POPULARITY
O Roda Viva desta segunda-feira (23/2) recebe a cientista e pesquisadora Tatiana Sampaio.Líder da pesquisa sobre a polilaminina, a cientista Tatiana Sampaio, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), detalha a descoberta da molécula que se tornou esperança para reverter paralisias por lesão na medula. A descoberta da bióloga é resultado de 30 anos de pesquisa sobre a polilaminina, versão recriada em laboratório da laminina, proteína produzida naturalmente pelo corpo e que ajuda os neurônios a se conectarem.O Roda Viva vai ao ar toda segunda, a partir das 22h, na TV Cultura, no site da emissora e no YouTube!Acompanhe também no www.tvcultura.com.br#RodaViva #SomosCultura #Saúde #Ciência #Pesquisa #TatianaSampaio
Com a alta de pedidos na Justiça pelo uso compassivo da polilaminina, molécula estudada por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) para o tratamento de lesões medulares, dois neurocirurgiões que integram a equipe da pesquisa têm viajado pelo Brasil para aplicar a droga em pacientes que conseguiram autorização para recebê-la antes mesmo do início dos testes clínicos. A repórter de Saúde do Estadão, Fabiana Cambricoli, fala sobre o assunto.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Há 500 anos nascia o maior poeta da língua portuguesa, Luís Vaz de Camões e os versos que compôs criaram uma obra extraordinária, com destaque para Os Lusíadas, grande clássico da literatura portuguesa. Letícia Fonseca-Sourander, correspondente da RFI em Lisboa No poema épico, que narra a viagem de Portugal à Índia comandada por Vasco da Gama, Camões celebra a pátria, mas também critica o poder. Na epopeia, o poeta usou uma linguagem nova considerada fundadora do português moderno. Para comemorar o 5° Centenário do nascimento de Camões, o governo de Portugal organizou exposições, ciclos de debates, palestras, congressos internacionais, publicações, prêmios, espetáculos, oficinas e concursos, entre outros, que acontecem até junho deste ano. “Celebrar o nascimento de Luís de Camões significa, antes de mais nada, reconhecer a sua atualidade. Tratando-se de alguém que nasceu há 500 anos, o mais natural é que o seu rastro tivesse já desvanecido no pó dos séculos”. Por isso, “celebrar Camões é muito mais do que homenagear um nome maior da literatura portuguesa e da literatura universal: é reconhecer a força duradoura da sua obra, cuja presença atravessa séculos, fronteiras e gerações”, ressalta José Augusto Cardoso Bernardes, catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, especialista em literatura camoniana e comissário-geral da Estrutura de Missão para as Comemorações dos 500 anos de Camões. Em sua entrevista para a RFI, o professor Cardoso Bernardes afirma que “a atualidade de Camões é impressionante, a voz do poeta vem do século 16 e chega ao século 21. Nela, encontramos o conflito entre a injustiça e a justiça. Encontramos um tema impressionantemente moderno, que é a insuficiência das palavras para exprimir a realidade, que pode ser subjetiva ou objetiva. Mas talvez a componente mais atual que existe em Camões é o apelo que ele nos faz para não nos resignarmos, para não aceitarmos aquilo que parece uma fatalidade. Lembro que Camões termina Os Lusíadas exultando os portugueses a partirem; a partirem para algum lugar, mas sobretudo a saírem de si próprios. A vocação universalista que sempre nos caracterizou está nos Lusíadas em forma de retrato profundo”, analisa. A intenção do enorme mosaico de eventos nas comemorações dos 500 anos do poeta é contribuir para a valorização do legado camoniano, promover o seu estudo e divulgação através da pesquisa, criação artística, ação pedagógica e reflexão crítica. Embora o centro da programação - que iniciou em 2024 - aconteça em Portugal, as comunidades portuguesas no mundo e os países de língua portuguesa também participam da celebração. Entre as principais iniciativas deste ano em Lisboa, destaque para a exposição No Rastro de Luís de Camões e o congresso internacional O tempo de Camões, Camões no nosso tempo, ambos na Biblioteca Nacional de Portugal, o ciclo de conferências Camões Hoje no Palácio Galveias, o prêmio Conhecer Camões, a ópera Relicário Perpétuo com libreto de Luísa Costa Gomes, no Teatro São Carlos, e a mesa-redonda As Mulheres no Tempo de Camões, na Biblioteca Nacional de Portugal. O Real Gabinete de Leitura, no Rio de Janeiro, que abrigou um ciclo de conferências sobre o poeta, recebeu do governo de Portugal a Ordem de Camões, no último dia 16. A instituição tem o maior espólio de Camões no Brasil, incluindo um dos exemplares da primeira edição de Os Lusíadas, de 1572. Língua portuguesa e Camões Teria sido a partir dos versos de Os Lusíadas que a língua portuguesa se consolidou. A obra não criou o idioma, mas elevou o português a uma das línguas mais importantes da Europa durante o Renascimento. Camões ao escrever em oitavas rimas, estruturou o português com elegância clássica e o transformou em uma língua literária de prestígio. “Os especialistas na língua de Camões reconhecem a capacidade que ele teve senão de reinventar a língua portuguesa, pelo menos lhe conferir um cunho de modernidade, de musicalidade e até de plasticidade que não existia antes dele. E faz com que os versos de Camões nos toquem de uma forma quase sensorial, para além de uma forma também emocional, e isso é uma característica que começa realmente com ele e que os poetas que vieram a seguir procuram imitar. Nós somos todos devedores desta novidade, desta frescura e modernidade que Camões trouxe para a língua que nós falamos”, contextualiza a escritora Isabel Rio Novo, autora de Fortuna, Caso, Tempo e Sorte: biografia de Luís Vaz de Camões. Como uma das figuras mais agregadoras da cultura portuguesa, Camões se transformou em símbolo da identidade nacional, tanto que o dia da morte do poeta, 10 de junho, é quando se celebra o dia de Portugal e das comunidades portuguesas. Especialista em literatura camoniana, o professor da Universidade de Coimbra, José Augusto Cardoso Bernardes comenta o legado de Luís Vaz de Camões. “Distingo dois aspectos no legado de Camões. Um deles tem a ver com nossa língua, por ventura o nosso maior tesouro. Camões não inventou a nossa língua, mas prestigiou-a, mobilitou-a, converteu-a numa das línguas mais importantes da Europa do seu tempo e assim se mantém até hoje. O segundo legado tem a ver com o fato dele nos ter reunido, de nos ter agregado, é um legado precioso. As comunidades necessitam ter uma referência comum e Camões é a referência comum para os portugueses, e eu diria mais, para os falantes de língua portuguesa”. Influência da lírica e da épica camoniana na literatura brasileira Em uma entrevista para a RTP, Radio e Televisão Portuguesa, o professor de Literatura Brasileira na Faculdade de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro UFRJ, Eucanaã Ferraz, lembra que é possível perceber a influência de Camões na poesia de Gregório de Matos – um dos maiores poetas brasileiros no período do Barroco, no século 17. “O Gregório tem construções e imagens que são claramente camonianas. Já no século 18, há mais presença de Camões na sintaxe, certos esquemas de rima, tempos verbais. No século 19, o romantismo brasileiro está diretamente ligado aos movimentos de Independência, portanto, há uma espécie de anti lusitanismo e isso evita uma presença de Camões, que é como um sinônimo de literatura portuguesa. Curiosamente é no modernismo, nos anos 20, que a presença camoniana aparece mais livre. Talvez Carlos Drummond de Andrade seja o poeta que melhor compreendeu e incorporou Camões”, explica. Teses e estudos de alguns linguistas portugueses afirmam que o português do Brasil tem uma fonética muito mais parecida com os Quinhentos – ou seja, o século 16, época que Camões viveu, do que o português contemporâneo de Portugal, que parece ter “fome de comer sílabas”. Visto sob este prisma, é possível que Camões falasse com todas as vogais presentes, assim como os brasileiros se expressam. Além do mais, a métrica dos versos decassílabos dos Lusíadas só fecha quando lida com sotaque brasileiro, com todas as vogais átonas bem pronunciadas. Nos anos 80, o cantor e compositor Caetano Veloso celebrou Camões e o idioma que une o Brasil a Portugal na música Língua “Gosto de sentir a minha língua roçar a língua de Luís de Camões. Gosto de ser e de estar e quero me dedicar a criar confusões de prosódias e uma profusão de paródias que encurtem dores e furtem cores como camaleão. A língua é minha pátria, e eu não tenho pátria, tenho mátria e quero fátria”. Os séculos passam, Camões fica “Camões é uma personalidade interessantíssima com uma vida que parece ter saído das páginas de um romance e teve uma particularidade de ter sido tudo aquilo que um homem podia ser no século 16”, conta para a RFI a escritora Isabel Rio Novo. “Foi um humanista, um estudioso, também um soldado, porque toda a sua vida ganhou como um homem de armas, foi um viajante que conheceu praticamente todos os lugares daquilo que então se chamava o império português, e com toda essa riqueza, com todo esse conhecimento e um talento inexplicável do domínio do gênio conseguiu produzir uma obra poética tão notável que ainda hoje nos interpela e nos emociona”, reflete. “Estamos a falar de um homem que desde os vinte e poucos anos teve sempre envolvido em grandes aventuras e desventuras. Longas viagens, experiências de prisão, expedições militares, portanto, estamos a falar de uma vida muito dura, nos intervalos da qual, Camões inexplicavelmente conseguiu produzir uma obra notável; e note-se que aquilo que nós conhecemos, nomeadamente Os Lusíadas e a poesia lírica que lhe é atribuída pode ser apenas uma parte daquilo que ele foi escrevendo ao longo da sua vida. Isto, como eu digo, é do domínio do inexplicável, estamos a falar realmente daqueles gênios da literatura, dos quais provavelmente na literatura universal existe uma mão cheia”, enfatiza Isabel Rio Novo. A lírica de Camões é frequentemente interpretada por biógrafos como o reflexo de uma vida marcada por amores impossíveis, intensos e frustrados. Como mostra um dos mais famosos sonetos do poeta, publicado em 1598, na obra Rimas, “Amor é fogo que arde sem se ver, é ferida que dói e não se sente, é um descontentamento descontente, é dor que desatina sem doer”. Percurso camoniano Muitos mistérios rodeiam a vida de Luís Vaz de Camões. Não se sabe ao certo onde nasceu, onde morou e por onde andou o autor de Os Lusíadas, que viveu no século 16 e se tornou um dos maiores nomes da literatura lusófona. Ao longo dos tempos, Camões se tornou símbolo nacional, mártir literário e a sua consagração como poeta da pátria no imaginário português se mantêm até hoje. Luís Vaz de Camões nasceu provavelmente em Lisboa ou na cidade do Porto, mas a origem de sua família seria da região da Galícia, na Espanha. Reza a lenda que o jovem Camões teria frequentado aulas de Humanidades no Mosteiro de São Cruz, em Coimbra. Na época, a cidade era uma das mais importantes da Península Ibérica e D. Bento de Camões, tio do poeta, era prior do mosteiro e reitor da prestigiosa Universidade de Coimbra. Ainda jovem teria iniciado sua carreira literária como poeta lírico na corte de D. João III. Acredita-se que após uma desilusão amorosa tenha se alistado no Exército da Coroa Portuguesa embarcando para o norte da África em 1547. Foi em Ceuta, no Marrocos, lutando contra os mouros que Camões perdeu o olho direito. Depois deste episódio trágico, o autor quinhentista volta para Lisboa. Intempestivo, ele se envolve em uma briga, desembainha a espada contra um fidalgo e é preso. “Naquela época era preciso bajular o poder, ser humilde, e Camões não era nada disso. Ele era um homem orgulhoso, tinha muita consciência do seu talento, do seu gênio extraordinário e não tinha perfil psicológico para se dar bem com o poder”, explica Vitalina Leal de Matos, professora da Faculdade de Letras de Lisboa. No entanto, o poeta consegue o perdão real em troca de uma espécie de exílio forçado no Oriente, e parte em direção à Goa, na Índia. Luís de Camões navega então os mares que Vasco da Gama havia percorrido meio século antes. Camões viveu cerca de dezessete anos na Ásia, e Goa, chamada de “capital” do império português no Oriente, foi o seu porto seguro. Lá, escreveu sua obra-prima Os Lusíadas. Não há prova de que o poeta viveu na China, mas há relatos de que ele naufragou na costa chinesa e conseguiu salvar o manuscrito de Os Lusíadas, levando-o preso nos dentes até chegar à terra firme. Da Ásia rumou em direção à África; morou em Moçambique e sobrevivia graças a caridade dos amigos. Em 1570 Camões retornou à Lisboa e o rei D. Sebastião autorizou a publicação de Os Lusíadas, poemas sobre as grandezas de Portugal, mas também um prenúncio da decadência do país. Durante os seus últimos anos Camões viveu na miséria, morreu provavelmente vítima da peste no dia 10 de junho de 1580 e foi enterrado como indigente. Um fim triste e solitário. Por proposta da Academia das Ciências de Lisboa, os presumíveis restos mortais de Camões foram transladados e enterrados em um túmulo na Igreja do Mosteiro dos Jerônimos, em Lisboa.
