Os principais fatos do Brasil e do mundo apresentados e analisados pelo maior jornal do país.

No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 20, Carlos Andreazza fala sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, que afirmou que esteve na casa do banqueiro Daniel Vorcaro no fim de 2025. A visita ocorreu após a primeira prisão do dono do Banco Master pela Polícia Federal (PF), em novembro, segundo ele. Flávio disse que foi à casa de Vorcaro, em São Paulo, para “pôr ponto final nessa história”, em referência à negociação para o financiamento do filme sobre seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A declaração foi dada durante um pronunciamento à imprensa nesta terça-feira, 19. O senador não respondeu a perguntas dos jornalistas. O colunista ainda comenta a situação do deputado federal Mário Frias (PL-SP), que enviou áudios e mensagens, em dezembro de 2024, ao banqueiro Daniel Vorcaro, dono do liquidado Banco Master, para agradecer o investimento realizado no filme Dark Horse, que narra a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro. O site Intercept Brasil publicou novas trocas de mensagens entre Vorcaro e Frias que mostram diversos agradecimentos do deputado federal ao banqueiro. “Só te agradecer, meu irmão. É...vamos mexer com o coração de muita gente e vai ser muito importante para o nosso País, tá? É de vez em quando te falar como as coisas vão andando, tá?”, disse Frias em áudio enviado no dia 11 de dezembro de 2024. As mensagens contradizem a versão original de Frias de que “não há um único centavo do sr. Daniel Vorcaro em Dark Horse”, como declarou na primeira nota que divulgou à imprensa sobre o tema. Em sua segunda manifestação pública, o deputado alegou que não havia contradição porque Vorcaro “não é e nunca foi signatário de relacionamento jurídico, assim como o Banco Master nunca figurou como empresa investidora“.See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 18, Carlos Andreazza fala sobre o pré-candidato à Presidência da República e senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que afirmou em redes sociais que buscou “investidores” ao pedir dinheiro ao ex-presidente do Banco Master, Daniel Vorcaro. Segundo o parlamentar, o filme biográfico sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, Dark Horse, é um projeto cultural financiado com recursos privados. Ele justificou ainda que vinha evitando falar sobre o tema porque havia uma cláusula de sigilo que protegia os empresários que investiram na produção do filme. O senador reconheceu que omitiu o fato de conhecer Vorcaro antes de o banqueiro ser preso devido à fraude bilionária no Banco Master. Enquanto isso, o produtor-executivo do filme “Dark Horse”, que conta a história de vida do ex-presidente Jair Bolsonaro, o deputado federal Mário Frias (PL-SP) afirmou nesta quinta-feira “não haver contradição” entre as versões divulgadas por ele, pela produtora do longa e pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no dia anterior. “Quando afirmei anteriormente que não há “um centavo do Master” no filme, referia-me ao fato de que Daniel Vorcaro não é e nunca foi signatário de relacionamento jurídico, assim como o Banco Master nunca figurou como empresa investidora. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 19, Carlos Andreazza fala sobre o momento do senador Flávio Bolsonaro, que enfrenta turbulências em sua campanha pela presidência, com o Caso Master, e se prepara para os resultados das próximas pesquisas de intenção de voto, que até agora mostram um empate entre o filho ‘01’ de Jair Bolsonaro e o presidente Lula. Há quinze dias, a candidatura do atual mandatário parecia moribunda, enquanto a de Flávio estava cheia de energia. Hoje, Lula está muito vivo e ativo nas pautas eleitoreiras, enquanto o senador se debate em meio à tempestade. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

Uma edição mais do que especial é o destaque desta semana do Start Eldorado. Depois de 429 semanas consecutivas no ar, o programa encerra seu ciclo dentro da programação da Rádio Eldorado, acompanhando o fim das transmissões da emissora em FM. Desde 2018, o Start acompanhou de perto, levando ao ar centenas de entrevistados, algumas das maiores transformações tecnológicas e econômicas dos últimos anos. Inteligência artificial, transformação digital, conectividade, startups, cibersegurança, inovação corporativa e os impactos da tecnologia na sociedade. Nesta edição, a última em FM 107,3, o programa relembra parte dessa trajetória e discute a evolução da tecnologia ao longo dos últimos oito anos, recebendo André Eleterio, diretor de Marketing da NEC Brasil, patrocinadora e parceira do programa desde a primeira edição. A apresentação é de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 15, Carlos Andreazza fala sobre o pré-candidato à Presidência da República e senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que afirmou em entrevista à Globonews, que buscou “investidores” ao pedir dinheiro ao ex-presidente do Banco Master, Daniel Vorcaro. Segundo o parlamentar, o filme biográfico sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, Dark Horse, é um projeto cultural financiado com recursos privados. Ele justificou ainda que vinha evitando falar sobre o tema porque havia uma cláusula de sigilo que protegia os empresários que investiram na produção do filme. O senador reconheceu que omitiu o fato de conhecer Vorcaro antes de o banqueiro ser preso devido à fraude bilionária no Banco Master. Enquanto isso, o produtor-executivo do filme “Dark Horse”, que conta a história de vida do ex-presidente Jair Bolsonaro, o deputado federal Mário Frias (PL-SP) afirmou nesta quinta-feira “não haver contradição” entre as versões divulgadas por ele, pela produtora do longa e pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no dia anterior. “Quando afirmei anteriormente que não há “um centavo do Master” no filme, referia-me ao fato de que Daniel Vorcaro não é e nunca foi signatário de relacionamento jurídico, assim como o Banco Master nunca figurou como empresa investidora. O nosso relacionamento jurídico foi firmado com a Entre, pessoa jurídica distinta”, afirmou Frias por meio de nova nota nesta quinta-feira. No campo político, após o pré-candidato à presidência Romeu Zema (Novo) publicar um vídeo criticando Flávio Bolsonaro (PL) pelo áudio em que o senador cobra de Daniel Vorcaro recursos para financiar o filme sobre seu pai, Carlos e Eduardo Bolsonaro saíram em defesa do irmão. Os filhos de Jair Bolsonaro (PL) usaram as redes sociais nesta quinta-feira, 14, para atacar Zema. Em seu perfil no X (antigo Twitter), o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) republicou o vídeo de Romeu Zema falando que o vazamento dos áudios de Flávio foi um “tapa na cara do brasileiro de bem”. Eduardo escreveu na sua publicação que Zema fez uma “acusação sem fundamentos” e o ironizou ao chamá-lo de “potencial vice”. “Não houve desvio de dinheiro, Lei Rouanet ou recursos públicos. Não seja tão baixo, tão vil”, diz Eduardo. O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) também saiu em defesa do irmão. Em seu perfil no X ele chama Zema de “engolidor de casca de banana” em referência a um vídeo em que Zema aparece comendo banana com casca para criticar a alta dos preços dos alimentos. “Não me venha dizer que é ataque. É apenas constatação frente mais uma bizarra apresentação”, escreveu Carlos. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 14, Carlos Andreazza fala sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato nas eleições presidenciais, que trocou mensagens com o banqueiro Daniel Vorcaro pedindo dinheiro para a produção de um filme sobre a vida do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. O áudio de um dos contatos de Flávio com o dono do Banco Master foi divulgado pelo site Intercept Brasil e seu conteúdo foi confirmado pelo Estadão. Segundo o site, teria havido uma negociação para que Vorcaro ajudasse com uma contribuição equivalente a US$ 24 milhões e que já teriam sido feitos pagamentos até 2025 no valor de US$ 10 milhões. O Estadão confirmou que esses valores estão referidos nos documentos contidos na investigação do caso Master. Em nota, o senador confirmou que pediu os recursos. “Não ofereci vantagens em troca. Não promovi encontros privados fora da agenda. Não intermediei negócios com o governo. Não recebi dinheiro ou qualquer vantagem. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 13, Carlos Andreazza fala sobre uma semana que começa no mínimo curiosa em Brasília. No STF, o ministro Alexandre de Moraes toma decisão diante da Dosimetria, que não aplica a lei e não declara sua inconstitucionalidade. A situação é grotesca: a defesa de uma condenada – pelo 8 de janeiro – pediu que os benefícios da chamada Lei da Dosimetria lhe fossem estendidos. Alexandre de Moraes disse não. Trata-se de lei vigente, aprovada pelo Parlamento, promulgada pelo presidente do Congresso, cuja aplicação Xandão negou. Porque o STF permite, pervertido o tribunal em plataforma desde onde o monocrata governa. O colunista comenta também sobre o senador Ciro Nogueira (PP-PI), que divulgou nesta terça-feira, 12, um vídeo em que nega ter apresentado a “emenda Master” na íntegra. Segundo a Polícia Federal (PF), o texto, que tratava do aumento do limite de cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), foi encomendado pelo banqueiro Daniel Vorcaro à assessoria do Banco Master e apresentado pelo parlamentar no Senado com a mesma redação. O presidente Lula também é assunto no programa de hoje, pois assinou uma Medida Provisória que zera o imposto federal da chamada “taxa das blusinhas”, um imposto federal sobre mercadorias importadas de até US$ 50. A assinatura da medida não estava prevista na agenda. O presidente, que tenta a reeleição em outubro, convocou representantes dos ministérios e abriu uma transmissão para o ato, que foi informado à imprensa instantes antes de começar. O secretário executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, explicou os detalhes da medida. “Presidente, com a sua autorização, comunicamos que, depois de três anos em que conseguimos combater o contrabando e regularizar o setor, nós podemos dar um passo adiante”, disse Ceron, durante a cerimônia de assinatura. See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 12, Carlos Andreazza fala sobre o momento do Supremo Tribunal Federal e de seus ministros. O presidente do STF, Edson Fachin, disse que o Judiciário deve se afastar dos “cálculos políticos” e da “ambição desmedida”.Para chegar a esse objetivo, é necessário encontrar o “caminho que se afasta dos cálculos políticos e da ambição desmedida”. disse Fachin. Talvez um recado para Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, seus companheiros de tribunal. Desde que assumiu a presidência do STF, o ministro tenta implementar um Código de Conduta para os integrantes da Corte, mas enfrenta resistência interna entre colegas do tribunal. Já o ministro Flávio Dino, defendeu a legitimidade e a necessidade das decisões monocráticas em um novo artigo nesta segunda-feira (11). Para sustentar seu argumento, Dino apresenta dados de produtividade da Corte. Segundo o ministro, o STF julga, em média, 2.368 processos por mês em seus colegiados (Plenário e Turmas), o que representa mais de 500 decisões coletivas por semana. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 11, Carlos Andreazza fala sobre decisão do ministro Alexandre de Moraes que suspendeu aplicação da Lei da Dosimetria. O caso repercutiu na base do governo e na oposição no Congresso Nacional. Minutos após a notícia da decisão do ministro neste sábado, 9, o líder da oposição na Câmara dos Deputados, Gilberto Silva (PL-PB) publicou em sua conta no Twitter: “Congresso Nacional fechado mais uma vez pelo STF”. Vice-líder do governo na Câmara, Lindbergh Farias (PT-RJ), disse que a decisão de Moraes representa uma “vitória da democracia”. A lei aprovada no Congresso Nacional, que reduziu penas de condenados pelos atos de 8 de Janeiro, é objeto de questionamento da federação partidária Rede-PSOL e da Associação Brasileira de Imprensa. O STF ainda vai julgar ações dos partidos e da entidade que pedem que seja declarada inconstitucional. Moraes, no entanto, suspendeu a Lei da Dosimetria ao analisar o pedido de uma condenada a 16 anos de prisão por participar dos atos. No despacho, o ministro justificou que a lei pode ser afetada pelo julgamento das ações dos partidos no Supremo e, para dar “segurança jurídica” aos processos, sua aplicação deve ser suspensa. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

