Os principais fatos do Brasil e do mundo apresentados e analisados pelo maior jornal do país.

O uso de Inteligência Artificial nas empresas brasileiras passou de 13% para 17% em apenas um ano. Entre as grandes empresas, a adoção saltou de 38% para 50%. Já entre as pequenas, o índice cresceu de 10% para 15%. Os números são da nova edição da pesquisa TIC Empresas, do Cetic.br, e ajudam a entender o estágio de desenvolvimento da IA no ambiente corporativo brasileiro. O que explica esse avanço? Em quais setores a tecnologia está ganhando mais espaço? O Brasil está acelerando sua maturidade digital ou ainda estamos nos primeiros passos dessa transformação? Esses são alguns dos temas da entrevista de hoje no Start, que recebe Leonardo Melo Lins, coordenador da pesquisa TIC Empresas. Na conversa com o apresentador Daniel Gonzales, ele analisa os resultados da pesquisa e o que eles revelam sobre competitividade, produtividade e o futuro da Inteligência Artificial nas empresas brasileiras. O programa vai ao ar nos canais digitais do Estadão, todas as quartas-feiras, e também no canal Estadão Analisa, aos sábados.See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 19, Carlos Andreazza fala sobre a ação da Polícia Federal, a nona fase da Operação Compliance Zero que teve como alvo principal de busca e apreensão o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo Lula no Senado. A investigação apura fraudes envolvendo o Banco Master e o PT da Bahia, os vínculos do ex-banqueiro Daniel Vorcaro e a suposta participação do parlamentar no esquema. A assessoria de Jaques Wagner divulgou nota sustentando que não atuou a favor do Master e que está à disposição das autoridades. A PF suspeita que Jaques Wagner recebeu um imóvel de R$ 2,5 milhões e pagamentos de propina que totalizaram R$ 3,5 milhões por meio de uma empresa ligada a um de seus familiares. Segundo os investigadores, a estrutura teria sido utilizada para ocultar vantagens indevidas supostamente pagas no contexto das fraudes investigadas na Compliance Zero. Alvo de nova fase da Operação Compliance Zero, o senador Jaques Wagner (PT-BA) já havia se pronunciado sobre o caso na tribuna do Senado após acusações de Flávio Bolsonaro (PL). O discurso ocorreu em 13 de maio, mesma data em que o Intercept Brasil divulgou conversas do filho 01 do ex-presidente Jair Bolsonaro com o banqueiro Daniel Vorcaro. Na ocasião, Flávio fez declarações em que associa o Master ao governo do PT na Bahia e cobra Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar irregularidades no esquema de Vorcaro. “A gênese do Banco Master aconteceu no governo de Jair Messias Bolsonaro e não na Bahia”, declarou o senador, que citou a aprovação da compra do banco por Vorcaro, feita pelo Banco Central durante a gestão do ex-presidente do BC Campos Neto, indicado por Bolsonaro. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 18, Carlos Andreazza fala sobre o atual momento do Supremo Tribunal Federal, suas disputas internas e as reações dos ministros as falas de diversos setores da opinião pública. Enquanto Alexandre de Moraes votava no plenário da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) pela condenação do ex-deputado Eduardo Bolsonaro por coação, na Segunda Turma André Mendonça defendia que o pai de Daniel Vorcaro, Henrique Vorcaro, continuasse em prisão preventiva. As duas turmas ficam em um anexo do Supremo, uma no terceiro andar e a outra, no quarto. No terceiro andar, Moraes afirmava: “Processo penal não é palhaçada”. No andar de cima, Mendonça usava de ironia para citar a frase célebre dita por Moraes nos processos da tentativa de golpe: “Não foi um passeio no parque”, declarou para se referir ao escândalo do Banco Master. No Supremo, Mendonça tem dois apoiadores fiéis, que concordam com ele em matéria penal: Kassio Nunes Marques e Luiz Fux. Coincidentemente, os dois integram a Segunda Turma. Depois que Dias Toffoli se declarou impedido para julgar o caso Master, o caminho de Mendonça rumo à maioria ficou menos tortuoso. Apenas Gilmar Mendes defendeu que os investigados fossem transferidos para a prisão domiciliar. Nas sessões de turma, Gilmar costuma fazer uma dobradinha com Toffoli. Dessa vez, ficou isolado. O ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi sorteado nesta quarta-feira, 17, para ser o relator da notícia-crime apresentada pelo senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Ele acusa o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de ameaça e incitação ao crime. A ação, protocolada em 4 de junho, pede a abertura de inquérito para investigar discurso em que Lula falou sobre enforcamento de “traidores da pátria” em Catalão (GO). Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 17, Carlos Andreazza fala sobre a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) manteve, nesta terça-feira, 16, a prisão de Felipe Cançado Vorcaro e Henrique Moura Vorcaro, primo e pai do dono Banco Master, Daniel Vorcaro, respectivamente. Relator da Operação Compliance Zero, o ministro André Mendonça havia determinado medidas cautelares contra os réus em maio e defende a prisão dos parentes do banqueiro. O ministro Gilmar Mendes, que pediu vistas do processo em maio por entender que o não teve acesso integral às informações do caso, divergiu dos demais e defendeu a flexibilização das cautelares, com domiciliar para Henrique e soltura de Felipe. Ele foi vencido pelo restante dos magistrados, que decidiram manter os réus presos. O resultado da votação foi 3 a 1. Os julgamentos estavam suspensos desde 23 de maio, quando Gilmar pediu vista. Antes da interrupção, André Mendonça e Luiz Fux haviam votado pela conversão das prisões temporárias em preventivas. Com isso, o placar parcial é de 2 a 0 pela manutenção das prisões dos dois investigados. A tendência é que o posicionamento de Gilmar seja decisivo para o desfecho dos casos. Como o ministro Dias Toffoli se declarou impedido, caberá a Kassio Nunes Marques proferir o último voto da Turma. Se Gilmar divergir dos colegas e for acompanhado por Nunes Marques, o julgamento poderia empatar, o que favoreceria Felipe e Henrique Vorcaro. Ao votar pela prisão preventiva de Felipe Vorcaro, André Mendonça destacou indícios de que ele continuou adotando medidas para ocultação patrimonial mesmo após o avanço das investigações da Operação Compliance Zero. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 16, Carlos Andreazza fala sobre a novela em torno da delação premiada de Daniel Vorcaro. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, rejeitou a segunda proposta de delação premiada apresentada pelo banqueiro Daniel Vorcaro, dias após a Polícia Federal também ter rechaçado um acordo com o dono do Banco Master. Com isso, os investigadores fecham o cerco contra Vorcaro e sinalizam que, ao menos por ora, não há mais espaço para uma negociação. A manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR) foi apresentada nesta segunda-feira, 15, e aponta que as informações apresentadas por Vorcaro não trazem provas novas e teriam pouca utilidade para as investigações. Na semana passada, a Polícia Federal também chegou a uma conclusão semelhante e comunicou à defesa de Vorcaro que não tinha interesse na sua proposta de colaboração premiada. Como mostrou o Estadão, Vorcaro chegou a justificar aos seus advogados que fez pagamentos a políticos por causa de sua relação de amizade com eles. A primeira proposta foi recusada pela Polícia Federal e pela PGR, mas a equipe de Paulo Gonet deixou a negociação aberta e pediu à defesa de Vorcaro que completasse as lacunas do acordo. Depois disso, o banqueiro chegou a acrescentar mais fatos no acordo e mudou parte dessas narrativas, mas o material não foi suficiente para convencer os investigadores. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

