Podcasts about executivo

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Eliane Cantanhêde responde
"Itamaraty quer recuperar força e visibilidade no governo Lula"

Eliane Cantanhêde responde

Play Episode Listen Later Dec 5, 2022 18:51


O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva vai se reunir na segunda-feira, dia 5, com o Conselheiro de Segurança dos Estados Unidos, Jake Sullivan. Lula definirá uma data para viajar aos Estados Unidos e se encontrar com chefe do Executivo dos EUA antes mesmo da posse, em 1º de janeiro do ano que vem. A ida a Washington deve ocorrer somente após a diplomação no Tribunal Superior Eleitoral, em 12 de dezembro, segundo o petista. Lula estará acompanhado do ex-chanceler Celso Amorim e do senador Jaques Wagner (PT-BA), que já foi apontado como cotado para assumir o Itamaraty. Fernando Haddad, que estará em Brasília, também deve participar. "Muita gente no Itamaraty torce para ser o Jaques Wagner (o ministro à frente da pasta) porque acha que alguém político, próximo ao Lula e com o temperamento forte será muito importante para negociar as reivindicações do Itamaraty, que está se sentindo muito abandonado, jogado de escanteio e quer recuperar essa visibilidade, essa força no governo Lula", avalia a colunista.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Poder Entrevista
Mercado não trata Lula como tratou Bolsonaro, diz Helder Barbalho

Poder Entrevista

Play Episode Listen Later Dec 5, 2022 33:25


O governador reeleito do Pará, Helder Barbalho (MDB), disse, em entrevista ao Poder360, que o mercado não trata o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) da mesma forma que tratou o atual chefe do Executivo, Jair Bolsonaro (PL). Para ele, seria uma injustiça que será corrigida com o tempo.“A memória do governo Lula traz um governo comprometido com a estabilidade econômica do Brasil e com a agenda fiscal. O Brasil cresceu e foi uma bela oportunidade para as pessoas terem acesso ao emprego e políticas de transferências de renda“, disse.

Podcast Política - Agência Radioweb
Lira concede aposentadoria a Jair Bolsonaro de cerca de R$ 30 mil

Podcast Política - Agência Radioweb

Play Episode Listen Later Dec 2, 2022 1:33


Para conceder o benefício, Lira se baseou em duas leis que tratam do Instituto de Previdência do Congressista (IPC). O atual chefe do Executivo vai deixar o cargo em 31 de dezembro deste ano, sendo substituído por Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

15 Minutos - Gazeta do Povo
Quem vai entregar a faixa a Lula?

15 Minutos - Gazeta do Povo

Play Episode Listen Later Dec 1, 2022 15:14


*) Em meio aos preparativos para a posse do presidente eleito Lula (PT), em 1º de janeiro, uma parte marcante da cerimônia segue indefinida: quem irá passar a faixa presidencial ao petista?Ao que tudo indica, o atual presidente, Jair Bolsonaro, não está disposto a participar. Tampouco o vice-presidente da República, Hamilton Mourão. Afinal: é uma obrigatoriedade que o atual chefe do Executivo passe a faixa, na cerimônia de posse, ao sucessor? Este episódio do podcast 15 Minutos fala sobre esse tema. O convidado é o Rodolfo Costa, repórter da equipe de República da Gazeta do Povo, que assina reportagem sobre o tema.

Poder Entrevista
Perda com ICMS pode ser de R$ 2 bilhões no Ceará, diz Elmano

Poder Entrevista

Play Episode Listen Later Dec 1, 2022 32:10


O governador eleito do Ceará, Elmano de Freitas (PT), disse que o Estado pode perder até R$ 2 bilhões em receita por causa do projeto de lei que limita o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre combustíveis, energia elétrica, comunicações e transportes coletivos. Para compensar a perda, disse que buscará uma solução para a arrecadação junto ao governo Lula. O presidente Jair Bolsonaro (PL) sancionou a lei 194/2022 em junho deste ano, com o objetivo de baixar o preço dos combustíveis. Na ocasião, o chefe do Executivo vetou dispositivos que previam compensação financeira para os Estados. O texto aprovado limita cobrança do imposto sobre esses itens à alíquota geral de ICMS, de cerca de 17%.“Evidentemente que compromete a minha capacidade de investimento e a lei prevê uma compensação para os Estados, mas nós precisamos clarear quando e como será feita a compensação pela União. São discussões que nós queremos poder realizar com o governo do presidente Lula porque efetivamente foi feito uma retirada de receita dos Estados de maneira abrupta, comprometendo claramente os nossos planos plurianuais e nossas leis orçamentárias”, disse o governador eleito em entrevista ao Poder360.

Rádio Gaúcha
dir executivo de Inovação, Prod e Serviços Bancários da FEBRABAN, Leandro Vilain - 01/12/2022

Rádio Gaúcha

Play Episode Listen Later Dec 1, 2022 21:28


Febraban enviou um ofício à Anatel pedindo providências para tornar os sistemas de telefonia mais seguros e impedir golpes financeiros

Jogando para a Plateia
ANDRÉ COELHO | Executivo da Claro Brasil - Ep.259

Jogando para a Plateia

Play Episode Listen Later Nov 30, 2022 12:34


Papo sobre tecnologia nas telecomunicações com André Coelho, Executivo da Claro Brasil. Falamos sobre a evolução dos meios de comunicação, a melhora na disponibilidade e acesso à internet de qualidade no Brasil e como isso potencializou o surgimento de uma infinidade de novos negócios. Este episódio faz parte de uma série "pocket" gravada durante o Prêmio Líderes Regionais 2022, promovido pelo LIDE Santa Catarina.

Comentários do Prof. José Urbano
Brasília continua sendo palco de importantes decisões no jogo de transição

Comentários do Prof. José Urbano

Play Episode Listen Later Nov 30, 2022 6:15


Brasília continua sendo palco de importantes decisões no jogo de transição, e PEC bilionária obtém primeira vitória no SenadoComposição política na assembléia legislativa exige muita engenharia política da futura governadora Raquel Lyra, a 4 semanas da posse no poder Executivo

Rádio Cruz de Malta FM 89,9
Após 15 dias como prefeito, Valentim Cimolim retorna ao cargo de vice em Treviso

Rádio Cruz de Malta FM 89,9

Play Episode Listen Later Nov 30, 2022 6:47


Nesta quarta-feira, dia 30, o vice-prefeito de Treviso, Valentim Cimolim, realizou seus últimos atos na condição de prefeito interino. Desde o último dia 16, ele estava à frente do Executivo municipal devido ao afastamento de Valério Moretti que solicitou licença para tratar de assuntos pessoais. Esta foi a terceira vez que Cimolim assumiu a administração municipal, reforçando o compromisso da atual administração em oportunizar ao vice estar à frente da prefeitura. Durante entrevista ao Cruz de Malta Notícias 2ª edição, desta quarta-feira, Cimolim destacou que apesar de a interinidade ser curta deu para trabalhar. “Foram 15 dias bastante intensos. Tivemos eventos na saúde um de combate a dengue e o outro voltado a saúde do homem. Estive acompanhando a vistoria das obras, temos várias obras em andamento na cidade então fomos com a equipe técnica vistoriar. Tivemos também no gabinete muitas questões burocráticas. Estamos resolvendo muitas questões da reforma administrativa, plano de carreira dos servidores, foram várias coisas que a gente tem acompanhado e vendo as demandas da cidade”, destacou Valentim. Cimolim citou ainda importantes reuniões que pôde participar onde foram tratados sobre o futuro da mineração de carvão em Treviso e a Transição Energética Justa. Ouça abaixo a entrevista completa:

COMERCast
#143 - Gestão de Demanda de Energia: Oportunidades e Desafios no Período de Sazonalização

