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Ouça o que movimentou o mercado nesta quinta-feira.
Em meio a uma semana encurtada por feriados no Brasil, nos Estados Unidos e na China, o debate econômico ganhou intensidade ao invés de desacelerar: enquanto parte do país discute a redução da escala 6x1 como se fosse um avanço civilizatório automático, os dados da PNAD mostram uma realidade muito mais complexa — de 2012 a 2025, o Brasil ampliou sua força de trabalho, mas viu crescer de forma mais acelerada o contingente de trabalhadores por conta própria e sem carteira assinada, revelando um processo claro de desformalização; hoje, mais da metade da população ocupada não está sob o regime formal que seria diretamente impactado por mudanças na legislação trabalhista, o que levanta uma pergunta incômoda: estamos discutindo a cereja do bolo enquanto ignoramos o bolo inteiro? Ao mesmo tempo, os indicadores recentes confirmam desaceleração no varejo, resiliência nos serviços, inflação ainda pressionada no Brasil e mercado de trabalho aquecido nos EUA, reforçando que o cenário global exige responsabilidade fiscal — tema que ganhou destaque com o alerta internacional sobre a chamada “brazilificação”, expressão usada para descrever economias presas a juros elevados e fiscal frágil. No agro, apesar de revisões otimistas para soja e estabilidade no milho, há inconsistências nos dados de arroz e preocupações no setor sucroenergético, enquanto Chicago sustenta preços firmes para grãos. O pano de fundo é claro: o Brasil ainda vive seu bônus demográfico, mas ele tem prazo de validade, e decisões populistas hoje podem custar caro entre 2045 e 2050, especialmente no campo previdenciário e fiscal; antes de importar modelos estrangeiros ou criar novas regras que não alcançam a maioria da força de trabalho, talvez seja hora de enfrentar as distorções estruturais que os próprios números já escancaram. ➡
No episódio de hoje, a economista Luíza Pinese conversa com Caio Megale, economista-chefe da XP, sobre os fatores que levaram ao aumento da projeção de PIB e à queda das projeções de inflação para 2026. Caio explica como o ambiente externo mais favorável, o choque positivo de oferta e a valorização do câmbio têm influenciado a dinâmica de preços e atividade no Brasil, além de discutir as expectativas para o início do ciclo de corte de juros. Eles também analisam os riscos para o segundo semestre, incluindo o impacto das eleições e a agenda fiscal.
A pirataria deixou de ser um crime invisível e se consolidou como uma ameaça concreta à economia brasileira. Em 2024, o mercado ilegal provocou prejuízos de quase R$ 470 bilhões, impactando diretamente empresas, empregos e a arrecadação de impostos, além de expor consumidores a riscos à saúde e à segurança. O setor de roupas e acessórios concentra as maiores perdas, mas os efeitos atingem diversos segmentos da economia. O crescimento desse tipo de crime é tema de uma série especial do Jornal da Record. Para explicar como atuam essas quadrilhas, os fatores que impulsionam o avanço da pirataria e as ações adotadas pelo poder público, o JR 15 Minutos entrevista Fernanda Avendanha, auditora fiscal da Receita Federal e chefe da Divisão de Vigilância e Repressão ao Contrabando e Descaminho da Receita Federal em São Paulo.
Neste episódio do Dedo no Pulso, referente à semana de 2 a 8 de fevereiro de 2026, o programa analisa uma agenda intensa de indicadores no Brasil e no exterior. No Brasil, destaque para o IGP-DI em deflação, IPCA da Fipe, balança comercial e produção industrial, que segue em desaceleração com expectativa de resultado negativo no primeiro trimestre. O Copom manteve a Selic em 15%, mas sinalizou início de flexibilização já em março, apontando maior confiança na queda da inflação e expectativas mais bem ancoradas. Nos Estados Unidos, foco no mercado de trabalho com Payroll, taxa de desemprego e pedidos de seguro-desemprego, além da decisão do Fed de manter juros. O episódio comenta também a indicação de Kevin Warsh para substituir Jerome Powell como chairman. Na Europa, saíram dados de varejo, IPP e PMIs. No Brasil, os números fiscais revelaram deterioração: dívida bruta em 78,7% do PIB, déficit primário de R$ 55 bilhões e pagamento recorde de R$ 1 trilhão em juros em 2025, equivalente a 7,9% do PIB. O episódio conclui com alerta sobre os impactos da política fiscal irresponsável, a pressão sobre juros e os riscos para o crescimento econômico, além da preocupação com a inadimplência no setor agro.