Espetáculo: “O Céu da Língua”Gregorio Duvivier tem na língua portuguesa não somente uma pátria, mas uma obsessão. Ou, como dizem os jovens, um hiperfoco. Afinal, a palavra é uma fonte inesgotável de humor, desde os primórdios. No Princípio era o Verbo, disse Deus. E logo em seguida vieram os erros de concordância. O mesmo Deus disse: Faça-se a Luz. Mas disse pra quem? E por quê? Disse porque a palavra inaugura um mundo. Daí o termo o “Céu da Língua”: foi a língua, afinal, que nos pariu. Nos pariu como povo, mas também como humanidade. O espetáculo mistura Stand Up Comedy com poesia falada e uma dramaturgia que costura tudo. Stand up poetry? Linguistic comedy? Como preferir. Gregório prefere na nossa língua: Comédia Poética.Ficha Técnica:Interpretação e Texto: Gregorio DuvivierDireção e Dramaturgia: Luciana PaesAssistência de Direção e projeções: Theodora DuvivierDireção Musical e Execução da Trilha: Pedro AuneCenografia: Dina Salem LevyAssistente de Cenografia: Alice CruzFigurino: Elisa Faulhaber e Brunella ProvvidenteIluminação: Ana Luzia de SimoniDiretor Técnico: Lelê Siqueira Diretor de Palco: Feee AlbuquerqueVisagismo: Vanessa AndreaFotos de Divulgação: Demian JacobFotos de Cena: Joana Calejo Pires e Raquel PellicanoIdentidade Visual Divulgação: Laercio LopoAdministração: Fernando Padilha e Lucas LentiniProdução Executiva: Lucas LentiniDireção de Produção: Clarissa Rockenbach e Fernando PadilhaRede social do trabalho: @ceudalinguaIntegrantes:Brunella Provvidente é uma artista multidisciplinar com experiência no Brasil e no exterior. Possui mestrado em Performance Design pela Arizona State University (2015), bacharelado em Direção Teatral pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2009) e formação técnica em Artes Circenses pela Escola Nacional de Circo (2009). Iniciou sua trajetória no teatro em 2003, no Tablado, e desde então tem se destacado na cenografia, figurino e design gráfico. Assinou a cenografia de mais de 30 produções e instalações cênicas no Brasil e no exterior. Atualmente, assina o figurino das produções do canal Porta dos Fundos.@brunellaprovvidente Dina Salem Levy é Cenógrafa e Diretora de Arte, com formação em Arquitetura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pela École d'Architecture de Versailles, na França. Em 2012, concluiu o Master Scenography na The Royal Central School of Speech and Drama, em Londres. Como cenógrafa, colaborou em concertos de renomados artistas brasileiros e no teatro com grandes diretores. No cinema colaborou com diversos diretores, como Lucia Murat, Anita Rocha da Silveira, entre outros.@dinasalemlevy Pedro Aune é músico, baixista. Iniciou os estudos musicais aos 13 anos de idade, tocando primeiramente baixo elétrico, mais tarde, especializando-se no contrabaixo acústico, tendo concluído o curso de bacharelado em música, especialização contrabaixo, pela UniRio. Como instrumentista atuou em shows e gravações com diversos artistas. Em 2011, integrando o grupo Camerata Brasilis, lançou, pela gravadora Acari Records o álbum homônimo, no qual atuou em todas as faixas como baixista. Neste mesmo ano, integrando o grupo Camerata Brasilis.@pedroauneTheodora Duvivier é formada em Design pela PUC-Rio, tendo concluído seus estudos em 2018, após realizar um intercâmbio em Artes Visuais na Universidade do Quebec, em Montreal. Como designer, colaborou com a produtora Uns Produções e Filmes, participou do Festival Agora e desenvolveu sites para diversas marcas e artistas. Na área de fotografia, atuou na divulgação de peças de teatro e em shows de artistas. Durante a pandemia, passou a trabalhar no programa de televisão Greg News (HBO), no qual seguiu sendo segunda assistente de câmera. Nos últimos anos, tem se dedicado à edição de vídeo, assinando a montagem de curtas-metragens no Canadá e colaborando como freelancer em diversos projetos, incluindo videoclipes e vídeos para marcas e coletivos independentes.@theoduv
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, neste mês, o início de um estudo clínico de fase 1 para avaliar a segurança do uso da polilaminina, proteína que se mostrou capaz de regenerar lesões na medula espinhal, e cinco pacientes vão receber a substância. A substância vem sendo estudada há mais de 20 anos pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O composto é uma versão recriada em laboratório da laminina, proteína presente no desenvolvimento embrionário e que ajuda os neurônios a se conectarem. O médico do Espírito Santo, Olavo Borges Franco, integra o grupo de pesquisa. Ele explica que os pacientes estavam numa fase de "uso compassivo" da proteína.
Na última edição do ano do Rádio ASPUV, nós debatemos a arte como resistência, ou seja, como um instrumento de questionamentos e, consequentemente, de mudanças sociais. Também falamos sobre as políticas culturais públicas brasileiras: como elas se estruturam e se realmente dão conta da nossa diversidade.Para enriquecer o debate convidamos o professor Guilherme Marcondes, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).Além disso, entrevistamos a primeira-presidente da ASPUV, Mônica Ribeiro Pirozi, que analisou as ações da seção sindical em 2025 e trouxe as perspectivas para 2026.Confira.....Dicas culturais:- Link da playlist 'Vamos à Luta!' do Rádio ASPUV.- 'Teatro Experimental do Negro: Testemunhos e Ressonâncias', livro organizado por Elisa Larkin, Jessé Oliveira e Abdias do Nascimento;- 'Festas Populares no Brasil', livro de Lélia Gonzalez;- 'Quarto de Despejo', livro de Carolina Maria de Jesus;- 'Arte Brasileira na Ditadura Militar', livro de Claudia Calirman;- 'Zero', livro de Ignácio de Loyola Brandão;- 'As Meninas', livro de Lygia Fagundes Telles;- 'Respiração Artificial', livro de Ricardo Piglia;- 'Primavera Num Espelho Partido', livro de Mario Benedetti;- 'Bacurau' e 'Aquarius', filmes de Kleber Mendonça Filho;- 'Temporada', 'No Coração do Mundo' e 'Marte Um', filmes da produtora Filmes de Plástico;- 'Da Lama ao Caos', álbum de Chico Science e Nação Zumbi;- 'Sobrevivendo no Inferno', álbum dos Racionais MC's;- 'A Mulher do Fim do Mundo', álbum de Elza Soares;- 'Duas Cidades', álbum do grupo BaianaSystem.