COMERCast

Play Episode Listen Later Nov 29, 2022 14:15


A sazonalização distribui o montante de energia contratada para o ano ao longo dos meses. Dessa forma, o gestor poderá alocar mais energia nos meses de maior consumo e menos energia quando a previsão de consumo for menor.​​Acompanhar o consumo deve fazer parte da análise de gastos da sua empresa e pode ajudar a implementar a sazonalização nos períodos seguintes.  ​ ​Para falar sobre esse tema, convidamos o Matheus Moser, Executivo de Relacionamento na Comerc Energia!​ ​

Prefeitura de Araraquara
Canal Direto - Entrevista com a presidente do ComCriar, Walquíria Amaral e o coordenador executivo de Direitos Humanos, Renato Ribeiro

Prefeitura de Araraquara

Play Episode Listen Later Nov 28, 2022 9:14


BeneCast com Marcello Benevides

O que diz o artigo 142 da Constituição Federal? Como funciona a intervenção militar. Se inscreva em nosso canal e ative o

GE Grêmio
GE Grêmio #188 - A busca por um executivo e os reforços no radar da direção

GE Grêmio

Play Episode Listen Later Nov 25, 2022 30:34


No ritmo de Copa do Mundo, Bruno Ravazzolli, João Victor Teixeira e Quetelin Rodrigues analisam os últimos movimentos do Grêmio no mercado, como a busca por novo executivo após a negativa de Rodrigo Caetano e também os nomes de jogadores que surgem como alternativas para reforçar o Tricolor em 2023. Aperte o play e ouça!

Meio Ambiente
Apesar de promessas de Lula na COP27, Brasil já tem “desmatamento contratado” para 2023

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later Nov 24, 2022 10:49


A presença do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva na COP27 (Conferência do Clima na ONU), no Egito, animou ambientalistas e a comunidade internacional, ao levar uma mensagem de forte comprometimento com os objetivos ambientais do Brasil, a começar pelo desmatamento zero nos biomas no país. Entretanto, os resultados das promessas não devem começar a aparecer tão cedo – a herança deixada pelo atual governo inclui cofres vazios e índices alarmantes de “desmatamento contratado”, que entrarão no balanço do primeiro ano do governo Lula 3. Lúcia Müzell, da RFI Na plenária da conferência, em Sharm el-Sheikh, o petista prometeu retomar as ações de monitoramento e controle da devastação das florestas, principais formas de combate a ilegalidades como grilagem, ocupação irregular de terras pelo agronegócio, garimpo e exploração ilegal da madeira na Amazônia. “Não precisamos desmatar sequer um metro de floresta para continuarmos a ser um dos maiores produtores de alimentos do mundo”, defendeu. A diretora-executiva do Instituto Clima e Sociedade, Ana Toni, celebra a mudança de postura do Brasil na COP, mas pondera que o futuro governo levará tempo para consertar o estrago deixado por Jair Bolsonaro na pasta ambiental. “A gente está vendo que não são só os brasileiros que estão vendo para o futuro, mas é a comunidade internacional inteira olhando para o Brasil com o olhar do futuro. A expectativa é muito grande, mas as pessoas têm que entender, dentro e fora do Brasil, que o desmatamento da Amazônia para o ano que vem já foi contratado pelo governo Bolsonaro, além de que ele e todos os grileiros têm ainda dois meses para continuar desmatando”, salienta. “O desmatamento da Amazônia vai continuar muito alto no ano que vem por ser um legado de Bolsonaro, que o Lula não conseguirá impedir. A gente vai começar a ver as mudanças no outro ano.” Tasso Azevedo, coordenador da plataforma MapBiomas, explica que o desmatamento do período de um ano é medido entre agosto e julho do ano seguinte. “O sistema de detecção mensal está indicando que o desmatamento em agosto, setembro e outubro foram recordes históricos, e novembro será recorde histórico porque o que tivemos nos 10 primeiros dias de novembro já é maior do que qualquer outro mês de novembro inteiro. Ou seja, teria que ter um esforço muito grande nos próximos seis meses de Lula para se poder empatar ou diminuir o desmatamento”, afirma. Orçamento apertado O problema é que a retomada da fiscalização de uma área vasta como a Amazônia vai esbarrar na falta de recursos. O Projeto da Lei Orçamentária Anual enviado pelo atual Executivo ao Congresso prevê que o Ministério do Meio Ambiente terá R$ 2,96 bilhões disponíveis no próximo ano, o que significa 6,4% a menos que em 2022, num contexto em que a pasta só perdeu verbas ao longo do mandato de Bolsonaro. “Tem uma série de coisas possíveis de se fazer, que acontecem no âmbito infralegal, com decretos. Se a gente fizer desocupação de terras indígenas, com ações que demonstrem claramente que é isso que vai acontecer daqui para a frente, e se fizermos o embargo remoto de todas as áreas desmatadas ilegalmente, a gente começa a trocar o sinal da expectativa de impunidade”, pontua Azevedo, lembrando que 98% do desmatamento no país é ilegal. “O maior problema que a gente tem agora é que, literalmente, o orçamento foi desmontado. Não existe, basicamente orçamento para nada na parte ambiental, no próximo ano”, lamenta. Retomada do Fundo Amazônia O texto da PEC (Projeto de Emenda Constitucional) da Transição sobre o Orçamento, enviado ao Congresso na semana passada, prevê que as despesas com projetos socioambientais ou relativos às mudanças climáticas custeadas por recursos de doações poderão romper a regra do teto de gastos, em vigor no país. Na mira, estão os R$ 3,6 bilhões do Fundo Amazônia, bloqueados pelos seus dois maiores financiadores internacionais, Noruega e Alemanha, depois que o desmatamento voltou a subir em 2019. Esse dinheiro poderá ser a solução para o futuro governo Lula começar a combater, já em janeiro, as ilegalidades na maior floresta tropical do mundo. “Infelizmente, os últimos quatro anos foram de chantagem, de o Brasil dizer que só vai fazer o dever de casa se nos pagassem para isso. Agora, o Brasil vai fazer o dever de casa, quer cooperação, mas não condiciona proteger as suas florestas a que nos paguem”, ressaltou a ex-ministra Marina Silva, que tem colaborado na transição de governo e desempenhou um verdadeiro papel de líder da pasta do Meio Ambiente durante a COP27. A deputada federal eleita teve encontros com delegações dos Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Canadá, Noruega, Banco Mundial, Banco Interamericano e instituições de filantropia voltada para o meio ambiente “que querem colaborar com o Brasil”. “Obviamente que muitos países estão mobilizados par anos ajudar. Nós estamos indicando o Fundo Amazônia como o desaguador inicial dessa cooperação, para que a gente possa mobilizar muito rapidamente os recursos em várias direções, inclusive o combate ao desmatamento”, salientou.   Lula havia prometido anunciar durante a COP27 o nome de quem assumirá o Ministério do Meio Ambiente, mas acabou adiando a decisão. Marina Silva ressalta que o foco agora está do trabalho da equipe de transição e na composição de um ministério composto por especialistas e técnicos reconhecidos, “para apresentar resultados já nos primeiros 100 dias de governo”.

