Os principais fatos do Brasil e do mundo apresentados e analisados pelo maior jornal do país.

No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 27, Carlos Andreazza fala sobre sobre o Supremo Tribunal Federal, que decidiu, nesta quinta-feira, 26, barrar a prorrogação dos trabalhos da CPI do INSS, que investiga fraudes milionárias e descontos indevidos nos contracheques de aposentados e pensionistas. A comissão tem até sábado para encerrar suas atividades. Foram oito votos contra a prorrogação e dois a favor. A maioria dos ministros preferiu revogar a liminar que havia sido concedida pelo ministro André Mendonça. Na segunda-feira, 23, Mendonça havia determinado que o presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre (União-AP), fizesse a leitura do pedido de extensão dos trabalhos em 48 horas. Neste julgamento, os ministros embutiram em seus votos alguns recados para o Congresso Nacional. O ministro Flávio Dino defendeu que o poder das CPIs são limitados e que elas devem ter prazo certo para funcionar. Citou que a comissão que trata do INSS já quebrou mais de 1 mil sigilos e que dar continuidade a esse tipo de conduta lembra investigações do período da ditadura. Já o decano Gilmar Mendes, criticou a CPI e o que considera abusos cometidos pela comissão. “Tem coisas que não se faz nem pelado na frente do espelho”, disse. Ele votou contra a prorrogação reforçando que a regra estabelece um “prazo certo” para a comissão parlamentar funcionar e que prorrogação é assunto para o Legislativo. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 26, Carlos Andreazza fala sobre o julgamento da prorrogação da CPI do INSS no plenário do Supremo. Ministros e assessores do Supremo Tribunal Federal (STF) afirmam que a tendência atual é que a maioria dos dez atuais integrantes da Corte vote pela derrubada da decisão do ministro André Mendonça de prorrogar a duração da CPI do INSS. O STF ainda enviou ofício à CPI do INSS para que a comissão explique a finalidade do pedido de informações sobre conversas de um contato ligado ao tribunal encontrado no celular de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. O documento não esclarece se o número pertence ou já pertenceu ao ministro Alexandre de Moraes. O ministro de Moraes inclusive, deve tomar uma decisão nos próximos dias em um processo que pode afastar o governador do Maranhão, Carlos Brandão (PSB). Ele é acusado, por aliados do ministro Flávio Dino, de descumprir decisões de Moraes em casos de nepotismo no Estado. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 25, Carlos Andreazza fala sobre as negociações para a delação de Vorcaro e da prisão domiciliar de Bolsonaro. O dono do liquidado Banco Master, Daniel Vorcaro, vai negociar a inclusão do seu cunhado, o pastor e empresário Fabiano Zettel, no seu acordo de delação premiada, que ainda está sendo traçado por sua equipe de advogados. As investigações da Polícia Federal apontam Zettel como uma espécie de operador financeiro de Vorcaro, responsável pela gestão de fundos de investimento e pagamentos dos mais diversos tipos. O colunista comenta sobre o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, que autorizou nesta terça, 24, que Jair Bolsonaro (PL), de 71 anos, volte a cumprir pena em prisão domiciliar por 90 dias para a recuperação de uma broncopneumonia bacteriana bilateral. O ex-presidente está hospitalizado desde 13 de março. Segundo apuração, a prisão domiciliar humanitária por 90 dias concedida a Jair Bolsonaro (PL) pelo STF teve nos bastidores uma articulação da família do ex-presidente e do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e um processo sigiloso no hospital DF Star, onde ele está internado desde 13 de março. Ainda no STF, ministros e assessores afirmam que a tendência atual é que a maioria dos dez atuais integrantes da Corte vote pela derrubada da decisão do ministro André Mendonça de prorrogar a duração da CPI do INSS. O julgamento está marcado para quinta-feira, 26. Na segunda-feira, 23, Mendonça determinou que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), receba no prazo de 48 horas o requerimento com assinaturas necessárias para a extensão do prazo, faça a leitura do documento e prorrogue a CPI. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/ See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 24, Carlos Andreazza fala sobre a agitada segunda-feira em Brasília, onde tivemos prorrogação da CPI do INSS, desistência de presidenciável e uma possibilidade de prisão domiciliar para Bolsonaro. No STF, o ministro André Mendonça determinou que o presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União-AP), faça a leitura do pedido de prorrogação dos trabalhos da CPI do INSS. Mendonça deu 48 horas para Alcolumbre. Caso não o presidente do Senado não faça a leitura prorrogando os trabalhos da comissão, Mendonça determinou que a CPI ficará autorizada a continuar os trabalhos. A decisão do magistrado diz que a prorrogação deverá observar o tempo que a minoria no Congresso considerar necessário para concluir as investigações. No campo eleitoral, o governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), desistiu de concorrer à Presidência da República. Em comunicado oficial divulgado nesta segunda-feira, 23, ele confirmou que cumprirá seu mandato no Executivo estadual até o fim, em dezembro, retirando-se da lista de presidenciáveis do PSD articulada por Gilberto Kassab. A decisão foi comunicada a Kassab após uma “profunda reflexão familiar” ocorrida na noite de domingo (22), diz a nota. O texto