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Alexandre Garcia comenta o estrago feito pela falta de politização e por ideologias que ameaçam o progresso, a democracia e a paz.
Confira no Morning Show desta quarta-feira (30): O Brasil vem apresentando números contraditórios. Apesar do menor índice de desemprego no país, o nível de endividamento das famílias aumentou. Mesmo com mais pessoas trabalhando, pagar as contas ainda é uma dificuldade. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), vai analisar a decisão do ministro André Mendonça sobre a derrubada de publicações que relacionam o candidato Flávio Bolsonaro (PL) à uma suposta proposta com relação a Nossa Senhora. Apesar disso, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin adiou a discussão sobre o tema. O ministro Flávio Dino deixou a presidência da primeira turma do Supremo Tribunal Federal (STF). Quem assume o cargo da presidência agora é a ministra Cármen Lúcia. A Polícia Federal ouve Daniel Vorcaro e seu pai, Henrique Vorcaro, nesta quarta-feira (30). A polícia busca apurar informação sobre dois grupos que fariam parte da milícia do ex-banqueiro chamados “a turma” e “os garotos”. Mensagens do celular de Daniel Vorcaro apontam que o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), frequentava a casa do ex-banqueiro em Brasília. Os dados mostram, inclusive, que a última visita estava marcada para o dia em que Vorcaro foi preso. O ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino pediu uma investigação sobre os ataques a imagens religiosas que vêm sendo registrados em diferentes estados. O Procurador do Ministério Público de São Paulo (MPSP), Dr. Roberto Livianu, avalia a crise instaurada no Supremo Tribunal Federal (STF), e que se arrasta também para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Douglas Piovesan, acusado de ser um dos mentores do plano para sequestrar e assassinar Sérgio Moro, foi preso no Grajaú, na Zona Sul da cidade de São Paulo. Douglas estava foragido desde 2017, e também é acusado de outros crimes como assaltos a banco. Uma declaração dada pelo atual presidente Lula (PT) em ato de campanha em Belém do Pará gerou repercussão negativa. No evento, Lula falava sobre o exame de toque e a prevenção ao câncer de próstata, e ao traçar um paralelo entre os hábitos de saúde masculinos e femininos, a interpretação de uma das falas do atual presidente gerou repercussão negativa. O tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro manteve a decisão que barra a candidatura de Anthony Garotinho (Republicanos) ao governo. Apesar disso, Garotinho ainda terá foto e nome na urna. Se o indeferimento da candidatura prevalecer, os votos não serão considerando válidos. Roberto Justus senta no sofá do Morning Show e ajuda a entender como o Brasil pode apresentar um baixo índice de desemprego, e mesmo assim um dos maiores níveis de endividamento. Justus comenta sobre a crise na economia brasileira em meio às eleições. Justus critica a polarização política e afirma que “ninguém aguenta mais”. Ele pontua os impactos negativos que a briga entre direita e esquerda traz para o país. Um motorista de Taxi foi preso pelo crime de estelionato após cobrar cerca de R$ 30 mil de um torcedor argentino após uma corrida no valor de R$ 30,75. Em sua declaração o motorista afirmou ter pensado que o valor a mais teria sido uma “gorjeta”. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Este episódio teve o apoio e a colaboração do Instituto ClimaInfo.O Brasil tem uma das maiores reservas de terras raras do mundo. Também tem lítio, grafite, nióbio, níquel e outros minerais indispensáveis pra transição energética, pra inteligência artificial e pra indústria de defesa. Mas ter esses recursos no subsolo não transforma o Brasil automaticamente numa potência econômica nesses setores.A maior parte do valor não está na extração, mas nas etapas seguintes: na transformação dos minerais em insumos pra produção de baterias, ímãs e chips, por exemplo.O Brasil ainda não domina boa parte dessas etapas. Hoje, é a China que ocupa uma posição central no processamento desses minerais. E cada cadeia exige tecnologias, insumos, investimentos e competências específicos. O desafio pro Brasil, portanto, é decidir em quais etapas pode e deve competir.Esse é o principal argumento de Rosana Santos, diretora-executiva do Instituto E+ Transição Energética. Na conversa, ela comenta a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos, que foi sancionada pelo presidente Lula pouco depois da gravação do episódio. Às vésperas das eleições, em meio ao debate sobre soberania nacional, essa conversa mostra que o Brasil ainda tem trabalho técnico e estratégico pra fazer antes de fechar parcerias com empresas ou governos.Para entrar em contato, escreva para: podcast@economiadofuturo.com
No Bate-Pronto desta terça-feira (29), o destaque é a vitória da Seleção Brasileira sobre a Austrália. O Brasil conseguiu o resultado positivo, mas o desempenho da equipe gera debate: a Seleção convenceu sob o comando de Carlo Ancelotti? O programa analisa a atuação, os principais momentos da partida e as escolhas do treinador, além dos impactos das Datas FIFA para os clubes.A atração também repercute a situação de Arrascaeta, que vai passar por cirurgia após sofrer uma fratura. O programa debate o impacto da ausência do meia para o Flamengo e os desafios do Rubro-Negro na sequência da temporada, além das consequências das lesões durante o período de Data FIFA.Outro assunto em pauta é o posicionamento dos dirigentes sobre as restrições às apostas esportivas no Brasil e as possíveis implicações financeiras para os clubes. Confira toda a repercussão, as análises e as principais notícias do futebol no Bate-Pronto!
