Jew who converted to Catholicism in Spain or Portugal
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Aproveitei a presença do Maiquel Monteiro, Gerente de Marketing da Triumph Brasil em um evento de lançamento de motos da marca para conversar com ele sobre a Triumph e sua visão sobre alguns temas. Conversa rica em informações úteis nas entrelinhas!Entrevista gravada em 25 de fevereiro de 2026.Fale conosco! Mande e-mail para contato@motordomundo.com.brSiga nosso Instagram! www.instagram.com/motordomundo
Mais um conteúdo no ar! Pedro Maranhão faz uma exclusiva com Yago Felipe, capitão do Sport na conquista do título do Campeonato Pernambucano 2026. Conversa passa sobre a preparação para a final diante do Náutico, comemoração do título, momento atual do Leão e um pouco do que será o restante do ano. Na técnica, Gabriel […]
Sua Voz Importa: Conecte-se e Faça Parte da Conversa! Este programa é um canal dedicado à interação direta com nossos ouvintes, oferecendo uma plataforma para ler e comentar suas mensagens, perguntas e sugestões, mergulhando em discussões aprofundadas sobre os temas mais relevantes do nosso projeto. Seja sobre a produção dos nossos conteúdos, suas experiências, aspectos … O post Pergaminhos na Bota | Fevereiro e Março 2026 apareceu primeiro em RPG Next.
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En esta entrevista, calificada por la misma Martha Nussbaum como una de las más conmovedoras que le han hecho, la filósofa estadounidense conversa con el filósofo y escritor Carlos Vásquez Tamayo sobre la vulnerabilidad, la tragedia griega y el lugar de las artes en la vida democrática. Un encuentro organizado por el Parque Explora y la @udea. Nussbaum ha dedicado décadas a demostrar que las emociones no son fuerzas irracionales sino formas de conocimiento. “Mi trabajo es sobre la relación entre las emociones y la justicia social, porque sin comprender cómo sienten las personas, no podemos hacer buenas leyes ni buenas instituciones”, ha dicho sobre el eje de su pensamiento. Su propuesta del Enfoque de las Capacidades —desarrollada junto al economista Amartya Sen— cambió la manera en que organismos como el Banco Mundial miden el desarrollo: no solo por el crecimiento económico, sino por las oportunidades reales que tienen las personas para llevar una vida digna, con salud, educación, participación política y tiempo para el juego y la amistad. Martha C. Nussbaum es filósofa y escritora. Es profesora de Derecho y Ética en la Universidad de Chicago, con cátedra conjunta en la Facultad de Derecho y el Departamento de Filosofía. Entre sus más de 20 libros publicados se cuentan La fragilidad del bien, El cultivo de la humanidad, Sin fines de lucro y Crear capacidades. Ha recibido el Premio Príncipe de Asturias de Ciencias Sociales (2012), el Premio Kyoto en Artes y Filosofía (2016), el Premio Berggruen (2018) y el Premio Holberg (2021). Carlos Vásquez Tamayo es poeta, ensayista, traductor y PhD en Filosofía. Ha publicado, entre otros, los libros de poesía Anónimos, El jardín de la sonámbula, El oscuro alimento, Agua tu sed y Desnúdame de mí. Algunos de sus ensayos son La nada luminosa - Fernando Pessoa, un poeta de la naturaleza, Eclipse de sol sobre Bataille y El arte jovial: la duplicidad apolíneo-dionisíaca en el nacimiento de la tragedia de Nietzsche.
“Tudo é fácil quando temos vontade própria e estímulo alheio, mas é difícil sermos aquilo que somos. Os outros não deixam.” E ainda que lhes fosse indiferente, que não se acumulasse neles esse rancor de ver alguém tomar um enorme balanço, entregar-se a uma euforia tal que não precisa de outra coisa senão de preencher um instante, até contra o resto da sua vida, como se tivesse um poder de se libertar e esquecer de si mesmo, sendo essa a maior das fantasias, mesmo assim os outros estariam aí para te desmentir. Afinal, aquela chispa ou ferocidade que alguns revelam e os torna capazes de se desembaraçar dos efeitos previstos, de se borrifar no contexto, é aí que se acha o maior dos privilégios. E aquela compulsão mitómana é talvez o último sinal de arrojo, uma vez que a história inventada é sempre mais aliciante do que a maçadora tirania dos factos. Contudo, o grande entrave são os outros, e parece evidente como toda a etiqueta social se desdobra nessas fórmulas mais ou menos sub-reptícias de interromper alguém. Há, no entanto, alguns que sabem torcer pela oposição, viver como felizes desgraçados, muitas vezes até por conta de outrem, gozando os sinais de insubordinação. Depois daquele arranque, vamos citar-vos novamente Santos Fernando para deixar aqui outra pedra angular: “Tive que chegar à evidência de que o nosso semelhante é justamente aquele que em nada se nos assemelha.” Mas há mais… “Gostamos, nos outros, o que os outros não gostam neles.” O amor próprio deve assim ser colhido não em si mesmo mas à volta. Este não é um tempo para os homens andarem muito confiantes de si mesmos, pois isso identifica-os com os piores. Os melhores são os que se fogem, os que escapam. Aqueles que se fazem tão esquecidos de si que muitas vezes páram junto às montras para confirmar os traços do próprio rosto. “É para sabermos quem somos, que transportamos no bolso o bilhete de identidade.” A razão de toda esta solidão em que nos sentimos a dissolver, reféns de um quotidiano que trabalha em nós como ácido, é este excesso de confiança nas aparências, a forma como o espectáculo passou a governar até a