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Os principais fatos do Brasil e do mundo apresentados e analisados pelo maior jornal do país.

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    Andreazza: O ‘todo institucional' de Gilmar - com seus Dinos - em defesa de Moraes | Estadão Analisa

    Play Episode Listen Later Sep 8, 2026 61:33


    No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 08, Carlos Andreazza fala sobre a crise instalada no Supremo Tribunal Federal. O ministro Gilmar Mendes, do STF, elaborou uma proposta para alterar o regimento interno da Corte e proibir a atuação de delegados da Polícia Federal (PF) em gabinetes de magistrados do tribunal. Gilmar havia sugerido a mudança ao presidente do STF, Luiz Edson Fachin, após a divulgação do relatório da Polícia Federal que expôs os diálogos do banqueiro Daniel Vorcaro com o ministro Alexandre de Moraes. O teor das conversas foi revelado pelo Estadão. Já o presidente do Supremo, Edson Fachin, afirmou que “não haverá omissão” sobre a crise deflagrada na Corte ao longo da semana. Ele defendeu ainda a “urgência” de três metas estabelecidas em sua gestão: a adoção de um código de ética para o STF, a modernização do sistema de justiça e o fim do inquérito das fake news, relatado pelo ministro Alexandre de Moraes. “Faremos o que é certo, no tempo e pela forma que a ordem jurídica exige. Instituições precisam ser preservadas, sobretudo nos momentos de maior tensão”, destacou, em discurso feito no Palácio do Planalto em cerimônia de sanção de medidas relacionadas a fundos do sistema de Justiça. O evento teve também a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que afirmou que Fachin e Gonet precisam tranquilizar a população, ‘sem tentar esconder nada’. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4JzoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

    O clube do uísque contra-ataca: quando Xandão defende Moraes | Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    Play Episode Listen Later Sep 4, 2026 72:25


    No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 04, Carlos Andreazza fala da guerra que se instalou dentro do Supremo Tribunal Federal, o ministro Alexandre de Moraes está acusando o colega André Mendonça de uma série de irregularidades que ele mesmo cometeu ao longo dos últimos anos. O ministro Moraes usou o inquérito das Fake News para acusar Mendonça de improbidade administrativa, abuso de autoridade e crime de responsabilidade. Relator do caso Banco Master, Mendonça levantou na terça-feira, 1º, o sigilo de um relatório da Polícia Federal que compilou 51 mensagens comprometedoras entre Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, após o conteúdo ser revelado pelo Estadão. Moraes atribui a Mendonça quebra da imparcialidade judicial e favorecimento a determinados grupos políticos na relatoria das operações Sem Desconto e Compliance Zero. O material produzido pela corporação indica que há “quadro indicativo de que André Mendonça adota posturas muito diferentes diante de ilicitudes aparentes relacionadas aos Ministros Dias Toffoli e Nunes Marques, em comparação com sua percepção no que toca ao Ministro Alexandre de Moraes, apresentando discurso de defesa quanto aos dois primeiros”. Já o presidente do Supremo, Edson Fachin, pediu explicações aos ministros sobre fatos relacionados ao relatório da Polícia Federal que expôs a relação entre Moraes e Daniel Vorcaro. Também devem prestar esclarecimentos o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o diretor da PF, Andrei Rodrigues. Todos terão prazo de cinco dias úteis para fazer isso. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4JzoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

    Carlos Andreazza: ‘Moraes obstrutor de Justiça' | Estadão Analisa

    Play Episode Listen Later Sep 3, 2026 66:32


    No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 03, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Alexandre de Moraes do STF e suas relações com o banqueiro Daniel Vorcaro. O deputado Marcel Van Hattem (Novo-RS) anunciou no início da noite desta terça-feira, 1º, que quase 100 parlamentares de oposição assinaram pedido de impeachment contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. O partido também entrou com uma notícia-crime pedindo o afastamento e a prisão de Moraes por tráfico de influência e obstrução de justiça. No tribunal, a perspectiva de que o ministro Alexandre de Moraes assuma a presidência do STF no ano que vem, ao final do mandato do ministro Edson Fachin, empossado para o biênio 2025–2027, tornou-se um fator de apreensão nos bastidores da Corte. O receio central envolve o impacto sobre a credibilidade da instituição caso ela passe a ser comandada por um magistrado alvo de suspeitas não esclarecidas. Na primeira sessão após a divulgação do material, os ministros se esforçaram para conferir ao Supremo Tribunal Federal um ar de normalidade um dia após a divulgação do elo entre Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro. Ao passar por jornalistas que o aguardavam em uma das entradas do tribunal em busca de uma declaração, Moraes silenciou. Mas sorriu e cumprimentou a imprensa. O ministro costuma evitar esse contato. Ainda em Brasília, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu o arquivamento de denúncias feitas pelo banqueiro Daniel Vorcaro sobre supostas ameaças que alega ter sofrido na prisão para não firmar um acordo de colaboração premiada. As declarações foram dadas pelo banqueiro no gabinete do ministro André Mendonça, relator do caso Master, durante oitiva realizada na última quinta, 27. Como revelou o Estadão, Vorcaro afirmou, em depoimento prestado à equipe do ministro, que quer delatar integrantes do “atual governo” do presidente Lula e citaria nessa delação a realização de viagem com o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. Ele, porém, não deu detalhes nem indicou provas dessa relação. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: https://estadao.me/RW4JzoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

    Andreazza: ‘Clube do uísque pelado: o Moraes de Vorcaro. E o Gonet de Moraes' | Estadão Analisa

    Play Episode Listen Later Sep 2, 2026 61:40


    No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 02, Carlos Andreazza fala das novas revelações sobre o caso Master. A troca de mensagens entre Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, indica que o ministro discutia com o banqueiro a possibilidade de a Polícia Federal deflagrar a primeira fase da Operação Compliance Zero e a estratégia que o dono do Master deveria adotar para frustrar o cumprimento da ordem de prisão preventiva contra ele expedida pela 10.ª Vara Federal do Distrito Federal. O compartilhamento de informações sigilosas entre Moraes e Vorcaro sobre os primeiros passos da investigação começou em 4 de novembro de 2025 e se intensificou à medida que se aproximava a prisão do banqueiro. Segundo investigadores, o conteúdo da conversa permite inferir que Moraes repassava a Daniel Vorcaro detalhes sensíveis sobre o andamento inicial da Operação Compliance Zero, incluindo datas e horários de diligências planejadas pela Polícia Federal. Em 15 de novembro de 2025, um sábado, Vorcaro consultou Moraes. “Acha que segunda já tenho que estar fora?”, sobre sair do País para escapar da prisão. Quarenta e oito horas depois, na noite de 17 de novembro, segunda-feira, o banqueiro foi preso pela PF quando tentava embarcar em um jato particular com destino a Malta e, depois, para Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, onde buscava concretizar a venda do Banco Master. Para investigadores, pretendia fugir do País. O ministro André Mendonça, relator do processo do caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF), não deverá fazer pedido formal de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes sem antes alinhar o passo com o presidente da Corte, Edson Fachin. A postura reflete uma praxe adotada por Mendonça, que tem mantido diálogos frequentes com Fachin e priorizado a consulta prévia sempre que se depara com episódios de alta tensão institucional. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Carlos Andreazza: ‘Dias Toffoli contra a Lei' | Estadão Analisa

