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Nesta edição, Antônio da Luz traz uma leitura clara e objetiva dos principais acontecimentos da economia que impactam diretamente o agronegócio brasileiro. Entenda os movimentos dos mercados, as tendências para o setor produtivo e os fatores que podem influenciar preços, investimentos e oportunidades nos próximos dias. Com uma análise estratégica e baseada em dados, o programa conecta os cenários nacional e internacional à realidade do campo, ajudando produtores, empresários e profissionais do agro a tomarem decisões mais conscientes e preparadas para os desafios do mercado. ➡
Nesta semana, Antônio da Luz coloca o dedo no pulso da economia para analisar os movimentos que estão impactando o Brasil, o agronegócio e os mercados globais. Câmbio, juros, inflação, risco fiscal, fluxo de capital estrangeiro e os reflexos da economia americana entram no radar em uma análise profunda e direta. Além dos indicadores econômicos, o episódio traz os impactos para o agro, preços de commodities, cenário para soja, milho, café e os desafios que podem influenciar as próximas decisões do produtor rural e dos investidores. Informação estratégica para quem quer entender o cenário e se antecipar aos movimentos do mercado. ➡
Dedo no Pulso está no ar! Entre os dias 01 e 07 de junho, acompanhe uma análise completa dos movimentos que estão moldando a economia brasileira e internacional, com reflexos diretos no agronegócio. PIB em desaceleração, mercado de trabalho dando sinais de enfraquecimento, inflação pressionada e os impactos da queda do petróleo entram no radar desta semana. Nesta edição, Antônio da Luz analisa os principais indicadores macroeconômicos, os desdobramentos para juros, câmbio e inflação, além dos efeitos práticos sobre custos de produção, commodities e perspectivas para o agro. Uma leitura estratégica para produtores, investidores e profissionais que precisam antecipar cenários e tomar decisões melhores.
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PodCast do Grupo de Conjuntura IE - UFRJO que o PIB do primeiro trimestre revela da economiabrasileira?Participam: Antonio Licha e Margarida Gutierrez.
Nesta edição, Antônio da Luz analisa os principais acontecimentos da economia brasileira e internacional que podem impactar o agronegócio nos próximos dias. Entre os destaques, estão os debates sobre a autonomia do Banco Central, os reflexos da política monetária sobre juros, inflação, crédito e os desafios econômicos que afetam produtores, empresas e consumidores. O episódio também traz uma análise estratégica sobre a Índia e seu potencial para se tornar um dos maiores mercados para as exportações brasileiras nas próximas décadas. Com crescimento acelerado, aumento da demanda por alimentos, energia e matérias-primas, o país desponta como uma grande oportunidade para o agro nacional. Informação de qualidade, visão estratégica e leitura de cenário para quem precisa tomar decisões com o dedo no pulso da economia e do agronegócio. Ouça e fique por dentro dos movimentos que podem impactar o seu negócio. ➡
Treine com o percurso dedicado ao Teste Online da Bocconi: milhares de exercícios sobre as disciplinas do teste para chegar bem preparado para a prova de admissão. Baixe o aplicativo thefaculty: https://thefacultyapp.com/percorsi/66... Talentos Inspiradores e uma série que tem como objetivo revelar a carreira de talentos que estudaram na Itália na Universidade Bocconi em Milão.Mauro Mantica administrou com sucesso uma agência de comunicação e uma escola de design no Brasil. Mas sua paixão sempre foi a economia. Por isso em 2016 fundou o blog Update Brazil, que continua sendo uma referência internacional de destaque para análises sobre questões econômicas brasileiras. Seu profundo conhecimento do mercado brasileiro e do panorama econômico tornou-o uma fonte confiável de análises e expertise.Mauro também atuou como líder da Comunidade de Ex-Alunos da Bocconi de São Paulo de 2019 a 2023.Depois ter estudado Economia Politica na Bocconi no final dos anos '80, volta às salas de aula de sua universidade para nos contar o que ele aprendeu na prática nos seus 20+ anos de experiência no Brasil !Quer se MUDAR para ITÁLIA ? Aproveite nosso curso sobre como escolher a cidade italiana onde investir e morar: https://hotmart.com/pt-br/marketplace...
