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Operação aprovada pelo órgão vai fortalecer a sustentabilidade fiscal e incentivar o desenvolvimento econômico no estado do Piauí; financiamento apoiará um conjunto de reformas estruturais.
O município de Urussanga conta com um novo diretor de Turismo. Wilian Marques foi nomeado pela prefeita Stela de Agostin Talamini e já iniciou o planejamento das primeiras ações à frente da pasta. Com mais de uma década de atuação nas áreas de Turismo e Desenvolvimento Econômico, o profissional retorna ao cargo após ter conduzido os trabalhos da Diretoria de Turismo também em 2024. Wilian Marques possui formação técnica e acadêmica em Turismo, além de especializações em políticas públicas e sustentabilidade. Ao longo da carreira, atuou em projetos e mentorias voltadas à inovação e ao fortalecimento de negócios turísticos, tanto no setor público quanto no privado. Entre as experiências de destaque, está a contribuição com a Rota Experiências, iniciativa fundada em 2010 e voltada à promoção de eventos de enoturismo e turismo cultural, segmento que tem forte ligação com a identidade de Urussanga. O novo diretor também desenvolveu consultorias e projetos estratégicos em diferentes ambientes, ampliando a integração entre turismo, cultura e desenvolvimento local. Nesta quarta-feira (4), Wilian Marques concedeu entrevista ao programa Cruz de Malta Notícias, onde falou sobre a expectativa para o novo desafio e destacou o compromisso em valorizar os potenciais turísticos do município, buscando fortalecer a economia e consolidar Urussanga como destino regional.
Acompanhe entrevista com o secretário de Desenvolvimento Econômico de Parobé, Nilso Jr.
TUTAMÉIA entrevista o economista Alvaro de Castro e Lima, diretor de Pesquisas da Prefeitura de Boston e fundador do Instituto Diáspora Brasil (IDB). Anteriormente, foi foi chefe do Departamento Econômico do Ministério da Indústria e Energia em Moçambique e coordenador de projetos de desenvolvimento regional do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social.Inscreva-se no TUTAMÉIA TV e visite o site TUTAMÉIA, https://tutameia.jor.br, serviço jornalístico criado por Eleonora de Lucena e Rodolfo Lucena.Acesse este link para entrar no grupo AMIG@S DO TUTAMÉIA, exclusivo para divulgação e distribuição de nossa produção jornalística: https://chat.whatsapp.com/Dn10GmZP6fV...
Acompanhe entrevista com o secretário de Administração e Desenvolvimento Econômico de Igrejinha, Dirceu Linden Júnior (Nuno).
No 3 em 1 desta terça-feira (27), o destaque foi a reação do presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, às críticas sobre a condução do caso Master, atualmente sob relatoria do ministro Dias Toffoli. Fachin afirmou que não ficará “de braços cruzados” diante dos questionamentos. Em meio às oitivas conduzidas pela Polícia Federal, três depoimentos foram cancelados, e a apuração avançou com novas alegações apresentadas pelos investigados. Reportagem de Janaína Camelo. Ainda sobre o caso Master, o senador Alessandro Vieira (MDB-SE), relator da CPI do Crime Organizado, afirmou que pretende incluir o tema na investigação em andamento no Senado. Segundo o parlamentar, há conexões que justificam a apuração, incluindo pedidos de quebra de sigilo de empresas, pessoas envolvidas e parentes de ministros do STF. No Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) escolheu Olavo Noleto, atual secretário-executivo do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social e Sustentável, para substituir Gleisi Hoffmann no Ministério das Relações Institucionais. A mudança ocorre porque Gleisi deixará o governo para disputar uma vaga no Senado e faz parte da estratégia do Planalto de substituir ministros candidatos por secretários. Ainda no campo político, a ministra Simone Tebet afirmou que espera um convite do presidente Lula para disputar uma eleição em São Paulo. Segundo a reportagem, Lula e Tebet devem viajar juntos ao Panamá, o que reforça as articulações políticas para o cenário eleitoral de 2026. Parlamentares da oposição intensificaram a pressão sobre o Supremo Tribunal Federal para tentar converter a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em prisão domiciliar humanitária. A articulação envolve conversas com o ministro Gilmar Mendes e pode chegar à análise do ministro Alexandre de Moraes. No tabuleiro eleitoral, o presidente Lula segue sem um palanque definido em Minas Gerais para a disputa presidencial. O senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) ainda não decidiu se concorre ao governo do estado e aguarda um projeto considerado sólido por parte do Planalto, o que mantém o impasse no segundo maior colégio eleitoral do país. No cenário internacional, o prefeito de Minneapolis anunciou que parte dos agentes do ICE começará a deixar a cidade após um telefonema com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A retirada ocorre em meio a protestos, críticas de autoridades locais e a uma ordem judicial que determinou que o chefe da agência de imigração compareça ao tribunal para explicar falhas em operações no estado de Minnesota. Reportagem de Eliseu Caetano. Ainda na agenda externa, o presidente Lula conversou por telefone com o presidente da França, Emmanuel Macron, sobre o Conselho da Paz proposto por Donald Trump, a situação da Venezuela e o acordo entre Mercosul e União Europeia. Os dois líderes defenderam o fortalecimento da ONU e criticaram a ação militar dos Estados Unidos em território venezuelano, classificada como violação do direito internacional. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O tema das cidades inteligentes passou a ocupar o centro das políticas públicas voltadas à modernização urbana no estado de São Paulo. A gestão estadual lançou, no fim do ano passado, o programa Cidades Inteligentes SP 360, iniciativa que apoia municípios na adoção estruturada de soluções tecnológicas focadas na eficiência da administração pública, na integração de dados e na melhoria dos serviços oferecidos ao cidadão, com o entendimento de que tecnologia urbana exige planejamento, governança e visão de longo prazo, especialmente em um cenário marcado por desigualdades regionais e diferentes níveis de maturidade digital entre os municípios. Para falar do tema e de como vai funcionar o programa, das soluções de conectividade e tecnologias envolvidas, o uso estratégico dos dados e o fomento ao ecossistema de inovação, o Start Eldorado recebe Jorge Lima, secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo. Com apresentação de Daniel Gonzales, o Start vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Rádio Eldorado FM (107,3 para toda a Grande SP), além do app, site e assistentes de voz, e depois pode ser ouvido pelas plataformas digitais como podcast. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Para uma transição energética justa, de verdade, é preciso reavaliarmos nossos modos de produção e considerarmos as particularidades brasileiras. Este foi um dos pontos discutidos na segunda parte do PETROCAST sobre COP30 e a Transição Energética Justa, com os pareceres interessantíssimos de quem esteve em Belém, como: - Ticiana Alvares, diretora técnica do Ineep e doutoranda em Economia Política Internacional, pela UFRJ.- Mahatma Ramos, diretor técnico do Ineep e doutorando em Sociologia e Antropologia, também pela UFRJ, membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, do governo Lula.- Além disso, participou do papo o diretor do Sindipetro-SJC, Adam Suzuki.