CNN Brasil Business
BC volta a falar em subir Selic em meio a indefinições da PEC do Estouro

CNN Brasil Business

Play Episode Listen Later Nov 24, 2022 21:27


O terceiro adiamento do texto da PEC do Estouro mostra a complexidade de se chegar a um consenso sobre tamanho e prazos. O governo eleito de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ainda deve batalhar para que a proposta seja apresentada até o dia 2 de dezembro e votada ainda neste ano, a menos de um mês do início do recesso dos parlamentares. Diante desse cenário, a solução para aumentar os gastos via Medida Provisória vem ganhando força -- uma saída para manter o Bolsa Família em R$ 600, já que MPs dependem apenas do Executivo para serem editadas e têm força de lei assim que publicadas. Nessa toada de incertezas, o Brasil volta a discutir a taxa Selic. Se era motivo de comemoração o fato dos juros terem parado de subir aqui enquanto o resto do mundo ainda ajusta as taxas para cima, agora o cenário se inverte. Antes das discussões da PEC, a previsão era que a Selic começasse a cair a partir do meio do ano que vem, mas o Banco Central já tem sinalizado que, a depender da política econômica do novo governo, pode ser que ela volte à trajetória de subida. Na última quarta-feira (23), a palavra "inflexão" foi enfatizada nas declarações do presidente do BC, Roberto Campos Neto, que ecoou as perspectivas de economistas sobre um aperto na política monetária brasileira. Em paralelo, os juros futuros chegaram a 15%, o maior nível desde 2016. O movimento aconteceu exatamente no mesmo dia que o Federal Reserve System (Fed, o banco central dos Estados Unidos) deu fortes sinais que vai começar a reduzir os juros da maior economia do mundo a partir de meados do ano que vem. O que se vê é que o Brasil flerta com seu velho padrão de andar na contramão do mundo. Para economistas, não é só a PEC, mas a dinâmica de tudo que tem sido falado pelo novo governo, de Petrobras e oposição de fiscal com social aos nomes aventados para o Ministério da Fazenda. O cenário aponta para um aumento de gastos, juros altos e esfriamento da economia -- e, se acaso se concretizar, não será só o mercado que terá de ter paciência, mas toda a atividade econômica do país. No episódio desta quinta-feira, o CNN Money discute a trajetória da taxa de juros do Brasil e as perspectivas pouco animadoras para a economia. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

Abertura de Mercado
BC volta a falar em subir Selic em meio a indefinições da PEC do Estouro

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Nov 24, 2022 21:27


O terceiro adiamento do texto da PEC do Estouro mostra a complexidade de se chegar a um consenso sobre tamanho e prazos. O governo eleito de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ainda deve batalhar para que a proposta seja apresentada até o dia 2 de dezembro e votada ainda neste ano, a menos de um mês do início do recesso dos parlamentares. Diante desse cenário, a solução para aumentar os gastos via Medida Provisória vem ganhando força -- uma saída para manter o Bolsa Família em R$ 600, já que MPs dependem apenas do Executivo para serem editadas e têm força de lei assim que publicadas. Nessa toada de incertezas, o Brasil volta a discutir a taxa Selic. Se era motivo de comemoração o fato dos juros terem parado de subir aqui enquanto o resto do mundo ainda ajusta as taxas para cima, agora o cenário se inverte. Antes das discussões da PEC, a previsão era que a Selic começasse a cair a partir do meio do ano que vem, mas o Banco Central já tem sinalizado que, a depender da política econômica do novo governo, pode ser que ela volte à trajetória de subida. Na última quarta-feira (23), a palavra "inflexão" foi enfatizada nas declarações do presidente do BC, Roberto Campos Neto, que ecoou as perspectivas de economistas sobre um aperto na política monetária brasileira. Em paralelo, os juros futuros chegaram a 15%, o maior nível desde 2016. O movimento aconteceu exatamente no mesmo dia que o Federal Reserve System (Fed, o banco central dos Estados Unidos) deu fortes sinais que vai começar a reduzir os juros da maior economia do mundo a partir de meados do ano que vem. O que se vê é que o Brasil flerta com seu velho padrão de andar na contramão do mundo. Para economistas, não é só a PEC, mas a dinâmica de tudo que tem sido falado pelo novo governo, de Petrobras e oposição de fiscal com social aos nomes aventados para o Ministério da Fazenda. O cenário aponta para um aumento de gastos, juros altos e esfriamento da economia -- e, se acaso se concretizar, não será só o mercado que terá de ter paciência, mas toda a atividade econômica do país. No episódio desta quinta-feira, o CNN Money discute a trajetória da taxa de juros do Brasil e as perspectivas pouco animadoras para a economia. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

Jovem Pan Maringá
Após 20 dias, Bolsonaro volta ao Planalto depois de PL contestar resultado das urnas

Jovem Pan Maringá

Play Episode Listen Later Nov 23, 2022 61:07


O destaque da edição de hoje, 23, é, No dia seguinte à apresentação de um relatório encomendado pelo PL que questiona o resultado do segundo turno das eleições democráticas deste ano, o presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a frequentar Palácio do Planalto, nesta quarta-feira (23/11). A presença de Bolsonaro neste local, que é o prédio onde trabalha o chefe do Executivo, é aguardada desde a derrota para Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no dia 30 de outubro. Jair Bolsonaro, portanto, ficou 20 dias recluso no Palácio da Alvorada - moradia oficial do presidente da República. Sobre o "sumiço" do presidente derrotado nas eleições, o seu candidato a vice no pleito deste ano, Walter Braga Netto (PL), disse, na última quinta-feira (17), que ele se recuperava de uma infecção na perna. Além de Braga Netto, a justificativa da infecção na perna de Bolsonaro foi apontada como motivo de sua ausência no Planalto pelo vice-presidente da República e senador eleito, Hamilton Mourão (Republicanos). --- Send in a voice message: https://anchor.fm/jovem-pan-maring/message

Notícias Brasil de Fato MG
Organizações da sociedade civil renunciam coletivamente de conselhos ambientais de MG

Notícias Brasil de Fato MG

Play Episode Listen Later Nov 23, 2022 4:43


Organizações da sociedade civil que compõem conselhos ambientais de Minas Gerais, como o de Política Ambiental (Copam) e de Recursos Hídricos (CERH), renunciaram coletivamente, na quinta-feira (17), às cadeiras nos órgãos. Em nota, as entidades afirmam que os conselhos se tornaram “apenas palco de ‘legitimação' de decisões autocráticas por parte do Executivo”. O manifesto também denuncia retrocessos no setor, como a não construção de nenhuma unidade de preservação ambiental nos últimos quatro anos, os recordes de desmatamento a nível nacional e as abusivas licenças minerárias e outorgas para uso de recursos hídricos. Foto: Divulgação / Semad

Poder Entrevista
Bolsonaro foi seu próprio adversário, diz Zema sobre derrota

Poder Entrevista

Play Episode Listen Later Nov 23, 2022 40:34


O governador reeleito de Minas Gerais e coordenador da campanha de reeleição de Jair Bolsonaro (PL) no Estado, Romeu Zema (Novo), diz que o presidente foi “seu próprio adversário” nas eleições deste ano.O chefe do Executivo mineiro afirmou em entrevista ao Poder360 que a gestão Bolsonaro apresentou “bons números“, mas eles foram abafados pelos posicionamentos e falas do presidente da República “não muito felizes“. Zema citou como exemplos positivos do governo os lucros das estatais, a queda em índices de violência e a criação de empregos.

Jovens Cronistas
JC Express – 21/11/22: Lula e militares em meio à transição de governo | com Guilherme Lemos

Jovens Cronistas

Play Episode Listen Later Nov 22, 2022 76:18


Um dos 33 grupos técnicos da equipe de transição de governo do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva é o dedicado ao tema da Defesa, principalmente quanto à relação do novo chefe do Executivo com as Forças Armadas que nos últimos anos estiveram envolvidas em acontecimentos políticos de todas as alçadas. Talvez por causa do relacionamento umbilical do atual governo com as Forças (ou vice-versa), o vice-presidente eleito Geraldo Alckmin, designado como coordenador da transição, deixou para anunciar os nomes dos integrantes do grupo por último, depois de já instalados quase todas as outras equipes. O pesquisador de Forças Armadas e mestrando em Antropologia Social pela Universidade Federal de São Carlos – UFSCAR Guilherme Lemos participa deste JC Express abordando a aparente dificuldade do governo eleito na interlocução com os militares. Torne-se membro(a) do canal: https://bit.ly/3cs3Mfe​ PIX: pix@jcronistas.com. IBAN: BR8733923798000000473970238C1.

Podcast Política - Agência Radioweb
Equipe de Lula quer revogar decreto de armas feito por Bolsonaro

Podcast Política - Agência Radioweb

Play Episode Listen Later Nov 17, 2022 2:15


O cancelamento dessas medidas depende apenas da decisão do Executivo, sem necessidade de construção de uma maioria parlamentar. A redução do número de armas em circulação foi uma das principais bandeiras da campanha de Lula.

