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Turma, o Miolo de Pote, podcast da TV Unifor, recebe Gerson Lima!Apresentado pelo advogado Armando Costa Jr., o Miolo de Pote é aquele espaço para uma boa conversa. Por aqui, os convidados compartilham histórias, vivências, trajetórias profissionais, experiências pessoais e muito do que existe por trás de suas áreas de atuação.Em um papo descontraído e sem muita formalidade, a conversa vai acontecendo do jeito que a gente gosta: conhecendo melhor quem senta à mesa e tudo aquilo que faz parte da sua caminhada.Então, turma, dê o play, confira esse episódio e fortalece aí compartilhando com quem também vai gostar desse papo leve, de gente fina, elegante e sincera!
O tratamento de doenças inflamatórias e degenerativas crônicas nos olhos representa um desafio constante para a medicina ocular. Atualmente, muitos pacientes dependem de medicamentos como os corticoides, que embora eficazes, podem causar efeitos colaterais graves, incluindo o desenvolvimento de catarata e o aumento da pressão arterial e ocular. Para solucionar essa lacuna, pesquisadores da USP de Ribeirão Preto desenvolveram uma nova nanoemulsão que utiliza o canabidiol (CBD) como princípio ativo para o alívio de dores e inflamações. A iniciativa é uma colaboração entre a Faculdade de Medicina e a Faculdade de Ciências Farmacêuticas, ambas de Ribeirão Preto. O diferencial da inovação reside na capacidade de entregar a substância de forma profunda e gradual nos tecidos oculares, superando as limitações dos colírios comuns. Gostou do tema? Então confira essa e outras tecnologias desenvolvidas pela Universidade acessando o link https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/momento-tecnologia/ ou ouvindo pelo seu agregador de podcast de preferência.
Continuamos com a Dra. Fernanda Lima, Médica do Esporte da Clínica MOVE e do HCFMUSP e o Prof. Dr. Bruno Gualano, da Faculdade de Medicina da USP, para conversar sobre longevidade.Perguntamos a eles se o que se propaga na área de estar e longevidade (gadgets, livros da moda e estilo de vida) têm realmente comprovação científica e o que é somente a febre do momento.Se é um ávido consumidor dos relógios, monitores de treinamento, lê todos os livros sobre dietas da moda e saúde que prometem vida longa, esse episódio é para você!Mais uma realização da Clínica MOVE!
O Brasil vive uma epidemia de burnout, e os afastamentos relacionados à síndrome do esgotamento profissional vêm aumentando nos últimos anos, segundo dados da Previdência Social. Esse cenário é resultado da exposição cada vez maior ao estresse crônico no ambiente de trabalho. Taíssa Stivanin, da RFI Brasil em Paris Quais fatores podem levar à exaustão? O pesquisador brasileiro Ricardo Bertoni Pompeu, da Faculdade de Ciências Aplicadas da Unicamp (SP), interessou-se por um deles em particular: a falta de reconhecimento profissional e seu impacto na saúde mental dos trabalhadores. O estudo inédito, que ganhou destaque no Jornal da Unicamp (Universidade de Campinas), resultou na tese de doutorado “Reconhecimento no ambiente de trabalho: indo além da Justiça Organizacional”. A pesquisa traz vários depoimentos de assalariados de diferentes setores sobre a exposição contínua a riscos ocupacionais que levaram ao adoecimento. Assédio, presenteísmo, metas inalcançáveis, estagnação, falta de recursos, perspectivas ou invisibilização: a lista é longa na mesma proporção dos estragos que provoca na saúde dos trabalhadores. Segundo o pesquisador, sua inspiração veio principalmente da convivência com seus alunos da Fatec (Faculdade de Tecnologia de Americana), no interior de São Paulo. A maioria deles, de famílias de baixa renda, estuda e trabalha. “Eles estudam e trabalham exaustivamente, mas são sempre cobrados por aquilo que não fazem. Não basta o que já estão fazendo, pois sempre deveriam fazer mais, além do que recebem e do que lhes é pago. O reconhecimento é como se fosse um eterno devir, mas que nunca chega. Ouvem muito esse discurso de ‘sair da zona de conforto'. Mas o que significa isso? Pelos relatos, ninguém se sente confortável!” O estudo se baseia na Teoria do Reconhecimento, do filósofo alemão contemporâneo Axel Honneth, e na Psicodinâmica do Trabalho, do psiquiatra francês Christophe Dejours, que tem vários livros sobre o tema lançados na França. “Honneth fala sobre luta por reconhecimento. Dejours conhece os efeitos negativos que isso causa e explica como o corpo se molda a esse sofrimento para conseguir lidar com ele.” Segundo Ricardo, o psiquiatra francês introduz o conceito de trabalho real, que é o esforço invisível para executar uma tarefa. “Para eu fazer um relatório, por exemplo, não basta sentar na frente do computador, pegar os dados, preencher e concluir. Há um esforço cognitivo. Como vou fazer esse relatório? Quais dados vou colocar? Com que profundidade? Há também um esforço físico. Estou sentado aqui, a cadeira me incomoda, a luz me incomoda, o próprio computador, os óculos. Tenho de lidar com tudo isso”, exemplifica. Mas não é só, explica o pesquisador. “Há também um esforço afetivo, porque não posso fazer o meu trabalho exatamente do jeito que quero. Quando elaboro esse relatório, se começo a incluir elementos que podem complicar a vida de outros colegas, não por causa dos dados em si, mas da própria estrutura do trabalho, surge um problema”, diz. Há ainda o esforço emocional, gerado pela raiva, pela desilusão e pela frustração encontradas diante de dificuldades na execução do trabalho. “Existe também um esforço psíquico, aquele sentimento de dúvida: ‘Está bom o suficiente?', ‘O que os outros vão pensar?', ‘Ainda vão me considerar competente depois de ler este relatório?'. Veja a quantidade de esforço envolvida. Isso é o chamado trabalho real: as pessoas são mensuradas nas organizações pelo trabalho prescrito, pelo resultado, mas não por esse esforço. E esse trabalho invisível adoece as pessoas.” 'Aberrações' organizacionais Os 18 entrevistados ouvidos pelo pesquisador brasileiro tinham entre 20 e 40 anos e trabalharam em diferentes setores. Os relatos, verificados, ilustram o funcionamento tóxico de algumas empresas, sem que os próprios gestores muitas vezes se deem conta das situações abusivas. É o caso de um dos participantes da pesquisa, um vendedor que, na tentativa de ser promovido, aceitou reduzir sua própria renda. Ele abriu mão de comissões e acabou se endividando para se enquadrar no salário do cargo de subgerente que, sem as comissões, era menor. Mas a empresa acabou contratando outra pessoa para a vaga, e o jovem ainda foi incumbido de treiná-la. O episódio o afetou a tal ponto que ele passou a apresentar gagueira, ansiedade e outros sintomas. Essas e outras histórias levaram Ricardo a identificar duas novas patologias organizacionais: a contingencialidade e a disjuntividade. “A contingencialidade transforma o trabalhador em uma espécie de ‘just in time' humano. Assim como a matéria-prima chega exatamente quando a empresa precisa dela, o trabalhador é convocado apenas para atender às demandas imediatas da organização, sem que sua vida pessoal, seus estudos, seus projetos, suas expectativas ou suas necessidades sejam considerados”, diz. “O que importa é estar disponível naquele momento, da forma exigida. Depois de utilizado, o trabalhador pode ser descartado com a mesma facilidade. Por isso, a figura do ‘colaborador' é reveladora: ele colabora enquanto é útil e, quando deixa de ser necessário, é deixado de lado. A empresa invade seu tempo, interfere em sua vida familiar e em seus planos pessoais, mas trata você como um recurso temporário, mesmo quando possui vínculo permanente de trabalho.” Apagamento da história profissional A disjuntividade está ligada ao rompimento da temporalidade e ao apagamento da história do trabalhador, e apenas o desempenho imediato é importante. “Com isso, torna-se impossível construir uma trajetória reconhecida dentro da empresa. O trabalhador descreve o que faz diariamente, mas não consegue narrar sua própria história, porque sua experiência acumulada deixa de ter relevância”, explica. “A contingencialidade e a disjuntividade são patologias estruturais do mundo do trabalho contemporâneo: não decorrem da ‘maldade de gestores' ou de empresas específicas, mas de uma lógica de organização que tende a produzir sofrimento e adoecimento em diferentes setores, da educação à indústria, dos serviços às startups.” Novas normas contra riscos ocupacionais Desde 26 de maio de 2026, as empresas brasileiras estão submetidas à obrigação de identificar, avaliar e gerenciar fatores de risco psicossociais no âmbito do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR). A medida exige que as organizações considerem aspectos relacionados à organização do trabalho, como metas abusivas, jornadas excessivas, sobrecarga de tarefas, cobranças desproporcionais e situações de assédio moral ou sexual. O objetivo é reduzir o adoecimento mental, promover ambientes de trabalho mais saudáveis e incorporar esses riscos aos processos de gestão e prevenção já previstos pela NR-1. A norma foi criada em 1978 e estabelece disposições gerais sobre o ambiente de trabalho e a gestão dos riscos ocupacionais. Para o pesquisador brasileiro, que é cético em relação aos benefícios da regulamentação, é importante que exista um canal de denúncia para os trabalhadores. Ele também compartilha a opinião do psiquiatra francês Christophe Dejours, que comentou a regra em uma de suas visitas ao Brasil. “A tendência é que muitas empresas produzam documentação para se defender de eventuais fiscalizações, e não necessariamente para melhorar o ambiente de trabalho. Elas mostram que cumprem o que a legislação exige, mas isso pode acabar servindo mais como proteção institucional do que como instrumento de prevenção do sofrimento psíquico.” De acordo com os gestores, os problemas de adoecimento e afastamento tendem a ser tratados como questões individuais, e não como resultado da organização do trabalho. “Pelo que conheço da realidade brasileira e pelos relatos que recebo de alunos, é provável que muitos cursos e iniciativas de adequação tenham um caráter mais formal do que efetivo. Talvez haja exceções, mas, justamente por serem exceções, elas ganharão destaque. Tenho dúvidas de que esse tipo de mudança se torne rotina nas empresas, infelizmente.”