Thiago Salomão recebe Mansueto Almeida (economista-chefe do BTG Pactual) e Samuel Pessôa (pesquisador macro do BTG Pactual) para encarar a pergunta que ninguém quer responder em ano eleitoral: por que o Brasil convive com juros tão altos e um fiscal tão frágil?No papo, eles conectam a Selic alta, o juro longo do Tesouro, a dívida pública crescendo, e o peso do déficit nominal no preço do dinheiro. Mansueto mostra como o Brasil sai de um cenário de dívida perto de 50% do PIB para uma trajetória bem mais pesada, e explica por que a conta não fecha com despesa obrigatória dominando o orçamento.Samuel vai no ponto mais “careta” e mais incômodo: o juro sobe porque a economia roda com excesso de demanda sobre oferta, com produtividade fraca e regras que empurram gasto e consumo para cima. Eles debatem salário mínimo, indexações, arcabouço fiscal, o que pode acontecer em 2026 e por que o verdadeiro teste chega em 2027 (com o plano fiscal do próximo governo).No final, o episódio também passeia por temas globais que mexem com Brasil: Estados Unidos, dólar, tarifas, institucionalidade e IA, além de um olhar mais longo sobre produtividade, educação, demografia e crescimento.Você acha que o Brasil consegue encarar o ajuste fiscal em 2027 — ou vai empurrar com a barriga e pagar com juros ainda mais altos?
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Donald Trump e Gustavo Petro, presidente da Colômbia, conversam por telefone após trocas de acusações. Presidente norte-americano anuncia que pretende aumentar gastos com defesa do país. Governo americano anuncia saída de mais de 60 organizações internacionais. Em SP, tempestade provoca estragos e alagamentos. Vacinação contra dengue começa em Nova Lima (BH) no próximo dia 17.
Neste episódio, Antonio da Luz analisa em detalhes o cenário macroeconômico brasileiro e internacional, mostrando que a desaceleração da economia já era esperada por quem acompanha os indicadores em “câmera lenta”, com destaque para um PIB fraco sustentado essencialmente pelo agronegócio, que cresce acima de 10% e evita um resultado ainda pior. O apresentador chama atenção para o problema estrutural do Brasil — a baixíssima taxa de investimento e de poupança — e explica por que crescimento baseado em gasto público gera apenas “voo de galinha”, sem resolver a pobreza da maioria da população. Antonio da Luz também discute os impactos das decisões políticas recentes sobre câmbio, juros e Bolsa, compara a realidade brasileira com outros países e reforça o papel do agro como âncora do PIB, da balança comercial e do fluxo de dólares, mesmo em um ambiente doméstico mais fraco. ➡
Integrantes do Conexão Campo Cidade destacaram como o PIB do agro não reflete necessariamente em ganhos individuais para os agropecuaristas do país
A situação fiscal do país voltou ao debate após o novo relatório da Instituição Fiscal Independente , que aponta brechas nas metas fiscais, aumento dos gastos tributários e sinais de enfraquecimento do mercado de trabalho. Os alertas reforçam a preocupação com o ritmo da economia, especialmente às vésperas de 2026, ano eleitoral e tradicionalmente marcado por maior pressão sobre as contas públicas. Para explicar os riscos e as projeções, conversamos com Alexandre Andrade, economista e diretor da IFI. Acompanhe a entrevista.
Nos Estados Unidos, mercado aguarda publicação da ata do Comitê do FED
Bom dia! ☕️Aqui você garante 30% de desconto no evento da D4U.Pra garantir 20% de desconto nas taxas da Binance, clique aquiNo episódio de hoje:
O que esperar da economia em 2025? O Relatório Focus aponta para um equilíbrio delicado: juros nas alturas para combater a inflação, resultando em um crescimento tímido. Confira a análise destas projeções neste DamkeCast.