A Rádio Terrana é um podcast do Pimentalab da Unifesp, um programa sobre ciências terranas, tecnopolíticas e experimentações em tempos de catástrofes. Encruzilhadas sonoras entre práticas científicas, ações de retomada e lutas pelo Comum.Sobre o episódio:Continuando a conversa sobre educação e plataformas digitais, Henrique Parra entrevista Giuliana Mordente para tratar das implicações do neoliberalismo para as dinâmicas em sala de aula, assim como nas vidas de estudantes e professores.Professora Giuliana Mordente (@andancaseducativas) é psicóloga, pedagoga e palestrante, com mestrado e doutorado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Já deu aulas nos Ensinos Básico e Superior, sendo atualmente professora na UFRJ. Também participou de projetos sociais como educadora e coordenadora de cursos de formação de educadores comunitários. Com mais de 80 mil seguidores nas mídias sociais, compartilha análises e reflexões sobre Neoliberalismo Escolar e Escolas Democráticas, além de contribuir com artigos e capítulos em publicações acadêmicas. Acompanhe o trabalho de Giuliana: https://linktr.ee/andancaseducativasFicha Técnica:Participantes da entrevista: Giuliana Mordente e Henrique Parra. Captação, edição e montagem: Gustavo CardozoProdução:Pimentalab (Laboratório de Tecnologia, Política e Conhecimento, UNIFESP): https://www.pimentalab.net ;Apoio:UNIFESP - PIBEX e Rede Lavits (Latinoamericana de Estudos em Vigilância, Tecnologia e Sociedade): https://www.lavits.org
Um médico capixaba compõe um time de cientistas focado no desenvolvimento de um medicamento capaz de regenerar lesões na medula espinhal. Pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Olavo Borges Franco é natural de Jerônimo Monteiro e integra um grupo de pesquisa que estuda a polilaminina, uma proteína presente naturalmente no corpo humano e que pode ajudar a recuperar movimentos perdidos em acidentes ou quedas. Em entrevista à CBN Vitória, o pesquisador traz detalhes do estudo, que já tem mostrado resultados promissores. Recentemente, um dos voluntários do teste que não tinha movimentos do pescoço para baixo voltou a andar. Ouça a conversa completa!
Our friend Daniel Conceição is back for his sixth(!) time on Macro N Cheese. He and Steve share their critique of "neutral" or academic MMT that avoids class analysis. Understanding a government's monetary capacity is meaningless without using that knowledge as a weapon for class struggle against an oppressive economic system. Daniel shares his experiences in Buenos Aires, describing a city with grand public infrastructure (a legacy of Peronism) now filled with poverty due to austerity. He dismantles the myth that President Javier Milei's austerity policies tamed inflation. Instead, he argues the temporary stabilization was due to a massive, supranational bailout from the IMF, not free-market principles. And when we're talking about the IMF, we're seeing a tool of economic imperialism. By creating dollar dependency in developing nations, it forces them into debt servitude and structural adjustments that fully serve global capital, never local populations. This brings us back to mainstream economists who lie outright in order to protect the class interests of banks and the oligarchy. They point to how economic rationalizations shift (e.g., after the 2008 crisis and during the pandemic) to always justify saving capital while opposing spending on the public purpose. Daniel Conceição is an associate professor at the Institute of Urban and Regional Planning and Research (IPPUR) at the Federal University of Rio de Janeiro (UFRJ), and one of the authors of the book “Modern Monetary Theory: The Key to an Economy at the Service of People”. He is also former president of the Institute of Functional Finance for Development Brasil (https://iffdbrasil.org/) @stopthelunacy
Um estudo desenvolvido na Unicamp pode trazer avanços no diagnóstico e no tratamento da obesidade, condição que afeta um a cada três brasileiros. A pesquisa mostrou o potencial de um exame de urina para identificar o padrão de obesidade de cada indivíduo. O trabalho foi desenvolvido pela endocrinologista Aline Gurgel, professora da Universidade Federal Rural do Semiárido (Ufersa), como parte de sua tese de doutorado, defendida junto à Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp. A pesquisadora contou com a orientação da endocrinologista Denise Zantut, professora da FCM. A pesquisa, fruto de um convênio firmado entre a Unicamp, a Ufersa e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), contou com a participação do professor Alviclér Magalhães, coordenador do Laboratório Multiusuário de Ressonância Magnética Nuclear e de Líquidos da instituição fluminense.Mais informações do Jornal da Unicamp.Ficha técnica Narração: Silvio AnunciaçãoEntrevista: Mariana GarciaEdição de áudio: Octávio SilvaCapa: Alex Calixto
Este episódio de podcast conta como é a vida de alguém que precisa lidar com a cefaleia em salvas, doença crônica rara que causa uma das maiores dores que um humano pode sentir.Quando alguém visita um pronto socorro se queixando de dor, é comum que os profissionais de saúde peçam para que o paciente tente mensurar o tamanho dessa dor. Apesar de ser difícil classificar a intensidade de dor numa escala de números ou de cores, existem dores intensas ao ponto de atingirem o nível máximo. Esse é o caso da cefaleia em salvas.Essa dor de cabeça é rara (atinge cerca de 0,1% das pessoas) e causa um sofrimento inigualável: algumas pacientes já relataram que a cefaleia em salvas supera a dor do parto. Além disso, não é incomum que pensamentos suicidas surjam durante os períodos de crise, que podem durar até um mês.Mas a característica mais intrigante da cefaleia em salvas não é a intensidade da dor, e sim a frequência. Depois do período de crise, ela desaparece completamente. Alguns tentam esquecer que ela existe. O problema é que depois de algum tempo adormecida, ela volta com força. E o ciclo se repete.Mergulhe mais fundoEscuta Essa: Dor - link para o episódioHypothalamic activation in cluster headache attacksEpisódios relacionados#127: Larissa contra as bactérias#107: Dr. Oscar e o menino que precisava enxergar#92: Quando a Covid não vai emboraEntrevistados do episódioDanilo SilvestreFilósofo e podcaster. É apresentador dos podcasts Bola Presa, Escuta Essa, Pouco Pixel e Debate de Bolso.Maria Eduarda NobreMédica neurologista especialista em cefaleia em salvas. É doutora em neurologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), membra da Academia Brasileira de Neurologia, da Sociedade Brasileira de Neurologia e da International Headache Society.Ficha técnicaProdução e edição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia FurnariDireção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini
O Manhã Brasil desta sexta (1), com o jornalista Mauro Lopes como âncora, tem os seguintes destaques: 1) Pesquisas Atlas, Poder 360, Datafolha e Quaest são unânimes: a tática entreguista e de traição nacional do bolsonarismo colocou o grupo nas cordas; 2) Datafolha mostra que Trump e Bolsonaro conseguiram algo que os comunistas não conseguiram em décadas: a China é mais popular que os EUA no Brasil; 3) Eduardo Bolsonaro cavou sua condenação no STF e deverá ficar fora da eleição de 2026Pessoas convidadas:Marildo Menegat, professor de Filosofia, do Programa de Pós-Graduação de Políticas Públicas em Direitos Humanos, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Autor de “A Crítica do Capitalismo em Temos de Catástrofe” (Editora Consequência, 2019) e “A GUERRA NÃO TEM PAZ: Estudos sobre o sentido violento e destrutivo do fetichismo do capital“ (2024)Denise Gentil, economista, tem doutorado em Economia pelo Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e realiza pesquisas de referência em macroeconomia, com concentração em política fiscal, seguridade social e desenvolvimento econômico.
Les trois-quarts de la commune seraient sous le contrôle des gangs criminels, ce qui fait fuir la population et empêche les agriculteurs de travailler. Reportage. Depuis le début de l'année, les gangs armés multiplient leurs attaques contre la commune de Kenscoff, ce qui a fait fuir plus de 30 000 personnes, confie le maire de la ville, Jean Massillon, à notre correspondant à Port-au-Prince, Peterson Luxama. Cette violence a aussi perturbé toute la production agricole, et cela menace donc l'alimentation de la région. « Les gangs armés ont forcé les paysans et les agriculteurs à fuir. Ils ont pris leurs animaux, incendié leurs maisons, et leur ont fait perdre tout ce qu'ils possédaient. C'est la première fois dans toute l'histoire de cette ville que des habitants se plaignent de faim », témoigne le coordinateur de la plateforme nationale des paysans haïtiens. Jean-Louis Durant. Le reportage complet de Peterson Luxama. Au Chili, un sommet pour protéger les droits des citoyens face aux abus des nouvelles technologies. Les présidents et chefs de gouvernement du Chili, du Brésil, de la Colombie, de l'Uruguay et de l'Espagne se réunissent pour le sommet « Democracy Forever », qui vise à lancer un mouvement citoyen de protection contre la domination des entreprises des nouvelles technologies et leurs influences politiques lors d'élections, entre autres. « L'Amérique latine et le Brésil, particulièrement, prennent de plus en plus une position pour la régulation des réseaux sociaux », explique Nicole Sanchotene, postdoctorante et chercheuse au NetLab, laboratoire sur internet et les réseaux sociaux de l'Université fédérale de Rio de Janeiro (UFRJ), interrogée par Henrique Valadarès. Et le sommet à Santiago est l'image d'« un effort collectif et un effort d'interaction, palpable notamment au Brésil, mais aussi en Argentine et au Chili ». « Le Brésil peut être un leader de ce mouvement », analyse-t-elle en avançant comme guise d'exemple « le dernier vote de la Cour suprême : c'est une page très importante qui a été tournée. On a vraiment avancé vers la responsabilisation des plateformes. » Face à cela, une étude montre les limites de l'intelligence artificielle : « l'intelligence artificielle ne parle pas maya», dénonce le quotidien El Pais. Son correspondant au Mexique révèle une étude qui vient de paraitre, sur l'aisance de l'IA dans six grandes langues amérindiennes: le quechua, le quiché, le maya, le guarani, le nahuatl et l'aymara. Chacune d'entre elles a plusieurs millions de locuteurs, mais l'IA semble les délaisser. Au mieux, elle les baragouine. «Seulement la moitié des réponses aux questions posées dans ces langues sont correctes, et encore, très courtes et basiques», explique le quotidien. Il existe aussi un biais culturel. «Les réponses font référence au contexte occidental, même quand les questions sont posées dans les langues autochtones». Cette lacune viendrait-elle du fait que ces langues seraient peu importantes ? Alors pourquoi l'IA parle bien plus couramment le basque, qui compte moins d'un million de locuteurs ? Un biais de l'occident, encore une fois... Pourtant, les enjeux peuvent être vitaux, conclut El Pais : un meilleur accès de l'IA peut permettre de développer la télémédecine dans ces communautés, comme chez les Quechuas, où le taux de mortalité infantile est de 44 pour 1000 naissances. L'IA, bien utilisée, pourrait aussi sauver des vies. La guerre entre Harvard et l'administration Trump arrive au tribunal Après des années d'affrontements, le procès s'ouvre ce lundi. Harvard accuse l'administration de violer ses droits constitutionnels en coupant environ 2 milliards de dollars de financement fédéral. Un sujet éminemment politique : le Washington Post publie une grande frise historique de cette confrontation, et rappelle ainsi que Donald Trump en a fait un argument de campagne, depuis son discours de juillet 2023, dans lequel il promet de lutter contre «la gauche radicale» et lance une guerre totale contre «les maniaques et lunatiques», afin de «reconquérir» les universités comme Harvard. Mais c'est la radio publique NPR qui donne à entendre ce qui est en jeu ces jours ci : NPR publie un reportage où on entend Kari Nadeau, médecin et professeure d'Harvard, qui mène une étude clinique de sept ans pour réduire les allergies mortelles chez les enfants. Une recherche totalement suspendue aujourd'hui. «C'est une perte pour toutes les équipes», témoigne cette professeure, «mais nous sommes encore plus inquiets pour les patients en cours d'essais cliniques». «Ces enfants avaient commencé un traitement, l'arrêter les met en danger mortel», alerte la médecin sur NPR. En espérant que ces voix et ces histoires humaines soient entendues par les juges de Boston. Dans le sud des États-Unis, la crainte après l'extension d'un centre de migrants En Géorgie, les autorités ont validé le mois dernier l'agrandissement du centre de Folkson. Il triplera de capacités, pour arriver à 3 000 places, ce qui en ferait le plus important du pays. Mais des organisations de défense des droits s'y opposent, notamment en raison des enjeux de santé... Reportage d'Edward Maille. Le plus grand narcotrafiquant équatorien est arrivé aux États-Unis « Hasta nunca, Fito », titre le quotidien équatorien Espresso, en reprenant les mots du président, « À jamais ! ». Daniel Noboa se réjouit ainsi de l'extradition réussie de Adolfo Macías Villamar, alias «Fito», décrit comme le criminel le plus dangereux d'Équateur. Fito doit être présenté ce lundi à un juge de New York, qui l'informera des sept charges retenues contre lui, et entre autres du trafic de près de quatre tonnes de cocaïne vers les États-Unis. Le quotidien équatorien El Universo rappelle que l'une des conditions pour cette extradition est que ce trafiquant supposé ne soit pas condamné à la peine de mort, qui a été abolie en Équateur depuis plus d'un siècle. Au Venezuela, on célèbre le retour de migrants expulsés des États-Unis Ils avaient été les premières victimes de la répression de Donald Trump, et envoyés sans procès au Salvador. 252 Vénezuéliens, accusés par Washington d'être des criminels, sont rentrés ce week-end, grâce à un échange à trois bandes : le Salvador, où ils se trouvaient, libère les Vénézuéliens, le Venezuela libère dix citoyens américains, dont un Franco- Américain. À Caracas, la télévision Telesur célèbre l'arrivée des ex-détenus, par un dessin où l'on voit des hommes broyés, sous le drapeau américain, qui se relèvent, fiers, en retrouvant leur patrie. Ce qui n'est pas indiqué dans les médias de ce pays au gouvernement autoritaire, et que détaille la BBC en espagnol), c'est que cet accord a aussi forcé Caracas à libérer plus d'une dizaine de prisonniers politiques, enfermés pour s'être opposés au gouvernement de Maduro.