metafísica. No fundo, um tipo só podia reconhecer-se nas divisões, na forma como num determinado momento parecia fazer uma escolha contra o de antes, contra si mesmo, romper, partir-se. “O Eu tem um conteúdo que o distingue de si, pois ele é a negatividade pura ou o movimento de se dividir, é a consciência”, escreveu Hegel. “Este conteúdo, na sua diferença, também é o Eu, pois ele é o movimento de se suprimir a si mesmo ou a negatividade pura que é o Eu.” Se temos tanta dificuldade para nos arrastar para fora de casa, fazêmo-lo porque, apesar de tudo, ainda é agradável encontrarmos na rua os nossos desconhecidos, especializarmo-nos na dor dos outros, como diz às tantas uma das personagens do último livro do nosso convidado. Saímos num gesto meio desaforado como quem se diz adeus a si mesmo, batendo com a porta, ofendendo-se os dois mutuamente, o que ficou e o que saiu. Fazemos estes cortes, ignorando-nos para nos conhecermos melhor. Santos Fernando ainda nos coloca diante de uma outra constatação: “– Perdão – exclamou o que tinha experiência da vida, experiência da falibilidade humana e experiência da bisbilhotice: – Só não espreita pelo buraco da fechadura, aquele que tem receio de estar a ser substituído do lado de lá.” Na verdade, esta frase deveria inverter-se, pois o receio mais constante nos nossos dias, um receio pânico, vem não da mera suspeita, mas da consciência de que estamos a ser substituídos do lado de lá, e não apenas por alguém novo ou melhor, mas por alguém muito parecido, um semelhante, um ser apenas um pouco mais indiferente, e, por isso, melhor adaptado às circunstâncias. Aquele que se ri da expressão que fazemos, aquele que nos provoca, esse duplo sinistro que divide connosco o mesmo lance de dados. “Acredito sinceramente ter interceptado muitos pensamentos que os céus destinavam a outro homem”, admitia Laurence Sterne. É uma forma de reconhecer essa capacidade de ocupar o lugar de outro… “Há gente que tem pára-raios para que os raios lhes caiam em casa”, retruca Santos Fernando, sempre à coca de uma oportunidade. Ele poderia concordar com o nosso convidado deste episódio quando ele reconhece que, entre certos seres sem tempo para os grandes arranjos litúrgicos, “Deus manifesta-se sob a forma de um insecto aramaico em risco de extinção”. “Um insecto fugidio, escondido em toda a parte”, adianta. E ainda acrescenta: “A palavra aramaico soa tão bem, não precisamos de mais nada para acreditar.” De resto, a fé já não é essa espécie de utopia transparente, mas algo mais rastejante, que sobrevive à base de impulsos, coincidências meio patéticas, um arranjo fenomenal de ninharias. Às tantas, num daqueles armazéns onde alguns tipos assistem à rotina frenética das mercadorias, esses milhares de produtos destinados a um trânsito internacional que, como nos diz José Gardeazabal, parece imitar o ritmo fértil das grandes migrações, fica claro como vamos sendo reduzidos a essa humildade dos espectadores da catástrofe, e às tantas percebe-se que o homem é precisamente aquilo que toda esta inquietação das mercadorias acaba por destruir, tornando-se um ser inteiramente esmagado, atirado para a margem, desfigurado por essa nova forma de miséria que se foi impondo com o monstruoso desenvolvimento da técnica. Como assinalou Erich Auerbach, “nos seus começos gregos, a poesia europeia possuía o conhecimento de que o homem seria uno – algo de indivisível, constituído pela força e pela forma do corpo, pela razão e pela vontade do espírito, de que o seu destino particular se teria desenvolvido a partir de uma tal unidade, quando à sua volta se reuniam, como que por atracção magnética, as acções e paixões que lhe estavam reservadas, fixando-se nele e formando assim elas mesmas uma parte da sua unidade”. Aquele filólogo e crítico literário vinca que foi “este entendimento que conferiu à epopeia homérica a intuição e a compreensão profunda da estrutura dos acontecimentos possíveis”. “Inventando e sobrepondo acções e paixões do mesmo tipo, Homero deu forma a Aquiles ou a Ulisses, a Helena ou a Penélope; de uma acção que revelava a essência, ou ainda de uma essência que se anunciava numa primeira acção, surgiu ao poeta inventor, de forma necessária e natural, a série e a suma das acções, tornadas idênticas, de todos eles, e ao mesmo tempo a orientação geral do percurso das suas vidas, o seu entrelaçamento no tecido dos acontecimentos, que constitui tanto a sua essência quanto o seu destino.” Mas hoje já não há unidade nos homens porque o destino é precisamente aquilo que faz deles esses seres inertes, dominados por um vazio que escarnece de todos os seus gestos. E também por isso o romance está em crise, pois não sabemos como traduzir alguma inspiração literária que sirva de fôlego a verdadeiras personagens, construindo a sua fictiva autonomia, e que habitem soberanamente essa zona dos mitos criada pelos grandes escritores. Vamos andar por aqui, indagar ainda sobre a forma como o novo paradigma tecnológico infectou a carne. E se, finalmente, e ao cabo de tantos naufrágios, o velho lobo desse mar que há décadas ia pingando pelas torneiras mal fechadas de tantas casas portuguesas lá se despediu de vez, também por aí vamos passar, aproveitando para uivar entre as fronteiras já praticamente apagadas da nossa cultura, e sempre com Gardeazabal a expor-nos a vasta colecção de pulgas colhidas noutras paragens e que a ele o ferram mais fundo e lhe transmitem a sua febre.
