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No episódio de hoje do Conversa Paralela, Lara Brenner e Arthur Morisson recebem Breno Faria, o nome por trás do sucesso "Café com teu pai". Com uma trajetória que passa pela polícia militar e pelo marketing, Breno traz uma análise comportamental contundente sobre as complexidades e os abismos do mercado de relacionamentos moderno. O debate explora o impacto das redes sociais, a superficialidade dos aplicativos de namoro e a crise de expectativas que afeta homens e mulheres em busca de laços sólidos.
Olá, bem-vindo à Tribo TDAH, o podcast com hiperfoco na sua vida!Hoje nós vamos falar sobre TDAH e taxa neurodivergente, então venha entender sobre todos os custos extras que temos na vida.Descubra como nosso Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade nos afeta nos âmbitos financeiro, mental, emocional e de tempo por causa das disfunções executivas do nosso cérebro.#TDAH #TDAHpodcasters #PcDPodcasters #LGBTPodcasters #MulheresPodcasters---**ENTRE NO MELHOR GRUPO DE APOIO TDAH E AUTISTA**- Tribo TDAH no Apoia.se ---**RECEBA A NEWSLETTER**- Tribo News ---**Convidados**- Eduardo Caetano - Prof. Atípico (Instagram - @profatipico)---**Episódios relacionados**- Tribo TDAH #116 - TDAH, disfunção executiva e problemas cognitivos (Parte 1)- Tribo TDAH #117 - TDAH, disfunção executiva e problemas cognitivos (Parte 2)- Tribo TDAH #118 - TDAH, disfunção executiva e problemas cognitivos (Roda de conversa - Parte 3)- Tribo TDAH #119 - TDAH, disfunção executiva e problemas cognitivos (Roda de conversa - Parte 4)- Tribo TDAH #11 - TDAH e miopia temporal- Tribo TDAH #08 - TDAH e insônia- Tribo TDAH #60 - TDAH e memória (Parte 1)- Tribo TDAH #61 - TDAH e memória (Parte 2)- Tribo TDAH #147 - TDAH, atenção seletiva e desatenção (Parte 1)- Tribo TDAH #148 - TDAH, atenção seletiva e desatenção (Parte 2)- Tribo TDAH #160 - TDAH, desorganização e bagunça (Parte 1)- Tribo TDAH #161 - TDAH, desorganização e bagunça (Parte 2)- Tribo TDAH #154 - TDAH, desorganização e bagunça (Roda de Conversa) - Tribo TDAH #54 - TDAH e procrastinação (Parte 1)- Tribo TDAH #55 - TDAH e procrastinação (Parte 2)- Tribo TDAH #56 - TDAH e procrastinação (Parte 3 - Roda de Conversa) #OpodcastÉDelas2021- Tribo TDAH #57 - TDAH e procrastinação (Parte 4 - Roda de Conversa) #OpodcastÉDelas2021- Tribo TDAH #28 - TDAH e hipersensibilidade (Parte 1)- Tribo TDAH #29 - TDAH e hipersensibilidade (Parte 2)- Tribo TDAH #04 - TDAH e desequilíbrio emocional- Tribo TDAH #58 - TDAH, permanência e constância de objeto (Parte 1)- Tribo TDAH #59 - TDAH, permanência e constância de objeto (Parte 2)- Tribo TDAH #126 - TDAH e percepção visuoespacial (Parte 1)- Tribo TDAH #127 - TDAH e percepção visuoespacial (Parte 2)---**Siga a Tribo TDAH**- Site- YouTube - Tribo TDAH- Bluesky - @tribotdah.bsky.social- Instagram - @tribotdah- TikTok - @tribotdah- Twitter - @triboTDAH- Twitch - tribotdah---**Edição**- Andrey Mattos (Instagram - @andreymatttos)
As novidades sobre a indústria dos videojogos, análises aos jogos do momento, retrogaming, os temas de fundo e até um quiz musical sobre videojogos. Com Pedro Moreira Dias, Élio Salsinha, Rui Gonçalves e Gonçalo Santos.
Nesta edição do "Conversa de Bolso", com o comentariata Felipe Storch, vai a orientação. Algumas escolhas financeiras no presente podem parecer pequenas hoje, mas têm um impacto significativo ao longo do tempo. Isso porque planejar a aposentadoria é algo que demanda estratégia. Recentemente, reportagem da "BBC" trouxe a história de um casal, na Inglaterra, que levou marmita para o trabalho por 10 anos e conseguiu se aposentar aos 35 e 40 anos, entre outras medidas de economia.
A través de una conversación amena y enriquecedora, ambos exploran el valor del vestir como expresión cultural y el legado de grandes creadores.
Vulgarizamo-nos ao sermos forçados a explicar de todas as vezes os elementos decisivos das nossas vidas. Abandonada a paixão, limitados a uma frieza racional, de modo a bater certo com os critérios desse espírito mediano, esse que se abstém diariamente de qualquer ímpeto ou febre que possa obrigá-lo a fugir de si mesmo. Que dificuldade em chegar perto daquele lado perverso que torna alguns homens seres quase inenarráveis, por não serem só uma coisa, mas tantas, capazes do melhor e do pior, de acordo com aquilo que as circunstâncias lhes exijam. Como sentimos falta daqueles pesquisadores do impossível, aqueles capazes de o seguirem para lá de todas as coordenadas lógicas, plausíveis, mimando desde sempre uma suspeita ou desdém por ideologias, abstracções, antes guiando-se pela luz estelar das experiências concretas, expressas com um fulgor capaz de renascer de cada vez e a cada boca, e de lançar a sua voz além deste mundo desencantado. Alguns não querem recordar nada que se tenha passado neste mundo que não lhes diga respeito, e do mesmo modo se esquecem que uma “vida verdadeira”, como a ambicionava a criança delirante, está tantas vezes mais perto do insólito, do acidental, dos elementos da catástrofe e até do aberrante do que entre aquilo que é frequente, uniforme e regular. A experiência, nas suas dimensões irracionais, seja sensória, afectiva ou imaginativa, tem o seu próprio enredo de evidências e puxa-nos para um contacto com uma realidade encantadora e selvagem, bem mais rica do que aquelas que nos promete a razão. «De tais poderes ou seres tão grandiosos poderá haver uma sobrevivência concebível… uma sobrevivência de um período extremamente remoto quando a consciência se manifestava, talvez, sob formas e figuras desaparecidas muito antes da maré da evolução humana… formas das quais somente a poesia e a lenda retiveram uma memória esvoaçante e lhes chamaram deuses, monstros, seres míticos de todas as espécies (…)», anotava Algernon Blackwood à cabeceira de Lovecraft. Mas de que nos pode valer hoje esse impulso de entoar os tão antigos versos, buscar essas formas, suplicar encostando tanto quanto possível esta língua ao grego…? «Canta em mim, Musa, e através de mim conta a história/ desse homem hábil em todas as formas de luta,/ o viajante, perseguido durante anos a fio,/ depois de ter saqueado a sagrada cidadela/ erguida no altivo cimo de Tróia»… De que adianta, hoje, quando não acreditamos nas nossas próprias palavras, não as levamos tão a sério que elas sejam o nosso mais incisivo reflexo, a imagem que não se esbate, mas fica na memória dos demais, e ali produz a sua vertigem inesquecível, de que adianta procurarmos como reflexo um rosto vivo, atento, capaz de atravessar igualmente o que foi ou será? O que diz toda esta hesitação sobre os laços e pactos que tentamos forjar? Não seremos hoje meros ladrões de sentido, disputando bagatelas, numa tagarelice de frívolos intriguistas, incapazes de um curso perturbador ou de um gesto altivo, reverente ao mais largo dos tempos, e de um ritmo irado aqui, ali doce, que teça a expansão de um outro mundo? E quanto às palavras, o que ocorre nelas se não captam mais que a flutuação de um instante e se desfazem como areia mal nos deixam a boca? Que deserto se estende no tanto que é dito apenas para adiar a acção? Consumidos pela ironia e o desdém, no terror da nossa perdida inocência, não é verdade que nem sabemos já coser novas e velhas canções, restabelecer o selo quebrado? Meia-noite e meia… é a hora naquele poema de Roger Wolf, em que ele se acha a resvalar para mais outra insónia, dizendo: «e eis-me aqui/ a fumar até que me mate/ em frente a uma tela negra/ suja de manchas/ verdes.