    Play Episode Listen Later Sep 1, 2026 63:34


    No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 01, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que suspendeu a realização de parte da propaganda eleitoral na internet de Renan Santos, o candidato do Missão à Presidência da República, bem como sustou repasses do fundo eleitoral à campanha, a realização de gastos com eventuais recursos já repassados e o direito de participar de debates em rádios, televisão, podcasts ou outros meios de comunicação. As proibições se estendem também ao vice na chapa, Aroldo Medina. Não há impedimento à realização de campanha nas ruas. Na decisão, Toffoli proibiu a veiculação de propaganda em perfis e sites informados fora do prazo à Justiça Eleitoral. O Missão declara publicamente que não vai usar dinheiro do fundo eleitoral nesta campanha. Segundo o TSE, o partido tem direito a R$ 3,3 milhões do fundo. Até o momento, a campanha de Renan não registrou entrada desse dinheiro público como fonte de receita. Segundo o Toffoli, Renan deixou de comunicar no tempo indicado por lei todas as contas que mantém em redes sociais. Essas informações devem ser prestadas no momento do registro, ou um dia após a criação de novos canais. “A própria omissão de dados é indício de fraude à lei”, escreveu o ministro. Segundo a decisão, 16 perfis em redes sociais foram informados 12 dias após o requerimento do registro da candidatura. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Uma eleição disputada na lama. Quem chafurda menos? Eleitor tapa o nariz e vota | Estadão Analisa

    Play Episode Listen Later Aug 31, 2026 62:08


    No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 31, Carlos Andreazza fala sobre a disputa das eleições majoritárias de 2026 . Do lado petista da disputa, investigação mostra que a empresa de tecnologia para a qual a lobista Roberta Luchsinger atuava fechou mais de R$ 81 milhões em contratos e aditivos com órgãos federais do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O valor global dos negócios da 3Structure, firma de Florianópolis (SC), de Cleber Ribas, na esfera federal é ainda maior. A Telebras não divulga o valor do contrato de cinco anos celebrado com a firma em 2024. As investigações da Polícia Federal apontam que Roberta foi contratada por Ribas para intermediar interesses dele com órgãos públicos. Ainda segundo a PF, a suspeita é de que a lobista atuava em sociedade oculta com Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho de Lula. Como revelou o Estadão, a PF diz que Lulinha é citado em diálogo de Roberta com Cleber Ribas como “destinatário de pagamentos e de benefícios” do empresário. Os valores ainda não foram detalhados. No lado bolsonarista, o candidato à presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, voltou a dizer que não há irregularidades no patrocínio de R$ 61 milhões para o filme Dark Horse feito pelo banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A declaração foi feita em entrevista à Record, que foi ao ar neste domingo, 30. “Absolutamente nada de errado”, disse sobre o caso. “É muito diferente do que fez o atual governo. Aí, sim, o Lula deve explicações, porque a gente não sabe até hoje, se ele é o patrocinador, se ele é o conselheiro, se ele é um sócio do Banco Master, o próprio Lula, o próprio presidente da República, ele fez uma reunião prometendo para os representantes do Banco Master que podiam esperar um pouquinho, porque o presidente do Banco Central ia ser trocado, então o governo teria uma forma de ajudá-lo (Vorcaro) a resolver os seus problemas no Banco Master”, disse. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Presidente com filho investigado manda chefe da PF se apaziguar com relator no STF | Estadão Analisa

    Play Episode Listen Later Aug 28, 2026 63:37


    No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 28, Carlos Andreazza fala sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que em meio às investigações sobre Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, determinou que o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, se reúna com o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). Lula também quer investigação sobre o vazamento de informações sigilosas da PF envolvendo mensagens trocadas entre o filho e a empresária lobista Roberta Luchsinger. O pedido foi aceito, e Mendonça determinou que a PF apure suspeitas de novos vazamentos de dados no processo. Ainda sobre Lula, que como candidato à reeleição defendeu o filho, mas reconheceu que é “totalmente errado” que seu ex-chefe de gabinete, Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, tenha recebido recursos da lobista Roberta Luchsinger, como revelado pelas investigações da Polícia Federal. O presidente foi sabatinado nesta quinta-feira, 27, pelo Jornal Nacional, da TV Globo. O presidente afirmou que não existe, até o momento, uma acusação contra o seu filho, mas apenas suspeitas baseadas em conversas telefônicas e outros elementos da investigação. “Uma conversa de telefone não justifica nada. São só ilações tiradas de telefonemas”. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Carlos Andreazza: ‘Quem comanda o Supremo?' | Estadão Analisa

    Play Episode Listen Later Aug 27, 2026 59:22


    No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 27, Carlos Andreazza fala sobre o Supremo Tribunal Federal. A troca de comando no STF está prevista para setembro de 2027, mas na prática, a transição já começou. Alexandre de Moraes, futuro presidente, tem representado a Corte em encontros com chefes do Executivo e do Legislativo, além de promover reuniões com lideranças do Judiciário. Moraes abriu a semana conduzindo uma audiência pública com presidentes de tribunais de todo o País para discutir o combate ao crime organizado. Também chamou integrantes do Ministério da Justiça, da Procuradoria-Geral da República (PGR), da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e de prefeituras. O ministro convocou as reuniões por ser o relator de ações que contestam a Lei Antifacção. Edson Fachin, o presidente do Supremo, compareceu como convidado. No recesso de julho, quando foi presidente interino do tribunal, Moraes foi ao Palácio do Planalto para participar da cerimônia de sanção de leis voltadas à proteção das mulheres. Depois do evento, aceitou o convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para tomar um café. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

    ‘Vazamento para todos! Se vaza de Lulinha, tem de vazar de Flávio Bolsonaro' | Estadão Analisa

    Play Episode Listen Later Aug 26, 2026 58:21


    No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 26, Carlos Andreazza fala sobre os vazamentos das investigações em curso no Supremo. O advogado que representa Lulinha questionou a sequência de vazamentos em investigações envolvendo seu cliente. Em entrevista ele disse que o caso recebe tratamento desigual e que há materiais ainda não conhecidos publicamente. Ao responder sobre o que poderia surgir nas apurações, Carvalho falou sobre o caso Dark Horse, relacionado ao senador Flávio Bolsonaro e ao suposto financiamento da cinebiografia de Jair Bolsonaro. Segundo ele, ainda existe conteúdo não divulgado, incluindo áudios e vídeos citados na investigação. Já Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, entrou na Justiça contra o deputado federal Alfredo Gaspar (União Brasil) por conta de um vídeo produzido com inteligência artificial que, segundo sua defesa, associa sua imagem diretamente a práticas criminosas. O conteúdo apresenta o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva como “estrela da corrupção” e utiliza recursos de edição e IA para inseri-lo em uma narrativa sobre supostos crimes. De acordo com advogado de Lulinha, o vídeo descontextualiza imagens e fatos e constrói, por meio de recursos sintéticos, uma associação entre Fábio Luís e condutas ilícitas que não teriam respaldo factual. A defesa também contesta a afirmação “eles roubaram”, usada na produção, e sustenta que o material ultrapassa os limites da crítica política ao atribuir a ele a prática de crimes. O ministro André Mendonça, do STF, determinou que a PF apure suspeitas de novos vazamentos de dados sigilosos em caso envolvendo o filho do presidente Lula. A decisão diz respeito ao conteúdo de reportagens jornalísticas. O ministro se baseia em mensagens privadas e detalhes dos inquéritos que investigam tráfico de influência e a Operação Sem Desconto, que envolve as fraudes no INSS. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

    “STF, PF e eleições: ‘Dark Horse' versus ‘Dark Lobby'” | Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    Play Episode Listen Later Aug 25, 2026 59:07