Nesta semana, o cenário econômico ganha atenção redobrada com inflação no Brasil e nos EUA, pressão sobre os juros, câmbio, petróleo e os impactos diretos no agronegócio. O episódio traz uma leitura estratégica dos principais indicadores da semana e como eles podem afetar investimentos, produção e mercado. Além disso, o podcast aprofunda temas que estão movimentando o país, como o debate sobre a escala 6x1, informalidade no mercado de trabalho e as oportunidades gigantescas que estão surgindo com biodiesel, etanol de milho e biocombustíveis. Uma análise direta, provocativa e essencial para quem quer entender o presente e enxergar o futuro do agro e da economia brasileira. ➡
O Brasil está bem visto lá fora, e o agro tem tudo a ver com isso. Na Agrishow, o Fala Carlão recebeu José Ramos Rocha Neto, Vice-Presidente do banco, para uma análise do cenário econômico e do setor. Ele apontou sinais de atenção, destacou culturas em trajetória positiva e trouxe uma leitura estratégica de quem acompanha os indicadores de perto. A conversa passou ainda pela atuação do Bradesco no agro, com foco em presença, conhecimento da operação e tecnologia como ferramentas para melhorar o dia a dia de produtores e empresas do setor.
PodCast do Grupo de Conjuntura IE - UFRJCenários internacionais e a economia brasileiraParticipam: Antonio Licha, Francisco Eduardo Pires deSouza e Margarida Gutierrez.
O novo episódio do podcast da Ecoagro, apresentado pelo economista Antonio da Luz, traz uma análise profunda e atual do cenário macroeconômico com foco no agronegócio, destacando os principais movimentos que devem impactar investidores e produtores nos próximos dias. Em uma semana marcada por indicadores relevantes, o destaque vai para a queda recente do preço do petróleo, que pode abrir espaço para um possível corte na taxa de juros na próxima reunião do Copom, ainda cercado de incertezas ligadas ao cenário internacional. O episódio também explora a dinâmica das transações correntes, o papel do investimento estrangeiro direto no equilíbrio cambial e os riscos de desequilíbrios econômicos, trazendo comparações importantes com crises recentes, como a da Argentina. Antonio da Luz faz um alerta contundente sobre o comportamento do investidor brasileiro, criticando a preferência por apostas em detrimento da construção de patrimônio via mercado de capitais. No cenário interno, a análise ganha ainda mais peso ao abordar o grave problema fiscal brasileiro, evidenciado pelo PLDO e pelas projeções de dívida pública, além de críticas à condução política e econômica do país em um contexto pré-eleitoral. O episódio também percorre dados relevantes sobre inflação, atividade econômica, consumo, além de um panorama internacional envolvendo Estados Unidos e China, destacando desacelerações, pressões inflacionárias e mudanças estratégicas nas grandes economias globais. Com uma leitura clara, crítica e fundamentada, o podcast oferece insights essenciais para quem deseja entender os rumos da economia e tomar decisões mais conscientes no agro e nos investimentos. ➡
No episódio, Ana Frazão conversa com Luiz Fernando de Paula, que foi Professor Titular da Faculdade de Ciências Econômicas da UERJ e Presidente da Associação Keynesiana Brasileira (2009-2013), sendo atualmente Professor do Instituto de Economia da UFRJ e Professor Voluntário do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da UERJ. O professor Luiz Fernando explica as razões que o levaram a escrever o livro “Economia Brasileira na Encruzilhada” a partir das influências do pós-keynesianismo e estruturalismo. A partir daí, o professor explica as razões pelas quais a economia brasileira parou de crescer, assim como os desafios a serem enfrentados para a retomada do crescimento e do desenvolvimento.
No episódio de hoje, a economista Luíza Pinese conversa com Caio Megale, economista‑chefe da XP, e Rodolfo Margato, economista da XP, sobre as mudanças nas projeções macroeconômicas após a divulgação do relatório Brasil Macro Mensal.Ao longo do episódio, os economistas explicam como a persistência do conflito no Oriente Médio levou a uma revisão do cenário para inflação, taxa de câmbio e taxa Selic. Eles também discutem a incorporação de um viés de baixa para a atividade econômica.Leia o relatório completo em: https://conteudos.xpi.com.br/economia/brasil-macro-mensal-combustivel-para-a-inflacao/.
