1992 studio album by Sérgio Mendes
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Neste episódio da série Gestão do Agronegócio Brasileiro, viajamos por mais de cinco séculos de história para compreender como o Brasil se transformou de uma economia baseada no pau-brasil e na cana-de-açúcar em uma das maiores potências agrícolas do planeta. Percorremos os ciclos do café, os desafios da modernização agrícola, a Revolução Verde e o papel decisivo da pesquisa nacional na construção de uma agricultura tropical altamente produtiva. Mais do que uma retrospectiva histórica, este episódio revela como as escolhas do passado moldaram os desafios e as oportunidades do presente. Uma reflexão sobre inovação, adaptação e evolução contínua. Porque entender a trajetória do agro brasileiro é essencial para tomar decisões mais inteligentes sobre o seu futuro. Referências bibliográficas desta aula: PRADO JÚNIOR, Caio. História Econômica do Brasil. São Paulo: Brasiliense, 2012. FAVARETO, Arilson; LAZZAROTTI, Ênio. A Revolução Verde e a Modernização da Agricultura Brasileira. São Paulo: Editora Unesp, 2019. FURTADO, Celso. Formação Econômica do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2007. EMBRAPA. 40 Anos de Contribuição à Agricultura Brasileira. Brasília: Embrapa, 2013.IBGE. https://shre.ink/3iUB
No Provoca desta semana, Marcelo Tas recebe Yohansson Nascimento, ex-atleta paralímpico, multicampeão e atual vice-presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro.Nascido em Maceió (AL), Yohansson nasceu sem as duas mãos em decorrência da rubéola contraída por sua mãe durante a gestação. Sua trajetória no esporte começou de forma inesperada, aos 17 anos, quando foi convidado por uma treinadora a conhecer o atletismo paralímpico. Pouco tempo depois, já representava o Brasil em competições internacionais.Ao longo da carreira, conquistou 6 medalhas paralímpicas, 11 medalhas em Campeonatos Mundiais e 8 medalhas em Jogos Parapan-Americanos, tornando-se um dos maiores velocistas da história do esporte paralímpico brasileiro.Na conversa, Yohansson relembra sua infância, os desafios enfrentados dentro e fora das pistas, a histórica medalha de ouro nos Jogos Paralímpicos de Londres 2012, o emocionante pedido de casamento após a vitória e sua atuação atual à frente do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Revelado pelo Vasco da Gama nos anos 1960, o volante aceitou proposta do futebol australiano em 1971, tornando-se um dos principais jogadores do país em seu tempo. Além de defender os Socceroos entre 1975 e 1979, foi jogador e treinador do Dulwich Hill, clube ligado ao Madeira Club, da comunidade portuguesa de Sydney.
No âmbito internacional, investidores passam a avaliar clima na África e possível excesso de oferta
A exportação de mel brasileiro vem crescendo nos últimos anos, mas ainda enfrenta desafios geopolíticos. Nesta entrevista, Renato Azevedo, presidente da Associação Brasileira dos Exportadores de Mel (Abemel) analisa o cenário atual e as perspectivas para o futuro da atividade.>> CRÉDITOS:Produção, roteiro e locução: Mauro Meurer e Maurício FrighettoApoio técnico e edição: Eduardo Mayer
Alexandre Garcia comenta pesquisa sobre aumento da corrupção no governo Lula, escândalos no Judiciário, e ação dos EUA contra facções.
Mercado fechou pregão desta 3ª feira de lado na CBOT, com fatores só de pressão ainda sobre os futuros. Espera pelo USDA renova cautela entre os players.
Ordeli Savedra Gomes, tenente-coronel, participou do programa Assunto Nosso para falar sobre o Código de Trânsito Brasileiro.
Ordeli Savedra Gomes, tenente-coronel, participou do programa Assunto Nosso para falar sobre o Código de Trânsito Brasileiro.
Profa Ju chegando.Seja muito bem-vindo, seja muito bem-vinda a mais um episódio do nosso podcast Falar Português Brasileiro o podcast que ensina português contando histórias. O podcast existe porque você está aquicomigo semanalmente! Mais uma vez, desejo uma boa semana! Hoje é um episódio especial. Hoje, a gente encerra um ciclo. Deve estar se perguntando qual, né?
Neste episódio do Pura Connection, André Bintang recebe Paulo Filho, um dos lutadores e professores mais lendários do Brasil, com décadas de experiência no judô, jiu‑jitsu e no Vale‑Tudo. Paulo conta sua trajetória desde as primeiras aulas para tratar bronquite até os tatames do Carlson e os ringues do Pride; fala sobre as vitórias, as derrotas, as lesões e os fantasmas que todo atleta carrega. Campeão em diversas frentes, com passagem vitoriosa por judô de alta performance e depois por jiu‑jitsu e MMA, Paulo é referência técnica e humana, um exemplo de disciplina, coragem e compromisso com a essência marcial.O que você vai ouvir neste episódio:- A evolução histórica e cultural do jiu‑jitsu no Brasil: como pegamos técnicas nipônicas e transformamos em laboratório nacional; a importância do Hélio, do Carlson e do legado Gracie.- Diferença entre treino esportivo e treino marcial: por que estamos perdendo eficiência prática e defesa pessoal ao priorizar apenas posições e variações.- Memórias do Pride e do Vale‑Tudo: treinos brutais, a necessidade de “saber apanhar”, o condicionamento para resistir sob pressão e como isso molda o caráter.- Fundamentos técnicos que fizeram a diferença: ajustes simples que mudaram lutas (exemplo dos treinos com Rickson e William), a importância da distribuição de peso, conexão e adaptações por biotipo.- Judô como escola de competição e ritmo: a formação em clubes, cargas de treino olímpico e a transferência desses princípios para o jiu‑jitsu e MMA.- Treinamento “cansado” e simulações realistas: por que treinar sob exaustão e apanhar controladamente é essencial para quem busca efetividade em combate.- Aspecto humano: perdas, lutos e resiliência, a morte do pai, a queda emocional, o poder curativo da comunidade do jiu‑jitsu para muitos.- Projetos futuros, ensino e legado: seminários, cursos de guarda para defesa pessoal e o desejo de transmitir sem repetir os antigos tropeços.Paulo não fala só de golpes: fala de postura, de formação de caráter e de como a prática marcial pode transformar uma vida.
