala vazia, pra quando chegar em uma sala lotada não pensar que tudo aconteceu do nada. A vitória vem se construindo todos os dias. Que eu ainda possa acordar e falar: - hoje vou viver do meu trabalho, vou viver fazendo aquilo que eu acreditei, aquilo que eu sonhei”, conclui Wallace. O vencedor do prêmio será anunciado em fevereiro do ano que vem, quando os indicados brasileiros Davi e Wallace se apresentam nos palcos de Londres.
O estúdio do Pânico hoje virou sala de redação para receber uma verdadeira lenda da comunicação brasileira! Com 30 anos de carreira, o jornalista Thiago Gardinali abriu o jogo sobre o tempo em que foi correspondente na Casa Branca e os meses que passou sob fogo cruzado na cobertura da Guerra do Iraque, em Bagdá. O ex-apresentador da Jovem Pan e do Balanço Geral também revelou como foi a estratégia de guerra para ir pro SBT e colocar a emissora na vice-liderança de audiência em apenas um mês. Além disso, o cara provou que é um gênio incompreendido: além de dominar tudo sobre televisão, ele ainda ganha a vida traduzindo histórias em quadrinhos!
Depois de uma greve geral conjunta e de longos nove meses de negociação, que muitos viram como encenação do governo, da UGT ou dos dois, não houve acordo para alteração da lei laboral. Alterações que o governo apresenta como fundamentais para o aumento da produtividade e dos salários, apesar de nenhuma evidência empírica indicar que o enquadramento da lei é relevante para esses dois objetivos. Uma negociação em que, de um lado, havia linhas vermelhas e do outro havia traves mestras. E que, tendo sempre como ponto de partida a perda de direitos dos trabalhadores, sem qualquer ganho relevante, o ponto de chegada nunca poderia ser equilibrado. Mesmo assim, a UGT manteve-se nele, até depois da ministra. De forma unilateral, ter excluído a CGTP, e mais nenhum parceiro social, do processo. Chegado ao fim, Rosário da Palma Ramalho concluiu que, afinal, aquele com quem tinha estado a negociar durante nove meses representava muito poucos trabalhadores. Agora, o diploma segue para onde, na realidade, o governo sempre desejou que seguisse: uma negociação com o Chega, o mais volúvel dos partidos. Sendo volúvel, também é o mais sensível à pressão da rua. E, apesar dessa fragilidade, é neste preciso momento que as duas centrais sindicais resolvem dividir-se. Uma porque marcou uma greve geral sem esperar e coordenar com a outra, outra porque está à espera de uma negociação parlamentar, em vez de a condicionar. É o que se chama “morrer na praia”. Para falarmos deste processo e, acima de tudo, por ser o que mais interessa às pessoas, do que podem mudar numa legislação laboral que, segundo todos os estudos de opinião, tem a rejeição da larga maioria dos portugueses, recebemos Mário Mourão, secretário-geral da UGT.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os trabalhadores dos hospitais Regional de Araranguá, Dom Joaquim de Sombrio, São Marcos de Nova Veneza, Hospital Dia e das Unidades de Pronto Atendimento (Upas) de Criciúma e Cocal do Sul decidiram aceitar a proposta apresentada pelo Instituto Maria Schmitt (Imas), gestor das instituições de saúde. A proposta aprovada prevê reajuste geral de 4,38% nos salários e aumento do vale-alimentação para R$ 272. Todos os reajustes serão pagos de forma retroativa ao mês de março. A possibilidade de paralisação dos serviços chegou a ser discutida após a categoria rejeitar inicialmente a proposta patronal. A votação ocorreu entre quarta-feira (20) e quinta-feira (21), por meio de assembleias realizadas nos locais de trabalho. Ao todo, foram registrados 469 votos, sendo 228 favoráveis à greve, 268 contrários à paralisação e três votos nulos. Em entrevista ao Cruz de Malta Notícias desta sexta-feira (22) o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Saúde de Criciúma e região (Sindisaúde), Cleber Ricardo da Silva Cândido, comentou a decisão da maioria dos trabalhadores.