O novo episódio do Dedo NO Pulso destaca que, enquanto o Fed retoma os cortes de juros, o Copom mantém a Selic em 15% e sinaliza que os juros altos devem permanecer por mais tempo no Brasil. O cenário traz preocupação com a inflação ainda desancorada, a desaceleração da atividade econômica, o recuo de 17% no crédito rural e os riscos climáticos que podem afetar a safra. Um panorama que exige atenção redobrada de quem acompanha a economia e o agronegócio. ➡
Reouça a #EntrevistaJG de Denise Campos de Toledo com Maílson da Nobrega, ex-ministro da fazenda sobre os desafios e perspectivas da economia brasileira.
PodCast do Grupo de Conjuntura IE - UFRJO pouso suave da economia brasileiraParticipam: Antonio Licha e Margarida Gutierrez.
Baixe aqui o capítulo do livro Histórias do Presente: as entrevistas do podcast Rio Bravo - https://lp.mmakers.com.br/episodio-gustavo-franco-248?xpromo=MI-COMP-YT-DESCRICAO-EPISODIO248-20250821-DESCRICAOSOBRECAPITULOSONHOGRANDE-MM-XUSE o Cupom MARKETMAKERS e garanta um desconto de 10% no seu SUPERCOFFE: https://www.caffeinearmy.com.br/marketmakersTenha acesso a +15 modelos de IA, cursos, ferramentas exclusivas e 30 dias grátis pra testar: https://go.adapta.org/campaign/adapta-mm-youtubePor que o Brasil se recusa a ser um país rico há mais de 30 anos?Neste episódio histórico do Market Makers, Gustavo Franco, um dos arquitetos do Plano Real e ex-presidente do Banco Central, faz um diagnóstico profundo e sem rodeios sobre o Brasil. Ele começa nos levando de volta ao período caótico da hiperinflação, que ele classifica como a "pior do planeta", não pela intensidade em um único mês, mas por sua duração de 15 anos que "deseducou e estragou o Brasil". Essa experiência, no entanto, deixou o brasileiro "cascudo" e com uma memória traumática, como o confisco do Plano Collor.Avançando para o presente, Gustavo Franco explica que, graças à blindagem institucional criada pelo Plano Real, a irresponsabilidade fiscal dos governos não se converte mais diretamente em hiperinflação. No entanto, ele expõe a tensão atual: de um lado, o mundo político querendo gastar sem limites, e do outro, um Banco Central autônomo forçado a manter os juros altos para segurar a inflação. Ele elogia a transição de poder no BC para Gabriel Galípolo, vendo-a como um sinal de amadurecimento da nossa democracia. Olhando para o futuro, o maior desafio é claro: o fiscal. Segundo ele, o Brasil precisa de uma grande reforma na forma como o orçamento é feito para que os políticos finalmente encarem a realidade da escassez. Mas o ponto mais crucial de sua análise é a "reforma esquecida": a abertura econômica. Ele argumenta que o Brasil ficou para trás de países como a Coreia do Sul porque se manteve fechado, aprisionado em ideias antigas, e não aproveitou a globalização para aumentar sua produtividade. A solução, para ele, é mover a economia do "setor isolado" para o "setor aberto e digital".Na sua opinião, qual caminho o Brasil está traçando até 2050?
Os recursos foram movimentados pelos visitantes internacionais entre janeiro e maio de 2025, o melhor resultado já registrado para o período. Os dados divulgados pelo Banco Central mostram crescimento de 13,7% em relação ao mesmo período do ano passado. Em maio, o crescimento foi de 5,7%.Sonora:
00:00 Desabafo histórico sobre o futuro do Brasil00:48 Quem é Rob Correa01:10 O que você vai aprender hoje01:34 O que está acontecendo02:56 A situação da economia brasileira05:01 Como isso impacta você07:06 O que fazer agora com seu dinheiro
Confira nesta edição do JR 24 Horas: O índice de atividade econômica do Banco Central apresentou um crescimento de 0,2% em abril. Este resultado representa uma desaceleração de meio ponto percentual comparado a março, que registrou um aumento de 0,7%. No acumulado do ano, a alta atinge 13,5%, enquanto nos últimos 12 meses, a expansão é de 4%. E ainda: Pix automático começa a funcionar de forma ampla, a partir desta segunda (16).