Conversa amb Roger Bastida, assessor històric de sèries i escriptor, que publica 'Passeig de Gràcia, història d'una família', premi Santa Eulàlia de novel.la
António Lobo Antunes escreveu durante mais de 40 anos e marcou a literatura portuguesa. Mas sabemos mesmo quem foi e sobre o que escrevia o autor? Conversa com Rodrigo Guedes de Carvalho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nesta edição do "Conversa de Bolso", o comentarista Felipe Storch, traz como destaque o cenário que falar sobre dinheiro ainda é um tabu para muitos brasileiros, o que talvez explique as altas taxas de endividamento das famílias no Brasil: em outubro de 2025, 79,5% das famílias tinham algum tipo de dívida a vencer, segundo a série histórica medida pela Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Diante desse cenário, explicam os especialistas, é necessário, sim, falar de dinheiro com crianças e adolescentes. O modo como pais e responsáveis abordam o tema pode influenciar diretamente a relação dos jovens com consumo, planejamento, autonomia e responsabilidade no futuro, sinalizam.
Conversa de Café à Mesa da Rádio com António Apolinário Lourenço e João Pedro Gonçalves em que, além dos outros temas da atualidade mundial, se dá destaque ao centenário da morte de Camilo Pessanha.
O bloqueio do estreito de Ormuz já faz subir o petróleo e pode encarecer os combustíveis. Como é que um conflito no Golfo chega à carteira dos portugueses? Conversa com Ricardo Marques.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O bloqueio do estreito de Ormuz já faz subir o petróleo e pode encarecer os combustíveis. Como é que um conflito no Golfo chega à carteira dos portugueses? Conversa com Ricardo Marques.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Cori Grămescu e femeia care a revoluționat modul în care privim fitnessul, dietele și pilatesul în România și care, de ani buni, ajută mii de femei să se simtă bine în pielea lor. Conversația noastră merge dincolo de cântar. Vorbim despre procesul real din spatele transformărilor, despre echilibru, motivație și despre cum slăbitul nu are, de fapt, legătură doar cu voința. Mutată în Miami din dragoste, Cori și-a dus misiunea în online și continuă să construiască transformări reale, nu doar fizice. Suntem tentați să devenim „o altă persoană”, dar poate că nu trebuie să fim alții, ci doar mai atenți și mai blânzi cu propriul corp. Pentru că, așa cum spune Cori, nu toată lumea trebuie să slăbească, dar toată lumea merită să fie sănătoasă și împăcată cu sine.
Como se vive quando a guerra nos surpreende e acaba por entra na rotina? Como se explicam os estrondos a crianças pequenas? Conversa com João Pedro Fabião, um português que vive com a família no Dubai desde 2017.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Conversamos con Jair Ortiz, uno de los panameños que logró salir de Cuba luego de participar en una jornada de donaciones y grafiteo subversivo en la Isla. Por Mauricio Valenzuela
Como se vive quando a guerra nos surpreende e acaba por entra na rotina? Como se explicam os estrondos a crianças pequenas? Conversa com João Pedro Fabião, um português que vive com a família no Dubai desde 2017.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Marta Gómez, la directora General de Servicios Sociales e Instituto de Igualdad del Gobierno de La Rioja ha subrayado la importancia de generar espacios de reflexión y compromiso en torno al Día Internacional de la Mujer.
Como se vive quando a guerra nos surpreende e acaba por entra na rotina? Como se explicam os estrondos a crianças pequenas? Conversa com João Pedro Fabião, um português que vive com a família no Dubai desde 2017.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Como se vive quando a guerra nos surpreende e acaba por entra na rotina? Como se explicam os estrondos a crianças pequenas? Conversa com João Pedro Fabião, um português que vive com a família no Dubai desde 2017.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No Papo Empreendedor desta semana, o foco esteve em um ativo que antecede qualquer estratégia, tecnologia ou processo: as relações humanas.Com Sany Araujo Marques e Daniel da Silva Pereira, o episódio abordou o tema “O poder das relações humanas na construção de resultados”, trazendo reflexões sobre como conexões sólidas, comunicação eficiente e confiança mútua impactam diretamente a performance de equipes e negócios.Ao longo da conversa, ficou claro que resultados sustentáveis não nascem apenas de boas estratégias, mas da qualidade das relações que sustentam essas estratégias. Networking estratégico, cultura organizacional saudável e inteligência emocional foram apontados como pilares para transformar vínculos em oportunidades concretas.Mais do que falar sobre relacionamento, o episódio explorou práticas aplicáveis para quem deseja fortalecer parcerias, liderar com mais empatia e gerar resultados por meio da colaboração.