TUTAMÉIA entrevista a professora livre-docente Ana Estela Haddad, secretária de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde e primeira mulher a ocupar o cargo de professora titular no Departamento de Ortodontia e Odontopediatria da Faculdade de Odontologia da USP. Inscreva-se no TUTAMÉIA TV e visite o site TUTAMÉIA, https://tutameia.jor.br, serviço jornalístico criado por Eleonora de Lucena e Rodolfo Lucena.Acesse este link para entrar no grupo AMIG@S DO TUTAMÉIA, exclusivo para divulgação e distribuição de nossa produção jornalística: https://chat.whatsapp.com/Dn10GmZP6fV...TUTAMÉIA nas redes:Youtube: Tutaméia TVInsta: @tutameiaTik tok: @tutameia_tvBluesky: @tutameiatv.bsky.social
Neste episódio, a entrevistada é Ana Luiza Thomaz da Silva, pesquisadora da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP. Ela é autora da dissertação "O efeito da arborização no microclima: acréscimo de árvores no bairro do Imirim na cidade de São Paulo, Brasil"
Descrição do episódio: Porto Maravilha: 10 Anos Depois é uma série especial do podcast La.con.Quem? #47 e faz parte do projeto de Estágio Interno Complementar (EIC) Rio 2016: o discurso do legado olímpico pela ótica da ComunicaçãoPública. O projeto busca analisar o discurso institucional em diálogo com percepções de quem viveu, estudou e disputou os sentidos das transformações realizadas na Zona Portuária do Rio de Janeiro na última década.Vamos receber pesquisadores, moradores, gestores públicos, trabalhadores e agentes culturais da região na tentativa de ampliar o debate e, sobretudo, de manter viva a memória, a história e a cultura de um território que foi profundamente reconfigurado na última década.No primeiro episódio, o professor Edmilson Rodrigues(PPGH-UERJ), especialista em história urbana carioca, nos leva do Cais do Valongo à reforma Rodrigues Alves, da sombra da Perimetral ao boom imobiliário de hoje, para questionar o discurso oficial de "resgate" queacompanha essa região há mais de cem anos. Dez anos depois da promessa de devolver o centro do Rio aos cariocas através do projeto Porto Maravilha, valea pena perguntar: o que esse legado revela sobre memória, cultura e disputa de narrativas na cidade? Aperte o play e descubra.
Como poupar para a faculdade: comece hoje e evite dívidasO podcast do portal Giro Financeiro apresenta um guia abrangente sobre como planejar financeiramente o ingresso no ensino superior de forma antecipada. O autor destaca que poupar desde cedo permite aproveitar os juros compostos e reduzir a dependência de empréstimos estudantis no futuro.Acesse o nosso artigo em texto: https://cortalink.com.br/78MHoVConvite de Cartões Giro Financeiro https://cortalink.com.br/convitedecartoesGRUPO GRATUITO NO WHATSAPPhttps://cortalink.com.br/grupogirofinanceiroLivros sobre Educação Financeira https://amzn.to/47uuEY2Nosso site https://girofinanceiro.com.br/Canal do Youtube https://cortalink.com.br/ytgirofinanceiro
Neste episódio, Marina e André retomam o estilo de conversa que foi feito no episódio sobre achados estatísticos do funcionamento Dunning Kruguer para discutir um assunto de fronteira: as Psicoses por IA. Aqui a gente levantou alguns estudos sobre o tema para indicar o que está sendo debatido e que cuidados já conhecemos e que […]
Qual é o maior diferencial do ser humano? Não são as suas posses, nem seus diplomas e currículos exemplares. Há um diferencial que todos têm, mas nem todos usufruem dele e, infelizmente, o entregam a outras pessoas.Neste vídeo, vamos entender por que algumas pessoas acertam tanto em todas as áreas da vida, enquanto outras vivem correndo atrás do prejuízo.Se este vídeo lhe ajudou, compartilhe para ajudar mais pessoas.
Hoje começamos uma nova série no nosso podcast, onde vou dividir a apresentação dos episódios com o Fisioterapeuta Pedro Angrisani, que vocês conhecem de longa data aqui no nosso canal.Vamos receber dois grandes especialistas em Medicina do Estilo de Vida, a Dra. Fernanda Lima, Médica do Esporte e Reumatologista da Clínica MOVE e do HCFMUSP e Dr. Bruno Gualano, Professor Titular da Faculdade de Medicina da USP, para nos falar como o estilo de vida pode interferir na longevidade, baseado em Ciência.Não perca esse episódio incrível! Compartilhe, comente e curta!Esse podcast é uma realização da Clínica MOVE#longevidade #exercise #emagrecimento #clinica_move#drapatriciacamposferraz #nutripatriciacampos
Cláudia Cavadas é professora na Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra e investigadora no Centro de Neurociências e Biologia Celular, onde lidera o grupo "Neuroendocrinologia e Envelhecimento". Licenciada em Ciências Farmacêuticas, com doutoramento em Farmacologia e uma passagem por Lausanne, na Suíça, dedica-se desde 2008 a estudar o envelhecimento e o modo como este processo pode ser modulado para prevenir as doenças associadas à idade. Foi vice-reitora da Universidade de Coimbra para a Investigação e presidiu à Sociedade Portuguesa de Farmacologia. Acaba de publicar, pela Contraponto, um livro de divulgação, Os Segredos do Corpo — Como Retardar o Envelhecimento e Prevenir Doenças Crónicas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A desigualdade no Brasil segue persistente como reflexo do que o professor Hélio Santos, entrevistado desde episódio, chama de o "dia seguinte" à abolição formal da escravidão: aquele 14 de maio de 1888 em que a população negra recém-liberta foi deixada sem trabalho, sem casa e sem qualquer reparação socioeconômica. É sobre essa relação com o passado, e sobre a urgência da equidade racial, a conversa deste episódio.Helio Santos é doutor em administração pela Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Atuária da Usp, professor e escritor. Ativista da questão racial há mais de 50 anos, publicou, entre outros, "14 de Maio: Lições de Resistência ao Racismo" (Zahar, 2026). Hoje, aos 81 anos, ele preside o Centro de Estudos e Dados sobre Desigualdades Raciais (Cedra). É Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal da Bahia.Na conversa com Gama, Helio Santos fala de como a escravidão ainda reverbera diariamente na nossa sociedade e de caminhos urgentes para mudar esse realidade.Roteiro e apresentação: Luara Calvi Anic
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (19): O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta sexta-feira que o reajuste de 15,04% nos valores do Bolsa Família anunciado pelo governo não viola as restrições impostas pela legislação eleitoral. O ministro acolheu pedido apresentado pela Advocacia-Geral da União (AGU) e reconheceu a legalidade da correção dos benefícios em ano de eleição. Na decisão, Gilmar afirmou que o aumento corresponde à recomposição da inflação acumulada e não representa ganho real aos beneficiários. O ministro também destacou que o decreto editado pelo governo não cria um novo benefício, não altera os critérios de elegibilidade nem amplia o universo de famílias atendidas pelo programa. Reportagem: André Anelli. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve dedicar parte do discurso na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), na próxima terça-feira (22), a fazer uma defesa da soberania brasileira e a criticar o que avalia serem tentativas externas de interferência no processo eleitoral do Brasil. Segundo auxiliares do presidente, o texto a ser lido por Lula ainda não está fechado, mas haverá menções à importância da democracia, a exemplo do que ele fez no ano passado. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Natalia Fingermann, professora de relações internacionais da ESPM. Reportagem: Fabrizio Neitzke. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu, nesta quarta-feira (16), cortar a taxa básica de juros da economia em 0,25 ponto percentual, reduzindo a Selic de 14% para 13,75% ao ano. Este é o quinto corte consecutivo da taxa básica de juros da economia. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Rodrigo Simões, economista e professor da Faculdade do Comércio de SP. Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (18) mostra que 48% dos eleitores brasileiros não confiam no Supremo Tribunal Federal (STF), o maior índice de desconfiança da Corte desde o início da série histórica, em 2012. Com o resultado, o STF aparece, numericamente, como a instituição com maior índice de desconfiança entre as avaliadas pelo instituto. A taxa subiu cinco pontos percentuais desde março, quando 43% diziam não confiar no Supremo — até então, o recorde da série. Na pesquisa atual, 35% afirmam confiar um pouco no STF e 14% dizem confiar muito. O levantamento ouviu 2.001 pessoas em 125 municípios entre 15 e 17 de setembro, com margem de erro de dois pontos percentuais. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Vera Chemim, advogada especialista em direito constitucional. A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou por unanimidade recurso apresentado pela defesa do ex-deputado Eduardo Bolsonaro contra a condenação por tentativa de interferir no julgamento do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), na trama golpista. Eduardo Bolsonaro foi condenado a quatro anos e dois meses de prisão em junho deste ano. A pena deverá começar a ser cumprida em regime semiaberto. Também ficará inelegível por 12 anos, sem poder ser eleito até 2038. O voto do ministro Alexandre de Moraes, relator, foi seguido por Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin no plenário virtual. Anna Beatriz Hirsh comentou. Reportagem: Marco Viana. O Brasil passou a contar, nesta quarta-feira (16), com uma política específica para orientar a exploração e o aproveitamento de minerais considerados críticos e estratégicos. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que institui a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE), voltada à ampliação da produção e, principalmente, ao processamento desses recursos dentro do país. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista o deputado federal Arnaldo Jardim (Cidadania), relator do projeto. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Áurea, que acaba de lançar o primeiro single de um novo álbum, é a convidada desta semana do Posto Emissor. O regresso às raízes soul, a paixão por filmes de terror, o percurso académico e a relação com a família foram temas da conversa. A polémica digressão de Ed Sheeran e os concertos de Ronnie Wood e Sigur Rós completam este episódio.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em meio ao grande fluxo de informações que circulam todos os dias nas redes sociais, desenvolver um olhar crítico sobre os conteúdos consumidos se tornou uma habilidade essencial. Nesse contexto, o Projeto ITEC – Imagem, Texto e Educação Contemporânea, da Faculdade de Educação da UFRJ, desenvolve oficinas e atividades voltadas para a relação entre imagem, texto e sala de aula. Nossa reportagem conversou com Angela Santi, coordenadora do projeto, sobre os desafios de estimular leituras críticas do público.Reportagem: Luiza ReisEdição: Gabriel Goés
Debate da Super Manhã: Ter um carro próprio representa, para muitos brasileiros, conforto, autonomia e praticidade. Mas, antes de girar a chave, é preciso fazer as contas. O valor da compra é apenas o começo de uma lista que inclui combustível, impostos, seguro, manutenção, estacionamento e até a desvalorização do veículo. Ao mesmo tempo, o avanço dos aplicativos de transporte e a busca por melhorias no transporte público ampliam as possibilidades de mobilidade e colocam uma nova questão na ponta do lápis: vale mais a pena possuir um carro ou pagar apenas pelos deslocamentos quando necessário? No debate desta quinta-feira (17), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os convidados sobre os altos valores para a compra de carros e os impostos vinculados à aquisição, os custos necessários para manter um automóvel, as vantagens e desvantagens de ter um carro próprio e se, diante de outras formas de mobilidade, compensa abrir mão do veículo em prol de alternativas de transporte. Participam o consultor do setor automotivo, palestrante e diretor da ALPHA Consultoria, Alexandre Costa; o doutor em Economia, professor da Faculdade de Administração e Direito de Pernambuco, da Universidade de Pernambuco (FCAP-UPE) e Auditor da UFPE, Joebson Maurilio; e o jornalista especialista em veículos e apresentador do programa Carro Arretado da TV Jornal, Silvio Menezes.
Nesta edição do podcast Os Novos Cientistas, os jornalistas Antonio Carlos Quinto e Roxane Ré entrevistaram a pesquisadora Sarah Mafeis de Jesus. Ela é autora do estudo de mestrado Estratégias naturais e tecnologias emergentes aplicadas à melhoria da qualidade da carne bovina de Nelore (Bos indicus), que foi orientado pelo professora Carmen Josefina Contreras Castilho, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba. A pesquisa foi apresentada no programa interunidades Sistemas Integrados em Alimentos, que reúne a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, a Esalq de Piracicaba, a Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Capital e a FZEA, Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos, na USP em Pirassununga. Nos testes, Sarah avaliou a aplicação de marinação contendo pós de cogumelos comestíveis e a eficácia da papaína e do ultrassom de alta intensidade, aplicados de forma isolada e combinada, sobre os mecanismos de amaciamento e percepção sensorial da carne bovina de Nelore. “Os resultados demonstraram que tanto o uso de ingredientes naturais quanto a aplicação de tecnologias emergentes são capazes de promover modificações relevantes na matriz muscular, contribuindo para a melhoria da maciez e para a manutenção de propriedades tecnológicas da carne”, descreveu a pesquisadora. Sarah enfatizou que o Brasil tem uma cadeia de produção de carne muito bem estruturada. “Nosso país é um dos maiores produtores e exportadores. Mas, para acessar esses mercados, principalmente o internacional, não basta a gente só produzir em quantidade. Nossa carne precisa atender uma série de requisitos, que são exigências sanitárias, de segurança, etc.”, explicou a pesquisadora, lembrando que há também especificações de cada país comprador. “Precisamos realmente olhar com mais cuidado para a questão da qualidade de nossa carne!”, advertiu Sarah. Disponível também na plataforma Spotify
A doença cardiovascular tende a ser associada a um problema masculino, no entanto, é a primeira causa de morte nas mulheres, muito acima do cancro da mama. Mas, afinal, quais são as particularidades do coração feminino? A cardiologista Cristina Gavina dá a conhecer os fatores de risco que são exclusivos das mulheres e explica porque é que continuam a chegar mais tarde a um diagnóstico. Ao longo da conversa, a especialista fala também sobre a revolução que a cardiologia está a atravessar. As cirurgias de peito aberto estão a dar lugar às intervenções menos invasivas por cateter, a medicação passa a poder ser feita mais espaçadamente no tempo e já decorrem ensaios clínicos em que se modifica o gene associado ao colesterol, um dos principais riscos da doença cardiovascular.E numa altura em que já temos relógios de pulso a monitorizar o coração e dispositivos cardíacos ligados à internet, que oportunidades e riscos trazem as novas tecnologias?Para aprender a ler os sinais, colocar as perguntas certas e agir a tempo, este é um episódio [IN]Pertinente a não perder.LINKS E REFERÊNCIAS ÚTEISBIOSCristina GavinaCristina Gavina é cardiologista, presidente da Sociedade Portuguesa de Cardiologia (2025-2027) e diretora de Cardiologia do Hospital Pedro Hispano (ULS Matosinhos). Professora na Faculdade de Medicina do Porto, onde se doutorou, fez o Mestrado em Ensaios Clínicos em Oxford. Fellow da ESC e do ACC, é autora de mais de 80 artigos e investigadora principal em ensaios clínicos internacionais. Dedica-se à insuficiência cardíaca, à prevenção cardiovascular e à equidade no acesso aos cuidados.Filipa GalrãoA Filipa vive no campo, mas é à cidade que vai quando precisa de euforia, seja em festivais de música ou no Estádio da Luz. Estudou Comunicação Social e Cultural na Universidade Católica. Em pequena, gravava o diário em K7, em graúda agarrou-se aos microfones da Rádio. Depois da Mega Hits e da Renascença, é agora uma das novas vozes da Rádio Comercial. Já deu à luz 1 livro infantil - “Que Estranho!” - e 2 filhos.
Como a proteção contra formas graves de covid-19 na primeira infância, a diferenciação entre inflamação e sequela na hidradenite supurativa e o cronograma de recursos do Enamed transformam as condutas na saúde? Neste episódio do Afya News, analisamos o estudo da Faculdade de Saúde Pública da USP com mais de 2 milhões de crianças brasileiras, demonstrando que o esquema completo de três doses da vacina da Pfizer-BioNTech reduziu em 97% os casos de SRAG por covid-19 entre 6 meses e 4 anos de idade. Discutimos também o manejo prático da hidradenite supurativa, destacando a importância de não confundir lesões recorrentes com furúnculos isolados, a aplicação do escore IHS4 para mensurar a atividade inflamatória e a abordagem combinada entre imunobiológicos e intervenção cirúrgica para túneis e cicatrizes. Por fim, apresentamos no Radar a divulgação do gabarito preliminar do Enamed 2026 pelo Inep, os prazos para interposição de recursos e o uso do Afya Gabarita via WhatsApp para correção ágil e estimativa de nota. O Afya News apresenta notícias da medicina com informação confiável e atualizada no seu tempo. Criado pela Afya, o maior hub de educação e soluções para a prática médica do Brasil, nosso propósito é transformar a saúde junto com quem tem a medicina como vocação.Fontes do episódio aqui:https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/16-09-2026Conteúdo 100% validado por equipe médica.Médico Responsável: Dr. Guilherme Rodrigues — CRM-RJ 1049461.