Está no ar mais uma edição do podcast Economistas! No episódio desta semana, o economista Ernani Torres, professor do Instituto de Economia e do Programa de Pós-Graduação em Economia Política Internacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), fala sobre a importância dos bancos públicos, que desempenham um papel estratégico no desenvolvimento econômico e social de um país.Os bancos públicos atendem em áreas que, muitas vezes, não são alcançadas pelo setor privado. Eles também são instrumentos fundamentais na execução de políticas públicas e financiam setores essenciais como infraestrutura, habitação, agricultura familiar, educação e inovação. Por meio deles, o Estado consegue canalizar recursos para regiões menos desenvolvidas, estimular cadeias produtivas estratégicas e reduzir disparidades regionais.
O Manhã Brasil desta quarta (16), com o jornalista Mauro Lopes como âncora, tem os seguintes destaques: 1) O bolsonarismo e a extrema direita vivem sua pior crise desde que surgiram na cena política nacional há pouco mais de 10 anos. Prisão à vista para Bolsonaro e parte dos líderes do golpe; rachas estrondosos, com destaque para os ataques de Eduardo Bolsonaro a Tarcísio; rompimento do ex-vice presidente, Hamilton Mourão, com o núcleo bolsonarista; afastamento da direita tradicional (Centrão) do núcleo bolsonarista; 2) Pesquisa Quaest nesta quarta pode confirmar recuperação da popularidade de Lula e seu governoPessoa convidada:Denise Gentil, economista, tem doutorado em Economia pelo Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e realiza pesquisas de referência em macroeconomia, com concentração em política fiscal, seguridade social e desenvolvimento econômico.
O Manhã Brasil desta quarta (9), com o jornalista Mauro Lopes como âncora, tem os seguintes destaques: 1) Lira, relator da reforma do IR, e Haddad, já avaliam a redução do projeto de taxar os milionários em 10% e reduzir para 8% -para quem recebe acima de R$ 1,2 milhão - a classe média que recebe entre R$ 4,6 mil e R$ 5,8 mil, 22,5% e acima disso, 27,5%; 2) Pesquisa Atlas indica melhora na popularidade de Lula e seu governo e petistas animam-se. Mas a rejeição é superior a 50%Pessoas convidadas:Ali Ramos, graduado em Ciência Política e especializado em Filosofia. Roteirista do portal História Islâmica e idealizador do canal Vento Leste, centrado em análises geopolíticas e de defesa do Irã, das regiões da Ásia, África e dos Bálcãs.Daniel Negreiros Conceição, economista pela UFRJ e professor do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (IPPUR) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Sua pós-graduação foi feita na Universidade do Missouri em Kansas City (UMKC). É um dos autores do livro "Teoria Monetária Moderna".
O Manhã Brasil desta sexta (4), com o jornalista Mauro Lopes como âncora, tem os seguintes destaques: 1) Numa situação que beira o nonsense, PP, UB, Republicanos, PRD e PSD, com 9 ministérios, entram no STF contra o governo no caso IOF. A ação deve aprofundar a crise entre o governo e sua base no Centrão; 2) A manutenção do envio de petróleo e combustível de aviação da Petrobrás para o genocídio em Gaza é inaceitávelPessoas convidadas:Leandro Lanfredi, petroleiro, dirigente do Sindipetro-RJ, militante do Movimento Nossa Classe e do MRTChristina Vital da Cunha, professora associada do Departamento de Sociologia e do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da UFF. Coordena o Laboratório de Estudos em Política, Arte e Religião (LePar). Autora de “Oração de traficante: uma etnografia” e editora da revista Religião & Sociedade. José Eustáquio Diniz Alves, sociólogo, mestre em economia, doutor em Demografia pelo Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional (Cedeplar/UFMG), pesquisador aposentado do IBGELígia Bahia, médica sanitarista, formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e doutorado em Saúde Pública pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)professora do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva (IESC/UFRJ), e membra da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco)Paulo Falcão Marcos, advogado do comitê de trabalhadores da Celepar. Graduado em Direito pela PUC-PR. Especialista em Direito aplicado pela EMAP-PR. Autor de diversas ações coletivas para trabalhadores e servidores públicos. Coautor da Ação Direta de Inconstitucionalidade que tenta impedir a privatização da CELEPAR.
Osmar é engenheiro de produção, assim como mestre em Eng de Produção pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Possui mais de 14 anos de experiência no BNDES, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. No BNDES, foi chefe do Departamento de Estruturação de Soluções Imobiliárias e Requalificação Urbana. Atualmente, é Secretário de Desenvolvimento Econômico da Prefeitura do Rio de Janeiro, e também responde pela presidência da CCPar, a Companhia Carioca de Parcerias e Investimentos.Apoie o Caos Planejado.Confira os links do episódio no site.Episódio produzido com o apoio da Ospa.
Está no ar mais um episódio do podcast Economistas e o tema desta semana é a economia verde. Como transformar a economia em uma aliada do meio ambiente, promovendo crescimento econômico ao mesmo tempo em que se preserva recursos naturais e reduz emissões de carbono? O economista Carlos Eduardo Young, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), aborda questões como o incentivo para atividades não poluentes, a necessidade de readequação das cidades, o pagamento por serviços ambientais e a taxação de quem emite gases causadores do efeito estufa.
O Manhã Brasil desta segunda (5), com o jornalista Mauro Lopes como âncora, tem os seguintes destaques: 1) o lulismo passou o fim de semana explicitando o medo com uma eventual candidatura Ciro Gomes em 2026, resultante da saída da Carlos Lupi do governo; 2) Bolsonaro publicou uma foto escatológica com seus intestinos à mostra durante a cirurgia realizada e 13 de abril, a sétima desde a facada de setembro de 2018Pessoas convidadas:Carlos Eduardo Martins, doutor em Sociologia pela Universidade de São Paulo (USP), professor adjunto e chefe do Departamento de Ciência Política da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), coordenador do Laboratório de Estudos sobre Hegemonia e Contra-Hegemonia (LEHC/UFRJ), coordenador do Grupo de Integração e União Sul-Americana do Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (Clacso) e pesquisador da Cátedra e Rede Unesco/UNU de Economia Global e Desenvolvimento Sustentável (Reggen).Rualdo Menegat, geólogo, doutor em Ciências na área de Ecologia de Paisagem (UFRGS), doutor Honoris Causa (Universidade Ada Byron, Peru), professor da Cátedra Unesco/Rede UniTwin de Desenvolvimento Sustentável/FLACAM (La Plata, Argentina), professor do Departamento de Paleontologia e Estratigrafia do Instituto de Geociências da UFRGS, geólogo assessor científico da National Geographic Brasil e membro honorário do Fórum Nacional dos Cursos Geologia
No Manhã Brasil desta sexta-feira (11), ancorado pelo jornalista Mauro Lopes, os temas centrais são: 1) um impasse no coração do governo. Lula irá apoiar Glauber Braga na luta contra a cassação de um mandato popular pela aliança entre o Centrão e a extrema direita ou ficará com seu aliado Arthur Lira? O processo contra Glauber e o risco para os parlamentares de esquerda; 2) Trump governa sob uma nuvem de desconfiança global enquanto, numa virada surpreendente da história, a China é o porto seguro para a economia e o comércio mundialPessoas convidadas:Denise Gentil,, economista, tem doutorado em Economia pelo Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e realiza pesquisas de referência em macroeconomia, com concentração em política fiscal, seguridade social e desenvolvimento econômico.Gilberto Maringoni, jornalista, professor de Relações Internacionais na Universidade Federal do ABC (UFABC)David Deccache, economista, ex-assessor da bancada do PSOL na Câmara dos DeputadosGabriel Tavares, militante da UJC e do PCBR, cientista social, diretor executivo de relações internacionais da UNE.