Rádio Som Maior FM 100,7
SME - Nei Rama, novo Executivo de Futebol do Caravaggio, projeta temporada de 2023

Rádio Som Maior FM 100,7

Play Episode Listen Later Nov 17, 2022 56:11


SME - Nei Rama, novo Executivo de Futebol do Caravaggio, projeta temporada de 2023 by Rádio Som Maior FM 100,7

JE Notícias
Galp escolhe Filipe Silva para presidente executivo | O Jornal Económico

JE Notícias

Play Episode Listen Later Nov 17, 2022 0:41


Paula Amorim decidiu dar o lugar de Andy Brown ao atual CFO, que irá também ser proposto para um novo mandato na Assembleia Geral. Até lá, Filipe Silva acumula as funções de CEO e de CFO.

Comentários do Prof. José Urbano
Duas semanas após o resultado final das eleições presidenciais, Bolsonaro recusa participar de evento internacional

Comentários do Prof. José Urbano

Play Episode Listen Later Nov 16, 2022 6:21


Duas semanas após o resultado final das eleições presidenciais, Bolsonaro recusa participar de evento internacional e oposição ocupa os espaços deixados por ele. Apoiadores estão desnorteadosPrefeito do Recife integra comissão de transição, e o Prefeito de Caruaru investirá em turismo cultural e desportivo. Deputado estuda candidatura ao poder Executivo em 2024, em Caruaru

COMERCast
#142 - Conheça a solução Comerc ideal para o seu negócio!

COMERCast

Play Episode Listen Later Nov 16, 2022 16:05


Como gestora de energia elétrica desde 2001, dois anos após o estabelecimento do mercado livre no Brasil, a Comerc Energia evoluiu incorporando soluções para consumidores, geradores e distribuidoras. Atuamos também no mercado livre de gás natural, em geração distribuída e centralizada a partir de fontes renováveis, em projetos de eficiência energética e, mais recentemente, na gestão de descarbonização de empresas. Para falar sobre esse tema, convidamos Mario Mourão, Executivo de Negócios na Comerc Energia. 

Jovem Pan Maringá
Partido Liberal deve pedir ao TSE anulação das eleições de 2022

Jovem Pan Maringá

Play Episode Listen Later Nov 16, 2022 60:22


Destaque é o Partido Liberal (PL) deve pedir ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a anulação das eleições 2022. A informação, inicialmente divulgada pelo portal O Antagonista, foi confirmada pelo programa Os Pingos nos Is, da Jovem Pan News. O documento elaborado pela auditoria do Instituto Voto Legal (IVL) e obtido pelo site da Jovem Pan, diz que não é possível validar o resultado das urnas. No dia 30 de outubro, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi eleito presidente do Brasil após uma disputa acirrada com o atual mandatário Jair Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições 2022. O petista obteve 50,8% dos votos válidos, enquanto o atual chefe do Executivo somou 49,1%. Após o pleito, apoiadores de Bolsonaro foram às ruas protestarem contra o resultado das urnas. --- Send in a voice message: https://anchor.fm/jovem-pan-maring/message

Rádio Gaúcha
Secretário executivo do Observatório do Clima, Marcio Astrini - 16/11/2022

Rádio Gaúcha

Play Episode Listen Later Nov 16, 2022 12:44


Repercussão do discurso de Lula na COP 27

Rádio Gaúcha
Tiago Cirqueira, gerente executivo do esporte da Grupo RBS - 15/11/2022

Rádio Gaúcha

Play Episode Listen Later Nov 15, 2022 20:50


Tiago Cirqueira, gerente executivo do esporte da Grupo RBS - 15/11/2022 by Rádio Gaúcha

Rádio Gaúcha
Giro Gre-Nal #97 - Mauricio valorizado no Inter e as possibilidades de executivo no Grêmio

Rádio Gaúcha

Play Episode Listen Later Nov 10, 2022 4:45


Giro Gre-Nal #97 - Mauricio valorizado no Inter e as possibilidades de executivo no Grêmio by Rádio Gaúcha

Meio Ambiente
Mecanismos financeiros negociados na COP27 podem beneficiar o Brasil? Entenda