TUTAMÉIA entrevista o jurista Pedro Serrano, bacharel, mestre e doutor em direito do estado pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC-SP, com pós-doutoramento em teoria geral do direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, em ciência política pelo Institut Catholique de Paris e em direito público pela Université Paris Nanterre. Inscreva-se no TUTAMÉIA TV e visite o site TUTAMÉIA, https://tutameia.jor.br, serviço jornalístico criado por Eleonora de Lucena e Rodolfo Lucena.Acesse este link para entrar no grupo AMIG@S DO TUTAMÉIA, exclusivo para divulgação e distribuição de nossa produção jornalística: https://chat.whatsapp.com/Dn10GmZP6fV...TUTAMÉIA nas redes:Youtube: Tutaméia TVInsta: @tutameiaTik tok: @tutameia_tvBluesky: @tutameiatv.bsky.social
Com a evolução da inteligência artificial, há cada vez mais questões sobre a ética e a segurança ligadas à utilização desta ferramenta "poderosa". Tal como aconteceu quando foi descoberta a técnica de clonagem, este deve ser agora um debate alargado a toda a sociedade. Em Agosto, a empresa norte-americana OpenAI, que detém o ChatGPT, anunciou suspender por algumas semanas o desenvolvimento de um dos seus modelos que ainda está em fase de testes após o modelo ter conseguido sair do sistema isolado onde estava a ser treinado, ter chegado à internet e se ter infiltrado numa outra empresa para consultar dados confidenciais. Nos últimos anos, as capacidades dos modelos de inteligência artificial têm aumentado, mas esses avanços não têm sido acompanhados por controlos e legislação, um pouco em todo o Mundo, sobre até onde pode chegar esta tecnologia. Para Luís Correia, professor da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e investigador do Centro LASIGE, dedicado às Ciências da Computação e Engenharia, considera que se devem estabelecer medidas mais efectivas que obriguem as empresas a uma maior responsabilidade em relação ao que criam. "Estamos precisamente num ponto em que poderíamos estabelecer medidas mais efectivas, porque elas já muitas vezes já existem em termos de legislação, mas não se conseguem efectivar ainda porque as empresas que desenvolvem são empresas privadas sobre as quais há muito pouco escrutínio. E, portanto, nós não temos a capacidade de saber bem o que é que lá está naqueles sistemas. [...] Eu gosto de pensar que a inteligência artificial é uma ferramenta que pode ser muito poderosa e muito positiva. Mas como qualquer ferramenta, também pode ser usada para o mal", indicou o investigador. Para Luís Correia o desenvolvimento da inteligência artificial assemelha-se ao que aconteceu na viragem do século com a clonagem - mas numa escala muito maior - e, por isso, este académico considera que deveria haver mais debate e mais medidas à volta da utilização desta tecnologia, sem restringir o seu desenvolvimento. "Cabe a todos [discutir e decidir sobre a ética na inteligência artificial], isto é um problema da sociedade, portanto, obviamente, cabe também às universidades. Eu cada vez que me convidam para falar, eu falo nisso. E cabe aos governos, mas cabe ao cidadão comum, ou seja, a todos nós. Todos nós nos lembramos de quando surgiram as primeiras experiências de clonagem. Todos os países se preocuparam em estabelecer regras éticas e legais sobre as condições da clonagem. A clonagem foi desenvolvida por investigadores de biologia, bioquímica, medicina, mas era um problema que afectava potencialmente toda a sociedade e toda a sociedade se envolveu em debates, as comissões de ética e assim sucessivamente. E temos de fazer também a mesma coisa", detalhou. Quanto ao alerta lançado na semana passada por um funcionário da Anthropic - que já tinha trabalhado também na OpenAI - sobre a falta de responsabilidade destas empresas e que "a inteligência artificial pode matar-nos até ao fim da década", Luís Correia diz que esta tecnologia não deve ser travada, mas sim deve haver mais cuidado no seu desenvolvimento. "Estamos a desenvolver uma ferramenta poderosíssima de inteligência, Temos de ter alguns cuidados com a maneira como vai evoluir e acho que as pessoas devem pensar num outro aspecto que eu costumo referir várias vezes, que é à medida que os sistemas são mais inteligentes, mais nós temos de os tratar como tratamos organismos inteligentes. Em particular, se eles se aproximam da inteligência humana, nós devemos tratar estes sistemas com confiança, com verificações, com um processo de aprendizagem, do conhecimento. Ninguém é contratado para um emprego sem ter um mínimo de conhecimento sobre os antecedentes e a formação da pessoa. Com os sistemas de inteligência artificialm nós estamos pura e simplesmente a não ligar a esses primeiros passos todos", concluiu.
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez do Professor, Psicólogo, Mestre em Psicologia Social, Doutor em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano, José Leon Krochick.Só vem!> OUÇA (88min 29s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino (@reginaldocursino)Ilustração e Capa: Felipe Cruz (@felipecruzart)http://naruhodo.b9.com.br*José Leon Krochick é Psicólogo (1979), Mestre em Psicologia Social (1985), Doutor em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano (1990), Livre-docente (1999) e Professor Titular (2006) pelo Instituto de Psicologia da USP.É Professor Sênior do Instituto de Psicologia da USP, docente do MBA/ESALQ, nos cursos Educação e Diversidade, Gestão Escolar e Neurociência e aprendizagem na educação.Foi Professor dos Programas de Pós-Graduação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo: Psicologia Social e Educação: História, Política, Sociedade (1997-2006); Professor visitante da UNIFESP do Programa de Pós-Graduação Educação e Saúde na Infância e na Adolescência (2019-2024); Professor Visitante da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Maringá.É bolsista de Produtividade em Pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; coordenou a pesquisa ''Ações de enfrentamento ao bullying e à discriminação na escola pública, no Programa de Ensino Público da FAPESP; coordenou , de 2018 a 2021, a pesquisa ''Violência escolar: discriminação, bullying e responsabilidade, com verbas do Edital do CNPq Cidadania, Violência e Direitos Humanos, que contou com pesquisadores de 14 instituições universitárias brasileiras e quatro de outros países; contou também com auxílio regular à Pesquisa da FAPESP, para desenvolver projeto sobre Inclusão Profissional de Jovens com Deficiência Intelectual.Coordenou a implantação do Programa de Apoio e Referência ao Enfrentamento da violência sexual contra Crianças e Adolescentes, da Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da República, no município de São Paulo (2010-2012). Tem como referências teóricas os trabalhos da Teoria Crítica da Sociedade e as obras de Hannah Arendt, a partir das quais analisa principalmente os seguintes temas de pesquisa: personalidade autoritária, personalidade antidemocrática, preconceito, bullying e educação inclusiva. Tem atuado sobretudo nas áreas de Psicologia e da Educação.Lattes: http://lattes.cnpq.br/5516424346600815*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo
A chancela Kiala, da editora Vírgula d'Interrogação, nasceu para publicar livros de autores negros em Portugal e para responder a uma subrepresentação no mercado editorial português, conta a criadora do projecto Elga Fontes. "Kiala” é uma palavra com raízes no kimbundu, uma língua Bantu de Angola, e significa "trazer luz ou iluminar”, o que traduz a ideia desta chancela: “trazer luz a vozes que ainda não estão presentes no mercado literário português”. “A Kiala é uma chancela do grupo editorial Vírgula d'Interrogação que pretende publicar livros de autores negros em Portugal”, começa por resumir a sua criadora Elga Fontes, que também é tradutora, revisora e fundadora da oficina editorial Quem Me Lera, o mesmo nome da sua página Instagram em que partilha, há anos, sugestões de livros com milhares de seguidores. Quisemos conhecer o projecto de Elga Fontes e convidámo-la a partilhar connosco a história da Kiala. Elga nasceu em Portugal há 31 anos, é angolana por parte da mãe e cabo-verdiana por parte do pai. Licenciou-se em Línguas e Culturas na Faculdade de Letras de Lisboa, fez um mestrado em Estudos Editoriais na Universidade de Aveiro, começou a trabalhar como revisora ainda durante a licenciatura e, pouco depois, entrou no mundo da tradução editorial. Foi, também, durante a universidade que criou a página Instagram #quemmelera para ter “uma plataforma para falar sobre o que lia” e “encontrar outras pessoas que gostassem de ler”. A acompanhar esse amor pela literatura, esteve sempre a impressão de uma invisibilidade crónica de autores negros nas estantes das livrarias em Portugal, algo que acabou por ser validado por um trabalho académico que fez e que mostrou isso mesmo. A Kiala acaba por surgir, anos mais tarde, em resposta a essa lacuna e nasce como uma chancela da editora Vírgula d'Interrogação. O nome escolhido, "Kiala", vem do kimbundu, uma língua Bantu de Angola, com múltiplos significados, entre os quais “o trazer luz ou iluminar”. “Acho que funciona como metáfora para aquilo que nós queremos fazer que é - num sentido muito figurativo - iluminar, trazer luz a estas vozes que ainda não estão tão presentes no mercado literário português”, acrescenta a editora. “Já há alguns anos que, enquanto leitora e enquanto profissional da área, tenho reparado que existe uma sub-representação na presença de autores negros nas estantes das livrarias de Portugal. A Kiala surgiu como uma ferramenta para tentar combater isso”, conta Elga Fontes. Questionada sobre as razões dessa ausência de autores negros nas livrarias, Elga diz que “há muitos motivos essencialmente estruturais”, desde logo o facto de o mercado editorial português ser “muito pequenino, muito precário e onde é muito caro fazer livros” e também “é muito difícil vendê-los” devido aos parcos hábitos de leitura. Por isso, as editoras “acabam por apostar naqueles livros que têm mais visibilidade lá fora e mais garantias de poder dar algum lucro e, infelizmente, esses livros, na sua maioria, não incluem vozes fora daquilo que é considerado padrão e normativo”. Depois, acrescenta a editora, o racismo e as feridas abertas do colonialismo são “sem dúvida, dos maiores motivos para o qual existe esta sub-representação de autores negros” em Portugal. Para combater também esse racismo, a Kiala tem um “guia de termos a evitar e as alternativas”, já que a própria Elga, também tradutora, chegou a ver uma tradução sua alterada com expressões racistas que foram introduzidas posteriormente. O primeiro livro publicado este ano pela Kiala foi uma obra de não-ficção intitulada “Feminismo na Periferia”, de Miki Kendall e, em Novembro, vai ser lançado o segundo “A Morte de Vivek Oji”, um romance de Akwaeke Emezi, uma autora nigeriana não binária. Para 2027, também há três livros fechados. Enquanto editora generalista, o objectivo é publicar vários géneros, estar “atentos ao que é publicado noutros mercados”, nomeadamente a “autores negros que estão a surgir e também as obras que, apesar de já terem alguma relevância internacional, ainda não chegaram a Portugal”. “Eu que faço a selecção dos livros, faço esta pesquisa. Também estou muito por dentro do que se faz lá fora, contacto agentes, leio os livros e gosto de me guiar por uma questão que é: Que conversa é que este livro pode iniciar ou continuar em Portugal?”, explica a editora. Quanto às ambições, Elga diz querer muito “que a Kiala consiga construir um catálogo de referência com livros que as pessoas continuem a descobrir ao longo dos anos” e que contribua “para normalizar” a presença de autores negros nas livrarias, ou seja, “entrar numa livraria e encontrar muitos autores negros, de diferentes géneros, diferentes países e com diferentes perspectivas”. Oiça a entrevista neste programa.