*Fique bem-informado com as notícias do Programa Agronegócio Hoje de 15/01/2026*
Em um contexto geopolítico de tantas incertezas, o que esperar da economia em 2026? Com o mundo ainda sob o impacto da gestão agressiva do presidente Donald Trump, reconfigurando suas antigas alianças, o aumento do protecionismo e a ameaça das guerras levam o crescimento mundial a continuar fraco, antecipa o FMI. No Brasil, a perspectiva de eleições embaralha ainda mais as cartas. Mesmo assim, há razões para otimismo. Lúcia Müzell, da RFI em Paris Segundo o Fundo Monetário Internacional, o crescimento do PIB mundial em 2026 será quase o mesmo que em 2025: 3,1%. As tarifas comerciais mais elevadas, a instabilidade das políticas econômicas, a começar pelos Estados Unidos, e os conflitos geopolíticos impactam no comércio e nos investimentos, aponta também a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). “Será, acima de tudo, um ano de surpresas, porque assim é o governo americano. Muitas coisas podem acontecer, desde as mais assustadoras até as mais pitorescas”, observa Jorge Arbache, professor de Economia da Universidade de Brasília e ex-economista sênior do Banco Mundial. “É possível que o que está aí se aprofunde e a gente tenha uma ainda maior polarização em nível global. E, para um país como o Brasil, que procura manter uma certa neutralidade política e econômica, vai exigir, num ano de eleições, um certo malabarismo para não elevar tensões ou não criar dificuldades num ambiente muito frágil e sensível. O país, obviamente, vai adiar grandes decisões, esperando um novo governo – qualquer que seja ele”, afirma Arbache. Impacto das eleições e da Copa do Mundo “A gente fala que é um ano mais curto porque tem eleições e também a Copa do Mundo, que é algo muito importante no Brasil”, lembra ainda a economista Patricia Krause, especialista na economia da América Latina da Coface, líder mundial de seguro de crédito. “A agenda no Congresso fica reduzida e, no segundo semestre, tudo fica mais focado nas eleições. Elas podem trazer sempre alguma volatilidade cambial – e câmbio é a pior variável que tem para tentar fazer previsões”, frisa. No ano que passou, a desigualdade caiu ao menor índice em 10 anos no Brasil, e o país atingiu o pleno emprego. No segundo semestre, o crescimento econômico desacelerou, o que era esperado há meses pela maioria dos especialistas, preocupados com a inflação. “A economia brasileira, de modo geral, tem surpreendido para cima nos últimos anos, com crescimento mais resiliente do que esperado e os economistas revisando para cima as projeções. E este ano, de fato, ocorreu essa desaceleração do crescimento que há muito era esperada”, indica Patricia Krause. Queda dos juros? Com uma taxa Selic de 15% ao ano, num contexto de inflação de 4,5%, a projeção de crescimento da Coface para 2026 é de 1,9%. Mas a perspectiva agora é de queda da inflação. “Com isso, a grande questão é a esperança de que o Banco Central brasileiro comece a reduzir juros no começo do próximo ano”, salienta Krause. Ano eleitoral costuma ser sinônimo de aumento de gastos – e, no caso do Brasil, este é um dos aspectos mais delicados que ficam de 2025 para 2026. A situação das contas públicas se deteriora ano após ano e o descontrole fiscal é hoje a maior preocupação da economia do país, com o déficit e a dívida pública em curva ascendente. A alta da taxa de juros, aplicada pelo Banco Central para controlar o aumento dos preços, joga ainda mais lenha nesta fogueira, ao corroer a fraca margem de manobra dos gastos do governo federal. Se nada for feito, o orçamento tende a ficar cada vez mais estrangulado, com o peso das despesas em saúde e previdência também em crescimento. “O aumento significativo dos gastos já está contratado. Ele não vai nos surpreender”, adverte o professor da UnB, que foi secretário para Assuntos Internacionais do Ministério do Planejamento. “Hoje, 95% dos gastos públicos são praticamente definidos. O espaço de manobra efetivo é muito menor do que as pessoas imaginam.” Brasil em posição favorável no mundo O economista pondera, entretanto, que, do ponto de vista relativo, o Brasil hoje está melhor em relação à maioria dos outros países, inclusive as potências. “Não que o Brasil tenha feito o dever de casa, mas porque o mundo piorou. Fazer negócios hoje nos Estados Unidos é muito mais arriscado do que no Brasil”, diz Arbache. “Muita coisa tem mudado também na Europa, e a guerra cria uma insegurança brutal. O mundo hoje não está para peixe, e do ponto de vista relativo, o Brasil está melhor.” Os dois economistas avaliam que, em meio à guerra comercial de Donald Trump contra os antigos parceiros, o Brasil demonstrou resiliência. “O fato de o Brasil ser uma economia ainda muito fechada ao comércio nesse momento acabou ajudando. Isso não é algo positivo, mas neste momento em que o comércio internacional preocupa, você está menos exposto”, sublinha a especialista da Coface. “Teve queda nas exportações para os Estados Unidos, porém o Brasil conseguiu aumentar vendas para outros mercados. Isso foi, de certa forma, algo positivo.” No plano interno, a aprovação das reformas fiscal e tributária trouxe avanços. O arcabouço legal relativo à economia verde, com um imenso potencial para o Brasil, coloca o país na rota de investimentos em setores como energia renovável, mercado de carbono e combustíveis limpos. Em 2025, o Brasil demonstrou que entendeu qual é o seu lugar nesta promissora economia, constata Jorge Arbache. “Eu acho que não existe outra estratégia para o país, do ponto de vista econômico e de desenvolvimento. É essa ou nenhuma”, destaca. “Não só a capacidade de atração de investimentos no âmbito do powershoring, mas também aquilo que é pertinente aos minerais críticos para a transição e às terras raras, que vêm atraindo uma crescente atenção, especialmente da Europa, dos Estados Unidos e da China. Muita coisa deverá se passar nos próximos meses e anos. Esse caminho é sem volta.” Acordo UE-Mercosul Neste ponto, o economista chama a atenção para as falhas do acordo comercial negociado entre a União Europeia e o Mercosul, que esteve prestes a ser ratificado em 2025. Travado devido a resistências na questão agrícola, o texto sequer aborda o potencial de cooperação na área da transição energética. Os europeus deixam passar a oportunidade de serem parceiros privilegiados dos países latino-americanos neste comércio. “O maior ganho, para a Europa, nem está nas manufaturas. Eu acho que é tudo aquilo que tem a ver com a abertura de novas fronteiras e possibilidades de negócios para ajudar a solucionar muitos dos mais graves problemas econômicos que a Europa tem, associados à energia e à produção de vários produtos manufaturados e insumos a custos muito menores, fundamentais para dar maior competitividade para a própria indústria europeia”, explica. “Essas coisas passam ao largo do acordo atual.” Ainda na área de energia, mas também das commodities, as perspectivas são positivas. “A gente tem uma produção de petróleo em alta e pode ter um ano importante, em termos de volume. A estimativa de safra indica recorde, além de uma demanda por proteína aquecida”, antecipa Patricia Krause. “Eu diria que o canal de exportação e também um consumo resiliente podem trazer alguma sustentação para o PIB brasileiro no próximo ano.”
