POPULARITY
Categories
Principal braço financeiro e executor do programa Nova Indústria Brasil, a instituição anunciou R$140 bi, em parceria com a Finep, para impulsionar setores estratégicos da Economia. Os novos recursos integram um pacote de ações anunciado em cerimônia em comemoração aos 74 anos do BNDES. Sonora:
No segundo episódio da quarta temporada, conversamos com o professor Francisco de Assis Costa, carinhosamente conhecido como Chiquito, uma das maiores referências em economia agrária e desenvolvimento sustentável na Amazônia. Professor titular da UFPA e vinculado ao Núcleo de Altos Estudos Amazônicos (NAEA), ele construiu uma sólida trajetória internacional — com passagens pela Freie Universität Berlin e pela Oxford University — dedicada a compreender as complexas relações entre economia, sociedade e sustentabilidade ambiental.Neste papo, o professor Chiquito compartilha suas vivências e reflexões sobre o papel do desenvolvimento na região amazônica, mostrando como o conhecimento local e a pesquisa de ponta caminham juntos para desenhar novas possibilidades de futuro. Venha ouvir!Ouça mais um episódio do Seda de Buriti e aproveite para seguir a gente no Instagram: @sedadeburitiMande um e-mail com sugestões, dúvidas ou críticas: gedanufabc@gmail.comO Seda de Buriti é um oferecimento do Grupos de Estudos em Desenvolvimento da Amazônia e do Nordeste (GEDAN-UFABC)Apresentação: Beatriz MiotoProdução: Beatriz Tamaso Mioto e HenriqueEdição de áudio: Elton Conceição dos Santos e HenriqueIdentidade visual: Kelly AzevedoCapa: Elton Conceição dos SantosTrilha sonora: Paulo Tamaso MiotoMúsica: Yamandu Costa - Feira de MangaioO podcast Seda de Buriti agradece o apoio da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Universidade Federal do ABC (PROEC), do Bacharelado em Planejamento Territorial da UFABC, do Laboratório de Estudos e Projetos Urbanos e Regionais (LEPUR - UFABC) e do Laboratório de Planejamento Urbano e Regional - Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT - Labplan / UFRN).
No primeiro episódio da quarta temporada, conversamos com a professora Maria do Livramento Miranda Clementino, uma das maiores referências em desenvolvimento regional e urbano no Brasil. Professora titular da UFRN, coordenadora do INCT Labplan e integrante do Núcleo Avançado de Políticas Públicas, ela combina uma sólida trajetória na Economia e nas Ciências Sociais para decifrar a complexidade das nossas cidades e regiões.Neste papo, a professora Maria do Livramento compartilha suas histórias de trajetória e nos mostra como passado e futuro se encontram no mesmo lugar: na construção do aqui e agora. Venha ouvir!Ouça mais um episódio do Seda de Buriti e aproveite para seguir a gente no Instagram: @sedadeburitiMande um e-mail com sugestões, dúvidas ou críticas: gedanufabc@gmail.comO Seda de Buriti é um oferecimento do Grupos de Estudos em Desenvolvimento da Amazônia e do Nordeste (GEDAN-UFABC)Apresentação: Beatriz MiotoProdução: Beatriz Tamaso Mioto e HenriqueEdição de áudio: Elton Conceição dos Santos e HenriqueIdentidade visual: Kelly AzevedoCapa: Elton Conceição dos SantosTrilha sonora: Paulo Tamaso MiotoMúsica: Sá & Guarabyra - SobradinhoO podcast Seda de Buriti agradece o apoio da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Universidade Federal do ABC (PROEC), do Bacharelado em Planejamento Territorial da UFABC, do Laboratório de Estudos e Projetos Urbanos e Regionais (LEPUR - UFABC) e do Laboratório de Planejamento Urbano e Regional - Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT - Labplan / UFRN).
Nesta segunda parte da conversa, a ativista e fundadora da associação Não Partilhes, Inês Marinho, reflete sobre a urgência de se criar pontes e diálogos entre grupos para uma efetiva mudança e uma sociedade mais igualitária e justa para todos.Inês revela ainda ter sofrido violência no namoro e as histórias e partilhas surpreendentes que recebe sempre que discute esse e outros temas nas escolas.Depois destaca ainda o valor da disciplina de “Cidadania e Desenvolvimento” nas escolas e da formação dos professores que a dão.“A disciplina de Cidadania está a ser levada como algo sem importância nas escolas. Mas é a base de todas as disciplinas. Espero que haja um bloqueio da parte do PR se houver uma tentativa de retrocesso”.No final, revela as músicas que a acompanham, lê o monólogo “Cool Girl”, do filme “Gone Girl”, partilha algumas sugestões culturais e os seus pequenos grandes prazeres. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Veja também em youtube.com/@45_graus Céu Mateus é professora catedrática de Economia da Saúde na Division of Health Research na Universidade de Lancaster, Reino Unido. É doutorada em Economia da Saúde Pública, mestre em Política Social Europeia e licenciada em Economia. Foi professora auxiliar de Economia da Saúde na Escola Nacional de Saúde Pública (2001-2014). Trabalhou no Instituto de Gestão Informática e Financeira (hoje ACSS) do Ministério da Saúde no departamento de Desenvolvimento de Sistemas de Informação Gestão entre 1995 e 2001, onde foi a responsável executiva pelo Sistema de Financiamento/Sistema de Classificação em Grupos de Diagnósticos Homogéneos. Enquanto investigadora trabalha principalmente na área de avaliação económica de tecnologias de saúde, medição da eficiência, equidade e qualidade de vida. É presidente da EuHEA – European Association of Health Economics. -- Inquérito aos ouvintes do 45 Graus _______________ Índice (2ª Parte): Serviço Nacional de Saúde: forças e fraquezas Sobrecarga nas urgências Pior em Lisboa e Vale do Tejo O impacto do Dr Google (e Dr ChatGPT) na nossa relação com os cuidados de saúde Faltam camas para internamentos? Demora nas especialidades cirúrgicas vs médicas Internamentos “sociais” Rede de cuidados continuados Cuidadores informais Que medidas recomenda a Céu para melhorar o SNS? Os enfermeiros deviam ter um papel mais relevante no sistema PT? Local de residência e distância à urgência Os imigrantes podem usar o SNS?