Salve, camaradas!No Manhã Brasil desta sexta (14), ancorado pelo jornalista Mauro Lopes, os temas centrais são: 1) Julgamento de Bolsonaro e mais sete da quadrilha começa dia 25 de março na Primeira Turma do STF; 2) Congresso aprova projeto sobre emendas parlamentares que na prática restaura o Orçamento Secreto. Foi um acordão, que envolveu do PT ao PL e Centrão. PSOL votou contra, menos um de seus deputados: Boulos; 3) STF anulou mandato de 7 deputados federais pela regra das sobras eleitorais. Todos são deputados do baixo clero do Centrão e as vagas abertas irão favorecer sobretudo a base de Alcolumbre. Uma das cassadas tem alguma expressão no universo da extrema direita Silvia Waiãpi (PL-AP)Os convidados do Manhã são:Denise Gentil, , economista, tem doutorado em Economia pelo Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e realiza pesquisas de referência em macroeconomia, com concentração em política fiscal, seguridade social e desenvolvimento econômico.Rose Martins, analista internacional, mestra em Economia Política Internacional pela UFRJStella Aragão, editora chefe do Jornal O Futuro, professora e militante do PCBR
No episódio desta quarta-feira (26) falamos sobre o asteroide 2024 YR4 e a razão de sua chance de impacto com a Terra varia tanto. Para a pauta, convidamos o professor Othon Winter do Grupo de Dinâmica Orbital e Planetologia da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e Thiago Gonçalves, professor e diretor do Observatório do Valongo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Entre nas redes sociais do Canaltech buscando por @Canaltech Entre em contato pelo nosso e-mail: podcast@canaltech.com.br Entre no Canaltech Ofertas Acesse a newsletter do Canaltech Este podcast foi roteirizado e apresentado por Marcelo Salvatico, e contou com reportagens de Emanuele Almeida, Paulo Amaral, Danielle Cassita, Vinícius Moschen e Diego Corumba. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natália Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira. Você acompanha o Podcast Canaltech de segunda a sexta, a partir das 6h. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Salve, camaradas!No Manhã Brasil desta terça (17), ancorado pelo jornalista Mauro Lopes, os temas centrais são: 1) um novo lance na crise do governo, que escalou a partir de sexta passada com a pesquisa Datafolha aconteceu nesta segunda com uma “carta aberta” do advogado criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay. Na carta, Kakay disse que Lula está “isolado e capturado” e a caminho da derrota em 2026. No texto, ele defendeu Haddad como candidato; 2) o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), uma prévia do PIB, fechou 2024 em 3,8%, acima das expectativas do próprio governo. O indicador do Banco Central é um dos principais sinalizadores do Produto Interno Bruto (PIB). No entanto, o índice apontou uma retração de 0,73% em dezembro, o que pode antecipar um resfriamento da economia acima do esperado pela equipe econômica; 3) no Manhã Brasil, números exclusivos e dramáticos quanto ao endividamento das famílias brasileiras -um estudo inédito da economista Denise Gentil.Os convidados do Manhã são:Denise Gentil, economista, tem doutorado em Economia pelo Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e realiza pesquisas de referência em macroeconomia, com concentração em política fiscal, seguridade social e desenvolvimento econômico.Vladimir Safatle, professor na Universidade de São Paulo (USP), filósofo, músico e psicanalista. Milton Temer, jornalista, foi um combatente na luta contra a ditadura militar. Integrou o PT de 1988 a 2003, partido pelo qual pelo qual exerceu, nas décadas de 1980 e 1990, mandato como deputado estadual constituinte (1987-1991) e depois, dois como federal (1995-2003). Foi um dos fundadores do PSOL, em 2004.Gabriel Landi, membro do comitê central do PCBR, editor da Lavrapalavra Editorial e bacharel em Direito pela FDUSP.
Salve Camaradas! Os temas do episódio de hoje do Manhã Brasil são: Queda de popularidade do governo Lula Volta para casa do povo palestino após cessar-fogo Atualizações da luta no Pará Deepseek faz o Chat GPT desvalorizar Austeridade fiscal no Brasil Entrevistamos hoje: Denise Gentil : economista, tem doutorado em Economia pelo Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e realiza pesquisas de referência em macroeconomia, com concentração em política fiscal, seguridade social e desenvolvimento econômico. Breno Altman: jornalista, fundador do Opera Mundi
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse que seu Conselho de Ministros não vai mais se reunir hoje, como estava previsto, para aprovar o acordo de cessar-fogo na Faixa de Gaza. Segundo ele, o adiamento vai ocorrer até que o Hamas recue do que chamou de uma "crise de última hora". Sem fornecer detalhes, o gabinete de Netanyahu acusou o grupo terrorista palestino de voltar atrás em partes do acordo numa tentativa de "extorquir concessões de última hora". Um membro do Hamas afirmou à agência de notícias Reuters que o grupo está respeitando os termos do acordo anunciado pelos mediadores Catar e Estados Unidos, com entrada em vigor no próximo domingo, 19. Em linhas gerais, o acordo prevê o fim definitivo do conflito e a libertação de todos os reféns que ainda estão em poder do Hamas. Cerca de 100 pessoas que foram sequestradas pelo grupo terrorista em Israel, em outubro de 2023, continuam na Faixa de Gaza. A primeira fase do acordo vai durar seis semanas e prevê a libertação, aos poucos, de 33 reféns. Durante este período, Israel se compromete a retirar parte das tropas da Faixa de Gaza e a soltar prisioneiros palestinos. A segunda fase do cessar-fogo começará a ser negociada no início de fevereiro. A partir daí, Israel e Hamas tratarão da libertação dos demais reféns que estão com o grupo terrorista, incluindo os corpos daqueles que morreram. Na terceira e última fase, que ainda depende de negociações, haverá uma discussão sobre a reconstrução de Gaza e quem governará o território palestino. Em entrevista à Rádio Eldorado, Fernando Brancoli, professor de Relações Internacionais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), disse que “o acordo é frágil, mas as expectativas ainda são positivas” em razão da chegada de Donald Trump ao poder, que declarou não querer iniciar seu mandato com a guerra em andamento e mandou um emissário para as negociações. “A extrema-direita israelense pode não querer o acordo, mas é difícil enfrentar os Estados Unidos”, afirmou. Para Brancoli, a terceira fase do acordo, sobre a reconstrução e o futuro governo de Gaza “é o ponto mais sensível e o menos detalhado”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O convidado do programa Pânico dessa segunda-feira (09) é Ronaldo Caiado. Ronaldo Ramos Caiado tem 75 anos e é natural de Anápolis-GO. É filiado ao partido União Brasil, produtor rural e médico formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Casado com Gracinha Caiado e pai de quatro filhos: Anna Vitória Caiado, Ronaldo Caiado Filho (em memória), Marcela Caiado e Maria Caiado. Em 2018, foi eleito pela primeira vez ao cargo de governador de Goiás pelo partido Democratas. Venceu as eleições no primeiro turno ao obter 1.773.185 votos, o que correspondeu a 59,73% dos votos válidos. No pleito de 2022, já pelo União Brasil, conquistou a reeleição em primeiro turno ao receber 1.806.892 votos, ou 51,81% dos votos válidos. Foi o primeiro governador de Goiás a vencer duas eleições consecutivas em primeiro turno. Foi apontado por institutos de pesquisa de atuação nacional, no final de 2023, como o governador mais bem avaliado do Brasil. Antes de chegar ao Executivo, Caiado foi eleito para seis mandatos no Congresso Nacional. Em 1990, foi o deputado federal mais votado de Goiás pelo PSD. Em 1998, 2002 e 2006, obteve assento na Câmara como representante do PFL. Em 2010, foi mais uma vez eleito como deputado federal pelo Democratas. Em 2014, candidatou-se ao Senado Federal, sendo eleito por Goiás com o percentual de 47,57% dos votos válidos. Ronaldo Caiado ingressou na vida pública na década de 1980. Foi o fundador da União Democrática Ruralista (UDR), com o objetivo de defender os interesses dos proprietários rurais. À frente da UDR, juntamente com a Organização das Cooperativas Brasileiras e a Sociedade Rural Brasileira (SRB), organizou, em 1987, protesto que levou milhares de agricultores a Brasília. Entre as reivindicações estavam o realinhamento dos preços mínimos e o fim das importações de alimentos.