Segundo o IBGE, as altas na Agropecuária e nos Serviços contribuíram para o crescimento, com a indústria se mantendo estável após significativa recuperação. No acumulado dos últimos quatro trimestres, a economia brasileira registrou elevação de 3,5%.Sonora:
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A economia brasileira cresceu no primeiro trimestre deste ano. Segundo o IBGE, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país teve alta de 1,4%, na comparação com o quarto trimestre de 2024. Frente ao primeiro trimestre do ano passado, a alta foi de 3,5%. O resultado positivo foi puxado principalmente pelo bom desempenho da agropecuária, que cresceu mais de 12% no primeiro trimestre. E ainda: Termina nesta sexta o prazo para entrega da declaração do Imposto de Renda.
Convidada desta edição, Tatiana Pinheiro, economista-chefe e sócia da Galapagos Capital, conta por que o cenário para o país avançou mesmo com os juros no maior patamar em quase duas décadas e a ameaça de risco fiscal. Entre os Touros e Ursos da edição, o rebaixamento da nota de crédito dos Estados Unidos, a reação ao balanço do Banco do Brasil e a fusão entre Marfrig e BRF.
Tema de abertura de Claudio Zaidan no programa Bandeirantes Acontece.
No episódio, Ana Frazão conversa com Fabio Giambiagi, economista do BNDES desde 1984, com passagens pela assessoria econômica do Ministério do Planejamento, pelo IPEA e pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento em Washington. Além disso, foi professor da Faculdade de Economia e Administração (FEA-UFRJ) e da PUC-RJ e é autor de diversos livros, dentre os quais “A Vingança de Tocqueville. A importância do bom debate”.Na conversa, o professor Fábio Giambiagi explica porque, no seu entender, “a grande questão com a qual os defensores de reformas econômicas pro-mercado se defrontam no país é: como convencer a população de que um conjunto de políticas baseadas na forte presença do Estado na economia não darão certo, dado que essas políticas, no passado, levaram o país a se desenvolver rapidamente?”. Ao propor uma abordagem mais liberal, o professor demonstra as razões pelas quais o que funcionou no Brasil no pós-1930 por um tempo considerável não funciona mais hoje, o que seria a lógica pró-mercado que deveria prevalecer na atualidade e como se situa o debate entre ortodoxia econômica e heterodoxia. Para fundamentar suas opiniões, o professor demonstra como a economia é também política e como o liberalismo depende de alguns pressupostos, tais como a defesa das liberdades, da democracia, da plena vigência das instituições e da alternância de poder. Ponto alto da conversa diz respeito a saber como avançar no debate econômico no Brasil diante da excessiva ideologização e polarização, que obscurece o debate de ideias e faz com que os lados extremos sofram da mesma miopia.
00:00 Dia da Libertação Trump00:25 Novo Tarifaço Trump00:42 EUA Atacam Brasil01:04 Tarifas Trump02:02 Trump Perde a Paciência com o Brasil04:19 Governo Lula está Pessimista com Tarifaço04:38 Impacto na Economia Brasileira05:20 Governo Lula Pode Taxar de Volta06:18 Sua Opinião sobre as Tarifas de Trump07:02 Conclusão sobre Tarifaço de Trump
00:00 Trump vai anunciar tarifas de 25% sobre aço e alumínio00:17 Trump ovacionado no Superbowl01:24 Trump quer anexar o Canadá02:12 Trump abre o jogo sobre as tarifas03:03 Importações e Exportações do Brasil com a China03:47 Importações e Exportações do Brasil com os EUA04:15 Top 10 produtos mais exportados do Brasil para os EUA04:59 Impacto das tarifas de Trump na economia brasileira07:18 O que o Governo Lula vai fazer agora?09:38 Ferro e Minério de Ferro também serão taxados?10:40 Países que mais compram Ferro, Aço e Alumínio do Brasil11:31 A Cruzada contra o Woke13:37 O Colapso da Agenda Verde14:45 Conclusão
00:00 Economia Brasileira Vai Entrar em Recessão 01:08 Brasil da Dilma vs. Brasil do Lula 03:13 Bilionário Quebra o Silêncio e Expõe Tudo Sobre o Brasil 03:38 Ibovespa vs. S&P 500 03:57 Faria Lima Comprando Dólar e Investindo no Exterior 04:33 Carteira de Investimentos no Exterior 04:48 A Dura Realidade Sobre Investimentos no Brasil 05:59 Renda Variável vs. Renda Fixa no Brasil 07:19 Carteira de Investimentos no Brasil 08:26 Calote na Dívida Pública do Brasil 09:51 Dólar 10:03 Eleições 2026 10:43 Bitcoin 11:17 Carteira de Criptomoedas 11:38 Conclusão do Vídeo de Hoje
A projeção do organismo internacional é melhor inclusive do que a do próprio governo brasileiro, que em novembro projetou avanço de 3,3% do PIB em 2024. A previsão também está acima da estimativa do Banco Central, de 3,5%.