Recém-nomeado Embaixador da Boa Vontade, Alok falou à ONU News sobre seu papel na mobilização de novas gerações; ele elogiou o trabalho da ONU e disse que está motivado a gerar mais consciência sobre um futuro pautado em sustentabilidade.
No segundo episódio de Crônicas do Agro | Gestão do Agronegócio Brasileiro, uma viagem pela transformação do Cerrado brasileiro — de “terra improdutiva” a potência agrícola mundial. Um episódio sobre ciência, pesquisa aplicada, inovação e a revolução silenciosa liderada pela Embrapa, que mudou para sempre a agricultura tropical. Entre solos ácidos, desafios climáticos e coragem produtiva, surge uma reflexão provocadora: a competitividade do agro não nasce da terra, mas do conhecimento aplicado sobre ela. Uma narrativa sobre gestão, tecnologia e o risco silencioso de subestimar a ciência no campo.
Neste episódio da série Gestão do Agronegócio Brasileiro, voltamos às bases para compreender o que realmente sustenta o agro moderno. Muito além da lavoura e da colheita, o agronegócio é apresentado como um sistema integrado que conecta insumos, produção, serviços, mercados e consumidores em uma única engrenagem. Ao explorar as cinco camadas que formam esse sistema invisível, discutimos por que produtividade, sozinha, não garante rentabilidade e como decisões tomadas dentro e fora da porteira impactam diretamente os resultados do negócio. Uma introdução essencial para produtores, técnicos, estudantes e profissionais que desejam enxergar o agro de forma estratégica. Porque, no fim das contas, produzir é importante. Mas compreender o sistema é o que transforma produção em prosperidade.
Os Estados Unidos ameaçaram aplicar um novo tarifaço mundial. Desta vez, com sobretaxas de até 12,5%. A lista americana incluiu o Brasil. A alegação foi de falha na fiscalização de trabalho forçado. O governo brasileiro disse que a nova ameaça é absurda, e falou em reciprocidade. Um estudo mostrou que o Brasil desperdiça, todo ano, água suficiente para abastecer 77 milhões de pessoas. O Oriente Médio teve mais um dia de ataques, apesar do cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã. Na série especial, um tributo à ousadia da seleção brasileira.
O convidado do JR ENTREVISTA desta quarta-feira (3) é o jurista Welber Barral. À jornalista Lívia Veiga, ele falou sobre a decisão dos Estados Unidos de classificar facções criminosas brasileiras como organizações terroristas, o avanço do acordo entre Mercosul e União Europeia e a disputa tecnológica entre China e Índia no âmbito da OMC.Barral explicou que a inclusão de grupos como o PCC e o CV (Comando Vermelho) na lista de organizações terroristas estrangeiras amplia as sanções e cria um “risco sistêmico” para a economia brasileira. Segundo ele, o perigo atinge investidores com relações mesmo que indiretas com essas entidades. “Um investidor estrangeiro, por exemplo, que compre uma empresa no Brasil e essa empresa se abasteça num posto do PCC, ele pode ser processado nos Estados Unidos”, afirmou.O jurista alertou que a medida deve elevar drasticamente os custos de fiscalização, afetando especialmente instituições financeiras e fintechs. “Vai aumentar o custo de compliance, vai aumentar o custo de diligências para comprovar que não há nenhuma relação com essas organizações agora terrorísticas”, disse. Ele lembrou que setores como a mineração são particularmente vulneráveis por ainda carecerem de mecanismos rígidos de controle e transparência.Ao comentar o acordo entre Mercosul e União Europeia, Barral destacou que a negociação avançou porque a Europa buscou alternativas comerciais às políticas protecionistas de Washington. Ele observou que o agronegócio brasileiro será o maior beneficiado com a queda imediata de barreiras tarifárias, enquanto o setor industrial nacional deverá se preparar para uma concorrência europeia mais agressiva em áreas como máquinas e equipamentos.Barral também ressaltou sua recente indicação para um painel de arbitragem na OMC (Organização Mundial do Comércio), onde analisará uma disputa entre China e Índia sobre subsídios em carros elétricos e energias renováveis. Para ele, o caso é um marco para a economia do futuro. “A discussão jurídica sobre a validade ou não dessas políticas industriais vai estar em causa e, por isso, vai ser um precedente bastante importante”, declarou.O especialista criticou a lentidão do processo decisório no Brasil, o que pode fazer o país perder oportunidades estratégicas em áreas como a transição energética e a exploração de terras raras. Para Barral, o país precisa de uma estratégia de Estado que supere a polarização política. “Agora é um momento de geoeconomia. É um momento em que a economia se tornou um problema geopolítico”, observou.Ao encerrar a entrevista, o jurista concluiu que o cenário internacional se tornou mais complexo e voltado para a segurança nacional, exigindo que o Brasil profissionalize suas relações externas. “Todo o tema comercial se tornou mais complexo porque ele envolve cada vez mais questões estratégicas”, finalizou, citando que fatores como inteligência artificial e logística marítima agora definem o sucesso das nações.O programa também está disponível na Record News, no R7, nas redes sociais e no RecordPlus.