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Veja também em youtube.com/@45_graus Céu Mateus é professora catedrática de Economia da Saúde na Division of Health Research na Universidade de Lancaster, Reino Unido. É doutorada em Economia da Saúde Pública, mestre em Política Social Europeia e licenciada em Economia. Foi professora auxiliar de Economia da Saúde na Escola Nacional de Saúde Pública (2001-2014). Trabalhou no Instituto de Gestão Informática e Financeira (hoje ACSS) do Ministério da Saúde no departamento de Desenvolvimento de Sistemas de Informação Gestão entre 1995 e 2001, onde foi a responsável executiva pelo Sistema de Financiamento/Sistema de Classificação em Grupos de Diagnósticos Homogéneos. Enquanto investigadora trabalha principalmente na área de avaliação económica de tecnologias de saúde, medição da eficiência, equidade e qualidade de vida. É presidente da EuHEA – European Association of Health Economics. -> Nota de correção: Na introdução digo que o último Inquérito Nacional de Saúde foi realizado em 2019, mas a verdade é que foi feita uma nova recolha em 2025 (cujos dados ainda se encontravam em tratamento à data da gravação). _______________ Índice (1ª parte): Como está a saúde em Portugal em comparação com outros países? Estudo da OCDE / Comissão Europeia Diferenças entre homens e mulheres Inquérito Nacional de Saúde: último em 2014, PCP propôs novo Desigualdades económicas Diferenças de PIB entre países PT é dos países com mais altas taxas de vacinação Porque há cada vez mais pessoas anti-vacinas? Depressão e ansiedade Relação entre falta de sensação de controlo sobre a vida e saúde mental Sector da saúde em Portugal Público vs privado Adse e outros subsistemas O peso crescente dos seguros de saúde Porque estamos a gastar mais em saúde? O caso das ecografias See omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio de hoje do Falando de Nada, comentamos a aprovação da compra da Warner pela Paramount, a compra da Roku pela Fox Corporation, analisando o motivo por trás desse investimento e além disso, a Aline nos trouxe uma entrevista para o Falando de Nada com Lindsey Collins, produtora de Toy Story 5 e Vice-Presidente de Desenvolvimento da Pixar, contando como é o processo criativo para a Pixar decidir fazer uma sequência para um de seus filmes.Seja um membro da Guilda dos Tagarelers e participe das pautas semanais:https://www.youtube.com/channel/UCa8ekYf6l76ikQszoMYuHkw/join00:00 - Começou o Falando de Nada!01:05 - A compra da Warner pela Paramount foi APROVADA05:09 - O que rolou no evento do UFC na Casa Branca08:35 - Fox compra a Roku12:53 - Perguntinhas Marotas19:13 - Entrevista da Alinoca com a produtora de Toy Story 5Quer enviar um Pix da Alegria? Entre em contato com nosso produtor @bclemente22 no Instagram!✉ Quer mandar sua sugestão de pauta ou dúvida? Envie um e-mail para
A expansão da energia solar no Brasil está levando os projetos para regiões cada vez mais desafiadoras, com solos heterogêneos, terrenos acidentados e condições ambientais que exigem soluções de engenharia cada vez mais sofisticadas. Ao mesmo tempo, investidores e financiadores cobram bancabilidade, manufatura local e histórico comprovado de execução.Neste episódio, vamos discutir como a Nextpower tem enfrentado esses desafios e se posicionado em um mercado em transformação. Da engenharia aplicada a solos especiais até o rebranding que marca sua evolução para uma plataforma tecnológica integrada, o bate-papo traz uma visão estratégica sobre os rumos do setor solar no país.Participam desta edição Lucas Kauer, Engineering Manager da Nextpower e Juliana Santos, VP de Pesquisa e Desenvolvimento da Nextpower.Rede Social: nextpowerincSite: https://nextpower.com/Cursos de Energia Solar e treinamentos: https://cursos.canalsolar.com.br/
Passando a Limpo: No Passando a Limpo desta terça-feira (16), Igor Maciel e a bancada do programa conversam com a professora de Relações Internacionais do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), Monique Sochaczewski, sobre o acordo de paz entre EUA e Irã. O Cientista político, Adriano Oliveira, fala sobre a importância do período junino para a campanha política.
Desenvolvimento da nova safra norte-americana e desdobramentos da guerra também seguem no radar do mercado
No âmbito do programa literário internacional DISQUIET, organizado pelo CNC em parceria com a editora independente norte-americana Dzanc Books, publicamos a conversa (em inglês e em português) com António Lobo Antunes que decorreu na Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, na primeira edição do programa em 28 de junho de 2011.
Foi lançado na última semana o Projeto de Educação Ambiental – Programa Junior Rangers, uma iniciativa que busca formar crianças e adolescentes como agentes de conservação ambiental e desenvolvimento sustentável na região da Serra Catarinense. O programa é coordenado pelo Instituto de Desenvolvimento Local (IDEL) e pela FACISC, em parceria com a organização alemã BBW, contando ainda com o apoio do Ministério da Cooperação Econômica e do Desenvolvimento da Alemanha. A iniciativa também é desenvolvida em articulação com os municípios participantes, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a Secretaria do Meio Ambiente e da Economia Verde de Santa Catarina (SEMAE-SC) e demais instituições ligadas à gestão e conservação das unidades de conservação da região. O principal objetivo do Programa Junior Rangers é fortalecer a conservação ambiental e incentivar o desenvolvimento sustentável nas áreas do entorno do Parque Nacional de São Joaquim, do Parque Estadual da Serra Furada e do EcoMuseu Serra do Rio do Rastro, aproximando os estudantes da realidade e da importância desses ecossistemas. Nesta primeira etapa, o projeto atenderá 172 estudantes de cinco escolas, localizadas nos municípios de Urubici, Orleans, Lauro Müller e Grão-Pará. Ao longo dos próximos meses, os participantes irão vivenciar uma série de oficinas, atividades educativas, visitas técnicas e experiências práticas voltadas ao conhecimento da fauna, da flora, dos recursos hídricos e dos demais elementos que compõem os ecossistemas da Serra Geral Catarinense. A proposta é estimular o protagonismo juvenil e formar futuros guardiões da natureza, conscientes da importância da preservação ambiental. Durante entrevista ao programa Cruz de Malta Notícias, nesta segunda-feira, o consultor do IDEL e integrante da equipe de implementação do Junior Rangers em Santa Catarina, Mauricio Pinho, destacou os objetivos e a importância do projeto para a formação das novas gerações, reforçando o papel da educação ambiental como ferramenta para a construção de um futuro mais sustentável. Ouça a entrevista completa:
Nesse episódio trouxemos as notícias e novidades do mundo da programação que nos chamaram atenção dos dias 06/06 a 12/06.
Nesse episódio trouxemos as notícias e novidades do mundo da programação que nos chamaram atenção dos dias 06/06 a 12/06.