A Inteligência Artificial já começou a transformar uma das áreas mais complexas dentro das empresas: o setor tributário. Em um país onde a legislação muda praticamente todos os dias e onde erros fiscais podem gerar prejuízos milionários, a IA surge como aliada para automatizar processos, reduzir riscos e liberar equipes para decisões mais estratégicas. Mas até onde essa automação pode chegar? E como garantir segurança, precisão e governança nesse cenário? Nesta semana, no Start Eldorado, o apresentador Daniel Gonzales mostra como Inteligência Artificial e automação estão reduzindo em até 96% o tempo operacional em processos fiscais, em um cenário marcado por regras complexas, mudanças constantes na legislação e riscos elevados de erro. A conversa é com Sérgio Morganti, da Brinta, e Thiago Iglesias, do Torq, hub de inovação da Evertech, sobre os impactos reais da IA na gestão tributária e o futuro da transformação digital nas empresas. O Start vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Rádio Eldorado FM (107,3), app, site e assistentes de voz.See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 08, Carlos Andreazza fala sobre mais uma fase da Operação Compliance Zero, que mirou, pela primeira vez, o núcleo político por suspeitas de crimes envolvendo o Banco Master e Daniel Vorcaro. Foi cumprido mandado de busca e apreensão contra o senador Ciro Nogueira (PP-PI), presidente nacional do partido e ex-ministro da Casa Civil no governo de Jair Bolsonaro. A defesa do parlamentar afirmou que “repudia qualquer ilação de ilicitude sobre suas condutas, especialmente em sua atuação parlamentar”. Colunista também comenta sobre o fato de que os investigadores da Polícia Federal e da Procuradoria-Geral da República (PGR) vão cruzar as informações da proposta de delação premiada de Daniel Vorcaro com as provas já colhidas no celular do banqueiro e em outras frentes de apuração da Operação Compliance Zero, para verificar se ele apresentou fatos novos em seu relato. Foi com base no celular de Vorcaro que a PF deflagrou as duas últimas fases da Operação Compliance Zero, resultando na segunda prisão do banqueiro e na prisão do ex-presidente do Banco Regional de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa. Os diálogos mostraram, por exemplo, que Vorcaro usava uma espécie de milícia armada para ameaçar adversários, tinha meios de invadir sistemas de órgãos de investigação e acertou o pagamento de R$ 146 milhões em imóveis para Paulo Henrique Costa. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 07, Carlos Andreazza fala sobre a esperada delação de Daniel Vorcaro. A defesa do banqueiro finalizou os últimos ajustes na sua proposta de delação premiada e entregou o material aos investigadores da Polícia Federal e da Procuradoria-Geral da República (PGR). Os investigadores da PF e da PGR vão cruzar as informações da proposta de delação premiada de Daniel Vorcaro com as provas já colhidas no celular do banqueiro e em outras frentes de apuração da Operação Compliance Zero, para verificar se ele apresentou fatos novos em seu relato. O colunista comenta ainda, do ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Floriano Marques, um dos principais aliados do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, se reuniu nesta quarta-feira, 6, em um hotel em Brasília com o advogado José Luís Oliveira Lima, o Juca, que defende o banqueiro Daniel Vorcaro no inquérito sobre as fraudes bilionárias do Banco Master. Andreazza também fala do possível confronto entre os ministros do Supremo André Mendonça e Alexandre de Moraes, dependendo do teor da delação do banqueiro. Caberá ao ministro decidir se Moraes será ou não citado na delação. Mendonça é quem decidirá, por exemplo, se pergunta ou não sobre o nível de envolvimento de Moraes e sua mulher, Viviane Barci, com Vorcaro. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 06, Carlos Andreazza fala sobre o atual momento do Supremo Tribunal Federal, que passa por uma crise de confiança da população e vê alguns de seus ministros no centro do debate político no país. Com as revelações atuais e futuras do caso Master permeando o ano político, diversos setores da República tem agido para se descolar do escândalo. No STF, os ministros Flávio Dino e Gilmar Mendes têm se colocado a favor de um novo pacto republicano e de uma reforma do judiciário. O fim dos chamados penduricalhos e uma fiscalização maior dos magistrados e suas decisões, também pautam as discussões. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 05, Carlos Andreazza fala sobre o ministro do STF Gilmar Mendes que afirmou haver um “quadro de descrédito generalizado” em relação às instituições brasileiras após o escândalo do Banco Master. Segundo ele, portanto, buscar resolver a crise de confiança acusando só o tribunal “é no mínimo ingenuidade, mas mais provavelmente miopia deliberada e intenções obscuras”. Ainda no Supremo, Flávio Dino prorrogou por tempo indeterminado o afastamento do vice-prefeito de Macapá, Mário Neto (Podemos). A decisão foi tomada neste sábado, 2, a pedido da Polícia Federal. O afastamento foi determinado inicialmente por 60 dias. A decisão proíbe a entrada de Mário Neto em setores da administração pública do município e o acesso a sistemas da prefeitura. Se descumprir a ordem, ele pode ser preso preventivamente. O colunista comenta ainda, que o ministro Alexandre de Moraes, do STF, acredita que a derrota de Jorge Messias no Senado abriu uma nova frente de tensão entre o Palácio do Planalto, o Supremo e a cúpula do Congresso. Moraes procurou interlocutores do presidente Lula para negar que tenha atuado contra a indicação do advogado-geral da União à Corte. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 04, Carlos Andreazza fala sobre o presidente Lula, que adotou de vez o discurso “antissistema” no pronunciamento do Dia do Trabalho. Segundo o presidente, o sistema que seria formado pelo “andar de cima, bilionários e elite que mantém privilégios” joga contra o governo federal. Ele disse ainda que, se dependesse do grupo, a abolição da escravatura, assinada em 1888, não teria entrado em vigor. “Os obstáculos que temos pela frente são enormes. Cada vez que damos um passo adiante para melhorar a vida do povo brasileiro, o sistema joga contra. O andar de cima, os bilionários, a elite que só pensa em manter privilégios às custas do povo. Se dependesse do sistema, nem a escravidão teria sido abolida no Brasil”, afirmou o presidente. O colunista também comenta a contenda entre Alexandre de Moraes e Jorge Messias, que após a derrota acachapante de sua a indicação para a vaga aberta no Supremo Tribunal Federal (STF) e uma avaliação sobre os motivos da derrota, durante reunião entre Lula, Messias e os ministros José Guimarães (Relações Institucionais) e José Múcio (Defesa), além do líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), no Palácio da Alvorada. A portas fechadas, a conclusão foi que o ministro do STF Alexandre de Moraes ajudou Alcolumbre na articulação contrária a Messias. Auxiliares de Lula também disseram, sob reserva, que o ministro Flávio Dino atuou para derrotar o advogado-geral da União. Tanto Moraes como Dino negam que tenham participado desse movimento. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