Ep.48 | DDV Classics
O Brasil vive uma epidemia de burnout, e os afastamentos relacionados à síndrome do esgotamento profissional vêm aumentando nos últimos anos, segundo dados da Previdência Social. Esse cenário é resultado da exposição cada vez maior ao estresse crônico no ambiente de trabalho. Taíssa Stivanin, da RFI Brasil em Paris Quais fatores podem levar à exaustão? O pesquisador brasileiro Ricardo Bertoni Pompeu, da Faculdade de Ciências Aplicadas da Unicamp (SP), interessou-se por um deles em particular: a falta de reconhecimento profissional e seu impacto na saúde mental dos trabalhadores. O estudo inédito, que ganhou destaque no Jornal da Unicamp (Universidade de Campinas), resultou na tese de doutorado “Reconhecimento no ambiente de trabalho: indo além da Justiça Organizacional”. A pesquisa traz vários depoimentos de assalariados de diferentes setores sobre a exposição contínua a riscos ocupacionais que levaram ao adoecimento. Assédio, presenteísmo, metas inalcançáveis, estagnação, falta de recursos, perspectivas ou invisibilização: a lista é longa na mesma proporção dos estragos que provoca na saúde dos trabalhadores. Segundo o pesquisador, sua inspiração veio principalmente da convivência com seus alunos da Fatec (Faculdade de Tecnologia de Americana), no interior de São Paulo. A maioria deles, de famílias de baixa renda, estuda e trabalha. “Eles estudam e trabalham exaustivamente, mas são sempre cobrados por aquilo que não fazem. Não basta o que já estão fazendo, pois sempre deveriam fazer mais, além do que recebem e do que lhes é pago. O reconhecimento é como se fosse um eterno devir, mas que nunca chega. Ouvem muito esse discurso de ‘sair da zona de conforto'. Mas o que significa isso? Pelos relatos, ninguém se sente confortável!” O estudo se baseia na Teoria do Reconhecimento, do filósofo alemão contemporâneo Axel Honneth, e na Psicodinâmica do Trabalho, do psiquiatra francês Christophe Dejours, que tem vários livros sobre o tema lançados na França. “Honneth fala sobre luta por reconhecimento. Dejours conhece os efeitos negativos que isso causa e explica como o corpo se molda a esse sofrimento para conseguir lidar com ele.” Segundo Ricardo, o psiquiatra francês introduz o conceito de trabalho real, que é o esforço invisível para executar uma tarefa. “Para eu fazer um relatório, por exemplo, não basta sentar na frente do computador, pegar os dados, preencher e concluir. Há um esforço cognitivo. Como vou fazer esse relatório? Quais dados vou colocar? Com que profundidade? Há também um esforço físico. Estou sentado aqui, a cadeira me incomoda, a luz me incomoda, o próprio computador, os óculos. Tenho de lidar com tudo isso”, exemplifica. Mas não é só, explica o pesquisador. “Há também um esforço afetivo, porque não posso fazer o meu trabalho exatamente do jeito que quero. Quando elaboro esse relatório, se começo a incluir elementos que podem complicar a vida de outros colegas, não por causa dos dados em si, mas da própria estrutura do trabalho, surge um problema”, diz. Há ainda o esforço emocional, gerado pela raiva, pela desilusão e pela frustração encontradas diante de dificuldades na execução do trabalho. “Existe também um esforço psíquico, aquele sentimento de dúvida: ‘Está bom o suficiente?', ‘O que os outros vão pensar?', ‘Ainda vão me considerar competente depois de ler este relatório?'. Veja a quantidade de esforço envolvida. Isso é o chamado trabalho real: as pessoas são mensuradas nas organizações pelo trabalho prescrito, pelo resultado, mas não por esse esforço. E esse trabalho invisível adoece as pessoas.” 'Aberrações' organizacionais Os 18 entrevistados ouvidos pelo pesquisador brasileiro tinham entre 20 e 40 anos e trabalharam em diferentes setores. Os relatos, verificados, ilustram o funcionamento tóxico de algumas empresas, sem que os próprios gestores muitas vezes se deem conta das situações abusivas. É o caso de um dos participantes da pesquisa, um vendedor que, na tentativa de ser promovido, aceitou reduzir sua própria renda. Ele abriu mão de comissões e acabou se endividando para se enquadrar no salário do cargo de subgerente que, sem as comissões, era menor. Mas a empresa acabou contratando outra pessoa para a vaga, e o jovem ainda foi incumbido de treiná-la. O episódio o afetou a tal ponto que ele passou a apresentar gagueira, ansiedade e outros sintomas. Essas e outras histórias levaram Ricardo a identificar duas novas patologias organizacionais: a contingencialidade e a disjuntividade. “A contingencialidade transforma o trabalhador em uma espécie de ‘just in time' humano. Assim como a matéria-prima chega exatamente quando a empresa precisa dela, o trabalhador é convocado apenas para atender às demandas imediatas da organização, sem que sua vida pessoal, seus estudos, seus projetos, suas expectativas ou suas necessidades sejam considerados”, diz. “O que importa é estar disponível naquele momento, da forma exigida. Depois de utilizado, o trabalhador pode ser descartado com a mesma facilidade. Por isso, a figura do ‘colaborador' é reveladora: ele colabora enquanto é útil e, quando deixa de ser necessário, é deixado de lado. A empresa invade seu tempo, interfere em sua vida familiar e em seus planos pessoais, mas trata você como um recurso temporário, mesmo quando possui vínculo permanente de trabalho.” Apagamento da história profissional A disjuntividade está ligada ao rompimento da temporalidade e ao apagamento da história do trabalhador, e apenas o desempenho imediato é importante. “Com isso, torna-se impossível construir uma trajetória reconhecida dentro da empresa. O trabalhador descreve o que faz diariamente, mas não consegue narrar sua própria história, porque sua experiência acumulada deixa de ter relevância”, explica. “A contingencialidade e a disjuntividade são patologias estruturais do mundo do trabalho contemporâneo: não decorrem da ‘maldade de gestores' ou de empresas específicas, mas de uma lógica de organização que tende a produzir sofrimento e adoecimento em diferentes setores, da educação à indústria, dos serviços às startups.” Novas normas contra riscos ocupacionais Desde 26 de maio de 2026, as empresas brasileiras estão submetidas à obrigação de identificar, avaliar e gerenciar fatores de risco psicossociais no âmbito do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR). A medida exige que as organizações considerem aspectos relacionados à organização do trabalho, como metas abusivas, jornadas excessivas, sobrecarga de tarefas, cobranças desproporcionais e situações de assédio moral ou sexual. O objetivo é reduzir o adoecimento mental, promover ambientes de trabalho mais saudáveis e incorporar esses riscos aos processos de gestão e prevenção já previstos pela NR-1. A norma foi criada em 1978 e estabelece disposições gerais sobre o ambiente de trabalho e a gestão dos riscos ocupacionais. Para o pesquisador brasileiro, que é cético em relação aos benefícios da regulamentação, é importante que exista um canal de denúncia para os trabalhadores. Ele também compartilha a opinião do psiquiatra francês Christophe Dejours, que comentou a regra em uma de suas visitas ao Brasil. “A tendência é que muitas empresas produzam documentação para se defender de eventuais fiscalizações, e não necessariamente para melhorar o ambiente de trabalho. Elas mostram que cumprem o que a legislação exige, mas isso pode acabar servindo mais como proteção institucional do que como instrumento de prevenção do sofrimento psíquico.” De acordo com os gestores, os problemas de adoecimento e afastamento tendem a ser tratados como questões individuais, e não como resultado da organização do trabalho. “Pelo que conheço da realidade brasileira e pelos relatos que recebo de alunos, é provável que muitos cursos e iniciativas de adequação tenham um caráter mais formal do que efetivo. Talvez haja exceções, mas, justamente por serem exceções, elas ganharão destaque. Tenho dúvidas de que esse tipo de mudança se torne rotina nas empresas, infelizmente.”