// Aí fora, em alguma/ parte, em todas,/ ensaios de cadáver/ arrastam-se até ser manhã/ na esteira de outra/ noite vazia.// Pergunto-me/ o que teria dito/ Homero.» O título do poema é: «Algo mais épico com certeza.» Afundados num tom baixo, até os piores crimes, os efeitos mais letais não deixam nunca de ser reles, resultado de seres que alcançam a infâmia do lado da sordidez, e que lamuriosos então ainda são eles... E não escapamos a esse gemido literário de obras que vão saindo em série de um vazio de experiência que nada tem a ver com a altissonante grandeza daquilo que nos é narrado nos relatos da antiguidade. É evidente que um Homero, hoje, servir-se-ia de outras linguagens, e o mais certo é que quisesse dominar a arte que a todas as pudesse coser num fôlego assombroso: do sopro e do ínfimo detalhe até à torrente avassaladora, da menor à mais desafiadora das escalas, devolvendo-nos à intimidade de heróis com e sem aspas, às suas contendas num mundo cheio de deuses. Foi isso o que Nolan conseguiu com a sua tradução. Ao recompor nos nossos dias a grande tradição épica, fá-la reflectir uma época que se reconhece nas palavras de José Emilio Pacheco: «Ninguém viveu como nós a experiência da evanescência. Pela primeira vez desde que se instalou a ideia de progresso, sentimos o porvir como uma ameaça. Perdemos tudo: ideias, crenças, costumes, cidades, afectos.» De algum modo, nunca o real nos foi mais estranho, e se cada vez mais nos conformamos com a norma, é natural que nos esquivemos à misteriosa condição que foi a dos homens num passado que nos surge como um enigma tão perturbador como o futuro. Mesmo na arte, as ditas criações limitam-se a acumular juros sobre o que já é conhecido, de tal modo que somos prisioneiros de sequelas cada vez mais inócuas do que foi feito antes. Maldiney diz-nos que só é real o inimaginável, ou seja, que devemos procurá-lo naquilo que não esperávamos. Assim, a verdadeira arte é tudo aquilo que procure realizar esse paradoxo que passa por preencher o inesperado. «A arte expõe-nos àquilo que há de menos provável, àquilo que, de súbito, trazendo consigo o instante da sua surpresa, se mostra nesse instante como estando ali desde sempre.» Hoje, é preciso unir a juventude à velhice. Aquela, na sua tempestuosa ingenuidade e fervor, poderá regenerar em nós o ímpeto da acção, ao passo que a idade, essa que poucos prazeres deixa aos homens, afia neles o sentido do gosto, uma inclemência diante das criações que só servem para antecipar o vazio. Como nos diz Agamben, «para o velho, todos os tempos são contemporâneos, e nesse inebriamento cada momento sai do seu contexto, tornando-se simultâneo, isto é, similar a qualquer outro. Todos os rostos são restituídos à sua semelhança, todos os gestos exultam e acenam, chamam-se uns aos outros, como os pássaros quando apanhados no visco. A memória – o visco – do velho não é cronológica, não conhece o tempo – somente o evo, a criança que joga o seu jogo, fazendo dele o seu reinado.» Foi isto o que fez Nolan, traduzir para a contemporaneidade, trazer as mitologias como um fôlego que devolverá vida a esta carne. Então, veremos o que temos diante de nós, agora que mesmo as estrelas parecem infectadas, e os venenos da terra infectam o sangue recebido dos imortais. É evidente que não sabemos falar como eles, não porque não tenhamos as mesmas ou outras palavras similares, mas porque na nossa boca esse sopro já não transporta tanta vida, nem admite aquela ânsia de espiar a utopia. Frequentámos por demasiado tempo este inferno a baixa temperatura, e fomo-nos deixando cozinhar nos seus vapores, de tal modo que não saberíamos dizer em que direcção correm essas brisas subtis que apontam para o paraíso. Uma prova da ignorância dos fisiologistas, diz-nos Ceronetti, é que não consideram a boca um órgão sexual. Ora, a boca é não só o principal órgão sexual, como a fala tem o poder de engravidar homens e mulheres através dos séculos. Mas percebe-se logo na entoação se aquilo que é dito transporta no hálito a gravidade capaz de sustentar a órbita do que é dito. Isaac Babel, Red Cavalry: «Consigo ver as feridas do teu deus a destilarem sémen, um veneno perfumado para intoxicar virgens.» Hoje só conhecemos a cópula oral na sua feição mais devastadora… «No auge das suas exaltações oratórias, Hitler ejaculava; era esse o momento em que a Multidão se encontrava inteiramente sob o seu domínio. Realizava uma cópula monstruosa, um incesto desconhecido das leis sagradas. A Multidão era fecundada por demónios, que pouco depois saíam do seu ventre. Assim se explica como um só homem pôde ser o pai de tanto mal.» (Ceronetti). Antes de irmos para férias, e para tomarmos o pulso às existências que tudo arriscam e que estão do outro lado da aura de destruição controlada deste tempo, contámos com a orientação de Miguel C. Duarte, activista que passou a última década ligado a missões civis de resgate de migrantes no Mar Mediterrâneo, e que esteve sob a mira da nossa fachoesfera caseira pela participação, em 2025, na Flotilha Global Sumud que partiu em missão humanitária com destino a Gaza.
O que Deus pensa do divórcio? Hoje Joyce e Ginger Stache discutem este assunto delicado, oferecendo sabedoria bíblica e soluções práticas para casais que contemplam o divórcio.
O futuro da produtividade e os rumos da economia com Edmar BachaNo episódio de hoje do Conversa com Zé Márcio, o economista-chefe da Genial Investimentos, José Márcio Camargo, recebe um dos maiores nomes da história econômica do Brasil: Edmar Bacha. Membro da Academia Brasileira de Letras (ABL) e da Academia Brasileira de Ciências (ABC), Bacha foi um dos principais idealizadores do Plano Real e ex-presidente do BNDES e do IBGE. Neste encontro memorável, os dois economistas debatem:- A Revolução da Inteligência Artificial: Como a tecnologia está redefinindo a produtividade global e os gargalos físicos (energia e água) que ninguém está vendo. - Geopolítica e Tecnologia: O cabo de guerra regulatório entre os EUA, a Europa e a China. - Desafios Fiscais do Brasil: O risco de um "definhamento progressivo" da economia, as desreformas estruturais e os caminhos para o curto prazo.