A inteligência artificial está criando empregos em uma velocidade recorde, enquanto está eliminando outros na mesma proporção. No meio disso, surge uma necessidade urgente: quem está preparado para esse novo mercado? Como formar profissionais preparados para lidar com uma tecnologia que evolui em velocidade tão grande? No Brasil, a falta de pessoas qualificadas há muito tempo já virou gargalo para empresas que tentam integrar a IA a seu negócio. Nesse cenário que a formação deixa de ser diferencial e passa a ser sobrevivência, o Google lança no Brasil o Arcade, um programa global que chega ao País para capacitar, em escala, profissionais em IA, nuvem e cibersegurança e tentar fechar essa lacuna antes que ela cresça ainda mais. Nesta edição do Start Eldorado, o apresentador Daniel Gonzales recebe Fabio La Selva, líder de learning do Google Cloud na América Latina, para falar desse cenário e os desafios da formação profissional diante dos novos paradigmas da tecnologia. O Start vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Rádio Eldorado FM (107,3), app, site e assistentes de voz.See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 30, Carlos Andreazza fala sobre a rejeição histórica do Senado ao nome de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF). O plenário da Casa rejeitou o nome do ministro-chefe da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, nesta quarta-feira, 29, para vaga no STF. O indicado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve apenas 34 votos a favor e 42 votos contrários. A rejeição ao nome de Messias foi interpretada de duas formas por integrantes do STF. A primeira é a desmoralização do atual governo perante o Congresso Nacional, Lula é o primeiro presidente a ter uma indicação ao STF rejeitada desde Floriano Peixoto, no final do século 19. De lá para cá, todos haviam sido aprovados pelo Senado. A segunda é que o Senado enviou à Corte um recado: se hoje a Casa tem maioria para descartar um candidato a ministro, amanhã terá poder suficiente para afastar quem já compõe o tribunal. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 29, Carlos Andreazza fala sobre o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que criticou nesta terça-feira, 28, o que classificou como o uso da Corte por políticos como “escada eleitoral” para ampliar a visibilidade nas redes sociais. “Querem likes”, disse. As declarações foram feitas durante julgamento na Primeira Turma do STF envolvendo de denúncia apresentada pelo deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) contra o também deputado federal José Nelto (União Brasil-GO), acusado de injúria e calúnia. Hoje no Senado, teremos a sabatina do indicado ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, que tem dito a interlocutores que têm consciência de dois fatos sobre a sua sabatina, de que a conversa com os parlamentares não vai girar em torno da sua atuação profissional, mas sim sobre os rumos da mais alta instância do Poder Judiciário, e que, por isso, já espera um resultado apertado no plenário da casa. Andreazza ainda comenta sobre o voo do empresário Fernando Oliveira Lima, que se tornou alvo de investigação da Polícia Federal sob suspeita de descaminho ou contrabando por causa da entrada irregular de bagagens no Brasil tinha em sua lista de passageiros, além de quatro parlamentares federais, um ex-assessor que foi alvo de busca e apreensão em um braço da Operação Carbono Oculto e um empreiteiro que chegou a ser preso pela Operação Lava Jato. O inquérito foi remetido ao Supremo Tribunal Federal (STF) depois que a PF constatou que quatro parlamentares acompanharam o empresário no voo: o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), o senador Ciro Nogueira (PP-PI) e os deputados Doutor Luizinho (PP-RJ) e Isnaldo Bulhões (MDB-AL). Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 28, Carlos Andreazza fala sobre o presidente Lula, que vive um momento complexo para a disputa eleitoral deste ano. O atual mandatário, ensaia um distanciamento do atual governo e dos aliados mais ao centro, pois as pesquisas mostram que ele terá um caminho árduo pela reeleição. O segundo levantamento da Nexus Pesquisa e Inteligência, em parceria com o BTG Pactual sobre a corrida presidencial de outubro, aponta um cenário de forte polarização com Luiz Inácio Lula da Silva, que segue empatado tecnicamente, dentro da margem de erro, com seus principais adversários no segundo turno. De acordo com a amostra, se o segundo turno fosse disputado hoje, Lula teria 46% e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), 45%. Contra o ex-governador de Minas Romeu Zema (Novo), que pontuou 41%, Lula teria 45%; contra o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), que aparece com 41%, Lula teria 45%. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos. O presidente terá dois desafios essa semana: a votação de Jorge Messias para o STF, que foi marcada para esta quarta-feira, 30, mas só na CCJ e no plenário do Senado. A previsão é que seja aprovado, cinco meses depois de anunciado, mas não dá para apostar; se ele passar, será com placar apertado. O maior obstáculo é Davi Alcolumbre. E a sessão para analisar o veto total de Lula ao PL da Dosimetria, conjunta entre Senado e da Câmara, e o quórum para a derrubada é de metade mais um das duas Casas. Ou seja, é preciso que 257 dos 513 deputados e 41 dos 81 senadores fiquem em Brasília, atrasem viagens, praias e passeios para votar na véspera do feriado. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/ See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 27, Carlos Andreazza fala sobre a disputa eleitoral no campo da direita e as consequências da contenda entre o ministro Gilmar Mendes e o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), que passou a atacar diretamente ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) nas últimas semanas. A briga pública teve o efeito de turbinar as redes sociais do pré-candidato à presidência pelo Partido Novo, fazendo do ministro um “cabo eleitoral” involuntário do mineiro. O número de seguidores de Zema aumentou em mais de 494 mil pessoas, seguando levantamento da consultoria Bites, especializada em análise de dados. No mesmo período, os outros pré-candidatos cresceram bem menos. Renan dos Santos (Missão), que é forte entre os eleitores mais jovens, aumentou sua base de seguidores em 129 mil, o senador Flávio Bolsonaro (PL) em 114 mil e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 39 mil. Já Flávio Bolsonaro vive um dilema quanto a como agir nessa situação e gerenciar as intrigas entre aliados e integrantes da família. O pré-candidato à Presidência, publicou no X (antigo Twitter) neste sábado, 25, um texto em tom de apelo à base bolsonarista, pedindo união e criticando o que chamou de “provocações e cobranças dentro do nosso próprio time”. A manifestação ocorreu após o novos atritos públicos entre o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e integrantes da família do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) - desta vez o vereador Jair Renan Bolsonaro (PL-SC). Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/ See omnystudio.com/listener for privacy information.