    No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 25, Carlos Andreazza fala sobre o momento das eleições presidenciais de 2026. De um lado, uma investigação da Polícia Federal identificou um operador financeiro que era usado pela lobista Roberta Luchsinger para realizar saques em dinheiro vivo e pagamentos em espécie. Uma das suspeitas é que esse operador pagou passagens aéreas para Fábio Luís Lula da Silva, filho mais velho do presidente Lula. Roberta e Lulinha são investigados por suspeitas de tráfico de influência no governo. A PF encontrou diálogos de Roberta com esse operador no telefone celular dela. O homem, identificado com Ulisses Barbosa, também trabalhava como motorista. Com base nesses elementos, a PF informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) em um dos inquéritos abertos sobre Roberta e Lulinha que ainda vai aprofundar a análise sobre esse operador financeiro, na expressão usada pela própria corporação, que poderia resultar em suspeitas do crime de lavagem de dinheiro. Do outro, o candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, reagiu nesta segunda-feira, 24, ao ser novamente questionado sobre a prestação de contas relacionada ao filme Dark Horse. “Vocês vão parar no tempo?”, indagou. Segundo ele, a responsabilidade pelas explicações não é dele. Três meses já se passaram desde que Flávio disse que apresentaria publicamente um relatório detalhado sobre o financiamento do longa-metragem, que contou com verba de Daniel Vorcaro, do Banco Master. Flávio foi perguntado sobre a decisão de deixar a gestão dos recursos destinados ao projeto sob responsabilidade da produtora Go Up. De acordo com o candidato, a prestação de contas já foi apresentada no âmbito de uma investigação em São Paulo e divulgada pela imprensa. Ele afirmou ainda que a produtora teria gasto mais do que recebeu. O questionamento ocorre no mesmo dia em que o ministro Flávio Dino, do Supremo, autorizou a Polícia Federal a acessar dados apreendidos pela Polícia Civil de São Paulo em uma operação que atingiu a Go Up. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

    O debate dos ausentes: Lula e Flávio Bolsonaro só podem falar em ambientes controlados

    Play Episode Listen Later Aug 24, 2026 63:29


    No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 24, Carlos Andreazza fala sobre a comenta os principais acontecimentos do primeiro debate entre presidenciáveis para as eleições de 2026, realizado na noite de domingo, 23, pela Band e pelo Estadão, em parceria com TV Cultura, Gazeta e Jovem Pan. O encontro foi marcado pelas ausências do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do senador Flávio Bolsonaro (PL) e do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). No palco, participaram Ronaldo Caiado (PSD), Augusto Cury (Avante) e Renan Santos (Missão). Mesmo fora do debate, Lula acabou no centro das discussões. Os adversários direcionaram críticas ao governo e ao presidente, enquanto seus apoiadores defenderam a decisão de não participar. A justificativa apresentada pelo próprio petista foi a de que sua presença o transformaria no principal alvo dos demais candidatos. Andreazza também analisa os reflexos do debate sobre a disputa eleitoral. Uma dinâmica realizada pelo Instituto Travessia com um grupo de eleitores apontou Caiado como o candidato de melhor desempenho na avaliação dos participantes. O levantamento indicou ainda comportamentos distintos entre os eleitores dos dois nomes que lideram as pesquisas. Enquanto os participantes que declaravam apoio a Lula mantiveram sua preferência ao longo do debate, parte dos eleitores que inicialmente apoiavam Flávio Bolsonaro passou a considerar outros candidatos após o confronto. No programa, Carlos Andreazza discute o significado das ausências, a estratégia dos candidatos que participaram do encontro e os possíveis efeitos do primeiro grande confronto da campanha de 2026 sobre uma disputa que começa a ganhar novos contornos. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

    Start #442 com Daniel Gonzales: Inovação e tecnologia na construção das cidades inteligentes

    Play Episode Listen Later Aug 22, 2026 23:47


    Salvador criou um plano de longo prazo para orientar o uso de tecnologia na gestão pública. Santos está usando dados e seu centro de controle urbano para repensar a mobilidade. Em San José, na Califórnia (EUA), a inteligência artificial virou tema de educação para a população. E, em Nova York, até o calor produzido pelo metrô está sendo estudado como fonte de energia. São iniciativas bem distintas, de diferentes cidades inteligentes ao redor do mundo, mas que apontam para a mesma questão: como transformar inovação em soluções que façam diferença no cotidiano das cidades? No Start desta semana, o apresentador Daniel Gonzales conversa com Caio Castro, CEO do iCities, sobre tecnologia, dados, inovação e os caminhos para construir cidades mais inteligentes e mais eficientes. O podcast está nas plataformas digitais do Estadão, todas as quartas-feiras, e também no canal Estadão Analisa, aos sábados.See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Caso Lulinha: A PGR de Gonet, que é de Moraes (e Gilmar), e seus rigores variados | Estadão Analisa

    Play Episode Listen Later Aug 21, 2026 60:06


    No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 21, Carlos Andreazza fala sobre a Procuradoria-Geral da República, que afirmou em petição enviada ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, que a Polícia Federal não apresentou nenhuma conclusão indicando que o empresário Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, tenha fechado negócios com o governo federal. Apesar de destacar que Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e a lobista Roberta Luchsinger mantinham “permanente contato”, a PGR sustenta não haver participação de autoridade com foro para julgamento de seus atos no STF. Já o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), tende a negar o pedido da PGR para enviar para a primeira instância investigações contra o filho do presidente Lula, conhecido como Lulinha, por suspeita de tráfico de influência e corrupção. Com isso, os inquéritos devem ser mantidos na Corte até a conclusão. Interlocutores de Mendonça dizem que o mais provável é o ministro deixar tudo como está. Uma mudança no foro agora poderia prejudicar o andamento das investigações. Assine o Estadão! https://www.estadao.com.br/assine/_digital/ See omnystudio.com/listener for privacy information.

    ‘Oligarcas do Poder: Gilmar Mendes em socorro à dupla censora Moraes e Dino' | Estadão Analisa

    Play Episode Listen Later Aug 20, 2026 65:04


    No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 20, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), que defendeu a decisão do ministro Alexandre de Moraes, que determinou busca e apreensão contra um investigado que é fonte de um jornalista, no Maranhão, no inquérito que investiga os crimes de stalking e difamação ao ministro Flávio Dino. Em outra frente, a Polícia Federal descartou o crime de violação de sigilo funcional por parte do jornalista do Maranhão que fez publicações sobre carros oficiais usados pela família do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino e afirmou que não é possível “apontar com máxima certeza” se Luís Pablo Conceição Almeida, do Blog do Luís Pablo, recebeu pagamentos para fazer as publicações. As constatações aparecem em relatórios da investigação enviada ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso que apura uma suposta perseguição a Flávio Dino, antes da ordem de busca e apreensão contra o informante do jornalista, cumprida no último dia 11. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Andreazza: Dobradinha Moraes-Dino: não querem a volta do diploma, mas o controle sobre o jornalismo

    Play Episode Listen Later Aug 19, 2026 61:48


    No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 19, Carlos Andreazza fala que o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu nesta terça-feira, 18, que a Corte volte a discutir a exigência de diploma de jornalismo para o exercício da profissão e afirmou que “a extensão automática desse regime de garantias a qualquer blogueiro pode levar a que o PCC e o Comando Vermelho façam um concurso para selecionar blogueiros”. A obrigatoriedade do diploma foi derrubada pelo STF em junho de 2009, quando o plenário da Corte decidiu que o certificado não poderia ser exigido para o exercício da atividade na imprensa. “Há uma decisão do Supremo, a qual respeito, obviamente, e quem sabe um dia será debatida novamente, quanto à dispensa do diploma de jornalista para o exercício da profissão. Então, isto constitui um complicador na medida em que há extensão automática deste regime de garantias a qualquer blogueiro”, disse Dino ao votar durante julgamento na Primeira Turma sobre o direito de resposta concedido a uma clínica médica após reportagem exibida pela TV Globo sobre denúncias de abusos sexuais. Durante o julgamento, o ministro Alexandre Moraes disse que deve ser adotada o que chamou de “regra de transição” a ser aplicada para quem já exerce a atividade profissional de jornalista. E chegou a defender que haja uma regulamentação da atividade, sem detalhar se sua ideia seria regular a imprensa ou apenas a retomada da exigência de diploma. “Hoje, com as redes sociais, qualquer pessoa acorda e diz: ‘A partir de hoje, eu sou jornalista’, e começa, em seu blog, a ofender a honra de inúmeras pessoas e a se escudar na liberdade de imprensa. Claramente, nós não podemos normalizar isso e tratar essas pessoas como a imprensa séria, o jornalismo sério. Então, talvez seja realmente o momento de refletirmos, com uma regra de transição para aqueles que já exercem seriamente a profissão, mas, como qualquer outra profissão no Brasil, uma regulamentação para evitar exatamente isso. E Vossa Excelência disse: talvez o PCC, talvez o Comando Vermelho comece... Não, infelizmente, já se infiltraram em redes de desinformação nas redes sociais”, assinalou Moraes. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