A notoriedade actual de certos escritores baseia-se sempre num mal-entendido. Há um desejo de ver surgir figuras que possam corresponder à imagem do grande homem, esse capaz de encarar o mundo por meio de ideias imunes aos desaires da época. Mas essa mesma relação que mantemos com alguns autores não passa de uma projecção, pois, como sinalizava Sartre, é lisonjeiro para uma nação ter produzido uma figura dessas, permite que se convença da sua própria importância e prestígio. E se não faltam nunca um punhado de recolectores capazes de compor arranjos e fazer da sucata algo imponente, um pensamento que tenha verdadeira força já não é algo de desejável, porque este ofende, gera nervosismo. Diante desse tipo de figuras ninguém consegue estar realmente em paz. Desde logo, esse tipo de homens consegue sempre sacudir a matilha de homenagens que procuram abonecá-lo, encontrando as forças para provocar escândalo, rasgando vias impróprias em vez de se aproveitar das auto-estradas nacionais. Sartre vinca a necessidade de diminuir a circulação fiduciária da literatura. E se a esta, nos últimos tempos, apanhamos sempre a dormir, incapaz de paixões fortes, aguardamos esse sobressalto, mesmo que seja a cólera, algo que a possa despertar. Quando vemos a generalidade dos escritores participarem nas desgastantes homilias que vão promovendo os poderes oficiais e oficiosos, com a cobertura dos jornais, o apoio dos programas de promoção do turismo e a congeminação das dst's e outras firmas industriais, não é difícil perceber como o autor foi transformado em funcionário e se vê sobrecarregado de funções e honras que servem para apagar qualquer intuito mais perverso. Se em tempos a literatura era vista como uma ocupação de ociosos, uma actividade parasitária, pecaminosa, hoje passou a ser encarada como mais outro instrumento de propaganda. Quanto mais se agarram ao prestígio mais longe ficam de qualquer relação com a infâmia que caracteriza a indução de um pensamento degenerado. Mas, até em cima disto, temos sempre de aturar uns e umas que nos vêem explicar o cariz didáctico da literatura. Enquanto isso vemos como uma cortesia fremente reina no mundo das letras. Ora, com a brusca hecatombe dos decanos nas primeiras duas décadas deste século e uma vez que se conseguiu fazer da rendição das anteriores sentinelas um princípio de vacatura, enquanto eram os próprios escritores os primeiros a quererem gozar de um mero favor publicitário, em vez de uma discussão rude e exaltante, viraram-se todos para as lógicas de inflação literária, e, por isso, só conseguem ser lidos pelos consumidores gerais que se guiam pelas tendências de estação. “Ao tratar as produções do espírito com um respeito que outrora apenas se manifestava para com os grandes autores mortos, arriscamo-nos a matá-las”, sublinha Sartre. Mas ele ainda entendia que aqueles escritores que se sentiam adulados não deixavam de sentir também um obscuro despeito, uma vez que “não é agradável ser tratado em vida como um monumento público”. Ora, foi isto que mudou. Hoje os escritores detestam o risco, o confronto, deixaram-se socializar no pior sentido da palavra, e já não são aos olhos de um público por eles mesmos cultivado aquelas figuras que estavam animadas de projectos maliciosos, capazes de proferições danosas. Hoje, cada um à sua maneira, faz papel de embaixador. Nem reconhecem uma alternativa. Ficariam em apuros se todo esse enredo diplomático perdesse os apoios institucionais, as suas galas e cerimoniais, uma vez que há muito o próprio mercado desertou esses circuitos, e nada a não ser as lógicas de cumplicidades com o poder conseguem segurar todo esse dispositivo. Poucos se dão conta de como a literatura se dissolveu num regime de pura expectativa, de tal modo que mesmo essas obras literárias futuras e tão ansiadas participam já na dignidade duma cerimónia sagrada. E, assim, cada escrito novo procura simular essa recepção, encenando uma cerimónia de acordo com os protocolos oficiais, e prestando a sua contribuição benévola para as festividades que permitem aos pequenos poderes servirem-se da cultura como uma indústria de totems, usando aquela entoação enfatuada e grave para que o patetismo dos seus conselhos simule uma função oracular. Nisto, o que é pena é que esta manobra tacanha sirva para convencer os escritores e os artistas a conformarem-se a ser apresentados e recomendados como bens nacionais. Devemos reconhecer como este estado de coisas convida mais à indiferença do que a ânimos exaltados. Parece excessivo detestar esta gente, a não ser pelo inconveniente que há em tentar fazer-se alguma coisa que ainda corresponda àquele jogo meio anárquico de malfeitores que iam aperfeiçoando os seus desafios por escrito, sendo que agora tudo o que diz respeito aos livros se vê sempre acompanhado de uma insuportável algazarra promocional, ao ponto de mesmo os poucos e ridículos passos que se dão neste deprimido reino terem de ser pagos com uma perpétua