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later Nov 8, 2022 20:26


Perdas e danos, fundos de adaptação e mitigação, mercado de carbono. O maior foco da 27ª Conferência do Clima das Nações Unidas (COP27), apelidada de COP da implementação, é desenhar ou colocar em prática diferentes mecanismos financeiros para que os países menos desenvolvidos possam enfrentar as mudanças do clima. Lúcia Müzell, da RFI O primeiro dia do evento já marcou um pontapé inicial importante para as duas semanas de negociações entre os 197 países representados na cúpula, sediada no balneário de Sharm el-Sheik, no Egito. A presidência egípcia do evento anunciou a inclusão, nos debates, do financiamento sobre as “perdas e danos” sofridos pelos países mais vulneráveis às catástrofes climáticas. Sébastien Treyer, diretor-geral do Instituto do Desenvolvimento Sustentável e as Relações Internacionais (Iddri), em Paris, destaca que essa concessão dos países desenvolvidos se tornou imprescindível para o avanço do diálogo. “É uma questão que os países do sul levantavam há mais de uma década, e a novidade é que os países do norte aceitaram que é uma questão inevitável. Os estragos catastróficos causados pelas mudanças climáticas do ponto de vista econômico, mas também social, são enormes”, salienta. “Os países pobres não podem enfrentá-los sozinhos.” O problema agora será definir as modalidades para a entrega dos recursos: quanto, para quem, para quê. Os países ricos, liderados pelos americanos, defendem que a questão deveria ser gerenciada por outros órgãos já existentes, como o Banco Mundial e o FMI. Essas instituições atenderiam às necessidades dos países quando eles são vítimas de eventos extremos – a exemplo das enchentes no Paquistão, que destruíram um terço do país e atingiram mais de 30 milhões de pessoas. “Estamos numa COP em que a confiança está em jogo. Os países do sul estão dizendo que não confiam mais nos do norte. Agora, qual será o resultado dessas discussões na COP, é uma incógnita, afinal uns preferem usar o termo ‘compensação', mas outros, ‘reparação'. Esse é um limite que os países ricos não querem atingir: determinar reparações pelas dívidas ecológicas”, afirma Treyer. “O Acordo de Paris é muito claro neste ponto, graças às precisões exigidas pelos Estados Unidos: as perdas e danos não poderão resultar em ações judiciais por reparação.” Conta do clima Além do mecanismo de perdas e danos, a cada COP, a questão do financiamento das ações de adaptação e redução de emissões de gases de efeito estufa nos países em desenvolvimento volta à mesa. Os US$ 100 bilhões por ano a partir de 2020, prometidos há 13 anos pelos países desenvolvidos, só chegaram a US$ 83 bilhões. Enquanto isso, a conta já aumentou e vai continuar a crescer – pode quintuplicar até 2030 e passar para a casa do trilhão de dólares no horizonte de 2050. Até 2024 os países deverão definir um novo valor anual, que entrará em vigor no ano seguinte. “Esse fundo é para que esses países possam continuar produzindo e se desenvolvendo, porém com baixo carbono. Mas é uma conta que nunca fechou nas negociações e atrapalha o andamento de todos os acordos nas COPs”, observa Márcio Astrini, secretário-executivo do Observatório do Clima. O aumento da transparência é o ponto-chave para desbloquear essas ajudas. Por um lado, os países ricos ainda têm muita desconfiança em relação aos pobres sobre o destino dos recursos. Por outro, os pobres alegam que só poderão desenvolver projetos robustos quando receberem o financiamento. Como o Brasil pode se beneficiar? Nem todos os países em desenvolvimento terão acesso aos mecanismos que estão sendo negociados na COP27. O Brasil, grande economia emergente responsável por 5% das emissões globais, tende a cada vez mais ter de contribuir para os fundos internacionais do que a recebê-los. Em tese, na posição de país em desenvolvimento, o Brasil pode receber recursos para conservação da biodiversidade e transição energética. Mas com o atual passivo na área ambiental, o país dificilmente terá acesso a mais verbas internacionais. “O Brasil já recebe auxílio de outros países há muito tempo, o Fundo Amazônia, para cuidar do nosso maior problema de emissão que é o desmatamento. O Brasil praticamente não entra nesses dois principais mecanismos que estão sendo debatidos aqui – não que ele não possa pleitear nada, mas a gente já recebe recursos e têm condições de lidar com os nossos problemas”, ressalta Astrini. Num exemplo concreto, o desmatamento e outras atividades ilegais ameaçam a maior área protegida do mundo, no norte do Pará. O Estado lidera o ranking da devastação da Amazônia desde 2006. Na linha de frente da destruição das florestas, estão os povos indígenas – em setembro, seis dos 10 territórios indígenas mais desmatados no país ficavam no Pará. Eles sofrem não só com a invasão das suas terras, como também os impactos do garimpo ilegal, que polui os rios e prejudica a agricultura de subsistência das populações locais. A líder Puyr Tembé, presidente da Federação Estadual dos Povos Indígenas do Pará (Fepipa), frisa que os Estados amazônicos estarão na COP27 para pedir apoio internacional, inclusive com recursos financeiros, mas não cumprem a sua parte na fiscalização e regularização de terras. “Cabe a nós voltar para os nossos Estados e cobrar para fazer parte desses processos e aportes de recursos. Estaremos lá defendendo, brigando para que esses recursos cheguem de fato onde precisam chegar: nas populações indígenas. É pela proteção e monitoramento territorial, na vigilância, na defesa da nossa cultura e educação”, disse à RFI, em entrevista realiza em Belém do Pará, no fim de outubro. Os Estados podem, por exemplo, verificar os Cadastros Ambientais Rurais (CARs) das propriedades e cancelar os que estejam sobrepostos a áreas protegidas por lei, o que possibilita a ocorrência de crimes ambientais. No âmbito federal, as responsabilidades de fiscalização e proteção das áreas protegidas são ainda maiores – mas o direcionamento do governo de Jair Bolsonaro foi no sentido oposto. Fazer o dever de casa Para citar apenas um exemplo, em 2020 o Executivo apresentou ao Congresso um projeto de lei (PL191) para legalizar a mineração em terras indígenas. “Quem deve ser cobrado em primeiro lugar é o governo brasileiro, porque a grande maioria dessas atividades que ocorrem nas terras indígenas são ilegais. Não é uma consequência das mudanças climáticas. É uma questão responsabilidade do governo federal, que precisa garantir que essas áreas não sejam invadidas e que situações predatórias, de exploração dessas áreas, não ocorram”, afirma o secretário-executivo do Observatório do Clima. “O que vale é muito mais cumprir a lei do que alguma compensação que venha das negociações na COP.” No âmbito da Conferência do Clima, o maior interesse financeiro do Brasil é por avanços na definição de mercado internacional de créditos de carbono. A expectativa é por mais precisões sobre como ele vai funcionar – o dispositivo de compensação de emissões está previsto no artigo 6º do Acordo de Paris sobre o Clima, e começou a sair do papel na COP26, em Glasgow, no ano passado. “Esse mercado abre uma janela de oportunidades muito grande para o Brasil. O Brasil talvez seja uma das únicas grandes economias que pode não apenas ser neutro em emissões em 2050, como se tornar um país que capta carbono. As florestas são sumidouras de carbono: elas sequestram CO2 da atmosfera”, explica Astrini. Em linhas gerais, o mecanismo visa permitir a venda de créditos de carbono por países que conseguem cumprir as suas metas de redução de emissões de gases de efeito estufa para nações com dificuldades de atingir os seus objetivos. Esses países em “dívida” poderão financiar projetos que promovam a queda de emissões ou capturem carbono, como reflorestamento ou transição energética – geradores de “créditos” de CO2. “Mas não adianta a gente pensar que poderá desenvolver esse potencial desmatando florestas, como a gente faz hoje. Com um avanço de 73% do desmatamento, como vimos nos últimos três anos, nós não vamos ter crédito para vender, mas sim teremos dívidas para explicar”, sublinha o ambientalista.

GE Santos
GE Santos #250 - O melancólico empate (mais um) e a busca por um executivo de futebol

GE Santos

Play Episode Listen Later Nov 7, 2022 28:08


Peixe empata em 1 a 1 com o Avaí em tarde fria em Barueri. Orlando Ribeiro repete erros, não encontra padrão e vê aproveitamento cair. Enquanto isso, diretoria ainda busca um executivo de futebol. Diego Cerri, do Grêmio, não deve chegar. Bruno Giufrida e Isabel Nascimento discutem os próximos passos da equipe no Campeonato Brasileiro e no fim desta temporada.

45 Graus
#132 Ricardo Araújo Pereira e Daniel Oliveira - «politicamente correcto vs liberdade de expressão» (Festival Folio)