À Direita começa com uma viagem a 2016, o ano zero da nova direita. A eleição de Donald Trump transformou o panorama político americano, abriu um horizonte de possibilidades para o nacional-populismo europeu, e pôs em causa décadas de consensos que se julgavam inabaláveis.Neste primeiro episódio de À Direita, Vasco Rato e Teresa Nogueira Pinto conversam sobre a América, sobre declínio, contrarrevolução, a crise do liberalismo e o futuro da política americana. O ex-presidente da FLAD tem estado mais empenhado em compreender Trump e o Trumpismo do que em adjetivá-lo: o que é que Trump representa, o que veio fazer, e porque é que quem pensa que Trump é um interregno e tudo voltará ao que era está muito enganado.Vasco Rato é doutorado pela Universidade de Georgetown e professor universitário. Foi presidente da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento entre 2014 e 2019 e é autor de livros como “De Mao a Xi: O Ressurgimento da China” e “Tsunami: Trump, trumpismo e a Europa”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
À Direita começa com uma viagem a 2016, o ano zero da nova direita. A eleição de Donald Trump transformou o panorama político americano, abriu um horizonte de possibilidades para o nacional-populismo europeu, e pôs em causa décadas de consensos que se julgavam inabaláveis.Neste primeiro episódio de À Direita, Vasco Rato e Teresa Nogueira Pinto conversam sobre a América, sobre declínio, contrarrevolução, a crise do liberalismo e o futuro da política americana. O ex-presidente da FLAD tem estado mais empenhado em compreender Trump e o Trumpismo do que em adjetivá-lo: o que é que Trump representa, o que veio fazer, e porque é que quem pensa que Trump é um interregno e tudo voltará ao que era está muito enganado.Vasco Rato é doutorado pela Universidade de Georgetown e professor universitário. Foi presidente da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento entre 2014 e 2019 e é autor de livros como “De Mao a Xi: O Ressurgimento da China” e “Tsunami: Trump, trumpismo e a Europa”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
À Direita começa com uma viagem a 2016, o ano zero da nova direita. A eleição de Donald Trump transformou o panorama político americano, abriu um horizonte de possibilidades para o nacional-populismo europeu, e pôs em causa décadas de consensos que se julgavam inabaláveis.Neste primeiro episódio de À Direita, Vasco Rato e Teresa Nogueira Pinto conversam sobre a América, sobre declínio, contrarrevolução, a crise do liberalismo e o futuro da política americana. O ex-presidente da FLAD tem estado mais empenhado em compreender Trump e o Trumpismo do que em adjetivá-lo: o que é que Trump representa, o que veio fazer, e porque é que quem pensa que Trump é um interregno e tudo voltará ao que era está muito enganado.Vasco Rato é doutorado pela Universidade de Georgetown e professor universitário. Foi presidente da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento entre 2014 e 2019 e é autor de livros como “De Mao a Xi: O Ressurgimento da China” e “Tsunami: Trump, trumpismo e a Europa”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
À Direita começa com uma viagem a 2016, o ano zero da nova direita. A eleição de Donald Trump transformou o panorama político americano, abriu um horizonte de possibilidades para o nacional-populismo europeu, e pôs em causa décadas de consensos que se julgavam inabaláveis.Neste primeiro episódio de À Direita, Vasco Rato e Teresa Nogueira Pinto conversam sobre a América, sobre declínio, contrarrevolução, a crise do liberalismo e o futuro da política americana. O ex-presidente da FLAD tem estado mais empenhado em compreender Trump e o Trumpismo do que em adjetivá-lo: o que é que Trump representa, o que veio fazer, e porque é que quem pensa que Trump é um interregno e tudo voltará ao que era está muito enganado.Vasco Rato é doutorado pela Universidade de Georgetown e professor universitário. Foi presidente da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento entre 2014 e 2019 e é autor de livros como “De Mao a Xi: O Ressurgimento da China” e “Tsunami: Trump, trumpismo e a Europa”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Um dos mais importantes economistas brasileiros. Marxista, que teve uma carreira brilhante na academia, como professor da USP e da PUC em São Paulo. Houve um período em que teve que ficar afastado, por conta da ditadura militar no Brasil. Ele sempre teve uma militância política junto com a carreira acadêmica, e também como intelectual. Uma figura muito inquieta, no sentido de que ele não se acomodava a um determinado tema. Este foi Paul Singer, personagem do documentário que faz parte de uma série de documentários de não ficção realizados pelo diretor Ugo Giorgetti. Este terceiro episódio sobre a série teve a colaboração por meio de entrevistas com o ex-aluno de Singer, Marcos Barreto, a jornalista e pesquisadora Paula Quental, autora de uma dissertação de mestrado sobre a trajetória política e intelectual de Singer, e Marcelo Justo, diretor executivo do Instituto Paul Singer. Roteiro Liniane Brum: Paul Singer, uma utopia militante: esse episódio é o terceiro de uma série sobre os documentários e as peças de não ficção do diretor de cinema Ugo Giorgetti. Meu nome é Liniane Brum, sou doutora em teoria e crítica literária pela Unicamp e realizei a pesquisa de pós-doutorado “Contra o apagamento – o cinema de não ficção de Ugo Giorgetti” também na Unicamp, no Labjor, com o apoio da Fapesp. [Trilha musical] Liniane: A partir do ano de 2020, Ugo Giorgetti assina três documentários biográficos. São produções realizadas sob encomenda, que têm em comum a apresentação de homens que se destacaram em suas áreas de atuação e como pessoas também. São filmes que não partem de uma inquietação artística ou de uma necessidade intelectual. Ainda assim, são autorais. Estou falando dos filmes Paul Singer, uma utopia militante, produção de 2021, A invenção de Conrado Wessel, de 2024, e Alberto Dines – vínculos de liberdade, que saiu em 2026. Neste episódio vamos tratar de Paul Singer, uma utopia militante. Eu conversei com três pessoas sobre esse documentário. O economista, produtor do filme e ex-aluno de Singer, Marcos Barreto, que me ajudou a entender os bastidores da produção. A jornalista e pesquisadora Paula Quental, autora de uma dissertação de mestrado sobre a trajetória política e intelectual de Singer, e Marcelo Justo, diretor executivo do Instituto Paul Singer. [Vinheta Oxigênio] Liniane: Antes de mais nada, pedi a eles que apresentassem quem foi Paul Singer. Paula Quental: Ele era de uma família judia, assimilada, como se diz, não era religiosa. Ele vinha da Áustria, a mãe percebeu para onde caminhava a coisa do nazismo. Ele conta, inclusive tá na dissertação, que ele descobriu que era judeu, aos seis anos de idade, quando a Áustria foi anexada por Hitler. Aí, chegaram os amiguinhos dele do colégio, com aquelas bandeirinhas nazistas, com a suástica, e ele queria sair junto (com os meninos) com aquela bandeirinha. Aí, a mãe dele vira para ele e diz: “mas, Paul, você é judeu”. Marcos Barreto: É um dos mais importantes economistas brasileiros, marxista e veio com sete anos fugindo do nazismo, com a mãe, o pai já havia falecido, ele veio com a mãe para São Paulo, e ele faz um curso técnico primeiro, ele começa a trabalhar como metalúrgico, só depois ele vai fazer faculdade. E vai fazer faculdade por conta de uma militância política dele, porque o sindicato, o movimento, achava, o mesmo movimento operário, que eles deveriam se qualificar as lideranças, e sugerem que ele vai fazer economia, e ele faz economia, ele se forma já com quase 30 anos, e ele depois tem uma carreira brilhante na academia, professor da USP, foi professor da PUC em São Paulo também, no período que teve que ficar afastado por conta da ditadura militar no Brasil. Ele sempre teve uma militância política junto com a carreira