Uma coalizão liderada pelos Estados Unidos e formada por países da América Latina e do Caribe assinou, recentemente, um acordo para designar formalmente as facções narcotraficantes como "ameaças compartilhadas". O acordo do chamado "Escudo das Américas" colocou 24 grupos na lista de organizações que os países pretendem tornar alvo de sanções. Entre os grupos estão o PCC, Primeiro Comando da Capital, e o CV, Comando Vermelho. Para discutir esse tema, o JR 15 Minutos recebe Carolina Pedroso, professora de Relações Internacionais da Unifesp e especialista em América Latina.
Pílula de cultura digital para começarmos bem a semana
O Brasil fará ainda mais um treinamento, na segunda-feira, antes da definição da equipe. Brasil e Austrália voltam a se enfrentar nesta terça-feira, às 7h10 (de Brasília), em Brisbane. No próximo dia 3 de outubro, a Seleção encara a Índia, em Calcutá, no encerramento da Super Data FIFA.
A uma semana da primeira volta das presidenciais, vamos medir a temperatura política no Brasil. Conhecemos nesta edição os vencedores do Prémio Gulbenkian para a Humanidade. Edição de José Guerreiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Conheça os motivos que estão levando investidores e empresas ao Paraguai, praticamente fugindo do Brasil.
JK Cast #274 - O Fim das Bets, Endividamento Recorde das Famílias, O Brasil está Quebrado?
No 3 em 1 desta quinta-feira (24), o destaque foi que o senador e candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) voou em um avião da empresa do ex-dono do Banco Master Daniel Vorcaro. A mesma aeronave foi utilizada pelo Ministro Alexandre de Moraes meses depois. O senador afirma que na época a aeronave pertencia a outra pessoa. Reportagem Bruno Pinheiro. Em agenda no Rio de Janeiro, o presidente Lula (PT) voltou a criticar o seu principal adversário na corrida presidencial, o senador Flávio Bolsonaro (PL) sobre sua relação com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Lula afirmou que o “amigo do presidente é o povo”, e também disse que não cabe representante de milicianos no Planalto. Reportagem: André Anelli. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) realizou uma operação contra o desembargador Newton Ramos, citado nas mensagens do celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro como integrante da ‘Turma do KN'. A equipe do CNJ irá investigar a atuação do desembargador em processos envolvendo o setor de Álcool e Açúcar, onde o Banco Master teria se beneficiado em bilhões de reais. O ministro da Fazenda Dario Durigan afirma que a empresa Entre, envolvida no financiamento do filme Dark Horse, recebeu dinheiro do crime organizado e também do Banco Master. A declaração foi dada após a terceira fase da operação Carbono Oculto. Reportagem: Misael Mainetti. A equipe de defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou atrás de um pedido de suspensão da pena feio ao Supremo Tribunal Federal. A desistência ocorreu sob justificativa que o pedido teria sido enviado ao Supremo sem a concordância da equipe. Dois advogados que integravam a defesa deixaram o caso do ex-presidente. Reportagem: Karine Hillary. Em encontro histórico, o presidente dos Estados Unidos Donald Trump se reuniu com o líder chinês Xi Jinping na Casa Branca. Após o encontro os presidentes afirmaram que apesar da rivalidade, não são inimigos, e estão dispostos a cooperar para um futuro comum. O Partido dos Trabalhadores (PT) pediu que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) investigue o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro e seu irmão Eduardo Bolsonaro. O partido suspeita de uma suposta articulação com o governo americano para interferir nas eleições brasileiras. Reportagem: Karine Hillary. O Partido Progressistas (PP) deve apoiar o senador candidato Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno das eleições para a Presidência da República. O Presidente do partido Ciro Nogueira já teria sinalizado a decisão para aliados. Reportagem: Misael Mainetti. O candidato à Presidência Renan Santos (Missão) foi desconvidado do último debate com presidenciáveis. Além de Renan Santos, o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (NOVO) também não foi convidado. A ausência dos dois candidatos aumenta a chance da participação de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Uma nova pesquisa do instituto PoderData/Aya traz um cenário de empate técnico entre o atual presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) tanto no primeiro quanto no segundo turno. No segundo turno, Flávio aparece com 46% das intenções enquanto Lula pontua 45%. Após o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin assumir as relatorias do Caso Master e INSS, ainda não foi encontrado algum ministro para assumir. Entre as opções em discussão está manter o ministro André Mendonça ou redistribuir os processos. O advogado Geral da União Jorge Messias e o Senador e coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) Rogério Marinho (PL) protagonizaram uma discussão nas redes sociais sobre o Caso Mater. Reportagem André Anelli. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
No Bate-Pronto desta sexta-feira (25), o destaque é o empate da Seleção Brasileira com a Austrália em amistoso. O Brasil teve uma atuação abaixo do esperado, não conseguiu se impor diante dos australianos e deixou o campo com muitas dúvidas neste novo ciclo sob o comando de Carlo Ancelotti.O programa analisa o desempenho da Seleção, os principais momentos da partida e as escolhas do técnico italiano. A equipe também debate os problemas apresentados pelo Brasil e questiona: foi um vexame?Confira toda a repercussão, as opiniões e as análises sobre a atuação da Seleção no Bate-Pronto!
O Brasil já enfrentou mudanças profundas nas regras de publicidade e exploração de atividades ligadas ao esporte. Nos casos dos cigarros e dos bingos, diferentes leis estabeleceram prazos, datas de encerramento e períodos de adaptação.Agora, com o debate sobre uma possível proibição das bets, surge uma questão semelhante: o que acontece com os contratos assinados durante a vigência de uma regulamentação criada pelo próprio Estado?Neste vídeo, reconstituímos essa história e mostramos como o Brasil tratou as transições nos casos dos cigarros e dos bingos, antes de chegar ao atual modelo regulado das apostas esportivas.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @SiteSerFlamengoINSTAGRAM I @SiteSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #Bets
Está no ar mais um episódio do podcast Economistas! A fragmentação do comércio, as disputas tecnológicas, as mudanças no sistema financeiro internacional, a transição energética e a inteligência artificial estão redesenhando as relações econômicas entre os países. Mas como o Brasil pode se posicionar diante destas transformações? O economista André Roncaglia, diretor-executivo do Fundo Monetário Internacional, falou sobre o assunto e analisou os efeitos dessas transformações. Ao analisar a situação do Brasil, Roncaglia apontou oportunidades relacionadas à atração de investimentos de longo prazo, ao aumento dos fluxos de recursos para mercados emergentes e à transição ecológica. Para ele, o aproveitamento dessas oportunidades depende de condições internas que permitam transformar investimentos, recursos naturais e energia em maior capacidade produtiva, tecnologia, empregos e renda.