45 Graus

Play Episode Listen Later Nov 3, 2022 107:32


Evento ocorrido no dia 12 de outubro, no âmbito do Festival Folio, em Óbidos (a quem se agradece a disponibilização da gravação).  -> Apoie este projecto e faça parte da comunidade de mecenas do 45 Graus em: 45grauspodcast.com _______________ Índice da conversa: Referências citadas por RAP: Harper's Letter; Monty Python: stoned for saying Jehovah; caso do professor que proferiu a N-word; Executivo da Netflix despedido; O bibliotecário cego de Umberto Eco; Jimmy Carr; A Modest Proposal (sobre a fome na Irlanda), de Jonathan Swift Referências citadas por DO: reacção de crianças negras ao ver nova Pequena Sereia Referências citadas por JMP: polémica José Cid; polémica livro Henrique Raposo; episódio Seinfeld (1:36:24) Comentário final (JMP) _______________ Este debate surgiu do convite que a organização do festival me fez para fazer uma sessão a propósito do meu livro Política a 45 Graus. Uma vez que o tema do festival este ano era «poder», uma palavra, como vão ver, muito presente nestes debates, lembrei-me logo de abordar o tema do politicamente correcto e as tensões que cria com a liberdade de expressão. Este é um tópico que abordo no livro, tanto na parte 1 como na parte 2, mas não é o tema central do livro. Por isso, decidi convidar duas pessoas para o painel. E quando me pus a pensar em quem, rapidamente me lembrei do Ricardo e do Daniel, visto que são duas pessoas com visões assertivas e fundamentadas sobre este tema (vão reparar que cada um preparou bem o que ia dizer). Além disso, os dois já tinham debatido entre si este assunto várias vezes, a última das quais no podcast do Daniel -- mas deixando, ainda assim, muitas pontas soltas por resolver. Este é um tema que tem marcado o debate político nos últimos anos, por isso creio que dispensa apresentações. É um tema que divide, e suscita em em muitos de nós reacções inflamadas num ou no outro sentido. Ao mesmo tempo (ou talvez seja precisamente por isso), o próprio conceito «politicamente correcto» parece por vezes pouco claro, o que leva a que a discussão se torne, frequentemente (e rapidamente), muito confusa.  Nesta conversa tentei contrariar estas duas tendências: discutir o tema de forma civilizada, e, ao mesmo tempo, perceber melhor o que está em causa quando as posições neste debate divergem, de modo a poder formar uma opinião fundamentada. O primeiro objectivo foi claramente conseguido. Foi uma conversa / debate profunda e, ao mesmo tempo, animada. Por isso é que o evento estava previsto durar cerca de 50 minutos e acabou perto das 2 horas (na versão não editada). E isto com uma plateia cheia que não arredou pé até ao final (sendo que esse “final” foi já perto das 21:30…!).  O segundo objectivo -- perceber melhor o que está em causa neste debate -- é mais complexo. Durante o debate, deixei o Ricardo e o Daniel discutirem um com o outro, intervindo sobretudo para esclarecer alguns pontos ou adicionar algum aspecto que me parecesse estar a faltar na discussão. Como é quase inevitável nos debates sobre estes temas, que tocam em tantas frentes, a discussão pareceu em alguns momentos desviar-se do tópico principal. Mas, para mim -- e espero que também para vocês -- ajudou-me a compreender melhor este tema. E levou-me a aprofundar uma reflexão sobre ele. Partilho-a convosco a seguir ao debate, no final do episódio.   _______________ Obrigado aos mecenas do podcast: Julie Piccini, Ana Raquel Guimarães Galaró family, José Luís Malaquias, Francisco Hermenegildo, Nuno Costa, Abílio Silva, Salvador Cunha, Bruno Heleno, António llms, Helena Monteiro, BFDC, Pedro Lima Ferreira, Miguel van Uden, João Ribeiro, Nuno e Ana, João Baltazar, Miguel Marques, Corto Lemos, Carlos Martins, Tiago Leite Tomás Costa, Rita Sá Marques, Geoffrey Marcelino, Luis, Maria Pimentel, Rui Amorim, RB, Pedro Frois Costa, Gabriel Sousa, Mário Lourenço, Filipe Bento Caires, Diogo Sampaio Viana, Tiago Taveira, Ricardo Leitão, Pedro B. Ribeiro, João Teixeira, Miguel Bastos, Isabel Moital, Arune Bhuralal, Isabel Oliveira, Ana Teresa Mota, Luís Costa, Francisco Fonseca, João Nelas, Tiago Queiroz, António Padilha, Rita Mateus, Daniel Correia, João Saro João Pereira Amorim, Sérgio Nunes, Telmo Gomes, André Morais, Antonio Loureiro, Beatriz Bagulho, Tiago Stock, Joaquim Manuel Jorge Borges, Gabriel Candal, Joaquim Ribeiro, Fábio Monteiro, João Barbosa, Tiago M Machado, Rita Sousa Pereira, Henrique Pedro, Cloé Leal de Magalhães, Francisco Moura, Rui Antunes7, Joel, Pedro L, João Diamantino, Nuno Lages, João Farinha, Henrique Vieira, André Abrantes, Hélder Moreira, José Losa, João Ferreira, Rui Vilao, Jorge Amorim, João Pereira, Goncalo Murteira Machado Monteiro, Luis Miguel da Silva Barbosa, Bruno Lamas, Carlos Silveira, Maria Francisca Couto, Alexandre Freitas, Afonso Martins, José Proença, Jose Pedroso, Telmo , Francisco Vasconcelos, Duarte , Luis Marques, Joana Margarida Alves Martins, Tiago Parente, Ana Moreira, António Queimadela, David Gil, Daniel Pais, Miguel Jacinto, Luís Santos, Bernardo Pimentel, Gonçalo de Paiva e Pona , Tiago Pedroso, Gonçalo Castro, Inês Inocêncio, Hugo Ramos, Pedro Bravo, António Mendes Silva, paulo matos, Luís Brandão, Tomás Saraiva, Ana Vitória Soares, Mestre88 , Nuno Malvar, Ana Rita Laureano, Manuel Botelho da Silva, Pedro Brito, Wedge, Bruno Amorim Inácio, Manuel Martins, Ana Sousa Amorim, Robertt, Miguel Palhas, Maria Oliveira, Cheila Bhuralal, Filipe Melo, Gil Batista Marinho, Cesar Correia, Salomé Afonso, Diogo Silva, Patrícia Esquível , Inês Patrão, Daniel Almeida, Paulo Ferreira, Macaco Quitado, Pedro Correia, Francisco Santos, Antonio Albuquerque, Renato Mendes, João Barbosa, Margarida Gonçalves, Andrea Grosso, João Pinho , João Crispim, Francisco Aguiar , João Diogo, João Diogo Silva, José Oliveira Pratas, João Moreira, Vasco Lima, Tomás Félix, Pedro Rebelo, Nuno Gonçalves, Pedro , Marta Baptista Coelho, Mariana Barosa, Francisco Arantes, João Raimundo, Mafalda Pratas, Tiago Pires, Luis Quelhas Valente, Vasco Sá Pinto, Jorge Soares, Pedro Miguel Pereira Vieira, Pedro F. Finisterra, Ricardo Santos _______________ Esta conversa foi editada por: Hugo Oliveira

E Tem Mais
Derrota nas urnas: pronunciamento dá sinais sobre futuro de Bolsonaro

E Tem Mais

Play Episode Listen Later Nov 3, 2022 32:37


Neste episódio do E Tem Mais, Carol Nogueira apresenta um balanço das reações às primeiras declarações do presidente Jair Bolsonaro (PL) após a derrota para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2022. Bolsonaro foi o primeiro chefe do Executivo desde a redemocratização no Brasil a não reconhecer o resultado da eleição presidencial imediatamente após o término da apuração dos votos. Nas quase 48 horas em que o presidente permaneceu em silêncio, apoiadores dele bloquearam estradas pelo país em protesto contra o resultado das urnas. No discurso, Bolsonaro agradeceu os 58 milhões de votos que recebeu e disse que continuará cumprindo o que determina a Constituição. Mesmo após as primeiras declarações do presidente, muitos manifestantes ainda se recusavam a deixar as ruas. A continuidade dos bloqueios levou Bolsonaro a gravar um novo vídeo, em que pediu de maneira mais enfática que as rodovias fossem liberadas. Para traçar um panorama sobre os sinais das declarações do presidente e qual pode ser o seu futuro a partir do ano que vem, participa deste episódio o cientista político Creomar de Souza, CEO da consultoria Dharma Politics. Com apresentação de Carol Nogueira, este podcast é produzido pela Maremoto para a CNN Brasil. Você também pode ouvir o E Tem Mais no site da CNN Brasil. E aproveite para conhecer os nossos outros programas em áudio. Acesse: cnnbrasil.com.br/podcasts.

No pé do ouvido
EDIÇÃO EXTRA: Bolsonaro reconheceu a derrota?

No pé do ouvido

Play Episode Listen Later Nov 2, 2022 18:41


O presidente eleito Lula (PT) nomeou seu vice, Geraldo Alckmin (PSB), coordenador do processo de transição do governo. Pelo lado de quem sai, o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, disse que foi autorizado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) a iniciar a transição tão logo o nome de Alckmin seja formalizado. Ainda ontem, sem falar em aceitar o resultado, o atual chefe do Executivo realizou seu primeiro pronunciamento desde as eleições de domingo.

Colunistas Eldorado Estadão
Eliane: "Está tudo fora de controle, com o silêncio de quem deveria agir"

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Nov 1, 2022 20:01


O Supremo Tribunal Federal (STF) já tem maioria para confirmar a decisão do ministro Alexandre de Moraes que mandou desbloquear as rodovias ocupadas por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) inconformados com o resultado das eleições e ameaçou prender diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques, em caso de descumprimento. "Vimos o presidente Jair Bolsonaro, durante a campanha eleitoral, comprando votos e apoio com dinheiro público - um destes, decidido entre os poderes Executivo e Legislativo, foi para dar vouchers para caminhoneiros e taxistas; eles estão servindo de iscas para outros bolsonaristas participarem da manifestação. Está tudo fora de controle, com o silêncio sepulcral de quem deveria agir - o Governo Federal", diz Cantanhêde.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Eliane Cantanhêde responde
"Está tudo fora de controle, com o silêncio de quem deveria agir"

Eliane Cantanhêde responde

Play Episode Listen Later Nov 1, 2022 20:01


O Supremo Tribunal Federal (STF) já tem maioria para confirmar a decisão do ministro Alexandre de Moraes que mandou desbloquear as rodovias ocupadas por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) inconformados com o resultado das eleições e ameaçou prender diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques, em caso de descumprimento. "Vimos o presidente Jair Bolsonaro, durante a campanha eleitoral, comprando votos e apoio com dinheiro público - um destes, decidido entre os poderes Executivo e Legislativo, foi para dar vouchers para caminhoneiros e taxistas; eles estão servindo de iscas para outros bolsonaristas participarem da manifestação. Está tudo fora de controle, com o silêncio sepulcral de quem deveria agir - o Governo Federal", diz Cantanhêde.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Colunistas Eldorado Estadão
Eliane sobre decisão do TSE: "beneficiamento de uma candidatura em detrimento da outra"

