1992 studio album by Sérgio Mendes
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Temos um voltista. Cada vez resta menos dúvida que um ciclista de grandes voltas surge no pelotão. E ele é verde-amarelo. Henrique Bravo conquistou de forma brilhante o 3⁰ lugar no Giro Next Gen
Existe uma figura central na fé cristã sobre a qual todo crente fala, mas que nem todos compreendem. Ele é apontado como a presença de Deus na vida do crente e, ainda assim, talvez seja... O post RP# 139 – 10 perguntas sobre o Espírito Santo apareceu primeiro em Resistência Podcast.
Paris celebra neste domingo (21) a Festa da Música, evento gratuito que ocupa ruas, praças e espaços culturais com programação diversa e descentralizada, marcada nesta edição 2026 pela presença de culturas urbanas, cenas afro‑europeias e a já tradicional participação brasileira. Criada em 1982, a iniciativa mantém a proposta de transformar a cidade em palco aberto no início do verão europeu, sem concentração em um único espetáculo e com ampla circulação de público entre bairros. Neste domingo (21), Paris volta a organizar a Festa da Música, com uma programação que se espalha por toda a cidade e transforma o espaço urbano em um circuito contínuo de apresentações. O evento ocorre simultaneamente em diversos bairros, sem centralização, com acesso gratuito e livre circulação do público ao longo do dia e da noite. Criado em 1982, o evento ocorre sempre no início do verão no hemisfério norte e se baseia na ocupação simultânea de diferentes espaços urbanos. Ruas, praças, museus, igrejas e edifícios históricos recebem concertos e intervenções musicais ao longo do dia e da noite. Desde então, a festa se consolidou como uma das maiores manifestações culturais do país. Democratizar o acesso à música Mais de quatro décadas depois, o modelo permanece praticamente inalterado, sustentado pela ideia de democratizar o acesso à música ao vivo e integrar diferentes práticas culturais no espaço urbano. Concertos ocorrem em ambientes diversos, incluindo museus, igrejas e edifícios institucionais. A edição de 2026 confirma essa escala abrangente, com centenas de apresentações distribuídas entre ruas, parques, centros culturais e margens do Sena. A cidade se transforma em um grande palco aberto, com programação contínua ao longo do dia. A lógica do evento difere da adotada em grandes festivais comerciais. Não há hierarquia rígida entre atrações, nem um palco principal que concentre o público. Artistas emergentes e nomes mais conhecidos coexistem em condições semelhantes. A proposta segue centrada na democratização do acesso à música ao vivo. Artistas amadores e profissionais compartilham a programação espalhada pela capital francesa, em um formato que privilegia a circulação do público e a descoberta de apresentações fora dos circuitos tradicionais. Leia tambémParis vira “Coachella urbano” por uma noite na Festa da Música de 2025 Culturas urbanas e diásporas africanas A edição de 2026 se destaca pela presença ampliada de expressões ligadas às culturas urbanas e às diásporas africanas na Europa. No centro cultural La Place, em Châtelet, no coração de Paris, um encontro entre o coletivo parisiense AFRO LIVE e o londrino ADA Collective reúne artistas associados às cenas afro‑europeias contemporâneas. A programação evita a lógica de um espetáculo central. Em vez disso, privilegia a diversidade de formatos, com apresentações que vão da música eletrônica e afro a concertos em espaços históricos, além de festas de bairro e performances espontâneas. Projetos internacionais também integram a programação, aproximando artistas de diferentes regiões. Parcerias conectam cenas mediterrâneas e latino‑americanas, ampliando o intercâmbio cultural presente na festa. Leia tambémMais de 120 países comemoram Festa da Música nesta sexta-feira Funk brasileiro no Louvre? Um dos exemplos dessa convivência entre linguagens ocorre na igreja Saint‑Germain‑l'Auxerrois, em frente ao Louvre. Das 16h às 23h59, hora local, o espaço recebe o Baile da Euro, com apresentações de DJs e presença marcante do funk brasileiro. A utilização de um edifício histórico para música urbana contemporânea sintetiza a proposta de ressignificação dos espaços. A festa busca transformar temporariamente o uso dos locais, sem romper com seu valor patrimonial. A programação de 2026 também destaca iniciativas ligadas à cena independente e a projetos multidisciplinares. No bairro do Marais, o novíssimo espaço Sabiá Arte & Cultura reúne música, artes visuais e intervenções urbanas. Para Anderson Vital, também conhecido como DJ Sabiá, a iniciativa exigiu um set list caprichado. “Preparei um set com música brasileira, de São Paulo, de Adoniran Barbosa, até o carimbó do Pará, na voz de Eliana Pittman. Então vai ter samba, vai ter groove, vai ter tropicália, forró, carimbó, e algumas surpresas da variedade francesa”, disse