acadêmica, e também como intelectual, uma figura muito inquieta, no sentido de que ele não se acomodava a um determinado tema. Paula Quental: Quando ele entrou na USP, ele já tinha lido o Capital, Trotsky, Lenin, Rosa Luxemburgo, que é muito da tradição dele, ele se considerava um luxemburguista. Então, é uma história de alguém que foi mergulhando nos clássicos e foi desenvolvendo um trabalho muito original, porque ele acabou indo para uma vertente, digamos, herética do marxismo, não convencional, heterodoxa, porque ele criticava, por exemplo, a União Soviética, ele criticava o centralismo da economia, ele defendia que deveria vir da base, da economia solidária, das cooperativas. Então, ele era um crítico da Revolução de 17 de outubro, da Revolução Bolchevique. Marcos Barreto: Depois, já mais nos últimos 20 anos da vida dele, ele se dedica a um tema muito importante, que é a economia solidária, então ali ele encontra talvez o assunto dos quais ele estudou, que mais ele pôde misturar uma militância política com um saber acadêmico, e colocou em prática, ele foi secretário de economia solidária no governo Lula e Dilma, até o impeachment da Dilma, praticamente ele ficou em Brasília coordenando essa Secretaria. Liniane: Esta apresentação foi feita pela Paula e pelo Marcos. E por aí a gente já consegue ver uma trajetória bem particular, que mistura prática militante e teoria, o que já o difere de muitos intelectuais. Faltou o destaque que o Marcelo Justo fez do nosso protagonista, que trago agora. Marcelo Justo: Tem um marco na vida do Singer, tanto pessoal quanto como militante, que é trabalhar em grupo. Ele se destaca como intelectual e parece que o intelectual é uma figura sozinha, isolada, mas ele só tem essa força que ele tem pela capacidade de estar em grupo e de se conectar o Singer é o que a gente chama mais contemporaneamente de um articulador de redes, ele está sempre mantendo redes de amigos e de militantes juntos, que caminham juntos. Liniane: Marcos, como surge a ideia de um filme sobre ele, ou seja, quem fala: “olha, agora tem que ser feito um documentário sobre o Paul Singer”. Marcos Barreto: Quando ele falece, um grupo de amigos, de pessoas que gostavam muito do professor, dizem, bom, a gente precisa fazer alguma coisa pra contar essa história dele, precisamos registrar isso de alguma forma, fazemos um livro, fazemos o que? Não, vamos fazer um filme e aí a gente faz então uma campanha de crowdfunding, pra conseguir o recurso pra fazer o filme. O primeiro passo foi esse: nós não tínhamos diretor, nós não sabíamos exatamente que filme seria, mas a gente resolve fazer algo que tem muito a ver com a economia solidária, uma grande vaquinha, em todos os 27 estados do Brasil, no Distrito Federal, há pessoas que contribuíram pra que o filme fosse feito. E aí ficamos, então, pensando que diretor pode fazer esse filme, ou diretora? Quebramos a cabeça até que eu sugeri que fosse o Ugo Giorgetti. Liniane: Por que Ugo Giorgetti? Marcos Barreto: Porque, entre várias coisas, o Paul Singer escolheu a cidade de São Paulo, quer dizer, ele veio criança, ele não escolheu propriamente, foi a mãe dele que veio, porque já haviam familiares em São Paulo. Mas ele acaba vindo pra São Paulo e adota a cidade como a cidade dele. Ele era um apaixonado por São Paulo, falava isso várias vezes, ele voltava às vezes pra Europa, ia fazer palestra, dizendo que não tem nada como São Paulo. Liniane: Assistindo o documentário, a gente percebe que Ugo Giorgetti traduz o Singer múltiplo. Os entrevistados comentam o olhar do diretor sobre suas conexões com figuras importantes da política, do campo da educação e mesmo e seu papel na difusão de O Capital, de Marx no Brasil. Foi ele quem primeiro traduziu o livro para o português. Paula Quental: Teve uma passagem no documentário do Ugo Giorgetti, em que ele entrevista o Paul Singer, porque ele fez ainda várias entrevistas com o Paul Singer, em que o Singer lembra da época que ele dividiu o secretariado da Erundina com Paulo Freire. E ele fala que aprendeu muito com o Freire, que se sente extremamente influenciado pelo Freire. E isso até me estimulou a escrever uma sessão na minha dissertação, chamada Dois Paulos, em que eu analiso justamente o aspecto pedagógico da obra do Paul Singer, que ele próprio se coloca como muito influenciado pelo Freire. Marcos Barreto: Com essa amplitude que tem a vida do professor, as pessoas podiam conhecer um lado, mas pouca gente conhecia o todo, e o filme permite esse registro. E do ponto de vista acadêmico, é um registro interessante também, mais uma vez, sem ser algo cansativo, extenuante, chato, ou mais maçante, vamos dizer assim, porque ele está ali, o registro da vida intelectual, de uma forma leve, de uma forma que você compreende e fala nossa, ele fez tudo isso, nossa, foi ele então que traduziu o Capital. Liniane: No final dos anos 1950, professores da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, dentre os quais José Arthur Gianotti, Fernando Henrique Cardoso e Ruth Cardoso, organizaram um grupo para fazer a leitura de O Capital. Paul Singer integra esse grupo com a missão de traduzir o livro diretamente do alemão. Não custa lembrar que se trata de uma obra canônica no campo das ciências humanas. E que naquele momento Paul Singer ainda não era o economista, intelectual destacado e homem público da alta burocracia governamental. Aqui, as falas de Marcelo, Marcos e depois a Paula. Marcelo Justo: Isso é um marco né? é um marco, acho que para o Singer, é um marco na esquerda brasileira também, porque é um primeiro momento falando pelos relatos deles, que vão se debruçar sobre a obra do Marx de uma forma sistemática, durante muitos anos, – que é interrompido com o golpe de 64, mas começa, se eu não me engano, em 58, 59 e aí vão para outros autores, não só Karl Marx, que aí vão pegar o Singer como um leitor, desde criança, do alemão. Então ele integra o grupo como quem vai ler, trazer a versão original do alemão, mas é que eles vão comparando também a tradução. Então tem a leitura em alemão, tem a leitura em francês, a leitura do que existia em português. Isso depois vai servir também como base para o Singer depois fazer a tradução, a primeira tradução original em alemão do Capital, aí já nos anos 80. A partir desse grupo sai a tese de doutorado do Fernando Henrique Cardoso, então acho que tem todos esses marcos. O professor Roberto Schwarz até hoje também se refere a esse momento, o professor Michael Löwy, que é conselheiro do nosso instituto, que foi muito amigo do Singer, também se refere até hoje como um marco na vida dele, esse momento de leitura do Capital. Marcos Barreto: E depois tem um segundo momento, que é muito rico também, quando ele é convidado por um grupo de jovens que diz assim: “poxa, a gente queria fazer uma leitura do Capital”. E aí veio a ideia de fazer uma leitura no Teatro de Arena. Então já pensou o que era isso? Você reunia no Teatro de Arena, já na ditadura militar – aí nós estamos falando de um Brasil já fechado do ponto de vista político – e esse grupo se reunia sábado de manhã para fazer a leitura do Capital com a coordenação do professor Paul Singer. Então isso é um marco também, e desta leitura ele também aproveitou, como bom acadêmico, e fez um livro sobre essa experiência. Paula Quental: Eu ouvi do Lincoln Seco, professor de História da USP, que ouviu do Florestan Fernandes, que ele é a pessoa que mais conheceu O Capital no Brasil. Ele editou uma edição da Abril Cultural do Capital, uma edição famosa do início dos anos 1980, que a editora Ubu agora reeditou. E ele lia no original, ele mergulhou, e desde uma externa idade. Liniane: Eu selecionei um trecho do documentário em que o próprio Paul Singer fala sobre Marx. Ele integra o segmento intitulado por Ugo Giorgetti “Um autodidata na USP”. Ouve só: [Trecho do documentário] Paul Singer: Marx, em primeiro lugar, deu uma visão do capitalismo que ninguém havia dado