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Oct 21, 2022 17:48


A ministra do Tribunal Superior Eleitoral Maria Claudia Bucchianieri acolheu recursos pedidos pela campanha do presidente Jair Bolsonaro e suspendeu os direitos de resposta concedidos ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que totalizam 164 inserções de 30 segundos no que seria originalmente parte do programa televisivo do chefe do Executivo. Como efeito, Bolsonaro pode veicular suas inserções no horário político gratuito. Bucchianieri dividiu a responsabilidade com a turma de juízes da Corte e abriu um prazo de 24 horas para que as campanhas de Lula e Bolsonaro se manifestem. "Esta ministra foi indicação do Centrão e de evangélicos para o TSE - portanto, aliados de Bolsonaro. Ficou feio e a decisão encheu de dúvidas. A nove dias da eleição, significa um beneficiamento de uma das candidaturas em detrimento da outra e é muito ruim que isso aconteça", diz Cantanhêde.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Eliane Cantanhêde responde
Eliane sobre decisão do TSE: "beneficiamento de uma candidatura em detrimento da outra"

Eliane Cantanhêde responde

Play Episode Listen Later Oct 21, 2022 17:48


A ministra do Tribunal Superior Eleitoral Maria Claudia Bucchianieri acolheu recursos pedidos pela campanha do presidente Jair Bolsonaro e suspendeu os direitos de resposta concedidos ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que totalizam 164 inserções de 30 segundos no que seria originalmente parte do programa televisivo do chefe do Executivo. Como efeito, Bolsonaro pode veicular suas inserções no horário político gratuito. Bucchianieri dividiu a responsabilidade com a turma de juízes da Corte e abriu um prazo de 24 horas para que as campanhas de Lula e Bolsonaro se manifestem. "Esta ministra foi indicação do Centrão e de evangélicos para o TSE - portanto, aliados de Bolsonaro. Ficou feio e a decisão encheu de dúvidas. A nove dias da eleição, significa um beneficiamento de uma das candidaturas em detrimento da outra e é muito ruim que isso aconteça", diz Cantanhêde. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Colunistas Eldorado Estadão
Eliane: "Lula usa falas de Bolsonaro contra ele próprio"

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Oct 19, 2022 18:21


Após a repercussão negativa na campanha, o presidente Jair Bolsonaro (PL) gravou uma declaração se desculpando por afirmar, ao menos três vezes, que meninas venezuelanas se prostituem para viver no Brasil. O chefe do Executivo esteve ao lado da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, e da embaixadora da Venezuela do autoproclamado presidente Juan Guaidó, María Teresa Belandria, no vídeo divulgado nesta terça-feira, 18. "O presidente 'morre pela boca'; sua campanha usa muita fake news contra Lula, mas o ex-presidente usa o adversário contra ele próprio. Foi mais um erro de Bolsonaro, que não tem papas na língua e dá um tiro no pé a todo momento, porque fala o que não deve. Quando isso está gravado, costuma vir contra si", opina Cantanhêde.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O Antagonista
Cortes do Talks - Governo terá secretaria para atender prefeitos, diz Jair Bolsonaro

O Antagonista

Play Episode Listen Later Oct 19, 2022 2:42


Jair Bolsonaro participa, nesta quarta-feira (19), de um episódio especial do Claudio Dantas Talks, o podcast de O Antagonista. O presidente da República contou, no início do programa. que esteve durante a tarde em reunião com cerca de 200 prefeitos. "O prefeito na ponta da linha é o que mais tem contato com eleitor. e no, nosso governo, os prefeitos passaram a ter uma popularidade muito grande", disse Bolsonaro, que elogiou, entre outros nomes, o prefeito de Montes Claros, cidade mineira que Bolsonaro visitou ontem (18). O presidente disse que vai criar uma nova secretaria, destinada a articular demandas de prefeitos ao poder Executivo federal. A pasta será subordinada à Secretaria de Governo do Palácio do Planalto. "Resolvemos criar agora uma secretaria dos prefeitos. Os prefeitos tem um local onde carreiam o seu interesse", completou. Inscreva-se e receba a newsletter:  https://bit.ly/2Gl9AdL Confira mais notícias em nosso site:  https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais:  https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista ​https://www.instagram.com/o_antagonista https://www.tiktok.com/@oantagonista_oficial No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

O Antagonista
Zema: "Na Venezuela construíram metrô, para os mineiros, não"

O Antagonista

Play Episode Listen Later Oct 13, 2022 1:36


O governador reeleito de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo, foto, à esquerda), anunciou, ao lado do presidente Jair Bolsonaro, uma ampliação do metrô da capital Belo Horizonte. A obra contaria com R$ 2,8 bilhões do governo federal e R$ 400 milhões do Executivo mineiro. O dois aliados aproveitaram o anúncio, feito em entrevista à TV Alterosa na quarta-feira (12), para cutucar o ex-presidente Lula, adversário de Bolsonaro no segundo turno. "Desde 2004, nós tivemos lá quatro ou cinco presidentes, e nenhum trouxe ampliação para o metrô. O presidente Bolsonaro está trazendo", disse Zema. "Não andou um centímetro de 2004 para cá, a última ampliação foi em 2004. Agora, com o presidente Bolsonaro, será ampliado. E lembrando que construíram na Venezuela, isso é que é estranho. Na Venezuela construiu-se metrô. Agora, em Belo Horizonte, para os brasileiros, mineiros, não", completou. Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL​ Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista​ https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

O Assunto
Bolsonaro: crônica da autocracia anunciada

O Assunto

Play Episode Listen Later Oct 13, 2022 24:03


Ao retomar a conversa sobre ampliar o número de ministros do Supremo, o presidente explicita o que pretende fazer no eventual segundo mandato. Além de avançar sobre o tribunal, principal muro de contenção das arbitrariedades do Executivo nos últimos 4 anos, trata-se de controlar imprensa, universidades e instituições independentes de maneira geral, até reescrever a Constituição para “tornar ilimitada a possibilidade de reeleição”. Quem expõe a cartilha neste episódio é o cientista político Fernando Abrucio, da FGV-SP. “Esse é o projeto que está na cabeça de Bolsonaro”, afirma o professor, lembrando precedentes em países como Hungria e Venezuela. Em conversa com Renata Lo Prete, ele avalia o saldo de apoios para cada um dos finalistas neste acirrado segundo turno, analisa especialmente o quadro no interior de São Paulo (hoje maior reduto bolsonarista do Brasil) e diz que a história “cobrará um preço” das elites que convalidem, por ação ou omissão, o projeto autocrático.

Estadão Notícias
A ampliação de vagas no STF: Brasil vai virar Venezuela?