O Fala Carlão apresenta, no Canal do Boi, mais um capítulo da Semana Agroambiental, direto da Citi ISO Datagro New York Sugar & Ethanol Conference, em Nova York, com José Augusto Vieira da Cunha de Menezes, Representante Permanente do Brasil junto à IMO; Paulo Macedo, Diretor Global de Relações Internacionais e Governamentais da Raízen; e o empresário Guilherme Fontana. As conversas passam pela inserção dos biocombustíveis nas discussões da Organização Marítima Internacional, pelos desafios da descarbonização do transporte marítimo e pelas oportunidades que se abrem para o etanol brasileiro em um mercado global cada vez mais atento às emissões. O programa também aborda a relação entre petróleo e biocombustíveis, a importância da parceria entre Brasil e Estados Unidos no setor e novas tecnologias voltadas à produção local de fertilizantes renováveis, ampliando as possibilidades de eficiência e sustentabilidade para o agro.
Com o torneio de Roland-Garros chegando ao fim, o desempenho do carioca João Fonseca, que alcançou as quartas de final, trouxe entusiasmo aos torcedores brasileiros. Mas não foi apenas no circuito profissional que o país chamou atenção em Paris. A participação consistente das novas gerações, nas categorias juvenis, indica um cenário promissor para o tênis nacional nos próximos anos. Maria Paula Carvalho, de Roland-Garros A avaliação é compartilhada por um nome experiente do circuito. O duplista Marcelo Demoliner, que chegou às quartas de final nesta edição do torneio, vê um momento especialmente positivo para o tênis no Brasil. “Eu acho que o tênis brasileiro está vivendo um momento maravilhoso, tanto no profissional, como isso também faz com que a nova geração acredite mais nela, vendo que os profissionais estão chegando”, disse em entrevista à RFI. "O contato que temos com eles é importante para passar experiência e confiança de que eles também podem chegar. A gente vai ter aí uns dez anos de um bom ciclo no tênis brasileiro”, aposta. Nas arquibancadas, o entusiasmo também é evidente. A torcedora Gabriela Costa destacou o nível apresentado pelos jovens atletas. “É muito impressionante. O nível dos juniores já é impressionante de ver. A próxima geração está vindo forte, inspirada pelo João”, disse. Os resultados confirmam essa impressão. Jovens tenistas brasileiros acumulam vitórias importantes em simples e duplas, evidenciando a força da base e a renovação do esporte. Entre os destaques, o goiano Luis Guto Miguel, de 17 anos e número 4 do mundo no ranking juvenil, alcançou a semifinal, ao vencer, na quinta-feira (4), o austríaco Thilo Behrmann por dois sets a um, com parciais de 6/4, 1/6 e 6/3. Já Leonardo Storck França avançou após derrotar o americano Jack Kennedy com um tie break nas quartas de final por 6/3 e 7/6 (7-1). O percurso até esse nível é resultado de anos de trabalho. Eduardo Frick, CEO da Rio Tennis Academy, onde Leonardo treina, detalha essa trajetória. “O Leonardo está conosco desde os 13 anos. Ele chegou de Cuiabá e mora na academia. É um trabalho de quase três anos e meio. Ele conquistou a vaga ao vencer o Roland-Garros Junior Series, um projeto de parceria entre a Federação Francesa de Tênis e a Federação Sul-Americana”, explica. Frick também destaca características técnicas do atleta: “Ele tem um diferencial que eu gosto muito, que é a esquerda com uma mão. Hoje em dia isso é raro. Mas ele precisa transformar isso em vantagem. É um menino com um jogo bonito, com muita garra e evolução mental.” Victoria Barros, um talento em ascensão Outro nome que chamou atenção foi o da jovem Victoria Luiza Barros. A brasileira se classificou para a semifinal nesta quinta-feira, após uma virada sobre a sul-coreana Ha Num Lee, com parciais de 2/6, 6/1 e 6/4 — resultado superior ao desempenho de 2025, quando parou na terceira rodada. A tenista destaca a importância da consistência no processo. “Eu sou muito focada no dia a dia, em cada momento na quadra, em cada bola. Venho de bons jogos e de um bom processo. Claro que trabalho para chegar ao profissional, mas é passo a passo. Fico feliz com o reconhecimento, confio em mim, mas preciso seguir no meu ritmo”, disse à RFI. Essa confiança, sobretudo o talento, chamou a atenção de quem acompanha de perto o tênis feminino latino-americano. Após a carreira como jogadora, Claudia Van der Weck consolidou-se como treinadora internacional, atuando especialmente na formação de atletas e no circuito juvenil. Depois de trabalhar com nomes de destaque do tênis brasileiro, como a gaúcha Miriam D'Agostini, ela afirmou à RFI que viu algo diferente na jovem Vitória. “Eu fiquei em estado de choque. Assisti ao jogo e não podia acreditar no que estava vendo. Porque eu conheço três ou quatro gerações de brasileiras, incluindo a Maria Esther Bueno, mas nunca vi um talento como Victoria Barros. Além de ter todos os golpes, ela tem uma direita muito forte, talvez como a Sabalenka, quando ela acelera e imprime muita potência”, afirma. "Eu vi isso na Barros e fiquei em choque. Depois vi o saque e fiquei apaixonada, pois é tecnicamente perfeito. Vi algo que não via há muito tempo: ela desfruta do jogo. Eu vi uma quantidade de coisas que, em 15 anos, eu não via em uma juvenil no mundo. Ela é um diamante”, compara. Mesmo aqueles que não avançaram no torneio mantêm a ambição. O brasiliense Pedro Chabalgoity, 18 anos, sonha com o futuro. “Quero voltar aqui. Tenho o sonho de ganhar esse torneio, mas é pensar no passo a passo. Pensar muito no futuro traz ansiedade”, diz. O contato direto com o circuito profissional também tem impacto importante na formação dos jovens. Nauhany Vitória Leme da Silva, a Naná, 16 anos, destacou a inspiração ao conviver com atletas de elite. “Fico muito feliz de estar aqui com os profissionais. Ontem a Bia Haddad Maia estava assistindo ao meu jogo. É uma referência. Ver como elas treinam, como se comportam, isso é muito importante”, afirma. Transição promissora A edição de 2026 de Roland-Garros já entrou para a história do tênis brasileiro. Até o momento, é o Grand Slam com maior número de vitórias do país: 35 ao todo, superando as 26 registradas no US Open de 2014. O desempenho coletivo reforça a percepção de que o Brasil atravessa uma fase de transição promissora, com uma nova geração capaz de sustentar resultados no médio prazo e ampliar a presença do país no cenário internacional.