Mariana Oliveira conversou com o primeiro escritor português convidado para a residência literária na casa onde Gabriel García Márquez escreveu "Cem Anos de Solidão".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Vale a pena investir em pequenas empresas? Como se decide vender um negócio construído ao longo de quase duas décadas? O que distingue as empresas que conseguem crescer, daquelas que ficam pelo caminho? E será que investir em PME pode vir a ser uma nova classe de ativos para os investidores? No mais recente episódio do podcast MoneyBar, recebemos Sara do Ó, fundadora da Ó Capital, para uma conversa onde falámos de liderança, investimento, empreendedorismo e do futuro das empresas portuguesas. Inscreva-se na “Masterclass Investir Agora”: https://landing.moneylab.pt/masterclass-investir-agora/?utm_source=moneybar&utm_medium=podcast&utm_campaign=mc16 Inscreva-se na lista de Espera do Curso “Do Zero à Liberdade Financeira”: https://bit.ly/Lista-de-Espera-Curso Inscreva-se na Lista de Espera do Programa Património Imobiliário: https://moneylab.pt/imobiliario-sup Inscreva-se na Lista de Espera do Programa Património 50+: https://moneylab.pt/patrimonio-50-sup Subscreva a Newsletter: Newsletter MoneyLab – https://bit.ly/NewsletterMoneyLab Junte-se ao grupo de Telegram: https://bit.ly/moneylab-telegram Whatsapp MoneyLab: https://moneylab.pt/whatsapp Redes Sociais Instagram: https://www.instagram.com/barbarabarroso Facebook: https://www.facebook.com/barbarabarrosoblog/ Subscreva os canais de Youtube: https://www.youtube.com/barbarabarroso https://www.youtube.com/moneylabpt Para falar sobre eventos, programas e formação: https://www.moneylab.pt/ Disclaimer: Todo o conteúdo presente neste podcast tem apenas fins informativos e educacionais e não constitui uma recomendação ou qualquer tipo de aconselhamento financeiro.
Conversa mais do que especial com José Carlos de Lucca, que lançou seu mais novo livro: "Aprendendo a se amar", em conjunto com Cezar Said.Neste papo, falamos sobre autoamor, falamos sobre reflexões da espiritualidade e recomeços.Adquira o livro 'Aprendendo a se amar":https://encurtador.com.br/VhsiSiga José Carlos de Lucca:https://www.instagram.com/josecdelucca/Adquira o novo Seja membro do Clube do Espiritismo Simples!
E Neste episódio da série Conversa com Quem Decide, nossos especialistas Victor Penna, CNPI-P, head de Equity Research, e Mary Silva, CNPI-P, analista de Siderurgia e Mineração, Papel e Celulose, recebem Marcos Assumpção, CFO da Suzano, uma das maiores companhias de papel e celulose do mundo. Ao longo da conversa, abordam temas como competitividade, alocação de capital e perspectivas de crescimento, além da visão da companhia para a criação de valor no longo prazo.Confira também os conteúdos do BB Investimentos nos hubs Investalk (investalk.bb.com.br/relatorios-e-analises) e BB Private Lounge (bb.com.br/lounge).#SUZB3 #Suzano #BBInvestimentos
Sua Voz Importa: Conecte-se e Faça Parte da Conversa! Este programa é um canal dedicado à interação direta com nossos ouvintes, oferecendo uma plataforma para ler e comentar suas mensagens, perguntas e sugestões, mergulhando em discussões aprofundadas sobre os temas mais relevantes do nosso projeto. Seja sobre a produção dos nossos conteúdos, suas experiências, aspectos … O post Pergaminhos na Bota | Julho 2026 apareceu primeiro em RPG Next.
Sua Voz Importa: Conecte-se e Faça Parte da Conversa! Este programa é um canal dedicado à interação direta com nossos ouvintes, oferecendo uma plataforma para ler e comentar suas mensagens, perguntas e sugestões, mergulhando em discussões aprofundadas sobre os temas mais relevantes do nosso projeto. Seja sobre a produção dos nossos conteúdos, suas experiências, aspectos específicos de nossas criações ou outras áreas de interesse – sua participação é fundamental para o desenvolvimento e enriquecimento das nossas conversas! Descubra tudo que oferecemos aqui: https://bit.ly/boletim-informativo-rpg-next Como você pode ajudar: 1️⃣ Torne-se um apoiador em https://apoia.se/rpgnext e ajude a manter o projeto vivo! 2️⃣ Participe de nossas mesas e aventuras disponíveis em https://rpgnext.com.br/loja. 3️⃣ Compartilhe nosso conteúdo e chame seus amigos para fazer parte dessa jornada épica! Recompensas incríveis para nossos apoiadores: Acesso antecipado. ️ Sorteios mensais. ️ Consultorias exclusivas e muito mais! ⚔️ Vem jogar com a gente e viva histórias que só o RPG pode proporcionar. Marque seus amigos e ajude a expandir essa comunidade! ♂️ Boletim Informativo RPG Next https://bit.ly/boletim-informativo-rpg-next NOVIDADE!!! Para tornar a sua experiência ainda mais fácil e prática, agora disponibilizamos nossos conteúdos exclusivos do Apoia.se também no Spotify! Assim, você pode acessar tudo em um só lugar, sem precisar alternar entre plataformas. Quer saber como ativar essa opção e ouvir nossos episódios exclusivos diretamente no Spotify? Acesse este artigo com o passo a passo: https://suporte.apoia.se/hc/pt-br/articles/30944727495579-Ou%C3%A7a-%C3%A1udios-exclusivos-da-APOIA-se-no-Spotify Obrigado por apoiar nosso trabalho! Seu suporte faz toda a diferença. Boletim Informativo RPG Next https://bit.ly/boletim-informativo-rpg-next O RPG Next agora tem um grupo oficial no Telegram! Venha trocar ideias, compartilhar suas aventuras e se conectar com outros jogadores apaixonados por RPG. Entre agora e faça parte dessa comunidade épica: https://t.me/RpgNextOficial . Acesse nossos conteúdos antecipados e exclusivos pelo APP do Apoia-se Disponível para Android e iOS! Google Play: https://play.google.com/store/apps/details?id=com.apoiasemobile&pli=1 iOS: https://apps.apple.com/us/app/apoia-se/id1665747795 https://www.rpgnext.com.br/produto/dungeons-and-dragons-starter-set-heroes-of-the-borderlands/ https://www.rpgnext.com.br/produto/dungeons-dragons-rpg-livro-do-jogador-portugues/ https://www.rpgnext.com.br/produto/dungeons-dragons-dungeon-masters-guide-livro-do-mestre-5-5e-portugues/ https://www.rpgnext.com.br/produto/dungeons-dragons-monster-manual-livro-dos-monstros-5-5e-portugues/ https://www.rpgnext.com.br/produto/dungeons-dragons-rpg-dungeon-masters-screen-2024/ Quer jogar RPG sem precisar montar grupo ou preparar nada? Agora você pode! Encontre todas as vagas on-line com Mestres de Aluguel no site do RPG Next e entre de cabeça em aventuras épicas conduzidas por narradores experientes! O serviço é pago e funciona por assinatura mensal, com cobrança exclusivamente via cartão de crédito. ♂️ O Mestre de Aluguel conduz toda a sessão — você só precisa escolher o sistema, montar seu personagem e se divertir! No site, você encontra um vídeo de apresentação e todas as informações sobre como participar, bem como link público para o grupo de WhatsApp de cada Mestre de RPG. Confira as mesas disponíveis agora em:https://www.rpgnext.com.br/categoria-produto/servico-de-mestre-de-aluguel/ APOIE NOSSA CAUSA! Nosso Plano de Assinaturas do APOIA.SE! Acesse e veja nossas recompensas para os apoiadores. COMPARTILHE! Se você gostou desse Podcast de RPG, então não se esqueça de compartilhar! Nossa Campanha do APOIA.SE: https://apoia.se/rpgnext Facebook