antes, e que agora se mostra inteiramente verdadeira. Marx está sendo ressuscitado por não marxistas, exatamente como coincide, eu diria, de uma forma ultra surpreendente com este capitalismo extremamente em crises, crises que se repetem etc. porque ele entendeu, uma das coisas que tem Marx, a contribuição dele, é só dele, não é de outros, é que os economistas clássicos, tipo Ricardo, Adam Smith e tantos outros, que não eram reacionários, não, eles não eram de direita, mas eles jamais lembrariam em analisar a economia através de lutas de classes, isso é Marx. [Efeito Sonoro] (Voz de Paul Singer bem baixinha) [Silêncio prolongado] [Trilha incidental] Liniane: Marcelo, o Instituto Paul Singer e o documentário nascem praticamente ao mesmo tempo e se dedicam à difusão do legado do professor. Em que medida essa coincidência influencia o trabalho da entidade? Marcelo Justo: O Instituto, ele começa em 2021, a organização dele. No final do ano é que ele se formaliza com o CNPJ, e em 2022 é lançado, tornado público o Instituto. Ele é uma iniciativa dos familiares do Paul Singer, basicamente eu e a Helena Singer, que é a minha esposa, filha dele. É uma associação sem fins lucrativos que tem como missão preservar e reinventar esse legado. Um legado que tem esse histórico de uma luta pela democracia, pela solidariedade, a luta contra todas as formas de injustiça e desigualdade. Marcelo Justo: O nosso principal desafio é a difusão, é a divulgação das ideias e obras do Singer. Então, um documentário como esse é muito importante, ajuda muito nisso em 50, 40 e poucos minutos, assim, você tem a trajetória inteira dele, da história de vida, as principais ideias e algumas das polêmicas enfrentadas na trajetória, na vida dele. Então, para a gente, é um material muito importante, muito rico para divulgar. Liniane: É fato: documentário e Instituto convergem em objetivo e se fortalecem mutuamente. Porém, Marcos Barreto me explicou que o filme foi feito a partir de entrevistas realizadas em momentos diferentes. Na primeira, de 2015, Paul Singer é entrevistado pelo grupo que viria a produzir o documentário. A segunda é feita por Giorgetti, em 2018, antes do falecimento do professor. Já o Instituto, como Marcelo me contou, e formalizado em 2022. Marcos Barreto: O professor, no final da vida, já nos últimos anos, tinha alguns fatores de memória, algumas coisas que estavam começando a falhar. E a gente identificou isso, e a família, e a gente falou, bom, vamos gravar, vamos colocar o Paul Singer falando sobre a vida dele, sobre coisas que ele fez na vida que são marcantes, sobre passagens importantes, vamos quase que fazer uma entrevista com ele. E a gente fez duas sessões grandes com o professor, foi o Fernando Kleyman quem organizou isso, em Brasília. E ele então, por duas sessões de quase três, quatro horas, falou um monte, o que foi ótimo, porque quando a gente conseguiu resolver o dinheiro para fazer o filme, escolher o Ugo, etc, o professor havia já avançado na doença, já tinha dificuldade, o Ugo chegou a conversar com ele ainda em vida, o filme é lançado depois que o professor já faleceu. Liniane: O documentário foi divulgado na imprensa como uma produção que praticou a Economia Solidária. O que significaria essa afirmação, Marcelo? Marcelo Justo: Então, na economia solidária, democracia e autogestão são sinônimos, praticamente, nos escritos dele. Então, o que é isso? As pessoas se organizarem para produzir juntos, sem patrão e sem empregado. Todo mundo é cooperado. Não é à toa que o documentário tem o nome da utopia militante, que esse é o título do livro dele, que ele se coloca a isso, né? A questão da utopia como uma militância. A militância dele é por essa utopia, que é uma utopia de construir um socialismo que seja democrático, que não seja a experiência do chamado socialismo real, que é uma ditadura de esquerda. Liniane: Marcos também comentou sobre o termo utopia que está no título do documentário. E destacou, mais uma vez, a multiplicidade de papeis de Singer nos vários espaços em que atuou. Marcos Barreto: Esse título é tão forte e também resume tanto do que é o professor, porque justamente reúne essas duas facetas, que é uma pessoa que é um intelectual brilhante, professor titular da USP, com um militante que nunca deixou de ser militante. Ele foi estudar economia porque ele era um militante, e ele termina a vida como alguém que está pensando a economia solidária, que é algo prático, então ele não tava sendo um teórico da economia solidária, só que aí no meio desse percurso, já nessa última década da vida, nas últimas duas décadas, ele escreve esse livro, que é uma utopia militante, então ele assume ali o quê? Que ao mesmo tempo que ele está defendendo algo que é utópico, que é um desejo do que ele gostaria de ver acontecer, ele assume que aquilo só vai acontecer se tiver militância, ou seja, talvez aí, diferente do socialismo científico, que parte da ideia de que há uma evolução natural da história que vai ligar o socialismo, e que é algo que aliás o Singer não acreditava. Então o título, na verdade, quem escolheu foi o professor Paulo Singer, para o livro, e a gente quando viu, quando foi pensar no título do filme, a gente falou, putz, difícil achar um nome melhor do que Utopia Militante. Liniane: O documentário estreou no Festival Internacional É Tudo Verdade, em 2021, em um momento em que a letalidade do coronavírus alcançava um dos seus picos. Ele foi exibido de modo on-line, mediante a distribuição de duas mil senhas, que se esgotaram em poucos minutos. [Efeito sonoro] Liniane: “A trajetória política e intelectual de Paul Singer: da crítica marxista à Economia Solidária” é o título da dissertação de mestrado defendida por Paula Quental no Instituto de Estudos Brasileiros, o IEB, da USP, a Universidade de São Paulo, em 2024. Marcelo Justo, que é doutor em geografia pela mesma universidade, organizou o livro “Urbanização e Desenvolvimento”, uma coletânea de textos de Paul Singer. O volume foi editado pela Autêntica em parceria com a Fundação Perseu Abramo. Marcos Barreto é hoje Diretor Geral do Instituto Equipe Educação, Cultura e Cidadania e Vice-Diretor Geral da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), e segue engajado com a divulgação do legado de Singer. [Vinheta de encerramento Oxigênio] Esse trabalho de divulgação sobre a obra de não ficção do cineasta Ugo Giorgetti é realizado no âmbito do Programa Mídia Ciência, do Labjor, com supervisão da Simone Pallone. As entrevistas, o roteiro e a narração desse episódio foram feitos por mim, Liniane Brum. A revisão do roteiro é da Simone Pallone. A edição é do Guilherme Lopes, estagiário da Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares da Unicamp, a Cocen. A vinheta do Oxigênio é do Elias Mendez. As trilhas usadas no podcast são de Blue Dot Sessions, tiradas do Free Music Archive. A gente vai deixar a ficha técnica do filme na descrição do episódio. As reportagens referentes à divulgação da obra de não ficção de Ugo Giorgetti foram publicadas no dossiê “Ugo Giorgetti” da Revista ComCiência. Este episódio conta com o suporte da Diretoria Executiva de Apoio e Permanência, da Unicamp e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, a FAPESP, por meio de bolsas, e também da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast. Se você gostou do conteúdo, deixe seu like e compartilhe com seus amigos.
O Transtorno do Desenvolvimento Intelectual (TDI) está entre as condições mais presentes na educação inclusiva e exige estratégias pedagógicas específicas para favorecer o desenvolvimento e a aprendizagem.Neste conteúdo, você vai entender como funciona o trabalho com alunos com TDI no Atendimento Educacional Especializado, além de conhecer adaptações e práticas que podem fazer a diferença no contexto escolar.Um episódio indispensável para educadores que desejam promover uma inclusão mais efetiva e baseada nas potencialidades de cada aluno.