à RFI. O espaço também recebe o coletivo Casa Moyo, voltado à promoção de artistas emergentes e à criação de projetos colaborativos. A organização define sua atuação como a construção de uma comunidade criativa baseada em encontros e experimentação artística. Segundo Julia Vital, cofundadora do centro cultural, os organizadores decidiram “[se] aproximar da Casa Moyo, que é um coletivo de artistas, uma casa criativa que gera uma comunidade artística. Esse coletivo defende a ativação dos espaços, a conexão entre culturas e a criação de experiências”. Ela conta ainda que “há pintores, grafiteiros, músicos, DJs, criadores de moda, fotógrafos e designers. A ideia é que nada seja fixo e que as culturas dialoguem, e as estéticas se misturem”. Vital reforçou que o coletivo reúne artistas de áreas diversas e propõe ativar espaços, conectar culturas e criar experiências. "Vamos apresentar várias disciplinas nesta edição do evento. Haverá exposição de imagens com fotógrafos, há designers gráficos, e há também produção de eventos. Para eles, a ideia é de que nada é fixo e que as culturas dialogam, e as estéticas se misturam. Isso fez muito sentido para nós quando os encontramos, e, como acabamos de abrir a loja, quisemos fazer algo juntos", conclui. Circulação Em parques como o Parc des Buttes‑Chaumont, a expectativa é de grande circulação ao longo do dia. A dinâmica da festa incentiva deslocamentos sem roteiro definido, permitindo ao público alternar entre apresentações. A prática de percorrer diferentes bairros é parte central da experiência. Sem programação centralizada, o evento valoriza a descoberta e o contato direto com manifestações variadas. Embora inspiradora para iniciativas internacionais, a Festa da Música não tem equivalente nacional com a mesma abrangência no Brasil. Ainda assim, cidades brasileiras realizam programações gratuitas e eventos que se aproximam da proposta original. A principal diferença está na escala e na ocupação simultânea do espaço urbano, mais estruturada na França. Ao fim da jornada musical, a cidade reafirma a capacidade de se transformar em palco aberto, reunindo estilos, origens e formatos diversos em uma mesma celebração.
No Comentário Final de hoje, o Dr. Assad comemora o reconhecimento internacional do Hino Nacional Brasileiro, apontado pelo jornal The New York Times como o mais bonito entre os países participantes da Copa. Ele relembra a emoção que o hino desperta nos brasileiros, destaca a força de sua melodia e faz uma reflexão sobre o orgulho e a identidade nacional que a canção representa.#HinoNacional #Brasil #Copa2026 #OrgulhoBrasileiro #Futebol
Para escrever a canção We're Coming Up, Gabriel Parisotto, ou Gabe Waves, mergulhou na história do futebol australiano. O processo incluiu pesquisas sobre momentos marcantes da seleção, participações em Copas do Mundo e jogadores históricos como Tim Cahill e John Aloisi.Para escrever a canção We're Coming Up, Gabriel Parisotto, ou The Gabes Waves, mergulhou na história do futebol australiano. O processo incluiu pesquisas sobre momentos marcantes da seleção, participações em Copas do Mundo e jogadores históricos como Tim Cahill e John Aloisi.
Em Chicago, clima para desenvolvimento da safra norte-americana deve ser o balaziador do mercado
Após quase uma década fora da União Europeia, o pescado brasileiro tenta voltar a um dos mercados mais exigentes do mundo. Auditorias recentes reacenderam a expectativa do setor — mas os desafios vão de rastreabilidade e pesca ilegal até mudanças climáticas. Afinal, o Brasil está pronto para reconquistar a Europa? Este episódio conta com a participação do repórter Matheus Gouvea de Andrade.
O Bioma que Disse "Impossível" e a Ciência que Respondeu "Faz-se"Neste episódio da série Gestão do Agronegócio Brasileiro, exploramos uma das maiores transformações da história agrícola mundial: a conversão do Cerrado brasileiro, antes considerado impróprio para a agricultura, em uma das regiões mais produtivas do planeta. Através da ciência, da pesquisa aplicada e da coragem de inovar, o Brasil superou desafios relacionados à acidez dos solos, à baixa fertilidade natural e à adaptação de culturas ao ambiente tropical. O resultado foi uma revolução silenciosa que mudou a geografia da produção de alimentos e consolidou o país como potência agrícola global. Uma história de conhecimento, persistência e visão de futuro que mostra como limitações podem se transformar em oportunidades quando gestão, tecnologia e ciência caminham juntas.
O incômodo de alguns atletas ocorreu após algumas declarações do técnico nas últimas semanas sobre o elenco. Parte dos jogadores não gostou da exposição em críticas de Renato feitas em coletivas. A declaração sobre jogadores colombianos, ocorrida antes da parada para a Copa do Mundo, já não havia repercutido bem e gerou desgaste com Marino Hinestroza, por exemplo.