RpgNextPage, Grupo do Facebook RPGNext Group, Instagram RPG Next Oficial, Bluesky rpgnext.bsky.social, Canal do YouTube, Vote no iTunes do Tarrasque na Bota e no iTunes do RPG Next Podcast com 5 estrelas para também ajudar na divulgação! DEIXE SEU FEEDBACK! Se quiser deixar seu feedback, nos envie um e-mail em contato@rpgnext.com.br ou faça um comentário nesse post logo abaixo. Seu comentário é muito importante para a melhoria dos próximos episódios. Beleza? Muito obrigado pelo suporte, pessoal! Links para MÚSICAS e SFX sob a licença Creative Commons Kevin MacLeod (incompetech.com): Licenciado sob Creative Commons: By Attribution 4.0 License (http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/) Tabletop Audio (tabletopaudio.com): Licenciado sob Creative Commons: Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 License (https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/) Freesound.org: Efeitos sonoros diversos licenciados sob Creative Commons (CC BY 3.0 e 4.0) e Domínio Público (CC0). Contato Instagram / Facebook / Bluesky / TikTok / YouTube
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Neste episódio recebemos o Daniel Santos, atleta de trail natural de Santa Maria da Feira com 32m08s nos 10 km e uma maratona feita a 2h27m, marcas que chegou a construir depois de só ter começado a correr com 28 anos, passando pelo atletismo de pista, pela equipa de estrada do Espinho e pelo treino com Ricardo Ribas antes de encontrar o seu caminho no trail. A conversa percorre esse trajeto com detalhe: os grupos de amigos que o puxaram para as primeiras provas, o papel do cross-training com bicicleta na sua longevidade desportiva, e a estrutura da semana de treino com a metodologia da Ester Alves centrada em zonas cardíacas, com sessões de bicicleta integradas para reduzir o impacto e séries feitas muitas vezes em passadeira. Há também uma discussão genuína sobre o valor do trail para quem corre maioritariamente na estrada, não só pelo estímulo muscular diferente, mas pela proprioceção e pelo que isso faz à passada no asfalto ao longo do tempo.O episódio fecha com a história mais aguardada: a convocatória para a Seleção Nacional de Trail e a participação no Campeonato Europeu na Eslovénia. Daniel chegou à chamada sem saber sequer a distância da prova, integrou o estágio em Malhadas com os melhores atletas nacionais e viajou para a Eslovénia para acabar a correr a Open Race, a prova paralela ao Europeu, que acabou por vencer na sua categoria. RecomendaçõesUnderstanding VO2 Max: Why Exercise Matters for Heart Health and Longevity - YouTube - https://youtu.be/-mEjcm5qROAParcerias e como ajudarem este projeto
Certa vez, Cabrera Infante deu-se a oportunidade de passar algumas horas na presença do seu mito encarnado, esse ídolo que, depois de tanto nos instigar, vai cedendo com o passar dos anos à pressão, e revela as suas falhas, fendas. Assim, com o fito de fazer uma reportagem, este soberbo escritor cubano passou um dia inteiro com Hemingway a bordo do Pilar, o seu célebre iate, pescando ao largo da costa cubana. Muito mais tarde, numa entrevista concedida nos anos noventa, foi interrogado sobre o que lhe revelara essa experiência de proximidade, e se manteve para si o anseio de ser um escritor como Hemingway? A resposta dele veio-lhe numa mistura de blasfémia e mexerico, como quem estivesse a meio de uma abusada e dolorosa refeição, arrancando pedaços de carne aos ossos do próprio pai, cuspindo as partes que já enjoam, e é esta resposta que não admite desperdício: «Queria ser tão famoso como ele. E não porque o seu estilo ou as suas personagens me influenciassem. Era, antes, a sua maneira de viver, a forma como encarava a vida. Embora, naturalmente, com o passar do tempo, ache que ele fez aquilo que os escritores fazem com demasiada frequência. Espanta-me que dedicasse tanto tempo a empreendimentos fúteis. Refiro-me ao ritual de descer todos os dias, às onze da manhã, a Cojímar, subir para o barco e fazer-se ao largo, na Corrente do Golfo, para ver se conseguia apanhar o maior peixe que pudesse existir. Era pura paranóia. Não tinha absolutamente nada a ver com a vida real; tinha tudo a ver com a fantasia. Fui com ele no barco e achei aquilo horrivelmente aborrecido. Das seis da manhã às quatro da tarde, a única coisa que fazia era beber. Embebedava-se de vodka e acabava estendido no convés, incapaz de fazer fosse o que fosse durante o resto do dia, ou quase todo o resto do dia. Depois, de repente, levantava-se outra vez: o efeito da vodka tinha passado e regressava a Cojímar. Se aquilo era um modo de vida, acredite: eu não queria vivê-lo. Ou ir para África matar animais para apanhar uma disenteria medonha e passar dias com diarreia. Ou ir para Espanha atrás de toureiros. Estava verdadeiramente louco, disso não tenho a menor dúvida. E, ao mesmo tempo, vivia numa belíssima casa nos arredores de Havana, onde tinha tudo o que desejava: um pomar de frutas tropicais e uma biblioteca enorme. Ia a Havana ao volante de um Mercury descapotável e almoçava ou bebia no Floridita ou na Zaragozana. Isso não era mau; mas o resto da sua vida foi horrível. Há uma coisa que os escritores fazem muito: perder tempo. Faulkner imaginava-se um cavalheiro do Sul que tinha de caçar raposas todos os sábados. Nesse aspecto, os escritores europeus eram mais profissionais. Não consigo imaginar Joyce a caçar na Irlanda, nem a tentar pescar um espadarte no Canal da Mancha. Levou uma vida muito séria, coerente consigo próprio, com a família e com a sua obra. O único problema de Joyce era a sua atitude distante, a sua imensa vaidade e o facto de ser um bêbedo, como a maioria dos irlandeses. Beber também é uma forma lamentável de perder tempo.» Esta resposta mostra-nos como admiração e entusiasmo acabam por dar origem aos mais impiedosos venenos, neste caso um de sorte moral, em que se censura essa tremenda disponibilidade que faz de um escritor um ser que se passeia assobiando pelos limites, como se Cabrera Infante tivesse desenvolvido uma marca muito particular de ressentimento para os seus fins, não reconhecendo como perder tempo é o elemento crucial de qualquer literatura que não esteja absorvida por essas prioridades injuriosas com que o tempo nos reclama. «Talvez seja bom que o espírito do poeta se deixe penetrar, mais do que afadigar-se para penetrar», assinala Reverdy. Para se chegar a ter a sensação de que o eixo do mundo passa pelos rins de um tipo, como nos sugere Fondane, para sentirmos como alguns são capazes de puxar por essas linhas invisíveis e fazer delas as suas redes, temos de admitir que a literatura se faz com esse risco de desperdiçar dias a fio em troca de um sobressalto, uma cadência que nos lança para o exterior daquilo que habitualmente se encontra nos livros, resistindo à tentação de nos fornecer outros simulacros. Há um excesso de talentos afinados pela percepção daquilo que a época nos exige, mas, se queremos superar este modo de mendigar a nossa própria vida, ainda vamos ter de nos adiantar a nós próprios, evoluir descosendo o forro das nossas circunstâncias, atravessar essa tradição dos oprimidos, aprender alguma