Tainah Santos Pereira is a PhD student of International Political Economy at the Federal University of Rio de Janeiro (UFRJ). Tainha has a MA in Political Science from the Federal State University of Rio de Janeiro (Unirio) and a BA in International Relations from Universidade Estácio de Sá. She was a Fellow of the Draper Hills Summer Program on Democracy, Development and the Rule of Law in 2022 at Stanford University. She is interested in the topics of financing for development, reform of the international financial and monetary systems, multilateral development banks and the BRICS process. She is currently political coordinator for Mulheres Negras Decidem (Black Women Decide), a social movement dedicated to promoting Black women participation in institutional politics.Brazil is going through challenging times. There's never been a more important moment to understand Brazil's politics, society, and culture. To go beyond the headlines, and to ask questions that aren't easy to answer. 'Brazil Unfiltered,' does just that. This podcast is hosted by James N. Green, Professor of Brazilian History and Culture at Brown University and the National Co-Coordinator of the U.S. Network for Democracy in Brazil.Brazil Unfiltered is part of the Democracy Observatory, supported by the Washington Brazil Office. This podcast is edited and produced by Camilo Rocha in São Paulo.https://www.braziloffice.org/en/observatory#activities
A nova sequência de queimadas recordes no Pantanal, na esteira de uma seca prolongada e escassez hídrica, lançam um alerta: as ações humanas associadas às mudanças do clima aproximam os biomas brasileiros do colapso. Nos últimos anos, os cientistas têm advertido sobre o chamado ponto de não retorno da Amazônia, mas os outros ecossistemas do país também correm o risco de não conseguirem mais se regenerar. O desmatamento acentuado nos vizinhos Amazônia e Cerrado contribui para a seca que impacta no Pantanal. O nível do rio Paraguai, cujas cheias são cruciais para os ciclos da vida no bioma, está quase 70% mais baixo do que seria esperado para o período – e a tendência é piorar nos próximos meses. A atual crise hídrica deve ser a mais grave já registrada, alerta a organização WWF Brasil. Uma nota técnica da ONG em parceria com a ArcPlan, especializada em geoprocessamento de dados, verificou que as inundações de 2024 simplesmente não aconteceram. A análise dos últimos anos não deixa dúvidas: a maior área continental úmida do planeta está cada vez mais seca.“Isso acontece devido aos eventos e impactos sucessivos em pouco tempo, que comprometem a biodiversidade e as populações. Elas têm pouco para se recuperar de um evento extremo para o outro, e com isso comprometemos a capacidade que esse ecossistema tem de funcionar”, explica a bióloga Helga Correa, uma das autoras do estudo.“Um ecossistema precisa das espécies presentes na sua área, senão as plantas, os animais, perdem a capacidade de continuarem existindo como a gente conhece. Este é o ponto de não retorno: ele deixa de ser o bioma tal como a gente conhece”, alerta. Este ano, os incêndios no Pantanal começaram mais cedo e já consomem a região há cem dias, sem previsão de serem controlados, em meio a condições climáticas adversas. A estiagem e o aumento das temperaturas criam condições mais propensas ao fogo.Uso do fogo pela agropecuáriaO governo federal garante que 85% dos focos de incêndio ocorrem em terras privadas, o que a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, classificou como “uma das piores situações da história” do Pantanal. O bioma é habituado às queimadas, que fazem parte do sistema natural da região há milênios. O fogo pode ser provocado por fenômenos climáticos como raios em contato com matéria orgânica inflamável durante a estação seca que vai de maio a outubro.Entretanto, o abuso do fogo como técnica de manejo agrícola tem feito as chamas se tornarem incontroláveis. Um relatório do MapBiomas indica que 9% da vegetação do bioma pode ter sido degradada pelas queimadas dos últimos cinco anos.“O Cerrado, o Pantanal e até o Pampa são dominados por uma vegetação mais graminha, arbustiva, que têm às vezes até uma dependência do fogo, e uma adaptação a ele. Entretanto, as atividades humanas têm mudado o regime do fogo e a forma como ele acontece”, salienta Ane Alencar, diretora de Ciência do Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) e coordenadora do MapBiomas Fogo.“O fator climático contribui e muito área a extensão da área queimada. Para que os incêndios não fiquem cada vez maiores, a gente precisa reduzir o uso do fogo nas práticas agropecuárias”, adverte a diretora. O uso da terra para a agricultura também está comprometendo a vegetação das margens dos rios. Uma das consequências é que as enchentes se espalham menos e têm duração mais curta – o que gera ainda mais estiagem nos meses seguintes. “A água que tem no Pantanal não é só explicada pela quantidade de chuva que cai lá. Tem uma contribuição, para os seus rios, da faixa que está localizada no planalto que circunda o Pantanal. As cabeceiras da bacia do Alto Paraguai já ficam no bioma Cerrado”, afirma Helga Correa. “Na hora em que a gente modifica a cobertura e o uso desse planalto, a gente compromete a quantidade de água que vai para o Pantanal e que consegue permanecer nele, penetrando no solo e abastecendo as nascentes”, A extensão das queimadasEm junho, o Mato Grosso e o Mato Grosso do Sul registraram a maior média de área queimada desde 2012, conforme levantamento por satélites da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Pelo menos 411 mil hectares viraram fumaça – ou seja, 51 vezes mais do que a média histórica para o período.Além dos danos à biodiversidade singular da região, as queimadas também contaminam as águas dos rios com cinzas, que matam peixes e poluem o sistema hídrico das comunidades locais.A tragédia ambiental se repete quatro anos após 30% do Pantanal ter sido atingido pelos mais devastadores incêndios já registrados no bioma e que mataram 17 milhões de animais vertebrados, conforme estimativas do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
IMERSÃO EM WALL STREET - FAÇA SUA APLICAÇÃO: https://r.oprimorico.com.br/0428744828 No episódio de hoje, nossos analistas discutem os últimos desdobramentos do acordo entre Magalu e AliExpress, analisando com mais detalhes essa parceria estratégica. Exploramos as implicações da nova taxação proposta pelo Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e seu impacto no mercado de e-commerce e na economia brasileira. Além disso, abordamos a recente queda da bolsa de valores, investigando os fatores que levaram a essa situação e como os investidores podem se preparar para os próximos movimentos do mercado. Para enriquecer nosso debate, trouxemos como convidado Leandro Siqueira: co-fundador da Varos, especialista em Valuation nas horas vagas e economista formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ. Tem um curso que já formou mais de 1000 alunos em especialistas em Valuation e é analista chefe de ações da Varos. Não perca este episódio! Deixe seu like, inscreva-se no canal e compartilhe este conteúdo com amigos e familiares interessados em economia e investimentos!
A ciência no Brasil vive um momento desafiador. Além do negacionismo, que se revelou especialmente durante a pandemia da covid-19, a carreira de cientista enfrenta uma crise marcada por restrições orçamentárias e falta de estímulo à essa comunidade. O que, como consequência, compromete o seu avanço em diferentes frentes e também o desenvolvimento do país. Neste episódio do Podcast da Semana, Tatiana Roque, professora titular do Instituto de Matemática da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e ex-secretária de Ciencia e Tecnologia da cidade do Rio de Janeiro trata desse momento. A convidada é autora de "História da Matemática: uma visão crítica, desfazendo mitos e lendas" (Zahar, 2012), que foi um dos vencedores do Prêmio Jabuti 2013; e de "O Dia em que Voltamos de Marte: As relações entre ciência e política em quatro séculos de história" (Crítica, 2021), que foi finalista do Prêmio Jabuti 2022. Na conversa com Gama, Roque fala dos desafios da ciência hoje e também das possibilidades de transformação da sociedade por meio da pesquisa e da tecnologia. "A ciência e a tecnologia tem um papel estratégico para um projeto de desenvolvimento do país", diz. A professora também trata das críticas ao programa do Governo Federal apresentado recentemente e que pretende repatriar pesquisadores brasileiros que vivem e trabalham em outros países, uma resposta a chamada "fuga de cérebros", relacionada a falta de oportunidades e investimento em ciência do país. A maioria das críticas parte de profissionais da área e está relacionada ao fato desse programa não colaborar diretamente para melhorar os problemas que a pesquisa enfrenta hoje. "Entendo perfeitamente todas as restrições, o governo está muito emparedado, tem uma série de restrições do Congresso, tem o arcabouço fiscal, mas eu acho que a gente está precisando de alguns gestos a mais para a comunidade científica, para as universidades", diz a Gama. Roteiro e apresentação: Luara Calvi Anic
Na noite de sábado, 13, mais de 300 drones e mísseis iranianos foram lançados em direção ao território israelense. Segundo o governo de Israel, 99% dos ataques foram frustrados pelo sistema de defesa antiaérea. Uma possível reação do Irã já era esperada desde que um bombardeio israelense matou oficiais da Guarda Revolucionária iraniana em uma embaixada em Damasco, na Síria, em 1º de abril. Sete oficiais, incluindo três comandantes de alto escalão iranianos, foram mortos. Agora, a tensão regional aumenta com o possível contra-ataque de Israel ao Irã. O país declarou que não vai retaliar imediatamente. Segundo o ministro do Gabinete de Guerra de Israel, Benny Gantz, o revide só deve ocorrer "no momento que nos convier". O presidente americano Joe Biden classificou o ataque como "descarado", e prometeu reunir os líderes do G7 para que seja coordenada uma "resposta diplomática unida". No domingo, 14, a presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen, condenou os ataques, e afirmou que as ações iranianas criam o risco de uma "escalada regional incontrolável". No Brasil, o Ministério das Relações Exteriores não condenou diretamente o Irã pelo ataque, mas afirmou em nota que acompanha o cenário “com grave preocupação”. Após ataque do Irã contra Israel, qual é o risco de um conflito generalizado no Oriente Médio? De que maneira essa nova crise mexe com o governo de Benjamin Netanyahu? No episódio desta segunda-feira, conversamos sobre o tema com Fernando Brancoli, professor de Relações Internacionais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O ‘Estadão Notícias' está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel BomfimProdução/Edição: Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Bárbara RubiraSonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A Agência Brasil tem lado no debate sobre o legado da Lava Jato. É o lado do decano do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, que passou de entusiasta da operação, em seu início, há 10 anos, a um dos maiores detratores. A Agência Lula, como O Antagonista se acostumou a chamar o site estatal sempre que tende sem pudor para o lado do petista, destacou em seu perfil no Instagram no domingo, 17, dois vídeos com balanços da Lava Jato, os dois com ataques e distorções sobre a operação. Um deles reproduz trecho de programa em que Gilmar diz que “a Lava Jato fez um mal enorme às instituições”. “Meu balaço é marcadamente negativo”, diz o ministro do STF, para quem “a Lava jato terminou como uma verdadeira organização criminosa”. Os comentários no post são praticamente todos negativos.A mentira dos empregosNo segundo vídeo, a agência estatal reproduz comentário de José Maria Rangel, gerente-executivo de Responsabilidade Social da Petrobras e ex-dirigente sindical da