Anette Schiemann, subsecretária de Desenvolvimento Econômico e Inovação de Santa Cruz, participou do Direto ao Ponto. Santa Cruz lança cartilha de compras públicas em parceria com o Sebrae RS.
Anette Schiemann, subsecretária de Desenvolvimento Econômico e Inovação de Santa Cruz, participou do Direto ao Ponto. Santa Cruz lança cartilha de compras públicas em parceria com o Sebrae RS.
Leonel Garibaldi, secretário de Desenvolvimento Econômico e Inovação de Santa Cruz do Sul, participou do Direto ao Ponto e fez uma avaliação do trabalho no Executivo em 2025 e projetos para 2026.
Leonel Garibaldi, secretário de Desenvolvimento Econômico e Inovação de Santa Cruz do Sul, participou do Direto ao Ponto e fez uma avaliação do trabalho no Executivo em 2025 e projetos para 2026.
Jorge Lima - Secretário de Desenvolvimento Econômico
Jorge Lima - Secretário de Desenvolvimento Econômico
Jorge Lima - Secretário de Desenvolvimento Econômico
Jorge Lima - Secretário de Desenvolvimento Econômico
Passando a Limpo: Nesta sexta-feira (12), Igor Maciel e a bancada do programa conversam com o Secretário de Desenvolvimento Econômico, Guilherme Cavalcanti, sobre o Arco Metropolitano. O Engenheiro urbanista e Cofundador do Porto Digital, Cláudio Marinho, conversa sobre os 25 anos do Porto Digital. O programa também conta com Eliane Cantanhêde.
Leandro Wagner, secretário de Administração, Desenvolvimento Econômico, Planejamento e Finanças de Vera Cruz, participou do Direto ao Ponto e fez uma avaliação do trabalho no executivo vera-cruzense em 2025 e projetos para 2026.
Leandro Wagner, secretário de Administração, Desenvolvimento Econômico, Planejamento e Finanças de Vera Cruz, participou do Direto ao Ponto e fez uma avaliação do trabalho no executivo vera-cruzense em 2025 e projetos para 2026.
Connex-E “Conectando energia, desenvolvimento e território”, Ciclo do Royaltie 4.0 – desafios e oportunidades dos municípios produtores de petróleo e Cenário em Campos da tradição energética e inovação
Durante a reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, colegiado com a participação da sociedade civil, reativado nesta gestão, o presidente Lula fez um discurso marcado pelo otimismo e pela defesa da democracia participativa.Sonoras:
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) atua de forma expressiva na prevenção e na recuperação de danos causados por catástrofes ambientais, cada vez mais frequentes em decorrência das mudanças climáticas. Esse papel foi intensificado após as enchentes no Rio Grande do Sul, entre abril e maio de 2024, um dos maiores desastres naturais da história do Brasil, que atingiu diretamente 2,4 milhões de pessoas e causou cerca de 200 mortes. Naquela ocasião, o Governo Federal criou uma secretaria especial, com status de ministério, para articular as ações de diversos órgãos. Uma equipe do BNDES se deslocou para o estado e instalou uma agência – algo inédito para o banco, que não tem rede de agências. “Foi um momento de fortalecimento da solidariedade e de atuação das instituições públicas”, lembra Maria Fernanda Coelho, diretora de crédito digital para micro, pequenas e médias empresas do BNDES e entrevistada deste podcast. Neste episódio, ela conta que a velocidade de concessão de crédito foi seis vezes mais acelerada do que o normal, experiência que levou o BNDES a criar uma nova área, voltada especificamente para a rápida mobilização diante de catástrofes ambientais. A apresentação é do jornalista Eduardo Geraque, com produção do Estadão Blue Studio e patrocínio do BNDES.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Debate da Super Manhã: Um ano desafiador chega ao fim. Um ciclo marcado por decisões políticas que impuseram tarifas elevadas de taxação ao Brasil, com impacto relevante na economia do país e do estado. Enquanto isso, antigos desafios continuam sendo realidade para um setor relevante para a economia e que emprega um número expressivo de pessoas: a indústria. No Debate desta segunda-feira (1º), a comunicadora Natalia Ribeiro fala com os convidados sobre o ambiente econômico para a indústria no estado. Incentivos, benefícios e programas. Como avançar diante de cenários desafiadores e de um ano eleitoral que se aproxima. Participam o secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, Guilherme Cavalcanti, o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe), Bruno Veloso, e o presidente da Associação Nordestina de Logística (Anelog), Fernando Trigueiro.