A profunda transformação da IA também chegando com força ao setor público. O CPQD, uma importante fundação privada brasileira focada em inovação, tecnologia e transformação digital, apresentou os primeiros resultados do projeto INSPIRE, uma iniciativa que reúne Governo Federal, academia e centros de pesquisa para criar uma infraestrutura nacional de dados e inteligência artificial voltada aos serviços públicos, baseada em agentes de IA que vem sendo desenvolvidos no País. Entre os destaques estão o Chat GOV.BR, novos sistemas inteligentes de atendimento ao cidadão e a criação de uma plataforma nacional de Inteligência Artificial para o Estado brasileiro. Para entender o alcance desse projeto e o que ele pode representar para o futuro dos serviços públicos no país, o Start recebe, nesta semana, Paulo Curado, diretor do projeto no CPQD. Com apresentação de Daniel Gonzales, o programa vai ao ar nos canais digitais do Estadão, todas as quartas-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 12, Carlos Andreazza fala sobre a rejeição da Polícia Federal à segunda proposta de delação premiada do banqueiro Daniel Vorcaro. Os investigadores comunicaram a recusa ao gabinete do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), e à defesa do dono do Banco Master. A Procuradoria-Geral da República (PGR) ainda está analisando a proposta de colaboração e não deu uma resposta formal até o momento. O procurador-geral Paulo Gonet orientou à sua equipe a analisar o material com cautela e não tem um prazo definido para finalizar essa análise. A avaliação dos investigadores da Polícia Federal foi que as informações apresentadas pelo dono do Banco Master não traziam novidades diante das provas já colhidas na investigação, como do próprio telefone celular de Vorcaro. Ainda sobre a delação do banqueiro, na segunda proposta de Vorcaro teria, segundo relato da revista Veja, uma acusação de pagamento de propina ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Um dos temas que o dono do Banco Master teria oferecido aos investigadores para fechar o acordo menciona uso de conta no exterior para repassar recursos ao senador do Amapá. De acordo com a revista, o banqueiro teria feito um pagamento de US$ 30 milhões, o equivalente hoje a cerca de R$ 153,5 milhões. A cifra fora depositada numa conta secreta e repassada a Alcolumbre em troca de apoio para assuntos de interesse de Vorcaro. A revista Veja diz que a operação financeira foi feita por Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 11, Carlos Andreazza fala sobre o cenário das eleições para presidente de 2026. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, antes acuado pelo baixo desempenho nas pesquisas e pela popularidade em queda, começou a anunciar medidas eleitoreiras que, embora causem um rombo nas contas públicas, cumpriram seu objetivo de direcionar a discussão nacional em temas a favor do governo. Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira, 10, captou os primeiros resultados da estratégia. Houve uma inversão na curva de percepção do eleitorado sobre as notícias serem mais positivas ou negativas ao governo Lula. O levantamento aponta que o petista oscilou dois pontos porcentuais para cima desde a rodada passada, divulgada em maio, indo de 42% para 44%, enquanto Flávio Bolsonaro caiu de 41% para 38%. Antes, o presidente e o senador estavam em empate técnico dentro da margem de erro da pesquisa, de dois pontos porcentuais. Agora, Lula lidera por seis pontos porcentuais de vantagem. Além disso, o presidente liderou as narrativas contra seu adversário Flávio Bolsonaro (PL) no caso do Master e do novo tarifaço dos Estados Unidos. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/ See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 10, Carlos Andreazza fala sobre o STF e as ações do ministro Alexandre de Moraes, que é cobrado pela Associação dos Familiares e Vítimas de 8 de Janeiro (Asfav), que representa as pessoas condenadas pelos ataques à sede dos Três Poderes, em Brasília, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que dê andamento à análise da Lei da Dosimetria. A entidade afirma que “não existem providências processuais pendentes que impeçam a análise do caso”. Aprovada pelo Congresso Nacional após derrubada de veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a norma reduz as penas aplicadas aos envolvidos e beneficia o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ela está suspensa há cerca de um mês por decisão cautelar, de caráter provisório e urgente, do ministro Alexandre de Moraes. Ainda na esfera jurídica, ao menos dois dos sete ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) criticaram a decisão do presidente, Kassio Nunes Marques, de suspender a divulgação da pesquisa da AtlasIntel que aponta queda de seis pontos percentuais nas intenções de votos do senador Flávio Bolsonaro (PL) para as eleições presidenciais de outubro. A intenção do presidente do TSE, ainda segundo pessoas próximas, é não deixar que as pesquisas eleitorais virem “ringue” de candidaturas. Aliados de Nunes Marques acreditam que a decisão será confirmada. Se isso acontecer, deve ser apresentado recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF), com chance de reversão. Em conversa com o Estadão, um integrante do TSE lembrou que, segundo uma regra aprovada pelo próprio tribunal, seria necessário haver um laudo técnico para comprovar a manipulação alegada pelo candidato. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/ See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 09, Carlos Andreazza fala sobre a decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, de suspender a pesquisa da AtlasIntel que apontou uma queda de seis pontos percentuais na intenção de voto do senador Flávio Bolsonaro (PL). O ministro do STF atendeu a um pedido dos advogados do Partido Liberal e determinou a suspensão da pesquisa da AtlasIntel que aponta queda na intenção de voto do filho de Bolsonaro em segundo turno contra o presidente Lula (PT) nas eleições presidenciais de outubro. Nunes Marques entendeu que há “suspeitas de indução ao eleitor” nas perguntas formuladas pelo instituto. A decisão monocrática tem validade imediata e foi colocada na pauta do TSE desta terça-feira, 9, para referendo dos demais integrantes da Corte, a pedido do ministro. Eles poderão mantê-la ou derrubá-la. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No Estadão Analisa desta segunda-feira, 8 de junho, Carlos Andreazza comenta a decisão do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, que rejeitou o pedido de suspeição apresentado por quatro senadores contra o ministro Kassio Nunes Marques. O magistrado foi sorteado para relatar o mandado de segurança relacionado à criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) destinada a investigar o Banco Master. Os senadores Eduardo Girão (Novo-CE), Alessandro Vieira (MDB-SE), Marcos Pontes (PL-SP) e Plínio Valério (PSDB-AM) argumentaram que Nunes Marques não deveria atuar no caso devido à sua proximidade com o senador Ciro Nogueira (PP-PI). O parlamentar está entre os citados nas apurações que envolvem suspeitas de participação em um esquema de fraude financeira associado ao banqueiro Daniel Vorcaro. Andreazza também comenta sobre o caso do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, que acionou o STF para pedir o afastamento do ministro Alexandre de Moraes da análise de um requerimento ligado a Daniel Vorcaro e ao Banco Master. O pedido ocorre após o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) solicitar a ampliação de uma investigação que já envolve Eduardo Bolsonaro, incluindo também Flávio e o ex-presidente Jair Bolsonaro no escopo das apurações. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

A inteligência artificial, há muito, já deixou apenas de ser uma promessa no atendimento ao cliente. O foco agora está em como empresas de grande porte estão estruturando agentes autônomos baseados em diferentes tecnologias de IA para ampliar eficiência, personalização e escala. Mas até onde a automação pode ir quando o assunto envolve mobilidade, segurança e experiência dos consumidores, ainda mais numa empresa que se relaciona com milhões de pessoas, de diferentes perfis, todos os dias? Nesta edição do Start Eldorado, a conversa é com Maurício Quintela Tortosa, diretor de Experiência do Cliente da Motiva, a antiga CCR. Ele explica como a empresa está usando IA para automatizar atendimentos, criar agentes autônomos e transformar dados em decisões estratégicas, sem abrir mão do fator humano quando ele é mais importante, dentro de um tema tão fundamental para a sociedade. Com apresentação de Daniel Gonzales, o programa vai ao ar nos canais digitais do Estadão, todas as quartas-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.

No Estadão Analisa desta quarta-feira, 3 de junho, Emanuel Bomfim e Ricardo Corrêa tratam da reação e das estratégias de Lula e Flávio Bolsonaro para lidar com a ameaça de novo tarifaço anunciada pelos Estados Unidos. O presidente brasileiro fez seu mais duro discurso contra o senador. Já Flávio, elogiado por Donald Trump no mesmo dia, negou ter relação com o episódio e divulgou uma carta que teria enviado ao secretário de Estado americano Marco Rubio. Enquanto isso, Tarcísio de Freitas criticou a postura americana e os candidatos da chamada terceira via pouparam Flávio e miraram as críticas em Lula. O programa também analisa a revelação de novas conversas de Daniel Vorcaro nas quais ele dá prioridade máxima aos pagamentos para o filme Dark Horse, que conta a história da eleição de Jair Bolsonaro em 2018. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No Estadão Analisa desta terça-feira, 2 de junho, Emanuel Bomfim e Ricardo Corrêa falam sobre o debate do fim da escala 6x1, agora no Senado. Na Câmara, a aprovação se deu após uma mudança de posição da oposição e com resultado elástico. No Senado, contudo, a apresentação de uma nova PEC, já apoiada por cerca de metade dos senadores, tende a levar a um debate um pouco mais aprofundado entre aqueles que propõem uma intervenção para limitar a escala a no máximo 5 dias e os que propõem uma flexibilização para que empregador e empregado possam negociar a escala, considerando um pagamento proporcional ao número de horas trabalhadas. A discussão também pode ser influenciada pela relação entre o governo Lula e Davi Alcolumbre e pelas articulações de Hugo Motta junto aos senadores. Além disso, o Estadão Analisa também trata da operação da polícia que, nesta segunda-feira, mirou na ONG da produtora de Dark Horse, o filme de Jair Bolsonaro, ampliando a atenção sobre o tema. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No Estadão Analisa desta segunda-feira, 1º de junho, Emanuel Bomfim e Ricardo Corrêa falam sobre a expectativa da conclusão da chamada Seção 301, que pode levar a novas sanções contra o Brasil por parte dos Estados Unidos. Empresários brasileiros estão na expectativa de que haja novas tarifas sobre produtos por meio dessa investigação, que hoje cita também o Pix e a 25 de março. Após Flávio Bolsonaro pedir publicamente e conseguir a designação de PCC e Comando Vermelho como grupos terroristas, Trump acabou entregando a Flávio um discurso mais fácil do que o de Lula. Também o entregou o ativo de ter voz junto ao governo americano. Mas como fica esse discurso se vierem novas tarifas que podem impactar a economia brasileira? O programa fala também sobre as novas suspeitas envolvendo a ONG da produtora de Dark Horse, o filme de Jair Bolsonaro, e seus possíveis impactos na disputa eleitoral. O Estadão revelou nesta segunda que a ONG direcionou emendas de Mário Frias para uma empresa de uma doadora de campanha, para o advogado do deputado federal e para o sócio de Karina Gama, que é aliada dele, incluindo recursos para a compra de livros que nunca foram entregues. No programa, também uma análise sobre os efeitos de futuras novas ações esperadas dos Estados Unidos contra o Brasil com a aproximação do momento de conclusão da chamada Seção 301. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

Direto de Denver, nos Estados Unidos, o Start desta semana acompanha o Zendesk Relate 2026, uma das principais conferências privadas de inteligência artificial do mundo. O evento mostrou como a chamada IA agêntica começa a formar verdadeiras equipes digitais de trabalho, com agentes e copilotos capazes de executar tarefas, interpretar contextos, tomar decisões e atuar de forma integrada, com humanos, dentro das empresas. Mas o cenário brasileiro ainda mostra diferentes estágios de maturidade. Enquanto algumas companhias avançam rapidamente no uso da IA em larga escala, outras ainda esbarram em questões como infraestrutura, integração de sistemas e adaptação das equipes. Nesta edição, você acompanha os principais anúncios dessa inovação e fica sabendo mais como essas mudanças começam a chegar ao mercado brasileiro, em entrevistas com Walter Hildebrandi, CTO da Zendesk; André Jatene, head de Digital do Banco Sofisa; e Mariana Lima, Mariana Lima, gerente de Experiência do Cliente da Construtora Tenda. Com apresentação de Daniel Gonzales, o programa vai ao ar nos canais digitais do Estadão, todas as quartas-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 29, Carlos Andreazza fala sobre a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República, que atravessa uma crise após as revelações sobre sua relação com Daniel Vorcaro. O senador vive um momento delicado, mas tentou minimizar o desgaste ao conseguir um encontro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, além de registrar fotos no Salão Oval da Casa Branca. Durante sua passagem por Washington, Flávio evitou tratar diretamente da ligação com Vorcaro e concentrou o discurso na defesa de que o governo americano classifique facções criminosas brasileiras, como o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC), como organizações terroristas internacionais. Já o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva interpreta a viagem do senador aos Estados Unidos — sem agenda oficial com Donald Trump — como uma tentativa de desviar o foco do escândalo envolvendo o Banco Master. Interlocutores de Lula ouvidos pela Coluna do Estadão afirmam que Flávio tenta “desesperadamente” “mudar de assunto”, já que, segundo eles, a principal pauta envolvendo o filho 01 do ex-presidente Jair Bolsonaro segue sendo a relação com Daniel Vorcaro. “Mas o Master o espera no Brasil”, disse um integrante do governo. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiFoto: Wilton Junior/EstadãoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 28, Carlos Andreazza fala sobre a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República, que atravessa uma crise após as revelações sobre sua relação com Daniel Vorcaro. Quanto a isso, não pairam dúvidas. Mas existe uma diferença importante entre a leitura do mundo político e a avaliação de especialistas em opinião pública e dirigentes de institutos de pesquisa. O senador vive um momento complexo, mas Flávio conseguiu um encontro com o presidente americano, Donald Trump, algumas fotos no Salão Oval da Casa Branca e tentou minimizar a crise. Em vez da ligação do senador com o banqueiro Daniel Vorcaro, Flávio focou sua passagem por Washington na defesa de que o governo norte-americano designe facções criminosas como o Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas internacionais. Já o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva vê a viagem do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aos Estados Unidos, sem qualquer agenda oficial marcada com o presidente americano Donald Trump, como uma tentativa de fugir do escândalo do Banco Master. Para interlocutores de Lula ouvidos pela Coluna do Estadão, o senador tenta “desesperadamente” “mudar de assunto”, já que no Brasil só uma pauta ronda o filho 01 do ex-presidente Jair Bolsonaro: as relações com o banqueiro Daniel Vorcaro. “Mas o Master o espera no Brasil”, afirmou um integrante do governo. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 27,, Carlos Andreazza fala sobre o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que intimou a Procuradoria-Geral da República (PGR) para se manifestar sobre um pedido para investigar as ligações do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), do ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e do ex-presidente Jair Bolsonaro com o banqueiro Daniel Vorcaro para custear sua atuação nos EUA. O prazo para manifestação é de 5 dias. O pedido foi protocolado pelo deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) em ação na qual Eduardo é réu por suposta coação no julgamento da trama golpista, que condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O site The Intercept Brasil revelou que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pediu a Vorcaro R$ 134 milhões para bancar o filme, inspirado na trajetória do pai. Cerca de R$ 61 milhões foram pagos. O Estadão já mostrou que a Polícia Federal (PF) abriu uma linha de investigação para apurar se os recursos foram desviados para um fundo sediado no Texas ligado a Eduardo e usado para custear a permanência dele no país, já que o Supremo Tribunal Federal (STF) havia bloqueado contas e dificultado o recebimento de recursos nos EUA. O fundo tem como agente legal o escritório “Law Offices of Paulo Calixto PLLC”, de Paulo Calixto, advogado próximo ao ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 26, Carlos Andreazza fala sobre o momento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na corrida eleitoral deste ano. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou nesta segunda-feira, 25, que o governo aceitou estabelecer uma regra de transição para a redução da jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais. Segundo os termos acertados, 60 dias após promulgação da proposta haverá uma redução de duas horas, até 42 horas. As últimas duas horas seriam reduzidas 12 meses depois - o que, pelo cronograma, ocorreria em 2027. O tema é bandeira eleitoral do presidente Lula, que tenta a reeleição em outubro. O fim dos 6x1 interessa aos trabalhadores e impacta o setor produtivo, a economia e as candidaturas do Congresso em outubro, do PT ao PL. O governo até trabalha com a hipótese de unanimidade. Em outra frente, o atual governo gastou, até meados de maio, R$ 21 milhões em anúncios no Instagram e no Facebook para divulgar investimentos em Estados e programas que possam servir de chamariz em ano eleitoral. O valor é quase o dobro dos R$ 11,45 milhões desembolsados no mesmo período de 2025. Procurada, a Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom) ainda não se manifestou. Os dados constam da biblioteca de anúncios da Meta, dona das duas redes sociais. De acordo com o calendário eleitoral estabelecido pelo Tribunal Superior Eleitoral, o governo tem até 4 de julho para fazer publicidades de programas, obras, serviços e campanhas. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 25, Carlos Andreazza fala sobre o cenário para as eleições para presidente de 2026. A disputa presidencial de 2026 será decidida pela capacidade dos candidatos de romper resistências junto ao eleitor independente. Enquanto Luiz Inácio Lula da Silva (PT) precisa convencer parte do eleitorado de que ainda tem uma agenda nova a oferecer após três mandatos, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tenta se apresentar como uma versão mais moderada do bolsonarismo. Em comum, ambos carregam o desafio de neutralizar desgastes ligados à percepção de corrupção. Já candidatos como Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão) enfrentam o desafio de furar a polarização entre Lula e Flávio Bolsonaro e conquistar espaço para além de seus nichos políticos. O escândalo do Banco Master respinga no clã Bolsonaro, depois de ter colado no governo atual. Pesquisas mostram que mesmo com uma queda, Flávio Bolsonaro ainda se mantém competitivo na disputa, e o senador criou uma “Tropa de Elite” digital para atuar na sua estratégia eleitoral nas redes e tentar minimizar a crise que enfrenta por causa da relação com o banqueiro Daniel Vorcaro. O parlamentar reuniu um grupo de deputados do PL que figuram entre os maiores influenciadores da direita para agir como defensores e impulsionadores de sua pré-candidatura nas redes sociais. O colunista fala também do governo Lula, que corre contra o tempo para tentar aprovar projetos que estão empacados no Congresso na área da justiça e segurança pública, tema-chave para o eleitorado. A quatro meses e meio das eleições, o Ministério da Justiça listou 13 prioridades para destravar. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 22, Carlos Andreazza fala sobre o ministro André Mendonça, que será responsável por analisar dois mandados de segurança apresentados ao Supremo Tribunal Federal que tentam obrigar o Congresso a instalar uma CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) para investigar o caso Banco Master. As ações foram protocoladas pelos deputados Kim Kataguiri (Missão-SP) e Lindbergh Farias (PT-RJ) No Congresso, o senador Davi Alcolumbre (União-AP), descartou ler nesta quinta-feira, 21, os requerimentos de criação da CPMI para investigar irregularidades do Banco Master. A resposta de Alcolumbre veio após questões de ordem apresentadas por aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do senador Flávio Bolsonaro, incluindo o próprio pré-candidato do PL ao Planalto. Na sessão, o vice-líder do governo, deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), cobrou a instalação dizendo que mais de um terço dos parlamentares já assinou o requerimento para a criação da CPMI e que o STF já tomou decisões obrigando a instalação das comissões. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 21, Carlos Andreazza fala sobre o inferno astral do senador Flávio Bolsonaro, que fez o escândalo do Banco Master migrar do Supremo Tribunal Federal (STF) para as campanhas eleitorais, depois que o pré-candidato surgiu nas investigações. As trocas de mensagens com Daniel Vorcaro derrubaram as intenções de voto do filho de Jair Bolsonaro nas pesquisas de opinião e viraram uma arma poderosa para os outros concorrentes. Nos bastidores, ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) avaliam que, politicamente, a candidatura de Flávio encontrou um entrave difícil de ser superado e pode se traduzir em derrota nas urnas. Juridicamente, porém, atestam que, hoje, não há empecilho para o registro oficial da candidatura. Flávio trocou o coordenador da comunicação da pré-campanha à Presidência da República, Marcello Lopes, que deixou o cargo. O publicitário Eduardo Fischer assume o posto. Ainda no âmbito do filme sobre Bolsonaro, o ministro do STF, Flávio Dino, pediu explicações à Câmara sobre a situação funcional do deputado Mário Frias (PL-SP), que está no exterior desde o dia 12 de maio. Dino enviou ofício ao presidente da Casa, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), por meio do qual cobra as informações dentro de um prazo de 48 horas. O ministro também pede esclarecimentos sobre eventual autorização para missão de Frias no exterior. No outro lado da eleição, evangélicos do PT estão acionando o vocabulário bíblico para retratar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como “falso profeta” e explorar, entre os fiéis, as contradições nas versões dadas pelo pré-candidato à Presidência da República sobre a sua relação com o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. As avaliações ocorrem em um momento de mobilização do Setorial Inter-religioso do PT para o IV Encontro Nacional de Evangélicos do Partido dos Trabalhadores, marcado para 8 de junho, na sede do PT, em Brasília. A programação terá como tema “Fé, Justiça, Democracia e as Eleições 2026”, com debates sobre estratégias regionais. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/ See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 20, Carlos Andreazza fala sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, que afirmou que esteve na casa do banqueiro Daniel Vorcaro no fim de 2025. A visita ocorreu após a primeira prisão do dono do Banco Master pela Polícia Federal (PF), em novembro, segundo ele. Flávio disse que foi à casa de Vorcaro, em São Paulo, para “pôr ponto final nessa história”, em referência à negociação para o financiamento do filme sobre seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A declaração foi dada durante um pronunciamento à imprensa nesta terça-feira, 19. O senador não respondeu a perguntas dos jornalistas. O colunista ainda comenta a situação do deputado federal Mário Frias (PL-SP), que enviou áudios e mensagens, em dezembro de 2024, ao banqueiro Daniel Vorcaro, dono do liquidado Banco Master, para agradecer o investimento realizado no filme Dark Horse, que narra a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro. O site Intercept Brasil publicou novas trocas de mensagens entre Vorcaro e Frias que mostram diversos agradecimentos do deputado federal ao banqueiro. “Só te agradecer, meu irmão. É...vamos mexer com o coração de muita gente e vai ser muito importante para o nosso País, tá? É de vez em quando te falar como as coisas vão andando, tá?”, disse Frias em áudio enviado no dia 11 de dezembro de 2024. As mensagens contradizem a versão original de Frias de que “não há um único centavo do sr. Daniel Vorcaro em Dark Horse”, como declarou na primeira nota que divulgou à imprensa sobre o tema. Em sua segunda manifestação pública, o deputado alegou que não havia contradição porque Vorcaro “não é e nunca foi signatário de relacionamento jurídico, assim como o Banco Master nunca figurou como empresa investidora“.See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 18, Carlos Andreazza fala sobre o pré-candidato à Presidência da República e senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que afirmou em redes sociais que buscou “investidores” ao pedir dinheiro ao ex-presidente do Banco Master, Daniel Vorcaro. Segundo o parlamentar, o filme biográfico sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, Dark Horse, é um projeto cultural financiado com recursos privados. Ele justificou ainda que vinha evitando falar sobre o tema porque havia uma cláusula de sigilo que protegia os empresários que investiram na produção do filme. O senador reconheceu que omitiu o fato de conhecer Vorcaro antes de o banqueiro ser preso devido à fraude bilionária no Banco Master. Enquanto isso, o produtor-executivo do filme “Dark Horse”, que conta a história de vida do ex-presidente Jair Bolsonaro, o deputado federal Mário Frias (PL-SP) afirmou nesta quinta-feira “não haver contradição” entre as versões divulgadas por ele, pela produtora do longa e pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no dia anterior. “Quando afirmei anteriormente que não há “um centavo do Master” no filme, referia-me ao fato de que Daniel Vorcaro não é e nunca foi signatário de relacionamento jurídico, assim como o Banco Master nunca figurou como empresa investidora. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 19, Carlos Andreazza fala sobre o momento do senador Flávio Bolsonaro, que enfrenta turbulências em sua campanha pela presidência, com o Caso Master, e se prepara para os resultados das próximas pesquisas de intenção de voto, que até agora mostram um empate entre o filho ‘01’ de Jair Bolsonaro e o presidente Lula. Há quinze dias, a candidatura do atual mandatário parecia moribunda, enquanto a de Flávio estava cheia de energia. Hoje, Lula está muito vivo e ativo nas pautas eleitoreiras, enquanto o senador se debate em meio à tempestade. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