**Este episódio teve o apoio e a colaboração do Instituto Clima e Sociedade**A gente já sabia que as nossas fontes de energia precisam mudar. A transição energética já estava em curso. Mas o que era urgente, agora ficou urgentíssimo.A guerra no Irã expôs a fragilidade de um modelo econômico baseado em combustíveis fósseis — recursos concentrados em poucas regiões do mundo e distribuídos por cadeias longas e vulneráveis.E agora a gente viu: o estrangulamento no Estreito de Ormuz, no Oriente Médio, pressionou a inflação e desacelerou economias ao redor do planeta. Esse tipo de choque tem o potencial de reverberar por décadas — e o meu entrevistado explica como. Jorge Arbache é professor de economia da Universidade de Brasília e senior fellow do Instituto Clima e Sociedade. Ele já passou pelo BNDES e pelo Ministério do Planejamento, e também foi economista sênior do Banco Mundial e vice-presidente do Banco de Desenvolvimento da América Latina e Caribe.Nesta conversa, Jorge explica as mudanças estruturais que estão em curso e a oportunidade histórica do Brasil: ao oferecer energia limpa para o mundo, o país pode se tornar protagonista de um novo modelo de desenvolvimento econômico.Para entrar em contato, escreva para: podcast@economiadofuturo.com
A inteligência artificial está transformando a forma como produtos digitais são construídos.Neste episódio, Gabriel Lages, Paulo Vasconcellos e Monique Femme recebem Matheus Garibalde, Diretor de Dados e IA e Sidarta Oliveira, Diretor de Plataforma de Cloud no Grupo Boticário, para conversar sobre como IA, dados e engenharia estão mudando o desenvolvimento de produtos em larga escala.O papo aborda o uso de LLMs, copilotos, automações e agentes inteligentes, os desafios de construir produtos com IA e as novas competências que profissionais de dados e tecnologia precisarão desenvolver nos próximos anos.Um episódio para quem quer entender como a IA está redefinindo a criação de produtos digitais, com o Grupo Boticário - a 2ª empresa mais admirada em Dados e IA, segundo o State of Data Brazil 2026.Links de referências: Pesquisa State of Data Brazil: https://www.stateofdata.com.br/Medium Grupo Boticário: https://medium.com/gbtechVagas Grupo Boticário: https://grupoboticario.gupy.io/
Num país onde a ambição tantas vezes soa excessiva ou desconfortável, este podcast propõe recuperá‑la como motor de mudança. Em 'Ambição para Portugal', Pedro Boucherie Mendes entrevista diferentes convidados com o objetivo de perceber o que significa hoje querer mais e melhor para Portugal. O primeiro episódio sai dia 16 de junho em todas as plataformas de podcast e também nos sites do Expresso, SIC e SIC Notícias.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Num país onde a ambição tantas vezes soa excessiva ou desconfortável, este podcast propõe recuperá‑la como motor de mudança. Em 'Ambição para Portugal', Pedro Boucherie Mendes entrevista diferentes convidados com o objetivo de perceber o que significa hoje querer mais e melhor para Portugal. O primeiro episódio sai dia 16 de junho em todas as plataformas de podcast e também nos sites do Expresso, SIC e SIC Notícias.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Qual o papel do Estado para impulsionar o desenvolvimento soberano do país? É possível acreditar que a iniciativa privada assuma esse papel? Perguntas como essas estão em debate nesta edição do Rádio ASPUV, que traz como tema as privatizações. Para aprofundar nessa discussão, conversamos com a especialista em políticas públicas Bianca Valoski.Confira!Dicas culturais:Livros"A Nova Razão do Mundo: Ensaio sobre a Sociedade Neoliberal" - Pierre Dardot e Christian Laval."Chutando a Escada: a Estratégia do Desenvolvimento em Perspectiva Histórica" - Ha-Joon Chang."A Privataria Tucana" - Amaury Ribeiro Junior."Reforma Empresarial da Educação: a Nova Direita, Velhas Ideias" - Luiz Carlos de Freitas.Documentário"Privatizações: a Distopia do Capital" - Silvio Tendler.
Enquanto a Ucrânia surpreende com uma série de ataques devastadores a alvos russos de alto valor, incluindo a destruição de uma mega base de drones em Donetsk, Putin congela em plena conferência económica de São Petersburgo sem conseguir explicar a queda abrupta das receitas russas do petróleo e gás. Em Portugal, a eleição para o Conselho de Segurança da ONU é celebrada como um triunfo da diplomacia portuguesa, enquanto o Presidente da República apela ao regresso dos jovens emigrantes durante as comemorações do 10 de junho, no Luxemburgo. Nas relações ibéricas, a número dois do governo de Sánchez critica o pacote laboral português, enquanto o Presidente da Câmara de Badajoz defende uma aliança económica, à imagem do Benelux, entre Portugal e Espanha, com especial destaque para o eixo Badajoz-Sines. Na Arménia, decorrem eleições legislativas decisivas para o equilíbrio de forças no Cáucaso, com Moscovo a tentar desacreditar o processo eleitoral. Nuno Rogeiro entrevista ainda Peter Nilsson, diretor da divisão aeroespacial da Saab, sobre o futuro dos caças de combate e o impacto dos drones na guerra moderna. Ouça a análise no Leste/Oeste em podcast, emitido a 7 de junho na SIC Notícias. * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da ImpresaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Dionis Ricardo Henker, gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da Afubra e engenheiro agrônomo, Vanessa Panerai, engenheira florestal da Afubra, Mauro Spode, presidente do Sindilojas, e Gicele Arruda, diretora executiva do Sindilojas, participaram do programa Assunto Nosso para falar sobre a poda correta de árvores e as ações desenvolvidas pelo Sindilojas.
Dionis Ricardo Henker, gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da Afubra e engenheiro agrônomo, Vanessa Panerai, engenheira florestal da Afubra, Mauro Spode, presidente do Sindilojas, e Gicele Arruda, diretora executiva do Sindilojas, participaram do programa Assunto Nosso para falar sobre a poda correta de árvores e as ações desenvolvidas pelo Sindilojas.
Em maio de 2026, o Centro Regional para o Fomento do Livro na América Latina e Caribe (Cerlalc-UNESCO), a Organização de Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI) e o Banco de Desenvolvimento da América Latina e Caribe (CAF) publicaram o mais abrangente estudo comparativo alguma vez realizado sobre planos nacionais de leitura, escrita, oralidade e livro (LEOL) em Ibero-América. São 336 páginas que mapeiam a realidade de 20 países — incluindo Portugal — e que têm muito a dizer a quem trabalha todos os dias numa escola.O documento chama-se Estudio regional de políticas públicas y planes nacionales de lectura, escritura, oralidad y libro en Iberoamérica e foi coordenado pela investigadora Gemma Lluch, da Universitat de València, em parceria com as equipas do Cerlalc. Não é um relatório de prateleira: é um espelho que a região decidiu colocar à sua frente para perceber onde está e para onde precisa de ir.