coisa com os danados, e chegar ao ponto de termos visto as vezes suficientes o filme todo, imagens sucessivas ardendo até que a retina seja forçada a refazer-se das suas cinzas, já difusa e indistinta nas margens, podendo ser útil essa investigação e velocidade sustida daquilo que preenche a escuridão de uma época como de uma sala, esse filme projectado num cinema e que, pelo seu carácter denso e absoluto, como nos diz Esther Kinsky, constitui sempre, para os espectadores, uma intervenção no curso do mundo. «A experiência de uma tal intervenção era partilhada por inúmeras pessoas, ainda que elas porventura jamais lhe atribuíssem essa designação. Era um processo cultural com que muitos estavam familiarizados, com os seus pequenos rituais, os seus iniciados, fâmulos, artífices e serventes, e que depois começou inexoravelmente a desmoronar-se.» A formação de um espírito crítico passa por partilhar uma mente comum, beneficiando-se dessa proximidade que nos torna aptos a adoptar os estímulos e as inquietações que estão presentes e que trazem um efeito de sobreposição que permite desdobrar o espaço entre nós de forma minuciosa como um horizonte infinito. Já é preciso muito só para se manter à tona do mastigar ruidoso da opinião corrente, safar-se aos catálogos nessa função detrimental proposta à circulação pelos tão ansiosos medíocres, esses que a todo o momento se empenham em garantir que nada de sobrenatural possa impor-se e humilhar essas obrinhas que nos atulham o cenário. Mas, afinal, «o que é o cérebro humano senão um palimpsesto imenso e natural?, interrogava-se Thomas de Quincey… «O meu cérebro, tal como o teu, leitor, é um palimpsesto…» Ora, isto não pode ser outra coisa senão uma proposição maravilhosamente prometedora, pela possibilidade de se prosseguirem essas investigações que, libertando-se das restrições do real, dos modos caquéticos datal reportagem universal, nos façam trepar as árvores que cada um desenha à medida das suas necessidades, do seu fôlego, para se encontrar diante dos frutos da luz dessa orfandade encontrada na vazia e improvável imensidão das coisas. E não devemos enganar-nos a este respeito, pois a ficção é essencialmente um atributo e uma arte de órfãos, dos seres que se sentem de algum modo desencontrados, obrigados a estudar esta luz fodida que nos persegue pelas cidades onde nos deixámos ver nas posições mais degradantes, essa luz que parecia ter-nos arrancado as pálpebras, que à menor coisa nos fez chorar sem termos uma justificação atendível, enquanto nos escondíamos nesses autocarros e aos círculos pelos subúrbios onde zanzávamos sem poder demorar-nos demasiado em territórios que nunca eram os nossos, zonas hostis, com dificuldade em respirar à vista de todos, esse ar imundo que nos fazia sentir como uma peça solta, perdida, e a ficção surgia aos poucos como um aproveitamento dessas reservas insólitas, a longa marcha de um pesadelo a outra coisa. Se este tempo arrasta com ele a sensação de um relatório redigido depois dos eventos, um arrazoado em tom monocórdico, liso, inapelável, o modo mais impassível, inerte de se prestar contas, sem corrigir nem emprestar qualquer cor, ameaçar um contorno de emoção, os ficcionistas trabalham para infundir a realidade de um sonho mínimo, mas no qual vão empenhando toda a sua obstinação, viajando de um lugar a outro, produzindo algo mais forte, alheio às imediatas confissões, um longo exame que nos livra desta ambiente de anedota, dessas frases vazias gravadas no ar, como se inventassem um tom muito específico de azul, algo que só pode ser concebido através do «suspiro de uma cabeça guilhotinada» (Bolaño). No fundo, não basta ao escritor perder dias a fio, tornar-se um odioso meliante, gastar todo o seu tempo para abrir covas à volta da realidade, enlouquecendo com a nostalgia do não vivido, isto para mergulhar nessas zonas que se desprendem do resíduo que nos adormece os órgãos sensíveis. Ou talvez estejam submersos na mesmíssima matéria que os demais, mas dá a sensação que se tornam eles mesmos o fundo da época, traduzem toda a pressão, enfrentam seja o que for em apneia, ao passo que outros desenvolvem guelras e uma desenvoltura tremenda nas águas mais turvas. Alguém constatando este estado de coisas, ainda se dispunha a açular os elementos, e pedia que fossem gastos de uma vez todos os valores de produção reservados a este ambiente de catástrofe… «Que sangre tudo, infinitamente –/ e mal aos nossos lábios venha/ seja espuma, ouro, água». E talvez faça parte da atitude poética querer ir ao encontro do pior. Neste episódio, e a benefício de uma composição menos solvente, a Filipa Martins veio deixar-nos algumas pistas em relação a esse paciente ofício de se recolher as migalhas da memória sem se servir delas para apresentar uma vulgar queixa. Habituada a reconhecer as diferenças de pressão nos vários níveis de profundidade (ou superficialidade) do nosso meio literário, cultural ou mediático, quisemos sonhar para estes dias as pegadas luminosas que lhe possam ser assentadas e também descobrir certas fugas nesse passado que se abre como uma vertigem ao ser possível reconhecer o dom e a maldição daqueles que sempre se atribuíram um dever de deslumbrar (leia-se, assombrar e, até, importunar os demais).
Chegamos a metade do ano e nesta edição do “Conversa de Bolso”, o comentarista Felipe Storch traz como destaque aqueles que foram os melhores investimentos, até o momento, em 2026. Um dos destaques em rentabilidade no primeiro semestre foi o Tesouro Selic com vencimento em 2031., com rentabilidade bruta de 6,86%. E o pior desempenho?
No episódio desta semana recebemos o economista e professor Filipe Grilo e falamos sobre economia, finanças e muito mais.
Conversa com os Aprovados | Guilherme Bártholo — aprovado no CACD 2026 Neste episódio do Podcast do IDEG, recebemos Guilherme Bártholo, aprovado no CACD 2026, para uma conversa sobre sua trajetória de preparação, marcada por foco, constância e construção cuidadosa de método. Formado em Relações Internacionais pela UFF, Guilherme conta como decidiu seguir a carreira diplomática ainda jovem e como transformou esse objetivo em um projeto de estudo. Ao longo da conversa, ele compartilha sua experiência com aulas, cadernos físicos, flashcards, exercícios objetivos, roteirização de discursivas, leituras e revisão constante. O episódio também aborda os desafios dos idiomas, a importância de adaptar métodos à própria realidade, o impacto emocional da preparação e a necessidade de construir uma rotina sustentável para lidar com uma prova tão exigente. Um episódio inspirador para quem está estudando para o CACD e deseja compreender como disciplina, organização e clareza de propósito podem fazer a diferença na preparação. Temas abordados: preparação para o CACD, Relações Internacionais, cadernos físicos, Anki, exercícios objetivos, discursivas, idiomas, revisão, ansiedade, constância e aprovação. Sobre o Conversa com os Aprovados: O Conversa com os Aprovados é uma série do IDEG dedicada a ouvir candidatos aprovados no CACD, reunindo relatos, estratégias de estudo e reflexões sobre a preparação para a carreira diplomática.