Análise estima que restrição do processo resultará em ociosidade industrial e limitações no escoamento de produtos derivados
O Balcão360 saiu do estúdio e foi para a Feirinha de Lagoa Santa receber o Choro da Lagoa.Um episódio com música brasileira ao vivo, roda de choro, samba, bossa nova, Pixinguinha, Chiquinha Gonzaga, Hermeto Pascoal, improviso, boteco e cultura acontecendo perto do povo.No papo, o grupo fala sobre a origem do choro, a força da roda, a relação com o samba e a bossa, o debate sobre “jazz brasileiro” e o sonho de manter o Choro da Lagoa vivo em Lagoa Santa.Tem música na mesa, causos de balcão e uma frase que resume o episódio:“Em tempos de IA, a música acontece aqui na hora.”Balcão360 - Papo, Goró, Som e Rolê.Convidado:Choro da LagoaInstagram: https://www.instagram.com/chorodalagoa/Balcão360:Instagram: https://www.instagram.com/balcao360/YouTube: https://www.youtube.com/@balcao360Apoie: https://apoia.se/balcao360Apoiadores:Breedom Cervejariahttps://www.instagram.com/breedomcervejaria/Lambe Lambehttps://www.instagram.com/bebalambelambe/Licor Anauêhttps://www.instagram.com/anaue.licor/WL Importados BHhttps://www.instagram.com/wl_importadosbh/Academia Vem Malhar Premiumhttps://www.instagram.com/vemmalharpremium/Capítulos:00:00:00 Choro ao vivo na Feirinha00:01:08 Começa o Balcão36000:01:34 Conheça o Choro da Lagoa00:04:32 Música na rua, perto do povo00:06:36 Como o choro continua vivo?00:09:00 O que tem numa roda de choro?00:13:07 A origem brasileira do choro00:15:00 Choro, samba e bossa nova00:18:36 Chiquinha Gonzaga e Pixinguinha00:24:03 O debate do jazz brasileiro00:28:21 A Feirinha virou palco00:30:01 Roda de choro não tem ensaio00:33:46 Música real em tempos de IA00:36:07 Improviso ao vivo no Balcão00:40:13 As influências dos músicos00:46:14 Hermeto Pascoal e música sem fronteira00:51:33 Botecos e petiscos do Vetor Norte00:56:41 O sonho do Choro da Lagoa01:00:11 Onde acompanhar o grupo01:02:01 Saideira na Lagoa
Nesse Curto-Circuito 92, Ronaldo Bicalho e Clarice Ferraz recebem a visita do engenheiro Altino Ventura para uma conversa sobre a crise atual do Setor Elétrico Brasileiro. Clarice é professora da Escola de Química da UFRJ e Ronaldo é pesquisador do Instituto de Economia da UFRJ. Ambos são pesquisadores do Grupo de Economia da Energia do IE/UFRJ e diretores do Instituto Ilumina.
Nesse Curto-Circuito 92, Ronaldo Bicalho e Clarice Ferraz recebem a visita do engenheiro Altino Ventura para uma conversa sobre a crise atual do Setor Elétrico Brasileiro. Clarice é professora da Escola de Química da UFRJ e Ronaldo é pesquisador do Instituto de Economia da UFRJ. Ambos são pesquisadores do Grupo de Economia da Energia do IE/UFRJ e diretores do Instituto Ilumina.
Limão caviar brasileiro: pérolas de suco, preço de ouro e agora cultivado aqui. Descubra a Faustrime, a primeira variedade nacional registrada pelo IAC
Editorial: A Justiça italiana livra Carla Zambelli e expõe o arbítrio brasileiro
Brasileiro assumiu comando dos Trail Blazers na temporada passada e levou equipe aos play ins.
A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência destina assegurar e promover condições de igualdade entre cidadãos, porém, apenas 1% das páginas do país são acessíveis, segundo levantamento do Movimento Web para Todos. Entrevistamos Carla Beraldo, idealizadora do Protocolo Reverta de Acessibilidade e Vencedora do Google News Challenge #2022 e falamos sobre a autonomia e as dificuldades de portadoras de deficiência ao acessar conteúdos jornalísticos e sobre os deveres legais dos veículos de comunicação.Reportagem: Leticia LourençoEdição: Thiago Kropf
Kelly, PG e Wainer trazem as principais informações do dia sobre comportamento, cultura, humor, futebol, cotidiano, política e opinião. O Timeline Gaúcha vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 10h às 11h, com transmissão simultânea no YouTube.
André Rezende, fundador da Prática Produtos, conta como transformou uma pequena operação no interior de Minas Gerais em uma das maiores fabricantes de equipamentos para food service do mundo. Em entrevista para Mariana Amaro, em mais um episódio Do Zero ao Topo, ele revela os erros do começo, a virada durante o apagão de 2001, a expansão para EUA e mais de 50 países e como a empresa saiu do Brasil para competir com gigantes globais.
E aí, tudo bem por aqui?Profa Ju aqui. Sejam todos bem-vindos, semana começando e mais um episódio do nosso podcast Falar Português Brasileiro para você aprender mais um pouquinho de português. Onde quer que você esteja neste momento sinta-se abraçado! Estamos aqui para mais uma semana.Onde quer que você esteja, caminhando, dirigindo, lavando a louça, organizando a casa, trabalhando ou simplesmente aproveitando alguns minutos para estudar português — nós estamos com você.Neste episódio vamos falar sobre um detalhe relevante entre dois tempos verbais do modo indicativo. Detalhe que faz toda a diferença e que por sinal, em uma das aulas do curso de gramática eu fiz uma orientação sobre esse ponto que distingue os verbos no pretérito perfeito e no futuro do presente. Essa diferença é capaz de mudar completamente o tempo de uma ação e gerar problemas de comunicação, tudo isso por causa de uma única sílaba. Veja a diferença entre “eles falaram e eles falarão. Você percebeu a diferença?