O Brasil pode adotar o modelo de times B utilizado no futebol europeu? A partir da proposta de Guilherme Bellintani, Fred Figueiroa e Cassio Zirpoli discutem a criação de equipes reservas no futebol brasileiro, seus possíveis benefícios e os desafios para sua implementação. O programa também relembra clubes filiais e times B históricos, como o […]
De Brusque para o Brasil | #podcast #empreendedorismo #podcastbrasilNeste episódio do EmpreendaCast, Gustavo Passi recebe Jerônimo Silva, da Alfabetizei Franquias, para uma conversa sobre educação, empreendedorismo e inclusão. Jerônimo conta como uma metodologia de alfabetização se transformou em um modelo de franquias, explica o Método das Cores e fala sobre diferentes formas de aprendizagem, jogos educativos, tecnologia e os desafios de empreender com propósito no mercado de educação.
A orientação é fortalecer a campanha da coligação "O Brasil Pronto Pra Mais" em todo o país com carreatas, caminhadas, adesivaços e atos públicos.Sonora:
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta terça-feira (22), durante a abertura da Assembleia Geral da ONU, a soberania do Brasil e a não interferência externa em assuntos internos. Lula afirmou que o país “não cabe no quintal de ninguém” e criticou a ingerência externa em processos eleitorais.O discurso ocorreu em meio à tensão diplomática entre Brasil e Estados Unidos e à reta final da eleição presidencial, marcada para 4 de outubro. Lula também criticou as tarifas impostas pelo governo Donald Trump e abordou temas como combate ao crime organizado, meio ambiente, inteligência artificial, comércio internacional e defesa do multilateralismo.
Investir no exterior ficou mais simples. Com a Remessa Online, você envia recursos para sua corretora internacional de forma prática, segura e acessível. Baixe o app e diversifique seus investimentos. [Patrocinado]Nesta edição:Lula alerta na ONU contra interferência externa na eleição, falando logo antes de TrumpNovo Nordisk oferece Wegovy ao SUS com 59% de desconto, enquanto o governo promete de graçaEstudo em 41 países mostra que empresas com IA contratam mais sêniores e menos jovensA On, marca suíça de tênis ligada a Roger Federer, anunciou plano de crescer até 19% ao ano e entrar no futebol com Kylian Mbappé e Thierry Henry. O paradoxo: desde o IPO, a empresa mais que quadruplicou as vendas, mas a ação vale menos do que no primeiro dia. Explicamos o ceticismo do mercado com o setor de tênis, a primeira recompra de ações da empresa, a tecnologia de robôs que pulverizam calçados e por que o futebol, dominado por Nike e Adidas, é a aposta mais arriscada da marca.No segundo bloco, o Citi diz que o El Niño virou Super El Niño, com o Pacífico quase 3 °C acima do normal. O Brasil é o país mais exposto na energia, com a geração hidrelétrica muito abaixo da média e a demanda por refrigeração em alta. Mostramos o impacto no preço de café, açúcar, óleo de palma e cacau, na logística dos rios, nos vizinhos da América Latina, e por que o fenômeno virou um risco para os juros.
Entre no Gabinete do Investidor: https://store.mmakers.com.br/gabinete-investidor-gdi01/pagamento/?xpromo=MI-GDI01-YT-DESCRICAO-X-20260915-DESC-MM-XCanetas emagrecedoras no SUS, aumento do Bolsa Família, mais recursos para o Minha Casa, Minha Vida: o que está por trás das novas medidas anunciadas pelo governo Lula às vésperas da eleição? E qual pode ser a conta para a economia brasileira depois de 2026?Neste episódio do Market Makers, Thiago Salomão e Leopoldo Rosa recebem José Dezene Jr. e Ivo Chermont para analisar a reta final das eleições de 2026 pela ótica da política e do mercado financeiro.Nos últimos dias, o governo anunciou uma atualização de 15,04% no Bolsa Família, levando o benefício mínimo para R$ 691 a partir de outubro; o FGTS recebeu suplementação de R$ 500 milhões para subsídios habitacionais das faixas 1 e 2 do Minha Casa, Minha Vida; e o Ministério da Saúde afirmou que trabalha para disponibilizar canetas emagrecedoras no SUS, após estudos e definição de protocolo clínico.A grande discussão é: essas decisões são apenas políticas públicas sendo ampliadas ou o calendário eleitoral também pesa? E, independentemente da motivação política, quais são os possíveis efeitos sobre gastos públicos, risco fiscal, inflação, Selic, dólar e Bolsa?José Dezene Jr. analisa o tabuleiro político, as eleições e as decisões de Brasília. Ivo Chermont entra na consequência econômica: qual é o limite para novos gastos, o que o mercado está precificando e que cenário pode ficar para 2027?A política consegue impulsionar a economia antes da eleição sem aumentar os problemas fiscais depois dela?Conheça a Hoteis.com: www.hoteis.com/product/business
O Brasil está vivendo uma transformação profunda, e compreender esse movimento exige coragem para buscar a verdade. Dr. Thiago Vieira e Victor Lucius, da Brasil Paralelo ( @brasilparalelo ) revelam os bastidores de “O Brasil Evangélico” e conversam sobre fé, cultura, política, liberdade religiosa e o crescimento da presença evangélica na sociedade. Uma conversa fascinante que mostra como diferentes denominações podem preservar suas particularidades sem perder a unidade em Jesus Cristo.A conversa também traz uma reflexão poderosa sobre propósito, chamado e ansiedade. Em uma geração cercada pela pressa e pelas distrações, estar verdadeiramente presente pode ser o primeiro passo para voltar a ouvir a voz de Deus. Prepare-se para repensar suas prioridades, aprofundar sua fé e compreender como amor, verdade e conhecimento podem transformar pessoas e, por consequência, uma nação inteira.00:00:00 - Uma jornada de fé, transformação e reencontro00:02:13 - Apresentação de Victor Lucius e Dr. Thiago Vieira00:04:00 - A Brasil Paralelo é partidária ou de direita?00:06:54 - O que é a verdade absoluta?00:08:57 - O chamado de Thiago para defender as igrejas00:13:35 - A diferença entre propósito, chamado e vocação00:16:31 - O que impede esta geração de viver seu propósito00:20:04 - Ansiedade, distrações e a voz de Deus00:22:14 - Como a Brasil Paralelo transforma mentalidades00:28:02 - Como nasceu o documentário “O Brasil Evangélico”00:38:10 - Unidade, diversidade, política e fé evangélica00:48:31 - Amor, generosidade e os valores cristãos00:58:17 - Como o documentário transformou Victor Lucius01:02:15 - O futuro da fé e da influência cristã no Brasil