No episódio da semana, o economista Antonio da Luz analisa o cenário macroeconômico e o impacto do crédito no Brasil, mostrando que a crise não está apenas no agro, mas em toda a economia. Apesar do aumento da inadimplência no setor, os dados revelam que empresas e famílias enfrentam uma situação ainda mais crítica, com alto endividamento e juros elevados. O podcast destaca que o principal problema está no desequilíbrio fiscal, que faz o governo absorver grande parte do crédito disponível, encarecendo o dinheiro para o setor produtivo. Além disso, a economia brasileira segue em desaceleração, com inflação pressionada e pouca margem para queda de juros. Por fim, Antonio desmistifica a dependência do Brasil em relação à China, mostrando que o agro tem ampliado sua presença em diversos mercados globais. A mensagem central é clara: o agro continua sendo um setor resiliente e estratégico, mesmo diante de um cenário econômico desafiador. ➡
PodCast do Grupo de Conjuntura IE - UFRJ"Perspectivas para economia brasileira em 2026Participam: Antonio Licha, Francisco Eduardo Pires deSouza e Margarida Gutierrez.https://youtu.be/j5tBBXeSpt4
Neste episódio explicamos a decisão mais recente do Copom, que ajustou a taxa básica de juros para 14,75%. Recebemos o analista de investimentos da Sicredi Conexão, Fernando César Lemos, que detalha as mudanças e próximas tendências. Dê o play e confira!
O episódio desta semana revela como a trajetória dos juros no Brasil tem influenciado o crédito, os investimentos e o ritmo de crescimento das empresas e propriedades rurais, além de mostrar como fatores externos, como a alta do petróleo e tensões globais, podem pressionar ainda mais a inflação e dificultar a queda da taxa Selic. Ao longo do episódio, Antonio da Luz explica o que está por trás das decisões do Banco Central, o que o mercado financeiro já está precificando e por que há cada vez mais incerteza sobre o futuro econômico do país. O conteúdo também desmistifica a ideia de que a crise está concentrada no agro, evidenciando que o endividamento, a inadimplência e os desafios econômicos são generalizados, atingindo diferentes setores e famílias brasileiras. Se você atua no agronegócio, investe ou precisa tomar decisões estratégicas, este episódio entrega insights valiosos que normalmente ficam restritos a grandes bancos e investidores, ajudando você a entender o cenário atual e se preparar para o que vem pela frente. ➡
O Brasil realmente é um país rico e desigual… ou simplesmente um país pobre que insiste em tomar decisões erradas?Neste episódio do Market Makers, Thiago Salomão conversa com Leo Siqueira, economista, doutor em economia e deputado estadual, sobre os verdadeiros problemas da economia brasileira.A conversa aborda temas polêmicos como:-gasto público-responsabilidade fiscal-escala 6x1-super salários no funcionalismo-Bolsa Família-produtividade brasileira-por que o Brasil cresce tão poucoLeo também explica como funciona a política por dentro e por que mesmo sabendo o que precisa ser feito, o Brasil continua repetindo os mesmos erros.Baixe agora o eBook "AS 7 MUDANÇAS ESTRUTURAIS DA BOLSA QUE VOCÊ NÃO PODE IGNORAR". É uma cortesia do M3 Club, comunidade de investidores do Market Makers. Link: https://lp.mmakers.com.br/ebook-mudancas-estruturais-bolsa?xpromo=descytre2m3c
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A economia brasileira cresceu 2,3% em 2025 e alcançou 12 trilhões e 700 milhões de reais com o produto interno bruto, que é a soma de todas as riquezas produzidas pelo país. Mesmo com desaceleração em relação ao ano anterior, o resultado de 2025 ficou dentro do esperado e marca o quinto ano seguido de crescimento. O resultado foi puxado principalmente pela agropecuária, que avançou 11,7%. Os serviços cresceram 1,8%, enquanto a indústria avançou 1,4%. A ministra do Planejamento, Simone Tebet, destacou que o país tem conseguido superar desafios internos e externos e manter a economia em crescimento. E ainda: General iraniano ameaça aliados dos EUA com ataques no Oriente Médio.