Uma edição mais do que especial é o destaque desta semana do Start Eldorado. Depois de 429 semanas consecutivas no ar, o programa encerra seu ciclo dentro da programação da Rádio Eldorado, acompanhando o fim das transmissões da emissora em FM. Desde 2018, o Start acompanhou de perto, levando ao ar centenas de entrevistados, algumas das maiores transformações tecnológicas e econômicas dos últimos anos. Inteligência artificial, transformação digital, conectividade, startups, cibersegurança, inovação corporativa e os impactos da tecnologia na sociedade. Nesta edição, a última em FM 107,3, o programa relembra parte dessa trajetória e discute a evolução da tecnologia ao longo dos últimos oito anos, recebendo André Eleterio, diretor de Marketing da NEC Brasil, patrocinadora e parceira do programa desde a primeira edição. A apresentação é de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 15, Carlos Andreazza fala sobre o pré-candidato à Presidência da República e senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que afirmou em entrevista à Globonews, que buscou “investidores” ao pedir dinheiro ao ex-presidente do Banco Master, Daniel Vorcaro. Segundo o parlamentar, o filme biográfico sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, Dark Horse, é um projeto cultural financiado com recursos privados. Ele justificou ainda que vinha evitando falar sobre o tema porque havia uma cláusula de sigilo que protegia os empresários que investiram na produção do filme. O senador reconheceu que omitiu o fato de conhecer Vorcaro antes de o banqueiro ser preso devido à fraude bilionária no Banco Master. Enquanto isso, o produtor-executivo do filme “Dark Horse”, que conta a história de vida do ex-presidente Jair Bolsonaro, o deputado federal Mário Frias (PL-SP) afirmou nesta quinta-feira “não haver contradição” entre as versões divulgadas por ele, pela produtora do longa e pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no dia anterior. “Quando afirmei anteriormente que não há “um centavo do Master” no filme, referia-me ao fato de que Daniel Vorcaro não é e nunca foi signatário de relacionamento jurídico, assim como o Banco Master nunca figurou como empresa investidora. O nosso relacionamento jurídico foi firmado com a Entre, pessoa jurídica distinta”, afirmou Frias por meio de nova nota nesta quinta-feira. No campo político, após o pré-candidato à presidência Romeu Zema (Novo) publicar um vídeo criticando Flávio Bolsonaro (PL) pelo áudio em que o senador cobra de Daniel Vorcaro recursos para financiar o filme sobre seu pai, Carlos e Eduardo Bolsonaro saíram em defesa do irmão. Os filhos de Jair Bolsonaro (PL) usaram as redes sociais nesta quinta-feira, 14, para atacar Zema. Em seu perfil no X (antigo Twitter), o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) republicou o vídeo de Romeu Zema falando que o vazamento dos áudios de Flávio foi um “tapa na cara do brasileiro de bem”. Eduardo escreveu na sua publicação que Zema fez uma “acusação sem fundamentos” e o ironizou ao chamá-lo de “potencial vice”. “Não houve desvio de dinheiro, Lei Rouanet ou recursos públicos. Não seja tão baixo, tão vil”, diz Eduardo. O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) também saiu em defesa do irmão. Em seu perfil no X ele chama Zema de “engolidor de casca de banana” em referência a um vídeo em que Zema aparece comendo banana com casca para criticar a alta dos preços dos alimentos. “Não me venha dizer que é ataque. É apenas constatação frente mais uma bizarra apresentação”, escreveu Carlos. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 14, Carlos Andreazza fala sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato nas eleições presidenciais, que trocou mensagens com o banqueiro Daniel Vorcaro pedindo dinheiro para a produção de um filme sobre a vida do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. O áudio de um dos contatos de Flávio com o dono do Banco Master foi divulgado pelo site Intercept Brasil e seu conteúdo foi confirmado pelo Estadão. Segundo o site, teria havido uma negociação para que Vorcaro ajudasse com uma contribuição equivalente a US$ 24 milhões e que já teriam sido feitos pagamentos até 2025 no valor de US$ 10 milhões. O Estadão confirmou que esses valores estão referidos nos documentos contidos na investigação do caso Master. Em nota, o senador confirmou que pediu os recursos. “Não ofereci vantagens em troca. Não promovi encontros privados fora da agenda. Não intermediei negócios com o governo. Não recebi dinheiro ou qualquer vantagem. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 13, Carlos Andreazza fala sobre uma semana que começa no mínimo curiosa em Brasília. No STF, o ministro Alexandre de Moraes toma decisão diante da Dosimetria, que não aplica a lei e não declara sua inconstitucionalidade. A situação é grotesca: a defesa de uma condenada – pelo 8 de janeiro – pediu que os benefícios da chamada Lei da Dosimetria lhe fossem estendidos. Alexandre de Moraes disse não. Trata-se de lei vigente, aprovada pelo Parlamento, promulgada pelo presidente do Congresso, cuja aplicação Xandão negou. Porque o STF permite, pervertido o tribunal em plataforma desde onde o monocrata governa. O colunista comenta também sobre o senador Ciro Nogueira (PP-PI), que divulgou nesta terça-feira, 12, um vídeo em que nega ter apresentado a “emenda Master” na íntegra. Segundo a Polícia Federal (PF), o texto, que tratava do aumento do limite de cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), foi encomendado pelo banqueiro Daniel Vorcaro à assessoria do Banco Master e apresentado pelo parlamentar no Senado com a mesma redação. O presidente Lula também é assunto no programa de hoje, pois assinou uma Medida Provisória que zera o imposto federal da chamada “taxa das blusinhas”, um imposto federal sobre mercadorias importadas de até US$ 50. A assinatura da medida não estava prevista na agenda. O presidente, que tenta a reeleição em outubro, convocou representantes dos ministérios e abriu uma transmissão para o ato, que foi informado à imprensa instantes antes de começar. O secretário executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, explicou os detalhes da medida. “Presidente, com a sua autorização, comunicamos que, depois de três anos em que conseguimos combater o contrabando e regularizar o setor, nós podemos dar um passo adiante”, disse Ceron, durante a cerimônia de assinatura. See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 12, Carlos Andreazza fala sobre o momento do Supremo Tribunal Federal e de seus ministros. O presidente do STF, Edson Fachin, disse que o Judiciário deve se afastar dos “cálculos políticos” e da “ambição desmedida”.Para chegar a esse objetivo, é necessário encontrar o “caminho que se afasta dos cálculos políticos e da ambição desmedida”. disse Fachin. Talvez um recado para Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, seus companheiros de tribunal. Desde que assumiu a presidência do STF, o ministro tenta implementar um Código de Conduta para os integrantes da Corte, mas enfrenta resistência interna entre colegas do tribunal. Já o ministro Flávio Dino, defendeu a legitimidade e a necessidade das decisões monocráticas em um novo artigo nesta segunda-feira (11). Para sustentar seu argumento, Dino apresenta dados de produtividade da Corte. Segundo o ministro, o STF julga, em média, 2.368 processos por mês em seus colegiados (Plenário e Turmas), o que representa mais de 500 decisões coletivas por semana. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 11, Carlos Andreazza fala sobre decisão do ministro Alexandre de Moraes que suspendeu aplicação da Lei da Dosimetria. O caso repercutiu na base do governo e na oposição no Congresso Nacional. Minutos após a notícia da decisão do ministro neste sábado, 9, o líder da oposição na Câmara dos Deputados, Gilberto Silva (PL-PB) publicou em sua conta no Twitter: “Congresso Nacional fechado mais uma vez pelo STF”. Vice-líder do governo na Câmara, Lindbergh Farias (PT-RJ), disse que a decisão de Moraes representa uma “vitória da democracia”. A lei aprovada no Congresso Nacional, que reduziu penas de condenados pelos atos de 8 de Janeiro, é objeto de questionamento da federação partidária Rede-PSOL e da Associação Brasileira de Imprensa. O STF ainda vai julgar ações dos partidos e da entidade que pedem que seja declarada inconstitucional. Moraes, no entanto, suspendeu a Lei da Dosimetria ao analisar o pedido de uma condenada a 16 anos de prisão por participar dos atos. No despacho, o ministro justificou que a lei pode ser afetada pelo julgamento das ações dos partidos no Supremo e, para dar “segurança jurídica” aos processos, sua aplicação deve ser suspensa. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

A Inteligência Artificial já começou a transformar uma das áreas mais complexas dentro das empresas: o setor tributário. Em um país onde a legislação muda praticamente todos os dias e onde erros fiscais podem gerar prejuízos milionários, a IA surge como aliada para automatizar processos, reduzir riscos e liberar equipes para decisões mais estratégicas. Mas até onde essa automação pode chegar? E como garantir segurança, precisão e governança nesse cenário? Nesta semana, no Start Eldorado, o apresentador Daniel Gonzales mostra como Inteligência Artificial e automação estão reduzindo em até 96% o tempo operacional em processos fiscais, em um cenário marcado por regras complexas, mudanças constantes na legislação e riscos elevados de erro. A conversa é com Sérgio Morganti, da Brinta, e Thiago Iglesias, do Torq, hub de inovação da Evertech, sobre os impactos reais da IA na gestão tributária e o futuro da transformação digital nas empresas. O Start vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Rádio Eldorado FM (107,3), app, site e assistentes de voz.See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 08, Carlos Andreazza fala sobre mais uma fase da Operação Compliance Zero, que mirou, pela primeira vez, o núcleo político por suspeitas de crimes envolvendo o Banco Master e Daniel Vorcaro. Foi cumprido mandado de busca e apreensão contra o senador Ciro Nogueira (PP-PI), presidente nacional do partido e ex-ministro da Casa Civil no governo de Jair Bolsonaro. A defesa do parlamentar afirmou que “repudia qualquer ilação de ilicitude sobre suas condutas, especialmente em sua atuação parlamentar”. Colunista também comenta sobre o fato de que os investigadores da Polícia Federal e da Procuradoria-Geral da República (PGR) vão cruzar as informações da proposta de delação premiada de Daniel Vorcaro com as provas já colhidas no celular do banqueiro e em outras frentes de apuração da Operação Compliance Zero, para verificar se ele apresentou fatos novos em seu relato. Foi com base no celular de Vorcaro que a PF deflagrou as duas últimas fases da Operação Compliance Zero, resultando na segunda prisão do banqueiro e na prisão do ex-presidente do Banco Regional de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa. Os diálogos mostraram, por exemplo, que Vorcaro usava uma espécie de milícia armada para ameaçar adversários, tinha meios de invadir sistemas de órgãos de investigação e acertou o pagamento de R$ 146 milhões em imóveis para Paulo Henrique Costa. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 07, Carlos Andreazza fala sobre a esperada delação de Daniel Vorcaro. A defesa do banqueiro finalizou os últimos ajustes na sua proposta de delação premiada e entregou o material aos investigadores da Polícia Federal e da Procuradoria-Geral da República (PGR). Os investigadores da PF e da PGR vão cruzar as informações da proposta de delação premiada de Daniel Vorcaro com as provas já colhidas no celular do banqueiro e em outras frentes de apuração da Operação Compliance Zero, para verificar se ele apresentou fatos novos em seu relato. O colunista comenta ainda, do ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Floriano Marques, um dos principais aliados do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, se reuniu nesta quarta-feira, 6, em um hotel em Brasília com o advogado José Luís Oliveira Lima, o Juca, que defende o banqueiro Daniel Vorcaro no inquérito sobre as fraudes bilionárias do Banco Master. Andreazza também fala do possível confronto entre os ministros do Supremo André Mendonça e Alexandre de Moraes, dependendo do teor da delação do banqueiro. Caberá ao ministro decidir se Moraes será ou não citado na delação. Mendonça é quem decidirá, por exemplo, se pergunta ou não sobre o nível de envolvimento de Moraes e sua mulher, Viviane Barci, com Vorcaro. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 06, Carlos Andreazza fala sobre o atual momento do Supremo Tribunal Federal, que passa por uma crise de confiança da população e vê alguns de seus ministros no centro do debate político no país. Com as revelações atuais e futuras do caso Master permeando o ano político, diversos setores da República tem agido para se descolar do escândalo. No STF, os ministros Flávio Dino e Gilmar Mendes têm se colocado a favor de um novo pacto republicano e de uma reforma do judiciário. O fim dos chamados penduricalhos e uma fiscalização maior dos magistrados e suas decisões, também pautam as discussões. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 05, Carlos Andreazza fala sobre o ministro do STF Gilmar Mendes que afirmou haver um “quadro de descrédito generalizado” em relação às instituições brasileiras após o escândalo do Banco Master. Segundo ele, portanto, buscar resolver a crise de confiança acusando só o tribunal “é no mínimo ingenuidade, mas mais provavelmente miopia deliberada e intenções obscuras”. Ainda no Supremo, Flávio Dino prorrogou por tempo indeterminado o afastamento do vice-prefeito de Macapá, Mário Neto (Podemos). A decisão foi tomada neste sábado, 2, a pedido da Polícia Federal. O afastamento foi determinado inicialmente por 60 dias. A decisão proíbe a entrada de Mário Neto em setores da administração pública do município e o acesso a sistemas da prefeitura. Se descumprir a ordem, ele pode ser preso preventivamente. O colunista comenta ainda, que o ministro Alexandre de Moraes, do STF, acredita que a derrota de Jorge Messias no Senado abriu uma nova frente de tensão entre o Palácio do Planalto, o Supremo e a cúpula do Congresso. Moraes procurou interlocutores do presidente Lula para negar que tenha atuado contra a indicação do advogado-geral da União à Corte. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 04, Carlos Andreazza fala sobre o presidente Lula, que adotou de vez o discurso “antissistema” no pronunciamento do Dia do Trabalho. Segundo o presidente, o sistema que seria formado pelo “andar de cima, bilionários e elite que mantém privilégios” joga contra o governo federal. Ele disse ainda que, se dependesse do grupo, a abolição da escravatura, assinada em 1888, não teria entrado em vigor. “Os obstáculos que temos pela frente são enormes. Cada vez que damos um passo adiante para melhorar a vida do povo brasileiro, o sistema joga contra. O andar de cima, os bilionários, a elite que só pensa em manter privilégios às custas do povo. Se dependesse do sistema, nem a escravidão teria sido abolida no Brasil”, afirmou o presidente. O colunista também comenta a contenda entre Alexandre de Moraes e Jorge Messias, que após a derrota acachapante de sua a indicação para a vaga aberta no Supremo Tribunal Federal (STF) e uma avaliação sobre os motivos da derrota, durante reunião entre Lula, Messias e os ministros José Guimarães (Relações Institucionais) e José Múcio (Defesa), além do líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), no Palácio da Alvorada. A portas fechadas, a conclusão foi que o ministro do STF Alexandre de Moraes ajudou Alcolumbre na articulação contrária a Messias. Auxiliares de Lula também disseram, sob reserva, que o ministro Flávio Dino atuou para derrotar o advogado-geral da União. Tanto Moraes como Dino negam que tenham participado desse movimento. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

A inteligência artificial está criando empregos em uma velocidade recorde, enquanto está eliminando outros na mesma proporção. No meio disso, surge uma necessidade urgente: quem está preparado para esse novo mercado? Como formar profissionais preparados para lidar com uma tecnologia que evolui em velocidade tão grande? No Brasil, a falta de pessoas qualificadas há muito tempo já virou gargalo para empresas que tentam integrar a IA a seu negócio. Nesse cenário que a formação deixa de ser diferencial e passa a ser sobrevivência, o Google lança no Brasil o Arcade, um programa global que chega ao País para capacitar, em escala, profissionais em IA, nuvem e cibersegurança e tentar fechar essa lacuna antes que ela cresça ainda mais. Nesta edição do Start Eldorado, o apresentador Daniel Gonzales recebe Fabio La Selva, líder de learning do Google Cloud na América Latina, para falar desse cenário e os desafios da formação profissional diante dos novos paradigmas da tecnologia. O Start vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Rádio Eldorado FM (107,3), app, site e assistentes de voz.See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 30, Carlos Andreazza fala sobre a rejeição histórica do Senado ao nome de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF). O plenário da Casa rejeitou o nome do ministro-chefe da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, nesta quarta-feira, 29, para vaga no STF. O indicado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve apenas 34 votos a favor e 42 votos contrários. A rejeição ao nome de Messias foi interpretada de duas formas por integrantes do STF. A primeira é a desmoralização do atual governo perante o Congresso Nacional, Lula é o primeiro presidente a ter uma indicação ao STF rejeitada desde Floriano Peixoto, no final do século 19. De lá para cá, todos haviam sido aprovados pelo Senado. A segunda é que o Senado enviou à Corte um recado: se hoje a Casa tem maioria para descartar um candidato a ministro, amanhã terá poder suficiente para afastar quem já compõe o tribunal. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 29, Carlos Andreazza fala sobre o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que criticou nesta terça-feira, 28, o que classificou como o uso da Corte por políticos como “escada eleitoral” para ampliar a visibilidade nas redes sociais. “Querem likes”, disse. As declarações foram feitas durante julgamento na Primeira Turma do STF envolvendo de denúncia apresentada pelo deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) contra o também deputado federal José Nelto (União Brasil-GO), acusado de injúria e calúnia. Hoje no Senado, teremos a sabatina do indicado ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, que tem dito a interlocutores que têm consciência de dois fatos sobre a sua sabatina, de que a conversa com os parlamentares não vai girar em torno da sua atuação profissional, mas sim sobre os rumos da mais alta instância do Poder Judiciário, e que, por isso, já espera um resultado apertado no plenário da casa. Andreazza ainda comenta sobre o voo do empresário Fernando Oliveira Lima, que se tornou alvo de investigação da Polícia Federal sob suspeita de descaminho ou contrabando por causa da entrada irregular de bagagens no Brasil tinha em sua lista de passageiros, além de quatro parlamentares federais, um ex-assessor que foi alvo de busca e apreensão em um braço da Operação Carbono Oculto e um empreiteiro que chegou a ser preso pela Operação Lava Jato. O inquérito foi remetido ao Supremo Tribunal Federal (STF) depois que a PF constatou que quatro parlamentares acompanharam o empresário no voo: o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), o senador Ciro Nogueira (PP-PI) e os deputados Doutor Luizinho (PP-RJ) e Isnaldo Bulhões (MDB-AL). Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 28, Carlos Andreazza fala sobre o presidente Lula, que vive um momento complexo para a disputa eleitoral deste ano. O atual mandatário, ensaia um distanciamento do atual governo e dos aliados mais ao centro, pois as pesquisas mostram que ele terá um caminho árduo pela reeleição. O segundo levantamento da Nexus Pesquisa e Inteligência, em parceria com o BTG Pactual sobre a corrida presidencial de outubro, aponta um cenário de forte polarização com Luiz Inácio Lula da Silva, que segue empatado tecnicamente, dentro da margem de erro, com seus principais adversários no segundo turno. De acordo com a amostra, se o segundo turno fosse disputado hoje, Lula teria 46% e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), 45%. Contra o ex-governador de Minas Romeu Zema (Novo), que pontuou 41%, Lula teria 45%; contra o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), que aparece com 41%, Lula teria 45%. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos. O presidente terá dois desafios essa semana: a votação de Jorge Messias para o STF, que foi marcada para esta quarta-feira, 30, mas só na CCJ e no plenário do Senado. A previsão é que seja aprovado, cinco meses depois de anunciado, mas não dá para apostar; se ele passar, será com placar apertado. O maior obstáculo é Davi Alcolumbre. E a sessão para analisar o veto total de Lula ao PL da Dosimetria, conjunta entre Senado e da Câmara, e o quórum para a derrubada é de metade mais um das duas Casas. Ou seja, é preciso que 257 dos 513 deputados e 41 dos 81 senadores fiquem em Brasília, atrasem viagens, praias e passeios para votar na véspera do feriado. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/ See omnystudio.com/listener for privacy information.