NESTA EDIÇÃO. Entre os destaques do primeiro dia da ROG.e: a renovação do interesse pela exploração no Brasil, além de discussões sobre imposto de exportação, gas release e combate a fraudes nos combustíveis. Petróleo tem alívio e opera abaixo dos US$ 100 o barril. Leilão de gás da União: condições permitirão à PPSA ofertar a molécula a cerca de US$ 5 o milhão de BTU, segundo presidente da estatal. Os pedidos dos agentes para os primeiros leilões de baterias do país. ***Locução gerada por IA
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (19): O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta sexta-feira que o reajuste de 15,04% nos valores do Bolsa Família anunciado pelo governo não viola as restrições impostas pela legislação eleitoral. O ministro acolheu pedido apresentado pela Advocacia-Geral da União (AGU) e reconheceu a legalidade da correção dos benefícios em ano de eleição. Na decisão, Gilmar afirmou que o aumento corresponde à recomposição da inflação acumulada e não representa ganho real aos beneficiários. O ministro também destacou que o decreto editado pelo governo não cria um novo benefício, não altera os critérios de elegibilidade nem amplia o universo de famílias atendidas pelo programa. Reportagem: André Anelli. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve dedicar parte do discurso na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), na próxima terça-feira (22), a fazer uma defesa da soberania brasileira e a criticar o que avalia serem tentativas externas de interferência no processo eleitoral do Brasil. Segundo auxiliares do presidente, o texto a ser lido por Lula ainda não está fechado, mas haverá menções à importância da democracia, a exemplo do que ele fez no ano passado. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Natalia Fingermann, professora de relações internacionais da ESPM. Reportagem: Fabrizio Neitzke. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu, nesta quarta-feira (16), cortar a taxa básica de juros da economia em 0,25 ponto percentual, reduzindo a Selic de 14% para 13,75% ao ano. Este é o quinto corte consecutivo da taxa básica de juros da economia. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Rodrigo Simões, economista e professor da Faculdade do Comércio de SP. Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (18) mostra que 48% dos eleitores brasileiros não confiam no Supremo Tribunal Federal (STF), o maior índice de desconfiança da Corte desde o início da série histórica, em 2012. Com o resultado, o STF aparece, numericamente, como a instituição com maior índice de desconfiança entre as avaliadas pelo instituto. A taxa subiu cinco pontos percentuais desde março, quando 43% diziam não confiar no Supremo — até então, o recorde da série. Na pesquisa atual, 35% afirmam confiar um pouco no STF e 14% dizem confiar muito. O levantamento ouviu 2.001 pessoas em 125 municípios entre 15 e 17 de setembro, com margem de erro de dois pontos percentuais. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Vera Chemim, advogada especialista em direito constitucional. A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou por unanimidade recurso apresentado pela defesa do ex-deputado Eduardo Bolsonaro contra a condenação por tentativa de interferir no julgamento do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), na trama golpista. Eduardo Bolsonaro foi condenado a quatro anos e dois meses de prisão em junho deste ano. A pena deverá começar a ser cumprida em regime semiaberto. Também ficará inelegível por 12 anos, sem poder ser eleito até 2038. O voto do ministro Alexandre de Moraes, relator, foi seguido por Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin no plenário virtual. Anna Beatriz Hirsh comentou. Reportagem: Marco Viana. O Brasil passou a contar, nesta quarta-feira (16), com uma política específica para orientar a exploração e o aproveitamento de minerais considerados críticos e estratégicos. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que institui a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE), voltada à ampliação da produção e, principalmente, ao processamento desses recursos dentro do país. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista o deputado federal Arnaldo Jardim (Cidadania), relator do projeto. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
MERCADO BITCOIN COMPRE DÓLARES SEM IOF, COM LIQUIDEZ 24H E COM SEGURANÇA! https://cripto.mb.com.br/4cQev4OCONTABILIZEI: USE O CUPOM ECONOMISTAS E GANHE A 2ª MENSALIDADE GRÁTIS! https://bit.ly/economistas-ctbz-18092026A Argentina já foi mais rica que o Brasil e ainda é, em renda per capita, mesmo depois de décadas de crise. Neste episódio, Evandro Medeiros recebe Fábio Giambiagi, economista do BNDES desde 1984 e um dos poucos analistas que conhece os dois países por dentro, filho de argentinos e criado entre Buenos Aires e o Rio.A conversa reconstrói 80 anos de peronismo, do primeiro Perón em 1946 até o Milei de hoje, passando pela hiperinflação, a conversibilidade de Menem, o colapso de 2001 e a herança que cada ciclo deixou para o seguinte. Giambiagi explica por que o mesmo movimento político produziu tanto a ultradireita quanto a ultraesquerda argentina, e por que o ajuste fiscal de Milei só foi possível porque o governo anterior colapsou de um jeito que o de Macri, oito anos antes, não colapsou.No fim, ele compara os dois países no ano eleitoral brasileiro: onde o discurso de austeridade argentino tem mérito, onde exagera, e por que ele não recomenda usar a Argentina como argumento pronto, nem para quem defende o ajuste, nem para quem o ataca.