indigestão ao entrar em contacto com toda essa solenidade balofa. É tão desgastante essa caldeira, essa fornalha, esse grelhador em que se tornou a vida das letras, com as suas intimações constantes, imposturas, exaltações falsas, o banho de alarvidades e os constrangimentos a que qualquer um se vê sujeito para acomodar as aspirações e ilusões dos demais, esta máquina de espuma que ensopa e engole tudo, que faz dos triunfos as maiores ciladas, tudo isso é um preço demasiado elevado para um tipo querer chegar àqueles poucos leitores que lhe justificam tamanho empenho. Dá a sensação até que todo este quadro não serve senão para atrasar e despistar esses encontros. Não é de estranhar que precisamente aqueles espíritos mais instigantes sejam dos primeiros a sentir-se enojados com este contexto, preferindo desperdiçar a sua energia malévola em zonas menos cercadas por toda esta pompa e idiotice. É como se a literatura não quisesse libertar-se já da descrição mais enfática e redutora de todos os vícios, como se trabalhasse para se cingir à reprodução daqueles aspectos em que incidiu a sátira que lhe foi sendo feita, como se a realidade quisesse levar a uma apoteose o elemento da farsa, gerando uma paródia em que a sua descrição mais demolidora não se distingue muito dos efeitos da sua publicitação. Há uma inesperada capacidade de satisfação, uma correspondência com as aspirações mais tacanhas, e que fazem as delícias de muita gente. A partir daqui, as piores coisas que possam ser ditas sobre o meio literário não deixam de enaltecê-lo. Barricou-se na sua fantasia pindérica. Qualquer noção aventureira da vida literária que algum escritor ainda estime apenas levará a que se sinta como um intruso, um inadaptado no reino destes que parecem reclamar e comungar das mesmas referências. Mas quem as toma a sério admite que a literatura possa ser uma droga dura, ao passo que aqueles aprenderam a forjar a partir dos mesmos ingredientes toda uma linha de calmantes e anestesiantes. A literatura passou a significar uma zona de repouso, mais outra estância de retiro. A própria vida ali é algo de que devemos desintoxicar-nos… Se a literatura foi uma forma de rejeição audaz, agora é arrastado rito, um regime de mumificação em vida. O longo rito que mistura o baptismo à extrema unção. “Ainda não viveste, e no entanto, já está tudo dito, tudo acabado”, escreve Georges Perec. “Só tens vinte e cinco anos, mas o teu caminho já está traçado. Os papéis, as etiquetas estão prontos: desde o bacio da tua primeira infância até à cadeira de rodas da tua velhice, todos os assentos aguardam a sua vez. As tuas aventuras estão tão bem descritas que a revolta mais violenta não faria pestanejar ninguém. Por mais que saias para a rua e mandes às urtigas os chapéus das pessoas, e cubras a cabeça de imundícies, e andes descalço, publiques manifestos, dês uns tiros de pistola à passagem de um qualquer usurpador, de nada servirá: a tua cama já está feita no dormitório do hospício, o teu talher está posto à mesa dos poetas malditos. Barco bêbado, miserável milagre: Harrar é uma atracção de feira, uma viagem organizada. Tudo está previsto, tudo está preparado até ao mais ínfimo pormenor: os grandes arroubos do coração, a fria ironia, as grandes dores, a plenitude, o exotismo, a grande aventura, o desespero. Não venderás a alma ao diabo, não irás, de sandálias nos pés, precipitar-te no Etna, não destruirás a sétima maravilha do mundo. Tudo está já preparado para a tua morte: a bala que te levará deste mundo já está fundida há muito tempo, já designaram as carpideiras para acompanharem o teu caixão.” Face a isto, há a necessidade de um programa de reabilitação face aos próprios processos de constante habilitação, uma desintoxicação já não dos perigos mortais, mas de todos esses fervores beneméritos, e neste episódio tivemos connosco Miguel Marques Ribeiro, um tipo que começou por registar o mundo fotograficamente e acabou por se tornar jornalista numa altura em que também os decanos estavam a ser desmobilizados, abatidos ou reformados compulsoriamente. Também chegou demasiado tarde ao campo da narrativa de ficção, aproveitando um fulgor anacrónico para se estrear com Gólgota, que nos remete de volta às décadas em que os paraísos artificiais foram esmagando os botes salva-vidas cheios daqueles que sentiram que o canto das sereias era demasiado berrante, uma orgia tão vasta quanto desgastante, sem verdadeira promessa nem êxtase. Hoje, a sociedade conseguiu fundir agarrados e empreendedores, mas, entretanto, já o regime de narcose actual não representa perigo nenhum, e mesmo a epidemia de drogas de prescrição que alastra um pouco por todo o mundo não é mais que as dores de crescimento de um novo quadro de administração em que a própria sobriedade, pelos seus efeitos de desilusão e depressão, deverá ser corrigida por fármacos capazes de fazer do homem esse ser que come o pão ou a papa que lhe põem à frente, esteja este em que estado estiver.