Federação Única dos Petroleiros (FUP). Ele diz que “a Lava Jato consegue destruir uma empresa que caminhava para ser a mola propulsora do desenvolvimento do país. A gente lutava porque a gente acreditava na empresa e sabia que, como você falou, se tem desvio, é pontual. Não é algo sistemático”. Rangel também recebeu o carinho da torcida na caixa de comentários.Não foi a Lava JatoA Agência Lula também publicou no domingo, que marcou os 10 anos da primeira operação da Lava Jato, texto intitulado “Lava Jato destruiu 4,44 milhões de empregos, aponta estudo”, que destaca estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) que “estimou em R$ 142 bilhões as perdas nos setores de construção civil, indústria naval, engenharia pesada e indústria metalmecânica” como consequência da operação. Como se sabe, não foi a tentativa de combater a corrupção que levou as empresas envolvidas em ilícitos a enfrentar perdas financeiras, e sim o fato de elas terem sido pegas em atos de corrupção. Assine Crusoé e entenda A vitória da Lava Jato que a Agência Lula e os detratores da operação tentam esconder.Ser Antagonista é fiscalizar o poder. Apoie o jornalismo Vigilante: ttps://bit.ly/planosdeassinatura Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo... e muito mais. Link do canal: https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Não fique desatualizado, receba as principais notícias do dia em primeira mão se inscreva na nossa newsletter diária: https://bit.ly/newsletter-oa Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Nesse episódio exclusivo a gente se aprofunda na trajetória de Tony Tornado, fala de seus embates com a ditadura brasileira e como conseguiu manter uma das carreiras mais profícuas e longevas do Brasil.APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapretaChave Pix: historiapreta@gmail.comLOJAAcesse loja.historiapreta.com.br e vista nossa história.FICHA TÉCNICAPesquisa e roteiro: Jerônimo CruzApresentação: Thiago AndréEdição e Desenho de Som: Janaína OliveiraRedes sociais e Gerência da comunidade: Carolina FerreiraIdentidade Visual: Raimundo BrittoNos siga nas redes sociais no twitter @historiapreta e no Instagram @historia_pretaBIBLIOGRAFIAABREU, G. O. D. O NEGRO NA DITADURA: Um estudo acerca da invisibilidade das experiências negras nas narrativas sobre o regime. Rio de Janeiro: UFRJ, 2021.ESSINGER, S. Batidão: uma historia do funk. Rio de Janeiro: Record, 2005. PEIXOTO, Luiz Felipe de Lima; SABADELHE, Zé Otávio. 1976: Movimento Black Rio. Rio de Janeiro: José Olympio, 2016.PEDRETTI, L. Dançando na mira da ditadura: bailes soul e violência contra a população negra nos anos 1970. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2022. OLIVEIRA, Luciana Xavier de. A cena musical da Black Rio: estilos e mediações nos bailes soul dos anos 1970. Edufba, 2018. APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: historiapreta@gmail.com
** Reminder: You are invited to listen to and discuss this episode with friends from Real Progressives on Tuesday, March 5th. Find the Zoom link at https://realprogressives.org/rp-events-calendar/“If the soul is left in darkness, sins will be committed. The guilty one is not he who commits the sin, but the one who causes the darkness.” — Victor HugoDaniel Conceição talks with Steve about Argentina's economic immiseration under newly elected president Javier Milei.Milei's aggressive cuts to public spending don't address the root cause of inflation in Argentina. Because of the country's dependency on the US dollar, it is mired in a foreign debt trap. Daniel and Steve highlight austerity policies bolstered by the macroeconomic illiteracy propagated by media and politicians (shout out to RFK, Jr).They discuss the current political landscape and touch upon topics such as genocide, neoliberalism, economic conditions, and the role of public spending in promoting prosperity.Daniel Conceição is an associate professor at the Unicamp Institute of Economics, a professor at the Institute of Research and Urban and Regional Planning (IPPUR) at the Federal University of Rio de Janeiro (UFRJ), and one of the authors of the book “Modern Monetary Theory: The Key to an Economy at the Service of People”. He is formerly president of the executive board of Institute of Functional Finance for Development Brasil.@stopthelunacy on Twitter
O Movimento Black Rio passa a sofrer críticas da esquerda, que os associa ao neocolonialismo americano, e também da direita, que os acusa de racismo. Mas, mesmo sob ataque, o Movimento não para de bater recordes e segue com o baile.APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapretaChave Pix: historiapreta@gmail.comLOJAAcesse loja.historiapreta.com.br e vista nossa história.FICHA TÉCNICAPesquisa e roteiro: Thiago André e Jerônimo CruzApresentação: Thiago AndréEdição de Som: Caio SantosDesenho de Som: Janaína OliveiraRedes sociais e Gerência da comunidade: Carolina FerreiraIdentidade Visual: Raimundo BrittoNos siga nas redes sociais no twitter @historiapreta e no Instagram @historia_pretaBIBLIOGRAFIAABREU, G. O. D. O NEGRO NA DITADURA: Um estudo acerca da invisibilidade das experiências negras nas narrativas sobre o regime. Rio de Janeiro: UFRJ, 2021.ESSINGER, S. Batidão: uma historia do funk. Rio de Janeiro: Record, 2005. PEIXOTO, Luiz Felipe de Lima; SABADELHE, Zé Otávio. 1976: Movimento Black Rio. Rio de Janeiro: José Olympio, 2016.PEDRETTI, L. Dançando na mira da ditadura: bailes soul e violência contra a população negra nos anos 1970. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2022. OLIVEIRA, Luciana Xavier de. A cena musical da Black Rio: estilos e mediações nos bailes soul dos anos 1970. Edufba, 2018.
Temendo um possível levante negro organizado no Brasil, a Ditadura Militar infiltra agentes da polícia política para investigar os bailes black do subúrbio do Rio de Janeiro.APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapretaChave Pix: historiapreta@gmail.comLOJAAcesse loja.historiapreta.com.br e vista nossa história.FICHA TÉCNICAPesquisa e roteiro: Thiago André e Jerônimo CruzApresentação: Thiago AndréEdição de Som: Caio SantosDesenho de Som: Janaína OliveiraRedes sociais e Gerência da comunidade: Carolina FerreiraIdentidade Visual: Raimundo BrittoNos siga nas redes sociais no twitter @historiapreta e no Instagram @historia_pretaBIBLIOGRAFIAABREU, G. O. D. O NEGRO NA DITADURA: Um estudo acerca da invisibilidade das experiências negras nas narrativas sobre o regime. Rio de Janeiro: UFRJ, 2021.ESSINGER, S. Batidão: uma historia do funk. Rio de Janeiro: Record, 2005. PEIXOTO, Luiz Felipe de Lima; SABADELHE, Zé Otávio. 1976: Movimento Black Rio. Rio de Janeiro: José Olympio, 2016.PEDRETTI, L. Dançando na mira da ditadura: bailes soul e violência contra a população negra nos anos 1970. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2022. OLIVEIRA, Luciana Xavier de. A cena musical da Black Rio: estilos e mediações nos bailes soul dos anos 1970. Edufba, 2018.
Communication, Knowledge Management, and Project Management consultant. PhD in Information Science (IBICT/UFRJ) with a Master's degree in Communication (UERJ), MBA in Innovation and Strategic Management (HSM Education) and specialization in Project Management (IBMEC), all in Brazil. Open Data Institute Research Fellow - Value of Data Cohort, with a research focused on strategies to encourage organizations to use and share data to address various challenges through the Data Thinking Journey Canvas. Co-creator and facilitator of KMAP Canvas, a knowledge mapping tool that uses a design thinking approach. ROM Knowledgeware Partner in delivering KM projects in Central and South America. Independent researcher, Professor and Master on Business and Knowledge Management (MBKM) Coordinator at the Reference Center for Strategic Intelligence – CRIE, lab for Entrepreneurship and Innovation associated with the Engineering Program of Federal University of Rio de Janeiro (UFRJ), in Brazil. Engaged as a Knowledge Management Researcher at the Euvaldo Lodi Institute (IEL) within inovabra, an innovation ecosystem fostering transformative solutions inside and outside Bradesco, a major Brazilian bank. #KM #KnowledgeManagement #TacitKnowledge #Ba #SharingKnowledge #OpenData #Communications #Innovation #ProjectManagement LInks above:https://theodi.org/profile/larriza-thurler/ https://www.kmap.com.br/ Partners | Rom Knowledgeware (kmrom.com) inovabra | Bradesco https://www.crie.ufrj.br/quem-somos/https://lac.unwomen.org/sites/default/files/Field%20Office%20Americas/Documentos/Publicaciones/2021/09/REPORTE_GANAR-GANAR_2021_INGLES.pdf https://www.youtube.com/playlist?list=PL895GoS39fCRWtvHBaSgGOfmd_-9P6WuUhttps://miro.com/miroverse/data-thinking-canvas-template/?utm_source=sfmc&utm_medium=email&utm_campaign=trans-triggered-miroverse-approved-publishedLinkedIn:https://www.linkedin.com/in/larrizathurler
Howdy! Neste #valeAPenaOuvirDeNovo trazemos o episódio em que Fernando Lima, nosso host supremo, recebeu o grande pesquisador Roberto Leonan Novaes! Roberto Leonan Morim Novaes é biólogo, com mestrado e doutorado em Biodiversidade e Biologia Evolutiva pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), especialista em taxonomia, biogeografia e ecologia evolutiva de morcegos neotropicais. Atualmente é Pesquisador Bolsista na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz; JPF-FAPERJ), atuando na Área de Saúde Ambiental da Fiocruz Mata Atlântica. Suas pesquisas são focadas em (i) taxonomia de morcegos; (ii) ecologia evolutiva de mamíferos; e (iii) relação parasita-hospedeiro-hábitat que envolvam mamíferos silvestres e microrganismos causadores de doenças zoonóticas. Publicou mais de 70 estudos científicos revisados por pares, incluindo artigos e livros, e é revisor em mais de 20 periódicos científicos internacionais. Atualmente é Secretário Geral da Sociedade Brasileira para o Estudo de Quirópteros (Diretoria 2021?2023) e associado da Sociedade Brasileira de Mastozoologia (Brasil) e American Society of Mammalogists (EUA). Possui experiência com pesquisas em campo, laboratório e em coleções biológicas; e em docência superior, atuando como professor e orientador para os níveis de graduação e pós-graduação. Atualmente é professor e orientador credenciado nos programas de pós-graduação em Biodiversidade e Biologia Evolutiva da UFRJ e em Biodiversidade e Saúde da Fiocruz. Seus interesses acadêmicos abrangem as áreas de zoologia, evolução, ecologia e parasitologia. E não é tudo, pq ele também é baterista da banda Punhal! Siga nas redes sociais: @robertoleonan @punhalpunk Dá uma força para manter o DesAbraçando online e com episódios no cronograma contribuindo financeiramente com nosso projeto: O DesAbraçando é um projeto independente e conta com o apoio dos ouvintes para se manter online e pagar a edição de áudio. Se você curte o projeto, considere apoiar financeiramente. Você pode contribuir a partir de R$ 1,00 no www.apoia.se/desabrace Segue a gente lá nas redes sociais: https://www.instagram.com/desabrace/Instagram https://web.facebook.com/desabrace/Facebook https://twitter.com/desabrace Canal no Telegram: https://t.me/desabrace Visite nossa página: https://www.desabrace.com.br Envie suas pedradas: primeirapedra@desabrace.com.br Envie sua resposta para o "Que bicho é esse?": bicho@desabrace.com.br Produção, apresentação e edição: Fernando Lima Decupagem: Senhor A
No episódio dessa semana, Fernanda Castro aborda a descriminalização do aborto em conversa com Luciana Bouatex, vereadora, advogada e autora da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental ADPF 442 – e professora de direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Elisa Aníbal, jurista, especialista em advocacya feminista, assessora do grupo Curumim, coordenadora da Articulação de Mulheres Brasileiras e que integra o grupo impulsor da Frente Nacional pela Legalização do Aborto. Na coluna da semana, Giovana Esther e Hévilla Wanderely tratam da crise política da Bolívia.