    ‘Caso Lulinha: As Jóias de Marcola e o empréstimo exótico' | Estadão Analisa

    Play Episode Listen Later Aug 18, 2026 59:40


    No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 18, Carlos Andreazza fala que a Polícia Federal apontou que mensagens interceptadas indicam que a empresária Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha comprou joias no valor de R$ 9,2 mil para Marco Aurélio Santana Ribeiro (o Marcola), ex-chefe de gabinete do presidente Lula. Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou em entrevista à podcasts, que acredita na inocência do filho dele, o empresário Fábio Luis Lula da Silva, mas que os inquéritos contra ele não serão engavetados. Lulinha é investigado pela Polícia Federal (PF) por suspeita de tráfico de influência. “Meu filho sabe que ele não pode fazer nada errado, ele jura, por tudo que é sagrado que ele não tem nada. Eu acredito nele, mas eu já disse aos advogados que ninguém vai pedir fechamento de inquérito contra o meu filho”, disse o presidente. Sem registros oficiais, a lobista Roberta Luchsinger fez mais de 40 visitas a órgãos do governo federal desde o início do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em janeiro de 2023. Por lei, reuniões com autoridades precisam ser informadas nas agendas dos agentes públicos que participam dos encontros. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Alcolumbre parça de Xandão. A ex-turma de Dino no Maranhão. E o começo da campanha | Estadão Analisa

    Play Episode Listen Later Aug 17, 2026 59:06


    No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 17, Carlos Andreazza fala sobre o início da campanha eleitoral, da parceria entre Alcolumbre e Moraes e da situação de Flávio Dino no Maranhão. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes foi um dos responsáveis pelo aumento dos atritos entre Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Ele estava no time que encorajou senadores a votarem contra a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, a uma vaga no tribunal. Agora, porém, ele foi o anfitrião do acordo de paz entre os dois para salvar a própria pele. Já Flávio Dino tinha um objetivo: descobrir quem entre os seus adversários políticos no Maranhão fora o informante do jornalista Luís Pablo. Dino, dublê de juiz do tribunal constitucional e chefe de grupo político local, tem muitos adversários no Estado que governou até 2022, Estado – tornado imundo caso de polícia – sobre cuja vida político-eleitoral, direta ou indiretamente, o ministro toma providências judiciais. Providências aceleradas a partir de cisão – agora guerra – no grupo político que liderava. Barra pesada. O governador, que lhe foi vice, que lhe era aliado, eleito por ele, agora é inimigo – e em decorrência disso, a serviço de agenda partidária de togado, vai mobilizado o Supremo. A campanha eleitoral começou neste domingo, 16, com eventos focados em atrair eleitores da Região Sudeste e atacar opositores criticando seu posicionamento sobre temas como a condução da política externa, principalmente a relação do Brasil com os Estados Unidos. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/ See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Start #441 com Daniel Gonzales: cibersegurança na velocidade da IA - a guerra digital acelerou

    Play Episode Listen Later Aug 15, 2026 27:00


    E se o maior desafio da inteligência artificial para a cibersegurança não for apenas o que ela pode fazer contra nós, mas a velocidade com que um ataque pode ser planejado e executado? O novo Relatório de Caça a Ameaças da CrowdStrike mostra que isso já acontece. Adversários usam IA para gerar códigos, atacar infraestrutura de inteligência artificial, explorar LLMs corporativos e comprometer cadeias de software. E o tempo de reação está encolhendo. Grupos ligados à China exploraram vulnerabilidades críticas em até 24 horas após a divulgação de uma prova de conceito. Em outro caso, mais de 300 dependências de software foram comprometidas em um único dia. A atividade criminosa na nuvem cresceu 171%. O que isso muda nas modernas estratégias de cibersegurança? O Start Eldorado desta semana discute essa nova corrida entre ataque e defesa com Marcos Ferreira, vice-presidente de Pré-Vendas da CrowdStrike para a América Latina. Com apresentação de Daniel Gonzales, o Start Eldorado está nas plataformas digitais do Estadão, todas as quartas-feiras, e também no canal Estadão Analisa, aos sábados.See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Andreazza: ‘O vício da inconstitucionalidade em Alexandre de Moraes e Flávio Dino' | Estadão Analisa

    Play Episode Listen Later Aug 14, 2026 60:25


    No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 14, Carlos Andreazza fala sobre o STF, pois ao menos quatro dos atuais dez ministros do Supremo Tribunal Federal ficaram incomodados com a decisão de Alexandre de Moraes de investigar um ex-secretário do governo do Maranhão apontado como fonte de um jornalista que escreveu reportagens sobre uso de carros oficiais pela família do ministro Flávio Dino. Outros têm evitado falar do assunto, mesmo nos bastidores. Em caráter reservado, um dos ministros críticos à decisão diz que ela é inédita no sentido de afronta à liberdade de imprensa e que significa um precedente perigoso para o jornalismo investigativo. O ministro Flávio Dino afirmou nesta quinta-feira, 13, que é alvo de “agressões e injustiças” após a operação da Polícia Federal (PF) que mirou fonte de jornalista por suposta perseguição a ele. “Minha atual função de juiz impede-me de participar cotidianamente de ‘apaixonados’ debates públicos. Isso inclui suportar calado agressões e injustiças, assistir a distorções monumentais quanto a fatos, acompanhar perplexo a exposição de interpretações absurdas”, escreveu Dino em publicação nas redes sociais. Já o presidente do Supremo, Edson Fachin, afirmou, em discurso na abertura da sessão plenária desta quinta-feira, 13, que a Corte tem compromisso com a “liberdade de imprensa e com o direito fundamental dos jornalistas ao sigilo de fonte”, mas defendeu a “responsabilização, inclusive penal, de quem tiver praticado crimes”. O discurso ocorreu após o ministro Alexandre de Moraes determinar buscas contra um ex-secretário do governo do Maranhão. Ele é apontado como fonte de informações de um jornalista que publicou reportagens sobre o uso de carros oficiais pela família do ministro Flávio Dino. Moraes e a Polícia Federal apontam Raimundo Cutrim, ex-secretário de Segurança Pública do Maranhão, como fonte do jornalista Luís Pablo Conceição Almeida, do Blog do Luís Pablo. Para chegar a Cutrim, o ministro decretou a quebra do sigilo telemático do jornalista, alvo da PF em março. A decisão de Moraes é monocrática. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

    'Direito Xandônico e os penduricalhos no STF: depois de cassarem o sigilo de fonte, voltam os caçadores de marajás | Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    Play Episode Listen Later Aug 13, 2026 55:33


    No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 13, Carlos Andreazza fala sobre os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Gilmar Mendes e Cristiano Zanin, que determinaram nesta quarta-feira, 12, que sete tribunais de Justiça suspendam imediatamente o pagamento de penduricalhos irregulares. Os magistrados exigem ainda que os presidentes de cada Corte enviem, em 72 horas, os nomes dos juízes beneficiados e devolvam valores acima do limite de 70% do subsídio. A medida alcança os tribunais de Maranhão, Rio de Janeiro, Goiás, Paraná, Rondônia, Rio Grande do Norte e Distrito Federal. Nas decisões, que são idênticas, os ministros afirmam que os valores são “exorbitantes”. Houve ainda reporte de possíveis irregularidades nos pagamentos de honorários de sucumbência para membros da Advocacia-Geral da União (AGU). Neste caso, os ministros foram mais brandos. O ministro Alexandre de Moraes ainda afirmou que 1,1 mil magistrados estaduais receberam indevidamente mais de R$ 100 mil em abril, o que ele classificou de “pagamentos exorbitantes não autorizados pelo STF”. O ministro ordenou que sete Tribunais de Justiça suspendam imediatamente o pagamento de penduricalhos irregulares. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