O crime financeiro mudou de escala, de velocidade e de território. Ataques cibernéticos, criptomoedas, casas de aposta, operações de câmbio massificadas e pagamentos instantâneos criaram um cenário em que o dinheiro ilícito cruza fronteiras em segundos. Nesse novo ambiente, os modelos tradicionais de prevenção já não acompanham a sofisticação das organizações criminosas e a resposta do sistema financeiro precisa evoluir.Neste episódio especial de Febraban Podcast, especialistas do setor financeiro e regulatório que estiveram no 15.º Congresso de Prevenção à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento do Terrorismo, realizado pela Febraban, em São Paulo, revelam como o crime digital financeiro se estrutura hoje e quais são os principais desafios para bancos, reguladores e instituições no enfrentamento à lavagem de dinheiro no século XXI.Ao longo da conversa, você vai entender:Como o crime financeiro passou a operar com lógica empresarial, escala global e alta tecnologia;Por que ataques cibernéticos, criptoativos e meios de pagamento instantâneos redesenharam o risco financeiro;Os limites do modelo tradicional de PLDFT diante de um ambiente digital e interconectado;O papel da integração entre dados, tecnologia e cooperação institucional no combate ao crime;Por que prevenção precisa ser tão rápida, sofisticada e transnacional quanto os crimes que busca enfrentar.Com Valdir Assef Jr. (Febraban), Eduardo Guerrero (Caixa), Jaqueline Goya (Bradesco), Antonio Juan Ferreira Cunha (Banco Central), Kelly Gallego Massaro (ABRACAM) e Paulo Carreiro (Bradesco). A apresentação é da jornalista Mona Dorf, diretora‑adjunta de Conteúdo Digital da Febraban.Ouça agora e entenda por que o combate ao crime financeiro exige novas estratégias, novos modelos e atuação integrada.Ficha técnica: Apresentadora e Editoria-chefe: Mona Dorf Supervisão Geral e Co-apresentação: Carlos Cidra e Majory Marcelino Supervisão e Produção: Bianca Braga, Julia Alcassa e Leandro Lemella Roteiro, edição e produção: Rachel Cardoso, Lizely Naoum, Patrícia Travassos e Clovis TravassosEdição de vídeo: Leonardo Reali e Kris Arruda Videomaker backstage: Kris Arruda Gravação: Supernova Cinematográfica
Coronel Glauce, Comandante Geral da Polícia Militar do Estado de São Paulo | Baixaço do app SP Mulher.
Essa é uma produção do Núcleo de Esportes da RUV Podcasts e contou com roteiro, apresentação, pauta e locução de Murilo Tognette.Comentários de Kaue Nunes e Pedro Ricardo deSouzaEdição de som de Carlos Eduardo StaffMarketing de Gabriel DiazArte de Gabriel DiazPós - Produção de Ricardo BrambillaProdução de Murilo Tognette e Edição Geral de Ricardo Brambilla.
Discurso: Delegado-geral da Polícia Civil, Artur Dian I Inauguração da reforma e da ampliação da Central de Polícia Judiciária by Governo do Estado de São Paulo
No Insira de hoje você confere uma entrevista especial com a /// Alice Monstrinho! Mas não acabou por aí, você ainda fica por dentro da preparação da equipe de Rocket League da FURIA para o Major de Paris, e muito mais!Da o play e vem com a gente explorar o mundo dos games!Reportagem por Gustavo Wendler, Gio Tavares, Lillian Carlotto e Vinícius Mendes.Produção e Edição Geral de Niko Medeiros e Guilherme Kuhnen.Coordenação técnica Peter Lobo.Coordenação geral da professora Valci Zuculoto.
Olá, ouvintes do Fronteiras no Tempo! Estamos de volta com mais um episódio do Historicidade. Neste episódio temos a honra de receber o Jeferson Fernando Celos, doutor em Estado e Sociedade pela Universidade Federal do Sul da Bahia. Durante a entrevista, a discussão aprofunda-se na forma como o Direito se manifesta na prática, na realidade concreta, e como a luta social, especialmente a luta pela terra e a dos quilombos, serve para atualizar, questionar e confrontar o Direito, alargando seu foco e suas possibilidades. Jefferson aborda a importância de uma consciência crítica da realidade social, um aspecto ético que não nega o ser humano e a técnica jurídica orientada por esses princípios. Este episódio é um convite à reflexão sobre a historicidade do Direito e a persistente luta pela ressignificação dos quilombos, um tema de extrema relevância para compreendermos as dinâmicas sociais e jurídicas do Brasil. Artes do Episódio: C. A. Financiamento Coletivo Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo INSCREVA-SE PARA PARTICIPAR DO HISTORICIDADE O Historicidade é o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo: um podcast de história. O objetivo principal é realizar divulgação científica na área de ciências humanas, sociais e de estudos interdisciplinares com qualidade. Será um prazer poder compartilhar o seu trabalho com nosso público. Preencha o formulário se tem interesse em participar. Link para inscrição: https://forms.gle/4KMQXTmVLFiTp4iC8 Saiba mais do nosso convidado Jeferson Fernando Celos Jefferson Selos é doutor em Estado e Sociedade pela Universidade Federal do Sul da Bahia, mestre em Direito pela Unesp Franca e bacharel em Direito pela mesma instituição. Atualmente, ele atua como advogado no Sindicato dos Professores de São Paulo (APOESP) e é um renomado pesquisador nas áreas de teorias críticas do direito, direitos humanos, movimentos sociais e quilombos. Currículo Lattes e-mail: celos.jeferson@gmail.com Instagram: jefersoncelos Instagram: jfcelos.consultor.juridico Facebook: Jeferson Fernando Celos Produção do Convidado Jefferson Selos nos apresenta seu mais recente trabalho, o livro "Luta pela Ressignificação dos Quilombos: dos primórdios à resistência quilombola, julgamento da ADI 3239". A obra, fruto de sua tese de doutorado, explora a complexa relação entre o Direito e a luta social, com foco na trajetória dos quilombos no Brasil. Indicações de referências sobre o tema abordado Site da Coordenação Nacional das Comunidades Quilombolas (Conaq): https://conaq.org.br GOMES, Rodrigo Portela. Constitucionalismo e quilombos: famílias negras no enfrentamento ao racismo de Estado. 2.ed. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2020. GALLARDO, Helio. Teoria crítica: matriz e possibilidade de direitos humanos. Tradução de Patrícia Fernandes. São Paulo: Editora Unesp, 2014. MACHADO, Antônio Alberto. Teoria do direito, hoje. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2024. MOURA, Clóvis. Os quilombos e a rebelião negra. 5.ed. São Paulo: Brasiliense, 1986. NASCIMENTO, Abdias do. O quilombismo: documentos de uma militância pan-africanista. 2.ed. Brasília: Fundação Palmares; Rio de Janeiro: Or Editor Produtor, 2002. NASCIMENTO, Beatriz. O conceito de quilombo e a resistência cultural negra. In: RATTS, Alex. Eu sou atlântica: sobre a trajetória de vida de Beatriz Nascimento. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo; Instituto Kuanza, p. 117-125, 2007. SÁNCHEZ RUBIO, David. Miradas críticas en torno al derecho y la lucha social: confluências com América Latina. Madrid: Dykinson S.L.: 2023. Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo: Historicidade #61 A luta pela ressignificação dos Quilombos. Locução: Marcelo de Souza Silva, Jeferson Fernando Celos e Cesar Agenor Fernandes da Silva [S.l.] Portal Deviante, 19/05/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=66984&preview=true Expediente Produção Geral: C. A. e Beraba; Artes do episódio: C. A.; Edição: Talk’nCast; Roteiro e apresentação: Marcelo Beraba Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Edimilson Borges, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Paula MelâneoÉ arquiteta (FA/UTL 1999) e MSc. Multimédia-Hipermédia (ENSBA/ENST Paris 2003). Dedica- se à edição, projetos culturais e exposições. Colabora com a imprensa internacional especializada em arquitetura. Integra a produtora cultural Space Collectors, onde é uma das responsáveis pela programação do seu espaço de galeria SPACE ZERO. Faz parte da redação do J—A Jornal Arquitectos, do qual foi co-autora e coordenadora do projeto editorial (2015- 2019). É membro da AICA – Associação Internacional de Críticos de Arte. Foi a curadora do projeto Artificialis: A Natureza das Imagens Latentes apresentado em Guimarães (DGArtes e Universidade do Minho, 2024-2025). Foi co curadora dos projetos: Paraíso, hoje. (Pavilhão de Portugal na Bienal de Arquitetura de Veneza 2025); Colecção Arquitectura Portuguesa na Democracia 2000-2024 (Casa da Arquitectura); investigação e exposição Almada: um Território em Seis Ecologias (Museu de Almada, 2020); Geração Z: práticas arquitectónicas portuguesas emergente, exposições e conferências (2009-2011). Em 2001 integrou a redação da arqa revista de arquitectura e arte, que coordenou entre 2010-2016. Integrou a Experimentadesign para quatro edições da Bienal de Design e Arquitetura (2011-2017) enquanto coordenadora editorial e editora, sendo a responsável pela edição de diversos livros e publicações. Luca MartinucciNasceu em Bérgamo na Itália, é arquiteto formado pelo Politécnico de Milão e frequentou a Universidade Lusíada de Lisboa em 2002/2003 ao abrigo do programa Erasmus. Colaborou com diferentes arquitetos e ateliers de arquitetura, em Itália e Portugal. O seu percurso multidisciplinar e interesse na História da Arquitetura e da Arte, bem como na produção de imagem analógica e digital, levaram-no a fundar o 18—25 Research Studio em 2010, que hoje partilha com o arquiteto Filipe Alves e Paula Melâneo. Tem apresentado o trabalho do estúdio em diversas exposições, em Portugal e no estrangeiro, e em conferências em universidades portuguesas. Para além do trabalho desenvolvido no estúdio, Luca Martinucci foi co-curador de Paraíso, hoje. (Pavilhão de Portugal na Bienal de Arquitetura de Veneza 2025) e dirige a produtora cultural Space Collectors, onde é um dos responsáveis pela programação do seu espaço de galeria SPACE ZERO. Links: https://www.1825.pt/ https://space-collectors.com/ https://paraisohoje.pt/ https://tigrepapel.pt/loja/ensaio/artificialis-a-natureza-das-imagens-latentes/ https://lab2pt.net/exhibitions/exposicao-artificialis-a-natureza-das-imagens-latentes-duplicate-1 Episódio gravado a 18.05.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados
No episódio 55 do Giro Histórico, o historiador Anderson Couto nos traz uma história profundamente simbólica e emocionante sobre as marcas da escravidão no Brasil. Você já imaginou uma árvore centenária que guarda em seu interior uma prova material da violência do passado? Em Cabo Verde, no sul de Minas Gerais, pesquisadores confirmaram uma lenda local que atravessou gerações: uma paineira imponente que, ao crescer, "engoliu" as correntes de ferro usadas para prender pessoas escravizadas. O que antes era um instrumento de tortura e sofrimento, hoje está fundido ao tronco da árvore, transformando-a em um monumento vivo e natural à memória e à resistência. Acompanhe os detalhes dessa descoberta arqueológica e o debate sobre a importância de preservar esses espaços de memória para confrontar o apagamento histórico da escravidão. E para encerrar, temos uma Dica do Giro especial vinda diretamente de um dos nossos apoiadores, o André Santos. Ele nos apresenta a série Undone, uma animação em rotoscopia que explora as fronteiras da percepção e da realidade, conectando-se de forma surpreendente com os temas do nosso episódio anterior. Artes do Episódio: Augusto Carvalho Financiamento Coletivo Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo DICA DO GIRO Undone - https://x.gd/B1z9B MATERIAL COMPLEMENTAR G1. Detector de metais identifica possível corrente da escravidão dentro de árvore centenária em MG - https://x.gd/ok0Bw Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo: Giro Histórico #55 A árvore e a corrente da escravidão. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva, Anderson Couto e André Santos [S.l.] Fronteiras no Tempo, 12/05/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=66949&preview=true Expediente Produção Geral, Host e Edição: C. A. Arte do Episódio: Augusto Carvalho Trilha Sonora Museum of Moments Start Vacuum – Karneef Lake Jupiter - John Patitucci The Empty Moons of Jupiter - DivKid What If So Then – Karneef Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Edimilson Borges, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio 55 do Giro Histórico, o historiador Anderson Couto nos traz uma história profundamente simbólica e emocionante sobre as marcas da escravidão no Brasil. Você já imaginou uma árvore centenária que guarda em seu interior uma prova material da violência do passado? Em Cabo Verde, no sul de Minas Gerais, pesquisadores confirmaram uma lenda local que atravessou gerações: uma paineira imponente que, ao crescer, "engoliu" as correntes de ferro usadas para prender pessoas escravizadas. O que antes era um instrumento de tortura e sofrimento, hoje está fundido ao tronco da árvore, transformando-a em um monumento vivo e natural à memória e à resistência. Acompanhe os detalhes dessa descoberta arqueológica e o debate sobre a importância de preservar esses espaços de memória para confrontar o apagamento histórico da escravidão. E para encerrar, temos uma Dica do Giro especial vinda diretamente de um dos nossos apoiadores, o André Santos. Ele nos apresenta a série Undone, uma animação em rotoscopia que explora as fronteiras da percepção e da realidade, conectando-se de forma surpreendente com os temas do nosso episódio anterior. Artes do Episódio: Augusto Carvalho Financiamento Coletivo Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo DICA DO GIRO Undone - https://x.gd/B1z9B MATERIAL COMPLEMENTAR G1. Detector de metais identifica possível corrente da escravidão dentro de árvore centenária em MG - https://x.gd/ok0Bw Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo: Giro Histórico #55 A árvore e a corrente da escravidão. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva, Anderson Couto e André Santos [S.l.] Fronteiras no Tempo, 12/05/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=66949&preview=true Expediente Produção Geral, Host e Edição: C. A. Arte do Episódio: Augusto Carvalho Trilha Sonora Museum of Moments Start Vacuum – Karneef Lake Jupiter - John Patitucci The Empty Moons of Jupiter - DivKid What If So Then – Karneef Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Edimilson Borges, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.