Conversa rica sobre o futebol português com Francisco Moreira (treinador Oliveirense SAD Juniores B). Falamos do seu percurso, da análise à formação, e sobretudo do livro onde entrevistou 101 treinadores de todo o país para descobrir o ADN do treinador português: adaptação, resiliência e partilha.Celebração dos 7 anos do canal com muita paixão pelo futebol de base e pela profissão de treinador.Livro: https://www.primebooks.pt/produto/entrelinhas-e-ideiasIG Francisco: https://www.instagram.com/franciscomoreira16/#FutebolPortuguês #Treinadores #LivroFutebol #Formacao
As novidades sobre a indústria dos videojogos, análises aos jogos do momento, retrogaming, os temas de fundo e até um quiz musical sobre videojogos. Com Pedro Moreira Dias, Élio Salsinha, Rui Gonçalves e Gonçalo Santos
Nesta aula de francês, vamos aprender como compartilhar uma experiência pessoal ou contar uma história de forma clara, envolvente e emocionalmente conectada. Vamos usar o passado, adicionar detalhes e praticar a estrutura típica de uma narrativa em francês.1. Começar a históriaIl y a quelques années… – Alguns anos atrás… Quand j'étais petit(e)… – Quando eu era pequeno(a)… Un jour, j'ai décidé de… – Um dia, decidi… C'était pendant les vacances… – Foi durante as férias… Je vais te raconter quelque chose qui m'est arrivé… – Vou te contar algo que me aconteceu…Exemplo: Quand j'avais 15 ans, j'ai voyagé seul pour la première fois.2. Usar o passado corretamenteExemplo: Faire (fazer) : Il faisait froid (Fazia frio) Être (estar) : les rues étaient vides. (as ruas estavam vazias)Entendre (ouvir) : j'ai entendu un bruit étrange… (eu ouvi um barulho estranho)Verbos úteis:Partir : Je suis parti (eu fui embora)Arriver (Chegar) : Je suis arrivé (eu cheguei)Rencontrer (encontrar) : J'ai rencontré Voir (ver) : J'ai vu (eu vi)3. Adicionar emoção e detalhesC'était incroyable / stressant / amusant. – Foi incrível / estressante / divertida. Je me suis senti(e) libre / heureux(se) / nerveux(se). – Me senti livre / feliz / nervoso(a). Ce que j'ai le plus aimé, c'était… – O que mais gostei foi… Je n'oublierai jamais ce moment. – Nunca vou esquecer esse momento.4. Finalizar a históriaFinalement… / À la fin… / Et voilà comment… – Finalmente… / No fim… / E foi assim que… Cette expérience m'a beaucoup appris. – Essa experiência me ensinou muito. Depuis ce jour-là, je vois les choses autrement. – Desde esse dia, vejo as coisas de forma diferente.Exemplo: C'était un petit voyage, mais il a changé ma façon de penser.5. Perguntas para inspirar históriasEst-ce que tu as déjà vécu quelque chose d'inoubliable ?Quel est ton meilleur souvenir de voyage ?Tu te souviens de ta première fois à l'étranger ?Tu as déjà eu une aventure imprévue ?Contar uma história é uma forma poderosa de se conectar com os outros e praticar o idioma de maneira real. Use essas frases como guia, pratique suas memórias em voz alta e inspire seus ouvintes! Raconte ton histoire !
Conversa com Antônio Cirilo - JB Cast #20 by JB Carvalho
Vladimir Safatle, filósofo e professor da Universidade de São Paulo, está lançando o livro "A Ameaça Interna —Psicanálise dos Novos Fascismos Globais", pela editora Ubu. No podcast Ilustríssima Conversa deste sábado (28), o autor argumenta que aquilo a que estamos assistindo na cena política contemporânea, com a emergência do populismo autoritário em diversos países, não é uma metáfora do fascismo ou uma regressão ao fascismo; é o próprio fascismo. Safatle estabelece uma relação entre o que chama de fascismo global e as mentalidades e ideologias vigentes nas sociedades ditas neoliberais: o individualismo acirrado, a competição, a ideia de que alguém vai sempre perder. Ele prefere chamar esses regimes não de democracias, mas de fascismos restritos. O professor ainda fala, no podcast, sobre a polêmica que se criou em torno de um artigo sobre as teorias decoloniais que publicou na revista piauí ("Estudos decoloniais e o grande FMI universitário"). Produção e apresentação: Marcos Augusto Gonçalves Edição de som: Raphael Concli See omnystudio.com/listener for privacy information.
Foram 15 mortos. Mas antes de serem um número, eram vidas inteiras. Quem eram e que histórias ficaram por contar? Conversa com Pedro Jorge Castro sobre as vítimas da tempestadeSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Hablamos con el diputado independiente Betserai Richards sobre varias prácticas ilegales y desleales que están haciendo las ecuelas privadas con los padres de familia. Donaciones, monopolios y altos costos de libros.
O podcast de filmes e de séries da Rádio Comercial
Foram 15 mortos. Mas antes de serem um número, eram vidas inteiras. Quem eram e que histórias ficaram por contar? Conversa com Pedro Jorge Castro sobre as vítimas da tempestadeSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio especial, teremos uma conversa com o Comandante Leonardo Mattos sobre os quatro anos de guerra na Ucrânia. Vamos analisar o conflito sob múltiplos aspectos, abordando a geopolítica, as táticas militares e as inovações no campo de batalha. Conversaremos sobre as perspectivas para o futuro e as consequências da guerra para a ordem internacional. O Comandante Leonardo Mattos é Capitão de Mar e Guerra da Reserva, Professor de Geopolítica e Coordenador do Núcleo de Avaliação da Conjuntura da Escola de Guerra Naval. Exprime suas opiniões sobre geopolítica global no seu canal Conexão Geo no YouTube, Spotify e Instagram.Conheça os livros que indico na minha lista de desejos da Amazon - https://amzn.to/351TTGKSe você acha nosso trabalho relevante e reconhece as horas dedicadas à pesquisa e formulação de todo o conteúdo, você pode se tornar apoiador do blog. Veja como em https://paulofilho.net.br/apoieoblog/Não deixe acompanhar o Blog do Paulo Filho, em http://www.paulofilho.net.br e de nos seguir nas redes sociais:Receba notificações diárias sobre assuntos estratégicos e geopolíticos no Telegram - https://t.me/+IXY-lux3x3A1ZGNhSiga-nos no Twitter - / paulofilho_90 Siga-nos no Linkedin - / paulo-filho-a5122218 Siga-nos no Instagram - / blogdopaulofilho Inscreva-se no canal do Youtube - / paulofil Conheça os livros que indico na minha lista de desejos da Amazon - https://amzn.to/351TTGK
É um risco depender apenas da reforma da Segurança Social? Por que razão na Europa há uma aversão tão grande em investir em bolsa? É possível criar uma verdadeira união de poupança e investimento? No mais recente episódio do podcast MoneyBar, temos a honra de receber Maria Luís Albuquerque, Comissária Europeia dos Serviços Financeiros e União da Poupança e dos Investimentos para uma conversa sobre literacia financeira, poupança, investimentos e muito mais. Inscreva-se na lista de Espera do Curso “Do Zero à Liberdade Financeira”: https://bit.ly/Lista-de-Espera-Curso Subscreva a Newsletter: Newsletter MoneyLab – https://bit.ly/NewsletterMoneyLab Junte-se ao grupo de Telegram: https://bit.ly/moneylab-telegram Redes Sociais Instagram: https://www.instagram.com/barbarabarroso Facebook: https://www.facebook.com/barbarabarrosoblog/ Subscreva os canais de Youtube: https://www.youtube.com/barbarabarroso https://www.youtube.com/moneylabpt Para falar sobre eventos, programas e formação: https://www.moneylab.pt/ Disclaimer: Todo o conteúdo presente neste podcast tem apenas fins informativos e educacionais e não constitui uma recomendação ou qualquer tipo de aconselhamento financeiro.