Estadão Notícias

Play Episode Listen Later Oct 11, 2022 27:15


Jair Bolsonaro (PL) já sinalizou que, caso seja reeleito, pode analisar uma proposta de aumentar o número de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). O intuito seria ter mais 5 indicações, além das duas que o próximo presidente poderá fazer por causa da aposentadoria de magistrados da Corte. No entanto, especialistas dizem que essa proposta é uma tentativa de Bolsonaro de controlar o Judiciário, com quem ele tem travado algumas batalhas nos últimos anos. Inclusive, o próprio candidato do PL já disse que pode desistir da ideia caso o STF abaixe a temperatura em relação ao Executivo, e deixe de praticar o que ele chama de “ativismo judicial”. Essa medida não é inédita, e já foi tomada no período da Ditadura Militar quando o Ato Institucional Nº 02, aumentou o número de ministros na Corte, e limitou os poderes que os magistrados tinham em relação a atitudes tomadas pelo governo federal. Por outro lado, o STF trabalha para barrar qualquer tentativa de tutela do Judiciário por parte de Bolsonaro. A intenção dos magistrados é conversar com o Congresso Nacional para que eles garantam a autonomia entre os poderes, sem qualquer interferência de um sobre o outro. Mas afinal, o que está por trás dessa proposta? Tentar controlar o STF é uma forma de governo autoritário? Sobre o assunto, vamos conversar com o analista político e professor de Relações Internacionais da FGV, Oliver Stuenkel. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte, Erick Souza. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O Antagonista
Quem acha que o STF interfere nos outros Poderes vive no “metaverso”, diz Gilmar

O Antagonista

Play Episode Listen Later Oct 6, 2022 0:45


O ministro Gilmar Mendes (foto), do STF, afirmou que quem acredita que a Corte estaria usurpando competências de outros Poderes vive em um “metaverso do mundo institucional”. A declaração foi dada na quarta-feira (5), durante homenagem aos 34 anos da Constituição Federal de 1988. Em sua fala, o decano ressaltou a coragem dos ministros do STF em proteger a democracia e o Estado Democrático de Direito e criticou o discurso de que o tribunal interfere no Executivo e no Legislativo. “Em todo esse contexto, a autonomia das Casas do Congresso e a liberdade de ação do Poder Executivo sempre foram preservadas pelo STF. Só mesmo aqueles que habitam numa espécie de metaverso do mundo institucional podem acreditar na cantilena que o STF usurpa algo do Congresso Nacional. Trata-se de uma ilusão de ótica”, disse. O ministro também elogiou o TSE pela defesa do processo eleitoral, afirmando que a Justiça Eleitoral tem sido alvo de “ataques antidemocráticos jamais presenciados e que só chegou a esse ponto em razão da omissão conivente de diversos órgãos e agentes públicos”. Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL​ Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista​ https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

O Antagonista
Jair Bolsonaro diz ter dado faca de presente a Alexandre de Moraes

O Antagonista

Play Episode Listen Later Oct 3, 2022 1:29


Jair Bolsonaro (PL) disse ter dado de presente ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, uma faca com o seu nome entalhado, além de uma camisa do Corinthians. A declaração foi dada ontem à noite a repórteres em Brasília, após a confirmação do segundo turno entre o atual chefe do Executivo e Lula. Ao falar sobre o episódio, Bolsonaro (foto) afirmou que Moraes “ficou meio apavorado” com o presente. “[Eu falei] ‘Não, fica tranquilo'. Eu tenho umas 200 facas para dar de presente”, acrescentou o presidente, que entrou em rota de colisão com o ministro diversas vezes nos últimos meses. Bolsonaro disse ainda que “grande parte” dos ministros de STF e do TSE não querem que ele seja reeleito. O presidente também mencionou que Moraes o convidou pessoalmente para a sua posse no TSE, mas que, durante o evento, o ministro fez um “discurso pesado”. Segundo o presidente da República, seria melhor não ter sido chamado para a solenidade. “Quem errou foi ele”, afirmou. Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL​ Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista​ https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

BallasCast
BallasCast – Episódio 282 - Wesley Barbosa | Live: Neurociência, Ansiedade e Comunicação (Parte 2)

BallasCast

Play Episode Listen Later Oct 3, 2022 23:40


Wesley Barbosa é fundador da EduTech Become Inc., Professor convidado da Fundação Dom Cabral, ex-Executivo do Facebook no Vale do Silício, ex-Sócio da XP Investimentos, especialista em neurociências e Idealizador da ONG chancelada pela Nações Unidas e acelerada por Stanford Ajude o Pequeno. Foi Líder de Desenvolvimento de Mercado no Instagram e Facebook no Brasil e o executivo responsável por trazer o Baidu (O Google Chinês) para a América Latina. Ministrou aulas na Berkeley University e Singularity University, na Califórnia. Formado em Adm e em Marketing, possui educação executiva em Negociação por Harvard Law School, neurociência pelo MIT (Massachussetts Institute of Technology), inovação e Marketing por Columbia Business School. @wesleybarbosa

Colunistas Eldorado Estadão
Moura Brasil: O segundo turno entre Lula e Bolsonaro; e a Lava Jato no Congresso

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Oct 3, 2022 17:53


Na edição desta segunda, o jornalista Felipe Moura Brasil analisa os resultados das eleições para Executivo e Legislativo deste domingo, 2. O colunista discute os principais temas que rondam o noticiário político do País, de segunda a sexta, às 07h35, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O Antagonista
Cortes do Papo - Celso de Mello declara voto em Lula

O Antagonista

Play Episode Listen Later Sep 28, 2022 7:21


O ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello (foto) declarou voto em Lula. A manifestação ocorreu em nota divulgada nessa terça-feira (27). No texto, o ex-presidente da Corte afirmou que Jair Bolsonaro é um "político menor, sem estatura presidencial" e que o atual chefe do Executivo integra uma corrente política que nega "reverência" à democracia. "A atuação de Bolsonaro na Presidência da República revelou a uma nação estarrecida por seus atos e declarações a constrangedora figura de um político menor, sem estatura presidencial, de elevado coeficiente de mediocridade, destituído de respeitabilidade política, adepto de corrente ideológica de extrema-direita que perigosamente nega reverência à ordem democrática, ao primado da Constituição e aos princípios fundantes da República", disse Celso de Mello. "Em defesa da sacralidade da Constituição e das liberdades fundamentais, em prol da dignidade da função política e do decoro no exercício do mandato presidencial e em respeito à inviolabilidade do regime democrático, tenho uma certeza absoluta: não votarei em Jair Bolsonaro!!! É por tais razões que o meu voto será dado em favor de Lula no primeiro turno", acrescentou. Além de Celso de Mello, Joaquim Barbosa, outro ministro aposentado do Supremo, também declarou voto em Lula e gravou um vídeo pedindo que eleitores votem no petista no primeiro turno, como mostramos Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL​ Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista​ https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

BallasCast
BallasCast – Episódio 281 - Wesley Barbosa | Live: Neurociência, Ansiedade e Comunicação (Parte 1)

BallasCast

Play Episode Listen Later Sep 27, 2022 33:42


Wesley Barbosa é fundador da EduTech Become Inc., Professor convidado da Fundação Dom Cabral, ex-Executivo do Facebook no Vale do Silício, ex-Sócio da XP Investimentos, especialista em neurociências e Idealizador da ONG chancelada pela Nações Unidas e acelerada por Stanford Ajude o Pequeno. Foi Líder de Desenvolvimento de Mercado no Instagram e Facebook no Brasil e o executivo responsável por trazer o Baidu (O Google Chinês) para a América Latina. Ministrou aulas na Berkeley University e Singularity University, na Califórnia. Formado em Adm e em Marketing, possui educação executiva em Negociação por Harvard Law School, neurociência pelo MIT (Massachussetts Institute of Technology), inovação e Marketing por Columbia Business School. @wesleybarbosa

Durma com essa
A corrida pelo comando dos estados às vésperas do voto

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Play Episode Listen Later Sep 27, 2022 16:20


A disputa pelos governos dos estados não está cristalizada como a disputa pelo Executivo federal, que desde 2021 está bem desenhada e opõe Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL). O Durma com Essa desta terça-feira (27) fala como está a campanha dos candidatos aos Executivos estaduais nos maiores colégios eleitorais do país e explica quais são as áreas de atuação dos governadores. O episódio também conta com a participação dos redatores Marcelo Roubicek, que comenta o futuro do teto de gastos, e Isabela Cruz, que fala sobre as responsabilidades que os cargos em disputa têm pelo tema da infância. Leia o texto dela na editoria Ponto Futuro: https://www.nexojornal.com.br/expresso/2022/09/20/Elei%C3%A7%C3%B5es-o-que-cada-cargo-em-disputa-pode-fazer-pela-inf%C3%A2ncia