Como lidar com o sofrimento? Quando o sofrimento deixa de ser um sentimento normal da vida e passa a ser uma doença, como a depressão? Será que estamos mais intolerantes às dores da vida? Neste episódio do Podcast da Semana, o psiquiatra Daniel Martins de Barros responde a essas e outras questões sobre sofrimento e depressão. “Quando ninguém está olhando, quando ninguém se importa, quando ninguém está nem aí, aí o sofrimento fica insuportável” diz Barros na entrevista.Daniel Martins de Barros é professor colaborador do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP e médico do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, além de doutor em Ciências e bacharel em Filosofia pela USP. É escritor, com diversos livros sobre saúde mental, entre eles “Sofrimento Não É Doença: Nem todas as dores precisam de remédio, mas todas merecem cuidado” (Ed. Sextante, 2025), que foi finalista do Prêmio Jabuti Acadêmico de 2026.“O sofrimento é um alarme, é uma força motriz para a mudança. Tem coisas que você consegue mudar, e por isso o sofrimento acaba sendo útil. Agora, tem coisas que não têm solução. E aí você vai ter que trabalhar internamente para chegar a estratégias como compartilhar a dor, como ressignificá-la, como criar narrativas para inserir aquele sofrimento”, afirma na entrevista a Gama.Ao podcast, Barros falou sobre o que diferencia o sofrimento da depressão e o que acontece quando não cuidamos das nossas tristezas. Ele dá dicas sobre como identificar e cuidar da depressão na adolescência e reflete sobre como estamos menos tolerantes às dores da vida, algo que para ele pode ser explicado como mais um efeito do avanço da tecnologia.Roteiro e apresentação: Isabelle Moreira Lima
O que muda quando a leitura acontece em telas, aplicativos, plataformas e outros ambientes digitais? E como essas transformações podem ser trabalhadas pela escola?Neste episódio do Cealecast, a conversa gira em torno da leitura digital e das novas formas de interação com a escrita, com destaque para as experiências de crianças e para os desafios da educação diante da cultura escrita digital.A mediação é da profª. Isabel Cristina Alves da Silva Frade, pesquisadora do Ceale e professora titular da Faculdade de Educação da UFMG.Participam Silvia Carolina Pereira Lima de Souza, doutoranda em Educação pela UFMG, e Lucas, professor da Educação Infantil que desenvolve práticas pedagógicas relacionadas à leitura digital.O episódio aborda as relações entre tecnologia, leitura, alfabetização e letramento e discute como professores podem criar experiências de leitura que dialoguem com os diferentes suportes e linguagens presentes no cotidiano das crianças.Uma conversa sobre novas práticas de leitura, mediação pedagógica e os caminhos para uma participação mais significativa na cultura digital.O Cealecast é o podcast bimestral do Ceale – Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita Magda Soares, da Faculdade de Educação da UFMG.
O que devemos fazer quando um adolescente se torna agressivo? Será que os castigos funcionam? No último episódio desta série, o psicólogo Ricardo Barroso e Hugo van der Ding identificam sinais de alerta e indicam estratégias para prevenir – e combater – a violência entre os mais jovens.A dupla analisa fenómenos que também se transformam com a tecnologia: do cyberbullying à partilha não consentida de imagens íntimas, que novos comportamentos abusivos surgem online? E como é que os podemos detetar, seja na vítima ou no agressor? A propósito dos padrões comportamentais de jovens violentos, o psicólogo e o comunicador questionam a eficácia dos castigos e destacam porque é que consequências consistentes devem fazer parte da resposta. Ricardo Barroso deixa ainda um alerta: mais do que proibir telemóveis ou o acesso a redes sociais, o importante é investir na literacia digital e no pensamento crítico. Com exemplos de programas de intervenção bem-sucedidos, em Portugal e no estrangeiro, e de estratégias práticas para pais, escolas e jovens, este episódio aponta soluções para uma questão de fundo: o que fazer, na prática, para prevenir a violência juvenil e promover um desenvolvimento saudável e integrado dos nossos adolescentes?Para saber como intervir, antes que seja tarde demais, este é um episódio [IN]Pertinente a não perder.LINKS E REFERÊNCIAS ÚTEISPara os pais:NEUFELD, Gordon & MATÉ, Gabor «O Seu Filho Precisa de Si» (Ideias de Ler, 2021)Curso online sobre como lidar melhor com os filhos no dia a dia — por Alan Kazdin, psicólogo da Universidade de YalePara os profissionais:WHO, «Guidelines and handbook on parenting interventions»GAFFNEY, H., TTOFI, M., FARRINGTON, D. «Effectiveness of school-based programs to reduce bullying perpetration and victimization: An updated systematic review and meta-analysis»ME (2010) «Violência no contexto escolar: referencial de apoio ao trabalho a desenvolver pelas Escolas»Programa de Prevenção da Violência Interpessoal (PREVINT)Filme:«Os Miseráveis» (de Ladj Ly, 2019)BIOSRicardo BarrosoPsicólogo, especialista em Psicologia da Justiça e em Psicologia Clínica pela Ordem dos Psicólogos Portugueses. É professor na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto e investigador integrado no Centro de Psicologia da Universidade do Porto. Hugo van der Ding Locutor, criativo e desenhador acidental. Criador de personagens digitais de sucesso como a «Criada Malcriada» e «Cavaca a Presidenta», autor de um dos podcasts mais ouvidos em Portugal, «Vamos Todos Morrer», também escreve para teatro e, atualmente, apresenta o programa «Duas Pessoas a Fazer Televisão», na RTP, com Martim Sousa Tavares.
Veja também em youtube.com/@45_graus Miguel Castanho é professor catedrático de Bioquímica na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa e investigador na área da bioquímica física de fármacos, sendo group leader no GIMM - Instituto Gulbenkian de Medicina Molecular. _______________ Índice (1ª parte): O que muda entre gerações de alunos Como adaptar o ensino à IA? Um bom investigador é um bom professor? Manual de bioquímica do convidado (Integrative Human Biochemistry) Como ensinar diferentes perfis de alunos Quando aprendemos a distinguir o essencial do acessórioSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Veja também em youtube.com/@45_graus Miguel Castanho é professor catedrático de Bioquímica na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa e investigador na área da bioquímica física de fármacos, sendo group leader no GIMM - Instituto Gulbenkian de Medicina Molecular. _______________ Índice (2ª Parte): Investigação do autor Importância da investigação fundamental "navegar é preciso, viver não é preciso" Papel da barreira hematoencefálica Maiores desafios ao desenhar um fármaco Limites dos testes em animaisSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio, Graciele e Tabata conversam com a professora doutora Luísa Lina Vila – bióloga com 30 anos de pesquisa em HPV, vírus do papiloma humano (ou papilomavírus humano). Decubra porque a vacina contra o HPV é o maior preventor do câncer de colo de útero, entre outras doenças. Ajude o Pirula https://www.vakinha.com.br/vaquinha/pirulla Links do […]
Confira no Morning Show desta segunda-feira (07): O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou na manhã desta segunda-feira (07) do desfile de 7 de Setembro na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Lula está acompanhado da primeira-dama, Janja da Silva, do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e de ministros do governo. Na ocasião, o presidente defendeu a soberania e afirmou que “o Brasil não será colônia de ninguém”. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, também compareceram. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça liberou o relatório final elaborado pela Polícia Federal (PF) contendo desdobramentos e citações envolvendo o ministro Alexandre de Moraes no âmbito das apurações do caso Banco Master. O documento foi encaminhado ao presidente do STF, ministro Edson Fachin, a quem caberá decidir se o feito será submetido a julgamento no Plenário Físico da Corte. Uma manifestação que pede a saída de ministros do Supremo Tribunal Federal acontece na manhã desta segunda-feira (07) na Praça da Liberdade, no centro de Belo Horizonte (MG). Apesar de apartidária, o ato é composto por parlamentares de direita. O pastor Silas Malafaia afirmou que vai “fazer o mais duro discurso” contra o ministro do STF Alexandre de Moraes durante o ato de Flávio Bolsonaro (PL) que acontece na Avenida Paulista na tarde deste 7 de setembro. O desfile cívico de 7 de setembro na Avenida Presidente Vargas, no Rio de Janeiro, reúne dezenas de pessoas para assistir a apresentação militar que comemora os 204 anos da independência brasileira. O evento é parte do calendário da cidade e não possuí viés político. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, causou polêmica neste domingo (06), ao sugerir mudar o nome do estado do Novo México para “Nova América”. As redes sociais do presidente e da Casa Branca fizeram postagens chamando o estado com o “novo nome”. O Desfile Cívico-Militar de 7 de Setembro em São Paulo comemora os 204 anos da Independência do Brasil nesta segunda-feira (7), no Sambódromo do Anhembi, localizado na Avenida Olavo Fontoura, 1.209, em Santana. O tradicional evento reúne representantes das Forças Armadas, órgãos de segurança pública, instituições civis e escolas para celebrar a data. O livro “A Santidade no Brasil” ressalta a fé católica e emociona ao contar a história de 30 brasileiros que foram canonizados pela igreja. A obra é assinada pelo escritor Matheus Bazzo. O feriado de independência em Florianópolis (SC) tem como evento oficial o desfile cívico na Beira–Mar Continental, com desfiles militares e civis. Enquanto isso, na Beira-Mar Norte, manifestantes se reúnem para protestar contra ministros do STF. Esquerda realiza a 32° edição do ato “Grito dos Excluídos”, que reúne militantes e parlamentares em passeata entre a Praça da Sé e o Largo de São Francisco, sede da Faculdade de Direito da USP. O candidato ao governo de São Paulo Fernando Haddad (PT) não esteve presente. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Como o monitoramento de quase metade dos brasileiros por câmeras de vigilância tem impactado os índices de criminalidade? Por que tanta gente apoia sistemas como o Smart Sampa, mas pouca gente se sente mais segura? Quais os impactos de ter o rosto confundido com o rosto de um assassino?Ouça essas e outras respostas no episódio 168 de Escafandro.Episódios relacionados30: Polícia para quem?36: Duas vezes cadeia112: Sorria, você está sendo executadoMergulhe mais fundoCidade vigiada, sociedade vigilanteSmart Sampa vigia, mas não protegeEntrevistados do episódioAlcides PeronDoutor em política científica e tecnológica. Professor da Faculdade de Ciências Aplicadas da Universidade Estadual de Campinas (FAC-Unicamp), pesquisador do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV-USP) e do Laboratório de Estudos do Setor Público (LESP).Pablo NunesPesquisador em segurança pública, tecnologia e dados abertos. Doutor em ciência Ppolítica pelo IESP/UERJ. Diretor do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC), criador do Panóptico e coordenador da Rede de Observatórios da Segurança.Vinicius LopacinskiMestre em arquitetura pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP).Ficha técnicaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Mixagem de som: Vitor Coroa.Produção e edição de áudio: Matheus Marcolino.Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.