De acordo com o Censo de 2022, um a cada quatro brasileiros é evangélico. Durante os anos 1980, porém, essa situação era bem diferente. Só 6% da população se dizia evangélica, e poucas coisas eram consideradas mais caretas pela geração jovem e roqueira do que “ser crente”. Isso começou a mudar em 1989, quando uma igreja decidiu apostar no rock como uma estratégia inovadora de evangelização. Sob forte influência da cultura evangélica norte-americana, a Igreja Renascer em Cristo revolucionou a música religiosa brasileira e introduziu uma nova palavra no vocabulário fonográfico: gospel. Levantamentos especializados apontam que a música gospel representa 20% do mercado fonográfico nacional. E esse mercado consumidor, de mais de 47 milhões de pessoas, começou a ser construído quando um jovem músico baiano e um ex-figurão da publicidade da TV Globo ajudaram a emplacar uma banda de rock gospel.O episódio 154 de Escafandro mergulha na história da música gospel, conta como esse gênero musical dominou o Brasil, e como isso ajudou a religião evangélica a se espalhar por todo o país. Mergulhe mais fundoDiscípulos, o novo podcast da Rádio Guarda-ChuvaDiscoteca BásicaEpisódios relacionados#124: Os falsos gringosEntrevistados do episódioAntonio AbbudPublicitário e bispo da Igreja Apostólica Renascer em Cristo.Paulinho MakukoMúsico. Baterista e vocalista da banda Katsbarnea. Ricardo AlexandreJornalista, escritor, documentarista, e roteirista do programa Conversa com Bial, da TV Globo. Autor de “Os 500 maiores álbuns brasileiros de todos os tempos”. Apresentador do podcast Discoteca Básica. Ficha técnicaProdução, reportagem e edição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia FurnariDireção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini
George T. Haber: Silicon Valley, inteligența artificială și viitorul dincolo de limitele umane Acest episod special este versiunea podcast a dialogului din seria Tech Leaders Talks, difuzată la Radio Guerrilla în 23.02.2026 — o producție Upgrade 100.Invitatul este George T. Haber (72 de ani), unul dintre cei mai de succes antreprenori români din Silicon Valley, supranumit „părintele DVD-ului” și fondator al mai multor companii de tehnologie vândute pentru sute de milioane de dolari. Astăzi, prin startup-ul său ZenAIos, lucrează la integrarea inteligenței artificiale în sistemul medical și administrație și explorează implicațiile profunde ale AI asupra economiei și condiției umane. Partenerul său de dialog este antreprenorul Dragoș Stanca, fondator Upgrade 100.Conversația explorează unele dintre cele mai importante întrebări ale prezentului și viitorului:– Cum arată revoluția AI văzută din interiorul Silicon Valley– Dacă inteligența artificială va înlocui munca umană și ce va da sens vieții într-o astfel de lume– Posibilitatea unei forme de „nemurire digitală”– Competiția globală pentru supremație tehnologică– De ce Europa și România riscă să rămână în urmă — nu din lipsă de talent, ci din lipsă de viziune– De ce îl susține Haber pe Trump, chiar si acum?Un dialog lucid despre tehnologie, putere și viitor — cu unul dintre antreprenorii care au contribuit direct la construirea erei digitale.
O “paracetamol challenge” já chegou a Portugal. Jovens ingerem doses excessivas como prova de resistência. Porque fazem isto e que riscos correm? Conversa com o pedopsiquiatra Rui Ferreira Carvalho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A l'edat de 88 anys ha mort a Paris Pere Stämpfli, fill adoptiu de Sitges i filàntrop enamorat de la nostra vila, on hi ha deixat la part més important del seu llegat, com ha estat la fundació d'art contemporani que porta el seu nom, els espais cedits al Grup d'Estudis Sitgetans o les festes del carrer d'en Bosc. Amb ell varem conversar un 10 d'agost del 2004, dies previs a que li fos atorgat el reconeixement de fill adoptiu. Com està establert, l'Ajuntament ha decretat un dia de dol oficial. Stampfli serà enterrat a Sitges. L'entrada Ha mort Pere Stämpfli. El recordem amb una conversa de quan fou nomenat fill adoptiu de Sitges ha aparegut primer a Radio Maricel.