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Confira nesta edição do JR 24 Horas: O Brasil tem até o dia 15 de julho para apresentar uma resposta aos Estados Unidos sobre a tarifa de 25% sobre produtos. A proposta americana ainda precisa passar por consulta pública. O texto prevê exceções para determinados produtos, como alguns tipos de carne, café e peças de avião. E ainda: Brasil faz primeiro treino nos EUA de olho na estreia na Copa do Mundo.
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E aí? Tudo bem por aqui?Seja muito bem-vinda, muito bem-vindo! Eu sou a professoraJuliana este é o nosso podcast Falar Português Brasileiro. No episódio 196 – A Fernanda, o mestrado e os artrópodes dosolo, tivemos a convidada Fernanda para conversar com a gente, naquele episódio a aluna tinha acabado de chegar aqui no Brasil para realizar a sua pesquisa, hoje, depois de todo esse período, A Fernanda volta para conversar com a gente sobre a vida aqui no brasil.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (01): O segundo turno das eleições presidenciais na Colômbia está definido e será marcado por uma forte polarização política. A votação ocorrerá em 21 de junho e colocará frente a frente o candidato conservador Abelardo de la Espriella e o governista Iván Cepeda. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6x1 e reduz a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas está em análise no Senado Federal após ser aprovada em dois turnos pela Câmara dos Deputados. O texto estabelece a garantia de pelo menos dois dias de descanso por semana e prevê um período de transição para adaptação das empresas e trabalhadores. O estado de São Paulo registrou em 2024 a menor taxa de homicídios do país, segundo o Atlas da Violência 2026, elaborado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O índice paulista ficou em 6,6 mortes por 100 mil habitantes, abaixo de Santa Catarina, que registrou 8,1, e do Distrito Federal, com 10,3. A média nacional foi de 20,1 homicídios por 100 mil habitantes. O levantamento também mostra que São Paulo ocupa a primeira posição no ranking desde 2015 e acumulou uma redução de 53,2% na taxa de homicídios ao longo do período, uma das maiores quedas observadas entre as unidades da federação. Pesquisa da Real Time Big Data divulgada nesta segunda-feira aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva à frente do senador Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno das eleições presidenciais de 2026. No cenário testado, Lula aparece com 45% das intenções de voto, enquanto Flávio registra 40%. Os votos brancos e nulos somam 8%, e 7% dos entrevistados disseram não saber ou preferiram não responder. O governo do Irã afirmou que qualquer acordo com os Estados Unidos para encerrar o atual conflito dependerá da implementação de um cessar-fogo efetivo no Líbano. Durante entrevista coletiva, o porta-voz da diplomacia iraniana, Esmaeil Baghaei, declarou que a interrupção das operações militares de Israel em território libanês é uma condição essencial para o avanço das negociações. Baghaei também acusou Washington de continuar violando entendimentos firmados com Teerã e afirmou que o país adotará todas as medidas consideradas necessárias para proteger sua segurança nacional. O avanço dos casos de Ebola em algumas regiões do mundo tem gerado preocupação internacional, mas autoridades de saúde destacam que o risco de uma epidemia no Brasil é considerado baixo. A doença é altamente grave e pode causar surtos localizados, exigindo monitoramento constante e protocolos rigorosos de vigilância sanitária. Para esclarecer quais são os principais sintomas, formas de transmissão, medidas de prevenção e o nível de risco para a população brasileira, a Jovem Pan entrevista o médico infectologista Jean Gorinchteyn. O governador de Goiás e pré-candidato à Presidência, Ronaldo Caiado, comentou as conversas com o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, sobre uma possível composição da centro-direita para as eleições de 2026. Durante agenda no Rio Grande do Sul, Caiado afirmou que o objetivo é evitar a fragmentação do campo político e construir uma convergência capaz de fortalecer o grupo em um eventual segundo turno. A Polícia Civil de São Paulo deflagrou uma operação para investigar suspeitas de fraude e desvio de recursos envolvendo o Instituto Conhecer Brasil, ONG responsável por um contrato de R$ 108 milhões com a Prefeitura de São Paulo para instalação de wi-fi público na cidade. O instituto pertence à empresária Karina Ferreira da Gama, sócia da produtora Go UP Entertainment, responsável pela produção do filme Dark Horse. Mandados de busca e apreensão foram cumpridos em endereços ligados à empresária e também na Secretaria Municipal de Tecnologia e Inovação de São Paulo. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
DJ renomado e apoiador de causas indígenas será estrela de campanha do Dia Mundial do Meio Ambiente; ele contribui com agência da ONU em ação que une o público em torno da ação climática por meio da música, voz e participação.