A inteligência artificial já entrou de vez na rotina das salas de aula brasileiras. Essa tecnologia vem sendo largamente utilizada para organizar planos de ensino multidisciplinares, sugerir atividades, analisar desempenho dos alunos e até personalizar o ensino de acordo com particularidades locais e individuais. Um estudo recente da McKinsey aponta que entre 20% e 40% do tempo dos docentes é consumido por tarefas repetitivas, e nesse ponto a IA também vem funcionando como uma aliada poderosa na eficiência. Mas o desafio está justamente no equilíbrio: usar a inteligência artificial para ganhar eficiência sem perder a essência da educação. Plataformas modernas de ensino se deparam com um desafio: buscar o equilíbrio para, ao mesmo tempo, fazer bom uso da IA incentivando a formação de estudantes mais críticos e ainda liberando professores para um papel de mais criatividade, sem perder a essência dessa relação e o ponto principal que nenhuma máquina consegue substituir: o olhar humano. Para falar deste tema, o apresentador Daniel Gonzales recebe hoje Aline Ferrus, coordenadora pedagógica da plataforma PAR, da Somos Educação, ecossistema líder em educação básica no País e que atende mais de 130 mil escolas e cerca de 30 milhões de alunos em todos os estados. O programa vai ao ar todas as quartas-feiras às 21h, na Rádio Eldorado FM 107,3 (para toda Grande SP), site, app e assistentes de voz.See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 24, Carlos Andreazza fala sobre a semana agitada do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, que começou com embates entre o magistrado e o ex-governador Romeu Zema (Novo), passou por declarações sobre o inquérito das Fake News e teve até um pedido de pacto entre os poderes para debelar a crise instalada nas instituições. O ministro citou nesta quinta-feira, 23, a possibilidade de que se façam “bonecos de Zema como homossexual” ao reclamar de críticas do ex-governador ao STF e indagou se isso não seria ”ofensivo”. Na mesma fala, Gilmar também citou a possibilidade de uma representação que colocasse Romeu Zema como alguém que rouba dinheiro público. Em resposta, o ex-governador apontou ‘preconceito’ de Gilmar, que também citou ‘ladrões’ em sua fala, dizendo que não se pode comparar acusados de roubo a pessoas gays; após repercussão, ministro disse que errou e se desculpou nas redes. A ofensiva de Zema contra o que ele chama de “intocáveis de Brasília”, com críticas e sátiras, levou o ministro Gilmar Mendes a pedir a inclusão do ex-governador de Minas Gerais no inquérito das Fake News, que investiga ataques contra a democracia e integrantes da Corte, que segundo o decano, deve continuar aberto “pelo menos até as eleições” deste ano. Segundo ele, a investigação se mantém relevante diante de ataques à Corte. “Eu tenho a impressão de que o inquérito continua necessário e ele vai acabar quando terminar, é preciso que isso seja dito em alto e bom som. O tribunal tem sido vilipendiado, veja por exemplo a coragem, eu diria a covardia, do relator da CPI do Crime Organizado de atacar a Corte, pedir indiciamento de pessoas, não cuidando de quem efetivamente cometeu crimes. Isto pode ser deixado assim? Acho que não, é preciso que haja resposta”, disse em entrevista ao Jornal da Globo, da TV Globo. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 23, Carlos Andreazza fala sobre a semana política no Brasil e no mundo. No STF, depois do bate-boca público entre Romeu Zema e o ministro Gilmar Mendes, o magistrado fala em um pacto amplo entre os poderes, que seja costurado entre Governo e Congresso. Já a postura mais combativa adotada por Romeu Zema (Novo) em relação ao Supremo Tribunal Federal (STF) fez arrefecer a pressão de uma ala do Partido Novo para que ele seja vice na chapa do senador Flávio Bolsonaro (PL). A percepção agora é que o ex-governador ganhou força entre os bolsonaristas, porque passou a defender de forma explícita mudanças no Supremo, pauta cara a esse eleitorado. O Senador Flávio Bolsonaro começa a se movimentar após o aumento da influência do ex-governador de Minas Gerais, aliados inclusive consideram o estado como campo minado para Flávio, que já negocia com os possíveis candidatos a vice. No âmbito internacional, o colunista comenta a ‘treta’ entre Lula e Donald Trump, o brasileiro elevou o tom das críticas ao mandatário norte americano em evento, dizendo que: “Não podemos permitir que o mundo se curve ao comportamento de um presidente que acha que por e-mail ou por tweet ele pode taxar produtos, punir países e pode fazer guerra”, afirmou o presidente na abertura da feira industrial de Hannover, na Alemanha. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 22, Carlos Andreazza fala sobre o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, que respondeu à declaração do ex-governador mineiro Romeu Zema (Novo), pré-candidato à Presidência, em defesa do impeachment e da prisão dos ministros da Corte Dias Toffoli e Alexandre de Moraes. Em postagem no X, o decano da Corte afirmou ser “no mínimo irônico” ver Zema atacando o tribunal após tê-lo acionado para adiar o pagamento de parcelas da dívida de Minas Gerais com a União e ainda enviou uma representação ao ministro Alexandre de Moraes pedindo a investigação do ex-governador por compartilhar em suas redes sociais um vídeo com uma sátira aos ministros da Corte. Para Zema, a postura mais combativa adotada em relação ao STF fez arrefecer a pressão de uma ala do Partido Novo para que ele seja vice na chapa do senador Flávio Bolsonaro (PL). No Congresso, parlamentares da oposição na Câmara dos Deputados anunciaram que vão ingressar com um pedido de impeachment do ministro Gilmar Mendes. A iniciativa é liderada pelo deputado federal Gilberto Silva (PL-PA) após o magistrado solicitar a inclusão do ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), no inquérito das fake news. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 20, Carlos Andreazza comenta os diálogos inéditos extraídos do telefone celular do banqueiro Daniel Vorcaro que mostram que o Banco Master recorreu a aportes do Banco de Brasília (BRB) ao menos desde agosto de 2024 para poder cobrir sua crise de liquidez. O ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, foi preso por corrupção na compra de carteiras falsas do Master. Vorcaro, preso desde março de 2025, negocia delação. Investigações apontam fraudes bilionárias e desvio de recursos, levando à liquidação do Master em novembro de 2025. O Banco Central vetou a compra do Master pelo BRB em setembro de 2025. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Cidades inteligentes não são só sobre tecnologia, mas são também sobre decisão. Nesta edição do Start Eldorado, o apresentador Daniel Gonzales conversa com Elias Reis, Head de Cidades Inteligentes da NEC, sobre como a inteligência artificial está transformando a gestão urbana na prática. Mais do que câmeras, sensores ou aplicativos isolados, o grande diferencial hoje está na capacidade de integrar dados de diferentes áreas (como segurança, mobilidade, saúde e serviços públicos) e transformar tudo isso em ações rápidas, coordenadas e eficientes. A IA permite não só reagir, mas prever problemas, otimizar recursos e melhorar o dia a dia do cidadão. E quando ele também participa, seja por aplicativos ou outros canais digitais, ele passa a fazer parte desse ecossistema, gerando dados e contribuindo para uma cidade mais eficiente e conectada. Uma jornada que depende menos de tecnologia isolada e mais de inteligência aplicada. O Start vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Rádio Eldorado FM (107,3), app, site e assistentes de voz.See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 17, Carlos Andreazza comenta sobre as informações da Polícia Federal (PF), de que Daniel Vorcaro negociou o pagamento de R$ 146 milhões em propina ao então CEO do Banco Regional de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa. O valor seria pago por meio da transferência de seis imóveis. O inquérito apresentado pela PF ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF)André Mendonça embasou a prisão de Paulo Henrique. O decreto foi cumprido nesta quinta-feira, 16, na quarta fase da Operação Compliance Zero. A investigação identificou que unidades, vinculadas ao chamado “cronograma pessoal” do ex-presidente do BRB, estão ligadas aos condomínios Heritage, Arbórea, One Sixty e Casa Lafer, em São Paulo, e Ennius Muniz e Valle dos Ipês, em Brasília. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 16, Carlos Andreazza comenta fala do ministro Gilmar Mendes que nesta quarta-feira, 15, reagiu às declarações do ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), pré-candidato à Presidência, que defendeu o impeachment e a prisão dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes. Em publicação na rede X, o decano do Supremo classificou como “no mínimo irônico” o ataque de Zema ao tribunal, lembrando que o próprio político recorreu à Corte para postergar o pagamento de parcelas da dívida de Minas Gerais com a União. De acordo com o ministro, sem a intervenção institucional do STF, o então governador teria enfrentado um quadro de forte desequilíbrio fiscal, com riscos à manutenção de serviços públicos essenciais no Estado. “A contradição é latente: quando o STF profere decisões que garantem o fluxo de caixa ou suprem omissões do Legislativo local, a Corte é acessada como agente necessário ao funcionamento da máquina estatal. Contudo, basta que contrarie interesses políticos para que o pragmatismo jurídico dê lugar a chavões vazios de ‘ativismo judicial’ e a ataques à honra dos ministros”, afirmou Gilmar Mendes. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiFoto: Wilton Junior/EstadãoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 15, Carlos Andreazza comenta as falas do presidente do Senado Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) que afirmou que o País vive “uma agressão permanente às instituições republicanas”. Ele reclamou de “agressões” aos Três Poderes em um momento em que ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e políticos do Legislativo e do Executivo são ligados ao escândalo do banco Master. “Está muito bom agredir as instituições republicanas, seja do Executivo, do Legislativo ou do Judiciário. Está muito cômodo ofender os outros. Está todo mundo passando dos limites institucionais que norteiam a boa convivência na relação republicana”, afirmou. “Ofender, subjugar, agredir e atacar não vai construir o Brasil que os brasileiros precisam e esperam dos Poderes”, completou. A declaração ocorreu durante a posse do novo ministro da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), José Guimarães, em uma série de recados dados antes dos protocolares elogios ao novo ministro. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiFoto: Wilton Junior/EstadãoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

A série de 3 episódios revisita o caminho que levou o Brasil do caos do voto em papel ao debate contemporâneo sobre confiança pública nas eleições. Do tempo das cédulas, fraudes e apurações intermináveis, passando pela criação da tecnologia própria dentro do Tribunal Superior Eleitoral nos anos 90, até o momento em que a urna eletrônica deixa de ser apenas símbolo de eficiência para se tornar tema central da polarização política. Com relatos de personagens que participaram dessa transformação por dentro da Justiça Eleitoral, a série mostra como a urna nasceu para resolver problemas do passado, e como, 30 anos depois, o maior desafio não é técnico, mas de preservar a confiança democrática em tempos de desinformação. Acompanhe os episódios aqui: https://omny.fm/shows/se-vira-nos-30-trs-dcadas-da-urna-eletrnicaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 14, Carlos Andreazza comenta as declarações da ministra Cármen Lúcia, que afirmou que o Supremo Tribunal Federal (STF) vem passando por transformações nos últimos anos, mas ainda necessita de novas reformas. A fala ocorreu durante o seminário “O Brasil na visão das lideranças públicas”, realizado na segunda-feira, 13, pela Fundação Fernando Henrique Cardoso. No evento, a ministra tratou da queda de confiança no Judiciário e mencionou possíveis mudanças no funcionamento da Corte. Em abril de 2026, o ambiente interno do STF foi marcado por atritos públicos entre Cármen Lúcia e Gilmar Mendes, evidenciando tensões entre os ministros. Mendes criticou a condução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante a gestão de Cármen, apontando demora em temas eleitorais. Por outro lado, relatos indicam incômodo da ministra com a proximidade de Mendes com Alexandre de Moraes e Flávio Dino. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiFoto: Wilton Junior/EstadãoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 13, Carlos Andreazza fala sobre a notícia de que o ministro Gilmar Mendes saiu em defesa da indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para uma cadeira na Corte. Em uma postagem na rede social X, o ministro respondeu às críticas da imprensa dirigidas a Messias, destacando sua “atuação técnica”, um “perfil conciliador” e afirmando que ele reúne os requisitos necessários para ocupar uma vaga na Corte. Segundo revelou o Estadão, integrantes do STF vêm articulando apoio ao nome de Jorge Messias, de olho em um eventual alinhamento futuro dentro do tribunal. Nesse cenário, de um lado estão Gilmar Mendes e Cristiano Zanin, que atuam em conjunto no Supremo e divergem de Fachin em pautas consideradas estratégicas pelo presidente, buscando angariar apoio no Senado para Messias. Em outra frente, André Mendonça e Kassio Nunes Marques seguem caminho distinto, alinhados à gestão de Fachin e às prioridades defendidas por ele. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiFoto: Wilton Junior/EstadãoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