Tá nos ares +1 episódio do Maconhômetro Educação, um projeto do Cannabis Monitor em parceria com o Grupo de Pesquisa Educação e Drogas (GPED), vinculado à Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).Neste episódio, Francisco Coelho e Maria de Lourdes da Silva recebem para uma troca a Ana Talia Gregolin, que é é bacharel em Psicologia pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), com pós-graduação no curso "Drogas, Sociedade e Práticas Educativas" (UERJ). É redutora de danos e conselheira no Conselho Estadual de Políticas sobre Drogas do Mato Grosso, representando o Conselho Regional de Psicologia. É Analista de Desenvolvimento Econômico e Social no Núcleo de Mediação Escolar e atualmente gestora da Política da Promoção da Cultura de Paz, na Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso.Neste papo, ela compartilha sua trajetória no campo da educação sobre drogas e sua atuação na Secretaria de Educação do Estado do Mato Grosso com a temática vinculada à promoção da Cultura de Paz no ambiente escolar, além de suas referências no campo, entre outras brisas... Confira!Conheça mais sobre o GPED: ww.gped.net | educacaosobredrogas.com.brConsidere apoiar o Cannabis Monitor: http://apoia.se/cannabismonitor
O Petrocast debate com quem esteve na COP30 e é mais do que especialista no assunto pra entender onde e como caminhamos e se os combustíveis fósseis são mesmo os grandes vilões do fim do mundo. Estiveram com a gente: Ticiana Alvares, diretora técnica do Ineep e doutoranda em Economia Política Internacional, pela UFRJ; Mahatma Ramos, diretor técnico do Ineep e doutorando em Sociologia e Antropologia, também pela UFRJ, membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável; e o diretor do Sindipetro, de São José dos Campos e Região, Adam Suzuki.
O Governo de São Paulo lançou nesta quinta-feira (27) o Trampolim 60+, iniciativa da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo (SDE) voltada ao fortalecimento da empregabilidade e da qualificação profissional de pessoas com mais de 60 anos.
Passando a Limpo: Nesta sexta-feira (21), Igor Maciel e a bancada do programa conversam com o Secretário de Desenvolvimento Econômico, Guilherme Cavalcanti, sobre o novo elétrico produzido em Pernambuco. A Gerente de Sustentabilidade do Grupo JCPM, Thayara Paschoal, faz um balanço da COP-30. O Arquiteto e urbanista pela UFPE, Sócio-fundador da TGI Consultoria, Francisco Cunha, fala sobre a Agenda TGI - Painel 2026. O programa também conta com Eliane Cantanhêde.
Fala Carlão conversa com Izabella Teixeira, Ex-Ministra do Meio-Ambiente, Co-Presidente do Painel Internacional de Recursos Naturais da ONU, Membro do Conselho do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Membro do Comitê de Sustentabilidade da MBRF, direto da Blue Zone na COP30. Ela destacou o protagonismo do Brasil e o clima de otimismo que marcou esta edição. Izabella falou sobre os 1.300 eventos por dia, elogiou o inédito Pavilhão de Ciência, ressaltou a força da Agrizone e parabenizou a Embrapa pela relevância científica apresentada na conferência. Ao final, ela reforçou a grandiosidade da COP30 e o impacto positivo do Brasil no debate climático. A entrevista foi gravada antes do incidente com fogo na Bluezone, mas a não há fogo que possa diminuir o impacto positivo da COP30 em todas as pessoas que passaram por lá! Fala aí, Izabella!Apoio Institucional:AbisoloANDAVFAESP/SENARPatrocínio:Publique AgroAgênciaAgroRevenda
Participantes: Cláudio Nunes – Diretor do IBP Telmo Ghiorzi – Presidente da Abespetro Aurélio Amaral – Diretor da Abpip Marcelo Menezes - secretário-executivo da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico do Estado de Sergipe Laércio Oliveira – Senador da República
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) tem se posicionado como protagonista na transformação da indústria brasileira, com foco em inovação, competitividade e sustentabilidade. Segundo José Luiz Gordon, diretor de Desenvolvimento, Produtivo, Inovação e Comércio Exterior do BNDES, “depois de muito tempo, o Brasil voltou a ter uma política industrial, voltou-se a discutir política industrial, voltou-se a botar na mesa, estruturar uma política industrial”. Ele é o entrevistado deste episódio que destaca os investimentos estratégicos em tecnologias verdes e P&D do BNDES que transformam setores e regiões brasileiras. A apresentação é do jornalista Eduardo Geraque, com produção do Estadão Blue Studio e patrocínio do BNDES.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Leonel Garibaldi, secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo de SCS, falou no Direto ao Ponto sobre o planejamento para balizamento noturno no aeroporto Luiz Beck da Silva, em Santa Cruz. O secretário também falou sobre a projeção de um novo aeroporto e Porto Seco no Município.
Leonel Garibaldi, secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo de SCS, falou no Direto ao Ponto sobre o planejamento para balizamento noturno no aeroporto Luiz Beck da Silva, em Santa Cruz. O secretário também falou sobre a projeção de um novo aeroporto e Porto Seco no Município.
O Governo de São Paulo lançou nesta quinta-feira (30), durante o Mesa SP, as Rotas do Queijo de São Paulo, iniciativa intersecretarial para incentivar a produção artesanal de queijos, conectando produtores, turistas e consumidores em experiências que unem gastronomia, cultura e turismo rural. A ação reúne queijarias localizadas por todo o estado, organizadas em oito rotas temáticas. O projeto, coordenado pela Casa Civil, contou com as contribuições das secretarias de Estado de Turismo e Viagens, Agricultura e Abastecimento, Cultura e Economias Criativas, Desenvolvimento Econômico e do Invest SP.
O Governo de São Paulo, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), lançou nesta terça-feira (21) a Jornada da TecnologIA, nova trilha formativa gratuita do Portal Trampolim voltada para o desenvolvimento de competências em Inteligência Artificial (IA) e outras áreas da tecnologia. A oferta possui mais de 1,2 milhão de vagas e as inscrições devem ser realizadas pelo site do programa.