Estudo da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto desenvolveu transportadores de açúcar com maior reconhecimento da xilose e menor preferência pela glicose
Neste episódio, a entrevistada é Thais Kanada, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e de Design da USP. Ela é autora do artigo "Como resfriar os edifícios na era do aquecimento global e local", orientado pela professora Denise Duarte
Diagnosticado desde muito cedo com sobredotação, Leonor entrou na primária aos 4 anos, saltou etapas e sempre soube que aos 15 estaria na Faculdade de Medicina. Para ela, nada disto é extraordinário e ela só quer a médica Leonor. O episódio de hoje é feito com uma conversa que a jornalista Kathleen Araújo teve com ela para preparar uma reportagem para a SIC.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio, Gabi volta aos microfones, junto com seu coautor Tiago para falarem com o André sobre o artigo que publicaram e os entendimentos sobre esses répteis interessantes (ou horripilantes) que são as cobras e os lagartos. Passando pelo interesse em pesquisa com esses seres no Brasil e no mundo e seus pontos de evolução, esse episódio responde as dúvidas que você nem sabia que tinha sobre eles.
Se tem um sintoma que é relatado especialmente durante a perimenopausa – aquele período que antecede a menopausa propriamente – é a brain fog, ou a névoa mental. Uma perda de memória ou confusão mental que tem relação com as variações hormonais desse período, como nos explica a convidada deste episódio, a médica Patrícia Valentini Melo.Dra. Patrícia Valentini Melo é formada pela Faculdade de Medicina da Usp, especialista em ginecologia, obstetrícia e mastologia, com foco no cuidado da mulher 40+. Com formações em saúde integrativa e suplementação nutricional.Na conversa com Gama, Valentini fala especialmente sobre menopausa e alterações cognitivas. Explica o que causa a chamada névoa mental, em qual fase ela aparece mais intensamente e a relação entre estilo de vida e os diferentes sintomas da menopausa.Roteiro e apresentação: Luara Calvi Anic
Os meus convidados de hoje cresceram em cidades do interior da Argentina. Em comum, tiveram uma infância marcada pelas brincadeiras ao ar livre, pelo esporte e pela liberdade. Ele é filho de um ex-jogador e treinador de futebol. Cresceu jogando futebol, vôlei, softball e experimentando tudo o que aparecesse pela frente. Aos 13 anos, participou de uma prova de corrida de 1.500 metros pelas ruas da cidade. Voltou para casa com um troféu e descobriu a modalidade que passaria a fazer parte da sua rotina durante a década seguinte. Foram anos dedicados ao atletismo até ingressar na Faculdade de Educação Física. Ela, a segunda de cinco irmãos, tinha tanta energia que a mãe fazia questão de mantê-la sempre em alguma atividade esportiva. Ainda criança, conheceu modalidades como vôlei, atletismo, basquete, softball e ginástica artística. Aos sete anos, começou a nadar. Durante o inverno, fazia balé, judô e outras atividades. Mais tarde, passou a correr para manter o condicionamento físico, sem imaginar que logo encontraria o esporte que mudaria sua vida. Em dezembro de 1991, aos 17 anos, participou do primeiro triathlon realizado em sua cidade. Precisou competir com uma bicicleta emprestada, venceu a prova e nunca mais se afastou da modalidade. Pouco tempo depois, mudou-se para La Plata para cursar Educação Física, passou a treinar com uma equipe especializada e rapidamente conquistou espaço entre as principais atletas do país, iniciando uma longa trajetória representando a Argentina. Foi também em La Plata que suas histórias passaram a caminhar juntas. Enquanto ela já vivia intensamente o triathlon, ele ainda dividia seus dias entre a universidade e as corridas de rua. A convivência com os triatletas foi despertando sua curiosidade. Acompanhou treinos, participou de algumas competições e decidiu disputar todo o circuito argentino da modalidade. Bastou uma temporada para descobrir que havia encontrado um novo caminho. No ano seguinte, já competia na categoria elite. A carreira dos dois se desenvolveu na mesma medida que sua conexão pessoal. Representaram a Argentina em competições internacionais, conquistaram títulos, dividiram treinos, viagens e experiências que fortaleceram uma relação construída dentro e fora do esporte. Em 2003, decidiram mudar-se para o Brasil em busca de novos desafios. Aqui consolidaram suas carreiras profissionais, viveram alguns dos momentos mais marcantes de suas trajetórias e ajudaram a escrever parte da história do triathlon brasileiro. Casaram-se e tiveram um filho. Ao longo dos anos competindo na Argentina, ela foi heptacampeã estadual de triathlon, campeã da Copa Nacional de Triathlon, duas vezes vice-campeã nacional, integrou a Seleção Argentina em diversas competições continentais. No Brasil, foi terceira colocada no Ironman Brasil de 2010, campeã do Circuito Long Distance de 2009, vice-campeã em 2005 e vice-campeã do Troféu Brasil em 2004 e 2005. Na Argentina, ele foi pentacampeão estadual de triathlon, campeão da Copa Nacional em 2001 e vice-campeão argentino em 2001 e 2004. Também representou a Seleção Argentina em diversas competições pelo continente e venceu uma etapa do Pré-Olímpico da ITU realizada em La Paz, em 2006. Nas provas de longa distância, conquistou o título de campeão do Ironman Brasil de 2012, foi segundo colocado em 2010 e terceiro colocado em 2011. Venceu ainda o Ironman Wisconsin, em 2011, e o Ironman 70.3 Penha, em 2010. Encerradas suas carreiras como atletas profissionais, permaneceram onde sempre estiveram desde a juventude: no esporte. Compartilham, desde então, a experiência acumulada em décadas de competições à frente da EZK Team, em Niterói, formando atletas e acompanhando de perto novas histórias que começam a ser escritas. Conosco aqui, um casal que construiu toda uma vida tendo o esporte como ponto de encontro. Dois educadores físicos, ex-triatletas profissionais, treinadores e pais, argentinos que escolheram o Brasil para viver e que seguem inspirando atletas dentro e fora das competições: a concordiense Maria Soledad Omar e o lobense Ezequiel Alfredo Morales. Inspire-se! Race Smart - check your heart Este episódio é oferecido pela @z2perfomance Para quem quer aumentar o consumo de carboidratos, a Z2 tem um gel com uma composição pensada exatamente pra isso: a linha Load Up, com maltodextrina e frutose na proporção 1 pra 0.8, que garante um digestão mais eficiente e energia ultrarrápida. Você encontra o Z2 Load Up na versão 75g ou 40g de carboidratos, com ou sem cafeína. O Saltz, da Z2, é pensado pra reposição eficiente de eletrólitos e suporte real à performance em treinos e provas. Repõe sódio, potássio e magnésio, ajudando a manter o desempenho em treinos longos e dias de calor de acordo com a sua estratégia e necessidade. Siga @z2performance e fique por dentro do universo da Z2. SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
Katerina Lukasova é Psicóloga pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (2004), possui mestrado em Distúrbios de Desenvolvimento pela mesma instituição (2007), doutorado em Ciências pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (2012) e desde 2017 professora adjunta da UFABC.AS MELHORES PARTES DOS PODCASTS: Cortes do Lutz: https://www.youtube.com/@CortesdoLutzOFICIAL/LINKS DO EPISÓDIO:Insta da Katerina: https://www.instagram.com/kate.lukasovaInsta da Excello Lab: https://www.instagram.com/excelloorgCanal do Kalulu: https://www.youtube.com/@KaluluChannelSite do Kalulu: https://kalulu.excellolab.org/langue/bresilPUBLICIDADE:Entre em contato: comercial@lutzpodcast.comREDES SOCIAIS:Instagram do Lutz: https://instagram.com/lutzloboInstagram do Podcast: https://instagram.com/lutzpodcast