Venha conhecer o Poema Ítalo (02/07/94), escrito por Manuel Cunha!Trouxe esse poema que meu avô escreveu para comemorar o o aniversário de 33 anos do meu irmão Ítalo. Esse poema foi feito especialmente para o aniversário de 1 ano do Ítalo, demonstrando como ele era e sempre será muito amado, desde seus primeiros dias de vida. Pâtisserie: @elizabethmargotpatisseriewww.chocolateehistoria.com.br
O movimento que se originou sob o pretexto de proteger e libertar as mulheres acabou por decretar o fim da própria categoria feminina? No episódio de hoje do Conversa Paralela, recebemos Débora Luciano, ensaísta, pesquisadora e autora do recém-lançado livro "Autópsia do Feminismo" (Editora Caravelas, 2025). A partir de uma investigação histórica e filosófica, Débora analisa a metafísica da revolta que pautou os últimos 300 anos do feminismo e explica como as raízes do movimento contribuíram para a sua própria autodestruição. O debate mergulha no surgimento da ideologia de gênero pós-moderna, na instrumentalização política do sofrimento materno — impulsionada por figuras como Margaret Sanger e Simone Weil — e no dilema existencial enfrentado pelas poucas feministas radicais que restaram na modernidade.
Conversa com os Aprovados | Marcello Prado — aprovado no CACD 2026 Neste episódio do Podcast do IDEG, recebemos Marcello Prado, aprovado no CACD 2026, para uma conversa sobre sua trajetória de preparação, marcada por disciplina, adaptação e superação de desafios pessoais, profissionais e financeiros. Formado em Direito e vindo de uma trajetória em escola pública, Marcello compartilha como descobriu a carreira diplomática, como conciliou trabalho e estudos e como estruturou sua preparação com aulas, leituras, cadernos, exercícios objetivos, questões discursivas e roteirizações. A conversa também aborda temas como ação afirmativa, Bolsa Prêmio de Vocação para a Diplomacia, idiomas, uso de inteligência artificial nos estudos, revisão por exercícios, saúde emocional e a importância de contar com apoio ao longo da jornada. Um episódio inspirador para quem está se preparando para o CACD e deseja compreender como disciplina, estratégia e rede de apoio podem transformar a preparação em um caminho possível. Temas abordados: preparação para o CACD, rotina com trabalho, ação afirmativa, Bolsa Prêmio, cadernos, exercícios, discursivas, idiomas, inteligência artificial, ansiedade, rede de apoio e aprovação. Sobre o Conversa com os Aprovados: O Conversa com os Aprovados é uma série do IDEG dedicada a ouvir candidatos aprovados no CACD, reunindo relatos, estratégias de estudo e reflexões sobre a preparação para a carreira diplomática.
Conversa com os Aprovados | Caio Cristófalo — aprovado no CACD 2026 Neste episódio do Podcast do IDEG, recebemos Caio Cristófalo, aprovado no CACD 2026, para uma conversa sobre sua trajetória de preparação, marcada por persistência, amadurecimento e conciliação entre estudos, trabalho e vida pessoal. Formado em Relações Internacionais pela PUC-SP, Caio compartilha sua experiência ao longo de mais de uma década de preparação para o CACD, passando por cursos presenciais, estudos em grupo, rotina de trabalho no governo de São Paulo, desafios familiares, ansiedade, reprovações e retomadas até a aprovação final. A conversa também aborda o papel das aulas, dos cadernos, das fichas de revisão, dos idiomas, das questões discursivas, dos recursos e da importância de construir uma rede de apoio durante a jornada. Com a participação de Henrique Kawanami, também aprovado no CACD 2026, o episódio traz reflexões valiosas sobre estudo em grupo, constância, saúde mental e maturidade técnica diante da prova. Um episódio inspirador para quem está na preparação para o CACD e deseja compreender melhor os desafios reais de uma trajetória longa, exigente e transformadora. Temas abordados: preparação para o CACD, rotina com trabalho, cadernos, fichas de revisão, estudo em grupo, idiomas, discursivas, recursos, ansiedade, saúde mental e aprovação. Sobre o Conversa com os Aprovados: O Conversa com os Aprovados é uma série do IDEG dedicada a ouvir candidatos aprovados no CACD, reunindo relatos, estratégias de estudo e reflexões sobre a preparação para a carreira diplomática.
As novidades sobre a indústria dos videojogos, análises aos jogos do momento, retrogaming, os temas de fundo e até um quiz musical sobre videojogos. Com Pedro Moreira Dias, Élio Salsinha, Rui Gonçalves e Gonçalo Santos.
Um mergulho profundo no mercado de suplementação, biohacking e na medicina preventiva. Neste episódio do Conversa Paralela, Artur Morisson e Lara Brenner recebem Flávio Passos, pesquisador, professor, empreendedor e CEO da Puríssima. Flávio expõe as falhas da nutrição moderna, onde o excesso de calorias vazias lidera e a deficiência nutricional impulsiona a epidemia de obesidade, ansiedade e depressão no Brasil. O especialista também revela os perigos e as fraudes silenciosas no mercado de suplementos e azeites, mostrando aos consumidores o que realmente vale o investimento.
A inteligência artificial já faz parte da rotina de milhões de pessoas. Mas até onde podemos confiar nessas ferramentas quando o assunto envolve decisões pessoais, privacidade, saúde mental ou até situações extremas? No Podcast Canaltech desta quarta-feira, Fernanda Santos conversa com Igor Baliberdin, designer estratégico e fundador da LOOOP, sobre os limites da IA generativa e os riscos de transformar chatbots em conselheiros, confidentes ou ferramentas de validação das nossas próprias crenças. A conversa parte de um caso ocorrido no Espírito Santo, em que um homem foi preso após relatar ao ChatGPT um suposto plano para matar o próprio filho e evitar o pagamento de pensão. O episódio gerou dúvidas sobre o papel da inteligência artificial e levantou uma questão importante: uma IA pode denunciar alguém ou tomar decisões por conta própria? Durante a entrevista, Igor explica que a IA não possui senso moral nem autonomia para decidir pelo usuário. Segundo ele, essas ferramentas funcionam a partir de probabilidades e podem ajudar a organizar pensamentos, mas não devem substituir o senso crítico humano. O especialista também comenta os riscos de compartilhar informações íntimas com plataformas digitais, a importância de entender termos de uso e políticas de privacidade, além da responsabilidade das empresas que desenvolvem essas tecnologias. O episódio discute ainda um comportamento cada vez mais comum: o uso da IA para pedir conselhos sobre relacionamentos, carreira, trabalho e saúde mental. Para Igor, o maior perigo está em terceirizar decisões importantes e acreditar que a tecnologia pode ocupar o lugar das relações humanas. Você também vai conferir: Entenda como 11 milhão de celulares Android avisaram sobre um terremoto antes de ele acontecer, Xiaomi lança celular gamer com bateria gigante e preço surpreendente e Nova atualização do Gemini pode controlar seu computador pelo celular. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer, Nathan Vieira e Viviane França. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Livia Strazza e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Conversa com os Aprovados | Henrique Kawanami — aprovado no CACD 2026 Neste episódio do Podcast do IDEG, recebemos Henrique Kawanami, aprovado no CACD 2026, para uma conversa sobre sua longa trajetória de preparação, marcada por persistência, amadurecimento e profundo conhecimento da prova. Formado em Relações Internacionais pela USP, Henrique compartilha sua experiência após mais de uma década de estudos para o CACD, passando por diferentes formatos do concurso, mudanças de banca, provas discursivas, ajustes de método e desafios emocionais. Ao longo da conversa, ele fala sobre a importância das aulas, da construção de materiais próprios, da revisão, dos grupos de estudo, da prática com provas anteriores e da adaptação constante à realidade da preparação. O episódio também aborda temas como TPS, idiomas, questões discursivas, saúde mental, ansiedade, disciplina, motivação e a importância de respeitar o próprio tempo sem perder de vista o objetivo final. Um episódio especialmente valioso para quem busca compreender a preparação real para o CACD, com suas dificuldades, mudanças de rota, aprendizados e conquistas. Temas abordados: preparação para o CACD, trajetória de longo prazo, TPS, discursivas, revisão, idiomas, grupos de estudo, provas anteriores, saúde mental, disciplina e aprovação. Sobre o Conversa com os Aprovados: O Conversa com os Aprovados é uma série do IDEG dedicada a ouvir candidatos aprovados no CACD, reunindo relatos, estratégias de estudo e reflexões sobre a preparação para a carreira diplomática.