    ‘Supremo Xandônico: Moraes e Dino contra o sigilo de fonte' | Estadão Analisa com Carlos Andreazza

    Play Episode Listen Later Aug 12, 2026 61:37


    No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 12, Carlos Andreazza fala sobre o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que determinou busca e apreensão contra um ex-secretário do governo do Maranhão apontado como fonte de informações de um blogueiro que publicou sobre o uso de carros oficiais pela família do ministro Flávio Dino. Moraes aponta Raimundo Cutrim como fonte de informações publicadas pelo jornalista Luís Pablo Conceição Almeida, do Blog do Luís Pablo. As buscas foram realizadas a partir de informações encontradas no celular do blogueiro, alvo da PF em março. Na operação desta terça, um advogado também foi alvo de um mandado de buscas porque teria assessorado o blogueiro nas publicações sobre o ministro. A decisão de Moraes está sob sigilo. Procurado, o STF ainda não se manifestou. A decisão cita que a Polícia Federal encontrou movimentações financeiras desse advogado em favor do blogueiro e quer saber se os pagamentos estão relacionados a publicações de interesse do grupo de Raimundo Cutrim. Em outra frente, associações jornalísticas publicaram nota conjunta em que manifestam ‘profunda preocupação’ com a ação policial que mirou Raimundo Cutrim. Ele foi citado em despacho do ministro Alexandre de Moraes como fonte anônima de reportagem sobre uso de carros oficiais pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). A nota foi assinada pela Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), a Associação Nacional de Jornais (ANJ) e a Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner). “Ações judiciais que quebram o sigilo da fonte não têm amparo constitucional e abrem precedentes que ameaçam a liberdade de imprensa, amparada pela Constituição de 1988″, diz a nota. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Motta e Alcolumbre se aproximam de Lula. Flávio Bolsonaro gosta | Estadão Analisa

    Play Episode Listen Later Aug 11, 2026 62:29


    No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 11, Carlos Andreazza analisa o acordo costurado entre o Palácio do Planalto e Hugo Motta (Republicanos-PB) para a disputa da Câmara em 2027, além da tentativa de o governo fechar um pacto semelhante com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Em busca de apoio dos dois líderes nas eleições de outubro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já sinalizou que vai apostar em mais uma gestão de Hugo Motta (Republicanos-PB) à frente da Câmara. Ao mesmo tempo, também pretende dar respaldo a Alcolumbre — desde que o senador colabore com o Planalto. Essa nova aliança com o Centrão, pensada para um eventual novo mandato de Lula, foi um dos temas centrais de um jantar na casa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, ocorrido na última terça-feira, 4, do qual participaram o presidente e Alcolumbre. O encontro também serviu para um “acerto de contas” entre os dois, logo nos primeiros momentos da reunião. A mediação ficou por conta de Moraes — amigo próximo do presidente do Senado — e do também ministro do STF Cristiano Zanin, que já foi advogado de Lula. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiFoto: Wilton Junior/Estadão See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Os donos do orçamento secreto na piscina do advogado | Estadão Analisa

    Play Episode Listen Later Aug 10, 2026 55:46


    No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 10, Carlos Andreazza comenta uma imagem localizada pela Polícia Federal que mostra o advogado Willer Tomaz, alvo da mais recente fase da Operação Sem Desconto, em uma piscina ao lado de pelo menos oito deputados e senadores. A operação investiga um esquema de fraudes envolvendo o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A fotografia estava armazenada no celular do senador Weverton Rocha (PDT-MA), que também é investigado no caso. O registro foi revelado neste sábado, 8, pela revista piauí. Além de Weverton Rocha, aparecem na imagem os deputados Arthur Lira (PP-AL), ex-presidente da Câmara, Juscelino Filho (PSDB-MA), Elmar Nascimento (União-BA) e Paulo Azi (União-BA). O ex-deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ), ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), e os senadores Efraim Filho (União-PB) e Angelo Coronel (Republicanos-BA) também estão na foto. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

    Start #440 com Daniel Gonzales: Infraestruturas críticas na era da IA - novos riscos, novas defesas

    Play Episode Listen Later Aug 8, 2026 23:20


    Ataques cibernéticos já não representam apenas o risco de roubo de dados. Hoje, eles podem comprometer o funcionamento de serviços essenciais, como abastecimento de água, energia, transporte e hospitais. Na semana passada, as agências internacionais divulgaram várias tentativas de invasão e ataques contra estações de tratamento de água em sete estados norte-americanos. O que torna essas infraestruturas críticas tão vulneráveis? O Brasil está preparado para enfrentar esse tipo de ameaça? E como inteligência artificial e novas tecnologias podem reforçar (ou mesmo ampliar) esses riscos? No Start Eldorado desta semana, o apresentador Daniel Gonzales conversa com Alexandre Bonatti, vice-presidente de Engenharia da Fortinet Brasil, sobre os desafios de proteger os sistemas que sustentam a vida nas cidades e a economia digital, o cenário e os desafios ligados à sua proteção. O programa vai ao ar nas plataformas digitais do Estadão, todas as quartas-feiras, e também no canal Estadão Analisa, aos sábados.See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Caso Lulinha: as desconfianças entre André Mendonça e a direção da Polícia Federal | Estadão Analisa

    Play Episode Listen Later Aug 7, 2026 51:40


    No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 07, Carlos Andreazza analisa a tensão entre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a cúpula da Polícia Federal, depois que a corporação tentou driblar o ministro André Mendonça e tirar de suas mãos as investigações sobre Fábio Luiz Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiFoto: Wilton Junior/Estadão See omnystudio.com/listener for privacy information.

    O encontro secreto de Lula e Alcolumbre na casa de Alexandre de Moraes | Estadão Analisa

    Play Episode Listen Later Aug 6, 2026 49:59


    No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 06, Carlos Andreazza comenta sobre o encontro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). A reunião ocorreu durante um jantar promovido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, em sua residência, com o objetivo de aproximar novamente os dois líderes. Também participou do encontro o ministro do STF Cristiano Zanin. Ao deixar o jantar, Alcolumbre foi questionado sobre os temas debatidos, mas evitou dar detalhes e limitou-se a responder: “Segredo”. Entre os assuntos tratados esteve a proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da jornada de trabalho no modelo 6x1. Lula perguntou ao presidente do Senado sobre o andamento da matéria, atualmente sem avanço na Casa. Segundo Alcolumbre, embora a proposta tenha apoio popular, ela enfrenta forte resistência de setores do empresariado, exigirá um amplo debate e, por isso, sua votação deve ficar para depois das eleições de outubro. Nos bastidores, aliados tanto de Lula quanto de Alcolumbre avaliam que o jantar marcou o início de uma tentativa de reconstrução do diálogo entre os dois. A relação havia se deteriorado no fim de abril, após o Senado rejeitar a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

    Os negócios que rondam o gabinete de Lula e o presente que Trump lhe dá | Estadão Analisa

    Play Episode Listen Later Aug 5, 2026 52:54


    No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 05, Carlos Andreazza fala sobre a transação admitida pelo ex-chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Marco Aurélio Santana Ribeiro, que assumiu ter recebido pagamento da lobista Roberta Luchsinger. Ela se tornou investigada pela Polícia Federal por suspeita de tráfico de influência no governo em conjunto com Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente. Em nota divulgada à imprensa, Marco Aurélio disse que o pagamento foi um “empréstimo pessoal contraído e já quitado”. Marcola, como ele é conhecido, deixou o cargo no governo Lula no último dia 21 de julho para integrar a equipe da campanha do presidente. A transação entre Roberta e Marcola foi citada pela Polícia Federal no pedido de abertura de inquérito para apurar tráfico de influência de Lulinha no Ministério da Saúde e no Palácio do Planalto. Uma das hipóteses sob investigação é se o pagamento seria propina para abrir portas no governo. A existência da transação foi divulgada pelo sitePoder360 e confirmada pelo Estadão. No cenário internacional, Lula recebeu outra surpresa nesta terça-feira, 4, com a revogação do visto da embaixadora brasileira Maria Luiza Ribeiro Viotti pelo governo dos EUA. A diplomata teve sua permanência colocada em xeque após o governo brasileiro recusar o visto de funcionários americanos no mês passado, além de ainda não ter formalizado a autorização para que Daniel Perez assuma a embaixada dos EUA em Brasília. O cancelamento do visto dela somente será revogado quando o governo brasileiro concordar com a indicação de Perez e solucionar a pendência diplomática, avisou a jornalistas um funcionário do Departamento de Estado. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