No Provoca desta semana, Marcelo Tas recebe Yohansson Nascimento, ex-atleta paralímpico, multicampeão e atual vice-presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro.Nascido em Maceió (AL), Yohansson nasceu sem as duas mãos em decorrência da rubéola contraída por sua mãe durante a gestação. Sua trajetória no esporte começou de forma inesperada, aos 17 anos, quando foi convidado por uma treinadora a conhecer o atletismo paralímpico. Pouco tempo depois, já representava o Brasil em competições internacionais.Ao longo da carreira, conquistou 6 medalhas paralímpicas, 11 medalhas em Campeonatos Mundiais e 8 medalhas em Jogos Parapan-Americanos, tornando-se um dos maiores velocistas da história do esporte paralímpico brasileiro.Na conversa, Yohansson relembra sua infância, os desafios enfrentados dentro e fora das pistas, a histórica medalha de ouro nos Jogos Paralímpicos de Londres 2012, o emocionante pedido de casamento após a vitória e sua atuação atual à frente do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Revelado pelo Vasco da Gama nos anos 1960, o volante aceitou proposta do futebol australiano em 1971, tornando-se um dos principais jogadores do país em seu tempo. Além de defender os Socceroos entre 1975 e 1979, foi jogador e treinador do Dulwich Hill, clube ligado ao Madeira Club, da comunidade portuguesa de Sydney.
No âmbito internacional, investidores passam a avaliar clima na África e possível excesso de oferta
Alexandre Garcia comenta pesquisa sobre aumento da corrupção no governo Lula, escândalos no Judiciário, e ação dos EUA contra facções.
Mercado fechou pregão desta 3ª feira de lado na CBOT, com fatores só de pressão ainda sobre os futuros. Espera pelo USDA renova cautela entre os players.
Profa Ju chegando.Seja muito bem-vindo, seja muito bem-vinda a mais um episódio do nosso podcast Falar Português Brasileiro o podcast que ensina português contando histórias. O podcast existe porque você está aquicomigo semanalmente! Mais uma vez, desejo uma boa semana! Hoje é um episódio especial. Hoje, a gente encerra um ciclo. Deve estar se perguntando qual, né?
Neste episódio do Pura Connection, André Bintang recebe Paulo Filho, um dos lutadores e professores mais lendários do Brasil, com décadas de experiência no judô, jiu‑jitsu e no Vale‑Tudo. Paulo conta sua trajetória desde as primeiras aulas para tratar bronquite até os tatames do Carlson e os ringues do Pride; fala sobre as vitórias, as derrotas, as lesões e os fantasmas que todo atleta carrega. Campeão em diversas frentes, com passagem vitoriosa por judô de alta performance e depois por jiu‑jitsu e MMA, Paulo é referência técnica e humana, um exemplo de disciplina, coragem e compromisso com a essência marcial.O que você vai ouvir neste episódio:- A evolução histórica e cultural do jiu‑jitsu no Brasil: como pegamos técnicas nipônicas e transformamos em laboratório nacional; a importância do Hélio, do Carlson e do legado Gracie.- Diferença entre treino esportivo e treino marcial: por que estamos perdendo eficiência prática e defesa pessoal ao priorizar apenas posições e variações.- Memórias do Pride e do Vale‑Tudo: treinos brutais, a necessidade de “saber apanhar”, o condicionamento para resistir sob pressão e como isso molda o caráter.- Fundamentos técnicos que fizeram a diferença: ajustes simples que mudaram lutas (exemplo dos treinos com Rickson e William), a importância da distribuição de peso, conexão e adaptações por biotipo.- Judô como escola de competição e ritmo: a formação em clubes, cargas de treino olímpico e a transferência desses princípios para o jiu‑jitsu e MMA.- Treinamento “cansado” e simulações realistas: por que treinar sob exaustão e apanhar controladamente é essencial para quem busca efetividade em combate.- Aspecto humano: perdas, lutos e resiliência, a morte do pai, a queda emocional, o poder curativo da comunidade do jiu‑jitsu para muitos.- Projetos futuros, ensino e legado: seminários, cursos de guarda para defesa pessoal e o desejo de transmitir sem repetir os antigos tropeços.Paulo não fala só de golpes: fala de postura, de formação de caráter e de como a prática marcial pode transformar uma vida.
Recém-nomeado Embaixador da Boa Vontade, Alok falou à ONU News sobre seu papel na mobilização de novas gerações; ele elogiou o trabalho da ONU e disse que está motivado a gerar mais consciência sobre um futuro pautado em sustentabilidade.