António Nogueira Leite subscreveu uma providência cautelar para suspender eleições para a reitoria da Uni. Nova de Lisboa. Refere que Conselho Geral agiu apenas depois do aviso do Ministério.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Ministro determina que reduções nas penas devem aguardar julgamento de ação questionando derrubada do veto presidencial à medida e provoca incômodo até entre colegas do STF. Desmatamento cai 15% na Amazônia e 39,5% no Cerrado em abril. Brasil é grande vencedor dos Prêmios Platino 2026, um dos principais do cinema latino-americano. Escassez de chips de memória força reajuste nos preços do Switch 2 e do PS5. E número de mães solo no Brasil supera população de Portugal.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio 54 do Giro Histórico, o nosso "camisa 10" Willian Spengler nos leva a mergulhar em um mistério que mistura neurociência, teorias da conspiração e um dos maiores clássicos do cinema: o filme Matrix. Você já ouviu falar de Jacobo Grinberg? Este neurocientista mexicano desapareceu misteriosamente em 1994, deixando para trás uma carreira brilhante e a polêmica "Teoria Sintérgica", que questionava a própria natureza da nossa realidade. Seria o mundo uma construção da nossa mente? Greenberg acreditava que sim, e suas pesquisas sobre estados alterados de consciência e fenômenos místicos o levaram a fronteiras que a ciência tradicional ainda reluta em cruzar. Acompanhe este episódio instigante para entender como as ideias de Grinberg ecoam nos debates modernos sobre simulação e por que sua história continua a fascinar gerações de entusiastas da cultura digital. E, claro, não perca a "Dica do Giro" sobre o impacto revolucionário das irmãs Wachowski no cinema! Ouça agora e descubra se você tomaria a pílula vermelha. Artes do Episódio: Augusto Carvalho DICA DO GIRO Matrix Financiamento Coletivo Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo: Giro Histórico #54 Jacobo Grinberg e a Matrix da Vida Real. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 06/05/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=66911&preview=true Expediente Produção Geral, Host e Edição: C. A. Arte do Episódio: Augusto Carvalho Material Complementar Mundo Diners. El chisme histórico: El científico que descubrió ‘la Matrix’ y desapareció Stratega – Busines Magazine. Teoría sintérgica: ¿vivimos en la Matrix? Trilha Sonora Museum of Moments Start Vacuum – Karneef Midnight Trace - Jimena Contreras Hypnosis - Godmode Night Hunt - Jimena Contreras What If So Then - Karneef Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Edimilson Borges, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio 54 do Giro Histórico, o nosso "camisa 10" Willian Spengler nos leva a mergulhar em um mistério que mistura neurociência, teorias da conspiração e um dos maiores clássicos do cinema: o filme Matrix. Você já ouviu falar de Jacobo Grinberg? Este neurocientista mexicano desapareceu misteriosamente em 1994, deixando para trás uma carreira brilhante e a polêmica "Teoria Sintérgica", que questionava a própria natureza da nossa realidade. Seria o mundo uma construção da nossa mente? Greenberg acreditava que sim, e suas pesquisas sobre estados alterados de consciência e fenômenos místicos o levaram a fronteiras que a ciência tradicional ainda reluta em cruzar. Acompanhe este episódio instigante para entender como as ideias de Grinberg ecoam nos debates modernos sobre simulação e por que sua história continua a fascinar gerações de entusiastas da cultura digital. E, claro, não perca a "Dica do Giro" sobre o impacto revolucionário das irmãs Wachowski no cinema! Ouça agora e descubra se você tomaria a pílula vermelha. Artes do Episódio: Augusto Carvalho DICA DO GIRO Matrix Financiamento Coletivo Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo: Giro Histórico #54 Jacobo Grinberg e a Matrix da Vida Real. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 06/05/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=66911&preview=true Expediente Produção Geral, Host e Edição: C. A. Arte do Episódio: Augusto Carvalho Material Complementar Mundo Diners. El chisme histórico: El científico que descubrió ‘la Matrix’ y desapareció Stratega – Busines Magazine. Teoría sintérgica: ¿vivimos en la Matrix? Trilha Sonora Museum of Moments Start Vacuum – Karneef Midnight Trace - Jimena Contreras Hypnosis - Godmode Night Hunt - Jimena Contreras What If So Then - Karneef Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Edimilson Borges, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O SantoFlow recebe Patrícia Cardim, CEO e diretora-geral do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, para uma conversa profunda sobre vida, liderança e rotina de fé.