O Bola da Vez desta semana recebe o meia Gregore, ex-Bahia e campeão da Libertadores e Brasileiro pelo Botafogo em 2024. Atualmente no Al-Rayyan do Qatar, contou histórias do começo de sua carreira, relembrou o ano mágico com o Glorioso e projetou o futuro de sua carreira. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Entre o concreto das cidades e o eco das quadras, o basquete de rua ganha densidade, memória e significado no olhar do fotógrafo brasileiro Dante Prochet. Em sua primeira exposição, no Porto, ele constrói uma narrativa visual que ultrapassa o esporte e se firma como um retrato sensível de identidade, pertencimento e vida urbana. Luciana Quaresma, correspondente da RFI em Lisboa Nas imagens de Dante Prochet a quadra não é apenas um espaço delimitado por linhas, mas também um território simbólico. É ali que corpos se movem, histórias se cruzam e comunidades se formam. É dessa matéria viva que nasce a mostra “Basquete: O Manifesto”. A exposição de estreia do fotógrafo brasileiro em Portugal revela um olhar autoral consistente. Aos 20 anos, vivendo há cinco no país, o fotógrafo apresenta um trabalho que surpreende pela maturidade e pela clareza de intenção. O projeto teve origem em um livro, concebido como trabalho final acadêmico e, que ganha escala e intensidade em novo contexto. As imagens, ampliadas, impressas com cuidado e distribuídas de forma a manter o ritmo narrativo do livro, convidam o espectador a uma experiência mais lenta, quase imersiva. “Manifesto”, aqui, não é metáfora vazia e sim, como define o próprio artista, uma declaração. “Quis mostrar, pelas minhas fotos, a cultura do basquete de rua”, explica. Ele faz isso deslocando o olhar do jogo em si para os elementos que o sustentam e carregam história: os encontros, os códigos, os gestos e os espaços. Lisboa e Nova York O trabalho se organiza a partir de um eixo geográfico e simbólico, entre Lisboa e Nova York. Duas cidades que, à primeira vista, pouco têm em comum, mas que se aproximam na linguagem universal do basquete de rua. “Nova York é o centro desse universo, com quadras icônicas por onde passaram e ainda passam jogadores da NBA e grandes nomes do basquete mundial. São espaços carregados de história, quase míticos dentro da cultura do esporte. O que me interessava era justamente colocar isso em diálogo com a realidade portuguesa, muito mais discreta em termos de projeção, mas que, para mim, tem o mesmo peso em significado. São contextos diferentes, mas que se encontram na forma como o basquete de rua constrói comunidade e identidade”, afirma. Um manifesto entre memória e território Nas imagens feitas na cidade americana, as quadras surgem como espaços carregados de memória, lugares onde passaram jogadores profissionais, onde nasceram lendas e onde o jogo se mistura à própria construção da identidade local. Em Lisboa, por outro lado, o olhar se volta também para as ausências, como a precariedade, a falta de incentivo, a fragilidade de estruturas das quais, muitas vezes, dependem comunidades inteiras. É nesse ponto que o trabalho ganha densidade crítica. Fotografias como Quadra Quebrada condensam essa tensão. A imagem nasceu de uma experiência pessoal, depois que uma quadra próxima à casa do fotógrafo teve a cesta retirada após reclamações de barulho. “Ali existia uma comunidade. Quando tiraram a cesta, aquilo simplesmente acabou”, lembra. O que se vê, então, não é apenas a ausência de um equipamento, mas o esvaziamento de um espaço de convivência. Uma estética que aproxima A força das imagens também reside na linguagem utilizada. Influenciado por nomes como William Klein, nova-iorquino e um dos fotografos mais influentes do século XX, Prochet aposta em uma estética mais crua, menos polida, que aproxima o espectador da ação. Há movimento, ruído, tensão. Ao mesmo tempo, referências como Robert Adams, fotógrafo americano ligado ao movimento New Topographics, ajudam a construir momentos de pausa e composição mais limpa, criando um equilíbrio que sustenta a narrativa visual. Outro contraste entre o basquete de rua e o basquete federado atravessa o trabalho. Enquanto o segundo é marcado por regras, uniformes e controle, o primeiro se afirma como espaço de liberdade. “Na rua, você joga como quer, se veste como quer. Existe uma liberdade total”, diz Prochet. Essa autonomia aparece não apenas nos gestos dos jogadores, mas também na forma como ocupam o espaço e constroem sua identidade. Em um tempo dominado pela circulação acelerada de imagens, o jovem também propõe uma reflexão sobre a materialidade da fotografia. Para ele, há uma diferença decisiva entre ver uma imagem na tela do celular e encontrá-la em uma parede. “Você perde detalhes importantes no digital, como o brilho e a textura do papel. Isso muda completamente a experiência”, afirma. Ainda assim, reconhece a ambivalência das redes sociais que, ao mesmo tempo em que ampliam o alcance do trabalho, também reduzem parte de sua potência sensorial. A estreia em Portugal surge a partir da relação com um coletivo artístico local, e o resultado, segundo o próprio fotógrafo, supera as expectativas iniciais. Mais do que um primeiro passo, Basquete: O Manifesto se apresenta como um gesto inaugural que já carrega identidade. Há, no trabalho de Dante Prochet, uma compreensão clara de que o essencial não está apenas no jogo, mas em tudo o que o cerca. E é nesse entorno, feito de pessoas, histórias e espaços, que sua fotografia encontra força, sentido e permanência. A exposição “Basquete: O Manifesto”, em cartaz na Temporada Social Club, no Porto, segue aberta ao público até 14 de julho
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O Podcast Safety Talks traz a cada edição um ponto de discussão pertinente sobre segurança nas pistas. Neste programa, Erick Gabriel e Ricardo Molina recebem Binho Carcasci, presidente da Comissão Nacional de Kart, e André Nicastro, multicampeão de kart e representante oficial da Tony Kart no Brasil.
A exportação torna a carne bovina mais cara para o brasileiro?Conheça os dados e me diga: você já sabia disso?
E aí? Tudo bem por aqui?Seja muito bem-vinda, muito bem-vindo! Eu sou a professoraJuliana este é o nosso podcast Falar Português Brasileiro. No episódio 196 – A Fernanda, o mestrado e os artrópodes dosolo, tivemos a convidada Fernanda para conversar com a gente, naquele episódio a aluna tinha acabado de chegar aqui no Brasil para realizar a sua pesquisa, hoje, depois de todo esse período, A Fernanda volta para conversar com a gentesobre a vida aqui no brasil. Este episódio será dividido em duas partes, a primeira partesobre a pesquisa, o trabalho, a chegada e depois uma conversa aleatória sobre as experiencias no Brasil. Vamos lá?
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El Niño volta ao centro das atenções e acende alerta para impactos no clima e no agronegócio
Edgard Maciel de Sá, Phill e Jéssica Maldonado analisam a atuação contra o Mirassol, mais um gol em bola aérea, o pênalti anulado e a rodada decisiva da Libertadores. DÁ O PLAY!