Os Estados Unidos ameaçaram aplicar um novo tarifaço mundial. Desta vez, com sobretaxas de até 12,5%. A lista americana incluiu o Brasil. A alegação foi de falha na fiscalização de trabalho forçado. O governo brasileiro disse que a nova ameaça é absurda, e falou em reciprocidade. Um estudo mostrou que o Brasil desperdiça, todo ano, água suficiente para abastecer 77 milhões de pessoas. O Oriente Médio teve mais um dia de ataques, apesar do cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã. Na série especial, um tributo à ousadia da seleção brasileira.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: O Brasil tem até o dia 15 de julho para apresentar uma resposta aos Estados Unidos sobre a tarifa de 25% sobre produtos. A proposta americana ainda precisa passar por consulta pública. O texto prevê exceções para determinados produtos, como alguns tipos de carne, café e peças de avião. E ainda: Brasil faz primeiro treino nos EUA de olho na estreia na Copa do Mundo.
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E aí? Tudo bem por aqui?Seja muito bem-vinda, muito bem-vindo! Eu sou a professoraJuliana este é o nosso podcast Falar Português Brasileiro. No episódio 196 – A Fernanda, o mestrado e os artrópodes dosolo, tivemos a convidada Fernanda para conversar com a gente, naquele episódio a aluna tinha acabado de chegar aqui no Brasil para realizar a sua pesquisa, hoje, depois de todo esse período, A Fernanda volta para conversar com a gente sobre a vida aqui no brasil.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (01): O segundo turno das eleições presidenciais na Colômbia está definido e será marcado por uma forte polarização política. A votação ocorrerá em 21 de junho e colocará frente a frente o candidato conservador Abelardo de la Espriella e o governista Iván Cepeda. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6x1 e reduz a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas está em análise no Senado Federal após ser aprovada em dois turnos pela Câmara dos Deputados. O texto estabelece a garantia de pelo menos dois dias de descanso por semana e prevê um período de transição para adaptação das empresas e trabalhadores. O estado de São Paulo registrou em 2024 a menor taxa de homicídios do país, segundo o Atlas da Violência 2026, elaborado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O índice paulista ficou em 6,6 mortes por 100 mil habitantes, abaixo de Santa Catarina, que registrou 8,1, e do Distrito Federal, com 10,3. A média nacional foi de 20,1 homicídios por 100 mil habitantes. O levantamento também mostra que São Paulo ocupa a primeira posição no ranking desde 2015 e acumulou uma redução de 53,2% na taxa de homicídios ao longo do período, uma das maiores quedas observadas entre as unidades da federação. Pesquisa da Real Time Big Data divulgada nesta segunda-feira aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva à frente do senador Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno das eleições presidenciais de 2026. No cenário testado, Lula aparece com 45% das intenções de voto, enquanto Flávio registra 40%. Os votos brancos e nulos somam 8%, e 7% dos entrevistados disseram não saber ou preferiram não responder. O governo do Irã afirmou que qualquer acordo com os Estados Unidos para encerrar o atual conflito dependerá da implementação de um cessar-fogo efetivo no Líbano. Durante entrevista coletiva, o porta-voz da diplomacia iraniana, Esmaeil Baghaei, declarou que a interrupção das operações militares de Israel em território libanês é uma condição essencial para o avanço das negociações. Baghaei também acusou Washington de continuar violando entendimentos firmados com Teerã e afirmou que o país adotará todas as medidas consideradas necessárias para proteger sua segurança nacional. O avanço dos casos de Ebola em algumas regiões do mundo tem gerado preocupação internacional, mas autoridades de saúde destacam que o risco de uma epidemia no Brasil é considerado baixo. A doença é altamente grave e pode causar surtos localizados, exigindo monitoramento constante e protocolos rigorosos de vigilância sanitária. Para esclarecer quais são os principais sintomas, formas de transmissão, medidas de prevenção e o nível de risco para a população brasileira, a Jovem Pan entrevista o médico infectologista Jean Gorinchteyn. O governador de Goiás e pré-candidato à Presidência, Ronaldo Caiado, comentou as conversas com o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, sobre uma possível composição da centro-direita para as eleições de 2026. Durante agenda no Rio Grande do Sul, Caiado afirmou que o objetivo é evitar a fragmentação do campo político e construir uma convergência capaz de fortalecer o grupo em um eventual segundo turno. A Polícia Civil de São Paulo deflagrou uma operação para investigar suspeitas de fraude e desvio de recursos envolvendo o Instituto Conhecer Brasil, ONG responsável por um contrato de R$ 108 milhões com a Prefeitura de São Paulo para instalação de wi-fi público na cidade. O instituto pertence à empresária Karina Ferreira da Gama, sócia da produtora Go UP Entertainment, responsável pela produção do filme Dark Horse. Mandados de busca e apreensão foram cumpridos em endereços ligados à empresária e também na Secretaria Municipal de Tecnologia e Inovação de São Paulo. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
DJ renomado e apoiador de causas indígenas será estrela de campanha do Dia Mundial do Meio Ambiente; ele contribui com agência da ONU em ação que une o público em torno da ação climática por meio da música, voz e participação.