Este conteúdo é um trecho do nosso episódio: “#348 - Mondelēz: como dominar a sazonalidade com gestão data-driven”.Nele, Patrícia Menezes, Trade Marketing na Mondelēz International, detalha o método usado para transformar equipes táticas em times de alta performance. Ela compartilha como a empresa elevou o nível das conversas internas e com clientes, criando profissionais que trabalham em conjunto e com visão de negócio. Ficou curioso? Então, dê o play!Assuntos abordados:Desenvolvimento de líderes;Equipes multifuncionais;Liderança de negócio;Alta performance;Tomada de decisão;Trade Marketing estratégico;Gestão ágil.Links importantes:NewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: osagilistas@dtidigital.com.brOs Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #cases #customercentric
O Wi-Fi deixou de ser apenas uma conexão sem fio para virar parte essencial da nossa rotina digital. Streaming em 4K, casas inteligentes, jogos online, trabalho remoto, inteligência artificial e dezenas de dispositivos conectados ao mesmo tempo estão pressionando as redes domésticas como nunca antes. No novo episódio do Podcast Canaltech, conversamos com Samir Vani, diretor de Desenvolvimento de Negócios da MediaTek para a América Latina, sobre a chegada do Wi-Fi 7 e o que muda na prática para os consumidores. Durante o papo, o executivo explica como a nova geração promete conexões mais rápidas, estáveis e preparadas para lidar com múltiplos aparelhos simultaneamente. A conversa também aborda o impacto da IA no consumo de internet, o futuro do Wi-Fi 8 e como o Brasil está posicionado nessa nova era da conectividade. Você também vai conferir: China quer transformar robôs humanoides em colegas de trabalho, Google agora quer usar seu histórico de buscas para entender você ainda melhor e Hyundai croa película para deixar o carro mais fresco no calor. Este podcast foi roteirizado e apresenrdo por Fernanda Santos e apresentado r e contou com reportagens de Nathan Vieira, Viviane França e Paulo Amaral. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Yuri Sousa e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio, Ana Frazão conversa com Claudio Ferraz, Professor da Vancouver School of Economics, University of British Columbia, e do Departamento de Economia da PUCRJ sobre seu eixo de pesquisa e produção científica, centrado na Economia Política e do Desenvolvimento. O professor Cláudio explica as razões pelas quais a economia é necessariamente política e os desdobramentos disso para as reflexões econômicas atuais. Nesse sentido, explora as relações entre democracia e mercados, bem como entre desigualdade econômica e erosão democrática. Na segunda parte da conversa, o professor explica as dificuldades enfrentadas pelo Brasil para o crescimento econômico. Por fim, o professor trata dos seus estudos e pesquisas sobre a corrupção, mostrando os custos do combate à corrupção, os tradeoffs envolvidos e as formas mais eficientes para o seu combate. Também trata dos incentivos para que os políticos sejam melhores e menos corruptos, assim como o problema das dinastias políticas no Brasil.
Sua empresa está preparada para os picos de venda em um curto período de tempo? Neste episódio, Patrícia Menezes, Diretora de Trade Marketing na Mondelēz International, compartilha como a empresa estrutura seu planejamento para enfrentar os desafios operacionais da sazonalidade. Ela detalha estratégias testadas para minimizar riscos e maximizar resultados em períodos de alta pressão como a Páscoa. Ficou curioso? Então, dê o play!Assuntos abordados:Planejamento sazonal;Riscos operacionais;Produção antecipada;Monitoramento diário;IA e dashboards;Retail Media;Desenvolvimento de categoria;E-commerce.Links importantes:NewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: osagilistas@dtidigital.com.brOs Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #cases #customerexperience
Exposição demorada a telas afeta linguagem e capacidade de atenção; especialistas sublinham necessidade de equilíbrio digital no cotidiano das crianças.
Custos energéticos mais elevados, comércio mais fraco e condições financeiras mais restritivas pesam sobre uma perspetiva global moderada; impacto econômico do conflito é “altamente desigual” entre regiões.
Pedro Fernando Nery, colunista do Estadão, professor de economia do IDP (Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa), analisa a Economia interna, às 3ªs, 7h45, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
ENTREVISTA REALIDADES DA SAFRA COM - Renan Quisini - Engenheiro Agrônomo e Desenvolvimento Técnico de Mercado da Nitro
Na ONU, durante primeira avaliação desde Conferência de Sevilha sobre tema, país promete investir em parcerias com impacto e em iniciativas com setor privado; língua portuguesa abre portas para projetos de sustentabilidade e outras áreas em nações lusófonas.
Convidado: Eduardo Giannetti da Fonseca, economista, professor e escritor. Em março, o CEO da maior gestora de ativos do mundo, a BlackRock, enviou uma carta aos investidores com uma previsão: “o velho modelo do capitalismo está se fragmentando”. No comunicado, Larry Fink afirma que a riqueza está cada vez mais concentrada e aponta o risco de que a inteligência artificial amplie ainda mais a desigualdade. É uma ideia que está em linha com o relatório publicado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, em dezembro de 2025: o texto indica que a IA deve gerar ganhos de produtividade de até 5% em alguns setores da economia nos próximos dois anos, mas alerta que a tecnologia pode impactar até 40% dos empregos no mundo e ampliar a desigualdade entre países e dentro das próprias sociedades. Neste episódio, Natuza Nery entrevista Eduardo Giannetti da Fonseca para analisar o impacto dessa nova revolução tecnológica no modelo econômico e na ampliação da desigualdade. O economista explica o momento histórico que vivemos, que chama de “fim do ciclo da globalização”, e projeta mais pressões por políticas públicas.