TAMIR FELIPE | O trabalhismo é alternativa para o Brasil? | 20 MINUTOS (PARTE II)Seja bem-vindo(a) ao programa 20 Minutos. Em um cenário de esgotamento do neoliberalismo e de ascensão da extrema direita, uma corrente histórica volta ao centro do debate: o trabalhismo. Herdeiro da tradição de Vargas e Jango, o trabalhismo propõe um caminho de desenvolvimento com justiça social, soberania nacional e valorização do trabalho. Mas essa é uma alternativa real para o Brasil em 2026?Para responder, Breno Altman recebe Tamir Felipe, uma das principais lideranças do trabalhismo no país.Receba as notícias e análises de Opera Mundi no seu WhatsApp! Siga nosso canal https://omundi.news/whatsappSiga Opera Mundi no
TAMIR FELIPE | O trabalhismo é alternativa para o Brasil? | 20 MINUTOSSeja bem-vindo(a) ao programa 20 Minutos. Em um cenário de esgotamento do neoliberalismo e de ascensão da extrema direita, uma corrente histórica volta ao centro do debate: o trabalhismo. Herdeiro da tradição de Vargas e Jango, o trabalhismo propõe um caminho de desenvolvimento com justiça social, soberania nacional e valorização do trabalho. Mas essa é uma alternativa real para o Brasil em 2026?Para responder, Breno Altman recebe Tamir Felipe, uma das principais lideranças do trabalhismo no país.Receba as notícias e análises de Opera Mundi no seu WhatsApp! Siga nosso canal https://omundi.news/whatsappSiga Opera Mundi no
Certas coisas precisam ser detalhadas com calma, mesmo quando parecem ser abertas e esquisitas demais. O caso das tais exigências dos EUA para “normalizarem relações comerciais com o Brasil” é exatamente esse.FONTES QUE EMBASAM O EPISÓDIO:Estadão: Governo Trump fez 21 exigências ao Brasil para negociar tarifaço em 2025; veja cada uma - https://www.estadao.com.br/politica/governo-trump-impos-21-exigencias-brasil-negociar-tarifaco/?srsltid=AU7gw4UPiEmu0v2vQN824kxWYi-E2qn2wVZXzGFXBq6t22Dg1rijF5yP G1: Em carta, Marco Rubio agradece a Flávio Bolsonaro por colocar 'equipe de transição' à disposição dos EUA caso seja eleito - https://g1.globo.com/politica/noticia/2026/06/27/em-carta-marco-rubio-agradece-a-flavio-bolsonaro-por-colocar-equipe-de-transicao-a-disposicao-dos-eua-caso-seja-eleito.ghtml Veja: Carta revela que Flávio Bolsonaro ofereceu “equipe de transição” aos EUA se vencer eleição - https://veja.abril.com.br/brasil/carta-revela-que-flavio-bolsonaro-ofereceu-equipe-de-transicao-aos-eua-se-vencer-eleicao/
Segundo a ONU, imigrantes enviaram cerca de US$ 728 bilhões para as famílias em países de renda baixa e média no ano passado. Na América Latina, o crescimento mais que dobrou, 132%. O Brasil também teve aumento expressivo, mas abaixo da média.Segundo a ONU, imigrantes enviaram cerca de US$ 728 bilhões para as famílias em países de renda baixa e média no ano passado. Na América Latina, o crescimento mais que dobrou, 132%. O Brasil também teve aumento expressivo, mas abaixo da média.—-Siga a SBS em Português no Facebook, X, Instagram e You Tube. Siga a 'SBS Portuguese' no Spotify, Apple Podcasts, iHeart Podcasts, PocketCasts ou na sua plataforma de áudio favorita.#sbsaudiopodcast
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Os Estados Unidos acusaram o Brasil de falhar no combate ao PCC e ao Comando Vermelho. Em um documento enviado ao Congresso, a Casa Branca disse que as duas facções transformaram o Brasil em um centro de circulação global de cocaína. Apesar da crítica, o Brasil não foi incluído na lista americana de grandes produtores ou rotas de tráfico; nem entre os países que não cumpriram os compromissos de combate ao narcotráfico. E ainda: Polícia prende irmãos apontados como chefes de quadrilha que roubava cigarros em SP.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta terça-feira (15):No editorial do programa Os Pingos Nos Is desta terça-feira (15), o apresentador André Marsiglia comentou a sessão do STF, que foi suspensa como placar em 4 a 3 para julgar Alexandre de Moraes e André Mendonça separados. Para Marsiglia, o julgamento não abordou o objeto do julgamento, que seria a troca de mensagens entre Moraes e Daniel Vorcaro, do Banco Master. “O Brasil segue sem explicações sobre um contrato de quase R$ 130 milhões”. Durante a sessão extraordinária do Supremo Tribunal Federal (STF), desta terça-feira (15), o ministro Nunes Marques declarou seu impedimento para votar no julgamento que define se a Polícia Federal (PF) deve prosseguir com as investigações sobre as conversas vazadas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. Ao se afastar do plenário, o magistrado afirmou que não se sentia confortável para deliberar sobre a pauta e a unificação do processo ao caso de André Mendonça. Durante a sessão extraordinária do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Dias Toffoli declarou sua suspeição para julgar o processo que analisa se a Polícia Federal (PF) deve prosseguir com as investigações sobre mensagens vazadas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. Os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça protagonizaram um bate-boca durante a sessão extraordinária do Supremo Tribunal Federal (STF), que julgava se a Polícia Federal (PF) deve prosseguir com as investigações sobre mensagens vazadas entre Moraes e o ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. “Quem tem medo da Polícia Federal”, questionou Moraes, que logo foi confrontado por Mendonça. Os ministros André Mendonça e Gilmar Mendes protagonizaram um bate-boca tenso na sessão extraordinária do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça-feira (15). Mendonça reagiu de maneira firme a fala de Gilmar, afirmando que o colega não estava falando com qualquer um e exigindo que não apontasse o dedo para ele. O ministro Alexandre de Moraes disse, em sua defesa, que a “tentativa de golpe não se encerrou em 8 de janeiro de 2023”, se referindo à invasão do Congresso Nacional ocorrida neste dia, e que “simplesmente mudou seu modus operandi”. A defesa foi apresentada na madrugada desta terça-feira (15). “Mas assim como na primeira vez, o Supremo Tribunal Federal saberá resistir e saíra fortalecido, mantendo a defesa plena da Constituição, do Estado de Direito e da Democracia”, diz trecho do despacho. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
DANIEL LOPEZ é jornalista, professor e pastor. Nesse episódio de “Ligando os Pontos”, ele vai bater um papo sobre Trump e Elon Musk hackearem o Brasil. O primeiro computador do Vilela foi o ENIAChttps://daniellopez.com.br/arca/Conheça o único aparador que não corta seu saco! + de 400 mil bolas salvas! Cupom INTELIGENCIA https://neresbrasil.com.br
A NOAA aponta um dos El Niños mais fortes já registrados, com mais de 90% de chance de atingir intensidade muito forte durante o desenvolvimento da safra de verão brasileira. Nesta conversa, com o meteorologista da Tempo Ok, Celso Oliveira, vamos explicar o que esperar para cada região do país nos próximos meses: chuvas, secas e riscos para as lavouras.