O Bola da Vez desta semana recebe o meia Gregore, ex-Bahia e campeão da Libertadores e Brasileiro pelo Botafogo em 2024. Atualmente no Al-Rayyan do Qatar, contou histórias do começo de sua carreira, relembrou o ano mágico com o Glorioso e projetou o futuro de sua carreira. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Entre o concreto das cidades e o eco das quadras, o basquete de rua ganha densidade, memória e significado no olhar do fotógrafo brasileiro Dante Prochet. Em sua primeira exposição, no Porto, ele constrói uma narrativa visual que ultrapassa o esporte e se firma como um retrato sensível de identidade, pertencimento e vida urbana. Luciana Quaresma, correspondente da RFI em Lisboa Nas imagens de Dante Prochet a quadra não é apenas um espaço delimitado por linhas, mas também um território simbólico. É ali que corpos se movem, histórias se cruzam e comunidades se formam. É dessa matéria viva que nasce a mostra “Basquete: O Manifesto”. A exposição de estreia do fotógrafo brasileiro em Portugal revela um olhar autoral consistente. Aos 20 anos, vivendo há cinco no país, o fotógrafo apresenta um trabalho que surpreende pela maturidade e pela clareza de intenção. O projeto teve origem em um livro, concebido como trabalho final acadêmico e, que ganha escala e intensidade em novo contexto. As imagens, ampliadas, impressas com cuidado e distribuídas de forma a manter o ritmo narrativo do livro, convidam o espectador a uma experiência mais lenta, quase imersiva. “Manifesto”, aqui, não é metáfora vazia e sim, como define o próprio artista, uma declaração. “Quis mostrar, pelas minhas fotos, a cultura do basquete de rua”, explica. Ele faz isso deslocando o olhar do jogo em si para os elementos que o sustentam e carregam história: os encontros, os códigos, os gestos e os espaços. Lisboa e Nova York O trabalho se organiza a partir de um eixo geográfico e simbólico, entre Lisboa e Nova York. Duas cidades que, à primeira vista, pouco têm em comum, mas que se aproximam na linguagem universal do basquete de rua. “Nova York é o centro desse universo, com quadras icônicas por onde passaram e ainda passam jogadores da NBA e grandes nomes do basquete mundial. São espaços carregados de história, quase míticos dentro da cultura do esporte. O que me interessava era justamente colocar isso em diálogo com a realidade portuguesa, muito mais discreta em termos de projeção, mas que, para mim, tem o mesmo peso em significado. São contextos diferentes, mas que se encontram na forma como o basquete de rua constrói comunidade e identidade”, afirma. Um manifesto entre memória e território Nas imagens feitas na cidade americana, as quadras surgem como espaços carregados de memória, lugares onde passaram jogadores profissionais, onde nasceram lendas e onde o jogo se mistura à própria construção da identidade local. Em Lisboa, por outro lado, o olhar se volta também para as ausências, como a precariedade, a falta de incentivo, a fragilidade de estruturas das quais, muitas vezes, dependem comunidades inteiras. É nesse ponto que o trabalho ganha densidade crítica. Fotografias como Quadra Quebrada condensam essa tensão. A imagem nasceu de uma experiência pessoal, depois que uma quadra próxima à casa do fotógrafo teve a cesta retirada após reclamações de barulho. “Ali existia uma comunidade. Quando tiraram a cesta, aquilo simplesmente acabou”, lembra. O que se vê, então, não é apenas a ausência de um equipamento, mas o esvaziamento de um espaço de convivência. Uma estética que aproxima A força das imagens também reside na linguagem utilizada. Influenciado por nomes como William Klein, nova-iorquino e um dos fotografos mais influentes do século XX, Prochet aposta em uma estética mais crua, menos polida, que aproxima o espectador da ação. Há movimento, ruído, tensão. Ao mesmo tempo, referências como Robert Adams, fotógrafo americano ligado ao movimento New Topographics, ajudam a construir momentos de pausa e composição mais limpa, criando um equilíbrio que sustenta a narrativa visual. Outro contraste entre o basquete de rua e o basquete federado atravessa o trabalho. Enquanto o segundo é marcado por regras, uniformes e controle, o primeiro se afirma como espaço de liberdade. “Na rua, você joga como quer, se veste como quer. Existe uma liberdade total”, diz Prochet. Essa autonomia aparece não apenas nos gestos dos jogadores, mas também na forma como ocupam o espaço e constroem sua identidade. Em um tempo dominado pela circulação acelerada de imagens, o jovem também propõe uma reflexão sobre a materialidade da fotografia. Para ele, há uma diferença decisiva entre ver uma imagem na tela do celular e encontrá-la em uma parede. “Você perde detalhes importantes no digital, como o brilho e a textura do papel. Isso muda completamente a experiência”, afirma. Ainda assim, reconhece a ambivalência das redes sociais que, ao mesmo tempo em que ampliam o alcance do trabalho, também reduzem parte de sua potência sensorial. A estreia em Portugal surge a partir da relação com um coletivo artístico local, e o resultado, segundo o próprio fotógrafo, supera as expectativas iniciais. Mais do que um primeiro passo, Basquete: O Manifesto se apresenta como um gesto inaugural que já carrega identidade. Há, no trabalho de Dante Prochet, uma compreensão clara de que o essencial não está apenas no jogo, mas em tudo o que o cerca. E é nesse entorno, feito de pessoas, histórias e espaços, que sua fotografia encontra força, sentido e permanência. A exposição “Basquete: O Manifesto”, em cartaz na Temporada Social Club, no Porto, segue aberta ao público até 14 de julho
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O Podcast Safety Talks traz a cada edição um ponto de discussão pertinente sobre segurança nas pistas. Neste programa, Erick Gabriel e Ricardo Molina recebem Binho Carcasci, presidente da Comissão Nacional de Kart, e André Nicastro, multicampeão de kart e representante oficial da Tony Kart no Brasil.