A tensão entre Estados Unidos e Irã atinge o terceiro dia de confrontos diretos, colocando o mundo em alerta máximo para uma escalada sem precedentes no Oriente Médio.O que começou com ataques cirúrgicos evoluiu para uma mobilização militar massiva, com repercussões imediatas nos mercados globais.Discutimos as consequências geopolíticas dessa disputa e como o tabuleiro de alianças — envolvendo Rússia e China — pode transformar um conflito regional em uma crise de proporções globais.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Guerra #EUA #Irã #OrienteMédio #Petróleo #Geopolítica #Mundo #Economia #Conflito
Ouça o que movimentou o mercado nesta quinta-feira.
Em meio a uma semana encurtada por feriados no Brasil, nos Estados Unidos e na China, o debate econômico ganhou intensidade ao invés de desacelerar: enquanto parte do país discute a redução da escala 6x1 como se fosse um avanço civilizatório automático, os dados da PNAD mostram uma realidade muito mais complexa — de 2012 a 2025, o Brasil ampliou sua força de trabalho, mas viu crescer de forma mais acelerada o contingente de trabalhadores por conta própria e sem carteira assinada, revelando um processo claro de desformalização; hoje, mais da metade da população ocupada não está sob o regime formal que seria diretamente impactado por mudanças na legislação trabalhista, o que levanta uma pergunta incômoda: estamos discutindo a cereja do bolo enquanto ignoramos o bolo inteiro? Ao mesmo tempo, os indicadores recentes confirmam desaceleração no varejo, resiliência nos serviços, inflação ainda pressionada no Brasil e mercado de trabalho aquecido nos EUA, reforçando que o cenário global exige responsabilidade fiscal — tema que ganhou destaque com o alerta internacional sobre a chamada “brazilificação”, expressão usada para descrever economias presas a juros elevados e fiscal frágil. No agro, apesar de revisões otimistas para soja e estabilidade no milho, há inconsistências nos dados de arroz e preocupações no setor sucroenergético, enquanto Chicago sustenta preços firmes para grãos. O pano de fundo é claro: o Brasil ainda vive seu bônus demográfico, mas ele tem prazo de validade, e decisões populistas hoje podem custar caro entre 2045 e 2050, especialmente no campo previdenciário e fiscal; antes de importar modelos estrangeiros ou criar novas regras que não alcançam a maioria da força de trabalho, talvez seja hora de enfrentar as distorções estruturais que os próprios números já escancaram. ➡
No episódio de hoje, a economista Luíza Pinese conversa com Caio Megale, economista-chefe da XP, sobre os fatores que levaram ao aumento da projeção de PIB e à queda das projeções de inflação para 2026. Caio explica como o ambiente externo mais favorável, o choque positivo de oferta e a valorização do câmbio têm influenciado a dinâmica de preços e atividade no Brasil, além de discutir as expectativas para o início do ciclo de corte de juros. Eles também analisam os riscos para o segundo semestre, incluindo o impacto das eleições e a agenda fiscal.
A pirataria deixou de ser um crime invisível e se consolidou como uma ameaça concreta à economia brasileira. Em 2024, o mercado ilegal provocou prejuízos de quase R$ 470 bilhões, impactando diretamente empresas, empregos e a arrecadação de impostos, além de expor consumidores a riscos à saúde e à segurança. O setor de roupas e acessórios concentra as maiores perdas, mas os efeitos atingem diversos segmentos da economia. O crescimento desse tipo de crime é tema de uma série especial do Jornal da Record. Para explicar como atuam essas quadrilhas, os fatores que impulsionam o avanço da pirataria e as ações adotadas pelo poder público, o JR 15 Minutos entrevista Fernanda Avendanha, auditora fiscal da Receita Federal e chefe da Divisão de Vigilância e Repressão ao Contrabando e Descaminho da Receita Federal em São Paulo.