Neste episódio do Conversa Paralela, Lara Brenner e Arthur Morisson recebem Andreia Biselli e Ester Biselli (sogra e nora) para um bate-papo profundo sobre a gestão do lar, a formação dos filhos e o fortalecimento do casamento. Muito além de dicas de organização e limpeza, a conversa aborda como a ordem material reflete e sustenta a ordem interior. Descubra a diferença entre ser "dona de casa" e "dona da casa", como gerir o seu lar com maestria, delegar tarefas com eficiência e manter a harmonia conjugal em meio ao caos do dia a dia. Elas também compartilham estratégias sobre como lidar com a influência das telas e do mundo externo na educação das crianças e explicam na prática o verdadeiro significado da frase "reinar é servir".
Lisa Vicente é médica ginecologista, obstetra, especialista em sexologia e em literacia para a saúde, divulgadora científica e autora dos livros “O Atlas da V” e “A Revolução da Menopausa”. No seu consultório afirma sentir-se tão motivada a seguir mulheres grávidas, como na menopausa, pessoas trans ou vítimas de violência sexual. E afirma a diversidade de corpos e de identidades como o que é normal na Humanidade. “Não há duas vulvas, nem dois clítoris iguais, não há duas menopausas iguais e cada pessoa tem prazer à sua maneira.” Ouçam-na aqui nesta conversa em podcast com Bernardo Mendonça.See omnystudio.com/listener for privacy information.
As novidades sobre a indústria dos videojogos, análises aos jogos do momento, retrogaming, os temas de fundo e até um quiz musical sobre videojogos. Com Pedro Moreira Dias, Élio Salsinha, Rui Gonçalves e Gonçalo Santos.
House of the Dragon voltou e a nossa opinião está completamente dividida! O retorno de uma das maiores séries da HBO trouxe muitas expectativas, teorias, comparações e, claro, um debate acalorado sobre os rumos de Westeros. Será que começou bem ou decepcionou? Descubra a nossa análise sem filtros no episódio de hoje!Além do fogo dos dragões, chegamos ao fim de uma das nossas séries favoritas do momento: O Segredo de Widow's Bay. E já adiantamos: nós amamos o season finale!
Conversa com os Aprovados | Eduardo Schachnik Valença — aprovado no CACD 2026 Neste episódio do Podcast do IDEG, recebemos Eduardo Schachnik Valença, aprovado no CACD 2026, para uma conversa sobre sua trajetória de preparação, seus métodos de estudo e os desafios enfrentados ao longo do caminho até a aprovação. Formado em Publicidade e em Direito, Eduardo conta como deixou a preparação para concursos jurídicos e passou a se dedicar integralmente ao CACD. Ao longo da conversa, ele compartilha sua rotina baseada em ciclos de estudo, leitura, resolução intensa de questões, revisão por exercícios e adaptação constante do método conforme os resultados obtidos. O episódio também aborda o papel das aulas, dos materiais de cursinho, dos idiomas, das questões discursivas, dos recursos e da maturidade técnica necessária para compreender a prova. Eduardo também fala sobre ansiedade, terapia, apoio familiar, vida social e a importância de construir uma rotina sustentável durante a preparação. Um episódio inspirador para quem estuda para o CACD e deseja refletir sobre métodos de estudo, desempenho, resiliência e autoconhecimento na jornada até a carreira diplomática. Temas abordados: preparação para o CACD, ciclos de estudo, resolução de questões, revisão, idiomas, discursivas, recursos, rotina intensiva, saúde emocional e trajetória até a aprovação. Sobre o Conversa com os Aprovados: O Conversa com os Aprovados é uma série do IDEG dedicada a ouvir candidatos aprovados no CACD, reunindo relatos, estratégias de estudo e reflexões sobre a preparação para a carreira diplomática.
Neste episódio, Garry se sentou para uma segunda conversa em português com Marcus Lacerda na sede da OMS, em Genebra. Marcus assumiu a direção do TDR em março de 2026, vindo da Fiocruz Amazônia e da Fundação de Medicina Tropical Doutor Heitor Vieira Dourado, no Brasil. Médico infectologista e pesquisador em medicina tropical, ele tem uma trajetória que influenciou profundamente as estratégias de eliminação da malária e, de forma mais ampla, o campo da saúde global.Nascido em Taguatinga, no entorno de Brasília, Marcus relembra os missionários católicos que o levaram pela primeira vez ao interior da Amazônia, compartilha suas percepções sobre a malária vivax como um “assassino social silencioso”, uma doença que não apenas tira vidas, mas também compromete o desenvolvimento cognitivo de crianças e reflete sobre o que será necessário para reduzir a distância entre inovação científica e impacto real na vida das pessoas.Related episode documents, transcripts and other information can be found on our website.Subscribe to the Global Health Matters podcast newsletter. Follow us for updates:@TDRnews on XTDR on LinkedIn@ghm_podcast on Instagram@ghm-podcast.bsky.social on Bluesky Disclaimer: The views, information, or opinions expressed during the Global Health Matters podcast series are solely those of the individuals involved and do not necessarily represent those of TDR or the World Health Organization. All content © 2026 Global Health Matters.
Conversa com os Aprovados | Robson Takara — 2º lugar no CACD 2026 Neste episódio do Podcast do IDEG, recebemos Robson Takara, aprovado em 2º lugar no CACD 2026, para uma conversa sobre sua trajetória de dez anos de preparação para a carreira diplomática. Formado em Engenharia Civil pela USP e também em Direito, Robson compartilha como conciliou trabalho e estudos, estruturou seus cadernos, lidou com revisões, grupos de estudo, questões discursivas, TPS e idiomas. A conversa também aborda os desafios emocionais da preparação, como ansiedade, frustração, resiliência e a importância do apoio ao longo da jornada. Um episódio inspirador para quem está estudando para o CACD e deseja compreender melhor os bastidores de uma preparação longa, exigente e transformadora. Temas abordados: preparação para o CACD, rotina de estudos, revisão, grupos de estudo, discursivas, TPS, idiomas, saúde emocional e trajetória até a aprovação. Sobre o Conversa com os Aprovados: O Conversa com os Aprovados é uma série do IDEG dedicada a ouvir candidatos aprovados no CACD, reunindo relatos, estratégias de estudo e reflexões sobre a preparação para a carreira diplomática.