afirma que Ratinho Junior optou por priorizar o compromisso firmado com o eleitorado paranaense em 2018 e 2022, evitando a interrupção de projetos em áreas como educação e infraestrutura. O colunista fala ainda sobre o procurador-geral da República, Paulo Gonet, que se manifestou a favor da concessão de prisão domiciliar para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O advogado de Bolsonaro, Celso Vilardi, afirmou ao Estadão que, com o parecer favorável da PGR, a equipe jurídica está confiante que a prisão domiciliar seja concedida ao ex-presidente. Ministros e assessores do Supremo Tribunal Federal (STF) dão como certo que Alexandre de Moraes vai liberar Jair Bolsonaro para a prisão domiciliar depois que o ex-presidente tiver alta hospitalar. No mesmo dia que o parecer da PGR chegou ao STF, Moraes demonstrou que não vai aliviar para toda a família do ex-presidente. O ministro autorizou que a Polícia Federal use, no processo disciplinar aberto contra o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, o filho 03, provas do processo em que ele é réu por ter atuado nos Estados Unidos para pressionar autoridades brasileiras com sanções. As provas serão compartilhadas com a Polícia Federal para instruir um procedimento para apurar supostos atos de improbidade administrativa do ex-parlamentar. Ele teria ameaçado servidores da Polícia Federal para tentar frear a investigação em curso no STF. Eduardo mora nos Estados Unidos e pode ser condenado criminalmente pelo tribunal. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/ See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 23, Carlos Andreazza fala sobre a rede de consultorias e serviços que estruturaram as ações de Daniel Vorcaro no Banco Master. O colunista fala ainda, do voto do ministro Gilmar Mendes para manter a prisão preventiva de Vorcaro, dono do Master, custodiado na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, onde já deu início ao processo de delação premiada. Em um texto de 42 páginas, o decano deixou evidente que a prisão preventiva nem sempre é a melhor solução. Gilmar recorreu à jurisprudência da Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) e “aos inúmeros casos que tratam de critérios e parâmetros que justificam a prisão preventiva dos investigados”. Em referência direta à decisão de seu colega, André Mendonça, que decretou a custódia preventiva do banqueiro no dia 4 de março, Gilmar enfatizou. “A meu ver, algumas das expressões usadas na decisão ora submetida a referendo são um retrato do que esses dispositivos buscam combater: o recurso a clichês que serviriam para justificar a prisão de qualquer pessoa que é acusada de um crime.” Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/ See omnystudio.com/listener for privacy information.

A Inteligência Artificial e a computação em nuvem já não são apenas tendências: são pilares da nova economia digital. Na base dessas transformações está uma infraestrutura robusta, responsável por sustentar, proteger e escalar tudo o que acontece no ambiente digital. Garantir que essa estrutura opere com alta resiliência, segurança e disponibilidade contínua, 24 horas por dia, é um desafio crítico, especialmente diante do crescimento exponencial do tráfego de dados impulsionado pela IA. Ao mesmo tempo, modernizar essa infraestrutura deixou de ser opção e se tornou um imperativo estratégico para ampliar capacidade, atender novas demandas e posicionar o Brasil como um player relevante na economia global de dados. Quais são os desafios? Onde estão as oportunidades? O Start Eldorado apresenta, nesta semana, a primeira parte de mais um encontro da série “Conexões”, gravado na Japan House, em São Paulo: O Alicerce da Economia Digital - Infraestrutura como Viabilizadora da IA e Nuvem. O evento reuniu Rogério Garchet (Eletronet), Rafael Mezzasalma (Nokia Brasil), Marcos Vinícius Peigo (Scala Data Centers) e Roberto Murakami (NEC América Latina) para discutir o papel do backbone, da capacidade de transmissão de dados e da resiliência de rede na viabilização da IA e da nuvem no Brasil, além dos desafios futuros para o país. Apresentado por Daniel Gonzales, o programa vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Rádio Eldorado FM (107,3), app, site e assistentes de voz.See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 20, Carlos Andreazza fala sobre a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, que autorizou a transferência do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para a carceragem da Superintendência da Polícia Federal em Brasília para dar início ao seu processo de delação premiada. A transferência foi realizada na noite desta quinta-feira, 19. Vorcarou já assinou um termo de confidencialidade com investigadores da Procuradoria-Geral da República (PGR) e da Polícia Federal para formalizar o início das tratativas de colaboração premiada. Esse termo impede que o delator divulgue o conteúdo do que está sendo negociado. O colunista mostra também, que o ministro Gilmar Mendes anulou a quebra de sigilo do fundo Arleen, aprovada pela CPI do Crime Organizado. Para o ministro do STF, a quebra de sigilo apresentada pelo senador Sérgio Moro (União-PR) e aprovada pela comissão não constitui “ato ordinário de investigação, mas medida de caráter excepcional”. “Parece evidente que os próprios integrantes da CPI tinham ciência a respeito da possibilidade de anulação de seus atos e, mesmo assim, decidiram prosseguir com a votação simbólica, sem discussão sobre os pressupostos da medida investigativa”, diz Gilmar. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 17, Carlos Andreazza fala sobre a possível “delação seletiva” ‘séria’ de Vorcaro, que parece avançar, pois o advogado José Luís de Oliveira Lima, contratado por Daniel Vorcaro, foi recebido nesta terça-feira, 17, pelo relator do processo sobre o Banco Master no Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça. Os dois conversaram sobre o acordo de delação premiada que o banqueiro pretende firmar. O pacto permite redução na pena do investigado em eventual condenação. Em troca, ele precisa revelar detalhes sobre o esquema fraudulento. Em Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tenta acelerar a estratégia para destravar a nomeação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF). A movimentação do Planalto busca garantir a aprovação do atual Advogado-Geral da União antes que uma eventual delação premiada do banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, possa turvar ainda mais o cenário político no Senado. No Congresso, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado quebrou o sigilo do fundo Arleen, usado para a compra do resort Tayayá de Dias Toffoli e de seus familiares. Como mostrou o Estadão, o Arleen tinha como único cotista outro fundo, o Leal, que por sua vez tinha, de 2021 a 2025, como único cotista Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 17, Carlos Andreazza fala sobre o clima de “delação do fim do mundo” na Praça dos Três Poderes. Para sair da prisão, o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, já negocia uma colaboração premiada e, de acordo com informações que chegaram ao Palácio do Planalto, pretende puxar o PT e o governo Lula para o escândalo. Até agora as investigações do caso Master atingiram em cheio o Supremo Tribunal Federal (STF), além de políticos e presidentes de partidos do Centrão. Respingaram, ainda, no ministro da Casa Civil, Rui Costa, que era governador da Bahia à época da expansão do banco, e no líder do governo no Senado, Jaques Wagner, seu antecessor à frente do Palácio de Ondina. E no STF, o ministro Gilmar Mendes não pretende acelerar o passo para entregar seu voto no julgamento sobre a prisão de Daniel Vorcaro, do Banco Master. Embora o prazo regimental se encerre nesta sexta-feira, 20, como já há maioria para manter o banqueiro preso, o ministro prioriza a construção de um voto dogmático em detrimento da celeridade. Segundo interlocutores, Mendes tem dito nos bastidores que essa decisão transcende a situação individual da prisão de Vorcaro. A tendência, portanto, é que o decano produza uma decisão que sirva de recado à Corte e à Polícia Federal. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 17, Carlos Andreazza fala sobre a decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a retirada imediata do conteúdo extraído do celular do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, de sala cofre da CPI do INSS. De acordo com o magistrado, o material contém “aspectos da vida privada de investigados”. “A Polícia Federal deverá, em colaboração interinstitucional com a Presidência da CPMI-INSS, retirar todos os equipamentos que estão armazenados no referido local para realizar uma nova e detida separação dos dados existentes, de maneira a que eventual conteúdo que diga respeito exclusivamente à vida privada do citado investigado não seja compartilhado com a referida Comissão Parlamentar”, diz a decisão. O colunista comenta também as falas do senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente da CPMI do INSS, que afirmou que a mensagem de Daniel Vorcaro, questionando se o interlocutor teria conseguido “bloquear”, enviada no dia da primeira prisão do banqueiro, teve como destino um telefone funcional do Supremo Tribunal Federal (STF). Conforme revelou à colunista Malu Gaspar, do jornal “O Globo” e confirmou o Estadão, as mensagens eram destinadas ao ministro Alexandre de Moraes. O ministro, porém, negou, sem explicar se teve alguma conversa com Vorcaro. Ainda na CPMI do INSS, um relatório técnico da Polícia Federal que embasou as quebras de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Lula, apontou suspeitas de que a mudança dele para o exterior poderia ter o objetivo de fugir das investigações sobre desvios no Instituto Nacional de Seguro Social (INSS). A defesa dele negou essa intenção e afirmou que ele se mudou antes da deflagração da Operação Sem Desconto. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 16, Carlos Andreazza fala sobre a possível delação de Daniel Vorcaro, as mudanças na estratégia de defesa do banqueiro ocorreram após a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formar maioria, na sexta-feira, 13, para manter a prisão preventiva do banqueiro e de outros investigados. A decisão abriu caminho para um acordo de delação premiada. Bottini e Podval teriam posição contrária ao acordo. Para o lugar do criminalista Pierpaolo Bottini, foi escolhido o advogado José Luís de Oliveira Lima, que também já defendeu figuras políticas de destaque, como o petista e ex-ministro da Casa Civil José Dirceu e o ex-ministro da Defesa e da Casa Civil Walter Braga Netto, preso e condenado por participação na trama golpista. Em Brasília, a Polícia Federal já começou a colher depoimentos de influenciadores digitais procurados com uma oferta de trabalho para realizar publicações em defesa do Banco Master e com ataques aos desafetos do banqueiro Daniel Vorcaro. O programa diário traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/ See omnystudio.com/listener for privacy information.