Qual é a briga real do Cruzeiro no Brasileiro? Kenji e Otávio: o futuro do Cruzeiro dando resultados no presente. Cruzeiro tem lateral do Racing no radar para a janela. Sinisterra e Villalba ficam no Cruzeiro? Igor Júlio vem? Classificação na Libertadores será tranquila? Com Gabriel Duarte, Malu Rabello, Fernanda Hermsdorff e Guilherme Macedo. Edição: Lavinia Aguiar.
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Plataforma Gov.br simplifica processo de retomada de login com dupla autenticação. Governo endurece regras para big techs; confira as atualizações. Realme 16 5G e Realme 16 Pro+ são lançados no Brasil a partir de R$ 3 mil. Vivo anuncia seguro para iPhone com benefícios do AppleCare. Banana RAT: vírus criado por brasileiros rouba PIX de 16 bancos. Cirurgia robótica ganha cobertura obrigatória nos planos de saúde. 'Sucesso não é garantido', diz Zuckerberg após demitir 8 mil pessoas na Meta.
Veja também em youtube.com/@45_graus Marco Neves é professor na NOVA FCSH e investigador na área das línguas, literaturas e culturas. É autor de mais de quinze livros sobre temas linguísticos. Dedica-se à comunicação sobre língua portuguesa por escrito, na rádio, na televisão e nas redes sociais. É autor dos programas Português Suave, na Rádio Observador, e Esta Língua Que Nos Une, na RTP. -- Inquérito aos ouvintes do 45 Graus _______________ Índice (2ª Parte): Aos 1:05:12 O caminho do Indo-Europeu até ao Latim e depois ao Português Como é que o Latim deu origem a línguas tão diferentes na Europa? Que línguas pre-romanas havia na Península? Manteiga, das palavras mais antigas Lápide funerária de Wadbar O papel das redundâncias e pleonasmos na língua Há X tempo atrás As guerras entre linguistas O caso do split infinitive no inglês A discussão em torno do novo Acordo Ortográfico O Galego e o Português O caso da Noruega e das duas normas de ortografia Estrangeirismos Palavras importadas inesperadas: sexo, glamour Línguas eruditas vs línguas de rua Website Ethnologue O caso de Cabo Verde O caso do Brasil. Livro O Português à Descoberta do Brasileiro, de Fernando VenâncioSee omnystudio.com/listener for privacy information.
As primeiras fases da etapa neozelandesa não causou surpresa.A temporada 2026 da WSL é um Tour de force bananeiro, parecido com Royce Gracie em 1993 e 94- há sempre luta, o Brasil não tem adversários.Quando os estrangeiros colocam a cabeça pra fora d'água, aparece logo outra onda para oferecer um caldo ainda mais longo.A trilha do episodio tem Isolation com os Balu Brigada, Seu Jorge (com Beck!) tocando um Cover do Nick Drake, River Man e Muito, clássico do Caetano Veloso, do disco homônimo de 1978.
Dr. Lorenzo Tomé conversa com Bruno Colantoni, cardiologista e presidente do Colégio Brasileiro de Medicina de Estilo de Vida (CBMEV), sobre uma das transições mais importantes da medicina contemporânea: sair do modelo de tratar doenças para construir saúde de fato, e o que isso significa para a carreira e o consultório do médico. O episódio parte de um dado que não dá pra ignorar: 75% das mortes no Brasil e no mundo vêm de doenças crônicas não transmissíveis, e o modelo de consulta avulsa não foi feito para tratar esse perfil de paciente. A conversa passa pela origem da especialidade nos Estados Unidos, pelos seis pilares da MEV, pela ciência da mudança de comportamento e pelo processo completo de certificação internacional. Mas também vai além disso trazendo a discussão sobre por que o paciente paga caro pela caneta emagrecedora e não paga pela consulta, o que isso revela sobre percepção de valor, e como o médico pode reposicionar a sua entrega dentro de um mercado de wellness que movimenta R$ 100 bilhões por ano no Brasil. Se você já sabe que precisa entregar mais ao paciente, mas ainda não encontrou a estrutura clínica e de negócio para fazer isso, esse episódio aponta o caminho. O background do Bruno Colantoni Bruno Colantoni é médico cardiologista formado pela Faculdade de Medicina de Marília, com residência em Clínica Médica, Cardiologia e Ecocardiografia pela Unicamp. Construiu carreira como cardiologista clínico, sócio de clínica própria, e ao longo do processo viveu na pele a transformação que hoje ensina: partiu de um quadro de obesidade, sedentarismo e triglicérides de 700 mg/dL para emagrecer 30 kg e descobrir, a partir da própria experiência, o impacto real dos hábitos de vida nos desfechos clínicos. Em 2018, participou de um curso de Lifestyle Medicine em Harvard, onde teve contato com os fundadores do Colégio Brasileiro de Medicina de Estilo de Vida. Desde então, dedica sua carreira à difusão e consolidação da MEV no Brasil, hoje como presidente do CBMEV e parceiro estratégico da SD Escola na capacitação dos médicos em medicina de estilo de vida. Entre na Comunidade SD no WhatsApp e tenha conteúdo gratuito todos os dias sobre negócios médicos. Acesse Assista esse episódio também em vídeo no Youtube no nosso canal Saúde Digital Podcast! Acesse os episódios anteriores! SD358 - Upsell ético no consultório: mercado de wellness sem "empurroterapia" SD357 - As consultas avulsas estão falindo SD356 - O que ninguém lhe ensinou sobre sucessão na medicina Musica: Declan DP - Climb Music © Copyright Declan DP 2018 - Present. https://license.declandp.info | License ID: DDP1590665
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Edgard Maciel de Sá, Cauê Rademaker e Phill analisam a atuação na vitória por 2 a 1, a boa campanha no Brasileiro, a titularidade de Ignácio e o ambiente antes da decisão pela Libertadores. DÁ O PLAY!