    Código Fachin para juízes. Mas (ainda) não para os Xandões | Estadão Analisa

    Play Episode Listen Later Aug 4, 2026 60:49


    No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 04, Carlos Andreazza fala sobre a proposta de código de ética para o Poder Judiciário que será apresentado pelo Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em sessão nesta terça e colocado para votação.Segundo o documento, ao qual o Estadão teve acesso, a proposta traz regras sobre recebimento de presentes, participação de magistrados em eventos e limites para a atuação de parentes. A ideia é traçar “diretrizes de prevenção e gestão de conflitos de interesses” e promover “integridade, imparcialidade, transparência e confiança pública”. Se aprovadas, as novas regras valeriam para todo o Poder Judiciário, menos para os ministros do Supremo. Existe em paralelo a discussão em torno de um código de ética específico para o STF, mas o texto ainda não está pronto. A expectativa é que a ministra Carmen Lúcia, relatora da proposta, a coloque em votação na Corte no fim deste ano. Fachin recomenda que os tribunais adotem no prazo de até seis meses mecanismos para mapear situações de conflito de interesse por meio de uma plataforma com um canal confidencial para aconselhamento ético dos magistrados. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

    O fator STF nas eleições | Estadão Analisa

    Play Episode Listen Later Aug 3, 2026 59:15


    No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 03, Carlos Andreazza fala sobre o papel e a influência do Supremo Tribunal Federal nas eleições de 2026. Na última quarta-feira, 29, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o governo federal e o Congresso Nacional informem de que forma deputados e senadores podem ser responsabilizados por eventuais irregularidades na destinação de emendas parlamentares. A decisão foi tomada, no âmbito de uma nova ação apresentada pela Rede Sustentabilidade, que pede o fortalecimento dos mecanismos de responsabilização dos parlamentares na execução desses recursos. Além disso, a repercussão do vídeo de Jair Bolsonaro produzido por Inteligência Artificial também deve passar pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que está diante do primeiro grande desafio sobre o uso de IA nas campanhas deste ano. A Corte está para decidir se configura ou não abuso o vídeo exibido na convenção do PL com um avatar de Jair Bolsonaro pedindo voto para o filho Flávio, candidato a presidente. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

    Start #439 com Daniel Gonzales: Além do controle - quando a IA encontra caminhos que ninguém previu

    Play Episode Listen Later Aug 1, 2026 33:17


    Até pouco tempo atrás, a ideia de uma inteligência artificial tomando decisões inesperadas e escapando do comportamento previsto parecia assunto de filmes de ficção científica. Mas o avanço dos chamados agentes de IA, capazes de planejar, agir e interagir com sistemas digitais de forma cada vez mais autônoma, está tornando esse debate bastante concreto. Um episódio recente envolvendo um modelo da OpenAI, durante testes de segurança, levantou questionamentos importantes sobre os limites dessa tecnologia, os riscos para as empresas e a necessidade de novas formas de governança e controle. Durante testes fechados, o modelo conseguiu achar formas de fugir do controle, planejou e executou, por conta própria, um ataque cibernético contra uma outra empresa. O caso representa uma exceção ou antecipa desafios de proteção e controles rígidos que acompanharão a próxima geração de inteligências artificiais? É sobre esse cenário e seus impactos para os negócios, a inovação e a sociedade que o apresentador Daniel Gonzales conversa, nesta edição do Start, com o professor Marcos Barretto, da Fundação Vanzolini e da Escola Politécnica da USP, um dos maiores pesquisadores brasileiros do tema, que estuda a IA desde a década de 1980. O programa vai ao ar nas plataformas digitais do Estadão, todas as quartas-feiras, e também no canal Estadão Analisa, aos sábados.See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Crise entre Mendonça e PF, e o inquérito sobre Lulinha | Estadão Analisa

    Play Episode Listen Later Jul 31, 2026 59:49


    No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 31, Carlos Andreazza fala sobre a Polícia Federal, que tentou dar um drible no ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, e retirar da sua batuta as investigações envolvendo Fábio Luiz Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula. Nas apurações do caso do INSS, cujo relator é Mendonça, os investigadores descobriram as ligações de Lulinha com Antonio Carlos Antunes, conhecido como o “Careca do INSS”. E lá no meio estava também uma suspeita de tráfico de influência do filho do presidente Lula a favor do canabidiol junto ao ministério da Saúde. Antunes chegou a levar Lulinha numa viagem à Portugal sobre o tema. A decisão da Polícia Federal de formalizar um pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para a abertura de uma nova frente de investigação contra Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, provocou estranhamento nos bastidores da Corte. A PF pediu para apurar suspeitas de tráfico de influência do empresário no Palácio do Planalto e no Ministério da Saúde, em tratativas de negócios sobre o uso de cannabis medicinal. O relator do caso do INSS no STF é o ministro André Mendonça. Mas a petição no Supremo não foi direcionada a ele. Foi enviada para distribuição geral. Depois, coincidentemente terminou ficando com o próprio Mendonça, por sorteio. O ministro autorizou o novo inquérito. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Andreazza: Tribunal eleitoral paralelo de Moraes não é casa de um togado só | Estadão Analisa

    Play Episode Listen Later Jul 30, 2026 57:57


    No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 30, Carlos Andreazza fala sobre a repercussão do vídeo de Jair Bolsonaro produzido por Inteligência Artificial. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está diante do primeiro grande desafio sobre o uso de inteligência artificial nas campanhas deste ano. A Corte está para decidir se configura ou não abuso o vídeo exibido na convenção do PL com um avatar de Jair Bolsonaro pedindo voto para o filho Flávio, candidato a presidente. Três dos sete ministros do TSE falaram à Coluna em caráter reservado. Para um deles, não houve abuso. Segundo esse ministro, a tecnologia pode ser usada em qualquer situação, desde que não seja para disseminar notícia falsa ou para prejudicar alguém. A defesa de Jair Bolsonaro informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o ex-presidente não tinha conhecimento prévio sobre o vídeo exibido na convenção do PL no sábado, 25. No lançamento oficial da candidatura de Flávio Bolsonaro, foram exibidas imagens e voz criadas por inteligência artificial de Jair Bolsonaro pedindo apoio ao filho. A declaração é uma resposta ao questionamento feito na terça-feira, 28, por Alexandre de Moraes. O ministro queria saber se o ex-presidente tinha sido consultado previamente sobre o vídeo e se havia autorizado a exibição. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Carlos Andreazza: ‘O tribunal eleitoral paralelo de Alexandre de Moraes' | Estadão Analisa