O tema da Declaração de Saída Definitiva voltou a preocupar brasileiros no exterior após a Receita Federal anunciar o uso de inteligência artificial para ampliar a fiscalização a partir de janeiro de 2026. A medida envolve cruzamento de dados bancários, fiscais e migratórios com apoio de acordos internacionais. Advogados tributaristas recomendam a regularização e alertam para boatos que podem gerar pânico entre contribuintes. Maria Paula Carvalho, da RFI em Paris A medida visa reforçar a fiscalização sobre cidadãos que, mesmo residindo fora, continuam sendo considerados contribuintes no Brasil por não formalizarem a mudança de residência fiscal, explica Arnaud Colson, do escritório de advocacia Nivaul Costa e Colson, que tem muitos clientes entre a França e o Brasil, que fazem parte de um acordo (CRS - Common Reporting Standard) criado em 2014 pela Organização para Cooperação do Desenvolvimento Econômico (OCDE), do qual participam atualmente 120 países. “O que mudou é mais a disposição do governo brasileiro de incentivar os brasileiros a declarar sua saída fiscal", diz. "Hoje em dia, um cidadão brasileiro que mora na França e que continua com uma conta bancária de residente no Brasil, com seu endereço brasileiro, o banco brasileiro nunca vai dar os dados dessa conta para a Receita Federal", continua. "E a Receita Federal também não vai enviar os dados da conta para o fisco francês. Então, o cruzamento de dados não funciona atualmente porque a pessoa se declara como residente em ambos os países, França e Brasil", acrescenta. "Então, o governo quer incentivar os brasileiros a regularizar a saída fiscal para justamente regularizar a situação das contas correntes”, completa. A Declaração de Saída Definitiva do País (DSDP) é um documento oficial que informa à Receita que o contribuinte deixou de morar no Brasil e, portanto, não deve mais ser tributado sobre rendimentos mundiais. Nesse caso, apenas rendimentos de fontes brasileiras continuam sujeitos à tributação no país. Ela é obrigatória para quem passou 12 meses consecutivos fora do Brasil, sem retorno permanente. O prazo é até fevereiro do ano seguinte à mudança de país. Antes, é preciso fazer a Comunicação de Saída Definitiva (CSDP), disponível de forma gratuita no site da Receita. No entanto, o governo estima que muitos brasileiros, residentes principalmente nos Estados Unidos e no Japão, não tenham formalizado a sua saída definitiva. Consequências para quem cair na malha fina Sem esse procedimento, a Receita poderá cobrar impostos sobre rendimentos obtidos no exterior, resultando em bitributação, ou seja, pagamento de impostos no Brasil e no país de residência, alerta o advogado. “No direito, esse comportamento de não declarar sua saída fiscal não é um crime", diz Arnaud Colson. "Agora, pode acontecer uma situação de bitributação. Por exemplo: se uma pessoa tiver investimentos no Brasil, a tributação da renda desses investimentos pode ser isenta se ele for não residente. Mas se ele for residente, ele tem que pagar uma alíquota de 15%. Bom, se ele continua como residente, ele vai pagar 15% no Brasil e 30% na França. Além disso, a França poderia considerar que se você paga 15% no Brasil e não deveria pagar, isso não é meu problema, porque normalmente você não pode ter dupla residência”, conclui. Além disso, a omissão da saída fiscal pode gerar cobranças retroativas, restrições bancárias ou até problemas com documentos ou heranças. Pela lei, quem não fizer a Declaração de Saída Definitiva continua sendo considerado residente fiscal no Brasil, tendo de prestar contas anualmente no Imposto de Renda. Porém, mesmo para quem já mora fora há anos, é possível fazer a regularização de forma retroativa, explica a advogada internacional Kelli Menin. "Quanto tempo que ela precisa fazer retroativo? A Receita Federal pode fazer a cobrança dos últimos cinco anos. Então, no limite de cinco anos, você pode fazer uma declaração retroativa", orienta. "Você vai precisar de um comprovante da data da saída, qualquer coisa que comprove, como, por exemplo, o passaporte carimbado, o visto, a passagem, a residência fiscal, o contrato de trabalho no exterior, a declaração de imposto no exterior. Tudo isso comprova que você não está mais no Brasil, que você tem um vínculo fiscal em outro país", observa. Se o contribuinte tem dúvida se deve ou não fazer a saída fiscal, a recomendação é buscar orientação de um profissional especializado para evitar complicações legais. Os problemas podem acontecer também no país de residência, como por exemplo aqui na França. “O governo da França pode cobrar três anos de multas, juros de quem não fez uma declaração, de quem tem uma irregularidade", diz Kelli Menin. "Porém, na lei fiscal da França, tem uma previsão sobre os estrangeiros. E essa previsão diz que todo estrangeiro que não declarar a sua renda, a sua conta bancária no exterior, ele é já de pronto considerado como de má-fé. E ele pode ser multado em até dez anos”, afirma. Com o endurecimento da fiscalização e o compartilhamento de dados entre países, a formalização da saída fiscal passa a ser essencial para evitar problemas financeiros e legais no futuro. “Perder um CPF? Não. Agora, a Receita Federal Brasileira pode sim vir a bloquear temporariamente o documento de uma maneira para obrigar o contribuinte a regularizar a situação junto à Receita", alerta. Outras dificuldades enfrentadas por quem cair na malha fina podem incluir restrição no uso de contas bancárias, recebimento de aluguéis, venda de bens no Brasil ou mesmo para emitir um novo passaporte brasileiro.
O evento de lançamento de promoção institucional da Rota Caminho das Serras, ocorrerá no dia 29 de outubro de 2025, às 17h30, no auditório da Prefeitura de Lauro Müller. A rota será composta pelos municípios de Lauro Müller, Orleans, Grão Pará, Urubici e Bom Jardim da Serra, contemplando o Parque Nacional de São Joaquim, o Parque Estadual da Serra Furada e o Ecomuseu Serra do Rio do Rastro. Um projeto que une forças para valorizar as belezas naturais, cultura e fortalecer o desenvolvimento regional. A Rota é uma iniciativa conjunta dos municípios participantes e do Instituto de Desenvolvimento Econômico Local (IDEL), por meio da Rede DEL Turismo, com o apoio da Bildungswerk der Bayerischer Wirtschaft (bbw) gGmbH e do Ministério Federal da Cooperação Econômica e Desenvolvimento da Alemanha. A ação fortalece o intercâmbio internacional e promove práticas de turismo sustentável. O turismo regional da nas Encostas e na Serra Catarinense tem importância estratégica para o desenvolvimento econômico e sustentável de Santa Catarina, especialmente pela riqueza de seus atrativos naturais e culturais. Arthur Nandi, consultor do Programa DEL, participou de entrevista no programa Cruz de Malta Notícias desta terça-feira (28) e reforçou o convite para o lançamento de promoção institucional da Rota Turística Caminho das Serras.
Qual o Brasil que o Brasil quer ser? Com essa pergunta em mente, a consultoria Mandalah preparou, a pedido do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS) do Governo Federal, um estudo que traça rumos para o futuro do país. E, para falar sobre os destaques desse documento, o episódio #224 do programa Mídia e Marketing recebe Lourenço Bustani, cofundador da Mandalah. No papo, Lourenço também fala (a falta de) propósito das marcas, inteligência artificial e explica o conceito de 'inovação consciente'.