ISOLDA COSTA | A situação da pesquisa nuclear brasileira | 20 MINUTOSSeja bem-vindo(a) ao programa 20 Minutos. O Brasil possui um dos programas nucleares mais avançados do mundo em desenvolvimento — domina o ciclo completo do combustível nuclear, opera reatores de pesquisa e constrói o primeiro reator multipropósito brasileiro. Mas o setor enfrenta cortes orçamentários, fuga de cérebros e pressões internacionais para abrir mão de sua tecnologia. Qual é o futuro da pesquisa nuclear brasileira?Para responder, Breno Altman recebe Isolda Costa, diretora do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN-CNEN/SP) e uma das maiores autoridades do país em ciência e tecnologia nuclear .Receba as notícias e análises de Opera Mundi no seu WhatsApp! Siga nosso canal https://omundi.news/whatsappSiga Opera Mundi no
Este boletim traz um resumo das principais notícias do dia na análise de Samuel Possebon, editor chefe da TELETIME.TELETIME é a publicação de referência para quem acompanha o mercado de telecomunicações, tecnologia e Internet no Brasil. Uma publicação independente dedicada ao debate aprofundado e criterioso das questões econômicas, regulatórias, tecnológicas, operacionais e estratégicas das empresas do setor. Se você ainda não acompanha a newsletter TELETIME, inscreva-se no nosso site www.teletime.com.br e fique ligado no dia a dia do mercado de telecom. É simples e é gratuito.Você ainda pode acompanhar TELETIME nas redes sociais:Instagram: https://www.instagram.com/teletimenews/Linkedin: https://www.linkedin.com/company/teletimenews/Facebook: https://www.facebook.com/Teletime/ Ou entre em nosso canal no Whatsapp: https://whatsapp.com/channel/0029VbAulbCADTOEwFog2l1J Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
A Huawei voltou a ampliar seu portfólio no Brasil, principalmente com relógios, fones de ouvido e outros dispositivos. Mas uma dúvida continua entre os fãs da marca: quando novos celulares serão lançados no país? Esse é um dos principais temas do novo episódio do Podcast Canaltech, gravado na Alemanha durante o lançamento global do Huawei Watch GT 7 Pro. O repórter Bruno Bertonzin conversou com Carlos Morales, diretor de relações públicas da Huawei Devices para as Américas. O executivo afirmou que trazer mais smartphones ao Brasil está nos planos da empresa, embora ainda não existam modelos ou datas de lançamento confirmados. Entre os aparelhos apresentados pela Huawei está a linha Nova 16S. Morales disse acreditar que o celular chegará ao mercado brasileiro, assim como outros produtos anunciados pela companhia, mas ressaltou que ainda não pode confirmar esses lançamentos. A entrevista também aborda um dos principais desafios enfrentados pela Huawei fora da China: a ausência dos serviços móveis do Google. Segundo o executivo, a empresa continua investindo na AppGallery, em parcerias com desenvolvedores locais e na integração entre hardware, software e outros dispositivos do seu ecossistema. Outros recursos aguardados pelos consumidores brasileiros também entraram na conversa. A Huawei trabalha para oferecer eSIM em seus relógios no país, mas ainda precisa superar desafios técnicos e logísticos antes do lançamento. Na área da saúde, Morales explicou como a empresa usa inteligência artificial para interpretar os dados coletados pelos dispositivos vestíveis. Ele também falou sobre criptografia, privacidade e a importância de não confundir os alertas apresentados pelos relógios com diagnósticos médicos. A conversa passa ainda pelos centros de pesquisa e desenvolvimento mantidos pela Huawei na Europa. Nesses espaços, a empresa realiza testes com atletas olímpicos e paralímpicos e pesquisa como movimentos, temperatura, diferentes tons de pele e até tatuagens podem interferir na precisão dos sensores. Quando novos celulares da Huawei chegarão ao Brasil? Como a empresa pretende contornar a ausência dos serviços do Google? E até onde podemos confiar nas informações de saúde apresentadas por um smartwatch? Você também vai conferir: Claude identifica tentativas de uso da IA para criar armas biológicas, Polícia apreende 10 mil celulares roubados em São Paulo e Instagram explica por que não abandona o algoritmo do feed. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer e João Melo. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
DEYVID BACELAR | A campanha para o Brasil mandar petróleo a Cuba | 20 MINUTOSSeja bem-vindo(a) ao programa 20 Minutos. Em meio à escalada do embargo dos EUA contra Cuba, uma campanha ganha força no Brasil: enviar petróleo à ilha para aliviar a crise humanitária causada pelo bloqueio. O coordenador-geral da Federação Única dos Petroleiros (FUP), Deyvid Bacelar, é uma das vozes que lideram essa mobilização e critica abertamente a ofensiva de Donald Trump contra o país caribenho .Bacelar, que também é pré-candidato a deputado federal pelo PT-BA, defende que a medida imposta pelos EUA é uma tentativa deliberada de provocar o "colapso da economia da ilha", e não um simples embargo .Receba as notícias e análises de Opera Mundi no seu WhatsApp! Siga nosso canal https://omundi.news/whatsappSiga Opera Mundi no
Só duas empresas, OpenAI e Anthropic, levaram 43% de todo o capital de risco investido no mundo no primeiro semestre de 2026. É mais dinheiro do que o mercado inteiro movimentou em todo o ano de 2025.Neste episódio do Growthaholics, Caroline Dallacorte, head de VC da ACE Ventures, explica o que essa concentração recorde significa para quem não é OpenAI nem Anthropic: onde ainda existe espaço para empreender em IA no Brasil, por que o modelo de aplicação (e não infraestrutura) é a aposta mais acessível por aqui, e como fundadores conseguem hoje construir negócios com uma eficiência de capital muito maior do que há dois anos.PARTICIPE DO ACE SUMMITNo dia 16 de novembro o ACE Summit reúne mais de 2.500 empreendedores, investidores e líderes corporativos em São Paulo. São 10 horas de conteúdo, 35+ speakers e uma programação com matchmaking estruturado e office hours com investidores. Você sai do ACE Summit com decisões e negócios fechados.GARANTA SEU INGRESSO: acesummit.com.br Nos siga nas redes sociais: Pedro WaengertnerACE VenturesEXAME
Neste 7 de Setembro 2026, recebemos no Buongiorno San Paolo o advogado ítalo-brasileiro Renato De Matteo Reginatto para um papo sobre política brasileira e internacional — QUO VADIS BRASIL?Renato De Matteo Insta: https://www.instagram.com/dematteo.33...Um papo bem intenso sobre:
Convidada: Luiza Tenente, repórter de Educação do g1. O Brasil é um país que consegue colocar quase todas as suas crianças na escola na idade certa. O problema é que não conseguimos garantir que elas aprendam: uma em cada três crianças que estão no 2º ano do Ensino Fundamental não sabe ler e escrever. E quanto mais esses estudantes avançam, mais dificuldades eles têm: no Ensino Médio, 40% dos alunos não apresentam desempenho adequado em português; em matemática, o índice é de 50%. Do outro lado dessa mesma moeda, o país corre o risco de viver um apagão de professores na educação básica. Neste episódio especial de eleições, Natuza Nery entrevista a jornalista Luiza Tenente, que cobre a educação brasileira há mais de uma década. Luiza detalha as propostas que os candidatos à Presidência apresentam para melhorar a qualidade do ensino básico, para valorizar a carreira docente e para adequar a formação superior às demandas da sociedade. Também neste episódio você ouvirá trechos das entrevistas que a produtora Stéphanie Nascimento conduziu com os especialistas Cláudia Costin, Debora Cristina Jeffrey, Olavo Nogueira Filho e Rodrigo Capelato.