Show 202: 900-year-old Methuselah and his 20-something wife. Jelly Roll's divorce. Walt slices his thumb, but Jim's toenail grows back! Rugby players amputate their fingers. And the Callback Dog… is back! THEN: Backstage at a church dressing room. The Guy Pride Parade. A Bob Dylan impression. What's up on the movie channel. And Tim's Podcast Pick of the Week.Drop us an email. We'd looove to hear from you!
În episodul acesta pornim de la o idee interesantă: putem să privim fricile, respingerile și problemele de zi cu zi ca pe niște antrenamente. Conversația cu Cătălin Meșter merge în jurul conceptului de Emotional Gym, o perspectivă pe care el o dezvoltă de mai mulți ani în comunitatea I Love Failure, iar acum într-o platformă dedicată și care încearcă să mute atenția de la evitarea disconfortului către felul în care ne raportăm la el. Cătălin Meșter este antreprenor și dezvoltator al comunității I Love Failure. În ultimii ani a organizat conferințe, a construit o comunitate în jurul ideii de eșec și lucrează la o platformă care pornește de la o observație: viața ne pune oricum în fața unor situații dificile, iar felul în care reacționăm poate fi exersat. Discuția noastră a fost mai puțin despre tehnologie și mai mult despre oamenii care trec prin frici, amânări, limite și perioade complicate.
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Neste novo episódio do Conversa Paralela, Lara Brenner e Arthur Morisson recebem novamente o Dr. Alexandre Duarte para um mergulho profundo nos impactos de nossa alimentação e estilo de vida na fisiologia metabólica humana. O programa explora os benefícios controversos da dieta carnívora e analisa como os vegetais — com seus antinutrientes como o oxalato — podem afetar negativamente o nosso sistema digestivo e absorção de vitaminas. O Dr. Duarte vai muito além da alimentação. Ele destrincha os problemas endócrinos e inflamatórios modernos, explicando a verdadeira raiz de condições como endometriose, hipotireoidismo e lipedema. Em uma análise severa sobre o imediatismo da saúde atual, ele alerta para as consequências desastrosas do uso crônico das populares "canetinhas emagrecedoras" (incretinas/GLP-1), que estão gerando casos severos de gastroparesia e um forte efeito rebote na obesidade. Por fim, o episódio expõe os riscos químicos ocultos em nossa rotina de higiene pessoal: os perigos neurotóxicos dos sais de alumínio nos desodorantes, os xenoestrógenos presentes nos protetores solares, o mito da proteção do flúor na saúde dental e a importância vital de retomarmos práticas ancestrais de contato com a natureza, como a exposição solar controlada e a ormese.
Neste episódio do Conversa Paralela, Lara Brenner e Arthur Morisson recebem a educadora Ivana Jauregui para um debate profundo e prático sobre os maiores desafios da maternidade, da paternidade e do desenvolvimento infantil. Ivana compartilha sua trajetória pessoal — desde sua criação no ambiente escolar no Uruguai até sua experiência limite como mãe na Bahia —, revelando como a transição de uma postura permissiva para a reconquista de uma autoridade autêntica transformou o comportamento de seu filho mais velho em apenas uma semana. A conversa aborda temas fundamentais da psicologia familiar, como a distinção crucial entre os conceitos de "criar" e "educar", e define a verdadeira autoridade como um estado de alinhamento interno entre o pensar, o falar e o fazer dos pais. A educadora desconstrói os mitos que cercam os chamados "terríveis dois anos" e as crises da adolescência, demonstrando que ambas as fases compartilham a mesma necessidade biológica e psicológica: a afirmação da individualidade do indivíduo perante o mundo.
No Conversa Paralela desta semana, os apresentadores Arthur Morisson e Lara Brenner recebem o cirurgião-dentista Leo Tominaga e sua filha, a advogada Tamie Tominaga, para um diálogo profundo sobre a estrutura familiar, a criação de filhos e a aplicação prática de princípios bíblicos na contemporaneidade. Leo Tominaga compartilha sua trajetória de conversão e como a adoção de parâmetros fundamentais — como a fidelidade absoluta e o posicionamento firme na imposição de limites — transformou sua vida conjugal e a educação de seus cinco filhos. Contrapondo-se à atual cultura de permissividade e à fragilização das referências masculinas e femininas, os convidados debatem conceitos complexos e frequentemente mal compreendidos, como a submissão no casamento sob a ótica do amor sacrificial e a necessidade do perdão mútuo para a sustentação das relações duradouras. Tamie Tominaga traz a perspectiva da juventude ao relatar suas experiências de preservação de conduta, o suporte familiar diante do enfrentamento da depressão no ambiente doméstico e a consolidação de sua caminhada espiritual desde a infância. O episódio aborda, ainda, o panorama do crescimento do público evangélico no Brasil e a importância de mídias independentes que se dedicam ao resgate de valores permanentes.
Letícia Colin, da novela pro sofá, fala de momentos épicos da vida, idas e vindas nos relacionamentos e a conversa de elevador que a gente adora jogar fora.
As novidades sobre a indústria dos videojogos, análises aos jogos do momento, retrogaming, os temas de fundo e até um quiz musical sobre videojogos. Com Pedro Moreira Dias, Élio Salsinha, Rui Gonçalves e Gonçalo Santos.
Alegerile pe care le facem în fiecare zi sunt mai puțin despre opțiunile aflate în fața noastră și mai mult despre felul în care privim lumea. Aceasta este una dintre ideile care traversează întreaga conversație cu Romeo Crețu. El vine pentru o discuție despre viața trăită conștient, despre pilotul automat în care intrăm fără să ne dăm seama și despre convingerile care ajung să influențeze multe dintre deciziile noastre.Romeo lucrează de mulți ani cu oameni, echipe și organizații. În acest episod vorbește despre conștientizare într-un limbaj accesibil și folosește exemple simple pentru a descrie mecanisme care ne însoțesc în fiecare zi. Conversația pornește de la o întrebare: ce înseamnă să trăim mai conștient? De aici ajungem la felul în care luăm decizii, la tendința de a repeta aceleași tipare și la momentele în care viața ne obligă să ne oprim și să privim mai atent ceea ce facem.
Episodul cu Andrei Roșca pornește dintr-o observație legată de spațiul nevăzut al performanței. Din zona în care creșterea unui business se întâlnește cu limitele emoționale ale celui care îl conduce. Andrei este antreprenor și change strategist, lucrează de peste un deceniu cu fondatori și oameni aflați în poziții de decizie, iar experiența lui se construiește la intersecția dintre psihologie aplicată, strategie și lucrul unu-la-unu cu lideri aflați sub presiune.Conversația urmărește un tipar familiar multora: sistemul începe să funcționeze bine, proiectele se înmulțesc, ritmul crește, iar orientarea către performanță devine aproape reflex. Profilul de overachiever ajută în primele etape - împingi mai mult, accepți efortul suplimentar, nu încetinești când devine greu. În timp, această orientare constantă către acțiune începe să consume resursele interne.