Passagens Complementares:I João 1,9
Margarida Maldonado Freitas passou, de um dia para o outro, para o centro da atenção pública. Quem é a mulher de António José Seguro e que papel pode ter como primeira-dama num cargo que não existe? Conversa com Mariana Lima Cunha.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Margarida Maldonado Freitas passou, de um dia para o outro, para o centro da atenção pública. Quem é a mulher de António José Seguro e que papel pode ter como primeira-dama num cargo que não existe? Conversa com Mariana Lima Cunha.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Margarida Maldonado Freitas passou, de um dia para o outro, para o centro da atenção pública. Quem é a mulher de António José Seguro e que papel pode ter como primeira-dama num cargo que não existe? Conversa com Mariana Lima Cunha.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Conversa com a neurologista Servane Mouton sobre as redes sociais na infância e na adolescência. O trabalho infantil no mundo. Uma rede social só para agentes de IA. E ainda a Gronelândia. Edição de Mário Rui Cardoso.
Olá, bem-vindo à Tribo TDAH, o podcast com hiperfoco na sua vida!Hoje nós vamos falar sobre TDAH e desorganização e bagunça, então venha conhecer outros neurodivergentes que também têm métodos peculiares para deixar as coisas em ordem!Descubra como nosso Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade afeta na nossa organização, como é possível “não ver objetos que estão na nossa frente” e por quê geralmente dicas de coach e autoajuda não funcionam para nós.---**ENTRE NO MELHOR GRUPO DE APOIO TDAH E AUTISTA**- Tribo TDAH no Apoia.se ---**RECEBA A NEWSLETTER**- Tribo News ---**Convidados**- Lucas Ferreira (Instagram - @lucaoferreira)- Silvia Venturi (Instagram - @sil_venturi) ---**Links de referência**- Trello- Habitica- Todoist---**Episódios relacionados**- Tribo TDAH - Body Double no TDAH (dublê de corpo) (VÍDEO)- Tribo TDAH - Você conhece a Taxa TDAH? (VÍDEO)- Tribo TDAH - TDAH não é déficit de atenção???
Hablando un poco sobre los partidos políticos, para qué sirven? cómo deben ser? y más junto al politólogo don "Monchi" Stoute.
O dinheiro é uma das principais causas de conflito entre casais, mas continua a ser um dos temas menos falados dentro das relações. Enquanto muitos casais partilham a vida, os sonhos e os planos, evitam conversar sobre como gerir o dinheiro a dois, e esse silêncio acaba, muitas vezes, por sair caro. No mais recente episódio do podcast MoneyBar, falamos de finanças em casal. De como gerir o dinheiro a dois sem comprometer a relação, evitar conflitos e construir uma base financeira sólida em conjunto. Inscreva-se na lista de Espera do Curso “Do Zero à Liberdade Financeira”: https://bit.ly/Lista-de-Espera-Curso Subscreva a Newsletter: Newsletter MoneyLab – https://bit.ly/NewsletterMoneyLab Junte-se ao grupo de Telegram: https://bit.ly/moneylab-telegram Redes Sociais Instagram: https://www.instagram.com/barbarabarroso Facebook: https://www.facebook.com/barbarabarrosoblog/ Subscreva os canais de Youtube: https://www.youtube.com/barbarabarroso https://www.youtube.com/moneylabpt Para falar sobre eventos, programas e formação: https://www.moneylab.pt/ Disclaimer: Todo o conteúdo presente neste podcast tem apenas fins informativos e educacionais e não constitui uma recomendação ou qualquer tipo de aconselhamento financeiro.
Un momento de oración, reflexión y encuentro personal con Jesús. El Padre Pedro toca temas que nos tocan el corazón —como la familia, la fe, la lucha diaria, la esperanza y el perdón— siempre guiado por la Palabra y la enseñanza de la Iglesia. A menudo, también se une a él algún invitado especial, compartiendo testimonios que inspiran y fortalecen. Ya sea que estés buscando respuestas, consuelo o simplemente un espacio para orar, este podcast es como una charla tranquila con Jesús, acompañado de un pastor que habla desde la experiencia y el corazón. Traido a ti por EWTN Radio Católica Mundial.
O ditado diz que a morte é a única certeza da vida —todo o mundo sabe, desde criança, que vai morrer, mas quase nada dá mais medo do que pensar no fim da vida. Para falar sobre por que a gente precisa falar sobre a morte, o Ilustríssima Conversa recebe Camila Appel nesta semana. A jornalista é criadora do blog Morte sem Tabu, da Folha, e acabou de lançar "Enquanto Você Está Aqui", uma reflexão sobre vários aspectos do fim das nossas vidas endereçada à sua mãe, a dramaturga Leilah Assumpção, 84. Esta é a raiz do trabalho que Appel vem desenvolvendo desde 2014: disseminar a ideia de que a morte, por ser uma certeza para todos, precisa ser tratada com a maior naturalidade possível, tanto para podermos lidar melhor com o fim da vida de mães e pais, irmãs e irmãos, esposas e maridos, cachorros e gatos quanto para conseguirmos nos preparar para a nossa própria morte. Esse assunto pode parecer sombrio, mas, como Appel lembra, olhar de frente para a nossa finitude é, antes de tudo, uma forma de pensar em como queremos viver. Produção e apresentação: Eduardo Sombini Edição de som: Raphael Concli See omnystudio.com/listener for privacy information.