Neste episódio do Dedo no Pulso, referente à semana de 2 a 8 de fevereiro de 2026, o programa analisa uma agenda intensa de indicadores no Brasil e no exterior. No Brasil, destaque para o IGP-DI em deflação, IPCA da Fipe, balança comercial e produção industrial, que segue em desaceleração com expectativa de resultado negativo no primeiro trimestre. O Copom manteve a Selic em 15%, mas sinalizou início de flexibilização já em março, apontando maior confiança na queda da inflação e expectativas mais bem ancoradas. Nos Estados Unidos, foco no mercado de trabalho com Payroll, taxa de desemprego e pedidos de seguro-desemprego, além da decisão do Fed de manter juros. O episódio comenta também a indicação de Kevin Warsh para substituir Jerome Powell como chairman. Na Europa, saíram dados de varejo, IPP e PMIs. No Brasil, os números fiscais revelaram deterioração: dívida bruta em 78,7% do PIB, déficit primário de R$ 55 bilhões e pagamento recorde de R$ 1 trilhão em juros em 2025, equivalente a 7,9% do PIB. O episódio conclui com alerta sobre os impactos da política fiscal irresponsável, a pressão sobre juros e os riscos para o crescimento econômico, além da preocupação com a inadimplência no setor agro.
Thiago Salomão recebe Mansueto Almeida (economista-chefe do BTG Pactual) e Samuel Pessôa (pesquisador macro do BTG Pactual) para encarar a pergunta que ninguém quer responder em ano eleitoral: por que o Brasil convive com juros tão altos e um fiscal tão frágil?No papo, eles conectam a Selic alta, o juro longo do Tesouro, a dívida pública crescendo, e o peso do déficit nominal no preço do dinheiro. Mansueto mostra como o Brasil sai de um cenário de dívida perto de 50% do PIB para uma trajetória bem mais pesada, e explica por que a conta não fecha com despesa obrigatória dominando o orçamento.Samuel vai no ponto mais “careta” e mais incômodo: o juro sobe porque a economia roda com excesso de demanda sobre oferta, com produtividade fraca e regras que empurram gasto e consumo para cima. Eles debatem salário mínimo, indexações, arcabouço fiscal, o que pode acontecer em 2026 e por que o verdadeiro teste chega em 2027 (com o plano fiscal do próximo governo).No final, o episódio também passeia por temas globais que mexem com Brasil: Estados Unidos, dólar, tarifas, institucionalidade e IA, além de um olhar mais longo sobre produtividade, educação, demografia e crescimento.Você acha que o Brasil consegue encarar o ajuste fiscal em 2027 — ou vai empurrar com a barriga e pagar com juros ainda mais altos?
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Donald Trump e Gustavo Petro, presidente da Colômbia, conversam por telefone após trocas de acusações. Presidente norte-americano anuncia que pretende aumentar gastos com defesa do país. Governo americano anuncia saída de mais de 60 organizações internacionais. Em SP, tempestade provoca estragos e alagamentos. Vacinação contra dengue começa em Nova Lima (BH) no próximo dia 17.
Neste episódio, Antonio da Luz analisa em detalhes o cenário macroeconômico brasileiro e internacional, mostrando que a desaceleração da economia já era esperada por quem acompanha os indicadores em “câmera lenta”, com destaque para um PIB fraco sustentado essencialmente pelo agronegócio, que cresce acima de 10% e evita um resultado ainda pior. O apresentador chama atenção para o problema estrutural do Brasil — a baixíssima taxa de investimento e de poupança — e explica por que crescimento baseado em gasto público gera apenas “voo de galinha”, sem resolver a pobreza da maioria da população. Antonio da Luz também discute os impactos das decisões políticas recentes sobre câmbio, juros e Bolsa, compara a realidade brasileira com outros países e reforça o papel do agro como âncora do PIB, da balança comercial e do fluxo de dólares, mesmo em um ambiente doméstico mais fraco. ➡
Integrantes do Conexão Campo Cidade destacaram como o PIB do agro não reflete necessariamente em ganhos individuais para os agropecuaristas do país
A situação fiscal do país voltou ao debate após o novo relatório da Instituição Fiscal Independente , que aponta brechas nas metas fiscais, aumento dos gastos tributários e sinais de enfraquecimento do mercado de trabalho. Os alertas reforçam a preocupação com o ritmo da economia, especialmente às vésperas de 2026, ano eleitoral e tradicionalmente marcado por maior pressão sobre as contas públicas. Para explicar os riscos e as projeções, conversamos com Alexandre Andrade, economista e diretor da IFI. Acompanhe a entrevista.