    Play Episode Listen Later Jul 29, 2026 55:52


    No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 29, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que deu 48 horas para que a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) se manifeste se ele autorizou ou não a produção e veiculação de um vídeo feito com inteligência artificial divulgado durante a convenção do PL que lançou o filho, Flávio Bolsonaro, à Presidência da República. O vídeo mostra Bolsonaro fazendo um discurso em favor do filho. Na decisão, Moraes apontou que “a eventual concordância de JAIR MESSIAS BOLSONARO com a divulgação de um vídeo produzido por IA, e amplamente divulgado nas redes sociais, contendo sua imagem e declarações ostensivamente político-eleitorais constituiria nova e grave transgressão à decisão judicial, poucos dias após ser sancionado, e passível de reversão da prisão domiciliar humanitária para o regime fechado.” Por outro lado, segundo o ministro, “se não houve autorização do custodiado JAIR MESSIAS BOLSONARO para utilização de sua imagem e voz para declarações político-eleitoral, além de constituir desrespeito à ordem judicial por FLÁVIO NANTES BOLSONARO e pelo Partido Liberal (PL), tal conduta poderá tipificar a denominada ‘deep fake’, prática expressamente vedada pela legislação eleitoral, uma vez que, haverá a caracterização de criação ou divulgação de conteúdo sintético destinado a associar artificialmente a imagem, a voz ou a manifestação de determinada pessoa a candidato, partido ou causa política, sem sua expressa autorização”. Durante o lançamento da candidatura de Flávio, o partido exibiu o vídeo que simulava a imagem e a voz do ex-presidente, que está em prisão domiciliar. O ministro lembrou ainda que, em decisão recente após a divulgação de uma carta de Jair Bolsonaro por Flávio, determinou a proibição da divulgação de manifestos políticos-eleitorais, inclusive por terceiros, independentemente do meio utilizado. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Carlos Andreazza: ‘Lula escolhe Trump como adversário em 2026' | Estadão Analisa

    Play Episode Listen Later Jul 28, 2026 58:54


    No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 28, Carlos Andreazza fala sobre o presidente Lula e da relação conturbada entre Brasil e EUA. O governo de Luiz Inácio Lula da Silva apresentou nesta segunda-feira, 27, um pedido de consultas aos Estados Unidos no âmbito do sistema de solução de controvérsias da Organização Mundial do Comércio (OMC) por causa do tarifaço imposto por Trump ao País. A decisão foi comunicada em nota pelo Ministério das Relações Exteriores. O pedido refere-se às duas medidas tarifárias adotadas pelos EUA na semana passada sob a Seção 301 da sua Lei de Comércio de 1974. A primeira, resultante de investigação específica sobre o Brasil, impôs tarifa adicional de 25% ao País. O governo já havia anunciado que acionaria a OMC, que se encontra enfraquecida. Além disso, é estudado o uso da Lei da Reciprocidade — o que não significa, necessariamente, que alguma medida será adotada nesse sentido neste momento. Integrantes da diplomacia ouvidos pelo Estadão/Broadcast afirmaram que o posicionamento foi necessário para que ficasse claro o descontentamento com a medida. A partir de agora, será traçado caminho cuidadoso para identificar formas de aplicação da Lei de Reciprocidade sem que haja riscos para o mercado interno. Além disso, como mostrou o Estadão, o governo Lula quer segurar medidas de reciprocidade até as eleições para não dar palanque ao senador Flávio Bolsonaro (PL), principal desafiante de Lula. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Carlos Andreazza: ‘A convenção nacional de Jair Bolsonaro e o cavalo Flávio' | Estadão Analisa

    Play Episode Listen Later Jul 27, 2026 62:03


    No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 27, Carlos Andreazza fala sobre a convenção Nacional do PL. Numa convenção com projeção internacional e chapa incompleta, o Partido Liberal (PL) lançou neste sábado, 25, a candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República. A defesa do legado de seu pai, Jair Bolsonaro (PL), e o destaque estratégico dado às mulheres no palco marcaram as três horas de evento. Ausente, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro prorrogou o clima de reconciliação com o enteado ao enviar um vídeo de apoio, antes de o presidente da Argentina, Javier Milei, levantar o público com um discurso de meia hora com ataques a Lula e ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, a quem se referiu como um “lixo”. Flávio prometeu que, em 2027, Bolsonaro “vai subir aquela rampa do Planalto junto com a gente”. A convenção do PL exibiu também um vídeo gerado por inteligência artificial que simulava a imagem e a voz do ex-presidente Bolsonaro para declarar apoio ao senador. Logo no início da mensagem, o vídeo informava que se tratava de uma simulação. “Isso que vocês estão vendo aqui não sou eu, isso é uma simulação da minha imagem e da minha voz, feita com inteligência artificial”, dizia a gravação. O vídeo do ex-presidente Jair Bolsonaro gerado por inteligência artificial pode render questionamentos judiciais para a campanha do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República. A avaliação é de especialistas em direito eleitoral ouvidos pelo Estadão. Durante o lançamento da candidatura de Flávio, o partido exibiu o vídeo que simulava a imagem e a voz do ex-presidente, que está em prisão domiciliar. No vídeo, a simulação de Bolsonaro manifestava apoio à candidatura do filho e pedia que seus apoiadores recebessem Flávio de “braços abertos”. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Start #438 com Daniel Gonzales: Da reação à predição - como a IA muda a experiência do cliente na saúde

    Play Episode Listen Later Jul 25, 2026 20:50


    Em praticamente qualquer segmento de negócio, conhecer o cliente apenas com base em seu relacionamento já deixou, há muito tempo, de ser um diferencial. O que faz uma empresa se destacar, agora, é entender comportamentos, antecipar necessidades e oferecer respostas certas, de forma personalizada, antes mesmo de um contato ou solicitação, com a inteligência artificial atuando em todas as etapas desse processo. Em uma operadora de planos de saúde voltada principalmente para pessoas com 49 anos ou mais, com foco especial no público 60+, e operação em modelo centrado no envelhecimento saudável, medicina preventiva e acompanhamento contínuo, esse desafio passa a ser ainda maior - a inteligência e a inovação devem permear todas as fases dessa relação, em múltiplos canais de atendimento, lidando com inúmeros perfis de clientes, tudo com o desafio não perder de vista o contato humano. Nesta semana, no Start, o apresentador Daniel Gonzales conversa sobre o tema com Barbara Feitosa, líder Customer Experience e Retention Manager da MedSênior. O programa vai ao ar nas plataformas digitais do Estadão, todas as quartas-feiras, e também no canal Estadão Analisa, aos sábados.See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Carlos Andreazza: 'Mendonça autoriza investigação sobre Flávio. Mas e as relações entre Vorcaro e ministros do STF?' Veja o Estadão Analisa

    Play Episode Listen Later Jul 24, 2026 60:04


    No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 24, Carlos Andreazza fala sobre o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, que autorizou a abertura de um inquérito pela Polícia Federal para apurar repasses do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, para o filme “Dark Horse”, sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, trocou mensagens com Vorcaro pedindo dinheiro para ajudar bancar a produção. Mensagens por escrito e áudio dos contatos de Flávio com o dono do Banco Master foram reveladas pelo site Intercept Brasil. Flávio afirmou que a solicitação foi para patrocínio e não houve irregularidades. Mendonça autorizou a instauração da investigação a pedido da PF e com parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR). O procurador-geral da República, Paulo Gonet, entendeu ter elementos para a abertura da investigação. E a Polícia Federal também tem suspeita de lavagem de dinheiro e evasão de divisas dos recursos utilizados para financiar o filme Dark Horse, a cinebiografia de Jair Bolsonaro. O valor vultoso e o complexo caminho do dinheiro despertou dúvidas entre os investigadores. São mais de R$ 61 milhões que saem da Entre Investimentos, que pertence a Daniel Vorcaro, do Banco Master, e chegam a um fundo no Texas, controlado por advogado próximo do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, para depois retornar ao Brasil para a Go Up Entertainment, ligada à empresária Karina Ferreira Gama. A PF quer saber a origem dos recursos, se vêm das fraudes perpetradas pelo Banco Master, e no que foram realmente utilizados, se acabaram pagando as despesas de Eduardo nos Estados Unidos. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

    ‘Senador prestador de serviços: o consultor Flávio Bolsonaro na rede de Vorcaro' | Estadão Analisa