Confira nesta edição do JR 24 horas: O Brasil não apresentou melhora no desempenho no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA), mas reduziu a distância em relação aos países mais ricos. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (8) pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Estudantes de 15 anos de 91 países e regiões participaram da avaliação. No Brasil, mais de 30 mil alunos de mais de mil escolas foram avaliados. E ainda: Ladrões roubam obras renomadas de Auguste Renoir em Museu na França.
TRABALHE NO MERCADO FINANCEIRO E DESCUBRA COMO CHEGAR AOS R$ 18 MIL OU MAIS POR MÊS! https://finc.ly/ed8c5583ddO brasileiro está descobrindo o ETF, mas não pelo caminho que todo mundo imaginava. O dinheiro não está entrando em bolsa: está entrando em renda fixa.CONVIDADOSCauê Mançanares, CEO e cofundador da InvestoInstagram: @cauemancanaresAlessandra Gontijo, CCO e sócia diretora comercial da InvestoInstagram: @alessandra.gontijoInstagram da Investo: @investo.etfAPRESENTADORESRicardo Figueiredo, sócio do Grupo Primo e especialista em fundos imobiliáriosInstagram: @ricardo.fiisFelipe Arrais, sócio do Grupo Primo e analista de investimentos internacionais na FinclassInstagram: @arrais.finclassNeste episódio, Ricardo Figueiredo e Felipe Arrais recebem Cauê Mançanares, CEO e cofundador da Investo, gestora de ETFs controlada pela americana VanEck, e Alessandra Gontijo, CCO e sócia diretora comercial da casa. A Investo saiu de menos de R$ 2 bilhões no início de 2025 para cerca de R$ 11 bilhões sob gestão e 270 mil investidores, com 33 ETFs listados.O Brasil tem mais de 200 ETFs na B3 e menos de 1 milhão de pessoas investindo neles. No mundo são US$ 23 trilhões e 86 meses consecutivos de captação líquida, mais de sete anos sem um único mês de saída. A conversa é sobre o que explica esse descompasso e o que muda na carteira de quem entende o produto.
MARCELO BRIGADEIRO é candidato a governador de Santa Catarina e TALLIS GOMES é empresário e fundador da G4. Eles vão debater sobre o que é politicamente melhor para o Brasil nos dias de hoje. O Vilela evita entrar em assuntos polarizadores, pois ele pega pilha.Conheça a Bússola, o curo gratuito do G4 de gestão e Inteligência Artificial.https://g40.co/inteligencia_tallis-gomesConheça o único aparador que não corta seu saco! + de 400 mil bolas salvas! Cupom INTELIGENCIA https://neresbrasil.com.br
Elas respondem perguntas, escrevem textos, ajudam a programar e estão começando a ser incorporadas a diferentes serviços. Mas existe uma questão que vai além do que aparece na tela: quem controla a tecnologia por trás dessas ferramentas? Hoje, os modelos mais avançados de inteligência artificial são desenvolvidos principalmente por grandes empresas estrangeiras. Para Felipe Iszlaji, sócio-fundador e CEO da Clarisse.ai, depender exclusivamente dessas tecnologias pode deixar países e empresas vulneráveis a mudanças de preço, restrições de acesso e decisões tomadas fora do Brasil. Em entrevista ao Podcast Canaltech, o executivo defende que a inteligência artificial generativa deve ser encarada cada vez mais como uma infraestrutura tecnológica, assim como aconteceu com outras tecnologias essenciais. Isso não significa, porém, que o Brasil precise gastar bilhões de dólares tentando construir do zero um concorrente para os modelos mais avançados do mundo. Segundo Iszlaji, uma alternativa é aproveitar modelos abertos e adaptá-los com dados brasileiros. A estratégia permitiria desenvolver sistemas menores, mais baratos e especializados em áreas importantes para empresas e para o setor público. A língua também entra nessa discussão. Embora os principais modelos disponíveis hoje consigam conversar em português, o executivo argumenta que ainda existem diferenças na forma como essas ferramentas compreendem e produzem conteúdo relacionado à cultura e à linguagem brasileira. Durante a conversa, ele cita construções comuns em textos gerados por IA que parecem naturais em inglês, mas pouco espontâneas em português. Para setores como mídia, editoras e produção de conteúdo, essa diferença pode ter impacto direto no trabalho. O episódio também discute os cuidados necessários no uso individual dessas ferramentas. Iszlaji alerta para o risco de tratar sistemas de inteligência artificial como se fossem pessoas e de recorrer a eles para todas as decisões do cotidiano. A recomendação é usar a tecnologia de maneira crítica, buscando aplicações que realmente economizem tempo ou gerem valor, sem terceirizar completamente o próprio raciocínio. Você também vai conferir: Xiaomi lança celular com bateria gigante por cerca de R$ 1.900, Magalu fecha parceria para vender produtos no Mercado Livre e Google lança aulão gratuito para ajudar estudantes no Enem. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Nathan Vieira e Marcelo Fischer. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natália Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Boas-vindas a mais uma série especial do LíderCast Congresso Andav. Hoje a conversa é com José Luiz Tejon Megido, empresário, professor, escritor e uma das vozes mais conhecidas do agronegócio brasileiro. Tejon passou a vida aproximando marketing, estratégia, liderança e agro. É daqueles convidados que transitam com facilidade entre o campo, a empresa e a sala de aula. Uma prosa sobre gente, negócios e o Brasil que produz.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Boas-vindas a mais uma série especial do LíderCast Congresso Andav. Hoje a conversa é com José Luiz Tejon Megido, empresário, professor, escritor e uma das vozes mais conhecidas do agronegócio brasileiro. Tejon passou a vida aproximando marketing, estratégia, liderança e agro. É daqueles convidados que transitam com facilidade entre o campo, a empresa e a sala de aula. Uma prosa sobre gente, negócios e o Brasil que produz.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Convidado: Ricardo Abreu, repórter e apresentador da TV Globo e GloboNews. O Brasil entra nesta corrida eleitoral como um país que está sob ataque comercial e diplomático de uma potência estrangeira, como uma liderança regional de um continente dividido ideologicamente e como um dos maiores exportadores de commodities e alimentos do mundo. O Brasil é uma nação que está em posição estratégica na reorganização geopolítica do mundo e tem candidatos à Presidência da República com ideias e propostas muito diferentes a respeito de qual caminho seguir a partir de 2027. Neste episódio especial de eleições, Natuza Nery entrevista o jornalista Ricardo Abreu, que acompanha o dia a dia do Itamaraty, em Brasília. Ricardo explica as propostas dos presidenciáveis e o que a diplomacia oficial pensa sobre temas relevantes desta eleição. Também neste episódio você ouvirá trechos das entrevistas que o produtor Carlos Catelan conduziu com os especialistas em relações internacionais Bruna Santos, Guilherme Casarões, Leonardo Trevisan, Marcus Vinícius de Freitas e Oliver Stuenkel.