A inteligência artificial já redesenha setores inteiros da economia. No varejo e na indústria de bens de consumo, por exemplo, começa a influenciar desde decisões estratégicas nas cadeias de suprimentos até a experiência do cliente. Nesse cenário, a NVIDIA (uma das empresas centrais da revolução da IA, desenvolvedora de chips, plataformas de computação acelerada e softwares que hoje sustentam grande parte dos sistemas utilizados no mundo), realizou uma pesquisa mostrando que 91% das empresas do setor de varejo já usam ou avaliam IA. E mais impressionante: 89% dizem que a tecnologia está aumentando a receita, enquanto 95% afirmam que ela já reduziu custos. Para entender como essa transformação está acontecendo e quais são os próximos passos dessa tecnologia nos negócios de mercado, o Start Eldorado desta semana recebe Marcio Aguiar, diretor da divisão Enterprise da NVIDIA para a América Latina. Apresentado por Daniel Gonzales, o programa vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Rádio Eldorado FM (107,3), app, site e assistentes de voz.See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 13, Carlos Andreazza fala da crise do Banco Master e suas ramificações nos três poderes da República. O colunista comenta sobre uma ordem de busca e apreensão expedida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes contra um blogueiro do Maranhão que publicou informações sobre o veículo funcional usado pelo ministro Flávio Dino no Estado. No despacho em que determinou a busca, Moraes afirmou que o autor “se valeu de algum mecanismo estatal para identificação e caracterização dos veículos”, o que teria permitido “exposição indevida relacionada à segurança de autoridades”. Ainda no STF, o ministro Cristiano Zanin rejeitou nesta quinta-feira, 12, o pedido apresentado pelo deputado federal Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) relacionado à criação de uma CPI na Câmara dos Deputados para investigar o Banco Master. Na petição enviada à Corte, o deputado afirma que há um “ato omissivo inconstitucional” do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), ao não instalar a CPI destinada a investigar “as fraudes ocorridas na relação entre o Master e o BRB”. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 12, Carlos Andreazza fala das investigações sobre o Banco Master, que arrastam Brasília para a crise. No STF, ministros tentam uma blindagem das ligações com o banqueiro Daniel Vorcaro, já no meio político, PT e PL têm feito publicações para colar adversários no estrago de reputação provocado pela proximidade com Vorcaro. Ainda no Supremo, o ministro Dias Toffoli alegou ‘foro íntimo’ e se declarou suspeito nesta quarta, 11, para relatar a ação que pede a instalação da CPI do Banco Master na Câmara dos Deputados. A suspeição ocorre quando o magistrado admite relações pessoais ou inimizade com algum citado no curso da investigação. O ministro, entretanto, afirmou no despacho de sete páginas que “foram definitivamente afastadas, por decisão transitada em julgado, quaisquer hipóteses de suspeição ou de impedimento da minha atuação nos processos da chamada Operação Compliance Zero”. A crise do Banco Master está chegando ao eleitor, pesquisa divulgada nesta quarta-feira, 11, pela Meio/Ideia traz dados reveladores. Do total dos eleitores ouvidos, 48% conhecem as suspeitas que pairam sobre Daniel Vorcaro e 30% não têm certeza – um percentual alto para algo que começou com uma fraude financeira de um banco médio. Dos que conhecem o caso, 70% o associam ao Supremo Tribunal Federal e dizem que sua credibilidade fica abalada. E o dado mais importante: 44% afirmam que o caso aumenta a sua chance de votar em um senador que apoie o impeachment de um ministro do STF. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: http://bit.ly/estadao-oferta-ytSee omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 10, Carlos Andreazza fala sobre o Caso Master, e os desdobramentos das investigações. O ‘Estadão’ ouviu especialistas que atuam em alguns dos maiores escritórios do País e a avaliação é de que o Barci de Moraes Advogados cobrou preços muito acima dos praticados no mercado. No Senado, Alessandro Vieira (MDB-SE) protocolou requerimento para a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar as condutas dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e Dias Toffoli no escândalo do Banco Master. São necessários 27 apoiamentos para protocolar o texto e foram obtidas 35 assinaturas. O senador e o ex-deputado Eduardo Bolsonaro trocaram ataques em publicações nas redes sociais na tarde desta segunda-feira, 9, em divergências pela criação da CPI. O programa diário traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine o Estadão: https://ofertas.estadao.com.br/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 09, Carlos Andreazza fala sobre o caso Master e as possíveis relações entre Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro, o ministro do STF nega contatos, mas falas da esposa de Moraes, que enfraquecem a versão do próprio marido, que alega que os prints dos textos enviados pelo banqueiro a seus interlocutores foram armazenados em pastas junto com os contatos das pessoas que os receberam e, depois, entregues à CPI do INSS. Uma reportagem do Estadão mostra como funciona a investigação da organização das pastas com arquivos encontrados no celular do banqueiro Daniel Vorcaro. Segundo apuração, o aplicativo segue uma lógica de programação considerada básica na engenharia de dados e que foi aplicada no desenvolvimento do programa criado pela própria Polícia Federal há mais de dez anos para processamento e análise de dados extraídos de dispositivos eletrônicos, colocando ainda mais dúvidas sobre o assunto. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://bit.ly/oferta-estadaoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O Brasil vem avançando rapidamente na digitalização dos serviços públicos, e o portal Gov.br se tornou a principal porta de entrada do cidadão para acessar serviços do Estado. A plataforma já reúne milhares de serviços e milhões de usuários, mas também avança diante de novos desafios, como ampliar a integração com estados e municípios, garantir segurança digital e melhorias no uso de tecnologias como inteligência artificial e biometria. No Start Eldorado desta semana, falamos sobre os próximos passos da estratégia de governo digital no País com Rogério Mascarenhas, secretário de Governo Digital do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos. Apresentado por Daniel Gonzales, o Start Eldorado vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Rádio Eldorado FM (107,3), app, site e assistentes de voz.See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 6, Carlos Andreazza comenta sobre as trocas de mensagens entre o banqueiro Daniel Vorcaro e o ministro do STF Alexandre de Moraes. O ministro já estava envolvido no caso Master após a revelação de um contrato de R$ 130 milhões entre o banco e o escritório da família de Moraes, mas as novas mensagens intensificam a percepção de proximidade entre ele e o banqueiro. As conversas foram reveladas pela jornalista Malu Gaspar e mostram que, horas antes de ser preso pela primeira vez, em novembro, Vorcaro perguntou a Moraes: “Alguma novidade? Conseguiu ter notícia ou bloquear?”