E aí, tudo bem por aqui?Profa Ju chegando. Sejam todos bem-vindos, Semanacomeçando e mais um episódio do nosso podcast Falar Português Brasileiro para você aprender mais um pouquinho de português, o podcast que te acompanha enquanto você caminha, lava a louça, dirige, passeia com o cachorro, organiza a casa ou simplesmente tira alguns minutos do dia para estudar português.Vamos continuar falando sobre os verbos? Contudo, diferente dos episódios anteriores, vou contar uma história. Não vamos começar falando das regras, vamos começar falando sobre uma sensação. Sabe aquele momento em que você percebe que algo já mudou, acabou… e não tem mais volta? Talvez tenha sido uma conversa. Talvez uma decisão. Talvez um dia comum… que terminou diferente.Esse momento tem um tempo verbal. E é sobre ele que a gente vai falar hoje.O pretérito perfeito do indicativo. Não vou falar como gramática, vou falar como vida, experiência. Quero que feche os olhos por um segundo ... bom, se puder, se não estiver dirigindo ou fazendo qualquer outra coisa que possa colocar em risco a sua vida. Fecha os olhos por um segundo… se puder
Sem abelhas, grande parte do que chega ao nosso prato simplesmente não existiria: mais de 75% dos cultivos destinados à alimentação humana dependem da polinização. O problema é que esses insetos essenciais estão desaparecendo, um fenômeno já identificado há mais de um século e que ganhou até nome: Síndrome do Colapso das Abelhas. Edison Veiga, correspondente da RFI na Eslovênia Hoje, a situação se agrava com a poluição, o uso intensivo de pesticidas e a expansão urbana, fatores que tornam o ambiente cada vez mais hostil para esses polinizadores indispensáveis. Cientistas de todo o mundo buscam soluções para conter o declínio dos insetos polinizadores. Na Eslovênia, considerada a capital mundial das abelhas, um casal de brasileiros integra esses esforços. A bióloga Letícia Salvioni Ansaloni, de 31 anos, trocou as pesquisas com larvas de moscas no Brasil pelo estudo das abelhas na Universidade de Maribor, no leste do país europeu, onde atua desde 2022. “Trabalho com saúde e nutrição das abelhas”, explica. Seu foco é testar extratos fúngicos como suplementos alimentares e avaliar de que forma essas substâncias podem contribuir para melhorar a saúde dos insetos. Também biólogo, Caio Eduardo da Costa Domingues, de 35 anos, já pesquisava colmeias no Brasil desde 2014, com foco nos efeitos de agrotóxicos. Há cinco anos na Eslovênia, ele dá continuidade aos estudos na mesma universidade. Identidade apícola “Morando aqui, você percebe claramente como a apicultura faz parte da cultura e da identidade do país”, afirma Domingues. Não por acaso, foi a partir de uma iniciativa eslovena que a ONU instituiu o 20 de maio como o Dia Mundial das Abelhas. Com cerca de 2 milhões de habitantes, a Eslovênia reúne aproximadamente 10 mil apicultores e pelo menos 200 mil colmeias. “Eu não fazia ideia da importância que as abelhas têm para os eslovenos”, diz Ansaloni. “Você vê desde crianças até idosos trabalhando com abelhas, muitos apenas por hobby”, destaca a bióloga brasileira. A data escolhida celebra o nascimento de Anton Janša, esloveno que viveu no século 18 e é considerado um dos pioneiros da apicultura moderna. Originário de uma família que vivia da produção de mel em uma vila próxima a Žirovnica, ele se destacou ao desenvolver métodos inovadores de manejo de colmeias após estudar em Viena. Mais do que uma celebração simbólica, o Dia Mundial das Abelhas é um convite à reflexão sobre o papel desses insetos na manutenção da vida no planeta. “As abelhas são insetos incríveis. Estão muito além da produção de mel, própolis ou outros derivados”, destaca Domingues. “É importante destacar que elas são os principais polinizadores que temos no mundo. Sem elas, muitos dos alimentos que consumimos não existiram”, conclui.
Henrique Fucs, 32 anos, nascido em São Paulo, conseguiu a residência permanente em 2025 através do Global Talent, um dos vistos mais exclusivos da Austrália, concedido a profissionais com reconhecimento nacional e internacional por suas habilidades especiais e trajetória excepcional. Morando em Sydney há mais de oito anos, o brasileiro acumula títulos no Kung Fu e no Sanda (também conhecido como boxe chinês), com resultados expressivos ao longo da carreira.