Abrimos 2025 com um episódio essencial para quem quer começar o ano bem informado sobre o cenário econômico! Recebemos o Economista e Professor da PUC/RS Gustavo Frio, que trouxe uma análise prática sobre os desafios e oportunidades para os empreendedores neste novo ano. Em um bate-papo que conectou a conjuntura política e econômica global e local, abordamos temas como: O impacto da inflação e das taxas de juros na gestão financeira dos negócios; O papel do dólar e a influência das políticas dos EUA, especialmente sob Trump, no mercado internacional; As perspectivas da economia brasileira sob o governo Lula, com foco em crescimento e reformas; As tendências econômicas que você precisa acompanhar para estar à frente em 2025. Quer entender o que esperar do mercado e como se preparar estrategicamente para os movimentos da economia? Este episódio é indispensável!
00:00 Gringos Quebram O Silêncio Sobre O Futuro do Brasil 01:29 Faria Lima Está Em Depressão Com Governo Lula 02:27 Desvalorização do Real e Aumento da Taxa Selic 03:19 Ações | Ibovespa | Renda Variável 03:40 O Único Paraquedas para Salvar o Brasileiro 05:46 Ações Brasileiras Durante Governo Temer e Bolsonaro 06:12 Recado Final dos Gringos Para os Brasileiros 06:31 Qual Seu Sentimento Para as Eleições de 2026? 07:54 Mais Um Rombo Fiscal nas Contas Públicas 09:41 Rombo Ultrapassa R$ 1 Trilhão 10:25 Gastos Parafiscais do Governo 10:58 Brasil Vai Ter 2º Maior Déficit do Mundo 11:30 Ações À Beira do Colapso 13:45 Consultoria de Investimentos RC Wealth
Ao longo dos próximos anos, 4 setores vão se destacar e puxar o crescimento econômico do país. Ouça e descubra quais são. #PraCegoVer Ricardo Amorim está em uma sala, vestindo uma camiseta polo azul marinho; ele fala sobre os setores fortes para 2025 #economiabrasileira #tecnologia #energiasrenováveis #agronegócio #desenvolvimento #oportunidades #crescimento #futuro #inovação #ricardoamorim #3m #industria #energia #agro #tecnologia Gostou do episódio? Avalie e mande o seu comentário aqui na plataforma. MINHAS REDES SOCIAIS: - Instagram: http://bit.ly/ricamnoinsta - Telegram: https://t.me/ricardoamorimoficial - Twitter: http://bit.ly/ricamnotwitter - Youtube: http://bit.ly/youtubericam - Facebook: http://bit.ly/ricamnoface - Linkedin: http://bit.ly/ricamnolinkedin E-MAIL Mande suas sugestões para marketing@ricamconsultoria.com.br COTAR PALESTRA: https://bit.ly/consulte-ricam CRÉDITOS: ricamconsultoria.com.br
00:00 A Bomba-Relógio Na Economia Brasileira Em 2025 02:29 Dólar Acima De R$ 7 03:36 Enquete Do Dia 04:13 Cartão de Crédito em Dólar 06:03 IPCA Estoura Teto da Inflação 08:40 Faria Lima Quebra o Silêncio Sobre 2025 12:29 Consultoria de Investimentos RC Wealth
00:00 Economia Brasileira 2024 vs. 2025 02:21 Brasileiros Endividados no Cartão de Crédito 04:04 Petróleo é a Maior Exportação do Brasil em 2024 05:56 Gringos Pulam Fora do Brasil 06:52 Taxa Selic 08:16 Economia Brasileira em 2025 09:31 Dívida Pública 10:40 Dólar 11:55 Inflação (IPCA) 12:25 Projeção Selic e IPCA em 2025 13:57 Reservas Internacionais do Brasil 15:46 Consultoria de Investimentos
Após um período de crescimento consistentemente mais forte do que as expectativas, temos agora grandes desafios, à medida que a confiança na economia brasileira despencou devido à deterioração das contas públicas e falta de um pacote de corte de gastos públicosa adequado. É imprescindível que o governo adote medidas fiscais muito mais contundentes para evitar que os ganhos dos últimos 4 anos sejam perdidos. O cenário para 2025 pode variar drasticamente, dependendo das decisões que forem ou não tomadas agora. #PraCegoVer Ricardo Amorim está em uma sala, vestindo uma camiseta polo azul marinho; ele fala sobre o ano chave para a economia brasileira #economiabrasileira #ajustefiscal #crescimento #desafios #inflação #taxasdejuros #confiança #futuro #políticafiscal #ricardoamorim #2m #governo #gastospublicos Gostou do episódio? Avalie e mande o seu comentário aqui na plataforma. MINHAS REDES SOCIAIS: - Instagram: http://bit.ly/ricamnoinsta - Telegram: https://t.me/ricardoamorimoficial - Twitter: http://bit.ly/ricamnotwitter - Youtube: http://bit.ly/youtubericam - Facebook: http://bit.ly/ricamnoface - Linkedin: http://bit.ly/ricamnolinkedin E-MAIL Mande suas sugestões para marketing@ricamconsultoria.com.br COTAR PALESTRA: https://bit.ly/consulte-ricam CRÉDITOS: ricamconsultoria.com.br
00:00 Economia Brasileira em 2024 00:22 Real Brasileiro Desvalorização 00:33 Peso Argentino é a melhor moeda em 2024 01:19 Brasileiros estão desiludidos com o governo em 2025 02:11 Brasileiros veem Economia Brasileira no Caminho Errado 02:47 Mercado Financeiro está Pessimista para 2025 03:31 Rombo Fiscal e Dívida Pública 04:11 Déficit de R$ 1,1 Trilhão 04:52 Dívida Pública de R$ 9,1 Trilhões 05:27 Projeções Economia Brasileira em 2025 07:01 Risco Brasil 07:41 Selic 08:10 Saída de Dólares do Brasil 09:34 Consultoria de Investimentos
Meio-dia em Brasília traz as principais informações da manhã e os debates que vão agitar o dia na capital federal e do mundo. Assista na TV BM&C, nos canais 579 da Vivo, ou 547 da Claro, além do SKY+. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília. https://bit.ly/meiodiaoa Siga O Antagonista no X, nos ajude a chegar nos 2 milhões de seguidores! https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2S... Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast. Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
00:00 Bomba-Relógio Vai Detonar na Economia em 2025 01:09 Dólar 01:42 Investimentos no Exterior 02:43 Ações e Fundos Imobiliários (FIIs) 04:49 Qual seu Plano para 2025? 05:28 Banco Central e Intervenções no Câmbio 06:28 Empresas Inadimplência Recorde 07:43 Projeção para Empresas 2025 09:10 Projeção Inflação (IPCA) 2025 10:24 Brasil Dilmou 12:08 Rombo Fiscal 13:50 Dívida Pública 14:26 Rombo nas Estatais 15:06 O Que Fazer em 2025?