No Start Eldorado de hoje, você vai conhecer uma iniciativa que mostra, na prática, como a tecnologia transforma vidas e aproxima até mesmo quem está em situação de total vulnerabilidade em relação a seus direitos. Usando análise de dados e Inteligência Artificial, a cidade de Taubaté (interior de SP), reconhecida e premiada como smart city, colocou em prática um projeto inovador para aproximar a população mais desassistida do acesso à saúde, educação e benefícios sociais: nasceu o CRAS Social, levando informação, orientação e serviços diretamente para a palma da mão do cidadão, de forma proativa e baseada em dados. A ideia surgiu de uma constatação: mesmo em situação de dificuldade, a maioria das famílias procura manter o acesso ao celular e à internet. A ferramenta também ajuda a gestão pública a ser mais eficiente, reunindo informações estratégicas para melhorar políticas sociais e combater fraudes, um passo importante rumo a cidades cada vez mais inteligentes e conectadas com a realidade da população. Para falar do tema, o apresentador Daniel Gonzales recebe o coordenador do projeto, o psicólogo social Railel Azevedo. O Start vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, em FM 107,3 (para toda Grande SP), site, app e assistentes de voz.See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 10, Carlos Andreazza fala sobre Daniel Vorcaro e sua teia de relações a partir do Banco Master. Dados das investigações sobre o banqueiro, mostram que foram gastos algo em torno de R$ 60 milhões com o financiamento de eventos com diversas autoridades do país no exterior. Ministros e parlamentares tiveram transporte aéreo, hospedagens em hotéis de luxo e degustação de Whisky e charutos que foram comprovadamente pagos pelo banqueiro em pelo menos 3 países diferentes, nos EUA, na Inglaterra e em Portugal. Por aqui, investigadores da Polícia Federal e da Procuradoria-Geral da República (PGR) avisaram à defesa do banqueiro Daniel Vorcaro que sua proposta de delação premiada deve apresentar um conjunto de provas inédito, além do que já foi encontrado no celular dele, e têm dito que a negociação vai durar o tempo que for necessário. Preso no dia 4 de março, ele começou a desenhar seu acordo de delação premiada no dia 19, quando foi transferido para a Superintendência da PF em Brasília. Vorcaro assinou um termo de confidencialidade, que dá início ao processo, mas ainda tem que apresentar os anexos da delação para começar a negociar o acordo propriamente dito. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/ See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 09, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Alexandre de Moraes, que liberou para julgamento uma antiga ação apresentada pelo PT que discute limites para o uso da delação premiada no Brasil. O caso, que estava parado desde o ano passado, volta à pauta em meio às negociações de um acordo de colaboração do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master, que têm Moraes e Dias Toffoli entre as altas autoridades citadas nas investigações. Em mensagens analisadas pela Polícia Federal, Daniel Vorcaro mencionou encontros com o ministro Alexandre de Moraes e no dia em que foi preso pela primeira vez, em novembro, enviou mensagem a um número atribuído a Moraes perguntando se ele havia conseguido bloquear. O colunista também comenta que a tentativa de blindagem dos ministros do Supremo Tribunal Federal no caso Master e da campanha que alguns magistrados fazem pela aprovação de Jorge Messias no Senado. Nos bastidores, integrantes de diferentes alas da Corte lutam para engordar seu próprio time – e, assim, conquistarem um aliado quando Messias passar pelo crivo dos parlamentares.Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 08, Carlos Andreazza fala sobre a crise do Banco Master e suas ramificações nos três poderes em Brasília. Com base na declaração de imposto de renda do Master, descobriu-se que algo em torno de R$ 40 milhões foram pagos ao escritório Barci de Moraes em 2024, por meio de 11 pagamentos mensais de R$ 3.646.529,72. Em resposta ao questionamento do jornal Folha de São Paulo, o escritório disse que não confirmaria “informações incorretas e vazadas ilicitamente, lembrando que todos os dados fiscais são sigilosos”. Ainda no âmbito do judiciário, o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Benedito Gonçalves apresentou à Corte uma declaração de impedimento para julgar qualquer processo relacionado ao Banco Master. Procurado, o ministro não retornou aos contatos do Estadão. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, decidiu não prorrogar a CPI do Crime Organizado, que, com isso, será encerrada na próxima terça-feira, 14. Segundo o relator, Alessandro Vieira (MDB-SE), a decisão se deve aos possíveis desgastes que o colegiado poderia gerar a políticos em ano eleitoral. Ele havia protocolado um requerimento com pedido de prorrogação dos trabalhos, que foi negado por Alcolumbre. “Ele justifica dizendo que se trata de um ano eleitoral e que, na visão dele, não é bom ter uma CPI tramitando. É óbvio que a gente não concorda com esse posicionamento. Eu entendo que o presidente Davi Alcolumbre presta um grande desserviço para a nação”, disse Vieira em entrevista coletiva no Senado. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 07, Carlos Andreazza fala sobre o aumento patrimonial da família Moraes, em levantamento feito pelo ‘Estadão’ com base em escrituras e matrículas registradas em cartório, indica que o ministro e a mulher são donos de R$ 31,5 milhões em imóveis. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e sua mulher, a advogada Viviane Barci de Moraes, tiveram aumento de 266% do patrimônio imobiliário , o valor do patrimônio atual é mais de três vezes superior aos R$ 8,6 milhões que eles tinham em 12 imóveis quando o ex-presidente Michel Temer indicou Moraes para a Corte. Andreazza ainda comenta que o Escritório da mulher do ministro do STF alugava aeronaves da empresa de Vorcaro para deslocamento de seus advogados, mas o magistrado não está entre os advogados do Barci de Moraes, e embarcou nesses voos. O sigilo imposto pelo BC (Banco Central) aos documentos relacionados à decretação da liquidação extrajudicial do Banco Master também é assunto do programa de hoje, pois de acordo com o BC, a divulgação dos documentos iria contra o “interesse público na preservação da estabilidade financeira, econômica e monetária do país”. Os arquivos devem permanecer secretos até novembro de 2033. O colunista fala ainda sobre o anúncio do governo, através do ministro da Fazenda, Dario Durigan, do ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, ed o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, de medidas para lidar com o aumento no preço dos combustíveis provocado pela guerra no Irã. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 06, Carlos Andreazza fala sobre as conexões e relações dos ministros do Supremo Tribunal Federal. Empresas do banqueiro Daniel Vorcaro e de seu cunhado Fabiano Zettel fizeram pelo menos 11 voos para transportar ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Documentos entregues à CPI do Crime Organizado indicam que Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Kassio Nunes Marques e seus familiares se beneficiaram dos serviços de táxi aéreo operados pela Prime You, que administra os bens do dono do Banco Master, e pela FSW PSE de Zettel. O colunista comenta também, sobre o incremento do patrimônio do casal Alexandre de Moraes e sua mulher, a advogada Viviane Barci de Moraes, que teve aumento de 266% do patrimônio imobiliário desde que ele passou a integrar a mais alta instância do Poder Judiciário, em março de 2017. Atualmente, o casal possui 17 imóveis, avaliados em R$ 31,5 milhões. Nos últimos cinco anos, o casal desembolsou R$ 23,4 milhões na compra de imóveis em Brasília e em São Paulo, todos eles à vista, conforme os registros em cartório. Moraes e Viviane foram procurados por meio de suas assessorias de imprensa desde o dia 27 de março para se manifestarem sobre essas informações, mas não responderam. Andreazza fala também sobre a situação do desembargador do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) Newton Ramos, que voou para Maceió em novembro do ano passado com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF)Kassio Nunes Marques, e deu uma decisão liminar favorável ao filho do ministro um mês após a viagem. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

A Inteligência Artificial e a computação em nuvem já não são apenas tendências: são pilares da nova economia digital. Na base dessas transformações está uma infraestrutura robusta, responsável por sustentar, proteger e escalar tudo o que acontece no ambiente digital. Garantir que essa estrutura opere com alta resiliência, segurança e disponibilidade contínua, 24 horas por dia, é um desafio crítico, especialmente diante do crescimento exponencial do tráfego de dados impulsionado pela IA. Ao mesmo tempo, modernizar essa infraestrutura deixou de ser opção e se tornou um imperativo estratégico para ampliar capacidade, atender novas demandas e posicionar o Brasil como um player relevante na economia global de dados. Quais são os desafios? Onde estão as oportunidades? O Start Eldorado apresenta, nesta semana, a terceira e última parte de mais um encontro da série “Conexões”, gravado na Japan House, em São Paulo: O Alicerce da Economia Digital - Infraestrutura como Viabilizadora da IA e Nuvem. O evento reuniu Rogério Garchet (Eletronet), Rafael Mezzasalma (Nokia Brasil), Marcos Vinícius Peigo (Scala Data Centers) e Roberto Murakami (NEC América Latina) para discutir o papel do backbone, da capacidade de transmissão de dados e da resiliência de rede na viabilização da IA e da nuvem no Brasil, além dos desafios futuros para o país. Apresentado por Daniel Gonzales, o programa vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Rádio Eldorado FM (107,3), app, site e assistentes de voz.See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 02, Carlos Andreazza fala sobre sobre o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), que segundo documentos da ANAC, voou em uma aeronave da Prime Aviation, empresa que tinha como sócio o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. Ainda em 2025, o Estadão apurou que Toffoli e o advogado Augusto Arruda Botelho, ex-secretário nacional de Justiça, pegaram carona no mesmo jatinho para assistir à final da Libertadores em Lima, no Peru. Palmeirenses, os dois viajaram juntos no voo privado do empresário Luiz Oswaldo Pastore, um amigo em comum, para acompanhar a partida contra o Flamengo. Botelho é advogado do diretor de compliance do banco Master, Luiz Antonio Bull, que chegou a ser preso na Operação Compliance Zero e agora está em liberdade provisória com tornozeleira eletrônica. Ao todo, 15 pessoas estavam na aeronave, entre elas o ex-deputado Aldo Rebello. A viagem foi revelada por Lauro Jardim, no jornal O Globo, e confirmada pelo Estadão por um dos participantes do voo, que pediu anonimato. Toffoli, naquela época, era o relator da investigação sobre suspeitas de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/ See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 01, Carlos Andreazza fala sobre a informação de que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e sua mulher, a advogada Viviane Barci de Moraes, pegaram voos em aeronaves particulares de uma empresa ligada ao banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. O gabinete de Moraes afirmou que o ministro nunca viajou em aeronaves de Daniel Vorcaro. Já a defesa de Viviane informou que utiliza diferentes serviços de táxi aéreo e que a empresa Prime Aviation já foi contratada em algumas ocasiões, ressaltando que nem Vorcaro nem seu cunhado, Fabiano Zettel, estiveram presentes nos voos. Entre maio e outubro de 2025, Moraes e Viviane realizaram ao menos oito deslocamentos aéreos, sendo a maioria operada pela Prime Aviation, empresa com participação de Vorcaro, além de um voo em aeronave ligada a Fabiano Zettel. Esses registros indicam uma relação indireta entre as partes, em um contexto que também inclui contratos milionários com o Banco Master e menções a contatos registrados em mensagens atribuídas ao empresário. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 31, Carlos Andreazza fala sobre o anúncio da pré-candidatura à Presidência da República do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD). Durante o evento, ele defendeu a concessão de anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros investigados por tentativa de golpe de Estado. Na fala, destacou sua trajetória na gestão pública estadual e deu ênfase especial ao tema da segurança. Caiado também recordou a vitória da direita em 2018, com Bolsonaro, mas apontou o retorno do PT ao poder no ciclo seguinte como o principal obstáculo para seu campo político. Sobre seu possível adversário dentro da direita, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Caiado disse que “não tem vivência nem experiência para governar”. Para o governador, “o ímpeto da idade, às vezes, supera o senso de equilíbrio”. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.