Pedro Fernando Nery, colunista do Estadão, professor de economia do IDP (Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa), analisa a Economia interna, às 3ªs, 7h45, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Conheça a Minimal Club usando o Cupom: BRUNEThttps://lp.minimalclub.com.br/ep-brunetcastMentoria DestinyMind: https://forms.gle/EDcJzoAb3ZKPU7v86Você já parou para pensar que o seu maior desafio com pessoas pode ser, na verdade, um problema interno seu?Nesse episódio inaugural do novo formato do BrunetCast, Wesley e Teixeira recebem Cleiton Pinheiro, gestor com mais de 21 anos de experiência, sócio-fundador da LF Gestão e Desenvolvimento, mentor do LS Club e autor dos livros O Poder do Recomeço e O Poder do Básico. Uma conversa que vai direto ao ponto sobre liderança real, autoresponsabilidade e o que realmente forma um líder de excelência.Nesse episódio você vai aprender:Por que liderança tem a ver com pessoas, e não com resultadosComo o externo é apenas reflexo do interno e o que fazer com issoA diferença entre assumir culpa e assumir responsabilidadeComo conhecer verdadeiramente as pessoas ao seu redor (e sua equipe)O que é empatia de verdade e como praticá-la de forma corretaPor que vitimismo rouba seu tempo e sua energiaComo saber quando o medo é espiritual e quando é só sua cabeçaO princípio do "a sua vida é aquilo que você tolera"Como discernir se uma decisão é de Deus ou das suas emoções"O externo é apenas um reflexo do interno. Se você está em conflito com pessoas, internamente você não está bem." Cleiton Pinheiro
Pedro Fernando Nery, colunista do Estadão, professor de economia do IDP (Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa), analisa a Economia interna, às 3ªs, 7h45, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Relatório da ONU revela divisões geopolíticas e comerciais; todos os indicadores estão em queda, inclusive investimento privado; mas investimentos em combustíveis fósseis dobram e comércio Sul-Sul quadruplica.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quinta-feira (02):Uma pesquisa da AtlasIntel e da Arko Advice apontou os políticos com maior rejeição entre os eleitores. O presidente Lula (PT) aparece em primeiro lugar no levantamento, seguido por Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O estudo também investigou os principais motivos apontados pelos entrevistados para a rejeição aos nomes citados. O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) deixou o comando do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços para cumprir a regra de desincompatibilização eleitoral. Confirmado como pré-candidato à vice-presidência na chapa do presidente Lula (PT), Alckmin agora deve se dedicar à campanha e às atividades na vice-presidência. O governo ainda avalia quem será o seu substituto na pasta.Alckmin afirmou que quem defende ditadura não deveria disputar eleições no Brasil. A declaração foi feita durante um café da manhã com jornalistas, em que o ministro se despediu do comando do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços para cumprir a regra de desincompatibilização eleitoral. O presidente Lula (PT) afirmou que o Brasil não mudará o sistema de pagamentos Pix, mesmo após críticas feitas em um relatório dos Estados Unidos. Durante visita a obras do VLT em Salvador, o presidente disse que o Pix pertence ao Brasil e destacou a importância do sistema para a população e para o funcionamento da economia. Durante um evento em Fortaleza, o presidente Lula (PT) chamou atenção ao cometer um possível ato falho ao se dirigir a jovens presentes na cerimônia. Em um trecho do discurso, o petista afirmou que os jovens seriam “honestos” e que queriam que ele também fosse. A declaração gerou repercussão e abriu espaço para críticas de opositores. O presidente do PL, Valdemar da Costa Neto, afirmou que o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), seria um bom nome para vice na chapa de Flávio Bolsonaro (PL-RJ). No entanto, segundo apuração do jornalista Misael Mainete, Caiado não pretende aceitar o convite e mantém a pré-candidatura à Presidência da República. Outros nomes, como Tereza Cristina (PP-MS) e Romeu Zema (Novo-MG), também são citados como possíveis opções para compor a chapa. A Polícia Militar de São Paulo concedeu a aposentadoria ao tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, que está preso preventivamente e responde por feminicídio e fraude processual. A decisão foi publicada em portaria que o coloca na reserva da corporação, garantindo vencimentos integrais de cerca de R$ 20 mil mensais. O caso ganhou repercussão após a morte da policial militar Giselle Alves Santana, encontrada sem vida no apartamento onde o casal morava.Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
No 3 em 1 desta terça-feira (31), o destaque foi o ministro Alexandre de Moraes (STF) que fixou a data de 14 de abril de 2026 para o depoimento do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP). O interrogatório ocorre no âmbito do inquérito que apura a articulação de parlamentares brasileiros com o governo de Donald Trump para a aplicação de sanções. O presidente Lula (PT) deve encaminhar nesta terça-feira (31) a mensagem oficial ao Senado com a indicação de Jorge Messias para o STF. O envio encerra um impasse de quatro meses e dá início ao rito de sabatina na CCJ para preencher a vaga aberta pela aposentadoria de Luís Roberto Barroso. Reportagem: André Anelli. O presidente Lula (PT) confirmou nesta terça-feira (31), durante a reunião ministerial, que Geraldo Alckmin (PSB) será novamente seu candidato à vice-presidência em 2026. O anúncio encerra as especulações sobre uma possível vaga para o MDB na chapa e marca a saída de Alckmin do Ministério do Desenvolvimento para a disputa. Reportagem: André Anelli. Em seu discurso na reunião ministerial desta terça-feira (31), o presidente Lula (PT) cobrou que seus ministros abandonem o que chamou de "promiscuidade política". O mandatário falou que a política também virou um "balcão de negócios" e exigiu mais seriedade no Congresso. Reportagem: André Anelli. O presidente do PSD, Gilberto Kassab, negou nesta terça-feira (31) que o governador Ronaldo Caiado (PSD) vá desistir de sua pré-candidatura à Presidência. Misael Mainetti comentou sobre o assunto. A CPI do Crime Organizado aprovou nesta terça-feira (31) a convocação dos ex-governadores Cláudio Castro (PL) e Ibaneis Rocha (MDB) para prestarem depoimento sobre o Caso Master. O colegiado também aprovou um requerimento para ouvir o ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, mas ele não compareceu à sessão. Reportagem: Janaína Camelo. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deu sinais de um possível recuo estratégico no conflito com o Irã. Após duras críticas dos aliados da Otan e a resistência de líderes europeus em fornecer suporte militar no Estreito de Ormuz, a Casa Branca agora avalia uma proposta de trégua. Segundo a Pesquisa Atlas, a ex-ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB), e o secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite (PL), aparecem tecnicamente empatados na liderança das intenções de voto para as duas cadeiras do Senado Federal. Em um movimento estratégico para contornar o travamento político no Congresso, o senador Carlos Viana (Podemos-MG) anunciou que entregará pessoalmente ao ministro André Mendonça (STF) uma cópia do relatório final da CPMI do INSS. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Pedro Fernando Nery, colunista do Estadão, professor de economia do IDP (Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa), analisa a Economia interna, às 3ªs, 7h45, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Veja também em youtube.com/@45_graus Ricardo Paes Mamede é professor de Economia Política no ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, onde é Pró-Reitor para o Desenvolvimento da Colaboração Académica com o Leste Asiático. Licenciou-se em Economia pelo Instituto Superior de Economia e Gestão, em 1996, e, na mesma instituição, fez o mestrado em Economia e Gestão de Ciência e Tecnologia, em 1999. Doutorou-se em Economia pela Universidade Bocconi, em Itália, em 2006. _______________ Índice (2ª Parte): O caso dos EUA. Ideias de Alexander Hamilton. O Estado desenvolvimentista escondido dos EUA (The Hidden US Development State - Fred Block) Como é possível os EUA terem mais PI do que a Europa? Riscos da PI: gerar reacção de outros países Quais são as condições para uma PI funcionar? Argumentos Hayek contra intervenção do Estado: captura e informação Como se constrói uma administração pública meritocrática se não é possível despedir? Relatório de Michael Porter dos anos 1990 Como alguem de esquerda olha para o foco da PI no crescimento económico? | Documentário Netflix: American FactorySee omnystudio.com/listener for privacy information.
Veja também em youtube.com/@45_graus Ricardo Paes Mamede é professor de Economia Política no ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, onde é Pró-Reitor para o Desenvolvimento da Colaboração Académica com o Leste Asiático. Licenciou-se em Economia pelo Instituto Superior de Economia e Gestão, em 1996, e, na mesma instituição, fez o mestrado em Economia e Gestão de Ciência e Tecnologia, em 1999. Doutorou-se em Economia pela Universidade Bocconi, em Itália, em 2006. _______________ Índice (1ª parte): Porque voltámos a falar de Política Industrial? Tipos de PI Exemplo das despesas em I&D O caso de Hong Kong O caso do Chile Como o Estado pode ajudar as empresas? Problemas de incerteza e coordenação O caso do turismo Banco de Fomento É difícil fazer Política Industrial em democracia? O caso da Coreia do Sul Precisamos de capacitar o Estado? Check Ha jung chang 2022 states institutions Países africanos onde PI falhou O caso da China Politica Industrial na Europa Devemos apostar no mercado único na EuropaSee omnystudio.com/listener for privacy information.