A exportação torna a carne bovina mais cara para o brasileiro?Conheça os dados e me diga: você já sabia disso?
E aí? Tudo bem por aqui?Seja muito bem-vinda, muito bem-vindo! Eu sou a professoraJuliana este é o nosso podcast Falar Português Brasileiro. No episódio 196 – A Fernanda, o mestrado e os artrópodes dosolo, tivemos a convidada Fernanda para conversar com a gente, naquele episódio a aluna tinha acabado de chegar aqui no Brasil para realizar a sua pesquisa, hoje, depois de todo esse período, A Fernanda volta para conversar com a gentesobre a vida aqui no brasil. Este episódio será dividido em duas partes, a primeira partesobre a pesquisa, o trabalho, a chegada e depois uma conversa aleatória sobre as experiencias no Brasil. Vamos lá?
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Edgard Maciel de Sá, Phill e Jéssica Maldonado analisam a atuação contra o Mirassol, mais um gol em bola aérea, o pênalti anulado e a rodada decisiva da Libertadores. DÁ O PLAY!
Qual é a briga real do Cruzeiro no Brasileiro? Kenji e Otávio: o futuro do Cruzeiro dando resultados no presente. Cruzeiro tem lateral do Racing no radar para a janela. Sinisterra e Villalba ficam no Cruzeiro? Igor Júlio vem? Classificação na Libertadores será tranquila? Com Gabriel Duarte, Malu Rabello, Fernanda Hermsdorff e Guilherme Macedo. Edição: Lavinia Aguiar.
Veja também em youtube.com/@45_graus Marco Neves é professor na NOVA FCSH e investigador na área das línguas, literaturas e culturas. É autor de mais de quinze livros sobre temas linguísticos. Dedica-se à comunicação sobre língua portuguesa por escrito, na rádio, na televisão e nas redes sociais. É autor dos programas Português Suave, na Rádio Observador, e Esta Língua Que Nos Une, na RTP. -- Inquérito aos ouvintes do 45 Graus _______________ Índice (2ª Parte): Aos 1:05:12 O caminho do Indo-Europeu até ao Latim e depois ao Português Como é que o Latim deu origem a línguas tão diferentes na Europa? Que línguas pre-romanas havia na Península? Manteiga, das palavras mais antigas Lápide funerária de Wadbar O papel das redundâncias e pleonasmos na língua Há X tempo atrás As guerras entre linguistas O caso do split infinitive no inglês A discussão em torno do novo Acordo Ortográfico O Galego e o Português O caso da Noruega e das duas normas de ortografia Estrangeirismos Palavras importadas inesperadas: sexo, glamour Línguas eruditas vs línguas de rua Website Ethnologue O caso de Cabo Verde O caso do Brasil. Livro O Português à Descoberta do Brasileiro, de Fernando VenâncioSee omnystudio.com/listener for privacy information.
As primeiras fases da etapa neozelandesa não causou surpresa.A temporada 2026 da WSL é um Tour de force bananeiro, parecido com Royce Gracie em 1993 e 94- há sempre luta, o Brasil não tem adversários.Quando os estrangeiros colocam a cabeça pra fora d'água, aparece logo outra onda para oferecer um caldo ainda mais longo.A trilha do episodio tem Isolation com os Balu Brigada, Seu Jorge (com Beck!) tocando um Cover do Nick Drake, River Man e Muito, clássico do Caetano Veloso, do disco homônimo de 1978.