. Essas mensagens levantam mais dúvidas sobre o envolvimento do ministro e a necessidade de afastamento dele do caso. A terceira fase da Operação Compliance Zero prendeu Daniel Vorcaro e foi a primeira ação autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça depois que assumiu a relatoria do caso. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiFoto: Wilton Junior/EstadãoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 5, Carlos Andreazza comenta sobre a terceira fase da Operação Compliance Zero que prendeu Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Essa foi a primeira ação autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça depois que assumiu a relatoria do caso. Ele foi preso em sua residência em São Paulo, no início da manhã da quarta-feira, 4, e encaminhado à Superintendência da PF na capital paulista. Também houve outros três mandados de prisão e 15 mandados de busca e apreensão. Além disso, Andreazza fala sobre outra prisão, a de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o “Sicário” de Daniel Vorcaro, que acabou se suicidando enquanto estava sob custódia dos federais na Superintendência Regional do órgão em Minas Gerais, segundo informação divulgada pela própria corporação no Estado. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 4, Carlos Andreazza comenta sobre o recurso do Senado contra a decisão do ministro Gilmar Mendes, que anulou a quebra de sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático (de mensagens de telefone e e-mails) da empresa Maridt Participações, que pertence ao ministro Dias Toffoli e seus irmãos. Senadores da oposição e integrantes da CPI do Crime Organizado criticaram a decisão do ministro Gilmar Mendes e afirmaram que se tratou de uma ação “corporativista”, “uma pedrada na instituição” e uma “interferência indevida”. Já Carlos Andreazza avalia que o próprio ministro deve recorrer no Supremo Tribunal Federal, com grande probabilidade de ter a decisão chancelada pelos outros ministros, reafirmando seu poder e blindando a Corte. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiFoto: Wilton Junior/EstadãoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 3, Carlos Andreazza comenta as últimas pesquisas eleitorais, que apontam um empate técnico, com cenário mais favorável ao senador Flávio Bolsonaro (PL) do que ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). É a primeira vez que esse resultado aparece nessa pesquisa em relação à primeira etapa do pleito. O levantamento do instituto Paraná Pesquisas mostrou no segundo turno, Flávio Bolsonaro numericamente à frente de Lula, com 44,4% a 43,8%. Tecnicamente, eles seguem empatados por causa da margem de erro, como já havia ocorrido nas últimas rodadas da pesquisa. O colunista analisa os fatores que levam Lula a perder apoio em ano eleitoral, como os novos desdobramentos do caso Master, a CPI do INSS e o envolvimento de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, nas investigações. Também aborda os motivos do crescimento do apoio a Flávio Bolsonaro. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 2, Carlos Andreazza comenta a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes de anular a quebra de sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático da empresa Maridt Participações, que pertence ao ministro Dias Toffoli e seus irmãos. Na decisão, Gilmar Mendes afirma que houve desvio de finalidade e abuso de poder na decisão, por se tratar de “circunstâncias desconexas ou alheias ao ato de instauração” da CPI. Andreazza ainda fala sobre as manifestações realizadas neste domingo, 1.º, que defenderam a liberdade do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), preso pela trama golpista, e fizeram críticas ao governo federal e aos ministros do STF Alexandre de Moraes e Dias Toffoli. E também comenta as menções a um dos filhos do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, nas investigação sobre desvios de aposentadorias do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, disse que ele nunca teve relação com o INSS e classificou as referências como “ilações”. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

A Inteligência Artificial está redefinindo a forma como as empresas trabalham com temas como privacidade, governança e responsabilidade no uso de dados e ainda influindo fortemente na competitividade. Um novo estudo da Cisco revela que, no Brasil, 95% das organizações ampliaram seus programas de privacidade e 91% planejam investir ainda mais para acompanhar a complexidade da IA. Porém, o desafio vai além do compliance, já que 73% das empresas brasileiras enfrentam dificuldades para acessar dados relevantes e de alta qualidade. E apenas 20% delas consideram essas estruturas maduras o suficiente para lidar com a rápida evolução dos modelos de IA, inclusive os agênticos. Para falar deste cenário e desafios, o apresentador Daniel Gonzales recebe, no Start Eldorado desta semana, Marcia Muniz, diretora jurídica da Cisco América Latina e Canadá e DPO da Cisco no Brasil. O Start vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Rádio Eldorado FM (107,3 para a Grande SP), no app e site e também pode ser ouvido nas principais plataformas de áudio em formato de podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 27, Carlos Andreazza fala sobre a autorização do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça para a quebra dos sigilos bancários, fiscais e telemáticos de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. A decisão foi tomada antes da sessão desta quinta-feira, 26, da CPI do INSS, quando foi aprovada a quebra dos sigilos bancário e fiscal do filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A quebra de sigilos bancário e fiscal do Lulinha remete aos piores momentos da longa carreira política do pai, o presidente Lula − mensalão, Lava Jato e prisão – e desaba sobre a campanha da reeleição justamente quando o senador Flávio Bolsonaro se firma e ganha fôlego como o principal candidato da oposição. Quanta poeira, ou lama, pode sair daí? Afinal, Lula está virtualmente reeleito? É o mais forte candidato, mas a resposta, nua e crua, é que não. Se as pesquisas até aqui capturavam o favoritismo do presidente, começam a registrar que não é bem assim e a campanha vai ser uma pedreira, ainda mais difícil do que a de 2022, que ele venceu já por margem bem apertada. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 26, Carlos Andreazza fala sobre a CPI do Crime Organizado que aprovou o convite para o comparecimento do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli ao colegiado e a quebra de sigilo fiscal da Maridt Participações no período entre 2022 e 2026. Toffoli é sócio da empresa, que vendeu parte do resort Tayayá a fundo ligado ao Banco Master. A comissão aprovou ainda a convocação dos irmãos do ministro, José Carlos Dias Toffoli e José Eugênio Dias Toffoli, que são gestores da Maridt. Pelo tipo de requerimento, a presença deles para prestar depoimento à CPI é obrigatória. Já a de Toffoli é facultativa. A CPI também aprovou o convite ao ministro Alexandre de Moraes e a convocação de Daniel Vorcaro, dono do Master. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiFoto: Wilton Junior/EstadãoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 25, Carlos Andreazza fala sobre as respostas por meio da imprensa, mensagens nas redes sociais e acusações de pouco apoio à pré-candidatura presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) dão os contornos dos recentes conflitos envolvendo os filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e até a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Na última sexta-feira, 20, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou, em entrevista ao programa Poder Expresso, do SBT News, que Michelle e Nikolas deveriam se dedicar à campanha de Flávio Bolsonaro, hoje pré-candidato à Presidência da República, “com mais afinco”. “Acho que o apoio está aquém do desejável. Pessoas que foram eleitas ou estão debaixo do guarda-chuva de Jair Bolsonaro, que se dizem seguidoras das suas ordens e determinações, deveriam ter se dedicado, com mais afinco, à campanha do Flávio”, disse. Não é a primeira vez que Eduardo, que está nos Estados Unidos, critica a postura de Nikolas. Além de ter afirmado que Nikolas tem intenções de se descolar de Bolsonaro, Eduardo acusou o deputado, no ano passado, de ser pouco enfático na defesa por mais sanções dos Estados Unidos contra o Brasil. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 24, Carlos Andreazza fala sobre 'Xandão Orloff' que observa Dias Toffoli e pensa: eu sou você amanhã. E se antecipa. O juiz “com sangue nos olhos”. Houvesse República entre nós, estando ele também no celular de Vorcaro, o País esperaria relatório da Polícia Federal sobre as relações do delegadão com a turma do Master. Documento da mesma natureza daquele que a PF entregou a Fachin relativamente a Dias Toffoli – peça que reúne indícios de crimes. Eu não serei você amanhã – reage. E então a operação policial contra servidores da Receita Federal; Alexandre de Moraes de repente relator paralelo do caso Master, para o qual escreve novela concorrente e da qual dispara capítulos intimidatórios em que a trama central se tornou a atividade ilícita do fisco. Contra a revelação de relações econômicas cruzadas de “altas autoridades”, a intimidação cruzada também à Polícia Federal e à imprensa. A Receita não vaza a ocorrência de charutadas de juiz com empresário interessado no tribunal que tem como advogada a esposa do juiz. As divulgações do contrato multimilionário da mulher de Moraes com o Master e da sociedade de Dias Toffoli com os fundos operadores do banco não são produtos de quebra-vazamento de dados fiscais. Isso é o que se quer intimidar. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 23, Carlos Andreazza fala sobre o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça que convocou delegados da Polícia Federal para uma nova reunião sobre a investigação das suspeitas de irregularidades do Banco Master e do seu dono, Daniel Vorcaro, para a próxima segunda-feira, 23. Em decisão proferida na última sexta-feira, 20, André Mendonça já havia autorizado a PF a retomar as diligências do inquérito e organizar o trabalho dos peritos para a extração dos dados de aparelhos apreendidos. A expectativa dos investigadores é finalizar esse primeiro inquérito nas próximas semanas. Já foram abertas diversas outras frentes de apuração que estão em estágio inicial, como os crimes financeiros envolvendo fundos de investimento e o uso de influenciadores para ataques a autoridades públicas. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

A inteligência artificial já deixou de ser tendência para se tornar infraestrutura. Mas como construir o futuro de forma cuidadosa em temas como produtividade, responsabilidade e cultura organizacional em um momento em que a IA já ultrapassou com folga a barreira de ser apenas uma mera curiosidade? Um grupo com 32 pesquisadores de seis países, incluindo o Brasil, está estudando não apenas o potencial da inteligência artificial, mas também seus riscos, impactos sociais e efeitos sobre a persuasão e o comportamento humano. No Start Eldorado desta semana, Daniel Gonzales conversa com Magno Maciel, pesquisador, ex-pesquisador da OpenAI e coordenador do GA.IA (Grupo de Análise Integrada de IA), dedicado à pesquisa e ao letramento em inteligência artificial. O especialista fala sobre como a IA pode amplificar talentos dentro das empresas e de temas como o avanço do uso da IA no cibercrime e os novos desafios da segurança; os impactos no mercado de trabalho; regulação, transparência e o combate aos deepfakes; e por que a curiosidade pode se tornar a principal competência da nova era. O Start vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Rádio Eldorado FM (107,3 para toda a Grande SP), além do app, site e assistentes de voz, e depois pode ser ouvido pelas plataformas digitais como podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 20, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que quer criar uma teoria da conspiração para desviar o foco do principal: o suposto contrato milionário entre o escritório da sua esposa e o falido Banco Master e a sociedade do ministro Dias Toffoli em um resort de luxo por valores muito acima da sua renda acumulada como servidor público. Moraes acredita estar sendo perseguido por integrantes do governo Lula - resta saber por quais motivações - e isso fica evidente sobre a ordem dada à Receita Federal para investigar a quebra de sigilo fiscal de integrantes da Corte, mas com um recorte de 2023 para cá. Ou seja, não houve suspeitas por parte de Moraes sobre a atuação do órgão no governo Bolsonaro. O que se comenta nos corredores de Brasília é que Moraes faz parte de um grupo de autoridades próximas ao banqueiro Daniel Vorcaro, ao lado do também ministro do STF Dias Toffoli e de políticos como o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, o ex-presidente da Câmara Arthur Lira e o atual presidente da Casa, Hugo Motta. A lista ainda incluiria dezenas de deputados e senadores que, direta ou indiretamente, surfaram na onda de crescimento do Master nos últimos anos. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 19, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que quer criar uma teoria da conspiração para desviar o foco do principal: o suposto contrato milionário entre o escritório da sua esposa e o falido Banco Master e a sociedade do ministro Dias Toffoli em um resort de luxo por valores muito acima da sua renda acumulada como servidor público. Moraes acredita estar sendo perseguido por integrantes do governo Lula - resta saber por quais motivações - e isso fica evidente sobre a ordem dada à Receita Federal para investigar a quebra de sigilo fiscal de integrantes da Corte, mas com um recorte de 2023 para cá. Ou seja, não houve suspeitas por parte de Moraes sobre a atuação do órgão no governo Bolsonaro. O que se comenta nos corredores de Brasília é que Moraes faz parte de um grupo de autoridades próximas ao banqueiro Daniel Vorcaro, ao lado do também ministro do STF Dias Toffoli e de políticos como o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, o ex-presidente da Câmara Arthur Lirae o atual presidente da Casa, Hugo Motta. A lista ainda incluiria dezenas de deputados e senadores que, direta ou indiretamente, surfaram na onda de crescimento do Master nos últimos anos. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Avaliação considera a redução da extrema pobreza no Brasil durante a gestão de cada ministro, desde Zélia Cardoso de Mello, passando por Fernando Henrique Cardoso até Fernando Haddad. Veja o vídeo completo: https://www.estadao.com.br/economia/pedro-fernando-nery/qual-foi-o-melhor-ministro-da-fazenda-da-historia-do-brasil/ Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://bit.ly/oferta-estadaoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

No ‘Fala, Duquesa!’ desta semana, colunista reage à proposta da Receita de cobrar 3,5% sobre os ativos virtuais; segundo ela, medida é tentativa de enquadrar cripto ao sistema financeiro. Assista ao vídeo: https://www.estadao.com.br/economia/duquesa-de-tax/o-que-voce-precisa-saber-sobre-a-proposta-de-cobranca-de-iof-sobre-investimento-em-ativos-virtuais/ Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://bit.ly/oferta-estadaoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O Start Eldorado desta semana mostra que a IA amplia oportunidades, mas também exige mais responsabilidade, governança e consciência digital: um estudo do Fórum Econômico Mundial revela que 94% de executivos e especialistas apontam a Inteligência Artificial como o principal fator de impacto na segurança cibernética nos próximos 12 meses. Fraudes digitais, phishing automatizado, ransomware e ataques à cadeia de suprimentos estão entre as ameaças que mais cresceram no último ano. E o dado mais preocupante: quase três em cada quatro pessoas afirmam que elas próprias ou alguém próximo já foram vítimas de fraude online. O apresentador Daniel Gonzales conversa com dois especialistas para discutir os riscos, os impactos e o que pode ser feito para proteger empresas e cidadãos na era da Inteligência Artificial, que infelizmente também vem sendo utilizada para potencializar e amplificar golpes. No Start, estão Américo Alonso, diretor de Cibersegurança da Atos América do Sul, e Rafael Garcia, especialista em prevenção a fraudes da FICO. O programa vai ao ar todas as quartas-feiras, a partir das 21h, na Rádio Eldorado FM (107,3 para toda a Grande SP), além do app, site e assistentes de voz, e depois pode ser ouvido pelas plataformas digitais como podcast. See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 13, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Dias Toffoli que decidiu deixar a relatoria das investigações sobre fraudes no Banco Master. A decisão foi anunciada pelo Supremo Tribunal Federal após reunião dos dez ministros da Corte. Em nota assinada por todos os magistrados do tribunal, o STF informou que não há suspeição ou impedimento de Toffoli, e que ele atendeu a todos os pedidos formulados pela Polícia Federal e pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Como não houve declaração de impedimento ou suspeição, Toffoli continua apto a votar no processo em caso de julgamento. Isso se o próximo relator sorteado pertencer à Segunda Turma também, o colegiado que Toffoli integra. Se o próximo relator integrar a Primeira Turma, o caso será deslocado para o colegiado vizinho e Toffoli não participará de julgamentos. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 12, Carlos Andreazza fala sobre o ministro do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, sócio anônimo da empresa Maridt que é dirigida por seus dois irmãos e tinha participação em dois resorts da rede Tayayá. A empresa vendeu sua fatia no negócio de hospedagem no Paraná a fundos de investimentos que tinham como acionista o pastor Fabiano Zettel, cunhado e operador financeiro do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master. Por conta da participação na empresa, Toffoli recebeu dividendos. As transações financeiras da Maridt estão declaradas à Receita Federal. Essas informações foram confirmadas ao Estadão por duas fontes: uma do STF e outra por advogado que atuou junto ao resort no interior do Paraná. Nesta quarta-feira, 12, veio a público informação de que a Polícia Federal pediu a suspeição de Toffoli por conta de seu envolvimento com Vorcaro. Foram encontradas conversas entre o banqueiro e o ministro em celular apreendido pela PF. Também foram identificadas menções a Toffoli em troca de mensagens de Vorcaro com terceiros. Em nota, o ministro diz que a PF parte de ilações e não tem poder legal para requisitar que o magistrado do STF se afaste de um caso. Toffoli é relator das investigações que envolvem o Banco Master. A defesa de Vorcaro reclamou de “vazamento seletivo de informações”. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 11, Carlos Andreazza fala sobre a mansão alugada por um ex-sócio da Fictor no Lago Sul, em Brasília, que foi palco de encontros com ministros do governo Lula e de montagem de dossiê fraudulento contra testemunha em CPI. A Fictor era uma relativamente desconhecida empresa do mercado financeiro que ganhou algum holofote por patrocinar o Palmeiras. Mas ficou famosa, mesmo, em novembro de 2025, quando anunciou um acordo para a compra do Master em consórcio com investidores dos Emirados Árabes - até hoje desconhecidos. No dia seguinte a esse anúncio, porém, o Master foi liquidado, o dono do banco, Daniel Vorcaro, foi preso pela Polícia Federal e investigadores entraram no rastro da Fictor. Antes disso tudo, a empresa vinha tentando se aproximar de políticos em Brasília para fazer negócios. Em um dos episódios descobertos pelo Estadão, um consultor da Fictor, Felipe Alcântara, reuniu o deputado federal Paulo Pimenta (PT), líder da bancada do PT na CPMI, e o ex-policial civil Rogério Giglio, que havia gravado o advogado Eli Cohen e o acusou, na CPMI, de cobrar dinheiro da bancada bolsonarista para prestar um depoimento, também na comissão, contra o governo federal. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 10, Carlos Andreazza fala sobre a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a crise do Banco Master, que tem apoio da maioria dos parlamentares da Câmara e do Senado, a despeito da resistência da cúpula do Congresso em avançar no tema. No entanto, governistas e oposição travam uma disputa nos bastidores pelo protagonismo e pelo enfoque da investigação no Legislativo. O Placar da CPI do Master – levantamento feito pelo Estadão para identificar como cada parlamentar se posiciona em relação ao assunto – aponta que, dos 513 deputados, 304 (59%) são favoráveis à abertura de uma CPI do Master, enquanto só um diz ser contrário. Quatro não quiseram responder e o restante não se manifestou. Já entre os 81 senadores, 56 (69%) defendem a criação de uma comissão para investigar as suspeitas de fraudes bilionárias do banco de Daniel Vorcaro, liquidado pelo Banco Central em novembro. Um senador é contrário, dois não quiseram se manifestar e o restante não respondeu. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 09, Carlos Andreazza fala sobre os discursos do presidente Lula e o silêncio de Flávio Bolsonaro. E também a relação de políticos no caso Master. Em um evento em Salvador, Lula cobrou mais ousadia dos militantes. “Nós temos que ser mais desaforados. Porque eleição é lição de desaforo. E nós não podemos ficar sendo quietinhos. Não tem essa mais de Lulinha paz e amor. Essa eleição vai ser uma guerra”, afirmou. Flávio Bolsonaro comentou sobre o vídeo e classificou as declarações do presidente como uma demonstração de “ódio”. E criticou o presidente citando o escândalo no INSS e chamou o PT de “partido das trevas”. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiFoto: Wilton Junior/EstadãoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

A inteligência artificial na prática, usada pela administração pública para melhorar a gestão de grandes, médias e pequenas cidades brasileiras. O Start Eldorado desta semana fala de casos práticos da IA no cotidiano das prefeituras - desde o uso de veículos equipados com câmeras inteligentes e visão computacional, nos quais a tecnologia coleta dados diretamente das ruas, identificando buracos, problemas no pavimento, falhas na sinalização e na iluminação pública, árvores em risco e até vazamentos de água - até o desenvolvimento de ferramentas modulares de chat centradas em IA agêntica pelas quais os gestores podem conversar com os dados e obter informações estratégicas para decisões mais rápidas, precisas e baseadas em evidências. O resultado é menos improviso, mais planejamento, redução de custos para os cofres públicos e um atendimento muito mais ágil às demandas do cidadão. O apresentador Daniel Gonzales recebe Gustavo Miyake, diretor da Intelicity, em uma conversa cheia de insights e cases no Start Eldorado, que vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Rádio Eldorado FM (107,3 para toda a Grande SP), além do app, site e assistentes de voz, e depois pode ser ouvido pelas plataformas digitais como podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 06, Carlos Andreazza fala sobre o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino que concedeu liminar para suspender o pagamento dos chamados penduricalhos para servidores federais do Executivo, Legislativo e Judiciário. A decisão de Dino ainda atinge Estados e municípios. Pela decisão, os pagamentos de adicionais que não estão previstos em lei devem ser suspensos após 60 dias. Até lá, os Três Poderes deverão rever todos os itens pagos como adicionais salariais e que acabam contribuindo para que vencimentos no funcionalismo ultrapassem o teto que é o salário de um ministro do STF, equivalente hoje a R$ 46,3 mil. O colunista comenta também as falas dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes no julgamento sobre regras de uso de redes sociais por juízes. Os ministros mostraram que não vai ser fácil aprovar um código de conduta para o Supremo Tribunal Federal (STF). Parte dos ministros que apoiam o projeto do presidente, Edson Fachin, consideraram o posicionamento da dupla “absurdo”. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiFoto: Wilton Junior/EstadãoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 05, Carlos Andreazza fala sobre os desdobramentos do caso Master. Em meio a revelações de que irmãos do ministro do Supremo Tribunal Federal foram sócios de um resort de luxo, Toffoli defendeu, ao lado do ministro Alexandre de Moraes, que magistrados não podem ficar ‘na bolha’; ‘vários magistrados são donos de empresas’; ‘não exercendo a administração, eles têm todo o direito de receber seus dividendos’, disse no Plenário. Relator da ação, o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, e Dias Toffoli usaram a sessão plenária desta quarta-feira para rebater críticas que abalaram a Corte durante o recesso judiciário. Os ministros são alvo de questionamentos públicos sobre eventuais conflitos de interesse, envolvendo relações familiares, empresariais e a atuação de advogados próximos em causas analisadas pela Corte. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.