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta terça-feira (18):No editorial desta terça-feira (18), André Marsiglia analisou a situação eleitoral do candidato Pablo Marçal (PRTB). O apresentador citou que Marçal obteve uma liminar que o autoriza a disputar o pleito, mas que por estar condenado em segunda instância, a Lei da Ficha Limpa impede que ele tome posse caso vença. Ele apontou o risco de tumulto no eleitorado da direita, destacando que a candidatura pode tirar votos do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e favorecer o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “Um dos vieses da candidatura do Pablo Marçal, com a possibilidade de disputar votos, mas de não ocupar o cargo, é de que isso cria algum tipo de tumulto dentro da direita, tire votos do Flávio e favoreça o Lula, que tá disputando no campo eleitoral da esquerda praticamente sozinho”, analisou. No programa, os comentaristas André Marsiglia e Roberto Motta analisam a candidatura de Pablo Marçal (PRTB), os impactos no cenário eleitoral da direita e os desdobramentos jurídicos de sua situação. Uma liminar autorizou a participação de Marçal nas urnas, em meio à inelegibilidade prevista pela Lei da Ficha Limpa. Roberto Motta também avalia a posição de Marçal no campo conservador e afirma que suas movimentações não indicariam um confronto direto com Flávio Bolsonaro (PL-RJ), mas poderiam contribuir para dividir os ataques direcionados ao senador durante a disputa eleitoral.O candidato do Partido Missão à Presidência da República, Renan Santos, classificou Pablo Marçal (PRTB) de “personagem folclórico da política brasileira”. Na visão de Renan, a candidatura de Marçal na corrida pelo Planalto beneficia Flávio Bolsonaro (PL). “Ele é um personagem folclórico da política brasileira. Era até esperado que ele fosse aparecer agora, fazer algum tipo de bagunça. Eu acho que esse tipo de coisa é para beneficiar o Flávio”, disse.O candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT), comentou a entrada de Pablo Marçal (PRTB) na disputa presidencial. Ele não vê problema na candidatura. “Sou um democrata. Se a pessoa está habilitada a concorrer, ela pode concorrer”, afirmou o candidato.O senador Carlos Viana (PSD-MG) pediu nesta terça-feira (18) ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, que seja avaliada a oitiva de Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”. A informação foi dada pelo próprio parlamentar em suas redes sociais. O pedido ocorreu um dia após a Polícia Federal (PF) encontrar mensagens entre a empresária Roberta Luchsinger e Lulinha.O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou, por unanimidade, a remoção imediata de uma publicação na rede social X que associava falsamente o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao assassinato do advogado Rodrigo Marinho Crespo. A decisão referendou o voto do relator e presidente do TSE, ministro Nunes Marques, que concluiu que o conteúdo extrapolou os limites da liberdade de expressão.O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, participará dará uma palestra sobre democracia na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP). O tema discutido será “Voto e Democracia no Brasil”. Debate ocorre após busca e apreensão à fonte de jornalista.A Vara da Infância e Juventude de Blumenau (SC) condenou uma família praticante de homeschooling (educação domiciliar) há 13 anos. A sentença exige a matrícula imediata das crianças na rede regular de ensino e aplicou uma multa de 40 salários mínimos aos pais, alegando o descumprimento do dever de matrícula escolar previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).O conselheiro Marcelo Tavares assumiu a presidência do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE-MA) após o ministro do STF), Flávio Dino, determinar o afastamento cautelar por 180 dias do então presidente da Corte, Daniel Brandão.Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
No 3 em 1 desta segunda-feira (17), o destaque foi que os candidatos ao Palácio do Planalto deram o pontapé inicial nas campanhas no último domingo (16). Os presidenciáveis apostaram em locais simbólicos para reunirem seus eleitorados. O atual presidente Lula (PT) iniciou sua campanha em São Bernardo do Campo, na região metropolitana da capital paulista, e o senador Flávio Bolsonaro (PL) discursou em Copacabana, reduto eleitoral do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Reportagem: Bruno Pinheiro. O ex-governador de Goiás e candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) iniciou sua campanha participando de uma carreata por cidades do interior de Goiás. Neste pontapé inicial, Caiado focou no tema da segurança pública e se vendeu como uma terceira via. Reportagem: Misael Mainetti. O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo) iniciou a campanha na cidade de Montes Claros e defendeu a pauta da Segurança Pública. Renan Santos (Missão) iniciou a campanha reunindo apoiadores em frente à Faculdade de Direito da USP em São Paulo, também focando na segurança pública. O cessar fogo entre Estados Unidos e Irã chegou ao fim nesta segunda-feira (17). A data também marca o prazo previsto no memorando de entendimento firmado em junho para os países chegarem a um acordo de paz. Apesar disso, as tensões entre os países continuam. Reportagem: Elizeu Caetano. O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) cancelou a agenda de campanha na cidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais. Flávio iria discursar e participar de uma motociata com apoiadores. A cidade de Juiz de Fora foi marcada pelo atentado contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em 2018. Reportagem: Rodrigo Costa. O Presidente Lula (PT) e o Presidente do Senado Federal Davi Alcolumbre (União) realizaram o primeiro encontro público após a reaproximação que marcou o fim do período de atritos entre os dois. Os líderes viajaram juntos ao Amapá, estado do senador Davi Alcolumbre, para visitarem o navio sonda da Petrobrás, que auxilia as pesquisas da empresa sobre a presença de petróleo na Foz do Rio Amazonas. Reportagem: Beatriz Souza. O governo norte-americano discutiu a possibilidade da aplicação de novas sanções ao ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes. A possível imposição ocorre frente à investigação aberta pelo ministro contra Raimundo Cutrim, apontado como fonte do jornalista Luís Pablo. Reportagem: Matheus Dias. Uma pesquisa da BTG/Nexus trouxe as intenções de voto do eleitorado para os presidenciáveis. A pesquisa aponta um cenário de empate técnico no segundo turno entre o atual presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) com o petista liderando com diferença de três pontos percentuais. O cenário eleitoral para o governo de Pernambuco está dividido. Uma pesquisa da Real Time Big Data apontou que os candidatos Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB) empatam nas intenções de votos tanto no primeiro quanto no segundo turno. O Ministro da Fazenda Dario Durigan defendeu a política fiscal do governo Lula. Durigan afirmou que o governo já incutiu travas no aumento dos gastos obrigatórios, o que irá trazer alívio nas despesas federais. O Grupo Casas Bahia entrou com pedido de recuperação judicial para renegociar dívida de R$ 17,3 bilhões. O grupo já demitiu mais de 3 mil colaboradores e pode fechar trezentas lojas físicas. Segundo o grupo, a dívida é proveniente dos elevados investimentos em tecnologia e aos impactos da pandemia. Reportagem: Misael Mainetti. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Estudo na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto identificou respostas inflamatórias e alterações em placentas infectadas, mas mostrou que o órgão mantém mecanismos capazes de proteger o bebê durante a gestação
Lutz veste Insider
Neste episódio, resolvemos lavar a roupa suja, mas aquela literal! Chamamos uma colega do André, Rafaela, que é Engenheira Química para conversar com ele e com a Tupá sobre como funcionam os processos de limpeza de tecidos e como os recursos como máquinas de lavar, sabão e outras misturas funcionam (ou não). Ajude o Pirula […]
Dr. Lorenzo Tomé parte de uma frase de Abel Salazar, médico e cientista português do início do século XX, para tratar de uma lacuna que muitos médicos preferem não encarar: o médico que só sabe medicina, nem medicina sabe. Não como um ataque à ciência, mas como um ponto de vista sobre o que falta além dela, a estrutura que sustenta a competência técnica em um mercado que mudou. O episódio usa um pano de fundo atual para tornar o argumento concreto: a eliminação da seleção brasileira e a tese de que só o talento não sustenta resultado. Time cheio de craques, os melhores salários do mundo, e ainda assim uma queda que expõe o que não aparece na escalação, sistema, organização e trabalho. Lorenzo traduz isso com a lição da própria professora de redação, 95% de transpiração e 5% de inspiração, e mostra por que essa conta chega ao consultório do médico que insiste em contar apenas com o conhecimento técnico. A partir daí, o episódio organiza as cinco camadas progressivas que o médico precisa dominar além da medicina: gestão, marketing, vendas, finanças e tecnologia. Lorenzo explica por que esses desafios são constantes e se sucedem uns aos outros, do primeiro paciente que chega pelo marketing ao upsell ético que aumenta o LTV, da leitura das finanças à adoção de novas tecnologias e à liderança de um time que cresce. E reforça um ponto que atravessa toda a conversa: essas camadas não chegam pela inspiração nem pelo acaso, chegam pelo trabalho, um problema de cada vez. Se você dedica ao seu negócio médico menos disciplina do que dedica à sua atualização clínica, esse episódio é um convite a olhar para a própria carreira e responder: você seria seu paciente? O background do Dr. Lorenzo Tomé Lorenzo Tomé é médico, fundador e CEO da SD Escola de Negócios Médicos — escola especializada em estruturação de modelos de negócio para médicos com ética, método e previsibilidade. Com mais de 500 médicos capacitados, desenvolveu uma metodologia própria baseada em receita recorrente por acompanhamento longitudinal, que combina gestão, marketing, vendas, finanças e tecnologia aplicados à prática clínica. Atua como mentor direto de médicos em diferentes especialidades, ajudando-os a construir negócios sustentáveis, escaláveis e alinhados com o propósito de cuidar. Aplique para uma sessão estratégica! Entre na Comunidade SD no WhatsApp e tenha conteúdo gratuito todos os dias sobre negócios médicos. Assista esse episódio também em vídeo no Youtube no nosso canal Saúde Digital Podcast! Acesse os episódios anteriores! SD370 - Como posicionamento e marca pessoal fazem o paciente certo escolher você SD369 - Modo sobrevivência: como a falta de margem limita o seu crescimento SD368 - Produtividade sem burnout: estruturandi a agenda do médico com margem Música: Declan DP - Joy Music © Copyright Declan DP 2018 - Present. https://license.declandp.info | License ID: DDP1590665