Nos Estados Unidos, mercado aguarda publicação da ata do Comitê do FED
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Os recursos foram movimentados pelos visitantes internacionais entre janeiro e maio de 2025, o melhor resultado já registrado para o período. Os dados divulgados pelo Banco Central mostram crescimento de 13,7% em relação ao mesmo período do ano passado. Em maio, o crescimento foi de 5,7%.Sonora:
00:00 Desabafo histórico sobre o futuro do Brasil00:48 Quem é Rob Correa01:10 O que você vai aprender hoje01:34 O que está acontecendo02:56 A situação da economia brasileira05:01 Como isso impacta você07:06 O que fazer agora com seu dinheiro
Confira nesta edição do JR 24 Horas: O índice de atividade econômica do Banco Central apresentou um crescimento de 0,2% em abril. Este resultado representa uma desaceleração de meio ponto percentual comparado a março, que registrou um aumento de 0,7%. No acumulado do ano, a alta atinge 13,5%, enquanto nos últimos 12 meses, a expansão é de 4%. E ainda: Pix automático começa a funcionar de forma ampla, a partir desta segunda (16).
Segundo o IBGE, as altas na Agropecuária e nos Serviços contribuíram para o crescimento, com a indústria se mantendo estável após significativa recuperação. No acumulado dos últimos quatro trimestres, a economia brasileira registrou elevação de 3,5%.Sonora:
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A economia brasileira cresceu no primeiro trimestre deste ano. Segundo o IBGE, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país teve alta de 1,4%, na comparação com o quarto trimestre de 2024. Frente ao primeiro trimestre do ano passado, a alta foi de 3,5%. O resultado positivo foi puxado principalmente pelo bom desempenho da agropecuária, que cresceu mais de 12% no primeiro trimestre. E ainda: Termina nesta sexta o prazo para entrega da declaração do Imposto de Renda.
Convidada desta edição, Tatiana Pinheiro, economista-chefe e sócia da Galapagos Capital, conta por que o cenário para o país avançou mesmo com os juros no maior patamar em quase duas décadas e a ameaça de risco fiscal. Entre os Touros e Ursos da edição, o rebaixamento da nota de crédito dos Estados Unidos, a reação ao balanço do Banco do Brasil e a fusão entre Marfrig e BRF.
Tema de abertura de Claudio Zaidan no programa Bandeirantes Acontece.
No episódio, Ana Frazão conversa com Fabio Giambiagi, economista do BNDES desde 1984, com passagens pela assessoria econômica do Ministério do Planejamento, pelo IPEA e pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento em Washington. Além disso, foi professor da Faculdade de Economia e Administração (FEA-UFRJ) e da PUC-RJ e é autor de diversos livros, dentre os quais “A Vingança de Tocqueville. A importância do bom debate”.Na conversa, o professor Fábio Giambiagi explica porque, no seu entender, “a grande questão com a qual os defensores de reformas econômicas pro-mercado se defrontam no país é: como convencer a população de que um conjunto de políticas baseadas na forte presença do Estado na economia não darão certo, dado que essas políticas, no passado, levaram o país a se desenvolver rapidamente?”. Ao propor uma abordagem mais liberal, o professor demonstra as razões pelas quais o que funcionou no Brasil no pós-1930 por um tempo considerável não funciona mais hoje, o que seria a lógica pró-mercado que deveria prevalecer na atualidade e como se situa o debate entre ortodoxia econômica e heterodoxia. Para fundamentar suas opiniões, o professor demonstra como a economia é também política e como o liberalismo depende de alguns pressupostos, tais como a defesa das liberdades, da democracia, da plena vigência das instituições e da alternância de poder. Ponto alto da conversa diz respeito a saber como avançar no debate econômico no Brasil diante da excessiva ideologização e polarização, que obscurece o debate de ideias e faz com que os lados extremos sofram da mesma miopia.
00:00 Dia da Libertação Trump00:25 Novo Tarifaço Trump00:42 EUA Atacam Brasil01:04 Tarifas Trump02:02 Trump Perde a Paciência com o Brasil04:19 Governo Lula está Pessimista com Tarifaço04:38 Impacto na Economia Brasileira05:20 Governo Lula Pode Taxar de Volta06:18 Sua Opinião sobre as Tarifas de Trump07:02 Conclusão sobre Tarifaço de Trump
00:00 Trump vai anunciar tarifas de 25% sobre aço e alumínio00:17 Trump ovacionado no Superbowl01:24 Trump quer anexar o Canadá02:12 Trump abre o jogo sobre as tarifas03:03 Importações e Exportações do Brasil com a China03:47 Importações e Exportações do Brasil com os EUA04:15 Top 10 produtos mais exportados do Brasil para os EUA04:59 Impacto das tarifas de Trump na economia brasileira07:18 O que o Governo Lula vai fazer agora?09:38 Ferro e Minério de Ferro também serão taxados?10:40 Países que mais compram Ferro, Aço e Alumínio do Brasil11:31 A Cruzada contra o Woke13:37 O Colapso da Agenda Verde14:45 Conclusão
A projeção do organismo internacional é melhor inclusive do que a do próprio governo brasileiro, que em novembro projetou avanço de 3,3% do PIB em 2024. A previsão também está acima da estimativa do Banco Central, de 3,5%.
Ao longo dos próximos anos, 4 setores vão se destacar e puxar o crescimento econômico do país. Ouça e descubra quais são. #PraCegoVer Ricardo Amorim está em uma sala, vestindo uma camiseta polo azul marinho; ele fala sobre os setores fortes para 2025 #economiabrasileira #tecnologia #energiasrenováveis #agronegócio #desenvolvimento #oportunidades #crescimento #futuro #inovação #ricardoamorim #3m #industria #energia #agro #tecnologia Gostou do episódio? Avalie e mande o seu comentário aqui na plataforma. MINHAS REDES SOCIAIS: - Instagram: http://bit.ly/ricamnoinsta - Telegram: https://t.me/ricardoamorimoficial - Twitter: http://bit.ly/ricamnotwitter - Youtube: http://bit.ly/youtubericam - Facebook: http://bit.ly/ricamnoface - Linkedin: http://bit.ly/ricamnolinkedin E-MAIL Mande suas sugestões para marketing@ricamconsultoria.com.br COTAR PALESTRA: https://bit.ly/consulte-ricam CRÉDITOS: ricamconsultoria.com.br
Após um período de crescimento consistentemente mais forte do que as expectativas, temos agora grandes desafios, à medida que a confiança na economia brasileira despencou devido à deterioração das contas públicas e falta de um pacote de corte de gastos públicosa adequado. É imprescindível que o governo adote medidas fiscais muito mais contundentes para evitar que os ganhos dos últimos 4 anos sejam perdidos. O cenário para 2025 pode variar drasticamente, dependendo das decisões que forem ou não tomadas agora. #PraCegoVer Ricardo Amorim está em uma sala, vestindo uma camiseta polo azul marinho; ele fala sobre o ano chave para a economia brasileira #economiabrasileira #ajustefiscal #crescimento #desafios #inflação #taxasdejuros #confiança #futuro #políticafiscal #ricardoamorim #2m #governo #gastospublicos Gostou do episódio? Avalie e mande o seu comentário aqui na plataforma. MINHAS REDES SOCIAIS: - Instagram: http://bit.ly/ricamnoinsta - Telegram: https://t.me/ricardoamorimoficial - Twitter: http://bit.ly/ricamnotwitter - Youtube: http://bit.ly/youtubericam - Facebook: http://bit.ly/ricamnoface - Linkedin: http://bit.ly/ricamnolinkedin E-MAIL Mande suas sugestões para marketing@ricamconsultoria.com.br COTAR PALESTRA: https://bit.ly/consulte-ricam CRÉDITOS: ricamconsultoria.com.br
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