Dr. Lorenzo Tomé conversa com Bruno Colantoni, cardiologista e presidente do Colégio Brasileiro de Medicina de Estilo de Vida (CBMEV), sobre uma das transições mais importantes da medicina contemporânea: sair do modelo de tratar doenças para construir saúde de fato, e o que isso significa para a carreira e o consultório do médico. O episódio parte de um dado que não dá pra ignorar: 75% das mortes no Brasil e no mundo vêm de doenças crônicas não transmissíveis, e o modelo de consulta avulsa não foi feito para tratar esse perfil de paciente. A conversa passa pela origem da especialidade nos Estados Unidos, pelos seis pilares da MEV, pela ciência da mudança de comportamento e pelo processo completo de certificação internacional. Mas também vai além disso trazendo a discussão sobre por que o paciente paga caro pela caneta emagrecedora e não paga pela consulta, o que isso revela sobre percepção de valor, e como o médico pode reposicionar a sua entrega dentro de um mercado de wellness que movimenta R$ 100 bilhões por ano no Brasil. Se você já sabe que precisa entregar mais ao paciente, mas ainda não encontrou a estrutura clínica e de negócio para fazer isso, esse episódio aponta o caminho. O background do Bruno Colantoni Bruno Colantoni é médico cardiologista formado pela Faculdade de Medicina de Marília, com residência em Clínica Médica, Cardiologia e Ecocardiografia pela Unicamp. Construiu carreira como cardiologista clínico, sócio de clínica própria, e ao longo do processo viveu na pele a transformação que hoje ensina: partiu de um quadro de obesidade, sedentarismo e triglicérides de 700 mg/dL para emagrecer 30 kg e descobrir, a partir da própria experiência, o impacto real dos hábitos de vida nos desfechos clínicos. Em 2018, participou de um curso de Lifestyle Medicine em Harvard, onde teve contato com os fundadores do Colégio Brasileiro de Medicina de Estilo de Vida. Desde então, dedica sua carreira à difusão e consolidação da MEV no Brasil, hoje como presidente do CBMEV e parceiro estratégico da SD Escola na capacitação dos médicos em medicina de estilo de vida. Entre na Comunidade SD no WhatsApp e tenha conteúdo gratuito todos os dias sobre negócios médicos. Acesse Assista esse episódio também em vídeo no Youtube no nosso canal Saúde Digital Podcast! Acesse os episódios anteriores! SD358 - Upsell ético no consultório: mercado de wellness sem "empurroterapia" SD357 - As consultas avulsas estão falindo SD356 - O que ninguém lhe ensinou sobre sucessão na medicina Musica: Declan DP - Climb Music © Copyright Declan DP 2018 - Present. https://license.declandp.info | License ID: DDP1590665
Edgard Maciel de Sá, Cauê Rademaker e Phill analisam a atuação na vitória por 2 a 1, a boa campanha no Brasileiro, a titularidade de Ignácio e o ambiente antes da decisão pela Libertadores. DÁ O PLAY!
E aí, tudo bem por aqui?Profa Ju chegando. Sejam todos bem-vindos, Semanacomeçando e mais um episódio do nosso podcast Falar Português Brasileiro para você aprender mais um pouquinho de português, o podcast que te acompanha enquanto você caminha, lava a louça, dirige, passeia com o cachorro, organiza a casa ou simplesmente tira alguns minutos do dia para estudar português.Vamos continuar falando sobre os verbos? Contudo, diferente dos episódios anteriores, vou contar uma história. Não vamos começar falando das regras, vamos começar falando sobre uma sensação. Sabe aquele momento em que você percebe que algo já mudou, acabou… e não tem mais volta? Talvez tenha sido uma conversa. Talvez uma decisão. Talvez um dia comum… que terminou diferente.Esse momento tem um tempo verbal. E é sobre ele que a gente vai falar hoje.O pretérito perfeito do indicativo. Não vou falar como gramática, vou falar como vida, experiência. Quero que feche os olhos por um segundo ... bom, se puder, se não estiver dirigindo ou fazendo qualquer outra coisa que possa colocar em risco a sua vida. Fecha os olhos por um segundo… se puder
Convidados: Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro De Segurança Pública e Paulo Renato Soares, jornalista da TV Globo e um dos repórteres do documentário ‘Territórios' do Globoplay. O Brasil vive um processo de interiorização da violência, com o avanço das facções criminosas para cidades médias e pequenas. É o que mostram estudos do Fórum Brasileiro de Segurança Pública em parceria com o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). Enquanto grandes capitais (como Fortaleza, São Luís e Goiânia) reduziram as taxas de homicídios em mais de 60% entre 2013 e 2023, municípios do interior passaram a concentrar episódios de violência antes restritos às metrópoles. Como mostra o documentário do Globoplay “Territórios – Sob o Domínio do Crime”, o crime organizado deixou de ser um fenômeno localizado e passou a atuar de forma articulada em escala nacional e transnacional, apoiado no domínio de territórios, no uso da força armada, na influência dentro do sistema prisional, na penetração em atividades da economia formal e em práticas de corrupção. "A gente escolheu esse nome 'Territórios', porque este é o ponto: é grave a dominação armada de territórios que acontece muito no Rio de Janeiro e está se espalhando por tudo quanto é lugar. Isso subjuga milhões de pessoas. Eles impõem regras a elas, que são consumir produtos e serviços imposto pelos traficantes", disse Paulo Renato Soares, um dos repórteres do documentário. Cidades como Rio Claro, no interior de São Paulo, com cerca de 200 mil habitantes, viraram palco de disputa entre o PCC e o Comando Vermelho. A localização, próxima a grandes rodovias, transformou a cidade em um ponto estratégico para o tráfico. Na Bahia, o município de Juazeiro, a 500 quilômetros de Salvador, reflete esse mesmo movimento. Lá, a taxa de homicídios chega a 76,2 por 100 mil habitantes, três vezes maior que a média nacional. E, na Amazônia Legal, formada por nove estados, a presença do crime organizado já alcança 45% dos municípios. De acordo com Samira Bueno, do Fórum Brasileiro De Segurança Pública, com esse avanço, o Estado precisa considerar a atuação das facções não apenas no âmbito da segurança pública, mas também na formulação de políticas de habitação, transporte e até no processo eleitoral. No Rio de Janeiro, por exemplo, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) tem realizado uma força-tarefa para conter a influência do crime organizado nas eleições.