Numa carta dirigida na passada sexta-feira ao governo moçambicano, a TotalEnergies anunciou o levantamento da cláusula da "força maior" que motivou a suspensão nestes últimos quatro anos do seu projecto de exploração de gás natural em Cabo Delgado, devido aos ataques terroristas. Fica assim aberta a via para o gigante dos hidrocarbonetos retomar as suas actividades, a TotalEnergies estimando que a primeira entrega de gás liquefeito deveria acontecer no primeiro semestre de 2029. Este regresso da multinacional não deixa, contudo, de ser aparentemente submetido a algumas condições, a empresa tendo formalmente pedido que a sua concessão de exploração seja prolongada por 10 anos, de modo a "compensar parcialmente" um prejuízo estimado em quase 4 mil milhões de Euros pelos quatros anos de suspensão das suas actividades. Na óptica de Fidel Terenciano, director executivo do Instituto de Desenvolvimento Económico e Social em Cabo Delgado (IDES), o levantamento da cláusula da "força maior", apesar do recrudescimento da violência naquela província, relaciona-se com a percepção de que o terrorismo não pode paralisar a actividade económica num país muito expectante quanto aos rendimentos que o gás pode gerar. RFI: Como se pode explicar que a TotalEnergies levante a clausula de "força maior", numa altura em que há um recrudescimento da violência em Cabo Delgado? Fidel Terenciano: Esta pressão e recrudescimento dos ataques em grande escala, provavelmente pode-se consubstanciar com o pensamento de que, enquanto os ataques terroristas acontecem e passam a se transformar no 'modus vivendi' da sociedade de Cabo Delgado, e enquanto não temos uma acção activa do Ruanda do ponto de vista do contra-ataque às incursões terroristas, é preciso que os recursos também continuem a ser explorados. É preciso que esse projecto continue a avançar, porque o risco que corremos é continuarmos a pensar que um dia vamos aniquilar o terrorismo na sua totalidade e nunca isso acontecer e consequentemente, o projecto também estar paralisado na sua totalidade. Então, de longe, parece-nos que a pressão que o governo de Moçambique sofreu veio de todos os lados, tanto do lado dos ataques, como de não iniciar o processo de exploração, o lado de não receber concretamente os impostos e as taxas que tinha que receber pelo início da exploração dos recursos naturais e, consequentemente, o governo de Moçambique tinha que ceder. Então a impressão, pelo menos, que eu tenho como membro da comunidade de Cabo Delgado, é de que havia aqui um conjunto de jogo ocultos, um conjunto de jogo de interesses que provavelmente a transição do governo de Moçambique do anterior para o actual, mesmo que seja do mesmo partido, não foi muito favorável para Moçambique como nação e consequentemente, teve que ceder a um conjunto de exigências dessas instituições multinacionais e outros actores interessados com a exploração de recursos naturais, do gás em Palma, para que, de alguma maneira, o actual governo consiga entrar na esteira das negociações e, consequentemente, ter alguma vantagem no meio disso. O que que pode acontecer se o governo moçambicano não ceder nos termos das pressões que acontecem na sua multiplicidade, é que simplesmente o Estado moçambicano poderá entrar em colapso. Pelo que o que não estamos a compreender é que o Estado moçambicano hoje está dependente das receitas do gás e de outras receitas da exploração de recursos naturais que acontece ao longo do país. Então, aqui a multiplicidade de interesses, multiplicidade de jogos e o que eu percebo é que o governo moçambicano ainda não compreendeu o jogo por detrás dos ataques terroristas, por detrás da pressão da Total, por detrás de um conjunto de pressões que ocorrem no contexto de Cabo Delgado. RFI: Relativamente a uma das cedências que é formalmente pedida pela TotalEnergies ao Estado moçambicano, a questão de prolongar por mais dez anos a concessão à TotalEnergies para "compensar parcialmente" o impacto económico da suspensão do projecto, este pedido é um pedido que ainda tem que ser analisado ou, no fundo, isto é apenas uma formalidade de algo que já foi acordado entre a TotalEnergies e o Estado moçambicano? Fidel Terenciano: A impressão que eu tenho é que isso já foi discutido nos encontros que têm ocorrido com a participação do Presidente da República de Moçambique, ou do ministro que supervisa a área de exploração de recursos naturais, sobretudo energia e mineração. Mas eu tenho uma interpretação adicional a isto: que se estenda a exploração do gás e todo outro tipo de recursos a serem explorados em Cabo Delgado, desde que isso beneficie de facto as comunidades locais. A grande discussão não é sobre se esse benefício é para quem. A grande discussão não é sobre se vai se estender mais dez ou vinte anos. Mas se essa extensão significa essencialmente a melhoria das condições de vida das populações locais, a melhoria das condições de vida dos jovens, das mulheres e dos homens que residem em Cabo Delgado, em Moçambique como um todo, eu penso que até pode se estender aos próximos vinte, trinta, quarenta anos, mas o problema no contexto de Moçambique é que essa extensão vai beneficiar apenas uma parte das populações e, sobretudo as elites políticas, em detrimento de beneficiar a toda a população moçambicana. É aí onde começa o grande conflito. Então eu penso que -um- essas negociações já vêm ocorrendo sem o conhecimento público -dois- essas negociações vão ser aprovados -três- que é preciso que as negociações beneficiem, de facto, as populações locais. Se essas negociações e essa solicitação da Total forem, mais uma vez, tendentes ao que estamos a ver actualmente, e não beneficiarem directamente as populações, não vale a pena. Porque isso vai fazer surgir um outro conflito. Pode não nascer um conflito terrorista nos termos que estamos a ver agora, mas um outro conflito que pode, mais uma vez, colocar embaraços à nossa própria província. Eu acho que um dos conflitos que é patente no contexto de Cabo Delgado, é um conflito étnico-geracional. É a questão dos jovens começarem a colocar em causa o papel real dos adultos e velhos, mas também as pessoas que se localizam em Cabo Delgado, Macondes, Macuas, Mwanis começarem a colocar em causa as outras comunidades que são de etnia e cultura diferente, particularmente os jovens que são originários da província de Maputo, que são considerados os que mais têm oportunidades se comparados com os Macuas, Mwanis e Macondes que se localizam em Cabo Delgado. Pelo menos na História, indicadores mostram que têm sido os excluídos nas grandes oportunidades de desenvolvimento social em Moçambique. RFI: Relativamente, lá está, à situação das populações locais. A TotalEnergies não se manteve totalmente inactiva. Encomendou, depois dos ataques de 2021, um relatório independente sobre a situação das populações locais. De acordo com este relatório, o que ficou estipulado e o que a TotalEnergies diz -pelo menos- estar a aplicar, é um plano de desenvolvimento local que prevê, designadamente, compensações para as populações afectadas directamente pelas suas actividades. Este plano está a ser aplicado? Há realmente algo acontecer com as populações que são afectadas por essas actividades? Fidel Terenciano: A estrutura da Total em Moçambique é muito estranha aos olhos do cidadão comum. Eles têm escritórios centrais em Maputo, têm um escritório transitório em Pemba e parece-nos que não têm um escritório funcional em Palma, em Mocímboa