    Play Episode Listen Later Jul 23, 2026 56:04


    No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 23, Carlos Andreazza fala sobre a fase que vive o filho 01 de Jair Bolsonaro. O senador e pré-candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), recebeu R$ 500 mil de uma empresa, cujo dono está envolvido no esquema do Banco Master, de Daniel Vorcaro. A relação aparece em uma nota fiscal, emitida em 9 de abril de 2025 pelo escritório de advocacia que leva o nome do senador. O documento, revelado pelo Metrópoles e confirmado pelo Estadão, indica que Flávio Bolsonaro, que é advogado, prestou serviço de “assessoria jurídica” à empresa Contábil Correa Contabilidade & Auditoria LTDA. A empresa tem como sócio-administrador Rogério Lourenço Novo, que também é diretor da Copenhagen e Assessoria e Consultoria S.A, empresa do conglomerado do Master. Em vídeo divulgado nas redes sociais, o senador confirmou ter prestado serviços de advogado para Contabil Correa por meio de um contrato privado e legal. O presidenciável, porém, não explicou quais teriam sido os serviços jurídicos e disse que estão tentando “marginalizar a advocacia” Em outra frente, os candidatos Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD) criticaram as declarações do senador sobre urnas eletrônicas em encontro com embaixadores. Flávio, que também é pré-candidato à Presidência, participou nesta terça-feira, 21, em Brasília, de encontro com embaixadores estrangeiros. Durante o evento, o senador pediu que os países enviem “a maior quantidade de observadores possíveis” para as eleições. Já no Rio de Janeiro, o ex-governador do Estado, Anthony Garotinho (Republicanos-RJ), disse à Coluna do Estadão que gravou um vídeo negando a participação de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na chamada “noite das astronautas”, uma suposta festa sexual promovida por Daniel Vorcaro, a pedido do próprio presidenciável do PL. Procurado, Flávio não se pronunciou. O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. E depois, fica disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Andreazza: ‘Flávio Bolsonaro e as informações falsas sobre urnas eletrônicas' | Estadão Analisa

    Play Episode Listen Later Jul 22, 2026 54:35


    No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 22, Carlos Andreazza fala sobre o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que pediu, durante um encontro com embaixadores estrangeiros, que seus países enviem “a maior quantidade de observadores possíveis” para supervisionar as eleições brasileiras em outubro. “Não estou questionando o sistema de eleição brasileiro, mas que todos os países possam mandar a maior quantidade de observadores possíveis para nossa eleição e pessoas que têm conhecimento sobre essa tecnologia”, declarou, durante reunião organizada pela agência Novo Selo Comunicação e pelo site The Brazilian Report, nesta terça-feira, 21, em Brasília. Representantes das embaixadas no Brasil dos Estados Unidos, China, Israel, Alemanha e Reino Unido - além de outros 35 países - estavam presentes no evento. Em seu discurso, Flávio afirmou que um documento da CIA, a agência de inteligência dos Estados Unidos, apontou manipulação nas eleições venezuelanas de 2010: “Uma das suspeitas é que uma empresa chamada Smartmatic, de origem venezuelana, uma das suspeitas é que tenha havido uma programação para alteração das votações naquele país nas eleições de 2010”, disse. “Só para deixar registrado que muitas dessas máquinas que são utilizadas nas eleições brasileiras têm a mesma origem dessa empresa venezuelana”, frisou. Em 2020, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou uma nota em que nega o uso de aparelhos da Smartmatic: “São falsas as mensagens que circulam nas redes sociais segundo as quais a empresa Smartmatic fornece urnas eletrônicas ou softwares utilizados em urnas no Brasil. Todo o projeto da urna eletrônica brasileira e do sistema eletrônico de votação foi concebido e é gerido inteiramente pela Justiça Eleitoral do país”, escreveu a Corte. Flávio disse ainda que seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), está preso justamente por um encontro com diplomatas. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Carlos Andreazza: ‘Gonet, que é Gilmar, investe na intimidação a senador' | Estadão Analisa

    Play Episode Listen Later Jul 21, 2026 50:02


    No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 21, Carlos Andreazza fala sobre a relação turbulenta entre o judiciário e o legislativo. O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) classificou como “mais uma tentativa absurda e ilegal de intimidação” um despacho de Paulo Gonet. O procurador-geral da República encaminhou à Procuradoria Eleitoral de Sergipe uma representação do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), contra o parlamentar. “Tomei ciência através da imprensa de despacho do PGR que encaminha à procuradoria eleitoral regional a representação feita pelo ministro Gilmar Mendes que me acusa de abuso por conta da proposta de indiciamento por crime de responsabilidade que apresentei no relatório da CPI do crime organizado”, afirmou Vieira no X. Gilmar Mendes disse ainda que o relator “se esqueceu dos seus colegas milicianos e decidiu envolver o Supremo Tribunal Federal”. O ministro Dias Toffoli, por sua vez, defendeu que a justiça eleitoral cassasse políticos com atuação voltada à intenção meramente eleitoral. O senador também foi processado pela família do ministro Alexandre de Moraes, mas por uma declaração que deu em entrevista ao SBT. O parlamentar afirma que a advocacia do Senado pediu para acessar os autos, mas não conseguiu. Uma cópia, porém, teria sido enviada à imprensa. O Ministério Público Federal diz que o processo corre em sigilo. See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Andreazza: Moraes aplica o ‘Direito Xandônico' para calar Bolsonaro absolutamente | Estadão Analisa

    Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 58:53


    No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 20, Carlos Andreazza fala sobre as restrições impostas ao ex-presidente Bolsonaro. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concluiu que o ex-presidente Jair Bolsonaro descumpriu medidas cautelares e, com isso, proibiu que ele receba visitas e também faça a divulgação de manifestos políticos-eleitorais, inclusive por meio de terceiros, independente dos meios utilizados. Os únicos autorizados a se encontrar com Bolsonaro, além dos familiares que moram com ele, são médicos e advogados que já prestam atendimento. O ministro, porém, manteve Bolsonaro em prisão domiciliar humanitária. A decisão deve inviabilizar a visita do presidente argentino Javier Milei, que a defesa de Bolsonaro pediu para que aconteça no sábado, dia 25. A decisão de Moraes foi tomada após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, ler nas redes sociais uma carta em que Bolsonaro o coloca como porta-voz. Após questionamento de Moraes sobre a possível violação da determinação de não se manifestar nas redes, inclusive por terceiros, a defesa de Bolsonaro alegou que ele não sabia que a carta seria “publicizada”. Moraes, porém, rejeitou os argumentos. O ainda senador Flávio Bolsonaro, presidenciável do PL, lançou uma ferramenta de inteligência artificial (IA), a MarIA, com o mesmo nome da inaugurada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em dezembro de 2024, durante a presidência do ex-ministro Luís Roberto Barroso. A “coincidência” surpreendeu magistrados, acostumados às críticas que o senador faz à Corte. Procurado, Flávio ainda não respondeu. A MarIA da campanha do senador é uma assistente virtual de IA voltada para o público feminino. Como explicou o pré-candidato no X, ela vai “acompanhar medidas protetivas, agendar mamografias, encontrar apoio psicológico”, além de ajudar em oportunidades de emprego. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Start #437 com Daniel Gonzales: IA agêntica impulsiona o “governo Zero Clique”

    Play Episode Listen Later Jul 18, 2026 26:28


    Imagine um serviço público que funciona antes mesmo de o cidadão precisar pedir. Essa é a proposta do chamado "Governo Zero Clique": usar dados, integração entre sistemas e inteligência artificial agêntica para reduzir ao mínimo a burocracia e fazer com que muitos serviços aconteçam de forma automática, simples e quase invisível para a população. Mas até onde esse modelo pode chegar? E quais são os desafios para transformar essa ideia em realidade? Uma das empresas que está à frente desse movimento é a Gove, uma govtech fundada em 2016 que desenvolve soluções para a gestão pública. Presente em 22 estados brasileiros, a empresa atende centenas de municípios e estima já ter impactado mais de 16 milhões de pessoas com plataformas que automatizam serviços públicos e utilizam IA, inclusive pelo WhatsApp. Para entender como essa tecnologia está mudando a gestão municipal e quais são os próximos passos do governo digital, o apresentador Daniel Gonzales recebe, no Start dessa semana, o CEO da Gove, Rodolfo Fiori. O programa vai ao ar nos canais digitais do Estadão, todas as quartas-feiras, e também no canal Estadão Analisa, aos sábados.See omnystudio.com/listener for privacy information.

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