À frente de uma das instituições mais tradicionais do país — que completou 100 anos — Patrícia carrega a responsabilidade de liderar um legado familiar enquanto imprime inovação, criatividade e visão estratégica no mundo da educação.Mas neste episódio, vamos além da trajetória profissional.Ela abre sua história pessoal, compartilha os desafios de assumir liderança tão jovem, decisões importantes ao longo do caminho e como sua fé sustenta sua rotina, suas escolhas e sua forma de conduzir pessoas e projetos.Falamos sobre propósito, disciplina, identidade, equilíbrio entre vida profissional e espiritual, além da importância de manter valores firmes em ambientes de alta pressão.Uma conversa profunda, inspiradora e extremamente atual — especialmente para quem busca viver a fé no meio do mundo.✨ Um episódio elegante, inteligente e cheio de sentido.-----------------------------------------------------------------------------------------------------Ei, você já conhece a única formação on-line do Padre Duarte Lara e da Maria Gabriela? Vem conhecer o Armas Espirituais:https://pay.kiwify.com.br/r9VbS60https://locusmariologicus.lojavirtualnuvem.com.br/produtos/consagracao-a-jesus-por-maria-fundamentos-biblicos-teologicos-e-praticas-espirituais-1k9pp/Abra já sua livraria católica, entre em contato pelo link:https://w.app/vbbktxAgenda Católica:https://agendacatolica.com/Liturgia Diária da Paulus: A PAULUS acredita que bons conteúdos transformam, ajudam as pessoas a revelarem aquilo que têm de melhor. Aproveite essa oferta exclusiva: https://bit.ly/3WnFGvuArtesanato Costa:O ateliê mais tradicional de arte sacra do Brasil oferece estatuetas católicas de altíssima qualidade. Compre sua estátua e adicione um toque de fé à sua casa. Use o cupom "GUTO10" para descontos exclusivos: https://www.loja.artesanatocosta.com.brCamisetas Sabatini: Moda e DevoçãoInspire-se com as camisetas católicas de alta qualidade da Camisetas Sabatini, que unem estilo e fé. Visite a loja online: https://www.camisetassabatini.com.br WhatsApp: (44) 99844-8545✅ Doe Agora: https://bit.ly/3odbeCi✅ Doe via PIX: caridade@acn.org.br
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta sexta-feira (01): Um avião da Gol, que vinha de Salvador, precisou arremeter no mesmo momento em que uma aeronave da Azul estava decolando, na última quinta-feira (30). Os dois aviões ficaram bem próximos, aparentando estarem abaixo da separação vertical mínima recomendada, que é de um pé. Em um pronunciamento transmitido em cadeia de rádio e televisão, o presidente Lula anunciou, às vésperas do Dia do Trabalhador, o lançamento do programa de renegociação de dívidas. Além disso, o mandatário também defendeu a escala 6x1, o programa Desenrola e o controle das bets. Segundo a cúpula do governo, o presidente Lula não deve indicar um novo nome ao STF até o final do ano. A declaração foi feita pelo senador Weverton Rocha (PDT/BA) e reflete a estratégia da atual gestão de evitar novos desgastes em um momento politicamente sensível. O ministro do STF Alexandre de Moraes deu até 90 dias para a Polícia Federal periciar as imagens da megaoperação nas comunidades da Penha e do Alemão, em 2025, que resultou na morte de 122 pessoas. O material já foi submetido pela Secretaria de Segurança Pública à PF. O governo de São Paulo, em parceria com o IBGE e ministérios federais, lançou o plano Cidadania PopRua para mapear e atender a população em situação de rua na capital paulista. Com sete novas unidades, o projeto oferece serviços multidisciplinares de saúde, assistência psicossocial e apoio jurídico. A iniciativa foca na redução de danos e na promoção de direitos civis para um contingente que representa cerca de 30% do total nacional. A base governista no Congresso Nacional articula um recurso ao STF para tentar barrar a "Lei da Dosimetria", que reduz penas e altera regras de progressão de regime para condenados pelos atos de 8 de janeiro. A movimentação ocorreu após uma derrota expressiva do governo na derrubada do veto presidencial. O Secretário-Geral da ONU, António Guterres, alerta para as graves consequências econômicas do fechamento do Estreito de Ormuz pelo Irã. Com o petróleo atingindo a marca de US$120, analistas discutem o uso estratégico do bloqueio como uma "arma nuclear econômica" capaz de gerar inflação e recessão global. O cenário de incerteza pressiona as cadeias produtivas e desafia a estabilidade financeira mundial. O presidente Donald Trump ameaça retirar tropas norte-americanas da Alemanha, Itália e Espanha, intensificando a pressão sobre os aliados da OTAN. A medida seria uma retaliação à recusa desses países em apoiar diretamente as operações dos EUA contra o Irã. Atualmente, os Estados Unidos mantêm mais de 50 mil soldados na região e a possível desmobilização representa uma mudança drástica na postura militar e diplomática em solo europeu. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, classificou como um sinal de "extrema fragilidade" a rejeição do nome de Jorge Messias ao STF. Em tom crítico, Tarcísio afirmou que o governo Lula demonstra falta de articulação política e governabilidade, destacando que um revés dessa magnitude não ocorria no Brasil há mais de um século. As deputadas Heloísa Helena (REDE-RJ) e Fernanda Melchionna (PSOL-RS) protocolaram o pedido de instalação da CPMI do Banco Master, após reunirem as assinaturas necessárias no Congresso. A comissão visa investigar possíveis irregularidades em concessões de crédito e conexões suspeitas com agentes públicos. O presidente dos EUA, Donald Trump, subiu o tom contra o chanceler alemão, Friedrich Merz, sugerindo que o líder europeu deveria focar em "consertar seu país quebrado" em vez de interferir na estratégia norte-americana contra o Irã. o mandatário criticou a gestão alemã em temas como imigração e energia, além de sinalizar uma possível retirada de tropas da Europa. A declaração gera incerteza sobre o futuro das relações diplomáticas e a estabilidade da OTAN. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Em um condomínio residencial no Brás, a morte da PM Gisele Santana foi tratada, a princípio, como suicídio. Porem laudos, contradições e detalhes da cena logo começaram a apontar para algo muito mais grave.Este é um caso sobre controle, silenciamento e violência doméstica.O Café Crime e Chocolate é um podcast brasileiro que conta casos de crimes reais acontecidos no mundo inteiro com pesquisas detalhadas, narrado com respeito e foco nas vítimas.Produção: CMB MediaNarração: Tatiana DaignaultFontes principais: Balanço Geral, Domingo Espetacular, CNN BrasilOutras fontes e fotos sobre o caso você encontra aquiNão esqueça de se inscrever no podcast pela sua plataforma preferida, assim você não perde nenhum episódio. Siga-nos também em nossas redes sociais:Instagram Facebook X AVISO: A escolha dos casos a serem contados não refletem preferência ou crítica por qualquer posição política, religião, grupo étnico, clube, organização, empresa ou indivíduo.
O Secretário-Geral dos TSD gostava que UGT aprovasse a proposta, mas não está esperançoso. Pedro Roque admite que o PSD prefere negociar com o PS, mas se se puserem à margem, têm de optar pelo Chega.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste 21 de abril apresentam-se Michelle Bachelet e Rafael Mariano Grossi; na quarta-feira, 22, será a vez de Rebeca Grynspan e Macky Sall; sucessor ou sucessora de António Guterres toma posse em janeiro de 2027; países-membros e integrantes da sociedade civil farão perguntas no diálogo interativo.
Neste episódio especial do Fronteiras no Tempo, recebemos o Cacique Japoteru Pataxó para compartilhar histórias de seu povo e dos povos indígenas do Brasil. Em abril, mês de celebrações e reflexões, discutimos a importância das tradições, saberes e visões de mundo indígenas, fundamentais para compreender nossa história e construir um futuro mais justo. O episódio aborda a luta por direitos, a reparação histórica e o protagonismo indígena na sociedade brasileira. Uma conversa potente e necessária, que convida todos nós a reconhecer e apoiar essa causa pela vida e liberdade dos povos originários. Awêry (Obrigado)! Arte da Capa Artes do Episódio: C. A. Financiamento Coletivo Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo Episódios Relacionados e Recomendados Fronteiras no Tempo Fronteiras no Tempo #35: Indígenas na História do Brasil Fronteiras no Tempo #63 As funções dos guerreiros na cultura Tupi Guarani Fronteiras no Tempo #75 Questão indígena na história do Brasil Fronteiras no Tempo: Giro Histórico Fronteiras no Tempo: Giro Histórico #45 História Indígena, mitos e lendas de Roraima Fronteiras no Tempo: Historicidade Fronteiras no Tempo: Historicidade #57 A queda do céu: escrita e história indígenas Fronteiras no Tempo: apresenta Fronteiras no Tempo apresenta: Isso é História de Guarapuavano #2 Etnias Indígenas de Guarapuava Spin de Notícia História indígena: sobre o que estamos falando? – 9 Borean (Spin#1908 – 07/02/2023) O significado dos Indígenas na História do Brasil – 21 Driadan (Spin#1618 – 16/04/2022) Chutando a Escada Chute 237 – Genocídio indígena no Brasil Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo #97 Histórias Indígenas. Locução Marcelo de Souza Silva, Cacique Japoteru Pataxó, Cesar Agenor Fernandes da Silva e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 21/04/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=66849&preview=true Expediente Produção Geral: C. A. e Beraba. Host: Marcelo Beraba. Convidado Especial: Cacique Japoteru Pataxó. Recordar é viver: Willian Spengler. Artes do Episódio: C. A. Edição: Talk’nCast Redes Sociais Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Edimilson Borges, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Tanya 1 Iyar Cap 43 Parte 3-Possível inversão de ordem mas em geral é o temor que precede