da Praia. Ou seja, quem está a implementar efectivamente as iniciativas de desenvolvimento financiadas pela Total e que existem, são organizações oriundas de Maputo. As pessoas que lideram a selecção dos projectos de financiamento são pessoas oriundas da capital do país, Maputo. As pessoas que estão a receber o financiamento directo para implementar as iniciativas são jovens de Maputo, de Nampula, de Pemba e que se instalaram em Palma e têm acesso à informação e conseguiram o financiamento. Genuinamente falando, ainda não começámos a implementar genuinamente o plano de desenvolvimento e de compensação às comunidades. Ninguém está a sentir que a Total já está a apoiar os planos de desenvolvimento da comunidade. As pessoas locais não têm a percepção de que a Total tem estado de apoiar. As pessoas locais colocam em causa, até hoje, qual é o papel estratégico da Total e, sobretudo, os milhões que tem-se falado nas grandes entrevistas e grandes notícias que passam nos média, particularmente a televisão e redes sociais. Resumindo, as pessoas são muito cépticas em relação ao papel real da Total no contexto de Cabo Delgado, e elas não sentem a presença real da Total nas suas próprias vidas. O entendimento que eu tenho é que a Total não pode se focar apenas na compensação das famílias reassentadas, porque o ponto extravasa o debate sobre o reassentamento. Eu penso que a Total, sobretudo o facto de ela ter um plano concreto de desenvolvimento comunitário ou de investimento comunitário, deveria se focar não só nas famílias que se beneficiam dos processos de reassentamento, mas todas as outras famílias que estão em redor e particularmente a questão da replicabilidade. O princípio de replicabilidade permite que não só as famílias directamente afectadas e outras famílias que se encontram em zonas circunvizinhas como comunidade ao redor, também se beneficiem das externalidades da exploração dos recursos naturais, particularmente o gás, no contexto de Cabo Delgado. E isso não é visível. O que se nota actualmente é que parece-nos que o foco da Total é simplesmente compensar apenas as famílias reassentadas e não as famílias que estão ao redor das zonas de reassentamento. Então, de modo geral, há a implementação de um plano concreto de investimento comunitário. Mas esse plano não é efectivo e as pessoas não sentem efectivamente que estão a ser compensadas por terem recursos na terra onde nasceram. RFI: O posicionamento que tem tido a TotalEnergies relativamente à situação em Cabo Delgado é que os ataques e a situação de instabilidade de Cabo Delgado são anteriores à chegada dos seus serviços à região. Implicitamente, o que está a dizer é que o Estado moçambicano é que tem que se responsabilizar pela população de Cabo Delgado e que a TotalEnergies tem apenas que se preocupar com as populações que estão directamente afectadas pelas suas actividades. Fidel Terenciano: Mas aí temos um antecedente: a Total adquiriu os serviços da Anadarko. Não é à toa. Adquiriu os serviços de outras instituições que já estavam a operar na zona. E não há aqui uma relação directa entre a exploração de recursos naturais e o conflito. Nós não estamos a dizer que desde que a Total entrou em Cabo Delgado, iniciou o conflito, não há uma tentativa de construção dessa narrativa. Mas a Total está explorando os recursos naturais numa zona específica, que vive um tipo de conflito. Apesar de serem empresas, o seu grande foco é o lucro, nada obsta deles também, subentendendo que eles podem comparticipar no processo de gestão de expectativas e solução das grandes externalidades negativas que acontecem na região onde eles estão a explorar os recursos naturais. O entendimento pessoal que eu tenho em relação a isso é de que a Total, sendo uma grande multinacional e conhecendo as grandes vantagens que ela pode tirar dessa exploração de recursos naturais, poderia comparticipar um bocadinho mais e envolver efectivamente as comunidades locais nos principais benefícios que podem surgir dessa situação. Aliás, quando há um entendimento de que o governo tem que liderar as acções para a promoção do bem-estar e desenvolvimento social das comunidades, é totalmente correcto. Mas ao mesmo tempo, este governo tem os seus parceiros e o que eu sei é que a Total não veio comprar uma parte do gás que temos na bacia do Rovuma. A Total é um parceiro estratégico do governo de Moçambique, é um parceiro estratégico da Empresa Nacional de Hidrocarbonetos e estão, em conjunto, a explorar os recursos que estão no alto mar. Ao mesmo tempo, mesmo que as percentagens a favor da Total sejam maiores se comparadas com o governo de Moçambique, no final do dia, compreendemos isso como uma comparticipação no processo de exploração de recursos naturais em Moçambique. Então, eu penso que a Total precisa reconstruir a sua narrativa e aceitar o governo como parte da sua acção no contexto de Palma e a partir daí, talvez também começar a olhar as preocupações da comunidade moçambicana como preocupações que afligem a eles próprios, sobretudo por se encontrar uma zona específica em que se vivencia uma situação de terrorismo. E nós todos sabemos que o terrorismo cria um conjunto de feridas na sociedade e todo um conjunto de actores que estão ao redor do espaço em que estão esses recursos. É preciso que eles se entreguem e apoiem de alguma maneira. Então, eu acho que a Total precisa redefinir a sua narrativa em relação à maneira como ela tem que participar na gestão e prevenção do conflito na zona de Palma.
Convidados: Nara Fernandes de Oliveira, professora da rede pública do RJ, e Paulo Blikstein, professor livre-docente da Escola de Educação e Diretor do Centro Lemann de Estudos Brasileiros da Universidade de Columbia (EUA). Mais da metade dos professores brasileiros diz ter incorporado a inteligência artificial à rotina de trabalho. É o que mostra uma pesquisa divulgada pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) no início de outubro: 56% dos docentes no país usam a tecnologia para preparar aulas e buscar novas formas de ensino — um índice 20 pontos percentuais acima da média dos países desenvolvidos. O dado reforça como, mesmo em um cenário de desigualdade tecnológica, a IA foi rapidamente absorvida em práticas educacionais. Um avanço que vem acompanhado de obstáculos. A mesma pesquisa aponta que 64% dos professores afirmam não ter o conhecimento nem as habilidades necessárias para usar ferramentas de IA, e seis em cada dez dizem que as escolas onde trabalham carecem de infraestrutura adequada para lidar com esse tipo de ferramenta. Neste episódio, Victor Boyadjian conversa com Nara Fernandes de Oliveira, professa que explica como a inteligência artificial já mudou a maneira como ela prepara aulas. Nara, que leciona no Colégio Estadual Barão de Tefé, em Seropédica (RJ), dá exemplos de como a inteligência artificial está sendo usada, na prática, em sala e na relação com os alunos. E quais são os desafios com os quais ela se depara. Neste dia dos professores, Nara responde se ela teme pelo futuro da profissão a partir do uso desse tipo de tecnologia. Para explicar como a IA pode apoiar o processo de aprendizado sem substituir o esforço cognitivo dos estudantes, Victor recebe Paulo Blikstein, professor livre-docente da Escola de Educação e diretor do Centro Lemann de Estudos Brasileiros da Universidade de Columbia. Ele detalha de que forma a inteligência artificial pode ser usada para desenvolver habilidades essenciais no ensino.