Jayme Szwarcfiter is a Professor Emeritus at Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) and Visiting Professor at Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) in Brazil. His research interests are related to Graph Theory, Algorithms, Theory of Computation, and Discrete Mathematics. He has published more than 170 journal papers and several influential textbooks in these areas, and has supervised dozens of masters and doctoral students. Jayme is a Full Member of the Brazilian Academy of Sciences, and he has received numerous national and international awards such as the Grand Cross for Scientific Merit, the Almirante Álvaro Alberto prize, the Scientific Merit Prize awarded by the Brazilian Computer Society, and the Luis Federico Leloir prize, awarded by the Ministry of Science, Technology and Productive Innovation of Argentina. In addition, Jayme was a visiting professor in many countries like the US, England, Scotland, Argentina, Germany, France, Poland, Israel, Czech Republic, and Japan.
Após a vitória do candidato de Javier Millei nas primárias argentinas, haverá vitória da extrema direita nas eleições presidenciais? Quem responde a pergunta é a professora adjunta de Economia da Universidade do Rio de Janeiro (UFRJ), Margarita Oliveira, no programa 20 MINUTOS desta sexta-feira (08/09). -----Quer contribuir com Opera Mundi via PIX? Nossa chave é apoie@operamundi.com.br (Razão Social: Última Instância Editorial Ltda.). Desde já agradecemos! Assinatura solidária: www.operamundi.com.br/apoio Siga Opera Mundi no Twitter: https://twitter.com/operamundi
No segundo episódio do "Pensando a Amazônia pela Literatura", Marcos Frederico Krüger conta a sua trajetória como crítico literário ao mesmo tempo em que revela a história da literatura no Amazonas. Krüger é formado em Direito, especialista em Fundamentos da Literatura Brasileira pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Mestre em Literatura Brasileira pela UFRJ e Doutor em Letras pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Professor aposentado da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e docente na Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Krüger é titular da cadeira de número 30 na Academia Amazonense de Letras. É autor de dezessete livros sobre análise e história literária, entre os quais está “Amazônia: mito e literatura”, sua tese de doutorado.
Afinal, qual o modelo de Forças Armadas que o Brasil necessita? Precisamos que o Exército ocupe favelas, fazendo o trabalho da polícia, uma atividade para a qual seus militares não foram treinados, e não sabem como realizar? Afinal, é atribuição do Exército construir rodovias, levar caminhões-pipa para regiões de seca no interior do país? E eleições? É responsabilidade dos militares fiscalizar urna eletrônica, questionar a lisura do processo eleitoral, exigir código-fonte do Tribunal Superior Eleitoral? É papel de um comandante do Exército, da Marinha ou da Aeronáutica, ou mesmo de um ministro da Defesa militar, estar diariamente no noticiário manifestando insatisfação com ministro do Supremo Tribunal Federal? Faz sentido um general ser nomeado para o Ministério da Saúde? Ou um militar da reserva ser entrevistado em programas de televisão sobre os rumos do governo? Afinal, é esse o modelo de Forças Armadas que o Brasil precisa, em que militares desrespeitam o código de ética militar sem que haja qualquer punição? É esse o papel dos militares? Para falar sobre o papel das Forças Armadas e o modelo de defesa nacional para o Brasil, Carlos Alberto Jr. entrevista Adriana Marques, professora do curso de graduação em Defesa e Gestão Estratégica Internacional, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Roteirices no Apoia.se: https://apoia.se/roteirices Roteirices no Catarse: https://www.catarse.me/roteirices_podcast?ref=user_contributed&project_id=138437&project_user_id=178775 Roteirices no YouTube: https://youtube.com/playlist?list=PLWcnLFszvII9KdvOv7I1zY483cDdw68Cv Roteirices no Spotify: https://open.spotify.com/show/18ZOTUBCj6mE0AyUgDZcjH?si=f358843880b44829 Roteirices no Twitter: https://twitter.com/Roteirices_pod Roteirices no Instagram: https://www.instagram.com/roteirices_podcast/ Código para apoiar o Roteirices no PIX celular: 61994510183 Contato: roteirices@gmail.com
Howdy! Neste episódio Fernando Lima, nosso host supremo, recebe o grande pesquisador Roberto Leonan Novaes! Roberto Leonan Morim Novaes é biólogo, com mestrado e doutorado em Biodiversidade e Biologia Evolutiva pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), especialista em taxonomia, biogeografia e ecologia evolutiva de morcegos neotropicais. Atualmente é Pesquisador Bolsista na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz; JPF-FAPERJ), atuando na Área de Saúde Ambiental da Fiocruz Mata Atlântica. Suas pesquisas são focadas em (i) taxonomia de morcegos; (ii) ecologia evolutiva de mamíferos; e (iii) relação parasita-hospedeiro-hábitat que envolvam mamíferos silvestres e microrganismos causadores de doenças zoonóticas. Publicou mais de 70 estudos científicos revisados por pares, incluindo artigos e livros, e é revisor em mais de 20 periódicos científicos internacionais. Atualmente é Secretário Geral da Sociedade Brasileira para o Estudo de Quirópteros (Diretoria 2021?2023) e associado da Sociedade Brasileira de Mastozoologia (Brasil) e American Society of Mammalogists (EUA). Possui experiência com pesquisas em campo, laboratório e em coleções biológicas; e em docência superior, atuando como professor e orientador para os níveis de graduação e pós-graduação. Atualmente é professor e orientador credenciado nos programas de pós-graduação em Biodiversidade e Biologia Evolutiva da UFRJ e em Biodiversidade e Saúde da Fiocruz. Seus interesses acadêmicos abrangem as áreas de zoologia, evolução, ecologia e parasitologia. E não é tudo, pq ele também é baterista da banda Punhal! Siga nas redes sociais: @robertoleonan @punhalpunk Dá uma força para manter o DesAbraçando online e com episódios no cronograma contribuindo financeiramente com nosso projeto: O DesAbraçando é um projeto independente e conta com o apoio dos ouvintes para se manter online e pagar a edição de áudio. Se você curte o projeto, considere apoiar financeiramente. Você pode contribuir a partir de R$ 1,00 no www.apoia.se/desabrace Segue a gente lá nas redes sociais: https://www.instagram.com/desabrace/Instagram https://web.facebook.com/desabrace/Facebook https://twitter.com/desabrace Canal no Telegram: https://t.me/desabrace Visite nossa página: https://www.desabrace.com.br Envie suas pedradas: primeirapedra@desabrace.com.br Envie sua resposta para o "Que bicho é esse?": bicho@desabrace.com.br Produção, apresentação e edição: Fernando Lima Decupagem: Senhor A
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já começou o processo de desmilitarizar o governo e a praça dos Três Poderes. Na última semana, mais de 40 militares que trabalhavam na administração do Palácio do Planalto foram dispensados pelo atual governo. Em conversa com jornalistas, Lula deixou clara a desconfiança com a segurança e com fardados que estão no governo. O presidente disse estar "convencido" de que gente de dentro do palácio deixou golpistas entrarem no dia da invasão ao Planalto, incluindo militares. No entanto, a avaliação política é a de que essa retirada em massa passaria uma mensagem de que os militares estão sendo desprestigiados, o que, estrategicamente, não é interessante para o petista num momento em que ele mesmo tenta pacificar a relação com as Forças Armadas. A questão que se põe agora é como tratar o racha e os radicais, em particular, dentro do Exército? Como desbolsonarizar as Forças Armadas sem causar grandes cisões? No Estadão Notícias de hoje, vamos conversar com a professora do curso de Defesa e Gestão Estratégica Internacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Adriana Marques. O ‘Estadão Notícias' está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes. Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Laura Capelhuchnik. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Last year, VTEX went public on the New York Stock Exchange and became the first Latin American company in its niche to do so. On a mission to show other Latin American companies that it's possible, they accomplished their goal — but not without adequate preparation. Going public is not as easy as setting a date and expecting it to happen. The team at VTEX was preparing years in advance. For co-founder Alex Soncini and General Counsel Juliana Lopes, going public came with its share of challenges and changes in their respective fields. In this season finale episode of the FutureWork Playbook, Alex and Juliana join host Natalie Pierce to talk about company growth, personal improvement and achieving your biggest goals. They discuss how their company, VTEX, went public on the New York Stock Exchange and how they prepared for the shift. They also share expert tips on seeking new opportunities, building a stable company, and growing in your personal and professional life.
Dr. Daniel Negreiros Conceição developed an interest in economics at a young age, having experienced the consequences of inflationary crises during his formative years. After being entranced by the writings of MMT economists as an undergrad studying economics at the Federal University of Rio de Janeiro, he came to the US to do his graduate studies at UMKC where he became a friend and colleague of so many of our favorite guests on this podcast. He left determined to use what he learned to help his own country achieve its potential. He spoke with us about the recent political and historical context for background into the broader political economic situation and the stances of the major political actors towards it. He pointed out the closely matching parallel track with our own political developments in the US and the economic underpinnings. He also discussed many similarities in the state of the discourse and misinformation in discussions of finance and government budgets. He then explained the mechanics of the Brazilian currency, the real, and discussed how the central bank manages it. He discussed balance of payment and foreign exchange situations, and explained why the issue of “monetary sovereignty” is part of the story, but not the end of it. He spoke of a country with monetary sovereignty and abundant natural resources. A country whose government accidentally proved with a massive pandemic economic bailout of the financial sector that the government can indeed do big things and better the lives of its people, if it really wants to. Daniel Negreiros Conceição is an associate professor at the Unicamp Institute of Economics. A professor at the Institute of Research and Urban and Regional Planning (IPPUR) at the Federal University of Rio de Janeiro (UFRJ). He is one of the authors of the book “Modern Monetary Theory: The Key to an Economy at the Service of People”. He is president of the executive board of Institute of Functional Finance for Development Brasil. https://iffdbrasil.org Follow Prof. Daniel Conceição on twitter @stopthelunacy