Neste episódio, Guilherme Goulart e Vinícius Serafim analisam casos reais e tendências que colocam em xeque a segurança digital e física no Brasil. Você vai descobrir como criminosos burlaram um sistema de reconhecimento facial em condomínios de Porto Alegre usando engenharia social, expondo os riscos do teatro da segurança, do solucionismo tecnológico e da hipossuficiência técnica dos consumidores. Em seguida, você vai entender o que está por trás do lançamento do modelo Mitos da Anthropic — classificado como perigoso demais para uso público —, e por que os resultados práticos com o Firefox e o cURL geraram ceticismo no meio da cibersegurança, levantando questões sobre propaganda de IA, governança, regulação e concorrência no mercado de inteligência artificial. Neste episódio, você também acompanha a análise da lei 15.397, que atualizou crimes digitais no Brasil com penas mais severas para furto qualificado digital, cessão de conta laranja e fraude eletrônica — e por que, sem investimento em capacidade investigativa, isso pode ser apenas populismo penal. Além disso, são discutidas duas vulnerabilidades críticas no Linux (CVE Copyfile e Dirty Frag) com exploits já circulando antes da correção, e como a IA pode acabar com o anonimato na internet ao identificar autores por fingerprint de texto com apenas 125 palavras. Os temas de privacidade, proteção de dados, LGPD, segurança ofensiva, pentest e infraestrutura em nuvem permeiam toda a conversa. Assine o Segurança Legal na sua plataforma favorita, siga o perfil nas redes sociais e avalie o podcast para ajudar a ampliar o alcance deste projeto independente de conteúdo sobre segurança da informação. Você também pode apoiar diretamente pelo Apoia.se (apoia.se/segurancalegal) ou simplesmente indicar o podcast para colegas e amigos — cada compartilhamento faz diferença. Entre em contato pelo e-mail podcast@segurancalegal.com ou pelo Mastodon, Instagram, Bluesky, YouTube e TikTok. Esta descrição foi realizada a partir do áudio do podcast com o uso de IA, com revisão humana. Visite nossa campanha de financiamento coletivo e nos apoie! Conheça o Blog da BrownPipe Consultoria e se inscreva no nosso mailing Shownotes Polícia prende suspeitos de invadir e furtar apartamentos de alto padrão em Porto Alegre; grupo usava fraude em reconhecimento facial Polícia desarticula grupo de criminosos que furtava apartamentos de luxo via redes sociais Atualização do Código Penal para alguns crimes digitais Will AI end anonymity? I tested it I can never talk to an AI anonymously again Anthropic's most dangerous AI model just fell into the wrong hands Unauthorized group has gained access to Anthropic's exclusive cyber tool Mythos, report claims It’s a myth that you need Mythos to find bugs: Open source models can do it just as well Filme: Quebra de Sigilo (Sneakers) BC Protege Livro – Sob a sombra da suástica: a França ocupada Filme – Viagem ao mundo dos sonhos Artigo – Em louvor ao Teatro da Segurança Imagem do episódio: The Ancient Days, Willia, Blanke
Profa Ju chegando.Seja muito bem-vindo, seja muito bem-vinda a mais um episódio do nosso podcast Falar Português Brasileiro o podcast que ensina português contando histórias. O podcast existe porque você está aqui comigo semanalmente! Mais uma vez, desejo uma boa semana! Hoje é um episódio especial. Hoje, a gente encerra um ciclo. Deve estar se perguntando qual, né? Encerramos o estudo dos verbos no pretérito perfeito e imperfeito do modo indicativo, também, mais do que isso, encerramos uma forma de olhar para o tempo.Porque o passado, em português, não é só aquilo que aconteceu. O passado… é aquilo que terminou e aquilo que permanecia.Farei a leitura de um texto. A título de contextualização, na segunda edição do exame Celpe-bras de 2025 foi solicitado como produção escrita que o candidato fizesse uma crônica. A orientação era a seguinte: Imagine que você seja o vendedor retratado na crônica abaixo, publicada no jornal Zero Hora. Escreva uma outra crônica, para ser publicada no mesmo jornal, narrando, do ponto de vista do vendedor, a sua versão dos fatos e se posicionando a respeito deles. Bom ... eu vou ler o meu texto para você. Já peguei o seu papel e a sua caneta para as anotações.
Convidados: Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro De Segurança Pública e Paulo Renato Soares, jornalista da TV Globo e um dos repórteres do documentário ‘Territórios' do Globoplay. O Brasil vive um processo de interiorização da violência, com o avanço das facções criminosas para cidades médias e pequenas. É o que mostram estudos do Fórum Brasileiro de Segurança Pública em parceria com o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). Enquanto grandes capitais (como Fortaleza, São Luís e Goiânia) reduziram as taxas de homicídios em mais de 60% entre 2013 e 2023, municípios do interior passaram a concentrar episódios de violência antes restritos às metrópoles. Como mostra o documentário do Globoplay “Territórios – Sob o Domínio do Crime”, o crime organizado deixou de ser um fenômeno localizado e passou a atuar de forma articulada em escala nacional e transnacional, apoiado no domínio de territórios, no uso da força armada, na influência dentro do sistema prisional, na penetração em atividades da economia formal e em práticas de corrupção. "A gente escolheu esse nome 'Territórios', porque este é o ponto: é grave a dominação armada de territórios que acontece muito no Rio de Janeiro e está se espalhando por tudo quanto é lugar. Isso subjuga milhões de pessoas. Eles impõem regras a elas, que são consumir produtos e serviços imposto pelos traficantes", disse Paulo Renato Soares, um dos repórteres do documentário. Cidades como Rio Claro, no interior de São Paulo, com cerca de 200 mil habitantes, viraram palco de disputa entre o PCC e o Comando Vermelho. A localização, próxima a grandes rodovias, transformou a cidade em um ponto estratégico para o tráfico. Na Bahia, o município de Juazeiro, a 500 quilômetros de Salvador, reflete esse mesmo movimento. Lá, a taxa de homicídios chega a 76,2 por 100 mil habitantes, três vezes maior que a média nacional. E, na Amazônia Legal, formada por nove estados, a presença do crime organizado já alcança 45% dos municípios. De acordo com Samira Bueno, do Fórum Brasileiro De Segurança Pública, com esse avanço, o Estado precisa considerar a atuação das facções não apenas no âmbito da segurança pública, mas também na formulação de políticas de habitação, transporte e até no processo eleitoral. No Rio de Janeiro, por exemplo, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) tem realizado uma força-tarefa para conter a influência do crime organizado nas eleições.
Profa Ju chegando. e este é o seu podcast 100% em português chegando para desejar uma ótima semana! Uma ótima semana para todos vocês que escutam o Podcast Falar Português Brasileiro. Nós, você e eu, somos o podcast Falar Português Brasileiro. Lembre-se: sem luta, não há vitória! Nada cai do céu! Nem a sua fluência em português! Hoje eu quero te convidar para um tipo de experiência diferente. Vou contar duas histórias, com o mesmo personagens, com as mesmas ações, mas em tempos diferentes. Este episódio será sobre o pretérito perfeito e o imperfeito juntos. Espero que dê certo! Lembrando que os tempos verbais explicam ações… constroem mundos.Então, eu te faço um convite agora.Se você puder, diminua o ritmo.Se você estiver caminhando, caminhe um pouco mais devagar.Se estiver em casa, apenas escute.Porque na minha história…ninguém tem pressa e estamos em construção.