Você já se perguntou por que a Igreja Adventista é organizada em Associações, Uniões e Divisões? A resposta passa por um nome fundamental: Arthur Grosvenor Daniells. Presidente da Associação Geral por 21 anos (1901-1922), Daniells foi o arquiteto de uma reforma que transformou uma gestão engessada em um organismo missionário global. Neste episódio, mergulhamos na história para entender como a descentralização e a liderança servidora moldaram a nossa identidade: A Crise de Battle Creek: Por que o excesso de centralização estava sufocando a missão no final do século XIX. O Nascimento das Uniões: Como Daniells implementou a descentralização com o apoio de Ellen White. Fundamentos Teológicos: A base bíblica e profética para um sistema de governo participativo e colegiado. Desafios Contemporâneos: 6 lições vitais para líderes e membros que desejam uma igreja eficiente e fiel no século XXI. Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042
No episódio 53 do Giro Histórico temos a estreia da nova integrante da equipe, a Maria Carolina Goulart. Acompanhe como ela mergulha na complexa e dolorosa história do acidente com Césio-137 em Goiânia de 1987, revisitando os eventos à luz da recente série da Netflix, "Emergência Radioativa". Enquanto a série trouxe o tema à tona, muitas nuances e a persistente negligência estatal em relação às vítimas ainda permanecem obscuras. Explore conosco as inconsistências na narrativa oficial, a forma como o Estado lidou com a crise desde o abandono do equipamento radioativo até o tratamento das vítimas, e as consequências duradouras que afetam milhares de pessoas até hoje. Este episódio é um convite à reflexão sobre a memória histórica, a responsabilidade do Estado e a resiliência daqueles que, mesmo após tantos anos, continuam a buscar justiça e reconhecimento. Será que, de fato, os governos fizeram o suficiente pelas vítimas do Césio-137? Arte da Capa Artes do episódio Augusto Carvalho Dica do Giro SciCast #216: 30 anos do Acidente com o Césio-137 - Deviante Financiamento Coletivo Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo: Giro Histórico #53 A emergência radioativa do Césio-137. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva e Maria Carolina Goulart [S.l.] Portal Deviante, 14/04/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=66829&preview=true Expediente Produção Geral, Host e Edição: C. A. Arte do Episódio: Augusto Carvalho Material Complementar MAPA de Conflitos Envolvendo Injustiça Ambiental e Saúde no Brasil. GO – Vítimas do Césio-137 até hoje lutam pelo reconhecimento pleno de seus direitos. Rio de Janeiro: EPSJV/Fiocruz, [s.d.]. GOIÁS. Secretaria de Estado da Saúde. Césio-137 – Goiânia. Goiânia: SES-GO, [s.d.]. SANTOS, Alanis. Catador que encontrou cápsula do Césio-137 rebate declaração de físico: 'Largaram a peça lá'. G1 GO, 2017. G1 GO. O que aconteceu com as vítimas do Césio-137. G1, 24 mar. 2026. VEJA. A reviravolta na vida das vítimas do Césio-137 após repercussão de 'Emergência Radioativa'. Veja, [s.d.]. OLIVEIRA, Manoela. Vítima do Césio critica Netflix: “História real foi trágica por si só”. Metrópoles, 2026. Trilha Sonora Museum of Moments Start Vacuum – Karneef Devil's Organ - Jimena Contreras A Hand In The Dark - Underbelly & Ty Mayer Yacoby - Schwartzy Wind-Up Mountains - Schwartzy Candy Apple Town - National Sweetheart Emergência Radioativa - Trailer Oficial Netflix Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Edimilson Borges, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A Igreja Adventista do Sétimo Dia não nasceu pronta; ela foi moldada por crises que provaram sua fidelidade a Deus. Neste episódio, mergulhamos no ano de 1903, um momento decisivo onde tensões administrativas, teológicas e geográficas convergiram para definir o futuro da nossa denominação. Entenda como a IASD superou três grandes desafios: A Maturidade Administrativa: Por que o retorno do presidente da Conferência Geral não foi um retrocesso, mas um passo para a ordem e expansão global. A Batalha pela Natureza de Deus: O confronto com as ideias panteístas de John Harvey Kellogg e a intervenção profética de Ellen G. White contra o "Alfa das heresias". O Êxodo de Battle Creek: A corajosa decisão de abandonar centros de poder e mudar a sede para Washington, D.C., priorizando a missão sobre as estruturas. Descubra como a história da IASD revela uma igreja capaz de se reformar sem se fragmentar, mantendo-se sempre ancorada na revelação bíblica. Neste vídeo você verá: A liderança equilibrada de A. G. Daniells. O impacto das cartas de Ellen White na Assembleia de 1903. A distinção entre eficiência institucional e identidade profética. Inscreva-se no canal para mais lições da nossa história e compartilhe este vídeo para fortalecer a nossa identidade adventista! Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042