00:00 Dólar 02:28 Saída em Massa do Dinheiro 05:30 O Inquietante Alerta dos Gringos Sobre o Brasil 09:37 Lula Dilmou 10:40 Taxa Selic 12:22 Impacto da Selic na Dívida Pública 13:30 Tesouro Direto 14:35 Onde Investir Agora no Brasil 16:26 Onde Investir Agora no Exterior 17:51 Consultoria de Investimentos
De acordo com o Monitor PIB-FGV da Fundação Getúlio Vargas, a taxa acumulada em 12 meses até outubro é de 3,4%. O resultado reforça as boas perspectivas e a aposta de que a economia brasileira pode crescer acima de 3,5% em 2024. Sonoras:
00:00 Gringos Pulam Fora do Brasil 01:07 Rombos Fiscais e Dívida Pública 01:30 Gringos Jogaram a Toalha sobre o Futuro da Economia 02:09 Exagero de Gastos Públicos e Aumento de Impostos 02:44 O Pior Ainda Está Por Vir 03:39 Aumentar a Selic Não Vai Resolver o Problema 04:48 Banco Central Tem Missão Impossível 05:46 Há Luz no Fim do Túnel 06:24 Qual Sua Opinião sobre a Economia Brasileira em 2025 06:53 Selic 12,25% 07:19 Taxa Selic Vai Para 15% 08:00 Tesouro Direto 08:19 Marcação À Mercado no Tesouro IPCA em 2024 09:48 Por Que e Como Acontece a Marcação À Mercado? 11:59 Rentabilidade Renda Fixa 2024 12:11 Rentabilidade Renda Variável 2024 12:26 A Bolsa Brasileira Está Barata? 14:38 Dólar 15:19 Investimentos no Exterior 15:53 Consultoria de Investimentos
00:00 Economia Brasileira Vive Momento Crítico 00:53 O Que É Dominância Fiscal? Como Funciona? 02:14 Como Sair Do Ciclo Vicioso? 02:43 Economia Brasileira e Investimentos em 2025 03:11 Brasileiros Vivendo de Aluguel Batem Recorde 04:15 Demissões Em Supermercados Chocam 05:14 Brasileiros Querem O Lula E A Esquerda no Governo 07:34 Selic Subiu Para 12,25% 08:44 Selic Em 15% 09:59 Rentabilidade Investimentos Renda Fixa 2024 10:15 Rentabilidade Investimentos Renda Variável 2024 10:41 Carteira de Investimentos 10:59 Dólar 11:37 Rentabilidade Investimentos No Exterior 2024 11:59 Carteira Investimentos No Exterior 12:12 Carteira de Criptomoedas 12:27 Consultoria de Investimentos
00:00 Dólar R$ 8,37 00:25 Crise Econômica Governo Dilma 00:38 Economia Brasileira em 2024 01:04 Dominância Fiscal 01:45 O Que É Dominância Fiscal 04:18 Dominância Fiscal em 2025 05:47 Dominância Fiscal no Brasil no Passado 06:49 Economia (PIB) Crescendo em 2024 08:05 A Única Saída do Brasil 09:08 Inflação Estourou o Teto 09:55 Selic 11:01 Carteira de Investimentos 11:24 Dólar 11:32 Investimentos no Exterior 12:24 Criptomoedas 12:56 Consultoria de Investimentos
00:00 Bolsa de Valores está derretendo em 2024 00:36 Acordo Mercosul e União Europeia 00:57 Impactos do acordo para a Economia Brasileira 03:10 França não quer o acordo com o Mercosul 03:52 Qual sua opinião sobre o acordo? 04:15 Faria Lima está pessimista com o Brasil em 2025 06:58 Selic 08:07 Carteira de Investimentos de Renda Fixa 08:30 Ações 10:52 Fundos Imobiliários (FIIs) 11:17 Carteira de Investimentos de Renda Variável 11:30 Dólar 12:01 Carteira de Investimentos no Exterior 12:30 Carteira de Investimentos em Criptomoedas 13:23 Consultoria de Investimentos
Os primeiros carros elétricos apareceram há mais de 100 anos. Hoje, baterias melhores, energia limpa e smart grids estão transformando tudo, fazendo com que esteja ocorrendo uma rápida eletrificação de toda frota de veículos no Brasil e no mundo. Com IA, já temos veículos semiautônomos e conectados, tornando o trânsito mais inteligente e seguro. Toda essa mudança gera uma transformação na economia no Brasil e no mundo. Ouça já o 7º episódio da série "O amanhã, hoje", em parceria com GWM Brasil: “A economia brasileira em transformação". #carroseletricos #transitoseguro #seguranca #gwm #hellotomorrow #economia #ricardoamorim #palestras Gostou do episódio? Avalie e mande o seu comentário aqui na plataforma. MINHAS REDES SOCIAIS: - Instagram: http://bit.ly/ricamnoinsta - Telegram: https://t.me/ricardoamorimoficial - Twitter: http://bit.ly/ricamnotwitter - Youtube: http://bit.ly/youtubericam - Facebook: http://bit.ly/ricamnoface - Linkedin: http://bit.ly/ricamnolinkedin E-MAIL Mande suas sugestões para marketing@ricamconsultoria.com.br COTAR PALESTRA: https://bit.ly/consulte-ricam CRÉDITOS: ricamconsultoria.com.br