CONTEÚDO EM PARCERIA COM PREFEITURA DE SÃO PAULO - São Paulo reafirma seu título de capital mundial da gastronomia. A cidade reúne mais de 23 mil estabelecimentos, sendo 9 mil restaurantes de diferentes estilos culinários, e emprega quase 400 mil pessoas no setor. Para fortalecer esse ecossistema, a Prefeitura lançou o Hub Digital do Observatório da Gastronomia, ligado à Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho. A plataforma centraliza políticas públicas, oportunidades de qualificação e intermediação de vagas, aproximando empreendedores e trabalhadores, desde os botecos de bairro até as grandes redes. No podcast, Rodrigo Goulart conta como a iniciativa amplia o diálogo com toda a cadeia, gera renda, emprego e consolida São Paulo como referência global em diversidade gastronômica.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Angola: Vaga de detenções preocupa defensores dos direitos cívicos e humanos. Cabo Verde decretou luto nacional de dois dias, a partir de hoje, na sequência da passagem de uma tempestade que causou 8 mortes e danos materiais nas ilhas de São Vicente e Santo Antão. Moçambique: Quem serão os beneficiários do Fundo de Desenvolvimento Económico Nacional, lançado pelo Presidente Chapo?
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quarta-feira (06/08/2025): Previsto para entrar em vigor hoje, o tarifaço de 50% dos EUA sobre produtos brasileiros chega com o diálogo ainda travado entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump. Ontem, durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico, Lula disse que não ligaria para Trump porque o americano não quer conversar. O brasileiro, porém, afirmou que vai convidar o americano para participar da COP-30, reunião global sobre mudanças climáticas, em novembro, em Belém (PA). “Quero saber o que é que ele pensa da questão climática”, disse. Lula voltou a reclamar que Trump poderia ter telefonado antes para ele ou para o vice Geraldo Alckmin, já que haveria disposição de diálogo em relação à imposição de novas tarifas. O tarifaço foi anunciado em rede social. E mais: Economia: Para fugir de tarifa, Embraer se valeu de lobby e mercado cativo nos EUA Política: Oposição ocupa Mesas do Congresso; Alcolumbre vê ‘exercício autoritário’ Internacional: Brasil fica de fora da lista de caução por visto Metrópole: Após cratera abrir 2 vezes na Marginal do Tietê, obras continuam sem prazoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Debate da super manhã: Marcado por um crescimento econômico acelerado, com destaque para o aumento do PIB e da renda das famílias. O desenvolvimento de Pernambuco se destaca pela diversificação econômica, com setores como a agricultura, a indústria e os serviços. No debate desta segunda-feira (16), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados para falar sobre a mobilidade, as estradas, a indústria, a produtividade e como projetar ainda mais o setor econômico do estado. Participam o presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe), André Teixeira Filho, do presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Pernambuco (CREA-PE), Adriano Lucena, e da gerente de Políticas Públicas do Sebrae Pernambuco, Priscila Lapa.
No episódio, Ana Frazão entrevista Clemente Lúcio, Sociólogo, Consultor Sindical, Coordenador do Fórum das Centrais Sindicais e Membro do CDESS - Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável, sobre a importância dos sindicatos e o diagnóstico do movimento sindical no Brasil. Na conversa, Clemente trata dos impactos da reforma trabalhista no movimento sindical e dos desafios para o fortalecimento dos sindicatos na atualidade. Também são abordados os fenômenos da terceirização, da pejotização e da uberização do trabalho, assim como os riscos de precarização e desproteção do trabalho. Parte importante da conversa é a análise crítica que Clemente faz da postura do Poder Legislativo e do Supremo Tribunal Federal nessa área.Apresentação: Ana Frazãoprodução: José Jance Marques
Debate da Super Manhã: Promover o crescimento econômico, ampliar a competitividade do país e atrair investimentos nacionais e estrangeiros. Esses são alguns dos objetivos do Governo Federal e que podem ser alcançados com a implementação das 25 medidas que terão prioridades de execução nos próximos dois anos. No debate desta sexta-feira (9), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados sobre as decisões no congresso, as mudanças necessárias e emergenciais e os impactos das reformas na vida dos brasileiros. Participam o ex-senador, ex-ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e ex-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto, o ex-secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco e ex-ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, e a pós-doutora em Direito Tributário, presidente do Centro Nacional para a Prevenção, Resolução de Conflitos Tributários (Cenapret) e sócia do Queiroz Advogados Associados, Mary Elbe Queiroz
Nova pesquisa do Comitê para o Desenvolvimento Econômico da Austrália constatou que aqueles que trabalham de casa economizam cerca de A$5.300 por ano. Telefones públicos ainda desempenham papel importante na Austrália, onde chamadas são gratuitas. Telstra diz que mais de 25 milhões de chamadas foram feitas a partir de telefones públicos no ano passado. Brasil se despede de Nana Caymmi, uma das maiores cantoras do país, que morreu na quinta-feira, aos 84 anos.
Debate da Super Manhã: Para quem busca vivenciar o período da Páscoa de forma mais intensa, as cidades do interior de Pernambuco oferecem atrativos turísticos com vários serviços, que vão do Agreste ao Sertão do estado. No debate desta terça-feira (25), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados para saber a programação prevista nas cidades interioranas que celebram intensamente a festa religiosa, a movimentação financeira e a previsão turística nos municípios de Gravatá e Brejo da Madre de Deus, no Agreste, e em Petrolina, no Sertão. Participam o prefeito de Gravatá, padre Joselito, o secretário-executivo de Cultura, Turismo e Desenvolvimento Econômico do Brejo da Madre de Deus, Cáli Oliveira, e a secretária-executiva de Turismo de Petrolina, Tais Farias.