GARANTA AGORA O SEU "CENSURA" O JOGO DE CARTAS COOPERATIVO DO HISTÓRIA EM MEIA HORA:apoia.se/censuraDurante o período mais autoritário da nossa história, diversos grupos sociais como a população civil, artistas, políticos legalistas e até mesmo militares contrários ao golpe, foram sumariamente censurados. A censura não começou com a Ditadura, mas nunca havia sido tão institucionalizada, organizada e efetiva no que se propõe. Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre o que foi a Censura na Ditadura Militar.-Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahoraConheça o meu canal!https://www.youtube.com/@profvitorsoaresConheça meu outro canal: História e Cinema!https://www.youtube.com/@canalhistoriaecinemaViaje comigo, com o Vogalizando a História e com o Operação Barbarussa pra Grécia e Roma!https://partiu.vip/historiaecinema2026Ouça "Reinaldo Jaqueline", meu podcast de humor sobre cinema e TV:https://open.spotify.com/show/2MsTGRXkgN5k0gBBRDV4okAssista meu outro podcast, o História pros brother!https://open.spotify.com/show/04a8C8gXTLj68lmZiQD8vmCompre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"!https://a.co/d/47ogz6QCompre meu primeiro livro-jogo de história do Brasil "O Porão":https://amzn.to/4a4HCO8Compre a camisa do História em Meia Hora: https://www.blablalogia.com/blablalojinha/akiralampiaoh30Garanta a sua cópia do Imperialismo: América. O primeiro jogo do História em Meia Hora!https://www.asmodee.com.br/imperialismo-america/produto/TJL001Participe da campanha do Censura e garanta a sua cópia!apoia.se/censuraPIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.comApresentação: Prof. Vítor Soares.Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre)REFERÊNCIAS USADAS:- AQUINO, Maria Aparecida de. Censura, Imprensa, Estado Autoritário (1968-1978). Bauru: EDUSC, 1999.- KUSHNIR, Beatriz. Cães de Guarda: Jornalistas e Censores, do AI-5 à Constituição de 1988. São Paulo: Boitempo, 2004.- FICO, Carlos. Como Eles Agiam: Os Subterrâneos da Ditadura Militar. Rio de Janeiro: Record, 2001.- NAPOLITANO, Marcos. 1964: História do Regime Militar Brasileiro. São Paulo: Contexto, 2014.- DIAS, Márcia Tosta. Os Donos da Voz: Indústria Fonográfica Brasileira e Mundialização da Cultura. São Paulo: Boitempo, 2000.- REIMÃO, Sandra. Repressão e Resistência: Censura a Livros na Ditadura Militar. São Paulo: Edusp/FAPESP, 2011.- REIMÃO, Sandra. "Proíbo a publicação e circulação..." — censura a livros na ditadura militar. Estudos Avançados, São Paulo, v. 28, n. 80, p. 75-90, 2014. - CARVALHO, Lucas Borges de. A censura política à imprensa na ditadura militar: fundamentos e controvérsias. Revista da Faculdade de Direito – UFPR, Curitiba, v. 59, n. 1, p. 79-100, 2014 - SMITH, Anne-Marie. Um acordo forçado: o consentimento da imprensa à censura no Brasil. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2000.
This episode is the audio from the AIESEP connect in June 2026 – #AIESEPConnect #CoffeeWithColleagues Physical Literacy Across the World: From a Global Framework to Action Featuring: Johannes Carl – Technical University of Munich, Department Health and Sport Sciences, Germany Kasper Salin – University of Jyväskylä, Faculty of Sport & Health Sciences, Finland Emiliano Mazzoli, PhD – Institute for Physical Activity and Nutrition, School of Health and Social Development, Faculty of Health, Deakin University, Australia Dora Carolo & João Martins – Centro de Estudos em Educação, Faculdade de Motricidade Humana and UIDEF, Instituto de Educação, Universidade de Lisboa, Portugal Jean Pierre-Weerts & Alexandre Mouton – University of Liège, Department of Physical Activity and Rehabilitation Sciences, Research Unit for a Life-Course Perspective on Health & Education, BelgiumSession Video Recording: youtube.com/watch?v=zA-5y4FGELw&feature=youtu.be
Como é a rotina das mulheres de presidiários no Brasil? Quais os impactos do deslocamento de presídios para o interior? Como as "cunhadas" lidam com as regras escritas e não escritas que regem a forma de vestir, as visitas íntimas e o envio de alimentos? Por que muitas dessas mulheres são obrigadas a mudar radicalmente de vida para se adequarem à pena dos companheiros?Ouça a resposta para essas e outras perguntas no episódio 166 de Escafandro.Mergulhe mais fundoNos arredores da prisão: tensões, relações e movimentos de familiares de pessoas presas (link para compra)Manicômios, prisões e conventos (link para compra)Episódios relacionados36: Duas vezes cadeia112: Sorria, você está sendo executado160: InconstitucionalissimamenteEntrevistada do episódioNatália LagoAntropóloga e professora do Departamento de Ciências Sociais na Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Autora de "Nos arredores da prisão" (Hucitec Editora, 2026).Ficha técnicaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Mixagem de som: Vitor Coroa.Produção, reportagem e edição de áudio: Matheus Marcolino.Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.
Neste episódio, resolvemos debater algo necessário para a nossa sociedade que é o vício em jogos de azar na internet ou por aplicativos, geralmente chamada de “bets”. Para isso, Bárbara, Rogério e Graciele conversam com a Mestra Simone Oliane para falar um pouco da sua pesquisa e atuação em vícios comportamentais. Ajude o Pirula https://www.vakinha.com.br/vaquinha/pirulla […]
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez do Professor, Estatístico, Mestre e Doutor em Estatística, Coordenador do Núcleo Intedisciplinar de Neurociência Aplicada da Universidade Federal do ABC, João Ricardo Sato. Só vem! >> OUÇA (82min 13s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino. http://naruhodo.b9.com.br * João Ricardo Sato é Professor Titular da Universidade Federal do ABC. Por cinco anos, foi coordenador do Núcleo de Cognição e Sistemas Complexos, unidade estratégica vinculada diretamente à reitoria da UFABC que tem como objetivo a realização de atividades em equipes interdisciplinares voltadas para a pesquisa, ensino e extensão na área de neurociências e cognição. Linha de pesquisa atual é interação entre neurociências e ciências exatas, com principal foco no neurodesenvolvimento, bases neurais de transtornos psiquiátricos, conectividade cerebral, inteligência artificial e processamento de sinais neurais. Formou-se no Bacharelado em Estatística pela USP em 2002, tendo concluído três iniciações científicas como bolsista PIBIC/CNPQ na área de séries temporais financeiras, com o intuito de atuar no mercado financeiro. No doutorado que se iniciou em 2004, decidiu focar sua pesquisa no desenvolvimento de novos métodos estatísticos para modelar a conectividade cerebral por meio de sinais de ressonância magnética funcional. Este trabalho interdisciplinar realizou-se sob a orientação de um docente do Departamento de Estatística um docente da Faculdade de Medicina da USP. Em 2006, realizou estágio de pesquisa (doutorado-sanduíche) no Instituto de Psiquiatria do Kings College London, onde integrou técnicas computacionais de aprendizado de máquina à sua linha de pesquisa. Após a conclusão do doutorado em 2007, atuou como consultor estatístico e pesquisador do Hospital das Clínicas de São Paulo. Além disso, também atuou como professor no curso de pós-graduação lato sensu da Universidade Metodista em São Bernardo do Campo. Em janeiro de 2009, foi contratado pela UFABC para o cargo de professor adjunto do Centro de Matemática, Computação e Cognição. Em julho de 2009 tornou-se o coordenador do Núcleo de Cognição e Sistemas Complexos (NCSC). Os docentes associados ao NCSC foram a equipe idealizadora do Bacharelado em Neurociências (pioneiro no Brasil) e do programa de pós-graduação em Neurociências e Cognição da UFABC. Esta equipe também foi responsável por todo o planejamento da infra-estrutura para pesquisa científica em neurociências, hoje disponível no primeiro andar do Bloco Delta no Campus de São Bernardo do Campo. Atualmente é coordenador do Núcleo Intedisciplinar de Neurociência Aplicada da Universidade Federal do ABC. Lattes: http://lattes.cnpq.br/7913813209624175 * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo